RECURSO EM HABEAS CORPUS N SP (2012/ )

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1 Terceira Turma

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3 RECURSO EM HABEAS CORPUS N SP (2012/ ) Relator: Ministro João Otávio de Noronha Recorrente: D de S Advogado: Marcio Bastiglia Recorrido: Ministério Público do Estado de São Paulo EMENTA Recurso em habeas corpus. Alimentos. Aceitação de herança pelos credores. Renúncia translativa operada pelo executado. Art do CC. Iliquidez da dívida. Inexistência. Necessidade de simples cálculos matemáticos. Inadimplência de débito alimentar atual. Inadimplemento dos três últimos meses e dos vencidos após o ajuizamento da execução. Súmula n. 309-STJ. 1. Os credores de prestações alimentícias podem aceitar a herança deixada ao devedor de alimentos e à qual ele renunciou (art do Código Civil). 2. A aceitação de herança pelos credores não importa em alteração de rito da ação de execução, sendo cabível apenas que o valor recebido seja subtraído do valor cobrado. 3. Não carece de liquidez a dívida de alimentos quantificável por simples cálculos matemáticos. 4. É cabível o decreto de prisão civil em razão do inadimplemento de dívida atual, assim consideradas as parcelas alimentares vencidas nos três meses antecedentes ao ajuizamento da execução, bem como aquelas que se vencerem no curso da lide. Súmula n. 309-STJ. 5. Recurso em habeas corpus desprovido. Ordem concedida de ofício para que o decreto de prisão se adeque à Súmula n. 309-STJ. ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos em que são partes as acima indicadas, acordam os Ministros da Terceira Turma do Superior Tribunal

4 REVISTA DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA de Justiça, na conformidade dos votos e das notas taquigráficas a seguir, por unanimidade, negar provimento ao recurso em habeas corpus, concedendo de ofício a ordem, nos termos do voto do Sr. Ministro Relator. Os Srs. Ministros Sidnei Beneti, Paulo de Tarso Sanseverino, Ricardo Villas Bôas Cueva e Nancy Andrighi votaram com o Sr. Ministro Relator. Brasília (DF), 28 de maio de 2013 (data do julgamento). Ministro João Otávio de Noronha, Relator DJe RELATÓRIO O Sr. Ministro João Otávio de Noronha: Trata-se de recurso em habeas corpus interposto por D de S contra acórdão proferido pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo e assim ementado: Execução de alimentos. Possibilidade de adoção do rito do art. 733 do Código de Processo Civil. Abatimento do débito que não impede a prisão do devedor. Ordem denegada (fl. 283). Dessume-se dos autos que o recorrente foi condenado ao pagamento de pensão alimentícia em favor de seus dois filhos, no valor total de 7,47 salários mínimos. Em razão do inadimplemento, em , foi ajuizada ação de execução em desfavor do recorrente para a cobrança dos alimentos devidos desde dezembro de A prisão foi decretada em pela dívida referente a todo o período executado (fl. 18). No ano de 2006, o genitor do recorrente faleceu, deixando herança. O recorrente renunciou ao seu quinhão em favor de outra herdeira, mas os exequentes aceitaram herança na condição de credores do renunciante, na forma do art do CC. Neste recurso, a parte alega que houve alteração tácita de ritos, uma vez que a execução iniciou-se pelo rito do art. 733 do CPC, com o pedido de prisão, mas foi alterada para a modalidade do art. 732, do CPC, com a efetiva expropriação de bens no inventário. Afirma também a ausência de liquidez do débito, tendo em vista que o valor dos bens excutidos não foi abatido da dívida. 200

5 Jurisprudência da TERCEIRA TURMA O Ministério Público Federal manifestou-se pelo não provimento do recurso: - Recurso ordinário em habeas corpus objetivando a revogação do decreto prisional. - O pagamento parcial do débito não afasta a possibilidade de prisão civil do devedor de alimentos. Apenas o pagamento integral da dívida alimentar pode afastar a ordem de prisão decretada com base no art. 733, 1º, do CPC. Precedentes do STJ. - Parecer, preliminarmente, pelo conhecimento do presente recurso ordinário em habeas corpus e, no mérito, pelo seu não provimento (fl. 341). É o relatório. VOTO O Sr. Ministro João Otávio de Noronha (Relator): A pretensão não merece prosperar. De início, destaca-se que a forma de execução adotada pelos exequentes é a do art. 733 do CPC, pela qual o devedor é chamado para efetuar o pagamento, provar que o fez ou justificar a impossibilidade de efetuá-lo, cabendo o decreto de prisão caso o devedor não pague nem se escuse. O recorrente assevera que os credores teriam expropriado bens seus. Como a expropriação é incompatível com o pedido de prisão civil, o rito teria se alterado para a forma da execução por quantia certa contra devedor solvente (art. 732 do CPC). Em verdade, não houve expropriação de bens do recorrente, mas aceitação de herança, nos moldes tratados pelo art do CC, que coíbe a renúncia lesiva aos credores: Art Quando o herdeiro prejudicar os seus credores, renunciando à herança, poderão eles, com autorização do juiz, aceitá-la em nome do renunciante. O dispositivo legal mencionado protege aquelas situações em que a renúncia do direito hereditário conflite com direitos de terceiros, ou seja, tenha a aptidão de fraudar credores. Nessa situação, os credores podem aceitar a herança em nome do renunciante até o limite dos seus créditos. No caso dos autos, o genitor do recorrente faleceu, deixando herança, mas este realizou renúncia translativa em favor de outra herdeira. Ao tomar RSTJ, a. 25, (232): , outubro/dezembro

