Patrulha. João de Barro ISBN: Luciano Cordeiro de Loyola

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1 Patrulha João de Barro ISBN: Luciano Cordeiro de Loyola

2 Luciano Cordeiro de Loyola PATRULHA JOÃO DE BARRO 1ª Edição Curitiba SaG Serv 2014

3 Capa: Asteclides Alvaro Saraiva Diagramação: Asteclides Alvaro Saraiva Editoração: SaG Editoração e Serviços - Rio de janeiro Ilustração da capa: Beatriz Pinheiro de Oliveira Duarte Ilustração da quarta capa: Danilo Augusto Muniz Bravo Ilustrações: Beatriz Pinheiro de Oliveira Duarte e Danilo Augusto Muniz Bravo ISBN: Todos os direitos reservados ao autor em todos os demais países de língua portuguesa, de Acordo com a Legislação específica de cada um.

4 Luciano Cordeiro de Loyola PATRULHA JOÃO DE BARRO 1ª Edição Curitiba SaG Serv 2014

5 Sumário Introdução... 5 Capítulo 1 A vida normal de Pedro... 7 Capítulo 2 Novidades Capítulo 3 O Grupo Escoteiro Capítulo 4 Os 3 apitos Capítulo 5 As brincadeiras Capítulo 6 O Segundo Sábado Capítulo 7 Cooperação Capítulo 8 Preparação para o Acampamento Capítulo 9 Enfim o Acampamento Capítulo 10 Fazendo a Promessa... 39

6 Introdução Eu iniciei minha vida escoteira já como adulto, quando tinha 41 anos de idade. E confesso que o escotismo me surpreendeu, por inúmeros motivos, todos positivos, e por isso continuo atuante até hoje, com 56 anos. Dentro do escotismo, além das atividades e acampamentos, por ser um curioso, comecei a procurar e ler as bibliografias existentes. Dentro dos materiais disponíveis sobre escotismo, principalmente os guias, procurei entender o que as crianças e jovens sentem quando os pais as levam para um grupo escoteiro. Foi aí que tive a ideia de escrever este livreto. Mostrei o texto para diversos amigos a fim de saber suas opiniões. Mas quando alguns deles -5-

7 mostraram o mesmo para crianças e jovens e estes responderam de forma positiva, fiquei feliz. Só faltavam as ilustrações para esta aventura. Com uma pequena diferença de tempo, 2 destes jovens me trouxeram suas ideias e ilustrações. Beatriz Pinheiro de Oliveira Duarte, do Grupo Escoteiro São Marcelino Champagnat - 111PR, com 13 anos e, Danilo Augusto Muniz Bravo, do Grupo Escoteiro Santos Dumont - 020PR, com 11 anos. São as visões de 2 crianças, uma menina e um menino, com idades diferentes. E estas ilustrações completam de forma perfeita este livreto. Espero que gostem! -6-

8 Capítulo 1 A vida normal de Pedro Pedro era o típico menino de sua idade. Aos 11 anos já se preocupava com o visual, tinha que ter corte de cabelo bem da hora. E ele já não gostava quando suas tias vinham abraçá-lo e beijá-lo, principalmente quando algum colega de colégio estava por perto. -7-

9 Aliás, esta situação acontecia com frequência, pois com sua mãe (Clara) e pai (João Carlos) trabalhando o dia todo fora, e com horários que não coincidiam muito bem com os da saída da aula, era comum que suas tias, irmãs de sua mãe e que tinham um pequena loja de roupas femininas por perto, viessem buscá-lo. Muitos dos seus colegas de classe viviam pegando no seu pé, que roupa esquisita é essa?, você ainda faz isso?, sua mãe ainda te controla?. Por isso ele tinha que tomar cuidado com o que falava, como se vestia e com quem andava, senão aqueles meninos o deixariam isolado e ainda o usariam como alvo de brincadeiras. -8-

