Liga Acadêmica de Transplante e Insuficiência Cardíaca do HUUPD LATIC

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Liga Acadêmica de Transplante e Insuficiência Cardíaca do HUUPD LATIC"

Transcrição

1 Liga Acadêmica de Transplante e Insuficiência Cardíaca do HUUPD LATIC Processo Seletivo para Admissão de Novos Membros Código de Matrícula Gabarito

2 1-A medicina baseada em evidência é norte para o tratamento. Qual dos pacientes abaixo tem melhor grau de evidência na cirurgia de revascularização do miocárdio? a) Paciente idoso com disfunção ventricular com evidência de doença mitral mixomatosa b) Paciente Jovem com disfunção ventricular familiar c) Paciente disfunção significativa da VE com lesão documentada em DA de mais de 70% com mais duas artérias estenosadas d) Paciente com lesão única na DA com Disfunção ventricular de todo o ventrículo E. e) A melhor evidência em revascularização de miocárdio encontra-se nos pacientes submetidos a implante arterial de stent. 2-Sobre a ICC é incorreto afirmar: a) A IC é a causa mais comum de internação por doença cardiovascular. b) A principal etiologia da IC é a cardiopatia isquêmica crônica associada à Hipertensão Arterial. c) Na IC Sistólica há uma perda na capacidade contrátil do miocárdio cursando com dilatação ventricular e FE < 45. d) Na IC Diastólica há uma hipertrofia concêntrica do ventrículo esquerdo com enchimento diastólico e FE normais. e) No Remodelamento Cardíaco, a Angiotensina II promove apoptose dos miócitos, proliferação de fibroblastos e liberação local de noradrenalina. 3-Sobre o tratamento da insuficiência cardíaca congestiva avançada, assinale a alternativa incorreta: a) Betabloqueadores só devem ser iniciados depois da compensação hospitalar e quando o paciente estiver estável no ambulatório. b) Os bloqueadores da enzima de conversão são tão benéficos quanto os bloqueadores de ação da angiotensina. c) Os digitálicos podem melhorar os sintomas, mas não a mortalidade. d) Os diuréticos melhoram os sintomas congestivos, mas não diminuem a mortalidade. Inotrópicos são indicados especialmente aos pacientes com sinais de hipoperfusão sistêmica. 4-Do ponto de vista fisiopatológico assinale a alternativa que identifica a principal causa de hiponatremia em pacientes com insuficiência cardíaca: a) uso de diuréticos com conseqüente espoliação das reservas de sódio corporal b) quantidade total de sódio corporal diminuída c) secreção inapropriada de ADH d) estado de retenção de sódio associado à hipersecreção de vasopressina e retenção de água livre e) dieta hipossódica 5-Sr. Cássio tem 68 anos e trabalha como catador de papel. Foi transferido para a enfermaria da Cardiologia no HU com queixa de dispnéia progressiva aos esforços, tosse seca, ortopneia e dispnéia paroxística noturna. Faz acompanhamento ambulatorial para tratamento de coração aumentado com Dr. Albuquerque, porém interrompeu o uso de todos os medicamentos na última semana, por dificuldades

3 financeiras. O exame físico demonstrou ictus desviado à esquerda, com 2 polpas digitais, estertores bolhosos, abolição do murmúrio vesicular na base direita e edema com cacifo nos membros inferiores. A radiografia de tórax evidenciou cardiomegalia com congestão hilar e derrame pleural à direita. O hemograma não demonstrou alterações. A unidade hospitalar que o encaminhou havia realizado toracocentese, que evidenciou proteína no líquido pleural igual a 3,0mg/dl (valor sérico:5,2mg/dl) e LDH pleural igual a 92mg/dl (valor sérico:140mg/dl). Considerando o quadro clínico do Sr. Cássio, o medicamento que deve estar incluído no esquema terapêutico, por apresentar impacto prognóstico comprovado aumentando a sobrevida é: a) Digoxina b) Furosemida c) Espironolactona d) BNP recombinante 6-Durante a avaliação diagnóstica por exames de imagem e laboratoriais do paciente com suspeita clínica de Insuficiência Cardíaca, podemos encontrar: I) A radiografia de tórax evidenciando cardiomegalia (índice cardio-torácico >0,4) associada a sinais de congestão pulmonar. Excetuando pacientes com IC aguda e com função sistólica preservada em que a IC pode ocorrer sem cardiomegalia. II) A fibrilação atrial e sobrecarga atrial e/ou ventricular esquerda são achados eletrocardiográficos incomuns em pacientes com IC no eletrocardiograma. III) A dosagem do BNP > 400 pg/ml ou NT-pró BNP> 2000 pg/ml torna o diagnóstico de IC crônica provável e o paciente segue para avaliação com ecodopplercardiograma. IV) A FE medida pelo ecodopplercardiograma pode está preservada. a) I e II b) I e III c) I e IV d) II e IV e) III e IV 7-São contra-indicações para uso de IECA, exceto: a) potássio sérico > 5,5 meq/l b) estenose de artéria renal bilateral c) paciente assintomático d) hipotensão arterial sistêmica sintomática e) estenose aórtica grave 8-Para a suspeita clínica de ICC, os sinais e sintomas são de grande importância, mas isoladamente apresentam limitações de sensibilidade e/ou especificidade para o diagnóstico. Os sinais mais específicos e de maior valor prognóstico são pouco sensíveis e de reprodutibilidade inter-observador limitada, principalmente entre não especialistas. Os sinais mais específicos e de maior valor prognóstico são: a) Dispnéia paroxística noturna, B3 b) Dor torácica, dispnéia c) Ortopnéia, dispnéia paroxística noturna d) Pressão venosa elevada e B3 e) Dispnéia, pressão venosa elevada

4 9-Dentre as classes de medicamentos abaixo, qual deve ser manuseado com cuidado em pacientes com ICC e Insuficiência Renal e que tem como contra-indicação um potássio sérico acima de 5,5 meq/l? a) IECA b) Beta-bloqueador c) Antiagregante plaquetário d) antiarrítmicos e) Bloqueador de canal de Ca 10-Dadas as seguintes afirmativas assinale a incorreta: a) Pacientes com IC devem evitar o uso de AINES. b) Viagens aéreas devem ser evitadas por pacientes com IC classe funcional IV. c) Mulheres com IC devem ser desaconselhadas a engravidar. d) Indica-se vacinação contra Pneumococcus a cada 3 anos para pacientes com IC avançada e de localidades com inverno rigoroso. e) Recomenda-se abstinência total do uso de drogas ilícitas. 11-Quanto ao BNP é correto afirmar, EXCETO: a) O BNP sofre a influência de diversos fatores como idade e IMC b) O BNP pode estar elevado na ausência de IC c) O BNP é importante na emergência, pois afasta o diagnóstico de IC d) O BNP tem menos importância na IC etiologia chagásica e) Os níveis de BNP têm correlação com a gravidade da IC 12-Acerca do tratamento farmacológico da IC crônica com IECA s julgue as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta: I) A ação terapêutica dos IECA s baseia-se principalmente na redução dos efeitos da angiotensina II, como vasoconstrição, retenção de sódio e efeito trófico na musculatura lisa de vasos, nas células miocárdicas e fibroblatos. II) Os IECA s devem ser incluídos na terapia inicial de todos os pacientes com disfunção sistólica assintomática ou sintomática, salvo contra-indicações, em doses baixas que devem ser progressivamente aumentadas até atingirem a dose alvo. III) Hiperpotassemia (Potássio sérico>5,5 meq/l), estenose de artéria renal unilateral e hipotensão arterial sistêmica sintomática são algumas contra-indicações ao uso de IECA s. IV) O uso dos IECA s pode levar ao aparecimento de alguns eventos adversos como tosse, hipotensão arterial, angioedema e insuficiência renal. V) Somente se a hipotensão associada ao uso de IECA s estiver relacionada a sintomas ou piora da função renal é que se justifica a redução ou suspensão do medicamento. a) V, F, F, V, F b) V, V, F, V, F c) V, V, F, V, V d) F, V, F, F, V e) V, F, V, V, V 13-O diagnóstico de IC requer a presença simultânea de pelo menos dois critérios maiores ou um critério maior em conjunto com dois critérios menores. Qual dessas opções abaixo possui um critério maior segundo os critérios de Framinghan: a) Perda de peso > 4,5 kg em 5 dias em resposta ao tratamento.

