Palavras-chave: educação infantil brasileira; complexidade; história; política.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Palavras-chave: educação infantil brasileira; complexidade; história; política."

Transcrição

1 ERA UMA VEZ OU AGORA É A VEZ DA EDUCAÇÃO INFANTIL? VILHENA, Sylvia Paula de Almeida Torres PETRAGLIA, Izabel Cristina * O objetivo deste trabalho é apresentar um panorama da educação infantil no país, notadamente a partir da última Constituição da República Federativa do Brasil (1988), tendo como referência as mudanças sócio-econômicas e políticas ocorridas desde então. As diferentes denominações utilizadas para designar as entidades voltadas para a criança pequena, bem como os termos escolhidos nos diplomas legais, fazem-nos supor conflituosidade no entendimento e/ou diferenciação conceitual. Este trabalho parte de uma retrospectiva histórica, buscando evidenciar a gama diversificada de instituições, seus conceitos e significados, e as diferenciações entre os profissionais que nela atuam e que coexistem nos dias atuais. As aspirações populares pela democratização à educação infantil pública encontram dificuldades de realização, tanto pela heterogeneidade das práticas nos serviços oferecidos, como na própria reestruturação do governo que, buscando a implementação de um Estado mínimo, pode lançar mão de estratégias que revertam no rebaixamento da vivência da infância período único, não adiável e efêmero da vida humana. A partir desta exposição, oferecem-se fatos e pontos para reflexão, com vistas a favorecer esclarecimentos sobre este nível educacional, recém incluído, formalmente, na educação básica. Pretende-se, assim, colaborar na construção de um caminho que, evitando a homogeneização das particularidades, consiga amalgamar uma política identitária nacional para a educação infantil. Palavras-chave: educação infantil brasileira; complexidade; história; política. * Professora Doutora do Programa de Mestrado em Educação da UNINOVE e Coordenadora do Núcleo Interinstitucional de Investigação da Complexidade NIIC

2 ONCE UPON A TIME OR IS IT TIME NOW FOR CHILD EDUCATION? The objective of this paper is to present a panorama of child education in our country, specifically as of the latest Fundamental Law of the Federative Republic of Brasil (1988), using social, political and economical changes occurred since then as reference. Varied denominations used to designate entities dealing with the small child, as well as phrases chosen on legal certificates, lead us to the supposition that there is a kind of conflict as to the concept s understanding and/or differentiation. This work starts with a historical retrospective, and tries to render clear the diversified array of institutions, their concepts and meanings, and the differentiation among professionals working in the area which are present in our time. Popular aspirations for democratization of public child education find difficulties to be accomplished, as much for the heterogeneity of practices in offered services, as in government reorganization itself, that, in search of implementing a minimum State, can use strategies that result in degradating child experience - a unique period in human being s life, not postponable and transitory. Based on this exposition, we offer facts and issues for reflection, aiming at making easier to clarify this education level, which has been recently formally included in the basic education. Thus we aim at cooperating with the construction of a road that, avoiding homogenization of particularities, succeeds in amalgamating a national identification policy for child education. Key-words: Brazilian child education; complexity; history; policy.

3 ERA UMA VEZ OU AGORA É A VEZ DA EDUCAÇÃO INFANTIL? A partir da promulgação da Constituição da República Federativa do Brasil, em 1988, e do Estatuto da Criança e do Adolescente, em 1990, a sociedade passou a voltar um pouco mais sua atenção para as crianças menores de 7 anos. Até então, era um assunto mais afeto aos interesses de mães, de muitos discursos e ações intermitentes no âmbito político e motivo de dispêndio de seis meses a um ano em orientações a futuros professores nos cursos de magistério e alguns de pedagogia. A inclusão da educação infantil enquanto primeiro momento da educação básica, em 1996 (Lei de Diretrizes e Bases), firmou uma nova posição desse segmento. Cada vez é maior o número de livros, dissertações e teses que versam sobre a criança pequena de 0 a 6 anos e 11 meses. Há ponderações sobre fundos de investimentos em educação que incluam dessa faixa etária; cresce o número de organizações não-governamentais (ONG s) voltadas aos cuidados dessas crianças; nota-se a preocupação acadêmica e política na formação específica de profissionais que irão atuar junto ao segmento infantil. Enfim, assiste-se a um interesse que, aparentemente, busca realmente conhecer, cuidar, investir em educação infantil. Entende-se, contudo, que, ao abarcar crianças com grandes diferenças, do ponto de vista físico, psicológico, cognitivo, social, sob a denominação educação infantil, pode-se estar simplificando algo irredutível. Observa-se, mesmo em diplomas legais, a dificuldade para nominar e, por que não dizer, categorizar as instituições dedicadas à faixa etária em foco: berçário, hotel, jardim-de-infância, escola maternal, creche, escola de educação infantil, préescola. Cada uma dessas denominações traz consigo significado vinculado à própria história e desvela o imaginário dos nomeadores, suas concepções de infância, de epistemologia, de finalidades da instituição, seus valores, suas intenções políticas, econômicas e educacionais. Pretende-se, com o texto, apresentar uma visão panorâmica da situação da educação infantil pública brasileira nos últimos quinze anos. Valendo-se de pesquisa bibliográfica nas obras de autores dedicados a estudos dos aspectos concernentes ao tema: história da educação infantil, pensamento complexo, política social e econômica, busca-se evidenciar a complexidade contida na denominação educação infantil e, simultaneamente, colaborar com o entendimento da atual prestação de serviço público à faixa etária em questão: crianças de 0 a 6 anos, uma vez que ainda é escassa a bibliografia disponível sobre o assunto. NUM MESMO SACO, TANTOS GATOS DIFERENTES... Pouca diferença se nota em termos de potencial intelectual, social ou físico entre duas pessoas com dez anos de diferença se, por exemplo, uma tem 26 e a outra, 36 anos. Já na adolescência, quatro anos de diferença, supondo-se indivíduos de 13 e 17 anos, traz consigo possibilidades físicas e sociais bastante diversas. Sabemos, intuitivamente, que, quanto mais baixa a faixa etária, menores diferenças de idade implicam maiores diferenças na relação do indivíduo com o mundo.

4 Essa nota introdutória busca chamar a atenção para as grandes diferenças contidas entre os indivíduos na faixa etária compreendida pela assim chamada educação infantil, o que estará subjacente às diversas nomenclaturas utilizadas ao longo de sua história. Também implicará refletir quais profissionais são necessários e que formação específica deve qualificados. Por último, mas não menos importante, em vista de tais diferenças, instiga-se a ponderar sobre a dimensão e constituição física da instituição, a viabilidade do atendimento conjunto desta faixa etária, o currículo a ser adotado, as custas implicadas, as demandas da sociedade pelo atendimento da criança em período integral, a alfabetização, ou não, da criança e, finalmente, o cotejamento desses aspectos em relação às políticas públicas instituídas. Compreende-se que, no decorrer da exposição, se fará mais clara a distinção entre creche e jardim-de-infância, escolas de educação infantil, não só no que concerne a suas origens históricas, mas de que maneira são formadas suas estruturas. Conquanto similares em alguns aspectos históricos, essas instituições ainda se apresentam discutindo questões básicas relativas à assistência, guarda ou educação, que, a nosso ver, deveriam também ser remetidas ao ensino fundamental, já que a criança de 7 anos ou mais requer cuidados semelhantes, conforme preconiza o Estatuto da Criança e do Adolescente ECA. FAMILIARIZANDO-NOS COM A EDUCAÇÃO INFANTIL BRASILEIRA Ainda que Fröbel, fundador do jardim-de-infância (Alemanha, 1840), preconizasse a educação desde a mais tenra idade, o atendimento a bebês e crianças bem pequenas (até, mais ou menos, os três anos de idade), era, praticamente, inviável, dados os altos riscos dos índices de mortalidade, de doenças e o problema com o aleitamento. É na década de 1870, com os avanços da microbiologia, que a creche, criada na França em 1844, encontra condições para se expandir e internacionalizar sua experiência (Kuhlmann Jr., 2000). No Brasil, durante o império, essas idéias foram divulgadas em jornais e se criou a Associação Protetora da Criança Desamparada. Nos primórdios da República, criaram-se as primeiras instituições onde crianças de 4 a 6 anos eram atendidas por profissionais da educação, em jardins-de-infância ou escolas maternais. Em 1921, contam-se quinze dessas instituições, passando a 47, já no ano de 1924, distribuídas por várias capitais e algumas cidades do país (Kuhlmann Jr., 2000). O modelo pedagógico de Fröbel implicava o cultivo da polidez, da ordem e da estética, com o intuito de uma boa formação moral e cidadã. Para tanto, os exercícios eram regrados e conduzidos pela professora. Cabia a ela fazer aflorar as qualidades pessoais infantis, daí o uso do termo jardineira para a profissional que lidava com crianças pequenas. Desde o início do século, as idéias norte-americanas passaram a ter grande destaque, difundindo-se a concepção da assistência científica, cujo foco da proposta era, basicamente, a alimentação e a higiene, vinculando-se à área da saúde. Entendia-se, também, que não seria atribuição do Estado gerir diretamente as instituições, mas caberia a esse repassar os recursos para entidades. Em 1920, a legislação paulista previa a instalação de escolas maternais, destinadas aos cuidados de filhos de operários (local de abrigo e alimentação). Explica-se o dispositivo legal pelo pioneirismo da industrialização no Estado. Em 1925, cria-se o cargo o de Inspetor de Creches e Escolas Maternais, sendo designada Joanna Grasse Fagundes, exprofessora jardineira e ex-diretora do Jardim-de-Infância Caetano de Campos, vinculado à escola de mesmo nome que, a par do Colégio Bennett, no Rio de Janeiro, eram modelos para a formação de professores em todo o Brasil.