10 Jorge, outro colega de classe, era um menino com quem ele até simpatizava e que já tinha feito alguns trabalhos escolares. Jorge não se importava em agradar estes caras, ele queria ficar na dele. Por isso Pedro evitava de falar muito com ele. Pedro até pensou em melhorar a amizade com o Jorge, mas os outros sempre achavam que ele era muito certinho, e que não era legal. Então, se forem aprontar uma, que seja com o Jorge, e não comigo. Quando conseguia ficar a tarde em casa, o que era difícil, pois tinha aula de inglês, natação, futebol e ainda reforço de português e matemática, ficava vidrado em seu computador Era Twitter, Orkut, Facebook, e tudo quanto é aplicativo de relacionamentos que viesse a surgir. Novidades? Ele conhecia todas. Participava ainda de vários fóruns, pois gostava de dar palpite em tudo, principalmente futebol e música. Só não entendia como tinha tanta gente que pensava diferente dele. Já entrou em muitas discussões, querendo que seu ponto de vista ganhasse. Sorte a sua que -9-

11 estes contatos eram todos virtuais, conhecia, de fato, apenas um ou outro daqueles que participavam, pois não queria confusões. Mas se orgulhava de ter quase seguidores no Facebook, e uma relação de contatos adicionados no Twitter que daria inveja a muita gente. Quando sua mãe chegava em casa sempre havia discussão, só por que ele ainda não havia feito a lição de casa e nem começado a estudar. Sempre respondia que a prova só seria depois de amanhã e aquele trabalho de ciências era para segunda-feira, e eles estavam ainda na quarta-feira. Teria todo o final de semana para fazer. Quando seu pai viesse buscá-lo para ficar com ele, carregaria junto a mochila com todo o material. Sua mãe não deveria se preocupar. Que neura!, era sua expressão favorita para finalizar aquela conversa e deixar sua mãe sem argumentos. -10-

12 Capítulo 2 Novidades Domingo à noite, chegando de volta a sua casa, Pedro veio já com sua desculpa pronta para ser dita, seu pai e ele saíram sábado de manhã e ficaram na chácara de um conhecido até domingo à tarde. Pedro ainda reclamaria que estava queimado de sol, pois ele e o pai esqueceram-se de levar protetor solar. -11-

13 A chácara era muito irada, tinha TV de LED e pegava TV por satélite, pôde assistir futebol sábado e domingo à tarde. Os 2 meninos, filhos deste amigo do seu pai tinham um videogame de última geração, passaram o restante do tempo brincando. Só saiu de casa um pouquinho, quando foi na piscina. Não havia tido tempo de fazer o trabalho. Não sabia se devia contar a sua mãe que seu pai não dormiu no mesmo quarto que ele. Mas achava que ele também devia ter se divertido muito, pois Pedro ouviu sempre suas risadas quando conversava com a Bárbara, que era amiga da casa, e que havia ficado o tempo todo com seu pai. Ele não sabia que seu pai gostava tanto de conversar com mulheres, pois quando ainda morava junto com sua mãe, ele nunca os via conversando, só brigando. Tocou o interfone do apartamento e sua mãe abriu a porta para ele. Antes que contasse suas aventuras, sua mãe veio logo contando as novidades. Ela havia conversado com a mãe do Jorge, pois achava que aquele menino seria o amigo ideal de seu filho ( ela só podia estar louca, pensou Pedro). Além disso, ela contou: -12-

14 O Jorge é escoteiro! Não é maravilhoso? Você podia ser escoteiro também!. O que é escoteiro?, balbuciou Pedro. A sua mãe começou a falar sem parar para respirar, falou em brincadeiras e atividades no mato, em acampar e, quase no fim disse algo que o descontrolou. Você não vai ficar em casa só em frente ao computador e a TV. Socorro, foi o pensamento imediato de Pedro. Agora ele tinha certeza que contaria para sua mãe sobre a Bárbara, pois seu pai lhe falou algo -13-

15 sobre namoro no carro, e como ele estava quase dormindo, fez questão de não ouvir direito. Só sabia que sua mãe não ia gostar, e com isso esquecer toda esta maluquice. Mãe, você conhece a Bárbara?, foi sua primeira cartada, mas não esperava pela resposta. Seu pai e sua mãe já haviam conversado sobre isso, e também já haviam falado sobre escotismo, e como o tio Carlos, irmão do seu pai havia sido escoteiro por um bom tempo, seu pai havia concordado. Aliás, seu pai sempre guardou para si a mágoa de ter sido escoteiro por menos de 1 ano, havia desistido e o pai dele não insistiu para ele permanecer. E, sua mãe continuava a falar. E é só se organizar, que vai ter tempo para fazer tudo. Vai estudar, fazer as lições de casa e no sábado a tarde vai para o escoteiro. -14-

