Flaubert Santos Garcia

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1 Centro Universitário Monte Serrat Flaubert Santos Garcia Os Jogos Cooperativos como subsídio para o Lazer em Acampamento Santos 2005

2 2 Flaubert Santos Garcia Os Jogos Cooperativos como subsídio para o Lazer em Acampamento Monografia apresentada ao Programa de Pós-Graduação da UNIMONTE, como exigência parcial para obtenção do título de Especialista em Jogos Cooperativos. Orientação do Prof. MS Roberto Martini Santos 2005

3 3 Os Jogos Cooperativos como subsídio para o Lazer em Acampamento Santos 2005

4 4 Cada pessoa que passa em nossa vida, passa sozinha, é porque cada pessoa é única e nenhuma substitui a outra. Cada pessoa que passa em nossa vida passa sozinha, e não nos deixa só, porque deixa um pouco de si e leva um pouquinho de nós. Essa é a mais bela responsabilidade da vida e a prova de que as pessoas não se encontram por acaso. Charles Chaplin

5 5 Dedicatória Dedico esta pesquisa a todos os Profissionais da Área de Lazer, que fazem desta profissão um mundo de sonho e fantasia, acreditando que tudo é possível.

6 6 Agradecimento Em primeiro lugar a minha mãe Catarina que sempre acreditou em mim e continuará acreditando eternamente nas minhas peripécias, ao meu pai Flávio por dar toda força e incentivar o meu trabalho, aos meus irmãos Wernner, Klauss e Fábio por serem os melhores parceiros da minha vida. A minha tia Fátima e ao meu primo Daniel por todo carinho, aos meus avôs Eugênio e Alejandro e minhas avós Stella e Carminda que mesmo do outro plano estão sempre vibrando pelas conquistas do neto. A grandes parceiros e excelentes profissionais da recreação que considero como irmãos, Kadu, Rodrigão, Davi e Ed vocês são demais. Ao paizão Vitinho e a mãezona Guá, por sempre acreditarem em mim e no meu trabalho como monitor e principalmente por ter cedido o espaço do Rancho Aruanã para que esta pesquisa seja concluída. A todos os monitores do rancho pela força e por acreditarem em meu sonho, principalmente Fabinho, Chapéu, Kakau, Psiu, Adri, Puff, Pritcha, Bolacha, Palito, Ell, Guido, Kabeça, Kuka, Alface, Caiçara, Doug, Paraíba e Nika, presentes nestas duas temporadas. A tia Elo, ao seu Vitão e todos os funcionários do rancho Aruanã, pela dedicação e carinho para todos nós.

7 7 A todos os acampantes, por estarem sempre presentes em todas as atividades propostas e por serem pessoas maravilhosas e fundamentais para que este trabalho fosse elaborado. Aos meus mestres Nelsinho e Neia pelo grande incentivo nos primeiros passos e aos grandes gurus nos quais me espelho para desenvolver meu trabalho Edinho Paraguassú, Vinícius Cavallari (Viní) grande mestre, Flavinha pelos toques da voz e Luiz Aurélio Chamliam (Cham) o cara. Aos meus amigos que por muitas vezes entenderam da minha ausência para se dedicar a esta pesquisa. Aos parceiros Carioca, Vandinho, Dudu, Jorge, July, Gabi, Denílson, Junior, Nathy, Aninha, Naty e Estrelinha, uma grande família, eu amo muito vocês. A Claudia, alegria, amor, lazer, cooperação, valeu pela força. Ao meu Anjo Vânia pelos momentos maravilhosos que passamos juntos, ao meu aluno convidado Mariano pelos grandes toques e incentivo para construção desta obra. Em especial a Roberto Martini (Beto), mais quem um orientador, professor, um amigo para eternidade, obrigado por ter acreditado nesse sonho possível. Ao meu parceiro Dunga que mesmo de longe sempre acreditou neste trabalho, e principalmente aos meus eternos amigos Beto, Dani, Vitor, Bia, André, Gabi e Bruninho vocês são tudo e eu os amo muito, o meu muito obrigado.

