GUIA DE CERTIFICAÇÃO NP 4413:2006

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "GUIA DE CERTIFICAÇÃO NP 4413:2006"

Transcrição

1 GUIA DE CERTIFICAÇÃO NP 4413:2006

2 Índice 1.NOTA INTRODUTÓRIA VANTAGENS DA CERTIFICAÇÃO REQUISITOS DE SISTEMA PARA A CERTIFICAÇÃO DO SERVIÇO DE MANUTENÇÃO DE EXTINTORES ORGANIZAÇÃO E RESPONSABILIDADE... 6 INTERPRETAÇÃO... 6 PROCEDIMENTOS PARA INSTRUÇÃO DO PROCESSO SISTEMA DOCUMENTAL... 9 INTERPRETAÇÃO... 9 PROCEDIMENTOS PARA INSTRUÇÃO DO PROCESSO CONTROLO DE DOCUMENTOS E DADOS, INCLUINDO REGISTOS INTERPRETAÇÃO PROCEDIMENTOS PARA INSTRUÇÃO DO PROCESSO INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTO INTERPRETAÇÃO PROCEDIMENTOS PARA INSTRUÇÃO DO PROCESSO QUALIFICAÇÃO E FORMAÇÃO DE COLABORADORES INTERPRETAÇÃO PROCEDIMENTOS PARA INSTRUÇÃO DO PROCESSO TRATAMENTO DE RECLAMAÇÕES INTERPRETAÇÃO PROCEDIMENTOS PARA INSTRUÇÃO DO PROCESSO AVALIAÇÃO DE SATISFAÇÃO DOS CLIENTES INTERPRETAÇÃO PROCEDIMENTOS PARA INSTRUÇÃO DO PROCESSO NÃO CONFORMIDADES, ACÇÕES CORRECTIVAS E PREVENTIVAS INTERPRETAÇÃO PROCEDIMENTOS PARA INSTRUÇÃO DO PROCESSO METODOLOGIAS DE CONTROLO INTERNO INTERPRETAÇÃO PROCEDIMENTOS PARA INSTRUÇÃO DO PROCESSO PLANO DE CONTROLO INTERNO INTERPRETAÇÃO PROCEDIMENTOS PARA INSTRUÇÃO DO PROCESSO ANEXO A MODELO EXEMPLO DE LISTA DE REGISTOS E ARQUIVOS MODELO EXEMPLO DE CONTROLO DE DOCUMENTOS MODELO EXEMPLO DE DISTRIBUIÇÃO DE DOCUMENTOS ANEXO B MODELO EXEMPLO DE PLANO DE CALIBRAÇÃO

3 MODELO EXEMPLO DE RELATÓRIO TÉCNICO ANEXO C MODELO EXEMPLO DE TRATAMENTO DE RECLAMAÇÕES ANEXO D MODELO EXEMPLO DE INQUÉRITO DE AVALIAÇÃO DO SERVIÇO ANEXO E MODELO EXEMPLO DE RELATÓRIO DE MELHORIA ANEXO F MODELO EXEMPLO DE LISTA DE VERIFICAÇÃO

4 REQUISITOS DE SISTEMA PARA A CERTIFICAÇÃO DO SERVIÇO DE MANUTENÇÃO DE EXTINTORES 1.Nota Introdutória O regime jurídico de Segurança contra Incêndio em edifícios, publicado no Decreto-lei nº 220/2008 de 12 de Novembro, em vigor desde 1 de Janeiro de 2009, estabelece em regulamentação complementar (Portaria n.º 1532/2008 de 29 de Dezembro) que o extintor de incêndio deve estar em conformidade com a NP Entre várias informações, a NP 4413 define, no seu anexo F, os requisitos de certificação do serviço de manutenção de extintores. A certificação do serviço atesta a qualidade do serviço de instalação e manutenção fornecido, a competência dos técnicos que o prestam e o cumprimento de exigências mínimas em matéria de instalações e organização. Perante o novo enquadramento jurídico, pretende a APSEI, através deste Guia de Certificação, dar nota das vantagens da certificação do serviço e disponibilizar às empresas um conjunto de informações sintéticas e sistemáticas relativas ao conteúdo do referencial de certificação, bem como listas de verificação que permitirão o diagnóstico interno das empresas relativamente ao estado de cumprimento dos requisitos. 2. Vantagens da certificação Num mercado cada vez mais competitivo, a Qualidade apresenta-se como um critério determinante na decisão de compra do cliente. Ela é, no entanto, um requisito dificilmente demonstrável e mais ainda quando se está na presença de um serviço cuja eficiência apenas é testada em situações de risco de incêndio. A Certificação do Serviço permite evidenciar essa mesma qualidade. É uma solução que permite responder às exigências do mercado, satisfazer as necessidades do cliente através da garantia de que o serviço se encontra em conformidade com factores de qualidade e, igualmente, como garantia do cumprimento das normas vigentes, neste caso com a norma Portuguesa 4413:

5 A certificação do serviço de manutenção de extintores garante que em todas as etapas da prestação do serviço são cumpridos os requisitos da Norma Portuguesa 4413:2006. A certificação do serviço de manutenção de extintores é atribuída por um período de 3 anos e é verificada anualmente na sequência de uma auditoria realizada à empresa. As auditorias e verificações são executadas por organismos certificadores imparciais e independentes. Com a certificação do serviço de manutenção de extintores a empresa conseguirá comunicar ao mercado o seu compromisso com a Qualidade e demonstrar que o Serviço é efectuado por profissionais responsáveis, eficientes e munidos das condições técnicas necessárias em matéria de instalações e organização. Conseguirá ainda uma diferenciação baseada na Qualidade, com compromissos concretos relativamente às características do Serviço e reconhecida por um organismo independente de indiscutível credibilidade pública. 5

6 3. Requisitos de Sistema para a Certificação do Serviço de Manutenção de Extintores A Certificação do Serviço de Manutenção de Extintores tem como referencial a Norma Portuguesa 4413:2006, devendo as empresas, para a sua obtenção, cumprir com os requisitos de certificação listados no Anexo F da referida Norma, a saber: Organização e responsabilidade Sistema documental Controlo de documentos e dados, incluindo registos Instalações e equipamentos Qualificação e formação de colaboradores Tratamento de reclamações Comunicação com o cliente e avaliação da satisfação Não conformidades, acções correctivas e preventivas Metodologias de controlo interno Plano de controlo interno 3.1 Organização e responsabilidade Interpretação Atribuição e comunicação de responsabilidades aos colaboradores envolvidos na implementação, realização e manutenção do Sistema para a Certificação do Serviço de Manutenção de Extintores (SCSME), de acordo com a Norma NP 4413:2006, promovendo a sua motivação e envolvimento. A organização deve identificar as actividades a desempenhar, definindo responsabilidades para as diferentes funções dos colaboradores que gerem, executam e verificam as operações efectuadas no âmbito do SCSME e os respectivos procedimentos. 6

7 Procedimentos para Instrução do Processo Dar a conhecer o conteúdo da Norma Portuguesa 4413:2006 a todos os níveis da organização através de Acções de Formação, assegurando que esta se encontra disponível para consulta na empresa Definir o poder de decisão e a responsabilidade civil da empresa Elaborar um organigrama que defina as responsabilidades e as relações entre as pessoas que intervêm na prestação do serviço de manutenção de extintores: Definição do organigrama da Empresa, dando especial ênfase à área funcional da Manutenção: 7

8 Elaborar um fluxograma que descreva as principais fases de execução do serviço e indique os pontos onde são efectuadas acções de controlo interno: Exemplo: Recepção do Extintor Encontra-se em boas condições? Não Devolver ao Cliente Sim Identificar o tipo de extintor Realizar a manutenção Controlo de qualidade do serviço Facturação e Entrega ao Cliente Sim Extintor aprovado? Não Entrega ao Cliente Fim do Processo Fim do Processo 8

9 Identificação das actividades do processo Identificação dos Responsáveis por cada actividade Descrição dos Procedimentos e registos aplicáveis Em caso de recurso a subcontratação do serviço de manutenção de extintores, a empresa subcontratada deverá ser igualmente certificada segundo a Norma Portuguesa 4413:2006, por entidade acreditada e evidenciada através de cópia do certificado Solicitação da apresentação de comprovativo 3.2 Sistema documental Interpretação Garantir a identificação e controlo dos documentos do SCSME e dos documentos externos, incluindo os relacionados com os clientes. A empresa deve identificar os documentos relacionados com os clientes e os responsáveis pelo seu controlo. De acordo com a Norma NP EN ISO 9000:2005 (Sistemas de Gestão da Qualidade. Fundamentos e Vocabulário): Documento Informação e respectivo meio de suporte Procedimento Modo especificado de realizar uma actividade ou um processo Registo Documento que expressa resultados obtidos ou fornece a evidência das actividades realizadas A organização poderá estabelecer a documentação do sistema em qualquer tipo de suporte: Papel Magnético Electrónico ou disco óptico Fotográfico, etc. 9

