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1 FAÇA PARTE DESTA NOTÍCIA 1 FAÇA PARTE DESTA NOTÍCIA Serviços Especializados e Trabalho Temporário

2 2 FAÇA PARTE DESTA NOTÍCIA

3 FAÇA PARTE DESTA NOTÍCIA 3 REGULAMENTAÇÃO DOS SERVIÇOS ESPECIALIZADOS E ATUALIZAÇÃO DA LEI DO TRABALHO TEMPORÁRIO: Milhões de novos empregos formais e crescimento para o Brasil

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6 6 FAÇA PARTE DESTA NOTÍCIA Sindicato das Empresas de Prestação de Serviços a Terceiros, Colocação e Administração de Mão de Obra e de Trabalho Temporário no Estado de São Paulo Diretoria Executiva Vander Morales Presidente Fernando Barbosa Calvet Vice-Presidente Daniel Simões do Viso Diretor Administrativo e Financeiro Sonia Regina de Souza Diretora de Formação e Eventos Jacob Luiz Magnus Diretor Jurídico Jismália de Oliveira Alves Diretora de Marketing e Comunicação Ademir de Souza Diretor Suplente Edson Ferreira Diretor Suplente Nilza Tavoloni Diretora de Regionais Geraldo Magela Ribeiro Diretor de Setorização Diretoria Regional Nilza Tavoloni Diretora Regional de Americana Maria Olinda Maran Longuini Diretora Regional do ABC Geraldo P. Russomano Veiga Diretor Regional de Ribeirão Preto José Renato Quaresma Diretor Regional Baixada Santista Jismália de Oliveira Alves Diretora Regional de Guarulhos Walter Rosa Junior Diretor Regional de Sorocaba Sérgio Silas Gallati Diretor Regional do Vale do Paraíba Luiz Simões da Cunha Diretor Regional de Campinas Cláudio Donizeti de Almeida Diretor Regional do Alto do Tietê Reginaldo Luiz Julien Ribeiro Diretor Regional Oeste Everaldo Nogueira Diretor Regional de Bauru Sandra Maria Benetti Diretora Regional de Marília Conselho Consultivo Paulo Magalhães Presidente Evando Freitas de Sousa Johannes Antonius Maria Wiegerinck José Antônio Gregório Silvio Roberto Alaimo Martins Maurice Braunstein Conselho Fiscal Eunice da Silva Gomes Cunha Presidente Edmilson Luiz Formentini José Viana Lima Sezi Inoue Jackson Tadeu Ninno Soares Suplente Marcos Fernando Franco Teixeira Suplente Av. São Luís, andar São Paulo SP Tel.: (11)

7 FAÇA PARTE DESTA NOTÍCIA 7 Associação Brasileira das Empresas de Ser viços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário Diretoria Executiva Vander Morales Presidente Fernando Barbosa Calvet Vice-Presidente Paulo Magalhães Diretor Administrativo e Financeiro José Antonio Gregório Vice-Diretor Administrativo e Financeiro Jismália de Oliveira Alves Diretora de Comunicações e Eventos Evando Freitas de Sousa Vice-Diretor de Comunicações e Eventos Jacob Luiz Magnus Diretor de Assuntos Legais Flávio Nascente Diretor de Expansão Regional José Roberto Scalabrin Diretor de Relações Institucionais e Governamentais Diretoria Regional Sérgio Silas Gallati Diretor Vale do Paraíba Augusto Calado da Costa Diretor Nordeste Flávio Nascente Diretor Rio Grande do Sul Conselho Deliberativo José Roberto Scalabrin Presidente Edson Ferreira José Carlos Teixeira Marcos Aurélio de Abreu Rodrigues e Silva Silvio Roberto Alaimo Martins Conselho Fiscal Eunice da Silva Gomes Cunha Presidente Ana Maria da Silva Danilo Padilha José Viana Lima Márcia Costantini Wildhagen Suélia Luz de Oliveira Mara Bonafé Diretora Brasília Márcia Costantini Diretora Rio de Janeiro Nossas entidades são filiadas à José Carlos Teixeira Diretor Minas Gerais Danilo Padilha Diretor Paraná Jismália de Oliveira Alves Diretora Guarulhos Av. São Luís, andar Cj São Paulo SP Tel.: (11)

