UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA SETOR DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E DE TECNOLOGIA ESPECIALIZAÇÃO EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

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1 1 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA SETOR DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E DE TECNOLOGIA ESPECIALIZAÇÃO EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO ARMAZÉNS DE AGROTÓXICOS NO ESTADO DO PARANÁ: uma abordagem voltada à segurança do trabalho Armando Madalosso Vieira Filho Ponta Grossa 2012

2 2 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA SETOR DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E DE TECNOLOGIA ESPECIALIZAÇÃO EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO ARMAZÉNS DE AGROTÓXICOS NO ESTADO DO PARANÁ: uma abordagem voltada à segurança do trabalho Armando Madalosso Vieira Filho Trabalho de conclusão de curso apresentado ao curso de especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho como requisito parcial à obtenção do título de Engenheiro de Segurança do Trabalho. Orientador: Esp. Irineu Gomes Amorim Junior Ponta Grossa 2012

3 3 DEDICATÓRIA Dedico esse trabalho a minha esposa Lilian, a meu filho Victor Leandro por abdicarem de parte de meu tempo com eles em prol deste projeto. Dedico a todos os trabalhadores, proprietários de armazéns, profissionais e sociedade em geral que direta ou indiretamente se beneficiarem com a existência e/ou com o uso deste material em prol de um avanço em termos de segurança do trabalho e ao meio ambiente. E em especial, dedico a Deus como forma de amenizar os problemas que nós mesmos criamos com nossas soluções para o mundo.

4 4 AGRADECIMENTOS Agradeço ao meu irmão Marcelo, ao Ralph e ao Dalmo pela ideia plantada. Ao Edney, Luiz Antonio, Victor, Luciane, Robinson, Rosane e toda a equipe envolvida pelo trabalho realizado. Ao Vânder e ao Ritter pelo incentivo para a utilização do trabalho. Ao Irineu pela orientação e ensinamentos dados. À minha esposa Lilian, ao meu filho Victor Leandro, à Marly, ao Leandro, a meus pais Armando e Margarida, a minha família em geral pelo amor e incentivo. E, acima de tudo, a Deus por tornar tudo possível.

5 5 RESUMO O Brasil é o maior consumidor mundial de agrotóxicos e o comércio desses insumos é regulamentado por diversas leis e normas específicas. O presente estudo aborda a atividade de armazenamento de agrotóxicos sobre o ponto de vista da engenharia de segurança do trabalho. Foi levantada a situação de 64 armazéns de comerciantes de agrotóxicos registrados no estado do Paraná através da aplicação de um check-list, avaliou-se a própria metodologia aplicada e foram propostas sugestões de melhoria aos armazéns. Como resultados constatou-se que os armazéns visitados pouco cumprem a legislação vigente, atendendo em média 63% dos itens do check-list (esperava-se 100%), que o check-list aplicado baseia-se na legislação vigente, que a própria legislação aplicada necessita de melhorias (reduzindo sua subjetividade) e, por último, que os armazéns podem aplicar técnicas de análise e gerenciamento de riscos a fim de identificar e minimizar os riscos existentes na atividade. Palavras-chave: armazenamento de agrotóxicos, segurança do trabalho, legislação.

6 6 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura Fatores determinantes do impacto do uso de agrotóxicos (GARCIA e ALVES FILHO, 2005) Figura Representação esquemática da ventilação em um armazém de agrotóxicos (ANDEV, 2010) Figura Pirâmide de Frank Bird (SOUZA, 1995) Figura Funcionamento da técnica de análise de riscos What If (o autor) Figura Ciclo PDCA (ELAINA, 2011) Figura Fluxograma apresentando a metodologia adotada no trabalho Figura Quantidade de empreendimentos que atenderam cada item específico Figura 5.2 Problemas encontrados no armazenamento de agrotóxicos: a) agrotóxicos inflamáveis armazenados sem palete e expostos a luz solar; b) Saída de emergência trancada Figura 5.3 a) Kit de EPI separado em caso de acidente b) Materiais para contenção de resíduos Figura 5.4 a) Agrotóxico vencido b) Quadro de distribuição dentro do armazém e agrotóxicos encostados na parede Figura Extintores bloqueados: a) e b) Figura 5.6 a) Agrotóxicos armazenados sem palete e armazenados junto a produtos diversos b) Agrotóxicos armazenados em locais de difícil acesso... 41

