des- alinhado abril! Nº 46 ABRIL DE LETRA

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1 alinhado des- Nº 46 ABRIL DE LETRA abril!

2 alinhado EDITORIAL des- ÍNDICE Editorial Agostinho Sequeira Guedes Diretor da ESIC Ficha técnica Editorial A Escola em Notícia Os Nossos Clubes O Mundo à Nossa Volta Os Nossos Escritores Os Nossos Críticos Quem fala assim Última Página FICHA TÉCNICA Neste Jornal, colaboraram Alunos, Professores, Funcionários, Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Secundária de Inês de Castro. Paginação: Direcção de Comunicação e Marketing. EFEMÉRIDE Acreditar (Re)compensa! As metas atingem-se caminhando! O trajeto educativo que temos vindo a desenhar revelouse, recentemente, adequado aos objetivos estabelecidos no nosso PE para que todos, num trabalho de conjunto, possamos chegar aos pontos de qualidade definidos previamente. Foi neste inverno ensoleirado de dois mil e onze que a- conteceu a segunda avaliação externa da escola. Sabíamos que estávamos a trabalhar a um ritmo muito bom e os resultados apurados confirmaram isso mesmo. É com este pensamento positivo que devemos continuar o nosso trabalho escolar, sempre com um horizonte alargado e com uma vontade muito forte em querer ajudar as futuras gerações de cidadãos, no quadro geográfico do Concelho de Vila Nova de Gaia. Nesta fase do processo educativo é-nos sugerido que centremos o nosso exercício em alguns aspetos, reforçandoos e consolidando outros já bem orientados. O investimento humano, material e financeiro justificam plenamente o valor das várias práticas desenvolvidas na nossa escola. Sabemos que há grandes alterações em curso no que concerne às novas dinâmicas educativas nacionais e que vai ser um ano com trabalho acrescido, para que no próximo mês de setembro, o ano letivo arranque para o cumprimento de mais uma meta. A primavera está a chegar e com ela mais um momento de pausa. Muitos de vós estais envolvidos na realização de testes intermédios até meados do mês de maio. É necessário envolvimento, esforço, dedicação e, acima de tudo, acreditar que somos capazes de ir mais além. O que podermos fazer no momento certo traduzir-se-á em mais qualidade e em mais confiança, tanto individual como coletiva. É neste clima escolar que devemos mover-nos, com a sensação do dever cumprido e imbuídos do espírito de comunidade. Acreditar em caminhos formativos, aceitar desafios, viver num coletivo animado pela surpresa do amanhã é um desafio que merece ser recompensado. Parabéns a todos os envolvidos! 16 de abril Dia Mundial da Voz 02 03

3 A ESCOLA EM NOTÍCIA A ESCOLA EM NOTÍCIA 10º G Invade Aveiro Alice, Ana Pereira, Ana Querales, Cláudia, Flávia e Analisa Visita de Estudo à Assembleia da República Saúl Simão nº16 10ºE Pelas 8h30 do dia 24 de fevereiro de 2012, os alunos do curso de Línguas e Humanidades da Escola Secundária de Inês de Castro, dirigiram-se a Aveiro para uma visita de estudo. Esta realizou-se no âmbito da disciplina de Geografia A, com o objetivo de introduzir a nova matéria: Os recursos hídricos. O passeio iniciou-se com uma viagem de moliceiro pela ria de Aveiro, uma lagoa de água salgada com um comprimento de 45 km e 11 km de largura. A ria é resultado de um acidente causado pelo recuo do mar. A sua única ligação ao oceano é feita pelo canal que quebra o cordão da Barra a S. Jacinto. É uma região rica em peixes e aves aquáticas, possibilitando, também, a prática de desportos náuticos (vela, canoagem e remo). É propícia à atividade turística, oferecendo a oportunidade de velejar por estes canais através do barco típico da região, o Moliceiro. Estes barcos costumavam ser as casas das famílias dos apanhadores de moliço. Por essa razão, estes adornavam os barcos com cores vivas, na tentativa de animar as suas vidas, e, na proa, encontravam-se mensagens com caráter burlesco, humorístico ou até político. São o símbolo da cidade de Aveiro. Após o passeio de moliceiro, os jovens estudantes encaminharam-se para as salinas. Estas têm de extensão 1300 hectares, sendo responsáveis por sal de alta quali- Julgamento no Tribunal de Trabalho dade, produzido pelos marnotos (homens produtores de sal). Mais tarde, os aprendizes disfrutaram da hora de almoço. Após este momento de lazer, o grupo dirigiu-se a Ílhavo, para conhecer o Museu Marítimo regional, criado a 8 de agosto de Aí, os alunos adquiriram e aprofundaram conhecimentos acerca da pesca do bacalhau, nos mares da Terra Nova e Gronelândia. As explicações foram suportadas, não só pelos vestígios expostos, mas, também, por um vídeo apresentado, intitulado Gaspar, o bacalhauzinho. O museu possui quatro salas. A primeira tem o nome de Sala dos Mares e contém um barco re-presentativo deste tipo de pesca, assim como se encontram exibidos utensílios da mesma temática, que continua na Sala da Faina Maior. Segue-se a Sala da Ria, onde há objetos referentes a atividades que se praticavam nesta localidade. Na Sala das Conchas, como o seu nome indica, estão dispostas conchas de vários cantos do mundo. No final desta visita, antes de se encaminharem para casa, os jovens foram regalados com uma visita relâmpago à Costa Nova, local em que viram casas típicas daquela zona do país. Tratou-se de um dia divertido e pedagógico, do qual os pupilos gostaram muito. Turma 11ºH No passado dia 19 de janeiro de 2012, alguns alunos de diversas turmas do secundário envolvidas no projeto Parlamento dos Jovens realizaram uma visita de estudo à Assembleia da República, em Lisboa. O autocarro que nos transportou partiu da escola por volta das seis da manhã e, até chegarmos ao local pretendido, interrompemos a viagem por cerca de 15 minutos em Leiria, numa estação de serviço. Quando chegamos, finalmente, a Lisboa e de seguida ao Parlamento, depois de alguns protocolos de segurança e meia dúzia de burocracias estritamente necessárias, esperava-nos, junto ao Claustro de S.Bento, um guia, que, gentilmente, nos conduziu durante a visita pelos locais mais importantes do edifício parlamentar. Aqui, iniciamos a visita e o primeiro aspeto que é inevitável realçar é a abundância de estátuas, bustos e muitas outras esculturas em pedra. Do claustro, seguimos para a escadaria nobre. Aqui, o que, aparentemente, seriam umas simples escadas, deixaram-me estupefacto, assim como as paredes decoradas com seis enormes pinturas do Mestre Martins Barata e um enorme e pesadíssimo candeeiro, com mais de uma tonelada e mais de uma centena de lâmpadas, que pendia do teto. Daqui, seguimos para a sala dos Passos Perdidos. Nesta antecâmara da Sala de Sessões, de paredes em mármore, tomamos conhecimento de que este espaço é utilizado como local de espera, ponto de encontro e também como um ponto estratégico para os jornalistas. Surpreendentemente, o que mais me marcou nesta sala, foram as esculturas em gesso em cima das portas e os leões, símbolos da força. Seguiu-se a Sala do Senado, na qual tivemos o prazer de experimentar alguns dos lugares onde os deputados se sentam. O grande foco de destaque é, sem dúvida, o enorme retrato de D.Luís que, imponentemente, se mantém em cima do dossel da presidência. Prosseguimos a visita, passando para a Sala das Sessões e para o Salão Nobre. A Sala das Sessões, aquela que aparece frequentemente nos meios de comunicação social e onde os políticos decidem o