Gustavo Alonso. Cowboys do asfalto. Música sertaneja e modernização brasileira. 1ª edição

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Gustavo Alonso. Cowboys do asfalto. Música sertaneja e modernização brasileira. 1ª edição"

Transcrição

1 Gustavo Alonso Cowboys do asfalto Música sertaneja e modernização brasileira 1ª edição Rio de Janeiro 2015

2 Aos amigos do interior e de Paris, que estão muito além da saudade do feijão.

3 Agradecimentos Serei eternamente grato aos responsáveis indiretos por este livro, meus amigos da França e do interior: Renata Kaminski (Irati PR), Marco Dias (Araraquara SP), Eduardo Polegar e Bruno Caetano (Franca SP), Ricardo Garcez (Caçador SC), Sara (Passo da Felicidade SC), André de Paiva Toledo (Belo Horizonte MG), Taysa Schiocchetti (Joinville SC), Cristiano Salles (Florianópolis SC), Esther Schneider (Wurzburg Alemanha). A eles devo a certeza de poder viver o mundo para além da saudade do feijão. Agradeço profundamente aos professores Marco Napolitano, Santuza Naves (in memoriam) e Marcelo Ridenti, e em especial à professora Simone Sá e aos amigos do Labcult (Laboratório de Pesquisa em Cultura e Tecnologias da Comunicação) da Universidade Federal Fluminense (UFF). Agradeço ao professor orientador Daniel Aarão Reis, figura única, libertário e inconsequente de primeira. Sem a sua postura ao mesmo tempo desleixada e sábia, seria impossível eu ter a liberdade concreta para fazer minhas metamorfoses temáticas e metodológicas. Agradeço aos entrevistados, dispostos a me contar suas histórias e com quem dividi momentos dos quais me lembrarei para o resto da vida. Agradeço a Priscila Maria Costa, com quem compartilhei a quase totalidade dos pensamentos aqui expostos, e que sempre foi supercarinhosa com as ideias gestadas, tomando as como um fruto comum. À Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), à Fundação de Amparo à Pesquisa e Desenvolvimento Científico do Maranhão (Fapema) e ao Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (Conicet), pelas bolsas que indiretamente tornaram possível a revisão do livro. Agradeço especialmente a Sandra Peripato, por compartilhar seu imenso acervo de música caipira, com direito a ida ao programa Viola, minha viola. Agradeço a meus pais, financiadores parciais desta pesquisa e compreensivos com minha disposição de conhecer mundos diferentes. 7

4 Sumário Agradecimentos 7 Introdução 13 Parte 1 Distinções 1. A disputa pelo Brasil: Onde sertanejos, sambistas e caipiras se esbarram 23 Um sertão diferente 26 A diva da tradição 32 A invasão estrangeira 35 Resistências 38 Nome aos bois Estrada da vida: O sucesso popular de Leo Canhoto & Robertinho e Milionário & José Rico na década de A modernidade 48 Velho Oeste e spaghetti 49 Seu Geraldo, nós precisamos mudar! 53 Heranças da Jovem Guarda 56 As mediações do rock 58 A música jovem 61 Paraguai milionário, México rico 62 México rico, Paraguai milionário 69 Cinema novíssimo 71 Sucesso chinês Bob Dylans do sertão: Tropicália, MPB e música sertaneja 87 O maestro incomodado 88 De Nhô Look ao nhém nhém nhém 89

5 A sombra do tropicalismo 94 Rock rural 95 Caipira bossa novista 99 O boiadeiro da Jovem Guarda Canhotos à direita: Música popular e apoio à ditadura 107 Um Brasil participativo 113 A MPB e a ditadura 124 Ame o ou ame o Jeca Total: A invenção do sertanejo urbanizado 139 Catalogando o Brasil rural 140 Caipiras e sertanejos: uma distinção problemática 144 Populismo e os sertanejos 148 Direitos no campo 150 Deus é sertanejo 161 Revoltas pontuais 162 Além do protesto 167 Os Vandrés do sertão 172 Jeca Total e Jeca Tatu Cio da terra: A consolidação dos caipiras 179 Debulhar o trigo Recolher cada bago do trigo Forjar no trigo o milagre do pão E se fartar de pão Se lambuzar de mel O violeiro chique 191 Paraíso da roça 193 Decepar a cana Parte 2 A vitória dos simulacros 7. Fio de cabelo: A consolidação da música sertaneja 199 Sertão big business 202 Majestade, o sabiá: Jair Rodrigues e a música sertaneja 208 O sertão democrata de Fafá 210

6 Romântico do subúrbio 216 Amante amado 223 Prelúdio da indústria cultural 229 Melodrama pop brega 230 Led Zeppelin, Guns N Roses, Bee Gees, Julio Iglesias, Elton John 237 Rei sertanejo 243 A consolidação do campo musical Não me deixem só! : Artistas e era Collor 251 Significados sertanejos do rock e da MPB 252 Collor e sertanejos 258 Populismo x sertanejos 268 Canções de protesto 274 Brasil profundo e emergente Entre tapas e beijos: Sertanejos e indústria cultural 277 Sertanejo multinacional 284 Chantecler & Continental Copacabana Para além da indústria cultural 301 Agrobusiness e a moda country no sertão 303 Canecão, Palace, Olympia, MTV Sertão na televisão 311 No rancho fundo: a Globo e os sertanejos 314 Sabadão do sertão: Gugu Liberato e a música sertaneja 320 Você que fica aí parado vendo televisão Triturados pela indústria 327 Original e cópia: os limites da indústria 330 Maldito avião 331 Recaipirização 334 É o amor, mas não à primeira vista 341 Da política formal à política do caipira Os netos de Francisco: O sertanejo universitário e o Brasil dos anos Ai se eu te pego : O sucesso do sertanejo universitário 358 Nós vamos invadir sua praia : A batalha pelo Rio de Janeiro 361 Vestibular para sertanejos 368

7 Onde tudo começou O deslocamento da indústria cultural 384 A rave do Jeca Tatu 391 Eu sofri muito por amor/ Agora eu vou curtir a vida 395 Estética, instrumentos e mistura de ritmos 403 Um novo Brasil, junto e misturado 406 Porteira aberta: o reconhecimento do sertanejo universitário 412 Misturando café com gasolina Sertanejo raiz 427 Enterrando a tradição para virar raiz 431 Notas 437 Referências 525 Artistas entrevistados 544 Instituições pesquisadas 544 Jornais pesquisados 544 Revistas pesquisadas 545 Índice 547

8 Introdução Um sertão dividido A música caipira é a música do caboclo, purinha, sem influência nenhuma. Essa música sertaneja de alto consumo eu não considero música brasileira porque é produto de importação. Rolando Boldrin 1 Quando nasci Deus me deu uma sublime missão Falar o que o povo sente, das coisas do coração [...] Tem gente que não gosta, fala mal do que nem viu Mas quem critica o que eu canto, não conhece o Brasil. Zezé Di Camargo 2 Em 30 de dezembro de 1998, na cidade de Guararema, a oitenta quilômetros de São Paulo, morria o compositor João Pacífico, com quase 90 anos de idade. Morador de um sítio do interior paulista, Pacífico faleceu numa modesta casa que amigos construíram para ele. Sem repercussão nos grandes jornais e revistas, sua morte não teve paralelo com a fama de suas canções. Músicas como Chico mulato (1937), Cabocla Tereza (1940), Pingo d água (1944) e Mourão da porteira (1952) são reconhecidas pelo público do interior como clássicos do repertório caipira. Do público moderno, pouca gente associou sucessos de Sérgio Reis e Chitãozinho & Xororó às canções de Pacífico. Estiveram no velório apenas alguns parentes e amigos, duplas caipiras pouco conhecidas, o último parceiro, Adauto Santos. Entre esses, o apresentador e músico Rolando Boldrin saiu de Carapicuíba para chorar a perda daquele que julgava ser o Noel Rosa da música caipira. 3 O compositor Renato Teixeira também o comparou a um sambista ao dizer: [As canções de Pacífico] mexem muito com a emoção, parecem até compostas pelo Nelson Cavaquinho. 4 A prefeitura de Cordeirópolis enviou a bandeira do município para cobrir o caixão. 13

9 COWBOYS DO ASFALTO Menos de seis meses antes da morte de João Pacífico, morrera Luís José Costa, o Leandro, em 23 de junho de 1998, aos 37 anos, depois de uma rápida luta contra um câncer no pulmão. A morte do sertanejo emocionou o país. Ao lado do irmão Emival, o Leonardo, eles eram uma das duplas mais famosas do Brasil desde 1989, quando lançaram o sucesso Entre tapas e beijos. Na época especulou se que o câncer tivesse se desenvolvido devido à exposição a pesticidas na infância e adolescência, quando os irmãos trabalhavam em plantações de tomate. Segundo Leonardo, ambos tiveram muito contato com tais substâncias tóxicas: Eu nunca vou esquecer quando nós éramos pequenininhos e, um dia, depois do trabalho, nossa mãe botou os dois numa bacia para dar banho. Saímos, fomos nos secar e, quando olhamos para a água, vimos que ela estava branquinha, só do veneno que aplicavam na lavoura. 5 O velório de Leandro foi grandioso, o público comoveu se com a cerimônia realizada na Assembleia Legislativa de São Paulo. Cerca de dezesseis mil pessoas passaram em frente ao caixão. Estiveram presentes o prefeito de São Paulo Celso Pitta, o senador Eduardo Suplicy, os apresentadores Hebe Camargo, Serginho Groisman, Ratinho, Angélica, Gilberto Barros, o padre Antonio Maria, a cantora Beth Guzzo, entre várias outras celebridades. Depois o corpo foi transladado para Goiânia. A família tentou ter um breve momento a sós com o corpo, mas o povo ameaçava quebrar os portões do ginásio Rio Vermelho. Cerca de sessenta mil pessoas visitaram o caixão nas treze horas de velório em Goiânia que vararam a madrugada. Estiveram presentes Chitãozinho & Xororó, Zezé Di Camargo & Luciano, Milionário & José Rico, Daniel, Gian & Giovani, Odair José, Vanusa e Conrado. Os presentes ouviram declarações públicas de Fernando Henrique Cardoso, presidente da República. O técnico da seleção brasileira de futebol, Mario Jorge Lobo Zagallo, também manifestou condolências e revelou o abalo que a morte do cantor causara no espírito dos jogadores que então disputavam a Copa do Mundo na França. A Rede Globo transmitiu o velório e o enterro para todo o país ao vivo no dia O traslado do corpo até o cemitério Jardim das Palmeiras foi feito em carro dos bombeiros, acompanhado por cerca de 150 mil pessoas, que fizeram o percurso de seis quilômetros a pé. Precavida com o ocorrido no velório, a família pediu que a polícia barrasse a entrada do imenso público ao cemitério, no que foi atendida. No sepultamento, o governador do estado de Goiás, Iris Rezende, entregou a bandeira do Brasil que estivera depositada sobre o caixão ao pai de Leandro, seu Avelino, que a beijou, emo cionado. Somente depois de terminada a cerimônia a entrada dos populares foi permitida. 7 14

