Relatório Final da Fase II. Grupo de Trabalho. Aeronaves Construídas por Amadores

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Relatório Final da Fase II. Grupo de Trabalho. Aeronaves Construídas por Amadores"

Transcrição

1 Relatório Final da Fase II Grupo de Trabalho Aeronaves Construídas por Amadores São José dos Campos, 31 de março de

2 Acordo do Grupo Consultivo O presente trabalho foi elaborado pelo Grupo de Trabalho (GT) coordenado pela DCA-BR e composto por representantes da Aviação Amadora/Experimental do Brasil: Associações de Classe ABUL, ABRAEX e ABRAFAL e pessoas diretamente envolvidas com a atividade. A ANAC esteve presente como ouvinte a todas as reuniões. Este termo de acordo expressa que o conteúdo do trabalho de conclusão da fase II Intitulado: Relatório Final da Fase II tem a anuência dos abaixo assinados: 2

3 SUMÁRIO Acordo do Grupo de Trabalho 1.0 INTRODUÇÃO 2.0 ESTRATEGIA DE TRABALHO 2.1 Elaboração do Plano de Comunicação 2.2 Composição das Reuniões: Grupo de Trabalho Reuniões dedicadas com as Associações 3.0 PRINCIPAIS RESULTADOS 4.0 CONCLUSÕES ANEXOS Anexo A Proposta de Instrução Suplementar (IS) Aeronaves Construídas por Amadores Anexo B Recomendações do GT para a ANAC Anexo C Proposta de Checklist dos 51%. Anexo D Proposta de RIAM para TRIKES. 3

4 1.0 INTRODUÇÃO A Organização Brasileira para o Desenvolvimento da Certificação Aeronáutica (DCA BR) recebeu no dia 07 de abril de 2009 o Ofício n o 0045/2009 SAR/ANAC da Agencia Nacional de Aviação Civil (ANAC) solicitando a realização de um estudo para a elaboração de propostas de regulamentos e procedimentos relativos à aviação amadora/experimental no Brasil. Neste contexto o presente trabalho se dividiu em duas Fases: Nesta Fase o Grupo Consultivo foi montado e elaborou o relatório da primeira Fase seguindo os 6 passos descritos no Oficio acima. Após a conclusão da primeira fase o relatório foi entregue no dia 31 de julho de 2009 na secretaria da GGCP/ANAC em São José dos Campos sendo direcionado aos responsáveis pelo mesmo. 4

5 A ANAC respondeu ao Grupo Consultivo sobre os itens descritos na seção 3.3, pagina 74 do Relatório da primeira Fase. Esta resposta da ANAC foi enviada pelo Ofício n o 0157/2009 SAR/ANAC, recebido pela DCA BR em 14/10/2009. a) O Grupo Consultivo se comprometeu a realizar uma campanha de ampla divulgação deste processo H3 através das Associações, assim como a ANAC também estará divulgando. Comentário ANAC: A ANAC divulgará o procedimento, regulamentos e módulo disponível para controle dos processos H.03 em seu portal. A Superintendência de Aeronavegabilidade (SAR) disponibilizou no portal da ANAC, um módulo para permitir ao construtor de aeronave amadora o acompanhamento do seu processo junto a ANAC. O módulo ainda permite acesso ao procedimento adotado pela ANAC para aprovação do processo de construção amadora e aos formulários que deverão ser preenchidos pelo construtor. No momento foram cadastrados todos os processos que deram entrada na ANAC a partir de 01 de abril de A ANAC espera com este módulo dar transparência ao construtor do procedimento adotado bem como a visibilidade da situação do processo. b) O assunto Transferência de aeronave terá uma campanha de divulgação pelas Associações. O formulário correspondente será divulgado pelas Associações (formulário de recadastramento), assim como a ANAC também estará divulgando. Comentário ANAC: Já está disponível no portal da ANAC o procedimento e formulário de recadastramento. A informação disponível em será realocada para e o texto será devidamente atualizado. c) No acompanhamento do Processo H3. Prazo de até 30 dias para emissão e/ou envio de avisando o porquê de não tê lo emitido ainda. E especial atenção para o caso de kits (semelhança aos do CAFC). Comentário ANAC: 1. A ANAC se compromete em até 30 dias enviar resposta ao requerente. 2. Processo não conforme com o procedimento estabelecido e acordado com as associações será devolvido integralmente para correção do requerente. O requerente será comunicado que o processo está em desacordo com o procedimento. 3. Considerando a alta incidência de processos incompletos, a ANAC propõe que as associações 5

6 realizem seminários para qualificar e atualizar os engenheiros responsáveis e cadastrados na ANAC para que apresentem processos completos e adequados para evitar atrasos e gasto de recurso humano escasso da autoridade. d) Para o processo H3 manter uma pasta única apenas com todos os documentos, que poderão ser utilizados durante toda a tramitação do processo. Comentário ANAC: A ANAC propõe que o Grupo Consultivo: 1. Verifique com precisão quais são as reais dificuldades de repetição de informação a ser apresentada para diferentes áreas da ANAC. 2. Identifique documentos repetidos. 3. No caso de empresa (CAFC): A ANAC recomenda que se siga o RBHA 37.53(b) e que sejam Identificados documentos técnicos repetidos e apresentado para o mesmo tipo de aeronave. Ex. desenho em três vistas, etc.. Caberá também a ANAC: Identificar os documentos apresentados na área técnica que poderiam servir para o GTRAB. Adicionalmente a ANAC informa que a área técnica criou pastas com dados para as empresas com CAFC para que seja viável a não repetição de entrega de documentos técnicos para o mesmo tipo de aeronave de acordo com o RBHA 37.53(b). e) Integrar o RAB ao processo de informação da tramitação com arquivo único de acesso. Comentário ANAC: 1. A Gerência Técnica de Registro Aeronáutico (GTRAB) disponibilizou no portal da ANAC: o Sistema de Controle de Processos do RAB (SCPRAB), criado para permitir a consulta de todos os processos de registro de aeronaves requeridos a partir de agosto de A Gerência Geral de Aeronavegabilidade Continuada (GGAC) disponibilizou no portal da ANAC, um módulo para permitir ao construtor de aeronave amadora o acompanhamento do seu processo junto a ANAC. O módulo ainda permite acesso ao procedimento adotado pela ANAC para aprovação do processo de construção amadora e aos formulários que deverão ser preenchidos pelo construtor. No momento foram cadastrados todos os processos que deram entrada na ANAC a partir de 01 de abril de A ANAC considera que atualmente a integração do sistema é inviável e que os acessos disponibilizados atendem à finalidade da recomendação. f) Uniformizar CHECK LIST e LAUDO. A ANAC já compatibilizou os formulários atendendo a recomendação do Grupo Consultivo. g) Inserir os dados do rádio no formulário de vistoria, pois o mesmo não tem este campo. 6

7 A ANAC já inseriu os dados no formulário de vistoria atendendo a recomendação do Grupo Consultivo. Observação: O formulário não substitui a Declaração de Estação. h) Criar instruções especificas para Paramotor, trikes e flying boat através de IS. Comentário ANAC: A ANAC recomenda que seja incluído no estudo da fase II pelo Grupo Consultivo. i) Sugestão de criação de uma Divisão de aerodesporto na ANAC. Comentário ANAC: ANAC/SAR está estudando a criação de uma equipe dedicada à análise dos processos H.03 na Superintendência de Aeronavegabilidade. j) Recomendações de melhorias contínuas no Processo. Comentário ANAC: É parte da política da ANAC melhorar continuamente os seus processos. Sugestões e recomendações das associações e do Grupo Consultivo sempre serão bem vindas. K) Criar um banco dados para consulta pública de todos os assuntos direcionados a aeronaves amadoras e experimentais no Brasil. Comentário ANAC: Recomenda se que o Grupo Consultivo defina melhor o conteúdo do banco de dados para que seja estudada a sua viabilidade. Dependendo do conteúdo parece ser uma tarefa mais apropriada para as associações. l) Detalhamento da proposta correspondente à questão 17 do item 3.1 do relatório: Proposta:. Para o processo H3 manter uma pasta única apenas com todos os documentos, que poderão ser utilizados durante toda a tramitação do processo.. No caso da Procuração: Pasta H3 que vale para área técnica e para o RAB. Ex: Comprovante de residência: Manter após a entrega desde o inicio e que valha para todas as áreas.. Objetivo: minimiza volume e duplicidade. 7

8 . No caso de Empresa: Manter uma pasta com todas as empresas com CAFC e dados desta empresa armazenados para que não seja necessária repetição de entrega de documentos para mesmo tipo de aeronave. A estrutura montada abaixo apresenta as áreas que podem ser otimizadas, criando um único banco de dados para evitar repetição de entrega de documentos: Comentário ANAC: Ver resposta no item (d) A partir da data de entrega do relatório da primeira Fase, o Grupo Consultivo foi designado Grupo de Trabalho (GT), conforme os 4 novos passos descritos na segunda parte do Oficio: A parte inicial introduz as primeiras tarefas da DCA BR referente à formação do Grupo de Trabalho (GT). A segunda parte apresenta as atividades relacionadas à estratégia do trabalho através do plano de comunicação, identificação de problemas e necessidades e estudos comparativos, consulta aos usuários sobre as dificuldades do sistema regulatório atual e os interesses dos proprietários e usuários de aeronaves construídas por amadores. Em seguida, com base nos dados levantados na primeira fase, foram elaboradas as conclusões do trabalho, com propostas de melhorias para os atuais regulamentos e procedimentos. 8