7 7 LISTA DE TABELAS Tabela Classificação toxicológica dos agrotóxicos segundo a DL 50 (dose letal capaz de matar 50% dos indivíduos) Tabela Estatísticas de acidentes de trabalho em comércios de defensivos agrícolas Tabela Check-list utilizado na pesquisa que será abordada no presente trabalho

8 8 LISTA DE QUADROS Quadro Alguns requisitos para os armazéns de agrotóxicos e referência ao item da norma ou legislação correspondente

9 9 LISTA DE SIGLAS ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas APP Analise Preliminar de Perigo APR Analise Preliminar de Risco ANDAV Associação Nacional dos Distribuidores de Insumo Agrícolas e Veterinários ANDEV Associação Nacional de Defesa Vegetal CAT Comunicação de Acidente de Trabalho CREA Conselho Regional de Engenharia e Agronomia CONFEA Conselho Federal de Engenharia e Agronomia CNAE Código Nacional de Atividades Econômica EPI Equipamento de Proteção Individual ENFISA Encontro de Fiscalização e Seminário Nacional sobre Agrotóxicos FENATA Federação Nacional dos Técnicos Agrícolas LTCAT Laudo Técnico das Condições do Ambiente de Trabalho NBR Denominação de norma da ABNT NPT Norma de Procedimento Técnico NR Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho e Emprego

10 10 OMS Organização Mundial da Saúde PDCA Denominação da sigla Plan, Do, Check, Action PPP Perfil Profissiográfico Previdenciário PPRA Programa de Prevenção de Riscos Ambientais SEAB Secretaria de Agricultura e Abastecimento SEMA Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos SESMT Serviço Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho

11 11 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO OBJETIVO Objetivos específicos REVISÃO DE LITERATURA Agrotóxicos: história, conceitos, toxicologia Estatísticas do setor Armazenagem de agrotóxicos Técnicas de análise de riscos Controle de Danos e Pirâmide de Frank Bird Análise Preliminar de Riscos (APR) What if Check-list PDCA METODOLOGIA Visita a armazéns de agrotóxicos Análise de resultados Análise da metodologia aplicada Sugestões de melhoria aos armazéns RESULTADOS E DISCUSSÃO Análise dos resultados Análise da metodologia aplicada Considerações finais Sugestões de melhoria aos armazéns... 57

12 12 6 CONCLUSÃO SUGESTÕES PARA TRABALHOS FUTUROS REFERÊNCIAS... 61

13 13 1 INTRODUÇÃO O Brasil é o maior consumidor mundial de agrotóxicos (D ORNELAS, 2011) e o estado do Paraná é o segundo maior consumidor de agrotóxicos do país (IBGE, 2010). Assim como qualquer produto químico perigoso, os agrotóxicos necessitam de cuidados quanto ao seu manuseio e armazenamento. A crescente utilização e consequente popularização dos agrotóxicos acabaram por banalizar o seu uso e cuidados. Há uma série de leis e normas (por exemplo: Norma Regulamentadora nº31 do Ministério do Trabalho e Emprego e Decreto Federal 4.074/02) que estabelecem critérios para o correto condicionamento dos agrotóxicos e seu manuseio com segurança, porém não há uma grande divulgação ou há poucas estatísticas quanto ao seu cumprimento. Com isso levanta-se a hipótese que o desconhecimento sobre a situação atual pode ser um indicativo de que os armazéns podem não estar cumprindo a legislação vigente e, com isso, a segurança do trabalhador pode estar comprometida. O presente estudo visa divulgar, analisar resultados e metodologia utilizada de um trabalho realizado por amostragem de comerciantes de agrotóxicos do estado do Paraná por dois órgãos de fiscalização em conjunto sob o foco da segurança do trabalho. Foram levantadas as reais condições em que os agrotóxicos têm sido armazenados, o cumprimento das normas vigentes e abordado as técnicas de análise de riscos que os estabelecimentos podem utilizar visando melhorar as condições de armazenamento e de trabalho.

