PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL

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1 UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL ITAJAÍ/SC 2014 Versão homologada pela resolução nº 007/CONSUN/2015.

2 UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Mário Cesar dos Santos Reitor Cássia Ferri Vice-Reitora de Graduação Valdir Cechinel Filho Vice-Reitor de Pós-Graduação, Pesquisa, Extensão e Cultura Carlos Alberto Tomelin Vice-Reitor de Planejamento e Desenvolvimento Institucional Vilson Sandrini Filho Procurador Geral da Fundação Univali Renato Osvaldo Bretzke Diretor Administrativo da Fundação Univali

3 COMISSÃO PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL - PDI Prof. Dr. Mário Cesar dos Santos - Reitor Profa. Dra. Cássia Ferri - Vice-Reitora de Graduação Prof. Dr. Valdir Cechinel Filho - Vice-Reitor de Pós-Graduação, Pesquisa, Extensão e Cultura Prof. Dr. Carlos Alberto Tomelin - Vice-Reitor de Planejamento e Desenvolvimento Institucional Renato Osvaldo Bretzke - Diretor Administrativo Prof. Dr. Mário Uriarte Neto - Diretor do Centro de Ciências da Saúde Prof. Renato Büchele Rodrigues - Diretor do Centro de Ciências Sociais Aplicadas Comunicação, Turismo e Lazer Prof. Dr. João Luiz Baptista de Carvalho - Diretor do Centro de Ciências Tecnológicas da Terra e do Mar Prof. Dr. José Carlos Machado - Diretor do Centro de Ciências Sociais e Jurídicas Profa. Luciana Merlin Bervian - Diretora do Centro de Ciências Sociais Aplicadas Gestão Prof. Alceu de Oliveira Pinto Junior - Diretor Articulador nos campi Biguaçu e Kobrasol Prof. Dr. José Roberto Provesi - Diretor de Inovação Profa. Márcia Roseli da Costa - Gerente de Atenção ao Estudante Profa. Blaise Keniel da Cruz Duarte - Gerente de Ensino e Avaliação Silvana da Costa Maia - Gerente de Processos Regulatórios Prof. Dr. Rogério Corrêa - Gerente de Pós-Graduação e Pesquisa Pedro Floriano dos Santos - Gerente de Extensão e Cultura Profa. Dra. Regina Célia Linhares Hostins - Gerente de Desenvolvimento Institucional Djeison Siedschlag - Gerente de Planejamento Leandro Oeschsler - Gerente de Recursos Humanos Ruth Broglio Silveira - Gerente de Tecnologia da Informação Cleunice Aparecida Trai - Gerente Administrativa do Campus Balneário Camboriú Pedro Joaquim Cardoso Júnior - Gerente Administrativo nos campi Biguaçu e Kobrasol São José Cristiani Regina Andretti - Coordenadora de Bibliotecas Jeane Cristina de Oliveira - Coordenadora de Educação a Distância Maria Elisabeth da Costa Gama - Coordenadora de Assuntos Internacionais Prof Rodrigo de Carvalho - Coordenador de Filantropia e Responsabilidade Social Gilberto Beno Gnewuch - Coordenador de Investimentos, Infraestrutura e Serviços João Francisco de Borba - Coordenador de Marketing e Comunicação Janaína Lorenzi Tomio - Coordenadora de Projetos e Prestação de Serviços Odirlei Bissoni - Coordenador de Custos e Controladoria Silvane Silva - Coordenadora de Infraestrutura Ana Claudia Reiser de Melo Equipe da Vice-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa, Extensão e Cultura

4 EXPEDIENTE Prof. Dr. Carlos Alberto Tomelin Profa. Dra. Regina Célia Linhares Hostins Organização Andréa Liter Borges Camila Morgana Lourenço Edição de textos Marcos Roberto Ramos Editoração de imagens Camila Morgana Lourenço Revisão

