ROCK IN RIO O PRECURSOR DOS MEGAEVENTOS MUSICAIS UM CASE DE SUCESSO DO MARKETING DE ENTRETENIMENTO

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1 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS GRADUAÇÃO EM MARKETING STRICTU SENSO PROJETO A VEZ DO MESTRE ROCK IN RIO O PRECURSOR DOS MEGAEVENTOS MUSICAIS UM CASE DE SUCESSO DO MARKETING DE ENTRETENIMENTO Autora MARIANE JILEK Orientador PROF. CELSO SANCHES

2 OBJETIVOS Objetivo Geral A abordagem desta dissertação tem como objetivo o estudo de caso do projeto Rock In Rio como precursor dos megaeventos musicais, seu surgimento, sua profissionalização e as transformações que ocorreram na história deste mercado à medida que variáveis como a política, a economia, a tecnologia e o marketing interferiram neste processo. Objetivos Específicos Registrar as peculiaridades da indústria de megaeventos musicais; Analisar o comportamento mercadológico em relação às produções artísticomusicais; Discorrer sobre o Marketing Cultural e de Entretenimento como ferramenta de promoção cultural; Apresentar o poder econômico desta indústria Relatar as dificuldades de acesso a formações acadêmicas específicas e suas conseqüências; Desenvolver um documento que sirva de referencial teórico sobre o assunto.

3 AGRADECIMENTOS A todos os amigos que, de alguma forma me incentivaram e me ajudaram a investir em minhas pesquisas. Especialmente a João Carlos Ribeiro, grande executivo da mídia e do mercado de entretenimento que apostou em minha capacidade e me ofereceu as primeiras oportunidades profissionais, e a Luís Fernando Magliorca, introdutor do sistema FM no Brasil, que me aconselhou sabiamente a prosseguir na carreira investindo na formação multi-disciplinar.

4 DEDICATÓRIA Poucos têm a coragem e a confiança de criar e soltar seus filhos para o mundo e para a vida. Eu sou um desses filhos privilegiados! Dedico este texto, de todo o coração a minha mãe, Tania Mara Vilella, que lutou por mim (e comigo) desde a gestação, para que eu fosse acima de tudo uma guerreira. A minha avó Eunice Reis, que me ensinou a ser doce e orgulhosamente uma dona-de-casa, em meu lar. Ao meu padrastro, Roberto Barbosa e ao meu tio, Hyader Antônio Vilella que foram os homens mais presentes de minha vida.porém, dedico especialmente ao meu irmão Ivan Jilek, meu companheiro de infância e adolescência que choraria de orgulho em cima deste texto se ainda estivesse entre nós.

5 RESUMO A pesquisa ROCK IN RIO - O PRECURSOR DOS MEGAEVENTOS MUSICAIS, vem sendo estruturada, extra-oficialmente, desde 1994, a partir da percepção visível do crescimento e exploração do meio artístico-musical no Brasil. Este potencial foi comprovado recentemente por outra pesquisa, ECONOMIA DA CULTURA NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, organizada por dois núcleos de pesquisa da UFRJ, coordenados pela Profa. Heloisa Buarque de Hollanda em que foi constatada a expressividade da indústria cultural na geração de emprego e no PIB do Estado do Rio de Janeiro. Esta pesquisa originou o Seminário Economia da Cultura, realizado em 2001 na Academia Brasileira de Letras que, recentemente foi editado em livro, Economia da Cultura A força da indústria cultural no Rio de Janeiro. Tomando como base estes dados, serão abordados, cronologicamente, a criação e realização dos três megaeventos da série Rock in Rio, seu desenvolvimento, profissionalização e as principais conseqüências sociais, econômicas e políticas oriundas desta evolução. Será registrada a multiplicação do alcance destes espetáculos quando, em sua maior escala, transmitido por diversos suportes digitais (rádio, tv, internet...). Será abordado com relevância, a solidificação da uma marca, seu valor, efeitos e desdobramentos, que afetam diretamente a economia da cultura e o marketing cultural regional. O marketing transforma um espetáculo em produto, e este tem sua função de entretenimento maximizada. Ao espectador não cabe mais a simples tarefa de apreensão cultural, mas sim de consumidor, diante da enorme gama de produtos que impingem o valor comercial agregado à ação inicialmente cultural. Mariane Jilek, jornalista e pesquisadora cultural. Serão investigados os processos de produção de espetáculos musicais, os profissionais e o mercado que os cerca e movimenta. Partindo do pressuposto que um espetáculo se produz com corpos profissionais distintos e complementares; o