9 Para inicio dos trabalhos foi elaborado o cronograma de atividades mostrado abaixo, onde foram disponibilizados os prazos para cada etapa, divididas em: a) Formação do Grupo de Trabalho; b) Especificações; c) Regulamentação; d) Escopo da proposta a ser entregue a ANAC; e e) Termo de Referencia Concluído (Relatório Final e correspondentes Anexos). Os prazos foram atualizados à medida que as etapas foram concluídas, permitindo dentro do contexto previamente acordado monitorar a data final de entrega do trabalho. Abaixo segue a planilha que representa o Plano de Gerenciamento de Risco do trabalho seguido pelo Grupo de Trabalho. 9

10 PLANO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS IDENTIFICAÇÃO ANALISE RESPOSTA AO RISCO CONTROLE TIPO Descrição do risco PROB IMPACT I x P Responsável Prazo R1 Não recebimento de e mail Entrar em contato por telefone dentro de datas previamente acertadas GRUPO DE TRABALHO 10 R2 Não envolvimento nas atividades Enviar , telefonar, alinhamento nas reuniões com datas GRUPO DE TRABALHO 120 R3 Não cumprimento das etapas solicitadas Atender ao cronograma e extensões. GRUPO DE TRABALHO 120 R4 Baixo número de adesão Executar o Plano de Comunicação GRUPO DE TRABALHO 75 EXTERNOS R5 Baixo número de dados coletados Sensibilizar as áreas sobre a necessidade do envolvimento GRUPO DE TRABALHO 60 R6 Escopo deficiente Detalhar o escopo e comunicar com outros envolvidos GRUPO DE TRABALHO 40 R7 Estudos preliminares deficientes Detalhar o estudo e comunicar com outros envolvidos GRUPO DE TRABALHO 40 R8 Entrada de novas necessidades Detalhar o estudo e comunicar com outros envolvidos GRUPO DE TRABALHO 120 R9 Não cumprimento de prazos Listar todos os prazos. Acompanhar os prazos. GRUPO DE TRABALHO 120 R10 Acúmulo de atividades Avaliar prioridades. Acompanhar cronograma de entregas. GRUPO DE TRABALHO 120 INTERNOS R11 Falta de material de apoio Estudar opções; propor formas de aquisições GRUPO DE TRABALHO 30 R12 Velocidade da rede. Internet Monitorar dados. GRUPO DE TRABALHO 30 10

11 R13 Falta de política de condução do trabalho Consulta pública aos interessados (parceiro: ANAC) GRUPO DE TRABALHO 10 R14 Falta de comunicação entre DCA e Grupo Executar o Plano de Comunicação GRUPO DE TRABALHO 15 R15 Falta de planejamento consistente Consulta pública aos interessados (parceiro: ANAC) GRUPO DE TRABALHO 20 R16 Não convidar pessoas diretas Verificar lista de envolvidos. Se detectar inserir imediatamente. GRUPO DE TRABALHO 120 R17 DO PROJETO Não apresentar todos os envolvidos Verificar lista de envolvidos. Se detectar inserir imediatamente. GRUPO DE TRABALHO 120 R18 Reclamação de não consulta Acompanhar as propostas preliminares GRUPO DE TRABALHO 120 R19 Envio de solicitações fora do escopo Faz parte do trabalho de filtragem. Pode ocorrer. GRUPO DE TRABALHO 35 R20 Erro de filtragem das solicitações Filtrar através de Consulta pública aos interessados (parceiro: ANAC) GRUPO DE TRABALHO 60 R21 Proposta rejeitada pela ANAC Consulta pública aos interessados (ANAC) previamente a cada etapa. GRUPO DE TRABALHO 20 > 9 PROB IMPACT > 7 1. Baixa/Leve 1. Muito Baixo 2. Moderada 2. Baixo 3. Alta/grave 3. Moderado 4. Alto 5. Muito Alto 11

12 2.0 ESTRATEGIA DE TRABALHO 2.1 ELABORAÇÃO DO PLANO DE COMUNICAÇÃO Nesta etapa foram alocados os modos de comunicação entre os participantes do trabalho conforme descrito abaixo. I OBJETIVO Definir o sistema de comunicação para a formação da Proposta de Trabalho direcionada a elaboração do Relatório Final a ser submetido à ANAC contendo as propostas de melhorias nos procedimentos atuais adotados porem dentro dos regulamentos em vigor relativos a Aeronaves Amadoras/Experimentais a serem realizados na Segunda Fase de 01 de agosto de 2009 a 31 de março de II MEIOS DE COMUNICAÇÃO Escrito e relatórios. Verbal telefone e reuniões presenciais. III CRONOGRAMA DE REUNIÕES Reuniões com o Grupo de Trabalho completo: EVENTO DATA PARTICIPANTES LOCAL Reunião # Grupo de Trabalho DCA BR SJC Reunião # Grupo de Trabalho ANAC Congonhas SP Reunião # Grupo de Trabalho ANAC RJ Reuniões dedicadas com os representantes das Associações: EVENTO DATA PARTICIPANTES LOCAL Reunião # Representantes da ABRAEX Sede ABRAEX SP Reunião # Representante da ABRAFAL DCA BR SJC 2.2 COMPOSIÇÃO DAS REUNIÕES: Grupo de Trabalho Na quarta reunião realizada em estiveram presentes os seguintes representantes na DCA BR: 12

13 .ABUL: Gustavo H. Albrecht.ABRAFAL: Reuel de Matos e Luiz Claudio Gonçalves.ANAC: Cesar Silva Fernandes Jr, José Luiz Bruni Chiessi, Paulo Sergio Dellamora, e Marcelo de Almeida Ramsdorf.ABRAEX: Claudio Ansano Berretta e Luiz Liske.DCA BR: José Luiz Belderrain, Pablo Nestor Pusterla, Duane Quireza Muradas Durante a reunião foi constituído o Grupo de Trabalho para a segunda Fase:.ABUL: Gustavo H. Albrecht;.ABRAFAL: Reuel de Matos; Luiz Claudio Gonçalves.ANAC (ouvinte): Cesar Silva Fernandes Jr; Marcelo de Almeida Ramsdorf.ABRAEX: Claudio Ansano Berretta, Luiz Liske..DCA BR: José Luiz Belderrain e Duane Quireza Muradas Na quinta reunião realizada em estiveram presentes os seguintes representantes no Aeroporto de Congonhas na Sede da ANAC SP:.ABUL: Gustavo H. Albrecht.ABRAFAL: Luiz Claudio Gonçalves.ANAC: Ademir A. Silva, Cesar Silva Fernandes Jr, Marcos Gonçalves Viegas, Marcelo de Almeida Ramsdorf e Edison Thomaello (DSO SP),.ABRAEX: Claudio Ansano Berretta e Luiz Liske.DCA BR: José Luiz Belderrain, Pablo Nestor Pusterla, Duane Quireza Muradas Na sexta reunião realizada em estiveram presentes os seguintes representantes na ANAC RJ:.ABUL: Gustavo H. Albrecht.ABRAFAL: Reuel de Matos e Luiz Claudio Gonçalves.ANAC: Cesar Silva Fernandes Jr, Marcos Gonçalves Viegas, Marcelo de Almeida Ramsdorf, Eduardo A. Campos Filho.ABRAEX: Claudio Ansano Berretta e Luiz Liske 13

14 .DCA BR: José Luiz Belderrain, Duane Quireza Muradas Reuniões dedicadas com as Associações Na sétima reunião realizada em estiveram presentes os seguintes representantes na Sede da ABRAEX no Campo de Marte em SP:.ABUL:.ABRAFAL:.ANAC:.ABRAEX: Claudio Ansano Berretta; Luiz Liske, João Marcos S. Castro, Luiz Henrique Ceotto, Alfredo H. Sperlink; Daniel Tosini e José Damião b. Lycarião..DCA BR: Duane Quireza Muradas Na oitava reunião realizada em 15/03/2010 estiveram presentes os seguintes representantes na DCA BR em SJC:.ABUL:.ABRAFAL: Luiz Claudio Gonçalves.ANAC:.ABRAEX:.DCA BR: José Luiz Belderrain, Pablo Nestor Pusterla, Duane Quireza Muradas Observações gerais: a) Durante as reuniões definiu se claramente que o escopo do trabalho deveria ser restrito aos assuntos tratados nos RBHA 37 e 38 em vigor. Mais especificamente, o escopo do trabalho limitou se às aeronaves construídas por amadores, incluindo a fabricação de conjuntos, de acordo com o RBAC (g). b) Do estudo comparativo que foi realizado, observou se que há uma tendência de todas as autoridades de aviação civil estrangeiras em manter a atividade da aviação amadora desregulamentada nos aspectos de projeto, produção e manutenção. Evidentemente certas regras relativas ao registro, marcas de matriculas e operação devem ser observadas. c) A regulamentação se limita basicamente à emissão de certificados de autorização de vôo, de acordo com o RBAC 21, e de matricula, de acordo com o RBAC 45, deixando os procedimentos e adoção de normas técnicas por conta dos requerentes. A operação da aeronave construída por amador esta sujeita a regras do RBAC

