VI NHOS DE POR TU GAL

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1 JOÃO PAU LO MAR TINS VINHOS DE PORTUGAL 2015

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3 A elaboração deste livro obedece a um planeamento meticuloso que é desenhado com o apoio das Comissões Vitivinícolas Regionais (CVR) que não só informam os produtores, como recolhem as mostras para as provas. De seguida abrem -nos as portas das suas salas de prova para podermos trabalhar com todas as condições. Seria muito difícil imaginar fazer este livro sem este apoio e por isso deixamos aqui público reconhecimento e agradecimento pela colaboração que nos vêm prestando todos os anos. O mesmo sucede com mais de uma dúzia de grandes empresas que nos facilitaram as provas nas suas instalações. Mais uma vez retenho uma palavra de agradecimento ao hotel Sheraton Porto e à sua equipa de banquetes que, de uma forma ou de outra, ajudou durante a prova dos vinhos do Douro e Porto, que decorreu nas suas instalações, com todas as facilidades para o sucesso da mesma. A família e os amigos ajudaram a que a tarefa se tornasse menos penosa. A toda a equipa da Oficina do Livro agradeço a constante preocupação com o sucesso do livro. Lisboa, 1 de Setembro de Para qualquer contacto com o autor: site: APRESENTAÇÃO E AGRADECIMENTOS VINHOS DE PORTUGAL 2015 o 9 INTRODUÇÃO MELHORES DO ANO VINHOS ATÉ 4 EUROS ESPUMANTES VINHO VERDE DOURO E TRÁS-OS-MONTES DÃO BEIRA

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5 INTRODUÇÃO Cumprem -se este ano 25 anos da nossa actividade no sector dos vinhos, mais propriamente na imprensa vinícola. Após um percurso que começou pela carreira de professor (de História e de guitarra clássica), passou pela assessoria de imprensa no Ministério da Educação e pelo trabalho em vários Institutos públicos, acabámos por deixar tudo e abraçar esta actividade. Cremos que em boa hora o fizemos e arrependimento da opção tomada foi coisa que nunca sentimos por um momento que fosse. Tivemos sorte, reconhecemos, mas, como alguém disse, «a sorte dá imenso trabalho». Não é este o momento para balanços de carreira mas é verdade que ficamos espantados como o tempo e o mundo do vinho mudaram tão depressa. Hoje há muita actividade à volta do vinho, a imprensa é constantemente chamada para conhecer novos produtores ou novas colheitas de produtores já com nome no mercado e as notícias desta área interessam a muito mais gente do que há 25 anos quando não se conhecia o nome de um único enólogo e castas de uva só se conheciam as que existiam «na terra», lá longe no Portugal profundo, onde estavam as raízes e a família que teimosamente tinha ficado a tomar conta das hortas e courelas. O vinho entrou assim no nosso quotidiano como tema de conversa, mas ainda há muito trabalho a fazer; a turma do «copo cheio» ainda tem muitos adeptos, o grupo do «se não houver vinho, bebemos branco!» ainda teima em achar que tem graça, e a malta do «vinho à temperatura ambiente» ainda continua a pensar que tem razão. Por isso, é caso para dizer: a luta continua, o trabalho não está acabado. Por isso também continuamos a fazer este livro. A melhoria da qualidade é um facto em todas as gamas de preços e é, também, por essa razão que surgem, no final de cada região, cada vez menos vinhos na categoria Aceitáveis e quase nenhuns nos Não Recomendados. Não fomos nós que aligeirámos o critério, foram mesmo os vinhos que melhoraram. Menos interessante é verificar que muitos produtores se alheiam da crítica, não enviam amostras para prova, nem quando instados a isso. A situação do Douro é especialmente preocupante quando verificamos que 80 produtores VINHOS DE PORTUGAL 2015 o 11 INTRODUÇÃO MELHORES DO ANO VINHOS ATÉ 4 EUROS ESPUMANTES VINHO VERDE DOURO E TRÁS-OS-MONTES DÃO BEIRA

