Ciganos e suas andanças por Campina Grande: espalhando beleza pra o povo da cidade ver GILMARA TAVARES BATISTA*

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1 Ciganos e suas andanças por Campina Grande: espalhando beleza pra o povo da cidade ver GILMARA TAVARES BATISTA* A curiosidade que nos faz refletir e investigar experiências de vivências urbanas de ciganos em Campina Grande 1 num outro tempo está nos possibilitando perceber a presença destes sujeitos muito além desta. Encontrando-os nos arredores desta cidade, em cidades vizinhas 2, numa circulação de bens para o comércio e de pessoas (com seus hábitos, tradições e culturas). Esboçar estas nuanças de evocações 3 das experiências de ciganos, através das memórias verbalizadas e depois transcritas, não é tarefa simples, sobretudo quando os sujeitos com os quais nos deparamos se apresentam em frequente mobilidade, sujeitos que por diversos motivos, tornaram muitas vezes suas presenças invisíveis. Os diálogos com os colaboradores entrevistados nos permite trazer à tona, um universo de experiências de vidas, que narradas em linguagens sensíveis, nos apresentam características para o estudo de uma possível cultura cigana que se faz representar na cidade. Este artigo é fruto de um recorte de diversas indagações realizadas durante o processo, em andamento, da pesquisa sobre o tema. Propomos neste sentido, examinar a questão da relação que os ciganos apresentam, em suas memórias, com as cidades nas quais construíram laços de sociabilidades e como foram recepcionados pelos citadinos, assim como tentar traçar um paralelo com a vida no meio rural, trazidas à tona como um espaço ideal para viver. Nesse sentido, o uso dos relatos orais de memória, como base para esta análise e discussão, nos permite observar as maneiras de ser e de viver destes sujeitos em suas andanças, sobretudo quando entrelaçamos as narrativas que estão, assim como os ciganos, em itinerância entre o campo e as cidades. Para viabilizar estes objetivos, trazemos alguns trechos de entrevistas realizadas com pessoas de etnia cigana, assim como de não ciganos e além das fontes orais, utilizaremos fontes hemerográficas, que constituem em primeiro plano, a nossa base de informações. *Mestranda em História no Programa de Pós Graduação em História UFCG. Bolsista CAPES. 1 Pesquisa desenvolvida pela autora sob orientação do Profº Antônio Clarindo Barbosa de Souza. 2 Outros municípios relatados são Ingá, Fagundes, Lagoa Seca, Alagoa Grande e Queimadas. 3 CANDAU, Joël. Memória e identidade. São Paulo: Contexto, Neste caso, caberia uma diferenciação de conceitos: a evocação (lembranças manifestas quando são, por exemplo, verbalizadas ou transcritas) e as lembranças propriamente ditas. (...) A parte da lembrança que é verbalizada (a evocação) não é a totalidade de lembrança (p. 33).

2 2 Viajantes e narrativas que se cruzam no tempo São tantas as indagações feitas por parte de colaboradores nas entrevistas, que de inicio, as conversas sempre se apresentam como uma entrevista aos entrevistadores, para que depois possamos entrevistá-los. Há muita curiosidade em torno do tema e a pergunta que geralmente está em pauta, seja de ciganos ou de não ciganos, diz respeito ao porquê de estarmos procurando por estas histórias. Não sabemos se as repostas os convencem, porém, quando não foi possível uma gravação, tivemos muitas vezes, boas rodas de conversas. Os relatos orais de memória permitiram engrossar a nossa pesquisa. Se fez necessário refletir sobre os usos destes, enquanto metodologia para a análise deste tema, logo, a pesquisa que utiliza entrevistas orais, em principio, está fundada num encontro entre duas pessoas; e afora do contato e a relação que então se estabelece, apesar de assumirem papéis diversos (entrevistador e entrevistado), também tem influência no relato a ser narrado (MONTENEGRO, 2010, p ). Neste caso, o trabalho com essa metodologia é um trabalho com a memória, que traz contribuições para o estudo de grupos, comunidades, de caráter individual, mesmo quando há silêncios 4 e esquecimentos. Entendemos que, a memória, nos permite compreender muitas das questões relacionadas aos ciganos que estudamos, pois: A memória é essencial a um grupo porque está atrelada à construção de sua identidade. Ela [a memória] é resultado de um trabalho de organização e de seleção do que é importante para o sentimento de unidade, de continuidade e de coerência isto é, de identidade. E porque a memória é mutante, é possível de uma história das memórias de pessoas ou grupos, passível de ser estudada por meio de entrevistas de História oral. As disputas em torno das memórias que