MUNICÍPIO DE REGUENGOS DE MONSARAZ Câmara Municipal. Reunião Ordinária realizada dia 23 de Novembro de 2005 Acta Nº 3

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1 Reunião Ordinária realizada dia 23 de Novembro de 2005 Acta Nº 3 Presidiu esta reunião o Senhor Victor Manuel Barão Martelo, Presidente da de Reguengos de Monsaraz Os restantes membros presentes foram: Senhores Vereadores Dr. José Gabriel Paixão Calixto, Eng.º Rogério Paulo Carujo Carreteiro, Manuel Lopes Janeiro e Dr. Fernando Manuel Calixto Quintas Secretariou a reunião o Senhor João Manuel Paias Gaspar No Salão Nobre dos Paços do Município de Reguengos de Monsaraz, o Senhor Presidente da Câmara Municipal, Victor Manuel Barão Martelo declarou aberta a reunião: Eram 10 horas PERÍODO DE ANTES DA ORDEM DO DIA No período em referência não se registaram quaisquer intervenções dos membros da de Reguengos de Monsaraz ORDEM DO DIA EXPEDIENTE E INFORMAÇÃO Resumo Diário da Tesouraria O Senhor Vice-Presidente desta de Reguengos de Monsaraz fez presente o Resumo Diário da Tesouraria n.º 222, de 22 de Novembro, p.p., que apresenta um total disponibilidades no montante pecuniário de ,17 (trezentos e vinte um mil trezentos e quarenta euros e dezassete cêntimos ), dos quais ,57 (duzentos e vinte seis mil oitocentos e vinte e três euros e cinquenta e sete cêntimos) referem-se a operações de tesouraria Associação Nacional de Municípios Portugueses: Encontro Nacional de Eleitos Locais O Senhor Presidente da deu conta da Declaração Final aprovada por aclamação no Encontro Nacional de Eleitos Locais, realizado no passado dia 16 de Novembro, no Centro Nacional de Exposições, em Santarém, e no qual estiveram presentes, além dele próprio, os Senhores Vereadores Manuel Lopes Janeiro e Dr. Fernando Manuel Calixto Quintas; declaração final, que ora se transcreve: "1. Só em gravíssimas e felizmente muito raras e excepcionais situações, a ANMP se viu na necessidade de convocar e realizar Encontros Nacionais de Eleitos Locais. Tais foram os casos de violações particularmente gravosas de Leis das Finanças Locais, no início dos anos noventa, no que se referia ao cálculo do Fundo de Equilíbrio Financeiro (FEF), e em 2002, quando teve início a política de destruição do acesso dos Municípios ao crédito bancário. 2. A Proposta de Lei do Orçamento de Estado para 2006 associa as duas violações mais gravosas que historicamente tinham sido cometidas para com a Lei das Finanças Locais. MUNICÍPIO DE REGUENGOS DE MONSARAZ CÂMARA MUNICIPAL Página 1 de 35

2 2.1 Por um lado, não cumpre as regras de cálculo dos Fundos Municipais a transferir do Orçamento de Estado, subtraindo 55 milhões de euros aos cofres municipais, situação que é agravada pelo aumento de descontos para a Caixa Geral de Aposentações ( de 10% para 13%) e do IVA pago pelas autarquias, parcelas estas que representam menos 55 milhões de euros. Quer isto dizer que, no conjunto, o Governo, em seu proveito próprio, retira mais de 110 milhões de euros aos Municípios; 2.2 Por outro lado, são mantidas e mesmo agravadas as restrições dos Municípios já não só no acesso ao crédito (zero), como agora também no acesso aos contratos de locação financeira (principalmente para aluguer de equipamentos) e na gestão de pagamentos a fornecedores. 3. A conjugação deste conjunto de violações à Lei das Finanças Locais é excepcionalmente gravosa para o Poder Local Democrático. É de facto, a primeira vez que, em simultâneo, por um lado há diminuição nominal e real das receitas, para o ano seguinte, e, por outro lado, se mantém e agrava a impossibilidade de acesso ao crédito, agora ainda com dificuldades adicionais no que se refere ao aluguer de equipamentos e à gestão de pagamentos a fornecedores. Nunca tal conjugação e simultaneidade de violações à Lei das Finanças Locais e limitações à autonomia financeira dos Municípios tinham tido lugar. 4. Este procedimento do Governo só não é inteiramente surpreendente porque os indícios e atitudes hostis para com o Poder Local se vieram multiplicando nos últimos meses. 4.1 Foi a estranhamente retardada audiência do Primeiro Ministro ao Conselho Directivo da ANMP, dois meses depois do início de funções, o que nunca acontecera com nenhum chefe de Governo; 4.2 Tem sido a sistemática audição da ANMP depois dos diplomas já aprovados em Conselho de Ministros, ou com pedidos de pareceres habitualmente não superiores a dois ou três dias, ou mesmo a pura e simples não audição da ANMP, completamente à revelia do que a lei e a ética democrática obrigam. A listagem de tais situações, disponível na ANMP, é a mais lamentável das provas destes factos; 4.3 Tem também sido a crescente arrogância de alguns membros do Governo para com a ANMP, com declarações falsas, injustas e deturpadas da realidade do Poder Local, como foram os casos do Ministro da Agricultura e do Secretário de Estado da Administração Local, chegando-se ao extremo de um Ministro de Estado pretender escolher os representantes da ANMP numa reunião; 4.4 Foram as alterações ao Estatuto do Eleito Local, que constituíram afinal uma verdadeira revogação, pois ficou esvaziado de conteúdo, na prática; 4.5 Foi ainda a limitação de mandatos, exclusiva para os Presidentes de Câmaras Municipais e de Juntas de Freguesia, destinada a decapitar o Poder Local dos mais experientes eleitos locais do País, procurando obter autarquias mais dóceis para a Administração Central; 4.6 Tem sido uma prática caracterizada pelo tratamento das autarquias locais como se fossem serviços dependentes do Governo, prática essa que só falta ser coroada com a nomeação, pelo Governo e na linha hierárquica deste, de directores-gerais, em vez de eleitos locais, acabando com o Poder Local e voltando ao tempo dos célebres "Corpos Administrativos", anteriores a 1974; 4.7 Foi também, na prática, a quase completa suspensão de contactos e negociações com a ANMP, por parte do Governo, com a excepção das situações em que não foi capaz de resolver sozinho os problemas criados casos do Inglês para o Ensino Básico e outras matérias na área da Educação situações em que acabou por se ver obrigado a negociações com a ANMP. É um bom exemplo deste absurdo político a existência de uma Secretaria de Estado da Administração Local cujo titular não reúne com a ANMP há 4 meses... Situação que é absolutamente inédita em 20 anos de existência da ANMP. Como resultado, as mais de quatro dezenas de assuntos colocados pela ANMP ao Ministro de Estado e ao Secretário de Estado para a Administração Local, em Março, para negociação e resolução tiveram até agora, 8 meses depois, resposta zero. 5. Perante este conjunto de factos e realidades, milhares de eleitos locais reunidos em Santarém, em 16 Novembro de 2005 denunciam o estrangulamento surdo que está a ser praticado contra o Poder Local e transmitem à opinião pública que: 5.1 Mais de 50% do investimento público em Portugal é feito pelas Autarquias Locais, sendo que o ritmo de crescimento do investimento municipal é superior ao do crescimento da despesa corrente, apesar de aquelas contarem com pouco mais de 10% das receitas do Estado; 5.2 O estabelecimento casuístico e anual de limites à capacidade de endividamento e, agora também, de regras diferentes para definir os montantes das receitas e despesas municipais em cada ano, põe em causa o MUNICÍPIO DE REGUENGOS DE MONSARAZ CÂMARA MUNICIPAL Página 2 de 35