6 REVISTA DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA conhecimento do fato, os exeqüentes, na qualidade de credores, valeram-se da prerrogativa legal e aceitaram a herança em nome do renunciante. O ato de aceitação da herança deu-se nos autos da ação de inventário e foi tomado tão somente para evitar a fraude que o recorrente tentou levar a efeito. Em momento nenhum da execução houve ato dos exeqüentes que importassem em transmudação do rito para aquele previsto no art. 732 do CPC. A conseqüência da aceitação, aqui, é tão somente a subtração do valor recebido daquele valor que vem sendo cobrado. Também não prospera a alegação de ausência de liquidez do título em razão do não abatimento do valor da herança do montante da dívida. A liquidez é a possibilidade de quantificação do valor da dívida. No caso dos autos, não há nenhuma dificuldade em se determinar o valor devido, bastando, para tanto, que se proceda a simples cálculos matemáticos. Por outro lado, observo que a ação foi ajuizada em para executar as prestações vencidas desde dezembro de A prisão foi decretada por todo o período cobrado, que representa 10 (dez) meses antes do ajuizamento da ação. A Súmula n. 309-STJ dispõe que o débito alimentar que autoriza a prisão civil do alimentante é o que compreende as três prestações anteriores ao ajuizamento da execução e as que se vencerem no curso do processo. A súmula mencionada preceitua que a prisão pode ser decretada pelo inadimplemento das três prestações anteriores ao ajuizamento da execução e daquelas que se vencerem no curso do processo. Logo, a decisão que decreta a prisão pelo inadimplemento de dez prestações contraria a determinação e deve se adequar ao comando sumular. Ante o exposto, nego provimento ao recurso em habeas corpus e, de ofício, concedo a ordem para que se adeque a execução ao enunciado da Súmula n. 309-STJ. É o voto. RECURSO ESPECIAL N DF (2003/ ) Relator: Ministro Ricardo Villas Bôas Cueva Recorrente: Condomínio Conjunto Nacional 202

7 Jurisprudência da TERCEIRA TURMA Advogado: Gilberto Ferraro e outro(s) Recorrido: Ancar Gestão de Empreendimentos Ltda Advogado: Arnaldo Versiani Leite Soares e outro(s) EMENTA Recurso especial. Ação de abstenção de uso. Nome empresarial. Nome de domínio na internet. Registro. Legitimidade. Contestação. Ausência de má-fé. Divergência jurisprudencial não demonstrada. Ausência de similitude fática. 1. A anterioridade do registro no nome empresarial no órgão competente não assegura, por si só, ao seu titular o direito de exigir a abstenção de uso do nome de domínio na rede mundial de computadores (internet) registrado por estabelecimento empresarial que também ostenta direitos acerca do mesmo signo distintivo. 2. No Brasil, o registro de nomes de domínio na internet é regido pelo princípio First Come, First Served, segundo o qual é concedido o domínio ao primeiro requerente que satisfizer as exigências para o registro. 3. A legitimidade do registro do nome do domínio obtido pelo primeiro requerente pode ser contestada pelo titular de signo distintivo similar ou idêntico anteriormente registrado - seja nome empresarial, seja marca. 4. Tal pleito, contudo, não pode prescindir da demonstração de má-fé, a ser aferida caso a caso, podendo, se configurada, ensejar inclusive o cancelamento ou a transferência do domínio e a responsabilidade por eventuais prejuízos. 5. No caso dos autos, não é possível identificar nenhuma circunstância que constitua sequer indício de má-fé na utilização do nome pelo primeiro requerente do domínio. 6. A demonstração do dissídio jurisprudencial pressupõe a ocorrência de similitude fática entre o acórdão atacado e os paradigmas. 7. Recurso especial não provido. RSTJ, a. 25, (232): , outubro/dezembro