15 d) As recomendações de projeto, de boas práticas, materiais, construção, orientação técnica, assistência comercial e de procedimentos foram colocadas no texto da IS proposta. 15

16 3.0 PRINCIPAIS RESULTADOS. Como mencionado anteriormente, o trabalho desenvolvido nesta fase teve por objetivo esclarecer o processo que leva à emissão do Certificado de Autorização de Voo Experimental para aeronaves construídas por amadores, como previsto pelo RBAC (g). Para este fim, o GT elaborou uma proposta de IS, apresentada na íntegra no Anexo A deste Relatório. É importante ressaltar que na redação da proposta de IS foram consideradas todas as reivindicações das Associações, representantes regionais de Associações, e da comunidade em geral envolvida com construção amadora no Brasil. Além disso, todos os elementos válidos dos atuais RBHA 37 e 38 foram incorporados na IS proposta. Também é importante registrar que o GT se beneficiou da recente revisão dos regulamentos e procedimentos da Federal Aviation Administration (FAA), por meio de seu Amateur Built Aviation Rulemaking Committee, no período Assim sendo, diversos elementos da AC 20 27G Certification and Operation of Amateur Built Aircraft foram adaptados na proposta de IS ora apresentada. Outro importante produto do GT foi a elaboração de uma lista de recomendações para a ANAC (Anexo B), sintetizando as principais preocupações das Associações, os prazos de transição para adoção de novos regulamentos e procedimentos, e ações ulteriores da ANAC, caso a IS proposta seja aceita. Por fim, o GT elaborou de uma lista padrão de verificações, com o objetivo de determinar a porção de fabricação e montagem realizada pelo próprio construtor amador, também conhecida como checklist dos 51%, e apresentada no Anexo C. Como cortesia da ABRAFAL, foi incluído no Anexo D um formulário de RIAM especifico para aeronaves de controle pendular (trikes). As preocupações com a fabricação de conjuntos para a montagem de aeronaves por amadores, o futuro da frota atual de ultraleves (RBHA 103A), e o impacto da recente introdução da aeronave leve esportiva (Light Sport Aircraft LSA), não foram detalhadamente considerados, por ultrapassarem o escopo do GT. Entretanto, conforme registrado nas Recomendações do GT à ANAC (Anexo B), estes assuntos têm grande relevância e deverão ser considerados oportunamente. 16

17 4.0 CONCLUSÕES Em resposta ao Oficio enviado pela ANAC, o GT focou o seu trabalho na regulamentação das aeronaves construídas por amadores, seja a partir de projeto próprio, seja a partir de projeto adquirido de terceiros, ou ainda a partir de kits fornecidos por fabricantes de conjuntos. O GT acredita que os documentos produzidos neste esforço possam servir de base para a ANAC atualizar os seus regulamentos e procedimentos. Alguns participantes do GT manifestaram (como registrado nas Recomendações do GT à ANAC, Anexo B) a sua preocupação com outras aeronaves elegíveis para receberem Certificado de Autorização de Voo Experimental, além das aeronaves construídas por amadores. Conquanto este assunto tenha a sua relevância, entende se que a sua consideração detalhada mereça um esforço dedicado, a ser desenvolvido por outro Grupo de Trabalho, a critério da ANAC. 17

18 ANEXOS Anexo A Proposta de Instrução Suplementar (IS) Aeronaves Construídas por Amadores Anexo B Recomendações do GT para a ANAC Anexo C Proposta de Checklist dos 51%. Anexo D Proposta de RIAM para TRIKES. 18

19 Anexo A Proposta de Instrução Suplementar (IS) Aeronaves Construídas por Amadores 19

20 1. OBJETIVO Esta Instrução Suplementar fornece informações e procedimentos para o processo de construção, operação e manutenção da aeronavegabilidade de aeronaves construídas por amadores, visando primariamente à proteção da vida e bens de terceiros. 2. REVOGAÇÃO Não aplicável. 3. FUNDAMENTOS A Resolução nº 30, de 21 de maio de 2008, em seu Art. 14, estabelece que a ANAC pode emitir IS para esclarecer, detalhar e orientar a aplicação de requisito existente em RBAC. No presente caso, esta IS orienta a aplicação do parágrafo (g) do RBAC SIGLAS E ABREVIATURAS AC ANAC CAFC CAVE CG CME CREA EAC FAA IS Advisory Circular Agência Nacional da Aviação Civil Certificado de Autorização de Fabricação de Conjunto Certificado de Autorização de Voo Experimental Centro de Gravidade Certificado de Marca Experimental Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura Equipe de Avaliação de Conjunto Federal Aviation Administration Instrução Suplementar 20

21 H.03 Processo de avaliação de projeto, construção e operação de aeronave construída por amador RAB RBAC RIAM Registro Aeronáutico Brasileiro Regulamento Brasileiro de Aviação Civil Relatório de Inspeção Anual de Manutenção 5. DEFINIÇÕES a) Aeronave construída por amador. O parágrafo (g) do RBAC 21 define aeronave construída por amador como sendo uma aeronave cuja porção maior foi fabricada e montada por pessoa(s) que realizou(aram) a construção unicamente para sua própria educação ou recreação. As aeronaves construídas por amadores podem ser fabricadas a partir de projeto próprio ou adquirido de terceiros, bem como montadas a partir de conjunto (kit). b) Assistência comercial. Assistência fornecida ao construtor amador, na fabricação e/ou montagem, em troca de pagamento, serviços ou outra forma de compensação. Não inclui a ajuda que um construtor amador pode fornecer a outro, sem compensação. c) Equipe de avaliação de conjunto (EAC). Equipe técnica composta por servidores da ANAC e representantes das Associações reconhecidas. Os componentes da EAC deverão ter experiência na avaliação e certificação de aeronavegabilidade de aeronaves construídas por amadores. d) Avaliação pela EAC. Avaliação opcional conduzida pela EAC com a finalidade de determinar se um conjunto específico de aeronave, como fabricado, permite a um construtor amador satisfazer o critério de maior porção previsto no RBAC (g). e) Certificado de Autorização de Vôo Experimental CAVE. É o documento emitido pela ANAC que permite a operação de aeronave construída por amador. f) Certificado de Autorização de Fabricação de Conjunto CAFC. É o documento emitido pela ANAC, atestando que o conjunto de um certo modelo de aeronave, conforme letra d) acima, teve avaliação satisfatória pela EAC. A avaliação poderá incluir o cumprimento, pelo fabricante do conjunto, de uma norma consensual de qualidade. g) Certificado de Conclusão de Relatório de Inspeção Anual de Manutenção RIAM. É o documento que atesta o preenchimento, com base em inspeção realizada, do RIAM. Deve ser usado como Certificado de Conclusão de RIAM modelo de formulário aceito pela ANAC. h) Certificado de Marca Experimental CME. É o documento comprobatório de propriedade da aeronave, emitido pelo Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB), que contêm as suas marcas de registro. i) Componente: Significa materiais processados, peças e conjuntos que constituem parte integrante de uma aeronave, motor de aeronave ou hélice, que sejam empregados em sua fabricação, os dispositivos, bem como os acessórios instalados na aeronave cuja falha ou funcionamento incorreto possa afetar a segurança do vôo e/ou dos ocupantes da mesma. j) Fabricação: Significa retrabalho sobre qualquer material, peça ou componente, tais como marcação, dobramentos, conformação, furos cônicos, empenamento, corte, juntas, colagem/selagem, laminação, moldagem, rebarbação, furação, usinagem, forjamento, aplicação de produtos conservantes, preparação de superfície e camadas básicas, rebitagem, soldagem ou tratamento a quente e modificação de material, partes, ou componentes cuja função é deixar o material no estado final. 21