5 Em termos de legislação federal, a Inspetoria de Higiene Infantil (criada em 1923) é substituída, no ano de 1934, pela Diretoria de Proteção à Maternidade e à Infância Ministério dos Negócios da Educação e Saúde Pública encaminhamento mais adequado à legislação trabalhista de 1932 (era Vargas), que previa creches nas empresas em que trabalhassem trinta ou mais mulheres. Em 1933, Teresina (Piauí) instituiu seu primeiro jardim-de-infância, vinculado à Escola Normal Antônio Freire, que contava com professores previamente aperfeiçoados no Rio de Janeiro. Logo nas primeiras décadas do século passado, algumas capitais deram, timidamente, seus primeiros passos na educação infantil: Belo Horizonte, Porto Alegre e outras. No ano de 1935, em São Paulo, vinculado ao gabinete do Prefeito e, a seguir, sob os cuidados do Departamento de Cultura (Mário de Andrade), criam-se os três primeiros Parques Infantis da capital. Cellula mater da futura Secretaria Municipal de Educação, o Parque Infantil, com proposta diferenciada, preconizava amplos espaços arborizados, muita recreação, atividades físicas e sociais, jogos, trabalhos manuais, músicas e danças folclóricas, horticultura e jardinagem (Miranda, 1941). Ao longo de sua história, tornar-se-ia a maior rede de atendimento à educação infantil da América Latina, comportando a demanda das crianças de 3 a 6 anos, geralmente em período integral, além das crianças entre 7 e 12 anos, em horário complementar (educação correlata), até meados da década de 70. As diversas ambientações e arquiteturas utilizadas, orientações técnicas, bem como as diferentes subordinações administrativas (Cultura, Esporte, Higiene e Educação), desvelam as concepções, o imaginário, enfim, as mudanças de mentalidade da política pública em relação à faixa etária em foco. Vinculadas a órgãos de assistência social e/ou saúde, mesmo buscando um trabalho educacional, a maioria das creches criadas no país, usualmente, foi fruto da iniciativa de entidades filantrópicas e/ou religiosas. Algumas outras, particulares, além desse vínculo, mantinham convênios com empresas e indústrias que, assim, buscavam na terceirização o cumprimento da lei. Vão assim, se complexificando as relações. Instaladas em casas ou edificações adaptadas, a partir da década de 70, as creches municipais estabeleceram-se em pequenas áreas, agora, com construção própria. De qualquer modo, a maioria recebeu e recebe subvenções públicas de uma ou mais dependências administrativas. Nos municípios, o que se constata, usualmente, é o vínculo direto das instituições que atendem crianças de 0 a 3 anos a órgão assistencial. Aos poucos, percebe-se a diferença constitutiva das entidades. As nomenclaturas e subordinações administrativas apontam para essas diferenças. As creches e escolas maternais (as primeiras, atendendo, muitas vezes, a crianças de até 7 anos) voltavam-se ao atendimento de crianças cujas mães, trabalhando fora de casa, não tinham com quem deixar seus filhos. Já os jardins-de-infância, parques infantis, pré-escolas... públicos ou privados, possuíam conotação primordialmente educativa, valendo-se de profissionais adequadamente especializados. Ainda que a maioria das mães que matriculavam os filhos nos parques infantis também trabalhasse, não havia essa exigência formal, nem de indicação de ganhos, como critério para o preenchimento das vagas, como era norma das creches para atender à demanda.

6 Prenúncios do que acabaria eclodindo na década de 80 fazem-se sentir já em 1963: jardins-de-infância entendidos como locus ideal para minimizar as derrotas dos alunos na primeira série escolar, germe do termo pré-escola (preparatória). Dizia Abi-Saber, na ocasião, que dez anos atrás, o Brasil possuía 753 Jardins da Infância, com professores e alunos, o que noutras palavras significa que tínhamos [1953] um aluno por habitantes. Lamentava a falta de parques infantis para atender à demanda, o que implicaria o prosseguimento do fracasso escolar. Como se vê, os reclamos são históricos, e o objetivo funcional do equipamento muda conforme outro problema maior e exógeno se levante. A retomada do conceito do espaço infantil para a vivência e desenvolvimento da criança, em seu momento, só se daria em fins da década de 80, ganhando forças com a LDB/96. A década de 70 é notória na história da educação infantil, dada a corroboração de inúmeras variáveis: mudanças na mentalidade (contracultura), a crescente participação das mulheres nos movimentos sociais, o êxodo rural, a concentração de migrantes nas capitais, sobretudo em São Paulo, sem contar a divulgação do milagre econômico brasileiro, que fez afluir mais pessoas, ainda, aos centros econômicos do país. Momento brasileiro de vívida auto-organização social, comportava, simultaneamente, um centro de comando decisão (Estado, governo), de vários centros de organização (estudantes, operários, artistas...) e outros levando suas vidas individualmente (Morin, 1990, p.141). Evidencia-se a complexidade própria das organizações biológicas e sociais: cêntricas, policêntricas, acêntricas. Todos compondo um país, sendo parte dele, e mantendo suas peculiaridades, agindo e retroagindo, provocando e recebendo efeitos, como vistas a uma reorganização nacional. A expansão das redes públicas não acompanhava o processo de urbanização. O atendimento dos alunos em período integral foi sendo extinto. Para que mais crianças pudessem freqüentar a mesma instituição, oferecia-se um turno de 4h. Ao fim dos anos 80, as escolas de educação infantil passaram a funcionar em três turnos. A Lei 5692/71 preconizava, em seu art. 19, 2 o, que os sistemas de ensino velarão para que as crianças de idade inferior a 7 anos recebam conveniente educação em escolas maternais, jardins-de-infância e instituições equivalentes. Absolutamente sem condições de atender ao crescimento populacional, urgiam medidas. Criaram-se inúmeras estratégias. Em São Paulo e, aos poucos, em outras grandes cidades, os parques infantis passaram a se denominar escolas municipais de educação infantil, atendendo as crianças de 3 a 7 anos incompletos, cessando a recepção das de 7 a 12 anos educação correlata. Adotou-se o PLANEDI (Plano Nacional de Educação Infantil), pelo qual os alunos do pré-primário e, até mesmo, os de 5 anos eram alocados em espaços ociosos das escolas de 1 º grau, experiência infeliz, que só teve seu fim no ano de Na implementação de medidas, só na capital de São Paulo, são construídas quase 300 creches numa só gestão administrativa. Também os padrões prediais são alterados, valendo-se cada vez mais de terrenos menores e adotando-se edificações mais baratas. Paulatinamente, as EMEI s, pelo Brasil afora, passam a matricular crianças de 4 a 7 anos incompletos, e as creches voltam-se para as crianças menores 3 anos ou menos, oferecendo berçário ou não, mas mantendo o período integral. Ao fim da década de 80, o fluxo migratório encontrava-se em estabilização e, com a diminuição do crescimento vegetativo, os equipamentos públicos, destinados à educação infantil, ainda que insuficientes, sofriam menor pressão por matrículas. A tônica passa a ser outra: discute-se, entre os profissionais da área, a então entendida dicotomia da assistência social ou educacional, enquanto o que a população realmente desejava eram resultados escolares similares aos das escolas particulares alfabetização com inclusão de alimentação e recepção da criança por períodos iguais aos da creche (8 a 10h).