6 artístico-musical, o de marketing (publicidade, propaganda e comercial), e o operacional (produção). O fato de não haver no sistema de ensino vigente habilitações convergentes com o processo de trabalho de megaproduções, a capacitação adequada destes profissionais é quase inexpressiva em comparação à demanda existente neste mercado. Justifica-se assim, mais uma vez neste ponto, a necessidade de um registro histórico preocupado não apenas com questões mercadológicas mas de formação e observação social, considerando-se ser este um segmento em evolução e influenciador direto do comportamento social de gerações distintas.

7 METODOLOGIA Para o planejamento metodológico desta pesquisa, as etapas de estruturação serão divididas da seguinte forma: 1. Pesquisa Bibliográfica Levantamento bibliográfico detalhado: livros, artigos, vídeos, sites, filmes e documentários acerca do tema. 2. Plano de Estudo O material selecionado na etapa anterior será dividido em assuntos e, os materiais de referência específicos, serão estudados e avaliados isoladamente de forma a dar subsídios às primeiras análises da pesquisa. 3. Registros Em paralelo ao aprofundamento bibliográfico do tema serão realizadas entrevistas com profissionais atuantes afim de registrar suas vivências e declarações. Serão documentados registros de processos de produção de espetáculos musicais, desde sua concepção até a pós-produção destes. 4. Análise de material e produção textual Posteriormente, através de cruzamentos cronológico das informações coletadas, as análises oriundas do período de estudo constituirão o corpo textual do projeto. 5. Relatório Final Tomando como base todo o processo de estudo será desenvolvido em texto uma monografia como resultado desta pesquisa acadêmica.

8 6. Cronograma Meses / Atividades Pesquisa Bibliográfica Plano de Estudo Registros Análise e Texto Finalização Entrega X X X X X X X X X X X X X X X X X X X

9 INTRODUÇÃO A música tem a imensa capacidade de sensibilizar e tocar a alma das pessoas. As pessoas vivem sem dinheiro, sobrevivem com fome, mas não vivem sem esperança e a música é um ingrediente fantástico para produzir esperança. Roberto Medina, em Economia da Cultura A força da Indústria Cultural no Rio de Janeiro O Brasil ainda é um país carente de catalogação acadêmica e análise crítica acerca das artes, quando a temática envolve produção cultural em música nossa bibliografia é quase inexpressiva. Fato identificado, a produção de publicações acerca do registro histórico de uma expressão caracterizada como uma das maiores identidades culturais do povo brasileiro, como é a música, por si só se justificaria mas esta proposta vai além e pretende questionar e registrar diversos fatores que influenciaram a transformação desta arte em uma indústria. Serão abordadas questões polêmicas que influenciaram diretamente a transformação de shows artísticos, elevando-os à condição de megaeventos, ao longo dos anos, como a política, a economia, a indústria, a tecnologia, o marketing, a mídia e o público. A postura crítica se fará necessária pois um dos objetivos consiste na sinalização da expansão agressiva e desgovernada desta indústria que, impulsionada por constantes avanços tecnológicos e facilidades políticas é responsável pelo sucesso ou fracasso não apenas de um cantor, grupo ou estilo musical, mas também de responsabilidade com a integração física do público, visto que, um evento mal planejado pode até acarretar sérios acidentes, com excesso de público, desabamento de palco, caos no tráfego, falta de estrutura de atendimento, falta de segurança entre outros. A evolução não se apresentou apenas como vilã, com a enorme demanda de espetáculos observados a partir da década de 80, o Brasil foi descoberto como potencial mercado consumidor e atualmente está inserido na rota de turnês dos principais artistas mundiais em diversos segmentos, do erudito ao popular.