prevalecerão em um grupo, em uma comunidade ou até em uma nação, são importantes para se compreender esse mesmo grupo, ou a sociedade como um todo (ALBERTI, p 167). Uma das maiores curiosidades, que surge por parte dos gadjé 5 [não ciganos], é a explicação de onde os ciganos vieram, como chegaram à Campina Grande e a outras regiões vizinhas. E disso surgem muitas histórias que partem do senso comum ou de histórias que se ouviu falar, que 4 Ibdem (p. 127) O autor aponta que a memória esquecida não pode ser de todo ruim, mas sim um canteiro de obras. O esquecimento não é sempre uma fragilidade da memória, um fracasso da restituição do passado. Ele pode ser o êxito de uma censura indispensável à estabilidade e à coerência da representação que um indivíduo ou os membros de um grupo fazem de si próprios. 5 Termo em língua Calon, Kaló ou Kalé (base lexical do Romani, língua falada pelos ciganos) que nomeia quem não é cigano, que também pode ser encontrado como juron para o masculino e jurin para o feminino. Ver: RAMANUSH, Nicolas. Palavras ciganas Vocabulário e Gramática Sintética do Romani-Sinte. São Paulo, 2009.

3 3 contribuem para a construção de estigmas 6 com relação aos ciganos. Uma teoria em especial vem à tona, que é a ideia de que vieram do Egito, como aponta uma das nossas colaboradoras: O tio deles era amigo de meu pai, toda vida eles foram muito amigos de papai desde que eles vieram do Egito. (...) eles já foram nascidos no Brasil, mas os pais deles era do Egito, quando eles vieram morar no Brasil, por motivo que você sabe que o Brasil é um lugar bom, que o pessoal vem pra conseguir uma situação financeira melhor, porque nós mesmos que moramos aqui, não procuramos isso que tem. (...) O avô dele e avó que eram ciganos do Egito, como eles também (...) a mãe deles era tudo de lá do Egito. Quando os pais faleceram, eles eram muito rico, cada um pegou sua herança e vieram se instalar aqui na Paraíba, entendeu? Ai cada um teve sua vida independente, como eles tinham dinheiro, o que foi que eles fizeram? Compraram fazenda e se instalaram entendeu? (GOMES, 2011). Segundo a colaboradora, os ciganos que chegaram a morar em Campina Grande por volta dos anos 1970, tinham suas origens no Egito, o que enfatiza repetindo diversas vezes. Ao ser questionado, sobre como ela sabia de tais informações, a colaboradora afirma que os mais velhos contavam muitas histórias, e entre estas, a de que eram naturais do Egito. Isso nos permite pensar que as informações que os gadjé têm sobre ciganos e suas possíveis origens, possam ter sido recolhidas por informações 7 dos próprios ciganos e da mesma forma o contrário pode ter ocorrido. Mas vale salientar que, esse discurso também foi divulgado pelos próprios ciganos e que entre eles há muitas divergências a respeito desta questão, fazendo-nos pensar que não há um consenso sobre as suas origens assim como não há consenso nas pesquisas realizadas sobre estes sujeitos, sendo apontados diversas origens, entre elas, o Egito e a Índia são os lugares mais assinalados: Quanto à nossa origem, conforme já foi publicado no Diário da Borborema, em dia da semana passada, num histórico que nós fizemos... Nós somos originados de uma família árabe, a família Latiff Lafitt, e essa, tendo vindo para o Brasil, foi radicada no Nordeste e daí foram originado os vários bandos Cavaltanti Targino que ainda hoje existem. E, dentre esses bandos estava meu bisavô, o pai do meu avô cigano Francisco Targino, já falecido há muito (TARGINO, Entrevista concedida ao jornal Diário da Borborema, 26/07/1981). 6 GOFFMAN, E. Estigma notas sobre a manipulação da identidade deteriorada. Rio de janeiro: LTC, O estigma é definido como a situação do individuo que está inabilitado para a aceitação social plena (p.7) segundo o autor, por serem desviantes sociais eles seriam representados com defeitos, que atuariam de forma negativa a sociedade (p. 155). 7 GOLDFARB, Maria Patrícia Lopes. O tempo de atrás : um estudo da construção da identidade cigana em Sousa PB. Tese de Doutorado, João Pessoa, UFPB, A autora traça alguns problemas acerca das viagens ou andanças e peregrinações dos ciganos pelo mundo a partir das narrativas de seus entrevistados, que apontam o Egito também como lugar de origem. E acrescenta que o Egito não foi escolhido aleatoriamente como um ponto chave da diáspora dos ciganos, pois em Sousa a maioria dos ciganos aprendeu com o mundo externo e letrado que grande parte dos ciganos migraram do Egito para a Europa (p. 141), na verdade sua tese é de que isso foi transmitido pela Procuradoria da Republica da Paraíba e pela Pastoral dos Nômades quando visitaram os ciganos em Sousa.

