Metodologia para implantação do PBQP-H em empresas construtoras no Noroeste Fluminense: um estudo de caso.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Metodologia para implantação do PBQP-H em empresas construtoras no Noroeste Fluminense: um estudo de caso."

Transcrição

1 Metodologia para implantação do PBQP-H em empresas construtoras no Noroeste Fluminense: um estudo de caso. Alex Alves Gomes (Faculdade Redentor / UNIG / SENAI-Itaperuna) Resumo Este trabalho tem como objetivo apresentar uma metodologia para implantação do PBQP-H (Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade no Habitat) no Noroeste Fluminense. Este metodologia foi desenvolvida para implantação deste Sistema de Qualidade em 5 (cinco) empresas construtoras da região. Foi percebido características muito particulares nas empresas desta região, que motivou a elaboração de uma metodologia própria para as empresas desta região. Palavras chave: PBQP-H, Sistema da Qualidade, ISO ) Introdução: O setor da Construção Civil é caracterizado pelo elevado índice de desperdício de materiais e recursos humanos, más condições de trabalho e pouca mecanização, resultando numa produtividade incompatível com a média industrial geral. O Brasil vive um momento favorável à implantação de sistemas de qualidade, devido ao maior nível de exigência por parte da sociedade em relação a insumos, produtos e serviços, assim como pela crescente concorrência interna cada vez mais acirrada, fruto do processo de globalização que permeia os diversos setores do país. Frente a este quadro, as empresas construtoras estão buscando métodos e processos mais eficientes, que demandam mão-de-obra mais qualificada, propiciando aumento da produtividade e melhoria da qualidade das edificações. O PBQP-H Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade Habitacional tem sido um importante fator indutor que tem levado as empresas construtoras a procurarem instrumentos que melhorem a qualidade e produtividade de seus produtos e serviços. A exemplo do que já vêm ocorrendo em São Paulo, através do Programa Qualihab, as empresas que queiram obter financiamentos de órgãos públicos para construção de unidades habitacionais, bem como prestarem serviços aos órgãos governamentais federais, estaduais e municipais devem possuir um Sistema da Qualidade, baseado nos critérios da norma NBR - ISO 9002, submetido à auditoria por organismo credenciado junto ao INMETRO (OCC s). 2) Características das empresas do Noroeste Fluminense: A Região Noroeste Fluminense (Estado do Rio de Janeiro) é composta por 13 (treze) ENEGEP 2003 ABEPRO 1

2 municípios, sendo o quinto maior território do Estado do Rio de Janeiro, com km2, o que representa cerca de 12% de toda a área interiorana. O principal município é Itaperuna. Segundo dados do último Censo do IBGE, a população total da região é de cerca de 298 mil habitantes, o que equivale a 2,2% da população do Estado, apresentando também um PIB de 0,93% do PIB Estadual. (CIDE 1999) A Unidade Operacional do SENAI RJ em Itaperuna, com apoio do SEBRAE-RJ, formou um grupo de 5 (cinco) empresas construtoras da região, com o objetivo de capacitá-las visando à obtenção de certificação pela ISO 9002/94 PBQP-H (Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade no Habitat). As empresas construtoras do Noroeste Fluminense são caracterizadas pelo quadro funcionais enxutos o empresário acumula diversas funções inclusive de responsável técnico pelas obras. Uma outra característica relevante destas empresas é o grande número de obras públicas executadas. Inicialmente foi percebida alguma resistência por parte dos funcionários das empresas quanto à implantação do sistema de qualidade, visto que é algo inteiramente novo na região. As empresas encontraram muitas dificuldades para se adaptar a esta cultura, que em sua fase inicial gera muitos documentos e registros, gerando o receio da burocratização da empresa. Durante as visitas para verificação da situação atual das empresas, foram identificados os seguintes problemas: Não existem procedimentos ou rotinas de trabalhos documentados para padronizar e controlar a execução dos Processos Construtivos. Foram observadas durante visitas nos canteiros de obras situações que caracterizavam desperdícios de material e mão-de-obra. Não foram identificados procedimentos para rastreabilidade de materiais que poderiam ser considerados críticos para a execução dos serviços. Não há avaliação formal dos prestadores de serviços e fornecedores de materiais. Não foram apresentados registros relativos à padronização de serviços de empreiteiros. Não há procedimentos padronizados para avaliação da qualidade do Projeto. As empresas não apresentam procedimentos documentados para entrega de obra, avaliação pós-ocupação e elaboração de Manual do Usuário. Falta de iniciativas para investimento em treinamento de mão-de-obra e novas tecnologias. Não estão definidos os critérios que orientem a organização e o controle de documentos e registros nos processos gerenciais e produtivos. Foram observadas deficiências quanto às ações na área de segurança do trabalho. ENEGEP 2003 ABEPRO 2

3 3) Programa Brasileiro de Qualidade e Produtivdade no Habitat PBQP-H: O PBQP-H foi instituído em dezembro de 1998, com o objetivo de contribuir para a constituição de um mercado habitacional competitivo, ampliar o acesso à moradia e possibilitar a redução dos custos final das unidades sem perda de qualidade Este programa foi inserido como um dos programas do Plano Plurianual (PPA) Avança Brasil, sendo discutido e estruturado entre os mais diversos segmentos da cadeia produtiva da indústria da construção civil, sendo de responsabilidade da Secretaria Especial de Desenvolvimento Urbano da Presidência da República. O PBQP-H é também um dos instrumentos do Governo Federal para cumprimento dos compromissos firmados pelo Brasil quando da assinatura da Carta de Istambul (Conferência do Habitat II 1996) (fonte: Site - Este sistema de qualificação possui um caráter evolutivo, onde é estabelecido níveis pelos quais as empresas são avaliadas e classificadas: D, C, B e A (nesta ordem). Os principais benefícios para as empresas com a implantação do PBQP-H é o aumento da competitividade, através da redução de desperdícios, capacitação profissional, utilização de materiais e componentes de melhor qualidade e adequação as normas técnicas. Quanto ao setor público, a utilização do seu poder de compra beneficiará na seleção dos fornecedores de maior qualidade, otimizando o uso dos recursos públicos, solicitando o certificado de qualificação no processo licitatório. 4) Metodologia: A metodologia proposta para implementação do sistema de qualidade PBQP-H foi dividida em quatro etapas principais: Sensibilização: é promovido um seminário para conscientização dos empresários quanto à importância e à necessidade da implantação do programa PBQP-H. Nesta etapa é importante ressaltar ao empresário que o PBQP-H deve ser implantado na empresa não apenas pelo fato de ser mais uma exigência da Caixa Econômica Federal, por exemplo, para financiamento de obras. Neste primeiro grupo, algumas empresas já haviam sinalizado o interesse de implantação pois já havia sido demandadas pelos órgãos financiadores a implantação do sistema de qualidade. Outras empresas crêem que com a implantação do sistema de qualidade ela não só se tornará mais competitiva, como também facilitará o melhor andamento das obras. Módulos de Capacitação: consiste em reuniões coletivas em que representantes das empresas envolvidos na implementação do sistema de qualidade debatem conceitos e práticas que serão desenvolvidas em cada empresa no mês subseqüente e cujos resultados serão apresentados para análise e experiência do grupo. Estes módulos de capacitação ocorreram na Unidade Operacional de Itaperuna SESI/SENAI, onde eram apresentados às empresas os principais conceitos e tarefas a serem executadas, através de exposição de slides e dinâmicas. As reuniões coletivas contam com a presença de 3 (três) representantes da empresa: o empresário e mais 2 (dois) funcionários, sendo que um deles seria designado RD ENEGEP 2003 ABEPRO 3