6 não enviaram amostras, dos quais muitos são agora excluídos por há vários anos terem deixado de enviar vinhos para provas. Outros há que entendem que as nossas classificações não correspondem às suas expectativas e que ficam melhor fora do livro. Nada contra, cada um sabe de si. De novo se confirma que tivemos muito poucos vinhos com problemas de cheiro a rolha, o que é um sinal positivo. Mais grave são outros defeitos que aparecem amiúde e aos quais os produtores se mostram pouco sensíveis. Estão identificados nas notas de prova. Como seria de esperar, o capítulo dos vinhos até 4 não cessa de crescer e é já o mais volumoso. Sinais dos tempos. Já no capítulo dos Generosos efectuámos cortes substanciais principalmente em notas de prova que há já vários anos se mantinham neste livro. Apesar de se manterem válidas, tornavam o livro cada vez maior. Assim, se o leitor quiser ver outras notas de prova do mesmo produtor, só tem de procurar nas anteriores edições de Vinhos de Portugal. As novidades desta edição 1. Mais categorias de Melhores do Ano Decidimos este ano introduzir novas categorias nos premiados. Assim, para além das categorias que vêm do ano anterior Melhores Brancos, Tintos, Espumantes, Até 4, Generosos e L.B.V. decidimos introduzir duas outras: Melhores Colheitas Tardias e Melhores Rosés. Entendemos que são duas categorias que, de outra forma, nunca seriam premiadas por não se encaixarem nas outras existentes, e que já correspondem a uma produção alargada (caso dos rosés) ou a um tipo de vinho com crescente interesse por parte dos produtores (Colheitas Tardias). 2. Os elegíveis e os outros Para a escolha dos Melhores do Ano procurámos deixar de lado aqueles vinhos cujas produções sabemos serem minúsculas. São novidades, é certo, mas são sobretudo experiências que podem ser muito importantes para o produtor mas que dizem muito pouco ao consumidor, uma vez que nunca terá hipótese de provar ou beber esses vinhos. Não descartamos a hipótese de nos termos enganado e termos seleccionado um vinho de produção muito pequena mas, se o fizemos, não foi intencional. Naturalmente este critério não se aplica os vinhos de Colheita Tardia que são, por natureza, vinhos de produções muitíssimo limitadas. No corpo central do livro, aí sim, todos têm lugar, independentemente da quantidade produzida. 3. Os vinhos sem classificação Este ano introduzimos esta mudança: os vinhos, sobre os quais fomos informados de serem amostra de cuba ou de barrica, apenas tiveram uma apreciação qualitativa e não quantitativa. Cremos assim prestar um melhor serviço 12 o VINHOS DE PORTUGAL 2015

7 aos leitores porque desde uma prova de amostra de cuba até ao produto final tanta coisa pode acontecer que estar a dar uma classificação sem estarmos a falar de produto finalizado poderia ser arriscado e até, em muitas situações, injusto. Por esta razão muitos vinhos não apresentam nota. 4. Quadro de Honra dos Produtores (Actualizado para Vinhos de Portugal 2014, não sofre este ano qualquer modificação) Esta classificação é mantida mas com uma pequena novidade: em vez de uma lista única como até agora aparecia, e onde estavam todos hierarquizados por A, B e C, distribuímos os produtores e, na entrada de cada região, surge a lista dos produtores que estão classificados em A, B e C. A classificação dos produtores portugueses surgiu pela primeira vez em Vinhos de Portugal Desde esse momento, e tal como então prometemos, tem sido revista de dois em dois anos. Assim, para esta edição de Vinhos de Portugal 2015 a classificação não foi actualizada, já que o foi no ano passado. No ano de 2011 introduzimos também um novo Quadro de Honra, desta feita para os vinhos generosos. De facto, este quadro não é totalmente novo, foi elaborado pela primeira vez para o livro Guia de Vinhos Generosos, editado pela Dom Quixote em Na altura entendemos que seria neste livro, e nas suas posteriores actualizações, que aquela classificação seria revista. O que aconteceu foi que o livro nunca voltou a ser reeditado e, assim, nunca foi revista a classificação que então elaborámos. Por esta razão entendemos que o Quadro de Honra dos Vinhos Generosos deverá fazer parte desta edição anual de Vinhos de Portugal, embora a revisão do mesmo não tenha uma periodicidade certa. O sector é pequeno, está cada vez mais concentrado e as mudanças não são evidentes em um ou dois anos de intervalo. A classificação premeia o produtor e não um ou outro vinho. Há excepções, como o caso da Murganheira, empresa que é premiada pelos espumantes e não pelos vinhos de consumo que produz. Procuramos assim realçar a qualidade geral dos vinhos do produtor. A classificação exprime a excelência demonstrada ao longo de vários anos. É por esta razão que alguns dos novos produtores não aparecem nos primeiros grupos. A progressão na tabela faz -se de baixo para cima, de C para A e por isso os novos produtores a premiar entram sempre para a categoria C. Como se pode verificar ao longo das anteriores edições de Vinhos de Portugal, tem havido subidas e descidas, o que também reflecte a situação de mudança que o vinho português tem sofrido nas últimas décadas. Alguns produtores que foram autênticos faróis, que indicavam caminhos para o futuro, estão hoje bem acompanhados e por isso poderão ter descido de classificação, o que não significa necessariamente um abaixamento de qualidade dos seus vinhos. Alguns produtores são despromovidos também pela falta de constância na actualização de colheitas e no interesse que demonstram em estar presentes em Vinhos de Portugal. Só premiamos os vinhos dos produtores que estão presentes no livro e não eventuais «estrelas» que pairam acima da crítica e que não se rebaixam a enviar amostras para provas. VINHOS DE PORTUGAL 2015 o 13 INTRODUÇÃO MELHORES DO ANO VINHOS ATÉ 4 EUROS ESPUMANTES VINHO VERDE DOURO E TRÁS-OS-MONTES DÃO BEIRA