16 Capítulo 3 O Grupo Escoteiro Luís, que era um dos líderes da galera da sua classe, havia feito a Pedro inúmeras recomendações. Luís tinha 13 anos (aliás, nunca havia contado a Pedro porquê tinha 2 anos a mais que o resto da turma) e sabia tudo de como arranjar confusões. Era só seguir as dicas do Luís e Pedro não ficaria nem 2 semanas no Grupo Escoteiro. -15-

17 Sábado a tarde Clara e João Carlos foram juntos levar Pedro para o Grupo. Pedro assustou-se com o que viu, um monte de crianças vestindo uma camisa igual, alguma coisa pendurada no pescoço, que parecia um lenço, e com vários adesivos, ou o que quer que seja, grudados nelas. Corriam para lá e para cá. Devem ser amigos, pensou Pedro, pois se cumprimentavam com alegria. Os adultos também usavam esta espécie de uniforme, o Luís havia alertado sobre isso. Enquanto isso Clara e João Carlos conversavam com um adulto, que devia ser o responsável por muita coisa. Seus pais haviam lhe dito que iriam explicar que quase sempre a Clara o levaria ao Grupo, enquanto João Carlos o buscaria. -16-

18 Logo em seguida, aquele cara, de uniforme, chamou uma mulher e apontou para o Pedro. Por quê? Ele estava ali, quieto, no canto dele. Oi, você deve ser o Pedro? Meu nome é Luíza, e você irá fazer atividade hoje com os escoteiros, pois já passou da idade de ficar com os lobinhos. Pedro assustou-se, tinha criança ali sendo chamada de lobinho, e ninguém reclamava? Pedro olhou desconfiado para aquela mulher, com aquele sorrisão no rosto, isto não é normal, pensou. O Luís não lhe disse tudo. Pedro, sua mãe chamou. Pedro disparou na direção dela, queria ir embora. Você vai ficar aqui até o final da tarde, seu pai virá buscá-lo depois. -17-

19 Capítulo 4 Os 3 apitos Nem passou o susto, Pedro ouviu 3 toques de um apito e, como se alguém tivesse dado uma ordem, a criançada toda correu em direção de onde tinha sido saído o som. Quase teve que se esconder para não ser atropelado. No instante seguinte, Luíza o pegou pela mão e o trouxe correndo para o mesmo local. Vamos, está na hora da bandeira. -18-

20 Foi quando Pedro avistou o Jorge, ele estava em uma fila, lá atrás. Deve ser o último colocado, pensou Pedro. Você vai ficar na Patrulha João de Barro, pois o Jorge que o convidou está nela. Luíza lhe disse isto, e em seguida o colocou logo atrás do primeiro menino, que segurava um bastão de madeira. Pedro logo ficou mais alegre, pois chegara hoje e já estava em segundo. Olhou para o lado, para as outras filas e viu que tinha meninas na frente das outras filas. O menino logo atrás dele pôs a mão no seu ombro. Quando Pedro ia reclamar ele mandou -19-

21 vai, entra em forma. Pedro, meio a contragosto também pôs a mão no ombro do menino do bastão. Pedro mais tarde descobriu que este menino de trás se chamava Marcelo. O sujeito que estava na frente deles fez uns movimentos esquisitos e todo mundo, de novo, saiu correndo. Desta vez um atrás do outro. Passaram por trás dos adultos e do mastro da bandeira. E, todo mundo ficou lado a lado. isto é a ferradura, lhe disse Marcelo. Daí, o cara lá da frente começou a falar. Pediu para todos verem se os uniformes estavam em ordem. Logo depois, chamou um menino e uma menina para irem lá à frente. Eles iam hastear a bandeira. Pedro já havia visto isso na escola, mas ali era diferente, ninguém conversava e olhavam para a bandeira que subia, com a mão na testa. Depois o adulto pediu que alguém fizesse uma oração. Aliás, Pedro já estava ficando enjoado com aquilo tudo, pois acreditava em Deus, e já era muito, não ia frequentar nenhum tipo de igreja (já havia conversado com seu pai sobre isso). O adulto, André, ou como chamaram os meninos chefe André, chamou o Jorge lá na frente. -20-

