RELATO DE EXPERIÊNCIA: UMA PROPOSTA DIFERENTE PARA O ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO DE ESTUDANTES COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL

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1 RELATO DE EXPERIÊNCIA: UMA PROPOSTA DIFERENTE PARA O ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO DE ESTUDANTES COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL BARROS, Denner Dias 1 - FCT/UNESP SANTOS, Danielle Aparecida do Nascimento 2 - FCT/UNESP SILVA, Ana Mayra Samuel 3 - FCT/UNESP LIMA, Ana Virginia Isiano 4 - FCT/UNESP SCHLÜNZEN, Elisa Tomoe Moriya 5 - FCT/UNESP Resumo Grupo de Trabalho Diversidade e Inclusão Agência Financiadora: CAPES/OBEDUC Com intuito de promover a inclusão digital, educacional e social de Estudantes Público Alvo da Educação Especial (EPAEE), foi criado em 2010 o Centro de Promoção para Inclusão Digital, Educacional e Social (CPIDES) na Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Faculdade de Ciências e Tecnologia FCT/UNESP de Presidente Prudente/SP, sob as responsabilidades da Profª Drª Elisa Tomoe Moriya Schlünzen por meio do Grupo de Pesquisa Ambientes Potencializadores para Inclusão (API). Os pesquisadores e estudantes do API desenvolvem estudos sobre acessibilidade, estratégias pedagógicas e 1 Graduando em Matemática na Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Bolsista OBEDUC pelo projeto intitulado: Tecnologia Assistiva e Atendimento Educacional Especializado: um mapeamento sobre as estratégias, práticas, serviços e recursos de acessibilidade no processo de inclusão escolar de estudantes públicoalvo da Educação Especial. 2 Mestre em Educação pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Educação da FCT/Unesp. 3 Graduanda em Pedagogia na Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Bolsista OBEDUC pelo projeto intitulado: Tecnologia Assistiva e Atendimento Educacional Especializado: um mapeamento sobre as estratégias, práticas, serviços e recursos de acessibilidade no processo de inclusão escolar de estudantes públicoalvo da Educação Especial. 4 Graduanda em Pedagogia na Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Colaborada do OBEDUC pelo projeto intitulado: Tecnologia Assistiva e Atendimento Educacional Especializado: um mapeamento sobre as estratégias, práticas, serviços e recursos de acessibilidade no processo de inclusão escolar de estudantes público-alvo da Educação Especial. 5 Doutora em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Professora assistente - autárquica da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho de Presidente Prudente.

2 20809 metodológicas para o uso de recursos tecnológicos com o intuito de incluir pessoas com deficiências. São realizados atendimentos educacionais especializados aos EPAEE como complementares ao ensino regular. Nesses atendimentos são utilizados recursos pedagógicos acessíveis, e realizadas atividades direcionadas às patologias. O presente relato de experiência aborda o funcionamento dos atendimentos pedagógicos desenvolvidos na Sala de Recurso Multifuncional (SRM) e no laboratório de informática do CPIDES. Tais atendimentos são realizados por estudantes/estagiários, com foco em dois EPAEE, com idade entre 18 e 30 anos, diagnosticados com Deficiência Intelectual (DI), que pode ser caracterizada por limitações significativas tanto no funcionamento intelectual como no comportamento adaptativo, podendo-se manifestar até os 18 anos de idade. Será relatado neste trabalho quais são os principais aspectos desse atendimento promovido com o intuito de valorizar as habilidades dos EPAEE, promovendo a interação entre os mesmos e estimulando a sua capacidade imaginativa. Os sujeitos participaram juntos de uma atividade diversificada, como assistir filme, da qual participaram ativamente das atividades programadas, conforme descreve-se neste relato. Palavras-chave: Estudante. Educação Especial. Deficiência Intelectual. Atendimento Educacional Especializado. Introdução O Centro Promoção para Inclusão, Digital, Escolar e Social (CPIDES), da Universidade Estadual Paulista (UNESP), campus de Presidente Prudente, conta com a experiência de pesquisadores do grupo Ambiente Potencializadores para Inclusão (API) que há mais de 10 anos atende pessoas com diferentes tipos de deficiência, tais como: baixa visão, síndrome de down, paralisia cerebral, deficiência intelectual entre outras. Esses atendimentos são realizados individualmente ou em grupo, uma ou duas vezes por semana e nestes são utilizados recursos pedagógicos acessíveis na realização de atividades voltadas para o público alvo da educação especial. Entre os recursos pedagógicos acessíveis utilizados estão os softwares educacionais. Um dos recursos de acessibilidade de baixa tecnologia utilizado é a colmeia, uma placa de acrílico que impede a pessoa com dificuldade motora de pressionar uma tecla involuntariamente. Além disso, a Sala de Recursos Multifuncional (SRM) do CPIDES dispões de outros recursos como materiais em Braille, globo terrestre, mapas, e outros materiais táteis. Os atendimentos são realizados na SRM e no laboratório de informática do centro. Recursos de alta tecnologia como softwares educacionais e objetos de aprendizagem são também utilizados e parte desses recursos é desenvolvida pelo grupo de pesquisa Núcleo de Educação Coorporativa (NEC), da FCT, também vinculado ao CPIDES.

