PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO SECRETARIA DOS NEGÓCIOS JURÍDICOS PROCURADORIA-GERAL DO MUNICÍPIO CENTRO DE ESTUDOS JURÍDICOS C EJUR INFORMA

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1 PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO SECRETARIA DOS NEGÓCIOS JURÍDICOS PROCURADORIA-GERAL DO MUNICÍPIO CENTRO DE ESTUDOS JURÍDICOS C EJUR INFORMA Edição 227, de 02/05/2012 SUMÁRIO Notícias STF julga constitucional política de cotas na UnB Dever de empresa que hospeda sites de fiscalizar o conteúdo publicado tem repercussão geral Gestantes de anencéfalos têm direito de interromper gravidez Sistema integrará processos do Judiciário Recurso que questiona prazo para representação por doação irregular de campanha tem repercussão geral Íntegra do discurso de posse do ministro Ayres Britto Presidente do STF e do CNJ destaca inovações da Lei Maria da Penha Fixação de anuidade de conselhos profissionais tem repercussão geral OAB questiona normas do Acre e Amapá sobre julgamento de governadores Paraná questiona lei sobre precatórios e políticas fazendárias Coletânea Jornadas de Direito Civil no site do STJ

2 Prêmios TRABALHO RELEVANTE DO ANO & OSWALDO ARANHA BANDEIRA DE MELLO ATENÇÃO Os procuradores interessados em concorrer aos Prêmios Oswaldo Aranha Bandeira de Mello e Trabalho Relevante do Ano deverão proceder à inscrição no Gabinete da Procuradoria Geral do Município Rua Maria Paula, 270 8º andar Fone: /1605 horário: das 14 às 19 horas, até o dia 31 de maio de PORTARIA Nº 015/2012-PGM.G CELSO AUGUSTO COCCARO FILHO, Procurador Geral do Município, no uso das atribuições legais e nos termos do disposto no artigo 7º, inciso I do Decreto nº de 11 de novembro de 1988; R E S O L V E: Constituir, nos termos do Decreto n.º , de 20 de outubro de 2010, Comissão Julgadora dos trabalhos concorrentes aos Prêmios Trabalho Relevante do Ano e Oswaldo Aranha Bandeira de Mello, relativos ao exercício de 2011, integrada pelos seguintes procuradores: Luiz Paulo Zerbini Pereira RF e Adriana Branco Agnese RF , representantes das Assessorias Jurídicos de Secretarias Municipais; Larissa Riskowsky Bentes RF e Denise Perez de Almeida RF , representantes de PROCED; José Roberto Strang Xavier Filho RF e Giselle Kodani RF , representantes de JUD; Rogério Steffen RF e André Albuquerque Cavalvanti de Paiva Magalhães RF , representantes de FISC; Viviane Teresa Haffener Gaspar, RF e Cayo César Carlucci Coelho RF ,

3 representantes de DEMAP; Margareth Gonçalves Laroca RF e José Luiz Gouveia Rodrigues - RF , representantes de DESAP. 1. A Comissão será presidida pelo procurador Luiz Paulo Zerbini Pereira RF e secretariada pela servidora Ana Paula Lupo Neme RF Os procuradores interessados em concorrer ao Prêmio Relevante do Ano deverão proceder à inscrição no Gabinete da Procuradoria Geral do Município Rua Maria Paula, 270 8º andar Fone: / horário das 14 às 19 horas, até o dia 31 de maio de 2012, entregando, na oportunidade, o respectivo trabalho em uma via e uma via em arquivo em PDF, observando que cada concorrente poderá apresentar, no máximo, 3 (três) trabalhos, realizados no decorrer de sua atividade durante o ano anterior e por ele subscrito. 3. Os procuradores interessados em concorrer ao Prêmio Oswaldo Aranha Bandeira de Mello deverão proceder à inscrição no Gabinete da Procuradoria Geral do Município Rua Maria Paula, 270 8º andar Fone: / horário das 14 às 19 horas, até o dia 31 de maio de 2012, entregando, na oportunidade, o respectivo trabalho em uma via e uma via em arquivo em PDF. Nos termos do Decreto municipal n.º , de 20 de outubro de 2010: O Prêmio Relevante do Ano será concedido a um Procurador de cada Departamento da PGM e a um Procurador que atue na Assessoria Jurídico- Consultiva da PGM ou em Assessorias Jurídicas de Secretarias Municipais, sendo que cada concorrente poderá apresentar, no máximo, 3 trabalhos realizados no decorrer de sua atividade durante o ano anterior e por ele subscrito. O Prêmio Oswaldo Aranha Bandeira de Mello será concedido ao Procurador que elaborar a melhor monografia ou projeto sobre tema de interesse do Município de São Paulo.