7 No Brasil, um misto de concepção neoliberal e social-liberal foi posto em prática desde 1990, mesmo sem a passagem por uma experiência de Estado de Bem-Estar Social conforme vivida pelos países desenvolvidos. Durante o governo Collor (1990/1992), predominou a concepção neoliberal, enquanto no governo FHC, pós-1995, ganhou mais dimensão a concepção liberal-social de reforma do Estado.... a proposta... visou encobrir a disputa de projetos e ideologias que perpassam a ação do Estado, afirmando reduzir os gastos públicos, aumentar a eficiência em sua utilização e tentar conciliar necessidades sociais insatisfeitas com a crise fiscal do Estado... Dentro da perspectiva de redução dos recursos do Estado e das demandas sociais crescentes, ou de grandes necessidades básicas insatisfeitas, a saída proposta foi o aumento da eficiência do Estado, com sua retirada de atividades que poderiam ser desenvolvidas pelo setor privado ou por organizações sociais, buscando reduzir a necessidade de investimentos públicos. (Pochmann, 2002, p. 53) Neste Brasil de meu Deus, como já disse Guimarães Rosa, não há uniformidade nem na distribuição territorial das unidades infantis, nem na composição das grades profissionais, nem nas denominações, nem no nível de formação acadêmica dos professores. Em São Paulo, quase 100% dos profissionais que atuam nas EMEI s detêm nível universitário e especialização. Porém, a partir de 2001, com a inclusão das creches na mesma rede, existem milhares de profissionais sem a mesma qualificação. Isso se explica pela busca em atender o preconizado pela LDB/96. A agregação administrativa das creches à Secretaria Municipal de Educação já fora tentada, em São Paulo, em 1985, e, devido aos contrastes internos dos segmentos envolvidos, as creches voltaram à Secretaria do Bem-Estar Social. Espera-se que, atualmente, as diferenças sejam superadas. No caso, São Paulo é mero exemplo do que vem ocorrendo na maioria dos municípios brasileiros. Com a promulgação da LDB/96, fez-se um levantamento geral com o fim de apontar as necessidades de qualificação profissional, no sentido da exigência do nível universitário para aqueles que já haviam cursado o magistério e para que, ao menos, esse último fosse cursado. Tal política passou a ser revista, por parecer do Conselho Federal de Educação, a partir de julho/2003. Estudos oferecidos pelo Instituto Herbert Levy destacam o fato de que as inúmeras etapas por que passa o orçamento são fontes de perdas financeiras. O Instituto o faz enfocando exclusivamente o ensino fundamental, porém, se transpusermos os itens ponderados, relativamente à educação infantil, a questão torna-se catastrófica, já que: - estudos e pesquisas, além de sofrerem os mesmos problemas, existem em quantidade mínima; - enquanto não houver legislação sobre os itens contábeis no que tange à educação e à assistência, qualquer relatório de despesas, provavelmente, estará afrontando a Constituição Federal, no que dispõe o 4 º do art. 212: Os programas suplementares de alimentação e saúde previstos no art. 208, VII, serão financiados com recursos provenientes de contribuições sociais e outros recursos orçamentários (que não os provenientes do orçamento da educação). Há que se combinar, ainda, com o disposto nos arts. 204 e 227, da CF. As leis continuam vigendo, planos e metas são apresentados e aprovados no Congresso Nacional, e assim se formalizam as políticas públicas. Há que se atentar, no entanto, para os programas, ações e destinações financeiras, que são os meios para a implementação do discurso.

8 O Plano Nacional de Educação, aprovado pelo Congresso em 2001, estabelece metas a serem alcançadas até 2011, relativas ao crescimento de matrículas e à maior remuneração do custo aluno. Pelos cálculos, o setor que receberá maior aporte de recursos, em relação ao que recebe hoje, é o que atende à faixa etária de 0 a 3 anos em creches (Folha de São Paulo, 22/08/2003). Objetiva-se passar os 11,6% atuais no atendimento a 50% e, para as crianças de 4 e 5 anos, busca-se 80% de atendimento, o que certamente diminuirá a exclusão e a demanda reprimida. Nota-se, porém, que os estudos do IPEA, INEP e outros órgãos federais entendem que a criança de 6 anos deva estar matriculada no ensino fundamental. A observação dos dados do INEP e do IBGE permite ponderar que a faixa etária 0 4 anos gira em torno de 10% da população geral. Os índices de natalidade apontam para a diminuição do crescimento vegetativo, e os resultados preliminares do censo escolar de 2002, a distância a ser percorrida para se cumprirem as metas do PNE, cuja primeira avaliação está prevista para Tabela 1 - Resultados Preliminares do Censo Escolar de 2003 Unidade Município Dependência Matrícula Inicial da Federação Administrativa Creche Pré-Escola Classe de Alfabetização Brasil Total Brasil Total Brasil Estadual Total Brasil Federal Total Brasil Municipal Total Brasil Privada Total Fonte: INEP setembro de Concluindo, pensar a educação infantil brasileira compreende encontrar um caminho que se resguarde de partir de conceito homogeneizador sobre tão diversificadas instituições creches, hotel, escola maternal, EMEI... -, mas que mantenha, concomitantemente, a atenção nas diferentes características dos momentos do desenvolvimento da criança: recém-nascido, andante, falante, raciocinante, na rica e mestiça cultura nacional, com vistas à construção de uma via de ação política factível. Não se pretende aqui sugerir programa algum, uma vez que esses pressupões uma sequência de ações tendo em mente um objetivo determinado em um contexto de condições externas estáveis. Incita-se outros sim, a estratégia que procura incessantemente reunir as informações colhidas e os acasos encontrados durante o percurso.., a vida exige estratégia e, se possível, serendipidade e arte (Morin, 2000, p.62). Pensar política para este segmento da população brasileira implica saber que há que se estabelecer dispositivos legais que disciplinem a aplicação da verba da educação, de tal maneira que se viabilize dotação que dê conta de cumprir os compromissos estabelecidos no Plano Nacional de Educação até 2011, ou seja, o atendimento público significativo às crianças compreendidas na faixa etária em questão. CONSIDERAÇÕES FINAIS A partir da vivência profissional, gostaríamos de oferecer algumas ponderações como objeto para reflexão: as nomenclaturas, de uma maneira ou outra, desvelam o momento histórico, o ideário, o imaginário dos governantes que pautam a política pública;