10 Assim, usando como exemplo o caso do festival Rock In Rio, esta pesquisa irá registrar em uma dissertação criteriosa e embasada, todos os processos histórico-evolutivos dos eventos musicais, as etapas necessárias para a realização de um espetáculo em sua mais alta complexidade, abrangendo desde o momento da concepção até a coleta, organização e análise dos resultados obtidos direta e indiretamente.

11 1. A HISTÓRIA Vinte anos depois nós teríamos o nosso Woodstock! Nelson Motta, Noites Tropicais. Ed Objetiva. Assim caracterizou o Rock in Rio I, o comentarista do evento, Nélson Motta, um dos produtores musicais brasileiros de maior ascensão e respeito. O Brasil estava vivendo a ressaca de 20 anos de ditadura política, onde vivemos muitas perdas, baixas e exílios. A educação e as artes foram duramente golpeadas neste período, os grandes intelectuais foram reprimidos e os artistas, sempre vistos como um bloco da resistência anti-militarista, observados de perto e, os mais ameaçadores foram exilados. Na década de 60, o povo brasileiro, principalmente cariocas e paulistas, viviam o apce da Bossa Nova, com sua malemolência, ingenuidade e sedução, que viriam por terra com o arrouxo da ditadura. O universo musical assumiu a resistência; as letras denunciavam, as vozes encorparam, os coros urravam e os shows começaram a ficar grandes demais para pequenos palcos. Com o crescimento dos festivais, os shows pularam dos teatros para os ginásios e, mesmo precariamente, começou aí o caminho brasileiro da indústria dos Megaeventos Musicais. Em 1985, o povo estava eufórico com a candidatura de Tancredo Neves à presidência, vivendo a esperança da abertura política. Foi neste quadro social que vimos anunciar, numa área ao ar livre em Jacarepaguá, o primeiro Rock in Rio. Produzido pelo publicitário Roberto Medina o evento prometia ser monumental, com a presença de um elenco internacional jamais sonhados pelos brasileiros.

12 1.1 - Roberto Medina - O criador Os Medina são uma linhagem de empreendedores de sonhos. O pai, Abraham Medina foi um grande realizador, explorou positivamente todo o potencial do Rio de Janeiro para o turismo, com uma série de eventos que ficaram na história da cidade. Roberto Medina, o filho, tornou-se um publicitário de sucesso e, entre seus maiores feitos, trouxe para o Brasil, em 1980, Frank Sinatra. Num show inesquecível no Estádio do Maracanã, o grande Olhos Azuis, cantou para 170 mil pessoas, recorde de público pagante para um só cantor, até hoje no Guiness Book. Realizou memoráveis campanhas publicitárias para a Artplan Comunicação, agência da qual é presidente. Depois deste evento Roberto Medina foi contaminado pelo prazer de realizar sonhos e, se convenceu, de que nosso país tinha todos os atributos para entrar no circuito do show business internacional que, além de promover o intercâmbio musical gerava emprego e turismo.

13 2 - O ROCK IN RIO I - A CRIATURA Sonhei o Rock in Rio mas vivi o pesadelo para realizá-lo. Roberto Medina, Rock in Rio 1985 / 1991 Ed. Melhoramentos Produzir o Rock in Rio I, ao que pude perceber, foi algo parecido a caminhar dentro de sua própria casa numa condição de cegueira temporária; você conhece o ambiente, sabe onde estão os móveis mas mesmo assim tropeça a cada instante. Não havia referências mundiais para uma produção deste porte, no mundo todo nunca houve, até aquela data, um festival do porte do Rock in Rio. Era uma engrenagem gigantesca para colocar aquela cidade de pé e ainda tínhamos que desenvolver uma engenharia de marketing, de comunicação, de relacionamento com patrocinadores, de transmissão de TV extremamente sofisticada para compensar a falta de recursos da bilheteria, que representava 35% dos custos do evento. Roberto Medina, Rock in Rio 1985 / 1991 Ed. Melhoramentos DNA da Criatura A programação do Rock in Rio I começou com Ney Matogrosso, seguido por Baby e Pepeu Gomes, depois deles 100 mil metaleiros vaiaram nosso bom e velho Erasmo Carlos e, quando o ACDC subiu ao palco parecia que o mundo iria acabar, tamanha era a intensidade e euforia do público e dos artistas. A sensação era de que o chão iria se abrir ao meio. Não houve nada, a explosão foi apenas uma descarga de adrenalina coletiva engasgada por 20 anos. Houve ainda a apresentação de Whitsnake e fechando a primeira noite o Queen, inesquecível, com seu majestoso king Fred Mercury. O Festival era intitulado roqueiro, assim como a maioria de seu elenco estrelar mas parte dele era bastante eclética e multiestilística, a cara do nosso país. Ivan Lins, Elba Ramalho, Gilberto Gil, Al Jarreau, James Taylor e George Benson, foram o elenco Cool do festival, direcionado a um público adulto e