4 ATIVIDADES ACADÊMICAS Ciclo de Palestras TEMAS DE DIREITO MUNICIPAL Coordenadora: Dra. Nathaly Campitelli Roque Diretora da Escola Superior de Direito Público Municipal ESDM-SP da Procuradoria-Geral do Município de São Paulo Data 04/05/12 Sexta-feira 10h30 Tema CERIMÔNIA DE ABERTURA Prof. Dr. Cláudio Salvador Lembo Secretário dos Negócios Jurídicos do Município de São Paulo Prof. Celso Augusto Coccaro Filho Procurador-Geral do Município de São Paulo Carlos Eduardo Garcez Marins Procurador-Coordenador do Centro de Estudos Jurídicos CEJUR da Procuradoria-Geral do Município de São Paulo Profª Nathaly Campitelli Roque Procuradora do Município de São Paulo Diretor da Escola Superior de Direito Público Municipal ESDM-SP Membro do Conselho Municipal de Tributos Doutor em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE DA LEI MUNICIPAL Profª. Luciana Russo Procurador do Município de São Paulo Mestre em Direito Processual pela Universidade de São Paulo - USP 10/05/12 Quinta-feira 10h30 17/05/12 Quinta-feira 10h30 OS PRINCÍPIOS DA BOA-FÉ E DA PROTEÇÃO DA CONFIANÇA Prof. Rodrigo Bracet Miragaya Procurador do Município de São Paulo Mestre em Direito do Estado pela Universidade de São Paulo - USP IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA Prof. Rodrigo Bordalo Rodrigues Procurador do Município de São Paulo Doutor em Direito do Estado pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC-SP

5 24/05/12 Quinta-feira 10h30 31/05/12 Quinta-feira 10h30 TEMAS DE DIREITO URBANÍSTICO Prof. José Antonio Apparecido Junior Procurador do Município de São Paulo Mestre em Direito do Estado pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC-SP ASPECTOS POLÊMICOS DA PROTEÇÃO DO PATRIMÔNIO MUNICIPAL Prof. Luiz Augusto Modolo de Paula Procurador do Município de São Paulo Mestre em Direito Internacional pela Universidade de São Paulo - USP CERIMÔNIA DE ENCERRAMENTO Prof. Celso Augusto Coccaro Filho Procurador-Geral do Município de São Paulo Carlos Eduardo Garcez Marins Procurador-Coordenador do Centro de Estudos Jurídicos CEJUR da Procuradoria-Geral do Município de São Paulo Profª Nathaly Campitelli Roque Procuradora do Município de São Paulo Diretor da Escola Superior de Direito Público Municipal ESDM-SP Membro do Conselho Municipal de Tributos Doutor em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo PÚBLICO ALVO: Procuradores do Município e Advogados da Administração Pública Municipal Direta e Indireta da PMSP. Procuradores e Advogados da Administração de outros Municípios. Servidores Municipais graduados e graduandos em Direito. Estagiários de Direito da Procuradoria-Geral do Município de São Paulo. Os procuradores municipais e advogados da Administração do Município de São Paulo terão preferência na inscrição. LOCAL: Auditório do CEJUR/ESDM-SP, localizado no Pátio do Colégio nº 5. CERTIFICADOS: serão conferidos certificados aos participantes com 75% de freqüência. INSCRIÇÕES: exclusivamente pelo da ESDM: com a necessária informação dos seguintes dados: nome completo, registro funcional, cargo, unidade a que pertence, cidade, telefone. (OBS: tendo em vista que a freqüência mínima permitida é de 75%, serão aceitas inscrições até o dia 08/05/2012, excepcionalmente).