5 CAPÍTULO 9 ASPECTOS FINANCEIROS E ORÇAMENTÁRIOS

6 A gestão econômico-financeira da Univali objetiva promover a sustentabilidade financeira aliada a sua capacidade de investimentos em consonância com os objetivos e metas previstos no Planejamento Estratégico, ou seja, modernizar, manter e otimizar a infraestrutura física e tecnológica e garantir o desenvolvimento institucional sustentável. Esta é necessária para manter, aprimorar e expandir as atividades de ensino, pesquisa e extensão, de acordo com os princípios éticos, participativos e de transparência da governança corporativa da Fundação Univali. 9.1 Estratégias de gestão econômico-financeira As estratégias de gestão econômico-financeira da Univali são desenvolvidas a partir da análise de cenários econômicos externos e internos à instituição, em sintonia com os objetivos institucionais definidos no Planejamento Estratégico e no Plano de Desenvolvimento Institucional. Essas análises são decorrentes do acompanhamento dos diversos indicadores de resultados e das tendências de desenvolvimento institucional, assim como das alterações e orientações legais das políticas governamentais. Auxiliam nesse processo, os sistemas de informação e comunicação, os quais compõem a Rede Integrada de Planejamento e Gestão da Univali. Estes possibilitam o acesso a um conjunto expressivo de dados e consequentes metaanálises que subsidiam os processos de discussão nas diversas instâncias de gestão institucional e de tomada de decisão. Este processo de gestão cria uma rede de convergência entre os sistemas administrativos e acadêmicos, articulando planejamento, execução e avaliação, o que contribui para o alcance da estratégia institucional de diferenciação por meio da qualidade. Entende-se que a diferenciação e a qualidade dos serviços e dos processos institucionais se efetiva quando se busca a coerência e o alinhamento entre resultados de avaliações e de atividades acadêmicas e o planejamento institucional. Neste contexto, a administração estratégica considera o conjunto de diretrizes, valores e princípios da gestão para determinar o desenvolvimento sustentável e de longo prazo. Essas estratégias servem para antecipação de desvios que podem ocorrer durante o planejamento e visam a diminuir o risco do insucesso, buscando a convergência com a visão e a missão da Univali. Como ações de gestão econômico-financeira adota-se: a elaboração e o controle do orçamento de custeio e de investimentos, aquisições de bens e/ou serviços e contratações mediante a efetiva dotação orçamentária, o acompanhamento de custos e ponto de equilibro, a análise econômico-financeira de novos serviços e projetos, a inovação de processos administrativos, a expansão da infraestrutura, a gestão da inadimplência, o controle do fluxo de caixa e projeções financeiras, entre outras, com o objetivo de mensurar os riscos, avaliar ameaças e oportunidades para a tomada de decisão assertiva Orçamento de custeio e investimentos Uma das principais ferramentas de gestão financeira é o orçamento que busca manter a equilíbrio entre receitas e despesas de todas as áreas da Univali, por meio de um processo participativo da construção do PDI ao planejamento estratégico e orçamento. A atualização se dá tendo em vista as condições reais manifestas no cenário econômico externo e no histórico dos resultados internos realizados. Este último, leva em conta um conjunto complexo de variáveis entre as quais citam-se: número de alunos matriculados, índices de evasão e inadimplência, carga horária docente, custeio em geral, investimentos realizados, entre outros. A elaboração orçamentária considera dois processos: o orçamento de custeio e o de investimentos. O orçamento de custeio tem como objetivo identificar os componentes do planejamento financeiro com a utilização de um sistema orçamentário, entendido como um

7 plano que abrange o conjunto de dispêndios das operações anuais de uma instituição. O Orçamento de Investimentos, por sua vez, compreende todos os gastos extraordinários com aquisição de bens tangíveis ou intangíveis com vida útil superior a um ano e destinados a auxiliar as atividades da instituição e com manutenções, cujo valor seja superior à média histórica realizada e não prevista no Orçamento de Custeio. Catelli (2001) afirma que os orçamentos devem expressar quantitativamente os planos de ação, refletindo as diretrizes, os objetivos, as metas, as políticas estabelecidas para a empresa, para determinado período, os quais servem também para a coordenação e implantação desses planos. Os orçamentos funcionam como um instrumento de controle administrativo e podem ser operacionalizados das seguintes formas: 1- Como meio de organização e direção de um grande segmento do processo de planejamento administrativo; 2- Como uma contínua advertência em procurar desenvolver os planos e programas guiando a administração no dia a dia; 3- Como avaliador de performance real (CATELLI, 2001, p.250). A Figura 23 evidencia o lugar e a relevância do orçamento no processo de gestão do Planejamento Estratégico e do Desenvolvimento Institucional na Univali, como instrumento integrado ao processo e com função de controle administrativo mediado pelos Sistemas de Informação disponíveis. Figura 23 O orçamento no processo de gestão do Planejamento Estratégico e Desenvolvimento Institucional Fonte: Gerência de Planejamento, Vice-Reitoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional, Na Univali, os valores destinados ao Orçamento de Custeio compreendem as receitas disponíveis e os gastos realizados para atender, de forma, excelente as atividades de ensino, pesquisa, extensão e gestão que, por natureza, são gastos recorrentes. Este é construído considerando uma base inicial, configurada a partir dos gastos históricos e dos respectivos valores atualizados e disponibilizada por meio do Sistema Gestor. Os gestores administração superior, gerentes e coordenadores de áreas, diretores de Centro e coordenadores de curso analisam essa base de dados para possíveis ajustes e projeção futura. Havendo a necessidade de ajustes, estes são corrigidos com a inclusão de novos valores e justificativas. Como ferramenta auxiliar para a revisão orçamentária utiliza-se o sistema BI (Business Inteligence) para analise dos valores históricos. Os valores de receitas, custos e despesas