8 8 Sumário Introdução...11 Capítulo 1 - Jogos Cooperativos Como tudo Começou Conceitos e Características Campos de Atuação dos Jogos Cooperativos As Categorias dos Jogos Cooperativos Formação de Grupos...31 Capítulo 2 Lazer e Recreação O Conceito de Lazer e Recreação As Características Básicas do Lazer e Recreação O Perfil do Profissional de Lazer e Recreação As Áreas Específicas de Atuação Lazer e Qualidade de Vida...49 Capítulo 3 Acampamento/Acantonamento Conceito e Definição O Desenvolvimento dos Acampamentos no Brasil Tipos de Acampamento Finalidades de um Acampamento Principais objetivos de um Acampamento Organizado Principais Objetivos na Organização de um Acampamento Organizado...59

9 9 Capítulo 4 Uma Proposta Possível Elaboração de um Programa de Lazer O Dia-a-dia de um Acampamento Caça ao Tesouro Fogo do Conselho...76 Considerações Finais...78 Bibliografia Referência Bibliográfica Anexos...83

10 10 Resumo O prazer, a diversão, a alegria, a amizade, a igualdade, a cooperação, são valores possíveis de serem encontrados em uma atividade de lazer. Dentre os mais variados seguimentos do lazer, os Acampamentos Educacionais promovem anualmente encontros com diversas crianças e adolescentes, situações em que, por meio de atividades diversas, despertam a ludicidade dos participantes. Consideramos que o ambiente vivido nos acampamentos, é propício para que tais atividades sejam realizadas, devido a sua estrutura e encantamento, buscam a experiência dos valores citados acima. Dessa forma buscamos investigar como as atividades realizadas num acampamento possam despertar um desempenho coletivo e individual para que possam chegar a um resultado proposto. O objetivo dessa pesquisa é desenvolver uma proposta de progamação de lazer para acampamentos, na qual o instrumento base é a realização de Jogos Cooperativos.

11 11 INTRODUÇÃO Sou daquelas pessoas que acreditam sempre na amizade, na felicidade, na alegria e principalmente na diversão. Desde pequeno sempre fui envolvido com a área esportiva, possivelmente por esse motivo fui uma criança bastante competitiva, tanto no colégio como na rua brincando com os colegas. Os anos se passaram e comecei a fazer escolhas importantes em minha vida, uma delas foi à escolha da profissão, optei em fazer faculdade de Educação Física no ano de 1995 na cidade de São Paulo. Comecei a desenvolver várias atividades como aluno e uma delas, a recreação, me chamou a atenção, neste momento iniciei um casamento que duraria até os dias atuais. Um dos grandes incentivadores dessa caminhada foram meus professores da disciplina de Lazer e Recreação e a partir daí fui procurar o meu espaço, comecei trabalhando em um sítio que era visitado diariamente por escolas. Esse trabalho consistia basicamente em entreter os alunos que passavam diariamente no sítio com atividades de integração e sociabilização, além de oficinas manuais e teatrais. Com o passar do tempo adquiri experiência neste campo da Educação Física, dessa forma procurei fazer vários cursos para aprofundar meus conhecimentos.

12 12 Nesse tempo comecei a atuar com Acampamento, trabalho que desenvolvo até os dias atuais e que a cada dia que passa me dedico ainda mais. Meu contato com os jogos cooperativos foi por meio de um curso de acantonamento desenvolvido pela faculdade. Graças a uma grande amiga, acabei conhecendo a Pós-Graduação em Jogos Cooperativos e depois de entrar neste mundo fascinante observei que o caminho a percorrer era mesmo o dos jogos cooperativos ligados as atividades de acampamento. Analisando as atividades realizadas a cada temporada, observamos que as brincadeiras buscam entreter os participantes, mas com um caráter competitivo. Por esse motivo muitos participantes após o final desses jogos ficam frustrados com o resultado e acabam desmotivados para as próximas atividades. No nosso entendimento, essa forma de entretenimento acabam com a proposta educacional, proporcionando uma competitividade desnecessária, na qual muitos participantes se afastam uns dos outros ao invés de se aproximarem. Após começar o curso de Pós-Graduação, pude desenvolver e aprimorar algumas atividades cooperativas na escola em que trabalho, bem como num condomínio ministrando atividades lúdicas e também cooperativas.