6 ATENÇÃO: O curso LITÍGIO ESTRATÉGICO DE INTERESSE PÚBLICO teve seu calendário alterado. A ficha de inscrição e a grade de aulas estão nos arquivos anexados a esta edição. LEGISLAÇÃO LEI Nº , DE 30 DE ABRIL DE Institui o regime de previdência complementar para os servidores públicos federais titulares de cargo efetivo, inclusive os membros dos órgãos que menciona; fixa o limite máximo para a concessão de aposentadorias e pensões pelo regime de previdência de que trata o art. 40 da Constituição Federal; autoriza a criação de 3 (três) entidades fechadas de previdência complementar, denominadas Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal do Poder Executivo (Funpresp-Exe), Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal do Poder Legislativo (Funpresp-Leg) e Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal do Poder Judiciário (Funpresp-Jud); altera dispositivos da Lei n o , de 18 de junho de 2004; e dá outras providências. Clique aqui e acesse a íntegra.

7 DECRETO MUNICIPAL nº , de 24 de abril de 2012 Coloca à disposição da Justiça Eleitoral servidores e dependências dos estabelecimentos da Rede Municipal de Ensino, com vistas ao pleito de 7 de outubro de 2012, em primeiro turno, e 28 de outubro de 2012, em segundo turno, se houver. GILBERTO KASSAB, Prefeito do Município de São Paulo, no uso de suas atribuições legais e em atenção ao disposto no Código Eleitoral, Lei Federal nº 4.737, de 15 de julho de 1965, D E C R E T A: Art. 1º. As dependências dos prédios dos estabelecimentos de ensino requisitados pelos Juízes Eleitorais, nos termos do 2º do artigo 135 do Código Eleitoral, para a instalação de mesas receptoras de votos e mesas receptoras de justificativas, no pleito de 7 de outubro de 2012, em primeiro turno, e 28 de outubro de 2012, em segundo turno, se houver, deverão estar à disposição das autoridades requisitantes a partir das 8 (oito) horas dos dias 5 de outubro de 2012, em primeiro turno, e 26 de outubro de 2012, em segundo turno, se houver, observado o seguinte cronograma: I - dias 5 e 6 de outubro, sexta-feira e sábado, em primeiro turno, e dias 26 e 27 de outubro, sexta-feira e sábado, em segundo turno, se houver, para montagem das seções, orientação e treinamento do pessoal das escolas para o dia do pleito, recepção das urnas e vistoria dos prédios; II - dia 7 de outubro, domingo, em primeiro turno, e dia 28 de outubro, domingo, em segundo turno, se houver, emprego do pessoal das escolas na tarefa de orientação e fluxo dos eleitores no interior do prédio. Parágrafo único. O pessoal aludido no inciso II deste artigo deverá ser distribuído em turnos, a partir das 7 (sete) horas, a fim de que a prestação de orientação ao público não sofra interrupções, assegurado o dever de votar na respectiva seção. Art. 2º. Os servidores administrativos, docentes e Diretores de Escolas dos estabelecimentos de ensino requisitados ficam obrigados a comparecer ao serviço nos dias 5 e 6 de outubro, sexta-feira e sábado, em primeiro turno, assim como nos dias 26 e 27 de outubro, sexta-feira e sábado, em segundo turno, se houver, às 8 (oito) horas, para