4 (representante da direção) que é o responsável pela implantação do sistema dentro da empresa, e o outro ficaria como suporte ao RD. Visitas Técnicas: visam o acompanhamento, avaliação e orientação do desenvolvimento das atividades propostas nos seminários dentro de cada empresa. O objetivo destas visitas é apenas acompanhar e esclarecer as eventuais dúvidas que surgem no processo de implementação. Elas são feitas em cada uma das empresas para que cada dúvida seja esclarecida de forma particular, de acordo com a realidade vivida pela empresa. Auditoria Interna: a empresa é submetida a uma auditoria, promovida pelo órgão capacitador no caso o SENAI a fim de se diagnosticar a real situação em que se encontra a empresa frente ao sistema de qualidade implantado, preparando a empresa, desta forma, a receber a auditoria do OCC (Órgão Certificador Credenciado) para a certificação desejada. 5) Conclusão: O grupo de empresas construtoras da região Noroeste do Estado do Rio de Janeiro está atualmente implantando o nível B do PBQP-H. Percebe-se hoje o comprometimento das empresas na implantação de sistemas de qualidade, não apenas por ser uma exigência dos órgãos públicos, mas porque elas têm percebido a importância do sistema dentro da empresa. Através do PBQP-H as empresas têm reavaliado processos, através do desenvolvimento de procedimentos; buscando melhoria no atendimento, através do cumprimento dos prazos previstos; e promovida a qualificação de sua mão-de-obra. Os representantes da direção (RD) agente principal da implantação do sistema na empresa têm encontrado muitas dificuldades no processo de sensibilização da empresa. Os funcionários resistem a idéia da padronização de procedimentos. Outro fato importante é que no diagnóstico inicial da empresa e na elaboração do organograma, o empresário reavalia as funções desempenhadas por cada funcionário, e até mesmo por ele, estabelecendo desta forma uma divisão de trabalho mais eficiente. Em algumas empresas o empresário praticamente ocupava todos as funções do organograma. Para finalizar, cabe aqui ressaltar que o PBQP-H é um programa pouco divulgado no interior do Rio de Janeiro. Referências CIDE (1999) Anuário Estatístico do Estado do Rio de Janeiro Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 589p. ENEGEP 2003 ABEPRO 4

5 SOUZA, Roberto de; et al. Sistema de Gestão da Qualidade para empresas construtoras, São Paulo; Pini FEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA, ISO 9000 como instrumento de competitividade, Rio de Janeiro, Qualitymark, SITE OFICIAL DO PBQP-H: Agradecimentos: Agradeço o apoio institucional da Faculdade Redentor, da Universidade Iguaçu Campus V e do SENAI/RJ Unidade Operacional de Itaperuna. Fica aqui também registrado o agradecimento às empresas participantes deste grupo discutido neste artigo:indústrias Reunidas de Bom Jesus, JP Engenharia e Construções, Natividade Construções, Porplan, Rocha Costa Engenharia. ENEGEP 2003 ABEPRO 5

PBQP-H QUALIDADE HABITACIONAL OBRAS DE EDIFICAÇÕES

PBQP-H QUALIDADE HABITACIONAL OBRAS DE EDIFICAÇÕES PBQP-H QUALIDADE HABITACIONAL OBRAS DE EDIFICAÇÕES PBQP-H O que é PBQP-H? O PBQP-H (Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat), é um instrumento do governo federal que tem como meta organizar

Leia mais

PBQP-H - Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat

PBQP-H - Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat PBQP-H - Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat Definição O Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat (PBQP-H) é um conjunto de ações desenvolvidas pelo Ministério

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DO PBQP-H EM EMPRESAS CONSTRUTORAS DE EDIFICAÇÕES VERTICAIS NA GRANDE JOÃO PESSOA: UM ESTUDO DE CASO

IMPLANTAÇÃO DO PBQP-H EM EMPRESAS CONSTRUTORAS DE EDIFICAÇÕES VERTICAIS NA GRANDE JOÃO PESSOA: UM ESTUDO DE CASO IMPLANTAÇÃO DO PBQP-H EM EMPRESAS CONSTRUTORAS DE EDIFICAÇÕES VERTICAIS NA GRANDE JOÃO PESSOA: UM ESTUDO DE CASO Nelma Mirian Chagas de Araújo, M. Sc. Universidade Federal da Paraíba PPGEP / Centro Federal

Leia mais

Sistema de Gestão da Qualidade MQ Manual da Qualidade SUMÁRIO... 1 1. APRESENTAÇÃO... 2

Sistema de Gestão da Qualidade MQ Manual da Qualidade SUMÁRIO... 1 1. APRESENTAÇÃO... 2 Revisão:14 Folha:1 de17 SUMÁRIO SUMÁRIO... 1 1. APRESENTAÇÃO... 2 2. RESPONSABILIDADE DA DIREÇÃO... 3 2.1 POLÍTICA DA QUALIDADE... 3 2.2 OBJETIVOS DA QUALIDADE... 4 2.3 ORGANIZAÇÃO DA EMPRESA PARA A QUALIDADE...

Leia mais

ENG 2332 CONSTRUÇÃO CIVIL I

ENG 2332 CONSTRUÇÃO CIVIL I ENG 2332 CONSTRUÇÃO CIVIL I Profº Eng Civil Bruno Rocha Cardoso Aula 3: Controle de Qualidade de Execução. Controle de Qualidade de Execução. Mas o que é Qualidade? Embora tenha demorado dois dias para

Leia mais

PRODUTO 1 METODOLOGIA Plano Local de Habitação de Interesse Social PLHIS Município de Teresópolis - RJ

PRODUTO 1 METODOLOGIA Plano Local de Habitação de Interesse Social PLHIS Município de Teresópolis - RJ PRODUTO 1 METODOLOGIA Plano Local de Habitação de Interesse Social PLHIS Município de Teresópolis - RJ Setembro/2010 APRESENTAÇÃO Este documento denominado Metodologia é o primeiro produto apresentado

Leia mais

RSQM-DO-028-02-DECLARAÇÃO_DOCUMENTADA_PROCESSO_DE_CERTIFICAÇÃO

RSQM-DO-028-02-DECLARAÇÃO_DOCUMENTADA_PROCESSO_DE_CERTIFICAÇÃO PGMQ - TV O que é OCC? Organismos de Certificação Credenciado (Acreditado) pelo INMETRO Conduzem e concedem a certificação de conformidade, com base em normas nacionais, regionais, internacionais ou regulamentos

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 54/2014. Autor: Vereador Paulo César Queiroz. A Câmara Municipal de Foz do Iguaçu, Estado do Paraná, Aprova:

PROJETO DE LEI Nº 54/2014. Autor: Vereador Paulo César Queiroz. A Câmara Municipal de Foz do Iguaçu, Estado do Paraná, Aprova: PROJETO DE LEI Nº 54/2014 Dispõe sobre o Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade do Habitat PBQP-H - no Município de Foz do Iguaçu e dá outras providências. Autor: Vereador Paulo César Queiroz

Leia mais

A Aplicabilidade de Alvenaria Estrutural em Edificações Residenciais de Alto Padrão. André Bezerra Coordenador de Obras MPD engenharia Ltda.