8 REVISTA DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA ACÓRDÃO Vistos e relatados estes autos, em que são partes as acima indicadas, decide A Terceira Turma, por unanimidade, negar provimento ao recurso especial, nos termos do voto do Sr. Ministro Relator. Os Srs. Ministros Nancy Andrighi, Sidnei Beneti e Paulo de Tarso Sanseverino votaram com o Sr. Ministro Relator. Ausente, justificadamente, o Sr. Ministro João Otávio de Noronha. Brasília (DF), 5 de setembro de 2013 (data do julgamento). Ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, Relator DJe RELATÓRIO O Sr. Ministro Ricardo Villas Bôas Cueva: Trata-se de recurso especial interposto pelo Condomínio Conjunto Nacional, com fundamento nas alíneas a e c do inciso III do artigo 105 da Constituição Federal, contra acórdão proferido pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios. Noticiam os autos que, em , o ora recorrente, Condomínio Conjunto Nacional, situado em São Paulo, propôs ação contra Ancar - Gestão de Empreendimentos Ltda., nova denominação de Âncora Planejamento e Gerência de Empreendimentos Ltda., estabelecida em Brasília, objetivando pronunciamento judicial que determinasse a abstenção pela ré do uso do signo distintivo Conjunto Nacional em sítios da internet, especialmente como nome de domínio. O juízo de primeiro grau julgou improcedente o pedido (e-stj fls ). Os embargos de declaração opostos à sentença foram parcialmente acolhidos para a correção de erro material (e-stj fls ). Irresignado, o autor interpôs recurso de apelação, não provido pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios em acórdão assim ementado: Processual Civil. Civil. Nome de domínio na internet. Registro. Atribuição da FAPESP - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, por delegação do Comitê Gestor Internet do Brasil. Primazia do direito do primeiro requerente. Inexistência de prática de concorrência desleal. Sentença confirmada. 204

9 Jurisprudência da TERCEIRA TURMA I - O registro de nome de domínio ou concessão de endereço IP na rede internet é função atribuída à FAPESP - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, por delegação do Comitê Gestor Internet do Brasil, órgão a quem incumbe coordenar e integrar todas as iniciativas de serviços Internet no país, consoante os termos da Portaria Interministerial MCT/MC n. 147/95. II - Dessa forma, diante da especificidade da matéria que encontra fundamento na Resolução n. 001, de , do Comitê Gestor Internet do Brasil, à resolução da lide é indiferente as disposições da legislação que cuida da propriedade industrial e do registro público de empresas mercantis e atividades afins, respectivamente, Leis n /1996 e 8.934/1994. III - Assim, é de se conferir proteção judicial a quem primeiramente registrou o nome de domínio no referido órgão, que na hipótese foi a apelada. IV - Sem comprovação a alegação de prática de ilícito penal, qual seja, concorrência desleal, é de rigor a rejeição de tal pretensão. V - Recurso improvido (e-stj fls ). Os embargos de declaração opostos foram rejeitados (e-stj fls ). No recurso especial (e-stj fls ), o recorrente aponta, além de dissídio jurisprudencial, violação dos artigos 34 e 35, inciso V, da Lei n /1995, 124, inciso V, da Lei n /1996 e 8º da Convenção de Paris. Sustenta, em síntese, que o registro no nome comercial Condomínio Conjunto Nacional no órgão competente (13º Cartório de Registro de Imóveis da Comarca da Capital do Estado de São Paulo) desde 1956 lhe assegura o direito de utilização exclusiva do nome de domínio equivalente na internet. Com as contrarrazões (e-stj fls ), e admitido o recurso na origem (e-stj fls ), subiram os autos a esta colenda Corte. O Ministério Público Federal opinou pelo não conhecimento do recurso especial (e-stj fls ). É o relatório. VOTO O Sr. Ministro Ricardo Villas Bôas Cueva (Relator): A irresignação não merece prosperar. Cinge-se a controvérsia a perquirir se a anterioridade do registro no nome empresarial no órgão competente confere automaticamente ao seu titular o direito de utilização exclusiva do nome de domínio equivalente na internet. RSTJ, a. 25, (232): , outubro/dezembro