8 montagem e preparação das seções eleitorais e mesas receptoras de justificativas, localização das cabinas, colocação de cartazes indicativos e outras providências, de acordo com a orientação previamente recebida da Justiça Eleitoral, quando da entrega do material próprio, e recepção das urnas. Parágrafo único. Os servidores e os Diretores deverão aguardar, nos dias 6 de outubro de 2012, sábado, em primeiro turno, e 27 de outubro de 2012, sábado, em segundo turno, se houver, a vistoria a ser feita no prédio por funcionários designados pelo Juiz Eleitoral. Art. 3º. Cabe ao Diretor do estabelecimento de ensino requisitado: I - responsabilizar-se, pessoalmente, pelo recebimento do material e das urnas que lhe serão entregues, mediante recibo, bem como pela respectiva guarda, a partir das 8 (oito) horas dos dias 6 de outubro de 2012, em primeiro turno, e 27 de outubro de 2012, em segundo turno, se houver; II - adotar providências para que, nos dias 7 de outubro, em primeiro turno, e 28 de outubro, em segundo turno, se houver, o prédio esteja à disposição da Justiça Eleitoral para votação a partir das 6 (seis) horas, bem como cuidar de seu fechamento, quando do encerramento dos trabalhos; III - providenciar a entrega, aos membros das mesas receptoras de votos e das mesas receptoras de justificativas, do material e respectiva urna a eles destinados; IV - dar ciência dos termos deste decreto a cada servidor convocado. Art. 4º. Aos servidores que, nos termos deste decreto, prestarem serviços à Justiça Eleitoral nos dias 5, 6 e 7 de outubro, em primeiro turno, e 26, 27 e 28 de outubro de 2012, em segundo turno, se houver, fica assegurado um dia correspondente de dispensa de ponto a cada 7 (sete) horas trabalhadas, para gozo até 31 de dezembro de 2013, a ser usufruído mediante autorização prévia da chefia imediata e atendida a conveniência do serviço. Art. 5º. A Secretaria Municipal de Educação e todas as autoridades escolares deverão prestar a mais ampla colaboração à Justiça Eleitoral, providenciando, se for o caso, remanejamento de pessoal. Art. 6º. A inobservância das determinações previstas neste decreto sujeitará os infratores às medidas disciplinares cabíveis.

9 Art. 7º. Este decreto entrará em vigor na data de sua publicação. PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO, aos 24 de abril de 2012 PORTARIA nº 423, de 23 de abril de 2012 GILBERTO KASSAB, Prefeito do Município de São Paulo, usando das atribuições que lhe são conferidas por lei, CONSIDERANDO a edição da Lei Federal , de 18 de novembro de 2011, que entra em vigor 180 dias a contar de 18 de novembro de 2011, que dispõe sobre os procedimentos a serem observados pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios com o fim de garantir o acesso a informações previsto no inciso XXXIII do artigo 5º, no inciso II do 3º do artigo 37 e no 2º do artigo 216 da Constituição Federal; CONSIDERANDO a necessidade de regulamentar no âmbito do Município de São Paulo o acesso à informação; RESOLVE: I Constituir Grupo de Trabalho, que terá como finalidade a realização de estudos e apresentação de propostas, acerca dos procedimentos tendentes a garantir o direito de acesso à informação, para fins de cumprimento da Lei Federal , de 18 de novembro de II Designar para integrar o referido Grupo de Trabalho, os seguintes membros: a) Giovanni Palermo, RF , Secretaria do Governo Municipal SGM; b) Fernando Sanches Vessoni, RF , Secretaria Municipal de Finanças SF; c) Roberto Angotti Júnior, RF , Secretaria Municipal dos Negócios Jurídicos SNJ; d) Silvio Dias, RF , Secretaria Municipal de Planejamento, Orçamento e Gestão SEMPLA; e) Tatiana Garofalo Collavini, RF , Secretaria Executiva de Comunicação SECOM; f) Haroldo Albino Cezar, Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Município de São Paulo PRODAM, a quem caberá a coordenação dos trabalhos.