5 b) Edema de tornozelos bilateral; c) Hepatomegalia; d) tosse noturna; e) dispneia a esforços ordinários. 14-Analise as afirmações abaixo sobre os antagonistas da aldosterona e assinale a alternativa correta: I) Fazem parte deste grupo de medicamentos a espironolactona e o eplerenone II) A espironolactona está indicada em pacientes sintomáticos com disfunção sistólica do VE, classes funcionais II, III e IV da NYHA, associada ao tratamento padrão. III) Não está confirmada a eficácia da espironolactona na redução da mortalidade em pacientes com classe funcional III-IV e FEVE<35%. IV) Hipopotassemia, ginecomastia e mastodínia (ginecomastia dolorosa) são efeitos adversos encontrados principalmente com uso de espironolactona. V) Não está recomendado o uso de antagonistas da aldosterona em pacientes com creatinina > 2,5mg/dl ou potássio sérico> 5 meq/l. a) Somente I, II e V estão corretas b) Somente III e V estão incorretas c) Somente III e IV estão incorretas d) Somente I e II estão corretas e) Somente II, III e IV estão incorretas 15-Quais dos fármacos utilizados por pacientes com ICC contribuem para gênese da anemia? a) Beta-bloqueador e BRA b) AAS e betabloqueador c) AAS e IECA d) IECA e Diurético. e) Diurético e beta-bloqueador 16-J.R.D., sexo masculino, 59 anos, diagnosticado com cardiopatia Chagásica há 10 anos, diabético há 3 anos, nega outras morbidades, relata dispnéia ao se deitar, palpitações, cansaço ao subir 2 lances de escada e edema de MMII ao final do dia. Exame físico: sopro mitral e desdobramento de 2º bulha. Ecodopplercardiograma: hipocinesia e dilatação global, FEVE= 45%. ECG: Bloqueio de Ramo Direito associado à hemibloqueio anterior esquerdo, impulsos ventriculares ectópicos. Segundo o algoritmo de tratamento da IC Crônica, a conduta inicial mais adequada seria: a) Iniciar Captopril + metoprolol + furosemida b) Iniciar Enalapril + carvedilol + amiodarona c) Iniciar Captoril + atenolol + hidroclortiazida d) Iniciar Enalapril + furosemida + amiodarona e) Iniciar Captopril + digoxina + hidroclortiazida 17-Com relação à IC assinale a alternativa incorreta: a) As manifestações clínicas das disfunções sistólica e diastólica são semelhantes, tornando impossível o seu diagnóstico com base exclusivamente nos sintomas.

6 b) Na radiografia de tórax, o achado de congestão pulmonar sem cardiomegalia ou aumento discreto do coração, desproporcional ao quadro da circulação venosa pulmonar, é sugestivo de IC diastólica. c) A dosagem do peptídeo natriurético cerebral (BNP) poderá ser usada, na sala de emergência, para diferenciação entre a dispnéia de origem cardíaca e a pulmonar. Quanto menor o nível no sangue, maior é a gravidade da IC. d) O eletrocardiograma normal, diante de um paciente com IC, exige que o diagnóstico seja revisto, uma vez que o valor preditivo negativo desse exame excede a 90%. e) O ecocardiograma é exame importante para o diagnóstico da IC, proporcionando ainda a demonstração do tamanho das cavidades cardíacas e a fração de ejeção do VE. 18-Na etiopatogênese e fisiopatologia da Insuficiência Cardíaca é incorreto afirmar: a) O fator natriurético atrial está diminuído na ICC avançada e não tem relação com o prognóstico b) A ativação neuro-hormonal está presente mesmo na disfunção ventricular assintomática c) A insuficiência cardíaca pode ser causada por morte dos miócitos, disfunção dos miócitos, remodelamento ventricular ou combinação desses fatores. d) Os mecanismos adaptativos para a função de bombeamento do coração mais importantes são: mecanismo de Frank-Starling; ativação neuro-hormonal e o remodelamento miocárdico. e) A retenção de sal e água a curto prazo aumenta a pré carga, e a longo prazo causa congestão pulmonar, anasarca. 19-Das seguintes afirmações, quantas opções estão corretas: I) Há evidência de redução de mortalidade com o uso dos Bloqueadores do receptor de angiotensina na IC de fração de ejeção preservada II) Creatinina> 2,5mg/dl ou potássio sérico > 5,0 mg/dl são contra-indicações ao uso dos antagonistas da aldosterona III) O uso de diuréticos em pacientes com disfunção sistólica sintómaticos entra na classe I de recomendação sendo o nivel de evidência C IV) São contra-indicações ao uso da digoxina: bloqueios atrio-ventriculares de 1º, 2º e 3º grau de Mobitz, síndromes de pré-excitação e doenças do nó sinusal. V) O uso da amiodarona na Insuficiência cardíaca por doença de chagas com arritmia ventricular complexa sintomática possui nível de evidência C. a) 0 b) 1 c) 2 d) 3 e) 4 20-Sobre a anemia na IC podemos dizer que: I) Tem sido caracterizada como normocítica/normocrômica (ou Crônica), macrocítica por deficiência de ferro e microcítica por deficiência de vit. B. II) Dentre os mecanismos desta anemia podemos citar hemodiluição, deficiência de cianocobalamina e Ac. Fólico por baixa ingesta e distúrbios na produção de eritropoietina por injuria renal. III) A anemia é considerada uma preditora independente da mortalidade,ou seja, não importando o sexo, fração de ejeção de VE (se preservada ou reduzida), cronicidade ou descompensação da doença.

7 IV) Apesar de bastante comum, a anemia ainda persiste entre os pacientes com IC. Um tratamento simples a base de eritropoietina recombinate, ferro oral ou venoso acido fólico e vit. B12 corrige em alguns meses este quadro e melhora de forma significativa a sobrevida do paciente. a) I e II estão corretas b) I, II e IV estão corretas c) I e III estão erradas d) I e IV estão corretas e) II e III estão corretas 21-Dentre as opções abaixo marque aquela que contém as contra-indicações ao uso de BRAs: a) K + sérico 5,5 meq/l; pressão arterial convergente b) Estenose de artéria renal, creatinina sérica 1,2 mg/dl c) História de angioedema; Insuficiência Renal Crônica d) Hipotensão arterial sistêmica, estenose aórtica grave e) Bloqueio átrio-ventricular; fibrilação ventricular 22-A Insuficiência cardíaca esquerda se caracteriza pela presença de sintomas retrógrados. Durante a avaliação clínica do paciente, alguns sinais e sintomas que podemos notar: a) Ortopnéia/ Taquipnéia/ Presença de B3/ Hepatomegalia/ Derrames cavitários. b) Regurgitação jugular/ Hepatomegalia/ Respiração de Cheyne-Stokes/ Edema de membros inferiores. c) Dispnéia de esforço/ Dispnéia paroxística noturna/ Presença de B3/ Tosse/ Estertores crepitantes basais. d) As alternativas A e B estão corretas. e) N.D.A. 23-Sobre os Inibidores da enzima conversora de angiotensina (IECA) no tratamento da insuficiência cardíaca (IC) é correto afirmar que: I) Aumentam o efeito vasoconstritor e o efeito trófico na musculatura lisa de vasos, nas células miocárdicas e fibroblastos II) Há fundamento no uso dos IECA nas Insuficiências cardíacas de diferentes etiologias bem como em pacientes com disfunção ventricular esquerda pós- Infarto do miocárdio. III) São contra-indicações do uso dos IECA: Creatinina sérica maior ou igual a 3mg/dl e hipotensão arterial sistêmica sistólica persistente menos que 80mmHg IV) Em caso de insuficiência renal, na impossibilidade do uso dos IECA, a hidralazina-isossorbida é a medicação preferencial a) I, II e IV são verdadeiras b) I, II,III são verdadeiras c) II, III e IV são verdadeiras d) Somente 2 opções são verdadeiras e) Nenhuma opção é verdadeira 24-Os mesmos mediadores que inicialmente mantêm o paciente compensado passam a exercer um efeito deletério na função miocárdica, que é o fenômeno do remodelamento cardíaco. Sobre esse fenômeno, podemos afirmar que: a) A agiotensina II é o único mediador sem participação nesse fenômeno. b) A aldosterona age diminuindo a ação dos fibroblastos e assim diminuindo a força contrátil do miocárdio. c) O fator de necrose tumoral alfa também participa do remodelamento cardíaco.