3 20810 Atualmente o CPIDES conta com 14 pesquisadores e 40 estudantes de licenciatura que atendem a uma demanda de cerca de 30 pessoas com deficiência. Nesse atendimento são realizadas atividades de alfabetização e inclusão digital e social, por meio do uso de softwares específicos como Fazenda Rived - um aplicativo lúdico e interativo que trabalha com conceitos matemáticos; ScrapBook - um álbum de fotografia virtual em que o aluno trabalha as memórias e autoestima e o "Viagem Espacial" - que trabalha conceitos iniciais de alfabetização, através da formação de palavras. Além da SRM e do laboratório de informática o CPIDES conta com biblioteca, sala de reuniões, refeitório e sala de desenvolvimento que possui equipamentos tecnológicos de acessibilidade voltadas também ao atendimento de EPAEE. Além disso, são desenvolvidos estudos sobre acessibilidade, estratégias pedagógicas e metodológicas do uso de recursos tecnológicos para inclusão de EPAEE. Para a realização dos atendimentos é realizado um estudo sobre a patologia de cada EPAEE. O foco deste trabalho é a Deficiência Intelectual (DI), que é definida como uma deficiência caracterizada por limitações significativas tanto no funcionamento intelectual como no comportamento adaptativo, que abrange as habilidades práticas e sociais, origina-se antes dos 18 anos de idade. O termo DI é usado recentemente, pois veio de Deficiência Mental (DM) muito confundido com doença mental. Na Idade Média os Portadores de Deficiência Mental eram tidos ora como crianças do bom Deus, ora como bobos da corte. No Século XIII surgiu ao que se sabe a primeira instituição na Bélgica, para abrigar pessoas com DI, tratava-se de uma colônia agrícola. No Século XVI a ideia de que a DI advinda de problemas médicos, que seria uma fatalidade hereditária ou congênita e passaram a chamar estes indivíduos de cretinos ou dementes. Até o século XVII, o termo idiota foi utilizado para designar pessoas com diferentes níveis de gravidade de DI. Nos finais do século XIX, princípios do Século XX iniciou-se mais adequadamente o estudo científico da DI, com a tentativa de sistematização do conceito, pesquisadores passaram a se interessar pelo estudo da percepção e memória, dando início a psicologia científica e a criação de testes para medir a inteligência. Em 1876, foi criada a American on Mental Deficiency (AAMD) que posteriormente viria a designar-se como American Association on Mental Retardion (AAMR). Desde então vem liderando o campo de estudo sobre a DI, dedicando-se a produção de conhecimento relativa a terminologias e classificações. Binet, em 1905, instituiu o diagnóstico psicológico