10 Procedimentos para Instrução do Processo Definir um sistema documental controlado (recepção, expedição, distribuição interna e arquivo de documentos) que abranja a documentação interna e externa, incluindo a relacionada com os clientes Assim, é conveniente que a organização defina uma estrutura documental, clarificando as interligações entre os diversos documentos, como suporte à realização das actividades e procedimentos do seu SCSME. Ex: LEGISLAÇÃO APLICÁVEL PROCEDIMENTOS NORMAS INTERNAS IMPRESSOS DO SISTEMA REGISTOS Consideram-se documentos externos os seguintes: Legislação Normas Especificações Técnicas Manuais de fabricantes Etc. 10

11 3.3 Controlo de documentos e dados, incluindo registos Interpretação Elaborar um procedimento para definir as actividades que permitem controlar os documentos do SCSME, isto é, garantir que os documentos utilizados nas operações da organização são sujeitos a um controlo de publicação, aprovação, distribuição, revisão e substituição, para que se encontrem sempre disponíveis nas suas últimas versões e nos locais de utilização. Elaborar os documentos necessários à realização da actividade de manutenção dos extintores e ao cumprimento dos requisitos do sistema de certificação do serviço. Elaborar um procedimento para definir as regras de identificação, recolha, arquivo, manutenção, consulta e divulgação dos registos do SCSME. A empresa deve definir uma metodologia de identificação dos documentos (código), locais de arquivo (pastas, departamentos), formas de protecção dos mesmos, formas de recuperação (indexação dos documentos), período de arquivo (a NP 4413:2006 exige um período mínimo de 5 anos), e formas de eliminação (destruição física, reciclagem, etc.). Tal como referido anteriormente, os documentos podem estar em qualquer formato ou tipo de suporte. Procedimentos para Instrução do Processo Classificar os documentos requeridos pelo sistema de certificação do serviço de manutenção de extintores como controlados e definir um Procedimento documentado para o controlo de documentos, dados e registos que inclua: Codificação dos documentos desenvolvidos Definição das responsabilidades de elaboração, aprovação, distribuição e revisão dos documentos Recolha e eliminação dos documentos obsoletos 11

12 Identificação e controlo dos documentos externos (por ex. através de carimbo de recepção) Controlo de identificação, armazenagem, protecção, recuperação, tempo de retenção e eliminação dos registos Anexo A Modelo exemplo de: Lista de Registos e Arquivos Controlo de Documentos Distribuição de Documentos 3.4 Instalações e equipamento Interpretação A organização deve dotar-se de instalações, equipamentos e serviços adequados para atingir a qualidade do serviço prestado. Deve, ainda, identificar e controlar todo o equipamento utilizado durante a realização do serviço, de forma a garantir, sempre que necessário, que os resultados são válidos. Os equipamentos devem ser calibrados em laboratórios acreditados para o efeito, identificados com o respectivo estado de calibração (calibrado / não calibrado / fora de serviço / não sujeito a calibração). A empresa deve garantir que estes são protegidos durante a utilização, manutenção e armazenagem. Devem ser mantidas as evidências (certificados) das calibrações efectuadas, bem como os resultados obtidos. Sempre que for utilizado um software na monitorização e/ou medição de resultados, o mesmo deve ser testado antes da primeira utilização. Procedimentos para Instrução do Processo Cumprir o estipulado legalmente, em termos de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho, ao nível das instalações: 12

13 Portaria nº 53/71, de 3 de Fevereiro Aprova o Regulamento Geral de Segurança e Higiene do Trabalho nos Estabelecimentos Industriais Portaria nº 702/80, de 22 de Setembro Altera o Regulamento Geral de Segurança e Higiene do Trabalho nos Estabelecimentos Industriais Decreto-Lei nº 243/86, de 20 de Agosto Aprova o Regulamento de Higiene e Segurança do Trabalho nos Estabelecimentos Comerciais, de Escritórios e Serviços Decreto-Lei nº 441/91, de 14 de Novembro Estabelece o regime jurídico do enquadramento da segurança, higiene e saúde no trabalho Decreto-Lei nº 347/93, de 1 de Outubro Transpõe para a ordem jurídica interna a Directiva nº 89/654/CEE, do Conselho, de 30 de Novembro, relativa às prescrições mínimas de segurança e de saúde nos locais de trabalho Decreto-Lei nº 348/93, de 1 de Outubro Transpõe para a ordem jurídica interna a Directiva nº 89/656/CEE, do Conselho, de 30 de Novembro, relativa às prescrições mínimas de segurança e de saúde para a utilização pelos trabalhadores de equipamento de protecção individual no trabalho Portaria nº 987/93, de 6 de Outubro Estabelece as prescrições mínimas de segurança e saúde nos locais de trabalho Portaria nº 988/93, de 6 de Outubro Estabelece as prescrições mínimas de segurança e saúde dos trabalhadores na utilização de equipamento de protecção individual Decreto-Lei nº 141/95, de 14 de Junho Estabelece as prescrições mínimas para a sinalização de segurança e de saúde no trabalho Decreto-Lei nº 191/95, de 28 de Julho Regulamenta o regime da segurança, higiene e saúde no trabalho Portaria nº 1456-A/95, de 11 de Dezembro Regulamenta as prescrições mínimas de colocação e utilização da sinalização de segurança e de saúde no trabalho. Revoga a Portaria nº 434/83, de 15 de Abril. Decreto-Lei nº 133/99, de 21 de Abril Altera o Decreto-Lei nº 441/91, de 14 de Novembro, relativo aos princípios de prevenção de riscos profissionais para assegurar a transposição de algumas regras da directiva quadro relativa à segurança e saúde dos trabalhadores nos locais de trabalho 13

14 Decreto-Lei nº 159/99, de 11 de Maio Regulamenta o seguro de acidentes de trabalho para os trabalhadores independentes Dispor de instalações com uma área não inferior a 50 m 2 (a eventual existência de um carro-oficina é opcional e só é possível como complemento das instalações físicas existentes. A área dos eventuais carros-oficina não deve ser contabilizada na área das instalações físicas) Elaboração de uma planta geral das instalações, onde deverá ser referida a localização dos equipamentos e as áreas de trabalho Definição dos procedimentos de manutenção a adoptar nas instalações físicas e nos carros-oficina (de acordo com os Anexos B e C da NP 4413:2006) Assegurar a existência dos seguintes equipamentos mínimos exigíveis: Compressor de ar Manómetro dos mano-redutores calibrado Fixação de segurança para garrafas de CO 2 Grampo/Pinça de fixação de extintores Máquina de enchimento de CO 2 Balanças calibradas e com grau de resolução/exactidão de acordo com as Normas aplicáveis Máquina(s) de enchimento de pó químico seco Lanterna de inspecção interior Sistema de secagem de extintor a ar seco Equipamentos/Ferramentas adequadas ao serviço Pinça de pressurização de azoto Bancada de trabalho com iluminação adequada Lupa para inspecção visual de superfícies metálicas com corrosão Tina de teste de estanquicidade 14

15 Elaboração de um procedimento para identificação e controlo do equipamento existente, que inclua: Plano de Calibração/verificação dos equipamentos de medição (manómetros e balanças) Registo das bases de calibração adoptadas, quando aplicável Definição de critérios de aceitação das calibrações Registos dos resultados de calibrações/verificações efectuadas Identificação do equipamento relativamente ao estado de calibração Plano de Manutenção dos equipamentos Validação do software de computador, antes da primeira utilização, e reconfirmação, quando necessário Anexo B Modelo exemplo de: Plano de Calibração Relatório Técnico 3.5 Qualificação e formação de colaboradores Interpretação A empresa deve ser dotada de técnicos qualificados, nomeadamente com a profissão de Técnico de Equipamentos e Sistemas de Segurança contra Incêndio, com funções de responsável de manutenção e com funções de operador de manutenção, sendo requisito mínimo da certificação do serviço de manutenção de extintores a existência, na empresa, de um técnico com funções de responsável de manutenção. A empresa deve elaborar um procedimento de forma a identificar as necessidades de formação dos seus colaboradores e a garantir que essas necessidades são satisfeitas. 15

16 Devem ser elaborados dossiers individuais com todas as informações sobre a escolaridade, formação, saber fazer e experiência dos colaboradores. Os colaboradores devem ser consciencializados da importância das suas actividades e de como as mesmas contribuem para a realização de um serviço eficaz. Procedimentos para Instrução do Processo Identificar quais os colaboradores que se enquadram nas funções de Responsável de Manutenção, de Operador de Manutenção ou outros (por exemplo, estagiários ou aprendizes) Garantir que os colaboradores são qualificados por Entidade Competente, em conformidade com os requisitos da Norma Portuguesa 4413:2006 Elaborar procedimentos de formação que contenham: Método de identificação das necessidades de formação Objectivos da Formação Planeamento da Formação Registo da Formação Metodologia de avaliação de eficácia da Formação Elaborar pasta do pessoal que contenha um dossier individual com todas as informações do colaborador (dados pessoais, habilitações literárias, experiência profissional e cópias dos certificados de formação) 16

17 3.6 Tratamento de reclamações Interpretação A organização deve identificar o circuito de recepção, análise e decisão das reclamações dos respectivos clientes, cumprindo o legalmente estabelecido (Livro de Reclamações). Devem ser identificados: Os colaboradores que recepcionam as reclamações Os colaboradores que efectuam a análise e decisão Os métodos/meios de comunicação com o cliente Uma reclamação poderá ser considerada uma não conformidade, devendo a empresa agir de acordo com o requisito 8 da Norma Portuguesa 4413:2006. Procedimentos para Instrução do Processo Deve ser desenvolvido um procedimento que defina as responsabilidades na recepção, análise e tratamento das reclamações, bem como o respectivo impresso de registo, sempre que o cliente não registe a sua reclamação no Livro de Reclamações. Anexo C Modelo exemplo de: Tratamento de Reclamações 17