8 d) A noradrenalina tem um efeito miocardiotóxico e, como uma espécie de 'defesa', o número de receptores beta-adrenérgicos dos miócitos é aumentado. e) N.D.A. 25-A cirurgia de Recontrução do VE, estudada amplamente por um Brasileiro Cirurgião cardíaco de renome Mundial, Dr. Adib Jatene, tem como classe de recomendação I: a) Reconstrução cirúrgica do ventrículo esquerdo na presença de grande área fibrótica associada à revascularização b) Ventriculectomia parcial esquerda na cardiomiopatia dilatada c) Correção do aneurisma de ventrículo esquerdo na presença de IC refratária, arritmia ventricular refratária ou tromboembolismo d) Aneurisma Roto de VE e) NDA 26-Sobre a insuficiência renal crônica, como co-morbidade na IC, é incorreto afirmar: a) A taxa de filtração glomerular é um bom parâmetro para se avaliar a IR, sendo que a redução de 1ml/min na TFG aumenta em 1% na mortalidade geral de pacientes com IC. b) A persistência da deterioração da função renal (> 30% da TFG) mesmo após 4 semanas de uso do IECA ou BRA nos leva a investigar causas secundárias como diuréticos em excesso, hipotensão, contraste ou drogas nefrotóxicas e presença de doença renovascular (Classe I C). c) A síndrome cardio-renal (conhecida do paciente com IC) está bem definida, ma seu tratamento ainda não. d) A Espironolactona está proscrita em paciente com creatinina sérica > 2,5 meq/l e / ou hipercalemica. e) NRA 27-Marque a alternativa incorreta a respeito dos betabloqueadores no tratamento da Insuficência cardíaca: a) Os betabloqueadores são fármacos que atuam primariamente na inibição do sistema nervoso simpático, sendo que apenas o carvedilol, bisoprolol e o succinato de metoprolol tiveral eficácia clínica comprovadano tratamento da IC, além do nebivolol em idosos. b) O bisoprolol, nebovolol e succinato de metoprolol são os medicamentos que apresentam maior atividade lipofílica, logo, permitem posologia de apenas uma vez ao dia. c) Os betabloqueadores devem ser utilizados em pacientes de classe funcional I a IV da NYHA, com disfunção sistólica em ritmo sinusal, ou fibrilação atrial, sem hipotenção sintomática. d) Tartarato de metoprolol, propanolol e atenolol não foram testados em grandes estudo randomizados logo não devem ser utilizados no tratamento da IC, caso os medicamentos de eficácia comprovada estejam disponíveis. e) A monoterapia com betabloqueador, bem como seu ajuste até a dose tolerada, antes do ajuste do IECA, demonstraram benefícios clínicos semelhantes ao uso do IECA isolado, porém com resultados superiores no remodelamento cardíaco.

9 28-Analise se as afirmações abaixo são verdadeiras ou falsas. Em seguida, marque a opção que indica a resposta correta: ( ) A ausência de terceira bulha e turgência jugular excluem o diagnóstico de IC. ( ) Pode se observar caquexia em pacientes com IC avançada. ( ) ECG não ajuda no diagnóstico de IC, porque geralmente não apresenta alterações nestes pacientes. a) F-V-F b) V-F-F c) V-F-V d) V-V-F e) F-F-V 29-Quando houver declínio > 30% na taxa de filtração glomerular com a introdução de IECA ou BRA, em pacientes com ICC e Insuficiência Renal, deve-se investigar essas causas secundarias, exceto: a) Hipotensao arterial b) uso excessivo de diuréticos c) uso de drogas nefrotoxicas d) presença de doença renovascular e) diminuiçao da atividade inflamatória 30-Homem, 60 anos, hipertenso de longa data, refere dispnéia aos grandes esforços e dispnéia paroxística noturna. Ausculta cardíaca normal, abdome e membros sem alterações. Rx de tórax com área cardíaca normal e sinais de hipertensão venocapilar pulmonar. ECO apresentando hipertrofia ventricular esquerda e FE= 0,70. A melhor definição para o quadro é de insuficiência cardíaca: a) De alto débito b) De baixo débito c) Diastólica d) Direita e) Sistólica Boa Prova!

Imagem da Semana: Radiografia de tórax

Imagem da Semana: Radiografia de tórax Imagem da Semana: Radiografia de tórax Figura: Radiografia de tórax em PA. Enunciado Paciente masculino, 30 anos, natural e procedente de Belo Horizonte, foi internado no Pronto Atendimento do HC-UFMG

Leia mais

Tratamento da Insuficiência Cardíaca. Profª Rosângela de Oliveira Alves

Tratamento da Insuficiência Cardíaca. Profª Rosângela de Oliveira Alves Tratamento da Insuficiência Cardíaca Profª Rosângela de Oliveira Alves Insuficiência Cardíaca Causas Insuficiência miocárdica Regurgitação valvular l Disfunção diastólica Sinaisi congestão e edema débito

Leia mais

ATACAND candesartana cilexetila

ATACAND candesartana cilexetila ATACAND candesartana cilexetila I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO ATACAND candesartana cilexetila APRESENTAÇÕES Comprimidos de 8 mg em embalagem com 30 comprimidos. Comprimidos de 16 mg em embalagens com

Leia mais

INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA (ICC)

INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA (ICC) INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA (ICC) Categorias: - ICC aguda sem diagnóstico prévio - ICC crônica agudizada - ICC crônica refratária Apresentações clínicas: - Edema agudo de pulmão: rápido aumento da

Leia mais

a. CONSIDERAÇÕES ESPECIAIS DE AVALIAÇÃO Objetivos do tratamento pré-hospitalar da síndrome coronariana aguda

a. CONSIDERAÇÕES ESPECIAIS DE AVALIAÇÃO Objetivos do tratamento pré-hospitalar da síndrome coronariana aguda Parte II P R O T O C O L O S D E D O E N Ç A S C A R D I O V A S C U L A R E S [111] 47. SÍNDROME CORONARIANA AGUDA a. CONSIDERAÇÕES ESPECIAIS DE AVALIAÇÃO A isquemia do miocárdio resulta do desequilíbrio

Leia mais

INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA. Prof. Fernando Ramos Gonçalves-Msc

INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA. Prof. Fernando Ramos Gonçalves-Msc INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA Prof. Fernando Ramos Gonçalves-Msc Insuficiência Cardíaca Conceito É a incapacidade do coração em adequar sua ejeção às necessidades metabólicas do organismo, ou fazê-la

Leia mais

Protocolo de Insuficiência Cardíaca (IC)

Protocolo de Insuficiência Cardíaca (IC) Protocolo de Insuficiência Cardíaca (IC) 1 Epidemiologia A insuficiência cardíaca (IC) pode ocorrer como consequência de qualquer doença que afete o coração, tendo uma prevalência bastante elevada na população.

Leia mais

PERFIL MEDICAMENTOSO DE SERVIDORES HIPERTENSOS DA UEPG

PERFIL MEDICAMENTOSO DE SERVIDORES HIPERTENSOS DA UEPG 8. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: SAÚDE PERFIL MEDICAMENTOSO DE SERVIDORES HIPERTENSOS DA UEPG HEDLER, Priscila 1 HALILA, Gerusa Clazer 2 MADALOZZO, Josiane Cristine Bachmann

Leia mais

CURSO NACIONAL DE RECICLAGEM EM CARDIOLOGIA DA REGIÃO SUL

CURSO NACIONAL DE RECICLAGEM EM CARDIOLOGIA DA REGIÃO SUL CURSO NACIONAL DE RECICLAGEM EM CARDIOLOGIA DA REGIÃO SUL INSUFICIENCIA CARDÍACA. ACA. CONCEITO, ETIOPATOGENIA, SIGNIFICADO DA CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL E MÉTODOS M DE AVALIAÇÃO CLÍNICO LABORATORIAL Dr HARRY

Leia mais

Administração dos riscos cardiovasculares Resumo de diretriz NHG M84 (segunda revisão, janeiro 2012)

Administração dos riscos cardiovasculares Resumo de diretriz NHG M84 (segunda revisão, janeiro 2012) Administração dos riscos cardiovasculares Resumo de diretriz NHG M84 (segunda revisão, janeiro 2012) traduzido do original em holandês por Luiz F.G. Comazzetto 2014 autorização para uso e divulgação sem

Leia mais

Índice Remissivo do Volume 91-2008

Índice Remissivo do Volume 91-2008 Por Assunto A Acidente cerebrovascular/complicações Acidente vascular na doença de Chagas, 306 Abscesso Opção para tratamento de abscesso aórtico, 72 Acesso radial Acesso ulnar Angioplastia primária pelo

Leia mais

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO ANGIOLOGISTA

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO ANGIOLOGISTA 12 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO ANGIOLOGISTA QUESTÃO 21 Um paciente de 75 anos, ex-garçom, tem há três anos o diagnóstico já confirmado de síndrome isquêmica crônica dos membros inferiores.