22 k) Conjunto. É o pacote constituído de subconjuntos, peças, componentes e outros materiais que, uma vez montados, darão origem a uma aeronave. Inclui, também, desenhos, instruções de fabricação e montagem, manual de operações, lista de equipamentos, instruções de pesagem e balanceamento e demais dados técnicos e documentos requeridos para a construção e operação de uma aeronave a ser construída por amador. l) Engenheiro Responsável. Em todo processo de aeronave construída por amador deverá haver um Engenheiro Responsável (Engenheiro Aeronáutico ou Eng. Mecânico com atribuições de aeronáutica), o qual deverá assinar um Termo de Incumbência e demais laudos previstos por esta IS. m) Laudo de Vistoria Final de Aeronave: É o documento elaborado por um engenheiro responsável pela construção, que declara que a aeronave foi concluída em conformidade com o projeto anexado ao respectivo processo de avaliação de construção de aeronave por amadores (Formulários: Laudo F01, Laudo R01 ou Laudo B01). n) Lista de verificação de fabricação e montagem de aeronaves construídas por amadores (Formulário xxx): Ferramenta usada pela ANAC para determinar se o construtor amador cumpriu com o critério da maior porção. o) Maior porção. Relacionado à construção de aeronaves por amadores, significa que, quando a aeronave estiver completa, a maioria das tarefas de fabricação e montagem terá sido realizada pelo(s) construtor(es) amador(es) que empreendeu(deram) a construção. A avaliação da aeronave visando determinar se a mesma atende ao critério de maior porção, constante da definição do item (a) acima, é feita através de inspeções e/ou de uma lista de verificações (item (n) acima), a critério da ANAC. p) Ocupante: Qualquer pessoa, tripulante ou não, que esteja a bordo de uma aeronave. q) Orientador Técnico: nomeado pelo Conselho Técnico das Associações nacionais de construtores reconhecidas, trata se de um construtor (pessoa física) com capacidade comprovada para acompanhar e orientar o(s) construtor(es) amador(es) nos detalhes da construção e realizar vistorias intermediárias, sem prejuízo da responsabilidade do Engenheiro Responsável e sempre se reportando a este. r) Produto aeronáutico: Significa uma aeronave, um motor ou uma hélice, assim como componentes e partes dos mesmos nele instalados. Inclui ainda qualquer instrumento, mecanismo, peça, aparelho, pertence, acessório e equipamento de comunicação, desde que sejam usados ou que se pretenda usar na operação e no controle de uma aeronave em vôo, que sejam instalados ou fixados à aeronave e que não seja parte de uma célula, um motor ou uma hélice. Inclui finalmente, materiais e processos usados na fabricação de todos os itens acima. s) Relatório de Inspeção Anual de Manutenção, ou RIAM (Formulários yyy). Listagem de itens a serem verificados durante a Inspeção Anual de Manutenção de aeronaves construídas por amadores. Cada item inspecionado deve ter sua situação registrada no formulário zzz. 6. DESENVOLVIMENTO DO ASSUNTO 6.1 GERAL (a) Para operar uma aeronave de marcas de nacionalidade e registro brasileiras, construída por amador, é necessário que o CME e o CAVE emitidos pela ANAC estejam válidos. (b) A construção de uma aeronave por amador pode ser efetuada a partir de: 1) projeto desenvolvido pelo próprio construtor amador. 22

23 É permitida a utilização de componentes de outro(s) produto(s) aeronáutico(s), respeitado o critério de maior porção, como definido no item (o), Seção 5, desta IS. 2) projeto de autoria de terceiros. Neste caso, o construtor amador deve ser formalmente autorizado pelo autor do projeto ou por seu representante legal. 3) Conjuntos ou subconjuntos fabricados por terceiros, seja o fabricante daqueles brasileiro ou estrangeiro. (c) Todos os dados que substanciam o projeto são de propriedade do seu autor e guardam caráter confidencial, não podendo ser divulgados ou utilizados por terceiros sem a expressa autorização do autor. (d) O construtor amador pode ser uma pessoa jurídica, desde que a construção da aeronave tenha por objetivo a aquisição de conhecimentos em projeto, construção e operação de aeronaves e que não haja fins lucrativos. 6.2 REQUISITOS APLICÁVEIS Um construtor amador não necessita demonstrar o cumprimento com requisitos de aeronavegabilidade ou de produção correspondentes a qualquer categoria de aeronave. 6.3 ORIENTADOR TÉCNICO É recomendável que um Orientador Técnico, nomeado pelo Conselho Técnico das Associações nacionais de construtores reconhecidas, seja indicado para acompanhar e orientar o(s) construtor(es) amador(es) nos detalhes da construção e realizar vistorias intermediárias, sem prejuízo da responsabilidade do Engenheiro Responsável, e sempre se reportando a este. 6.4 ENGENHEIRO RESPONSÁVEL Todo processo de aeronave construída por amador deverá ter um Engenheiro Responsável (Eng. Aeronáutico ou Eng. Mecânico com atribuições de aeronáutica), o qual deverá assinar um Termo de Incumbência (formulários: H.03F 03; H.03R 03 ou H.03B 03). O Engenheiro Responsável também poderá exercer a função de Orientador Técnico conforme a seção 6.3. Este Engenheiro Responsável poderá também ser o próprio construtor da aeronave. 6.5 AVALIAÇÃO DO PROJETO No caso de projeto desenvolvido pelo próprio construtor amador, o mesmo deverá ser avaliado pelo Engenheiro Responsável, a fim de verificar se não existem características inadequadas evidentes no que diz respeito a: 1) configuração aerodinâmica geral; 2) grupo moto propulsor; 3) envelope de operações pretendido; e 4) técnicas, processos e materiais construtivos. 6.6 BOAS PRÁTICAS DE PROJETO E CONSTRUÇÃO Antes de empreender a construção de uma aeronave, o construtor amador interessado deve 23

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR - IS

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR - IS INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR - IS IS Nº 43 012 Aprovação: Portaria Nº 786/SAR, de 25 de março de 2013, publicada no Diário Oficial da União de 26 de março de 2013, Seção 1, pág. 2, republicada no Diário Oficial

Leia mais

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR - IS IS Nº 137.201-001 Revisão B

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR - IS IS Nº 137.201-001 Revisão B INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR - IS IS Nº 137.201-001 Revisão B Aprovado por: Portaria nº 69, de 10 de janeiro de 2013, publicada no Diário Oficial da União de 11 de janeiro de 2013, Seção 1, página 2. Assunto:

Leia mais

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL Título: REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL MARCAS DE IDENTIFICAÇÃO, DE NACIONALIDADE E DE MATRÍCULA. Aprovação: Resolução ANAC nº 220, de 20 de março de 2012, publicada no Diário Oficial da União

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL -0> RESOLUÇÃO N 030, DE 21 DE MAIO DE 2008.

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL -0> RESOLUÇÃO N 030, DE 21 DE MAIO DE 2008. AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL -0> RESOLUÇÃO N 030, DE 21 DE MAIO DE 2008. Institui o Regulamento Brasileiro da Aviação Civil RBAC e a Instrução Suplementar IS, estabelece critérios para a elaboração

Leia mais

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR - IS

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR - IS INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR - IS IS Nº 43.9-001 Aprovação: Portaria ANAC nº 1523/SAR, de 11 de agosto de 2011, publicada no Diário Oficial da União nº 155, S/1, págs. 1-2, de 12 de agosto de 2011. Assunto: Instruções

Leia mais

Nota: As informações apresentadas abaixo têm caráter meramente informativo, não devendo ser utilizadas como instrumento legal.

Nota: As informações apresentadas abaixo têm caráter meramente informativo, não devendo ser utilizadas como instrumento legal. AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL ANAC GERÊNCIA GERAL DE CERTIFICAÇÃO DE PRODUTOS AERONÁUTICOS GGCP PROCESSOS DE HOMOLOGAÇÃO SUPLEMENTAR DE TIPO (HST) PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES Nota: As informações apresentadas

Leia mais

L 176/38 Jornal Oficial da União Europeia 6.7.2012

L 176/38 Jornal Oficial da União Europeia 6.7.2012 L 176/38 Jornal Oficial da União Europeia 6.7.2012 REGULAMENTO (UE) N. o 593/2012 DA COMISSÃO de 5 de julho de 2012 que altera o Regulamento (CE) n. o 2042/2003 relativo à aeronavegabilidade permanente

Leia mais

Proposta de alteração do RBAC 135 (Minuta de proposta de alteração do RBAC 135)

Proposta de alteração do RBAC 135 (Minuta de proposta de alteração do RBAC 135) RBAC 135 EMD 03 RBAC 135 EMD 04 para consulta pública SUBPARTE A SUBPARTE A GERAL GERAL 135.1 Aplicabilidade 135.1 Aplicabilidade (a) Este regulamento estabelece regras que regem: (a) Este regulamento

Leia mais

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 133 EMENDA nº 00

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 133 EMENDA nº 00 REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 133 EMENDA nº 00 Título: OPERAÇÃO DE AERONAVES DE ASAS ROTATIVAS COM CARGAS EXTERNAS Aprovação: Resolução ANAC nº 174, de 9 de novembro de 2010, publicada

Leia mais

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR-IS IS Nº 120-001 Revisão B

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR-IS IS Nº 120-001 Revisão B s INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR-IS IS Nº 120-001 Aprovação: Portaria nº 7, de 2 de janeiro de 2014, publicada no Diário Oficial da União de 3 de janeiro de 2014, Seção 1, página 2. Assunto: Programa de Manutenção

Leia mais

PROPOSTA DE EDIÇÃO DO REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL (RBAC) 140 CERTIFICAÇÃO E REQUISITOS OPERACIONAIS: ESCOLAS DE VOO JUSTIFICATIVA

PROPOSTA DE EDIÇÃO DO REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL (RBAC) 140 CERTIFICAÇÃO E REQUISITOS OPERACIONAIS: ESCOLAS DE VOO JUSTIFICATIVA PROPOSTA DE EDIÇÃO DO REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL (RBAC) 140 CERTIFICAÇÃO E REQUISITOS OPERACIONAIS: ESCOLAS DE VOO 1. APRESENTAÇÃO JUSTIFICATIVA 1.1 A presente Justificativa expõe as razões

Leia mais

PROGRAMA DE FOMENTO À CERTIFICAÇÃO DE PROJETOS DE AVIÕES DE PEQUENO PORTE. ibr2020

PROGRAMA DE FOMENTO À CERTIFICAÇÃO DE PROJETOS DE AVIÕES DE PEQUENO PORTE. ibr2020 PROGRAMA DE FOMENTO À CERTIFICAÇÃO DE PROJETOS DE AVIÕES DE PEQUENO PORTE ibr2020 Anexo à Resolução nº 345, de 4 de novembro de 2014, publicada no Diário Oficial da União de 7 de novembro de 2014, Seção

Leia mais

VEÍCULOS ULTRALEVES AUTOPROPULSADOS: REGRAS DE OPERA- ÇÃO E REQUISITOS PARA CONCESSÃO DE CERTIFICADOS DE PILO- TO DESPORTIVO E DE PILOTO DE RECREIO.