8 Em algumas subidas e descidas foi ponderada a performance dos vinhos do produtor nos últimos anos, assim como provas de vinhos anteriores que, em alguns casos beneficiaram e noutros obrigaram a descidas. O facto de, em algumas regiões, um determinado produtor já não estar isolado mas antes haver vários com qualidade idêntica, poderá ter feito baixar a classificação. Esta escolha é de enorme subjectividade o que assumimos sem receios mas estamos conscientes que 21 anos de Vinhos de Portugal nos autorizam a poder fazê -la com alguma credibilidade, inteira isenção e sem pressão de qualquer tipo. 14 o VINHOS DE PORTUGAL 2015

9 COMO CONSULTAR VINHOS DE PORTUGAL 2015 Os vinhos estão arrumados por grandes regiões, não respeitando nalguns casos a nomenclatura oficial. Dentro de cada uma, os vinhos estão agrupados por ordem alfabética. Em caso de dificuldade na busca, pode sempre recorrer ao índice remissivo que se encontra no final deste livro. O nome do primeiro vinho de um produtor vem sempre impresso a negro. Em alguns casos optámos por colocar o nome da empresa em destaque em vez do nome do vinho. Não há uma solução perfeita para esta indicação; nalguns casos o nome do produtor é mais conhecido do que o vinho, noutros é o vinho que é mais facilmente reconhecível. Tanto quanto possível indicamos os dados do produtor. No caso de estar disponível, indicamos apenas o web site, onde depois os interessados encontrarão todas as informações que desejam. Na classificação do vinho, o leitor encontrará várias informações: uma primeira que informa sobre que tipo de vinho se trata: branco, tinto ou rosé; seguidamente indica -se se o vinho deverá ser consumido de imediato, se pode ser bebido mas também guardado ou se deverá ser obrigatoriamente guardado, utilizando uma garrafa em pé x (beber), garrafa inclinada y (beber ou guardar) e garrafa deitada z (guardar). a informação sobre a estrutura do vinho vem a seguir fica -se a saber se o vinho é ligeiro ou encorpado, com estrelas de 1 a 5 estrelas; finalmente vem a classificação numa escala de 0 a 20. Os vinhos com classificação inferior a 14 não têm nota de prova nem classificação e são apenas inseridos, no final de cada região, numa lista de Vinhos Aceitáveis. Os diversos produtores estão separados por uma vinheta. Os brancos e os tintos estão juntos, debaixo do «chapéu» de cada produtor. Pode parecer um pouco mais confuso mas não é. Desta forma o leitor fica com uma ideia mais correcta sobre a qualidade dos vários vinhos da casa ou firma que está a consultar. Separá -los ia implicar a duplicação da informação VINHOS DE PORTUGAL 2015 o 15 INTRODUÇÃO MELHORES DO ANO VINHOS ATÉ 4 EUROS ESPUMANTES VINHO VERDE DOURO E TRÁS-OS-MONTES DÃO BEIRA