8 8 FAÇA PARTE DESTA NOTÍCIA Expediente Projeto Gráfico e Editoração L2 Propaganda, Comunicação e Design Coordenação do Projeto Edison Belini Jismália de Oliveira Alves Wagner Mesquita Apoio Editorial Rosali Figueiredo GT Marketing e Comunicação Revisão Rosali Figueiredo Impressão Gráfica Hawaii selo FSC

9 FAÇA PARTE DESTA NOTÍCIA 9 Serviços Especializados e Trabalho Temporário

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11 FAÇA PARTE DESTA NOTÍCIA 11 Sumário 1 Apresentação 2 Brasil: emprego, competitividade e desenvolvimento econômico 3 Economia: a modernização nas relações do trabalho 4 Política - i: pela regulamentação dos Serviços Especializados 5 Política - ii: a modernização da lei do Trabalho Temporário 6 Síntese para o crescimento do emprego no país 7 Painel: noticiário sobre os Serviços Especializados e o Trabalho Temporário em 2010/ Fique por dentro

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13 1 Apresentação FAÇA PARTE DESTA NOTÍCIA 13 O Brasil tem vivido há quase dez anos o que pode ser considerado como um verdadeiro ciclo virtuoso do emprego, com a abertura sustentada de vagas, taxas de desemprego abaixo dos dois dígitos e também o aumento do rendimento médio dos trabalhadores. A massa salarial da Classe D supera hoje, por exemplo, a da Classe B, projetando-a como a segunda maior consumidora entre os estratos sociais do país. Isso desencadeia uma rede de efeitos positivos: injeta ânimo entre os empresários, movimenta a economia e promove a inclusão social. Poderíamos, entretanto, colocar mais combustível no motor do desenvolvimento, não estivéssemos com a maioria de nossos trabalhadores atuando na informalidade. A participação de brasileiros com carteira assinada no conjunto da mão de obra brasileira aumentou na primeira década deste milênio e chega a 44,2%, conforme avaliação mais recente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). Entretanto, este é o pior desempenho entre os países que compõem o chamado BRICS (integrado também por Rússia, Índia, China e África do Sul). É um indicador que exige reflexão, pois se de um lado podemos observar com otimismo o potencial do emprego sobre o desenvolvimento de um país, de outro nos perguntamos, contrariados, o que estamos esperando para reverter de maneira mais contundente a precariedade renitente. O objetivo desta publicação é o de justamente chamar a atenção dos setores institucionalizados da Nação brasileira quanto à necessidade de provermos o país dos instrumentos legais indispensáveis ao incremento do emprego formal. E, mais especificamente, o de pontuar as contribuições que o segmento de mão de obra especializada, juntamente com o Trabalho Temporário, pode dar sobre a ampliação do contingente de brasileiros a serem cobertos pela Previdência Social e por todos os demais benefícios e direitos da área trabalhista. Outra reflexão que pretendemos deixar aqui tem como objeto o setor de serviços. Mesmo respondendo por quase 70% do Produto Interno Bruto do País, o segmento carece de políticas públicas, regulamentações e atualizações legais que possam dar conta das suas atuais demandas. Se a ideia do chão de fábrica ainda mantém uma influência predomi-