10 REVISTA DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA Relevante, para a compreensão do debate, a enumeração dos registros envolvidos na causa, em ordem cronológica: 1) o autor teve o seu nome empresarial Condomínio Conjunto Nacional registrado no cartório de registro de imóveis da comarca de São Paulo em (e-stj fl. 586); 2) a ré requereu o depósito no Instituto Nacional da Propriedade Industrial - INPI para o registro da marca Conjunto Nacional Brasília em , tendo sido concedido o registro em (e-stj fl. 449); 3) a ré efetuou o registro do nome de domínio com.br na internet em (e-stj fls. 224 e 406) e 4) o autor efetuou o registro do nome de domínico www. condominioconjuntonacional.com.br na internet em (e-stj fl. 448). Segundo a argumentação da inicial, o autor é titular do nome empresarial Condomínio Conjunto Nacional desde quando concluiu o empreendimento em , conforme se extrai da Escritura Pública de Especificação, Divisão e Convenção do mesmo, em oportunidade em que o tabelião reportava-se ao registro do plano geral do Condomínio em (13º - Registro de imóveis da Capital do Estado de São Paulo - (...) (e-stj fl. 10). Sob a ótica do autor, a precedência do registro no nome empresarial lhe conferiria o direito de uso exclusivo sobre o signo distintivo Conjunto Nacional no âmbito da internet. Invoca, para tanto, a infringência dos seguintes dispositivos da Lei n /1994 (que dispõe sobre o registro público de empresas mercantis e atividades afins), da Lei n /1996 (Lei da Propriedade Industrial) e da Convenção de Paris: Lei n /1994 Art. 34. O nome empresarial obedecerá aos princípios da veracidade e da novidade Art. 35. Não podem ser arquivados: (...) V - os atos de empresas mercantis com nome idêntico ou semelhante a outro já existente; Lei n /1996 Art Não são registráveis como marca: 206

11 Jurisprudência da TERCEIRA TURMA (...) V - reprodução ou imitação de elemento característico ou diferenciador de título de estabelecimento ou nome de empresa de terceiros, suscetível de causar confusão ou associação com estes sinais distintivos; Convenção de Paris Art. 8º - O nome comercial será protegido em todos os países da União sem obrigações de depósito ou de registro, quer faça ou não parte de uma marca de fábrica ou de comércio. Da simples leitura dos dispositivos apontados como violados no apelo nobre nota-se que não fazem referência específica sobre a proteção do nome empresarial em relação ao nome de domínio - matéria em debate nos presentes autos -, o que por si só seria suficiente para ensejar o não conhecimento do recurso especial por ausência de comando normativo suficiente para fundamentar a tese defendida nas razões recursais. A despeito disso, e considerando a razoabilidade da invocação da legislação relativa à proteção marcária e ao nome empresarial, na ausência de dispositivos legislativos infraconstitucionais específicos acerca dos nomes de domínio no ordenamento jurídico, tenho que merece ser conhecido o mérito da insurgência recursal que se passa a analisar. O nome empresarial é a denominação que identifica o empresário no exercício de suas atividades e, segundo o art do Código Civil, sua inscrição no registro próprio assegura o uso exclusivo do nome nos limites do respectivo Estado. Já o nome de domínio é o conjunto de caracteres utilizado para facilitar a localização de endereços eletrônicos na rede mundial de computadores (internet). No âmbito empresarial, muitas vezes assume função semelhante à do nome empresarial, qual seja, a de permitir a identificação da atividade econômica desenvolvida por determinada sociedade empresária. O registro de nomes de domínio no Brasil é feito pelo Comitê Gestor da Internet - CGI e, à época do ajuizamento da presente ação, era regrado pela Resolução n. 1/1998 que, em seu artigo 1º, dispõe que o direito ao nome do domínio será conferido ao primeiro requerente que satisfizer, quando do requerimento, as exigências para o registro do nome. Trata-se do princípio First Come, First Served, segundo o qual o registro é atribuído ao primeiro requerente que preencher os requisitos, RSTJ, a. 25, (232): , outubro/dezembro

12 REVISTA DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA independentemente da análise mais aprofundada acerca da eventual colidência com marcas ou nomes comerciais registrados anteriormente em outros órgãos (Fonte: A adoção de tal preceito não significa, contudo, que a legitimidade do registro do nome do domínio obtido pelo primeiro requerente não possa ser contestada pelo titular de signo distintivo similar ou idêntico anteriormente registrado - seja nome empresarial, seja marca. Tal pleito, contudo, não pode prescindir da demonstração de má-fé, a ser aferida caso a caso, podendo, se configurada, ensejar inclusive o cancelamento ou a transferência do domínio e a responsabilidade por eventuais prejuízos. No caso dos autos, não é possível identificar nenhuma circunstância que constitua sequer indício de má-fé na utilização do nome do domínio pelo primeiro requerente - Conjunto Nacional Brasília. Em primeiro lugar porque, segundo constatado pelas instâncias de cognição plena, nenhuma das partes comprovou o registro específico do termo isolado Conjunto Nacional em Junta Comercial, no INPI ou em qualquer outro órgão de registro (e-stj fl. 578). Além disso, o domínio obtido pela ré (www.conjuntonacional.com.br) identifica-se, ainda que parcialmente, com o signo do qual ela é titular no INPI ( Conjunto Nacional Brasília ); Ademais, não há sequer alegação de que o registro de domínio tenha sido requerido com o objetivo de prejudicar a atividade comercial do autor ou de desviar clientela a fim de auferir lucros indevidos. Até porque as atividades empresariais do autor e da ré são desenvolvidas em unidades federativas distintas (respectivamente São Paulo e Distrito Federal). Outrossim, o registro do nome de domínio br obtido pela ré não impediu que o autor obtivesse nome de domínio idêntico ao seu nome empresarial ( ) (e-stj fl. 448), que permite, nos mais populares mecanismos de busca da internet, a rápida localização do sítio pelos usuários, já na primeira página da pesquisa. Tampouco foi identificada pelas instâncias de cognição plena situação que pudesse criar confusão entre os estabelecimentos, o que poderia ensejar crime de concorrência desleal. Vale colacionar, no ponto, as considerações da sentença e do acórdão recorrido que ora se reproduzem, respectivamente: 208