8 previstos no sistema Gestor são importados para o sistema de Planejamento e Controle Orçamentário (PCO) e para o sistema OutBuyCenter (OBC) que gerencia o processo de compras. A revisão orçamentária é aprovada pela Presidência da Fundação, Vice-Reitoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional, Diretoria Administrativa da Fundação UNIVALI, órgão executivo da Fundação Univali. O orçamento de investimentos é realizado paralelamente ao orçamento de custeio. Nele são lançados projetos de Investimento e de Manutenção extraordinária, e Atualização da infraestrutura, conforme a política institucional estabelecida. Compreendem projetos de investimento: aquisição de máquinas, laboratórios, equipamentos, mobiliários, reformas, ampliação de infraestrutura, atualização de rede lógica, implantação de novos sistemas de Tecnologia da Informação, aquisição de acervo bibliográfico, programas de capacitação, climatização de ambientes e novas construções em geral. Além disso, também são considerados os projetos de renovação de locação de equipamentos e os de melhorias que tenham, na redução de custos operacionais, a fonte de financiamento. Os projetos de manutenção, por sua vez, abrangem: manutenções preventivas e corretivas de infraestruturas que não são gastos fixos contratados, como as licenças, a limpeza ou a dedetização de ambientes e as pequenas reformas em ambientes não previstas no histórico do orçamento de custeio. O processo de elaboração do orçamento de investimento leva em conta as demandas internas e necessidades de investimentos identificadas tanto nos relatórios do PDI, da CPA e da Avaliação Institucional, como nas atividades do cotidiano institucional. Desse levantamento participam: gerente de Planejamento Institucional, coordenadores de cursos, diretores de Centro e gerentes de área, com o auxilio da coordenação de investimentos, coordenação de infraestrutura e gerentes de campus. O grupo gestor (Vice-Reitorias, Diretores de Centro, Diretoria Administrativa e Procuradoria) avalia as demandas e cadastra no sistema OutBuyCenter (OBC) os projetos de investimentos, os quais deverão estar, necessariamente, vinculados a um objetivo do planejamento estratégico e apresentar descrição e justificativa. Abaixo é demonstrado o sistema de inclusão de projetos. Figura 24 Campo de cadastro de projetos de investimento no sistema OutBuyCenter, Univali, 2014

9 Fonte: Gerência de Planejamento, Vice-Reitoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional, Cadastrados os projetos de investimentos, estes passam por um fluxo de aprovação técnica e gerencial que envolve triagem, definição de status e orçamentação. Esta leva em conta a coerência com o PDI e Planejamento Estratégico, assim como o desempenho econômico projetado para os períodos e o volume financeiro a ser investido com a origem do capital. A aprovação para execução é de responsabilidade da Reitoria, após ouvir as áreas envolvidas e saber da origem dos recursos para o pagamento dos investimentos. Os projetos são aprovados de acordo com critérios qualitativos, alinhados às diretrizes estratégicas e de desenvolvimento institucional, priorizando a melhoria da qualidade do ensino, da pesquisa e da extensão. Busca-se também atender aos critérios de avaliação, às novas normas legais e de segurança, e ao aumento das receitas e/ou a redução das despesas e a oferta de oportunidades. O acompanhamento dos resultados do processo orçamentário realiza-se mensalmente, com os gestores de cada área. Isso acontece também por meio da Rede Integrada de Planejamento e Gestão, que reúne os resultados financeiros do mês e os resultados acumulados comparativamente aos de exercícios anteriores e aos resultados orçados. O OutBuyCenter (Sistema de compras) opera o controle dos gastos, de forma a evitar despesas acima do previsto, sem a devida autorização financeira Custos e ponto de equilíbrio A gestão de custos e o ponto de equilíbrio são ferramentas utilizadas para análise do custo, do número de alunos necessários à abertura de turmas e dos indicadores de sustentabilidade. O ponto de equilíbrio é o volume calculado no qual as receitas totais da instituição igualam-se aos custos e despesas totais, portanto, assegurando o desenvolvimento institucional sustentável, objetivo este previsto no Planejamento Estratégico. Dessa forma o ponto de equilíbrio é um indicador de mitigação de risco e apoio ao processo decisório, pois define a quantidade de alunos necessária para que as receitas se igualem aos custos. Ele indica em que momento, a partir das projeções de entradas de alunos no curso, as receitas estão igualadas aos custos. Com isso, é reduzida a possibilidade de déficit na abertura de novas turmas. A implantação de novo curso, serviço, projeto, convênio ou atividade de extensão na Univali requer a prévia aprovação da planilha de custos. Esta antecipa os possíveis resultados da operação, a geração de receitas e o mapeamento dos recursos necessários à execução do projeto e/ou atividade. Com base nessas informações e nas metas orçamentárias estabelecidas, o gestor de cada área toma as decisões, pautado em critérios técnicos e alinhados com a política institucional de sustentabilidade. Da mesma forma, são realizadas revisões nos custos de cursos e serviços em oferta, projetando-se o impacto de mudanças nas matrizes curriculares e nas práticas de ensino. Essas práticas expressam o verdadeiro sentido do conceito de sustentabilidade, na qual a equipe administrativa se estrutura e se organiza com sua expertise para oferecer o suporte técnico necessário para o gerenciamento acadêmico como a criação e manutenção de sistemas de informação e comunicação, entre outras ferramentas de gestão, no caminho de buscar o equilíbrio econômico e financeiro da Univali. Uma área alimenta a outra e dá suporte competente, em busca da melhor estratégia e dos processos que viabilizam esse objetivo Formação e acompanhamento dos resultados contábeis A receita operacional da Univali é composta por receitas de mensalidades e emolumentos escolares, serviços prestados, atividades de extensão e eventos e verbas públicas