14 qualificado a noite foi emocionante, principalmente na apresentação de James Taylor em que o público cantou junto com ele quase todo o seu repertório. Domingo, dia 12, eu estava lá, rolei aquela enorme bola junto com a multidão que estava em êxtase assistindo a Blitz, de Evandro Mesquita, atração mais esperada daquela noite. Igualmente animada, a platéia vibrou com Paralamas do Sucesso, a exótica garota de Berlim - Nina Hagen, Lulu Santos, Go Go s e o roqueiro pop - Rod Stewart. Segunda-feira o nordeste antropofágico tomou conta do palco com Morais Moreira e Alceu Valença e uma segunda dose, George Benson e James Taylor. Terça-feira a mistura era um tanto estranha aos olhos do público, Kid Abelha, Eduardo Dusek, Barão Vermelho, ainda com seu polêmico Cazuza à frente, Scorpions e ACDC. Como esses públicos tão distintos se intenderam até hoje é um grande mistério. Choveu sem parar na quarta-feira e a Cidade do Rock virou lama, a maioria do público perdeu seus sapatos, se não literalmente ao menos cobertos pelo barro. O elenco era absolutamente eclético Paralamas, Morais Moreira, Rita Lee, Ozzy Osbourne e Rod Stewart. Quinta-feira, 17, replay, Alceu Valença, Elba Ramalho, Al Jarreau e, a única novidade da noite, os papas do rock progressivo YES. Dia 18 mais um replay eclético e dia 19, sábado, a polêmica noite do Metal. Os metaleiros eram os donos da festa, Pepeu e Baby, Whitesnake, Ozzy Osbourne, Scorpions e ACDC. No último dia do Rock in Rio I lá estava eu novamente, com minha mãe, meu padrasto, meu tio e meu amado e saudoso irmão. Cada um foi em busca de um elenco especial, minha mãe queria o Yes, assim como meu tio e meu padrasto, eu queria ver Blitz e B52 s, meu irmão Nina Hagen, mas todos curtiram e viveram de forma inesquecível todos os artistas da noite de encerramento. - Batalha I - Locação Robeto Medina nunca soube explicar o porque da escolha daquele espaço físico em Jacarepaguá, mas custou caro. A atual Cidade do Rock era um imenso

15 buraco, foram 71 mil caminhões de terra para nivelá-lo, três meses de aterro e mais seis meses de obras. Batalha vencida! - Batalha II - Elenco O Rock in Rio I foi uma guerra de muitas batalhas, entre elas a contratação do elenco foi a mais difícil. Medina construiu seu projeto, juntou seu exército de sonhadores, ao qual apelidou carinhosamente de Exército de Brancaleone, foi para Nova Iorque, fez 70 reuniões e recebeu 70 negativas. Mas a ajuda veio do experiente Lee Solters, empresário de Frank Sinatra, que ajudou Medina a convocar uma entrevista coletiva para anunciar o audacioso festival tupiniquim. No dia seguinte o Rock in Rio estampava as capas dos principais jornais americanos apontando o festival como o maior festival de rock do mundo. A partir daí os empresários do show business americano fizeram fila na porta do escritório Made in Brasil de Roberto Medina. - Batalha III - Estrutura Logística, foi a fórmula. Não dava para criar um projeto destas dimensões sem pensar em alimentação, tráfego, segurança, paz, estrutura de palco, som e luz. Tudo extremamente organizado, pensado, estudado, de forma a não promover o caos na cidade, e deu certo. No dia seguinte ao final do Rock in Rio, o governador Leonel Brizola, mandou botar abaixo a Cidade do Rock. O maior e melhor palco ao ar livre que o Brasil já viu, dezenas de banheiros, camarins, cabines, lojas, enfermarias, centrais elétricas e telefônicas. Toda a infra-estrutura que necessária para produzir grandes espetáculos com artistas nacionais e internacionais para grandes multidões transformada em terreno baldio.... Nélson Motta. Noites Tropicais, Ed. Alegro. Palco metros quadrados; Área mil m2; Energia suficiente para iluminar uma cidade de 180 mil habitantes.