10 que vem em caixa no final das notas de prova de cada produtor, o que seria desnecessário. Optámos igualmente por misturar os vinhos, dentro de cada produtor, independentemente de terem direito à denominação DOC ou Vinho Regional. A consulta é assim mais fácil e o índice remissivo ajuda quando houver dúvidas. Procurámos provar em antecipação, sempre que nos foi possível, os vinhos que só surgirão no mercado após a saída deste livro. Desta forma o leitor dispõe já de um comentário ao vinho quando ele for posto à venda. Todo o trabalho foi feito com total independência, sem qualquer tipo de compromissos com as marcas ou com a publicidade. Alguns dos vinhos que vêm aqui referenciados já se encontram esgotados no produtor. São, contudo, vinhos que se podem ainda encontrar quer em lojas da especialidade e restaurantes quer nas garrafeiras dos próprios consumidores, pelo que é útil saber se ainda estão bons, se devem ou não ser consumidos a curto prazo. Mantemos as regras das edições anteriores: apenas são objecto de classificação os vinhos com indicação da data de colheita; muito pontualmente, e por razões justificadas, incluímos um ou outro sem data. No final do livro encontrará um glossário dos termos técnicos usados nas notas de prova, bem como de alguns termos que, sendo de uso corrente, adquirem um significado especial quando aplicados ao vinho. Muitos vinhos não são de acesso fácil. Alguns são inacessíveis e são aqui referidos porque podem, ou ajudar a compreender as potencialidades de uma região ou a perceber a consistência de qualidade de uma determinada marca ou casa. Se muitos vinhos não se encontram na mercearia do bairro ou na grande superfície que frequenta, entenda este Vinhos de Portugal 2015 também como um auxiliar de viagem. Leve -o nas suas deslocações, use os endereços Web que lhe fornecemos e procure comprar no local. A maioria dos produtores não deixa de vender vinho aos visitantes. Viajar para comprar continua a ser a melhor solução para quem quer vinhos originais. Onde comprar? A lista que se segue não pretende ser exaustiva. Refere apenas algumas garrafeiras que nos oferecem garantias. Pensando que poderá estar na disposição de comprar vinho nas suas viagens ao estrangeiro, aqui lhe deixamos algumas lojas também por esse mundo fora. Para além das garrafeiras, também os hipermercados são bons locais de compra. Desconfie de lojas onde vinhos de alta qualidade estão na montra, ao sol e sem qualquer cuidado. É muito provável que, com a rotação dos vinhos da montra, todos os bons vinhos se estraguem e não apenas aqueles que estão assim expostos. Tenha também o hábito de entrar e «sentir» o espaço, para tentar perceber se as garrafas se sentirão bem, se não há fornos de assar frangos ao lado das garrafas e arcas frigoríficas que libertam imenso calor, perto da 16 o VINHOS DE PORTUGAL 2015

11 garrafeira. Se sentir calor a mais no ambiente é melhor ir deixar o seu dinheiro noutra garrafeira onde o vinho seja tratado com mais profissionalismo. Cada vez é mais frequente que estas garrafeiras sejam também lojas gourmet e por isso não estranhe encontrar muitos outros produtos além das suas garrafas preferidas. PORTUGAL Alcobaça Garrafeira A Casa R. Eng.º Duarte Pacheco, 25 Algarve Garrafeira Soares (9 lojas no Algarve) R. Alexandre Herculano Areias de S. João Albufeira Adega Algarvia Estrada Vale de Lobo Almancil Apolónia Supermercados Av. 5 de Outubro, 271 Almancil Garrafeira Veneza Paderne Almada Garrafeira de Almada Av. Prof. Egas Moniz, Nº 2 A Arruda dos Vinhos Casa Cavaco Pç. Combatentes da Grande Guerra, 8 Azeitão Tarro R. José Augusto Coelho, 78 Batalha Vinho em Qualquer Circunstância Estrada de Fátima, 15 Batalha Web site: Braga Loja dos Vinhos R. Dr. Francisco Duarte Centro Com. Sotto Mayor, loja 2 Caldas da Rainha Garrafeira Estado Líquido Zona Industrial Zona A R. dos Brejinhos, 17 Garrafeira Bago d Ouro R. Sebastião Lima, 43 Caminha Garrafeira Baco Rua S. João, 42 Garrafeira Vino Grande Av. Santana, 393 Carregado Garrafeira dos Anjos Av. da Associação Desportiva do Carregado Edif. Quinta Nova Bloco B1 Loja 2 Cascais Cabaz Tinto R. Frederico Arouca, 97 Coimbra Garrafeira de Celas R. Bernardo Albuquerque, 64 Garrafeira do Mondego R. Sargento -Mor, 26 Dom Vinho R. Armando de Sousa, lote 17 loja Z Elvas Soc. de Representações Fronteira Estrada da Carvalha (Estrada da Ajuda) Tel Ericeira Tertúlias R. da Caldeira, 56 -B VINHOS DE PORTUGAL 2015 o 17 INTRODUÇÃO MELHORES DO ANO VINHOS ATÉ 4 EUROS ESPUMANTES VINHO VERDE DOURO E TRÁS-OS-MONTES DÃO BEIRA