22 Disse que estava entregando a ele a especialidade de acampador, nível I. O que é que significa isso? Falou Pedro em voz alta, sendo repreendido por todos a sua volta. Silêncio, lhe disse Marcelo. Depois que o Jorge voltou ao seu lugar, o chefe André fez uns movimentos esquisitos e todos gritaram SEMPRE ALERTA. Pedro estava cada vez mais confuso. Nisso, todos da patrulha se abraçaram, ombro a ombro, formando um círculo, e gritaram bem alto: Da casa que construiu subiu até o céu; João de Barro vai voar; Voar para brilhar, Voar para vencer; e sempre em frente vai voar; Patrulha João de Barro, Sempre alerta; Sempre avante; Sempre unida. -21-

23 Capítulo 5 As brincadeiras As crianças todas foram tirar aquele uniforme, e ficaram de camiseta e aquele lenço, que na opinião de Pedro parecia mais um guardanapo enrolado no pescoço. Nisso, de novo, os 3 apitos. Pedro já sabia que tinha que correr atrás dos outros. Foram parar na frente de outro adulto, o chefe Pedro (Pedro gostou do nome), ao lado dele havia um rapaz, chamado João. Marcelo lhe explicou depois que o João era pioneiro (??), e que estava de assistente -22-

24 na Tropa Escoteira. Pedro fez que sim com a cabeça, mas não entendeu nada. Como Pedro não queria parecer um qualquer, já foi se posicionar em segundo lugar na sua fila, que ele descobriu mais tarde chamar-se Patrulha João de Barro. O chefe Pedro fez um sinal com braço e todos andaram para o lado, fazendo de novo a tal ferradura. Desta vez sem sair correndo. Pedro desejava que o Luís estivesse ali, pois daí conseguiria acabar logo com tudo isso. O chefe então explicou que fariam um jogo e explicou a história e como eles, as crianças, iriam participar. Foi a primeira vez que Pedro viu alguém explicar uma brincadeira contando uma história junto. -23-

25 Aquele foi apenas o primeiro jogo, passaram a tarde toda correndo e se divertindo. Pedro foi 3 vezes tomar água (não estava acostumado a tomar água, só suco e refrigerante). Jorge era um dos mais ativos, corria feito um louco, sempre fazendo pontos para a patrulha. Todos o cumprimentavam. Logo o Jorge, que Pedro achava tratar-se de um nerd. No meio da tarde tiveram que parar de correr, a chefe Luíza explicou que iriam descansar um pouco praticando nós. Jorge puxou dois bambus e um pouco de sisal (sisal é uma planta, de cujas folhas se extraem fibras para fabricar cordas, cordões e tapetes) e veio sentar-se ao lado de Pedro. Disse que era sua obrigação explicar os nós mais fáceis para os novatos. Pedro tentou argumentar que estava em segundo na patrulha. Jorge então lhe contou que ele, Jorge, era o sub monitor, e que os demais se posicionavam atrás do monitor em ordem crescente de tempo no escotismo. E ele, Jorge, por ser sub monitor ficava no final da fila, fechando a patrulha. -24-

26 Capítulo 6 O Segundo Sábado Clara acordou cedo naquele domingo, pois tinha que agendar suas contas e compromissos da semana. Tomou seu café e foi direta para o escritório, ia ligar o computador, ver os s, as notícias do dia e abrir sua agenda. Mas eis que lá, de olho vidrado na tela já estava Pedro. Pedro, são nove horas. Aos domingos dificilmente acorda antes do meio-dia, O que aconteceu? Perguntou Clara curiosa. -25-

27 Estou lendo sobre escotismo mãe. O Jorge não pode ser melhor do que eu, tem alguma coisa errada. Clara, foi ler o jornal de domingo, mais tarde iria usar o computador. Passou a semana toda intrigada com as atitudes do filho. Até o Luís, aquele gigantão da turma dele veio lhe dizer que achava que Pedro estava diferente. Na sexta-feira ela conversou com o filho, perguntou se iria ao escoteiro no dia seguinte. Ele confirmou. João Carlos veio buscá-lo pela manhã cedo, pois sua mãe iria sair com uma amiga. Aproveitou para conversar com o filho sobre o escoteiro. -26-