16 - Batalha IV - A estréia "Todos numa direção, uma só voz, uma canção", estrofe da música tema do evento. Foram 5 shows por noite durante 10 dias, 90 horas, minutos de muita música e muita emoção. Em 11 de janeiro de 1985, numa sexta-feira, teve início o maior espetáculo da Terra. O Rock in Rio abriu pegando fogo.... Nelson Motta, Noites Tropicais. Ed Objetiva

17 2.2 Resultados No Rock in Rio I vimos uma quantidade de estrelas internacionais se apresentando como nunca visto antes no mundo, obviamente que este foi o marco histórico inaugural dos Megaeventos Musicais no Brasil. Isso não significa que escapou ileso de falhas, técnicas, de produção e programação, mas o mais importante foi sua realização. Este evento alçou o Brasil a rota internacional do show business, promoveu o país a mercado cultural ativo, passível de consumo de grande porte. Ficou claro que o público brasileiro era consumidor, voraz e disposto, após tantos anos de claustro e ditadura. Nós queríamos mais, nós queríamos tudo, aqui e agora!!! E assim, corremos desenfreadamente de encontro ao futuro, que para muitos já era passado, mas que pra nós sequer existia. Assim alçamos vôo aos Rock in Rio II e III. Resultados Estruturais Terreno 250 mil m2 Palco 5 mil metros quadrados - tinha 80 metros de boca de cena 3 palcos móveis Hospitality Centers 2 Fast Foods 2 de dimensões gigantescas Beer Garden 2 Shopping Centers 2 com 50 lojas cada Helipontos 2 Energia Suficiente para iluminar uma cidade de 180 mil Habitantes

18 Resultados de Consumo litros de bebidas em 4 milhões de copos sanduíches quilos de macarrão pedaços de pizza 800 quilos de gel para cabelo 75 milhões de cruzeiros em artigos promocionais camisetas do evento 500 mil maços de cigarro por dia 2.3 Patrocinadores Os parceiros que colocaram as suas marcas na Cidade do Rock, no Rock in Rio I, tiveram um retorno extraordinário - de visibilidade e de vendas. Durante os 10 dias do evento foram consumidos: 58 mil hamburgers - Mc Donald's vendeu, num só dia, e entrou para o Guiness Book of Records. Este ainda é o seu recorde de vendas até hoje.

19 3. ROCK IN RIO II No templo do futebol, o ritual do rock. Roberto Medina, o criador do Rock in Rio, foi seqüestrado em junho de 1990 e, por 15 dias, diante da violência humana em uma de suas máximas facetas, refletiu infinidades e, depois de liberto, re-descobriu valores fundamentais: a liberdade, a vida, a dignidade e a oportunidade. Uma semana depois de livre, Medina se depara com um patrocinador lhe oferecendo a oportunidade de reeditar o Rock in Rio, em outros moldes, em outras locações, já que a intransigência política havia dilacerado com a Cidade do Rock. Em meio a entraves políticos e dividindo atenções com a triste guerra do Golfo, o Rock in Rio II aconteceu. Foram 9 noites de shows com estilos variados; dance, pop, rocky, reggae, rap, axé, samba e heavy-metal. - Batalha I Locação O Rock in Rio II teve sua sede no maior estádio de futebol do mundo, o Maracanã. Claro que não foi assim tão fácil, numa miraculosa jogada política, depois de o projeto do evento montado, vendido e anunciado para a imprensa, um laudo técnico condenou o estádio; sua base estava ruindo. Nada que a bagatela de 50 milhões de cruzeiros reais, moeda da época, não pudesse resolver, por meio de uma obra descomunal. Medina reviu planos de marketing e comunicação, criou promoções e gerou expectativas para desviar o interesse de todos no problema estrutural, enquanto isso assumiu a obra e deixou o Maracanã pronto para receber o Rock in Rio II. - Batalha II Elenco Inserido internacionalmente no main stream, o Brasil havia passado a grande mercado do show business e, a equipe do RR não encontrou resistências entre os artistas internacionais em participar do Rock in Rio II.

