Béziers. Charleville Mézières. Cherbourg Octeville. Saint-Étienne. Béziers. Maubeuge. Chartres. Clermont Ferrand. Montpellier. Orléans.

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1 O renascimento do VLT na França Agen Tarbes Saint-Malo Roubaix Paris Le Mans Avignon La Rochelle Troyes Nevers Montbéliard Hendaye Dax Montbéliard Biscarosse Aix-en-Provence Saint-Quentin Cognac Biarritz Bayonne Perpignan Chalon sur Saône Antibes Béthune Limoges Lille Saint-Quentin Cherbourg Boulogne sur Mer NantesBriey Tourcoing Compiègne Compiègne Angers Angers Valenciennes Carcassonne Valenciennes Châteauroux Dunkerque Villeurbanne Dunkerque Villeurbanne Toulon Besançon Alençon Vichy Dunkerque Saint-Étienne Cherbourg Octeville Charleville Mézières Clermont Ferrand Lens Dax Chartres Brive-la-Gaillarde Mâcon Poitiers Metz Grasse Saint-Denis Strasbourg Reims Douai Hagondange Strasbourg Douai Annemasse Cannes Laval Le Havre Dijon Albi Évreux Annecy Bourg-en-Bresse La Roche-sur-Yon Épinal Périgueux Saint-Nazaire Fort-de-France Ministério da Ecologia, do Desenvolvimento sustentável, e da Energia

2 Nevers Saint-Malo Le Mans Roubaix Agen Tarbes Avignon NantesBriey Besançon Alençon Vichy Dunkerque Mâcon Poitiers Grasse Laval Le Havre Annecy Albi La Roche sur Yon Épinal Périgueux Saint-Nazaire La Rochelle Hendaye Troyes Dax Montbéliard Montbéliard Biscarosse Aix en Provence Saint-Quentin Saint-Quentin Cognac Biarritz Bayonne Cherbourg Perpignan Chalon sur Saône Compiègne Compiègne Antibes Béthune Limoges Boulogne sur Mer Angers Angers Valenciennes Carcassonne Valenciennes Châteauroux Tourcoing Dunkerque Villeurbanne Dunkerque Villeurbanne Toulon Saint-Étienne Cherbourg Octeville Charleville Mézières Clermont Ferrand Saint Denis Strasbourg Strasbourg Chartres Douai Reims Douai Brive-la-Gaillarde Hagondange Cannes Annemasse Paris Lille Lens Dax Metz Évreux Dijon O renascimento do VLT na França Sumário P 4 O VLT como instrumento de uma política global de mobilidade P 10 O VLT como instrumento de urbanização P 14 As empresas francesas do VLT P 28 O VLT de ontem e o de hoje, uma grande vontade política P 31 Para saber mais Ghislaine, 25 anos, usuária da linha 2 do VLT em Issy-les-Moulineaux (Região metropolitana de Paris) O VLT facilita meus trajetos cotidianos. A mesma viagem feita de carro levaria uma hora, e de VLT eu gasto 25 minutos. Mas a sua freqüência nas horas de pico deveria ser aumentada. O que o usuário pensa Marie, 34 anos, usuária de linha 2 de VLT Boulogne- Billancourt - La Défense (Região parisiense) O VLT é bem limpo, a comunicação no caso de problemas técnicos é boa e ele é muito agradável, por não ser subterrâneo assim podemos ver a paisagem. Mas deveriam restringir o uso de celulares que poluem a atmosfera deste meio de transporte. " Mateus, 44 anos, usuário da linha A do VLT em (Região Centro) O VLT reduz meu trajeto diário em 15 minutos, e se eu usasse o carro seria muito mais caro. O VLT fica na superficie, deixando as pessoas mais calmas, é um meio de transporte que eu gosto. Jean-Pierre, 50 anos, usuário da T2 de Issy-les-Moulineaux La Defense e T3 (Região parisiense) O VLT é um bom meio de transporte, como a linha 14 do metrô: é muito prático, limpo e fluído. Seria melhor ter maior freqüência nos horários de pico e à noite, o tempo de espera é muito longo. Não há trens suficientes. Ministério da Ecologia, do Desenvolvimento Sustentável, e da energia

3 Atualmente, dezoito cidades francesas têm pelo menos uma linha de VLT e até 2014, outras nove cidades implantarão suas primeiras linhas. Na França, a organização dos transportes públicos é baseada em um sistema de administração descentralizada implementada na década de Há trinta anos, as autoridades locais têm importante autonomia para desenvolver suas redes de transporte público em um contexto de forte presença do automóvel. Atualmente, o uso do automovel está perdendo gradualmente seu lugar para modos de transporte coletivo e o VLT tem ressurgido nos últimos anos. O VLT se impôs ao longo dos anos, porque responde a uma lógica de redesenvolvimento urbano, planejamento de transportes e preocupações ambientais. Esta é uma escolha política: se ancora numa lógica de desenvolvimento sustentável, permite repensar a mobilidade urbana e os projetos de urbanização. O VLT também se tornou uma ferramenta para promover a cidade, pois implantar um VLT significa também querer renovar a imagem da cidade que o acolha. No que diz respeito ao know how, muitas empresas francesas estão envolvidas no desenvolvimento de projetos de VLT e exportam em escala mundial suas competências, que vão desde estudos e construção, até a operação do sistema. 3

4 Nevers Saint-Malo Le Mans Roubaix Agen Tarbes Avignon NantesBriey Besançon Alençon Vichy Dunkerque Mâcon Poitiers Grasse Laval Le Havre Annecy Albi La Roche sur Yon Épinal Périgueux Saint-Nazaire La Rochelle Hendaye Troyes Dax Montbéliard Montbéliard Biscarosse Aix en Provence Saint-Quentin Saint-Quentin Cognac Biarritz Bayonne Cherbourg Perpignan Chalon sur Saône Compiègne Compiègne Antibes Béthune Limoges Boulogne sur Mer Angers Angers Valenciennes Carcassonne Valenciennes Châteauroux Tourcoing Dunkerque Villeurbanne Dunkerque Villeurbanne Toulon Saint-Étienne Cherbourg Octeville Charleville Mézières Clermont Ferrand Saint Denis Strasbourg Strasbourg Chartres Douai Reims Douai Brive-la-Gaillarde Hagondange Cannes Annemasse Paris Lille Lens Dax Metz Évreux Dijon O renascimento do VLT na França O VLT como instrumento de uma política global de mobilidade A implantação de um VLT é precedida por uma reflexão global dos deslocamentos dentro da cidade para entender melhor as necessidades de transporte dos habitantes e assim fornecer respostas adequadas. O VLT é um meio de transporte que oferece vantagens evidentes: w capacidade superior a 3000 viajantes por hora por sentido; w uma velocidade comercial média de 18 km/h a 22 km/h; w regularidade de transporte; w conforto elevado; w o máximo de acessibilidade; w um custo de implantação menor que o metrô: de 13 Milhões/km a 22 Milhões/km em média para a parte transporte na França. Confrontado com o carro particular, o VLT pode se impôr de modo confiável com a sua plataforma dedicada e sua prioridade nos cruzamentos. Ele permite o compartilhamento da via entre os diferentes modos de deslocamento, inclusive com bicicleta e pedestre. Em 2010, dezenove cidades francesas possuiam pelo menos uma linha de VLT ou de Metrô: w Paris, Lille,, Marselha e com uma rede de metrô e linhas de VLT; w Estrasburgo,, Nantes,,, Saint-Etienne, Valenciennes,, Orleans, Le Mans, Clermont-Ferrand, e com uma ou mais linhas de VLT; w com uma rede de metrô. O VLT contabiliza 32 km de linhas na região parisiense (220 km subterrâneos) e 375 km de linhas no interior da França (contra 130 km de metrô). Desde que voltou em Nantes em 1985, o VLT continua a crescer pelo interior da França por se inscrever no projeto de mandato das autoridades organizadoras do transporte urbano (AOTU), logicamente marcado pelas eleições municipais (1995, 2001, 2008, 2014). Se considerarmos as Mapa das cidades com transporte coletivo público em via segregada Lille Valenciennes Paris-Île-De-France Estrasburgo Le Mans Nantes Metrô Pesado: 49 km no interior da França km IDF* VLT: 361 km no interior da França + 32 km IDF BHNS* guiado: 39 km no interior da França Metrô leve: 81 km no interior da França + 7 km IDF "VLT com pneus": 14 km no interior da França Clermont-Ferrand St Étienne BRT não guiado: 32 km no interior da França + 20 km IDF * Região parisiense **Ônibus de alto padrão de serviço. E um BRT com desempenho que chega quase ao nível do VLT Marselha Fonte: Base de dados Certu ano de referência 2010 Ministério da Ecologia, do Desenvolvimento Sustentável, e da energia