4 20811 da DI através da medida da inteligência, dando origem a um novo campo de atuação dentro da psicologia: a psicometria. Em 1961, Heber definia DI como um funcionamento intelectual geral inferior à media, com origem no período desenvolvimental e que está associada a comprometimento no comportamento adaptativo. Em 1983, Grossman caracterizou a DI como um funcionamento intelectual significativamente abaixo da média resultando em, ou associado a, comprometimento concorrente no comportamento adaptativo e que se manifesta durante um período do desenvolvimento. Classificava-se a DI baseando-se no Quociente de Inteligência (QI). Os testes de QI foram sendo reavaliados, à medida que se começou pensar no processo de inclusão escolar, pois a partir de então abriu-se as possibilidades de tomar o ponto de referência a forma com que a criança pensa e não um dado numérico como o QI representava. O QI avalia apenas os aspectos quantitativos, uma vez que trata de uma comparação entre a performance de um individuo a uma determinada população. Na definição proposta pela AAMR, o funcionamento intelectual a inteligência é entendido como uma habilidade mental. Inclui raciocínio, planejamento, solução de problemas, pensamento abstrato, compreensão de ideias complexas, aprendizagem rápida e aprendizagem através da experiência. A última revisão da definição de DI, publicada pela AAMR (2002) propõe que se abandonem os graus de comprometimento intelectual, pela graduação de medidas de apoio necessárias às pessoas com déficit cognitivo e destaca o processo interativo entre as limitações funcionais próprias dos indivíduos e as possibilidades adaptativas que lhes são disponíveis em seus ambientes de vida. Essa nova concepção da DI implica transformações importantes no plano de serviços e chama a atenção para as habilidades adaptativas, considerando-as como um ajustamento entre as capacidades dos indivíduos, estruturas e expectativas do meio em que vivem, aprendem, trabalham e se aprazem. Segundo informações fornecidas pela Associação Americana sobre Deficiência Intelectual e Desenvolvimento (AAIDD), desde sua fundação em 1876, a definição de DI 9 passou por 10 revisões de 1908 á Anuncia-se uma mudança não apenas conceitual, mas de concepção, da forma como se compreende e se pode apreender o sentido da DI nos processos de mediação social e educacional.

5 20812 Esse relato de experiência refere-se ao atendimento educacional especializado desenvolvido na SRM e no laboratório de informática do CPIDES, por intervenção de estagiários que são licenciandos da FCT. Esses estudantes trabalham diretamente com dois EPAEE, com idade entre 18 e 30 anos, diagnosticados com DI. Caracterização dos Sujeitos O EPAEE ora denominado K. tem 18 anos de idade, possui DI adquirida na gestação. Frequentou a escola regular durante 16 anos, passando por várias escolas estaduais. Atualmente frequenta o Núcleo There de Presidente Prudente, que visa preparar os EPAEE para o mundo de trabalho. Frequenta o CPIDES, todas as sextas-feiras no período da manhã. É um estudante que apresenta bom comportamento, interage positivamente, é comunicativo, gentil e educado com todos em sua volta. Durante os atendimentos no CPIDES, o aluno realiza as atividades propostas e se mostra muito comunicativo, gosta de expressar suas vivências e contar sobre sua rotina na semana. Possui boa coordenação motora, sem apresentar a necessidade de adaptações em seus materiais. Identifica quase todas as letras do alfabeto e consegue realizar operações de soma simples sem auxílio. O aluno ainda não é totalmente alfabetizado, e apresenta dificuldades na escrita, realizando escrita espontânea de palavras simples. Para trabalhar o desenvolvimento da leitura e da escrita são realizadas atividades de pintura e pesquisas na internet. Fig. 1 Aluno K realizando atividades de alfabetização. Fonte: Foto cedida pelos autores.

6 20813 O EPAEE ora denominado R. possui 30 anos de idade, com DI adquirida durante o nascimento. Frequenta a APAE de Presidente Prudente e o CPIDES, todas as sextas-feiras no período da manhã. É um estudante que se apresenta bem receptivo para as atividades propostas. O estudante já consegue identificar todas as letras do alfabeto e as sílabas, porém realiza somente a leitura e a escrita de palavras que o mesmo internalizou, portanto, não está alfabetizado. Para trabalhar com suas habilidades de leitura e escrita são realizadas atividades com música, filmes e temas relacionados a esportes. Fig. 2 Aluno R realizando atividade de matemática na sala de recursos multifuncionais do CPIDES. Fonte: Foto cedida pelos autores. Desenvolvimento Antes de realizar os atendimentos junto aos sujeitos foram realizadas entrevistas estruturadas como diagnóstico junto aos responsáveis pelos mesmos. Essas entrevistas serviram para o levantamento de informações norteadoras para a elaboração do plano de intervenção e para a pesquisa sobre os recursos de acessibilidade que poderiam ser utilizados com esses estudantes para a realização das atividades que seriam propostas. A partir dos dados coletados nas entrevistas com os responsáveis, foi possível identificar as principais habilidades de cada estudante, além de suas dificuldades com relação aos conceitos matemáticos básicos, leitura e interpretação de textos e problemas.