3 planeamento das Autarquias Locais, não sendo a autonomia financeira das autarquias compatível com um quadro movediço de alterações periodicamente levadas a cabo pelos intervenientes no processo orçamental; 5.3 Os Municípios, responsavelmente, empenharam-se no esforço nacional para combater o défice orçamental do Estado, tendo conseguido ser superavitarios em 2004, o que deverá repetir-se em 2005, contribuindo assim para diminuir o défice, totalmente da responsabilidade da Administração Central; 5.4 Ao invés do que preconiza para os Municípios, o Governo atribui-se a si próprio um aumento do seu endividamento até cerca de 11 mil milhões de euros, podendo mesmo ir até 12,5 mil milhões de euros, traduzindo assim com limpidez o seu conceito de solidariedade recíproca entre os subsectores da Administração Publica tudo e mais ainda para a Administração Central, nada e ainda menos para o Poder Local; 5.5 A prática da suborçamentação através das empresas públicas, que é usada pelo Governo, não é, nem pode vir a ser utilizada pelos Municípios por via das empresas municipais, pois o endividamento destas conta para o cálculo de endividamento municipal; 5.6 O que está em curso é um esvaziamento do conteúdo do principio da constitucional da autonomia financeira, o que constitui um retrocesso na evolução do quadro financeiro do Poder Local no actual Estado de Direito; 5.7 As receitas previstas pelo Orçamento de Estado para 2006 aumentam mais de 8% em relação a 2005, o que torna ainda mais claro o tratamento persecutório que é dado às Autarquias Locais; 5.8 Em confronto com a diminuição de verbas para as Autarquias Locais em 2006, o orçamento dos gabinetes dos membros do Governo é aumentado em mais 12%, ajudando a caracterizar o real significado do despesismo; 5.9 A proibição de crescimento das despesas com recursos humanos nas autarquias, que o Governo agora pretende impor, significa uma inadmissível intromissão na autonomia da gestão municipal e das freguesias, para além de ir criar problemas inultrapassáveis, obrigando a manter encerrados novos equipamentos construídos e prontos a funcionar, designadamente escolas, bibliotecas, centros culturais, piscinas e outras instalações desportivas e de tempos livres e outras na área social; 5.10 A nova legislação, publicada há poucos dias pelo Governo, mais uma vez sem audição da ANMP, que proíbe as autarquias locais de contratar serviços prestados por aposentados, sem uma autorização casuística do Primeiro Ministro, constitui mais uma intromissão abusiva a inaceitável na autonomia da gestão autárquica; 5.11 As manobras de propaganda na Comunicação Social, condicionadoras da opinião pública, que pretendem classificar como receitas municipais 200 milhões de euros de contratos-programa em que se procura responsabilizar as Autarquias Locais por obras que são da competência do Governo Centros de Saúde, quartéis da GNR e PSP, Programa Pólis, recuperação de estradas nacionais e regionais, etc são incompatíveis com o claro incumprimento da Lei que estabelece as transferências de competências para os Municípios, o que é muito diferente de tratá-los como empreiteiros dos diversos Ministérios; tais obras não são mais que situações em que os Municípios se viram obrigados a exercer competências que não são suas, sendo ressarcidas por isso; 5.12 Mais de 500 mil cidadãos que foram candidatos às eleições de 9 de Outubro, dos quais cerca de 50 mil foram eleitos, estiveram durante meses a preparar e a discutir propostas de acção que agora não poderão executar, tendo sido enganados pelo Governo, que, de antemão, sabia que o Orçamento de Estado que já tinha preparado, iria tornar inútil o debate eleitoral que estava então em curso; 5.13 A nova legislação que revogou o Estatuto dos Eleitos Locais veio criar uma situação absurda, que não pode deixar de ser corrigida, ao colocar com direitos diferentes cidadãos eleitos no mesmo dia 9 de Outubro, conforme a data em que tomaram posse ou não, situação agravada ao comparar o Continente com as Regiões Autónomas. 6. Os milhares de eleitos locais reunidos em Santarém, proclamam que: 6.1 A diminuição das receitas municipais representa sacrifícios intoleráveis na qualidade de vida das populações, através de menos escolas, menos espaços verdes, menos estradas, menos apoios às colectividades, às instituições de solidariedade social e aos bombeiros, o que irá ser denunciado por todo o País em reuniões de Câmaras e Assembleias Municipais, de Juntas e Assembleias de Freguesia, que avaliarão a situação concreta que será criada em cada local, divulgando-a por todos os meios, aos cidadãos e à sociedade civil; 6.2 O despesismo não é uma característica da actuação das Autarquias Locais, que reforçam cada vez mais o investimento em prejuízo das despesas correntes ( o que contrasta com o já referido em 5.8), tornado cada vez mais evidente que aquilo que é feito pelo Poder Local é sempre incomparavelmente superior ao que quer que seja feito pela Administração Central infraestruturas, equipamentos colectivos e sociais, habitação e urbanismo, etc, etc; 6.3 A Proposta de Lei do Orçamento de Estado, no capitulo referente às Finanças Locais, é injusta, discriminatória e abertamente inadequada à realidade do Pais, devendo ser rejeitada em absoluto; 6.4 É indispensável que seja facultado o acesso dos Municípios ao crédito, utilizando uma pequena fatia dos novos empréstimos que o Governo reserva para seu uso próprio, de forma proporcional e respeitando o principio MUNICÍPIO DE REGUENGOS DE MONSARAZ CÂMARA MUNICIPAL Página 3 de 35

4 de solidariedade recíproca entre sectores da Administração a que o Governo está obrigado por Lei, mas que só consegue ler num único sentido, apesar de o défice ser da responsabilidade exclusiva da Administração Central; dos 200 milhões de euros de obras da Administração Central que o Governo diz serem receitas municipais, deverão ser transferidos para os Fundos Municipais através do Orçamento de Estado; 6.6 O Estado, como pessoa que ainda se supõe de bem, tem de garantir a estabilidade do planeamento e de gestão autárquica, através do respeito pela autonomia do Poder Local e da garantia dos meios financeiros proporcionais; 6.7 Os Municípios reafirmam a sua disponibilidade e empenhamento em participar no esforço nacional para superar a crise orçamental, mas de forma proporcional e solidária e não como bodes expiatórios do Governo. 7 UNIDOS E INDIGNADOS, OS MILHARES DE ELEITOS PRESENTES NO ENCONTRO NACIONAL, EM SANTARÉM CONSIDERAM INSUPORTÁVEL ESTA PROPOSTA DE LEI DO ORÇAMENTO DE ESTADO PARA 2006 E DECIDEM: 7.1 Reafirmar a defesa intransigente da autonomia do Poder Local; 7.2 Reafirmar o papel fundamental, empenhado e insubstituível dos Municípios no desenvolvimento do País, através da descentralização, evidenciando contudo que, sem as correcções já referidas, não haverá condições para a aceitação de quaisquer novas competências pelas autarquias; 7.3 Proceder ao devido esclarecimento das populações, através de todos os órgãos autárquicos, de que a responsabilidade pelos investimentos concretos que vão deixar de ser executados, não será dos Municípios e Freguesias, mas daqueles que os impedem de concretizar tais investimentos; 7.4 Não iniciar quaisquer novas negociações ou contactos com quaisquer membros do Governo, enquanto este não reconhecer a ANMP como parceiro institucional, salvo em situações decorrentes de imperativos legais; 7.5 Apelar ao Governo e à Assembleia da República que corrijam, em nome do interesse nacional e do bom senso, a Proposta de Lei do Orçamento de Estado para 2006, nos sentidos já apontados por este Encontro; 7.6 Convidar e incentivar os deputados do circulo eleitoral a que pertence cada autarquia local, em especial os 15 deputados que foram Presidentes de Câmaras e Assembleias Municipais e membros dos órgãos da ANMP, para que votem contra, na especialidade, os artigos 17º, 20º, 21º 22º e 33º da Proposta de Lei do Orçamento de Estado para 2006; 7.7 Estar presentes na Assembleia da República, no dia e hora que venham a ser definidos, para assistir à votação na especialidade atrás referida; 7.8 Colocar as bandeiras a meia-haste, no edifício sede de cada Município e Freguesia; 7.9 Criar taxas e tarifas especificamente aplicáveis à Administração Central, com valores claramente acima dos cobrados aos cidadãos em geral, com suspensão de fornecimento de serviços, em caso de falta de pagamento; 7.10 Recusar a prática gratuita de actos em substituição da Administração Central, tais como a utilização de instalações municipais para serviços do Estado, recenseamento militar, licenças de caça e de portes de arma, notificações de todos os tipos, publicação de editais, reparações e obras de conservação em instalações não municipais, como sejam escolas, centros de saúde, tribunais, postos das forças de segurança, fornecimento de gasóleo à PSP e GNR, jardinagem em hospitais e escolas, etc; 7.11 Tratando-se de uma questão política, e não de meras interpretações jurídicas, desafiar o Governo a assumir publicamente que não quer reconhecer a ANMP como parceiro negocial e institucional, prática que tem vindo a adoptar;" Prosseguiu, referindo que no aludido Encontro Nacional houve intervenções "duras" de eleitos locais de todas as facções partidárias; ademais, mais salientou que posteriormente houve uma reunião com o Senhor Primeiro Ministro, verificando-se-lhe alguma abertura, já que, em principio, os empréstimos para habitação e os para as obras comparticipadas pelo FEDER, não irão contar para o endividamento municipal O Executivo Municipal tomou conhecimento MUNICÍPIO DE REGUENGOS DE MONSARAZ CÂMARA MUNICIPAL Página 4 de 35