20 ARTISTAS INTERNACIONAIS A-HA,, Blly Idol, Colin Hay, Debbie Gibson, Dee-Lite, Faith No More, George Michael, Guns N'Roses, Happy Monday, Information Society, INXS, Joe Cocker, Judas Priest, Lisa Stansfield, Megadeth, New Kids on the Block, Prince, Queensryche, RUN DMC, Santana e SNAP ARTISTAS NACIONAIS Alceu Valença, Capital Inicial, Ed Motta, Elba Ramalho, Engenheiros do Hawaii, Gal Costa, Gilberto Gil, Hanoi Hanói, Inimigos do Rei, Laura Finokiaro, Lobão, Moraes & Pepeu, Nenhum de Nós, Orquestra Sinfônica, Paulo Ricardo, Roupa Nova, Serguei, Supla, Titãs, Vid e Sangue Azul. - Batalha III Estrutura Na Segunda versão do Festival, a produção já pode contar com 50% de mão de obra e equipamentos nacionais. Fora 3 mil refletores, efeitos de raio laser, 500 mil watts de potência de som, um palco de 85 metros de frente com dois telões de 9 metros de altura por 7 metros de largura instalados nas laterais, três mil refletores iluminaram o estádio em que se utilizou watts de potência. - Batalha III - A estréia Dia 18 de janeiro de 1991, no estádio do Maracanã, estreou o Rock in Rio II, na voz do jamaicano Jimmy Cliff, amante e amado do público brasileiro. Seguido de Men at Work, do lendário Joe Cocker, que relembrou os áureos anos 60/70 e, encerrando a primeira noite, o estroboscópico Prince. Com um elenco não menos estrelar, o Rock in Rio II seguiu com mais 8 noites de rock, pop, rap, axé e outros ritmos. Na última noite, Medina deu os primeiros sinais de seu interesse pelas questões sociais utilizando a música como ferramenta, levou ao palco a bateria da escola de samba Mocidade Independente de Padre Miguel fazendo duo com a

21 escola Flor do Amanhã, formada por crianças de rua. A canção principal foi Era um garoto que como eu amava os Beatles e os Rolling Stones, que se tornou um hino pela paz, cantado pela enorme multidão presente e contrária à guerra do Golfo. Ao se encerrar o Rock in Rio II Medina estava feliz com os resultados mas passou por um enorme momento de reflexão e questionamento em que percebeu que queria, para o evento seguinte, mais do que show, luzes e câmera. Ele queria ação, social de preferência, mobilização, integração, quis um Rock in Rio Por um Mundo Melhor. 3.1 Resultados O público era menor, 700 mil pessoas, porém 580 milhões assistiram ao espetáculo pela TV. Neste momento a mídia mais importante do planeta nestes tempos, entra nessa história como agente transformador e multiplicador, do ponto de vista financeiro, ideológico e de marketing. Resultados Estruturais Os principais resultados estruturais deste Rock in Rio foi o próprio fato dele ter sido realizado, dentro do maior estádio de futebol do mundo, após uma reforma apoteótica. Resultados de Consumo 700 mil pessoas (público presente) 580 mil espectadores via tv 88 mil fatias de pizza 130 mil cachorros quentes 521 mil copos de bebida 98 mil sanduíches 200 toneladas de lixo 3. 2 Patrocinadores Coca-Cola Medina tingiu de azul a marca da empresa, a onda;