13 13 Por meio dos estudos realizados na Pós-graduação e o nosso contato diretamente com as atividades em acampamento, o interesse voltado para essa área do lazer tornou-se cada vez maior. Dessa forma, podemos realizar alguns Jogos Cooperativos no acampamento em que trabalho. Como citamos anteriormente, o meu acompanhamento possui diversos grupos de faixas etárias diversificadas, e especialmente o trabalho de integração e o convívio social, tornou-se uma forma direta de suprir as necessidades de relação inter-pessoal dos acampantes, promovendo de uma maneira lúdica e cooperativa, um contato maior entre os novos acampantes e os antigos acampantes. Baseando-se nessa perspectiva de jogo cooperativo, procuramos ressaltar a importância do lúdico num ambiente de acampamento, utilizando uma proposta inovadora, em que o foco principal é jogarmos sempre juntos. Dessa forma no primeiro capítulo, procuramos abordar a trajetória dos Jogos Cooperativos, desde o início da história entrelaçando por vários percursos até chegar aos dias atuais. Já o segundo capítulo, buscamos a fundamentação do Lazer e da Recreação, destacando diversas práticas de lazer e principalmente as características de tais práticas.

14 14 O universo de um Acampamento é retratado no terceiro capítulo, momento em que buscamos destacar como essa atividade lúdica pode auxiliar no desenvolvimento da criança e do adolescente. No quarto capítulo especificamente, propomos uma nova abordagem de acampamento, em que suas atividades sejam totalmente cooperativas. Procuramos nesta pesquisa abordar questões que ajudarão os profissionais da área de acampamento a incorporar a filosofia dos Jogos Cooperativos e valores humanos que possam ajudar no desenvolvimento pessoal de cada acampante. Portanto a trajetória que iremos percorrer nas próximas linhas, os levará a desfrutar de universo rico de conhecimento, na qual lhes ajudarão com muitas informações.

15 15 CAPÍTULO 1 Jogos Cooperativos É uma atividade prática re-educativa, capaz de transformar nosso condicionamento competitivo para vencer na vida, em Alternativas Cooperativas para o Exercício da Con-Vivência. Fábio Brotto 1.1 COMO TUDO COMEÇOU A prática dos Jogos Cooperativos possivelmente tenha origem nos povos primitivos, segundo Orlick (1982), começou a milhares de anos quando membros das comunidades tribais se uniam para celebrar a vida (p. 04). Em 1950 Ted Lentz, juntamente com Ruth Cornelius, apresentaram algumas mostras de jogos cooperativos intitulados All Together. Em 1978 Terry Orlick, publicou uma obra muito importante sobre os jogos cooperativos, intitulado Winning through Cooperation, e que no ano de (1982), foi traduzida para o português intitulada: Vencendo a Competição. Em tal obra o autor faz uma profunda investigação sobre os jogos cooperativos, obra que se tornou uma referência no estudo de tais jogos. Em meados da década de setenta, Jim Deacove (1972), contribuiu com os jogos cooperativos realmente inovadores, em que a sua proposta era envolver os valores positivos além de atitudes de ajuda nas pessoas.