18 3.7 Avaliação de satisfação dos clientes Interpretação A empresa deve definir formas de obter informações (escritas ou verbais) ao cliente relativas ao serviço prestado e estabelecer um processo eficaz de tratamento e análise dessa informação, com o objectivo de melhorar o desempenho da empresa. Exemplos de fontes de informação: Reclamações dos clientes Comunicação directa com os clientes Questionários Relatórios Estudos sectoriais Procedimentos para Instrução do Processo Deve ser desenvolvido um procedimento que identifique qual a informação a recolher, o método de obtenção da mesma, periodicidade, tratamento e análise dos resultados obtidos. Definir a metodologia utilizada na empresa, para análise, registo, confirmação e revisão das consultas dos clientes de forma a assegurar a capacidade de resposta e a satisfação dos respectivos requisitos. Anexo D Modelo exemplo de: Inquérito de Avaliação do Serviço 18

19 3.8 Não conformidades, acções correctivas e preventivas Interpretação NÃO CONFORMIDADE: Não satisfação de um requisito CORRECÇÃO: Acção para eliminar uma não conformidade detectada ACÇÃO CORRECTIVA: Acção para eliminar a causa de uma não conformidade detectada ou de outra situação indesejável ACÇÃO PREVENTIVA: Acção para eliminar a causa de uma potencial não conformidade, ou de outra situação indesejável A empresa deve identificar as não conformidades detectadas durante a realização do serviço e, quando praticável, garantir que estas são registadas de forma a proporcionar dados para as actividades de análise e melhoria. A empresa deve implementar acções correctivas e preventivas para eliminar as causas das não conformidades reais ou potenciais. A empresa deve manter os registos das não conformidades, acções correctivas e preventivas durante pelo menos três anos. Procedimentos para Instrução do Processo Deve ser desenvolvido um procedimento que tipifique as não conformidades, descreva o método de identificação e controlo da não conformidade, a análise das causas, a correcção e as responsabilidades. Este procedimento deverá conter, também, informações relativas ao método de definição e implementação de acções correctivas e/ou preventivas e as responsabilidades. 19

20 Estas acções deverão ser objecto de avaliação de forma a garantir a sua eficácia. Anexo E Modelo exemplo de: Relatório de Melhoria 3.9 Metodologias de controlo interno Interpretação A empresa deve definir o método pelo qual irá realizar a monitorização e avaliação do serviço prestado. Os resultados encontrados devem possibilitar determinar se o serviço está a ser realizado de acordo com os requisitos da Norma NP 4413:2006. Desta monitorização e avaliação deve também sair informação relativa à implementação e eficácia do Sistema da Qualidade (por ex. realização eficaz e eficiente do serviço, oportunidades de melhoria e utilização eficaz e eficiente dos recursos). As monitorizações e verificações terão de ser devidamente planeadas, e definidos os responsáveis pela sua realização. NOTA: Se no decorrer das monitorizações e avaliações do serviço forem detectadas não conformidades, estas devem ser tratadas de acordo com o Requisito 8 - Não conformidades, Acções Correctivas e Preventivas. Procedimentos para Instrução do Processo Deve ser desenvolvido um procedimento que identifique os métodos de monitorização e avaliação, responsabilidades, registos e respectiva periodicidade. Exemplos de monitorização e avaliação: 20

21 Verificação Auto-avaliação Auditoria interna Questionários Anexo F Modelo exemplo de: Lista de Verificação 3.10 Plano de controlo interno Interpretação Elaborar um Plano de controlo interno, para verificação da conformidade dos requisitos da Norma NP 4413:2006. Procedimentos para Instrução do Processo Deve ser elaborado um Plano de Controlo Interno que identifique: Característica a controlar Tipo de controlo Responsável Periodicidade Requisito Suporte documental 21

22 ANEXO A 22

23 Modelo Exemplo de Lista de Registos e Arquivos Identificação Área Arquivo Recuperação Tempo (anos) Código Designação Pasta Resp. Local Chave Ordem Activo Arquivo GQ Data

24 Modelo Exemplo de Controlo de Documentos Documento DESIGNAÇÃO / CÓDIGO Data Ver. Pg.

25 Modelo Exemplo de Distribuição de Documentos Nome: Departamento: Código Designação Revisão Data Declaro que compreendi o conteúdo dos documentos acima mencionados e comprometo-me a desenvolver o meu trabalho de acordo com os mesmos. O colaborador: Data: / /

26 ANEXO B 26

27 Modelo Exemplo de Plano de Calibração DESIGNAÇÃO DO EQUIPAMENTO MESES Nº DO EQUIPAMENTO JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ

28 Modelo Exemplo de Relatório Técnico IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA: IDENTIFICAÇÃO DO CLIENTE: Logo da Empresa Nome: Morada: Cód. Postal: NIF: Telf: Fax: Técnico Responsável: Nome: Morada: Código Postal: NIF: Telf: Fax: INTERVENÇÃO TÉCNICA: Data de Início: / / Data Final: / / Ident. Extintor Nº Série Agente Extintor Peso Data Fabrico Prova Hidráulica Carregado em: Última Revisão: Operação Efectuada: Resultado: Próxima Carregamento Revisão Inspecção Conforme Rejeitado* intervenção / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / *Conforme NP 4413:2006

29 Ident. Extintor Anomalia(s) Encontrada(S) Peça(s) Substituída(s) OBSERVAÇÕES: Assinatura do Técnico Assinatura do Cliente, de de 200

30 ANEXO C 30

31 Modelo Exemplo de Tratamento de Reclamações Cliente: Contacto (Nome da pessoa) Descrição: Recebida por: Data: / / Análise da reclamação: Departamento: Responsável: Data: / / Decisão: Departamento: Responsável: Data: / / Gerência: Data: / / Nota: Anexar todos os documentos da análise da reclamação e resolução da reclamação. 31

32 ANEXO D 32

33 A Guia Interpretativo / Requisitos NP 4413:2006 Modelo Exemplo de Inquérito de Avaliação do Serviço IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA NOME: TELEFONE: ENDEREÇO DA SEDE: FAX: CONTACTOS Atendimento MAU MÉDIO BOM M.BOM Balcão A ELABORAÇÃO DE PROPOSTAS É REALIZADA COM : Rapidez Apresentação e quantidade da informação disponibilizada MAU MÉDIO BOM M. BOM MAU MÉDIO BOM M. Prazos BOM Qualidade do serviço de manutenção Tempo de resolução de reclamações MAU MÉDIO BOM M. BOM O serviço prestado, na globalidade, corresponde às vossa expectativas MAU MÉDIO BOM M. BOM SUGESTÕES NOME FUNÇÃO DATA RÚBRICA MUITO OBRIGADO PELA VOSSA COLABORAÇÃO! 33

34 ANEXO E 34

35 Modelo Exemplo de Relatório de Melhoria Relatório de Melhoria Nº Não Conformidade Acção de Melhoria Prod. Não Conforme Auditoria Reclamação Ocorrência / Descrição Dep. Rubrica Data Correcção Prazo Previsto para Implementação Dep. Rubrica Data 35

36 Análise Natureza Produto Matéria Prima Equipamento Homem Sistema Documento Prática Outros Outros Dep. Rubrica Data Desencadeia: Não Sim (em caso afirmativo virar a página) Rubrica do DQ Acções Correctivas Acções Preventivas Data Acção a Implementar Data de Inicio da Acção Prazo Previsto para Implementação Dep. Rubrica Data Acompanhamento da Acção Data Descrição Conclusão do RM Gerência Data Observações 36

37 ANEXO F 37

38 Modelo Exemplo de Lista de Verificação Requisitos Check-list procedimentos Observações Sim Não Organização e responsabilidade - 2 Sistema documental - 3 Controlo de documentos e dados (incluindo registos) 1.1 A Norma encontra-se implementada e difundida a todos os níveis da organização? 1.2 Poder de decisão e responsabilidade civil da empresa devidamente definidos? 1.3 Elaborado organigrama que defina as responsabilidades e as relações entre as pessoas que intervêm na prestação do serviço de manutenção de extintores? 1.4 Elaborado fluxograma que descreva as principais fases de execução do serviço e indique os pontos onde são efectuadas acções de controlo interno? 1.5 Em caso de recurso a subcontratação a empresa subcontratada é uma empresa de manutenção certificada de acordo com a NP 4413? 2.1 Encontra-se definido um sistema documental controlado que abranja a documentação interna e externa (incluindo a relacionada com os clientes)? 3.1 Os documentos requeridos por este sistema encontram-se classificados como controlados? Nota:os registos são um tipo especial de docs. e devem ser controlados de acordo com as regras a seguir estabelecidas. 3.2 Existe um procedimento documentado p/ definir os controlos necessários para: a) aprovar os docs. quanto à sua adequação antes de serem editados? b) rever/actualizar os docs. quando necessário e para os reaprovar? c) assegurar que as alterações e o estado actual de revisão dos docs. são identificados? Controlado durante a Auditoria Interna ao Sistema de Gestão da Qualidade Controlado durante a Auditoria Interna ao Sistema de Gestão da Qualidade Controlado durante a Auditoria Interna ao Sistema de Gestão da Qualidade d) assegurar que as versões relevantes dos docs. aplicáveis estão disponíveis nos locais de utilização?