5 Lugar da Pedra Escorregadia: Construção Ilegal de Edificação O Senhor Presidente da deu conhecimento que os serviços de fiscalização desta autarquia firmaram informação referente à construção ilegal de edificação no Lugar da Pedra Escorregadia e que ora se transcreve: "Informamos que o Sr. Francisco Cabeças (cigano) se encontra a construir um anexo em alvenaria (tijolos, vigas, telhas e cimento) junto à Estrada das Perolivas, Agrupamento dos Ciganos na "Pedra Escorregadia" sem autorização dos Serviços Municipais. Junto anexo fotografias" Ademais, continuou, fazendo igualmente presente o parecer do Chefe de Divisão de Administração Urbanística, Obras Municipais e Serviços Urbanos, ora transcrito: " Analisada a presente informação que anexa alguns elementos fotográficos proponho, superiormente, com caracter de urgência a aplicação do estipulado no art.º 102.º e 106.º, do Regime Jurídico da Urbanização e Edificação Decreto - Lei n.º 555/99 de 16 de Dezembro, com a nova redacção do Decreto - Lei n.º 177/2001 de 4 de Junho." Nestes termos, prosseguiu, referindo que nos termos da legislação aludida determinou que a edificação ilegal em apreço irá ser demolida O Executivo Municipal tomou conhecimento Sociedade Filarmónica Corvalense: Audição / Concerto O Senhor Presidente da fez presente um oficio da Sociedade Filarmónica Corvalense, peticionando a cedência do Auditório Municipal, no próximo dia 26 de Novembro, pelas 21h 30m, para uma audição / concerto da sua Escola de Música e Banda, endereçando igualmente um convite a todos os membros do Executivo Apreciado o assunto o Executivo Municipal deliberou, por unanimidade, ceder o Auditório Municipal à Sociedade Filarmónica Corvalense Salão de Jogos "Oásis": Horário de Funcionamento O Senhor Presidente da fez presente um ofício oriundo de Domingos Sardinha Sagrado, proprietário do Salão de Jogos "Oásis", sito na Rua de Évora, n.º 46, em Reguengos de Monsaraz; oficio ora transcrito: Domingos Sardinha Sagrado, casado, maior, contribuinte fiscal n.º , vêm na qualidade de titular do estabelecimento comercial destinado a salão de jogos denominado " Oásis", titular do Alvará de Licença de Utilização n.º 87/97, sito na Rua de Évora n.º 46, em Reguengos de Monsaraz, expor e requerer a V. Exa. o seguinte: O estabelecimento comercial foi licenciado com um horário de encerramento diário pelas 24 horas.tal horário é manifestamente inadequado face à actividade desenvolvida no estabelecimento, pelo que solicita que o horário de encerramento passe para as 2 horas. MUNICÍPIO DE REGUENGOS DE MONSARAZ CÂMARA MUNICIPAL Página 5 de 35

6 A este propósito, interveio o Senhor Vereador, Dr. Fernando Manuel Calixto Quintas, salientando concordar com o prolongamento do horário peticionado, desde que não exista nenhuma incompatibilidade com a legislação e os regulamentos em vigor. Ponderado, apreciado e discutido o assunto, o Executivo Municipal deliberou, por unanimidade: a) Acolher o teor do oficio sobredito; b) Em consonância, autorizar o prolongamento do horário peticionado, isto é, até às 2 horas c) Determinar à Secção de Impostos, Taxas, Tarifas e Licenças a adopção dos necessários procedimentos administrativos indispensáveis à execução da presente deliberação Recepção aos Professores O Senhor Presidente da questionou os demais membros do Executivo se tinham recebido convite para a recepção aos professores deste concelho de Reguengos de Monsaraz, que se realizará hoje, pelas 16 horas, no Auditório Municipal, seguida de um pequeno lanche convívio no Pavilhão Multiusos. O Senhor Vereador, Dr. Fernando Manuel Calixto Quintas interveio, afirmando que recebeu convite, mas apenas na qualidade de professor, preferindo, no entanto, que tal tivesse acontecido enquanto Vereador, não obstante esta situação o não afectar, nem lhe causar nenhum constrangimento; ademais, mais disse, que teve conhecimento deste evento no dia imediato à reunião ordinária transacta, o que de facto lhe causou alguma estranheza, já que o assunto não havia sido presente na mesma. Também, usou da palavra o Senhor Vereador, Manuel Lopes Janeiro, afirmando que resta o "conforto" que todos os Vereadores tiveram o mesmo tratamento, isto é, nenhum recebeu convite. Voltou a intervir o Senhor Presidente da, referindo que os convites são emanados da Divisão de Acção Cultural, Educação e Desporto, e que de facto se constata que houve falhanço na emissão dos aludidos convites, solicitando as necessárias desculpas pelo sucedido. O Executivo Municipal tomou conhecimento Férias Divertidas 2005: Relatório Final O Senhor Presidente da deu conhecimento e fez entrega, a todos os membros do Executivo, em suporte informático, do Relatório Final do projecto "Férias Divertidas 2005" que decorreu de 4 de Julho a 12 de Agosto de 2005, no Centro de Ocupação de Tempos Livres e no qual participaram cerca de 70 crianças, com idades compreendidas entre os 6 e os 12 anos, tendo desenvolvido diversas actividades, como o ténis, a natação, a dança, a expressão dramática, a música, a culinária, a informática, a equitação, os jogos de exterior e as artes plásticas. MUNICÍPIO DE REGUENGOS DE MONSARAZ CÂMARA MUNICIPAL Página 6 de 35

7 O Executivo Municipal tomou conhecimento Espaço Internet: Relatório Semestral O Senhor Presidente da deu conhecimento e fez entrega a todos os membros do Executivo, em suporte informático, do Relatório Semestral do Espaço Internet, de 10 de Dezembro de 2004 a 10 de Junho de 2005, salientando que tem sido visitado por utilizadores de vários escalões etários, sendo a maioria jovens entre os 10 e 18 anos, embora se tenha vindo a verificar uma diminuição nestes escalões e um acréscimo no número de utilizadores com idades compreendidas entre 19 e os 49 anos, que procuram efectuar os seus trabalhos e pesquisas. O Executivo Municipal tomou conhecimento Centro de Ocupação de Tempos Livres: Relatório das Actividades O Senhor Presidente da deu conhecimento e fez entrega a todos os membros do Executivo, em suporte informático, do Relatório das Actividades do ano lectivo 2004/2005 do Centro de Ocupação de Tempos Livres, e no qual são demonstradas as diversas actividades desenvolvidas, nomeadamente os jogos, a expressão plástica, a expressão dramática, a celebração dos dias festivos, a equitação, a informática, os contos/leitura e os passeios. O Executivo Municipal tomou conhecimento Verbas FEDER O Senhor Vice-Presidente da, Dr. José Gabriel Paixão Calixto deu conta que a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo tem comparticipações de projectos financiados ao abrigo do FEDER, no montante aproximado a ( novecentos mil euros) ainda por liquidar a este município, cuja listagem definitiva foi aprovada no passado dia 10 de Novembro; mais referiu que este atraso se deve à falta de recursos financeiros da própria Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo, e que este município, neste momento, está dependente da aludida verba para fazer face a liquidação dos autos de medição das obras públicas a ela afectas, designadamente a E.M 514 Beneficiação entre Reguengos de Monsaraz São Pedro do Corval Telheiro ( prox. de Monsaraz) e a Adaptação do Cine-Monsaraz a Auditório Municipal. O Executivo Municipal tomou conhecimento Lugar da Pedra Escorregadia: Processo de Realojamento de Famílias de Etnia Cigana O Senhor Vice-Presidente da, Dr. José Gabriel Paixão Calixto deu conta ao Executivo do oficio enviado ao Senhor Comandante do Destacamento da Guarda Nacional Republicana, em Reguengos de Monsaraz atinente ao processo de realojamento de famílias de etnia cigana no Lugar da MUNICÍPIO DE REGUENGOS DE MONSARAZ CÂMARA MUNICIPAL Página 7 de 35