futuro do nosso país, surpreendeu-me pelo seu tamanho, que, afinal, é mais pequeno do que aparenta ser. Aqui, existem galerias destinadas ao público que pretenda assistir a um debate, oportunidade que nos viria, mais tarde, a ser proporcionada. Finalmente, visitamos o Salão Nobre. Por todas as paredes desta sala, estão representados diversos momentos da História de Portugal. Foi aqui que acabamos, oficialmente, a visita guiada pelo Parlamento, com uma foto de grupo. À tarde, após o almoço num jardim perto do Parlamento, seguimos para o Jardim da Estrela onde aguardamos pelas três horas da tarde, para podermos assistir a um debate na Sala das Sessões. Chegada a hora, assistimos a um debate sobre recibos verdes que nos permitiu perceber a dinâmica de um debate na Assembleia da República. Infelizmente, não foi possível permanecer até ao final do mesmo ou assistir ao seguinte sobre a temática da Procriação medicamente assistida. Esperava-nos uma longa viagem de regresso a Vila Nova de Gaia, onde chegámos às dez horas da noite. Esta visita, para além de nos possibilitar conhecer o edifício da Assembleia da República, permitiu-nos contactar com as dinâmicas dos debates parlamentares e sensibilizou-nos para a importância das atividades dos deputados e da capacidade de argumentação dos mesmos. No dia vinte e sete de fevereiro, a turma do Curso Profissional nha, no âmbito de um processo de impugnação de um Técnico de Secretariado, 11º H, deslocou-se ao despedimento. Tribunal de Trabalho de Vila Nova de Gaia Os alunos assistiram interessados, concentrados para assistir a uma audiência de julgamentoficar e entusiasmados, tentando identi- o papel de cada advogado no caso em Após o acolhimento, os alunos foram litígio. Seguiram, com especial atenção, encaminhados para a sala de audiências, as questões colocadas, as respostas dadas onde já se encontravam os advogados das e as intervenções do juíz. partes envolvidas. Quando o juíz entrou, No final, discutiram o caso entre si, avaliaram deu-lhes as boas-vindas, referindo-se a as respostas da testemunha, tomaram uma aula prática ; explicou o caso em partido por uma das partes, e, fundamentalmente, julgamento e a sessão em particular a que sentiram que muitas das maté- iam assistir: audiência de uma testemu- rias curriculares entroncam na vida prática. 04 Juntos a criar Um Hino para a ESIC Os alunos do 10º Ano Os alunos do décimo ano da Escola Secundária Inês de letra inédita que, posteriormente, será musicada numa Castro estão a organizar um concurso com a finalidade de parceria com a Escola de Música de Canidelo. criar um hino para este estabelecimento de ensino. Todos Os resultados do concurso serão afixados na Escola e divulgados os alunos, docentes, funcionários, pais e encarregados de no Desalinhado. Ao autor da letra vencedora educação poderão participar até dia 9 de abril. será atribuído um ipod como prémio. Todos os participantes O concurso tem como objetivo desenvolver na comunidade receberão um certificado de participação. educativa uma maior cultura de escola e surgiu no Para mais informações pode ser consultado o regulamento âmbito do trabalho de projeto da disciplina de português. do concurso, disponível no site da Escola e no estabe- Para participar, os interessados deverão compor uma lecimento de ensino. 05

4 A ESCOLA EM NOTÍCIA A ESCOLA EM NOTÍCIA CEF em Visita de Estudo à Fundação Eça De Queiroz e Centro Interpretativo da Vinha e do Vinho Diana Monteiro Diana Tavares João Pereira Tatiana Sousa ACP 2D No dia 24 de fevereiro, as turmas CEF do primeiro ano (ACP2D; INFO 2I; Mesa e Bar) realizaram uma visita de estudo, no âmbito das disciplinas de Língua Portuguesa e Cidadania e Mundo Atual, à Fundação Eça de Queiroz e ao Centro Interpretativo da Vinha e do Vinho. Saímos da escola por volta das 8h15. A viagem, apesar de longa e com muitas curvas, decorreu num ambiente de alegria e diversão: uns conversavam, outros ouviam música e houve ainda quem dormisse. O único inconveniente foi o enjoo de alguns estômagos mais sensíveis. Chegados à Fundação, as turmas foram divididas em dois grupos. O nosso grupo começou por ver o filme Eça de Queirós: realidade e ficção, sobre aspetos da vida e obra do autor. Gostámos bastante deste momento. De seguida, visitámos a casa, propriamente dita: vimos a entrada, nomeadamente a famosa mesa do arroz de favas, onde Eça de Queirós terá comido a sua primeira refeição aquando da visita à casa de Tormes. Estivemos noutras divisões e apreciámos particularmente a biblioteca, onde estava a secretária que o escritor usou para escrever, de pé, as suas obras. Soubemos que o escritor gostava de limpar o seu próprio escritório, não deixando ninguém mais fazê-lo. Achámos, ainda, curioso o facto de Eça dormir numa cama bastante mais pequena que a sua altura, mas, segundo o que a guia esclareceu, antigamente, as pessoas dormiam quase sentadas, pois argumentavam que, totalmente deitadas, seria uma posição de morto. Vimos a descendente de Eça de Queirós, Dona Maria da Graça, que ainda mora na casa. Finalmente, visitámos a pequena capela da quinta. Depois, e porque as barrigas já davam horas, fizemos um piquenique. O almoço foi um momento de confraternização e partilha. Aproveitámos para descontrair e apreciar a bonita paisagem de Baião. Finalmente, fomos ao Centro Interpretativo do Vinho e da Vinha; aqui, o guia explicou alguns aspetos da arquitetura do mosteiro e os processos de produção do vinho ao longo da sua história. Por volta das 16h00, regressámos a Canidelo. Foi um dia muito agradável e nós gostámos muito desta experiência. Adquirimos vários conhecimentos, alargando, desta forma, a nossa cultura geral. Resta agradecer aos professores e à escola por esta oportunidade. rei Pai, forte cavaleiro. / Hoje a vigília é nossa. / Dános o exemplo inteiro / E a tua inteira força!. Andamos pelo campo de S. Mamede, junto ao Castelo, que foi palco da batalha com o mesmo nome De Guimarães o campo se tingia / Co sangue próprio de intestina guerra, / Onde a mãe, que tão pouco o parecia, / A seu filho negava o amor e a terra. Visitamos ainda a capela de S. Miguel, construída no século XII, de estilo românico, na qual se julga ter sido batizado D. Afonso Henriques. Já de volta ao presente e com a barriga a dar horas, dirigimo-nos ao centro histórico, calcorreando as ruas estreitas, Visita à Tranquilidade mas castiças e bem cuidadas, com lojinhas tradicionais, aproveitando para conhecer a capital da cultura enquanto procurávamos um local para almoçar. Depois do almoço, ainda fomos visitar a Praça da Oliveira com o padrão do Salado, mandado erguer por D. Afonso IV, no século XIV, a fim de comemorar a vitória na Batalha do Salado, e a Igreja de Santa Catarina. Finalmente, dirigimo-nos ao teleférico e subimos à Penha, onde estivemos algum tempo (pouco!) a explorar, antes de regressarmos ao autocarro que nos traria de volta. Foi um dia repleto de cultura, convívio e boa disposição perfeito para quebrar um período longo e trabalhoso. Turma 11ºH Mesa do arroz de favas - Fundação Eça de Queiroz Um dia com História Centro Interpretativo do Vinho e da Vinha Museu Stº André de Ancede Liliana Ferreira nº16 12º D No passado dia 5 de março, os alunos do 12º D partiram Lá chegados, começamos por visitar o Paço dos Duques da Escola Secundária