14 14 FAÇA PARTE DESTA NOTÍCIA nante sobre o imaginário que a sociedade traz em relação ao trabalho, a realidade pede outro olhar, pois a indústria viu sua participação no emprego cair de cerca de 70% nos princípios dos anos 60 para 23% em Vivemos sob o imperativo da chamada empresa de rede, conceito que o sociólogo Manuel Castells lançou com precisão para descrever uma economia interconectada com um sistema nervoso eletrônico, em que 80% das transações acontecem dentro de um fluxo business to business (B2B), em que os empregados e os setores administrativos se comunicam o tempo todo, em estruturas horizontais de cooperação, incluindo empresas terceirizadas e parceiras. São processos produtivos que se organizam em escala mundial e se conectam online, cada país respondendo a um papel específico nessa rede altamente automatizada e informatizada, atendendo a demandas cíclicas, personalizadas, on demand, em que o trabalho cede cada vez mais espaço para a noção de serviço especializado. São redes que têm a adaptabilidade requerida por uma economia global sujeita a incessante inovação tecnológica e estimulada por uma demanda em rápida modificação, descreveu Castells. O contexto certamente projeta novos contornos sobre o fenômeno da empregabilidade. Os Serviços Especializados e o Trabalho Temporário surgem como realidade inequívoca que // Precisamos modernizar a legislação do Trabalho Temporário e, sobretudo, preencher o intolerável vácuo jurídico com o qual convivem os Serviços Especializados Vander Morales

15 FAÇA PARTE DESTA NOTÍCIA 15 demandam, entretanto, regulamentação, formalização ou atualização, além de políticas públicas de incentivo e qualificação. Na prática, temos atualmente no Brasil apenas dois dispositivos legais que balizam as novas modalidades do trabalho. A Lei 6.019/1974, que regulamentou o Trabalho Temporário no contexto de um mercado de 40 anos atrás, e o Enunciado 331 pelo TST, que em 1994 conferiu legalidade à terceirização, desde que restrita à atividade-meio do tomador, bem como às áreas de conservação e limpeza. A Asserttem e o Sindeprestem, duas das mais representativas e atuantes entidades do segmento, com reconhecimento e assento nas confederações nacionais e internacionais que representam os setores, colocam-se aqui em defesa da regulamentação dos Serviços Especializados no Brasil e da atualização da lei do Trabalho Temporário. O importante é que possamos chegar a um escopo consensual entre os trabalhadores e os empresários, e entre os seus respectivos representantes. O importante ainda é que possamos eliminar o intolerável vácuo jurídico com o qual convivem os Serviços Especializados, além do anacro nismo dos dispositivos da lei do Trabalho Temporário. Defende-se em especial, nesta publicação, uma discussão mais detalhada de algumas das distorções comuns quando se fala sobre terceirização, como a dicotomia entre atividadefim e atividade-meio, situação extemporânea, porque a moderna gestão empresarial de serviços, comércio e indústria já não comporta mais essa visão. Defende-se também que o trabalho temporário seja legalmente reconhecido como importante instrumento de acesso do jovem ao Primeiro Emprego e de oportunidades de inserção profissional para trabalhadores da 3ª idade. Apresentamos ainda demandas em outras esferas do Estado, como o fim da bitributação, como acontece, por exemplo, com relação ao PIS e COFINS e também ao ISS praticado em alguns municípios. Em síntese, a Asserttem e o Sindeprestem reafirmam sua posição de vanguarda em prol do balizamento legal das novas modalidades do trabalho, papel que ambas as entidades vêm desempenhando com seriedade, responsabilidade e sucesso nas últimas décadas, tendo alcançado o reconhecimento do empresariado, dos trabalhadores, das autoridades e da mídia. Fazemos parte hoje do noticiário positivo sobre o incremento do emprego formal no Brasil e estamos empenhados em contribuir para a ampliação das notícias favoráveis ao nosso trabalhador. Vander Morales Presidente Asserttem/Sindeprestem