8 Pedra Escorregadia, bem como de outras situações de acampamentos ilegais no concelho de Reguengos de Monsaraz; ofício ora transcrito: "Exmo. Senhor Comandante: Começamos por agradecer a Vossa Exa. toda a disponibilidade demonstrada na nossa reunião do passado dia 4 de Novembro, bem como a compreensão manifestada no sentido de desenvolvermos uma colaboração interinstitucional que permita resolver, no curto prazo, os problemas então abordados. Nesse mesmo sentido passamos a transmitir um conjunto de informações sobre os processos acima referenciados, bem como a estratégia de rigor e legalidade que esta Autarquia pretende manter nas relações com todos os seus munícipes, obviamente incluindo em total igualdade todas as minorias étnicas. O PIC Projecto para a Inclusão e Cidadania, promovido pela de Reguengos de Monsaraz e que conta com a parceria activa da Instituição superiormente comandada por Vossa Exa. assumiu, durante o período de vigência do mesmo (Dezembro de 2000 a Dezembro de 2004), o compromisso de realojar todas as famílias que residiam em barracas ou construções abarracadas no Concelho de Reguengos de Monsaraz. Desta forma, em Novembro de 2003, estava concluída a primeira fase deste realojamento, o qual fez desaparecer todas as barracas existentes na Rua da Guiné. Na altura foram realojados no Lugar da Pedra Escorregadia os seguintes agregados familiares (ver planta em anexo): Lote 1 Francisco Cabeças Suzete Almerinda Encarnação Barão Rui da Encarnação Cabeças Francisco Encarnação Cabeças Herlander da Encarnação Cabeças João Marino Barão Cabeças Elisa Encarnação Cabeças Lote 2 Eduardo Ramos Cabeças Hortense Ramos Carlos Jorge Ramos Cabeças Maria João Ramos Cabeças Alexina Ramos Cabeças Gonçalo Ramos Cabeças Lote 3 António João Cabeças Maria de Fátima Padeiro Raul Maria Catarina Padeiro Cabeças António João Padeiro Cabeças João Manuel Padeiro Cabeças Maria Dara Padeiro Cabeças Lote 4 António José Rolo Cabeças Maria Gertrudes Serrano Silva José Carlos Silva Cabeças António José Serrano Silva Rafael Cabeças Silva Maria Clara Beatriz Lote 5 José António Barão Cabeças Maria Vitória Carapinha Simões Ana Rita Simões Barão José Miguel Simões Barão Artur Simões Barão David Simões Barão MUNICÍPIO DE REGUENGOS DE MONSARAZ CÂMARA MUNICIPAL Página 8 de 35

9 Maria Vitória Simões Barão Lote 6 Rosa Manuela Simões Cardas Diogo Ramos Cabeças Rosa Manuela Simões Cardas Elsa Cardas Ramos Cabeças Diogo Ramos Cabeças Dário Cardas Cabeças Sérgio Miguel Ramos Cabeças Lote 7 Espaço Criança Lote 8 Gil Formiga Cabeças Dalila Maria da Silva Cabeças Gil Ramos Cabeças Leandro Miguel Ramos Cabeças Estela Maria Ramos Cabeças Sorraia Catarina Ramos Cabeças Lote 9 Leandra Conceição Nunes Cabeças António da Encarnação Cabeças Suzete Almerinda Nunes Cabeças João Nunes Cabeças Lote 10 João Cabeças Maria de Lurdes Formiga Do agregado familiar 1, saiu um jovem que casou e tem actualmente um filho bebé. Está, neste momento, a construir uma casa em alvenaria, construção ilegal e sem autorização, mesmo ao lado da casa do pai, Francisco Cabeças. A tem estado a desenvolver todos os procedimentos legais previstos para estas situações: notificação e posterior demolição da referida construção ilegal. Do agregado familiar 3, saiu outro jovem que casou e montou uma barraca em madeira. O agregado familiar 4 tem um avançado em frente da casa, construção ilegal igualmente para derrube, até porque impede a passagem pela rua do meio do Lugar da Pedra Escorregadia. O agregado familiar 10 tem duas construções em madeira, ao lado da casa. Uma delas pertence a José Formiga Cabeças, já antes realojado com a família num fogo em S. Pedro do Corval, igualmente propriedade deste Município. Existe ainda, um agregado familiar Bruno Cabeças que saiu da casa situada no Largo da Escola Primária, por alegados conflitos familiares e foi montar uma barraca no Lugar da Pedra Escorregadia. Esta é igualmente uma barraca ilegal. Na segunda fase de realojamento deste projecto, foram montadas mais quatro habitações no Lugar da Pedra Escorregadia pertencentes aos seguintes agregados familiares: Lote 11 José Luís Prudêncio Cabeças Lote 12 José Manuel Cabeças Lote 13 Maria Cabeças Lote 14 Maria da Conceição Cabeças Existe ainda um agregado familiar, composto por uma idosa (Sra. Josefa) e o respectivo filho que não foi realojada porque não quis, alegando que seria maltratada pelas outras famílias ciganas e que agora está MUNICÍPIO DE REGUENGOS DE MONSARAZ CÂMARA MUNICIPAL Página 9 de 35

10 debaixo de um pano no Lugar da Pedra Escorregadia. Estamos a tentar um aluguer, em Perolivas, para resolver esta situação. Considerando este conjunto de informação, esta Autarquia tudo irá fazer para remover de imediato as construções abarracadas ilegais acima descritas. Estas intervenções deverão ser tentadas, numa primeira fase, por uma intervenção negocial dos técnicos do Gabinete de Acção Social da em atendimentos específicos a todos os agregados em situação irregular. Após esta tentativa e na hipótese da mesma se revelar infrutífera solicitaremos a intervenção da Guarda Nacional Republicana (GNR) no sentido de intimar todos estes agregados familiares nómadas em situação irregular para se retirarem dos locais que vêm ocupando. Em última instância, os Serviços da procederão às demolições coercivas, solicitando-se aqui o apoio da GNR no sentido de garantir a total segurança destas operações. A nossa Autarquia pretende ainda construir um muro junto à estrada municipal de acesso às Perolivas, tentando assim evitar mais acidentes semelhantes aos que já ali se verificaram. O atravessamento intempestivo desta estrada por pessoas e animais constitui, de facto, um elevado perigo para os condutores. Pretende-se ainda reforçar a vedação dos limites laterais deste espaço, tendo por objectivo minorar o risco de invasão dos terrenos contíguos. Simultaneamente, a irá assegurar a normal entrada e saída neste espaço, construindo a entrada principal pela parte do terreno que dá acesso ao limite da Zona Industrial, com ligação à circular exterior da cidade de Reguengos. Relativamente às três barracas deixadas devolutas no Moinho de Vento pelas restantes famílias foram, de imediato, derrubadas pelos serviços da Câmara. Por outro lado, na Zona Industrial subsistem ainda, alguns problemas, nomeadamente:.um idoso (Sanito) que ficou de fora deste processo de realojamento e com o qual esta tem o compromisso de resolver a respectiva situação habitacional;.existe ainda um agregado familiar (Manuel Lopes) que vive com a esposa debaixo de um oleado, situação que iremos tentar resolver em articulação com a Segurança Social. Após estas duas situações estarem resolvidas, aquele espaço poderá ser completamente limpo. Entretanto, todos os agregados que se encontrem noutras barracas detectadas, para além das duas situações já referidas, deverão ser imediatamente intimados a abandonarem o local, devendo a Autarquia assegurar eventuais necessidades de limpeza desses locais. Devemos ainda referir que o agregado familiar já referido como residente no Lote 11 do Lugar da Pedra Escorregadia ( Zuca ) deixou devoluta uma barraca na Zona Industrial que entregou a uma família que não é do nosso concelho. Esta barraca deverá igualmente ser retirada. Nestes termos, queremos reafirmar a Vossa Exa. a firme intenção e prioridade da de Reguengos de Monsaraz no sentido de erradicar todos os acampamentos ou construções abarracadas ilegais detectadas no nosso concelho, solicitando assim a colaboração institucional da do Destacamento da GNR de Reguengos neste processo." Continuou, frisando que o problema da etnia cigana no concelho de Reguengos de Monsaraz teve algum liberalismo na sua génese e que agora terá que ser tratado por forma a que haja respeito não só pelas minorias, mas também pelas maiorias, já que têm que ser iguais aos demais, tanto nos direitos como nos deveres. Mais referiu que foi dado conforto institucional ao Senhor Comandante do Destacamento da Guarda Nacional Republicana, para poder actuar em conformidade, aliás, posição esta da autarquia há muito tempo desejada por parte da aludida força policial. Interveio, em seguida o Senhor Vereador, Eng.º Rogério Paulo Carujo Carreteiro frisando que tem havido grande desconforto por parte da população de Perolivas, já que a localização do citado agrupamento habitacional é bastante perigosa para o trânsito que circula na estrada municipal contígua, podendo originar acidentes ainda mais graves dos que já ali ocorreram. Deste modo, prosseguiu, sublinhando que, MUNICÍPIO DE REGUENGOS DE MONSARAZ CÂMARA MUNICIPAL Página 10 de 35 1