9 pesquisa da FIA/USP, de 1995, aponta claramente as diferenças no rendimento escolar (algo em torno de 40% a mais) e a quase inexistente evasão nas primeiras séries do ensino fundamental em relação a alunos que freqüentaram, ao menos, por dois anos a educação infantil pública; não é intrigante todos os textos pedagógicos dos últimos 25 anos, e mesmo os organismos internacionais, reiterarem a primeira infância como tendo um objetivo em si, e tanto o texto constitucional como a LDB/96 utilizarem os termos creches e pré-escolas? não é interessante a educação infantil estar compreendida na educação básica, porém o ensino dos fundamentos ocorrer sete anos o nascimento do indivíduo? as últimas propostas federais falam da substituição do FUNDEF pelo FUNDEB, porém continua sem sequer levantar questões básicas sobre legislação contábil, no que se refere aos dispêndios com alimentação, saúde, assistência social, havendo ainda que se considerar gastos com equipamentos e pessoal para tais aspectos. Será que não é chegada a hora de escutarmos e agirmos morinianamente? Reapropriarse do que, no passado, não foi realizado e que se mantém como memória da emancipação inacabada... Separar e proteger a parte da humanidade que, apesar da dissolução do sujeito, resiste a mercantilização generalizada, corresponde a restaurar o sentido histórico. Assim, o pensamento do futuro não reside na utopia, mas no enraizamento radical no real (Morin, 1997, p.249). REFERÊNCIAS: ABI-SÁBER, Nazira F., (1963). O que é jardim da infância. Belo Horizonte: PABAEE. BRASIL. MEC-Relatório da pesquisa sobre formação de educadores, (2000). GT Educação infantil. CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL, (1988). CONSTITUIÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO, (1989). ESCOLA MUNICIPAL, (1981). São Paulo, ano 14, no. 10. ESCOLA MUNICIPAL, (1985). São Paulo, ano 18. no. 13. FOLHA DE SÃO PAULO - 22 de agosto de 2003, p. C5. INSTITUTO HERBERT LEVY, (s.d.). Ensino fundamental e competitividade empresarial. São Paulo: Instituto Herbert Levy e Fundação Bradesco. KISHIMOTO, Tizuko Morchida, (1998). Escolarização e brincadeira na educação infantil. In: SOUZA, Cynthia Pereira de (org.). História da educação: processos, práticas e saberes. São Paulo: Escrituras Editora, cap. 9. KUHLMANN JR., Moysés, (2000). História da educação infantil brasileira. In: Revista Brasileira de Educação/ANPED. no. 14, p. 5-18, mai/jun/jul/ago. Campinas: Autores Associados., (1998). Infância e educação infantil: uma abordagem histórica. Porto Alegre: Mediação. LEI DE DIRETRIZES E BASES NACIONAL, (1996). MIRANDA, Nicanor, (1941). Origem e propagação dos parques infantis e parques de jogos. In: São Paulo: Departamento de Cultura.

10 MORIN, Edgar, (2000). A Cabeça bem feita: repensar a reforma, reformar o pensamento. Rio de Janeiro: Bertrand., (1990). Ciência com consciência. Portugal: Publicações Europa América. NAÏR, Sami e MORIN, Edgar, (1997). Uma política de civilização. Lisboa: Instituto Piaget. POCHMANN, Marcio (org.), (2002). Desenvolvimento, trabalho e sociedade: novos caminhos para inclusão social. São Paulo: Cortez Ed. VILARINHO, Lúcia R. G., (1987). A educação pré-escolar no mundo e no Brasil: perspectiva histórica e crítico-pedagógica. Tese de doutorado, Rio de Janeiro, UFRJ.

EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO INTEGRAL DA CRIANÇA NA PRIMEIRA INFÂNCIA: O CAMPO DAS RESPONSABILIDADES

EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO INTEGRAL DA CRIANÇA NA PRIMEIRA INFÂNCIA: O CAMPO DAS RESPONSABILIDADES EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO INTEGRAL DA CRIANÇA NA PRIMEIRA INFÂNCIA: O CAMPO DAS RESPONSABILIDADES Ao longo de muitos séculos, a educação de crianças pequenas foi entendida como atividade de responsabilidade

Leia mais

FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL I - Fundamentos legais A Constituição de 1988, inciso IV do artigo 208, afirma: O dever do Estado com a educação será efetivado

Leia mais

XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME

XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME Os desafios da Educação Infantil nos Planos de Educação Porto de Galinhas/PE Outubro/2015 Secretaria de Educação Básica CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL É direito dos trabalhadores

Leia mais

difusão de idéias EDUCAÇÃO INFANTIL SEGMENTO QUE DEVE SER VALORIZADO

difusão de idéias EDUCAÇÃO INFANTIL SEGMENTO QUE DEVE SER VALORIZADO Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias outubro/2007 página 1 EDUCAÇÃO INFANTIL SEGMENTO QUE DEVE SER VALORIZADO Moysés Kuhlmann :A educação da criança pequena também deve ser pensada na perspectiva de

Leia mais

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS Perguntas mais frequente e respostas do Departamento de Políticas Educacionais. 1. Qual é a nomenclatura adequada para o primeiro ano do ensino fundamental

Leia mais

EDUCAÇÃO INTANTIL NOS PLANOS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO

EDUCAÇÃO INTANTIL NOS PLANOS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO INTANTIL NOS PLANOS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO O atendimento na creche e o PIM Porto Alegre/RS Março/2015 Secretaria de Educação Básica É direito dos trabalhadores urbanos e rurais à assistência gratuita

Leia mais

O Lugar da Educação Infantil nas Políticas para a Primeira Infância. Rio de Janeiro/RJ Setembro/2015

O Lugar da Educação Infantil nas Políticas para a Primeira Infância. Rio de Janeiro/RJ Setembro/2015 SEMINÁRIO NACIONAL CURRÍCULO E AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: POLÍTICAS PARA A PRIMEIRA INFÂNCIA O Lugar da Educação Infantil nas Políticas para a Primeira Infância Rio de Janeiro/RJ Setembro/2015 Secretaria

Leia mais

CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Gislaine Franco de Moura (UEL) gislaine.franco.moura@gmail.com Gilmara Lupion Moreno (UEL) gilmaralupion@uel.br

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Erika Cristina Pereira Guimarães (Pibid-UFT- Tocantinópolis) Anna Thércia José Carvalho de Amorim (UFT- Tocantinópolis) O presente artigo discute a realidade das

Leia mais

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA Autores: FIGUEIREDO 1, Maria do Amparo Caetano de LIMA 2, Luana Rodrigues de LIMA 3, Thalita Silva Centro de Educação/

Leia mais

O Ensino a Distância nas diferentes Modalidades da Educação Básica

O Ensino a Distância nas diferentes Modalidades da Educação Básica O Ensino a Distância nas diferentes Modalidades da Educação Básica Francisco Aparecido Cordão Conselheiro da Câmara de Educação Básica do CNE facordao@uol.com.br 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16

Leia mais

A ESCOLA MUNICIPAL DE JATAÍ E O DESAFIO NA CONSOLIDAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS

A ESCOLA MUNICIPAL DE JATAÍ E O DESAFIO NA CONSOLIDAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS A ESCOLA MUNICIPAL DE JATAÍ E O DESAFIO NA CONSOLIDAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS SILVA, Thaysa Pereira; RAIMANN, Elizabeth Gottschalg Universidade Federal de Goiás/ Campus Jataí; thaysapsilva@hotmail.com

Leia mais

EVASÃO NO CURSO DE PEDAGOGIA DE UMA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO UM ESTUDO DE CASO

EVASÃO NO CURSO DE PEDAGOGIA DE UMA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO UM ESTUDO DE CASO EVASÃO NO CURSO DE PEDAGOGIA DE UMA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO UM ESTUDO DE CASO Elizabeth da Silva Guedes UNESA Laélia Portela Moreira UNESA Resumo A evasão no Ensino Superior (ES) vem chamando

Leia mais

REFLEXÃO A CERCA DAS POLÍTICAS PÚBLICAS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL RESUMO

REFLEXÃO A CERCA DAS POLÍTICAS PÚBLICAS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL RESUMO REFLEXÃO A CERCA DAS POLÍTICAS PÚBLICAS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Autor: Patricia Miolo, UFSM Orientador : Rosane Carneiro Sarturi, UFSM RESUMO Este trabalho realizou-se com apoio do Programa Observatório

Leia mais

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Eixo temático 1: Fundamentos e práticas educacionais Telma Sara Q. Matos 1 Vilma L. Nista-Piccolo 2 Agências Financiadoras: Capes / Fapemig

Leia mais

MATRIZES CURRICULARES MUNICIPAIS PARA A EDUCAÇÃO BÁSICA - MATEMÁTICA: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA EM MOGI DAS CRUZES

MATRIZES CURRICULARES MUNICIPAIS PARA A EDUCAÇÃO BÁSICA - MATEMÁTICA: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA EM MOGI DAS CRUZES MATRIZES CURRICULARES MUNICIPAIS PARA A EDUCAÇÃO BÁSICA - MATEMÁTICA: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA EM MOGI DAS CRUZES Marcia Regiane Miranda Secretaria Municipal de Educação de Mogi das Cruzes marcia.sme@pmmc.com.br