14 14 2 OBJETIVO Quantificar e avaliar os riscos envolvidos em armazéns de agrotóxicos quanto a aspectos técnicos e de legislação. 2.1 Objetivos específicos a) Quantificar itens da legislação atendidos pelas empresas visitadas; b) Avaliar a técnica de análise de risco utilizada; c) Propor soluções gerais para adoção pelas empresas que comercializam agrotóxicos.

15 15 3 REVISÃO DE LITERATURA 3.1 Agrotóxicos: história, conceitos, toxicologia. A agricultura é uma das mais antigas e importantes atividades no desenvolvimento evolutivo e sócio-econômico da humanidade, considerando-se que cerca de um bilhão e meio de pessoas no planeta trabalham hoje no campo. Apesar do grande número de trabalhadores, no Brasil é bastante recente a preocupação com a segurança e a saúde do trabalho rural. De acordo com o IBGE, cerca de 20 milhões de pessoas trabalham em atividades agrárias no país (FERREIRA, 2011). Naturalmente lavouras são atacadas por doenças, insetos nocivos, plantas daninhas e ácaros. Agrotóxicos (ou defensivos agrícola) são substâncias utilizadas na proteção das plantações (ANDEV, 2012). Conforme definido na Lei Federal 7.802/89 (BRASIL, 1989), agrotóxicos são produtos e agentes de processos químicos ou biológicos cuja finalidade é alterar a composição da flora ou da fauna, a fim de preservá-las da ação danosa de seres vivos considerados nocivos. De outra forma pode-se também dizer que agrotóxicos se tratam de substâncias químicas utilizadas na agricultura e na pecuária, com o objetivo de inibir ou eliminar pragas (AGROTÓXICOS, 2012). Em nível mundial a indústria de agrotóxicos surgiu após a Primeira Guerra Mundial, entretanto as primeiras unidades produtivas de agrotóxicos no Brasil datam de meados da década de 1940, sendo que a efetiva constituição do parque industrial desses produtos no país ocorreu na segunda metade dos anos 1970 (TERRA e PELAEZ, 2009).

16 16 Em 1962 Rachel Carson publicou o livro Primavera Silenciosa (Silent Spring), tendo sido esta a primeira obra a detalhar os efeitos adversos da utilização de pesticidas e inseticidas químicos sintéticos agrotóxicos (PORTAL SÃO FRANCISCO, 2012). O Brasil destaca-se na produção mundial agrícola sendo também um grande mercado consumidor de agrotóxicos. Para reduzir o impacto da utilização de agrotóxicos devem ser seguidas algumas regras estabelecidas em legislação, que vão desde a pesquisa de novas moléculas até a utilização na lavoura (VIEIRA, 2011). Os agrotóxicos podem ser persistentes, móveis e tóxicos no solo, na água e no ar e seu uso intensivo está associado à degradação do meio ambiente e a agravos à saúde da população tanto aos consumidores dos alimentos quanto aos trabalhadores que lidam diretamente com os produtos (IBGE, 2010). A Figura 3.1 apresenta os fatores determinantes do impacto do uso de agrotóxicos. Basicamente se podem classificar os efeitos dos agrotóxicos em: agudos e crônicos. Existem ao menos 50 agrotóxicos potencialmente carcinogênicos para o ser humano. Dentre os sintomas comuns em casos de intoxicação pode-se citar: dor de cabeça, mal-estar e cansaço, tontura e fraqueza, dificuldade respiratória, dor de barriga e diarreia, náuseas e vômitos, saliva e suor excessivo e perturbação da visão (GARCIA e ALVES FILHO, 2005). A contaminação pode ocorrer por via aérea, digestiva ou cutânea (ROCHA, 2004). Dentre outros efeitos que se pode citar: lesões no sistema nervoso central, redução de fertilidade, reações alérgicas, formação de catarata entre diversos outros (LUNA, SALES E SILVA, 2012). Muitos dos agrotóxicos não possuem antídotos e são proibidos em seus países de origem (OPAS, 1996).