4 4 Este trecho foi retirado de uma entrevista concedida por Josarbas Cavalcante Targino em 1981 ao programa Confidencial, na TV Borborema e foi publicada no jornal impresso Diário da Borborema no mesmo ano. Através das suas respostas, pudemos perceber um pouco da trajetória da família de ciganos de etnia calon, os Cavalcanti Targino por estas regiões. No relato, percebemos que há divergência no que diz a colaboradora do trecho anterior. Tais divergências talvez aconteçam, porque os ciganos fazem parte de uma etnia heterogênea, portanto, tiveram ao longo do tempo, suas culturas e tradições ressignificadas. O termo cigano é genérico, dentro dessa etnia existem divisões e, nelas, existem famílias que fazem das tradições uma cultura própria. Segundo Teixeira, 2009 no Brasil existem grupos ciganos, e os mais conhecidos são: os Calon, os Sinti e os Roms. Os ciganos que tratamos neste artigo são de etnia Calon. Além das perguntas realizadas sobre as origens dos ciganos durante a entrevista, o jornal Diário da Borborema, divulgou um texto, antes da publicação desta entrevista, tentando situar os leitores acerca desta questão que parecia provocar muitos curiosos. E, apontou o seguinte para as origens dos ciganos no Brasil: O mais antigo documento conhecido no Brasil em que figura um cigano é um alvará de D. Sebastião de 1574, que comenta em segredo a pena de galés de João de Torres. Os ciganos começaram a vir para o Brasil nos séculos XVI, XVII e XVIII. Os primeiros eram degredados. Bahia e Minas Gerais (Congonhas do Campo) foram os primeiros centros de concentração ao tempo de colônia. Em 1726 e 1760 bandos de ciganos foram assinalados em São Paulo, e por decisão do Senado da Câmara expulsos da cidade. O viajante inglês Henry Koster se refere a eles (Travels in Brazil 1816), Saint Hilaire também encontrou um grupo radicado em Mojiguaçu, São Paulo e Santa Catarina Nos meados do Século XIX já estavam incorporados à população, pela classe alta, tomaram parte, a convite nos festejos comemorativos do casamento do príncipe D. Pedro com D. Leopoldina e receberam presentes das mãos de D. João VI, patentes militares para os homens e jóias para as mulheres. Alguns ciganos eram ricos a esse tempo. Muitos eram até proprietários. Outros tinham se tornado oficiais de justiça (meirinhos). Em 1886 estavam reduzidos a 500 indivíduos no Rio de janeiro, mas hoje ainda numerosos em todo país, distribuem-se. Segundo sua origem os de Iugoslávia habitam de preferência o Rio Grande do Sul, Bahia, Pará e Pernambuco, os da Romênia, São Paulo, os da Grécia o Rio de Janeiro, os do Egito, Paraíba, Rio grande do Norte e Ceará (Diário da Borborema, 26/07/1981). Interessante é que se diferenciando da narrativa do cigano Targino (1981) e concordando com a narrativa da colaboradora Gomes (2011), o jornal aponta que os ciganos que estavam na Paraíba, seriam provenientes do Egito. Não sabemos de onde estas informações impressas no jornal foram retiradas ou no caso, onde fizeram a pesquisa para perpetrarem estas afirmações. O que nos interessa é tentar perceber os motivos que levaram o jornal a publicar matérias sobre os ciganos,