5 Estrasburgo O VLT encontrou o seu lugar A cidade de Estrasburgo reorganizou o plano de mobilidade do seu centro quando implantou a primeira linha de VLT lhe assegurando um lugar de destaque, assim como aos pedestres e ciclistas. A cidade esperava ver uma diminuição do tráfego de automóveis, nos resultados do seu levantamento de 1997, três anos após a implementação da primeira linha de VLT. Os resultados globais em toda a área urbana mostram claramente um aumento da mobilidade por transporte público, mas sem recuo no uso do automóvel. Em deslocamentos radiais onde o transporte público tem melhores desempenhos, sobretodo no centro da cidade onde a ação da coletividade é mais importante no conjunto dos meios de transporte, a mobilidade por meio de automóvel diminuiu sensivelmente. Isto mostra que apenas uma linha de VLT não pode sozinha resolver todos os problemas de circulação e que a sua ação é multiplicada se faz parte de uma política global de deslocamentos n 5

6 Nevers Saint-Malo Le Mans Roubaix Agen Tarbes Avignon NantesBriey Besançon Alençon Vichy Dunkerque Mâcon Poitiers Grasse Laval Le Havre Annecy Albi La Roche sur Yon Épinal Périgueux Saint-Nazaire La Rochelle Hendaye Troyes Dax Montbéliard Montbéliard Biscarosse Aix en Provence Saint-Quentin Saint-Quentin Cognac Biarritz Bayonne Cherbourg Perpignan Chalon sur Saône Compiègne Compiègne Antibes Béthune Limoges Boulogne sur Mer Angers Angers Valenciennes Carcassonne Valenciennes Châteauroux Tourcoing Dunkerque Villeurbanne Dunkerque Villeurbanne Toulon Saint-Étienne Cherbourg Octeville Charleville Mézières Clermont Ferrand Saint Denis Strasbourg Strasbourg Chartres Douai Reims Douai Brive-la-Gaillarde Hagondange Cannes Annemasse Paris Lille Lens Dax Metz Évreux Dijon O renascimento do VLT na França redes públicas de transporte coletivo que tem o VLT como modo de estruturação principal, este representa menos do que 30% da oferta de quilometragem, no entanto, concentra 55% das viagens na rede. O peso do VLT na utilização dos sistemas franceses é muito importante (ver gráfico abaixo). Em geral, as cidades que implantaram um sistema pesado de transporte coletivo em via segregada tiveram aumentos no número de usuários mais importante do que outros. Este fenômeno é decorrente do fato que a entrada em circulação das linhas é geralmente acompanhada pelo estabelecimento de uma política global de transporte que tem como objetivo, uma melhor distribuição dos diferentes meios de transporte a serem utilizados. Isto encoraja assim, um maior uso do transporte coletivo: restrições à circulação e estacionamento, implantação de ciclovias e ciclofaixas, gestão da mobilidade (desenvolvimento de planos de deslocamentos de instituições, promoção de novos modos de transporte como a utilização compartilhada de automóveis, a estratégia de urbanização,a promoção do andar *TCSP: sistema de transporte público de passageiros utilizando faixa exclusiva destinada a sua exploração, geralmente se beneficia de prioridade semáfórica e funcionam com materiais que vão de ônibus a metrôs, passando pelo VLT. Evolução de deslocamentos nas redes francesas (excluindo região parisiense) Total de deslocamentos 20 redes que tem um transporte em linha segregada (TCSP) Total de outras redes (mais de 200 redes) Fonte: base de dados TCSP Certu Comprimento em linhas segregadas Número de quilometros em serviço a cada ano Ônibus de alto padrão de serviço VLT Metrô e teleférico Ministério da Ecologia, do Desenvolvimento Sustentável, e da energia Fonte: Banco de Dados TCSP Certu

7 Nantes O sucesso da intermodalidade O desenvolvimento da utilização do transporte público em Nantes é baseado principalmente na implantação das três linhas de VLT desde Com 51 km de linhas realizadas por ano, a rede de VLT de Nantes é a mais desenvolvida da França. Diariamente ela atende usuarios. Este sucesso se deve ao desempenho do sistema de VLT, mas também a sua integração a uma rede intermodal. Graças a vagas em estacionamentos dissuasivos, a intermodalidade entre carro e transportes públicos representa 6% dos deslocamentos domicílio-trabalho dentro da cidade, um número bastante elevado. Além disso, o VLT está interligado com três estações de trem regional na região metropolitana, um serviço de transporte fluvial, a linha 4 Busway e em breve, sete novas linhas de ônibus de alto padrão de serviço (BHNS) Chronobus (implantado em ). O plano de transporte urbano tem fortes ambições em termos de desenvolvimento do uso da bicicleta. Uma atenção especial será dada a intermodalidade entre bicicleta e transportes públicos que atualmente representa 1% dos deslocamentos domicíliotrabalho. n 7

8 Nevers Saint-Malo Le Mans Roubaix Agen Tarbes Avignon NantesBriey Besançon Alençon Vichy Dunkerque Mâcon Poitiers Grasse Laval Le Havre Annecy Albi La Roche sur Yon Épinal Périgueux Saint-Nazaire La Rochelle Hendaye Troyes Dax Montbéliard Montbéliard Biscarosse Aix en Provence Saint-Quentin Saint-Quentin Cognac Biarritz Bayonne Cherbourg Perpignan Chalon sur Saône Compiègne Compiègne Antibes Béthune Limoges Boulogne sur Mer Angers Angers Valenciennes Carcassonne Valenciennes Châteauroux Tourcoing Dunkerque Villeurbanne Dunkerque Villeurbanne Toulon Saint-Étienne Cherbourg Octeville Charleville Mézières Clermont Ferrand Saint Denis Strasbourg Strasbourg Chartres Douai Reims Douai Brive-la-Gaillarde Hagondange Cannes Annemasse Paris Lille Lens Dax Metz Évreux Dijon O renascimento do VLT na França a pé, etc. Para além dos números de frequência de uso das redes, o VLT com certeza contribuiu para a transferência modal do automóvel para o transporte coletivo. No entanto, a quantificação desta transferência modal continua de difícil compreensão por conta da aceleração das mudanças das situações individuais dos usuários (mudanças de endereço, troca de emprego, evolução da situação familiar) e porque a implantação do VLT é muitas vezes acompanhada por outras medidas (restrição de capacidade para os carros, política de estacionamento), sendo complexo dissociar efeitos.pesquisas sobre deslocamentos domésticos* realizadas nas cidades francesas a cada dez anos, permitem acompanhar a evolução na mobilidade do seu território e entender o impacto de alguns projetos. Tem sido observado que as cidades que implantaram uma linha de metrô ou de VLT registraram um aumento na sua mobilidade em transportes públicos maiores que as demais. Existem hoje mais projetos de VLT do que nunca: abriu a sua primeira de linha de VLT no final de 2010; Angers e Reims, em 2011; e Le Havre, em 2012; Dijon, e Lens em 2013; Besançon em Esses projetos se somam às novas linhas ou extensões de redes de Saint-Etienne,,,, Nantes... *pesquisas feitas pelas autoridades de transporte Parte de cada tipo de transporte coletivo em via segregada em km (em %) Parte de cada tipo de transporte coletivo em via segregada por deslocamento (em %) Lille Marselha Estrasburgo Nantes St Étienne Le Mans Clermont-Ferrand Valenciennes Metrô BHNS VLT Ônibus clássico Fonte: base de dados TCSP Certu ano de referência 2008 Ministério da Ecologia, do Desenvolvimento Sustentável, e da energia