11 caso haja possibilidade, o acesso directo ao aludido agrupamento habitacional de etnia cigana deveria ser efectuado pela sua parte traseira, isto é, com entrada e saída para o caminho junto à Zona Industrial. Voltou a usar da palavra, o Senhor Vice-Presidente da, Dr. José Gabriel Paixão Calixto reafirmando que o sobredito oficio enviado ao Senhor Comandante do Destacamento da Guarda Nacional Republicana, em Reguengos de Monsaraz preconiza que a autarquia irá construir um muro junto à estrada municipal de acesso ás Perolivas, bem como reforçar a vedação dos limites laterais do espaço em apreço e simultaneamente assegurar o seu acesso principal pela parte do terreno que dá acesso ao limite da Zona Industrial. O Executivo Municipal tomou conhecimento Casa de Cultura de Corval: Passeio Todo-o-Terreno Turístico "Rota dos Castelos" O Senhor Vice-Presidente da, Dr.º José Gabriel Paixão Calixto fez presente um oficio da Secção "Rumo Sul" da Casa de Cultura de Corval, referente à realização do Passeio Todo-o-Terreno Turístico "Rota dos Castelos", a realizar no próximo dia 10 de Dezembro; oficio ora transcrito: A Rumo Sul (secção de lazer, evasão e aventura da colectividade Casa de Cultura de Corval), vem por este meio solicitar apoio para a realização do Passeio Todo-o-Terreno Turístico "Rota dos Castelos", a realizar no dia 10 de Dezembro de 2005, nos concelhos de Reguengos de Monsaraz, Alandroal e Mourão. Pretendemos, com esta actividade, o desenvolvimento regional, assente na mostra turística e gastronómica do património cultural, ambiental e histórico. Neste sentido, procuramos apoios para a concretização do evento, que estará limitado a um numero máximo de 150 participantes. Reiteramos o pedido, que fizemos pessoalmente ao Município de Reguengos de Monsaraz, de oferta do jantar no dia 10 de Dezembro, com ementa a designar por V.Exa. e cedência do pavilhão multiusos. Em contrapartida faríamos a aposição do logótipo do Município de Reguengos de Monsaraz nos cartazes, "flyers", autocolantes e restante documentos promocionais do evento, publicidade na Rádio RC Alentejo, Sweatshirts, vários Sites e "Mailing lists" de Todo Terreno e Aventura na Internet e blog oficial da Rumo Sul. Certos que tudo farão para poder colaborar connosco, agradecemos a disponibilidade e interesse demostrados por o sucesso desta actividade. " Assim, prosseguiu, referindo que o jantar terá o custo associado 10 ( dez euros) por participante, pelo que o apoio monetário solicitado ascenderá ao máximo de ( mil e quinhentos euros). Interveio, o Senhor Vereador, Dr. Fernando Manuel Calixto Quintas questionando se a organização deste evento cobrará inscrições aos participantes. Respondeu, o Senhor Vice-Presidente da, Dr. José Gabriel Paixão Calixto, referindo que apenas será cobrada a importância de 10 ( dez euros) para a sweat shirt elucidativa do evento que cada participante receberá. MUNICÍPIO DE REGUENGOS DE MONSARAZ CÂMARA MUNICIPAL Página 11 de 35 1

12 Também, usou da palavra o Senhor Vereador, Eng.º Rogério Paulo Carujo Carreteiro suscitando que não está em causa o apoio a conceder a esta iniciativa mas dever-se-á tomar em consideração que existe uma prova de motorismo, neste concelho, de nível nacional Esporão Vindimas na qual a Câmara Municipal atribuiu uma verba de 2500 ( dois mil e quinhentos euros), pelo que deverá meditar-se sobre as diferenças entre ambas. Voltou a intervir novamente, o Senhor Vice-Presidente da, Dr. José Gabriel Paixão Calixto, salientando que estas iniciativas devem ser previstas nos Planos de Actividade de cada uma das associações existentes no concelho, com a programação devidamente definida e entregue atempadamente neste município. Igualmente, interveio o Senhor Vereador, Manuel Lopes Janeiro, afirmando que os subsídios a atribuir a cada uma das associações desportivas ou culturais deste concelho são programados e definidos no principio de cada ano civil; ainda assim, mais disse, que ainda não teve oportunidade de auscultar a colectividade em apreço, o que pensa deva ocorrer oportunamente. Novamente, o Senhor Vereador, Dr. Fernando Manuel Calixto Quintas questionou se o que está em causa é a atribuição de subsídio ou o pagamento do jantar. O Senhor Vice-Presidente da, Dr. José Gabriel Paixão Calixto respondeu que o que está em causa é a atribuição de um subsídio extraordinário; não obstante, propôs que o seu valor máximo seja de 1500 (mil e quinhentos euros), desde que o numero de participantes seja cerca de 150, dependendo, assim, o seu valor da quantificação aludida, facto que deverá ser tomado em consideração. Apreciado e discutido o assunto, o Executivo Municipal deliberou, por unanimidade: a) Acolher a proposta sobredita; b) Em consonância, atribuir à Casa da Cultura de Corval um subsídio extraordinário no valor máximo de 1500 ( mil e quinhentos e euros) para a realização do Passeio Todo-o-Terreno Turístico " Rota dos Castelos" bem como ceder o Pavilhão Multiusos para a realização do referido jantar; c) Determinar à Secção de Contabilidade a adopção dos necessários procedimentos administrativos e financeiros indispensáveis à execução da presente deliberação Monodocência Coadjuvada: Ano Lectivo 2005/2006 O Senhor Vice-Presidente da, Dr. José Gabriel Paixão Calisto deu conta da Proposta n.º 1/2005, por si firmada em 21 de Novembro, p.p., referente à renovação dos contratos de avença existentes no âmbito da monodocência coadjuvada com os professores de aulas de natação; proposta que ora se transcreve: MUNICÍPIO DE REGUENGOS DE MONSARAZ CÂMARA MUNICIPAL Página 12 de 35 1