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17 2 Brasil: FAÇA PARTE DESTA NOTÍCIA 17 Emprego, competitividade e desenvolvimento econômico Nunca se criou tanto emprego formal no Brasil como neste milênio. Em 2010, foram geradas 2,861 milhões de vagas, 1,254 milhão a mais que o ano de 2007, que detinha o recorde anterior. O setor de serviços respondeu por 1,1 milhão destes postos de trabalho. Do estoque de novos empregos, cada segmento econômico contribuiu com a geração de: Serviços > 1,1 milhão de postos Comércio > 689,3 mil Indústria de Transformação > 524,6 mil Fonte: Rais 2010/Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados)/MTE O nível de desemprego, por sua vez, fechou o ano de 2010 com a menor taxa já apurada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nas regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre desde que o órgão iniciou sua pesquisa mensal, em O índice foi de 5,3%, reflexo das vagas geradas pelo setor de serviços, o qual exerce uma função reguladora importante sobre a cadeia produtiva, a de prover a indústria e o comércio da mão de obra necessária nos momentos de pico de demanda. Já em março deste ano, a taxa ficou em 6,5%, também o menor índice registrado pelo IBGE para o período, novamente aqui atendendo ao fluxo econômico engendrado pelo Carnaval, Páscoa e Dia das Mães.

18 18 FAÇA PARTE DESTA NOTÍCIA Façamos agora o exercício de imaginar como estariam esses indicadores em um contexto institucional mais favorável ao segmento de serviços, com leis que viessem a atender às especificidades que regem as novas relações do trabalho no mundo contemporâneo. Entre elas, por exemplo, > a necessidade de um período maior de contratação do trabalhador temporário, ou, ainda > a possibilidade de atuação do trabalhador especializado em qualquer etapa do sistema produtivo ou mesmo em toda a cadeia do segmento de serviços e do comércio. Projeções feitas pela Asserttem, Sindeprestem e o Instituto Ipema indicam que a modernização da lei do Trabalho Temporário e a regulamentação dos Serviços Especializados (terceirização) no Brasil seriam capazes de gerar quase quatro milhões de novas vagas com carteira assinada em um período de três anos, com um incremento de cerca de R$ 4 bilhões/mês na folha de pagamentos. Entre as vagas, quase 600 mil seriam de oportunidades de ingresso dos jovens ao primeiro emprego e, 480 mil, de retorno do trabalhador da terceira idade a uma atividade remunerada formal. Demais impactos seriam observados sobre o aumento da arrecadação dos tributos, ampliando a capacidade de investimento do Estado brasileiro, conforme pode ser visto no quadro abaixo. // Os Serviços Especializados e o Trabalho Temporário são um dos setores mais potentes na vanguarda da geração e ampliação de vagas no mercado formal Vander Morales

19 FAÇA PARTE DESTA NOTÍCIA 19 Impactos macroecônomicos associ ados à moder ni zação da Lei Nº 6.019/74 (Traba lho Temporário) e à regula mentação dos Serviços Especializados no Brasil Projeções Asserttem/Sindeprestem/Ipema Emprego > 3,5 milhões de novos postos de serviço especializado com carteira assinada (CLT) 36 meses após a regulamentação da terceirização; > novos postos de Trabalho Temporário 18 meses após a modernização da Lei nº 6.019/74; > jovens em situação de 1º Emprego ingressarão no mercado formal de trabalho; > trabalhadores da 3ª idade voltarão a desenvolver algum tipo de atividade com vínculo empregatício formal. Arrecadação > R$ 450 milhões/mês (Trabalho Temporário) e R$ 3,4 bilhões/mês (Serviços Terceirizáveis) de aumento nas respectivas folhas de pagamento (apenas salários) dos setores; > Previdência R$ 10 bilhões/ano de aumento na arrecadação da Previdência Social; > FGTS R$ 4 bilhões/ano de aumento na arrecadação do FGTS; > Impostos Federais e ISS R$ 15 bilhões/ano de aumento na arrecadação de PIS/COFINS, IR e ISS.