9 Grenelle do meio ambiente O encorajamento do transporte público em via segregada Em 2007, o governo lança o Grenelle do meio ambiente e convida representantes da sociedade civil l para uma ampla consulta a fim de identificar um roteiro para França em favor da ecologia, do desenvolvimento e do planejamento sustentável. Neste contexto, o Estado preve gastar 2,5 bilhões de euros no desenvolvimento do transporte público em vias segregadas (TCSP) para alcançar em 2020 o objetivo de 1800 km (artigo 13 º da lei de planejamento de 03 de agosto de 2009 relativa à implementação do Grenelle do meio ambiente). Desde 2009, a título de uma primeira leva de projetos, um orçamento de 810 milhões de euros é alocado para 50 projetos em 36 cidades para financiar os trabalhos que se iniciem antes do final de Como parte de um segundo chamado de projetos lançado em Maio de 2010, o Estado mobiliza 590 milhões de euros para apoiar 78 novos projetos, realizado por 54 autoridades organizadoras, sendo: 45 BHNS, 29 VLT, 2 metrôs, 2 ligações marítimas. Cerca de km de linhas já foram construídos ou serão iniciados até o final de n 9

10 Nevers Saint-Malo Le Mans Roubaix Agen Tarbes Avignon NantesBriey Besançon Alençon Vichy Dunkerque Mâcon Poitiers Grasse Laval Le Havre Annecy Albi La Roche sur Yon Épinal Périgueux Saint-Nazaire La Rochelle Hendaye Troyes Dax Montbéliard Montbéliard Biscarosse Aix en Provence Saint-Quentin Saint-Quentin Cognac Biarritz Bayonne Cherbourg Perpignan Chalon sur Saône Compiègne Compiègne Antibes Béthune Limoges Boulogne sur Mer Angers Angers Valenciennes Carcassonne Valenciennes Châteauroux Tourcoing Dunkerque Villeurbanne Dunkerque Villeurbanne Toulon Saint-Étienne Cherbourg Octeville Charleville Mézières Clermont Ferrand Saint Denis Strasbourg Strasbourg Chartres Douai Reims Douai Brive-la-Gaillarde Hagondange Cannes Annemasse Paris Lille Lens Dax Metz Évreux Dijon O renascimento do VLT na França O VLT como instrumento de gestão urbana O VLT interage com a cidade de muitas maneiras; é aberto para a cidade e visível a partir da rua. Arquitetos, paisagistas vão alavancar essa visibilidade para refazer a rua, de fachada a fachada em torno do VLT e trazem para o centro da cidade um conforto e uma qualidade de vida que tinha desaparecido com a onipresença do carro. Assim, o VLT dá uma impressão de melhoria ambiental imediata: o silêncio e a diminuição da poluição do ar, plantação de árvores, plataformas de vegetação, transformam o ambiente urbano. O VLT redesenha a paisagem urbana Depois de remover os trilhos dos bondes na década de 1950, as primeiras cidades francesas que o reintroduziram em meados da década 1980, Nantes e depois, tiveram sua implementação acompanhada de projetos de urbanismo importantes para que a população urbana aceitasse a sua volta às ruas. O VLT torna-se um aliado para reconstruir uma cidade de qualidade ao restaurar a paisagem urbana muitas vezes desfigurada pelo carro: eliminação dos efeitos de corte urbano, redistribuição de tráfego, maior consideração com pedestres e ciclistas, tratamento arquitetonico das estações... Certas instalações permanecem espetaculares. Por exemplo, em, a linha 3 do VLT retirou a via expressa urbana de antigas avenidas com grandes viadutos, onde circulavam veículos por dia: era uma verdadeira ruptura urbana, que impedia a passagem do Norte ao sul de para quem não tivesse carro. Palavras de arquitetos Desde os avanços de Haussmann, nós nunca tivemos uma ferramenta tão eficaz como o VLT para repensar o espaço urbano que foi integralmente dedicado ao automóvel, desde a década de Ao reequilibrar a partilha das vias, fazemos as perguntas certas. Que cidade queremos para uma população cada vez mais urbana? As ruas se tornam projeto urbano, na concepção dos arquitetos, enquanto que no século XIX, era apenas um projeto técnico, projetado para dar vazão máxima aos carros. O VLT acompanha o desenvolvimento da Cidade Instalar um sistema de VLT em uma cidade gera impacto no comércio durante e após a sua introdução. Também leva a alterações na estrutura da cidade, pois as linhas de VLT geram transformações urbanas especialmente em termos da atratividade dos bairros. O impacto do VLT no comércio Os comerciantes, primeiro se preocupam em perder o seu cliente motorizado, depois percebem que um ambiente mais tranquilo pode ser rentável. As respostas das experiências na França mostram que passada a fase das obras, que pode ser muito ruim e após um período reapropriação e readaptação, o comércio retoma globalmente suas atividades e pode melhorar as suas vendas, especialmente em lojas do centro da cidade (ver testemunhos página 11). É difícil isolar o efeito do VLT do contexto local, nacional e até internacional, que por vezes, afeta o comércio. O VLT é um acelerador de tendências pré-existentes: w Os projetos de VLT são acompanhados por uma reabilitação de espaços públicos através de uma mudança de imagem. Para os comerciantes, esta é uma oportunidade para redefinir suas atividades. A tendência a mais frequentemente identificada é a do desenvolvimento de atividades de serviços, como bancos, restaurantes e outras atividades terciárias. O centro da cidade geralmente capta compras de lazer, deixando compras úteis para os bairros mais afastados; Ministério da Ecologia, do Desenvolvimento Sustentável, e da energia

11 O VLT impulsiona o comércio Quais foram os impactos do VLT no seu negócio? Denis Mollat, dono da livraria Mollat em O VLT passa bem em frente a livraria na Rua Vital-Carles. Se, durante a construção, não foi observado declínio do nosso negócio, desde que o VLT começou a funcionar, o nosso volume de negócios experimentou aumento de 12%. Isto é devido a melhoria do serviço pelo VLT, mas também pela a implementação da intermodalidade em (ônibus elétrico, bicicleta, trem, ônibus). Foi observada a chegada de clientes de fora porque agora chegam mais facilmente ao centro da cidade e um aumento de clientela de estudantes, porque ha uma conexão direta com as universidades: em 20 minutos, o VLT liga o campus de Talence ao centro da cidade. se tornou uma cidade aberta e acolhedora. Jean-Daniel Caillet, gerente fundador de Mer & Espace Apesar de deseja-lo por sua velocidade, os três anos de obra foram muito difíceis para o comércio: minha loja localizada no centro da cidade viu a sua receita cair em 40% e se eu não tivesse tido a segunda loja, sem dúvida eu teria tido que fechar a loja. Mas, este tempo difícil foi rapidamente esquecido, porque hoje nos estamos tendo os nossos melhores resultados, nossa clientela melhorou e graças a uma política de ajuda ao comercio estabelecida pelas autoridades de, foi possível reformar a loja da Praça Gambetta para adequa-la à modernidade que o VLT trouxe. Com os parques de estacionamento localizados nos arredores de, nós mesmos educamos nossa clientela a deixar seus carros e usar o transporte público para vir ao centro da cidade. O VLT e a classificação de como Patrimônio Mundial da Unesco trouxeram uma real atratividade e uma importante clientela de turistas o ano todo. n 11