22 Correios Criou um selo especialmente em comemoração ao Rock Nacional;

23 4. ROCK IN RIO III Por um Mundo Melhor Noventa e dois milhões de pessoas em todo o país, três mil emissoras de rádio e 522 de TV ficaram em silêncio, por 3 minutos, às 19 horas do dia 12 de janeiro de 2001, Por um Mundo Melhor. Este foi o maior movimento de comunicação já realizado no mundo. Cumprindo o desejo de Roberto Medina em fazer de um festival mais do que um espetáculo de música, o Rock in Rio Por um Mundo Melhor foi um marco em vários aspectos, mas principalmente no marketing social. A doação de 5% de todo o dinheiro arrecadado no evento ( R$ ,00) para a ONG Viva Rio e a UNESCO, proporcionaram a 3 mil jovens concluir o primeiro grau (ensino fundamental) nas turmas criadas com a verba. Outras milhares de pessoas também foram beneficiadas por 29 projetos financiados pelo festival em todo o Brasil. Foram sete dias de música, emoção, energia, solidariedade e alegria, num total de 280 horas de espetáculo, apresentados por 169 bandas. A Cidade do Rock recebeu 1 milhão e 235 mil pessoas durante o festival, e o mais importante; não foi registrado nenhum acidente grave durante todo o Rock in Rio Por um Mundo Melhor. A cada dia, 17 mil pessoas foram credenciadas para trabalhar, entre estes 800 eram profissionais da imprensa, e eu era um destes. Em 2001 eu era editora de cultura e comportamento do site Juntos.com, um dos vários tentáculos da holding de comunicação Cisneros, da Venezuela. Alternando 2 equipes fizemos a cobertura de todo o festival. Trabalhei intensamente, antes, durante e depois do evento. Fiquei impressionada com a monumentalidade da estrutura assim que chegamos mas só tive a real noção no dia seguinte, quando minhas pernas mal se moviam, tamanha a dor que eu sentia devido a fadiga extrema. No auge da adrenalina e no desespero em acompanhar e entrevistar a maior quantidade de artistas e shows possíveis, atravessei infinitas vezes toda a área, de um palco ao outro. Um dia depois de encerrado o evento, caí doente, mas nunca, nem sequer durante meus delírios em meio a 41 graus de febre me

24 arrependi de um momento sequer, tanto que o evento foi a fonte de inspiração para esta pesquisa. O Palco Mundo concentrava as atrações principais, com maior número de público. Algumas realmente mereciam estar lá, outras nem tanto, entre os nacionais os destaques foram a explosiva e provocativa Cássia Eller que, além de cantar e tocar com enorme vigor, não perdeu a chance de levantar a blusa e mostrar os seios, o eterno Barão Vermelho, a vigorosa Daniela Mercury, a suingada Fernanda Abreu, o querido IRA, o rei do frevo Morais Moreira, os porradeiros do Sepultura, os arretados Elba & Zé Ramalho e os charmosos do Capital Inicial. Um destaque que vale ser lembrado foi o da excelente apresentação de Sandy & Jr. que, apesar de terem sua escalação criticada, deram um banho de profissionalismo na noite Teen. Entre os internacionais, os unânimes James Taylor, Sting, REM, Neil Young e Red Hot Chili Pepers e os tradicionais representantes do barulho Iron Maiden e Guns N Roses. Claro que não faltaram fiascos e críticas, como o Play-Back (dublagem de sí mesmo) de Britney Spears, a inexpressividade do Pato Fu, o deslocamento dos Engenheiros do Hawaí, entre outros, a briga mal explicada com os J.Quest e Skank que os deixou fora do festival. A Tenda Brasil foi um sucesso, para felicidade de Jeff Bandeira Coordenador da Tenda. Foram realizados 58 shows nesta tenda muitos artistas que alí se apresentaram mereciam estar no palco principal e vice-versa. A Tenda Por Um Mundo Mundo Melhor foi apelidada de Tenda da Paz, palco de debates inimaginados sobre temas como Fé e Espiritualidade, Tecnologia e Globalização, Qualidade de Vida, Desenvolvimento Sustentável, Música, Artes, Esporte, Paz. Entre os palestrantes nomes como José Ramos Horta; prêmio Nobel da Paz em 96, Maurice Strong; Sub-secretário Geral da ONU (à época), nosso mago escritor Paulo Coelho, o teólogo Leonardo Boff além de atletas, representantes de ONGS, artistas e muitos outros, pois a tenda ficava lotada até encerrar sua programação diária. Se o brasileiro é um povo multiracial, a Tenda Raízes tomou emprestado o conceito de povo brasileiro para inspirar sua criação e elenco. Os artistas eram