12 Espinho Gaveto R. 62, 457 Espinho Estoril/Sintra Qta. do Saloio Av. Nice, 12 A Estoril Sabores Ibéricos R. Sto António, 71 Monte Estoril Bar do Binho Pr. da República, 2 Sintra Évora Louro (também depósito tabaco e charutos) R. José Elias Garcia, 32 Divinus Gourmet (junto ao mercado) Praça 1º de Maio, loja 14 cave Faro About Wine R. Horta Machado, 20 Fátima A Garrafeira de Fátima Av. D. José Alves Correia da Silva Funchal A Loja do Vinho Av. Arriaga, 28 Paixão do Vinho Via Rápida Cota 200 posto Repsol Norte Jardim Botânico Tel Figueira da Foz Rótulos & Expressões R. da República, 71 Guimarães Casa Gourmet R. Manuel Saraiva Brandão, 217 Lisboa Alfaia Garrafeira R. do Diário de Notícias, 125 Casa Macário R. Augusta, 272 (Baixa) Charcutaria Moy R. D. Pedro V, 111 Coisas do Arco do Vinho Centro Cultural de Belém R. Bartolomeu Dias, loja 7 Web site: Deli Delux Av. Infante D. Henrique Armazém B Loja 8 El Corte Inglês (loja Gourmet) Av. António Augusto Aguiar Empor Spirits & Wine R. Castilho, 201 Garrafeira de Campo de Ourique R. Tomás d Anunciação, 29 Garrafeira Internacional R. da Escola Politécnica, 15 Garrafeira Nacional R. Santa Justa, 18 (Baixa) e R. da Conceição (Baixa) Living Wine Centro Comercial Roma Av. Roma, 48 Manuel Tavares R. da Betesga, 1 -A (Baixa) Napoleão R. dos Fanqueiros, 70 (Baixa) Néctar das Avenidas Av. Luís Bivar, 40 The Wine Company R. Barão de Sabrosa, B Wine O Clock (Amoreiras) 18 o VINHOS DE PORTUGAL 2015

13 Wines 9297 R. Prof. Simões Raposo, 9 B Telheiras Matosinhos Wine O Clock R. de Sousa Aroso, 297 Garage Wines Av. Menéres, 681 Mealhada Adega do Rei (anexo ao restaurante Rei dos Leitões) Av. da Restauração 17 Óbidos Recordações Perfeitas R. Direita, 66 Oliveira de Azeméis Az Garrafeira R. Dr. Miguel Castro, 2 Peniche Tasca do Joel Gourmet R. do Lapadusso, 73 Ponta Delgada Garrafeira A Vinha Av. Infante D. Henrique, 49 Quinta da Foz Gourmet R. João de Barros, 313 loja 35 Rio Maior Garrafeira Machado R. do Mercado, 22 Venda da Costa Santa Maria da Feira Dom Tinto & C A R. Comendador Sá Couto n.º 39ª Garrafeira da Lage R. do Areal, 1237 Setúbal Garrafeira Casinha do António R. Henry Perron, loja 4 D Valença Aromas de Vinho R. Apolinário da Fonseca, Web site: Vila do Conde Garrafeira Vinho & Prazeres Praça da República, 26 Garrafeira Roque R. do Lidador n.º Viseu Despensa da Praça R. Dr. Luis Ferreira, 95 INTRODUÇÃO MELHORES DO ANO VINHOS ATÉ 4 EUROS ESPUMANTES VINHO VERDE Portalegre Garrafeira Canastreiros R. 31 de Janeiro, 82 Portalegre Porto Augusto Leite Passeio Alegre, 914 Garrafeira do Campo Alegre R. do Campo Alegre, 1598 Garrafeira do Infante R. Infante D. Henrique, 85 Garrafeira Tio Pepe Rua Eng.º Ferreira Dias, 51 Web site: NO ESTRANGEIRO A lista das lojas por esse mundo fora é interminável. Aqui ficam apenas algumas referências que recomendamos. ESPANHA Ayamonte El Rincon del Vino Calle Lusitania, 10 Barcelona Viniteca Agullers, 7 (vinhos de todo o Mundo) VINHOS DE PORTUGAL 2015 o 19 DOURO E TRÁS-OS-MONTES DÃO BEIRA