A Aplicabilidade de Alvenaria Estrutural em Edificações Residenciais de Alto Padrão. André Bezerra Coordenador de Obras MPD engenharia Ltda. A Aplicabilidade de Alvenaria Estrutural em Edificações Residenciais de Alto Padrão Palestrante: André Bezerra Coordenador de Obras MPD engenharia Ltda. 27 anos de atuação na construção civil. Iniciou

Leia mais

Entidade Setorial Nacional Mantenedora

Entidade Setorial Nacional Mantenedora Entidade Setorial Nacional Mantenedora Associação Brasileira de Materiais Compósitos Av. Professor Almeida Prado, 532 - Prédio 31 - Térreo - Sala 1 Cidade Universitária - 05508-901 São Paulo - SP - Tel/Fax:

Leia mais

Governo do Estado do Ceará Secretaria da Ciência, Tecnologia e Educação Superior - SECITECE

Governo do Estado do Ceará Secretaria da Ciência, Tecnologia e Educação Superior - SECITECE Governo do Estado do Ceará Secretaria da Ciência, Tecnologia e Educação Superior - SECITECE TERMO DE REFERÊNCIA Suporte Técnico Especializado em Inovação Sênior- Pessoa Física, visando apoiar a COTEC/SECITECE

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Secretaria Especial de Desenvolvimento Urbano Secretaria de Política Urbana

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Secretaria Especial de Desenvolvimento Urbano Secretaria de Política Urbana PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Secretaria Especial de Desenvolvimento Urbano Secretaria de Política Urbana Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat - PBQP-H,WHQVH5HTXLVLWRVGR 6LVWHPDGH4XDOLILFDomRGH(PSUHVDVGH

Leia mais

INTEGRAÇÃO DOS SISTEMAS DE GESTÃO NAS ÁREAS DE QUALIDADE, MEIO AMBIENTE E DE SEGURANÇA DO TRABALHO EM EMPRESAS CONSTRUTORAS ALEMÃS

INTEGRAÇÃO DOS SISTEMAS DE GESTÃO NAS ÁREAS DE QUALIDADE, MEIO AMBIENTE E DE SEGURANÇA DO TRABALHO EM EMPRESAS CONSTRUTORAS ALEMÃS INTEGRAÇÃO DOS SISTEMAS DE GESTÃO NAS ÁREAS DE QUALIDADE, MEIO AMBIENTE E DE SEGURANÇA DO TRABALHO EM EMPRESAS CONSTRUTORAS ALEMÃS Kátia Regina Alves Nunes Engenheira Civil pela Universidade do Estado

Leia mais

ANÁLISE DE INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE DO PROGRAMA BRASILEIRO DE QUALIDADE E PRODUTIVIDADE DO HABITAT (PBPQ-H) REVISÃO DEZEMBRO/2012.

ANÁLISE DE INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE DO PROGRAMA BRASILEIRO DE QUALIDADE E PRODUTIVIDADE DO HABITAT (PBPQ-H) REVISÃO DEZEMBRO/2012. ANÁLISE DE INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE DO PROGRAMA BRASILEIRO DE QUALIDADE E PRODUTIVIDADE DO HABITAT (PBPQ-H) REVISÃO DEZEMBRO/2012. Gisele Hiromi Matsumoto de Freitas¹; Ronan Yuzo Takeda Violin²;

Leia mais

ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DA CONSTRUÇÃO CIVIL. Iniciativa: SINDUSCON GOIÁS E FIEG

ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DA CONSTRUÇÃO CIVIL. Iniciativa: SINDUSCON GOIÁS E FIEG 1 ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DA CONSTRUÇÃO CIVIL Iniciativa: SINDUSCON GOIÁS E FIEG Breve Histórico Segundo semestre de 2011 CEF procurou o Sinduscon- Goiás para tratar de problemas detectados nas obras M.C.M.V.

Leia mais

Implantação do Sistema Nacional de Aprovação Técnica

Implantação do Sistema Nacional de Aprovação Técnica Programa 0810 Qualidade e Produtividade do Habitat - PBQP-H Objetivo Elevar os patamares da qualidade e produtividade da construção civil, por meio da criação e implantação de mecanismos de modernização

Leia mais

METODOLOGIA DE PROMOÇÃO DA SUSTENTABILIDADE PELO GERENCIAMENTO DE PROJETOS

METODOLOGIA DE PROMOÇÃO DA SUSTENTABILIDADE PELO GERENCIAMENTO DE PROJETOS METODOLOGIA DE PROMOÇÃO DA SUSTENTABILIDADE PELO GERENCIAMENTO DE PROJETOS Débora Noronha¹; Jasmin Lemke¹; Carolina Vergnano¹ ¹Concremat Engenharia e Tecnologia S/A, Diretoria Técnica de Estudos, Projetos

Leia mais

SERÁ ENCAMINHADO AO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO O NOVO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MATERIAIS, COM INÍCIO PREVISTO PARA 2008

SERÁ ENCAMINHADO AO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO O NOVO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MATERIAIS, COM INÍCIO PREVISTO PARA 2008 SERÁ ENCAMINHADO AO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO O NOVO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MATERIAIS, COM INÍCIO PREVISTO PARA 2008 CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MATERIAIS PROJETO PEDAGÓGICO I OBJETIVOS

Leia mais

GERENCIAMENTO DE CUSTOS NO SISTEMA CONSTRUTIVO DE GESSO ACARTONADO,"DRYWALL"

GERENCIAMENTO DE CUSTOS NO SISTEMA CONSTRUTIVO DE GESSO ACARTONADO,DRYWALL GERENCIAMENTO DE CUSTOS NO SISTEMA CONSTRUTIVO DE GESSO ACARTONADO,"DRYWALL" Maria de Fátima Gouvêa POUBEL Arquiteta, Professora de Edificações, Mestranda em Engenharia de Produção, pela Universidade Federal

Leia mais

Proposta de estruturação de um sistema de gestão da qualidade em uma empresa de construção civil na cidade de Venda Nova do Imigrante - ES

Proposta de estruturação de um sistema de gestão da qualidade em uma empresa de construção civil na cidade de Venda Nova do Imigrante - ES Proposta de estruturação de um sistema de gestão da qualidade em uma empresa de construção civil na cidade de Venda Nova do Imigrante ES André Drumond Soares (Faculdade do Espírito Santo) adrumonds@bol.com.br

Leia mais

Gestão da Qualidade PBQP-H

Gestão da Qualidade PBQP-H Gestão da Qualidade PBQP-H 2 www.nbs.com.br Soluções eficazes em Gestão de Negócios. Nossa Visão Ser referência em consultoria de desenvolvimento e implementação de estratégias, governança, melhoria de

Leia mais

INDICADORES DA QUALIDADE EM PROJETO. ESTUDO DE CASO DE EDIFÍCIOS HABITACIONAIS EM BRASÍLIA, DF

INDICADORES DA QUALIDADE EM PROJETO. ESTUDO DE CASO DE EDIFÍCIOS HABITACIONAIS EM BRASÍLIA, DF INDICADORES DA QUALIDADE EM PROJETO. ESTUDO DE CASO DE EDIFÍCIOS HABITACIONAIS EM BRASÍLIA, DF Cristiano ESTEFANI Eng. Mestrando em Estruturas e Construção Civil da Universidade de Brasília. Campus Universitário