Leia mais

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA Shirlei de Souza Correa - UNIVALI 1 Resumo: No contexto educacional pode-se considerar a gestão escolar como recente, advinda das necessidades

Leia mais

LIDERANÇA NO AMBIENTE EDUCACIONAL E IDENTIDADE DA EDUCAÇÃO INFANTIL:

LIDERANÇA NO AMBIENTE EDUCACIONAL E IDENTIDADE DA EDUCAÇÃO INFANTIL: LIDERANÇA NO AMBIENTE EDUCACIONAL E IDENTIDADE DA EDUCAÇÃO INFANTIL: A Primeira Etapa da Educação Básica CÉLIA REGINA B. SERRÃO EXERCÍCIO UM OLHAR UMA DADA COMPREENSÃO lócus específico trajetória profissional

Leia mais

TÍTULO: O INGRESSO DA CRIANÇA AOS SEIS ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS DILEMA OU SOLUÇÃO

TÍTULO: O INGRESSO DA CRIANÇA AOS SEIS ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS DILEMA OU SOLUÇÃO TÍTULO: O INGRESSO DA CRIANÇA AOS SEIS ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS DILEMA OU SOLUÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE DO GRANDE

Leia mais

BRASILEIROS VÃO INVESTIR 13,5% A MAIS COM EDUCAÇÃO EM 2012

BRASILEIROS VÃO INVESTIR 13,5% A MAIS COM EDUCAÇÃO EM 2012 1 BRASILEIROS VÃO INVESTIR 13,5% A MAIS COM EDUCAÇÃO EM 2012 Antônio Eugênio Cunha* O brasileiro vai investir 13,5% a mais com educação em 2012 relativo ao ano anterior. Este é o levantamento divulgado

Leia mais

Pesquisa inédita faz paralelo entre sistema de educação infantil português e brasileiro

Pesquisa inédita faz paralelo entre sistema de educação infantil português e brasileiro Pesquisa inédita faz paralelo entre sistema de educação infantil português e brasileiro O estudo Educação Infantil em Debate - a Experiência de e a Realidade eira faz um paralelo entre as soluções encontradas

Leia mais

POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA PÓS-GRADUAÇÃO DA CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DOS PRINCÍPIOS

POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA PÓS-GRADUAÇÃO DA CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DOS PRINCÍPIOS POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA PÓS-GRADUAÇÃO DA CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DOS PRINCÍPIOS Art. 1. A Política de Assistência Estudantil da Pós-Graduação da UFGD é um arcabouço de princípios e diretrizes

Leia mais

Movimento Nossa São Paulo Outra Cidade. Gestão Democrática

Movimento Nossa São Paulo Outra Cidade. Gestão Democrática Movimento Nossa São Paulo Outra Cidade Gestão Democrática Diagnóstico Em agosto de 2002, o Fórum de Educação da Zona Leste promoveu o 2º seminário Plano Local de Desenvolvimento Educativo. Realizado no

Leia mais

II - obrigatoriedade de participação quando realizados no período letivo; III - participação facultativa quando realizados fora do período letivo.

II - obrigatoriedade de participação quando realizados no período letivo; III - participação facultativa quando realizados fora do período letivo. Capítulo II DA EDUCAÇÃO Art. 182. A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada pelo Município, com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento

Leia mais

15º FÓRUM NACIONAL DA UNDIME. Política Nacional de Educação Infantil. Mata de São João/BA Junho/2015. Secretaria de Educação Básica

15º FÓRUM NACIONAL DA UNDIME. Política Nacional de Educação Infantil. Mata de São João/BA Junho/2015. Secretaria de Educação Básica 15º FÓRUM NACIONAL DA UNDIME Política Nacional de Educação Infantil Mata de São João/BA Junho/2015 Secretaria de Educação Básica CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL É direito dos trabalhadores urbanos e rurais

Leia mais

Educação Infantil: Fundamentos. Teleaula 1. Apresentação do Professor. Ementa. Organização da Disciplina. Pedagogia

Educação Infantil: Fundamentos. Teleaula 1. Apresentação do Professor. Ementa. Organização da Disciplina. Pedagogia Educação Infantil: Fundamentos Teleaula 1 Prof. Me. Mônica Caetano da Silva tutoriapedagogia@grupouninter.com.br Apresentação do Professor Pedagogia Ementa Políticas para a Educação Infantil: conceitos

Leia mais

Projetos de informatização educacional. Ketiuce Ferreira Silva 3º Período G1 Professora: Gilca

Projetos de informatização educacional. Ketiuce Ferreira Silva 3º Período G1 Professora: Gilca Projetos de informatização educacional Ketiuce Ferreira Silva 3º Período G1 Professora: Gilca O uso do computador como instrumento de educação ainda não é uma realidade para muitos no Brasil, mas aqui

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL

POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL (arquivo da Creche Carochinha) Secretaria de Educação Básica CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL A Educação Infantil é dever do Estado e direito de todos, sem qualquer

Leia mais

Anais do II Seminário de Pesquisa do NUPEPE Uberlândia/MG p. 28-35 21 e 22 de maio 2010

Anais do II Seminário de Pesquisa do NUPEPE Uberlândia/MG p. 28-35 21 e 22 de maio 2010 28 O CUIDAR E O EDUCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA PERSPECTIVA PARA GRADUADOS EM LICENCIATURAS Adrienne Galvão Silveira Licenciada e Bacharel em Geografia Profa. Rede Particular Uberlândia - MG galvaodri@yahoo.com.br

Leia mais

Palavras-chave: Política de formação; Reformas educacionais; Formação de professores;

Palavras-chave: Política de formação; Reformas educacionais; Formação de professores; A POLÍTICA NACIONAL DE FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS DO MAGISTÉRIO DA EDUCAÇÃO BÁSICA PARFOR: O PAPEL DOS FÓRUNS ESTADUAIS PERMANENTE DE APOIO A FORMAÇÃO DOCE Edinilza Magalhães da Costa Souza UFPA Resumo

Leia mais

FORMAÇÃO PLENA PARA OS PROFESSORES

FORMAÇÃO PLENA PARA OS PROFESSORES Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias dezembro/2006 página 1 FORMAÇÃO PLENA PARA OS PROFESSORES Bernardete Gatti: o país enfrenta uma grande crise na formação de seus professores em especial, de alfabetizadores.

Leia mais

José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE

José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE Cabe a denominação de novas diretrizes? Qual o significado das DCNGEB nunca terem sido escritas? Educação como direito Fazer com que as

Leia mais

A construção da. Base Nacional Comum. para garantir. Direitos e Objetivos de Aprendizagem e Desenvolvimento

A construção da. Base Nacional Comum. para garantir. Direitos e Objetivos de Aprendizagem e Desenvolvimento A construção da Base Nacional Comum para garantir Direitos e Objetivos de Aprendizagem e Desenvolvimento Política pública de Educação ESTADO dever de educar legislação planejamento instituições CIDADÃO

Leia mais

RESOLUÇÃO N 276/ 2000-CEE/MT.

RESOLUÇÃO N 276/ 2000-CEE/MT. RESOLUÇÃO N 276/ 2000-CEE/MT. Fixa normas para a oferta da Educação Infantil no Sistema Estadual de Ensino. O CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DE MATO GROSSO, no uso de suas atribuições legais, em consonância

Leia mais

A EXPANSÃO DO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: A QUALIDADE DA OFERTA A DISTÂNCIA DO CURSO DE PEDAGOGIA A PARTIR DA LDB DE 1996

A EXPANSÃO DO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: A QUALIDADE DA OFERTA A DISTÂNCIA DO CURSO DE PEDAGOGIA A PARTIR DA LDB DE 1996 A EXPANSÃO DO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: A QUALIDADE DA OFERTA A DISTÂNCIA DO CURSO DE PEDAGOGIA A PARTIR DA LDB DE 1996 RESUMO Aila Catori Gurgel Rocha 1 Rosana de Sousa Pereira Lopes 2 O problema proposto

Leia mais

AMPLITUDE DO DEBATE: DO CONCEITUAL AO LEGAL

AMPLITUDE DO DEBATE: DO CONCEITUAL AO LEGAL AMPLITUDE DO DEBATE: DO CONCEITUAL AO LEGAL Especialmente nos últimos anos, a implementação da Educação Integral no Sistema Formal de Ensino Brasileiro expressou-se por meio da promulgação de legislação

Leia mais

10 Pontos Para um Plano de Expansão da Educação Infantil de Qualidade no Município de São Paulo

10 Pontos Para um Plano de Expansão da Educação Infantil de Qualidade no Município de São Paulo 10 Pontos Para um Plano de Expansão da Educação Infantil de Qualidade no Município de São Paulo São Paulo, 20 de agosto de 2013 1 Apresentação O GRUPO DE TRABALHO INTERINSTITUCIONAL SOBRE EDUCAÇÃO INFANTIL

Leia mais

Palavras-chave: Currículo. Educação Infantil. Proposta Curricular. Políticas Curriculares.