VEÍCULOS ULTRALEVES AUTOPROPULSADOS: REGRAS DE OPERA- ÇÃO E REQUISITOS PARA CONCESSÃO DE CERTIFICADOS DE PILO- TO DESPORTIVO E DE PILOTO DE RECREIO. RBHA 103 VEÍCULOS ULTRALEVES AUTOPROPULSADOS: REGRAS DE OPERA- ÇÃO E REQUISITOS PARA CONCESSÃO DE CERTIFICADOS DE PILO- TO DESPORTIVO E DE PILOTO DE RECREIO. ESTE ARQUIVO CONTÉM O TEXTO DO RBHA 103, APROVADO

Leia mais

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL 43 Título: Aprovação: REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 21 EMENDA nº 01 CERTIFICAÇÃO DE PRODUTO AERONÁUTICO Resolução nº 210, de 29 de novembro de 2011, publicada no Diário Oficial da União

Leia mais

DADO TÉCNICO - Informação que suporta e/ou descreve a modificação ou reparo, incluindo o seguinte:

DADO TÉCNICO - Informação que suporta e/ou descreve a modificação ou reparo, incluindo o seguinte: TERMOS E DEFINIÇÕES DE MANUTENÇÃO AERONAVEGÁVEL - Condição em que a aeronave, célula, motor (es), hélice(s), acessórios e componentes em geral, se encontram de acordo com o projeto de tipo e em condições

Leia mais

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR - IS

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR - IS INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR - IS IS Nº 43.9-003 Aprovação: Portaria nº 1.629/SAR, de 16 de agosto de 2012, publicada no Diário Oficial da União, N 160, Seção 1, página 3, de 17 de agosto de 2012. Assunto: Cadernetas

Leia mais

O DCERTA como Ferramenta de Gerenciamento de Risco para Operadores Aéreos de Baixa Complexidade

O DCERTA como Ferramenta de Gerenciamento de Risco para Operadores Aéreos de Baixa Complexidade O DCERTA como Ferramenta de Gerenciamento de Risco para Operadores Aéreos de Baixa Complexidade CARLOS MONTINO DE OLIVEIRA Especialista em Regulação da Aviação Civil Gerência de Controle de Riscos Aeronáuticos

Leia mais

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR IS

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR IS INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR IS IS N o 61-001 Aprovação: Assunto: Portaria n o 2.363/SSO, de 1 de dezembro de 2011, publicada no Diário Oficial da União nº 231, S/1, pág. 2, de 2 de dezembro de 2011. Procedimentos

Leia mais

ORGANIZAÇÕES AÉREAS DE SEGURANÇA PÚBLICA (Coloque o nome de sua Organização)

ORGANIZAÇÕES AÉREAS DE SEGURANÇA PÚBLICA (Coloque o nome de sua Organização) ORGANIZAÇÕES AÉREAS DE SEGURANÇA PÚBLICA (Coloque o nome de sua Organização) MANUAL DE INSTRUÇÃO E PROCEDIMENTOS PARA ESCOLA DE AVIAÇÃO DAS ORGANIZAÇÕES AÉREAS DE SEGURANÇA PÚBLICA (OASP) SÃO PAULO 2014

Leia mais

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 105 EMENDA nº 00

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 105 EMENDA nº 00 REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 105 EMENDA nº 00 Título: Aprovação: SALTOS DE PARAQUEDAS Resolução ANAC nº xxx, de yyyyy de zzzz de 2010. Origem: SSO/GPNO SUMÁRIO SUBPARTE A - GERAL 105.1

Leia mais

PROCEDIMENTOS E NORMAS GE- RAIS PARA A ELABORAÇÃO DE REGRAS E EMENDAS AOS REGU- LAMENTOS BRASILEIROS DE AVIAÇÃO CIVIL

PROCEDIMENTOS E NORMAS GE- RAIS PARA A ELABORAÇÃO DE REGRAS E EMENDAS AOS REGU- LAMENTOS BRASILEIROS DE AVIAÇÃO CIVIL REGULAMENTO BRASILEIRO DE AVIAÇÃO CIVIL N 11 RBAC 11 PROCEDIMENTOS E NORMAS GE- RAIS PARA A ELABORAÇÃO DE REGRAS E EMENDAS AOS REGU- LAMENTOS BRASILEIROS DE AVIAÇÃO CIVIL APROVAÇÃO: RESOLUÇÃO XX ANAC,

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS MPR/SIA-001-R01

MANUAL DE PROCEDIMENTOS MPR/SIA-001-R01 MANUAL DE PROCEDIMENTOS MPR/SIA-001-R01 CONTROLE DE QUALIDADE DO PROCESSO DE NORMATIZAÇÃO 04/2013 PÁGINA INTENCIONALMENTE EM BRANCO 2 Brasília, 19 de abril de 2013. Aprovado, Fabio Faizi Rahnemay Rabbani

Leia mais

NR-13 - CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO

NR-13 - CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO NR-13 - CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO DADOS DA INSPEÇÃO Órgão Responsável pelo Estabelecimento Endereço CNAE Inspetor (es) Estabelecimento Contato Numero de Servidores Referências técnicas (Além desta NR)

Leia mais

IS Nº 21.181-001 Revisão B

IS Nº 21.181-001 Revisão B s INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR - IS IS Nº 21.181-001 Aprovação: Resolução nº 147, de 17 de março de 2010, publicada no Diário Oficial da União, N 54, Seção 1, p. 16, de 22/03/2010 Assunto: Revalidação de Certificados

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS

MANUAL DE PROCEDIMENTOS MANUAL DE PROCEDIMENTOS MPR n o 119-001/SSO Assunto: Procedimentos para Análise e Aprovação dos Programas de Treinamento de Empresas de Transporte Aéreo 27/04/2009 MANUAL DE PROCEDIMENTOS MPR n o 119-001/SSO

Leia mais

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR IS

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR IS INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR IS IS Nº 67-003 Aprovação: Portaria nº 1775/SPO, de 8 de julho de 2015. Assunto: Procedimentos para preenchimento online dos dados do Certificado Médico Aeronáutico no Sistema de

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS MPR/SIA-201-R02

MANUAL DE PROCEDIMENTOS MPR/SIA-201-R02 MANUAL DE PROCEDIMENTOS MPR/SIA-201-R02 ANÁLISE DE SOLICITAÇÕES DE HOTRAN 02/2014 PÁGINA INTENCIONALMENTE EM BRANCO 2 Brasília, 28 de fevereiro de 2014. Aprovado, Fabio Faizi Rahnemay Rabbani 3 PÁGINA

Leia mais

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL Título: REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL CERTIFICAÇÃO DE PRODUTO AERONÁUTICO. RBAC nº 21 EMENDA nº 00 Aprovação: Resolução ANAC nº xx, de xx de xxxxxxxx de 2009 Origem: SAR SUMÁRIO SUBPARTE A GERAL

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS DE HOMOLOGAÇÃO

MANUAL DE PROCEDIMENTOS DE HOMOLOGAÇÃO AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL - BRASIL Gerência-Geral de Certificação de Produtos Aeronáuticos MANUAL DE PROCEDIMENTOS DE HOMOLOGAÇÃO VALIDAÇÃO DE CERTIFICAÇÃO DE TIPO DE MOTORES E HÉLICES IMPORTADOS

Leia mais

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR - IS IS Nº 20-003 Revisão A

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR - IS IS Nº 20-003 Revisão A INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR - IS IS Nº 20-003 Aprovação: Portaria Nº XXX, de XX de XXXX de 201X, publicada no Diário Oficial da União de XX de XXXXX de 201X, Seção XX, página XX Assunto: Extintores de incêndio

Leia mais

Declaração de Conformidade

Declaração de Conformidade APÊNDICE A DECLARAÇÃO DE CONFORMIDADE PARA OPERADOR AÉREO REGIDO PELO RBAC 121 QUE TRANSPORTA APENAS PASSAGEIRO Declaração de Conformidade Esta organização requerente apresenta o Manual de Artigos Perigosos

Leia mais

Objetivos da Apresentação; Introdução; Proposta de criação do BIAC: O que um BIAC faz?