10 destinadas a investimentos em pesquisa e/ou extensão. Os custos, por sua vez, são compostos pela carga horária de docentes e corpo técnico-administrativo, material de laboratórios, material de expediente, manutenções, depreciação e outros gastos. As despesas administrativas estão relacionadas às áreas de infraestrutura física e tecnológica dos campi. A movimentação contábil e financeira segue as normas de Contabilidade e a política de Governança Corporativa e seus processos são regularmente auditados por empresa de auditoria independente, credenciada por órgãos de reconhecida competência. Além disso, os dados contábeis e econômicos, depois de submetidos à análise e validação pela auditoria externa, são apresentados aos Dirigentes da Univali, submetidos à aprovação do Conselho Curador e apresentados aos membros da Câmara de Administração Universitária e do Conselho de Administração Superior órgão máximo e soberano de deliberação em assuntos de política administrativa, patrimonial e econômico-financeira da Fundação Univali, que depois, na forma constitucional, será encaminhada ao Ministério Público, a quem cabe velar pelas fundações Projeção do fluxo de caixa A gestão financeira é realizada por meio da elaboração e controle do fluxo de caixa, identificando os recursos efetivamente recebidos em comparação com os valores desembolsados, num determinado período. Com base no histórico realizado e no orçamento de custeio e de investimentos é realizada a projeção do fluxo de caixa para avaliação da situação financeira futura da instituição. A gestão da adimplência é feita com critérios mistos entre a garantia do recebimento, custo do capital e a manutenção do aluno matriculado. As políticas de desconto privilegiam o pagamento em dia, e as renegociações de débitos são incentivadas para atender o equilíbrio de caixa e a redução dos índices de evasão por problemas financeiros. A ampliação da oferta de financiamento estudantil e bolsas parciais (de 10, 20 e até 50%) concedidas sob critérios socioeconômicos que complementa a ação estratégica adotada para que alunos com menor renda possam permanecer adimplentes e continuar seus estudos. O gerenciamento financeiro prevê a racionalização do custeio, pela otimização e integração da estrutura física, tecnológica e de recursos humanos dos Campi e dos Centros, além da busca de recursos externos por meio de parcerias e prestação de serviços. 9.2 Planos de investimentos Os investimentos previstos para o período de serão realizados de acordo com o cronograma estabelecido para a expansão da oferta de cursos superiores, programas e cursos de pós-graduação e serviços previstos nesse PDI, respeitando os valores financeiros destinados a cada ação e de maneira a não prejudicar a qualidade das atividades prestadas e a sustentabilidade da Instituição. A projeção dos investimentos considerou a necessidade de atualização tecnológica e de infraestrutura para garantir a excelência das atividades de ensino, pesquisa e extensão, com vistas a assegurar a estratégia de diferenciação por meio da qualidade e os objetivos do planejamento estratégico, a saber: modernizar, manter e otimizar a infraestrutura física e tecnológica e garantir o desenvolvimento institucional sustentável. Os valores destinados a investimentos são aplicados na ampliação de laboratórios didáticos especializados para os cursos de graduação e pós-graduação a implantados neste período (2012/2016) conforme previsto no Capítulo 3 e no capítulo 7 deste documento, na pesquisa, na melhoria das instalações existentes e, principalmente, na modernização e atualização de equipamentos e material permanente.

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