10 introdução Caipiras, sertanejos e a modernização Apesar da enorme comoção com a morte de Leandro, o tom de parte da sociedade brasileira para com os músicos sertanejos foi, por muito tempo, de repúdio. Um segmento da crítica se especializou em atacar o que considerava mau gosto do público e artistas da música sertaneja. Muitos foram aqueles que preferiram chamar esse tipo de música de breganeja, ou até de sertanojo. Parte da crítica realizada na região Sudeste, especialmente, aquela que corroborou a construção do padrão estético nacional que se constituiu através do Rio de Janeiro, do samba e da MPB como símbolos do Brasil, torceu o nariz para os sertanejos. A gradual ascensão dos artistas do sertão incomodou grupos já consolidados no cenário cultural. Se num primeiro momento a ascensão sertaneja ameaçou apenas os caipiras, num segundo momento a própria MPB e o rock nacional foram colocados em xeque na virada dos anos 1980 para os Foi quando os sertanejos conseguiram fazer shows nas capitais do Sudeste, conquistaram parte do público de classe média alta e tocaram em boates e palcos famosos como o Canecão, no Rio de Janeiro, o Olympia, em São Paulo, e o Teatro Guaíra, em Curitiba. Nessa época estouraram sucessos como Entre tapas e beijos, Pense em mim, Sonho por sonho, Evidências, Nuvem de lágrimas, É o amor e tantas outras que versavam sobre amores perdidos. No meio de inúmeras canções de amor havia Cowboy do asfalto, de autoria de Joel Marques, cantada por Chitãozinho & Xororó. Tratava se de uma canção sobre caminhões e caminhoneiros, um tema recorrente na música sertaneja, embora menos evidente. Nesse tipo de canção os sertanejos cantavam as estradas que interligavam o país e traziam a modernidade e a integração nacional. O arranjo de Cowboy do asfalto trazia baixo, bateria, gaita, guitarras, banjo e uma levada pop que remetia ao country americano. O futuro vinha através do asfalto. A dupla paranaense Chitãozinho & Xororó deu o título de Cowboy do asfalto ao seu disco de 1990, desejosos de dar continuidade ao projeto de modernizar a canção sertaneja. O auge da música sertaneja na primeira metade dos anos 1990 transformou os artistas desse gênero em produto de consumo amplo e massificado. Eles se tornaram moda e impuseram um padrão de show bizz que foi criticado pela MPB e por ela visto como símbolo da era Collor. Durante o curto mandato de Fernando Collor, a música sertaneja era cantada pelo 15

11 COWBOYS DO ASFALTO presidente e sua mulher, Rosane, a plenos pulmões em festas na Casa da Dinda, a residência presidencial à beira do lago Paranoá, em Brasília, e vários sertanejos visitavam o presidente. Uma visita em especial, num sábado, 8 de agosto de 1992, um mês antes da votação do impeachment, ajudou a criar a pecha de serem comparsas do neoliberalismo collorido. A crítica ajudou a difundir o epíteto, e a música sertaneja ficou nacionalmente conhecida na época como a trilha sonora da era Collor. Essa acusação pesou sobre os ombros dos artistas sertanejos por algum tempo, especialmente até meados dos anos 1990, mas depois foi superada diante do sucesso duradouro do gênero. Hoje quase ninguém se lembra dessa acusação, nem mesmo seus piores críticos. Embora o auge da música sertaneja tenha se dado concomitantemente ao período Collor, o fato de ter se nacionalizado e popularizado nesse período relaciona se a uma série de lutas e disputas anteriores à década de 1990, como se verá ao longo deste livro. Muito antes da ascensão do neoliberalismo collorido, artistas como João Mineiro & Marciano, Matogrosso & Mathias, Leandro & Leonardo e especialmente Chitãozinho & Xororó vinham construindo modernizações na música sertaneja, incorporando o pop, o rock e a country music americanos, e incluindo instrumentos associados ao pop mundial, como guitarra, bateria e teclados. Os shows tornaram se grandiosos, enormes palcos eram montados em estádios, com qualidades técnicas e sonoras nunca antes vistas na seara da música rural. Antes deles, na década de 1970, Milionário & José Rico, Leo Canhoto & Robertinho e Trio Parada Dura também já importavam ritmos estrangeiros, especialmente a guarânia paraguaia, o chamamé ar gentino, o bolero e a rancheira mexicanos, além do rock dos Beatles, fun dindo padrões estéticos importados a ritmos locais. Nesse sentido, a associação direta das duplas sertanejas ao neoliberalismo da era Collor não faz sentido de forma absoluta. Ao longo dos anos separou se o joio do trigo, criando se uma distinção entre caipiras e sertanejos. Os primeiros seriam aqueles que de fato representariam a população do campo, suas tradições e valores, enquanto os sertanejos seriam fruto da moda passageira, da indústria cultural e da importação de gêneros musicais estrangeiros sem ligação com as raízes do povo. Os críticos reprovavam o afastamento das canções folclóricas e a ausência de raízes nas canções sertanejas. Não obstante, grande parte do 16

12 introdução povo brasileiro parecia fugir das raízes que uma determinada intelectualidade cultural valorizava. Esse povo tão almejado preferia a música massiva sertaneja intermediada pelas gravadoras à valorização de suas supostas autênticas raízes populares. O objetivo deste livro é compreender o surgimento da música sertaneja no contexto do Brasil moderno. O foco é o período que vai de 1953 a A partir de 1953 houve o surgimento do conceito do que hoje entendemos por música sertaneja, advindo em parte do enorme sucesso popular de canções como Índia e Meu primeiro amor, cantados por Cascatinha & Inhana. Em 2012 viveu se o estrondoso sucesso mundial de Ai se eu te pego, com Michel Teló. Durante esse largo intervalo, intensas batalhas foram travadas no terreno da cultura nacional. A duras penas, de gênero regional a música sertaneja tornou se nacional nos anos 1990 e alcançou o mundo através de Teló, globalizando a cultura do interior. Será dado destaque especialmente às décadas de 1970 a 1990, justamente porque nesse período há avanços modernizantes que mudaram os rumos do país. O período que vai das décadas de 1970 a 1990 é caracterizado por intensos debates entre caipiras e sertanejos, que disputavam o significado simbólico do campo brasileiro e lutavam para serem vistos como os autênticos representantes da população rural. Nesta obra, busca se analisar como artistas sertanejos e caipiras se comportaram diante de dois processos modernizadores vividos pela sociedade brasileira, a ditadura militar e o neoliberalismo. A questão de pano de fundo é a seguinte: se o povo se mostrou politicamente conservador em vários momentos da história, esteticamente ele quase sempre foi progressista. Esse paradoxo vem sendo constantemente subestimado na maioria dos livros já escritos sobre música popular. Por um lado porque é de difícil (talvez impossível) resolução; por outro porque uma boa parcela das esquerdas e direitas caminhou exatamente no sentido oposto a essa proposta, ou seja, supunha ter um discurso politicamente progressista, mas esteticamente conservador em diversos pontos. O tema deste livro não é apenas a música sertaneja, é a música brasileira como um todo. É importante analisar a relação da música sertaneja com outros gêneros musicais, do rock nacional dos anos 1980 ao axé, da MPB ao pagode, da música brega à bossa nova e ao tropicalismo, para compreender seu significado no Brasil atual. Nenhum gênero existe isolado no mundo, alheio a outros estilos musicais. Neste livro a música sertaneja é a janela através da qual se analisa toda a música brasileira. 17