Leia mais

AULA 11: CRISE HIPERTENSIVA

AULA 11: CRISE HIPERTENSIVA AULA 11: CRISE HIPERTENSIVA 1- INTRODUÇÃO No Brasil a doença cardiovascular ocupa o primeiro lugar entre as causas de óbito, isto implica um enorme custo financeiro e social. Assim, a prevenção e o tratamento

Leia mais

SEMIOLOGIA CARDIOVASCULAR

SEMIOLOGIA CARDIOVASCULAR SEMIOLOGIA CARDIOVASCULAR Yáskara Benevides Guenka Acadêmica do 4º ano de Medicina UFMS Liga de Cardiologia e Cirurgia Cardiovascular Campo Grande MS 27/06/2012 SEMIOLOGIA CARDIOVASCULAR ALTERAÇÕES DAS

Leia mais

EXAME 2014 RESIDÊNCIA COM PRÉ-REQUISITO: CARDIOLOGIA

EXAME 2014 RESIDÊNCIA COM PRÉ-REQUISITO: CARDIOLOGIA EXAME 2014 Instruções Leia atentamente e cumpra rigorosamente as instruções que seguem, pois elas são parte integrante das provas e das normas que regem o Exame AMRIGS e ACM. 1. Atente-se a todos os avisos

Leia mais

Insuficiência cardíaca: Antonio Luiz Pinho Ribeiro MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Atenção à Saúde

Insuficiência cardíaca: Antonio Luiz Pinho Ribeiro MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Atenção à Saúde Avaliação e manejo Antonio Luiz Pinho Ribeiro MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Atenção à Saúde Importância Via comum final das cardiopatias caráter progressivo grande impacto na qualidade de vida elevadas

Leia mais

SEGUIMENTO DO DOENTE CORONÁRIO APÓS A ALTA HOSPITALAR. Uma viagem a quatro mãos

SEGUIMENTO DO DOENTE CORONÁRIO APÓS A ALTA HOSPITALAR. Uma viagem a quatro mãos SEGUIMENTO DO DOENTE CORONÁRIO APÓS A ALTA HOSPITALAR Uma viagem a quatro mãos Doença coronária Uma das principais causas de morte no mundo ocidental Responsável por 1 em cada 6 mortes nos E.U.A. 1 evento

Leia mais

LOSARTANA POTÁSSICA Hypermarcas S/A Comprimido revestido 50mg e 100mg

LOSARTANA POTÁSSICA Hypermarcas S/A Comprimido revestido 50mg e 100mg LOSARTANA POTÁSSICA Hypermarcas S/A Comprimido revestido 50mg e 100mg I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO: LOSARTANA POTÁSSICA Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999 APRESENTAÇÕES Comprimido revestido

Leia mais

( ) A concentração intracelular de íons cálcio é o grande determinante da força de contração da musculatura cardíaca.

( ) A concentração intracelular de íons cálcio é o grande determinante da força de contração da musculatura cardíaca. Grupo de Fisiologia Geral da Universidade de Caxias do Sul Exercícios: Fisiologia do Sistema Cardiovascular (parte III) 1. Leia as afirmativas abaixo e julgue-as verdadeiras (V) ou falsas (F): ( ) A concentração

Leia mais

ELETROCARDIOGRAMA 13/06/2015 ANATOMIA E FISIOLOGIA CARDIOVASCULAR

ELETROCARDIOGRAMA 13/06/2015 ANATOMIA E FISIOLOGIA CARDIOVASCULAR ELETROCARDIOGRAMA Professor : Elton Chaves Do ponto de vista funcional, o coração pode ser descrito como duas bombas funcionando separadamente cada uma trabalhando de forma particular e gerando pressões

Leia mais

Cardiologia - Global Consolidado 1 / 9

Cardiologia - Global Consolidado 1 / 9 Cardiologia - Global Consolidado 1 / 9 Tabela 01 - Principais Antecedentes e Fatores de Risco para Doença Cardiovascular à Internação na Unidade Todos os Pacientes Egressos da Unidade Hipertensão Arterial

Leia mais

Fármacos. PDF created with pdffactory Pro trial version www.pdffactory.com

Fármacos. PDF created with pdffactory Pro trial version www.pdffactory.com Fármacos ANTI-HIPERTENSIVOS EPIDEMIOLOGIA DA HAS Atinge - 20 a 30% dos adultos 68,4% tem conhecimento Apenas 27,4% são controladas satisfatoriamente Aumento da incidência de complicações com aumento dos

Leia mais

CARDIOLOGIA ORIENTAÇÃO P/ ENCAMINHAMENTO À ESPECIALIDADE

CARDIOLOGIA ORIENTAÇÃO P/ ENCAMINHAMENTO À ESPECIALIDADE CARDIOLOGIA ORIENTAÇÃO P/ ENCAMINHAMENTO À ESPECIALIDADE DOR TORÁCICA CARDÍACA LOCAL: Precordio c/ ou s/ irradiação Pescoço (face anterior) MSE (interno) FORMA: Opressão Queimação Mal Estar FATORES DESENCADEANTES:

Leia mais

MODELO DE BULA PARA O PACIENTE. Cada ml contém: levosimendana... 2,5 mg Excipientes: polividona, ácido cítrico e etanol.

MODELO DE BULA PARA O PACIENTE. Cada ml contém: levosimendana... 2,5 mg Excipientes: polividona, ácido cítrico e etanol. MODELO DE BULA PARA O PACIENTE IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO: SIMDAX levosimendana Formas Farmacêuticas, vias de administração e apresentações: SIMDAX (levosimendana) 2,5 mg/ml: embalagens com 1 frasco-ampola

Leia mais

Diário Oficial Estado de São Paulo

Diário Oficial Estado de São Paulo Diário Oficial Estado de São Paulo Poder Executivo Seção I Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 206 DOE de 31/10/07 p.25 SAÚDE GABINETE DO SECRETÁRIO

Leia mais

Tratamento Intra-hospitalar da Insuficiência Cardíaca (IC)

Tratamento Intra-hospitalar da Insuficiência Cardíaca (IC) Tratamento Intra-hospitalar da Insuficiência Cardíaca (IC) Definição: Síndrome clínica complexa resultante de anormalidade cardíaca ou não cardíaca, funcional ou estrutural, que diminui a habilidade do

Leia mais

DICAS DE SEMIOLOGIA. Digite para introduzir texto. séricos e um ou mais testes confirmatórios de função cardíaca.

DICAS DE SEMIOLOGIA. Digite para introduzir texto. séricos e um ou mais testes confirmatórios de função cardíaca. failure? (Charlie S Wang, J. Mark Fitzgerald, Michael Schulzer, Edwin Mak, Najib T. Ayas) O paciente dispneico no departamento de emergência tem insuficiência cardíaca congestiva? P or que esta questão

Leia mais

Fibrilação atrial Resumo de diretriz NHG M79 (segunda revisão parcial, agosto 2013)

Fibrilação atrial Resumo de diretriz NHG M79 (segunda revisão parcial, agosto 2013) Fibrilação atrial Resumo de diretriz NHG M79 (segunda revisão parcial, agosto 2013) grupo de estudos NHG-fibrilação atrial traduzido do original em holandês por Luiz F.G. Comazzetto 2014 autorização para

Leia mais

Anexo III. Alterações a secções relevantes do resumo das características do medicamento e folhetos informativos

Anexo III. Alterações a secções relevantes do resumo das características do medicamento e folhetos informativos Anexo III Alterações a secções relevantes do resumo das características do medicamento e folhetos informativos Nota: Este Resumo das Características do Medicamento e o folheto informativo resultam do procedimento

Leia mais

INSUFICIÊNCIA CARDÍACA & EDEMA AGUDO DE PULMÃO. Mario Castro Alvarez Perez

INSUFICIÊNCIA CARDÍACA & EDEMA AGUDO DE PULMÃO. Mario Castro Alvarez Perez INSUFICIÊNCIA CARDÍACA & EDEMA AGUDO DE PULMÃO Mario Castro Alvarez Perez DEFINIÇÃO Síndrome decorrente da incapacidade do coração produzir um débito cardíaco capaz de suprir as necessidades metabólicas

Leia mais

FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES - ALDACTONE

FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES - ALDACTONE ALDACTONE Espironolactona FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES - ALDACTONE Comprimidos de 25 mg - caixas contendo 20 unidades. Comprimidos de 100 mg - caixas contendo 16 unidades. USO PEDIÁTRICO E ADULTO

Leia mais

TEXTO DE BULA LORAX. Lorax 1 ou 2 mg em embalagens contendo 20 ou 30 comprimidos. Cada comprimido contém 1 ou 2 mg de lorazepam respectivamente.

