O Papel do Professor de Educação Física na Prevenção de Lesões em Atletas

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1 1 O Papel do Professor de Educação Física na Prevenção de Lesões em Atletas Resumo: O professor de Educação Física tem uma grande importância na prevenção de lesões em atletas, se o mesmo respeitar os princípios científicos da periodização e do treinamento desportivo, com base em um programa de condicionamento físico, ressaltando as formas de solicitação motora do atleta como a flexibilidade, resistência cardiovascular, força e a propriocepção, acompanhado de teste, exames e controles necessários para a quantificação do treinamento, juntamente com um apoio multidisciplinar, não só no período de preparação e sim como parte constante de todo programa de treinamento, além de fazer com que o atleta obtenha uma peak mais prolongado, suportando maiores cargas de trabalho, conseqüentemente melhorando seu desempenho, as chance do mesmo obter uma lesão diminui bastante, possibilitando um alto nível de rendimento e performance do atleta sem que o mesmo se afaste dos treinamento e das competições devido as lesões, garantindo a saúde e a integridade física e mental do atleta. Pois o atleta não mais é visto como um feixe de músculos, ossos e nervos, mas sim como um ser social. Palavras-chave: condicionamento físico; quantificação do treinamento; prevenção de lesões. De modo geral os programas e as políticas publicam de prevenção, no mundo todo, vem crescendo muito nas ultimas décadas. Como já dizia o ditado mais vale prevenir que remediar. Embora este ditado seja verdade, muitos de nós só procuramos cuidados médicos apenas quando a lesão ou doença ocorrem. Segundo Schenck Jr. (2003) nosso sistema médico presta mais atenção ao remédio que à prevenção. Como consumidores de atendimento médico, procuramos o sistema médico quando ocorre uma doença ou lesão. Desde a infância, aprendemos a consultar um médico quando estamos doentes, não quando estamos bem. O Sistema educacional médico enfatiza o diagnostico e o tratamento de doenças e lesões. (SCHENCK, 2003, p. 42). Muitos estudos e trabalhos são realizados no mundo todo, com o enfoque em programas e atividades de prevenção de doenças e lesões. Em específico podemos citar dois estudos já realizados de duas doenças bastante conhecidas, as sexualmente transmissíveis (DST) e o câncer. Benzaken AS et al (2007) realizou um estudo de intervenção de base comunitária para a prevenção das DST/Aids na região amazônica, no Brasil, em que se observaram a diminuição das taxas de incidência das principais síndromes de DST e a manutenção em baixo nível da epidemia de HIV/Aids, devido a programas e atividades de prevenção. Outro estudo também já realizado pela Organização Nacional do Câncer, segundo Schenck Jr. (2003), concluíram que: Recentemente, organizações nacionais do câncer concluíram que a diminuição da mortalidade por esta doença é atribuída quase que exclusivamente às atividades de prevenção e os protocolos de tratamento, que receberam maior parte dos fundos disponíveis, pouco fizeram para afetar as taxas de sobrevivência ao câncer. (SCHENCK, 2003, p. 42). Nas práticas esportivas isso não é diferente. Para que os Treinadores Desportivos não percam seus atletas para as lesões, existem vários programas de condicionamento