12 Nevers Saint-Malo Le Mans Roubaix Agen Tarbes Avignon NantesBriey Besançon Alençon Vichy Dunkerque Mâcon Poitiers Grasse Laval Le Havre Annecy Albi La Roche sur Yon Épinal Périgueux Saint-Nazaire La Rochelle Hendaye Troyes Dax Montbéliard Montbéliard Biscarosse Aix en Provence Saint-Quentin Saint-Quentin Cognac Biarritz Bayonne Cherbourg Perpignan Chalon sur Saône Compiègne Compiègne Antibes Béthune Limoges Boulogne sur Mer Angers Angers Valenciennes Carcassonne Valenciennes Châteauroux Tourcoing Dunkerque Villeurbanne Dunkerque Villeurbanne Toulon Saint-Étienne Cherbourg Octeville Charleville Mézières Clermont Ferrand Saint Denis Strasbourg Strasbourg Chartres Douai Reims Douai Brive-la-Gaillarde Hagondange Cannes Annemasse Paris Lille Lens Dax Metz Évreux Dijon O renascimento do VLT na França w As modificações nas condições de tráfego e, portanto, de estacionamento de clientes e de entrega, podem ter um impacto negativo sobre os comércios que já são frágeis. Algumas lojas que vivem principalmente de passagem, muitas vezes localizadas em torno dos centros urbanos, e que não adaptaram as suas atividades para este novo contexto, podem se encontrar em grande dificuldade; w Ao contrário, quando o projeto de VLT se situa numa área de pedestre, as lojas do centro da cidade se beneficiam com o fluxo de pedestres gerado pelo VLT. Em termos de frequentação das lojas, a agência de urbanismo da região de constata que o VLT ajuda a redistribuir a clientela, seja pelo aumento da mobilidade, ou porque o VLT mudou profundamente o acesso para a cidade. Um acelerador de projetos urbanos Implantar uma linha de VLT em áreas distantes dos centros urbanos envolve grandes questões de urbanização para a área delimitada. Mas, um projeto de VLT não pode, sozinho, constituir o único vetor de desenvolvimento urbano: ele funciona como um acelerador de projetos urbanos, quando esses projetos foram levados em conta nos documentos de urbanismo. Este é o caso da linha 2 do VLT de na travessia em direção a Bron: o município de Bron, cidade da area metropolitana de, desenvolvia desde muitos anos uma política urbana, em que um dos temas principais foi a criação de um verdadeiro centro para a cidade. A passagem do VLT no coração da cidade foi um verdadeiro motor que impulsionou o projeto de transformação do centro de Bron, ao mesmo tempo em que participava da sua definição. Em paralelo, a linha teve efeitos positivos sobre o desenvolvimento imobiliário com a aceleração da construção de novos edifícios ao longo da Avenida Franklin Roosevelt. Assim, para os profissionais do setor imobiliário, a passagem do VLT em Bron permitiu antecipar uns dez anos a concretização para que o município desenvolvesse um verdadeiro centro da cidade. O VLT aproxima os bairros Os projetos de VLT na França muitas vezes foram uma oportunidade para uma renovação urbana em torno das linhas. Os bairros prioritários da política das cidades não foram esquecidos e receberam o apoio do Estado para uma reestruturação de seus espaços públicos e melhorar seus ambientes de vida. Em 2009, 30% dos subsídios que o Estado francês concedeu às comunidades para seus projetos de VLT foram dedicados ao serviço e a revitalização dessas áreas atravessadas, como por exemplo, no bairro de Paillade em, no bairro de La Source em Orleans ou ainda no bairro Hautepierre de Estrasburgo. Esforços de reconversão do espaço público em torno dos projetos de VLT permitem igualmente recriar laços entre bairros ou atenuar os efeitos do corte, ou mesmo eliminá-los. Isto tende a aproximar os bairros prioritários da política social urbana dos centros das cidades. Ministério da Ecologia, do Desenvolvimento Sustentável, e da energia

13 linhas que estruturam a cidade Em, há uma década, o VLT vem estruturando projetos de desenvolvimento urbano. A primeira linha define o eixo central de expansão da cidade em direção ao mar, a segunda linha é usada como apoio para o desenvolvimento urbano de áreas urbanas adjacentes pouco densas e a terceira serve de suporte às operações de urbanismo, de emprego e de habitação. Por exemplo, todos os estabelecimentos universitários foram implantados em torno das linhas de VLT. A cidade, através do seu projeto de reestruturação da estrada do mar, chamado de no mar, escolheu criar uma linha de VLT direta (7 a 8 km) permitindo assim uma reorganização das lojas, a criação de um pólo de desenvolvimento para habitação e emprego e a estruturação de um eco-bairro de com vocação para o futuro. Em, o VLT é uma escolha política e um forte elemento de reestruturação da cidade. n 13

14 Nevers Saint-Malo Le Mans Roubaix Agen Tarbes Avignon NantesBriey Besançon Alençon Vichy Dunkerque Mâcon Poitiers Grasse Laval Le Havre Annecy Albi La Roche sur Yon Épinal Périgueux Saint-Nazaire La Rochelle Hendaye Troyes Dax Montbéliard Montbéliard Biscarosse Aix en Provence Saint-Quentin Saint-Quentin Cognac Biarritz Bayonne Cherbourg Perpignan Chalon sur Saône Compiègne Compiègne Antibes Béthune Limoges Boulogne sur Mer Angers Angers Valenciennes Carcassonne Valenciennes Châteauroux Tourcoing Dunkerque Villeurbanne Dunkerque Villeurbanne Toulon Saint-Étienne Cherbourg Octeville Charleville Mézières Clermont Ferrand Saint Denis Strasbourg Strasbourg Chartres Douai Reims Douai Brive-la-Gaillarde Hagondange Cannes Annemasse Paris Lille Lens Dax Metz Évreux Dijon O renascimento do VLT na França As empresas francesas do VLT A experiência francesa em matéria de VLT é reconhecida mundialmente. Muitas empresas francesas estão envolvidas no desenvolvimento de projetos de VLT, e operam em todos os níveis (estudos de viabilidade, construção e operação do sistema) e exportam o seu know-how. Os Operadores Quatro grupos franceses operam as redes de VLT na França há 30 anos e no mundo há 20 anos. Kéolis Através de sua filial Transetude, a Kéolis aconselha as autoridades responsáveis que querem se lançar em desenvolver um projeto de transporte coletivo em via segregada. Kéolis também explora o metrô e o metrô automático na França. A SNCF (Companhia nacional de transporte ferroviário) é sua maior acionista. Realizações da Keolis Na França:, (TVR), Le Mans, Lille, Internacionalmente: Alemanha, Austrália (Melbourne, 29 linhas), Bélgica, Canadá, Dinamarca, EUA, Noruega (Bergen), Países Baixos, Portugal (Porto), Reino Unido, Suécia RATP A RATP é o sexto maior grupo do mundo em transportes públicos. Através de sua subsidiária RATP Desenvolvimento (RATP DEV), ela assegura a operação e manutenção de redes de transportes urbanos e de longa distância. RATP DEV combina know-how da primeira do mundo com o dinamismo, a flexibilidade e cultura corporativa de subsidiárias de campo. As subsidiárias Systra e Xelis realizam as missões de engenharia. Realizações da RATP Na França: região parisiense (quatro linhas), (Duas linhas em colaboração com a Transdev) Internacionalmente: Itália (Florença, Génova), Hong Kong (uma linha em associação com a Veolia transporte) Números chave ,4 bilhões de euros em volume de negócios em filiais em França funcionários, dos quais na França e internacionalmente 2 bilhões de passageiros transportados em países de implantação Números-chave ,432 bilhões de euros em volume de negócios em funcionários no mundo todo 44 subsidiárias 12 países de implantação Ministério da Ecologia, do Desenvolvimento Sustentável, e da energia