13 COWBOYS DO ASFALTO Da França a Franca... passando pelo Rio de Janeiro Este livro é uma versão da primeira tese de doutorado escrita sobre a música sertaneja no Brasil, defendida em 27 de maio de 2011 no Departamento de História da Universidade Federal Fluminense, em Niterói (RJ). Nunca antes de 2011 os doutores das universidades brasileiras levaram a sério a música sertaneja a ponto de escrever uma tese sobre o assunto. 8 Por sua originalidade, vale a pena contar as condições de gestação desta obra, quase tão curiosas quanto a história da música sertaneja em si. O livro começou a ser gestado durante o ano de estudos doutorais que fiz na École des Hautes Études en Sciences Sociales de Paris, França, entre 2007 e Esse aparente paradoxo, ou seja, aproximar se da música sertaneja fora do Brasil, é surpreendente para mim ainda hoje. Na residência universitária parisiense mantida pelo governo brasileiro, a Maison du Brésil, morei com doutorandos de diversos estados do Brasil e também alguns de outros países. Lá constatei algo aparentemente óbvio, mas difícil de admitir, especialmente para um carioca como eu: a música sertaneja já tomara havia muito tempo o Brasil, e a nova onda do chamado sertanejo universitário consolidava essa hegemonia. Na França, conheci alguns poucos doutorandos que gostavam muito do gênero e tinham pouca ou nenhuma timidez em afirmá lo, embora quase sempre o fizessem de forma irônica. Essa falta de pudor em afirmar a música sertaneja num território sério como uma residência universitária de doutores brasileiros em território francês gerou embaraços e diferenças entre dois grupos que habitavam a Maison du Brésil de Paris. Uns preferiam adubar a tradição do Brasil mestiço, o país do samba, da MPB, dos valores estéticos cariocas e regionais legítimos. Quando pegavam o violão nunca cantavam uma canção com menos de trinta anos. O presente não prestava. O passado era idolatrado. De forma geral, culpavam sempre a famigerada indústria cultural pela destruição artística nacio nal. Quase sempre se julgavam detentores de uma estética superior e destinados a iluminar as massas com seu gosto musical, embora nem sempre afirmassem isso com todas as letras. Na época, cunhei a expressão saudade do feijão para denominar esses sujeitos saudosistas, que tinham uma nostalgia doentia em relação a um passado glorioso do país que cada vez faz menos sentido nos dias de hoje. 18

14 introdução Do outro lado havíamos nós, que preferíamos certa irresponsabilidade do prazer estético e nos deixávamos levar pelo divertimento frívolo e pueril. Foram estas pessoas, oriundas de várias regiões do Brasil, que, mesmo sem ter dimensão do que em mim produziam, me chamaram atenção para a música sertaneja. Elas pareciam ter uma relação mais saudável com o Brasil atual e com a própria nostalgia da terra natal. Preferiam viver o país do presente a adorar um Brasil louvável que praticamente não existe mais. Em suma, meus amigos sertanejos pareciam dispostos a curtir a França e a nostalgia para além da saudade do feijão. Naquela época eu desenvolvia outro projeto de doutorado que justificava minha ida à França. Entretanto, em plena Paris, vi me arrastado pelo tema da música sertaneja. E foi através das canções sertanejas, de Zezé Di Camargo & Luciano a Trio Parada Dura e de Victor & Leo a Luan Santana, tocadas meio que de brincadeira ao violão em animadas e ingênuas rodas de amigos, que fui remetido da França a Franca, de Paris a Araraquara, e cedo me vi cantando músicas que já ouvira mas cuja história não sabia. Atento a essas questões, percebi que era possível desenvolver o tema da música sertaneja como um projeto paralelo, pensando numa possível pesquisa futura. E assim o fiz, em silêncio, sem pressa, de forma pouco linear. Quando voltei ao Brasil, em outubro de 2008, a onda do chamado sertanejo universitário dava claros sinais de vitalidade ascendente. Surgido por volta de 2005, o novo sertanejo parecia claramente ter tomado o país em pouco tempo. Artistas universitários estavam entre as listas das canções mais pedidas nas rádios, e programas de televisão e novelas tocavam constantemente músicas de Victor & Leo, João Bosco & Vinícius, Maria Cecília & Rodolfo, Luan Santana, Jorge & Mateus, Fernando & Sorocaba, César Menotti & Fabiano. Resolvi então assumir o novo tema. Ele dizia algo de original tanto para mim como para a sociedade. Ao me aprofundar, constatei as diversas lacunas que atravessavam a música sertaneja, dificultando a própria compreensão da sociedade brasileira como um todo. E percebi que deveria ser eu, com todas as minhas limitações inerentes (e ser carioca é uma delas), quem deveria refletir sobre essas questões. Ser carioca e um não ouvinte de música sertaneja desde o berço pode ser visto como um problema por um caipira ou sertanejo nato. Seja como for, penso que é exatamente nas fronteiras do conhecimento que se fazem os avanços mais interessantes. Penso que é na periferia das verdades 19

15 COWBOYS DO ASFALTO estabelecidas, em que o ato de conhecer é um espanto cotidiano, que se pode ter a possibilidade de verdadeiramente aprender. Colocar se como periférico no próprio ato da pesquisa, e aceitar essa condição como positiva, para além do folclorismo, do resgate cultural e da louvação ou achincalhe da indústria cultural, foram os maiores desafios deste livro. Devo isso a essa experiência parisiense, em que me vi estrangeiro em meu próprio país e com a qual aprendi ainda mais a louvar as desestabilizações e as descentralizações, por mais doloroso que isso possa ser. Seja como for, são sempre dores do parto. 20

16 Parte 1 Distinções Foi Aureliano quem concebeu a fórmula que havia de defendê los, durante vários meses, das evasões da memória. [...] O letreiro que pendurou no cachaço da vaca era uma amostra exemplar da forma pela qual os habitantes de Macondo estavam dispostos a lutar contra o esquecimento: Esta é a vaca, tem se que ordenhá la todas as manhãs para que produza o leite e o leite é preciso ferver para misturá lo com o café e fazer café com leite. Assim, continuaram vivendo numa realidade escorregadia, momentaneamente capturada pelas palavras, mas que haveria de fugir sem remédio quando esquecessem os valores da letra escrita. Cem anos de solidão, Gabriel García Márquez Que o júri chegue a seu veredicto disse o rei, mais ou menos pela vigésima vez naquele dia. Não! Não! disse a rainha. Primeiro a sentença, depois o veredicto. As aventuras de Alice no País das Maravilhas, Lewis Carroll

17 1. A disputa pelo Brasil Onde sertanejos, sambistas e caipiras se esbarram Durante muito tempo a música sertaneja foi vista como algo menor na cultura brasileira. Nos livros de História do Brasil a música sertaneja moderna quase nunca é citada. A verdade é que poucos sabem sobre a história desse gênero e sua relação com a sociedade brasileira. Cooperou para essa lacuna o fato de que poucas duplas escreveram sua história em livro. 1 Sem grandes ambições literárias por parte dos fãs e artistas, a escrita da música sertaneja ficou relegada a alguns poucos intelectuais, que aborda ram o tema quase sempre de forma passageira e com um olhar muito crítico e reprovador. Uma parcela dos escritores que já escreveram sobre a música sertaneja lamentou sua própria existência, pois a viu como uma versão piorada da música caipira, esta sim verdadeira representante do povo do interior. Pode se citar como exemplo o livro da pesquisadora Rosa Nepomuceno, intitulado Música caipira: da roça ao rodeio, lançado em Embora abra espaço para os sertanejos dos anos 1990 em seu livro, insiste num tom de deterioração da cultura do sertão. O saudosismo infla as palavras da pesquisadora: Desde que chegaram nas cidades as modas [de viola] de João Pacífico foram ganhando enfeites, maquiagem, roupa nova, acessórios, num processo de modificação que culminou com sua quase total descaracterização, a partir dos anos [...] Leandro [da dupla com Leonardo] foi o típico representante de uma geração sertanejo pop, ou, melhor dizendo, pop sertanejo, abençoado pelas grandes gravadoras. [...] A música deixara 23

18 COWBOYS DO ASFALTO de ser simplesmente arte, expressão da alma do povo, para se transformar numa indústria gigante, sustentada por vendagens astronômicas e capaz de recompensar os vencedores com muito dinheiro e fama. 2 O professor Romildo Sant Anna, autor do livro A moda é a viola, fruto de tese de livre docência pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp) de São José do Rio Preto, pensa parecido com Rosa Nepomuceno: [Na música sertaneja] inverte se o eixo de um modo tradicional de civilização, e instaura se outro modelo, marcado pela lógica do autoritarismo neoliberal e ligado à usura mercantilista do que, certo ou errado, se convencionou chamar de modernidade. 3 José Hamilton Ribeiro, autor do livro Música caipira: as 270 maiores modas de todos os tempos, vai na mesma linha de perda da pureza do camponês caipira diante da grande mídia. Para o pesquisador e jornalista, os sertanejos fazem som contaminado de influências estrangeiras que deturpam as raízes caipiras. 4 Para os autores dessa linha saudosista, a música sertaneja traiu a música caipira ao se submeter à indústria cultural e aos valores urbanos, perdendo a essência pura do campo. Os escritores da linha saudosista aceitam como legítimos apenas artistas que se identificam com a tradição caipira e a respaldam, como Inezita Barroso, Sérgio Reis, Almir Sater, Rolando Boldrin, Pena Branca & Xavantinho e Renato Teixeira. Esses artistas não teriam esquecido as raízes rurais e seus legítimos representantes, músicos como João Pacífico, Angelino de Oliveira, Raul Torres, Cornélio Pires e Tonico e Tinoco. Por outro lado, alguns escritores, como Rosa Nepomuceno e José Hamilton Ribeiro, condenam os artistas que teriam deturpado os valores autênticos do caipira, como os sertanejos Leo Canhoto & Robertinho, Milionário & José Rico, Matogrosso & Mathias, Trio Parada Dura, Chitãozinho & Xororó, Leandro & Leonardo, Zezé Di Camargo & Luciano, César Menotti & Fabiano e Michel Teló. O pioneiro dessa corrente saudosista de pensadores foi Antonio Candido, professor de Literatura da Universidade de São Paulo (USP). Ele é autor de Os parceiros do Rio Bonito, publicado em 1964, um clássico estudo sobre o homem caipira. 5 Embora marxista (e nesse sentido talvez seja o único imbuído de um corpo teórico entre os pensadores dessa linha), ele escreveu com ternura saudosista sobre um passado um tanto quanto idealizado do camponês brasileiro. 6 Candido foi o primeiro escritor a utilizar o termo caipira significando um modo de ser que estava se esvaindo diante da modernização capitalista 24