10 III - Fica estabelecido o prazo de 30 dias, a contar da publicação, para que o Grupo de Trabalho apresente relatório conclusivo dando cumprimento aos objetivos para os quais foi criado. IV Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO, aos 23 de abril de ORDEM INTERNA 3/2012 PREF.G DATA: 25 de abril de 2012 DIRIGIDA A: Todas as Unidades da Administração Direta e Indireta ASSUNTO: Período eleitoral. Atos administrativos, relativos a servidores, que poderão ser praticados no período compreendido entre 07 de julho e 31 de dezembro de GILBERTO KASSAB, Prefeito do Município de São Paulo, usando das atribuições que lhe são conferidas por lei, RESOLVE: I - Retificar o subitem 9, do item I, da Ordem Interna 2/12-PREF, de 05 de abril de 2012, que passa a vigorar com a seguinte redação: 9 realização de concursos públicos de ingresso e acesso. II Esta Ordem Interna entrará em vigor na data de sua publicação. III Publique-se e cumpra-se. DECISÕES RELEVANTES DEPARTAMENTOS PROCURADORIA-GERAL DO MUNICÍPIO DEPARTAMENTO DE DESAPROPRIAÇÕES TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO COMARCA de São Paulo Data de Disponibilização: 04/04/2012 Jornal: Diário da Justiça de São Paulo Tribunal: DJSP - CADERNO 3 JUDICIAL 1ª INSTÂNCIA CAPITAL. Fórum Hely Lopes

11 Caderno: Cad3, Página: Vara: 1ª Vara da Fazenda Pública Número do processo: EDITAL DE INTIMACAO DE ADVOGADOS RELACAO N 0063/2012. Processo ( ) - Procedimento Ordinário - Indenização por Dano Material - Moacir Assis Rodrigues e outros - Prefeitura do Municipio de Sao Paulo e outros - Vistos. Trata-se de Ação de Indenização por Dano Material e Moral proposta por MOACIR ASSIS RODRIGUES, GILMAR BARBOSA DOS SANTOS, MARINESIO APOLINARIO DOS SANTOS, TATIANA APARECIDA DOS SANTOS, JOSE TADEU DE OLIVEIRA, MARINEZ APOLINARIO DOS SANTOS e MARCO ANTONIO ROCHA VITALINO DA SILVA em face de PREFEITURA DO MUNICIPIO DE SAO PAULO, FAZENDA PUBLICA DO ESTADO DE SAO PAULO e COMPANHIA PAULISTA DE TRENS METROPOLITANOS CPTM aduzindo, em síntese, que residiam ha mais de vinte e sete anos no Jardim IV Centenário, São Paulo, Capital, e foram coagidos por funcionária da prefeitura e por funcionários da Empresa Camargo Correa a abandonarem seus imóveis, mediante ao pagamento de indenização ínfima de cinco mil reais. Pretendem o pagamento de indenização por danos materiais decorrente da perda de edificação e benfeitorias que ergueram nas áreas em que detinham a posse. Querem, ainda, o dano moral. A liminar foi indeferida (fls. 146). A FAZENDA PÚBLICA DO ESTADO DE SÃO PAULO foi citada e apresentou contestação (fls. 160/170). A COMPANHIA PAULISTA DE TRENS METROPOLITANOS CPTM foi citada e apresentou contestação (fls. 174/188). A PREFEITURA DO MUNICIPIO DE SAO PAULO foi citada e apresentou contestação (fls. 304/313). Houve réplica (fls. 377/400). É a síntese necessária. FUNDAMENTO E DECIDO. O processo comporta julgamento imediato nos termos do artigo 330, inciso I, do Código de Processo Civil. Analiso a preliminar de ilegitimidade passiva. O Estado de São Paulo é parte ilegítima para figurar no pólo passivo da demanda, pois compete ao Municipio de São Paulo a implantação da política pública habitacional. Ainda,