16 16 No ano de 1974, o mesmo Jim publicou um manual de Jogos Cooperativo intitulado Co-operative Games Manual, em 2002 por meio de uma parceria com o Projeto Cooperação esse manual foi publicado no Brasil. Nos anos oitenta, algumas ações importantes foram desenvolvidas no Brasil, nesse mesmo ano foi fundada em Brasília a Escola das Nações instituição que aborda a educação para paz utilizando como prática pedagógica à aprendizagem cooperativa e jogos cooperativos. Em 1987, a editora Sinodal publica o livro Que tal si jugamos?, do venezuelano Guillermo Brown, obra que posteriormente foi traduzida para o português e ficou intitulada Jogos Cooperativos, teoria e pratica, trabalho em que o autor aborda varias maneiras de trabalhar com jogos cooperativos. Continuando nossa linha do tempo, chegamos à década de noventa, momento em que tivemos muitas mudanças no contexto nacional relacionado aos jogos cooperativos. Em 1990, surge um nome que se tornou para os jogos cooperativos uma importante referência da atualidade, Fabio Brotto, nesse ano o autor apresentou-se em um simpósio internacional de psicologia do esporte, em Belo Horizonte MG, o tema livre: Competir ou Cooperar, qual a melhor jogada?. No ano de 1992 foi criado o Projeto Cooperação em Santos SP, com intuito de divulgar os jogos cooperativos e a ética cooperativa por meio de oficinas, palestras e eventos. Em 1995, O Cepeusp (Centro de Praticas Esportivas da Universidade de São Paulo), juntamente com Brotto, promoveu a I Clinica de Jogos Cooperativos: Educando para Universidade.

17 17 Durante o ano de 1995, Brotto publicou o primeiro livro nacional sobre jogos cooperativos chamado: Jogos Cooperativos: Se o importante é competir o fundamental é cooperar, pela Editora Cepeusp. Em 1996, por meio de uma parceria entre o Projeto Cooperação e o grupo canadense Family Pastines, liderado por Jim Deacove, foram lançados dois jogos cooperativos de tabuleiro intitulados o Jogo da Terra e Lugar Bonito. No ano de 1999, foi realizado em Taubaté SP, no Sesc local, o primeiro festival de Jogos Cooperativos, com a parceria do Projeto Cooperação e a Cooperando, empresa que surgiu dois anos antes divulgando a aprendizagem cooperativa e os jogos cooperativos. A nossa linha do tempo avança para um novo milênio e chega ao ano 2000, momento em que por meio de uma parceria entre o Centro Universitário Monte Serrat (UNIMONTE) e o Projeto Cooperação, iniciaram-se o primeiro curso de Pós-Graduação Latu Senso em Jogos Cooperativos. Em 2001 foi realizado o segundo festival de Jogos Cooperativos com a parceria entre Sesc Taubaté SP, a Cooperando - Instituto para a Cooperação, a Alegria - Lazer e Cooperação e o Projeto Cooperação com o tema Construindo um Mundo onde todos podem vencer. No mesmo ano, Brotto publicou outra importante obra sobre Jogos Cooperativos com o título de: Jogos Cooperativos: O jogo e o esporte como um exercício de convivência. Também no ano de 2001 foi formada a primeira turma de Pós- Graduação Lato- Senso em Jogos Cooperativos.Nos últimos anos a Pós-Graduação em Jogos Cooperativos tem formado muitos focalizadores que atuam com jogos cooperativos em diversas áreas.

18 18 No ano de 2004 o Sesc Bertioga realiza o Terceiro Festival de Jogos Cooperativos - Pratique Cooperação todo mundo ganha, além do primeiro encontro Ibero-americano de Jogos Cooperativos. A organização do evento contou com a participação das seguintes instituições: o Projeto Cooperação, a Cooperando, a Revista de Jogos Cooperativos e o Sesc-SP. No mesmo ano, teve início à quinta Turma da Pós-Graduação Latu Senso de Jogos Cooperativos cujo nome é Circo-Lando. A nossa intenção até aqui foi pontuar alguns aspectos da história dos Jogos Cooperativos, antes de abordarmos os conceitos e características de tais jogos. 1.2 Conceitos e Características Vários autores nos últimos anos vem estudando os Jogos cooperativos, a partir de suas contribuições podemos aprofundar nossa investigação. Deacove apud Brotto (2001) diz: Os Jogos Cooperativos são jogos com uma estrutura alternativa onde os participantes jogam uns com os outros ao invés de uns contra os outros (p.54). Outro conceito aplicado aos jogos cooperativos vem de Brown (1994), para o autor: Os Jogos Cooperativos apresentam-se como uma possibilidade diferente, uma possibilidade subversiva que nos permite a experiência de sentir que a felicidade, a alegria e o prazer podem existir sem que precise ser derrotado o outro; uma possibilidade que elimina o terrível binômia

