Manual de operações de Segurança. Direção Geral da Administração da Justiça

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1 Manual de operações de Segurança Direção Geral da Administração da Justiça 2012

2 Direção Geral da Administração da Justiça Página 2 Índice I INFORMAÇÃO GERAL 1. INTRODUÇÃO APRESENTAÇÃO DO DISPOSITIVO OPERACIONAL ENQUADRAMENTO DA SEGURANÇA II FLUXOGRAMAS OPERACIONAIS 1. ABERTURA DO TRIBUNAL IDENTIFICAÇÃO E CONTROLO DE ACESSOS CONTROLO DE ACESSOS OBJECTOS DE RISCO EQUIPAMENTO MAGNETÓMETRO NA ENTRADA DO TRIBUNAL APOIO AO UTENTE ABORDAGEM A UTENTE FURTO RECLAMAÇÃO DE UTENTE CRIANÇA / UTENTE PERDIDO INCÊNDIO EXPLOSÃO SISMO INUNDAÇÃO AMEAÇA DE BOMBA PACOTE SUSPEITO PRIMEIROS SOCORROS EVACUAÇÃO CORTE DE ENERGIA FUGA DE GÁS.. 41 III - ANEXOS 1. MAPA DA ACTIVIDADE DA SEGURANÇA RELATÓRIO DE SEGURANÇA CHECK LIST DE INSPECÇÃO DE MEIOS RELAÇÃO DE CHAVES DO TRIBUNAL INQUÉRITO DE ACIDENTE RELATÓRIO DE AMEAÇA DE BOMBA CHECK LIST DE MEIOS DE PRIMEIROS SOCORROS FICHA DE PRIMEIROS SOCORROS FICHA DE UTILIZAÇÃO DE EXTINTOR LISTAGEM DE EQUIPAMENTO CCTV SINALÉTICA CCTV PROTOCOLO DE CONFIDENCIALIDADE.. 55

3 Direção Geral da Administração da Justiça Página 3 I Informação Geral

4 Direção Geral da Administração da Justiça Página 4 1. INTRODUÇÃO

5 Direção Geral da Administração da Justiça Página Mensagem de Acolhimento O Manual de Operações integra um conjunto de medidas e informação concorrente para a autoproteção (organização e procedimentos), tendente a evitar ocorrências de emergência e a limitar as suas consequências. A sua elaboração impõe-se pela necessidade de se planificarem ações e respostas de modo coordenado, de modo a conseguir-se economia de esforços, rapidez de atuação e diminuição de prejuízos. O Manual de Operações é um documento dinâmico, periodicamente revisto pela DGAJ e no respetivo tribunal, de forma a validar a sua adequação aos objetivos globais definidos e as circunstâncias específicas de cada tribunal. Este Manual será divulgado na totalidade ou parcialmente conforme as características de cada interveniente ou a necessidade de cada tribunal, devendo ser sempre respeitada a confidencialidade e a segurança da informação do mesmo. O Manual de Operações contém procedimentos para assegurar a operacionalidade na rotina e perante os cenários mais prováveis de emergência, retratando por isso grande parte das funções e responsabilidades que lhe estão confiadas, existindo sempre elementos com essa responsabilidade, sejam ou não de serviços especializados de segurança. Neste documento estão indicadas medidas de autoproteção e orientações a adotar para fazer face a uma situação crítica ou de emergência no tribunal, nomeadamente a organizacional, os meios humanos e materiais a envolver e os procedimentos a cumprir nas situações preconizadas. Este trabalho foi realizado acreditando que o sucesso da sua missão depende do conhecimento e cumprimento integral dos procedimentos constantes neste manual por parte de todos os envolvidos. Não hesite em consultar a DGAJ para qualquer assunto relacionado com este Manual, assim como a sua Chefia direta, que naturalmente estará apta a dar-lhe todas as respostas. Para que este documento permaneça vivo, precisamos que o olhe de uma forma crítica, e contribua para que esteja em permanente atualização. As suas responsabilidades podem ir para além deste documento, não o considere um limite à sua atuação. Este Manual foi estruturado para que possa ser explorado como um documento: Simples e conciso; Flexível e adaptável; Dinâmico e evolutivo. É muito importante que assuma esta documentação como CONFIDENCIAL, pelo que deve assinar o documento Protocolo de Confidencialidade (Anexo 12), que faz parte integrante deste Manual de Operações. Desejamos um bom trabalho e agradecemos a sua colaboração.