Inês de Castro rumo a Guimarães, de Bragança, mandado construir por D. Afonso, Duque de acompanhados pelas professoras Júlia Vilaverde e Almira Bragança, no século XV. O claustro é magnífico, mas todas Silva, e pelo nosso guia de serviço, Fábio Oliveira. as salas são surpreendentes e têm algo de especial a Esta visita de estudo realizou-se no âmbito do estudo intertextual contar. de Os Lusíadas e Mensagem, já que Guima- De seguida, viajamos no tempo, para o século X, e en- rães é o berço da nacionalidade e aí coexistem marcas tramos no Castelo, mandado construir pela condessa Mumadona da fundação e da evolução do país ao longo dos séculos, Dias, onde viveram os progenitores daquele que assim como da modernidade, como o demonstra o facto de viria a consagrar-se primeiro rei de Portugal Quis o Rei ser a capital europeia da cultura. Quiçá Guimarães possa Castelhano que casado / Com Teresa, sua filha, o Conde ser o início do império cultural e civilizacional, o Quinto fosse; / E com ela das terras tomou posse. Império, que Pessoa profetizou! Reza também a tradição que ali terá nascido tão valeroso No âmbito dos conteúdos da disciplina Técnicas de Secretariado, os alunos do 11º ano do Curso Profissional de Técnico de Secretariado efetuaram, no passado dia 16 de fevereiro, uma visita de estudo à Companhia de Seguros Tranquilidade, no Porto. A visita tinha como objetivos principais: Conhecer, aplicar e relacionar conhecimentos adquiridos no espaço de sala de aula com a realidade empresarial; Participação ativa dos alunos no seu próprio conhecimento; Facultar contactos e experiências com o mundo do trabalho, fortalecendo os mecanismos de aproximação entre a escola, a vida ativa e a comunidade. A estratégia delineada pela responsável pela visita consistia em procurar melhorar o sucesso educativo dos alunos da respetiva área de estudos, através da criação de ambientes motivantes e do estabelecimento de contactos com estruturas organizativas externas. A visita superou todas as expectativas. Além do excelente acolhimento e visita guiada às instalações, o Dr. Eurico Silva, responsável pelo Gabinete de Formação desta Companhia, ministrou uma ação de formação muito enriquecedora e elucidativa sobre diversos conteúdos ligados ao Curso. Os alunos recolheram documentação útil para a sua Prova de Aptidão Profissional a realizar no próximo ano letivo. Todos os objetivos propostos foram plenamente conseguidos, dado o interesse generalizado dos alunos e professoras acompanhantes.

5 A ESCOLA EM NOTÍCIA A ESCOLA EM NOTÍCIA Visita de Estudo a Guimarães Hermínio Moreira Curso EFA3 Encontro com o Chefe António Gonçalves A equipa da Biblioteca Há imensos anos que não viajava de comboio. O encontro com os colegas da turma deu-se na estação de S. Bento, bem no centro da cidade do Porto. À hora marcada, arrancou o comboio para a programada visita de estudo à cidade de Guimarães que, desde o dia 21 de janeiro, é a Capital Europeia da Cultura. O Paço dos Duques, a capela de S. Miguel e o Castelo de Guimarães ocuparam todas as horas da manhã e tornaram-se um verdadeiro aperitivo para o almoço, dado o conteúdo extremamente interessante e instrutivo. Após o repasto, ótimo momento de convívio, fez-se a visita ao Museu Alberto Sampaio; após esta, o tempo foi utilmente aproveitado para apreciar os vários elementos arquitetónicos e algumas iniciativas no âmbito das comemorações da Capital Europeia da Cultura. Atempadamente, fizemos o percurso até à estação ferroviária a fim de embarcar pelas 17,48 h com destino ao Porto e inevitável regresso a casa. A visita ao Paço dos Duques foi acompanhada por uma guia, bastante simpática e muito faladora, mas sem ser cansativa, que nos entusiasmou com as suas completas e minuciosas explicações sobre os elementos decorativos que adornavam todas as divisões por onde conduziu a visita, legendando com palavras simples todas as peças e atos com elas relacionados. Foi impressionante a quantidade de pormenores referidos pela guia, permitindo ter uma ideia esclarecida sobre a origem da construção do imóvel e a forma de viver da nobre família dos Duques de Bragança, sobre atitudes da época, assim como sobre o desenvolvimento cultural durante a monarquia, não esquecendo o restauro e a reposição de alguns elementos decorativos durante o Estado Novo. Já com alguma saudade e vontade de voltar, despedimo-nos deste extraordinário conjunto de elementos de História, decoração e arquitetura. Imediatamente ao lado, envolvido por um relativamente bem tratado jardim, estava a simples capela de S. Miguel, que desperta interesse pelo facto de ser tida como o local de baptismo de D. Afonso Henriques. Sem demoras, dirigimo-nos ao Castelo de Guimarães, monumento de referência da nossa História. É imponente. Dentro do castelo, sente-se um certo recuar no tempo e abraça-se a cidade com o olhar. Uma foto com todos os elementos do grupo dá a imagem da união que, supostamente, existiria nas lutas em defesa do Rei, do castelo e das terras lusitanas. Alguns elementos do castelo poderiam estar mais conservados, mas as razões do estado de conservação não estavam explicadas em lugar nenhum, pelo que poderá haver razões históricas para se manter o tal aspeto. O merecido descanso após a primeira etapa desta nossa visita de estudo chegou e foi-nos dada a liberdade de, com as naturais limitações de tempo, procurarmos um local simpático onde nos servissem uma refeição bem confecionada, bem apresentada e por um valor acessível. Foi agradável e aconchegou o organismo de todos os apóstolos e apóstolas, preparando a segunda etapa da missão que nos fez deslocar a Guimarães. O Museu Alberto Sampaio parecia estar ansioso à nossa espera para nos proporcionar mais uma lição de História. Neste depósito de obras demonstrativas do nosso passado grandioso como Nação, não tivemos um guia tão entusiasmante como desejaríamos; no entanto, também não foi desagradável e, embora se notassem diversos momentos de muitas hesitações e incertezas ao abordar alguns assuntos, acabou por nos permitir enriquecer um pouco mais o nosso conhecimento e subir um pouco o nível de curiosidade pelo aprofundamento da grandiosa História que preenche o nosso passado, de algum modo condimentado com o nosso presente, numa perspetiva de um melhor e mais esperançoso futuro. Concluída que estava a visita ao museu, aproveitamos algum do pouco tempo que nos restava até apanharmos o comboio de regresso, para apreciarmos mais algumas das muitas obras arquitetónicas da linda cidade de Guimarães, com pormenores fantásticos. A viagem de regresso decorreu sem sobressaltos, pelo que se pode concluir que a visita de estudo foi um sucesso, muito elucidativa e educativa. Esta foi de tal modo agradável que deixou embrenhado no espírito a vontade de voltar e conhecer outras histórias da nossa História. No passado dia 13 de dezembro, a equipa da Biblioteca, no âmbito das atividades da Feira do Livro, convidou o Chefe António Gonçalves, formador na Escola de Hotelaria da Vila da Feira e ITI Instituto de Inovação Tecnológica, para dinamizar um Ateliê Natalício, em colaboração com os formadores Yolanda Jiménez e Jorge Amílcar e formandos do curso de Empregado de Mesa EM 2C. Com este evento, pretendeu-se proporcionar aos alunos um encontro com um chefe de cozinha bastante conceituado