19 19 ganhadores perdedores, com o qual rotulam nossa vida (p. 08). Mais recentemente Amaral (2004) relata que: Os Jogos Cooperativos são atividade que requerem um trabalho de equipe com objetivo de alcançar metas mutuamente aceitáveis (p.13). E ainda para Sobel apud Brotto (2002) que: O Jogo Cooperativo consiste em jogos e atividades onde os participantes jogam juntos, ao invés de contra os outros, apenas pela diversão. Através desse tipo de jogo, nos aprendemos a trabalhar em grupo a confiança e coesão grupal (p. 55). Analisando os dados citados por esses autores sobre o conceito de Jogos Cooperativos, consideramos que: tais jogos permitem que todos caminhem em uma única direção, na busca de resultados coletivos além de proporcionar encontros entre várias pessoas, na qual possam celebrar e compartilhar suas experiências. Com o passar dos anos a educação passou por várias abordagens pedagógicas, entre elas estão LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação) e os PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais), em que seus objetivos eram propor um ensino de melhor qualidade para todos. O estudo dessas abordagens pedagógicas juntamente com os estudos dos jogos cooperativos aliando-se a teoria com sua prática tornou-se um subsídio a mais para desenvolver as potencialidades das crianças. As potencialidades são ligadas às características básicas do desenvolvimento motor, que são: correr, saltar, pular, girar, equilibrar, etc.

20 20 Esses aspectos são fundamentais para que a criança possa desenvolver sua coordenação motora e a partir daí praticar qualquer tipo de atividade proposta. E em todo momento o focalizador por meio do jogo cooperativo pode estimular o participante a vivenciar o aspecto lúdico e de transformação pessoal. No nosso entendimento os jogos cooperativos, ajudam-nos no desenvolvimento de muitas dessas potencialidades, tais como: correr pular, equilibrar, entre outras, além de mobilizar o aspecto social cognitivo e afetivo. A característica desse jogo é participar de diversas situações, em que o praticante busque caminhos para que ele possa chegar num resultado coletivo, na qual a descoberta do novo proporcionará em alguns momentos um estado de euforia, enquetamento e em outros momentos tranqüilidade e paz. 1.3 Campos de Atuação dos Jogos Cooperativos Os Jogos Cooperativos vem sendo aplicados em varias áreas, como forma de facilitar as relações grupais por meio da cooperação. Hartmann apud Orlick (1978) a cooperação É a força unificadora mais positiva, que agrupa uma variedade de indivíduos separados numa unidade coletiva (p.23). Na perspectiva de Orlick (1978) a partir de estudos realizados com algumas tribos do mundo conclui que O comportamento cooperativo não agressivo e a ajuda mutua tem grande valor para a sobrevivência (p.22).