6 Direção Geral da Administração da Justiça Página Apresentação da Estrutura do Documento O presente Manual é um documento técnico, que descreve de forma muito objetiva todos os procedimentos considerados relevantes, ao desempenho da estrutura de Segurança nos Tribunais. Para que a informação nele contida possa ser facilmente apreendida, obedece a uma estrutura própria facilitando a sua consulta. O Manual está construído em três capítulos distintos, que interagem entre si: 1.º Capítulo Engloba toda a informação genérica relativa aos Tribunais; Medidas de Segurança existentes nestas Instalações, bem como procedimentos de atuação perante determinado cenário; 2.º Capítulo Fluxogramas de execução permanente, reunindo informações especificas: 3.º Capítulo Reúne os anexos e impressos necessários para cumprimento dos procedimentos definidos nos Capítulos 1 e 2. Esperamos que desta forma, a navegação no documento seja ligeira, facilitando o seu trabalho. Não leia a ultima página antes de ter lido a primeira e conheça bem a estrutura do documento. Todas as páginas estão numeradas, e os n.º de cópias identificados sujeitos a uma marca de água, salvaguardando assim a identificação do infrator. Todas as transformações a esta 1.ª Edição serão registadas, mantendo um arquivo histórico e uma identidade do serviço prestado. Os procedimentos e documentos alterados, serão comunicados aos despectivos executantes, e obedecerão a um processo de registo, onde passará a constar 2.ª Edição e subsequentes. Este Manual pretende constituir um auxiliar para a tomada de decisão e contribuir para a reorientação estratégica a respeito dos processos subsequentes, para minimizar os riscos e para melhorar as condições efetivas e o sentimento de segurança nos tribunais, identificando soluções equilibradas e eficazes, que assegurem um nível de proteção e segurança satisfatório e, simultaneamente possa: Melhorar os níveis de segurança ativa e passiva dos utentes e ocupantes do tribunal; Melhorar as condições de proteção de documentos, bens e instalações; Minimizar as interrupções de operações de serviço, por falta de segurança;

7 Direção Geral da Administração da Justiça Página Missão, Cultura e Visão A segurança é hoje considerada um pilar fundamental de uma vida com qualidade, pessoal e profissional, sendo por isso também uma preocupação comum de todos os membros da comunidade do tribunal magistrados, funcionários e utentes. Em sintonia com a crescente preocupação com os problemas de segurança, a Direção Geral de Administração da Justiça (DGAJ), tem procurado ir além da obrigatoriedade do cumprimento da legislação em vigor, para bem da segurança e do bem-estar dos utilizadores dos tribunais e do público em geral. Uma cultura de segurança deve alicerçar-se numa organização que motive, sensibilize, e desenvolva uma segurança de todos para todos, incentivando todos aqueles que ocupam ou utilizam os tribunais a fazê-lo. Estamos a investir numa ótica de salvaguarda de pessoas e bens, pela incorporação de padrões interventivos cada vez mais exigentes do ponto de vista social. A Direção Geral de Administração da Justiça (DGAJ), tem procurado criar condições que permitam controlar os riscos associados à segurança. De facto, para além de um bom conhecimento e informação neste âmbito, importa criar uma cultura de segurança, nomeadamente interiorizando procedimentos e comportamentos e adotando as necessárias medidas de prevenção. A temática da segurança está integrada num Projeto Global, tendo em vista uma melhor sensibilização de todos e o contributo para o desenvolvimento de um comportamento coletivo de segurança. Atualmente, para além de uma tomada de consciência para esta problemática, há uma maior exigência traduzida pelo desejo de elevação dos níveis de segurança nos tribunais. Por outro lado, assistimos nos últimos anos a uma alteração profunda do enquadramento geo-espacial dos antigos e novos tribunais e a uma diferente conjuntura social, que nos coloca questões de segurança de difícil solução, sobretudo na ausência de respostas proactivas, planeadas, documentadas, praticadas e executadas quando necessário. Este Manual de Operações procura satisfazer uma exigência cada vez maior no plano qualitativo, visando criar condições para ultrapassar as simples medidas de socorro, ou as intervenções de segurança isoladas, traduzindo-se em esforços coordenados de Prevenção e Planeamento. O presente manual pretende orientar para a prevenção e qualidade de resposta operacional perante as situações críticas ou de emergência mais prováveis, procurando a minimização das respetivas consequências para os colaboradores, ocupantes, utentes, ambiente e património, garantindo sempre que possível a continuidade da atividade no tribunal. Em suma, os seus objetivos são: Minimizar, em caso de situação crítica ou de emergência, os danos materiais nas instalações e retomar com a maior brevidade as condições normais; Permitir a coordenação das intervenções com rapidez e eficácia, dos recursos e dos meios internos e, a sua coordenação com os meios de socorro externos. Garantir os conhecimentos adequados aos executantes de segurança no tribunal, para fazer face a situações críticas e de emergência, corrigindo eventuais situações disfuncionais detetadas; Informar, de forma adequada, pelas vias convenientes e autorizadas, quer internamente, quer as partes externas interessadas. Melhorar a capacidade de resposta, mudando os padrões de decisão para níveis de excelência. Ser mais rápido e mais perfeito a decidir a todos os níveis é uma exigência da segurança nos tribunais.