na área da hotelaria e restauração e motivá-los para o ensino profissional aliado à criatividade. Ao longo deste ateliê, os formandos tiveram a oportunidade de confecionar iguarias natalícias e proceder ao respetivo empratamento, para servir um delicioso lanche na sala dos professores, num ambiente propício e acolhedor caraterístico desta época festiva, fazendo as delícias daqueles que usufruíram deste pequeno momento de partilha. Posteriormente, dinamizou-se, no auditório, a palestra À Conversa com o Chefe. Neste espaço, os alunos puderam conhecer melhor o perfil e as caraterísticas necessárias a um bom profissional na área da hotelaria e restauração. Os presentes foram alertados para a importância desta formação na sociedade atual, dada a elevada taxa de empregabilidade. Para além disso, entende-se que este tipo de iniciativa contribuiu para o sucesso educativo dos alunos. De um modo geral, os alunos participantes aderiram, de forma empenhada, à atividade desenvolvida demonstrando interesse em participar noutros ateliês temáticos do género. No que diz respeito à palestra, foi notória a admiração, demonstrada pelos discentes, pela criatividade patente nos trabalhos artísticos apresentados, em Powerpoint, pelo Chefe António Gonçalves, alargando, deste modo, os horizontes dos formandos que poderão enveredar pelos trilhos de uma verdadeira arte a descobrir e a explorar

6 OS NOSSOS CLUBES O MUNDO À NOSSA VOLTA Clube 7ª Arte Catarina Lacerda nº12 10ºG Bullying Juliana Mendes nº25 10ºG I went to the woods because I wanted to live deliberately, I wanted to live deep and suck out all the marrow of life, to put to rout all that was not life and not when I had come to die discover that I had not lived. Henry David Thoreau Carpe Diem Os casos de Bullying têm vindo a aumentar ao longo dos anos. Este tipo de violência entre crianças tende a alastrar-se por todo o mundo e Portugal não é exceção. Segundo a psicóloga Margarida Matos da OMS, o termo de origem inglesa remete para a violência, provocação e perseguição de forma repetida e sistemática, entre pares, no contexto escolar. É feito de forma intencional, com o propósito de provocar mal-estar à vítima, ganhando assim controlo sobre a mesma. Na minha opinião, os casos de Bullying dependem da idade e do género sexual dos intervenientes, uma vez que estas situações agressivas acontecem sobretudo aos mais novos, que são os mais frágeis. Dependendo do género sexual, estas situações adquirem diferentes contornos: enquanto são manipuladas pelo género feminino de uma forma mais psicológica, uma vez que as jovens recorrem a rumores e histórias que provocam a exclusão social, de forma contrária, o género masculino prefere a coação física. Penso que estes Bullys (agressores), independentemente do seu género, são descritos como sendo agressivos, com passados violentos, fisicamente fortes, pessoas com comportamentos de risco e com maus resultados na escola; por isso, sentem-se desintegrados e discriminados perante a sociedade. Desta forma, invejam quem não se encontra nesta posição. Por outro lado, a vítima é, normalmente, uma criança tímida, passiva, com falta de autoestima e de competências sociais. Assim, os menores com esta personalidade, quando se encontram numa situação de agressão repetitiva tomam, muitas vezes, como solução o suicídio. Tal foi o caso do jovem espanhol Jokin Cebrio, que, com 14 anos, se atirou das muralhas de Hondarriba, porque sofria de agressões sistemáticas (Bullying) na sua escola. No entanto, o Bullying não é apenas prejudicial para a vítima, pode afetar também a família e os colegas de turma da criança maltratada. O comportamento do agressor necessita também de atenção urgente. Os casos de Bullying nas escolas têm lugar principalmente, no recreio, nos corredores e nas casas de banho, onde a vigilância é mais reduzida. Logo, para prevenir estes casos nas escolas, é essencial a existência de uma comunidade escolar preocupada com os alunos e atenta aos pormenores e indícios desta prática. Enfim, o Bullying é, de facto, um tipo de agressão aterrorizadora que ataca a estrutura etária mais indefesa, influenciável e sem maturidade suficiente para lidar com um problema desta envergadura. Se o Bullying continuar a expandir-se e ninguém o conseguir solucionar, receio que as jovens vítimas irão continuar a ver a escola de uma forma distorcida, em vez de a verem como um investimento para o futuro. 10 Clube dos Poetas Mortos é um retrato, não apenas da sociedade americana dos anos 60, mas também da fuga juvenil ao pensamento ortodoxo de um colégio de alta exigência. Neste tão apreciado filme, observa-se (enquanto espectador fisicamente passivo, mas com desejo de revolta e aceitação) uma constante opressão da liberdade de pensamento. A passividade estava já instalada e esse tão reconhecido colégio não era mais do que uma fábrica de cabeças encaixotadas, produzidas em terrível standart, uma crueldade, um flagelo à literatura lá estudada, onde os livres manuscritos de poetas que não se adaptaram ao mundo que os acolhia eram impedidos de voar após as suas mortes. O agente de mudança, John Keating - o novo e inovador professor - veio demonstrar, com uma técnica de fresca interpretação das poesias estudadas, a possibilidade de viver intensamente, apesar das duras regras do estabelecimento de ensino e da sociedade que lá fora os esperava, que se tornava cada vez mais temida. John Keating fez com que os seus engravatados alunos rasgassem preconceitos, questionassem o dito correto e vissem o mundo de uma perspetiva nunca antes utilizada pelos seus olhos jovens, alimentando a sua sede de liberdade de vida. No entanto, e como todos os que se atrevem a desafiar a visão conservadora e elitista de uma sociedade onde o politicamente correto impera, as consequências desse pensar fora da caixa revelaram cruelmente todos os obstáculos sociais. Clube dos Poetas Mortos ensina a olhar não apenas de um plano e a sair da nossa zona de conforto, numa rebeldia sempre responsável, em que não nos poderemos afundar no sofá, nessa zona de conforto. Filosofia o sentido aprendido Enquanto ser humano, faço parte daqueles que se põem debaixo da asa da Filosofia, com tanta consciência de que o fazem como quando choram e gritam no seu nascimento. Em tantos momentos me questionei, contrariei E nem me apercebi de que estava já a filosofar. Lia as folhas das minhas escritas libertadoras e tantas vezes as considerei parágrafos sem sentido, dramáticos e pueris. Porém, esta compreensão que se adquire, esta calma e ponderação, estas novas visões que ganho quando me olho ao espelho e vejo um ser em aperfeiçoamento, são consequências dos momentos em que reparo que a vida é isto e que o céu alberga tantas 11 Catarina Lacerda nº12 10º G outras pessoas que, como eu, se sentem unidas a tudo através da Filosofia. Ela, a Filosofia, equipara-se à Liberdade, à total liberdade de pensamento porque sim! Pensar é ser-se livre. A Filosofia faz-me entender aquelas pessoas que, por debaixo da capa em que se movem e escondem, são tão frágeis como eu e tão dependentes de amor quanto eu! Finalmente, é possível vermo-nos a nós mesmos como seres vastos e profundos e, se me é permitido dizer, de uma forma mais cuidada e personificada, somos nada mais que seres repletos de vales e planícies.