20 20 FAÇA PARTE DESTA NOTÍCIA Conforme destaca o estudo Mudanças no padrão de uso da mão de obra no Brasil entre 1949 e 2010, se nossa sociedade desejar ampliar a virtuosidade na geração de empregos, particularmente em serviços, ela deverá aumentar seu grau de deliberação na criação de políticas públicas e privadas a fim de expandir a produtividade geral do sistema. A constatação é do professor de Economia da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Duílio de Ávila Bêrni, autor do trabalho, publicado na revista Nova Economia, de Belo Horizonte, em 2006 (edição de janeiro a abril). Emprego Setorial no Brasil, 1949/2010* 80 77, ,7 57,6 62,1 % ,4 42,5 49, ,1 11, ,1 17,3 23,1 25,7 34, ,3 18,6 21, períodos agricultura indústria serviços *Projeções para 2010 Fonte: Mudanças no padrão de uso da mão de obra no Brasil entre 1949 e Por Duílio de Ávila Bêrni

21 FAÇA PARTE DESTA NOTÍCIA 21 Neste documento, sobressai a inversão ocorrida entre os setores da indústria, agricultura e de serviços enquanto setores preponderantes para a geração de empregos, os serviços ocupando o papel que os demais exerciam até os anos 70. Nível de emprego com carteira assinada Caged/março de 2011 Setor Vagas Criadas % de aumento sobre mês anterior Serviços ,41% Indústria da Transformação ,18% Agricultura ,75% Demais Setores **** TOTAL ,25%

22 22 FAÇA PARTE DESTA NOTÍCIA As projeções feitas pelo professor se confirmam na economia brasileira em Dados revelados pelo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), órgão do Ministério do Trabalho e Emprego, indicam que o setor de serviços liderou a geração de novas vagas em março deste ano, conforme mostra o quadro da página 21. O professor Duílio já observara que o segmento de serviços vinha apresentando grande virtuosidade no período de 1970 a 1990, previu que manteria a virtuosidade entre 2000 e 2010 (o que de fato ocorreu) e, que, mantida essa tendência, é possível esperar que os próximos anos testemunhem a expansão do peso dos serviços na geração de renda e de emprego e com ela o dinamismo econômico de uma sociedade crescentemente urbana. E não há como dissociar o trabalho especializado e o temporário deste segmento, já que essas modalidades atuam como suporte regulatório crucial à atividade econômica do comércio, da indústria e dos próprios serviços. Não à toa, > os Serviços Especializados e o Trabalho Temporário foram os segmentos que mais impulsionaram o crescimento de vagas formais no País entre 2003 e 2010, com um índice de 36,5%, conforme dados recém-divulgados pelo IBGE. Proporção de empregados com carteira assinada por segmento (ibge/2010 e 2011) > Serviços Especializados/ Terceirização > 67,8% > Indústria > 66,7% > GERAL (BRASIL) > 44,2%

23 FAÇA PARTE DESTA NOTÍCIA 23 Havia no país, em 2010, 8,2 milhões de trabalhadores terceirizados e 1 milhão de temporários, conferindo grande dinamismo à economia. A possibilidade de se contar com esses profissionais incrementa a atividade empresarial, amplia a massa salarial em circulação e, em consequência, estimula o consumo e novas demandas, além de ampliar a capacidade de investimento do Estado, pelo aumento da arrecadação dos impostos e das contribuições. Já há alguns anos, essas novas mobilidades da mão de obra consolidaram o modelo de Relação Triangular do Trabalho (RTT) nas atividades econômicas, em princípio baseando-se em dois tipos de contrato: o primeiro entre o prestador e o trabalhador; o segundo, entre o prestador e o tomador. Atualmente, a verdadeira Relação Triangular do Trabalho pressupõe o compartilhamento de expectativas, resultados e expertise entre os três grandes segmentos da economia, gerando impactos positivos a todos eles: o Governo, os Empresários e os Trabalhadores. // O País precisa de uma lei que promova o respeito e puna o desrespeito. O Brasil moderno exige uma legislação que se concentre em assegurar a proteção para todos que trabalham nos processos terceirizados Prof. José Pastore