21 21 Essas citações vem nos mostrar que a cooperação dentro de um campo de atuação, podem ajudar no relacionamento com os demais integrantes de grupo. Entre tais áreas temos: as organizações, o desenvolvimento de comunidades, a área educacional, a área esportiva e o lazer, entre outros. Essas áreas atualmente, contam com focalizadores que utilizam os Jogos Cooperativos, como uma ferramenta de trabalho, para que possam atingir os seus objetivos dentre os mais variados grupos. Os Jogos Cooperativos aplicados por esses focalizadores, contribuem para um desenvolvimento coletivo, em que o resultado esperado é a cooperação de todos Jogos Cooperativos nas Organizações A vida dentro de uma empresa é muito dinâmica, na qual existem muitos setores em que trabalham muitas pessoas diariamente, em que seus objetivos são basicamente o crescimento da empresa e seu fortalecimento dentro de um mercado de trabalho. Geralmente a concorrência vivenciada diariamente por essas empresas acaba de certa maneira influenciando os seus empregados. Dentro da própria empresa, muitas vezes essa competição desnecessária acaba resultando em prejuízo, na qual conflitos internos resultam em baixa produtividade. Mas com as dinâmicas de grupo, que as diversas empresas vem promovendo para os seus funcionários, utilizando os Jogos Cooperativos como ferramenta principal, resultados positivos vem surgindo dentro do mercado. As produções vêm crescendo, as empresas começaram gerar lucros, os funcionários trabalham com

22 22 metas em que a participação de todos gera benefícios futuros, em que todos ganham Jogos Cooperativos no Desenvolvimento de Comunidades Os jogos cooperativos desenvolvem ações que fortalecem a formação comunitária. Nessas comunidades o enfoque dos Jogos Cooperativos é promover a consciência da cooperação e o desenvolvimento comunitário. Cada pessoa dentro da comunidade tem um papel fundamental, auxiliando na construção de movimentos que ajudem no crescimento da própria comunidade e suas lideranças desenvolvendo projetos que possam melhorar as condições de vida daqueles que lá vivem. Existem diversos tipos de comunidades, numa visita em que fiz com o meu grupo de Pós-Graduação, uma me chamou muita atenção, que é a Associação dos Cortiços do Centro (Santos-SP), localizada na região central de Santos, uma comunidade que busca por melhores condições de vida dos seus moradores. Dentro dessa comunidade são desenvolvidos muitos projetos, em que crianças, jovens e adultos, aprendem e discutem sobre questões de cidadania, direitos humanos, preservação, cultura e principalmente liderança circular (que mostram como todos podem desempenhar as mesmas funções com igualdade), sobretudo são pessoas capazes e que acreditam que tudo é possível. O orgulho de poder construir uma comunidade, utilizando os seus próprios recursos e ter como parceiros as próprias pessoas que lutam pelos mesmos ideais, fazem das diversas comunidades existentes, um bom exemplo de cooperação.

23 Jogos Cooperativos na Educação Esta abordagem esta ligada ao contexto escolar, na qual desenvolvem trabalhos de cidadania, autonomia, ética, participação além dos jogos cooperativos. Um dos papeis do educador em sala de aula é trabalhar a inclusão, com esse fator ligado a outros fatores citados anteriormente, possibilitamos que a criança possa através num final de um ciclo chegue numa sociedade sem enfrentar muitas dificuldades. Partindo de uma perspectiva cooperativa, os Jogos Cooperativos podem auxiliar nesse desenvolvimento. Para que isso ocorra, devemos começar a praticar nas séries iniciais a pedagogia da cooperação e também os jogos cooperativos, na qual cada criança poderá assimilar que sozinho tudo fica mais difícil de ser realizados e juntos tudo acaba se tornando mais fácil. No trabalho com o ensino fundamental os jogos cooperativos podem desenvolver a percepção de que para chegarmos a um objetivo comum dependemos principalmente da participação do outro, como na iniciação esportiva. Um exemplo que retratamos é a maneira em que esses alunos se organizam para praticar qualquer modalidade esportiva coletiva, sempre o melhores são escolhidos e aqueles com pouca habilidade costumam ser excluídos. Mas se os mesmos se organizarem de uma maneira em que um equilíbrio entre as equipes possam ser a melhor saída, além da rotatividade contínua de participantes, na qual deixará o jogo mais dinâmico, todos participam e o resultado é a satisfação de todos. Principalmente quando já são adolescentes, no ensino médio, os jogos cooperativos vão despertar um lado lúdico em cada um, desenvolvendo suas habilidades pessoas. Esse ciclo é muito importante, porque todos