19 A disputa pelo Brasil que o Brasil vivia no século XX. O caipira seria um sujeito que se via confrontado à modernidade capitalista e, para manter seu estilo de vida tradicional, via se obrigado a resistir bravamente. O professor da USP foi pioneiro em dar sentido teórico à palavra caipira, ao utilizá la de forma sistemática e sem misturar com o termo sertanejo. 7 O pensamento criou raízes dentro e fora das universidades. Nas universidades houve herdeiros de Candido, pensadores marxistas dos anos 1970 que abordaram o tema com alguma profundidade. Os principais nomes dessa linha foram os sociólogos da USP João Carlos Martins e Waldenyr Caldas, pensadores influenciados pelo conceito marxista de ideologia, muito usado naquela década. A utilização do conceito serviu, na obra desses pensadores, para condenar a música sertaneja, identificando o gênero como alienante das camadas populares. O título de um artigo do sociólogo José de Souza Martins sobre o tema já dizia tudo: Música sertaneja: a dissimulação na linguagem dos humilhados, escrito em O sociólogo Waldenyr Caldas seguiu linha parecida: Os laivos deixados pelo barbitúrico da canção sertaneja nublam [...] o viver sombrio do proletariado paulista, escreveu Caldas em seu livro Acorde na aurora: música sertaneja e indústria cultural, publicado em Para ele não havia meio termo: O compositor sertanejo é, na grande maioria, desprovido de maior aptidão intelectual [...] [e sua música cai,] quase sempre, com raríssimas exceções, no anedotário, no ridículo. 9 Os professores da USP acusavam as duplas sertanejas de sucesso dos anos 1970, como Milionário & José Rico, Palmeira & Biá e Leo Canhoto & Robertinho, de serem simples peças nas mãos da indústria cultural a esconder do povo sua condição de explorado. Diferentemente dos caipiras, os sertanejos seriam aqueles que aceitavam a modernidade capitalista sem maiores críticas. Para os marxistas, a música era a parte do circo que as elites capitalistas proporcionariam ao povo, de forma a mantê lo ocupado e pacífico. A elite brasileira manteria os camponeses alienados através de singelas canções sertanejas sobre amores perdidos e lamentos lacrimosos. Diante dessa oposição tão evidente para alguns escritores, cabe perguntar: como começou essa diferenciação tão radical entre caipiras e sertanejos? Por que houve a necessidade de distinguir sertanejos e caipiras? Mais recentemente, as origens da música sertaneja e caipira vêm sendo mais bem estudadas pelo própria academia brasileira. 10 É uma pena que muitos dos estudos atuais nunca tenham sido publicados. Parte deles mostra como as distinções entre música sertaneja e música caipira foram forjadas ao longo do século XX

20 COWBOYS DO ASFALTO Um sertão diferente No Brasil do início do século XX até o fim dos anos 1930 as músicas do interior do país eram classificadas indistintamente como música sertaneja. Não havia distinção clara entre o que seria mais tarde música caipira e música sertaneja. Falar de música rural, música do interior, sertaneja ou caipira era tudo a mesma coisa. E as músicas do interior tocavam com frequência na capital. No carnaval carioca, por exemplo, tocava se de maxixes a sambas, bem como gêneros das diversas regiões interioranas do Brasil. Antes de 1930 o carnaval carioca não era a festa do samba e das marchinhas que passaram a existir depois, mas a celebração da diversidade nacional. 12 Por isso não era incomum ver o samba sendo tocado com triân gulos, instrumento típico do que hoje se chama música nordestina, ou mesmo as modas de viola sendo tocadas com violões, cavaquinhos e flautas. No repertório de um dos grupos mais famosos dos anos 1910, o Grupo de Caxangá, por exemplo, havia emboladas, cocos e toadas sertanejas. 13 Pixinguinha, mestre do choro, tocava nesse grupo. Sob outro aspecto, ainda não havia se hegemonizado a divisão do Brasil em regiões geográficas como hoje as conhecemos. 14 Nordeste e Sudeste não eram pensados como polos distintos de desenvolvimento. O que movia os afetos do começo do século era a oposição interior litoral. Era isso que mobilizava a cultura brasileira, e não as divisões regionais. Por isso não era incomum ouvir gêneros nordestinos com modas de viola. As canções do campo estavam interligadas sob o rótulo música sertaneja, e não era um problema para os músicos da época a distinção entre os diversos gêneros do interior. 15 De forma análoga, o samba ainda não tinha sido delineado nas suas fronteiras estéticas e não era visto como marco da nacionalidade. A formação instrumental centrada na percussão ainda não tinha se hegemonizado. O samba era tocado com outros gêneros sertanejos, sem causar atritos graves. Por exemplo: em 1913 foi lançada a canção A viola está magoada, de Catulo da Paixão Cearense, interpretada por Bahiano. O disco do cantor vinha com um selo em que estava expresso o gênero musical gravado: samba sertanejo. 16 Os gêneros se mesclavam sem aparente oposição. Os sucessos que imperavam nos carnavais cariocas ainda não eram apenas sambas. Nos primeiros carnavais republicanos, entre 1889 e 1930, havia marchas, tangos, cançonetas, sambas, cateretês, toadas e outros

de 20, à criação do samba no Rio de Janeiro ou ao cinema novo. Ao mesmo tempo procurei levar em conta as aceleradas transformações que ocorriam nesta

de 20, à criação do samba no Rio de Janeiro ou ao cinema novo. Ao mesmo tempo procurei levar em conta as aceleradas transformações que ocorriam nesta 5 Conclusão A década de 70 foi com certeza um período de grande efervescência para a cultura brasileira e em especial para a música popular. Apesar de ser muito difícil mensurar a constituição de um termo

Leia mais

O USO DE DROGAS (Depoimento emocionado de Luiz Fernando Veríssimo sobre sua experiência com as drogas). Vale a pena ler Tudo começou quando eu tinha

O USO DE DROGAS (Depoimento emocionado de Luiz Fernando Veríssimo sobre sua experiência com as drogas). Vale a pena ler Tudo começou quando eu tinha O USO DE DROGAS (Depoimento emocionado de Luiz Fernando Veríssimo sobre sua experiência com as drogas). Vale a pena ler Tudo começou quando eu tinha uns 14 anos e um amigo chegou com aquele papo de experimenta,

Leia mais

QUEM É ALICE CAYMMI? >> www.alicecaymmi.com.br

QUEM É ALICE CAYMMI? >> www.alicecaymmi.com.br QUEM É ALICE CAYMMI? A cantora e compositora carioca Alice Caymmi nasceu no dia 17 de março de 1990, na cidade do Rio de Janeiro. Neta de Dorival Caymmi, a musicista compõe desde os dez anos e começou

Leia mais

virgínia rosa geraldo flach

virgínia rosa geraldo flach virgínia rosa geraldo flach virgínia rosa geraldo flach O gaúcho Geraldo e a paulista Virgínia se apresentaram juntos pela primeira vez na série Piano e Voz, da UFRGS. Quando tocou em São Paulo, no Supremo

Leia mais

A CONTRACULTURA NA MÚSICA DOS ANOS 60 - SCRIPT DO JOGRAL

A CONTRACULTURA NA MÚSICA DOS ANOS 60 - SCRIPT DO JOGRAL 1 DEPARTAMENTO DE LETRAS E ARTES LICENCIATURA EM LETRAS COM A LÍNGUA INGLESA LITERATURA BRASILEIRA JOÃO BOSCO DA SILVA (prof.bosco.uefs@gmail.com) A CONTRACULTURA NA MÚSICA DOS ANOS 60 - SCRIPT DO JOGRAL

Leia mais

TRANSCRIÇÃO SAMBA DE QUADRA

TRANSCRIÇÃO SAMBA DE QUADRA TRANSCRIÇÃO SAMBA DE QUADRA letreiro 1: Sem o modernismo dos tempos atuais, o samba sertanejo era uma espécie de baile rústico, que ia noite à dentro até o raiar do dia, com seus matutos dançando e entoando

Leia mais

Cultura e política no Brasil: de Getúlio a Ditadura Militar

Cultura e política no Brasil: de Getúlio a Ditadura Militar Cultura e política no Brasil: de Getúlio a Ditadura Militar 1 A Era Vargas (1930-1945) Assumiu após a vitória sobre as oligarquias em 1930. 2ª Guerra Mundial: Início dúbio com posterior alinhamento aos

Leia mais

5 ADOLESCÊNCIA. 5.1. Passagem da Infância Para a Adolescência

5 ADOLESCÊNCIA. 5.1. Passagem da Infância Para a Adolescência 43 5 ADOLESCÊNCIA O termo adolescência, tão utilizado pelas classes médias e altas, não costumam fazer parte do vocabulário das mulheres entrevistadas. Seu emprego ocorre mais entre aquelas que por trabalhar

Leia mais

1. O que é Folclore? Uma análise histórica e crítica do conceito.

1. O que é Folclore? Uma análise histórica e crítica do conceito. Objetivos Proporcionar o entendimento das características gerais do processo folclórico brasileiro; Estruturar o profissional de Eventos para conhecer particularidades de alguns acontecimentos que envolvem

Leia mais

Concurso Literário. O amor

Concurso Literário. O amor Concurso Literário O Amor foi o tema do Concurso Literário da Escola Nova do segundo semestre. Durante o período do Concurso, o tema foi discutido em sala e trabalhado principalmente nas aulas de Língua

Leia mais

Há muito tempo eu escuto esse papo furado Dizendo que o samba acabou Só se foi quando o dia clareou. (Paulinho da Viola)

Há muito tempo eu escuto esse papo furado Dizendo que o samba acabou Só se foi quando o dia clareou. (Paulinho da Viola) Diego Mattoso USP Online - www.usp.br mattoso@usp.br Julho de 2005 USP Notícias http://noticias.usp.br/canalacontece/artigo.php?id=9397 Pesquisa mostra porque o samba é um dos gêneros mais representativos

Leia mais

ESCOLA ESTADUAL AUGUSTO AIRES DA MATA MACHADO. MATÉRIA: LÍNGUA PORTUGUESA. PROF.: MARCÉLIA ALVES RANULFO ASSUNTO: PRODUÇÃO DE TEXTO.