13 "Gabinete da Vereação Proposta n.º 1/2005 José Gabriel Paixão Calixto, Vice-Presidente da de Reguengos de Monsaraz, em ordem às competências delegadas no âmbito dos recursos humanos, em cumprimento do artigo 64.º da Lei 169/99 de 18 de Setembro, na redacção dada pela Lei n.º 5-A/2002, de 11 de Janeiro, e, após proposta interna do Vereador Manuel Lopes Janeiro, responsável pelo gestão das Piscinas Municipais, propõe a renovação dos contratos de avenças existentes no âmbito da monodocência coadjuvada, com os professores de aulas de natação ministradas aos alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico e Jardins de Infância do Concelho de Reguengos de Monsaraz, para o ano lectivo de 2005/2006. Assim propõe: Renovar pelo prazo de um ano, correspondendo ao ano lectivo de 2005/2006, aos contratos de avença existentes com os professores Paulo Alexandre Comenda Mavioso, Paulo Jorge Carvalho Carreira, Nuno Miguel Baptista Santinha e Maria de Fátima Santos Máximo." Apreciado o assunto, o Executivo Municipal deliberou, por unanimidade, aprovar a renovação dos contratos de avença existentes com os professores Paulo Alexandre Comenda Mavioso; Paulo Jorge Carvalho Carreiro; Nuno Miguel Baptista Santinha e Maria de Fátima Santos Máximo, pelo prazo de um ano, correspondendo ao ano lectivo 2005/2006. Circuito de Manutenção O Senhor Vereador, Manuel Lopes Janeiro suscitou a questão por si abordada na reunião transacta relativa à alteração da implantação dos aparelhos do Circuito de Manutenção, reafirmando que a proposta e dinamização desportiva deste concelho deve ser objecto de uma visão de conjunto, que aposta no dinamismo das colectividades, associações e agentes locais e na implementação de uma política autárquica de apoio às actividades, tendo em vista a concretização de um processo integrado do desenvolvimento sócio-cultural. Neste contexto, prosseguiu, frisando que foi solicitado ao Instituto do Desporto de Portugal o apoio para a alteração do Circuito de Manutenção, tendo como base a área disponível, já que os mesmos podem ter entre 10 e 14 obstáculos; ademais, mais disse, que o aludido Instituto de Desporto de Portugal já enviou a documentação relevante sobre esta matéria, esperando realizar em breve uma reunião para estudo de implantação e aproveitamento dos aparelhos do sobredito Circuito de Manutenção. O Executivo Municipal tomou conhecimento º Mega Jantar Tuning O Senhor Vereador, Manuel Lopes Janeiro deu conta ao Executivo Municipal que no próximo dia 26 de Novembro realizar-se-á o 2º Mega Jantar Tuning, tendo a organização do evento Terras Alentejanas ( Produções) solicitado a cedência do Pavilhão Multiusos para o efeito, bem como o espaço da plataforma central do recinto do Parque de Feiras e Exposições, para a exposição de cerca de 20 automóveis. MUNICÍPIO DE REGUENGOS DE MONSARAZ CÂMARA MUNICIPAL Página 13 de 35 1

14 Apreciado o assunto, o Executivo Municipal deliberou, por unanimidade, ceder o Pavilhão Multiusos, bem como a plataforma central do recinto do Parque de Feiras e Exposições, para a realização do 2º Mega Jantar Tuning. 1.º Mini Campeonato de Portugal de Dardos Electrónicos da Bullshooter O Senhor Vereador Manuel Lopes Janeiro deu conta ao Executivo Municipal de um oficio oriundo da Bullshooter Europe Departamento Portugal, com sede em Évora, atinente ao interesse em realizar em Reguengos de Monsaraz, nos dias 17 e 18 de Dezembro, próximo, o 1º Mini Campeonato de Portugal de Dardos Electrónicos da Bullshooter, e no qual estarão presentes de 60 a 120 participantes, e que servirá de apuramento para o Campeonato Asiático; oficio ora transcrito: "Vimos por este meio demonstrar o nosso interesse em realizar na vossa cidade o I Mini Campeonato de Portugal de dardos electrónicos da Bullshooter. A Bullshooter é uma organização mundial que se dedica à organização de eventos desportivos de dardos electrónicos, sendo dividida em três grandes Grupos: A Bullshooter (representa a Bullshooter nos EUA), a Bullshooter Europe ( representa a Bullshooter na Europa) e a Asian Bullshooter (representa a Bullshooter na Asia). Dentro da Bullshooter Europa existem várias representantes dos vários países da Europa, incluindo Portugal que é representado por nós. Há sete anos que desenvolvemos Ligas e Campeonatos no nosso país, apurando atletas para os respectivos Campeonatos da Europa e do Mundo. No ano transacto contámos com a participação de 12 Distritos e cerca de 1500 atletas, apurando 200 para o Campeonato de Portugal e levando 24 atletas à Alemanha e 5 aos EUA para representar Portugal. No seguimento das nossas actividades vamos este ano levar pela primeira vez uma representação Portuguesa ao Campeonato Asiático (na sua 2ª edição), razão pela qual vamos pela 1ª vez realizar este Mini Campeonato que visa apurar 3 elementos para o Campeonato de Hong Kong em Fevereiro de Pedimos por isso a vossa colaboração para que seja possível a realização deste evento na vossa cidade. Em anexo seguem as nossas necessidades para a realização do mesmo, o calendário do evento e o regulamento. Gratos por todo o apoio que possam dar a este assunto, e na esperança de podermos contar com a vossa ajuda." Prosseguiu, referindo que a organização solicitou a cedência do Pavilhão A do Parque de Feiras e Exposições, bem como a impressão de 500 exemplares do respectivo programa, em formato A4, que segundo indicações dos serviços ascenderá a cerca de 350 ( trezentos e cinquenta euros). A este propósito, usou da palavra, o Senhor Vereador, Dr. Fernando Manuel Calixto Quintas, salientando que se deve apoiar esta iniciativa, já que se trata de mais um evento de promoção do concelho de Reguengos de Monsaraz; ainda assim, mais disse, ser estranho que este Mini Campeonato de Portugal sirva de apuramento dos participantes para o Campeonato Asiático. O Senhor Vereador, Eng.º Rogério Paulo Carujo Carreteiro referiu que o campeão europeu desta modalidade desportiva é português. Apreciado o assunto o Executivo Municipal deliberou, por unanimidade, ceder o aludido Pavilhão A para a realização do 1.º Mini Campeonato de Portugal de Dardos Electrónicas da Bullshooter, bem como a impressão de 500 exemplares do respectivo programa. MUNICÍPIO DE REGUENGOS DE MONSARAZ CÂMARA MUNICIPAL Página 14 de 35 1

15 Sociedade Filarmónica Harmonia Reguenguense: 15.º Festival Internacional de Eventos e Músicas Natalícias: Dispensa de Funcionárias O Senhor Presidente da fez presente um oficio da Sociedade Filarmónica Harmonia Reguenguense referente ao pedido de dispensa de funcionárias desta autarquia e que integram o Coro Polifónico daquela associação, que irão participar no 15.º Festival Internacional de Eventos e Músicas Natalícias, a realizar em Praga, na República Checa, nos dias 24 a 27 de Novembro, corrente; oficio ora transcrito: "Como é do conhecimento de V.Exa, o Coro Polifónico da S.F.H.R, foi convidado para participar no 15º INTERNATIONAL FESTIVAL OF ADVENT AND CHRISTMAS MUSIC WITH PETR EBEN S em Praga na Republica Checa. O referido festival vai decorrer entre os dias 24 e 27 de Novembro de Deste modo e devido ao inegável interesse do Intercâmbio Cultural que a referida deslocação proporciona, requer-se a V. Exa, se digne autorizar que os funcionários a seguir mencionados e que integram o Coro Polifónico da Sociedade Filarmónica Harmonia Reguenguense, sejam dispensados e considerados em exercício efectivo de funções durante o período da deslocação. FRANCISCA DA CONCEIÇÃO BENTO GALAMBA MARIA BEATRIZ LOPES DA SILVA MARIA ROSADO VENTURA GATO ALMEIDA" Interveio o Senhor Vereador, Dr. Fernando Manuel Calixto Quintas sublinhando que haveria incoerência se não se deferisse esta pretensão, porquanto há a participação da no citado evento Igualmente, interveio o Senhor Vereador, Eng.º Rogério Paulo Carujo Carreteiro referindo que não obstante ser favorável à pretensão em causa, não quer deixar de sublinhar que estas funcionárias da autarquia irão usufruir de uma prerrogativa que aos demais elementos do citado Coro Polifónico está vedada Apreciado o assunto, o Executivo Municipal deliberou, por unanimidade, relevar as faltas das funcionárias Francisca da Conceição Bento Galamba, Maria Beatriz Lopes da Silva e Maria Rosado Ventura Gato Almeida, nos dias 24 e 25 (5ª e 6ª feira) de Novembro, corrente Exercício do Direito de Preferência O Senhor Presidente da fez presente um requerimento apresentado por Manuel José Morais Segurado, José António Morais Segurado, Francisco Rosa Morais Segurado, Isabel Rita Morais Segurado, Maria Isabel Morais, Zelinda Morais dos Santos Aspra e Maria Joaquina Morais Santos Bernardo Ferreira, proprietários do prédio urbano de rés-do-chão e 1º andar destinado a habitação, sito na Rua Direita, n.º 6, em Monsaraz, a dar conhecimento da pretensão de o vender a Francisco Rosa Morais Segurado, pela importância total de ( sessenta mil euros), solicitando se a pretende exercer o direito de preferência, nos termos do disposto no Decreto-Lei n.º 862/76, de 22 de Dezembro MUNICÍPIO DE REGUENGOS DE MONSARAZ CÂMARA MUNICIPAL Página 15 de 35 1