28 Pai, em menos de mês vou ser monitor e passar a frente do Jorge. Pedro lhe disse com muito entusiasmo. João Carlos pensou que alguma coisa mudara no escotismo, mas depois veria isto com o filho. Pai, logo você tem que me comprar o uniforme. Pedro lhe disse com mais entusiasmo ainda. Já era demais, João Carlos decidiu que teria que falar com aqueles chefes. Algo esquisito acontecera com seu filho. No carro, Pedro ficava repetindo baixinho, e seu pai prestando atenção: Da casa que construiu subiu até o céu; João de Barro vai voar; Voar para brilhar, Voar para vencer; e sempre em frente vai voar; Patrulha João de Barro,... Chegando ao grupo Pedro saiu do carro em disparada. Seu pai que o havia levado ao grupo, viu o chefe André e foi falar com ele. -27-

29 Com calma explicou o que viu em seu filho e a sua preocupação com isso. Não eram esses valores que o escotismo transmitia, pelo menos disso se lembrava. Bom, é por isso que temos um período de adaptação. Depois disso e antes do Pedro fazer sua promessa, deve demonstrar que tem o espírito escoteiro. Você lembra ainda o que é isso? Perguntou-lhe André. João Carlos lembrava-se bem, tinha saudade do companheirismo, da sua patrulha, do prazer em ajudar e de ver as coisas acontecerem. Era isso que desejava que o filho experimentasse, nem que fosse por pouco tempo, como aconteceu com ele. Não era esta competição por posição que Pedro agora estava demonstrando. Para Pedro, porém, esta era sua chance de mostrar que era o melhor. Não aguentava mais esperar pelos 03 apitos. Lobo, lobo, lobo!!!! Pedro tratou de sair da frente. Era esta a maneira como eram chamados os lobinhos, com eles não eram os 03 apitos. E -28-

30 Pedro já havia descoberto que era melhor não ficar na frente quando os lobinhos saíam em disparada. Ao ouvir os 03 apitos correu em disparada na direção de onde vinha o som. Chefe André já estava com os 2 braços estendidos para a frente. Ao se posicionar na fila de sua patrulha, Marcelo e Jorge o cumprimentaram. Rafael, o monitor, que ainda não conversara com Pedro, apenas olhou para trás e esperou que o Jorge organizasse a posição de todos na fila. -29-

31 Capítulo 7 Cooperação Foi a chefe Luíza que deu o recado, naquela tarde, durante os jogos e brincadeiras, todos deveriam cooperar com suas patrulhas. Inclusive os mais novos participariam destes jogos cooperativos. É melhor você ajudar a patrulha, não queremos perder por sua causa. Avisou Rafael para Pedro. Começaram os jogos, cada um durando 15 a 20 minutos. Sempre com um objetivo a ser -30-

32 alcançado pela patrulha. Logo que o chefe dava as regras, a patrulha se reunia e decidia como iria agir. Pedro nem viu o tempo passar. Ficou tão entretido na competição que quando o chefe Pedro encerrou o último jogo, Pedro ficou irritado, pois queria continuar. Os chefes sempre fazem isso, eles querem que a gente fique com vontade de voltar no próximo sábado para continuar os jogos. Disse-lhe Marcelo. O chefe Pedro anunciou qual foi a melhor patrulha daquela tarde, era a patrulha Tigre. Pedro ficou inconformado, queria discutir o resultado com o chefe. Achou que podia vencer a discussão no grito. -31-

33 Pedro, um dos artigos da Lei Escoteira diz que o escoteiro é leal. Por isso todos viram como se desenvolveram os jogos e como foram explicadas as regras. E o resultado foi aceito pela maioria. Explicou-lhe o chefe Pedro. Os colegas de patrulha vieram conversar com Pedro. Jorge lhe explicou sobre a Lei Escoteira, Patrícia, outra colega de patrulha, falou com ele sobre os valores que um escoteiro deve ter. E assim os outros 5 colegas da patrulha lhe contaram o porquê terem aceito o resultado. Pedro realmente não entendia, estava acostumado com estas discussões intermináveis, principalmente nas brincadeiras dos recreios na escola. Mas acabou aceitando o que Jorge lhe disse, que brincar assim era melhor, e na próxima vez poderiam se superar e sair vencedores. Na ferradura do final da tarde, a chefe Luíza contou que a Tropa Escoteira iria acampar dali a 3 semanas, e a partir do próximo sábado iriam se preparar. -32-