Leia mais

ABNT NBR ISO. Introdução à ABNT NBR ISO 14001:2015

ABNT NBR ISO. Introdução à ABNT NBR ISO 14001:2015 ABNT NBR ISO 14001 Introdução à ABNT NBR ISO 14001:2015 A ABNT NBR ISO 14001 é uma norma aceita internacionalmente que define os requisitos para colocar um sistema da gestão ambiental em vigor. Ela ajuda

Leia mais

PRINCIPAIS FALHAS EM AUDITORIAS DO PBQP-H

PRINCIPAIS FALHAS EM AUDITORIAS DO PBQP-H PRINCIPAIS FALHAS EM AUDITORIAS DO PBQP-H PARA COMEÇAR......A VERSÃO 2012 VERSÃO 2012 A versão 2012 do SiAC incluiu alguns requisitos, antes não verificados em obras. São eles: 1. Indicadores de qualidade

Leia mais

Agenda Ambiental na Administração Pública

Agenda Ambiental na Administração Pública Agenda Ambiental na Administração Pública Brasília/DF agosto/2014 Agenda Ambiental Administração Pública Agenda para promoção da Responsabilidade Socioambiental - RSA; Ferramenta de gestão institucional

Leia mais

PROCEDIMENTO PARA CERTIFICAÇÃO EM SISTEMAS EVOLUTIVOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL PBQP-H SUMÁRIO 5. ESCOPO E DEFINIÇÃO DE MATERIAIS E SERVIÇOS CRÍTICOS

PROCEDIMENTO PARA CERTIFICAÇÃO EM SISTEMAS EVOLUTIVOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL PBQP-H SUMÁRIO 5. ESCOPO E DEFINIÇÃO DE MATERIAIS E SERVIÇOS CRÍTICOS Página: 1 de 15 SUMÁRIO INTRODUÇÃO 1. ACREDITAÇÃO E CERTIFICAÇÃO 2. GERAL 3. SOLICITAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO 4. DOCUMENTAÇÃO DA QUALIDADE DA ORGANIZAÇÃO 5. ESCOPO E DEFINIÇÃO DE MATERIAIS E SERVIÇOS CRÍTICOS

Leia mais

ANEXO B TERMO DE REFERÊNCIA. Declaração de trabalho, serviços e especificações

ANEXO B TERMO DE REFERÊNCIA. Declaração de trabalho, serviços e especificações PROCESSO 026-2013 ANEXO B TERMO DE REFERÊNCIA Declaração de trabalho, serviços e especificações A Contratada deverá executar o trabalho e realizar os serviços a seguir, indicados de acordo com as especificações

Leia mais

Ministério das Cidades PBQP-H E A INOVAÇÃO TECNOLÓGICA NA CONSTRUÇÃO CIVIL

Ministério das Cidades PBQP-H E A INOVAÇÃO TECNOLÓGICA NA CONSTRUÇÃO CIVIL Ministério das Cidades PBQP-H E A INOVAÇÃO TECNOLÓGICA NA CONSTRUÇÃO CIVIL Histórico 1991 PRONATH Prog. Nac. de Tecnologia da Habitação 1993 PROTECH Vilas Tecnológicas 1996 Programa de Apoio ao Desenvolvimento

Leia mais

VALEC POLÍTICA AMBIENTAL. Título: POLÍTICA AMBIENTAL Identificador: POL 5.03.01.16-001. Proponente: DIPLAN. Folha: 1 / 12.

VALEC POLÍTICA AMBIENTAL. Título: POLÍTICA AMBIENTAL Identificador: POL 5.03.01.16-001. Proponente: DIPLAN. Folha: 1 / 12. POL 5.3.1.16-1 1 / 12 POL 5.3.1.16-1 2 / 12 POL 5.3.1.16-1 3 / 12 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO... 4 2. DA VALEC S.A.... 6 3. OBJETIVOS PROPOSTOS E METAS PARA O PRIMEIRO ANO... 7 4. NORMAS AMBIENTAIS PROPOSTAS...

Leia mais

GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DA COLETA SELETIVA DE LIXO O CASO DE IJUÍ/RS 1

GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DA COLETA SELETIVA DE LIXO O CASO DE IJUÍ/RS 1 GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DA COLETA SELETIVA DE LIXO O CASO DE IJUÍ/RS 1 Juliana Carla Persich 2, Sérgio Luís Allebrandt 3. 1 Estudo

Leia mais

Produtos do Inmetro - Metodologia dos Eixos Estruturantes do Grupo de Trabalho Permanente do Mdic (GTP APL)

Produtos do Inmetro - Metodologia dos Eixos Estruturantes do Grupo de Trabalho Permanente do Mdic (GTP APL) Produtos do - Metodologia dos Eixos Estruturantes do Grupo de Trabalho Permanente do Mdic (GTP APL) EIXO FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃO Categoria Instituições Instrumento Descrição Como Acessar Formação (1) Formação

Leia mais

1.2. PANORAMA ATUAL DO MERCADO IMOBILIÁRIO CARIOCA

1.2. PANORAMA ATUAL DO MERCADO IMOBILIÁRIO CARIOCA 12 1 O PROBLEMA 1.1. INTRODUÇÃO A atividade da construção impacta a economia brasileira de forma bem mais abrangente do que aquela diretamente visualizada através de um produto imobiliário ou de uma obra

Leia mais

M A N U A L D A Q U A L I D A D E

M A N U A L D A Q U A L I D A D E M A N U A L D A Q U A L I D A D E 14ª Versão Última atualização: MANUAL DA QUALIDADE - Rev. Data Elaborado por Descrição da alteração 01 10/06/2012 Hélio Lipiani Versão Inicial 02 20/07/2010 Hélio Lipiani

Leia mais

Melhorias nos processos construtivos baseado no estudo dos fluxos físicos no canteiro de obra em uma empresa de Fortaleza

Melhorias nos processos construtivos baseado no estudo dos fluxos físicos no canteiro de obra em uma empresa de Fortaleza Melhorias nos processos construtivos baseado no estudo dos fluxos físicos no canteiro de obra em uma empresa de Fortaleza Alessandra Luize Fontes Sales (Engª. Civil) luize.sales@ig.com.br José de Paula

Leia mais

I INTELAB REMEPE Encontro Técnico de Laboratórios Recife novembro 2013

I INTELAB REMEPE Encontro Técnico de Laboratórios Recife novembro 2013 I INTELAB REMEPE Encontro Técnico de Laboratórios Recife novembro 2013 As Redes Metrológicas Estaduais As Redes Metrológicas são específicas e tecnológicas pela atuação. Foram criadas espontaneamente pela

Leia mais

TEXTO: INTRODUÇÃO AO SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL

TEXTO: INTRODUÇÃO AO SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL FACENS / IAT Instituto de Aperfeiçoamento Tecnológico Curso de Pós-Graduação MBA Lato-Sensu em: Gestão, Auditoria e Perícia Ambiental Disciplina: Gerenciamento e Controle Ambiental Carga horária: 24h Prof.