5 5 tentando explorar estas descrições de onde vinham, como viviam e moravam nesta cidade, no Brasil e no mundo já que também informam sobre as origens dos ciganos por outros lugares. Esta informação de que procediam do Egito, também é relatada em outras entrevistas que realizamos com ciganos, como podemos observar a seguir: O cigano é um pessoal que vieram do Egito né? Refugiado né? Nas época dos antepassado que eu não cheguei a conhecer também (...) há muitos anos, dos bisavó né? Acabar... ficamo aqui na Paraíba e tamos aqui (CAVALCANTE, 2012). Olha, o limento de mão, búzio e carta ninguém ensina, é a tradição, um dom de sabedoria dos cigano, ninguém ensina. (...) Pra tu ver que é um dom de sabedoria que já vem da tradição do Egito, que os mais velho passa (SILVA, 2014). A nossa preocupação central não é apontar as origens destes ciganos, tentando provocar uma discussão acerca de quem estaria contando uma suposta história verdadeira sobre o assunto, porém para sermos mais didáticos e mostrar ao leitor nossos objetivos, essas questões se fazem necessárias, já que os ciganos estavam em constante mobilidade pela Paraíba causando enorme curiosidade por parte da população, como observamos nos jornais. E também, porque entendemos que as entrevistas, possam ser vistas como memórias que espelham determinadas representações (FERREIRA, p 178) sendo, portanto uma fonte importante para a nossa pesquisa. Nestes trechos, podemos observar a importância que tem os antepassados, a sabedoria dos mais velhos para os ciganos. Logo, saber sobre a sua cultura, é algo que atravessa gerações devido à tradição que é nutrida pela oralidade, em que as histórias são contadas por pessoas que a conhecem, por terem vivenciado ou por já terem aprendido como consequência da vivência, com os familiares, sobretudo quando falamos de práticas de cura, da quiromancia e outras práticas culturais. Temos aqui um tema importante que é a oralidade como transmissora de conhecimentos para os demais familiares de etnia cigana. Alguns ciganos no Brasil, já escreveram sobre suas histórias, em sua maioria sobre o universo místico que os rodeia, sendo que, até pouco tempo atrás, os ciganos não tinham relatos de sua cultura e história escritos por eles mesmos, sendo suas práticas culturais conhecidas e difundidas através da tradição oral 8 : 8 Sobre essa questão, ver CRUIKSHANK, Julie. Tradição Oral e História oral: revendo algumas questões. In AMADO, Janaina e FERREIRA, Marieta de Morais. Usos e Abusos da História oral. Rio de Janeiro: Editora FGV, Algumas diferenciações são questionadas como as expressões tradição oral e história oral, em que a primeira seria o processo pelo qual a informação é transmitida de uma geração à seguinte. E a segunda, seria um método de pesquisa, no qual se faz uma gravação sonora de uma entrevista sobre experiências diretas ocorridas durante a vida de uma testemunha ocular (p. 151).