2 2 físico para prevenir lesões. Segundo Schenck Jr. (2003) os três componentes de condicionamento pré-temporada são: flexibilidade, resistência cardiovascular e força. Outros fatores também são bastante importantes que não podemos deixar de citá-los; potência, velocidade, agilidade e amplitude de movimento durante as atividades atléticas, recreativas ou ocupacionais. O valor desses componentes deve ser enfatizado junto aos atletas e técnicos e eles devem ser incluídos como parte constante de todo programa de treinamento e de prevenção de lesões. O Profissional de Educação Física deve estar apto a prestar os primeiros cuidados qualquer que seja a situação, reconhecendo as que ultrapassam o domínio das suas competências e saberes, orientando o atleta para o profissional da área da saúde mais adequado a situação. Segundo Dantas (1998) por melhor que fosse o técnico, ele nunca teria condições de executar todas as atividades, nem teria todos os conhecimentos necessários à consecução do treinamento. Como qualquer outro profissional, o campo de intervenção do treinador desportivo é delimitado, existem situações que deverão ser necessariamente avaliados por outros profissionais da área da saúde como, por exemplo, o fisioterapeuta, médicos, ortopedistas, psicólogos, nutricionistas, preparador físico, fisiologista do exercício e outros, a fim de prevenir, cuidar e tratar qualquer tipo de lesão ou doença para que os índices de desempenho da equipe e/ou atleta sejam alcançados com sucesso, constituindo assim uma comissão técnica. Um treinamento bem planejado e adequado irá promover mudanças e alterações fisiológicas nas formas de solicitação motoras do atleta, dentre elas podemos citar, um aumento da resistência cardiovascular, aumento da força, da flexibilidade, da coordenação, da velocidade e dentre outros. Porém, quando a carga de treinamento não é adequada, havendo um aumento excessivo e prolongado, no volume ou na intensidade do treinamento, e aplicado simultaneamente a uma inadequada recuperação, muitas das alterações fisiológicas positivas associadas com treinamento físico são revertidas ao sobretreinamento causando uma exaustão no atleta e provocando um declínio na sua capacidade de trabalho, como também pode incluir lesões musculares constantes, falta de apetite, perda de peso, diarréia, alterações no humor, irritabilidade, insônia, aumento da freqüência cardíaca basal e diminuição da capacidade de concentração e aprendizagem, etc., segundo Dantas (1998).

3 3 Para que este quadro de sobretreinamento não se instale no atleta e que os Treinadores Desportivos não percam seus atletas para as lesões, um condicionamento físico na pré-temporada (no período preparatório) tem que ser realizado respeitando os princípios da periodização do treinamento, através de exercícios de força, de flexibilidade, de resistência cardiovascular e exercícios proprioceptivos, antes de aumentar a intensidade das cargas do treinamento para reduzir o risco de lesões. bom A periodização e subdividida em três períodos: período de preparação, período de competição e período de transição. A periodização é uma estruturação do treinamento em que se da mais ênfase ao período de treinamento do que ao período de competição, pois é importante ter uma fase de preparação básica bem preparada, onde o volume predomina sobre a intensidade, para se obter o peak mais prolongado na época das competições, reduzir-se o risco de lesões e aumentar a capacidade de suportar maiores cargas de trabalho, segundo Dantas (1998). Depois uma preparação cardiopulmonar, neuromuscular e proprioceptiva bem feita o organismo do atleta estará apto a receber carga mais intensas a fim de possibilitar melhores performance. Porém, a questão é como trabalhar as valências físicas do atleta com maior segurança e eficiência, e não mais como um pseudo-cientificismo, subtreinando os atletas, possibilitando assim um trabalho com cargas altas e treinos exaustivos sem que o atleta entre em sobretreinamento ou se lesione. Pois segundo Dantas (1998), se for utlilizada uma intensidade fraca ou média não haverá efeitos de treinamento; se por outro lado, o treinamento for feito com a utilização de estímulos muito fortes, estar-se-á provocando o surgimento da exaustão....existe uma linha muito tênue entre um ótimo desempenho e uma diminuição crônica devida ao Sobretreinamento (ST) [...] Em contraste como (ST), o pré-sobretreinamento (PST) é uma diminuição do desempenho em curto prazo, mas que é acompanhada dentro de poucos dias por uma recuperação completa ou mesmo um aumento do desempenho físico (supercompensação). Assim muitos técnicos afirmam que é necessário induzir um estado de PST durante o processo de treinamento. (CUNHA et al. 2006, p.297) Segundo Dantas (1998), a presença do médico no dia-a-dia do treinamento aumentará a segurança e a interação dos membros da equipe, pois além do médico ter a prerrogativa de liberação ou veto dos atletas para as competições e fazer avaliações do estado de saúde dos atletas convocados (exames de pré-participação), o médico pode realizar teste e exames a pedido do técnico e do preparador físico a fim de obter controles necessários para quantificação do treinamento para prevenir aplicação de