8 Direção Geral da Administração da Justiça Página 8 2. APRESENTAÇÃO Do Dispositivo Operacional

9 Direção Geral da Administração da Justiça Página Mapa Judiciário em atualização

10 Direção Geral da Administração da Justiça Página Lista de contactos (Listagens a preencher pelo Tribunal) Contactos do Tribunal Nome Telefone Fax Empresas prestadoras de serviços do Tribunal Nome Função Telemóvel

11 Direção Geral da Administração da Justiça Página Contactos Emergência Nome Telefone Fax CCN Centro de Controlo Nacional da Segurança dos Tribunais INEM 112 Rede energia Elétrica Rede distribuição de água Anti Venosos G.N.R P.S.P. Proteção Civil Bombeiros Informações 118 (Outros contactos específicos de cada Tribunal no Capítulo III)

12 Direção Geral da Administração da Justiça Página Estrutura Interna Organigrama PRESIDENTE DO TRIBUNAL> DIRETOR DE EMERGÊNCIA Descrição: É o responsável máximo nas situações de emergência, sendo o órgão coordenador e controlador da fase de emergência. Deveres: Conhecer o Manual de Operações; Estar sempre contactável; Garantir o seu substituto em caso de ausência. Missões e Responsabilidades: Avaliar e decidir ativar os procedimentos de segurança ou emergência por sua iniciativa, com o apoio do Magistrado Coordenador do Ministério Público e/ou, de acordo com a informação recebida do Coordenador de Segurança ou do Responsável Operacional, em função da tipologia dos edifícios do tribunal; Convocar e dar instruções (quanto e qual a informação a difundir), com o apoio do Magistrado Coordenador do Ministério Público; Avaliar e decidir com o Coordenador de Segurança ou com o Responsável Operacional, em função da tipologia dos edifícios do tribunal, a evacuação de zonas críticas ou sinistradas, com o apoio do Magistrado Coordenador do Ministério Público;

13 Direção Geral da Administração da Justiça Página 13 Decidir declarar o Estado de Emergência Geral e evacuar a totalidade do tribunal, em função das informações disponibilizadas pelo Responsável Operacional, com o apoio do Magistrado Coordenador do Ministério Público; Avaliar e proclamar o fim da emergência, promovendo os procedimentos de reposição da normalidade, com o apoio do Magistrado Coordenador do Ministério Público COORDENADOR DO MINISTÉRIO PÚBLICO > CONSULTOR DE EMERGÊNCIA Descrição: É o responsável consultivo do Ministério Público em todas as situações de emergência.. Deveres: Conhecer o Manual de Operações; Estar sempre contactável; Garantir o seu substituto em caso de ausência. Missões e Responsabilidades: Apoiar o Diretor de Emergência a ativar os procedimentos de segurança ou emergência; Apoiar o Diretor de Emergência a convocar e dar instruções (quanto e qual a informação a difundir); Apoiar o Diretor de Emergência relativamente à avaliação e decisão de evacuação de zonas críticas ou sinistradas; Apoiar o Diretor de Emergência a decidir e declarar o estado de emergência; Apoiar o Diretor de Emergência a avaliar e a proclamar o fim da emergência ADMINISTRADOR DO TRIBUNAL > COORDENADOR DE SEGURANÇA Descrição: É o responsável por assegurar a existência de condições de segurança no tribunal. Poderá, por delegação, assumir a coordenação da emergência, informando o Diretor de Emergência da evolução da situação. Deveres: Conhecer o Manual de Operações; Estar sempre contactável; Garantir o seu substituto em caso de ausência. Missões e Responsabilidades: Por delegação do Diretor de Emergência, avaliar e decidir ativar os procedimentos de segurança ou emergência, de acordo com a informação recebida do Responsável Operacional;