ESCOLA ESTADUAL AUGUSTO AIRES DA MATA MACHADO. MATÉRIA: LÍNGUA PORTUGUESA. PROF.: MARCÉLIA ALVES RANULFO ASSUNTO: PRODUÇÃO DE TEXTO. PROF.: MARCÉLIA ALVES RANULFO ALUNO: Victor Maykon Oliveira Silva TURMA: 6º ANO A ÁGUA A água é muito importante para nossa vida. Não devemos desperdiçar. Se você soubesse como ela é boa! Mata a sede de

Leia mais

Versão Oficial. Locutor - A Rádio Nacional apresenta ESTUDIO F, Momentos Musicais da Funarte. Apresentação de Paulo César Soares

Versão Oficial. Locutor - A Rádio Nacional apresenta ESTUDIO F, Momentos Musicais da Funarte. Apresentação de Paulo César Soares 1 Versão Oficial Sueli Costa EF98 E S T Ú D I O F - programa número 98 Á U D I O T E X T O Música-tema entra e fica em BG; Locutor - A Rádio Nacional apresenta ESTUDIO F, Momentos Musicais da Funarte Apresentação

Leia mais

VOCÊ DÁ O SEU MELHOR TODOS OS DIAS. CONTINUE FAZENDO ISSO.

VOCÊ DÁ O SEU MELHOR TODOS OS DIAS. CONTINUE FAZENDO ISSO. VOCÊ DÁ O SEU MELHOR TODOS OS DIAS. CONTINUE FAZENDO ISSO. Qualquer hora é hora de falar sobre doação de órgãos. Pode ser à mesa do jantar, no caminho para o trabalho ou até mesmo ao receber este folheto.

Leia mais

MPB ou música popular brasileira?

MPB ou música popular brasileira? junho/01 8 o e 9 o anos MPB ou música popular brasileira? A expressão música popular brasileira se refere aos estilos musicais criados no Brasil, por compositores e cantores brasileiros, em língua portuguesa,

Leia mais

CHIC SAMBA CHIC SAMBA CHORO GAFIEIRA

CHIC SAMBA CHIC SAMBA CHORO GAFIEIRA CHIC SAMBA CHIC SAMBA CHORO GAFIEIRA CHIC SAMBA CHIC ANA PAULA LOPES E LUPA MABUZE Do encontro dos artistas Lupa Mabuze e Ana Paula Lopes surgiu o projeto CHIC SAMBA CHIC, um show contagiante de música

Leia mais

Conto n.o 5: A minha mãe é a Iemanjá 24.07.12. Ele ficava olhando o mar, horas se o deixasse. Ele só tinha cinco anos.

Conto n.o 5: A minha mãe é a Iemanjá 24.07.12. Ele ficava olhando o mar, horas se o deixasse. Ele só tinha cinco anos. Contos Místicos 1 Contos luca mac doiss Conto n.o 5: A minha mãe é a Iemanjá 24.07.12 Prefácio A história: esta história foi contada por um velho pescador de Mongaguá conhecido como vô Erson. A origem:

Leia mais

Carnaval 2014. A Sociedade Rosas de Ouro orgulhosamente apresenta o enredo: Inesquecível

Carnaval 2014. A Sociedade Rosas de Ouro orgulhosamente apresenta o enredo: Inesquecível Carnaval 2014 A Sociedade Rosas de Ouro orgulhosamente apresenta o enredo: Inesquecível Nesta noite vamos fazer uma viagem! Vamos voltar a um tempo que nos fez e ainda nos faz feliz, porque afinal como

Leia mais

Fotos: Luís Antônio Rodrigues. No Perfil Ché & Colin

Fotos: Luís Antônio Rodrigues. No Perfil Ché & Colin Fotos: Luís Antônio Rodrigues No Perfil & Perfil Em meio às gravações no estúdio Brothers da Lua do músico, juntamente com o gravamos uma entrevista, onde eles nos contam como começou essa amizade e parceria,

Leia mais

Prêmio Funarte de Programação Continuada para a Música Popular 2015. Lista Classificatória Módulo B Prêmio de R$ 200 mil

Prêmio Funarte de Programação Continuada para a Música Popular 2015. Lista Classificatória Módulo B Prêmio de R$ 200 mil Prêmio Funarte de Programação Continuada para a Música Popular 2015 Lista Classificatória Módulo B Prêmio de R$ 200 mil Ordem de classificação Inscrição Nome do Festival ou Mostra UF 1º 22 11º Festival

Leia mais

Patrocínio Institucional Parceria Apoio

Patrocínio Institucional Parceria Apoio Patrocínio Institucional Parceria Apoio InfoReggae - Edição 80 Memória Oral 24 de abril de 2015 O Grupo AfroReggae é uma organização que luta pela transformação social e, através da cultura e da arte,

Leia mais

Amar Dói. Livro De Poesia

Amar Dói. Livro De Poesia Amar Dói Livro De Poesia 1 Dedicatória Para a minha ex-professora de português, Lúcia. 2 Uma Carta Para Lúcia Querida professora, o tempo passou, mas meus sonhos não morreram. Você foi uma pessoa muito

Leia mais

1-PORTO SEGURO-BAHIA-BRASIL

1-PORTO SEGURO-BAHIA-BRASIL 1-PORTO SEGURO-BAHIA-BRASIL LUGAR: EUNÁPOLIS(BA) DATA: 05/11/2008 ESTILO: VANEIRÃO TOM: G+ (SOL MAIOR) GRAVADO:16/10/10 PORTO SEGURO BAHIA-BRASIL VOCÊ É O BERÇO DO NOSSO PAIS. PORTO SEGURO BAHIA-BRASIL

Leia mais

Programação Geral. Música Regional Brasileira. A música do Brasil - Seg/Dom 6h.

Programação Geral. Música Regional Brasileira. A música do Brasil - Seg/Dom 6h. Programação Geral Música Regional Brasileira A música do Brasil - Seg/Dom 6h. Programa destinado a divulgar a música típica das regiões do Brasil. Toca os grandes mestres da música nordestina e mostra

Leia mais

A PROPOSTA SOLINHO 1 : DESENVOLVENDO ASPECTOS MUSICAIS E SOCIAIS ATRAVÉS DA AULA DE VIOLÃO EM GRUPO. Igor Luiz Medeiros 2. igorluiz.m@hotmail.

A PROPOSTA SOLINHO 1 : DESENVOLVENDO ASPECTOS MUSICAIS E SOCIAIS ATRAVÉS DA AULA DE VIOLÃO EM GRUPO. Igor Luiz Medeiros 2. igorluiz.m@hotmail. A PROPOSTA SOLINHO 1 : DESENVOLVENDO ASPECTOS MUSICAIS E SOCIAIS ATRAVÉS DA AULA DE VIOLÃO EM GRUPO Igor Luiz Medeiros 2 igorluiz.m@hotmail.com Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Artes, Filosofia

Leia mais

DISCURSO DO EXCELENTÍSSIMO SENHOR VEREADOR SILVINHO REZENDE, DURANTE REUNIÃO SOLENE PARA ENTREGA DO DIPLOMA DE HONRA AO MÉRITO AO MÚSICO RONALDO COISA

DISCURSO DO EXCELENTÍSSIMO SENHOR VEREADOR SILVINHO REZENDE, DURANTE REUNIÃO SOLENE PARA ENTREGA DO DIPLOMA DE HONRA AO MÉRITO AO MÚSICO RONALDO COISA DISCURSO DO EXCELENTÍSSIMO SENHOR VEREADOR SILVINHO REZENDE, DURANTE REUNIÃO SOLENE PARA ENTREGA DO DIPLOMA DE HONRA AO MÉRITO AO MÚSICO RONALDO COISA NOSSA, REALIZADA EM 04 DE JULHO DE 2012. 1 Boa Noite,

Leia mais

Desde a sua fundação o GRUPO MPE tem a preocupação de incentivar a cultura em nosso país, principalmente ao cinema e à música brasileira.

Desde a sua fundação o GRUPO MPE tem a preocupação de incentivar a cultura em nosso país, principalmente ao cinema e à música brasileira. INCENTIVO À CULTURA Desde a sua fundação o GRUPO MPE tem a preocupação de incentivar a cultura em nosso país, principalmente ao cinema e à música brasileira. Por isso criamos o projeto MPB pela MPE. Ao

Leia mais

Aluguel de casa para a 54ª Festa do Peão em Barretos varia de R$ 166,67 a R$ 1.111,11

Aluguel de casa para a 54ª Festa do Peão em Barretos varia de R$ 166,67 a R$ 1.111,11 Pesquisa CRECI Especial Festa do Rodeio de Barretos (SP) Aluguel diário/temporada Aluguel de casa para a 54ª Festa do Peão em Barretos varia de R$ 166,67 a R$ 1.111,11 Quem deseja conforto, privacidade

Leia mais

Era uma vez um menino muito pobre chamado João, que vivia com o papai e a

Era uma vez um menino muito pobre chamado João, que vivia com o papai e a João do Medo Era uma vez um menino muito pobre chamado João, que vivia com o papai e a mamãe dele. Um dia, esse menino teve um sonho ruim com um monstro bem feio e, quando ele acordou, não encontrou mais

Leia mais

Benedicto Silva. Foto 1. Minha mãe e eu, fotografados pelo meu pai (setembro de 1956).