24 24 FAÇA PARTE DESTA NOTÍCIA Alguns impactos das relações triangulares associadas ao Trabalho Especializado e temporário Governo INSS recolhido R$ 6 bilhões/ano FGTS recolhido R$ 3,4 bilhões/ano Empresas Prestadoras* em todo país Faturamento anual R$ 62,3 bilhões Massa salarial paga R$ 28 bilhões/ano *Nos dez segmentos representados pela Asserttem/Sindeprestem Tomadoras 74% contratam Serviços Especializados e Trabalho Temporário, com aprovação de 80% delas Trabalhadores 37 milhões têm carteira assinada* 8,2 milhões são terceirizados 1 milhão temporários * Números recém-divulgados pe lo IBGE apontam que ao final de 2010 o total de trabalhadores com emprego formal chegou a 44,060 milhões. Nova Pesquisa Setorial vem sendo promovida pela Asserttem/Sindeprestem/Ipema para contextualizar os Serviços Especializados e o Trabalho Temporário neste mercado Base de remuneração mensal R$ 918 (R$ 878 entre 2008/2009) Fonte: Pesquisa Setorial Ipema 2009/2010

25 FAÇA PARTE DESTA NOTÍCIA 25 Falta, entretanto, equacionar alguns dos gargalos que ainda brecam um desenvolvimento econômico mais acentuado, em especial no segmento dos serviços. A mesma Pesquisa Setorial 2009/2010 identificou, entre os empresários, os fatores que seguram, sobremaneira, o incremento da atividade: Problemas % empresas afetadas Falta de qualificação da mão de obra 88,7% Elevada carga tributária 30,6% Concorrência desleal 29% Falta de regulamentação ou atua lização da legislação trabalhista 22,6% Fonte: Pesquisa Setorial 2009/2010 A Asserttem e o Sindeprestem vêm atuando de maneira incisiva no combate a esses gargalos, notadamente pelo investimento na capacitação da mão de obra e pela defesa de um marco legal tanto para os Serviços Especializados quanto para o Trabalho Temporário, que atenda às necessidades atuais do mercado.

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27 3 Economia: FAÇA PARTE DESTA NOTÍCIA 27 A modernização nas relações do trabalho A imagem dos Serviços Especializados e do Trabalho Temporário no Brasil ainda permanece fortemente atrelada à redução de custos. Mas desde o seu surgimento nos Estados Unidos, no contexto da 2ª Guerra Mundial, ambos vieram, na verdade, a atender a uma dinâmica específica da economia na época, ou seja, às necessidades de sazonalidade e especialização das empresas. E assim permanece, em essência, já que essas novas modalidades do trabalho acompanham o fluxo econômico do mercado, cada vez mais desatrelado dos antigos formatos na relação entre o Capital e o Trabalho. No Brasil, houve um longo caminho até que o Trabalho Temporário, inicialmente, e, posteriormente, os Serviços Especializados (hoje erroneamente interpretados como mera terceirização) conquistassem parâmetros mínimos de regulamentação, credibilidade e organização. A Lei Federal 6.019/1974 regulamentou o Trabalho Temporário como modalidade específica à necessidade transitória das empresas de substituir funcionário permanente por até 90 dias, em casos de cobertura de licença-maternidade, férias e doença, ou para atender a um acréscimo extraordinário de serviço. Desde então algumas mudanças foram introduzidas por meio de normas ou portarias, como a extensão do período de contrato temporário, além de regras para a sua renovação. Quanto à terceirização, a homologação do Enunciado 331 pelo TST em 1994 conferiu legalidade à modalidade, desde que restrita aos Serviços Especializados vinculados à atividade-meio do tomador, bem como às áreas de conservação e limpeza. Ou seja, permitiu ao empresário recorrer aos serviços de um trabalhador contratado por meio de um terceiro, respondendo este por todos os aspectos formais da contratação, pelo treinamento e pela supervisão do exercício efetivo das tarefas. Este novo modelo de contratação da mão de obra conferiu grande agilidade à gestão empresarial, que ganhou tempo para melhor focar suas estratégias de negócios e,