TEXTO DE BULA LORAX. Lorax 1 ou 2 mg em embalagens contendo 20 ou 30 comprimidos. Cada comprimido contém 1 ou 2 mg de lorazepam respectivamente. TEXTO DE BULA LORAX I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Lorax lorazepam APRESENTAÇÕES Lorax 1 ou 2 mg em embalagens contendo 20 ou 30 comprimidos. Cada comprimido contém 1 ou 2 mg de lorazepam respectivamente.

Leia mais

TOMOGRAFIA E RESSONÂNCIA CARDIOVASCULAR. Renato Sanchez Antonio Santa Casa RP

TOMOGRAFIA E RESSONÂNCIA CARDIOVASCULAR. Renato Sanchez Antonio Santa Casa RP TOMOGRAFIA E RESSONÂNCIA CARDIOVASCULAR Renato Sanchez Antonio Santa Casa RP Tomografia Técnica baseada em radiografia com uso colimadores para restringir feixes Realizada na mesma fase do ciclo cardíaco

Leia mais

Procedimentos Operacionais padrão das unidades integradas de Saúde Unimed Rio

Procedimentos Operacionais padrão das unidades integradas de Saúde Unimed Rio Jornada Unimed Rio A Prática Cardiológica no Cenário da Alta Complexidade Insuficiência Cardíaca e a Utilização de Marcapassos, Ressincronizadores e Desfibriladores Implantáveis Procedimentos Operacionais

Leia mais

Universidade Federal do Ceara Programa de Educação Tutorial - PET Medicina UFC. Edema. Bárbara Ximenes Braz. barbaraxbraz@hotmail.

Universidade Federal do Ceara Programa de Educação Tutorial - PET Medicina UFC. Edema. Bárbara Ximenes Braz. barbaraxbraz@hotmail. Universidade Federal do Ceara Programa de Educação Tutorial - PET Medicina UFC Edema Bárbara Ximenes Braz barbaraxbraz@hotmail.com Edema Excesso de líquido acumulado no espaço intersticial ou no interior

Leia mais

Justificativa Depende dos exames escolhidos. Residência Médica Seleção 2014 Prova Clínica Médica Expectativa de Respostas. Caso Clínico 1 (2 pontos)

Justificativa Depende dos exames escolhidos. Residência Médica Seleção 2014 Prova Clínica Médica Expectativa de Respostas. Caso Clínico 1 (2 pontos) Caso Clínico 1 (2 pontos) Uma mulher de 68 anos, hipertensa, é internada com afasia e hemiparesia direita de início há meia hora. A tomografia de crânio realizada na urgência não evidencia sangramento,

Leia mais

TEMAS LIVRES PÔSTERS APROVADOS DO XII CONGRESSO SERGIPANO DE CARDIOLOGIA. Observação:

TEMAS LIVRES PÔSTERS APROVADOS DO XII CONGRESSO SERGIPANO DE CARDIOLOGIA. Observação: TEMAS LIVRES PÔSTERS APROVADOS DO XII CONGRESSO SERGIPANO DE CARDIOLOGIA Observação: Exposição dos temas livres TL 01 a TL 21 sexta de 08h as 12h, com apresentação 09:45h Exposição dos temas livres TL

Leia mais

LORAX lorazepam I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO. Nome comercial: Lorax Nome genérico: lorazepam

LORAX lorazepam I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO. Nome comercial: Lorax Nome genérico: lorazepam LORAX lorazepam I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Nome comercial: Lorax Nome genérico: lorazepam APRESENTAÇÕES Lorax 1 mg ou 2 mg em embalagens contendo 30 comprimidos. VIA DE ADMINISTRAÇÃO: USO ORAL USO

Leia mais

Assistência de enfermagem aos portadores de afecções do sistema cardiovascular: Insuficiência Cardíaca Congestiva e Edema Agudo de Pulmão

Assistência de enfermagem aos portadores de afecções do sistema cardiovascular: Insuficiência Cardíaca Congestiva e Edema Agudo de Pulmão Assistência de enfermagem aos portadores de afecções do sistema cardiovascular: Insuficiência Cardíaca Congestiva e Edema Agudo de Pulmão Profa. Ms Ana Carolina L. Ottoni Gothardo Insuficiência Cardíaca

Leia mais

Inicox dp. meloxicam. APRESENTAÇÃO Comprimido meloxicam 15 mg - Embalagem com 5 comprimidos. VIA ORAL USO ADULTO

Inicox dp. meloxicam. APRESENTAÇÃO Comprimido meloxicam 15 mg - Embalagem com 5 comprimidos. VIA ORAL USO ADULTO Inicox dp meloxicam APRESENTAÇÃO Comprimido meloxicam 15 mg - Embalagem com 5 comprimidos. VIA ORAL USO ADULTO COMPOSIÇÃO Cada comprimido contém: meloxicam...15 mg; excipientes q.s.p.... 1 comprimido.

Leia mais

PROVA PARA A RESIDÊNCIA MÉDICA EM CARDIOLOGIA, GASTROENTEROLOGIA E MEDICINA INTENSIVA CONCURSO DE SELEÇÃO 2013 PROVA DE CLÍNICA MÉDICA

PROVA PARA A RESIDÊNCIA MÉDICA EM CARDIOLOGIA, GASTROENTEROLOGIA E MEDICINA INTENSIVA CONCURSO DE SELEÇÃO 2013 PROVA DE CLÍNICA MÉDICA PROVA PARA A RESIDÊNCIA MÉDICA EM CARDIOLOGIA, GASTROENTEROLOGIA E MEDICINA INTENSIVA CONCURSO DE SELEÇÃO 2013 PROVA DE CLÍNICA MÉDICA Nome: Dia: 20 de dezembro de 2012. 01 - A conduta inicial em embolia

Leia mais

TERAPÊUTICA DA HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA

TERAPÊUTICA DA HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA Disciplina: Farmacologia Curso: Enfermagem TERAPÊUTICA DA HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA Professora: Ms. Fernanda Cristina Ferrari Controle da Pressão Arterial Sistêmica Controle Neural estimulação dos

Leia mais

FÁRMACOS ANTI-HIPERTENSIVOS

FÁRMACOS ANTI-HIPERTENSIVOS Universidade Federal Fluminense Depto. Fisiologia e Farmacologia Disciplina de Farmacologia FÁRMACOS ANTI-HIPERTENSIVOS Profa. Elisabeth Maróstica HIPERTENSÃO ARTERIAL Doença cardiovascular mais comum

Leia mais

DOENTE DE RISCO EM CIRURGIA ORAL

DOENTE DE RISCO EM CIRURGIA ORAL DOENTE DE RISCO EM CIRURGIA ORAL I AVALIAÇÃO PRÉVIA DO DOENTE Uma boa metodologia para avaliação de um doente candidato a cirurgia oral é tentar enquadrá-lo na classificação da American Society of Anesthesiologists

Leia mais

INFORMAÇÕES ESSENCIAIS COMPATÍVEIS COM O RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO

INFORMAÇÕES ESSENCIAIS COMPATÍVEIS COM O RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO INFORMAÇÕES ESSENCIAIS COMPATÍVEIS COM O RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO i) DENOMINAÇÃO DO MEDICAMENTO Sevoflurano Baxter 100%, líquido para inalação por vaporização. ii) COMPOSIÇÃO QUALITATIVA

Leia mais

MARCADORES CARDÍACOS

MARCADORES CARDÍACOS Maria Alice Vieira Willrich, MSc Farmacêutica Bioquímica Mestre em Análises Clínicas pela Universidade de São Paulo Diretora técnica do A Síndrome Coronariana Aguda MARCADORES CARDÍACOS A síndrome coronariana