Leia mais

II Workshop de Desempenho

II Workshop de Desempenho II Workshop de Desempenho Alterações no Sistema de Avaliação da Conformidade de Empresas de Serviços e Obras SiAC para Inclusão das Exigências da Norma de Desempenho ABNT NBR 15575 Marcos Galindo 26.06.2015

Leia mais

Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Gerenciamento de Projeto /Turma 140 Data: Agosto/2014 GERENCIAMENTO DE PROJETOS AMBIENTAIS

Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Gerenciamento de Projeto /Turma 140 Data: Agosto/2014 GERENCIAMENTO DE PROJETOS AMBIENTAIS Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Gerenciamento de Projeto /Turma 140 Data: Agosto/2014 GERENCIAMENTO DE PROJETOS AMBIENTAIS Eduardo Christófaro de Andrade Eng. Agrônomo Juliana Maria Mota

Leia mais

Gestão do Processo de Manutenção Eletromecânica A quebra de paradigmas em busca da excelência.

Gestão do Processo de Manutenção Eletromecânica A quebra de paradigmas em busca da excelência. PNQS 2010 Categoria IGS Inovação da Gestão em Saneamento RDPG Relatório de Descrição de Prática de Gestão Gestão do Processo de Manutenção Eletromecânica A quebra de paradigmas em busca da excelência.

Leia mais

VIDA ÚTIL DE PROJETO COMO PREMISSA PARA O DESEMPENHO DE EDIFICAÇÕES HABITACIONAIS ABNT NBR 15575/2013 EDIFICAÇÕES HABITACIONAIS - DESEMPENHO

VIDA ÚTIL DE PROJETO COMO PREMISSA PARA O DESEMPENHO DE EDIFICAÇÕES HABITACIONAIS ABNT NBR 15575/2013 EDIFICAÇÕES HABITACIONAIS - DESEMPENHO VIDA ÚTIL DE PROJETO COMO PREMISSA PARA O DESEMPENHO DE EDIFICAÇÕES HABITACIONAIS ABNT NBR 15575/2013 EDIFICAÇÕES HABITACIONAIS - DESEMPENHO VIDA ÚTIL DE PROJETO COMO PREMISSA PARA O DESEMPENHO DE EDIFICAÇÕES

Leia mais

CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS BREVE ESTUDO SOBRE DUAS AREAS ATUANTES DO CONTADOR, AUDITOR E PERITO CONTÁBIL.

CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS BREVE ESTUDO SOBRE DUAS AREAS ATUANTES DO CONTADOR, AUDITOR E PERITO CONTÁBIL. 1 CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS BREVE ESTUDO SOBRE DUAS AREAS ATUANTES DO CONTADOR, AUDITOR E PERITO CONTÁBIL. BELO HORIZONTE 2011 2 1 INTRODUÇÃO Com o grande crescimento da economia no Brasil, a contabilidade

Leia mais

MANUAL DO CANDIDATO. Extensão

MANUAL DO CANDIDATO. Extensão MANUAL DO CANDIDATO Extensão Prezado(a) Candidato(a), Agradecemos o interesse pelos nossos cursos. Este manual contém informações básicas pertinentes ao curso, tais como: objetivos do curso e das disciplinas,

Leia mais

EMENTA CURSO TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO

EMENTA CURSO TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICO-ALVO: Os Cursos Técnicos são destinados a todos que estão cursando o 2º ano ou já completaram o Ensino Médio e que desejam aprender uma profissão, entrar no mercado de trabalho ou buscar uma melhor

Leia mais

Entidade Setorial Nacional Mantenedora ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE MATERIAIS PARA SANEAMENTO

Entidade Setorial Nacional Mantenedora ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE MATERIAIS PARA SANEAMENTO Entidade Setorial Nacional Mantenedora ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE MATERIAIS PARA SANEAMENTO Av. Queiroz Filho, 1700 Vila A Sobrado 87 Condomínio Villa Lobos Office Park Vila Hamburguesa 05319-000

Leia mais

MEDIÇÃO DE DESEMPENHO NA CONSTRUÇÃO CIVIL

MEDIÇÃO DE DESEMPENHO NA CONSTRUÇÃO CIVIL MEDIÇÃO DE DESEMPENHO NA CONSTRUÇÃO CIVIL Eng. Dayana B. Costa MSc, Doutoranda e Pesquisadora do NORIE/UFRGS Conteúdo da Manhã Módulo 1 Medição de Desempenho Conceitos Básicos Experiência de Sistemas de

Leia mais

INTEGRAÇÃO ENTRE OS SEGMENTOS DA CADEIA PRODUTIVA, DA PRODUÇÃO DO MATERIAL DE CONSTRUÇÃO ATÉ O USUÁRIO FINAL

INTEGRAÇÃO ENTRE OS SEGMENTOS DA CADEIA PRODUTIVA, DA PRODUÇÃO DO MATERIAL DE CONSTRUÇÃO ATÉ O USUÁRIO FINAL Cadeia Produtiva da Construção Civil - PlanHab INTEGRAÇÃO ENTRE OS SEGMENTOS DA CADEIA PRODUTIVA, DA DO MATERIAL DE CONSTRUÇÃO ATÉ O USUÁRIO FINAL Prof. Alex Abiko Escola Politécnica USP 09 de Abril de

Leia mais

REQUISITOS PARA RECONHECIMENTO DA CONFORMIDADE PARA CABOS PROFIBUS PA - DP

REQUISITOS PARA RECONHECIMENTO DA CONFORMIDADE PARA CABOS PROFIBUS PA - DP Página 1 1 OBJETIVO Estabelecer os critérios para o Programa de Reconhecimento da Conformidade de Cabos Profibus PA e Profibus DP, atendendo aos requisitos técnicos, visando garantir a segurança na utilização

Leia mais

Experiência: COMPRASNET: O SITE DA TRANSPARÊNCIA DAS COMPRAS GOVERNAMENTAIS

Experiência: COMPRASNET: O SITE DA TRANSPARÊNCIA DAS COMPRAS GOVERNAMENTAIS Experiência: COMPRASNET: O SITE DA TRANSPARÊNCIA DAS COMPRAS GOVERNAMENTAIS Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Departamento de Logística e Serviços Gerais DLSG Responsável: Elisabeth Braga

Leia mais

Micro-Química Produtos para Laboratórios Ltda.

Micro-Química Produtos para Laboratórios Ltda. Micro-Química Produtos para Laboratórios Ltda. Resumo Com a globalização e os avanços tecnológicos, as empresas estão operando num ambiente altamente competitivo e dinâmico. As organizações que quiserem

Leia mais

Data Versão Descrição Autor

Data Versão Descrição Autor Sistema de Controle de Pedidos SISCOP Versão 1.0 Termo de Abertura Versão 2.0 Histórico de Revisão Data Versão Descrição Autor 16/08/2010 2.0 Desenvolvimento do Termo de Abertura Adriano Marra Brasília,

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE QUALIDADE ALESSANDRA TEDORO BARBARA LIMA GABRIELA SPOLAVORI LEANDRO MARTINIANO MARCUS LOURENÇO RICARDO

SISTEMA DE GESTÃO DE QUALIDADE ALESSANDRA TEDORO BARBARA LIMA GABRIELA SPOLAVORI LEANDRO MARTINIANO MARCUS LOURENÇO RICARDO SISTEMA DE GESTÃO DE QUALIDADE ALESSANDRA TEDORO BARBARA LIMA GABRIELA SPOLAVORI LEANDRO MARTINIANO MARCUS LOURENÇO RICARDO HISTÓRICO 1990 Mudanças no Pais e no Setor da Construção Civil - Abertura do

Leia mais

Especialidade em Ativos Calibração Conformidade Metrológica

Especialidade em Ativos Calibração Conformidade Metrológica Especialidade em Ativos Calibração Conformidade Metrológica Metrologia é a Ciência da Medida Uma reputação de qualidade é um dos bens de mais alto valor de uma empresa. A grande importância de uma alta

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL ADJUNTA DE HABITAÇÃO POLÍTICA MUNICIPAL DE HABITAÇÃO

SECRETARIA MUNICIPAL ADJUNTA DE HABITAÇÃO POLÍTICA MUNICIPAL DE HABITAÇÃO SECRETARIA MUNICIPAL ADJUNTA DE HABITAÇÃO POLÍTICA MUNICIPAL DE HABITAÇÃO Carlos Henrique Cardoso Medeiros Secretário POLÍTICA MUNICIPAL DE HABITAÇÃO Orçamento Participativo da Habitação participaçãopopular

Leia mais

Renata Filardi/BRA/VERITAS18/10/2006 ÍNDICE: 1 INTRODUÇÃO 1.1 ESCOPO MANUAL 1.2 VISÃO E MISSÃO DO BUREAU VERITAS 1.2.2 - VISÃO 1.2.