24 24 os alunos já estão numa idade em que as escolhas pessoais começam a tomar rumo, e as escolhas enquanto a profissão a seguir, auto dependência e principalmente, desempenhar um bom papel na sociedade, faz com que ele ponha em prática tudo o que aprendeu. Uma maneira bem utilizada na construção do saber é o desenvolvimento lúdico, no qual os educadores podem utilizar diversas brincadeiras para educar. Nessa perspectiva Vila e Santander (2003), observam que: O aprendizado do ambiente lúdico e prazeroso do jogo, quando corretamente desenvolvido, é inconscientemente transferido para o ambiente da vida real, mostrando-se um poderoso instrumento de ensino aprendizagem (p. 58). Ainda com relação o processo de ensino aprendizagem por meio do componente lúdico Vila e Santander (2003), apontam que O aspecto lúdico e divertido do jogo facilita a conexão entre pessoas, estimula o desenvolvimento intrapessoal e interpessoal e abrevia a construção do conhecimento (p. 58). O lúdico proporciona uma forma sadia e divertida de assimilar um conteúdo proposto, essa estratégia pedagógica de expressar o conhecimento nos auxiliam no desenvolvimento grupal. Além de que a inter-relação faz com que os alunos consigam quebrar suas próprias barreiras e encarar sempre novos desafios, tanto individuais como coletivos.

25 25 Observando esses aspectos Saraydarian (1990), cita que: A maior sabedoria para ensinar à humanidade é a ciência da consciência grupal, começando com nossas crianças nas escolas primárias, cursos secundários, universidades, grupos, igrejas e nações. É a ciência da consciência grupal que prepara pessoas para a paz universal, harmonia e cooperação (p. 20). O Preconceito, geralmente resultam numa exclusão, uma forma de trabalharmos esse bloqueio são através dos Jogos Cooperativos, na qual proporcionam uma igualdade para todos, além de estimular suas capacidades e quebram barreiras Jogos Cooperativos e o Esporte O esporte nos permite viver várias situações, entre elas à perda de talentos devido à desigualdade social, situação em que muitos jovens deixam de praticar o esporte por falta de recursos financeiros. As injustiças também encontradas no esporte nos mostram que uma pequena minoria consegue chegar ao estrelato e que a grande maioria desiste de seu sonho por falta de apoio e estrutura. O futebol é um esporte, na qual praticam o tão chamado Fair Play ou (jogo limpo), muitas ações desleais dentro do campo de jogo desmentifica essas ações, como atos desleais e o uso de substâncias proibidas. Em outras modalidades esportivas, também acontecem ações que condizem com os propósitos de sua prática, entre elas o vôlei, o

26 26 basquete, o atletismo, a natação entre outros, fazendo com que as injustiças sempre apareçam. Onde estão os ideais esportivos? O evento em que poderiam acontecer ações fieis à ética no esporte, são os Jogos Olímpicos e os Jogos Pan-americanos, eventos em que o objetivo não deveria ser apenas a competição, mas sim participar representando seu país na sua modalidade específica, o que é extremamente cooperativo. Mas por um simples detalhe todas essas ações citadas acima perdem valor, o Fair Play e o espírito Olímpico nunca existirão, enquanto tivemos uma ação chamada Dopping, pois a partir dela toda ação cooperativa dentro do esporte deixa de existir. Com essas citações acima, observamos que o propósito do Barão Pierre de Coubertin, baseados nos antigos jogos gregos que ressaltavam a importância do cidadão em defendem o seu país e competir lealmente sem promover nenhum injustiça, e que os atletas que infringiam as regras eram punidos com rigor. A conscientização e a informação podem ser uma das alternativas para que os atletas consigam combater essas ações e deixando o espetáculo cada vez mais belo. Algumas ações ligadas aos jogos cooperativos e o esporte são apontadas por Prado apud Brotto (2002), o autor aponta dois fatores marcantes: A vontade de compreender melhor o esporte como comportamento sócio-cultural relacionado à vida cotidiana. A tentativa de desenvolver um processo educacional participativo e democrático, baseado na recriação e resgate da cultura lúdica, essência do próprio esporte (p. 76).