14 Direção Geral da Administração da Justiça Página 14 Difundir boas práticas e assegurar a supervisão da implementação dos procedimentos preconizados; Convocar e dar instruções (quanto e qual a informação a difundir); Orientar e esclarecer o Responsável Operacional, sempre que necessário; Contribuir para a avaliação e decisão da evacuação de zonas críticas ou sinistradas; Contribuir com informação útil para a decisão que declare o Estado de Emergência Geral e a evacuação na totalidade do tribunal, em função das informações disponibilizadas pelo Responsável Operacional; Coordenar e supervisionar os procedimentos de reposição da normalidade. Assegurar a melhor articulação com as Forças de Segurança e os Serviços de Emergência locais, agendando reuniões periódicas de coordenação, avaliação e controlo de risco SECRETÁRIO DE JUSTIÇA > RESPONSÁVEL OPERACIONAL Descrição: No local do cenário crítico ou de emergência, avaliará e classificará a situação ou a emergência e assumirá a execução das medidas adequadas face às circunstâncias e aos meios disponíveis, informando o Diretor de Emergência (ou o Coordenador de Segurança, caso exista esta relação hierárquica). Deveres: Conhecer perfeitamente o Manual de Operações, bem como o tribunal e a sua ocupação; Poder deslocar-se ao tribunal, no menor espaço de tempo, para se inteirar da situação e assegurar a resposta adequada no local; Estar sempre localizável/contactável; Garantir ou nomear o seu substituto em caso de ausência. Missões e Responsabilidades: Garantir a permanente atualização da informação do respetivo tribunal, que deve constar no Manual de Operações; Dispor no local de chaves ou meios de acesso que permitam a abertura das portas tanto pelo interior do edifício como pelo seu exterior; Manter informado o Diretor de Emergência (ou o Coordenador de Segurança), sobre a evolução da situação, sobre a necessidade de promover uma evacuação total ou parcial e sobre a necessidade de solicitar meios de socorro externos; Coordenar e gerir a atuação no tribunal; De acordo com a situação, avaliar a situação e estabelecer uma estratégia de intervenção, de acordo com a sua possível evolução, de modo a não afetar outras pessoas ou áreas; Informar o Diretor de Emergência (ou o Coordenador de Segurança) sobre a evolução da situação, as ações entretanto executadas e as necessidades de evacuação e alerta ao socorro externo; Comandar as ações de controlo; Nunca correr riscos desnecessários, nem tentar executar ações para as quais não tem equipamento, meios, formação ou informação adequada; Apoiar o Diretor de Emergência na tomada de decisão e na inspeção do local do sinistro/incidente;

15 Direção Geral da Administração da Justiça Página 15 Manter um registo da situação, para auxiliar, se necessário, a coordenação de operações; Receber, informar e colaborar com os meios de socorro externos, quando necessários para controlar a situação; Realizar os procedimentos de reposição da normalidade; Recolher e compilar informação, transmitindo-a ao Diretor de Emergência, ao Coordenador de Segurança, ou a DGAJ, de acordo com a tipologia da ocorrência ou solicitação específica; Assegurar a melhor articulação com as Forças de Segurança e os Serviços de Emergência locais, agendando reuniões periódicas de coordenação, avaliação e controlo de risco COLABORADORES Deveres: Estarem informados do risco geral e particular nas distintas dependências; Conhecer e cumprir as Instruções Gerais de Segurança; Informar o responsável operacional sobre qualquer anomalia ou incidente que possa por em causa a segurança das pessoas ou das instalações. Missões e Responsabilidades: Assegurar a permanente desobstrução e visibilidade dos meios e caminhos de evacuação, bem como, a prontidão dos meios de intervenção existentes no tribunal; Ao serem informados de uma emergência, devem agir de acordo com as indicações do responsável operacional.