Objetivos da Apresentação; Introdução; Proposta de criação do BIAC: O que um BIAC faz? Proposta de Criação e Gerenciamento do documento Boletim Informativo de Aeronavegabilidade Continuada BIAC Ph.D. Eng. Renato Crucello Passos Grupo de Aeronavegabilidade Continuada PAC Agência Nacional

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS MPR

MANUAL DE PROCEDIMENTOS MPR MANUAL DE PROCEDIMENTOS MPR MPR-900 Volume 02 Revisão 00 Assunto: MANUAL DO INSPETOR VOLUME 2 CERTIFICAÇÃO E PROCESSO DE SOLICITAÇÃO DE EMPRESA (MANUTENÇÃO) A Superintendência de Aeronavegabilidade SAR

Leia mais

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR IS

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR IS INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR IS IS Nº 161.55-001 Aprovação: Assunto: Portaria nº 1408/SIA, de 29 de maio de 2013, publicada no Diário Oficial da União nº 103, Seção 1, p. 4, de 31 de maio de 2013. Projeto de

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS MPR/SIA-016-R00

MANUAL DE PROCEDIMENTOS MPR/SIA-016-R00 MANUAL DE PROCEDIMENTOS MPR/SIA-016-R00 CADASTRO DE OPERADORES AÉREOS DA SIA 02/2014 PÁGINA INTENCIONALMENTE EM BRANCO 2 Brasília, 19 de fevereiro de 2014. Aprovado, Fabio Faizi Rahnemay Rabbani 3 PÁGINA

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS DE HOMOLOGAÇÃO

MANUAL DE PROCEDIMENTOS DE HOMOLOGAÇÃO AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL - BRASIL Gerência-Geral de Certificação de Produtos Aeronáuticos MANUAL DE PROCEDIMENTOS DE HOMOLOGAÇÃO APROVAÇÃO DE PRODUTOS AERONÁUTICOS, EXCETO AERONAVES, MOTORES DE

Leia mais

PORTARIA ANAC Nº 2457/SPO, DE 21 DE OUTUBRO DE 2014.

PORTARIA ANAC Nº 2457/SPO, DE 21 DE OUTUBRO DE 2014. PORTARIA ANAC Nº 2457/SPO, DE 21 DE OUTUBRO DE 2014. Define e torna pública a qualificação dos instrutores dos cursos de PPA, PPH, PCA, PCH, PLA-A, PLA-H, INVA, IFR, PAGA, PAGH, CMV, -CEL, -GMP, -AVI e

Leia mais

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR - IS

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR - IS INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR - IS Aprovação: Resolução nº 87, de 11 de maio de 2009, publicado no Diário Oficial da União N 88, S/1, p. 145, de 12/05/2009. Assunto: Publicações técnicas: obtenção, controle e

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO DE PROPRIEDADE DE MATERIAL AERONÁUTICO DO DAC

IDENTIFICAÇÃO DE PROPRIEDADE DE MATERIAL AERONÁUTICO DO DAC REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL SUBDEPARTAMENTO TÉCNICO INSTRUÇÃO DE AVIAÇÃO CIVIL IAC 180-1003 IDENTIFICAÇÃO DE PROPRIEDADE DE MATERIAL AERONÁUTICO

Leia mais

MPR MPR/SPI-801-R00 PARCERIAS COM INSTITUIÇÕES DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO

MPR MPR/SPI-801-R00 PARCERIAS COM INSTITUIÇÕES DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO MPR MPR/SPI-801-R00 PARCERIAS COM INSTITUIÇÕES DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO 05/2015 PÁGINA INTENCIONALMENTE EM BRANCO 2 18 de maio de 2015. Aprovado, Tiago Sousa Pereira 3 PÁGINA INTENCIONALMENTE EM BRANCO

Leia mais

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR - IS

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR - IS INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR - IS IS nº 43.13-004 Aprovação: Assunto: Portaria nº 1.630/SAR, de 16 de agosto de 2012, publicada no Diário Oficial da União N 160, Seção 1, página 3, de 17 de agosto de 2012. Procedimentos

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL PROPOSTA DE CONDIÇÃO ESPECIAL A SER INCORPORADA À BASE DE CERTIFICAÇÃO DO PROJETO DE TIPO DO AVIÃO EMBRAER EMB-550.

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL PROPOSTA DE CONDIÇÃO ESPECIAL A SER INCORPORADA À BASE DE CERTIFICAÇÃO DO PROJETO DE TIPO DO AVIÃO EMBRAER EMB-550. AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL PROPOSTA DE CONDIÇÃO ESPECIAL A SER INCORPORADA À BASE DE CERTIFICAÇÃO DO PROJETO DE TIPO DO AVIÃO EMBRAER EMB-550. 1. APRESENTAÇÃO JUSTIFICATIVA 1.1 A presente Justificativa

Leia mais

INSPEÇÃO DE CONFORMIDADE DE PRODUTOS AERONÁUTICOS

INSPEÇÃO DE CONFORMIDADE DE PRODUTOS AERONÁUTICOS AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL - BRASIL Gerência Geral de Certificação de Produtos Aeronáuticos INSPEÇÃO DE CONFORMIDADE DE PRODUTOS AERONÁUTICOS MPH-310 AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL - BRASIL Gerência

Leia mais

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR IS

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR IS INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR IS IS N o 141-001 Aprovação: Portaria nº 1554, de 22 de junho de 2015. Assunto: Procedimentos para comunicação da relação de alunos de cursos homologados em escolas de aviação civil.

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 236, DE 5 DE JUNHO DE 2012.

RESOLUÇÃO Nº 236, DE 5 DE JUNHO DE 2012. RESOLUÇÃO Nº 236, DE 5 DE JUNHO DE 2012. Estabelece requisitos de aderência para pistas de pouso e decolagem. A DIRETORIA DA AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL - ANAC, no exercício da competência que lhe

Leia mais

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL Título: REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 11 EMENDA nº 00 PROCEDIMENTOS E NORMAS GERAIS PARA A ELABORAÇÃO DE REGRAS E EMENDAS AOS REGULAMENTOS BRASILEIROS DA AVIAÇÃO CIVIL Aprovação: Resolução

Leia mais

Comando do Corpo de Bombeiros. Mód 5 Plano de Emergência Contra Incêndio e Brigada de Incêndio. Maj. QOBM Fernando

Comando do Corpo de Bombeiros. Mód 5 Plano de Emergência Contra Incêndio e Brigada de Incêndio. Maj. QOBM Fernando Comando do Corpo de Bombeiros Mód 5 Plano de Emergência Contra Incêndio e Brigada de Incêndio Maj. QOBM Fernando Plano de Emergência Requisitos para Elaboração e Aspectos a serem Observados; Implementação

Leia mais

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 145 EMENDA nº 00 Título: ORGANIZAÇÕES DE MANUTENÇÃO DE PRODUTO AERONÁUTICO Aprovação: Resolução nº xxx, de yy de zzzzzzzz de 2010 Origem: SAR SUMÁRIO SUBPARTE

Leia mais

IAC 3134-0799. FUNDAMENTO Decreto nº 65.144, de 12/09/69, que institui o Sistema de Aviação Civil do Ministério de Aeronáutica.

IAC 3134-0799. FUNDAMENTO Decreto nº 65.144, de 12/09/69, que institui o Sistema de Aviação Civil do Ministério de Aeronáutica. República Federativa do Brasil Comando da Aeronáutica Departamento de Aviação civil SUBDEPARTAMENTO TÉCNI- CO INSTRUÇÃO DE AVIAÇÃO CIVIL NORMATIVA IAC Nº 3134-0799 DATA DE APROVAÇÃO : 09 / 07 /99 ÂMBITO

Leia mais

AÇÃO NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL: Belo Horizonte Dezembro de 2012

AÇÃO NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL: Belo Horizonte Dezembro de 2012 AÇÃO NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL: Belo Horizonte Dezembro de 2012 A implantação do SGSO nos Aeroclubes e Escolas de Aviação Civil Objetivos Esclarecer sobre o processo de confecção do Manual de Gerenciamento

Leia mais

ESTADO DO MARANHÃO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COMANDO GERAL

ESTADO DO MARANHÃO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COMANDO GERAL ESTADO DO MARANHÃO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COMANDO GERAL Resolução nº 002 de 09 de maio de 2011. O Comandante Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Maranhão, no uso de suas atribuições legais,

Leia mais

Cristiane Vieira Responsável pela Aprovação de Projetos. Operações Centrais de Rede. Apresentação Técnica sobre Instalações Prediais de Gás Natural

Cristiane Vieira Responsável pela Aprovação de Projetos. Operações Centrais de Rede. Apresentação Técnica sobre Instalações Prediais de Gás Natural Cristiane Vieira Responsável pela Aprovação de Projetos Operações Centrais de Rede Apresentação Técnica sobre Instalações Prediais de Gás Natural 2 Índice 1. Objetivo 2. Documentos Necessários p/ a Apresentação

Leia mais

Boletim de Aeronavegabilidade

Boletim de Aeronavegabilidade Edição Campo Grande/MS Número 004/2014 Em outubro de 2014, a Superintendência de Aeronavegabilidade SAR, por intermédio da Gerência Técnica de Aeronavegabilidade de Brasília (GTAR/DF) realizou a Ação de

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL SUPERINTENDÊNCIA DE AERONAVEGABILIDADE

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL SUPERINTENDÊNCIA DE AERONAVEGABILIDADE AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL SUPERINTENDÊNCIA DE AERONAVEGABILIDADE PROPOSTA DE RESOLUÇÃO PARA ESTABELECIMENTO DE CONDIÇÃO ESPECIAL A SER INCORPORADA À BASE DE CERTIFICAÇÃO DO PROJETO DE TIPO DO AVIÃO

Leia mais

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL Título: Aprovação: REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL Organizações de Manutenção de Produto Aeronáutico Resolução nº 308, de 6 de março de 2014, publicada no Diário Oficial da União de 7 de março

Leia mais

O relatório deverá ser preenchido e enviado para o e-mail relatorio.semestral@anac.gov.br. Para que serve o sistema de envio de relatório semestral?

