Soja Estádios de desenvolvimento

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1 Soja Estádios de desenvolvimento Curso de Produção de Soja 26 de junho de 2018 Equipe de Ecofisiologia Alexandre Lima Nepomuceno José Renato B. Farias Liliane M. Mertz-Henning Norman Neumaier* Salvador Simoneti Foloni

2 Fontes: FEHR, W.R.; CAVINESS, E.C. Stages of soybean development. Ames: Iowa State University of Science and Technology, p. (Special Report, 80). RITCHIE, S.W.; HANWAY, J.J; THOMPSON, H.E.; BENSON,G.O. How a soybean plant develops,. Ames: Iowa State University of Science and Technology, p. (Reprint Special Report, 53).

3 Importância usa a terminologia única facilita a comunicação entre públicos descrição é objetiva descrição é precisa descrição é universal descreve um indivíduo (planta) descreve uma lavoura descreve qualquer variedade

4 Identificação dos estádios Nós cotiledonares são ignorados; São considerados nós do caule com folhas completamente desenvolvidas; Nós unifoliolados (opostos) são considerados como o primeiro nó; Todos os nós alternados, acima dos unifoliolados são considerados.

5 Folhas completamente desenvolvidas A folha é completamente desenvolvida quando está totalmente aberta e os folíolos do nó acima estão desenrolados (as margens não mais se tocam); A folha apical está completamente desenvolvida se os folíolos estão abertos e se assemelham aos demais.

6 Estádios vegetativos Ve: emergência Vc: cotilédone V1: primeiro nó (unifoliolado) V2: segundo nó (trifoliolado) V3: terceiro nó (trifoliolado)... Vn: enésimo nó (trifoliolado)

7 VE: emergência Cotilédones acima da superfície do solo

8 VC: cotilédone Cotilédones abertos completamente (bordos das folhas unifolioladas acima não mais se tocam)

9 V1: primeiro nó Folhas unifolioladas completamente desenvolvidas (bordos dos folíolos da primeira folha trifoliolada acima não mais se tocam)

10 V2: segundo nó Primeira folha trifoliolada completamente desenvolvida (bordos dos folíolos da segunda folha trifoliolada não mais se tocam)

11 V2: segundo nó Sob fotoperíodo curto cultivares sensíveis (sem período juvenil longo) já podem ter sido induzidas a florescer Nessas cultivares, a floração ocorre após transcorridos 28 dias, no mínimo.

12 V3: terceiro nó Segunda folha trifoliolada completamente desenvolvida (bordos dos folíolos da terceira folha trifoliolada não mais se tocam)

13 Vn: enésimo nó Ante-enésima folha trifoliolada completamente desenvolvida (bordos dos folíolos da enésima folha trifoliolada não mais se tocam)

14 Estádios reprodutivos. R1: início da floração R2: floração plena R3: início do desenvolvimento das vagens R4: vagem completamente desenvolvida R5: início do enchimento dos grãos R6: grão cheio ou completo R7: início da maturação (mat. fisiológica) R8: maturação de colheita Flor Vagem Grão Matur ximo

15 R1: início da floração Uma flor aberta em qualquer nó do caule

16 R2: floração plena Uma flor aberta num dos dois nós superiores do caule com uma folha completamente desenvolvida

17 R2: floração plena Rápida acumulação de MS e nutrientes na planta (dura até após o início do estádio R6), a princípio, nos órgãos vegetativos da planta; A medida que os órgãos reprodutivos se desenvolvem, o acúmulo muda gradualmente para os órgãos reprodutivos; Nesse estádio os órgãos vegetativos estão completando seu desenvolvimento; A taxa de FBN aumenta rapidamente, e se mantém alta até atingir seu pico no final do enchimento dos grãos;

18 R3: início desenvolvimento vagens Vagem com 0,5 cm num dos quatro nós superiores do caule com folha completamente desenvolvida

19 R3: início desenvolvimento vagens Definição do número de vagens por planta, um dos mais importantes componentes do rendimento, sensível às condições ambientais (condições de estresse causam o abortamento de vagens); A compensação é restrita porque o número de grãos por vagem e peso de grão possuem seus limites máximos geneticamente determinados; Qualquer estresse drástico durante o R3 pode afetar o rendimento de grãos de forma irreversível.