6 6 O meu avô Manoel Cavalcanti, era o cigano Neco, o outro era conhecido como Francisquinho. Aí, a origem do bando. Então os pais do meu bisavô, de Francisquinho, que não temos nada escrito que comprove a existência ou a formação desse bando, desde o seu início, de suas origens, nós sabemos somente a partir dessa família pra cá, e isso nós já sabemos porque fizemos um levantamento no Museu Nacional do Rio de Janeiro, em vários livros que existem lá, de várias escrituras, todos estrangeiros sobre a origem dos ciganos, e daí foi que nós fomos ter conhecimento da real origem do pessoal que habita hoje a Paraíba, o Rio Grande do Norte e o Ceará, como também os demais ciganos que habitam o Brasil, atualmente (TARGINO, Entrevista concedida ao jornal Diário da Borborema, 26/07/1981). Compreendemos, a partir do discurso acima, que a questão da oralidade é de fato de muita importância para a manutenção das tradições desta etnia, já que, não há uma cultura entre os ciganos, de escrever suas histórias, assim como, há grande interesse em saber de onde procedem. Esta questão permite, para eles, uma melhor identificação ao chegar a lugares desconhecidos, assim como, afirmar um status de que pertencem a uma nação. Logo, a memória de uma referencia a uma origem é seleta e escolhida pelo criador da história fundada e esta memória, se faz necessária para construção e manutenção de identidades, uma vez que quando um grupo é amputado da memória de suas origens, a elaboração que seus membros fazem da identidade (quer dizer, sua representação) se torna complexa e incerta (CANDAU, p. 96). Entre o campo e a cidade: trajetórias de vidas em movimento E em busca de saber os motivos que levaram os ciganos, em várias regiões do mundo, a preferirem uma vida nômade à sedentária, diversos pesquisadores já se debruçaram sobre esta questão, numa tentativa de responder às curiosidades que atentam para este tema 9. Mas, um ponto que nos chamou atenção em entrevistas realizadas, é que nas suas itinerâncias, quer na cidade de Campina Grande ou em regiões vizinhas, ciganos e não ciganos assinalam em suas narrações, que as cidades foram no passado, como sendo lugares de passagem, de suporte para obter o sustento da família e de lazer. 9 Como aponta MELO, Fabio J. Dantas de. Os ciganos calon de Mambaí: a sobrevivência de sua língua. Brasilia: Thesaurus, O autor apresenta alguns traçados das andanças ciganas e mostra inclusive, uma suposição, que se arrima nas explicações de Constâncio, apontando o Egito como a provável terra de onde descendem os ciganos, tanto que o nome que eles tem em língua inglesa, gypsy, seria um derivado de egyptian (p. 35). Em MORAIS FILHO, Melo. Os ciganos no Brasil e o cancioneiro dos ciganos. Belo Horizonte: Itatiaia, 1981, também observamos algumas ideias sobre as origens desta etnia e este autor, acrescenta a questão sobre o Egito, afirmando que na Turquia estas tribos dão a si mesmas o nome de Romitshel (...) e que pela decomposição do romi ou rom, que significa homem, e chel, Egito, forma- homem do Egito (p. 22).

7 7 Desta forma, havia vários caminhos, pois, os ciganos comercializavam para o campo e com o lucro das vendas dos burros, do gado e outros objetos, sobretudo nos sítios e fazendas, usavam usufruíam as cidades, gastando o que ganhavam no campo. Faziam compras, se divertiam em bares, cabarés, lanchonetes, usufruíam de hospedagens em hotéis, entre outras opções que as cidades tinham a oferecer. E as cidades ofereciam muito mais possibilidades de um viver diferente, mesmo que aparentemente gostando mais dos campos, os ciganos também precisaram da sociedade urbana para sobreviver: Em uma das costumeiras reuniões que se fazia ao pôr do sol, à beira da lareira natural fogo de Trempe, todos sentados em uma lona, decidiam a possibilidade de se radicarem num lugar propício a cultivar, além da agricultura e pecuária, seus negócios. Muitas foram as idéias e os locais discutidos. Mas como Campina Grande, na época, já era um centro onde estavam concentradas as melhores amizades e nos dava melhor possibilidade de progresso sócio- econômico, em comum acordo optamos por este município. No dia seguinte, o capitão delegou aos seus filhos Cloves e Bitó a empreenderem viagem a esta cidade. Aqui chegando, procuraram vários amigos e foram aconselhados a adquirir uma propriedade no vizinho município de Ingá. Em virtude dos altos preços das terras da Rainha da Borborema. Sendo um grande amigo do Cigano Neco