Benedicto Silva. Foto 1. Minha mãe e eu, fotografados pelo meu pai (setembro de 1956). 1. INTRODUÇÃO 1.1. MINHA RELAÇÃO COM A FOTOGRAFIA Meu pai tinha uma câmara fotográfica. Ele não era fotógrafo profissional, apenas gostava de fotografar a família e os amigos (vide Foto 1). Nunca estudou

Leia mais

PROJETO PROFISSÕES. Entrevista com DJ

PROJETO PROFISSÕES. Entrevista com DJ Entrevista com DJ Meu nome é Raul Aguilera, minha profissão é disc-jóquei, ou DJ, como é mais conhecida. Quando comecei a tocar, em festinhas da escola e em casa, essas festas eram chamadas de "brincadeiras

Leia mais

Projeto Recreio Musical

Projeto Recreio Musical Colégio Marista de Colatina Apresenta Projeto Recreio Musical Uma viagem educativa pelo universo da música Ano 2015 O Projeto Recreio Musical, em sua segunda edição no Colégio Marista de Colatina, abre

Leia mais

Transcriça o da Entrevista

Transcriça o da Entrevista Transcriça o da Entrevista Entrevistadora: Valéria de Assumpção Silva Entrevistada: Ex praticante Clarice Local: Núcleo de Arte Grécia Data: 08.10.2013 Horário: 14h Duração da entrevista: 1h COR PRETA

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS Projeto de Vida MACHADO, Nilson José. Projeto de vida. Entrevista concedida ao Diário na Escola-Santo André, em 2004. Disponível em: .

Leia mais

Arcoverde: Páginas que Ninguém Leu 1. Aline de Souza Silva SIQUEIRA 2 Adriana Xavier Dória MATOS 3 Universidade Católica de Pernambuco, Recife, PE

Arcoverde: Páginas que Ninguém Leu 1. Aline de Souza Silva SIQUEIRA 2 Adriana Xavier Dória MATOS 3 Universidade Católica de Pernambuco, Recife, PE Arcoverde: Páginas que Ninguém Leu 1 Aline de Souza Silva SIQUEIRA 2 Adriana avier Dória MATOS 3 Universidade Católica de Pernambuco, Recife, PE RESUMO Este trabalho se propõe uma jornada Arcoverde adentro

Leia mais

Numa recente e longa entrevista concedida para a rede de emissoras rádio via satélite AMERICAN SAT, o cantor PAULINHO BOCA lembrou dos fatos mais

Numa recente e longa entrevista concedida para a rede de emissoras rádio via satélite AMERICAN SAT, o cantor PAULINHO BOCA lembrou dos fatos mais Numa recente e longa entrevista concedida para a rede de emissoras rádio via satélite AMERICAN SAT, o cantor PAULINHO BOCA lembrou dos fatos mais importantes que marcaram a trajetória da MPB nos últimos

Leia mais

Apresentação Reinaldo Arias

Apresentação Reinaldo Arias Apresentação Reinaldo Arias 2011 Projeto musical Música para envolver, encantar e integrar. Essa é a proposta do músico, produtor e compositor Reinaldo Arias. Artista atuante, gravou, produziu e compôs

Leia mais

CD - Pra te dar um beijo

CD - Pra te dar um beijo História FERNANDA PÁDUA começou a se interessar pela música ainda criança. Um Videokê, comprado por seu pai, foi eleito seu brinquedo favorito e, assim, passava as tardes cantando. Destacou-se de tal forma,

Leia mais

DATAS COMEMORATIVAS. FESTAS JUNINAS 12 de junho Santo Antônio 24 de junho São João 29 de junho São Pedro

DATAS COMEMORATIVAS. FESTAS JUNINAS 12 de junho Santo Antônio 24 de junho São João 29 de junho São Pedro FESTAS JUNINAS 12 de junho Santo Antônio 24 de junho São João 29 de junho São Pedro As festas juninas fazem parte da tradição católica, mas em muitos lugares essas festas perderam essa característica.

Leia mais

P/1 Seu Ivo, eu queria que o senhor começasse falando seu nome completo, onde o senhor nasceu e a data do seu nascimento.

P/1 Seu Ivo, eu queria que o senhor começasse falando seu nome completo, onde o senhor nasceu e a data do seu nascimento. museudapessoa.net P/1 Seu Ivo, eu queria que o senhor começasse falando seu nome completo, onde o senhor nasceu e a data do seu nascimento. R Eu nasci em Piúma, em primeiro lugar meu nome é Ivo, nasci

Leia mais

Encontro Nacional Jovem de Futuro 2013: conexões e troca de experiências

Encontro Nacional Jovem de Futuro 2013: conexões e troca de experiências boletim Jovem de Futuro ed. 04-13 de dezembro de 2013 Encontro Nacional Jovem de Futuro 2013: conexões e troca de experiências O Encontro Nacional Jovem de Futuro 2013 aconteceu de 26 a 28 de novembro.

Leia mais

Currículo Referência em Música Ensino Médio

Currículo Referência em Música Ensino Médio Currículo Referência em Música Ensino Médio 1º ANO - ENSINO MÉDIO Objetivos Conteúdos Expectativas - Conhecer a área de abrangência profissional da arte e suas características; - Reconhecer e valorizar

Leia mais

Palavras-chave: Música caipira. Literatura. Valores. Imaginário. Cultura.

Palavras-chave: Música caipira. Literatura. Valores. Imaginário. Cultura. A MÚSICA CAIPIRA E A LITERATURA: do imaginário à representação cultural Meire Lisboa Santos Gonçalves Resumo: As manifestações sobre a tradição e cultura caipira e o seu reconhecimento são temáticas muito

Leia mais

Antes que me esqueçam, meu nome é Edy Star

Antes que me esqueçam, meu nome é Edy Star Antes que me esqueçam, meu nome é Edy Star O documentário aborda a trajetória artística de Edvaldo Souza, o Edy Star, cantor, ator, dançarino, produtor teatral e artista plástico baiano. Edy iniciou a

Leia mais

MÚSICA POPULAR BRASILEIRA E O ENSINO DE FLAUTA DOCE

MÚSICA POPULAR BRASILEIRA E O ENSINO DE FLAUTA DOCE 51 MÚSICA POPULAR BRASILEIRA E O ENSINO DE FLAUTA DOCE Prof a. Dr a. Ana Paula Peters UNESPAR/EMBAP anapaula.peters@gmail.com Para comentar a relação que estabeleço entre música popular brasileira e o

Leia mais

18 - A surpresa... 175 19 A fuga... 185 20 O atraso... 193 21 Vida sem máscaras... 197 22 - A viagem... 209 23 - A revelação...

18 - A surpresa... 175 19 A fuga... 185 20 O atraso... 193 21 Vida sem máscaras... 197 22 - A viagem... 209 23 - A revelação... Sumário Agradecimentos... 7 Introdução... 9 1 - Um menino fora do seu tempo... 13 2 - O bom atraso e o vestido rosa... 23 3 - O pequeno grande amigo... 35 4 - A vingança... 47 5 - O fim da dor... 55 6

Leia mais

Vida nova Jovens contam como superaram doenças graves. Depois de um câncer de mama aos 23 anos, Dolores Cardoso teve um filho, escreveu um livro e

Vida nova Jovens contam como superaram doenças graves. Depois de um câncer de mama aos 23 anos, Dolores Cardoso teve um filho, escreveu um livro e Sexta Vida nova Jovens contam como superaram doenças graves. Depois de um câncer de mama aos 23 anos, Dolores Cardoso teve um filho, escreveu um livro e mudou o rumo da vida profissional FOLHA DA SEXTA

Leia mais

12/02/2010. Presidência da República Secretaria de Imprensa Discurso do Presidente da República

12/02/2010. Presidência da República Secretaria de Imprensa Discurso do Presidente da República , Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia de inauguração da Escola Municipal Jornalista Jaime Câmara e alusiva à visita às unidades habitacionais do PAC - Pró-Moradia no Jardim do Cerrado e Jardim Mundo

Leia mais

Em algum lugar de mim

Em algum lugar de mim Em algum lugar de mim (Drama em ato único) Autor: Mailson Soares A - Eu vi um homem... C - Homem? Que homem? A - Um viajante... C - Ele te viu? A - Não, ia muito longe! B - Do que vocês estão falando?

Leia mais

É verdade que só começo um livro quando descubro uma pluma branca. Isso é um ritual que me impus apesar se só escrever uma vez cada dois anos.

É verdade que só começo um livro quando descubro uma pluma branca. Isso é um ritual que me impus apesar se só escrever uma vez cada dois anos. 1) Como está sendo a expectativa do escritor no lançamento do livro Ser como um rio que flui? Ele foi lançado em 2006 mas ainda não tinha sido publicado na língua portuguesa, a espera do livro pelos fãs

Leia mais

A Bandeira Brasileira e Augusto Comte

A Bandeira Brasileira e Augusto Comte A Bandeira Brasileira e Augusto Comte Resumo Este documentário tem como ponto de partida um problema curioso: por que a frase Ordem e Progresso, de autoria de um filósofo francês, foi escolhida para constar

Leia mais

APÊNDICE C: Pré-análise das representações dos Grupos focais por tema e Grupo trabalhado

APÊNDICE C: Pré-análise das representações dos Grupos focais por tema e Grupo trabalhado APÊNDICE C: Pré-análise das representações dos Grupos focais por tema e Grupo trabalhado Tema: A cidade de Goiânia e o goianiense Questões abordadas: Falem o que é Goiânia para vocês. Como vocês veem a

Leia mais

PERTO DE TI AUTOR: SILAS SOUZA MAGALHÃES. Tu és meu salvador. Minha rocha eterna. Tu és minha justiça, ó Deus. Tu és Jesus, amado da Minh alma.