39 Requisitos Check-list procedimentos Instrução Processo Observações e) assegurar que os docs. se mantêm legíveis e prontamente identificáveis? Sim Não - 3 Controlo de documentos e dados (incluindo registos) - cont Instalações e equipamento f) assegurar que os docs. de origem externa são identificados e a sua distribuição controlada? g) prevenir a utilização indevida de docs. obsoletos e para os identificar de forma apropriada se forem retidos para qualquer propósito? 3.3 Registos elaborados e mantidos de forma a proporcionar evidências da conformidade c/ os requisitos estabelecidos e o fornecimento eficaz do serviço? 3.4 Estabelecido um procedimento documentado p/ definir os controlos necessários p/ identificação/ armazenagem / protecção / recuperação / tempo de retenção / eliminação dos registos? 3.5 Os registos são mantidos p/ período mínimo de 5 anos? 4.1 Os colaboradores cumprem as regras de segurança (utilização dos EPI s) e as instalações? 4.4 Encontram-se disponíveis os procedimentos definidos para as tarefas a desenvolver no carro-oficina? Controlado durante a Auditoria Interna ao Sistema de Gestão da Qualidade

40 Requisitos Check-list procedimentos Observações Sim Não - 4 Instalações e equipamento - cont. - Máquina de enchimento de CO 2 c/ condições p/ enchimento de extintores e sparklets (garrafas de CO 2)? Máquina(s) de enchimento de pó químico seco? Sistema limpeza e secagem de extintor a ar seco a 90º? Rampa de pressurização/pinça pressurização de azoto? Tina de teste de estanquicidade? Lupa inspecção visual superfícies metálicas c/ corrosão? Lanterna de inspecção interior? Grampo/pinça de fixação de extintores? Bancada de trabalho c/ iluminação adequada? Equipamentos/Ferramentas adequados ao serviço? Balanças calibradas e com graus de resolução/exactidão de acordo c/ as tarefas e tolerâncias definidas pelas normas aplicáveis? Manómetro dos mano-redutores calibrado? 4.6 Estabelecido um procedimento p/ identificação e controlo do equipamento existente? 4.7 Encontra-se garantido (quando for necessário assegurar resultados válidos) que o equipamento de medição deve: a) Ser calibrado e/ou verificado em intervalos especificados ou antes da utilização, face a padrões de medição rastreáveis a padrões de medição internacionais ou nacionais; quando não existirem tais padrões, a base utilizada p/ calibração ou verificação deve ser registada? b) Ser ajustado/reajustado quando necessário? c) Ser identificado p/ permitir determinar o estado de calibração? d) Ser salvaguardado de ajustamentos que possam invalidar o resultado da medição? e) Ser protegido de danos/deterioração durante o manuseamento / manutenção / armazenagem? Controlado durante a Auditoria Interna ao Sistema de Gestão da Qualidade

41 Requisitos Check-list procedimentos Instrução Processo Observações Sim Não - 4 Instalações e equipamento - cont Avaliada e registada a validade dos resultados das medições anteriores quando o equipamento é encontrado não conforme c/ os requisitos? A empresa deve empreender acções apropriadas relativamente ao equipamento e a qualquer serviço afectado. 4.9 São mantidos os registos dos resultados de calibração e verificação? 4.10 É confirmada a aptidão do software de computador quando utilizado na monitorização e medição de requisitos especificados para satisfazer a aplicação desejada. Nota: isto deve ser efectuado antes da 1ª utilização e reconfirmado quando necessário. Controlado durante a Auditoria Interna ao Sistema de Gestão da Qualidade - 5 Qualificação e Formação de colaboradores 5.1 Nota: p/ efeitos do serviço de manutenção de extintores são considerados os requisitos mínimos da profissão de Técnico de Equipamentos e Sistemas de Segurança contra Incêndio nomeadamente: a) Funções de Responsável de Manutenção Escolaridade mínima obrigatória à data da entrada em funções?. Formação em manutenção de extintores (pode ser através de formação interna em empresa c/ o serviço de manutenção de extintores certificado, empresa fabricante de extintores ou entidade formadora reconhecida p/ o efeito)?. Experiência de 3 anos em manutenção de extintores?.. b) Funções de Operador de Manutenção Habilitações iguais ou superiores ao 6º ano de escolaridade? Nada a assinalar.

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Objectivos do Curso. No final deste os alunos deverão: Identificar os principais objectivos associados à implementação de Sistemas de Gestão da Qualidade (SGQ) Compreender

Leia mais

Estrutura da Norma. 0 Introdução 0.1 Generalidades. ISO 9001:2001 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos. Gestão da Qualidade 2005

Estrutura da Norma. 0 Introdução 0.1 Generalidades. ISO 9001:2001 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos. Gestão da Qualidade 2005 ISO 9001:2001 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos Gestão da Qualidade 2005 Estrutura da Norma 0. Introdução 1. Campo de Aplicação 2. Referência Normativa 3. Termos e Definições 4. Sistema de Gestão

Leia mais

NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO

NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO NIP: Nº DO RELATÓRIO: DENOMINAÇÃO DA EMPRESA: EQUIPA AUDITORA (EA): DATA DA VISITA PRÉVIA: DATA DA AUDITORIA: AUDITORIA DE: CONCESSÃO SEGUIMENTO ACOMPANHAMENTO

Leia mais

A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes

A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes A satisfação e o desempenho dos recursos humanos em qualquer organização estão directamente relacionados entre

Leia mais

Estrutura da Norma. 0 Introdução 0.1 Generalidades. ISO 9001:2008 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos

Estrutura da Norma. 0 Introdução 0.1 Generalidades. ISO 9001:2008 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos ISO 9001:2008 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos Gestão da Qualidade e Auditorias (Mestrado em Engenharia Alimentar) Gestão da Qualidade (Mestrado em Biocombustívies) ESAC/João Noronha Novembro

Leia mais

TRANSIÇÃO DA ISO 9001:2000 PARA ISO 9001:2008 DOCUMENTO SUMÁRIO DE ALTERAÇÕES ALTERAÇÕES QUE PODEM AFECTAR O SISTEMA

TRANSIÇÃO DA ISO 9001:2000 PARA ISO 9001:2008 DOCUMENTO SUMÁRIO DE ALTERAÇÕES ALTERAÇÕES QUE PODEM AFECTAR O SISTEMA TRANSIÇÃO DA ISO 9001:2000 PARA ISO 9001:2008 DOCUMENTO SUMÁRIO DE ALTERAÇÕES A nova norma ISO 9001, na versão de 2008, não incorpora novos requisitos, mas apenas alterações para esclarecer os requisitos

Leia mais

CHECK LIST DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Divisão:

CHECK LIST DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Divisão: 4.2.2 Manual da Qualidade Está estabelecido um Manual da Qualidade que inclui o escopo do SGQ, justificativas para exclusões, os procedimentos documentados e a descrição da interação entre os processos

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA ESTUDOCOMPARATIVO NBRISO13485:2004 RDC59:2000 PORTARIA686:1998 ITENSDEVERIFICAÇÃOPARAAUDITORIA 1. OBJETIVO 1.2. 1. Há algum requisito da Clausula 7 da NBR ISO 13485:2004 que foi excluída do escopo de aplicação

Leia mais

Manual de Gestão da Qualidade

Manual de Gestão da Qualidade Manual de Gestão da Qualidade A Índice A Índice... 2 B Manual da Qualidade... 3 C A nossa Organização... 4 1 Identificação... 4 2 O que somos e o que fazemos... 4 3 Como nos organizamos internamente -

Leia mais

NO ÂMBITO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

NO ÂMBITO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE INTRODUÇÃO Página: / Revisão:0 MANUAL DE FUNÇÕES NO ÂMBITO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE XZ Consultores Direção INTRODUÇÃO Página: / Revisão:0 ÍNDICE CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO 1 Mapa de Controlo das Alterações

Leia mais

Data de adopção. Referência Título / Campo de Aplicação Emissor. Observações

Data de adopção. Referência Título / Campo de Aplicação Emissor. Observações NP ISO 10001:2008 Gestão da qualidade. Satisfação do cliente. Linhas de orientação relativas aos códigos de conduta das organizações CT 80 2008 NP ISO 10002:2007 Gestão da qualidade. Satisfação dos clientes.