Leia mais

Drogas Utilizadas em Terapia Intensiva. Prof. Fernando Ramos Gonçalves -Msc

Drogas Utilizadas em Terapia Intensiva. Prof. Fernando Ramos Gonçalves -Msc Drogas Utilizadas em Terapia Intensiva Prof. Fernando Ramos Gonçalves -Msc Tipos de Drogas Utilizadas em UTI Drogas Vasoativas; Sedação e Analgesia: Antibióticos; Medicamentos especiais: Imunoglobulinas,

Leia mais

PRÉ-ECLÂMPSIA LEVE: COMO ACOMPANHAR E QUANDO INTERROMPER COM SEGURANÇA? Eliane Alves. Serviço do Prof. Marcelo Zugaib

PRÉ-ECLÂMPSIA LEVE: COMO ACOMPANHAR E QUANDO INTERROMPER COM SEGURANÇA? Eliane Alves. Serviço do Prof. Marcelo Zugaib PRÉ-ECLÂMPSIA LEVE: COMO ACOMPANHAR E QUANDO INTERROMPER COM SEGURANÇA? Eliane Alves Serviço do Prof. Marcelo Zugaib PRÉ-ECLÂMPSIA Conceito Desenvolvimento de hipertensão após a 20ª semana de gestação,

Leia mais

Diretrizes. Brasileiras de Fibrilação Atrial (2009) Editor Leandro Ioschpe Zimerman

Diretrizes. Brasileiras de Fibrilação Atrial (2009) Editor Leandro Ioschpe Zimerman Diretrizes Brasileiras de Fibrilação Atrial (2009) Editor Leandro Ioschpe Zimerman Co-Editores Guilherme Fenelon, Martino Martinelli Filho Coordenadores Cesar Grupi, Jacob Atié Participantes Adalberto

Leia mais

EXAME CLÍNICO PARA INVESTIGAÇÃO DE UMA DOENÇA CARDIOVASCULAR

EXAME CLÍNICO PARA INVESTIGAÇÃO DE UMA DOENÇA CARDIOVASCULAR EXAME CLÍNICO PARA INVESTIGAÇÃO DE UMA DOENÇA CARDIOVASCULAR RESUMO Anamnese ID HPMA IDA Antecedentes Pessoais Antecedentes Familiais Exame Físico Geral Exame Físico Especial Cabeça / Face / Pescoço Aparelho

Leia mais

ALIVIUM ibuprofeno Gotas. ALIVIUM gotas é indicado para uso oral. ALIVIUM gotas 100 mg/ml apresenta-se em frascos com 20 ml.

ALIVIUM ibuprofeno Gotas. ALIVIUM gotas é indicado para uso oral. ALIVIUM gotas 100 mg/ml apresenta-se em frascos com 20 ml. ALIVIUM ibuprofeno Gotas FORMAS FARMACÊUTICAS/APRESENTAÇÕES: ALIVIUM gotas é indicado para uso oral. ALIVIUM gotas 100 mg/ml apresenta-se em frascos com 20 ml. USO ADULTO E PEDIÁTRICO (acima de 6 meses

Leia mais

Ficha de Controle das Alterações dos Pés de Pacientes Diabéticos. Texto Explicativo:

Ficha de Controle das Alterações dos Pés de Pacientes Diabéticos. Texto Explicativo: Texto Explicativo: A ficha da sala de curativo deve ser preenchida enquanto se faz a anamnese e o exame físico do paciente na sala de curativos. Se possível, deverão estar presentes e preenchendo-a em

Leia mais

Raniê Ralph Pneumo. 18 de Setembro de 2008. Professora Ana Casati. Trombo-embolismo pulmonar (TEP)

Raniê Ralph Pneumo. 18 de Setembro de 2008. Professora Ana Casati. Trombo-embolismo pulmonar (TEP) 18 de Setembro de 2008. Professora Ana Casati. Trombo-embolismo pulmonar (TEP) Hoje o DX é feito em menos de 30%. Antigamente só fazia DX quando havia triângulo de Infarto Pulmonar: bilirrubina aumentada,

Leia mais

TEP - Evolução. Após episódio de TEP agudo, em 85 a 90% dos casos ocorre. trombólise espontânea ou farmacológica e recanalização do vaso

TEP - Evolução. Após episódio de TEP agudo, em 85 a 90% dos casos ocorre. trombólise espontânea ou farmacológica e recanalização do vaso Fabio B. Jatene Prof. Titular do Departamento de Cardiopneumologia -HC HC-FMUSP TEP Agudo 1cm TEP - Evolução Após episódio de TEP agudo, em 85 a 90% dos casos ocorre trombólise espontânea ou farmacológica

Leia mais

Valsartana LEGRAND PHARMA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA LTDA. Comprimido revestido. 40mg, 80mg, 160mg e 320mg

Valsartana LEGRAND PHARMA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA LTDA. Comprimido revestido. 40mg, 80mg, 160mg e 320mg Valsartana LEGRAND PHARMA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA LTDA Comprimido revestido 40mg, 80mg, 160mg e 320mg IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Valsartana medicamento genérico Lei n 9.787, de 1999 APRESENTAÇÕES Comprimidos

Leia mais

INSTITUTO DE DOENÇAS CARDIOLÓGICAS

INSTITUTO DE DOENÇAS CARDIOLÓGICAS Página: 1/7 1- CONSIDERAÇÕES GERAIS 1.1- As doenças cardiovasculares são, ainda hoje, as principais responsáveis pela mortalidade na população geral, no mundo ocidental. Dentre as inúmeras patologias que

Leia mais

Paciente de 89 anos, vem à consulta médica relatando nauseas e vômitos há 2 dias. Previamente à consulta encontravase bem, assintomática.

Paciente de 89 anos, vem à consulta médica relatando nauseas e vômitos há 2 dias. Previamente à consulta encontravase bem, assintomática. Paciente de 89 anos, vem à consulta médica relatando nauseas e vômitos há 2 dias. Previamente à consulta encontravase bem, assintomática. Faz tratamento para hipertensão arterial e insuficiência cardíaca

Leia mais

MINI BULA CARVEDILOL

MINI BULA CARVEDILOL MINI BULA CARVEDILOL Medicamento Genérico Lei nº 9.787, de 1999. APRESENTAÇÃO: Comprimido 3,125mg: caixas contendo 15, 30; Comprimido 6,25 mg: caixa contendo 15, 30; Comprimido 12,5 mg: caixa contendo

Leia mais

Capítulo 6 Hipertensão Arterial - Tratamento em Grupos Especiais

Capítulo 6 Hipertensão Arterial - Tratamento em Grupos Especiais Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira III Consenso Brasileiro de Hipertensão Arterial Capítulo 6 Hipertensão Arterial - Tratamento em Grupos

Leia mais

Boehringer Ingelheim do Brasil Química e Farmacêutica Ltda. Comprimidos 40 mg e 80 mg

Boehringer Ingelheim do Brasil Química e Farmacêutica Ltda. Comprimidos 40 mg e 80 mg MICARDIS (telmisartana) Boehringer Ingelheim do Brasil Química e Farmacêutica Ltda. Comprimidos 40 mg e 80 mg Micardis telmisartana APRESENTAÇÕES Comprimidos de 40 mg e 80 mg: embalagens com 10 ou 30 comprimidos

Leia mais

CAPOX. Geolab Indústria Farmacêutica S/A Comprimido 25mg e 50mg

CAPOX. Geolab Indústria Farmacêutica S/A Comprimido 25mg e 50mg CAPOX Geolab Indústria Farmacêutica S/A Comprimido 25mg e 50mg Capox captopril MODELO DE BULA PARA O PACIENTE Esta bula é continuamente atualizada. Favor proceder a sua leitura antes de utilizar o medicamento.

Leia mais

2. HIPERTENSÃO ARTERIAL

2. HIPERTENSÃO ARTERIAL TESTE ERGOMETRICO O teste ergométrico serve para a avaliação ampla do funcionamento cardiovascular, quando submetido a esforço físico gradualmente crescente, em esteira rolante. São observados os sintomas,

Leia mais

VISKEN pindolol. APRESENTAÇÕES Comprimidos. Embalagens com 20 comprimidos de 5 mg ou 10 mg. VIA ORAL USO ADULTO

VISKEN pindolol. APRESENTAÇÕES Comprimidos. Embalagens com 20 comprimidos de 5 mg ou 10 mg. VIA ORAL USO ADULTO VISKEN pindolol APRESENTAÇÕES Comprimidos. Embalagens com 20 comprimidos de 5 mg ou 10 mg. VIA ORAL USO ADULTO COMPOSIÇÃO Cada comprimido de 5 ou 10 mg contém, respectivamente, 5 ou 10 mg de pindolol.