7 20814 Antes de dar início a intervenção, também realizamos um levantamento bibliográfico sobre as características e especificidades que devem ser exploradas no ensino para DI em livros, artigos científicos e sites especializados no assunto. Levantamos também materiais relacionados aos conteúdos escolares que poderiam ser trabalhados com esses estudantes. Após a análise bibliográfica foi realizada a escolha de recursos pedagógicos acessíveis, softwares educacionais e objetos de aprendizagem a serem utilizados com os mesmos. A partir das informações levantadas, elaboramos planos de intervenção baseados no trabalho com projetos, onde foram propostas atividades mediante um tema gerador para cada um dos sujeitos. A partir do plano de intervenção organizado foram usados Objetos de Aprendizagem, como Fazenda Rived, Um Dia de Compras, Viagem Espacial e Festa de Aniversário, entre outros, que podem ser encontrados no Banco Internacional de Objetos Educacionais (BIOE). Esses recursos foram usados aliados a atividades práticas dos temas sugeridos pelos próprios sujeitos como compra e venda de produtos, interpretação de problemas do cotidiano e sobre esporte e simulações sobre músicas e outros temas do cotidiano. Para reforçar as atividades foram realizadas leituras e interpretação de textos com assuntos de interesse de cada um dos alunos. O alunos K interessa-se por bicicletas e motocicletas, portanto suas atividades, geralmente, são relacionadas a tais objetos. E o aluno R, interessa-se por músicas, especialmente da banda Guns N Roses, e por esportes, o que direciona suas atividades para tais temas. No decorrer do processo de intervenção foi possível analisar o desenvolvimento dos sujeitos, possibilitando o seu desenvolvimento cognitivo e de comunicação por meio da interpretação das situações lúdicas. Lembrando que todas as atividades realizadas tiveram como parâmetro a expressão livre e espontânea de cada um. Uma das atividades contextualizadas que merece destaque e que ocorreu com o objetivo de explorar a imaginação, raciocínio lógico e interpretação dos sujeitos foi a proposta utilizando de interpretação do filme Rise Of The Guardians que foi elaborada para ambos. Deve-se considerar que os estímulos gerados em EPAEE com DI proporcionam uma vasta oportunidade de aprendizagem, principalmente em estímulos sensoriais e intelectuais que auxiliam na sua segurança emocional e psicológica. De acordo com Zanoni e Costa (2012, p. 6) essa estimulação pode ser feita através de jogos, brincadeira, músicas e também

8 20815 através de histórias da literatura infantil, onde a criança pode imaginar, sonhar e vivenciar o conteúdo, o imaginário de uma história. A ausência de estímulos, além de ser sinônimo de regressão, enfraquece a evolução e distancia os indivíduos dos padrões do desenvolvimento. Segundo as autoras, o estímulo adapta a disposição do cérebro à sua capacidade de aprendizagem, sendo um meio de direção do potencial e das capacidades, pois a partir dos estímulos adquirem-se formas de experiências para que haja compreensão do mundo em que se está inserido. Com o intuito de valorizar a comunicação e interação entre os alunos e estimular sua imaginação para posterior interpretação de textos, o filme Rise Of The Guardians foi utilizado como recurso multimídia em um dos atendimentos oferecidos. Fig.3 Rise of the Guardians Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre, O filme Rise of the Guardians ou A Origem dos Guardiões foi produzido pela DreamWorks Animation, lançado em 21 de novembro de 2012 no Estados Unidos e em 30 de novembro de 2012 no Brasil. Baseado no livro The Guardians Of Childhood do escritor americano William Joyce, reúne ícones famosos das fábulas e dos contos de fadas, como o Jack Frost North, o Papai Noel, o Coelhinho da Páscoa, a Fada dos Dentes, o Sandman e o Bicho Papão. Rise Of The Guardians conta a história do grupo de heróis citados acima que têm de unir forças para proteger os desejos, as crenças e a imaginação das crianças de todo o planeta, do Bicho Papão que tem por intuito destruir os sonhos infantis.