Leia mais

Gestão da Qualidade. Gestão de auditorias internas. 09-12-2009 11:13 Natacha Pereira & Sibila Costa 1 NP EN ISO 19011:2003

Gestão da Qualidade. Gestão de auditorias internas. 09-12-2009 11:13 Natacha Pereira & Sibila Costa 1 NP EN ISO 19011:2003 Gestão da Qualidade Gestão de auditorias internas 09-12-2009 11:13 Natacha Pereira & Sibila Costa 1 NP EN ISO 19011:2003 Linhas de orientação para auditorias a sistema de gestão da qualidade e/ou gestão

Leia mais

Norma ISO 9000. Norma ISO 9001. Norma ISO 9004 SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE REQUISITOS FUNDAMENTOS E VOCABULÁRIO

Norma ISO 9000. Norma ISO 9001. Norma ISO 9004 SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE REQUISITOS FUNDAMENTOS E VOCABULÁRIO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALDADE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE Norma ISO 9000 Norma ISO 9001 Norma ISO 9004 FUNDAMENTOS E VOCABULÁRIO REQUISITOS LINHAS DE ORIENTAÇÃO PARA MELHORIA DE DESEMPENHO 1. CAMPO

Leia mais

CHECK - LIST - ISO 9001:2000

CHECK - LIST - ISO 9001:2000 REQUISITOS ISO 9001: 2000 SIM NÃO 1.2 APLICAÇÃO A organização identificou as exclusões de itens da norma no seu manual da qualidade? As exclusões são relacionadas somente aos requisitos da sessão 7 da

Leia mais

Plano de Formação - 2011. Form + Lab. 2 Semestre

Plano de Formação - 2011. Form + Lab. 2 Semestre Plano de Formação - 2011 Form + Lab 2 Semestre Form + Lab O que é? O Form + Lab é um serviço de formação criado para apoiar os laboratórios na valorização e formação dos seus colaboradores dando resposta

Leia mais

As revisões e/ou alterações ao acordado, são devidamente registadas e analisadas conforme descrito para o caso da definição das condições iniciais.

As revisões e/ou alterações ao acordado, são devidamente registadas e analisadas conforme descrito para o caso da definição das condições iniciais. Preparação da Qualidade Página 1 de 6 5.1. COMERCIALIZAÇÃO 5.1.1. Transporte A empresa através da sua área de operações ou da administração, tem como objectivo em cada serviço adjudicado, entre vários,

Leia mais

CHECK-LIST - NP EN ISO 9001

CHECK-LIST - NP EN ISO 9001 4 Sistemas de gestão da qualidade 4.1 Requisitos gerais A organização deve estabelecer, documentar, implementar e manter um sistema de gestão da qualidade e melhorar continuamente a sua eficácia de acordo

Leia mais

ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário. As Normas da família ISO 9000. As Normas da família ISO 9000

ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário. As Normas da família ISO 9000. As Normas da família ISO 9000 ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário Gestão da Qualidade 2005 1 As Normas da família ISO 9000 ISO 9000 descreve os fundamentos de sistemas de gestão da qualidade e especifica

Leia mais

Procedimento de Gestão PG 01 Gestão do SGQ

Procedimento de Gestão PG 01 Gestão do SGQ Índice 1.0. Objectivo. 2 2.0. Campo de aplicação... 2 3.0. Referências e definições....... 2 4.0. Responsabilidades... 3 5.0. Procedimento... 4 5.1. Política da Qualidade 4 5.2. Processos de gestão do

Leia mais

XXVIII. Qualidade do Novo Edifício Hospitalar ÍNDICE

XXVIII. Qualidade do Novo Edifício Hospitalar ÍNDICE XXVIII Qualidade do Novo Edifício Hospitalar ÍNDICE 1. Sistema de gestão de qualidade... 2 1.1 Objectivos do sistema... 2 1.2 Estrutura organizativa... 4 1.2.1 Organização interna... 4 1.2.2 Estrutura

Leia mais

CIRCULAR N.º 15/2009 REGISTO DE ENTIDADES NA ANPC (Portaria n.º 773/2009)

CIRCULAR N.º 15/2009 REGISTO DE ENTIDADES NA ANPC (Portaria n.º 773/2009) CIRCULAR N.º 15/2009 A Portaria nº 773/2009, de 21 de Julho, que define o procedimento de registo, na Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), das entidades que exercem a actividade de comercialização,

Leia mais

RELATÓRIO DE AUDITORIA

RELATÓRIO DE AUDITORIA RELATÓRIO DE AUDITORIA MUNICÍPIO DE SÁTÃO Nº EXPEDIENTE: 2008/0132/ER/01 NORMA DE APLICAÇÃO: ISO9001:2008 Nº RELATÓRIO: 08 TIPO DE AUDITORIA: AS1 Requer envio de PAC à LUSAENOR: SIM X NÃO o Data de realização

Leia mais

SEGURANÇA, HIGIENE E SAÚDE NO TRABALHO PROGRAMA DE FORMAÇÃO

SEGURANÇA, HIGIENE E SAÚDE NO TRABALHO PROGRAMA DE FORMAÇÃO FORMAÇÃO SEGURANÇA, HIGIENE E SAÚDE NO TRABALHO PROGRAMA DE FORMAÇÃO 1 Introdução No actual quadro legislativo (35/2004) é bem claro que a responsabilidade pelas condições de Segurança, Higiene e Saúde

Leia mais

Palestra Informativa Sistema da Qualidade NBR ISO 9001:2000

Palestra Informativa Sistema da Qualidade NBR ISO 9001:2000 Palestra Informativa Sistema da Qualidade NBR ISO 9001:2000 ISO 9001:2000 Esta norma considera de forma inovadora: problemas de compatibilidade com outras normas dificuldades de pequenas organizações tendências

Leia mais

Lista de Verificação / Checklist

Lista de Verificação / Checklist Lista de Verificação / Checklist Avaliação NC / PC / C Departamentos Padrões de Referência /// Referências do MQ //// Referências Subjetivas A B C D E Cláusula Padrão Conforme/ Não C. 4 Sistema de Gestão

Leia mais

Certificação voluntária de serviços de segurança contra incêndio NP 4513:2012

Certificação voluntária de serviços de segurança contra incêndio NP 4513:2012 Certificação voluntária de serviços de segurança contra incêndio NP 4513:2012 Conteúdos Histórico O que é? Porque foi criada? Estrutura da norma Objetivos Princípios Esquema de certificação Âmbito e validade

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE. Pág. 1 de 15. Actuar. Verifica r. Data: 09/05/2011 Edição: 01 Revisão: 00 Entrada em vigor:

MANUAL DA QUALIDADE. Pág. 1 de 15. Actuar. Verifica r. Data: 09/05/2011 Edição: 01 Revisão: 00 Entrada em vigor: MANUAL DA QUALIDADE Pág. 1 de 15 Planear Realizar Actuar Verifica r Rubrica: Rubrica: MANUAL DA QUALIDADE Pág. 2 de 15 INDICE: CAP. 1 - MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE 1.1. - Objectivo 1.2. - Âmbito e exclusões

Leia mais

REFERENCIAL DO CURSO DE COORDENAÇÃO

REFERENCIAL DO CURSO DE COORDENAÇÃO REFERENCIAL DO CURSO DE COORDENAÇÃO DE Área de Formação 862 Segurança e Higiene no Trabalho Formação Profissional Contínua/de Especialização ÍNDICE 1- ENQUADRAMENTO... 3 2- OBJECTIVO GERAL... 4 3- OBJECTIVOS

Leia mais

Regras gerais. Entidades Utilizadoras de produto de software de prescrição electrónica de medicamentos no Sistema de Saúde

Regras gerais. Entidades Utilizadoras de produto de software de prescrição electrónica de medicamentos no Sistema de Saúde Entidades Utilizadoras de produto de software de prescrição electrónica de medicamentos no Sistema de Saúde Unidade Operacional de Normalização e Certificação de Sistemas e Tecnologias da Informação Os

Leia mais

MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE DO SISTEMA DE GESTÃO Pág. 2 de 16 Se está a receber este documento, isto já significa que é alguém especial para a UEM Unidade de Estruturas Metálicas SA. Convidamo-lo

Leia mais

REGULAMENTO DA BOLSA DE AUDITORES

REGULAMENTO DA BOLSA DE AUDITORES Preâmbulo Tendo por objecto a salvaguarda da qualidade das auditorias executadas sobre actividades ou exercício farmacêuticos, a Ordem dos Farmacêuticos veio criar o presente regulamento da Bolsa de Auditores.

Leia mais

Portaria n.º 348/98, de 15 de Junho Boas práticas de distribuição de medicamentos de uso humano e medicamentos veterinários

Portaria n.º 348/98, de 15 de Junho Boas práticas de distribuição de medicamentos de uso humano e medicamentos veterinários Boas práticas de distribuição de medicamentos de uso humano e medicamentos veterinários O sistema de garantia da qualidade dos medicamentos, quer sejam de uso humano, quer sejam veterinários, abarca não

Leia mais

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES V CONGRESSO BRASILEIRO DE METROLOGIA Metrologia para a competitividade em áreas estratégicas 9 a 13 de novembro de 2009. Salvador, Bahia Brasil. ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO

Leia mais

DIRECTIVA 2003/94/CE DA COMISSÃO

DIRECTIVA 2003/94/CE DA COMISSÃO L 262/22 DIRECTIVA 2003/94/CE DA COMISSÃO de 8 de Outubro de 2003 que estabelece princípios e directrizes das boas práticas de fabrico de medicamentos para uso humano e de medicamentos experimentais para

Leia mais

LNEC - ORGANISMO NOTIFICADO 0856 CERTIFICAÇÃO DE CIMENTOS

LNEC - ORGANISMO NOTIFICADO 0856 CERTIFICAÇÃO DE CIMENTOS Dossier informativo - Cimentos LNEC - ORGANISMO NOTIFICADO 0856 CERTIFICAÇÃO DE CIMENTOS INTRODUÇÃO Qualquer entidade legalmente estabelecida, nacional ou estrangeira, pode solicitar ao LNEC a certificação

Leia mais

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL MANUAL Elaborado por Comitê de Gestão de Aprovado por Paulo Fernando G.Habitzreuter Código: MA..01 Pag.: 2/12 Sumário Pag. 1. Objetivo...