7 O MUNDO À NOSSA VOLTA O MUNDO À NOSSA VOLTA Clube de Debate - Projeto Parlamento dos Jovens Sessão Distrital - Nível Secundário Paulo Barbosa nº7 12ºI No dia 7 de março, realizou-se a Sessão Distrital do Parlamento dos Jovens de Nível Secundário, na Escola Básica de Matosinhos. Os deputados Jorge Monteiro, 11ºE, Paulo Torcato, 11ºF, e Paulo Barbosa, 12ºI, representaram a Escola Secundária de Inês de Castro. A nossa Escola Secundária, aquando da apresentação do seu Projeto de Recomendação, teve uma excelente prestação, demonstrando, assim, o seu grande potencial, a avaliar pelas reações dos vários deputados e demais assistentes presentes na sala. A ordem dos trabalhos prosseguiu com um debate na generalidade. Nesta fase, o nosso Projeto de Recomendação mereceu, inclusivamente, o elogio direto de duas escolas. Estrategicamente, o deputado efetivo, Jorge Monteiro, optou por fazer um comentário global relativamente às medidas das diferentes escolas presentes na sessão. Na votação do melhor projeto, foi eleito o Projeto da Escola Secundária António Sérgio; mas, no debate na especialidade, após a finalização da votação, a Escola Secundária de Inês de Castro conseguiu acrescentar a este Projeto de Recomendação uma das medidas incluídas no da nossa escola, o que foi muito bom. Por fim, procedeu-se à eleição dos deputados que irão representar o Círculo do Porto na Sessão Nacional e a nossa escola foi a mais votada. Com muito orgulho, passamos à Sessão Nacional. A Escola Secundária de Inês de Castro conseguiu no segundo ano de participação, após um interregno, uma prestação notável e da qual muito nos orgulhamos. começava a sentir fraquezas. Daí as nossas críticas à organização distrital. Depois do almoço, e tendo já o projeto base, passamos à fase de especialização, em que foram feitos grupos com o objetivo de cada um modificar o texto base, sendo-lhe, assim, permitido fundir ou eliminar medidas, acrescentar ou modificar texto. As propostas do nosso grupo foram aceites! Estava, agora, na hora de eleger as escolas que iriam representar o círculo eleitoral do Porto, e a escola INED Nevogilde tomou, de novo, o primeiro lugar. Os deputados foram felicitados e a escola ESIC sabia que era hora de ir embora. Deixamos o auditório, mas trouxemos as memórias, os sentimentos e os amigos que fizemos, como, por exemplo, os deputados da Escola Fontes Pereira de Melo. Foi, de facto, uma atividade bastante interessante e enriquecedora que pretendemos repetir de bom grado. Obrigado ao projeto, aos seus dinamizadores e à nossa escola por tal experiência! Parlamento dos Jovens - Círculo Eleitoral do Porto Escolas e Deputados Eleitos em 2012 Na apresentação do Projeto de Recomendação Parlamento dos Jovens - Nível Básico Os deputados Paulo Torcato, Jorge Monteiro e Paulo Barbosa Daniel Silva, nº5 e Inês Faustino, nº11 7ºB A sessão distrital do Parlamento dos Jovens ocorreu deputado ligado à educação esteve a ler e a responder no dia 5 de março. O ponto de partida foi a Escola a perguntas feitas, antecipadamente, pelos deputados Secundária de Inês de Castro e o de chegada, o Conservatório presentes. de Música do Porto. De seguida, apresentaram-se os Projetos de Reco- Quando chegamos, vimos um belo auditório, com um mendação. Esperamos muito pela nossa vez, pois apenas piano tapado com um pano azul, à direita. Deu para tínhamos a oportunidade de apresentar o nosso ver, no início da sessão, que a má organização era projeto, eleito pelos deputados da escola, depois de predominante, mas isso não interferiu com a nossa outras 42 escolas apresentarem o seu. Cerca de 49 apresentação, nem com o objetivo principal do projeto escolas preenchiam por completo o grande auditório Parlamento dos Jovens : a preparação física e do Conservatório de Música do Porto. Com muita pena mental para a vida política e o desenvolvimento das da parte da ESIC, o nosso projeto não foi eleito para capacidades de apresentação e discurso oral. representar o círculo eleitoral do Porto na sessão nacional; A sessão começou com um estridente barulho provocado mas nós, deputados Inês, Daniel e Liliana, sa- pela queda do microfone principal, o que estava bíamos que o projeto mais indicado tinha sido eleito: nas mãos do presidente da mesa. Deu-se, assim, início o projeto da escola INED Nevogilde. Estava agora na à sessão e à resposta às questões colocadas ao hora de almoço, diríamos nós: finalmente, pois não deputado convidado. Durante cerca de uma hora, o tinha havido uma única pausa, e a deputada Inês Escola Secundária Inês de Castro - Jorge Monteiro - Paulo Torcato 2. Escola Secundária António Sérgio - Pedro Vaz - Luís Faria 3. Colégio Casa-Mãe - Ricardo Trigueira (porta-voz) - Rui Mendes 4. Escola Secundária Filipa de Vilhena - Gonçalo Moreira - José Garcia 5. INED Nevogilde - Inês Carrondo - Maria Ramos 13 Suplentes: 6. Escola Secundária de Penafiel - Ana Bernardes - Luís Couto 7. Escola Secundária de Gondomar - Joana Neto - Rúben Teixeira Proposta de tema para 2012/2013: O Empreendedorismo

8 O MUNDO À NOSSA VOLTA OS NOSSOS ESCRITORES A Sociedade do Antigo Regime Ricardo Ferreira nº18 8º G Terceiro Estado Carlos Almeida nº7 8ºG Página de um Hipotético Diário de Camões Raquel Pichel nº 21 10ºA Eu Monstro me Apresento Márcia Natário nº15 7ºB No Antigo Regime Os ricos só sabiam mandar E altos cargos Só queriam ocupar. O clero podia ensinar E o culto seguir A assistência melhorar Dos que estavam para vir. No mercado ou nos campos Os pobres trabalhavam E todo o dinheiro Nos impostos gastavam. Nobreza Nós somos a Nobreza O que queremos é Realeza Para conquistar uma terra Nós temos de entrar em guerra. Bernardo Almeida nº5 8ºG É um Povo escravizado Nesta sociedade de extremos Trabalha duas vezes mais E recebe duas vezes menos. Nobreza e Povo A Nobreza tinha funções militares E impostos recebia Pois o Povo andava a trabalhar Sem um minuto para descansar. Povo Anda sempre a correr O dinheiro não o está a ver As suas mulheres sempre a chorar Mas diante dos filhos têm de disfarçar. Rúben Lima nº19 8º G Tiago Soares nº20 8º G 7 de fevereiro de 1552 Já o sol caminha, a passos largos, em direção à linha do horizonte e eu permaneço aqui sentado, sozinho, nesta mesa no canto da taberna... O papel vazio e insignificante olha-me, implorando que o promova a manuscrito; no entanto, nesta vida miserável e ingrata, até o engenho me abandonou. Parto amanhã rumo ao Oriente, destinado a servir como homem de guerra. Assim ficou decidido como preço da minha liberdade. Mas que liberdade é esta, se me sinto preso no meu próprio corpo, com as palavras fechadas a sete chaves dentro de mim?! Pergunto-me se não estaria melhor encarcerado na prisão do Tronco, na minha cela, a reviver, uma e outra vez, o episódio que me levara lá. Foi numa noite de verão, já bêbado e de bolsos vazios, passava eu junto ao Paço, quando um funcionário me provoca, criando em mim tal raiva que não consegui manter a espada no cinto Por conseguinte, aqui estou, prestes a fechar um capítulo triste da minha existência e a iniciar um outro que se adivinha igualmente tumultuoso. Parto para a Índia como um homem abatido, mas determinado a lutar contra esta desgraça que me persegue! CONVITE