Renata Filardi/BRA/VERITAS18/10/2006 ÍNDICE: 1 INTRODUÇÃO 1.1 ESCOPO MANUAL 1.2 VISÃO E MISSÃO DO BUREAU VERITAS 1.2.2 - VISÃO 1.2. Aprovado ' Elaborado por Renata Filardi/BRA/VERITAS em 18/10/2006 Verificado por Renato Catrib/BRA/VERITAS em 18/10/2006 Aprovado por Renato Catrib/BRA/VERITAS em 18/10/2006 ÁREA DGL Tipo MANUAL Número

Leia mais

INSTITUCIONAL. Primeiro Convênio Bancário abril/2004

INSTITUCIONAL. Primeiro Convênio Bancário abril/2004 INSTITUCIONAL HISTÓRICO Idéia junho/2001 Estudos Jurídicos novembro/2002 Aprovação Parceiros Setembro/2003 Constituição Jurídica Estatutos Dezembro/2003 OSCIP março/2004 Primeiro Convênio Bancário abril/2004

Leia mais

CADEIA PRODUTIVA E PROGRAMAS SETORIAIS DA QUALIDADE DOS SETORES DE OBRAS E DE GERENCIAMENTO

CADEIA PRODUTIVA E PROGRAMAS SETORIAIS DA QUALIDADE DOS SETORES DE OBRAS E DE GERENCIAMENTO CADEIA PRODUTIVA E PROGRAMAS SETORIAIS DA QUALIDADE DOS SETORES DE OBRAS E DE GERENCIAMENTO. IMPORTÂNCIA DA RETROALIMENTAÇÃO DAS AÇÕES PARA O CASO DO PROGRAMA QUALIHAB JESUS, Cláudia N.(1); CARDOSO, Francisco

Leia mais

Ampliar os serviços prestados pelas bibliotecas públicas à comunidade. Integrar a biblioteca pública com sua comunidade.

Ampliar os serviços prestados pelas bibliotecas públicas à comunidade. Integrar a biblioteca pública com sua comunidade. CHAMAMENTO PARA AS BIBLIOTECAS PÚBLICAS MUNICIPAIS PARA PARTICIPAREM DO PROJETO AGENDA CIDADÃ NAS BIBLIOTECAS PÚBLICAS MUNICIPAIS DO ESTADO DE SÃO PAULO SISEB A Secretaria de Estado da Cultura torna público

Leia mais

Padronização de Fundo Fixo de Materiais para Parceiros do STC

Padronização de Fundo Fixo de Materiais para Parceiros do STC XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2008-06 a 10 de outubro Olinda - Pernambuco - Brasil Padronização de Fundo Fixo de Materiais para Parceiros do STC André Luiz Mello de

Leia mais

10 Minutos. sobre práticas de gestão de projetos. Capacidade de executar projetos é essencial para a sobrevivência das empresas

10 Minutos. sobre práticas de gestão de projetos. Capacidade de executar projetos é essencial para a sobrevivência das empresas 10 Minutos sobre práticas de gestão de projetos Capacidade de executar projetos é essencial para a sobrevivência das empresas Destaques Os CEOs de setores que enfrentam mudanças bruscas exigem inovação

Leia mais

DIAGNÓSTICO DA GESTÃO DOS PROCESSOS DE PROJETOS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA: ESTUDO DE CASO EM EMPRESAS DE SÃO CARLOS-SP

DIAGNÓSTICO DA GESTÃO DOS PROCESSOS DE PROJETOS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA: ESTUDO DE CASO EM EMPRESAS DE SÃO CARLOS-SP DIAGNÓSTICO DA GESTÃO DOS PROCESSOS DE PROJETOS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA: ESTUDO DE CASO EM EMPRESAS DE SÃO CARLOS-SP Raquel Ragonesi Permonian (UFSCAR) raquelrpermonian@hotmail.com Jose da Costa Marques

Leia mais

ABNT NBR 16001:2004 Os Desafios e Oportunidades da Inovação

ABNT NBR 16001:2004 Os Desafios e Oportunidades da Inovação ABNT NBR 16001:2004 Os Desafios e Oportunidades da Inovação A Dinâmica da Terra é uma empresa onde o maior patrimônio é representado pelo seu capital intelectual. Campo de atuação: Elaboração de estudos,

Leia mais

REGULAMENTO PARA CERTIFICAÇÃO PBQP-H SiAC

REGULAMENTO PARA CERTIFICAÇÃO PBQP-H SiAC 1 ICQ BRASIL OCS Organismo de Certificação de Sistema de Gestão da Qualidade, credenciado pelo INME- TRO para certificações de terceira parte. 2 OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO Este regulamento fornece diretrizes

Leia mais

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Minha Casa Minha Vida 2 Eng. Mário de Almeida, MBA em Real Estate pelo NRE Prof.Dr. Fernando Bontorim Amato, pesquisador do NRE A primeira

Leia mais

Associados conhecem a nova estrutura do PSQ

Associados conhecem a nova estrutura do PSQ Associados conhecem a nova estrutura do PSQ 5º Encontro Nacional da AFEAÇO, em São José do Rio Preto, apresentou os novos procedimentos de qualificação de janelas e portas de aço A entrada da AFEAÇO para

Leia mais

em parceria com Pós-Graduação Gestão de Negócios Imobiliários MANUAL DO CANDIDATO ESPM - Campus Rodolfo Lima Martensen

em parceria com Pós-Graduação Gestão de Negócios Imobiliários MANUAL DO CANDIDATO ESPM - Campus Rodolfo Lima Martensen em parceria com Pós-Graduação Gestão de Negócios Imobiliários MANUAL DO CANDIDATO ESPM - Campus Rodolfo Lima Martensen Rua Joaquim Távora, 1240 Vila Mariana São Paulo/SP Informações: Central de Candidatos:

Leia mais

ELBI ELÉTRICA INDUSTRIAL LTDA. Data 17-08-11. ATA REUNIÃO DA ANÁLISE CRÍTICA N. 13 Páginas 1 de 8 PARTICIPANTES NOME EMPRESA ASSINATURA

ELBI ELÉTRICA INDUSTRIAL LTDA. Data 17-08-11. ATA REUNIÃO DA ANÁLISE CRÍTICA N. 13 Páginas 1 de 8 PARTICIPANTES NOME EMPRESA ASSINATURA ATA REUNIÃO DA ANÁLISE CRÍTICA N. 13 Páginas 1 de 8 JOSÉ FRANCISCO JOSÉ CARLOS MÁRCIO FLÁVIO LEANDRO EDUARDO WENDER CHRISÓSTOMO ALINE M O DUARTE ASSUNTOS ABORDADOS: 1- RESULTADOS DA AUDITORIA INTERNA N.13:

Leia mais

Assistente de Tecnologia da Informação e Técnico em Instrumentação. Descrição e Requisitos

Assistente de Tecnologia da Informação e Técnico em Instrumentação. Descrição e Requisitos Vitória, 20 de Maio de 2014. A Selecta, empresa de Recrutamento e Seleção, divulga as vagas de emprego em aberto, com destaque para: Analista Financeiro, Assistente Contábil, Assistente de Tecnologia da

Leia mais

MERCADO DE TRABALHO E O NOVO PERFIL DO ENGENHEIRO BRASILEIRO

MERCADO DE TRABALHO E O NOVO PERFIL DO ENGENHEIRO BRASILEIRO MERCADO DE TRABALHO E O NOVO PERFIL DO ENGENHEIRO BRASILEIRO Jefferson Teixeira Bessa 1 RESUMO Este artigo apresenta a nova configuração de mercado para engenheiros civis brasileiros assim como apresenta

Leia mais

MANUAL OPERACIONAL PLANO DE DESENVOLVIMENTO PRELIMINAR PDP

MANUAL OPERACIONAL PLANO DE DESENVOLVIMENTO PRELIMINAR PDP MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR SECRETARIA DO DESENVOLVIMENTO DA PRODUÇÃO DEPARTAMENTO DE MICRO, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS MANUAL OPERACIONAL PLANO DE DESENVOLVIMENTO PRELIMINAR

Leia mais

AUDITORIA DO SISTEMA DE GESTÃO 1 OBJETIVO

AUDITORIA DO SISTEMA DE GESTÃO 1 OBJETIVO AUDITORIA DO SISTEMA DE GESTÃO Proposto por: Núcleo de Apoio ao Sistema de Gestão (NUAGES) Analisado por: Chefe da Assessoria de Desenvolvimento Institucional (ADI) Aprovado por: Presidente do TRT/RJ 1

Leia mais

Implantação do Sistema SIG/UFRN na UNIFESP

Implantação do Sistema SIG/UFRN na UNIFESP Implantação do Sistema SIG/UFRN na UNIFESP Assessoria de Planejamento Departamento de Tecnologia da Informação DTI Maio/2013 Assessoria de Planejamento - DTI Planejar e gerenciar as atividades de governança

Leia mais

Política de Gestão de Riscos das Empresas Eletrobras

Política de Gestão de Riscos das Empresas Eletrobras Política de Gestão de Riscos das Empresas Eletrobras Versão 5.0 dezembro 2010 Política de Gestão de Riscos das Empresas Eletrobras Sumário 1. Objetivos 2. Conceitos 3. Referências 4. Princípios 5. Diretrizes

Leia mais

ASPECTOS CONCEITUAIS OBJETIVOS planejamento tomada de decisão

ASPECTOS CONCEITUAIS OBJETIVOS planejamento tomada de decisão FACULDADES INTEGRADAS DO TAPAJÓS DISCIPLINA: CONTABILIDADE GERENCIAL PROFESSOR: JOSÉ DE JESUS PINHEIRO NETO ASSUNTO: REVISÃO CONCEITUAL EM CONTABILIDADE DE CUSTOS ASPECTOS CONCEITUAIS A Contabilidade de

Leia mais

PROGRAMA TÉCNICOS A.R.G. 2013

PROGRAMA TÉCNICOS A.R.G. 2013 PROGRAMA TÉCNICOS A.R.G. 2013 1- INTRODUÇÃO A A.R.G. Ltda., empresa multinacional do ramo da construção pesada, foi fundada em Minas Gerais no ano de 1978, e atua em todo o Brasil e exterior, nos segmentos

Leia mais

Qualidade e Sustentabilidade na Construção Civil

Qualidade e Sustentabilidade na Construção Civil Qualidade e Sustentabilidade na Construção Civil Série ISO 9000: Modelo de certificação de sistemas de gestão da qualidade mais difundido ao redor do mundo: Baseada na norma ISO 9000 No Brasil: a ABNT

Leia mais

ELEIÇÃO 2014 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA BRASIL 27 DO BRASIL QUE TEMOS PARA O BRASIL QUE QUEREMOS E PODEMOS DIRETRIZES GERAIS DE GOVERNO

ELEIÇÃO 2014 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA BRASIL 27 DO BRASIL QUE TEMOS PARA O BRASIL QUE QUEREMOS E PODEMOS DIRETRIZES GERAIS DE GOVERNO ELEIÇÃO 2014 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA BRASIL 27 DO BRASIL QUE TEMOS PARA O BRASIL QUE QUEREMOS E PODEMOS DIRETRIZES GERAIS DE GOVERNO CUMPRIR E FAZER CUMPRIR A CONSTITUIÇÃO 1. Cumprir e fazer cumprir a

Leia mais

A COMUNICAÇÃO PARA A GESTÃO DA QUALIDADE

A COMUNICAÇÃO PARA A GESTÃO DA QUALIDADE A COMUNICAÇÃO PARA A GESTÃO DA QUALIDADE Narjara Bárbara Xavier Silva 1 Patrícia Morais da Silva 2 RESUMO Este artigo é resultado parcial do Projeto de Extensão da Universidade Federal da Paraíba (UFPB)

Leia mais

CRIAÇÃO DE CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO DE GESTÃO DE OBRAS HABITACIONAIS CONSTRUÍDAS POR MUTIRÃO

CRIAÇÃO DE CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO DE GESTÃO DE OBRAS HABITACIONAIS CONSTRUÍDAS POR MUTIRÃO CRIAÇÃO DE CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO DE GESTÃO DE OBRAS HABITACIONAIS CONSTRUÍDAS POR MUTIRÃO Vicente C. Ojeda (1); Luiz R. A. Cardoso (2) (1) Escola Politécnica Universidade de São Paulo, Brasil e-mail:

Leia mais

Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006

Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006 Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006 Realização: Ágere Cooperação em Advocacy Apoio: Secretaria Especial dos Direitos Humanos/PR Módulo III: Conselhos dos Direitos no

Leia mais

Atualmente, as organizações de uma

Atualmente, as organizações de uma Uma estratégia competitiva para laboratórios de calibração e ensaios no cenário atual Conheça um modelo gerencial para laboratórios de calibração e ensaios, alinhando a qualidade necessária à realização

Leia mais

1. O Contexto do SBTVD

1. O Contexto do SBTVD CT 020/06 Rio de Janeiro, 27 de janeiro de 2006 Excelentíssimo Senhor Ministro Hélio Costa MD Ministro de Estado das Comunicações Referência: Considerações sobre o Sistema Brasileiro de Televisão Digital

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS Versão 5.0 06/12/2010 Sumário 1 Objetivos... 3 2 Conceitos... 3 3 Referências... 4 4 Princípios... 4 5 Diretrizes... 5 6 Responsabilidades... 6 7 Disposições

Leia mais

Níveis Qualificação Quantidade % N I Não qualificados (ajudantes, serventes e faxineiros) 1.650 30%

Níveis Qualificação Quantidade % N I Não qualificados (ajudantes, serventes e faxineiros) 1.650 30% 3.37. PROGRAMA DE APOIO À POPULAÇÃO MIGRANTE 3.37.1. Introdução A implantação de empreendimentos hidrelétricos freqüentemente provoca mudanças na região de instalação. A UHE Estreito é um empreendimento

Leia mais

ISO NAS PRAÇAS. Oficina ISO 9001-2008 Formulação da Política da Qualidade. Julho/2011

ISO NAS PRAÇAS. Oficina ISO 9001-2008 Formulação da Política da Qualidade. Julho/2011 Oficina ISO 9001-2008 Formulação da Política da Qualidade Julho/2011 GESPÚBLICA Perfil do Facilitador Servidor de carreira que tenha credibilidade Bom relacionamento interpessoal Acesso a alta administração

Leia mais

Regimento do PQS Programa da Qualidade SESCAP-CE

Regimento do PQS Programa da Qualidade SESCAP-CE Regimento do PQS Programa da Qualidade SESCAP-CE www.sescapce.org.br Página 1 Regimento do PQS Índice: 1. Finalidade... 03 2. Objetivo... 03 3. Requisitos de Admissão... 03 4. Estrutura do PQS... 04 5.