Palavras-chave: Currículo. Educação Infantil. Proposta Curricular. Políticas Curriculares. REFORMULAÇÃO DA PROPOSTA CURRICULAR PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE SANTA RITA/PB: o processo de formulação das políticas BARROS, Maria Cristitna de Oliveira Bezerra 1 AMORIM, Ana Luisa Nogueira

Leia mais

Política Nacional de Educação Infantil. Secretaria de Educação Básica Ministério da Educação

Política Nacional de Educação Infantil. Secretaria de Educação Básica Ministério da Educação Política Nacional de Educação Infantil Secretaria de Educação Básica Ministério da Educação Principais Marcos Normativos Constituição Federal - 1988 Lei de Diretrizes e Bases (LDB) - 1996 Estatuto da Criança

Leia mais

2. BREVE EVOLUÇÃO HISTÓRICA DO SISTEMA EDUCACIONAL

2. BREVE EVOLUÇÃO HISTÓRICA DO SISTEMA EDUCACIONAL 2. BREVE EVOLUÇÃO HISTÓRICA DO SISTEMA EDUCACIONAL 2.1 ASPECTOS FUNDAMENTAIS ATÉ A PRIMEIRA METADE DO SÉCULO 20 Os analistas da educação brasileira afirmam que somente no final do Império e começo da República

Leia mais

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA ATUAÇÃO EM EAD NOS CURSOS DE PEDAGOGIA DE SANTA CATARINA

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA ATUAÇÃO EM EAD NOS CURSOS DE PEDAGOGIA DE SANTA CATARINA A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA ATUAÇÃO EM EAD NOS CURSOS DE PEDAGOGIA DE SANTA CATARINA Zuleide Demetrio Minatti 1 Nilson Thomé 2 UNIPLAC. Resumo: Na atualidade observa-se o crescimento da demanda por cursos

Leia mais

difusão de idéias Atenção ao olhar crítico dos professores

difusão de idéias Atenção ao olhar crítico dos professores Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias outubro/2008 página 1 Atenção ao olhar crítico dos professores Maria Malta Campos: Há uma enorme demanda reprimida por creches nas periferias das grandes cidades,

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe é um órgão colegiado, de cunho decisório, presente no interior da organização escolar, responsável pelo processo de avaliação do desempenho pedagógico do aluno.

Leia mais

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares: uma política de apoio à gestão educacional Clélia Mara Santos Coordenadora-Geral

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 633

LEI COMPLEMENTAR Nº 633 Altera os anexos I, III e IV da Lei Complementar nº 268, de 28.12.99, que dispõe sobre o Quadro de Pessoal da Prefeitura, cria cargos, institui o Plano de Cargos e Carreiras, e dá outras providências.

Leia mais

A EDUCAÇÃO FÍSICA NAS ESCOLAS MUNICIPAIS DE PONTA GROSSA/PR: ANÁLISE DO ENCAMINHAMENTO METODOLÓGICO DAS AULAS

A EDUCAÇÃO FÍSICA NAS ESCOLAS MUNICIPAIS DE PONTA GROSSA/PR: ANÁLISE DO ENCAMINHAMENTO METODOLÓGICO DAS AULAS A EDUCAÇÃO FÍSICA NAS ESCOLAS MUNICIPAIS DE PONTA GROSSA/PR: ANÁLISE DO ENCAMINHAMENTO METODOLÓGICO DAS AULAS Daniela Luz Almeida Santos (PIBIC/ARAUCÁRIA), Silvia Christina Madrid Finck (Orientadora),

Leia mais

2.5 AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

2.5 AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL 2.5 AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Para que a Educação Infantil no município de Piraquara cumpra as orientações desta Proposta Curricular a avaliação do aprendizado e do desenvolvimento da criança, como

Leia mais

Documento Base do Plano Estadual de Educação do Ceará. Eixo Temático Educação Superior

Documento Base do Plano Estadual de Educação do Ceará. Eixo Temático Educação Superior Documento Base do Plano Estadual de Educação do Ceará Eixo Temático Educação Superior Ceará, 2015 1 Socioeconômico Diagnóstico Para compreender a situação da educação no estado do Ceará é necessário também

Leia mais

PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI 2014-2018 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011 2020 METAS E ESTRATÉGIAS DE IMPLEMENTAÇÃO

PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI 2014-2018 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011 2020 METAS E ESTRATÉGIAS DE IMPLEMENTAÇÃO PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI 2014-2018 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011 2020 METAS E ESTRATÉGIAS DE IMPLEMENTAÇÃO Marcos Neves Comissão Central PDI do IFSC PNE EXIGÊNCIA CONSTITUCIONAL O art.

Leia mais

Curso de Especialização Educação Infantil 2ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS

Curso de Especialização Educação Infantil 2ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS Curso de Especialização Educação Infantil 2ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem da Criança de 0 a 5 anos Docente do Curso Gilza Maria Zauhy Garms Total da Carga

Leia mais

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias novembro/2011 página 1 CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Elba Siqueira de Sá Barretto: Os cursos de Pedagogia costumam ser muito genéricos e falta-lhes um

Leia mais

11º GV - Vereador Floriano Pesaro

11º GV - Vereador Floriano Pesaro PROJETO DE LEI Nº 95/2011 Dispõe sobre a Política Municipal de Atendimento de Educação Especial, por meio do Programa INCLUI, instituído pelo Decreto nº 51.778, de 14 de setembro de 2010, e dá outras providências.

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DA PÓS-GRADUAÇÃO: ESTUDO DE INDICADORES

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DA PÓS-GRADUAÇÃO: ESTUDO DE INDICADORES DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DA PÓS-GRADUAÇÃO: ESTUDO DE INDICADORES Maria Helena Machado de Moraes - FURG 1 Danilo Giroldo - FURG 2 Resumo: É visível a necessidade de expansão da Pós-Graduação no Brasil, assim

Leia mais

de monitoramento das 5 Metas do Todos Pela Educação

de monitoramento das 5 Metas do Todos Pela Educação De Olho nas Metas 2011Quarto relatório de monitoramento das 5 Metas do Todos Pela Educação Investimentos em Educação: comparação internacional Brasil investiu US$ 2.416 por aluno/ ano em 2008. Média dos

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA PARECER COREN/SC Nº 013/CT/2013 Assunto: Solicitação de Parecer Técnico acerca de critérios para abertura e funcionamento de Curso de Instrumentação Cirúrgica. I - Do Fato Solicitado Parecer Técnico ao

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA 1 A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA INTRODUÇÃO O tema a ser estudado tem como finalidade discutir a contribuição da Educação Física enquanto

Leia mais

O DOCENTE NA EDUCAÇÃO SUPERIOR: NO CONTEXTO REAL DO TRABALHO

O DOCENTE NA EDUCAÇÃO SUPERIOR: NO CONTEXTO REAL DO TRABALHO O DOCENTE NA EDUCAÇÃO SUPERIOR: NO CONTEXTO REAL DO TRABALHO Marcia Akemi Yamada 1 Soraia Kfouri Salerno 2 Resumo Uma das premissas do trabalho docente na Instituição do Ensino Superior (IES) é a produção

Leia mais

Formação pedagógica docente na Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação Física