17 17 Segundo Garcia e Alves Filho (2005) as intoxicações podem ser conceituadas como: a) Intoxicação aguda: efeitos surgem logo após exposição b) Intoxicação crônica: efeitos surgem após semanas, meses ou anos de exposição frequente. Figura Fatores determinantes do impacto do uso de agrotóxicos (GARCIA e ALVES FILHO, 2005). Os agrotóxicos são classificados segundo seu poder tóxico. No Brasil tal classificação toxicológica está a cargo do Ministério da Saúde (PEROSSO e VICENTE, 2007). A Tabela 3.1 apresenta a classificação dos agrotóxicos segundo sua toxicidade. De acordo com a função se pode classificar os agrotóxicos basicamente em: inseticidas/acaricidas (combatem insetos e ácaros em geral), fungicidas (atingem os fungos), herbicidas (que matam as plantas invasoras ou daninhas) e outros (adjuvantes, regulares de crescimento, etc) (NASCIMENTO, 2004 citado por POLASTRO, 2011 e PORTAL SÃO FRANCISCO, adaptado).

18 18 Tabela Classificação toxicológica dos agrotóxicos segundo a DL 50 (dose letal capaz de matar 50% dos indivíduos). Classe Grupos Descrição Dose capaz de matar um adulto I Extremamente tóxicos (DL50 < 50 mg/kg de peso vivo) 5 mg/kg algumas gotas II Muito tóxicos (DL50 50 a 500 mg/kg de peso vivo) 1 colher de chá III Moderadamente tóxicos (DL a 5000 mg/kg de peso vivo) 1 colher de sopa IV Pouco tóxicos (DL50 > 5000 mg/kg de peso vivo) 2 colheres de sopa Fonte: TRAPÉ (1993) citado por PEROSSO, B. G.; VICENTE, G. P. Destinação final de embalagens de agrotóxicos e seus possíveis impactos ambientais estudo de caso Município de Barretos f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Civil com ênfase em Ambiental) - Faculdades Unificadas da Fundação Educacional de Barretos, Barretos, No Paraná a Lei Estadual 7827/83 (PARANÁ, 1983) exige o cadastramento prévio de agrotóxicos na Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SEAB), com cerca de 850 produtos comerciais registrados e liberados para uso (SEAB, 2012a) Estatísticas do setor A Organização Mundial da Saúde (OMS) em estudo da década de 90 (JEYARATMAN, 1990 citado por OPAS, 1996) estimou que no mundo ocorriam aproximadamente três milhões de intoxicações agudas por agrotóxicos com 220 mil mortes por ano. A OMS fez uma projeção da quantidade de acidentes com o uso de agrotóxicos que ocorrem no Brasil. Estabeleceu que 1% dos expostos são intoxicados e que, destes, 1 a cada 50 vão a óbito (SOARES, 2008). Analisando-se a base de dados histórica da previdência social, através do CNAE (Código Nacional de Atividades Econômica) número 4683 que se refere especificamente ao comércio atacadista de defensivos agrícolas, objeto de estudo do presente trabalho, obteve-se os seguintes dados compilados na Tabela 3.2.

19 19 Tabela Estatísticas de acidentes de trabalho em comércios de defensivos agrícolas Tipo de acidente Ano Típico com De trajeto com Doença do trabalho TOTAL Sem CAT CAT CAT com CAT TOTAL Fonte: BRASIL. Ministério da Previdência Social. Base de dados históricos de acidentes do trabalho. Disponível em: <http://www3.dataprev.gov.br/infologo/>. Acesso em 6 abr Define-se, conforme anuário da previdência social (BRASIL, 2010): a) Acidente típico: acidente decorrente de características inerentes a atividade profissional desempenhada pelo acidentado; b) Acidente de trajeto: acidente ocorrido no deslocamento entre trabalho e casa, casa e trabalho; c) Doença do trabalho: doença profissional produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho; d) Acidente com CAT: acidente formalizado junto ao INSS através do registro da Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT). e) Acidente sem CAT: acidente não formalizado junto ao INSS através do registro da CAT, porém identificado por meio de nexo técnico. Segundo Soares (2008) o Brasil é carente de estatísticas em acidentes de trabalho e mesmo quando existem as mesmas podem não ser representativas. Não há dados no país que reflitam a realidade do número de intoxicações e mortes por agrotóxicos, porém supõe-se que o problema não seja pequeno (OPAS, 1996). As estatísticas apresentadas na Tabela 3.2 confirmam tais afirmações levando em conta que do total de acidentes entre 2006 e 2010 cerca de 20% foram contabilizados na previdência social sem o registro da CAT.