14 Huelva Tierra Nuestra Calle Fernando, el Catolico, 34 Madrid LaVinia José Ortega y Gasset, 16 Mantequerias Bravo Ayala, 24 Sevilha Tierra Nuestra Calle Constantia, 41 Valência Las Añadas de España Játiva, 3 Site: Bodega Santander Calle Santander, 4 Bajo OUTRAS CIDADES: Bordéus (só para vinhos da região bordalesa) L Intendant 2, Allées de Tourny (em frente ao Grand Théâtre) Colónia Kölner Wein -Depot Josef Wittling Londres (lojas de vinhos em todos os bairros; vinhos de todo o Mundo) Berry Brothers 3, St. James Street Web site: Justerini & Brooks 61, St. James s Street Web site: Hedonism Wines 3-7 Davies Street Web site: Fortnum & Mason Piccadily Street, 181 Web site: Harvey Nichols Knightsbridge, 109 Web site: Harrods Brompton Road, 87 Web site: Mendoza (Argentina) Winery Calle Chile 898, esq. Montevideu (A garrafeira Winery tem uma dúzia de lojas em Buenos Aires) Nova Iorque Astor Wines & Spirits 399 Lafayette St. (East 4th St.) Web site: Crossroads 55 West. 14th St. Web site: Garnet Wines & Liquors 929 Lexington Av. Web site : Sherry Lehmann 505, Park Av. Web site: -lehmann.com Paris Fauchon Place de la Madeleine Hediard Place de la Madeleine Lavinia 3, Boulevard de la Madeleine Les Caves Taillevent 199, Rue du Faubourg Saint -Honoré Nicolas Place de la Madeleine (esta cadeia tem inúmeras lojas noutras zonas da cidade) 20 o VINHOS DE PORTUGAL 2015

15 Florença Casa del Vino Via dell Ariento, 16 Roma Trimani Via Goito, 20 (esquina com a Via Cernaia) Dinamarca Vinport. gammel Brovej Espergærde Macau Remfly Wine & Spirits Alameda Dr. Carlos d Assunção, 235 Edf. China INTRODUÇÃO MELHORES DO ANO VINHOS ATÉ 4 EUROS ESPUMANTES VINHO VERDE VINHOS DE PORTUGAL 2015 o 21 DOURO E TRÁS-OS-MONTES DÃO BEIRA

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17 VINHAS E CASTAS PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE OS VINHOS Os termos sublinhados vêm explicados no glossário. Agradecemos aos leitores que nos colocaram mais algumas dúvidas, às quais procuramos agora responder Quando se olha para uma cepa com uvas pode saber-se de imediato qual é a casta? Pode, mas tal identificação requer muita prática e o consumidor «normal» não saberá distinguir uma casta da outra. As várias castas, por vezes, apenas se distinguem, à vista desarmada, por pormenores do bago ou, o que é mais vulgar, pelo desenho e recorte da parra, esse sim, um dos principais factores identificativos de cada uma. INTRODUÇÃO MELHORES DO ANO VINHOS ATÉ 4 EUROS ESPUMANTES Se se provar um bago de uva fica-se com a certeza da casta? Ou um bago de Trincadeira terá o mesmo sabor de um de Aragonês? A prova do bago não serve para nos apercebermos dos aromas que o vinho resultante virá a ter. A excepção sempre mencionada nestes casos é a casta Moscatel, a única que tem o mesmo sabor, quer no bago quer no vinho. Pontualmente pode, no entanto, acontecer que ao comer um bago de Cabernet Sauvignon, por exemplo, se sinta alguns dos aromas verdes que mais tarde aparecerão no vinho. A mesma casta plantada em sítios diferentes dá vinhos dife rentes? Dá. Embora alguns traços aromáticos se mantenham (muito evidente por exemplo no Cabernet Sauvignon), as castas interagem com o solo e o clima, originando por isso vinhos diferenciados conforme o local onde estão plantadas. É por isso que, por exemplo, as castas do Douro plantadas em qualquer outro local não dão origem a Vinho do Porto. Também a casta Arinto origina melhores vinhos em Bucelas do que em outras zonas do país, onde também se encontra plantada. As castas utilizadas num vinho determinam a sua longevidade? E se o vinho for varietal? A longevidade é determinada pelas castas, pela técnica usada na adega e pela qualidade e concentração que as uvas apresentarem. Há castas com VINHOS DE PORTUGAL 2015 o 23 VINHO VERDE DOURO E TRÁS-OS-MONTES DÃO BEIRA