16 Direção Geral da Administração da Justiça Página ENQUADRAMENTO DA Segurança

17 Direção Geral da Administração da Justiça Página Descrição de Tarefas Em seguida são apresentadas as tarefas relacionadas com funções de segurança nos Tribunais: Tarefas na Entrada Tarefas de Execução Móvel A todos aqueles que sejam enquadrados com funções específicas de segurança, corresponde a cada um missões e tarefas particulares e o seu bom desempenho determina o sucesso de toda a operação. Sabendo qual é a sua função, analise a missão e objetivos que lhe estão destinados e apreenda todos os procedimentos e tarefas de rotina ou de emergência que lhe estão associados. Lembre-se que toda a atividade de segurança deve ser evidenciada, por isso, seja rigoroso no preenchimento de todos os documentos que estejam associados à sua função. Em caso de dúvida relativamente ao conteúdo a seguir descrito, não hesite em contactar a sua Chefia direta Tarefas na Entrada Introdução Nesta área tem principal relevância o controlo de acessos de pessoas e bens. Estrutura e Níveis de Reporte Os elementos em desempenho de funções nos Tribunais a quem sejam atribuídas tarefas da entrada do tribunal deverão reportar todas as situações anómalas detetadas ao respetivo Secretário de Justiça Responsável Operacional (podendo dar conhecimento a Centro de Controlo Nacional da Segurança dos Tribunais / DGAJ, neste documento designada como CCN, em função da natureza da ocorrência).

18 Direção Geral da Administração da Justiça Página 18 Ficha de Identificação de Tarefas Local Missão ENTRADA Controlar os acessos às instalações, detetando e alertando para situações consideradas anómalas, quer à entrada dos utentes ou ocupantes/funcionários, quer nas saídas; Assegurar o cumprimento dos procedimentos previamente definidos para a abertura e fecho das instalações. Funções principais Controlo das entradas e saídas, orientado para a deteção e/ou acompanhamento de situações consideradas anómalas ou suspeitas; Controlar o acesso e/ou permanência de pessoas não autorizadas a áreas restritas ou reservadas. Vigiar as entradas do edifício e as áreas adjacentes, de forma a prevenir a ocorrência de conflitos ou outros incidentes que possam comprometer o normal funcionamento; Reportar ao Responsável Operacional todas as situações dignas de registo, solicitando diretrizes de atuação quando necessário; Gestão de alarmes de intrusão e incêndio, (sempre que possível em coordenação com a Centro de Controlo Nacional da DGAJ, neste documento designado como CCN); Monitorizar os sistemas de controlo de acessos e o CCTV, caso estejam disponíveis na entrada; Verificação da operacionalidade dos equipamentos; Manter uma boa relação de trabalho com os elementos das equipas em operação (limpeza e manutenção); Manter atualizada toda a informação útil, procedimentos ou instruções provisórias; Informar, por escrito, de quaisquer situações anómalas que ocorram durante o período de serviço. Conhecimento dos procedimentos em vigor e providenciar alterações ou criação dos mesmos quando existir a necessidade; Ter conhecimento do funcionamento dos sistemas implementados na instalação de modo a saber operar, formar e poder detetar anomalias; Inspecionar e garantir o bom funcionamento dos sistemas implementados e equipamentos disponíveis, efetuando testes e corrigindo possíveis anomalias da forma mais célere possível; Encaminhar os utentes que queiram efetuar alguma observação (reclamação ou opiniões), que os mesmos possam entender como mau funcionamento, em função do teor da reclamação; Elaboração de vários relatórios de modo a registar as anomalias detetadas e modos de resolução, assim como as várias situações decorrentes do serviço; Prestar assistência a utentes e ocupantes/funcionários; Verificar operacionalidade de sistemas de iluminação; Intervenção perante incidentes de saúde, prestando assistência ao nível dos Primeiros Socorros; Proceder à abertura e encerramento das instalações, verificando o cumprimento dos procedimentos definidos para os mesmos; Cumprir e fazer cumprir os regulamentos e outros normativos; Desencadear ações preliminares de correção de anomalias de acordo com as instruções e os meios disponíveis, nomeadamente na prevenção de furtos, agressões, incêndios, inundações, explosões, solicitando a intervenção dos meios de apoio adequados; Intervenção em situações tipificadas como críticas ou de emergência, por sua iniciativa, a pedido do Responsável Operacional ou do CCN, em função das circunstâncias e do nível de ameaça. Recursos materiais Depende de: Rádio; telefone (portátil) da Instalação; CCTV, Centrais de Alarme Secretário de Justiça Responsável Operacional

19 Direção Geral da Administração da Justiça Página Tarefas de Execução Móvel Introdução Estes elementos têm como função principal o controlo de acesso e circulação em áreas condicionadas para dissuasão de furto e ofensas, e apoio ao utente. Estrutura e Níveis de Reporte Os elementos em desempenho de funções nos Tribunais, deverão reportar as situações anómalas detetadas ao Secretário de Justiça Responsável Operacional, dando conhecimento ao CCN/DGAJ em função da natureza da ocorrência.