15 BRASIL O Brasil em via de adotar o VLT Várias propostas para a construção de sistemas de VLT estão previstas para 2012, especialmente em Santos (SP), Cuiabá (Mato Grosso), Goiânia (GO) e também Rio de Janeiro (projeto de Porto Maravilha). A adoção desse novo modo de transporte em um grande país como o Brasil, mostra a vontade das cidades brasileiras em adquirir sistemas de transporte modernos, ecológicos e que constituem uma alternativa atraente ao transporte motorizado individual. Trata-se igualmente de aproveitar a imagem moderna do VLT em projetos de renovação urbana. A cooperação franco-brasileira tem acompanhado esse desenvolvimento há vários anos, incluindo o financiamento de estudos de viabilidade (FASEP) no Rio de Janeiro, Santos e Jundiaí, realizados por empresas francesas de engenharia especialistas em VLT. n 15

16 Nevers Saint-Malo Le Mans Roubaix Agen Tarbes Avignon NantesBriey Besançon Alençon Vichy Dunkerque Mâcon Poitiers Grasse Laval Le Havre Annecy Albi La Roche sur Yon Épinal Périgueux Saint-Nazaire La Rochelle Hendaye Troyes Dax Montbéliard Montbéliard Biscarosse Aix en Provence Saint-Quentin Saint-Quentin Cognac Biarritz Bayonne Cherbourg Perpignan Chalon sur Saône Compiègne Compiègne Antibes Béthune Limoges Boulogne sur Mer Angers Angers Valenciennes Carcassonne Valenciennes Châteauroux Tourcoing Dunkerque Villeurbanne Dunkerque Villeurbanne Toulon Saint-Étienne Cherbourg Octeville Charleville Mézières Clermont Ferrand Saint Denis Strasbourg Strasbourg Chartres Douai Reims Douai Brive-la-Gaillarde Hagondange Cannes Annemasse Paris Lille Lens Dax Metz Évreux Dijon O renascimento do VLT na França Transdev O grupo Transdev se implicou desde muito cedo na assistência do gerenciamento de projetos para instalação de transporte coletivo em vias segregadas como do VLT. É uma filial do banco Caisse des Depôts et Consignations (CDC, Caixa de depósitos e consignações). A experiência da Transdev abrange a engenharia de projeto, controle do sistema de transportes, (infraestrutura, material rodante, sistemas, oficinas, armazéns...), integração urbana e a gestão de negócios. As atribuições de consultoria ao cliente são tratadas por sua subsidiária Transamo. Realizações da Transdev Na França: Nantes,, Estrasburgo,,, Orleans, Reims Internacionalmente: Reino Unido (Nottingham), Holanda (Utrecht), Espanha (Tenerife e suburbanas Madrid), Marrocos (Rabat) Veolia transport A Veolia Transport é o primeiro operador de transporte público europeu de passageiros e o segundo no mundo. A empresa opera redes de treze VLTs em nove países de quatro continentes. Em dezembro de 2010, a Transdev e a Veolia Transport fundiram-se para se tornar o primeiro grupo mundial privado de transporte de passageiros. Realizações da Veolia Transport Na França: (Rhônexpress - linha de VLT entre o aeroporto internacional de Saint-Exupéry e a estação de TGV Part-Dieu),,,, Saint Etienne, Valenciennes Internacionalmente: Austrália (Sydney), Alemanha (Berlin, Görlitz), Espanha (Barcelona), Hong Kong, Irlanda (Dublin), Suécia (Estocolmo, Norrköping), Noruega (Trondheim) Números chave ,6 bilhões de euros em volume de negócios em 2009 Mais de 60% das vendas realizadas fora da França funcionários N 1 na Europa para o transporte à demanda 4 e maior operador privado de transporte público na Europa 11 redes de VLT em funcionamento, 2 em construção Números chave ,86 bilhões de euros em volume de negócios em países de implantação funcionários 2,32 bilhões de viagens efetuadas em 2009 A serviço de 5000 coletividades publicas através do mundo Ministério da Ecologia, do Desenvolvimento Sustentável, e da energia

17 Nova Orleans O VLT nas mãos de Véolia Transport Após o furacão Katrina, a reconstrução da rede é uma questão muito importante em Nova Orleans, pois é uma forma para reconstruir as ligações dentro de uma cidade que foi inundada em mais de 80% da sua superficie. Depois do Katrina, restaram apenas 74 dos 379 ônibus e 7 "streetcars" dos 66. Para acelerar o processo de recuperação da rede, o município negociou com a Veolia Transport um primeiro contrato de gestão delegada, em outubro 2008, que se perpetuou em 2009 por 10 anos. É a primeira vez para uma cidade americana, pois o papel da Veolia extrapola a simples operação. O Transportador francês é também responsável pelo desenvolvimento da rede e fornece, graças aos seus peritos, sua ajuda a procurar subvenções para, entre outras coisas, recolher fundos do governo quando são solicitados. Na cidade onde foi filmado Um Bonde chamado Desejo e onde o "streetcar" verde é um emblema, não é simples ser responsável pela reabilitação do bonde. É um desafio que Mark Joseph, o Vice-Presidente e Diretor Geral de Veolia Tranportation EUA, bem descreve: "Quando você ressuscita a rede de transporte, ressuscita a cidade." n 17

18 Nevers Saint-Malo Le Mans Roubaix Agen Tarbes Avignon NantesBriey Besançon Alençon Vichy Dunkerque Mâcon Poitiers Grasse Laval Le Havre Annecy Albi La Roche sur Yon Épinal Périgueux Saint-Nazaire La Rochelle Hendaye Troyes Dax Montbéliard Montbéliard Biscarosse Aix en Provence Saint-Quentin Saint-Quentin Cognac Biarritz Bayonne Cherbourg Perpignan Chalon sur Saône Compiègne Compiègne Antibes Béthune Limoges Boulogne sur Mer Angers Angers Valenciennes Carcassonne Valenciennes Châteauroux Tourcoing Dunkerque Villeurbanne Dunkerque Villeurbanne Toulon Saint-Étienne Cherbourg Octeville Charleville Mézières Clermont Ferrand Saint Denis Strasbourg Strasbourg Chartres Douai Reims Douai Brive-la-Gaillarde Hagondange Cannes Annemasse Paris Lille Lens Dax Metz Évreux Dijon O renascimento do VLT na França As emperesas de engenharia Estas empresas estão envolvidas na concepção do projeto de VLT: realização de estudos, gerenciamento de projetos, apoio à gestão do projeto. Artelia (ex-coteba) É a união de Coteba e Sogreah que propõe uma abordagem global, multidisciplinar da engenharia e gerenciamento de projetos em setores de construção, de infraestrutura e de meio ambiente. Artelia tem experiência no campo da TCSP como criador, coordenador de diferentes negócios ligados a infraestrutura, material rodante, fornecimento de energia, sinalização, equipamentos de segurança e operação. Realizações de Artelia Na França:,,, Clermont-Ferrand, Le Mans, Números chave milhões de euros em volume de negócios em funcionários, dos quais 20% no exterior 1/3 do negócio internacional 20 subsidiárias na Europa e mais de 20 escritórios permanentes no mundo Ingerop A Ingerop exerce missões de estudos, de assistência e aconselhamento aos responsáveis de implementação em todas as fases da evolução de um projeto de transporte coletivo em via segregada, do diagnóstico de viabilidade à implementação do serviço. Realizações da Ingerop VLT Atualmente em circulação na França (, Clermont-Ferrand,, Marselha,, Valenciennes), Espanha (Barcelona) Ingerop envolvido em projetos de VLT, na Argélia (Argel, Constantine), Espanha (Zaragoza), França (Angers, Le Havre, Saint-Denis - Teal,,, Clermont-Ferrand, Valenciennes, Estrasburgo, ) Ingerop executa estudos de viabilidade para o Brasil (Guarulhos, Jundiai, Santos), Espanha (Andaluzia), Itália (Bérgamo, Génova), México (Morelia) Números chave ,6 milhões de euros em volume de negócios em funcionários em todo o mundo Mais de 250 engenheiros e técnicos especializados Ministério da Ecologia, do Desenvolvimento Sustentável, e da energia