PERTO DE TI AUTOR: SILAS SOUZA MAGALHÃES. Tu és meu salvador. Minha rocha eterna. Tu és minha justiça, ó Deus. Tu és Jesus, amado da Minh alma. PERTO DE TI Tu és meu salvador. Minha rocha eterna. Tu és minha justiça, ó Deus. Tu és Jesus, amado da Minh alma. Jesus! Perto de ti, sou mais e mais. Obedeço a tua voz. Pois eu sei que tu és Senhor, o

Leia mais

Autor (a): Januária Alves

Autor (a): Januária Alves Nome do livro: Crescer não é perigoso Editora: Gaivota Autor (a): Januária Alves Ilustrações: Nireuda Maria Joana COMEÇO DO LIVRO Sempre no fim da tarde ela ouvia no volume máximo uma musica, pois queria

Leia mais

Fim. Começo. Para nós, o tempo começou a ter um novo sentido.

Fim. Começo. Para nós, o tempo começou a ter um novo sentido. Fim. Começo. Para nós, o tempo começou a ter um novo sentido. Assim que ela entrou, eu era qual um menino, tão alegre. bilhete, eu não estaria aqui. Demorei a vida toda para encontrá-lo. Se não fosse o

Leia mais

Tendo isso em conta, o Bruno nunca esqueceu que essa era a vontade do meu pai e por isso também queria a nossa participação neste projecto.

Tendo isso em conta, o Bruno nunca esqueceu que essa era a vontade do meu pai e por isso também queria a nossa participação neste projecto. Boa tarde a todos, para quem não me conhece sou o Ricardo Aragão Pinto, e serei o Presidente do Concelho Fiscal desta nobre Fundação. Antes de mais, queria agradecer a todos por terem vindo. É uma honra

Leia mais

Affonso Romano: A glória do autor é virar folclore

Affonso Romano: A glória do autor é virar folclore Affonso Romano: A glória do autor é virar folclore Com mais de 50 livros publicados, Affonso Romano de Sant Anna é uma das referências da literatura brasileira contemporânea. Agora mesmo, ele está saindo

Leia mais

Existe espaço para os covers mostrarem seus trabalhos? As pessoas dão oportunidades?

Existe espaço para os covers mostrarem seus trabalhos? As pessoas dão oportunidades? A Estação Pilh@ também traz uma entrevista com Rodrigo Teaser, cover do Michael Jackson reconhecido pela Sony Music. A seguir, você encontra os ingredientes da longa história marcada por grandes shows,

Leia mais

PROJETO INTERDISCIPLINAR LUIZ GONZAGA TEMA-LUIZ GONZAGA: A VIDA DE UM VIAJANTE-TOCANDO, CANTANDO E DANÇANDO O GONZAGÃO.

PROJETO INTERDISCIPLINAR LUIZ GONZAGA TEMA-LUIZ GONZAGA: A VIDA DE UM VIAJANTE-TOCANDO, CANTANDO E DANÇANDO O GONZAGÃO. PROJETO INTERDISCIPLINAR LUIZ GONZAGA 2012 TEMA-LUIZ GONZAGA: A VIDA DE UM VIAJANTE-TOCANDO, CANTANDO E DANÇANDO O GONZAGÃO. POR QUE TRABALHAR LUIZ GONZAGA? Luiz Gonzaga é um mestre da música. Foi ele

Leia mais

Público escolhe o repertório do próximo show de Oswaldo Montenegro. No mesmo ano: cinema, música, televisão e teatro

Público escolhe o repertório do próximo show de Oswaldo Montenegro. No mesmo ano: cinema, música, televisão e teatro Público escolhe o repertório do próximo show de Oswaldo Montenegro No mesmo ano: cinema, música, televisão e teatro Consagrado pela crítica e pelo público Para comemorar o sucesso de tantos lançamentos

Leia mais

Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na audiência com personalidades do mundo do livro

Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na audiência com personalidades do mundo do livro , Luiz Inácio Lula da Silva, na audiência com personalidades do mundo do livro Brasília - DF, 21 de setembro de 2006 Eu poderia deixar você falar, Paim, mas o microfone é alto e você não vai alcançar aqui.

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 68 Discurso na cerimónia de lançamento

Leia mais

www.jyotimaflak.com Glücks- Akademie mit JyotiMa Flak Academia da felizidade com JyotiMa Flak

www.jyotimaflak.com Glücks- Akademie mit JyotiMa Flak Academia da felizidade com JyotiMa Flak www.jyotimaflak.com Glücks- Akademie mit JyotiMa Flak Academia da felizidade com JyotiMa Flak Entrevista com Ezequiel Quem é você? Meu nome é Ezequiel, sou natural do Rio de Janeiro, tenho 38 anos, fui

Leia mais

Para início de conversa 9. Família, a Cia. Ltda. 13. Urca, onde moro; Rio, onde vivo 35. Cardápio de lembranças 53

Para início de conversa 9. Família, a Cia. Ltda. 13. Urca, onde moro; Rio, onde vivo 35. Cardápio de lembranças 53 Rio de Janeiro Sumário Para início de conversa 9 Família, a Cia. Ltda. 13 Urca, onde moro; Rio, onde vivo 35 Cardápio de lembranças 53 O que o homem não vê, a mulher sente 75 Relacionamentos: as Cias.

Leia mais

TÍTULO: VÁRIAS VARIÁVEIS: O BRASIL DOS ANOS 80 PELAS MÚSICAS DO ENGENHEIROS DO HAWAII

TÍTULO: VÁRIAS VARIÁVEIS: O BRASIL DOS ANOS 80 PELAS MÚSICAS DO ENGENHEIROS DO HAWAII Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: VÁRIAS VARIÁVEIS: O BRASIL DOS ANOS 80 PELAS MÚSICAS DO ENGENHEIROS DO HAWAII CATEGORIA: EM

Leia mais

coleção Conversas #10 - junho 2014 - Respostas que podem estar sendo feitas para algumas perguntas Garoto de Programa por um.

coleção Conversas #10 - junho 2014 - Respostas que podem estar sendo feitas para algumas perguntas Garoto de Programa por um. coleção Conversas #10 - junho 2014 - Eu sou Estou garoto num de programa. caminho errado? Respostas para algumas perguntas que podem estar sendo feitas Garoto de Programa por um. A Coleção CONVERSAS da

Leia mais

02/12/2004. Discurso do Presidente da República

02/12/2004. Discurso do Presidente da República , Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia de entrega do Prêmio Finep e sanção da Lei de Inovação de Incentivo à Pesquisa Tecnológica Palácio do Planalto, 02 de dezembro de 2004 Meus companheiros ministros,

Leia mais

Indice. Bullying O acaso... 11

Indice. Bullying O acaso... 11 Indice Bullying O acaso... 11 Brincadeira de mau gosto. Chega! A história... 21 O dia seguinte... 47 A paixão... 53 O reencontro... 61 O bullying... 69 9 Agosto/2010 O acaso Terça-feira. O sol fazia um

Leia mais

A CRIANÇA NA PUBLICIDADE

A CRIANÇA NA PUBLICIDADE A CRIANÇA NA PUBLICIDADE Entrevista com Fábio Basso Montanari Ele estuda na ECA/USP e deu uma entrevista para e seu grupo de colegas para a disciplina Psicologia da Comunicação, sobre sua história de vida

Leia mais

as coisas já estão aí GRINGO CARDIA [Cenógrafo e designer]

as coisas já estão aí GRINGO CARDIA [Cenógrafo e designer] as coisas já estão aí GRINGO CARDIA [Cenógrafo e designer] colagem, remix narrativa em banco de dados remix de referências de várias áreas novas tecnologias a maneira que eu trabalho Eu acredito, na verdade,

Leia mais

Três Marias Teatro. Noite (Peça Curta) Autor: Harold Pinter

Três Marias Teatro. Noite (Peça Curta) Autor: Harold Pinter Distribuição digital, não-comercial. 1 Três Marias Teatro Noite (Peça Curta) Autor: Harold Pinter O uso comercial desta obra está sujeito a direitos autorais. Verifique com os detentores dos direitos da

Leia mais

MEU TIO MATOU UM CARA

MEU TIO MATOU UM CARA MEU TIO MATOU UM CARA M eu tio matou um cara. Pelo menos foi isso que ele disse. Eu estava assistindo televisão, um programa idiota em que umas garotas muito gostosas ficavam dançando. O interfone tocou.

Leia mais

Outdoor de Lançamento do CD da Dupla Johny e Junior 1

Outdoor de Lançamento do CD da Dupla Johny e Junior 1 Outdoor de Lançamento do CD da Dupla Johny e Junior 1 Danizieli de OLIVEIRA 2 Diego de OLIVEIRA 3 Renata Cristina FORNAZIERO 4 Thaís Roberta CASAGRANDE 5 Wolnei MENEGASSI 6 Paulo César D ELBOUX 7 Faculdade

Leia mais

PROVA ESCRITA DE EDUCAÇÃO MUSICAL. PRIMEIRA PARTE - QUESTÕES DISCURSIVAS (70 pontos)

PROVA ESCRITA DE EDUCAÇÃO MUSICAL. PRIMEIRA PARTE - QUESTÕES DISCURSIVAS (70 pontos) COLÉGIO PEDRO II DIRETORIA GERAL SECRETARIA DE ENSINO CONCURSO PÚBLICO PARA PROFESSORES DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO = 2002 = PRIMEIRA PARTE - QUESTÕES DISCURSIVAS (70 pontos) 1) Escreva uma notação rítmica

Leia mais

Rio de Janeiro, 10 de junho de 2008

Rio de Janeiro, 10 de junho de 2008 IDENTIFICAÇÃO Rio de Janeiro, 10 de junho de 2008 Humberto Cordeiro Carvalho admitido pela companhia em 1 de julho de 1981. Eu nasci em 25 de maio de 55 em Campos do Goytacazes. FORMAÇÃO Segundo grau Escola

Leia mais

12:00 Palestra: Jesus confia nos Jovens -Por isso entrega sua mãe - Telmo

12:00 Palestra: Jesus confia nos Jovens -Por isso entrega sua mãe - Telmo 2:00 Palestra: Jesus confia nos Jovens -Por isso entrega sua mãe - Telmo Amados de Deus, a paz de Jesus... Orei e pensei muito para que Jesus me usasse para poder neste dia iniciar esta pregação com a