Leia mais

Procedimento de Gestão PG 02 Controlo de Documentos e Registos

Procedimento de Gestão PG 02 Controlo de Documentos e Registos Índice 1.0. Objectivo. 2 2.0. Campo de aplicação 2 3.0. Referências e definições....... 2 4.0. Responsabilidades... 3 5.0. Procedimento... 3 5.1. Generalidades 3 5.2. Controlo de documentos... 4 5.3. Procedimentos

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO. Titulo: Sistema de Gestão da Qualidade CMSeixal MANUAL DE GESTÃO V09. Sistema de Gestão da Qualidade

IDENTIFICAÇÃO. Titulo: Sistema de Gestão da Qualidade CMSeixal MANUAL DE GESTÃO V09. Sistema de Gestão da Qualidade IDENTIFICAÇÃO Titulo: Sistema de Gestão da Qualidade CMSeixal MANUAL DE GESTÃO V09 Código: CMSeixalSGQ_2600204_ManualGestaoV09 Destinatários: Trabalhadores, Munícipes e Utentes da CMSeixal Campo de aplicação:

Leia mais

EDP Renováveis, S.A. Regulamento do Código de Ética

EDP Renováveis, S.A. Regulamento do Código de Ética EDP Renováveis, S.A. Regulamento do Código de Ética 1. Objecto e Âmbito do Regulamento O presente regulamento foi adoptado pelo Conselho Geral e de Supervisão (CGS) e pelo Conselho de Administração Executivo

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO

CÓDIGO DE ÉTICA DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO CÓDIGO DE ÉTICA DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Preâmbulo O presente Código contém as normas éticas que devem ser seguidas pelos Técnicos de Segurança e Higiene do Trabalho e os Técnicos

Leia mais

A Distribuição Moderna no Sec. XXI 28 Março 2011. Certificação da Qualidade Aplicada ao Sistema de Gestão da Marca Própria

A Distribuição Moderna no Sec. XXI 28 Março 2011. Certificação da Qualidade Aplicada ao Sistema de Gestão da Marca Própria Certificação da Qualidade Aplicada ao Sistema de Gestão da Marca Própria PROGRAMA Qualidade Produto Marca Própria - Distribuição Princípios da Qualidade/ ISO 9001 Certificação/Processo de Certificação

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a de Segurança e Higiene no Trabalho Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/7 ÁREA DE ACTIVIDADE OBJECTIVO

Leia mais

AVALIAÇÃO E SELEÇÃO DE FORNECEDORES

AVALIAÇÃO E SELEÇÃO DE FORNECEDORES VERIFICAÇÃO APROVAÇÃO ARQUIVO SQ SIGLA DA UO SULOG RUBRICA SIGLA DA UO G-SCQ RUBRICA 1 OBJETIVO Definir os requisitos e procedimentos mínimos para avaliação e seleção de fornecedores, assegurando fontes

Leia mais

O empregador deve assegurar ao trabalhador condições de segurança e de saúde em todos os aspectos do seu trabalho.

O empregador deve assegurar ao trabalhador condições de segurança e de saúde em todos os aspectos do seu trabalho. Guia de Segurança do Operador PORTUGAL: Lei n.º 102/2009 de 10 de Setembro Regime Jurídico da Promoção da Segurança e Saúde no Trabalho O empregador deve assegurar ao trabalhador condições de segurança

Leia mais

TÍTULO: A nova lei do ruído. AUTORIA: Ricardo Pedro. PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 166 (Setembro/Outubro de 2006) INTRODUÇÃO

TÍTULO: A nova lei do ruído. AUTORIA: Ricardo Pedro. PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 166 (Setembro/Outubro de 2006) INTRODUÇÃO TÍTULO: A nova lei do ruído AUTORIA: Ricardo Pedro PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 166 (Setembro/Outubro de 2006) INTRODUÇÃO Foi publicado no passado dia 6 de Setembro o Decreto-Lei n.º 182/2006 que transpõe

Leia mais

Mestrado em Sistemas Integrados de Gestão (Qualidade, Ambiente e Segurança)

Mestrado em Sistemas Integrados de Gestão (Qualidade, Ambiente e Segurança) Mestrado em Sistemas Integrados de Gestão (Qualidade, Ambiente e Segurança) 1 - Apresentação Grau Académico: Mestre Duração do curso: : 2 anos lectivos/ 4 semestres Número de créditos, segundo o Sistema

Leia mais

Direcção-Geral da Saúde Circular Informativa

Direcção-Geral da Saúde Circular Informativa Assunto: Para: Organização de Serviços de Segurança e Saúde do Trabalho/Saúde Ocupacional (SST/SO) nos Cuidados Primários de Saúde - ACES e Sede de ARS(s) Todos os serviços do Ministério da Saúde Nº: 05/DSPPS/DCVAE

Leia mais

Deliberação n.º 939/2014, de 20 de março (DR, 2.ª série, n.º 75, de 16 de abril de 2014)

Deliberação n.º 939/2014, de 20 de março (DR, 2.ª série, n.º 75, de 16 de abril de 2014) (DR, 2.ª série, n.º 75, de 16 de abril de 2014) Aprova o formulário de notificação, a efetuar ao INFARMED, I. P., e orientações sobre a prática de reprocessamento de dispositivos médicos de uso único pelo

Leia mais

Sistema de Gestão da Qualidade. Documentação e Controlo da Qualidade

Sistema de Gestão da Qualidade. Documentação e Controlo da Qualidade Sistema de Gestão da Qualidade. Documentação e Controlo da Qualidade João Seabra e Barros INETI - Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação, Departamento de Engenharia Energética e Controlo

Leia mais

Escola de Condução Colinas do Cruzeiro

Escola de Condução Colinas do Cruzeiro Escola de Condução Colinas do Cruzeiro MANUAL DA QUALIDADE Índice 1. Índice 1. Índice 2 2. Promulgação do Manual da Qualidade 3 3. Apresentação da Empresa 4 3.1 Identificação da Empresa 4 3.2 Descrição

Leia mais

SISTEMA GESTÃO AMBIENTAL - SGA

SISTEMA GESTÃO AMBIENTAL - SGA SISTEMA GESTÃO AMBIENTAL - SGA SISTEMA GESTÃO AMBIENTAL - SGA Ciclo de melhoria contínua conhecido como Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act) EMAS METODOLOGIA FASEADA DE IMPLEMENTAÇÃO FASEADA DO EMAS In, APA,

Leia mais

Procedimento Corporativo GESTÃO E CONTROLO DE DOCUMENTOS CONFIDENCIAIS

Procedimento Corporativo GESTÃO E CONTROLO DE DOCUMENTOS CONFIDENCIAIS GESTÃO E CONTROLO DE DOCUMENTOS CONFIDENCIAIS 1. Índice 1. Índice... 1 2. Objectivo... 1 3. Âmbito... 1 4. Definições... 1 5. Siglas / Abreviaturas... 1 6. Referências... 1 7. Introdução... 2 8. Medidas

Leia mais

AEP/APCER FORMAÇÃO 2º SEMESTRE 2004

AEP/APCER FORMAÇÃO 2º SEMESTRE 2004 Ed. de Serviços da Exponor, 2º Av. Dr. António Macedo 4450 617 Leça da Palmeira t: 22 999 36 00 f: 22 999 36 01 e-mail: info@apcer.pt www.apcer.pt Formação Empresa 4450-617 Leça da Palmeira t: 22 998 1753

Leia mais

SEGURANÇA, HIGIENE E SAÚDE NO TRABALHO PROGRAMA DE FORMAÇÃO

SEGURANÇA, HIGIENE E SAÚDE NO TRABALHO PROGRAMA DE FORMAÇÃO FORMAÇÃO SEGURANÇA, HIGIENE E SAÚDE NO TRABALHO PROGRAMA DE FORMAÇÃO Introdução No actual quadro legislativo (Lei 7/2009 Código do Trabalho) e (Lei 102/2009 Regime jurídico da promoção da segurança e saúde

Leia mais

Avis juridique important 31991L0412

Avis juridique important 31991L0412 Avis juridique important 31991L0412 Directiva 91/412/CEE da Comissão, de 23 de Julho de 1991, que estabelece os princípios e directrizes das boas práticas de fabrico de medicamentos veterinários Jornal

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL OPERADOR(A) DE ELECTRÓNICA. PERFIL PROFISSIONAL Operador/a de Electrónica Nível 2 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/16

PERFIL PROFISSIONAL OPERADOR(A) DE ELECTRÓNICA. PERFIL PROFISSIONAL Operador/a de Electrónica Nível 2 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/16 PERFIL PROFISSIONAL OPERADOR(A) DE ELECTRÓNICA PERFIL PROFISSIONAL Operador/a de Electrónica Nível 2 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/16 ÁREA DE ACTIVIDADE - ELECTRÓNICA E AUTOMAÇÃO OBJECTIVO GLOBAL

Leia mais

MANUAL DO SISTEMA DA QUALIDADE. Rua Acre, 291 - CEP 83.040-030 Bairro Boneca do Iguaçu - São José dos Pinhais - Paraná.