O relatório deverá ser preenchido e enviado para o e-mail relatorio.semestral@anac.gov.br. Para que serve o sistema de envio de relatório semestral? O relatório deverá ser preenchido e enviado para o e-mail relatorio.semestral@anac.gov.br. Para que serve o sistema de envio de relatório semestral? O sistema de envio de relatório semestral tem por finalidade

Leia mais

TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008. Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov.

TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008. Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov. TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008 Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov.br 11 3104-0988 Este treinamento tem por objetivo capacitar os participantes para

Leia mais

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR IS

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR IS INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR IS IS N o 91-002 Aprovação: Portaria nº 2471/SPO, de 17 de setembro de 2015. Assunto: Uso de informação aeronáutica em formato digital - Electronic Flight Bag (EFB). Origem: SPO 1.

Leia mais

Portaria n.º 255, de 29 de maio de 2014.

Portaria n.º 255, de 29 de maio de 2014. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 255, de 29 de maio de 2014. O PRESIDENTE

Leia mais

TEL: (5521) 21016320 AFTN: SBRJYGYC FAX: (21) 21016198 VEÍCULOS AÉREOS NÃO TRIPULADOS

TEL: (5521) 21016320 AFTN: SBRJYGYC FAX: (21) 21016198 VEÍCULOS AÉREOS NÃO TRIPULADOS BRASIL DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO SUBDEPARTAMENTO DE OPERAÇÕES AV GENERAL JUSTO, 160 2º AND. - CASTELO 20021-130-RIO DE JANEIRO RJ AIC N 21/10 23 SEP 2010 TEL: (5521) 21016320 AFTN: SBRJYGYC

Leia mais

2 NBR ISO 10005:1997. 1 Objetivo. 3 Definições. 2 Referência normativa

2 NBR ISO 10005:1997. 1 Objetivo. 3 Definições. 2 Referência normativa 2 NBR ISO 10005:1997 1 Objetivo 1.1 Esta Norma fornece diretrizes para auxiliar os fornecedores na preparação, análise crítica, aprovação e revisão de planos da qualidade. Ela pode ser utilizada em duas

Leia mais

Procedimento Operacional

Procedimento Operacional 1/11 Nº revisão Descrição da Revisão 00 Elaboração inicial do documento 01 Revisão geral do documento 02 Adequação dos registros e padrões Adequação para o Sistema de Gestão Integrado, alteração do Item

Leia mais

PROVA OBJETIVA. 8 A CLAC é um organismo internacional subordinado à OACI. 9 As recomendações e resoluções estabelecidas pela CLAC são

PROVA OBJETIVA. 8 A CLAC é um organismo internacional subordinado à OACI. 9 As recomendações e resoluções estabelecidas pela CLAC são De acordo com o comando a que cada um dos itens a seguir se refira, marque, na folha de respostas, para cada item: o campo designado com o código C, caso julgue o item CERTO; ou o campo designado com o

Leia mais

NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN 032/DAT/CBMSC) CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO

NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN 032/DAT/CBMSC) CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DIRETORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS - DAT NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN 032/DAT/CBMSC)

Leia mais

COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS RELATÓRIO FINAL A - Nº 017/CENIPA/2009

COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS RELATÓRIO FINAL A - Nº 017/CENIPA/2009 COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS RELATÓRIO FINAL A - Nº 017/CENIPA/2009 OCORRÊNCIA AERONAVE MODELO ACIDENTE PT-EDP EMB 721C DATA 12 MAR 2009 RF A- 017/CENIPA/2009

Leia mais

Introdução ao Projeto de Aeronaves. Aula 39 Relatório de Projeto Técnicas de Estruturação

Introdução ao Projeto de Aeronaves. Aula 39 Relatório de Projeto Técnicas de Estruturação Introdução ao Projeto de Aeronaves Aula 39 Relatório de Projeto Técnicas de Estruturação Tópicos Abordados Relatório de Projeto. Técnicas de Estruturação para uma boa Avaliação. Elaboração do Relatório

Leia mais

Art. 3º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Contador Juarez Domingues Carneiro Presidente

Art. 3º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Contador Juarez Domingues Carneiro Presidente RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.323/11 Aprova a NBC PA 03 Revisão Externa de Qualidade pelos Pares. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, e com fundamento no disposto

Leia mais

DOCUMENTOS E AVISOS DE AFIXAÇÃO OBRIGATÓRIA PELOS EMPREGADORES

DOCUMENTOS E AVISOS DE AFIXAÇÃO OBRIGATÓRIA PELOS EMPREGADORES DOCUMENTOS E AVISOS DE AFIXAÇÃO OBRIGATÓRIA PELOS EMPREGADORES info@qualityassociados.com.br Existem documentos e avisos que, por determinação legal, devem obrigatoriamente, permanecerem afixados em local

Leia mais

Treinamento e qualificação de operadores de Plataformas de Trabalho Aéreo

Treinamento e qualificação de operadores de Plataformas de Trabalho Aéreo Treinamento e qualificação de operadores de Plataformas de Trabalho Aéreo Principais tipos de plataformas aéreas Mastro Telescópica Tesoura Unipessoal Articulada A segurança As plataformas foram desenvolvidas

Leia mais

PROCEDIMENTO DA QUALIDADE

PROCEDIMENTO DA QUALIDADE Pág.: 1 de 6 1. OBJETIVO Realizar o gerenciamento dos projetos desde o seu planejamento, desenvolvimento, recebimento, análise crítica, controle e distribuição nas obras. 2. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA Manual

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA

PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA PUBLICADO NO DOM N o 80 DE 20 / OUTUBRO / 2005 DECRETO N o 1.255 Regulamenta a Lei n o 11.035/04 e dispõe sobre a instalação de Cercas Energizadas destinadas à proteção

Leia mais

Segurança Operacional no Brasil

Segurança Operacional no Brasil Rio de Janeiro, 28 de abril de 2014 Segurança Operacional no Brasil O futuro já chegou Carlos Eduardo Pellegrino Diretor de Operações de Aeronaves Estrutura Governamental Presidência CONAC Conselho Nacional

Leia mais

Ministério da Indústria, do Comércio e do Turismo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial-INMETRO

Ministério da Indústria, do Comércio e do Turismo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial-INMETRO Ministério da Indústria, do Comércio e do Turismo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial-INMETRO Portaria nº 059, de 19 de março de 1993. O Presidente do Instituto Nacional

Leia mais

Selo LEED de Construção Sustentável

Selo LEED de Construção Sustentável Página: 1/7 Elaborado por: Rita Toscano Verificado por: Karen Carolina Martins Aprovado por: Plínio Pereira Data Aprovação: 19/08/2014 A Empresa abaixo identificada declara conhecer perfeitamente este

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS MPR/SIA-012-R00 GESTÃO DE SISTEMAS DA SIA

MANUAL DE PROCEDIMENTOS MPR/SIA-012-R00 GESTÃO DE SISTEMAS DA SIA MANUAL DE PROCEDIMENTOS MPR/SIA-012-R00 GESTÃO DE SISTEMAS DA SIA 10/2015 PÁGINA INTENCIONALMENTE EM BRANCO 2 09 de outubro de 2015. Aprovado, Leandro Costa Pereira Crispim de Sousa Fabio Faizi Rahnemay

Leia mais

NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN 022/DAT/CBMSC) INSTALAÇÕES PARA REABASTECIMENTO DE COMBUSTÍVEL DE USO PRIVATIVO

NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN 022/DAT/CBMSC) INSTALAÇÕES PARA REABASTECIMENTO DE COMBUSTÍVEL DE USO PRIVATIVO ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DIRETORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS - DAT NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN 022/DAT/CBMSC)

Leia mais

Guia das Melhores Práticas - DCERTA Mensagem ao Comandante

Guia das Melhores Práticas - DCERTA Mensagem ao Comandante Guia das Melhores Práticas - DCERTA Mensagem ao Comandante Não seja pego de surpresa! Antes da fase de preparação para o voo, verifique a regularidade dos certificados e licenças da aeronave, da tripulação

Leia mais

Departamento de Água e Esgoto Sanitário de Juína

Departamento de Água e Esgoto Sanitário de Juína 1) DOS OBJETIVOS: 1.1) Disciplinar e normatizar os procedimentos do Setor de Frotas (Transportes); 1.2) Proteger o Patrimônio Público contra o uso indevido, bem como atender a legislação em vigor e evitar

Leia mais

Vasos de Pressão. Ruy Alexandre Generoso

Vasos de Pressão. Ruy Alexandre Generoso Vasos de Pressão Ruy Alexandre Generoso VASOS DE PRESSÃO DEFINIÇÃO: São equipamentos que contêm fluidos sob pressão, cujo produto P x V seja superior a 8. Em que: Pressão (Kpa) Volume (m 3 ) VASOS DE PRESSÃO

Leia mais

NR 10 - Instalações e Serviços em Eletricidade (110.000-9)