34 Capítulo 8 Preparação para o Acampamento Durante aquela semana, Pedro ficou sempre próximo ao Jorge, queria saber tudo sobre o acampamento. Luís foi procurá-lo, pois sentiu que Pedro estava saindo de perto da galera. Para ele, já tinha dado tempo para que Pedro desistisse daquela loucura de escotismo. E, para piorar as coisas, quando perguntaram por que não estava on-line nos jogos de computador durante o sábado, Pedro contou animado sobre os jogos e brincadeiras que tinha participado. -33-

35 No sábado os escoteiros receberam o aviso sobre o acampamento, onde iria ser, quanto tinham que pagar, o que levar, e assim por diante. Pedro, absolutamente confuso, acompanhou e participou com afinco, durante a tarde toda, das atividades e explicações sobre o acampamento. Aprendeu a montar e desmontar uma barraca. Viu como funciona uma fogueira, o uso do lampião, dos materiais de cozinha e até sobre o cardápio das refeições. Ele raciocinou que teria que tomar cuidado para não comentar com sua mãe de que estava interessado em aprender a cozinhar. Achou muito bacana os distintivos de acampador I e cozinheiro II que o Jorge lhe mostrou na manga de sua camisa. Pedro agora queria saber sobre estas especialidades e ganhar os distintivos. Se o Jorge conseguiu, por que ele não conseguiria? Quando o pai viesse buscá-lo, ia mostrar para ele o pedido de autorização. Queria ir ao acampamento. Só não sabia se o pai iria comprar algumas coisas para ele, como saco de dormir, isolante térmico, lanterna, etc. O chefe André, que era diretor do grupo, sempre vinha ajudar nas atividades com os escoteiros. Era sua seção preferida, dizia. Foi ele quem chamou Pedro de lado para -34-

36 conversar. Queria saber se poderiam fazer sua inscrição definitiva como escoteiro. E mais essa ainda, seriam mais despesas para seu pai. Para sua surpresa, quando João Carlos veio buscá-lo, ele que nunca gostou de comprar novos jogos de videogame, por exemplo, não se importou em ter que comprar todo este material. Aproveitou e foi falar com a chefe Luíza para fazer sua inscrição definitiva como escoteiro. Isto facilita as coisas. Seu pai comentou bastante animado, como se fosse ele o escoteiro. Além disso, já perguntou onde comprar os equipamentos para que Pedro pudesse acampar. -35-

37 Capítulo 9 Enfim o Acampamento Jorge já havia lhe dito que para ser escoteiro, ele precisaria ter espírito escoteiro. Pedro ainda não sabia o que isto significava. Na noite do acampamento, depois das brincadeiras e do famoso Fogo de Conselho, quando já estavam nas barracas, choveu. Pedro nunca havia sentido aquela sensação na sua vida. Além disto, conversou até bem tarde com seus amigos que estavam na mesma barraca. -36-

38 Ele tinha que contar à sua mãe que havia jantado espeto de ovo, pão a caçador e muitas outras delícias, que haviam assado na fogueira. Na ferradura, pela primeira vez em sua vida, Pedro teve a coragem de puxar uma oração. Queria agradecer a Deus pelo acampamento que tiveram e que nada de ruim aconteceu. O acampamento foi muito bom, segundo a opinião de Pedro para sua mãe. Ele ficou mais satisfeito ainda pelo fato de sua mãe não ter brigado com ele devido as roupas sujas. - Aconteceu pelas brincadeiras sadias. Ela disse. Pedro, chegando em casa no domingo de noite sequer ligou o computador, escreveria as novidades outra hora. Agora queria tomar banho e dormir, pois estava cansado. -37-

39 Segunda-feira cedo e o Luís veio falar com ele. Os seus amigos tinham ficado sábado até tarde trocando mensagens pela internet, tinham algumas piadas ótimas (foi o que Luís lhe disse) e ele não havia participado. Nisto, os 2 passam ao lado de Jorge. Pedro fez questão de parar para cumprimentar seu amigo e comentar para o Luís: Sábado, eu fui acampar e me diverti muito. Eu sou um escoteiro, e posso usar o computador nos outros dias. Eu posso levar você comigo no grupo um sábado desses, e eu e o Jorge podemos ajudar para que enturme rápido. Luís saiu dali pensando no assunto. Talvez eles tenham razão. -38-