Formação pedagógica docente na Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação Física Formação pedagógica docente na Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação Física Amanda Pires Chaves Universidade de Sorocaba, Sorocaba/SP e-mail: amanda.pireschaves@gmail.com Maura Maria Morita Vasconcellos

Leia mais

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA RESUMO Os educadores têm se utilizado de uma metodologia Linear, que traz uma característica conteudista; É possível notar que o Lúdico não se limita

Leia mais

Rede Nacional Primeira Infância

Rede Nacional Primeira Infância Rede Nacional Primeira Infância O lugar da Educação Infantil nas políticas para a primeira infância Seminário Nacional Currículo e Avaliação da Educação Infantil: Políticas para a primeira infância. Rio

Leia mais

ENSINO COLABORATIVO: POSSIBILIDADES PARA INCLUSÃO ESCOLAR NO ENSINO FUNDAMENTAL

ENSINO COLABORATIVO: POSSIBILIDADES PARA INCLUSÃO ESCOLAR NO ENSINO FUNDAMENTAL 1003 ENSINO COLABORATIVO: POSSIBILIDADES PARA INCLUSÃO ESCOLAR NO ENSINO FUNDAMENTAL Cristina Angélica Aquino de Carvalho Mascaro Carla Fernanda Siqueira Vanessa Cabral Amanda Carlou Andrade Santos Fundação

Leia mais

Palavras-chave: Educação Especial; Educação Escolar Indígena; Censo Escolar

Palavras-chave: Educação Especial; Educação Escolar Indígena; Censo Escolar INTERFACE DA EDUCAÇÃO ESPECIAL NA EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA: ALGUMAS REFLEXÕES A PARTIR DO CENSO ESCOLAR SÁ, Michele Aparecida de¹ ¹Doutoranda em Educação Especial - UFSCar CIA, Fabiana² ²Professora Adjunta

Leia mais

Responsabilidades e desafios do setor público quanto ao direito à educação

Responsabilidades e desafios do setor público quanto ao direito à educação Responsabilidades e desafios do setor público quanto ao direito à educação Cleuza Rodrigues Repulho Dirigente Municipal de Educação de São Bernardo do Campo/ SP Presidenta da Undime A Undime como organização

Leia mais

ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: que lugar é este?

ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: que lugar é este? Universidade do Sul de Santa Catarina UNISUL maria.schlickmann@unisul.br Palavras iniciais... As reflexões que apresento neste texto são um recorte de estudo que venho realizando na minha tese de doutorado.

Leia mais

CNS - ISERJ: RETRATOS DA RESISTÊNCIA DISCENTE. Palavras-chave: Curso Normal Superior (CNS), perfil, pretensões e motivações.

CNS - ISERJ: RETRATOS DA RESISTÊNCIA DISCENTE. Palavras-chave: Curso Normal Superior (CNS), perfil, pretensões e motivações. 24 CNS - ISERJ: RETRATOS DA RESISTÊNCIA DISCENTE Profª Ms Angela Maria Venturini Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro/ISERJ RESUMO O Curso Normal Superior (CNS) do Instituto Superior de Educação

Leia mais

A participação e os compromissos do ensino privado

A participação e os compromissos do ensino privado artigo Cecília Farias Diretora do Sinpro/RS e presidente do Conselho Estadual de Educação do Rio Grande do Sul (CEEd/RS). A participação e os compromissos do ensino privado com o Plano Nacional de Educação

Leia mais

LUDICIDADE E ENSINO: UMA PARCERIA QUE CONTRIBUI COM A EDUCAÇÃO

LUDICIDADE E ENSINO: UMA PARCERIA QUE CONTRIBUI COM A EDUCAÇÃO LUDICIDADE E ENSINO: UMA PARCERIA QUE CONTRIBUI COM A EDUCAÇÃO INTRODUÇÃO Ana Lucia da Silva 1 Franchys Marizethe Nascimento Santana Ferreira 2 O presente projeto justifica-se pela necessidade verificada,

Leia mais

ESTADO DO MARANHÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE PAULINO NEVES SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

ESTADO DO MARANHÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE PAULINO NEVES SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO 2015 / 2025 Raimundo de Oliveira Filho Prefeito Municipal José Ferreira dos Reis Vice-prefeito Mª Estaciana Silva Gomes Secretária de Educação DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO SEÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL Maria do

Leia mais

Centro de Estudos Avançados em Pós Graduação e Pesquisa

Centro de Estudos Avançados em Pós Graduação e Pesquisa EDUCAÇÃO INFANTIL JUSTIFICATIVA O momento social, econômico, político e histórico em que vivemos está exigindo um novo perfil de profissional, de cidadão: informado, bem qualificado, crítico, ágil, criativo,

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Habilitação: Regime: Duração: PEDAGOGIA LICENCIATURA FORMAÇÃO PARA O MAGISTÉRIO EM EDUCAÇÃO INFANTIL SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização:

Leia mais

SEMINÁRIOS TRANSDISCIPLINARES HISTÓRIA E PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

SEMINÁRIOS TRANSDISCIPLINARES HISTÓRIA E PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO SEMINÁRIOS TRANSDISCIPLINARES HISTÓRIA E PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO AS PERSPECTIVAS POLÍTICAS PARA UM CURRÍCULO INTERDISCIPLINAR: DESAFIOS E POSSIBILIDADES Professor Doutor Carlos Henrique Carvalho Faculdade

Leia mais

Gestão Democrática da Educação

Gestão Democrática da Educação Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica Departamento de Articulação e Desenvolvimento dos Sistemas de Ensino Coordenação Geral de Articulação e Fortalecimento Institucional dos Sistemas de

Leia mais

O financiamento da educação em três propostas de Plano Estadual de Educação

O financiamento da educação em três propostas de Plano Estadual de Educação O financiamento da educação em três propostas de Plano Estadual de Educação Publicado originalmente no Correio da Cidadania em 14 de agosto de 2015 Por Otaviano Helene Neste final de agosto, estão na Assembleia

Leia mais

Minuta do Capítulo 8 do PDI: Políticas de Atendimento aos Discentes

Minuta do Capítulo 8 do PDI: Políticas de Atendimento aos Discentes Minuta do Capítulo 8 do PDI: Políticas de Atendimento aos Discentes Elaborada pela Diretoria de Assuntos Estudantis 1 1 Esta minuta será apreciada pelo Colegiado de Ensino, Pesquisa e Extensão nos dias

Leia mais

AUDIÊNCIA PÚBLICA PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO jun/15 GRUPO I META 1

AUDIÊNCIA PÚBLICA PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO jun/15 GRUPO I META 1 AUDIÊNCIA PÚBLICA PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO jun/15 GRUPO I META 1 Universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de 4 (quatro) a 5 (cinco) anos de idade e ampliar a oferta

Leia mais

Classes multisseriadas e nucleação das escolas: um olhar sobre a realidade da Educação do Campo

Classes multisseriadas e nucleação das escolas: um olhar sobre a realidade da Educação do Campo Classes multisseriadas e nucleação das escolas: um olhar sobre a realidade da Educação do Campo Segundo Fagundes & Martini (2003) as décadas de 1980 e 1990 foram marcadas por um intenso êxodo rural, provocado

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1. APRESENTAÇÃO Este curso, que ora apresentamos, insere-se como mais uma ação na perspectiva da formação do educador e destina-se a especializar

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL NA CONTEMPORANEIDADE: CONCEPÇÃO E DESAFIO

EDUCAÇÃO INFANTIL NA CONTEMPORANEIDADE: CONCEPÇÃO E DESAFIO EDUCAÇÃO INFANTIL NA CONTEMPORANEIDADE: I ENCONTRO ESTADUAL MEC E MPPE DE EDUCAÇÃO ACESSO E QUALIDADE NA EDUCAÇÃO BÁSICA EM PERNAMBUCO 20.09.2013 Aspectos históricos (tempo recente) Século XX: Os direitos

Leia mais

Título: Formação e Condições de Trabalho do Professor Municipal da Região Sul do Brasil: implicações com a qualidade da educação

Título: Formação e Condições de Trabalho do Professor Municipal da Região Sul do Brasil: implicações com a qualidade da educação Título: Formação e Condições de Trabalho do Professor Municipal da Região Sul do Brasil: implicações com a qualidade da educação Magda Vianna de Souza 1 Marta Sisson de Castro 11 Palavras-chave: ensino

Leia mais

II Encontro MPSP/MEC/UNDIME-SP. Material das Palestras

II Encontro MPSP/MEC/UNDIME-SP. Material das Palestras II Encontro MPSP/MEC/UNDIME-SP Material das Palestras II Encontro MPSP e MEC Educação Inclusiva MARCOS LEGAIS CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL Art. 208. O dever do Estado com a educação

Leia mais

Políticas Educacionais para a Primeira Infância

Políticas Educacionais para a Primeira Infância Políticas Educacionais para a Primeira Infância Secretaria de Educação Básica A creche - Albert Samuel Anker Ministério da Educação Principais Marcos Normativos Constituição Federal - 1988 Lei de Diretrizes

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO FACULDADE DE EDUCAÇÃO Curso Pedagogia Departamento de Educação: Formação Docente, Gestão e Tecnologias.