Leia mais

A Importância da implantação do Sistema de Gestão da Qualidade na construção civil

A Importância da implantação do Sistema de Gestão da Qualidade na construção civil 1 A Importância da implantação do Sistema de Gestão da Qualidade na construção civil Renato Rossi Baldini rrbaldini@ig.com.br MBA Gerenciamento de Obras, Tecnologia e Qualidade da Construção Instituto

Leia mais

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas. Módulo: Gestão da Qualidade. Profa. Maria do Carmo Calado

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas. Módulo: Gestão da Qualidade. Profa. Maria do Carmo Calado FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas Módulo: Gestão da Qualidade Profa. Maria do Carmo Calado Aula 3 O surgimento e a importância das Normas ISO Objetivos: Esclarecer como se deu o processo

Leia mais

A revisão 1 foi feita para contemplar as mudanças necessárias, em função da publicação das novas regras para utilização de identidade visual.

A revisão 1 foi feita para contemplar as mudanças necessárias, em função da publicação das novas regras para utilização de identidade visual. CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE PBQP-H / SiAC NORMA Nº: NIT-DICOR-007 APROVADA EM JUL/07 /07 SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Campo de Aplicação

Leia mais

CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE PBQP-H / SiAC

CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE PBQP-H / SiAC CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE PBQP-H / SiAC NORMA Nº: NIT-DICOR-007 APROVADA EM FEV/2010 01/07 SUMÁRIO 1 1 Objetivo 2 Campo de

Leia mais

O que é Programa Rio: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher? Quais suas estratégias e ações? Quantas instituições participam da iniciativa?

O que é Programa Rio: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher? Quais suas estratégias e ações? Quantas instituições participam da iniciativa? Destaque: Somos, nós mulheres, tradicionalmente responsáveis pelas ações de reprodução da vida no espaço doméstico e a partir da última metade do século passado estamos cada vez mais inseridas diretamente

Leia mais

A GESTÃO DOS RESÍDUOS DE OBRA EM UMA COMPANHIA DE SANEAMENTO CERTIFICADA

A GESTÃO DOS RESÍDUOS DE OBRA EM UMA COMPANHIA DE SANEAMENTO CERTIFICADA A GESTÃO DOS RESÍDUOS DE OBRA EM UMA COMPANHIA DE SANEAMENTO CERTIFICADA ENG JORGE KIYOSHI MASSUYAMA (APRESENTADOR) Cargo atual: Diretor de Operações da SANED. Formação: Engenheiro Civil, formado em 1981,

Leia mais

Marcos Antonio Lima de Oliveira, MSc Quality Engineer ASQ/USA Diretor da ISOQUALITAS www.qualitas.eng.br qualitas@qualitas.eng.

Marcos Antonio Lima de Oliveira, MSc Quality Engineer ASQ/USA Diretor da ISOQUALITAS www.qualitas.eng.br qualitas@qualitas.eng. 01. O QUE SIGNIFICA A SIGLA ISO? É a federação mundial dos organismos de normalização, fundada em 1947 e contanto atualmente com 156 países membros. A ABNT é representante oficial da ISO no Brasil e participou

Leia mais

PREFEITURA DE BELO HORIZONTE

PREFEITURA DE BELO HORIZONTE PREFEITURA DE BELO HORIZONTE DADOS DA CIDADE Data de fundação: 12 de dezembro de 1897 Área: 331 km 2 Latitude y Longitude 19 55'S, 43 56'W Minas Gerais BH INDICADORES DEMOGRÁFICOS População: 2.375.151

Leia mais

FUNDAÇÃO DE APOIO À CAPACITAÇÃO EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

FUNDAÇÃO DE APOIO À CAPACITAÇÃO EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO EDITAL FACTI/CERTICS-Nº 01/2013 CHAMADA PARA QUALIFICAÇÃO DE INSTITUIÇÕES DE APOIO À APLICAÇÃO DA METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO CERTICS PARA SOFTWARE 1ª CHAMADA Pessoas Jurídicas sem Finalidade

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA PARA O ENSINO SUPERIOR EM RONDÔNIA

CONTRIBUIÇÕES DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA PARA O ENSINO SUPERIOR EM RONDÔNIA CONTRIBUIÇÕES DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA PARA O ENSINO SUPERIOR EM RONDÔNIA Ivanete Saskoski Caminha, Adriana Leônidas de Oliveira 2 Universidade de Taubaté/Programa de Mestrado em Gestão e Desenvolvimento

Leia mais

COMISSIONAMENTO DE UNIDADES INDUSTRIAIS, FUNDAMENTOS E PRÁTICAS

COMISSIONAMENTO DE UNIDADES INDUSTRIAIS, FUNDAMENTOS E PRÁTICAS COMISSIONAMENTO DE UNIDADES INDUSTRIAIS, FUNDAMENTOS E PRÁTICAS Antonio Prates 1, Luciano Gaete 1, Paulo Garcia de Souza 2 1 Forship Engenharia, 2 ProxyBiz Business Platform. Introdução O comissionamento

Leia mais

ANEXO V COMPETÊNCIAS DEFINIDAS

ANEXO V COMPETÊNCIAS DEFINIDAS ANEXO V COMPETÊNCIAS DEFINIDAS Compete as Unidades de Saúde (básica, secundária/ambulatórios follow up): 1. Realizar a identificação das crianças que cumprem os critérios estabelecidos para recebimento

Leia mais

Fontes Operação Valores de Operação (R$) Unid. Habitacionais

Fontes Operação Valores de Operação (R$) Unid. Habitacionais Nota da Equipe de Pesquisa do IAU (USP-São Carlos) / PEABIRU sobre as matérias a respeito da modalidade Entidades do Programa Minha Casa Minha Vida publicadas no jornal O Estado de SP A equipe de pesquisa

Leia mais

Anexo IX METODOLOGIA DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE. 1. FINALIDADE. O objetivo deste documento é apresentar uma visão resumida do processo RUP-BNB.

Anexo IX METODOLOGIA DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE. 1. FINALIDADE. O objetivo deste documento é apresentar uma visão resumida do processo RUP-BNB. 1. FINALIDADE. O objetivo deste documento é apresentar uma visão resumida do processo RUP-BNB. 2. CONSIDERAÇÕES GERAIS 2.1. A metodologia adotada pelo BNB (RUB-BNB), bem como suas partes integrantes (os

Leia mais