40 Capítulo 10 Fazendo a Promessa O sábado seguinte foi meio maluco, na opinião de Pedro. Seu pai foi cedo buscá-lo em casa, estava com a Bárbara. Depois combinaram de encontrar com sua mãe para almoçarem juntos. -39-

41 Na hora de ir para o grupo, foram todos no mesmo carro. Na chegada ao Grupo, a chefe Luíza logo veio falar com eles, pediu que Pedro ficasse junto. Explicou que Pedro já demonstrara que queria continuar no escotismo, que se comportou bem durante o acampamento e que já poderia pensar em fazer sua promessa como escoteiro e usar a mesma vestimenta que os demais do grupo, além de receber o lenço do grupo. Os olhos de Pedro arregalaram, ele já entendia o que era o lenço escoteiro, e queria poder usar o lenço do grupo. Luíza marcou com os pais de Pedro para estarem no sábado seguinte presentes na cerimônia da bandeira. Naquele sábado, a chefe Luíza o chamou para conversarem a sós, ela lhe explicou tudo sobre a importância da promessa, sobre a Lei Escoteira e a responsabilidade que assumiria. Conversaram bastante. Pedro não se lembrava de que em alguma outra vez em sua vida tivesse tido outra conversa parecida com aquela. Em outro momento, Rafael o monitor da patrulha João de barro, veio falar com ele. Explicou com detalhes a história da patrulha, o que cada um tinha como responsabilidade e cobrou de Pedro comprometimento. -40-

42 Pedro foi para casa aquele sábado com algumas coisas para ler e se comprometeu a se comunicar durante a semana com a chefe Luíza e com o Rafael para tirar qualquer dúvida. A semana demorou para passar, sua mãe na quarta feira havia feito com que ele experimentasse a camisa e a calça do escoteiro. Ela costurou alguns distintivos na camisa (ele agora sabia o que significavam e que não eram adesivos). O sábado seguinte amanheceu ensolarado e Pedro ansioso. Não via a hora para ir para o grupo. Almoçou cedo, logo vieram seu pai, a Bárbara e junto com sua mãe o levaram para o grupo. Lobo, lobo, lobo!!!! E vieram os pequenos correndo. Os 3 apitos e Pedro e os demais escoteiros, os monitores carregando os bastões das patrulhas vieram em seguida. Mais 3 silvos (eram os seniores, que eram os jovens mais velhos, de 15 a 18 anos de idade) e logo estavam todos formando uma enorme ferradura. O grupo todo estava ali. Todos os chefes estavam na ferradura, inclusive alguns que Pedro não conhecia ainda. Quem dirigiu a cerimônia foi o presidente do grupo. Pedro estava nervoso, não é pra menos. Após a inspeção, o hasteamento e as orações pelo dia, vieram os avisos, estava na hora. -41-

43 O chefe André, que conduzia a cerimônia, chamou Pedro pelo nome, ele pediu autorização ao monitor e foi para o centro da ferradura. A chefe Luíza pediu para que seus pais viessem para perto. Bárbara ficou tirando fotos. Chefe André então falou: Pedro, hoje você está aqui, em frente a todo o grupo a fim de fazer sua promessa. A partir de hoje será um escoteiro e irá utilizar a vestimenta escoteira e o nosso lenço. Está pronto para a sua promessa? Estou. Confirmou Pedro. Pedro, você leu e aprendeu sobre a Lei Escoteira, já conhece os 10 artigos. Pode me dizer com qual deles você se identificou mais? Perguntou o chefe André. O Escoteiro é leal. Pois aprendi a brincar e participar de atividades com meus amigos, eu só estava acostumado aos jogos de computador, agora sei me divertir melhor. Logo em seguida o chefe André perguntou se ele precisava de ajuda para citar a promessa. Pedro disse que não. O chefe André pediu a todos que tivessem promessa fizessem o sinal característico. Todos levantaram a mão direita, na altura dos ombros, com os 0s 3 dedos centrais levantados. -42-

44 Pedro, em seguida, fez sua promessa, sem errar nenhuma palavra. O chefe André lhe cumprimentou e colocou seu distintivo de promessa, então convidou seus pais para lhe colocarem o lenço em volta do pescoço. Pedro, visivelmente emocionado tirou algumas fotos com seus pais e, ao comando do chefe, virou-se para todos os jovens e com a saudação escoteira gritou bem forte SEMPRE ALERTA!!! -43-

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