19 Barcelona A Ingerop realiza uma dezena de projetos na Espanha A Ingerop trabalha em uma dezena de operações na Espanha com a sua filial espanhola Ingerop T3. Ela é responsável por uma ligação de duas linhas de VLT de Barcelona e um estudo preliminar de projeto para a companhia Tramvia Metropolita de Barcelona também. Em Granada, ela trabalhou sobre um projeto do trecho de quatro quilômetros na linha 1 do VLT e realiza assistência técnica para sistemas e equipamento de VLT. A Ingerop realizou assistência técnica para sistemas e equipamentos do projeto do VLT de Madrid, Parla e Pozzuelo e obras nos VLT de Cordoba, Jaen, Sevilha, Málaga, Zaragoza e Palma de Mallorca. n 19

20 Nevers Saint-Malo Le Mans Roubaix Agen Tarbes Avignon NantesBriey Besançon Alençon Vichy Dunkerque Mâcon Poitiers Grasse Laval Le Havre Annecy Albi La Roche sur Yon Épinal Périgueux Saint-Nazaire La Rochelle Hendaye Troyes Dax Montbéliard Montbéliard Biscarosse Aix en Provence Saint-Quentin Saint-Quentin Cognac Biarritz Bayonne Cherbourg Perpignan Chalon sur Saône Compiègne Compiègne Antibes Béthune Limoges Boulogne sur Mer Angers Angers Valenciennes Carcassonne Valenciennes Châteauroux Tourcoing Dunkerque Villeurbanne Dunkerque Villeurbanne Toulon Saint-Étienne Cherbourg Octeville Charleville Mézières Clermont Ferrand Saint Denis Strasbourg Strasbourg Chartres Douai Reims Douai Brive-la-Gaillarde Hagondange Cannes Annemasse Paris Lille Lens Dax Metz Évreux Dijon O renascimento do VLT na França Egis Egis é uma subsidiária do Banco Caisse des Depots et consignations e um líder europeu de engenharia do transporte urbano e ferroviário. Verdadeiro parceiro das autoridades de transporte, cidades e territórios franceses ou estrangeiros, Egis, como projetista, responde a demanda sobre políticas de transportes e planejamento para propôr soluções técnicas para implementar mecanismos contratuais e financeiros Como realizador, Egis sabe administrar grandes operações e levar a cabo respeitando os compromissos assumidos. Realizações de Egis Na França: Besançon,,, Dijon,, (VLT rápido Rhônexpress entre o centro da cidade e o Aeroporto Internacional Saint- Exupery),, (linha 2), Orleans, Paris (extensão do VLT conhecido como Maréchaux) Estrasburgo, Internacionalmente: Argélia (5 cidades), a Jordânia (Amman), Polónia (Cracóvia), Irlanda (Dublin) Portugal (Porto), Espanha (Tenerife), Marrocos (Rabat-Sale) Systra Systra participa ativamente há quase 30 anos, na realização de muitas linhas de VLT, desde estudos preliminares, até assistência a implementação. Hoje, a Systra garante o gerenciamento ou assistência de 20 projetos de VLT em todo o mundo. SNCF (36%) e RATP (36%) são os dois principais acionistas da Systra. A Systra é classificada como sendo primeiro grupo de engenharia internacional de transporte urbano e ferroviario pela revista os americana de referência Engineering News Record. Realizações Systra Na França: gestão de projetos ou assistência ao cliente: Nantes, Orleans,,,,,, Saint-Etienne, Reims,, região parisiense,, Le Havre, Besancon, Lens Internacionalmente: Estudos de viabilidade para o Canadá (Montreal), Países Bálticos (Riga, Vilnius, Tallin) criação de novas linhas na Argélia (Argel), Marrocos (Rabat-Salé, Casablanca) Os projetos de renovação de linhas antigas na Romênia (Bucareste, Iasi) Números chave milhões de euros em volume de negócios em funcionários em todo o mundo 400 profissionais de engenharia 20% da actividade realizada no exterior Números chave ,6 milhões de euros em volume de negócios em funcionários em todo o mundo Projetos em 350 cidades e 150 países 80% do volume de negócios gerado no exterior Ministério da Ecologia, do Desenvolvimento Sustentável, e da energia

21 Argel Systra implementa a linha leste A linha leste do VLT de Argel tem 23 km de comprimento e 38 estações, e entrará em funcionamento no final de 2011 junto com a linha 1 do Metrô, e deverá ser um dos eixos estruturais da rede de transporte de Argel. A primeira parte dos 13 km entre Bordj El Kiffan (cidade) e o Bairro das bananeiras (Mohammedia) entrará em funcionamento em A Systra desde 2006 é contratante do grupo responsável pela validação de estudos preliminares ao projeto detalhado, da assistência para a elaboração das licitações de construção e de equipamentos, de controle da conformidade dos planos de implementação, e do monitoramento de obras e equipamentos. n 21