MANUAL DO SISTEMA DA QUALIDADE. Rua Acre, 291 - CEP 83.040-030 Bairro Boneca do Iguaçu - São José dos Pinhais - Paraná. ELABORADO POR: Carlos Eduardo Matias Enns MANUAL DO SISTEMA DA QUALIDADE APROVADO POR: Edson Luis Schoen 28/1/5 1 de 11 1. FINALIDADE A Saint Blanc Metalmecânica Ltda visa estabelecer as diretrizes básicas

Leia mais

Campanha Nacional Certificar para Ganhar o Futuro

Campanha Nacional Certificar para Ganhar o Futuro Campanha Nacional Certificar para Ganhar o Futuro 19 Junho de 2007 Ponta Delgada Universidade dos Açores José Romão Leite Braz Administrador Finançor Agro Alimentar, S.A. Índice Breve descrição do Grupo

Leia mais

PQ-01-TM. Procedimento de Controlo dos Documentos e Registos

PQ-01-TM. Procedimento de Controlo dos Documentos e Registos 1. OBJECTIVO Definir a metodologia para controlar os s do Sistema de Gestão da e os registos gerados, incluindo s de origem externa 2. ÂMBITO Este procedimento aplica-se ao controlo de todos os s e registos

Leia mais

COMISSÃO DA MARCA DE QUALIDADE LNEC SECÇÃO DE INSCRIÇÃO E CLASSIFICAÇÃO

COMISSÃO DA MARCA DE QUALIDADE LNEC SECÇÃO DE INSCRIÇÃO E CLASSIFICAÇÃO COMISSÃO DA MARCA DE QUALIDADE LNEC SECÇÃO DE INSCRIÇÃO E CLASSIFICAÇÃO QUALIFICAÇÃO COMO GESTOR GERAL DA QUALIDADE DE EMPREENDIMENTOS DA CONSTRUÇÃO INSTRUÇÕES DE CANDIDATURA 1. DESTINATÁRIOS A Marca de

Leia mais

TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008. Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov.

TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008. Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov. TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008 Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov.br 11 3104-0988 Este treinamento tem por objetivo capacitar os participantes para

Leia mais

PROCEDIMENTO DO SISTEMA INTEGRADO QUALIDADE, AMBIENTE, SEGURANÇA

PROCEDIMENTO DO SISTEMA INTEGRADO QUALIDADE, AMBIENTE, SEGURANÇA PROCEDIMENTO DO SISTEMA INTEGRADO QUALIDADE, AMBIENTE, SEGURANÇA PQAS 12 - E AUDITORIAS INTERNAS Cópia: Aprovação: Data: 11-04-2011 Página 2 de 8 ÍNDICE 1. OBJECTIVOS...2 2. ÂMBITO...2 3. SIGLAS, DEFINIÇÕES

Leia mais

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa Aécio Costa A segurança da informação é obtida a partir da implementação de um conjunto de controles adequados, incluindo políticas, processos, procedimentos, estruturas organizacionais e funções de software

Leia mais

Requisitos do Sistema de Gestão de Segurança para a Prevenção de Acidentes Graves (SGSPAG)

Requisitos do Sistema de Gestão de Segurança para a Prevenção de Acidentes Graves (SGSPAG) Requisitos do Sistema de Gestão de Segurança para a Prevenção de Acidentes Graves (SGSPAG) Política de Prevenção de Acidentes Graves Revisão Revisão Identificação e avaliação dos riscos de acidentes graves

Leia mais

SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA

SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA O Sistema de Certificação de Entidades Formadoras, consagrado na Resolução do Conselho de Ministros nº 173/2007, que aprova

Leia mais

Índice. rota 3. Enquadramento e benefícios 6. Comunicação Ética 8. Ética nos Negócios 11. Promoção para o Desenvolvimento Sustentável 13. Percurso 1.

Índice. rota 3. Enquadramento e benefícios 6. Comunicação Ética 8. Ética nos Negócios 11. Promoção para o Desenvolvimento Sustentável 13. Percurso 1. rota 3 CLIENTES Rota 3 Índice Enquadramento e benefícios 6 Percurso 1. Comunicação Ética 8 Percurso 2. Ética nos Negócios 11 Percurso 3. Promoção para o Desenvolvimento Sustentável 13 responsabilidade

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE NP EN ISO 9001:2008 CAPITULO I ESTRUTURA DO MANUAL DA QUALIDADE E REGISTO DE REVISÕES CAPÍTULO I ESTRUTURA DO MANUAL DA QUALIDADE E REGISTO DE REVISÕES ÍNDICE 1. ESTRUTURA

Leia mais

Locais de Trabalho Seguros e Saudáveis. Enquadramento Legal

Locais de Trabalho Seguros e Saudáveis. Enquadramento Legal AICCOPN Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas Locais de Trabalho Seguros e Saudáveis - Obrigações Gerais do Empregador SERVIÇOS DE ENGENHARIA/SEGURANÇA AICCOPN - 07 de Junho de

Leia mais

IDN-Incubadora de Idanha-a-Nova

IDN-Incubadora de Idanha-a-Nova IDN-Incubadora de Idanha-a-Nova Guião do estudo económico e financeiro IDN - Incubadora de Idanha - Guião de candidatura Pág. 1 I CARACTERIZAÇÃO DO PROMOTOR 1.1 - Identificação sumária da empresa 1.2 -

Leia mais

Referencial do Curso de Técnico de Equipamento e Sistemas de Segurança Contra- Incêndios (Extintores e SADI) 1. MÓDULOS:

Referencial do Curso de Técnico de Equipamento e Sistemas de Segurança Contra- Incêndios (Extintores e SADI) 1. MÓDULOS: Referencial do Curso Técnico de Equipamento e Sistemas de Segurança Contra-Incêndios (Extintores e SADI) [2011] 1. MÓDULOS: Unidade 1 - Introdução e enquadramento da actividade de Técnico de Equipamento

Leia mais

MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE

MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE Revisão: 07 Data: 05.03.09 Página 1 de 7 Copia controlada MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE José G. Cardoso Diretor Executivo As informações contidas neste Manual são de propriedade da Abadiaço Ind. e Com.

Leia mais

A certificação de Qualidade para a Reparação Automóvel.

A certificação de Qualidade para a Reparação Automóvel. A certificação de Qualidade para a Reparação Automóvel. Projecto A Oficina+ ANECRA é uma iniciativa criada em 1996, no âmbito da Padronização de Oficinas ANECRA. Este projecto visa reconhecer a qualidade

Leia mais

Inspeção de Equipamento de Pulverização Centros de Inspeção Periódica de Pulverizadores (Centros IPP)

Inspeção de Equipamento de Pulverização Centros de Inspeção Periódica de Pulverizadores (Centros IPP) Inspeção de Equipamento de Pulverização Centros de Inspeção Periódica de Pulverizadores (Centros IPP) Direcção-Geral de Alimentação e Veterinária Direcção de Serviços de Meios de Defesa Sanitária Divisão

Leia mais

CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL DE TÉCNICO DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO

CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL DE TÉCNICO DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL DE TÉCNICO DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO 1/19 Programa do curso Módulo Designação Duração (h) Componente Sócio-Cultural 1 Legislação, regulamentos e normas de segurança,

Leia mais

ORIENTAÇÃO SOBRE PRINCÍPIOS DE AUDITORIA NP EN ISO 19011:2003. Celeste Bento João Carlos Dória Novembro de 2008

ORIENTAÇÃO SOBRE PRINCÍPIOS DE AUDITORIA NP EN ISO 19011:2003. Celeste Bento João Carlos Dória Novembro de 2008 ORIENTAÇÃO SOBRE PRINCÍPIOS DE AUDITORIA NP EN ISO 19011:2003 Celeste Bento João Carlos Dória Novembro de 2008 1 SISTEMÁTICA DE AUDITORIA - 1 1 - Início da 4 - Execução da 2 - Condução da revisão dos documentos

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE. Câmara Municipal do Funchal. Divisão de Atendimento e Informação

MANUAL DA QUALIDADE. Câmara Municipal do Funchal. Divisão de Atendimento e Informação Câmara Municipal do Funchal Divisão de Atendimento e Informação INDICE Promulgação Âmbito Exclusões Hierarquia da documentação do Sistema de Gestão da Qualidade Política da Qualidade Missão e Visão Apresentação

Leia mais

CÓPIA NÃO CONTROLADA MANUAL DE GESTÃO

CÓPIA NÃO CONTROLADA MANUAL DE GESTÃO MANUAL DE GESTÃO FERNANDES & PÁGINA 2 / 18 ÍNDICE PÁG. 1. PROMULGAÇÃO 3 2. APRESENTAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO 4 3. CAMPO DE APLICAÇÃO 11 4. POLÍTICA DA FERNANDES & 12 5. SISTEMA DE GESTÃO 13 FERNANDES & PÁGINA

Leia mais

COMISSÃO EXECUTIVA DA ESPECIALIZAÇÃO EM SEGURANÇA NO TRABALHO DA CONSTRUÇÃO PROCEDIMENTOS PARA ATRIBUIÇÃO DO TÍTULO DE ENGENHEIRO ESPECIALISTA EM

COMISSÃO EXECUTIVA DA ESPECIALIZAÇÃO EM SEGURANÇA NO TRABALHO DA CONSTRUÇÃO PROCEDIMENTOS PARA ATRIBUIÇÃO DO TÍTULO DE ENGENHEIRO ESPECIALISTA EM PROCEDIMENTOS PARA ATRIBUIÇÃO DO TÍTULO DE ENGENHEIRO ESPECIALISTA EM Procedimentos para a atribuição do título de Engenheiro Especialista em Segurança no Trabalho da Construção 1 Introdução...2 2 Definições...4

Leia mais

Benefícios da Certificação para a Administração Pública

Benefícios da Certificação para a Administração Pública Benefícios da Certificação para a Administração Pública Hélder Estradas, 7 de Maio de 2008 Agenda 1 - Resumo Histórico da Certificação em Portugal; 2 - Vantagens da Certificação; 3 - Processo de Certificação.