20 Armazenagem de agrotóxicos Nesta seção serão abordadas algumas legislações e normas que indicam como deve ser um armazém de agrotóxicos além de outras referências que apresentam alguns cuidados a serem tomados. Conforme dados levantados no Encontro de Fiscalização e Seminário Nacional sobre Agrotóxicos de 2010 ENFISA (2010) - que reúne Órgãos Estaduais de Defesa Sanitária Vegetal, há revendas de agrotóxicos no país registradas. Segundo Andrade e Polastro (2012) há 905 empresas comerciantes de agrotóxicos com sede física e armazéns de agrotóxicos dentro do Paraná. Campos, Tavares e Lima (2006) citam alguns princípios de segurança no arranjo físico de armazéns de materiais em geral dentre os quais podemos citar: a) Princípio da integração: homens, materiais e máquinas devem estar integrados e a instalação toda operar como uma unidade. Um arranjo físico íntegro reduz a probabilidade de ocorrer um acidente. b) Princípio da satisfação e segurança: condições de trabalho devem ser melhoradas e acidentes evitados propiciando maior satisfação ao trabalhador. Isto implica em manter o ambiente de trabalho limpo, arrumado, com iluminação e distâncias adequadas, utilizar equipamentos de transporte adequados, a possuir equipamentos de prevenção de incêndios acessíveis, etc. Isto nos leva ao raciocínio de que um armazém não somente deve guardar materiais, mas deve possuir boas condições de trabalho, um arranjo físico funcional e adequado ao trabalhador, itens de segurança acessíveis (extintores, saídas de

21 21 emergência, EPIs, etc) além da necessidade de estar em conformidade com a legislação pertinente. Ao analisar a Norma Regulamentadora nº4 (BRASIL, 2009) do Ministério do Trabalho e Emprego, verifica-se que os comércios de agrotóxicos enquadram-se no grau de risco 3, o que segundo a norma, exige a presença de um técnico de segurança a partir de 101 funcionários, em outras palavras isso significa que empreendimentos deste tipo com até 100 funcionários não tem a obrigatoriedade de possuir membros do Serviço Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT). Nestes casos, cabe somente ao proprietário e ao responsável técnico atender os requisitos de segurança do trabalho do armazém de agrotóxicos. Tal fato se embasa no 2º art. 37 Decreto Federal 4.074/2002 (BRASIL, 2002) que estabelece que as empresas que produzam, manipulem, apliquem ou comercializem agrotóxicos só poderão funcionar com a assistência de um responsável técnico legalmente habilitado. Já a Resolução 344/90 (CONFEA, 1990) do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (CONFEA) estabelece que os engenheiros agrônomos ou florestais tem atribuições para serem os responsáveis técnicos. Por último a Resolução 1002/02 (CONFEA, 2002) do CONFEA, que dispõe sobre o código de ética do profissional, estabelece em seus princípios que a segurança da prática da profissão (no caso, engenharia) é de interesse coletivo. Segundo Andrade e Polastro (2012) não há na legislação referência clara às atribuições obrigatórias do responsável técnico do armazém de agrotóxicos. Apesar desses embasamentos legais, existem questionamentos a respeito do papel do responsável técnico. Se por um lado o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA) e a SEAB (TOSATO, 2007 e CREA-PR, 2010)