13 Jurisprudência da TERCEIRA TURMA (...) Alega o Autor que o uso de domínio idêntico ou semelhante com sua marca Condomínio Conjunto Nacional causa confusão aos usuários da Internet que procuram obter informações sobre o empreendimento paulista. Todavia, tal alegação não merece acolhida vez que não há nos autos qualquer comprovação da ocorrência de concorrência desleal. A utilização do referido nome de domínio com o termo Conjunto Nacional não evidenciou em momento algum a intenção de confundir ou desviar clientes da Autora para o empreendimento da Ré. Ademais, a veiculação do termo conforme documentação acostada aos autos sempre faz referência à cidade de Brasília impedindo a alegada confusão. (...) Pela documentação acostada aos autos às folhas , verifica-se que a expressão de busca conjunto nacional na Internet faz espelhar ao usuário lista de endereços de diversos sites que fazem referência a tais palavras. Note-se que ao proceder tal busca o usuário encontra na listagem que apresenta os nomes de ambos os empreendimentos referidos nos presentes autos, inclusive com referência à cidade em que exercem suas atividades, restando evidente a distinção entre ambos. Certo é que o fato de o domínio estar intimamente ligado ao nome empresarial e ao título do estabelecimento comercial, seja esta virtual ou não, aquele indivíduo que astuciosamente registra endereço eletrônico para confundir usuário ou consumidor, registrando como núcleo marca ou título de estabelecimento comercial de outrem, objetivando assim iludir ou induzir a erro o consumidor, e também lesionar e obter vantagens pecuniárias das empresas titulares das respectivas marcas e títulos, estará praticando o crime de concorrência desleal. Todavia, este não é o caso dos presentes autos. Não há que se falar em impossibilidade da ré em utilizar-se do domínio br pois não registrou o domínio com o intuito fraudulento de vender ao Autor o domínio registrado ou desviar em proveito próprio a clientela de outrem, apenas procurou difundir suas atividades por essa nova via eletrônica e utilizando como núcleo de domínio nome que já é conhecido em sua localidade. Não há confusão entre os dois empreendimentos, pois sempre faz alusão à cidade em que se localiza, Brasília, e evidencia suas características próprias. Desse modo, a parte autora não pode pretender impedir a utilização do desígnio conjunto nacional num nome de domínio da Internet ou fora dela, pois o registro do domínio foi efetuado pela Ré antecipadamente e a utilização da expressão referida pelo Conjunto Nacional Brasília se concilia com os bons costumes, pois trata-se de um empreendimento que se situa no centro da capital federal como sempre registrado nos meios de publicidade que veicula (e-stj fls ). (...) Cumpre salientar que o site pelo qual a apelada se identificou na rede internet guarda íntima relação com seu estabelecimento comercial que a individualiza no trânsito comercial - sendo conhecido shopping em Brasília -, não havendo sinal RSTJ, a. 25, (232): , outubro/dezembro