DE CASAMENTO (a partir da obra O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, de Jorge Amado) Andorinha & Rouxinol Gonçalo Vieira nº10 8ºH Caro(a) amigo(a): Como já sabes, a minha filha Andorinha vai casar com o Rouxinol. O casamento será no dia 14/02/12, às 14h, mas a festa terá lugar às 17h, no parque. A cerimónia vai decorrer no seminário, com o Reverendo Papagaio a unir as suas asas para sempre. Contamos contigo! NÃO Ana Teresa Amorim nº2 7ºH Andava eu a nadar no oceano, muito feliz e contente, quando me apercebi de que estava preso no meio de umas redes cheias de peixe. Fiquei assustado, mas não conseguia escapar daquelas malditas redes. Uns homens, que estavam no navio, puxaram as redes e trouxeram-me para fora da água. Levaram-me para o Jardim Zoológico; aí, havia imenso barulho por todo o lado. As aves chilreavam, os cavalos relinchavam Enfim, uma verdadeira confusão! Mas depois veio o pior, tentaram dar-me comida, essa coisa horrível para mim! Foi então que decidiram levar-me para um local onde uma pessoa me examinou. Aquilo parecia tortura, tinha a barriga a fazer barulhos esquisitos, porque já não comia há muito tempo. Acho que o dito senhor se chamava veterinário. Quando dei por mim, estava a dar uma volta de carro, entretanto, senti um cheirinho muito agradável: era gasolina. Abri o tampão e bebi-a com tanta força que, de tão contente, nem reparei que o dono do carro estava a tentar separar a minha tromba daquele manjar. Levaram-me de volta para o Jardim Zoológico e deram-me biberões de gasolina. Até que enfim me davam alguma coisa de jeito para comer! Bem, estava de barriga cheia e feliz. Passado um ano, já não bebia biberões de gasolina, mas camiões cheios dela. Os responsáveis do Jardim Zoológico achavam que estava a levar o país à falência; por isso, quiseram matar-me. Eu que sou tão amável! No entanto, durante a noite, um dos homens soltou-me. Estava tão contente que, pelo caminho, bebi em alguns postos de gasolina. Claro que tanta correria me tinha dado fome. Dirigi-me ao meu adorável mar. De repente, avistei um petroleiro que teve um acidente. Havia uma enorme mancha de petróleo a cobrir as praias. Não hesitei, comecei logo a beber todo aquele petróleo e, assim, limpei a praia. O país ficou tão contente que o Presidente da República me ofereceu emprego para a Lisnave, uma empresa de petroleiros. Estava, por fim, em liberdade e feliz. 14 Não gosto de ouvir Não gosto de comer Não gosto de conversar Não sou igual às outras raparigas Entre a luz e a escuridão Entrego-me à escuridão Não quero saber o que pensam de mim Eu sei que sou incompreendida. Acrósticos de AMOR Amigo Maravilhoso Original Radiante 15 Ana Sofia, André S., Daniel M., Sara, Sofia e Catarina 7º H Adorável Mágico Oferta Real Atencioso Magnífico Orgulhoso Risonho

9 OS NOSSOS ESCRITORES OS NOSSOS ESCRITORES O Grande Voo do Pardal (a partir da obra homónima de Lídia Jorge) Inês Faustino nº11 7ºB Henrique Gaspar e o pardal eram inseparáveis. O pardal vivia na casa com o seu dono e com ele partilhava todos os momentos. No entanto, as coisas são como são e um pardalito é sempre um pardal. Assim, Henrique Gaspar pôs-se a dar voltas à cabeça, queria que o seu amigo fosse feliz. Era o seu melhor amigo e apesar de ser uma excelente companhia, sabia que era uma ave, embora não voasse. Assim, repensou Já sei! Vou fazer um ninho como uma casa enorme e vistoso! decidiu Henrique Gaspar. Foi direto à garagem, onde tinha todo o seu material da loja de carpintaria. Quando lá chegou, disse num tom confiante: Estou pronto para o trabalho, que vai ser duro e estranho mas. Estou pronto! Com o pardalito a seu lado, e este sem saber o que Henrique estava a fazer, começou a trabalhar. As horas foram passando e Henrique nem sequer saiu da garagem para ir à cozinha lanchar (esta que era a refeição em que bebia o seu saboroso chá!). Henrique, que queria acabar a casa naquele dia, cortou, raspou, furou e finalmente pintou. A casa estava bonita, alegre, agradável e colorida, pronta para os pardais partilharem o lar. Henrique foi-se deitar e levou o pardalito consigo. Mal caiu na cama, adormeceu. No dia seguinte, levantou-se rapidamente e foi à garagem. A casa estava perfeita! Foi colocá-la no quintal e retirou todos os espanta pardais. Chegaram imensos pássaros. E o pardalito encontrou a sua cara-metade, acasalou e teve filhos. Um dia, teve que ir buscar comida para os filhotes. Cheio de medo e receoso do que poderia suceder, encheu-se de coragem e voou, voou e voou. Os loucos chamam-lhe dor Os apaixonados, amor; Eu chamo-lhe loucura, Um sentimento perfeito Pelo menos enquanto dura. Nem todos o sentem Nem todos o merecem Ora chega como um sopro, Ora vive como um louco. Não tem sítio nem hora, Lugar de partida ou chegada Sabe-se onde mora e quem se ama Mas não se sabe mais nada. Jovem, delicado, Sensível, incompreensível E quando o tentam apagar, O amor é insubstituível. Cátia Silva, nº5, 10ºD Amor é uma doença que nos infeta, que nos trespassa, que nos percorre, que nos transforma, que se cura e nos deixa desolados e desesperados, filósofos, a pensar; amnésicos, a esquecer; indiferentes, a viver; carentes, a desejar. E é a desejar que um novo amor nos acolhe, E esse amor é uma doença. Ninguém sabe o que é o amor, Sentimento sem definição concreta; É arrebatador Mas sempre tema de um poeta. Joana Sebastião, nº 16, 10ºF Amo como amo o amor Não conheço nenhuma outra razão Para amar senão amar. Que queres que te diga, Além de que te amo, Se o que quero dizer-te é que te amo? Hugo Magalhães, nº26, 10º F O que é o Amor? Não se morre de amor nem se vive só de amor; Para uns, ele é razão de viver, Para outros, não passa de pura dor. Poucos são os que lhe conseguem sobreviver Sem a sua ambiguidade conhecer. José Marques, nº 16, 10º D Amor é Consciência ausente Razão vazia Apenas coração presente. Amor é entrega, é paixão É um sentimento complexo Que não se entende. Terá definição? Amor é partilha, entrega, a mais forte emoção. Não se descreve, não se explica, sente-se Entre dois olhares numa multidão. Amor é a confiança, a honestidade Que não vem nas palavras mas no olhar, Expressão da mais pura e frágil bondade. Amor é o sorriso, é a união. Amor é a lágrima, é a ilusão. Amor é viver sem nada recear. Raquel Pichel, nº 21, 10º A Amor é imensidão do pensamento Que cada noite nos leva de volta no tempo Que nos ocupa a mente em todo o passatempo E dá sentido à vida, seu puro fermento. O verdadeiro não permite desilusão Tira a vida à traição Defeitos perdem alma no coração. O nome desse amor é oração Que dá sentido à paixão E acende a preocupação. Amor é puro ardor Que incendeia a vida Em seu redor. Mykola Shumskiy, nº 19, 10ºA Amor é um eterno momento Um beijo Um abraço No qual me contento. É o germinar de uma planta Sem semente Que me encanta De um modo inocente. Amor O amor é antigo, O amor é recente, O amor é tudo, O amor és tu. Amor é entrega, é paixão É completa compreensão É uma relação impossível É um sentimento indefinível. Pedro Fernandes, nº20, 10ºD Amor, o que é amor? É algo muito estranho Provoca felicidade e dor Mas afinal, o que é amor? Mas nada me impede de amar Nada mesmo! Só vou deixar de amar Quando se encontrar Uma lágrima minha no mar! Provoca dor, traz felicidade Ora nos deixa bem, ora nos deixa mal Mas quem não sente não entende O que é o amor afinal. Soraia Fontes, nº22, 10ºD Amor é alegria, amizade ou paixão solto numa brisa ou guardado no coração. Amor, onde estás tu? Entre as estrelas do céu Nas ondas do mar Seja onde for Não me deixes parar de amar. Mário Freitas, nº 18, 10ºA Ana Freitas, nº2, 10ºF Bruno Lopes, nº 27, 10º F 16 Luís Pinto, nº17, 10ºA 17