22 22 apoiados na legislação em vigor, e o Projeto de Lei nº 2.250/96 - que trata especificamente da responsabilidade técnica sobre armazenamento de agrotóxicos (FERRO, 2012) afirmam que é necessário a presença de um responsável técnico pelo armazenamento de agrotóxicos, por outro lado, a Federação Nacional dos Técnicos Agrícolas (FENATA, 2012) e a Associação Nacional dos Distribuidores de Insumo Agrícolas e Veterinários (ANDAV, 2012) questionam a legalidade de tal exigência. Analisando-se a legislação e normas técnicas que se tratam direta ou indiretamente sobre armazenamento de agrotóxicos, percebe-se que existe um grande número de leis e normas que tratam do assunto, dentre elas cita-se: a) Lei Federal 7.802/83 (BRASIL, 1983) que dispõe sobre: A pesquisa, a experimentação, a produção, a embalagem e rotulagem, o transporte, o armazenamento, a comercialização, a propaganda comercial, a utilização, a importação, a exportação, o destino final dos resíduos e embalagens, o registro, a classificação, o controle, a inspeção e a fiscalização de agrotóxicos, seus componentes e afins, e dá outras providências. b) Decreto Federal 4.074/02 (BRASIL, 2002) que regulamenta a Lei 7.802/83; c) Decreto Estadual 3.876/84 (PARANÁ, 1984) que dispõe sobre as incumbências para fiscalização de agrotóxicos; d) Norma Regulamentadora nº11 (NR 11) do Ministério do Trabalho e Emprego (BRASIL, 2004) que dispõe sobre transporte, movimentação, armazenagem e manuseio de materiais; e) Norma Regulamentadora nº26 (NR 26) do Ministério do Trabalho e Emprego (BRASIL, 2011b) que dispõe sobre sinalização de segurança; f) Norma Regulamentadora nº31 (NR 31) do Ministério do Trabalho e Emprego que dispõe sobre segurança e saúde no trabalho na agricultura, pecuária silvicultura, exploração florestal e aquicultura;

23 23 g) Resolução 35/04 (PARANÁ, 2004) da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMA) que estabelece condições técnicas e requisitos para a concessão de licenciamento ambiental de armazenadoras de produtos agrotóxicos; h) Norma técnica ABNT NBR 9843 (ABNT, 2004) que trata de armazenamento, movimentação e gerenciamento em armazéns, depósitos e laboratórios de agrotóxicos e afins. Considerando que a NR-31 (BRASIL, 2011), no artigo e o Decreto Federal nº 4.074/02 (BRASIL, 2002) no artigo 62 exigem que a bula e as instruções do fabricante sejam seguidas, verificou-se o que as bulas de agrotóxicos disponíveis no site da SEAB (SEAB, 2012b) repassam a respeito do armazenamento dos produtos, percebeu-se que a grande maioria (98%) das bulas cita que deve ser seguida a norma técnica ABNT NBR As demais bulas ou não mencionam como deve ser o armazenamento (1%) ou repassam instruções gerais que pouco ou nada acrescentam à legislação vigente (1%). Tais normas e leis em geral possuem muitos pontos em comum. Alguns requisitos exigidos pelas normas e legislações estão dispostos no Quadro 3.1. Optou-se por descrever os requisitos baseado na descrição mais detalhada encontrada nas normas e legislação. De acordo com a Associação Nacional de Defesa Vegetal - ANDEV (2010) nem sempre é necessário fazer grandes investimentos para obter bons resultados: treinar e conscientizar funcionários e manter um depósito organizado, arrumado, limpo, padronizado leva a uma melhoria na qualidade das atividades diárias e no ambiente de trabalho.