NR 10 - Instalações e Serviços em Eletricidade (110.000-9) NR 10 - Instalações e Serviços em Eletricidade (110.000-9) 10.1. Esta Norma Regulamentadora - NR fixa as condições mínimas exigíveis para garantir a segurança dos empregados que trabalham em instalações

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO

AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO PORTARIA ANP Nº 29, DE 9 DE FEVEREIRO DE 1999 Estabelece a regulamentação da atividade de distribuição de combustíveis líquidos derivados de petróleo, álcool combustível, mistura

Leia mais

DAS PISTAS DO AEROPORTO INTERNACIONAL DE SÃO PAULO/GUARULHOS, BRASIL OBJETIVOS ROTEIRO AEROPORTO INTERNACIONAL DE SÃO PAULO/GUARULHOS

DAS PISTAS DO AEROPORTO INTERNACIONAL DE SÃO PAULO/GUARULHOS, BRASIL OBJETIVOS ROTEIRO AEROPORTO INTERNACIONAL DE SÃO PAULO/GUARULHOS MANUTENÇÃO DE PAVIMENTOS AEROPORTUÁRIOS DAS PISTAS DO AEROPORTO INTERNACIONAL DE SÃO PAULO/GUARULHOS, BRASIL AEROPORTO INTERNACIONAL DE SÃO PAULO/GUARULHOS VI SEMINÁRIO ALACPA DE PAVIMENTOS AEROPORTUÁRIOS

Leia mais

RTQ 32 - PÁRA-CHOQUE TRASEIRO DE VEÍCULOS RODOVIÁRIOS PARA O TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS - CONSTRUÇÃO, ENSAIO E INSTALAÇÃO

RTQ 32 - PÁRA-CHOQUE TRASEIRO DE VEÍCULOS RODOVIÁRIOS PARA O TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS - CONSTRUÇÃO, ENSAIO E INSTALAÇÃO RTQ 32 - PÁRA-CHOQUE TRASEIRO DE VEÍCULOS RODOVIÁRIOS PARA O TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS - CONSTRUÇÃO, ENSAIO E INSTALAÇÃO SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Campo de Aplicação 3 Responsabilidade 4 Siglas e Abreviaturas

Leia mais

Descrição dos Cargos, Atribuições e Responsabilidades

Descrição dos Cargos, Atribuições e Responsabilidades Descrição dos Cargos, Atribuições e Responsabilidades 1. DESCRIÇÕES DO CARGO - ESPECIALISTA EM DESENVOLVIMENTO DE TECNOLOGIA NUCLEAR E DEFESA a) Descrição Sumária Geral Desenvolver, projetar, fabricar,

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS - MPR

MANUAL DE PROCEDIMENTOS - MPR MANUAL DE PROCEDIMENTOS - MPR MPR-110/SAR Revisão 01 Assunto: CREDENCIAMENTO DE PESSOA FÍSICA Aprovado por: Portaria nº 791, de 03 de abril de 2014, publicada no B.P.S. V.09, nº 14 de 04 de abril de 2014.

Leia mais

Norma Regulamentadora Nº 13

Norma Regulamentadora Nº 13 Sede Nacional Sede Nacional - SP 1 Norma Regulamentadora Nº 13 Impactos da Nova Redação 1 Mixing Consultoria em Processos Industriais ANTÓNIO CARLOS BASSO DA CUNHA LEAL Consultor Técnico da ABIMAQ na CNTT

Leia mais

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR - IS

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR - IS INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR - IS IS Nº 145-001 Aprovação: Portaria nº 2167, de 26 de agosto de 2013. (Retificada no Diário Oficial da União, de 17 de setembro de 2013, Seção 1, página 16) Assunto: Certificação

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN nº 032/DAT/CBMSC) INSTALAÇÕES ESPECIAIS: CALDEIRA ESTACIONÁRIA A VAPOR

INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN nº 032/DAT/CBMSC) INSTALAÇÕES ESPECIAIS: CALDEIRA ESTACIONÁRIA A VAPOR ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA DO CIDADÃO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DIRETORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS - DAT INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN nº 032/DAT/CBMSC) INSTALAÇÕES ESPECIAIS:

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS MPR/SIA-600-R00

MANUAL DE PROCEDIMENTOS MPR/SIA-600-R00 MANUAL DE PROCEDIMENTOS MPR/SIA-600-R00 FISCALIZAÇÃO DE OBRAS DOS AEROPORTOS CONCEDIDOS 12/2013 PÁGINA INTENCIONALMENTE EM BRANCO 2 Brasília, 20 de dezembro de 2013. Aprovado, Rodrigo Florio Moser 3 PÁGINA

Leia mais

PROCEDIMENTO E CONTRATO DE RESERVA DE POSIÇÃO PARA AQUISIÇÃO DA AERONAVE KRONOS 315

PROCEDIMENTO E CONTRATO DE RESERVA DE POSIÇÃO PARA AQUISIÇÃO DA AERONAVE KRONOS 315 PROCEDIMENTO E CONTRATO DE RESERVA DE POSIÇÃO PARA AQUISIÇÃO DA AERONAVE KRONOS 315 Reserva nº - Passo 1: Como reservar sua posição de entrega KRONOS 315. Com projeto de desenvolvimento e construção em

Leia mais

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR - IS

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR - IS INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR - IS IS nº 135.21-001 Aprovação: Assunto: Portaria nº 1.631/SAR, de 16 de agosto de 2012, publicada no Diário Oficial da União N 160, Seção 1, página 3, de 17 de agosto de 2012. Instruções

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL PROPOSTA DE EMENDA 04 AO REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL Nº 34 RBAC 34, INTITULADO REQUISITOS PARA DRENAGEM DE COMBUSTÍVEL E EMISSÕES DE ESCAPAMENTO DE AVIÕES

Leia mais

Purgador de Bóia FTA - 550 Manual de Instalação e Manutenção

Purgador de Bóia FTA - 550 Manual de Instalação e Manutenção Purgador de Bóia FTA - 550 Manual de Instalação e Manutenção ÍNDICE Termo de Garantia 1.Descrição 2.Instalação 3.Manutenção 4.Peças de reposição 5.Informações Técnicas 1 TERMO DE GARANTIA A Spirax Sarco

Leia mais

CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO. Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho

CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO. Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho Caldeiras a Vapor São equipamentos destinados a produzir e acumular vapor sob pressão superior á atmosférica,

Leia mais

ESTADO DO AMAPÁ CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COMANDO GERAL CENTRO DE ATIVIDADES TÉCNICAS PORTARIA Nº 011 /05/CAT-CBMAP

ESTADO DO AMAPÁ CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COMANDO GERAL CENTRO DE ATIVIDADES TÉCNICAS PORTARIA Nº 011 /05/CAT-CBMAP ESTADO DO AMAPÁ CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COMANDO GERAL CENTRO DE ATIVIDADES TÉCNICAS PORTARIA Nº 011 /05/CAT-CBMAP Aprova a Norma Técnica nº 010/2005-CBMAP, sobre atividades eventuais no Estado do Amapá,

Leia mais

definido por um documento de padronização. A Fig. 1 representa a organização dos Grupos de Processos juntamente com os documentos exigidos.

definido por um documento de padronização. A Fig. 1 representa a organização dos Grupos de Processos juntamente com os documentos exigidos. A GESTÃO DE PROJETOS EXISTENTE NA NORMA DO-178B Matheus da Silva Souza, matheusdasilvasouza@gmail.com Prof. Dr. Luiz Alberto Vieira Dias, vdias@ita.br Instituto Tecnológico de Aeronáutica Praça Marechal

Leia mais

ANEXO À PORTARIA Nº 2975, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2014. AGENDA REGULATÓRIA DA ANAC PARA O BIÊNIO 2015-2016

ANEXO À PORTARIA Nº 2975, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2014. AGENDA REGULATÓRIA DA ANAC PARA O BIÊNIO 2015-2016 ANEXO À PORTARIA Nº 2975, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2014. AGENDA REGULATÓRIA DA ANAC PARA O BIÊNIO 2015-2016 de Tema Certificação basea em performance para organizações de projeto de aeronaves. Atualização

Leia mais

Características do Design Manutenção Economia Versatilidade

Características do Design Manutenção Economia Versatilidade O A-Viator é um bimotor de hélices turbinadas, asa na parte superior e com capacidade para 11 lugares, desenvolvido para satisfazer as crescentes demandas de operadores por uma aeronave de alto desempenho

Leia mais

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 121 EMENDA nº 00

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 121 EMENDA nº 00 REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 121 EMENDA nº 00 Título: REQUISITOS OPERACIONAIS: OPERAÇÕES DOMÉSTICAS, DE BANDEIRA E SUPLEMENTARES Aprovação: Resolução nº 146, de 17 de março de 2010,

Leia mais

Quasar Lite II. 1 Célula (3 opções diferentes de célula) Opção I - Quasar Lite II - Fuselagem em Vidro

Quasar Lite II. 1 Célula (3 opções diferentes de célula) Opção I - Quasar Lite II - Fuselagem em Vidro 1 Célula (3 opções diferentes de célula) Quasar Lite II Opção I - Quasar Lite II - Fuselagem em Vidro Fuselagem em estrutura sanduíche de fibra de vidro com núcleo em espuma aeronáutica de PVC rígido.

Leia mais