28 28 FAÇA PARTE DESTA NOTÍCIA por outro lado, maleabilidade para compor quadros profissionais capacitados para executar tarefas muito específicas. Mas a legalização ficou restrita ao Enunciado, em clara dissonância com os rumos tomados pela economia brasileira, que a partir de 1994 conheceu uma nova era, assentada na estabilidade, na expansão da renda e emprego, no controle da inflação, aumento dos investimentos produtivos, desenvolvimento dos mercados regionais internos e inserção na engrenagem da empresa global. Quem somos: Assertem & Sindeprestem A Asserttem (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário) foi criada em 1970 para representar, inicialmente, o Trabalho Temporário. Posteriormente, incorporou a representação empresarial dos serviços terceirizados. Vinte anos depois, ajudou a fundar o braço sindical do segmento o Sindicato das Empresas de Prestação de Serviços a Terceiros, Colocação e Administração de Mão de Obra e de Trabalho Temporário no Estado de São Paulo (Sindeprestem). Nesses 40 anos, esteve à frente dos grandes avanços registrados na legislação, na proteção aos trabalhadores, na defesa da sustentabilidade empresarial, da legalidade e qualidade dos serviços prestados aos tomadores. Uma das mais recentes conquistas da Asserttem e do Sindeprestem foi a Portaria 550, assinada em princípios de 2010 pelo ministro Carlos Lupi, possibilitando a prorrogação automática dos contratos temporários feitos com até dois dias de antecedência.

29 FAÇA PARTE DESTA NOTÍCIA 29 Segmentos que representam Além dos trabalhadores temporários, as empresas associadas à Asserttem e ao Sindeprestem atuam com provimento de mão de obra de: > Bombeiro Civil; > Consultoria em Recursos Humanos; > Controle de Acesso; > Estágio; > Leitura e Entrega de Documentos; > Logística; > Promoção e Merchandising; > Serviços Auxiliares e a Bancos. Em 2010, o total de trabalhadores envolvidos nesses ramos cresceu 15%. Já os temporários, em diversas categorias profissionais, cresceram 12%. Estimativas de 2011 apontam que os segmentos representados por ambas as entidades empregam dois milhões de trabalhadores especializados e um milhão de temporários.

30 30 FAÇA PARTE DESTA NOTÍCIA Sindeprestem investe em programas de qualificação de mão de obra Durante anos falou-se no país acerca dos efeitos negativos gerados pelo chamado custo Brasil sobre a capacidade de investimento dos empresários e do próprio Estado. Entre os componentes deste custo, sem dúvida figuravam a elevada carga tributária, bem como a infraestrutura deficiente de estradas, portos, sistemas de telefonia, entre muitos outros. Às vésperas da próxima Copa Mundial de futebol, a mídia repercute com propriedade o atraso do Brasil na construção ou reforma dos estádios e aeroportos. Mas outro gargalo vem ocupando espaço significativo na agenda pública: a falta de mão de obra qualificada para atender ao incremento da atividade econômica. Segundo revelou uma sondagem da Fundação Dom Cabral em setembro de 2010, 67% das 76 empresas consultadas na época estavam com dificuldade para contratar pessoal, especialmente aquelas vinculadas à indústria da construção e ao setor de bens de consumo, seguidas por serviços, transportes e siderurgia e metalurgia. Dentre os profissionais de nível superior, faltavam quadros também na indústria petrolífera, química, de telecomunicações e de agronegócios. O Sindeprestem vem promovendo cursos de treinamento e especialização de mão de obra, com um foco especial sobre a inclusão de portadores de deficiência no mercado de trabalho. No final de abril passado, o sindicato promoveu a cerimônia de formatura dos alunos que concluíram a primeira edição do curso promovido pela entidade em parceria com a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de São Paulo (Apae). Ao todo, 21 jovens com 25 anos em média e portadores de diversos tipos de deficiência acompanharam as aulas ministradas durante quase três meses pela educadora Cacilda Paranhos, há 15 anos envolvida com ações pela inclusão dos deficientes na sociedade. Alguns dos alunos (deficientes auditivos, físicos, intelectuais e cegos parciais) foram empregados ainda durante o curso por empresas cadastradas junto à Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE-SP). Mas outros cursos, palestras ou encontros foram agendados para o público geral, entre eles relativos à atualização das normas de segurança voltadas ao uso de máquinas e equipamentos; testes palográficos (voltado a profissionais que atuam na área de recursos humanos); chefia e liderança; prevenção de acidentes de trabalho; padrão de conectividade nas redes de internet no Brasil e, redução de custos bancários.