10 OS NOSSOS ESCRITORES OS NOSSOS CRÍTICOS QUEM FALA ASSIM Amor Não é cura Não é doença É crença É loucura É presença É relação É perdição É dar a sentença Pura paixão Pura dor É o que faz o amor Sem pedir permissão Raul Freitas, nº 24, 10º A Amor é revolta Perda de tempo Sentimento sem volta Que corrói o pensamento. Amor verdadeiro Difícil de encontrar O seu paradeiro Neste mundo não parece estar Amor real Apenas o da família Esse é o tal Que nos ilumina o dia. Diogo Brandão, nº 8, 10ºA À Conversa Com O Meu Diário Sábado, 31 de Dezembro de 2011 Sofia Cachimuel 8ºH Olá, querido diário! Hoje, fiquei o dia todo em casa a ver os filmes que passaram na televisão. O filme Marley e eu é um dos meus preferidos. É extremamente divertido, mas deixa-me um pouco triste. Acabei de jantar há pouco com a minha mãe e, pelos vistos, com a Jasmine, que não parava de saltitar para a mesa. Nunca vi um gato com tanto espaço no estômago! Daqui a pouco, a Filipa deve estar a chegar para irmos para aquele barzito perto da praia de que te falei outro dia. Não 18 sei o que vou vestir para celebrar a passagem de ano para Preciso de ajuda! Fiquei triste ao saber que o Zé não pode vir connosco ao tal bar hoje. É sempre ele que anima a noite com as palhaçadas do costume. A Filipa chegou e fico já por aqui, querido diário. Um bom 2012! Espero que neste ano te continue a contar as minhas confidências. Querido Diário Dia 31 de Dezembro de 2011 Alexandre Pinto nº1 8ºH Querido diário: Ah! Finalmente! Último dia do ano! Neste dia, senti-me como um morcego: dormi de dia para ficar toda a noite acordado. Durante o dia, não se passou quase nada (pelo menos que eu saiba, como passei o dia a dormir ), tirando o facto de ter bebido dois cafés durante o lanche, sem ninguém se aperceber, para garantir que não teria sono durante a noite. Quase gastei um pacote inteiro de açúcar, porque o café era muito amargo. À hora de jantar, a minha família chegou. O prato principal da refeição foi bacalhau cozido e para a sobremesa estava uma mesa repleta de doces tradicionais desta época. A noite foi passada entre risos, danças e cantorias, mas quando estava a chegar a meia-noite, tudo parou: estávamos todos de copo no ar à espera da contagem decrescente. Quando deram as doze badaladas, um chuveiro de champanhe invadiu a sala e molhou-nos todos. Nós, os mais novos da família, corremos para a cozinha e pegamos nas panelas e nos tachos para fazer começar 2012 com o barulho. Também bebi um pouco durante a noitada, que durou até por volta das seis da manhã. Fazendo um balanço final: 2011 foi um ano satisfatório, mas espero que 2012 seja muito melhor. Inês Botelho - Nascida de livros na mão e música no coração! Daniel Silva nº5 Inês Faustino nº11 Inês Lopes nº24 7ºB Nasceu em 1986 uma incrível escritora, autora de diversos tipos de livros, de nome Inês Botelho. Tivemos o privilégio de a ter na ESIC, no passado dia 7 com diversos e interessantes temas... A sua carreira começou em pequena. Não na literatura... Mas na música! Tirou o curso de biologia e de pianista. Ligou-se a um clube de teatro e também teve um lugar no seu coração, a 7ª arte! Como vemos, nasceu para ser uma estrela! Iniciou também um Mestrado em Estudos Anglo- Americanos, em No dia 27 de janeiro, o encontro com a escritora, no auditório da ESIC, foi sobre o seu mais recente livro - O passado que seremos - interessante para todas as idades... A escritora começou a escrever em part-time (o seu primeiro livro foi escrito aos 15 anos), mas agora fá-lo a tempo inteiro. Inês Botelho gosta muito da escrita Anglo-americana e vários dos seus fantásticos livros tiveram aí a sua inspiração. Fez Erasmus em Itália, o que aumentou o seu nível cultural... Quando era mais nova, gostava do género fantástico como Harry Potter e O Senhor dos Anéis, inspiradores da sua mais famosa trilogia O ceptro de Aerzis. O seu maior problema durante o processo de escrita sempre foi encontrar o título perfeito e a capa adequada, uma vez que os que as editoras propunham nunca a satisfaziam, à exceção de O Passado que seremos, em que a Porto Editora deixou Inês Botelho impressionada com a primeira capa apresentada. Nessa sessão, também foram entregues os prémios aos primeiros três classificados do Concurso Nacional de Leitura da nossa escola e a Escola de Música de Canidelo brindou os presentes com um breve momento musical. Gostámos muito desta sessão e achámos que foi muito proveitosa. English Teacher André Silva nº4 7ºH We have a new language assistant! Her name is Mine and she s Turkish She s got a brother and a sister in Turkey, but she is living in Portugal. She s an English teacher and she can speak English, French, Spanish and Polish. Her favourite Turkish monument is Ataturk, a national hero! She likes watching movies and walking by the seaside, but she doesn t like videogames. Her favourite band is Terion, that plays metal music and her favourite football team is Galatasaray, in Turkey and F.C. Porto in Portugal! Her favourite drink and food is Kebab and mango juice. She likes wearing dresses, skirts and shoes, and her favourite colours are black and navy blue She s very cool!!! Trip to Essex Jorge Félix Cardoso nº13 11º B From the 16th to the 20th of January 2012, eight students from classes 11ºB and 11ºC went to Essex, in England. The trip took place because of the Comenius Project - a project financed by the European Union whose aim is to teach students about different cultures, so that they can improve their english, and, at the same time, work the theme recycling, the main theme of the project. Ana Raquel Gonçalves, Ana Gomes, Célia Medeiros, Daniela Martins, myself, Leandro and Miguel Pereira, and Raquel Ribeiro. We, along with our teachers, Maria José Gomes and Manuela Magalhães, left Porto in the morning of the 16th January, landing two hours later in London, Stansted Airport. After breakfast, we went to Ilford, our home town during our stay in England. Ilford is a nice town just outside London, and a 15 minute train ride is what stands between them. Its inhabitants are mainly immigrants from Arabian countries and India. We stayed relatively near the city centre, in a little hotel called Park Hotel, just across the street from Valentine s Park, one of the city s main attractions. Valentine s Park, is a beautiful and well cared, covering over 136acres. There are amenities for tennis, mini-golf, swimming and boating 19