27 27 Apoiando-se nessas considerações foram apresentados três princípios da ação cultural e educacional, em que ajudam a orientar o esporte. O primeiro é do atleta cidadão, que ressalva a importância do esporte como exercício da cidadania; o segundo é o resgate do lúdico, em que a importância da cultura lúdica recria os modelos esportivos clássicos e populares; o terceiro é o esporte para todos, em que o grande desafio é o método de aplicabilidade. Após todos esses princípios Prado apud Brotto (2002) ainda nos mostra a importância de traduzi-los para a forma de programas e outras ações em que: Ensino do Esporte em Forma de Jogo: reproduzindo aprendizagens culturais comuns no futebol e dança; Pedagogia do Espaço e do Ambiente: implicando em menor dependência de tecnologias sofisticadas e mais polivalentes em relação às idades; Alfabetização Esportiva: centrada no desenvolvimento de grupos para criar e autogerir suas próprias atividades esportivas; Comunicação Aplicada à Educação: utilizada para recriar de forma crítica, novos valores de comportamentos do corpo e esporte para um conjunto maior da sociedade; Realização de Eventos de Difusão Cultural: com o objetivo de reforçar a leitura crítica da cultura do corpo e do espetáculo esportivo (p. 77).

28 28 Com isso podemos observar que os jogos cooperativos como uma pedagogia para o esporte pode ajudar em muito no desenvolvimento do jovem atleta. Partindo desse mesmo princípio, o da ajuda ao esporte, poderá vir de uma maneira bem simples que é valorizar o profissional de Educação Física e trabalhar na iniciação esportiva tanto na escola como no clube todas as categorias de jogos cooperativos, desenvolvendo desta forma suas potencialidades e um olhar diferente para o esporte Jogos Cooperativos na Recreação e Lazer Esta área envolve varias faixas etárias, em que o objetivo principal é poder criar novos jogos através da criatividade, aplicá-los de uma forma em que todos entendam e possam se divertir utilizando a cooperação para o seu próprio bem estar. Participar de um jogo em que o resultado final não seja o fator mais importante e sim a satisfação de ter participado e de ter passado por momentos de diversão, alegria, enfim bem estar pessoal. Esse seguimento nos leva a entender que para o desenvolvimento de uma progamação em acampamento podemos utilizar os jogos cooperativos como um subsídio para uma atividade de lazer. Além do que a prática dos jogos cooperativos podem se estender para todos os seguimentos do lazer, proporcionando a quem esta praticando uma sensação de bem estar. A característica lúdica desse tipo de jogo torna a atividade mais intensa na qual cada participante pode perceber que o foco principal é o Eu com e não o Eu só.

29 As categorias dos Jogos Cooperativos Na perspectiva de Orlick (1978), existem quatro categorias de Jogos Cooperativos. O mesmo autor cita que: O objetivo primordial dos jogos cooperativos é criar oportunidades para o aprendizado cooperativo e a integração cooperativa prazerosa (p.123). Essas categorias em muitas situações se relacionam podendo estar presentes em uma mesma atividade Jogos Cooperativos sem perdedores São jogos em que o maior prazer é de jogar junto, os integrantes formam uma única equipe e todos juntos buscam superar desafios em comum. O objetivo desse tipo de jogo é perceber que a minha ação depende diretamente da ação do outro e vice-versa, como exemplo temos a dança das cadeiras cooperativas Jogos de resultados coletivos Esses jogos podem ser praticados por varias equipes, seu objetivo é realizar metas comuns dentro do grupo, de forma que sejam compartilhadas por um ou mais grupos, para que os resultados coletivos sejam alcançados. Um exemplo dessa categoria de jogo é o volençol, que utiliza um número mínimo de dois participantes em cada lado da rede, seu objetivo é lançar a bola para o outro lado da rede para que o outro grupo tente

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