16 Ademais, mais informou que quer o Instituto Português do Património Arquitectónico, quer a Junta de Freguesia de Monsaraz, comunicaram que não pretendem exercer o direito de preferência Ponderado, apreciado e discutido circunstanciadamente o assunto o Executivo Municipal deliberou, por unanimidade, não exercer o direito de preferência sobre a aquisição do sobredito prédio urbano. Empreitada da "E.M 514 Beneficiação entre Reguengos de Monsaraz São Pedro do Corval Telheiro (prox. Monsaraz) O Senhor Presidente da deu conta do andamento do processo da empreitada da "E.M Beneficiação entre Reguengos de Monsaraz São Pedro do Corval Telheiro (prox. Monsaraz), referindo que o consórcio empreiteiro João Cerejo dos Santos/Cerviter não se encontra a executar a obra, tendo há cerca de 15 dias sido acordada uma reunião conjunta a fim de analisar a situação da mesma, à qual nenhum membro do citado consórcio empreiteiro compareceu, o mesmo sucedendo há 8 dias atrás e também ontem; deste modo, disse, parece-lhe que nada de bom irá suceder com esta empreitada, tendo a autarquia já liquidado parte da verba em dívida e acordado o restante valor através de uma operação factoring, na qual a instituição bancaria liquidou de imediato a citada quantia ao consórcio empreiteiro; no entanto, prosseguiu, o consórcio empreiteiro teimava em afirmar que apenas recebia da instituição bancaria as verbas que a autarquia liquidava mensalmente à aludida instituição bancária, o que só por manifesta incapacidade e incompetência dos seus técnicos poderia corresponder à verdade, e que só passado algum tempo, e depois de várias comunicações, chegaram à conclusão que o que afirmavam não correspondia à verdade dos factos, isto é, receberam a totalidade dos autos de medição já executados Por outro lado, continuou, referindo que após o desfazer do equívoco acima descrito, prometeram várias vezes que iriam recomeçar com os trabalhos, o que nunca aconteceu, começando a insistir para o pagamento de diversos trabalhos suplementares anteriormente executados e já liquidados, mas que se deterioraram, segundo o consórcio empreiteiro adjudicatário, devido à suspensão da empreitada por motivo a si não imputável; ora, mais disse, e tendo em conta a posição assumida pelo citado consórcio empreiteiro, terá que ser revista, de imediato, toda a situação da empreitada, provavelmente até na probabilidade de se rescindir o respectivo contrato, com a sequente posse administrativa da obra. Igualmente, referiu que estranha a atitude do citado consórcio empreiteiro, já que enquanto a obra pública em apreço não tinha qualquer financiamento garantido, os trabalhos avançaram a um ritmo normal, não recebendo ele qualquer verba dos mesmos e que após a confirmação do aludido financiamento suspenderam a sua execução. Ademais, reiterou a necessidade absoluta de se agir de imediato, devido à enorme perigosidade que a estrada municipal em questão apresenta para todos os que nela circulam, com a agravante, por exemplo, do atravessamento de São Pedro do Corval estar em péssimo estado e junto à Carmim Cooperativa MUNICÍPIO DE REGUENGOS DE MONSARAZ CÂMARA MUNICIPAL Página 16 de 35 1

17 Agrícola de Reguengos de Monsaraz, o pavimento estar a uma altura elevada relativamente à berma, pelo que se deverá remediar colocando massas betuminosas, por forma a disfarçar essa irregularidade Em seguida, usou da palavra o Senhor Vice-Presidente da, Dr. José Gabriel Paixão Calixto questionando se não houve nenhuma tentativa, por parte do consórcio empreiteiro adjudicatário, de remarcar as sobreditas reuniões. O Senhor Presidente da respondeu negativamente.---- Prosseguiu, salientando que o consórcio empreiteiro está a agir ou por incompetência ou por má fé, já que a obra orça em cerca de três milhões de euros, estando executada sensivelmente a 50%, tendo-lhe a autarquia liquidado directamente cerca de 500 mil euros e acordado liquidar integralmente cerca de 951 mil euros através de empresa de factoring, à qual João Cerejo dos Santos entendeu ceder esses créditos, valor este que recebeu de imediato da respectiva instituição bancária, estando esta a pagar mensalmente o contratualizado com a citada instituição bancária, pelo que a autarquia nada lhe deve; ademais, continuou, frisando que o adjudicatário lançou juros de mora que estão acima do máximo permitido por lei e que podem roçar a usura Igualmente, interveio o Senhor Vereador, Eng.º Rogério Paulo Carujo Carreteiro salientando que existem empresas que dão indícios de alguma dificuldade financeira, sabendo o quão difícil se torna avaliar esta capacidade no momento de análise das respectivas propostas; ademais, mais frisou que no Verão passado teve conhecimento que os trabalhos da obra de arte ponte sobre a Ribeira do Álamo se reiniciaram porque o subempreiteiro que a estava a executar teria algumas dívidas para com o empreiteiro geral desta obra publica, pelo que se lhe afigura que a problemática desta empreitada não será fácil de aferir Por outro lado, prosseguiu, aludindo que na reunião camarária transacta solicitou a consulta de todo o processo técnico, administrativo e contabilistico desta obra publica, desiderato que ainda não lhe foi facultado, já que pretende fazer um estudo da situação, bem como uma cronologia dos acontecimentos. Mais disse que os sobreditos trabalhos suplementares devem ser devidamente analisados, por forma a apurarem-se as respectivas responsabilidades pela sua nova execução. Questionou se o consórcio empreiteiro adjudicatário está a solicitar revisão de preços Respondeu o Senhor Vice-Presidente da, Dr. José Gabriel Paixão Calixto afirmando que o que está a ser peticionado são juros de mora acima do previsto em lei, isto é, a uma taxa de 12%. Também, o Senhor Vereador, Dr. Fernando Manuel Calixto Quintas questionou se a citada quantificação de juros de mora se encontra englobada na sobredita operação de factoring. O Senhor Vice-Presidente da, Dr. José Gabriel Paixão Calixto respondeu afirmativamente. O Executivo Municipal tomou conhecimento MUNICÍPIO DE REGUENGOS DE MONSARAZ CÂMARA MUNICIPAL Página 17 de 35 1