4 4 cargas excessivas, respeitando a individualidade biológica de cada atleta, interagindo e trabalhando assim em uma equipe multidisciplinar. Dentre estes teste e exames, para se obter o controle necessário para a quantificação do treinamento o teste ergoespirométrico, este permite avaliar e determinar o consumo máximo de oxigênio e o limiar anaeróbio, sendo estes os principais indicadores para monitorar o treinamento, na medida e que são utilizadas a velocidade e a freqüência cardíaca do limiar anaeróbio para a indicação e diagnóstico do treinamento, assim sendo o técnico, e o preparador físico irão saber que seu atleta deve manter determinada velocidade para fazer um treinamento essencialmente aeróbio ou anaeróbio, de acordo com os objetivos do treinamento. Um outro procedimento muito utilizado na rotina no treinamento de atletas é o exame de lactato, que determina a dosagem da concentração de lactato no sangue. Este exame além de fornecer o limiar anaeróbio e informações altamente especifica sobre o estado de treinamento do atleta, como o teste ergoespirométrico, ele também pode ser usado, segundo alguns estudos, como um marcador bioquímico de sobretreinamento. No entanto, existe uma dificuldade, pois tanto no treinamento como no ST existe um deslocamento da curva do lactato para a direita; assim, é fundamental tentar dissociar os efeitos do treinamento dos efeitos do ST e para isso foi proposta a razão lactato/percepção do esforço. [...] Nesse caso, um controle do lactato poderia ser uma ferramenta importante na prevenção do ST, pois é uma técnica acessível e largamente usada no meio esportivo. (CUNHA et al. 2006, p.299) Outros marcadores bioquímicos muito utilizados são a glutamina plasmática, a atividades da creatina quinase e a uréia. Segundo Zoppi et al. (2003), seus estudos observaram-se uma queda significativa (p < 0,05) na atividade da glutationa redutase (GR) nas duas ultimas análises. Nesse mesmo período, a atividade da catalise (CAT) exibe aumento bastante significativo (p < 0,001) em sua atividade, ao longo de cinco meses de período competitivos em jogadores de futebol, à medida que a equipe atingia fases mais decisivas, que se exigia mais dos atletas. Segundo Cunha et al. (2006): A concentração de glutamina plasmática tem sido sugerida como um possível indicador de estresse devido ao treinamento excessivo, sendo que baixos níveis de glutamina plasmática são normalmente reportados em atletas com ST. A concentração plasmática de glutamina diminui após um exercício agudo ou prolongado, mas não após um exercício de alta intensidade e de curta duração. Já em relação com a atividade da creatina quinase e a uréia, segundo Tácito Pessoa de Souza Junior apud Azevedo e al. (2009, p. 6).