25 quase desconhecidos da maioria do público comum, mas deliciosas surpresas se revelaram aos que acompanharam as 23 ecléticas atrações, como o sanfoneiro pernambucano Targino, os irlandeses do Dervish, as meninas filandesas do Varttina, o maestro Ray Lema, um dos nomes mais importantes da música africana. Uma verdadeira experiência lisérgica (sem LSD), essa é a melhor definição que eu posso dar da Tenda Eletro. Entre batidas Trance, Drum n Bass, Techno, e Hip-Hop, apresentaram-se 23 grandes DJs, nacionais e internacionais como Rica Amaral, o nova-iorquino Kool Herc, o alemão Westbam, o inglês Trick e o nosso premiado Marky Marky. Apesar de, a maior lotação de público/dia ter sido a da noite do encerramento (250 mil pessoas), guardei uma lembrança que me impressionou bastante da noite de 14 de janeiro. Havia uma multidão impaciente, que por sinal odiou o show do OASIS, aguardando e gritando pelos Guns N Roses, já bastante atrasados. Minha equipe estava posicionada no meio do terreno, em frente ao Palco Mundo, numa distância bastante longa dos portões, considerando os equipamentos pesados que carregávamos, como câmeras, equipamentos de som, luz e afins. Assim que Axl Rose pisou no palco o coro de urros, gritos e assobios foi ensurdecedor mas quando ele cantou, a massa começou a pular com toda a força e, qualquer coisa que estivesse acima ou abaixo do gramado, trepidava. Tive a sensação de que se abriria um enorme buraco no chão que dragaria a todos nós, parecia um terremoto. Na dúvida, juntei meu povo e, com muito cuidado, fomos nos retirando, afinal a cortina de terra fruto do polgo (pulação) nos impediria de gravar. Sensações à parte a Cidade do Rock manteve-se em pé, e o melhor, sem qualquer ocorrência desastrosa. - Batalha I - Locação Enfim a equipe do Rock in Rio conseguiu retornar ao seu espaço original, a Cidade do Rock, o terreno de 150 mil metros quadrados, em Jacarepaguá.

26 Construir tudo em cinco meses foi um recorde, dada a complexidade da obra, disse Roberto Kreimer, engenheiro que desenhou e dimensionou todas as instalações da Cidade do Rock. Uma equipe de 2000 pessoas construíram palcos, áreas vip, camarins, shoppings, praças de alimentação, cyber space, centro de imprensa e um muro de 2 km com 3 metros de altura. - Batalha II Elenco ARTISTAS INTERNACIONAIS AaronCarter, Beck, Britney Spears, Dave Matheus Band, Deftones, Five, Foo Fighters, Guns n Roses, James Taylor, Neil Young, N Sync, Oasis, Papa Roach, Queens of The Stone Age, Iron Maiden, Red Hot Chili Peppers, REM, Sting, Sheryl Crow e Silver Chair. ARTISTAS NACIONAIS Barão Vermelho, Capital Inicial, Carlinhos Brown, Cássia Eller, Daniela Mercury, Elba Ramalho, Engenheiros do Hawai, Fernanda Abreu, Funk n Lata, Gilberto Gil, Ira, Ultraje a Rigor, Kid Abelha, Milton Nascimento, Moraes Moreira, O Surto, Pato Fu, Pavilhão 9, Sandy & Junior, Sepultura e Zé Ramalho. - Batalha III Estrutura O volume de público e o número de artistas não permitiam improvisos, foi exigido um esquema de organização impecável desde a obra de construção até detalhes como sanitários químicos e latas de lixo tinham de ser calculados com precisão. A logística foi considerada um fator estrutural, tamanha era a responsabilidade em administrar e integrar todos os setores de produção. O terreno foi dividido em 8 quadrantes, administrados como sub-prefeituras.

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