o fazendeiro Nezinho Azevedo apresentou-os ao fazendeiro José da Penha proprietário da fazenda São José e logo entraram em negócio. Assim ficou acertado: Cloves e Bitó em nome de Capitão Neco pagariam Cr$ 900 mil contos pela propriedade. (Jornal Diário da Borborema, 26/07/1981, grifos nossos). Além das possibilidades de progresso econômico, os ciganos também pensaram no desenvolvimento e escolaridade das crianças. Este também foi um dos motivos pelos quais escolheram Campina Grande para concentrarem suas amizades, além desta cidade ser como um centro de integração comercial de muitas cidades paraibanas por volta dos anos 1960, era o lugar mais propicio para os estudos, para onde recorriam os que desejavam obter escolaridade para os filhos. Estes ciganos vieram morar de inicio, próximo à Campina Grande, na Fazenda chamada São José, na estrada que liga esta cidade a João Pessoa, mais especificamente na entrada para o município de Ingá, cerca de 100 km da capital. E após a morte do Capitão Neco se mudaram para a Fazenda Alvorada em São José da Mata, distrito desta cidade. Ambas as fazendas eram nos extremos da cidade, região em que havia muitos sítios e fazendas. Outros moraram na Fazenda Três Irmãs, no bairro de mesmo nome e ainda nos bairros Velame e Serrotão, em todos estes lugares os terrenos eram extensos com casa fixa, mas constituindo um espaço rural dentro do urbano. Se analisarmos os lugares onde os ciganos moraram, pensaríamos que eles tentaram se fixar próximo à cidade, mas que de alguma forma continuassem a viver num espaço que lembrasse o

8 8 campo, e que propiciasse a criação de gado, burros e outros animais para o comércio e/ou para o consumo. Nesse sentido, percebemos que a cidade de Campina Grande, como lugar 10 de moradia fixa, seria apenas um suporte para o nomadismo, tendo em vista que os ciganos estavam em frequente deslocamento por outras cidades e também por outros estados do Nordeste do Brasil (como apontam os jornais e os relatos). O campo e a cidade, cada uma com suas particularidades, permitiam aos ciganos, afeiçoar-se a diferentes formas de sociabilidade de acordo com suas necessidades. Observemos um trecho desta entrevista: Gostava muito de passear no sítio. Se juntava aquela turma de noite, fazia aquela farra de burro esquipador pra ver quem tinha o burro melhor... era burro de passada. De passada sabe? Pra ver quem tinha o burro melhor. (...) so ia pra cidade trocar, vender, os homem ia todo dia, mas as mulher não, as mulher ia cuidar da casa. As barraca bem alinhada (...) A gente não gostava da cidade não. Pra morar não (NOBREGA, 2013, grifos nossos). Estas memórias são muito enfáticas no sentido de mostrar o quanto a vivência no campo se apresentava como sendo melhor que na cidade. Essa ideia de sedentarizar-se e morar numa casa na cidade nem sempre é bem vista pelos ciganos entrevistados, muitos alegam que não gostaram de morar, de ficar em uma casa, morar em apenas uma cidade. Apresentam frequentes queixas de solidão e de que se sentem presos, diferente do que se tinha nas fazendas e sítios quando apenas arrancharam e tinham a oportunidade de mudar-se quando quisessem ou ao sabor das estações do ano ou por algum motivo que consideravam importante, como batismos, casamentos e o comércio que os faziam mudarem-se. Os ciganos que tratamos neste texto preferem, em sua maioria, o movimento, o deslocamento. Nesse sentido, vemos que a errância 11, o deslocar-se, é como uma antipatia à fixidez, logo, a fixação pode significar a produção de uma possível dominação que seria algo avesso aos ideais ciganos. O que importava na verdade, era articular amizades e fazer com que o lugar de moradia se tornasse um espaço que lembrasse a vida de andanças arranchando 12 de fazenda em fazenda. Na perspectiva que nos aponta Mirian Alves de Souza, os ciganos formam espaços para que juntos possam se articular e garantir a seus membros boas oportunidades na sociedade que os 10 CERTEAU, Michael de. A invenção do cotidiano: 1. Artes de Fazer. Petrópolis, RJ: Vozes, Entendemos o lugar como o conjunto de elementos a serem praticados, e o espaço é a significação destes elementos, a partir da prática do homem ordinário no lugar. Neste caso, o lugar pode ser significado pelas experiências humanas. 11 DELEUZE, Guilles; GUATTARI, Félix. Mil Platôs. Capitalismo e Esquizofrenia. Vol. 5. São Paulo: Ed. 34, Arranchar é acampar, montar barraca em algum lugar improvisado, geralmente consentido.