Leia mais

CENTRO DE CONVENÇÕES DO HOSPITAL SÃO JULIÃO 22 E 23 DE OUTUBRO DE 2010 CAMPO GRANDE

CENTRO DE CONVENÇÕES DO HOSPITAL SÃO JULIÃO 22 E 23 DE OUTUBRO DE 2010 CAMPO GRANDE CENTRO DE CONVENÇÕES DO HOSPITAL SÃO JULIÃO 22 E 23 DE OUTUBRO DE 2010 CAMPO GRANDE RISCO CIRÚRGICO AVALIAÇÃO PERIOPERATÓRIA Maria Augusta Santos Rahe Pereira e-mail- mariarahe@gmail.com DEFINIÇÃO DO PROBLEMA

Leia mais

Processo Seletivo Unificado de Residência Médica 2015

Processo Seletivo Unificado de Residência Médica 2015 Processo Seletivo Unificado de Residência Médica 2015 PROVA PARA OS PROGRAMAS DE: HEMODINÂMICA E CARDIOLOGIA INTERVENCIONISTA; ECOCARDIOGRAFIA DADOS DO CANDIDATO NOME: INSCRIÇÃO: CADEIRA: COMISSÃO ESTADUAL

Leia mais

PROVA TEÓRICA RESIDÊNCIA MÉDICA 2015 HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA BRASILEIRA FILIAL DO PARANÁ 04 de novembro de 2014. Assinatura do candidato

PROVA TEÓRICA RESIDÊNCIA MÉDICA 2015 HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA BRASILEIRA FILIAL DO PARANÁ 04 de novembro de 2014. Assinatura do candidato PROVA TEÓRICA RESIDÊNCIA MÉDICA 2015 HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA BRASILEIRA FILIAL DO PARANÁ 04 de novembro de 2014. NOME: Assinatura do candidato 1- Paciente de 45 anos, sexo masculino, assintomático, sem

Leia mais

ASSOCIAÇÃO MÉDICA DA PARAÍBA RISCO CIRÚRGICO. 9/7/2003 Dr. José Mário Espínola - AMPB 1

ASSOCIAÇÃO MÉDICA DA PARAÍBA RISCO CIRÚRGICO. 9/7/2003 Dr. José Mário Espínola - AMPB 1 ASSOCIAÇÃO MÉDICA DA PARAÍBA 1 I- CONCEITO: avaliação realizada por cardiologista, com fortes bases epidemiológicas, objetivando determinar classificação funcional do paciente, e risco de complicações

Leia mais

Relatos de casos de Strongyloides stercoralis. Isabelle Assunção Nutrição

Relatos de casos de Strongyloides stercoralis. Isabelle Assunção Nutrição Relatos de casos de Strongyloides stercoralis Isabelle Assunção Nutrição RECIFE/2011 INTRODUÇÃO A estrongiloidíase é uma helmintíase predominantemente intestinal causada pelo Strongyloides stercoralis,

Leia mais

PROGRAMA TEÓRICO E PRÁTICO PARA ESTÁGIO EM CARDIOLOGIA 2014 Credenciado e reconhecido pela Sociedade Brasileira de Cardiologia

PROGRAMA TEÓRICO E PRÁTICO PARA ESTÁGIO EM CARDIOLOGIA 2014 Credenciado e reconhecido pela Sociedade Brasileira de Cardiologia HOSPITAL SÃO FRANCISCO RIBEIRÃO PRETO ESTADO DE SÃO PAULO PROGRAMA TEÓRICO E PRÁTICO PARA ESTÁGIO EM CARDIOLOGIA 2014 Credenciado e reconhecido pela Sociedade Brasileira de Cardiologia Início 28 de Fevereiro

Leia mais

Uso do Dímero D na Exclusão Diagnóstica de Trombose Venosa Profunda e de Tromboembolismo Pulmonar

Uso do Dímero D na Exclusão Diagnóstica de Trombose Venosa Profunda e de Tromboembolismo Pulmonar Uso do Dímero D na Exclusão Diagnóstica de Trombose Venosa Profunda e de Tromboembolismo Pulmonar 1- Resumo O desequilíbrio das funções normais da hemostasia sangüínea resulta clinicamente em trombose

Leia mais

Dengue grave. Diagnóstico laboratorial da dengue em seres humanos

Dengue grave. Diagnóstico laboratorial da dengue em seres humanos Prefeitura Municipal de Curitiba - Secretaria Municipal da Saúde Centro de Epidemiologia - Vigilância Epidemiológica DENGUE (CID A90 ou A91) CHIKUNGUNYA (CID A92) ZIKA (CID A92.8) Definição de caso suspeito

Leia mais

Avaliação da dor torácica no serviço de urgência. Carina Arantes Interna de formação específica de cardiologia

Avaliação da dor torácica no serviço de urgência. Carina Arantes Interna de formação específica de cardiologia Avaliação da dor torácica no serviço de urgência Carina Arantes Interna de formação específica de cardiologia Introdução Dor torácica constitui a 2ª causa mais comum de admissão no serviço de urgência

Leia mais

Hipertensão Arterial no idoso

Hipertensão Arterial no idoso Hipertensão Arterial no idoso Prof. Dr. Sebastião Rodrigues Ferreira-Filho Universidade Federal de Uberlândia, MG, Brasil Departamento de Hipertensão Sociedade Brasileira de Nefrologia Uma história americana:

Leia mais

Biologia. Sistema circulatório

Biologia. Sistema circulatório Aluno (a): Série: 3ª Turma: TUTORIAL 10R Ensino Médio Equipe de Biologia Data: Biologia Sistema circulatório O coração e os vasos sanguíneos e o sangue formam o sistema cardiovascular ou circulatório.

Leia mais

predisposição a diabetes, pois Ablok Plus pode mascarar os sinais e sintomas da hipoglicemia ou causar um aumento na concentração da glicose

predisposição a diabetes, pois Ablok Plus pode mascarar os sinais e sintomas da hipoglicemia ou causar um aumento na concentração da glicose ABLOK PLUS Ablok Plus Atenolol Clortalidona Indicações - ABLOK PLUS No tratamento da hipertensão arterial. A combinação de baixas doses eficazes de um betabloqueador e umdiurético nos comprimidos de 50

Leia mais

CONDUTAS: EDEMA AGUDO DE PULMÃO

CONDUTAS: EDEMA AGUDO DE PULMÃO Universidade Federal do Ceará Faculdade de Medicina Programa de Educação Tutorial PET Medicina CONDUTAS: EDEMA AGUDO DE PULMÃO Paulo Marcelo Pontes Gomes de Matos OBJETIVOS Conhecer o que é Edema Agudo

Leia mais

CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E COMPLICAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS

CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E COMPLICAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS Complicações Cirúrgicas CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E COMPLICAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS 1. Complicações Circulatórias Hemorragias: é a perda de sangue

Leia mais

Ivan da Costa Barros Pedro Gemal

Ivan da Costa Barros Pedro Gemal Semiologia Abordagem ao paciente cardiopata Ivan da Costa Barros Pedro Gemal DESAFIO!! 2011 Universidade Federal Fluminense 1. Paciente idoso procura PS à noite queixando- se de falta de ar, taquicárdico

Leia mais

Embalagem com frasco contendo 100 ml de xarope + 1 copo medida. Cada ml de xarope contém 0,3 mg de sulfato de terbutalina.

Embalagem com frasco contendo 100 ml de xarope + 1 copo medida. Cada ml de xarope contém 0,3 mg de sulfato de terbutalina. BRICANYL Broncodilatador sulfato de terbutalina I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO BRICANYL Broncodilatador sulfato de terbutalina APRESENTAÇÃO Embalagem com frasco contendo 100 ml de xarope + 1 copo medida.