11 QUEM FALA ASSIM QUEM FALA ASSIM The park is well known for its old English garden, the Rosary Terrace and its lakes. On the first day we stayed in Ilford, resting from our Among all those infrastructures it is the Westfield Shopping, the biggest shopping center in Europe, and we went there for a little shopping session and for dinner at Las Iguanas. very exhausting trip, and waiting for all the students from other countries. For dinner, Shafika, the English coordinator of the project, chose to take the whole group to a thai food restaurant, where we met all the participants from other countries. On the second day, we visited the schools in Ilford: Essex Primary School and Little Ilford School. We went to the primary first. There, the headmaster gave us a welcome speech, and we were divided into groups to visit the classes. After spending the morning talking to the kids, we left Essex Primary and went to Little Ilford School and had lunch there. They prepared a guided tour of the school for us, and took us back to Essex Primary, where we spent most of our afternoon. At night we all had dinner at Nando s, a Portuguese food restaurant. Our third day was spent in the town hall and at the olympic venues. Before lunch we visited the town hall, where a lady gave us a very interesting explanation about the town, its political activities, and recycling. We had lunch at the primary school and then travelled to Stratford, where the Olympic venues are being constructed. From a tall building, we were able to observe the entire Olympic park, and were given an explanation about all the infrastructures being prepared for the games. London was the destination of our fourth day. Using the famous underground, we travelled to St. Paul s Cathedral. After visiting this emblematic mark of this great city, we walked above the Thames, crossing Millenium Bridge, and heading for the Tate Modern. After a quick entrance in the Tate, we enjoyed a nice walk along the river, arriving at the London Eye and crossing the Thames again. The Big Ben and Whitehall were our next destination, and after those two iconic places, we went to the Queen s Buckingham s palace. At 5 o clock, tea time, we had already stopped for it at Trafalgar Square, and were already on our way back to Ilford. Because some of the people from other countries had their return flights really early, we had to assume that this dinner was our last and that it meant goodbye. An indian themed restaurant was the place for this goodbye meal - we all had a great time, at the dinner table and afterwards, on a dance floor installed at the restaurant. Our fifth and final day was spent travelling. First, from Ilford to Liverpool Street Station, where we sat waiting for the hours to pass. Then, to London Stansted Airport, where we caught a flight to Porto. I really enjoyed this life-changing experience, and I think this only brings positive things to our school. My colleagues and myself are better prepared for a job outside our country, and our life experience has grown substantially, which is equally important. I hope the students who go to the Netherlands enjoy as much as we did

12 QUEM FALA ASSIM QUEM FALA ASSIM Valentine s Day Professora Fernanda Oliveira Relationship Crossword Valentine s Day in Britain St Valentine s Day is celebrated with gaiety, enthusiasm and charm in Britain. Just as in many other countries, people in Britain express love for their beloved on this day by presenting them flowers, cards, chocolates and other special gifts. Different regions of the country have their specific traditions to celebrate Valentine s Day but one uniform custom is the singing of special songs by children. These children are rewarded with gifts of candy, fruit or money. In some regions delectable Valentine buns are baked with caraway seeds, plums or raisins. Penning of verses is another extremely popular tradition of Valentine s Day. Weeks before the festival tabloids and magazines publish sonnets and verses to commemorate St Valentine s Day. The custom owes its origin to the poets of Britain who have penned the majority of the best-loved romantic verses associated with Saint Valentine. Valentine s Day in History Customs associated with Valentine s Day had their origin in the popular belief held by people in Great Britain and France during 14th and 15th century that birds begin to mate on February 14, halfway through the month of February. Lovers therefore found St Valentine s Day an appropriate time to send love letters and gifts to beloved. Romantic image of the festival was further established by English and French poets and litterateurs who drew parallel between mating of birds and St Valentine s Day. them on clay balls that they would drop into the water. It was believed that whichever paper came up first, that man would be their future husband! Valentine s Day Roses Rose is one of the most popular flower and one of the most powerful symbol of Valentine s Day. Since time immemorial rose flower has been a favourite of poets and romantics at heart. For them, the lovely rose stand for beauty, passion and love. Every year on February 14 lovers long for a gift of Rose from their Valentine as the flower has come to denote I love you. No wonder, demand for roses reach its zenith on Valentine s Day as people across the globe chose to express their love with a lovely rose. Meaning of Different Colours of Roses Rose flower is found n different colours and it is fascinating to note that each of these different Rose colours have been assigned different meanings by the society. Hence one needs to be careful while presenting rose to someone. Red Roses - Love and passion Yellow Roses - Friendship White Roses - True love and purity of the mind Pink Roses - Friendship or Sweetheart Black Roses - Farewell Early Valentine s Day Tradition in Britain Unmarried girls in Britain and Italy used to wake up before sunrise on Valentine s Day. They believed that the first man they see on Valentine s Day or someone who looks like him would marry them within a year. Girls, therefore, used to wake up early to stand by their window and wait for the man to pass. William Shakespeare, the famous English playwright, mentions this belief in Hamlet (1603). Ophelia, a woman in the play, sings: Good morrow! Tis St. Valentine s Day All in the morning betime, And I a maid at your window, To be your valentine! Another popular belief held by people of Great Britain made women pin four bay leaves to the corners of their pillow and eat eggs with salt replacing the removed yokes on Valentine s Day eve. Unmarried girls to dream of their future husband followed the custom. Unmarried ladies also used to write their lover s names on paper and put 22 Love is Like a Rose Love is like a rose with gentle tender parts slowly it unfolds and develops in your heart It s beauty can t be tamed It s as wild as the wind words can never explain the feelings held within you could be cut by a thorn and your heart would tend to bleed sometimes it will be torn But inside is always a new seed There will always be a change and yet it grows and grows although it may seem strange love is like rose. By Megan (From poemslovers.com) 23

13 ÚLTIMA PÁGINA Desfile de Carnaval na ESIC 1º Prémio - Turma 1C - Práticas Administrativas 2º Prémio ex aequo - Assistentes Operacionais Assistentes Técnicos 3º Prémio - Turmas 7ºA e 7ºB Júri do Desfile 24

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