31 FAÇA PARTE DESTA NOTÍCIA 31 O brasil na vanguarda das novas relações do trabalho Para a Confederação Internacional das Empresas de Trabalho Temporário (CIETT), com sede em Bruxelas, na Bélgica, o Brasil já ocupa o posto de grande interlocutor no segmento a nível global. Em relação aos Serviços Especializados, por exemplo, em 2009 nosso país foi superado apenas pelo Japão em quantidade de funcionários empregados, ficando à frente dos Estados Unidos. Japão, Brasil e Estados Unidos respondem por 65% dos empregados terceirizados no mundo, aponta a CIETT. Conforme seu mais recente relatório, divulgado em princípios deste ano, Brasil e África do Sul foram os dois únicos países que mantiveram crescimento nas atividades dos Serviços Especializados em 2009, a despeito da crise econômica mundial. A expectativa é que em 2011 o Brasil volte a ocupar o 4º lugar no ranking entre os países que compõem a CIETT, reassumindo sua posição de 2008, perdida em 2009 para a África do Sul, em função da Copa do Mundo. Fundada em 1967 e integrada por 23 países, a CIETT representa hoje um dos mais importantes fóruns mundiais de acompanhamento da empregabilidade e da mobilidade da mão de obra. A entidade realiza congressos mundiais e, no ano passado, contando com a organização da Asserttem e do Sindeprestem, realizou seu primeiro encontro na América do Sul (no final do mês de maio, em São Paulo). A confederação produz ainda estudos do comportamento do emprego, entre eles, destacam-se aqueles que apontam que quanto mais restritiva é a regulamentação do trabalho, pior o desempenho do segmento e da geração de vagas com registro em carteira. // A terceirização de Serviços Especializados, bem como a contratação de trabalhadores temporários, pode ser a resposta para agregar valor e diferencial competitivo Eunice Batista, diretora de RH da Embraer

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33 4 Política - i: FAÇA PARTE DESTA NOTÍCIA 33 Pela regulamentação dos Serviços Especializados Até alguns anos atrás, a sociedade desconhecia funções profissionais como a gestão online da folha de pagamentos dos trabalhadores, o bombeiro civil, a movimentação de materiais e manuseio de produtos em centros de distribuição, aeroportos e transportadoras, e a administração de portarias equipadas por identificadores por leitura biométrica, entre muitos outros. São especializações que ganham corpo conforme avançam as tecnologias de informação e comunicação e o modelo da empresa de rede, conectada de forma horizontal entre as suas várias instâncias e também com fornecedores parceiros, trabalhadores e mesmo nas relações institucionais com o Estado e o governo, haja vista o lançamento eletrônico, online e com baixa em tempo real, de várias de suas obrigações fiscais e/ou legais. Nesta nova economia, antigas estruturas de cargos e funções foram substituídas por um arranjo em que predomina a agilidade nos contratos e atribuições, além do aprimoramento contínuo da mão de obra. Do ponto de vista social, conforme destacou o relatório da CIETT de 2011, as novas modalidades do trabalho contribuem para a redução do desemprego. Para o Brasil, a especialização surge mesmo como alternativa ao gargalo da mão de obra, já que os prestadores de serviços assumem toda a parte do treinamento e do aprimoramento profissional. Entretanto, entre a realidade dessas empresas e da economia contemporânea e a regulamentação do trabalho no Brasil, existe um enorme vácuo jurídico, ou seja, inexiste lei que regulamente as especificidades destas novas relações. Todas as atividades se dão sob o abrigo do Enunciado 331 baixado pelo TST em 1994, o qual não atende mais às necessidades deste mercado, especialmente quando restringe os Serviços Especializados à atividade-meio do tomador, bem como às áreas de conservação e limpeza. Configura-

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