22 Nevers Saint-Malo Le Mans Roubaix Agen Tarbes Avignon NantesBriey Besançon Alençon Vichy Dunkerque Mâcon Poitiers Grasse Laval Le Havre Annecy Albi La Roche sur Yon Épinal Périgueux Saint-Nazaire La Rochelle Hendaye Troyes Dax Montbéliard Montbéliard Biscarosse Aix en Provence Saint-Quentin Saint-Quentin Cognac Biarritz Bayonne Cherbourg Perpignan Chalon sur Saône Compiègne Compiègne Antibes Béthune Limoges Boulogne sur Mer Angers Angers Valenciennes Carcassonne Valenciennes Châteauroux Tourcoing Dunkerque Villeurbanne Dunkerque Villeurbanne Toulon Saint-Étienne Cherbourg Octeville Charleville Mézières Clermont Ferrand Saint Denis Strasbourg Strasbourg Chartres Douai Reims Douai Brive-la-Gaillarde Hagondange Cannes Annemasse Paris Lille Lens Dax Metz Évreux Dijon O renascimento do VLT na França Os fabricantes do material rodante Graças a designers e fabricantes de material rodante, o atual VLT é moderno. Até o momento, o VLT que circulava pelas redes francesas era principalmente fabricado pela Alstom. No entanto, os trens projetados pela Bombardier, Siemens e Translohr foram selecionados por algumas das autoridades organizadoras. Os equipamentos do VLT em circulação nas redes francesas são geralmente de propriedade das autoridades organizadoras e são escolhidos através de licitação. No entanto, no caso de concessão, é o concessionário que possui o equipamento. Alstom transport A Alstom Transporte oferece gestão para todo o conjunto de um sistema de transporte e soluções chave na mão: o material rodante, a sinalização, as infraestruturas e os serviços. Alstom forneceu VLT para muitas redes na França e no exterior e propõe a solução Citadis com capacidade modulável. A Alstom também instalou faixas, sistemas de sinalização e eletrificação como o sistema APS (fornecimento de energia pelo solo) permitindo a remoção de linhas catenárias. Atualmente, a Alstom oferece uma técnica inovadora e rápida de instalação das vias, chamada Appitrack. Realizações da Alstom Transport Na França: O material rodante:, Nantes,, Região parisiense, Le Mans,,,,, Orleans,, Estrasburgo,, Valenciennes Citadis: Angers,, Dijon, Reims Sistema APS: Angers,, Orleans, Reims Internacionalmente: VLT: Holanda (Rotterdam), Irlanda (Dublin), Espanha (Madrid-Parla, Barcelona, Tenerife), Austrália (Melbourne), Turquia (Istambul), Tunísia (Tunis) Pedidos de material rodante para linhas em construção: Espanha (Jaén), Argélia (Argel, Oran,Constantine), Marrocos (Rabat, Casablanca), Brasil (Brasília) Lohr Lohr é um grupo francês privado instalado na Alsácia, especialista mundial há mais de 45 anos, no desenho e implementação de sistemas de transporte de cargas e pessoas. Lohr propõe inclusive o VLT Translohr, um VLT com pneus, guiado por trilho central. Realizaçõs de Lohr Na França: Chatillon-Viroflay, Clermont-Ferrand, Saint-Denis - Teal Internacionalmente: Itália (Pádua, Veneza-Mestre), China (Teda Tianjin, Shanghai) Números chave empregados 230 profissionais em toda a Europa 6 implantações no mundo todo Números chave bilhões de euros em volume de negócios em 2009, dos quais 5,8 mil milhões de euros para Alstom Transporte funcionários, incluindo empregados na Alstom Transport Presente em mais de 70 países N 2 mundial em sistemas de metro e VLT Ministério da Ecologia, do Desenvolvimento Sustentável, e da energia

23 Tunis Alstom Citadis é exportado para Tunísia Citadis circula em Tunis desde Com 39 novos trens, permite atender a crescente necessidade da cidade em transporte público. Um balanço positivo para os primeiros Citadis no norte da África. n 23

24 Nevers Saint-Malo Le Mans Roubaix Agen Tarbes Avignon NantesBriey Besançon Alençon Vichy Dunkerque Mâcon Poitiers Grasse Laval Le Havre Annecy Albi La Roche sur Yon Épinal Périgueux Saint-Nazaire La Rochelle Hendaye Troyes Dax Montbéliard Montbéliard Biscarosse Aix en Provence Saint-Quentin Saint-Quentin Cognac Biarritz Bayonne Cherbourg Perpignan Chalon sur Saône Compiègne Compiègne Antibes Béthune Limoges Boulogne sur Mer Angers Angers Valenciennes Carcassonne Valenciennes Châteauroux Tourcoing Dunkerque Villeurbanne Dunkerque Villeurbanne Toulon Saint-Étienne Cherbourg Octeville Charleville Mézières Clermont Ferrand Saint Denis Strasbourg Strasbourg Chartres Douai Reims Douai Brive-la-Gaillarde Hagondange Cannes Annemasse Paris Lille Lens Dax Metz Évreux Dijon O renascimento do VLT na França Bombardier Bombardier oferece soluções de transporte em escala mundial em dois setores de atividade, aeronáutica e transporte. Sua divisão Bombardier Transportation é a líder mundial na fabricação de material de transporte e na prestação de serviços relacionados. Ele oferece um amplo portfólio da indústria, serviços e produtos inovadores que estabelecem um novo padrão de mobilidade sustentável. Com base em quatro princípios que são energia, eficiência, economia e ecologia, as tecnologias ECO4 da Bombardier permitem poupar energia, proteger o meio ambiente e melhorar o desempenho global dos trens. Bombardier Transportation oferece o VLT Flexity. Realizações da Bombardier Na França: Marselha (equipado tipo Flexity Outlook), Nantes, Estrasburgo Internacionalmente: Alemanha (principal implantação), Áustria (Graz, Innsbruck, Linz), Austrália (Adelaide, Melbourne), Bélgica (Bruxelas), Espanha (Alicante, Valência), EUA (Minneapolis), Itália (Milão, Palermo), Polónia (Cracóvia, Lodz), Portugal (Porto), Reino Unido (Nottingham), Suíça (Genebra, Zurique), Turquia (Istambul, Bursa, Eskisehir) Mercado em projeto: Canadá (Toronto) Números chave ,4 bilhões de dólares de receita para o exercício concluído em 31 de janeiro de funcionários, incluindo funcionários Bombardier Transport 59 instalações de produção e de engenharia e 20 centros de serviços Presente em 25 países Siemens Siemens França tem centros de competência que intervém para todo o grupo Siemens através do mundo em setores avançados como em sistemas de transportes automáticos. Siemens SAS / MO representa na França a atividade Mobility do grupo e comercializa material rolante e produtos ferroviários. Siemens Mobility é a automação de assistência ao condutor, automação total, o material rodante, eletrificação, serviços e manutenção e projetos chave na mão. A Siemens propõe o VLT Avenio, a mais recente adição à gama de múltipla configurações e presentes em muitas cidades do mundo. Também oferece o VLT-Trem Avanto capaz de conectar os centros das cidades às regiões periféricas, sem ruptura de carga e apto a circular pela rede ferroviária convencional. Realizações da Siemens Na França: Aulnay-Bondy linha T4 (Região Parisiense), linha - Vallée de la Thur Internacionalmente: EUA (VLT-onibus para Las Vegas), Itália (Bologna com a rede TEO, Tram Eletrico Ottica) Números chave ,7 bilhões de euros em volume de negócios em funcionários, incluindo funcionários na Siemens França 7 locais de produção 5 centros globais de competência 22 milhões por ano consagrados à pesquisa e desenvolvimento 3,3 bilhões de volume de pedidos em 2008 Ministério da Ecologia, do Desenvolvimento Sustentável, e da energia

25 Bolonha Siemens equipe TEO A cidade de Bolonha escolheu a proposta da Siemens Transport para equipar sua rede TEO de VLT, (Tram Eletrico Ottica, do sistema de orientação ótica OptiGuide Siemens. TEO se compõe de quatro linhas de trolleybus a comando continuo que atravessa Bolonha e sua periferia em um eixo leste-oeste. n 25