9 9 acolheu (2006, p. 10), vemos que a cidade é marcada por diferenças, contrastes de comportamentos, vestuário, memórias e chamou atenção dos ciganos, se tornando em alguns casos, um horizonte de expectativas, onde os encontros também poderiam ser agradáveis e de fato, essa sensação de ilimitadas possibilidades, de encontro e movimento, é um fator permanente do sentimento que me inspiram as cidades (WILLIAMS, 1990, p. 17). Porém, consideramos o fato de que, o passado é frequentemente apresentado através dos relatos orais de memória, de forma nostálgica, invocando a ideia de um tempo feliz em suas narrativas sobre o mundo rural. A própria questão da alteridade 13 e do contato com a cidade, provocou sentimentos diversificados nos ciganos, inclusive a passagem por uma cidade tinha muito significado. Aliás, a partir das narrativas é possível perceber como eram recepcionados por onde passavam, Quando a gente passava numa cidade, nós andava de sela né? Eu, Odilia, Tercinha, andava tudo de sela, ai cada qual que quisesse limpar o seu mais limpo, pra ficar o mais bonito. Era... era... pra o povo da cidade ver... nós era de sela, chapéu muito bonito, roupa de andar a cavalo muito bonita. Nós era muito chique rapaz! (...) era calça e camisa, ou macacão... o que tivesse mais em gosto e que a gente achasse mais bonito é o que queria. (...) Nós era muito feliz. Passar pelo meio da cidade, naquele meio... (NOBREGA, 2013). Como nos salienta Fredrik Barth, 2011 as identidades se expressam pela diferença. A colaboradora cigana nos pinta um quadro da passagem de ciganos pela cidade, e que isto não era um marco apenas para os ciganos, mas também para a população que muitas vezes já os aguardavam. As passagens nem sempre foram calmas, às vezes algum tipo de tumulto acontecia. Para os ciganos, deviam se portar com respeito a todos e exibir-se como roupas bonitas, cavalos e burros bem equipados e limpos. Porém, o que percebemos nas bibliografias e na literatura sobre a temática, é que mesmo eles tentando se inserir na sociedade através do comércio, da agropecuária, entre outras atividades, o estigma que carregam não foi diluído, mas às vezes minimizados por admiradores. E isso se fez sentir nas narrativas de suas lembranças que apontam o passado como o lugar de felicidade. Quando não eram sedentarizados e arranchavam nas fazendas, cantavam e dançavam ao redor de 13 SOUZA, Miriam Alves. Os ciganos calon do Catumbi: oficio etnografia e memória urbana. Niterói, Dissertação de mestrado, PPGA/UFF. A autora traça alguns questionamentos acerca da alteridade e do viver urbano par aos ciganos, entendendo que a emergência de identidades étnicas esta relacionada a contextos de forte alteridade e, por isso, é, com frequência, considerada como parte de um fenômeno notadamente urbano e também contemporâneo (p.11).

10 10 fogueiras, faziam corridas com burros, negociavam, conversavam, riam e choravam. Porque naquele e com aquele mundo rural eles se identificavam. As formas de vida, a hospitalidade encontrada no campo e os prazeres rurais, eram coisas que a cidade não oferecia. Os ares da cidade traziam outros ventos, que apontavam para a insegurança, a falta de liberdade, a hostilidade, entre outras questões. Considerações finais Foi possível através das pesquisas nas fontes escolhidas para este trabalho, refletir sobre pequenas histórias de calons em andanças por Campina Grande e região. Estes personagens, que estenderam suas relações de sociabilidade do campo para as cidades, invocam lembranças que atribuem valores diferenciados a cada um destes espaços. Isto, não apenas para os ciganos, mas também para não ciganos em contato com estes. A escolha dos entrevistados foi feita observando redes de sociabilidades, assim como foram ocorrendo muitas indicações partindo de algum colaborador e tudo isso, contribui para elencarmos uma rede de entrevistados. Juntaram-se a isso, as analises bibliográficas que trazem considerações a respeito do estudo sobre as cidades e que refletem sobre a importância que os sujeitos tem ao se chocarem com o viver urbano, logo, os ciganos de que tratamos, estavam intimamente ligados ao campo e nesse sentido, permitindo-nos pensar que o campo passou a ser associado a uma forma natural de vida de paz, inocência e virtudes simples. À cidade associou-se a ideia de centro de realizações de saber, comunicações, luz (WILLIAMS, 1990, p. 11) e isso os influenciavam a se sentir mais próximos às sensações das práticas de vida rural. Por fim, entendemos que esta busca por representações que são inscritas nas fontes encontradas, os traçados de imaginários sobre o viver urbano, se tornou ainda mais instigante com os impulsos das análises provocadas pela história cultural 14, e isso favoreceu grandemente os estudos em torno das experiências humanas nas cidades. São esses relatos de experiência de vida citadina que queremos apreender e com eles, apontar ao leitor que quando uma pessoa conta, relata algo sobre si ou sobre sua comunidade, não está apenas a narrar um relato, mas está a contar histórias. E estas histórias constroem cidades, impõem identidades e favorecem as criticas dos colaboradores ao presente, apontando que a memória, portadora de uma estrutura possível de futuro, é sempre uma memória viva (CANDAU, 14 PESAVENTO, Sandra Jatahy. História e História Cultural. Belo Horizonte: Autêntica Em que a autora analisa as possibilidades de atuação de historiadores culturais diante de novos temas.