18 Técnicos de Turismo O Senhor Vereador, Eng.º Rogério Paulo Carujo Carreteiro suscitou uma questão relativa a uma petição formulada à autarquia pela unidade hoteleira Horta da Moura, que lhe foi transmitida pelo seu proprietário, Dr. Francisco Zambujinho e que segundo julga apresentará igualmente em sede de Assembleia Municipal; assim, disse, a unidade hoteleira em apreço foi convocada/convidada por uma estação de televisão russa para a realização de uma temática versando a área de Monsaraz, nomeadamente quanto à fabricação do vinho, pão e de outros temas gastronómicos, pelo que julgou oportuno que algum técnico de turismo da estivesse presente, por forma a fazer esse acompanhamento e proceder à respectiva tradução; deste modo, mais disse, a citada unidade hoteleira entrou em contacto telefónico com os serviços respectivos da autarquia, não sabendo contudo com quem falou, tendo-lhes sido afirmado que efectuariam o serviço, mas que seria cobrada uma taxa de 60 ( sessenta euros); facto este que consideraram descabido e destituído de aplicação, não pelo valor da quantia peticionada, mas pela atitude da autarquia já que se tratava de um agente económico do concelho, que devem ser apoiados e incentivados Interveio, de seguida o Senhor Vice-Presidente da, Dr. José Gabriel Paixão Calixto, observando que por vezes quer-se atalhar caminho, originando informações menos adequadas, bastando, para tanto, que o agente económico em apreço tivesse apresentado o assunto de uma forma correcta e certamente seria resolvido a contento, já que os eleitos locais têm capacidade para os solucionar; ademais, mais referiu que desconhece em absoluto a aplicação da aludida taxa de 60 (sessenta euros), acrescentando, até, que uma técnica de turismo desta autarquia lhe fez presente um que uma televisão russa lhe enviou, elogiando o seu trabalho O Executivo Municipal tomou conhecimento Alteração n.º 13 às Grandes Opções do Plano e Orçamento para 2005 O Senhor Presidente da deu conta do integral conteúdo do despacho, por si firmado em 15 de Novembro, p.p., que determinou a aprovação da Alteração n.º 13 às Grandes Opções do Plano e Orçamento do corrente ano económico-financeiro, cujo teor ora se transcreve: DESPACHO Vítor Manuel Barão Martelo, Presidente da de Reguengos de Monsaraz, no uso dos legais poderes e competências que lhe vão outorgados pelo artigo 68º, n. º 3, do Regime Jurídico das Competências e Funcionamento dos Órgãos da Freguesias e Municípios, aprovados pela lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, na redacção da Lei n.º 5-A/2002, de 11 de Janeiro, e considerando a urgência e a imperiosidade que se reveste a situação legal e factual subjacente ao presente acto administrativo, o princípio da prossecução do interesse público municipal, bem assim, a impossibilidade, de facto e de direito, de no presente momento reunir legal dos seus membros, o executivo municipal, APROVA MUNICÍPIO DE REGUENGOS DE MONSARAZ CÂMARA MUNICIPAL Página 18 de 35 1

19 a Alteração n.º 13 às Grandes Opções do Plano e Orçamento do Município de Reguengos de Monsaraz relativo ao corrente ano económico-financeiro de Mais determina., afinal, que o presente despacho se ache submetido à ratificação/confirmação da de Reguengos de Monsaraz na primeira reunião a ocorrer após a data da sua prolacção. A este propósito, interveio o Senhor Vereador, Eng.º Rogério Paulo Carujo Carreteiro, frisando que existem algumas rubricas orçamentais designados "Outros", dotadas com verbas consideráveis e que causam determinada confusão. Questionou, ainda, qual o motivo que levou a que se verifique uma diminuição de verbas no projecto "Remodelação das Infraestruturas Básicas de Campinho", outrossim, ao invés, a um reforço na rubrica "Iniciativas de Natal/Passagem de Ano/Dia de Reis", presumindo, ainda assim, que tal se deve às iluminações de Natal, disse Respondeu, o Senhor Vice-Presidente da, Dr. José Gabriel Paixão Calixto, salientando que houve necessidade de reforçar com algumas verbas de detalhe, quer as contribuições para a segurança social - ADSE -, quer os próprios vencimentos dos funcionários, facto que motivou a que se tivesse de ir buscar essa verba a uma obra que estava com dotação a mais " Remodelação das Infraestruturas Básicas de Campinho". Quanto ao reforço da verba na rubrica orçamental "Iniciativas de Natal/Passagem de Ano/Dia de Reis", afirmou que a mesma se deveu ao facto dos serviços contabilisticos da autarquia terem informado que houve atraso no pagamento da factura do prestador de serviços de aluguer das iluminações de Natal do ano transacto e que transitou para o corrente ano económico- financeiro Igualmente, o Senhor Vereador, Dr.º Fernando Manuel Calixto Quintas, questionou o reforço da verba com horas extraordinárias dos funcionários, que foi objecto de um aumento significativo, pensando, inclusive, até que já estava dotada inicialmente com uma verba elevada, dando a sensação que o serviço extraordinário é que é o serviço normal e vice-versa. Também, continuou, no que diz respeito ao projecto "EQUAL Todo-o-Terreno", indagando qual a explicação para que tivesse uma dotação inicial de cerca de (três mil e setecentos euros) e agora foi reforçado com ( cinco mil e quinhentos euros), exclamando porque é que não foi prevista na própria dotação inicial O Senhor Vice-Presidente da, Dr. José Gabriel Paixão Calixto respondeu que no sobredito projecto EQUAL houve esquecimento de o dotar com uma verba necessária à realização de um seminário que se verificou ser da responsabilidade do parceiro Também, o Senhor Presidente da referiu que quando se formalizou a candidatura do aludido projecto EQUAL não se perspectivou que fosse aprovada e por isso não se programou a realização do citado seminário e que o mesmo seria da responsabilidade desta MUNICÍPIO DE REGUENGOS DE MONSARAZ CÂMARA MUNICIPAL Página 19 de 35 1

20 Voltou a usar da palavra, o Senhor Vereador, Eng.º Rogério Paulo Carujo Carreteiro, observando que o projecto "Construção do Caminho Barrocal" já tem neste momento uma dotação total de (cento e vinte um mil euros), pelo que indagou qual a extensão desse caminho para que fosse inscrito com uma verba tão elevada e agora reforçada O Senhor Vice-Presidente da Dr. José Gabriel Paixão Calixto retrucou que o titulo deste projecto é algo redutor, presumindo que não se trata só do próprio caminho em apreço, mas de tudo o que lhe está associado, designadamente a iluminação, a vedação etc Ripostou, o Senhor Vereador, Eng.º Rogério Paulo Carujo Carreteiro exclamando que essa explicação devia ser concedida antecipadamente, por forma a que se pudesse ter um juízo correcto do citado projecto; ademais, prosseguiu, sublinhando que o Monte do Barrocal é o "elefante branco" do município, já que inicialmente houve intenção de lá se concretizar a Aldeia de Artesãos, mas que passado todo este tempo questiona se alguma vez irá ser feita alguma coisa, isto é, não lhe parece que a sobredita Aldeia dos Artesãos possa ser concretizada Novamente, o Senhor Presidente da referiu que no Monte do Barrocal está a ser armazenado todo o espólio arqueológico de Alqueva, de acordo com o estabelecido com o Presidente do IPA Instituto Português de Arqueologia, e que no âmbito do próximo Quadro Comunitário de Apoio será transferido para o futuro Museu de Arqueologia do Alentejo, a ser construído nos terrenos contíguos ao Convento da Orada; igualmente, salientou que um dos casões foi recuperado, tendo servido como alojamento por ocasião do certame "Monsaraz Museu Aberto" Outra vez, interveio o Senhor Vereador Eng.º Rogério Paulo Carujo Carreteiro, reiterando que a construção da Aldeia de Artesãos é um investimento de grande monta, pelo que lhe parece inviável a sua concretização, fazendo mais sentido que se pensasse na construção de um Pavilhão Multiusos ao nível da olaria de São Pedro do Corval Ainda, novamente, usou da palavra o Senhor Vereador, Dr. Fernando Manuel Calixto Quintas aludindo que gostaria de obter uma explicação mais aprofundada quanto à rubrica "Remodelação de Infraestruturas Básicas de Campinho", questionando se a redução de verba irá provocar a paralisação da obra Respondeu, o Senhor Presidente da, afirmando que não haverá qualquer diminuição de trabalhos pelo facto de se verificar uma redução de verba, tão somente houve necessidade de contrabalançar com o reforço de outras rubricas orçamentais e como esta em questão tinha dotação a mais que não iria ser utilizada no corrente ano, optou-se por esta alteração O Senhor Vereador, Eng.º Rogério Paulo Carujo Carreteiro, voltou a intervir, salientando que se continua a verificar despesa suplementar com pessoal à espera de aposentação, pelo que se terá de arranjar uma solução definitiva para este problema MUNICÍPIO DE REGUENGOS DE MONSARAZ CÂMARA MUNICIPAL Página 20 de 35 2

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