9 20816 Como os alunos estão em processo de alfabetização assistiram ao filme dublado em português e sem legenda. De acordo com a avaliação realizada pelos estagiários, os alunos K e R demonstraram interesse pelo filme. Após o término do filme, foi solicitado aos alunos K e R que fizessem uma atividade sobre o mesmo. Pode-se observar que, ao tentar escrever o nome do filme, em português, o aluno K cometeu alguns erros ortográficos. Porém devemos nos atentar que para o aluno com DI, simples progressos são grandes conquistas. Deve-se levar em consideração também, que o objetivo da atividade não era de avaliar a escrita dos alunos em questão, mas sim, analisar suas formas de interpretação e abstração sobre os temas tratados no filme. Fig. 4 Foto dos alunos R e K assistindo ao filme Rise Of The Guardians. Fonte: Foto cedida pelos autores. De acordo com Zanoni e Costa (2012), Através das histórias as crianças podem sonhar, imaginar, conhecer novos lugares, pode expressar sentimentos, seja num dia de sol ou num dia chuvoso, sozinhos ou com um monte de amiguinhos. O deficiente intelectual precisa desse contato com o mundo, com amigos, e essa é uma boa oportunidade para reuni-los, concretizando a inclusão social. [...] As histórias estimulam a visão, a audição, a fala, além do cognitivo que as faz pensar, que as faz imaginar e as inclui no mundo em que sonham. É uma alienação entre afetividade, cognição e imaginação. (p. 8-9) As figuras abaixo retratam a interpretação do filme realizada pelos alunos K e R, respectivamente.

10 20817 Fig. 5 Desenho realizado pelo aluno K. Fonte: Foto cedida pelos autores. Fig. 6 Desenho realizado pelo aluno R. sobre o filme. Fonte: Foto cedida pelos autores. As atividades propostas tiveram por finalidade atingir o patamar de um ambiente Construcionista, Contextualizado e Significativo (CCS), que segundo Schlünzen (2000, p. 82), É um ambiente favorável que desperta o interesse do aluno e o motiva a explorar, a pesquisar, a descrever, a refletir, a depurar as suas ideias. [...] As informações que são significativas para o aluno podem ser transformadas em conhecimento [...] O aluno consegue descobrir a relação com tudo que está aprendendo, a partir de seus interesses individuais dentro do seu contexto.

11 20818 Levando em consideração tais aspectos, pode-se concluir que a proposta utilizando o filme Rise Of The Guardians como fonte para interpretação de textos, estímulo para a imaginação e interação entre os EPAAE com DI, obteve grande êxito, pois a partir dos atendimentos realizados posteriormente a atividade, os alunos demonstram-se mais interessados em participar de atividades que envolvem interpretação ou que requerem a imaginação e a criatividade. Conclusão No processo de ensino e aprendizagem de DI é necessário que sejam estimulados a curiosidade e o interesse em aprender para construir o conhecimento, bem como adquirir valores necessários para sua inclusão social. Ao refletirmos sobre as atividades propostas podemos verificar os avanços significativos em diversos aspectos dos sujeitos, principalmente relacionados à interpretação, e à atividade com o filme Rise Of The Guardians representou uma intervenção pedagógica importante neste processo, de modo que os resultados foram significativos e indo ao encontro da proposta do grupo de pesquisa. REFERÊNCIAS BLT Communications, LLC. Poster do Filme Rise of the Guardians. Disponível em: Acesso em: 18 mai CARVALHO, E. N. S. e MACIEL, D. M. M. A. Nova concepção de deficiência mental segundo a American Association on Mental Retardation - AAMR: sistema Brasília DF, Disponível em: Acesso em: 10/05/2010. SCHLÜNZEN, Elisa T. M. Mudanças nas práticas pedagógicas do professor: criando um ambiente construcionista, contextualizado e significativo para crianças com necessidades especiais físicas f. Tese (Doutorado em Educação). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo. ZANONI, Patrícia e COSTA, Gisele M. T. A Criança com Deficiência Intelectual e o Fantástico Mundo da Literatura Infantil Getúlio Vargas RS, Disponível em: Acesso em: 18 mai

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