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONCURSO PÚBLICO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONCURSO PÚBLICO UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONCURSO PÚBLICO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ALCIDES CARNEIRO DIA - 20/12/2009 CARGO: CARDIOLOGISTA CLÍNICO C O N C U R S O P Ú B L I C O - H U A C / 2 0 0 9 Comissão

Leia mais

Pneumonia e Derrame Pleural Protocolo Clínico de Pediatria

Pneumonia e Derrame Pleural Protocolo Clínico de Pediatria 2012 Pneumonia e Derrame Pleural Protocolo Clínico de Pediatria UNIPAC-Araguari Santa Casa de Araguari 2012 2 INTRODUÇÃO Pneumonia é uma inflamação ou infecção dos pulmões que afeta as unidades de troca

Leia mais

TREINAMENTO CLÍNICO EM MANEJO DA DENGUE 2016. Vigilância Epidemiológica Secretaria Municipal de Saúde Volta Redonda

TREINAMENTO CLÍNICO EM MANEJO DA DENGUE 2016. Vigilância Epidemiológica Secretaria Municipal de Saúde Volta Redonda TREINAMENTO CLÍNICO EM MANEJO DA DENGUE 2016 Vigilância Epidemiológica Secretaria Municipal de Saúde Volta Redonda DENGUE O Brasil têm registrado grandes epidemias de dengue nos últimos 10 anos com aumento

Leia mais

bromidrato de fenoterol Solução Oral/Gotas 5mg/mL

bromidrato de fenoterol Solução Oral/Gotas 5mg/mL bromidrato de fenoterol Solução Oral/Gotas 5mg/mL MODELO DE BULA COM INFORMAÇÕES AO PACIENTE bromidrato de fenoterol Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999. APRESENTAÇÕES Solução Oral/Gotas 5mg/mL

Leia mais

Sala 1 - CONFERÊNCIA "Os Desafios da SBC para implantação do Programa Nacional de Prevenção Cardiovascular"

Sala 1 - CONFERÊNCIA Os Desafios da SBC para implantação do Programa Nacional de Prevenção Cardiovascular PROGRAMA CIENTÍFICO CONGRESSO SOCERJ 2013 Quinta-feira 04.04.2013 Hora: 08:00h - 08:30h Sala 1 - ABERTURA OFICIAL Hora: 08:30h - 09:45h Sala 1 - CONFERÊNCIA "Os Desafios da SBC para implantação do Programa

Leia mais

Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso.

Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. INSTRUÇÕES 1 Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. 2 3 4 Caso se identifique em qualquer outro local deste Caderno,

Leia mais

Anexo 2. Documento elaborado pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, em parceria com:

Anexo 2. Documento elaborado pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, em parceria com: Anexo 2 Recomendação para o tratamento da hipertensão arterial sistêmica Documento elaborado pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, em parceria com: Sociedade Brasileira de Cardiologia - Departamento

Leia mais

ALENIA Fumarato de Formoterol/Budesonida 6/100mcg e 6/200mcg Cápsulas FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES - ALENIA

ALENIA Fumarato de Formoterol/Budesonida 6/100mcg e 6/200mcg Cápsulas FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES - ALENIA ALENIA Fumarato de Formoterol/Budesonida 6/100mcg e 6/200mcg Cápsulas FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES - ALENIA Embalagem contendo 60 cápsulas de ALENIA (fumarato de formoterol/budesonida) 6/100 mcg

Leia mais

CLÍNICA MÉDICA LIGA DE CLÍNICA MÉDICA UNICID DOENÇA RENAL CRÔNICA DOENÇA RENAL CRÔNICA DOENÇA RENAL CRÔNICA

CLÍNICA MÉDICA LIGA DE CLÍNICA MÉDICA UNICID DOENÇA RENAL CRÔNICA DOENÇA RENAL CRÔNICA DOENÇA RENAL CRÔNICA Volume 1 - Fevereiro 2009 CLÍNICA MÉDICA LIGA DE CLÍNICA MÉDICA UNICID Dr. Egidio Lima Dórea DIFERENÇAS ÉTNICAS NA RESPOSTA RENAL À FUROSEMIDA Tae-Yon Chun, Lise Bankir, George J. Eckert, et al. Hypertension

Leia mais

INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO

INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO MATERNIDADEESCOLAASSISCHATEAUBRIAND Diretrizesassistenciais INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO Gilberto Gomes Ribeiro Francisco Edson de Lucena Feitosa IMPORTÂNCIA A infecção do trato

Leia mais

citrato de sildenafila

citrato de sildenafila citrato de sildenafila Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A. Comprimido revestido 50mg e 100mg citrato de sildenafila Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999 APRESENTAÇÕES citrato de sildenafila

Leia mais

Atendimento do Acidente Vascular Cerebral Agudo. Emergência HNSC

Atendimento do Acidente Vascular Cerebral Agudo. Emergência HNSC Atendimento do Acidente Vascular Cerebral Agudo Emergência HNSC SINAIS DE ALERTA PARA O AVC Perda súbita de força ou sensibilidade de um lado do corpo face, braços ou pernas Dificuldade súbita de falar

Leia mais

Drenol hidroclorotiazida. Drenol 50 mg em embalagem contendo 30 comprimidos. Cada comprimido de Drenol contém 50 mg de hidroclorotiazida.

Drenol hidroclorotiazida. Drenol 50 mg em embalagem contendo 30 comprimidos. Cada comprimido de Drenol contém 50 mg de hidroclorotiazida. Drenol hidroclorotiazida PARTE I IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO Nome: Drenol Nome genérico: hidroclorotiazida Forma farmacêutica e apresentações: Drenol 50 mg em embalagem contendo 30 comprimidos. USO ADULTO

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE TRATAMENTO DAS DOENÇAS CORONÁRIA E CAROTÍDEA CONCOMITANTE

ESTRATÉGIAS DE TRATAMENTO DAS DOENÇAS CORONÁRIA E CAROTÍDEA CONCOMITANTE ESTRATÉGIAS DE TRATAMENTO DAS DOENÇAS CORONÁRIA E CAROTÍDEA CONCOMITANTE MARCOS ANTONIO MARINO COORDENADOR DEPARTAMENTO DE HEMODINÂMICA, CARDIOLOGIA E RADIOLOGIA VASCULAR INTERVENCIONISTA CONFLITO DE INTERESSES

Leia mais

Distúrbios do Coração e dos Vasos Sangüíneos Capítulo14 - Biologia do Coração e dos Vasos Sangüíneos (Manual Merck)

Distúrbios do Coração e dos Vasos Sangüíneos Capítulo14 - Biologia do Coração e dos Vasos Sangüíneos (Manual Merck) Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade física adaptada e saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira Distúrbios do Coração e dos Vasos Sangüíneos Capítulo14 - Biologia do Coração e dos Vasos Sangüíneos

Leia mais

SAÚDE CONNECT 03.010 AUTORIZAÇÃO

SAÚDE CONNECT 03.010 AUTORIZAÇÃO SAÚDE CONNECT 03.010 AUTORIZAÇÃO AUTORIZAÇÃO... 2 1. INFORMAÇÕES COMUNS DAS GUIAS AUTORIZAÇÃO.... 2 2. GUIA DE CONSULTA... 7 3. GUIA DE SP/SADT... 9 4. PRÉ-AUTORIZAÇÃO DE SP/SADT... 13 5. ANEXO SOLICITAÇÃO

Leia mais

DIÁLISE TIPOS E INDICAÇÕES. Dr.Luiz Carlos Pavanetti Instituto do Rim de Marília

DIÁLISE TIPOS E INDICAÇÕES. Dr.Luiz Carlos Pavanetti Instituto do Rim de Marília DIÁLISE TIPOS E INDICAÇÕES Dr.Luiz Carlos Pavanetti Instituto do Rim de Marília SÍNDROME URÊMICA SINTOMAS SINAIS CLEARANCE DE CREATININA INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA Cuidados pré-diálise Controle de pressão

Leia mais

Co-Pressotec. Comprimido 10mg + 25mg e 20mg + 12,5mg

Co-Pressotec. Comprimido 10mg + 25mg e 20mg + 12,5mg Co-Pressotec Comprimido 10mg + 25mg e 20mg + 12,5mg MODELO DE BULA COM INFORMAÇÕES AO PACIENTE Co-Pressotec maleato de enalapril hidroclorotiazida APRESENTAÇÕES Comprimido 10mg + 25mg Embalagem contendo

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO. BenicarAnlo olmesartana medoxomila anlodipino

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO. BenicarAnlo olmesartana medoxomila anlodipino IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO BenicarAnlo olmesartana medoxomila anlodipino APRESENTAÇÕES BenicarAnlo é apresentado em embalagens com 7 comprimidos revestidos de olmesartana medoxomila e anlodipino (como

Leia mais