20 Direção Geral da Administração da Justiça Página 20 Ficha de identificação do posto Local EXECUÇÃO MÓVEL Missão Circular por toda a área, detetando e alertando para situações consideradas anómalas, com especial referência para o apoio e acompanhamento de utentes Funções Principais Realizar rondas de serviço, privilegiando o interior da instalação, verificando o perímetro externo inopinadamente ou quando se justifique; Vigiar as instalações, de forma a prevenir a ocorrência de conflitos ou outros incidentes que possam comprometer o normal funcionamento; Reportar ao Responsável Operacional todas as situações dignas de registo, solicitando diretrizes de atuação quando necessário; Verificação da limpeza solicitando intervenção da equipa da limpeza sempre que as condições não estejam satisfatórias; Verificação de situações anómalas ao nível da manutenção do edifício e reportá-las ao respetivo Secretário de Justiça; Reportar todas as situações dignas de registo, rondas e verificações efetuadas, solicitando diretrizes de atuação quando necessário; Apoio e esclarecimentos a utentes; Verificação e acompanhamento de tarefas e operações de outros serviços, sempre que solicitado pelo Secretário de Justiça; Gestão de alarmes de intrusão e incêndio e reconhecimento local; Verificação da operacionalidade dos equipamentos; Manter uma boa relação de trabalho com os elementos das equipas em operação (limpeza e manutenção, entre outras); Manter atualizada toda a informação útil, procedimentos ou instruções provisórias; Conhecimento dos procedimentos em vigor e propor alterações ou criação dos mesmos quando existir a necessidade; Ter conhecimento do funcionamento dos sistemas implementados na instalação de modo a saber operar, formar e poder detetar anomalias; Garantir o bom funcionamento dos sistemas implementados efetuando testes e corrigindo possíveis anomalias da forma mais célere possível; Encaminhar os utentes que queiram efetuar alguma observação (reclamação ou opiniões), que os mesmos possam entender como mau funcionamento, em função do teor da reclamação; Elaboração de vários relatórios de modo a registar as Anomalias detetadas e modos de resolução, assim como as várias situações decorrentes do serviço; Fazer cumprir as normas da instalação; Intervenção em situações de ofensas verbais e corporais, de elementos que demonstrem má conduta ou em casos de furtos; Efetuar rondas com particular incidência para a deteção de situações de acesso a áreas condicionadas ou reservadas, difusão de informação útil e furto; Verificação do estado dos extintores, carretéis, corredores e itinerários de evacuação, fazendo por os manter permanentemente desobstruídos; Recursos Materiais Depende de: Rádio; telefone (portátil) da Instalação; Secretário de Justiça Responsável operacional

21 Direção Geral da Administração da Justiça Página Entrada - Fita de Tempo - Ronda pelas instalações; - Verificação dos selos das portas de emergência e sistemas de alarme; Fase 1 - Verificação do estado de limpeza; - Verificação dos pórticos, raquetes magnetómetros e outros equipamentos de segurança. Inclusão do seu grau de operacionalidade no mapa para o efeito, caso exista; - Libertação das zonas de circulação de utentes e ocupantes. Fase 2 - Garantir a luminescência adequada ao funcionamento; - Proceder à abertura dos acessos ao público; - Permitir o acesso dos utentes; - Controlo de Acessos; Fase 3 - Encerramento das instalações; - Proceder ao fecho dos acessos; Fase 4 - Ronda pelo interior, verificação de todos os acessos e adaptação/redução da luminescência às necessidades. - Fim do Serviço

22 Direção Geral da Administração da Justiça Página Execução Móvel - Fita de Tempo Fase 1 - Ronda; - Auxiliar nos procedimentos de abertura; - Rondas constantes no interior. Esporadicamente no exterior; - Prestação das assistências necessárias; Fase 2 - Prevenir a ocorrência de conflitos e intervir sempre que necessário, explorando a cortesia e os princípios da necessidade e da proporcionalidade; - Controlar e assegurar o bom encaminhamento dos utentes para o exterior das instalações. Fase 3 - Acompanhar o procedimento de Fecho; Fase 4 - Ronda pelo interior, verificação de todos os acessos.