Leia mais

Após o término da Segunda Guerra Mundial foram trabalhar no SíNo Quinta das Amoreiras, de propriedade de Augusto Camossa Saldanha, aqui entre Miguel

Após o término da Segunda Guerra Mundial foram trabalhar no SíNo Quinta das Amoreiras, de propriedade de Augusto Camossa Saldanha, aqui entre Miguel Vamos falar umas poucas palavras sobre nosso pai. Na tradição japonesa nessas horas esquecemos a tristeza e falamos das alegrias, das virtudes de quem foi. O duro é esquecer a tristeza. Hiroshi Watanabe

Leia mais

Apoio. Patrocínio Institucional

Apoio. Patrocínio Institucional Patrocínio Institucional Parceria Apoio InfoReggae - Edição 83 Papo Reto com José Junior 12 de junho de 2015 O Grupo AfroReggae é uma organização que luta pela transformação social e, através da cultura

Leia mais

Rotary International Distrito 4570 Programa de Intercâmbio Internacional de Jovens

Rotary International Distrito 4570 Programa de Intercâmbio Internacional de Jovens Rotary International Distrito 4570 Programa de Intercâmbio Internacional de Jovens Depoimentos de Intercambistas Brasileiros 2 Carolina Castro foi aos Estados Unidos em 2011 Programa Longa Duração O ano

Leia mais

Usos e Costumes. Nos Dias Atuais TIAGO SANTOS

Usos e Costumes. Nos Dias Atuais TIAGO SANTOS Usos e Costumes Nos Dias Atuais TIAGO SANTOS [ 2 ] Prefácio Nos dias atuais temos visto muitas mudanças de paradigmas nos regulamentos internos de nossas instituições. Isso tem ocorrido pela demanda de

Leia mais

Figura 1 - Saci Urbano no trem às 14h45 O Saci é um ser libertário. Mostra essa passagem do meio rural para a urbanidade.

Figura 1 - Saci Urbano no trem às 14h45 O Saci é um ser libertário. Mostra essa passagem do meio rural para a urbanidade. ARTISTA DO SACI URBANO Figura 1 - Saci Urbano no trem às 14h45 O Saci é um ser libertário. Mostra essa passagem do meio rural para a urbanidade. Por Diana Mendes 1, Ana Maria Dietrich 2, Everson José de

Leia mais

IX FESTIVAL REGIONAL DE QUADRILHAS DO ARAGUAIA 2ª Edição em Ribeirão Cascalheira MT. De 25 a 27 de junho de 2010

IX FESTIVAL REGIONAL DE QUADRILHAS DO ARAGUAIA 2ª Edição em Ribeirão Cascalheira MT. De 25 a 27 de junho de 2010 IX FESTIVAL REGIONAL DE QUADRILHAS DO ARAGUAIA 2ª Edição em Ribeirão Cascalheira MT. De 25 a 27 de junho de 2010 Mais uma vez, em Ribeirão Cascalheira, realizamos o Festival Regional de Quadrilhas de Araguaia,

Leia mais

2. O fato folclórico

2. O fato folclórico (...) O folclore, apesar de não percebermos, acompanha a nossa existência e tem grande influência na nossa maneira de pensar, sentir e agir. Quando crianças fomos embalados pelas cantigas de ninar e pelos

Leia mais

Roteiro de Áudio. SOM: abertura (Vinheta de abertura do programa Hora do Debate )

Roteiro de Áudio. SOM: abertura (Vinheta de abertura do programa Hora do Debate ) 1 Roteiro de Áudio Episódio 1 A língua, a ciência e a produção de efeitos de verdade Programa Hora de Debate. Campanhas de prevenção contra DST: Linguagem em alerta SOM: abertura (Vinheta de abertura do

Leia mais

MODERNISMO NO BRASIL Cap. 1 e 2 - séculos XIX e XX FELIPE HARRISBERGER DE GODOY

MODERNISMO NO BRASIL Cap. 1 e 2 - séculos XIX e XX FELIPE HARRISBERGER DE GODOY MODERNISMO NO BRASIL Cap. 1 e 2 - séculos XIX e XX FELIPE HARRISBERGER DE GODOY Os seis passos para a modernidade Chegada da Família Real Portuguesa (1808); Missão Artística Francesa; Academia Imperial

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAI BA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAI BA UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAI BA ASCOM WEB RÁDIO UEPB PROGRAMAÇÃO SEGUNDA / SEXTA MADRUGADA AFORA: 00 A 06:15 As músicas quem embalam as madrugadas de todos nós CIFRÕES: 06:15 A 06:30 Boletim Econômico,

Leia mais

E.E.I.E.F SÃO FRANCISCO ROTEIRO DO CURTA METRAGEM TEMA: A LENDA DA PEDRA DA BATATEIRA- MITO E REALIDADE 1ª PARTE

E.E.I.E.F SÃO FRANCISCO ROTEIRO DO CURTA METRAGEM TEMA: A LENDA DA PEDRA DA BATATEIRA- MITO E REALIDADE 1ª PARTE E.E.I.E.F SÃO FRANCISCO ROTEIRO DO CURTA METRAGEM TEMA: A LENDA DA PEDRA DA BATATEIRA- MITO E REALIDADE 1ª PARTE De inicio nos reunimos com alguns monitores do Programa Mais Educação para realizarmos a

Leia mais

Orama Valentim já tem data marcada para no desafio, o Miss Brasil em setembro

Orama Valentim já tem data marcada para no desafio, o Miss Brasil em setembro Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro Gerência de Comunicação Jornal: Cidade: Data: Página: Seção: Ururau.com.br Campos 11/08/2013 WEB 11 de agosto de 2013 16:24 CIDADES E REGIÃO - É

Leia mais

JANELA SOBRE O SONHO

JANELA SOBRE O SONHO JANELA SOBRE O SONHO um roteiro de Rodrigo Robleño Copyright by Rodrigo Robleño Todos os direitos reservados E-mail: rodrigo@robleno.eu PERSONAGENS (Por ordem de aparição) Alice (já idosa). Alice menina(com

Leia mais

Como utilizar este caderno

Como utilizar este caderno INTRODUÇÃO O objetivo deste livreto é de ajudar os grupos da Pastoral de Jovens do Meio Popular da cidade e do campo a definir a sua identidade. A consciência de classe, ou seja, a consciência de "quem

Leia mais

ZECA CAMARGO Jornalista e Apresentador Rede Globo de Televisão

ZECA CAMARGO Jornalista e Apresentador Rede Globo de Televisão ZECA CAMARGO Jornalista e Apresentador Rede Globo de Televisão Zeca Camargo foi o convidado da segunda edição do RBS Debates, dia 23 de Julho, em Florianópolis. O evento reuniu mais de mil estudantes e

Leia mais

OSVALDO. Como também foi determinante a motivação e a indicação feita por um professor.

OSVALDO. Como também foi determinante a motivação e a indicação feita por um professor. OSVALDO Bom dia! Meu nome é Osvaldo, tenho 15 anos, sou de Santa Isabel SP (uma cidadezinha próxima à Guarulhos) e, com muito orgulho, sou bolsista ISMART! Ingressei no ISMART este ano e atualmente estou

Leia mais

Estudo de Caso. Cliente: Rafael Marques. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses

Estudo de Caso. Cliente: Rafael Marques. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses Estudo de Caso Cliente: Rafael Marques Duração do processo: 12 meses Coach: Rodrigo Santiago Minha idéia inicial de coaching era a de uma pessoa que me ajudaria a me organizar e me trazer idéias novas,

Leia mais

por ano para trocar o sangue. Page leu todos os livros do Aleister Crowley. Em 1977, eles já tinham se tornado a banda definitiva de iniciação.

por ano para trocar o sangue. Page leu todos os livros do Aleister Crowley. Em 1977, eles já tinham se tornado a banda definitiva de iniciação. O Led Zeppelin sempre foi complicado. Esse era o problema inicial deles. Os shows deles sempre tinham violência masculina. Isso foi um desvio nos anos 1970, que foi uma época muito estranha. Era uma anarquia

Leia mais

Sobre esta obra, você tem a liberdade de:

Sobre esta obra, você tem a liberdade de: Sobre esta obra, você tem a liberdade de: Compartilhar copiar, distribuir e transmitir a obra. Sob as seguintes condições: Atribuição Você deve creditar a obra da forma especificada pelo autor ou licenciante

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 54 Discurso na cerimónia de inauguração

Leia mais

de braços abertos gravação do CD e DVD

de braços abertos gravação do CD e DVD de braços abertos gravação do CD e DVD o começo A cantora e compositora Marcella Fogaça, com mais de 10 anos de carreira, começou a cantar em Belo Horizonte, onde nasceu. Se mudou para o Rio de Janeiro

Leia mais

Faculdade Cásper Líbero História Contemporânea Prof. Dr. José Augusto Dias Jr. 1º JO D

Faculdade Cásper Líbero História Contemporânea Prof. Dr. José Augusto Dias Jr. 1º JO D Faculdade Cásper Líbero História Contemporânea Prof. Dr. José Augusto Dias Jr. 1º JO D História Oral de Jayme Leão Celeste Mayumi Fernanda Alcântara Luciana Reis História Oral de Jayme Leão Ao chegarmos

Leia mais

Projeto Gestão de Carreira Artística

Projeto Gestão de Carreira Artística Projeto Gestão de Carreira Artística Projeto Gestão de Carreira Artística I OBJETIVO II PROJETO A imagem B marca III PUBLICIDADE IV ASSESSORIA DE IMPRENSA V EXECUÇÃO VI CD e DVD VII SHOWS VIII OUTROS PROJETOS

Leia mais