14 REVISTA DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA de que tenha se apropriado indevidamente de um nome sem qualquer liame com suas atividades ou fins, apenas com a finalidade de auferir ilicitamente benefício econômico em detrimento alheio, ou promover confusão entre estabelecimentos ou nome comercial com conseqüente desvio de clientela, fato que se comprovado tipificaria o delito de concorrência desleal, nos moldes do art. 195 da Lei n /1996 (e-stj fl. 671). Acrescente-se, por fim, que, nos termos dos artigos 541, parágrafo único, do Código de Processo Civil e 255, 1º e 2º, do Regimento Interno do Superior Tribunal de Justiça, inviável o conhecimento do recurso especial pela alínea c do permissivo constitucional quando não demonstrada, como na hipótese, a similitude fática entre as hipóteses confrontadas, inviabilizando a análise da divergência de interpretação da lei federal invocada. Assim, sob qualquer ângulo que se analise a matéria, o não provimento do recurso desponta como única solução possível. Ante o exposto, nego provimento ao recurso especial. É o voto. RECURSO ESPECIAL N RJ (2010/ ) Relatora: Ministra Nancy Andrighi Recorrente: Odmar Loesch Pereira - Espólio Representado por: Leila Harbache Loesch Pereira - Inventariante Advogado: Maria Helena de Carvalho Bulcão - Defensora Pública e outros Recorrido: Paulo Henrique Machado Pereira e outro Advogado: José Roberto Branco de Oliveira e outro(s) EMENTA Processual Civil. Civil. Recurso especial. Sucessão. Doação. Validade. Doação de pais a filhos. Inoficiosidade. Existência. Arts.: 134, 1.176, 1.576, e do CC Recurso especial, concluso ao Gabinete em , no qual se discute a validade de doação tida como inoficiosa, efetuada pelo de 210

15 Jurisprudência da TERCEIRA TURMA cujus aos filhos do primeiro casamento. Inventário de O.L.P., aberto em A existência de sentença homologatória de acordo, em separação judicial, pela qual o antigo casal doa imóvel aos filhos, tem idêntica eficácia da escritura pública. Precedentes. 3. A caracterização de doação inoficiosa é vício que, se não invalida o negócio jurídico originário doação, impõe ao donatárioherdeiro, obrigação protraída no tempo: de, à época do óbito do doador, trazer o patrimônio à colação, para igualar as legítimas, caso não seja herdeiro necessário único, no grau em que figura. 4. A busca da invalidade da doação, ante o preterimento dos herdeiros nascidos do segundo relacionamento do de cujus, somente é cabível se, e na medida em que, seja constatado um indevido avanço da munificência sobre a legítima, fato aferido no momento do negócio jurídico. 5. O sobejo patrimonial do de cujus é o objeto da herança, apenas devendo a fração correspondente ao adiantamento da legítima, in casu, já embutido na doação aos dois primeiros descendentes, ser equalizado com o direito à legítima dos herdeiros não contemplados na doação, para assegurar a esses outros, a respectiva quota da legítima, e ainda, às respectivas participações em eventuais sobras patrimoniais. 6. Recurso não provido. ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Ministros da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça, na conformidade dos votos e das notas taquigráficas constantes dos autos, por unanimidade, negar provimento ao recurso especial, nos termos do voto do(a) Sr(a). Ministro(a) Relator(a). Os Srs. Ministros João Otávio de Noronha, Sidnei Beneti, Paulo de Tarso Sanseverino e Ricardo Villas Bôas Cueva votaram com a Sra. Ministra Relatora. Brasília (DF), 6 de agosto de 2013 (data do julgamento). Ministra Nancy Andrighi, Relatora DJe RSTJ, a. 25, (232): , outubro/dezembro

16 REVISTA DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA RELATÓRIO A Sra. Ministra Nancy Andrighi: Cuida-se de recurso especial interposto por Odmar Loesch Pereira - Espólio, fundamentado na alínea a do permissivo constitucional, contra acórdão proferido pelo TJ-RJ. Ação: inventário de Odmar Loesch Pereira. Decisão interlocutória: após sucessivas manifestações da inventariante, quanto aos bens componentes do monte-mor, notadamente com alterações relativas à loja comercial, foi reconhecida a nulidade da doação feita a dois herdeiros, considerando-a inoficiosa por violação da legítima. Acórdão: por unanimidade, deu provimento ao agravo de instrumento interposto interposta pelos recorridos, nos termos da seguinte ementa: Inventário. Doação inoficiosa. 1. A doação de bem imóvel é negócio jurídico consensual, porque se aperfeiçoa com o acordo de vontades entre doador e donatário, independentemente da entrega da coisa. A doação de pais aos filhos não segue a regra geral da inoficiosidade uma vez que o referido ato, na forma do artigo do Código Civil de 1916, implica adiantamento de legítima. 3. Os donatários estão obrigados a conferir no inventário do doador, por meio de colação, os bens recebidos, pelo valor que lhes atribuir o ato de liberalidade ou a estimativa feita naquela época, para que sejam igualados os quinhões dos herdeiros necessários, conforme artigo 1.792, 1º do Código Civil de (fl. 230, e-stj). Acórdão em Embargos de Declaração: por unanimidade, rejeitou os embargos de declaração interpostos pelos recorrentes. Recurso especial: Alega violação dos arts. 535 do CPC; 134, 1.721, 1.722, e do CC Aponta a falta de prequestionamento de vários dispositivos de lei, que deram suporte ao recurso especial, apesar de ter, na origem, interposto embargos de declaração para sanar a falta. Sustenta que a doação não foi perfectibilizada porquanto não cumpridas as formalidades legais e, ainda que essa tese não seja corroborada, teria ocorrido doação inoficiosa, pelo desrespeito à legítima, fato que daria ensejo à anulação da doação. 212