Leia mais

Escola Secundária/3 da Maia Cursos em funcionamento 2009-2010. Técnico de Electrónica, Automação e Comando

Escola Secundária/3 da Maia Cursos em funcionamento 2009-2010. Técnico de Electrónica, Automação e Comando Ensino Secundário Diurno Cursos Profissionais Técnico de Electrónica, Automação e Comando PERFIL DE DESEMPENHO À SAÍDA DO CURSO O Técnico de Electrónica, Automação e Comando é o profissional qualificado

Leia mais

CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS

CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS Helena Ferreira (helena.ferreira@apcer.pt) Gestora de Desenvolvimento da APCER I. APRESENTAÇÃO DA APCER www.apcer.pt 1. Quem Somos Início de actividade

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Alteração ao Regime Jurídico da Avaliação do Ensino Superior Num momento em que termina o ciclo preliminar de avaliação aos ciclos de estudo em funcionamento por parte da Agência de Avaliação e Acreditação

Leia mais

Manual do Sistema de Gestão da Qualidade na Formação

Manual do Sistema de Gestão da Qualidade na Formação NATURA-ITP, L.da Manual do Sistema de Gestão da Qualidade na Formação Elaborado por Revisto por Aprovado por GT - MSGQF - 01 Coordenador pedagógico Director Formação 17 de Julho de 2014 Código do Documento:

Leia mais

Certificação da Qualidade dos Serviços Sociais. Procedimentos

Certificação da Qualidade dos Serviços Sociais. Procedimentos Certificação da Qualidade dos Serviços Sociais EQUASS Assurance Procedimentos 2008 - European Quality in Social Services (EQUASS) Reservados todos os direitos. É proibida a reprodução total ou parcial

Leia mais

Os Modelos de Gestão da Qualidade das Respostas Sociais - Novos desafios

Os Modelos de Gestão da Qualidade das Respostas Sociais - Novos desafios Qualidade e Sustentabilidade das Organizações Sociais Os Modelos de Gestão da Qualidade das Respostas Sociais - Novos desafios Instituto da Segurança Social, I.P. Gabinete de Qualidade e Auditoria 17 de

Leia mais

I-Ispra: Fornecimento de um grupo electrogéneo trifásico 2012/S 187-306516. Anúncio de concurso. Fornecimentos

I-Ispra: Fornecimento de um grupo electrogéneo trifásico 2012/S 187-306516. Anúncio de concurso. Fornecimentos 1/6 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:306516-2012:text:pt:html I-Ispra: Fornecimento de um grupo electrogéneo trifásico 2012/S 187-306516 Anúncio de concurso

Leia mais

Certificação das Entidades de Acção Social. Soluções e Desafios. rita.porto@apcer.pt Lisboa, 11 de Dezembro. Orador: www.apcer.pt.

Certificação das Entidades de Acção Social. Soluções e Desafios. rita.porto@apcer.pt Lisboa, 11 de Dezembro. Orador: www.apcer.pt. Certificação das Entidades de Acção Social Soluções e Desafios rita.porto@apcer.pt Lisboa, 11 de Dezembro www.apcer.pt AGENDA 0. Apresentação da actividade da APCER 1. Actuais exigências e necessidades

Leia mais

ERS 3002 - Qualidade e Segurança Alimentar na Restauração. www.apcer.pt

ERS 3002 - Qualidade e Segurança Alimentar na Restauração. www.apcer.pt ERS 3002 - Qualidade e Segurança Alimentar na Restauração www.apcer.pt AGENDA Apresentação APCER Desenvolvimento ERS3002 Conteúdo da ERS3002 Metodologias de auditorias Associação constituída em Abril 1996

Leia mais

Saada Chequer Fernandez

Saada Chequer Fernandez Saada Chequer Fernandez Analista de Gestão em Saúde Coordenação da Qualidade CIQ/Direh/FIOCRUZ Gerenciamento da Qualidade em Laboratório de Anatomia Patológica VI Congresso Regional de Histotecnologia

Leia mais

O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:378383-2013:text:pt:html

O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:378383-2013:text:pt:html 1/6 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:378383-2013:text:pt:html Polónia-Varsóvia: Contrato-quadro para desenvolvimento de Intranet com base em SharePoint, sistema

Leia mais

Na sua experiência profissional, salienta-se uma longa lista de obras realizadas, entre as quais:

Na sua experiência profissional, salienta-se uma longa lista de obras realizadas, entre as quais: 1. A EMPRESA retende-se com o presente capítulo efectuar a apresentação da Tomás de Oliveira, do seu compromisso em relação à qualidade e da organização que disponibiliza para alcançar esse objectivo.

Leia mais

Certificação de Sistemas de Gestão. ACIB Associação Comercial e Industrial de Barcelos Barcelos, 29 de Novembro de 2010

Certificação de Sistemas de Gestão. ACIB Associação Comercial e Industrial de Barcelos Barcelos, 29 de Novembro de 2010 Certificação de Sistemas de Gestão ACIB Associação Comercial e Industrial de Barcelos Barcelos, 29 de Novembro de 2010 Sumário 1. Certificação de Sistemas de Gestão Qualidade (ISO 9001:2008); 2. Certificação

Leia mais

RELATÓRIO DE AUDITORIA

RELATÓRIO DE AUDITORIA ENTIDADE AUDITADA: ESE, ESS, ESTG, ESCE e ESA NORMA DE REFERÊNCIA: NP EN ISO 9001.2008 DATA (S) DA AUDITORIA: 15.04..2011 ÂMBITO: Sub-processo Biblioteca DURAÇÃO: 1dia REQUISITO VERIFICADO NÃO CONFORMIDADE

Leia mais

NORMA NBR ISO 9001:2008

NORMA NBR ISO 9001:2008 NORMA NBR ISO 9001:2008 Introdução 0.1 Generalidades Convém que a adoção de um sistema de gestão da qualidade seja uma decisão estratégica de uma organização. O projeto e a implementação de um sistema

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE MQ_v5 MANUAL DA QUALIDADE. FORM_001_v1 [Este documento depois de impresso constitui uma cópia não controlada] Página 1 de 22

MANUAL DA QUALIDADE MQ_v5 MANUAL DA QUALIDADE. FORM_001_v1 [Este documento depois de impresso constitui uma cópia não controlada] Página 1 de 22 MANUAL DA QUALIDADE FORM_001_v1 [Este documento depois de impresso constitui uma cópia não controlada] Página 1 de 22 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 4 1.1 Promulgação... 4 1.2 Âmbito e campo de aplicação do SGQ...

Leia mais

ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 05.REV1/POFC/2009

ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 05.REV1/POFC/2009 ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 05.REV1/POFC/2009 PROCEDIMENTOS DE ENCERRAMENTO DE PROJECTOS 1. ENQUADRAMENTO No âmbito do acompanhamento dos projectos apoiados pelo POFC, importa estabelecer o conjunto de procedimentos

Leia mais

Edital de abertura de concurso. Curso de Especialização Tecnológica (Nível IV) Gestão da Qualidade e Ambiente

Edital de abertura de concurso. Curso de Especialização Tecnológica (Nível IV) Gestão da Qualidade e Ambiente 1. Perfil Profissional Edital de abertura de concurso Curso de Especialização Tecnológica (Nível IV) Gestão da Qualidade e Ambiente O/A Técnico/a Especialista em Gestão da Qualidade e do Ambiente é o/a

Leia mais

NBR ISO/IEC 17025 CONCEITOS BÁSICOS

NBR ISO/IEC 17025 CONCEITOS BÁSICOS NBR ISO/IEC 17025 CONCEITOS BÁSICOS Alexandre Dias de Carvalho INMETRO/CGCRE/DICLA 1/ 28 NBR ISO/IEC 17025 Estabelece requisitos gerenciais e técnicos para a implementação de sistema de gestão da qualidade

Leia mais

Competências Farmacêuticas Indústria Farmacêutica Versão 23.xi.15

Competências Farmacêuticas Indústria Farmacêutica Versão 23.xi.15 Competências Farmacêuticas Indústria Farmacêutica Versão 23.xi.15 Competência* Conteúdos*1 *3 a que se candidata + E a que se candidata + E a que se candidata + E a que se candidata + E Tipo de Competência*2

Leia mais

Vital para a Competitividade da sua Organização

Vital para a Competitividade da sua Organização ISO 27001 Segurança da Informação Vital para a Competitividade da sua Organização Quem Somos? Apresentação do Grupo DECSIS Perfil da Empresa Com origem na DECSIS, Sistemas de Informação, Lda., fundada

Leia mais