24 Dec. Fed /02 Dec. Est /84 NR 11 NR 26 NR 31 Resolução SEMA 35/04 ABNT NBR Item A edificação deve ter telhado em boas condições, sem vazamentos e protegendo contra intemperies. Além da entrada, a edificação deve ter acesso para o serviço de salvamento e corpo de bombeiros O depósito deve ter sistema de ventilação que garanta a renovação do ar interno e o controle de temperatura. O sistema pode ser natural, mecânico, forçado ou misto. Para obtenção da Licença de Instalação as instalações armazenadoras de agrotóxicos devem apresentar plano de contingência O material armazenado deverá ser disposto de forma a evitar a obstrução de portas, equipamentos contra incêndio, saídas de emergências, etc. A disposição da carga não deverá dificultar o trânsito, a iluminação, e o acesso às saídas de emergência. As embalagens devem ser armazenadas sobre palete evitando o contato direto com o piso do depósito, para impedir umedecimento ou corrosão na base; Pilhas devem estar afastadas a 0,5 m das paredes Os produtos devem estar empilhados de maneira a não danificá-las, facilitar a ação fiscal e de forma segura àqueles que as manipulem ou transitem no depósito. Sempre que um tipo de embalagem não apresentar estabilidade no palete ou na pilha, deve ser feita amarração com filme de polietileno ou cintas de tecido ou plásticas, com lacre, de forma a assegurar a estabilidade da pilha. A altura máxima de empilhamento das embalagens deve obedecer às orientações dos fabricantes, expressas nas embalagens/rótulos, caixas coletivas e/ou instruções dos fabricantes. Anexo Art. 25 item 1 Anexo Art. 25 item 2 Anexo Art. 26 item 1 Anexo Art. 26 item a) a) a) Art. 3º, 2º, VII, b) g) a) a) Art Os agrotóxicos armazenados devem estar separados e independentes de outros produtos Os trabalhadores devem receber treinamento: a) para compreender a rotulagem preventiva e a ficha com dados de segurança do produto químico. b) sobre os perigos, riscos, medidas preventivas para o uso seguro e procedimentos para atuação em situações de emergência com o produto químico. Anexo Art. 25 item Quadro Alguns requisitos para os armazéns de agrotóxicos e referência ao item da norma ou legislação correspondente. Fonte: o autor.

25 25 Em manual técnico sobre armazenamento, a ANDEV (2010) comenta com mais detalhes alguns requisitos. No caso da ventilação, a mesma pode ser: a) Natural: contendo aberturas inferiores com elementos vazados ou telas de proteção de 30 a 50 cm do chão e superiores (janelas opostas e exaustores eólicos), respectivamente para a liberação de gases pesados e leves. b) Artificial: utiliza-se ventilação mecânica para um maior controle da qualidade do ar e da temperatura das dependências do armazém. Nota-se que os exaustores eólicos devem ser dimensionados para a pior situação de vento e não permitir a entrada de água (ANDEV, 2010). A Figura 3.2 apresenta uma representação da ventilação dentro de um armazém. Figura Representação esquemática da ventilação em um armazém de agrotóxicos (ANDEV, 2010) Segundo a ASHRAE (American Society of Heating and Air Condictioning Engineering, Guide and Data Book citada por OLIVEIRA (2012) a taxa de renovação de ar recomendada para depósitos (considerando-se apenas a quantidade necessária para remoção de odores corporais, nível de atividade e remoção de calor) é de 2 a 15 trocas/hora, sendo o dobro para climas equatoriais. Num armazém de agrotóxicos, além desses valores deve-se levar em conta para o cálculo do

26 26 número de trocas de ar necessária a conforme limites de tolerância estabelecidos na Norma Regulamentadora nº15, Anexo nº11 (BRASIL, 2011c). Quanto à proteção coletiva para os trabalhadores, a ANDEV (2010) prevê a existência de chuveiros e lava-olhos, vestiários contendo chuveiro e armários individuais duplos (evitando que a mistura de roupas civis com as de trabalho) e caixa de emergência contendo no mínimo: a) Respirador facial ou semi-facial com filtro apropriado para multigases (P2 ou P3); b) Luvas de borracha nitrílica ou neoprene; c) Avental de PVC; d) Óculos ou viseira do tipo ampla visão; e) Macacão de algodão ou Tyvec; f) Botas com biqueira. A ANDAV (2012) sugere alguns EPIs em atividades relacionadas ao armazenamento de agrotóxicos: g) Varrição: respirador e botas impermeáveis. h) Carga e descarga: capacete, luvas impermeáveis e botas com biqueira. 3.3 Técnicas de análise de riscos No presente capítulo serão abordadas algumas técnicas de análise de riscos que podem ser utilizadas em armazéns de agrotóxicos a fim de eliminar ou reduzir os riscos dos mesmos à saúde do trabalhador e ao meio ambiente. Tendo em vista que nem sempre os armazéns de agrotóxicos contam com SESMT, conforme