17 Jurisprudência da TERCEIRA TURMA Inadmitido o recurso na origem, foi dado provimento ao agravo de instrumento interposto, para melhor exame da matéria (fl. 165, e-stj). Às fls , Parecer do Ministério Público Federal, de lavra do Subprocurador-Geral da República Antônio Fonseca, pelo não provimento do recurso especial. Relatado o processo, decide-se. VOTO A Sra. Ministra Nancy Andrighi (Relatora): Cinge-se a controvérsia em dizer da validade de doação de imóvel feita a descendentes, no momento da separação do casal, tanto pelo seu aspecto formal, quanto pela sua regularidade em face da vedação à doação inoficiosa. De se ressaltar que, independentemente da manifestação expressa do Tribunal de origem quanto a todos os dispositivos de lei tidos por violados, é fato que houve debate na origem sobre os motes de lastro do recurso especial, o que torna inócua possível discussão quanto ao prequestionamento dos dispositivos legais e, por conseguinte, a análise da alegada violação do art. 535 do CPC. I. Lineamentos Gerais. Historiando os eventos, para melhor compreensão da controvérsia, verificase que o imóvel, que está no centro da discussão, foi doado aos recorridos quando seus pais se separaram, com reserva de usufruto ao ex-cônjuge varão, declaração de vontade que foi parte integrante de acordo de separação homologado judicialmente, mas da qual não foi feita a correspondente escritura pública nem formalizada, junto ao Registro Público, a correspondente transferência de propriedade. À época da manifestação da vontade, tinha o doador de cujus conhecimento da existência do nascituro B.H.P., que não foi contemplado na doação. II. Da validade da doação. A primeira questão que impõe o enfrentamento diz respeito à validade da doação efetuada pelo casal, no ato de sua separação, que foi homologada em juízo, mas não teve o correspondente ato solene de transmissão da propriedade. RSTJ, a. 25, (232): , outubro/dezembro

18 REVISTA DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA Aqui se confronta a necessidade da efetiva escritura pública para efeitos de validade do negócio jurídico doação, como pugnava o art. 134, II, do CC-1916 vigente à época, e uma situação fático-jurídica consolidada sob os auspícios do Estado-Juiz, por meio de sentença homologatória de acordo. Nessa senda, não se nega a relevância e necessidade de efetuação do devida escritura pública, como aliás, é repetidamente afirmado, tanto na doutrina quanto na jurisprudência. No entanto, não se pode ignorar a válida manifestação de vontade, mormente quando formalizada em Juízo, até mesmo, porque é razoável se dessumir que essa doação fosse uma condição pré-acertada para a separação consensual do casal, e para a amigável composição sobre o patrimônio mobiliário e imobiliário que seria dividido. Note-se, não se trata aqui de promessa de doação, fórmula repelida pelo ordenamento jurídico, porquanto o que não existiu foi a formalização cartorial do ato, que pode ser suprida, quando a doação estiver inserida em acordo de separação judicial. Nesse sentido, cita-se posicionamento já cristalizado nesta Turma, do que é exemplo o (REsp n SP, Rel. Min. Castro Filho, DJ 1º ). Direito Civil. Separação consensual. Partilha de bens. Doação pura e simples de bem imóvel ao filho. Homologação. Sentença com eficácia de escritura pública. Admissibilidade. Doado o imóvel ao filho do casal, por ocasião do acordo realizado em autos de separação consensual, a sentença homologatória tem a mesma eficácia da escritura pública, pouco importando que o bem esteja gravado por hipoteca. Recurso especial não conhecido, com ressalvas do relator quanto à terminologia. Nesse toada, mantém-se o acórdão, quanto ao ponto. III. Da doação inoficiosa. A caracterização de doação inoficiosa é vício que, se não invalida o negócio jurídico originário doação, impõe ao donatário-herdeiro, obrigação protraída no tempo, de que, à época do óbito do doador, deverá trazer o patrimônio à colação, para igualar as legítimas, caso não seja herdeiro necessário único, no grau em que figura. A razão de ser da fórmula é a necessidade de igualdade entre os descendentes e o cônjuge supérstite quando este concorre na herança -, fórmula de há muito adotada pelo Direito pátrio, que consolidou a ideia de 214