20 R4: vagem completamente desenvolvida Vagem com 2 cm em um dos quatro nós superiores do caule com folha completamente desenvolvida

21 R4: vagem completamente desenvolvida Também crucial para determinação do rendimento. Intenso crescimento das vagens e o início do desenvolvimento dos grãos; Qualquer estresse no período compreendido entre R4 e logo após R6 irá reduzir o rendimento; Abortamento de vagens também pode ocorrer em R4, a exemplo do que ocorre em R3.

22 R5: início do desenvolvimento dos grãos Grão com 3 mm numa vagem em qualquer um dos quatro nós superiores do caule com folha completamente desenvolvida

23 Enchimento dos grãos R5 R6

24 R5: início do desenvolvimento dos grãos Intenso enchimento dos grãos e redistribuição de nutrientes e de MS para os grãos; Planta atinge a máxima FBN que decresce rapidamente no final do R5; Acúmulo de MS e de nutrientes nas folhas, pecíolos e caules também atinge seu máximo e inicia-se a translocação destes para os grãos que continuam a encher até após o início do R6; Nesta fase da cultura a taxa de acúmulo de MS (g/planta/dia) nos grãos e a duração (dias) do enchimento dos grãos são os principais determinantes do rendimento;

25 R5: início do desenvolvimento dos grãos Estresses durante todo o R5 e início do R6 diminuem os rendimentos. Secas nessa fase podem reduzir drasticamente os rendimentos; Metade dos nutrientes para o enchimento dos grãos vem da remobilização de outras partes da planta. Outra metade vem do solo e da FBN; Para que ocorram a absorção de nutrientes do solo pelas raízes e a FBN, o solo necessita estar úmido. A necessidade de água pela soja, nesta fase, é de 6 a 8 mm/dia.

26 R6: enchimento dos grãos Grãos verdes preenchendo a vagem num dos quatro nós superiores do caule com folha completamente desenvolvida

27 R6: enchimento dos grãos Crescimento em estatura já cessou; Planta atinge máximo peso total de vagens; Altas taxas de acúmulo de nutrientes e de MS, tanto na planta como nos grãos. Taxas diminuem logo após o início do R6 para a planta toda e ao final de R6 para os grãos; O máximo acúmulo de MS e de nutrientes na planta inteira é atingido no final do R6;

28 R6: enchimento dos grãos O crescimento das raízes é praticamente nulo ao final do R6; Queda das folhas senescentes, dos nós inferiores do caule, já pode estar ocorrendo; O amarelecimento e a queda das folhas continuam de forma acelerada até o R8.

29 R7: início da maturação (maturação fisiológica) Uma vagem normal, em qualquer nó, com a coloração de vagem madura

30 R7: início da maturação (maturação fisiológica) Cessa o acúmulo de MS e os grãos e/ou as vagens perdem sua coloração verde; Nessa condição, os grãos se encontram com cerca de 60% de umidade e já são perfeitamente viáveis como sementes; Estresses, durante e após esse estádio, como chuvas excessivas e ataques severos de percevejos, podem afetar o rendimento e principalmente a qualidade dos grãos.

31 R8: maturação completa 95% das vagens com a coloração de vagem madura

32 R8: maturação completa 95% das vagens maduras significa que, numa planta com 40 vagens, apenas duas vagens ainda estão amareladas ou não maduras.

33 Vagens R6 R7 R8

34 Estádios de uma lavoura Lavoura deve ser homogênea (apenas uma variedade, semeada na mesma data); Fazer a leitura em, no mínimo, 10 plantas em diversos pontos, representativos da lavoura, determinados ao acaso; Calcular as médias para cada ponto amostrado e a média da lavoura; Considerar a lavoura toda num determinado estádio, quando mais de 50% das plantas amostradas se encontram naquele estádio;.

35 Estádios de uma lavoura A duração de cada estádio vegetativo varia de 5 dias, nos estádios vegetativos iniciais, a 3 dias nos estádios vegetativos finais. A temperatura ambiente modula essa duração; A duração de cada estádio reprodutivo é dependente da cultivar, da data de semeadura (fotoperíodo e temperatura) e disponibilidade hídrica.

36 Obrigado Embrapa Soja Cx.Postal Londrina, PR

37 FIM Obrigado Embrapa Soja Cx.Postal Londrina, PR

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