18 maior resistência ao tempo e à oxidação e que, por isso, durarão mais, como o caso do Tinto Cão. Nas brancas, também há exemplos de castas de duração curta (Fernão Pires) e outras de maior duração (Bical e Encruzado). Não é, como se vê, por ser varietal que um vinho dura mais. As vinhas plantadas em pé franco dão melhores vinhos do que as vinhas enxertadas? Não. Embora a grande maioria dos países recorra aos enxertos, há países, como o Chile, onde as vinhas são plantadas sem recurso ao bacelo, ou seja, em pé franco. Não é por isso que os vinhos chilenos são melhores do que os outros. Todos os grandes vinhos do mundo actualmente existentes são plantados com recurso ao porta-enxerto. A cepa é, por isso, um 2 em 1: a combinação de um porta-enxerto com a casta que se lhe aplica. Isto não quer dizer que, pontualmente, uma vinha de pé franco não possa originar um vinho mais original. O caso mais evidente será o Vinho do Porto Quinta do Noval Nacional, que é elaborado com uvas provenientes de cepas plantadas sem recurso ao porta-enxerto. A vinha pode ser regada? Pode. Ainda existem actualmente alguns preconceitos quanto à rega da vinha que são completamente absurdos. A vinha precisa de água embora prefira ter os pés húmidos a tê -los molhados. Também prefere as encostas aos vales por causa da drenagem natural e da prevenção das geadas. A rega gota a gota é o método mais utilizado para evitar que a cepa entre em stresse hídrico. Há, no entanto, produtores que defendem o não -uso da rega, afirmando que se a cepa precisa de rega é porque está mal adaptada ao terreno em que foi plantada. Um grande vinho é sempre originário de uma vinha com baixa produção? Genericamente esta afirmação é correcta. Quanto menor quantidade de uvas por cepa existir mais concentrado resultará o vinho. Um grande vinho é sempre um vinho com muito boa concentração de aromas, de corpo. A baixa produtividade pode ser natural caso das vinhas muito velhas ou provocada, através da monda precoce onde se procede ao corte de parte dos cachos que a cepa tem, deixando apenas alguns. Por esse facto, estes poucos cachos originarão um vinho mais concentrado. Esta monda é efectuada quando o cacho começa a ganhar cor, normalmente em Julho. Mas a pouca produtividade pode não ser, só por si, sinónimo de qualidade. A generalidade das vinhas portuguesas produz pouco e não é por isso que os nossos vinhos são os melhores do mundo. Os vinhos feitos a partir de uma só variedade de uva são melhores do que os que resultam de um lote de várias castas? É difícil responder sim ou não. Talvez não exista uma casta que seja perfeita em todas as componentes, e é por isso que, por norma e tradição dos 24 o VINHOS DE PORTUGAL 2015