19 Jurisprudência da TERCEIRA TURMA que mesmo quando, por qualquer razão o ascendente quiser privilegiar algum de seus possíveis herdeiros, com quinhão diferenciado, fica limitado em sua liberalidade pela legítima. Nessa senda, e tomando por premissa que a doação inoficiosa é aferida no momento da liberalidade, nota-se claramente que houve preterição do nascituro B.H.P., que não foi elencado como donatário por seu pai. No entanto, tal fato, por si, não gera a invalidade perseguida pelo espólio recorrente porque, nos termos do art do CC-1916 aplicável à espécie por força do momento em que foi entabulado o negócio jurídico doação a legítima do não-donatário, individualmente tomada, é o quantum que deve estar salvaguardado da doação, sob pena de caracterizar a inoficiosidade da liberalidade. Três eram os herdeiros necessários à época da doação: os recorridos (filhos do primeiro casamento do de cujus) e o nascituro prole de um segundo relacionamento, e apenas os dois primeiros foram contemplados com a liberalidade. Nesse contexto, podia ser doado, para os dois descendentes, até, aproximadamente 83,3% (oitenta e três inteiros e três décimos por cento) do patrimônio total (50% da parte disponível acrescido das correspondentes frações da legítima, que importavam em, aproximadamente, 33,2% (aproximadamente trinta e três inteiros e dois décimos por cento). Como a doação não atingiu 57% do patrimônio existente à época, doação inoficiosa não houve, cabendo, agora, apenas se trazer o bem doado à colação, para fins de equilibrar ou igualar a legítima. Note-se que aqui, o sobejo patrimonial do de cujus é o objeto da herança, apenas devendo a fração correspondente ao adiantamento da legítima, já embutido na doação aos dois primeiros descendentes, ser equalizado com o direito à legítima dos herdeiros não contemplados na doação, para assegurar a esses outros, a respectiva quota da legítima, e ainda, às respectivas participações em eventuais sobras patrimoniais. Cita-se nesse sentido o posicionamento de Arnaldo Rizzardo: Daí depreender-se que o art. 549 (art do Código anterior) não proíbe a doação que ultrapassar a metade dos bens, e sim a que ultrapassar o valor que o testador, no momento da liberalidade, poderia dispor em testamento. Necessário, pois, que se tenha em vista a norma do art (art do Código revogado): Pertence aos herdeiros necessários, de pleno direito, a metade dos bens da herança, constituindo a legítima. De onde se chega a que, possuindo um pai viúvo RSTJ, a. 25, (232): , outubro/dezembro

20 REVISTA DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA cem mil metro quadrados de terra apenas, e doando a um estranho sessenta por cento do imóvel, configurar-se-á doação inoficiosa. Mas não se o pai tem dois filhos, e o beneficiado for um deles. Isto porque, segundo ilustra Agostinho Alvim, a legítima dos descendentes é a metade do patrimônio, ou seja, cinquenta por cento dos bens, que, no caso, equivale ao disponível. Portanto, cada filho fará jus a vinte e cinco por cento do patrimônio, o que importa em afirmar que a um deles faculta-se ao pai doar toda a sua parte disponível (cinquenta por cento) e mais a legítima do filho (vinte e cinco por cento), atingindo o quanto de setenta e cinco por cento. Assim, a busca da invalidade da doação, ante o preterimento dos herdeiros nascidos do segundo relacionamento do de cujus, somente seria cabível se, e na medida em que, fosse constatado um indevido avanço da munificência sobre a legítima que, repita-se, no debate envolvendo a inoficiosidade da doação, deve ser aferida no momento do negócio jurídico. No mais, o instituto da colação irá, por primeiro, assegurar que os não contemplados com a doação possam, ainda assim, terem resguardo o seu quinhão na legítima, mesmo que seja por redução na doação e, de outra banda, garantir que a vontade do doador seja respeitada no limite da possibilidade legal. Essa é a essência da construção teórica que desagua na fórmula da colação, pois não se pode tolher a liberdade do indivíduo em beneficiar alguém com o patrimônio que lhe é próprio, desde que respeite os limites legais 50% do patrimônio. Se terceiros podem ser alvo dessa munificência, quanto mais os descendentes, mesmo porque, pode o ascendente doador querer, em face de relações peculiares de gratidão, ou situação pessoal do donatário, diferenciar positivamente, na parte que lhe é disponível, o quinhão hereditário de um dos seus filhos. Dessa forma, não merece reforma o acórdão recorrido. Forte em tais razões, nego provimento ao recurso especial. RECURSO ESPECIAL N SP (2010/ ) Relator: Ministro Paulo de Tarso Sanseverino Recorrente: Edson Coelho - Espólio e outro Representado por: Durvalino Coelho - Inventariante 216

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