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO FACULDADE DE EDUCAÇÃO Curso Pedagogia Departamento de Educação: Formação Docente, Gestão e Tecnologias. PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO FACULDADE DE EDUCAÇÃO Curso Pedagogia Departamento de Educação: Formação Docente, Gestão e Tecnologias. A INCLUSÃO DA CRIANÇA COM SINDROME DE DOWN E SEU PROCESSO

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR: PERIÓDICOS NACIONAIS 1982-2000

ADMINISTRAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR: PERIÓDICOS NACIONAIS 1982-2000 ADMINISTRAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR: PERIÓDICOS NACIONAIS 1982-2000 Marta Luz Sisson de Castro PUCRS O Banco de Dados Produção do conhecimento na área de Administração da Educação: Periódicos Nacionais 1982-2000

Leia mais

Educação Integral, Escola de Tempo Integral e Aluno em Tempo Integral na Escola.

Educação Integral, Escola de Tempo Integral e Aluno em Tempo Integral na Escola. Educação Integral, Escola de Tempo Integral e Aluno em Tempo Integral na Escola. Chico Poli Algumas vezes, fora da escola há até mais formação do que na própria escola. (M. G. Arroyo) É preciso toda uma

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ELEMENTOS PARA O NOVO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ELEMENTOS PARA O NOVO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ELEMENTOS PARA O NOVO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO BÁSICA: EDUCAÇÃO BÁSICA: 1. Definir os padrões mínimos de qualidade estabelecidos pela LDB, considerando as especificidades

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL E LEGISLAÇÃO: UM CONVITE AO DIÁLOGO

EDUCAÇÃO INFANTIL E LEGISLAÇÃO: UM CONVITE AO DIÁLOGO Secretaria Municipal de Educação maele_cardoso@hotmail.com Introdução A Educação Infantil, primeira etapa da Educação Básica, constitui se no atendimento de crianças de 0 a 5 anos de idade, em instituições

Leia mais

Universalizar a educação primária

Universalizar a educação primária Universalizar a educação primária META 2 terminem um ciclo completo de ensino. Garantir que, até 2015, todas as crianças, de ambos os sexos, Escolaridade no Estado de São Paulo O aumento sistemático das

Leia mais

PARECER Nº 717/05 APROVADO EM 22.08.05 PROCESSO Nº 34.087

PARECER Nº 717/05 APROVADO EM 22.08.05 PROCESSO Nº 34.087 PARECER Nº 717/05 APROVADO EM 22.08.05 PROCESSO Nº 34.087 Consulta oriunda da Gerência da Educação Básica da FIEMG com pedido de orientações de ordem prática para cumprimento da Lei Federal nº 11.114,

Leia mais

Revista Especial de Educação Física Edição Digital v. 3, n. 1, novembro 2006.

Revista Especial de Educação Física Edição Digital v. 3, n. 1, novembro 2006. UM ENSAIO SOBRE A DEMOCRATIZAÇÃO DA GESTÃO NO COTIDIANO ESCOLAR: A CONEXÃO QUE FALTA. Noádia Munhoz Pereira Discente do Programa de Mestrado em Educação PPGE/FACED/UFU - noadia1@yahoo.com.br Resumo O presente

Leia mais

I CIPPEB - CONGRESSO INTERNACIONAL DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA RELATO DE EXPERIÊNCIA

I CIPPEB - CONGRESSO INTERNACIONAL DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA RELATO DE EXPERIÊNCIA RELATO DE EXPERIÊNCIA SEMANA DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO: UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA Mestranda Rita Aparecida Nunes de Souza da Luz PROGEPE UNINOVE Resumo O objetivo desse trabalho é relatar a experiência

Leia mais

PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO N O, DE 2010. (Do Sr. Eduardo Barbosa) O Congresso Nacional decreta:

PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO N O, DE 2010. (Do Sr. Eduardo Barbosa) O Congresso Nacional decreta: PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO N O, DE 2010 (Do Sr. Eduardo Barbosa) Susta a aplicação do 1º do art. 29 da Resolução CNE/CEB nº 4, de 13 de julho de 2010, da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional

Leia mais

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Rene Baltazar Introdução Serão abordados, neste trabalho, significados e características de Professor Pesquisador e as conseqüências,

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

FACULDADE METODISTA DE BIRIGUI REGIMENTO DO NÚCLEO DE EXTENSÃO EMPRESARIAL (NEXEM)

FACULDADE METODISTA DE BIRIGUI REGIMENTO DO NÚCLEO DE EXTENSÃO EMPRESARIAL (NEXEM) FACULDADE METODISTA DE BIRIGUI REGIMENTO DO NÚCLEO DE EXTENSÃO EMPRESARIAL (NEXEM) A extensão é o processo educativo, cultural e científico que articula, amplia, desenvolve e reforça o ensino e a pesquisa,

Leia mais

No final desse período, o discurso por uma sociedade moderna leva a elite a simpatizar com os movimentos da escola nova.

No final desse período, o discurso por uma sociedade moderna leva a elite a simpatizar com os movimentos da escola nova. 12. As concepções de educação infantil Conforme OLIVEIRA, a educação infantil no Brasil, historicamente, foi semelhante a outros países. No Séc. XIX tiveram iniciativas isoladas de proteção à infância

Leia mais

LEI Nº 1528/2004. A CÂMARA MUNICIPAL DE ARAUCÁRIA, Estado do Paraná, aprovou, e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 1528/2004. A CÂMARA MUNICIPAL DE ARAUCÁRIA, Estado do Paraná, aprovou, e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1528/2004 "INSTITUI O SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO DO MUNICÍPIO DE ARAUCÁRIA, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS". A CÂMARA MUNICIPAL DE ARAUCÁRIA, Estado do Paraná, aprovou, e eu, Prefeito Municipal, sanciono

Leia mais

Relatório Técnico da Palestra: Diagnóstico da Situação Educacional no Espírito Santo

Relatório Técnico da Palestra: Diagnóstico da Situação Educacional no Espírito Santo GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO SECRETARIA DE ESTADO DE ECONOMIA E PLANEJAMENTO SEP INSTITUTO JONES DOS SANTOS NEVES IJSN NOTA TÉCNICA 31 Relatório Técnico da Palestra: Diagnóstico da Situação Educacional

Leia mais

Resgate histórico do processo de construção da Educação Profissional integrada ao Ensino Médio na modalidade de Educação de Jovens e Adultos (PROEJA)

Resgate histórico do processo de construção da Educação Profissional integrada ao Ensino Médio na modalidade de Educação de Jovens e Adultos (PROEJA) Resgate histórico do processo de construção da Educação Profissional integrada ao Ensino Médio na modalidade de Educação de Jovens e Adultos (PROEJA) Mário Lopes Amorim 1 Roberto Antonio Deitos 2 O presente

Leia mais

BOLETIM DO LEGISLATIVO Nº 11, DE 2012

BOLETIM DO LEGISLATIVO Nº 11, DE 2012 BOLETIM DO LEGISLATIVO Nº 11, DE 2012 Educação e Sustentabilidade Tatiana Feitosa de Britto A Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) tem como tema o futuro que queremos,

Leia mais