27 27 discutido na seção 3.2, optou-se por explanar técnicas de análise de risco e de análise de problemas de mais fácil aplicação. Segundo Calixto (2006) risco é a combinação entre a frequência (ou a probabilidade) de um evento indesejado e a consequência do mesmo, pode-se ainda classificar o risco em moderado, crítico ou catastrófico, dependendo da severidade dos danos causados e da frequência. Análises de risco são elaboradas por meio de um conjunto de técnicas que avaliam o ambiente de trabalho, as atividades desenvolvidas e que identificam qualitativamente e quantitativamente os riscos envolvidos para os participantes do processo de forma direta e indireta (população vizinha) (PINTO, 2009). De acordo com Souza (2011) recomenda-se realizar uma análise quando: a) se desconhece os riscos de uma atividade ou não se tenha informação suficiente sobre os mesmos; b) podem ser antecipados problemas potenciais que resultem em severas consequências em uma operação; c) são detectados problemas repetidos envolvendo acidentes com vítimas, com lesões graves ou não, com danos às instalações, ou danos ao meio ambiente; d) antes do início de uma atividade regras de segurança devam ser estabelecidas.

28 Controle de Danos e Pirâmide de Frank Bird Um programa de Controle de Danos requer identificação, registro e investigação de todos os acidentes com danos à propriedade e determinação de seu custo para a empresa seguindo-se com ações preventivas (SOUZA, 2011). No final da década de 60 norte americano Frank Bird analisou acidentes em 297 companhias nos Estados Unidos da América resultando na pirâmide de Frank Bird (BITENCOURT e QUELHAS, 1998) apresentada na Figura 3.3. Entende-se como quase-acidente (ou incidente) qualquer evento ou fato negativo com potencial para provocar danos (SOUZA, 2011). Figura Pirâmide de Frank Bird (SOUZA, 1995) Análise Preliminar de Riscos (APR) Segundo Assumpção (2009), análise preliminar de riscos APR (também conhecida por análise preliminar de perigo APP) trata-se de procedimento sistemático para definir medidas preventivas que objetivam controlar riscos de acidentes e mitigar os efeitos quando o após o início desses acidentes. O APR examina as maneiras pelas quais a energia ou o material de processo pode ser liberado de forma descontrolada, levantando as causas, os

29 29 métodos de detecção disponíveis e efeitos para os trabalhadores para cada um dos perigos identificados (AGUIAR, 2012). Dentre os diversos benefícios que um APR consistente traz a uma organização, citados por Assumpção (2009), pode-se destacar: a) Identificação e definição de prioridades entre os pontos críticos com correspondente elaboração de planos de ação para os riscos identificados; b) Redução, eliminação e controle de riscos de acidentes, sejam eles do trabalho, ambientais ou de incêndios; c) Redução de custos e perdas. Como limitação da técnica cita-se a dependência da percepção dos perigos no processo ou projeto por parte dos envolvidos (CALIXTO, 2006) What if A análise What If (pode-se traduzir como o que aconteceria se... ) se trata de um método especulativo onde uma equipe busca responder o que poderia acontecer caso determinadas falhas ou eventos ocorram (SOUZA, 2011). A técnica consiste em fazer questionamentos direcionados, sendo necessários profissionais de várias áreas para respondê-los. Há reuniões de perguntas e reuniões de respostas, evitando que perguntas deixem de ser elaboradas. Muitos questionamentos podem não ser respondidos inicialmente, necessitando a utilização de técnicas de análise de riscos mais específicas (CALIXTO, 2006). A Figura 3.4 ilustra a técnica.

30 30 Figura Funcionamento da técnica de análise de riscos What If (o autor). Pode-se citar como vantagens da técnica a sua simplicidade, o fato de envolver diferentes profissionais e a possibilidade de fazer questionamentos direcionados dando o tempo necessário para respondê-los adequadamente Check-list Check-list trata-se de lista de verificações com itens a serem observados, tarefas a serem cumpridas, materiais a serem comprados, ou seja, é uma lista onde você coloca itens que podem fazer falta em alguma tarefa ou em algo que esteja planejando ou executando, evitando assim futuros esquecimentos, falhas e faltas (RODRIGUES, 2010). Souza (2011) enfatiza que, por mais precisos e extensos que sejam os check-lists, há uma grande chance de os mesmos omitirem situações de risco até vitais para uma determinada empresa. Para minimizar o problema, deve-se adaptar tais instrumentos às características e peculiaridades específicas da organização.

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