23 Direção Geral da Administração da Justiça Página 23 II Fluxogramas Operacionais

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39 Direção Geral da Administração da Justiça Página 39

40 Direção Geral da Administração da Justiça Página 40

41 Direção Geral da Administração da Justiça Página 41

42 Direção Geral da Administração da Justiça Página 42 III Anexos

43 Direção Geral da Administração da Justiça Página MAPA DE ATIVIDADE DE SEGURANÇA ATIVIDADE DE SEGURANÇA TRIBUNAL DE ATIVIDADE 2011 JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ TOTAL INTERVENÇÕES FURTO - Utentes - Funcionários - Prestadores de serviços INCIDENTES - Incêndios - Inundações - Ameaças de bomba - Cortes de energia - Assistência 1ºs socorros - Vandalismo - Ofensas corporais - Acidentes com utentes - Reclamações - Outros ADMINISTR. SEGURANÇA - Horas de trabalho - Interno - Externo - Postos de trabalho - Quadro de pessoal - Interno - Externo - Serviço da PSP / GNR RELAÇÕES EXTERNAS - Câmara Municipal - Governo Civil - Forças de Segurança - Bombeiros - Proteção Civil LIMPEZA - Horas de trabalho - Abertura - Piquete - Quadro de pessoal (total) - Reclamações

44 Direção Geral da Administração da Justiça Página 44 MAPA DE ATIVIDADE DE SEGURANÇA 2. Avaliação pessoal Indique: Os três incidentes de segurança mais frequentes Os três pontos fortes da segurança do tribunal Os três pontos a melhorar na segurança do tribunal Três investimentos necessários na área da segurança.

45 Direção Geral da Administração da Justiça Página RELATÓRIO DE SEGURANÇA RELATÓRIO DE OCORRÊNCIA(S) VISTO PERÍODO: DAS H DE / / ÀS H DE / / / / OCORRÊNCIA(S) RÚBRICA e IDENTIFICAÇÃO DO RELATOR

46 Direção Geral da Administração da Justiça Página CHECK LIST DE INSPEÇÃO > periodicidade semanal DATA: / / FOLHA 1 ITEM Nº LOCALIZAÇÃO SINAL. VISÍVEL DESIMPEDIDA BOM ESTADO Sim Não Sim Não Sim Não OBSERVAÇÕES Saída Emergência Extintor CO2 Extintor CO2 Extintor Pó Carretel Porta Corta-Fogo Quadro Elétrico Nome Legível e identificação

47 Direção Geral da Administração da Justiça Página RELAÇÃO DE CHAVES DATA DE ACTUALIZAÇÃO: / / Nº Nº LOCALIZAÇÃO Nº CHAVE PORTA CÓPIAS NOME Nº NOME Nº OBSERVAÇÕES

48 Direção Geral da Administração da Justiça Página INQUÉRITO DE ACIDENTE

49 Direção Geral da Administração da Justiça Página RELATÓRIO DE AMEAÇA DE BOMBA

50 Direção Geral da Administração da Justiça Página 50

51 Direção Geral da Administração da Justiça Página CHECK LIST DE PRIMEIROS SOCORROS > periodicidade mensal DATA: / / Descrição conteúdo QTD REF: FARMACIA RECEÇÃO Verificação da validade Sim Não Stock Retificado Luvas Látex 5 Tesoura 1 Termómetro 1 Compressas 5cm X 5cm 5 Compressas 10cm X 10cm 5 Ligaduras Elásticas 4m X 10cm 1 Ligaduras Elásticas 4m X 5cm 1 Adesivo comum 5cm 1 Adesivo comum 1,25cm 1 Pensos hemorrágicos 2 Pensos Rápidos 10 Garrote 1 Toalhete álcool 3 Saco Quente 1 Saco Frio 1 Soro Fisiológico ampolas 5 Iodopovidoma dérmica 125ml 1 Paracetamol 1gr 1 Hirodoid creme 1 Reumon-gel 1 Sim Não Sim Não OBS. Os medicamentos que estejam fora do prazo de validade deverão ser retirados de imediato, devendo ser colocados no recipiente de lixo respetivo ou entregues na farmácia mais próxima NOME LEGÍVEL E IDENTIFICAÇÃO:

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