11 , p. 89). Desta forma, apresentamos neste texto, uma breve análise sobre a experiência citadina dos ciganos em Campina Grande, contudo, enfatizando que as falas nos levam às outras cidades, que compõem fluxos e ciclos, que eram seguidos com constância pelos ciganos quando andavam, como apontam as narrativas. Referencias ALBERTI, Verena. Histórias dentro da história. In: PINSKY, Carla Bassanezi (organizadora). Fontes Históricas. 2. ed. 2ª impressão. São Paulo: Contexto, 2006, p BARTH, Frederic. Grupos étnicos e suas fronteiras. In: POUTGNAT, P; FENART-STREIFF, J. Teorias da Etnicidade. São Paulo: Difel, CANDAU, Joël. Memória e identidade. São Paulo: Contexto, CERTEAU, Michael de. A invenção do cotidiano: 1. Artes de Fazer. Petrópolis, RJ: Vozes, CRUIKSHANK, Julie. Tradição Oral e História oral: revendo algumas questões. In AMADO, Janaina e FERREIRA, Marieta de Morais. Usos e Abusos da História oral. Rio de Janeiro: Editora FGV, DELEUZE, Guilles; GUATTARI, Félix. Mil Platôs. Capitalismo e Esquizofrenia. Vol. 5. São Paulo: Ed. 34, FERREIRA, Marieta de Moraes. História Oral: velhas questões, novos desafios. In: CARDOSO, Ciro Flamarion. VAINFAS, Ronaldo. (orgs.). Novos domínios da História. Rio de Janeiro: Elsevier, GOFFMAN, E. Estigma notas sobre a manipulação da identidade deteriorada. Rio de janeiro: LTC, GOLDFARB, Maria Patrícia Lopes. O tempo de atrás : um estudo da construção da identidade cigana em Sousa PB. Tese de Doutorado, João Pessoa, UFPB, MELO, Fabio J. Dantas de. Os ciganos calon de Mambaí: a sobrevivência de sua língua. Brasilia: Thesaurus, MONTENEGRO, Antônio Torres. História, metodologia e memória. São Paulo: Contexto, MORAIS FILHO, Melo. Os ciganos no Brasil e o cancioneiro dos ciganos. Belo Horizonte: Itatiaia, PESAVENTO, Sandra Jatahy. História e História Cultural. Belo Horizonte: Autêntica, Muito além do espaço: por uma história cultural do urbano. Estudos históricos, Rio de Janeiro, vol. 8, nº 16, 1995, p

12 12 RAMANUSH, Nicolas. Palavras ciganas Vocabulário e Gramática Sintética do Romani-Sinte. São Paulo, SOUZA, Miriam Alves. Os ciganos calon do Catumbi: ofício, etnografia e memória urbana. Niteroi, Dissertação de mestrado, PPGA/UFF. TEIXEIRA, Rodrigo Corrêa. Ciganos no Brasil. Uma breve história. Crisálida, Belo Horizonte,2ª ed WILLIAMS, Raymond. O campo e a cidade na história e na literatura. São Paulo: Companhia das Letras, FONTES ORAIS: Teresa Gomes. Não cigana. Entrevista concedida a autora. Campina Grande, Francisco Cavalcante, cigano de etnia calon. Entrevista concedida a autora. Campina Grande, Joadiva Cavalcanti da Nóbrega, cigana de etnia calon, Entrevista concedida a autora. Campina Grande, Gezer Pereira da Silva, cigana de etnia calon, Entrevista concedida a autora. Campina Grande, 2014.

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