19 países do velho mundo, os vinhos sempre se fizeram combinando várias castas. A excepção mais conhecida são os vinhos da Borgonha. Aí os brancos são de Chardonnay e os tintos de Pinot Noir. Foram os países do novo mundo que introduziram o conceito de vinho varietal, feito a partir de uma só casta, com o intuito de imitar os vinhos europeus. Como não poderiam chamar aos vinhos Borgonha, resolveram indicar no rótulo o nome da casta. Naturalmente que um vinho que resulta de um lote de castas menores nunca é melhor do que outro feito a partir de uma casta muito boa. Os vinhos varietais têm, no entanto, a graça de permitir ao consumidor apreciar as verdadeiras virtudes e fraquezas de cada casta. As castas estrangeiras são melhores do que as portuguesas? Não. São diferentes e, ao contrário das castas portuguesas, já têm um público apreciador que se conta por muitos milhões de pessoas. As melhores castas portuguesas são as tintas Touriga Nacional, Tinta Roriz, Trincadeira, Baga, Touriga Franca, Castelão são alguns exemplos. Nas castas brancas temos mais dificuldade em competir com as castas estrangeiras, mas ainda assim temos castas com boa qualidade, como o Arinto, Alvarinho, Antão Vaz, Verdelho, Encruzado, Fernão Pires, entre outras. INTRODUÇÃO MELHORES DO ANO VINHOS ATÉ 4 EUROS ESPUMANTES VINHO DO PORTO Numa garrafa de Vinho do Porto, a palavra Vintage inscrita no rótulo quer dizer que o vinho tem 20 anos? Não. A palavra vintage (de origem inglesa e que significa colheita) vem sempre associada a uma data. Por exemplo: se o rótulo indicar Vintage 1980 quer dizer que o vinho é da colheita de Tem por lei que ser engarrafado entre o 2. o e o 3. o ano após a vindima. Ao Vinho do Porto também se aplica o dito popular «quanto mais velho melhor»? Não. Em nossa opinião não se aplica mesmo a nenhum vinho. Na garrafa há vinhos que evoluem (para melhor) e outros que apenas sobrevivem alguns anos (sem melhorar). Em relação a qualquer vinho, a escolha do momento em que deve ser consumido depende do gosto pessoal. Não é por ser velho que é melhor, nem a velhice é sinal de maturidade. Pode ser sinónimo de decadência. O que faz com que um Porto envelheça em garrafa? São os taninos, a acidez e a concentração da cor. Um Vinho do Porto que se pretende engarrafar novo e que se quer que venha a durar muitos anos em garrafa tem de ser opaco na cor, ter boa acidez e ser taninoso. Só os vintages envelhecem em garrafa. Os tawnies também podem durar muitas décadas em VINHOS DE PORTUGAL 2015 o 25 VINHO VERDE DOURO E TRÁS-OS-MONTES DÃO BEIRA

20 garrafa embora o envelhecimento tenha sido conseguido antes do engarrafamento, em casco. Para fazer Vinho do Porto é preciso usar presunto ou carne? Não. Para fazer um Porto bastam boas uvas do Douro e aguardente. Esta ideia, muito arreigada no imaginário popular tem, no entanto, um fundo de verdade. Antigamente usavam -se nos lagares, durante a pisa a pé, alguns bocados de toucinho não salgado que era misturado com as uvas e pisado. Pretendia -se desta maneira alimentar as leveduras para estas poderem arrancar com a fermentação. Também algumas firmas do sector usavam, até há poucos anos, carne de vaca para «compor» alguns vinhos e os fortalecer. Os Portos daí resultantes tinham por vezes nomes curiosos, como Invalid Port, por exemplo. As histórias dos cabritos e do presunto (ainda por cima uma carne salgada!) são fantasia. Qual é a diferença entre um Porto Tawny e um Ruby? Os tawnies são vinhos do Porto que envelhecem em casco por oxidação, adquirindo por isso uma tonalidade alourada (tawny, em inglês). Os ruby são comercializados novos, com pouca ou nenhuma oxidação e que por isso apresentam uma cor vermelha. Não existe nenhuma conexão cor/qualidade. Com que é que devo consumir o Vinho do Porto? Os Vintage e L.B.V. ligam especialmente bem com queijos azuis, Roquefort ou Stilton. Os L.B.V. também ligam com queijos mais secos, tipo terrincho ou ilha São Jorge. Os Tawnies com indicação de idade (10, 20 anos) deverão ser consumidos ligeiramente refrescados, no final da refeição, a acompanhar um leite -creme, uma tarte de amêndoa ou mesmo sem qualquer acompanhamento. Os Portos do tipo Ruby ou Ruby Reserva poderão ser substitutos dos Vintages e L.B.V. ou poderão acompanhar bem sobremesas de frutos vermelhos (morangos, framboesas). TEMAS VÁRIOS Os vinhos actuais não têm muitos produtos químicos? Não. Se se comparar com o que acontece com os outros produtos consumidos no quotidiano, desde a carne com hormonas até cereais geneticamente modificados, alimentos pré -cozinhados, bolos e guloseimas, etc., etc., o vinho é bastante são. Os produtos utilizados visam a estabilização do vinho e impedem a sua deterioração rápida. Alguns produtos que podem ser adicionados correspondem àqueles que naturalmente a uva tem e que podem estar em falta (ácido tartárico, por exemplo). O mais vulgar dos produtos usados o anidrido sulfuroso é 26 o VINHOS DE PORTUGAL 2015

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