5 5 A avaliação da atividade da enzima creatina quinase tem sido muito utilizada, mas não como um marcador de overtraining (sobretreinamento) e sim como uma ferramenta para identificar um estágio recente de lesão muscular. Isso porque atletas bem treinados que realizam contrações musculares excêntricas não apresentam grandes aumentos na atividade da creatina quinase, mesmo que eles tenham dores musculares, talvez por ser resultado de uma lesão ou inflamação no tecido muscular conjuntivo. Por outro lado, o diagnóstico baseado na determinação da creatina quinase parece ser sensível e avalia um aumento do estresse muscular ou uma intolerância individual ao esforço muscular. Tem sido sugerido que a concentração de resíduos de nitrogênio no plasma sanguíneo (uréia e o ácido úrico) pode indicar uma diminuição das proteínas musculares, podendo assim ser um marcador de sobretreinamento (overtraining) por causa da sua associação com um estado catabólico. O maior problema é que o exercício agudo prolongado é associado com uma elevação temporária dos níveis de uréia e ácido úrico e ainda pode ser influenciado por uma dieta com ingestão de proteínas. Por esses motivos, a uréia, o ácido úrico e a cretina quinase não são parâmetros confiáveis para o diagnóstico definitivo do overtraining e nem de hipertrofia muscular. Porém nada como um acompanhamento nutricional bem adequado não resolva esse problema de excesso de uréia e acido úrico influenciado por uma ingestão de proteínas, interagindo ainda mais o trabalho de uma equipe multidisciplinar como foi dito anteriormente. O principal objetivo do treinamento desportivo é o máximo desempenho físico; no entanto, existe um limiar entre as ótimas adaptações do treinamento e as adaptações negativas do sobretreinamento. No momento não existe um simples marcador que possa prevê-lo; no entanto, um controle adequado do desempenho físico ainda é considerado o padrão-ouro na detecção do sobretreinamento. Marcadores hormonais, bioquímicos, imunes e psicológicos podem dar informações relevantes para um diagnóstico preciso e confiável para o sobretreinamento. Entretanto, ainda não existe um protocolo padronizado confiável para esse diagnóstico, mas tem sido sugerido um acompanhamento em longo prazo do desempenho físico e do equilíbrio entre o metabolismo anabólico e catabólico; (CUNHA et al. 2006, p. 301). No entanto, segundo Dantas (1998), caberá ao treinador a principal responsabilidade na prevenção de lesões/sobretreinamento e na quantificação do treinamento, interagindo assim em uma equipe multidisciplinar, pois existem situações que deverão ser necessariamente avaliados por outros profissionais da área da saúde. O bom treinador não se limita, unicamente, a acompanhar o treinamento. Na verdade, ele procura, a todo momento, conhecer seu atleta, o mais intimamente possível, como se estivesse dentro dele. Dessa forma, será o treinador o primeiro a perceber as alterações assintomáticas ocorridas no atleta, indicando que está num processo de soretreinamento. (DANTAS, 1998, p. 47) CONSIDERAÇÕES Contudo, se o Profissional de Educação Física respeitar os princípios científicos da periodização e do treinamento desportivo, com base em um programa de

6 6 condicionamento físico, ressaltando as formas de solicitação motora do atleta como a flexibilidade, resistência cardiovascular, força e a propriocepção, acompanhado de teste, exames e controles necessários para a quantificação do treinamento, juntamente com um apoio multidisciplinar, não só no período de preparação e sim como parte constante de todo programa de treinamento, além de fazer com que o atleta obtenha uma peak mais prolongado, suportando maiores cargas de trabalho, conseqüentemente melhorando seu desempenho, as chance do mesmo obter uma lesão diminui bastante, possibilitando um alto nível de rendimento e performance do atleta sem que o mesmo se afaste dos treinamento e das competições devido as lesões, garantindo a saúde e a integridade física e mental do atleta. Pois o atleta não mais é visto como um feixe de músculos, ossos e nervos, mas sim como um ser social, que segundo Dantas (1998), além dos aspectos biológicos, é também muito importante cuidar dos aspectos psicológicos do atleta. REFERÊNCIAS AZEVEDO, P. H. S. M. et al. Treinamento de Força e Hipertrofia, Brazilian Journal of Biomotrícity, v.3, n.1, p.02-11, BENZAKEN AS, GARCIA, E. G. SARDINHA, J.C.G., et al. Intervenção de base comunitária para a prevenção das DST/Aids na região amazônica, Brasil, Ver. Saúde Públicas 2007;41(Supl.2): DANTAS, Estélio H. M., A Prática da Preparação Física, 4ª Edição, Rio de Janeiro: Shape, CUNHA, G. S. et al. Sobretreinamento: teorias, diagnóstico e marcadores, Revista Brasileira de Medicina do Esporte, vol. 12, nº. 5 set/ out KISS, Maria Augusta P., Avaliação em Educação Física: aspectos biológicos e educacionais, Editora Manole LTDA, São Paulo, SILVA, A. S. R. et al. Compreendendo o Overtraining no Desporto: da definição ao tratamento, Revista Portuguesa de Ciências do Desporto, vol. 6, Nº 2, Maio-Agosto SCHENCK JR., Robert C. Medicina Esportiva e Treinamento Atlético, Edição 1. Editora Roca ZOPPI,C. C. et al. Alterações em Biomarcadores de Estresse Oxidativo, defesa antioxidante e lesão muscular em jogadores de futebol durante uma temporada competitiva, Revista paul. Educ. Fis, São Paulo, 17(2): : jul./dez, 2003.

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