26 Nevers Saint-Malo Le Mans Roubaix Agen Tarbes Avignon NantesBriey Besançon Alençon Vichy Dunkerque Mâcon Poitiers Grasse Laval Le Havre Annecy Albi La Roche sur Yon Épinal Périgueux Saint-Nazaire La Rochelle Hendaye Troyes Dax Montbéliard Montbéliard Biscarosse Aix en Provence Saint-Quentin Saint-Quentin Cognac Biarritz Bayonne Cherbourg Perpignan Chalon sur Saône Compiègne Compiègne Antibes Béthune Limoges Boulogne sur Mer Angers Angers Valenciennes Carcassonne Valenciennes Châteauroux Tourcoing Dunkerque Villeurbanne Dunkerque Villeurbanne Toulon Saint-Étienne Cherbourg Octeville Charleville Mézières Clermont Ferrand Saint Denis Strasbourg Strasbourg Chartres Douai Reims Douai Brive-la-Gaillarde Hagondange Cannes Annemasse Paris Lille Lens Dax Metz Évreux Dijon O renascimento do VLT na França Grandes grupos de obras públicas Três grandes empresas francesas, Bouygues, Eiffage, Vinci, podem intervir na concepção e construção de linhas de VLT. Conforme o caso, seu papel pode ir da construção da plataforma à direção de um consórcio ou grupo concessionário. Bouygues intervem no setor dos transportes através da sua subsidiária Colas Rail. O pólo ferroviário Colas compreende a construção, a renovação e manutenção de linhas de alta velocidade (TGV), as ferrovias tradicionais, o VLT, metrôs e a gestão e engenharia de grandes projetos chave na mão. Pertencer ao grupo Colas, o número um mundial da construção e manutenção de estradas, permite a Colas Rail uma base de competências e tecnologia de alto nível. Colas está presente na França e no Reino Unido principalmente, mas também na Bélgica, Romênia, Venezuela, Egito, Argélia e Marrocos. A Bouygues está construindo (antes de garantir a operação) a linha do VLT em Reims que deve ser inaugurada em Abril de Números chave ,3 bilhões de euros em volume de negócios em 2009 Mais de funcionários Presente em 80 países Eiffage é o oitavo grupo europeu de construção e concessões. Exerce atividades complementares: finanças, design, construção e manutenção de infraestrutura e de projetos em cinco segmentos (Eiffage Construção, obras públicas, concessões, Forclum, Eiffel). Eiffage e suas subsidiárias participaram na realização de linhas de VLT em 20 cidades francesas, e também em Madrid. Números chave bilhões de euros em volume de negócios em funcionários 500 unidades de negócios projetos anuais na Europa Vinci financia, cria, constrói e gerencia infraestruturas de transporte, instalações públicas e privadas, sistemas de água, energia e comunicação. A implementação em agosto de 2010 da ligação Rhônexpress, que liga o centro de ao Aeroporto Internacional, foi realizada como parte de uma parceria público-privada entre o Departamento de Ródano e a Vinci Concessões. Missões de concepção e construção foram asseguradas por subsidiárias do Grupo Vinci como Eurovia obra ferroviária. Números chave ,9 bilhões de euros em volume de negócios em funcionários Presente em mais de 100 países canteiros em 2009 Ministério da Ecologia, do Desenvolvimento Sustentável, e da energia

27 Vinci cria Rhônexpress A empresa Vinci é delegadodo grupo Rhônexpress responsável pela construção e operação do VLT rápido em. Rhônexpress garante desde a estação ferroviária de Part-Dieu e desde o aeroporto - Saint Exupéry: uma partida a cada meia hora das 5 da manhã até 6 da tarde e das 21 horas até a meia-noite; uma partida a cada 45 minutos entre 6 e 21 hs; 365 dias de operação por ano; O tempo de uma viagem menor do que 30 minutos; um retorno a a partir da meia-noite em caso de atraso do vôo que deveria pousar antes das 23h30. n 27

28 Nevers Saint-Malo Le Mans Roubaix Agen Tarbes Avignon NantesBriey Besançon Alençon Vichy Dunkerque Mâcon Poitiers Grasse Laval Le Havre Annecy Albi La Roche sur Yon Épinal Périgueux Saint-Nazaire La Rochelle Hendaye Troyes Dax Montbéliard Montbéliard Biscarosse Aix en Provence Saint-Quentin Saint-Quentin Cognac Biarritz Bayonne Cherbourg Perpignan Chalon sur Saône Compiègne Compiègne Antibes Béthune Limoges Boulogne sur Mer Angers Angers Valenciennes Carcassonne Valenciennes Châteauroux Tourcoing Dunkerque Villeurbanne Dunkerque Villeurbanne Toulon Saint-Étienne Cherbourg Octeville Charleville Mézières Clermont Ferrand Saint Denis Strasbourg Strasbourg Chartres Douai Reims Douai Brive-la-Gaillarde Hagondange Cannes Annemasse Paris Lille Lens Dax Metz Évreux Dijon O renascimento do VLT na França O bonde de ontem e o VLT de hoje, uma forte vontade política Se hoje o bonde voltou à paisagem urbana, foi necessário deixar a lógica 100% Carro" da década de 1960 e voltar ao modo de transporte coletivo. O sucesso dos novos bondes franceses (VLT) é explicado parcialmente pelo contexto da descentralização favorável com a afirmação, nos anos de 1990 a 2000, de uma política nacional voluntarista feita de incentivos (contribução transporte das empresas, subsídios) de acompanhamentos (Leis, ferramentas, métodos), assim como o surgimento de vontade politicas locais fortes em favor de uma organização global dos transportes urbanos. Desde os anos de 1970, a solução do VLT não para de aumentar : o "100 % carro" Em 1946, 48 cidades francesas tinham um sistema de bonde e de toda a Europa tinha escolhido este tipo de transporte de massa, o metrô sendo reservado para as capitais, como Paris. A partir dos anos de 1950, que é o auge do carro particular, o bonde é questionado e as cidades francesas querem se adaptar ao automóvel. Na década de 1960, com três exceções, Lille, Marselha e St Etienne, todos os bondes franceses são desmontados para abrir caminho para o carro. 1970: um imposto para o transporte coletivo No início dos anos 1970, o período de crescimento econômico e a hegemonia do automóvel começam a declinar. Os efeitos negativos do carro (congestionamento, poluição) e a primeira crise do petróleo induzir o Estado francês a lançar novamente os transportes públicos urbanos. Um imposto chamado contribução transporte é criado: este é um imposto que incide sobre as empresas com mais do que nove empregados situados no interior do perímetro de transportes urbanos para financiar os transportes coletivos. Este imposto ajuda o desenvolvimento do transporte urbano e na construção de grandes metrôs no interior da França,, Lille, Marselha. 1980: A descentralização ajuda na escolha do VLT No início de 1980 um importante processo de descentralização é implantado beneficiando o VLT. Diferentes níveis de autoridades locais (municipios, estados) são responsáveis pela organização dos transportes públicos e o plano de deslocamentos urbanos (PDU) torna-se a principal ferramenta de planejamento dos transportes (lei orientação transportes interiores, LOTI, 1982). O primeiro objetivo deste plano é o desenvolvimento de transportes públicos e o controle das obras é confiado às autoridades organizadoras do transporte urbano. Mas o metrô só é adequado para grandes cidades; o VLT torna-se a solução para a maioria das cidades. Nantes (1985) e (1987) reintroduzem o primeiro VLT em suas redes e escolhem o VLT de tecnologia padrão francesa, desenvolvido por iniciativa do Estado (Concurso Cavaillé, 1975) : le tramway porté par les politiques nationales de transports et de planification urbaine Na década de 1990, o surgem as preocupações ambientais e nos anos 2000 vinculam urbanismo e transporte, favorecendo assim, a implementação do VLT. Em 1996, a legislação sobre o ar e o uso racional de energia, LAURE, atribui ao plano de deslocamentos urbanos (PDU), o objetivo prioritário de reduzir a circulação de automoveis. O PDU se torna obrigatório para as cidades de mais de habitantes e impõe uma visão global da organização dos deslocamentos. No entanto, nesta época, o planejamento urbano perde o fôlego. Assim, os PDU, que normalmente são ferramentas de programação para se trabalhar em médio prazo (5-10 anos) integram um pouco de planejamento urbano em longo prazo (10 a 20 anos). Enquanto isso, Estado, através de sua política de subsídios, Ministério da Ecologia, do Desenvolvimento Sustentável, e da energia

29 Tram o tenente Aubert em O bonde antigo 29

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