12 acolho a preliminar arguida pela COMPANHIA PAULISTA DE TRENS METROPOLITANOS CPTM, porque a área onde os autores foram removidos é de propriedade da Prefeitura Municipal de São Paulo, por isso, o processo de desocupação foi de inteira responsabilidade da Municipalidade. Analiso o mérito. Os autores afirmam que exerciam a posse dos terrenos há mais de vinte e sete anos, no entanto, a área em questão era de domínio público, por isso, não gera aos requerentes o direito de vindicar a coisa. Também, configura ocupação de caráter ilegal, o que impossibilita qualquer direito de retenção ou indenização por benfeitorias ou acessões realizadas. A posse ilegal não gera direito. Destarte, e certo que por tais fatos não poderia resultar a obrigação de indenizar por parte do Município. Ademais, também se mostra inadmissível o argumento de que o ato de remoção provocou dano indenizável, uma vez que os próprios autores colocaramse em situação de ilegalidade, não abrigada pelo Direito, porquanto erigiram seus imóveis em área invadida, cientes de tal situação. Nem se diga que o Estado incentivou a ocupação da área, pois o fornecimento de água, luz, telefone e serviços de correio certamente foram no interesse dos moradores, diante de um fato consolidado, justamente de molde a minimizar o impacto da ocupação indevida e diante da impossibilidade de retirada imediata do contingente de invasores. E relatado pelos os autores através da inicial que a remoção ocorreu com o auxílio de funcionários da Prefeitura e por funcionários da Correa Camargo, não havendo que se falar em coação, uma vez que a remoção ocorreu de forma pacifica. Porem, ainda que a remoção tivesse ocorrido de forma coercitiva, o Municipio somente estaria exercendo o seu poder de policia, pois estaria zelando pela ordem pública. Deve-se ressaltar que a construções eram precárias e localizavam-se sobre o córrego existente, expondo os moradores a risco. Por tais motivos não há como se reconhecer eventual direito a indenização seja por acessão, seja por benfeitoria, bem como não há como se discutir o valor pago a título de indenização, que sequer deveria ter ocorrido. Pelo exposto e pelo que mais dos autos consta, com fundamento no artigo 267, inciso VI, do Código de Processo civil, JULGO EXTINTO o feito, sem resolução do mérito, em relação aos réus FAZENDA DO ESTADO DE SAO PAULO e CPTM e, com

13 fundamento no artigo 269, inciso I, do Código de Processo Civil JULGO IMPROCEDENTE o pedido. A parte autora sucumbente arcara com as despesas do processo e honorários advocatícios que arbitro em R$ 1.500,00, na forma do artigo 20, 4º do CPC, ressalvada a eventual gratuidade de justiça e o disposto no artigo 12, da Lei 1060/50. PRIC. C E R T I D A O Certifico e dou fé que o valor das custas de preparo de eventual recurso corresponde a R$ 505,28. Certifico que para fins de encaminhamento dos autos ao Tribunal, deverá ser pago a importância de R$ 75,00 (código ), correspondente a 03 volume(s). - ADV: JOSEFA FERREIRA NAKATANI (OAB /SP), RITA DE CASSIA GIMENES ARCAS (OAB 99374/SP), PAULO SAMUEL DOS SANTOS (OAB 97013/SP), ROSANGELA PENHA F DA SILVA E VELHA (OAB 89246/ SP), ANGELICA MARQUES DOS SANTOS (OAB 79945/SP), HUMBERTO MASAYOSHI YAMAKI (OAB 65303/SP), JOSEFA FERREIRA NAKATANI (OAB /SP), JOSEFA FERREIRA NAKATANI (OAB /SP). DEPARTAMENTO FISCAL VARA DAS EXECUÇÕES FISCAIS COMARCA DA CAPITAL Autos /08 Sentença UNIVERSO ON LINE S/A ajuizou embargos em face da FAZENDA MUNICIPAL, alegando, em síntese, que a execução fiscal movida pela embargada encontra-se irregular, a) decadência; b) cerceamento de defesa; c) tributação de ISS por serviço de desenvolvimento e atualização de páginas eletrônicas, não previsto em lei; d) tributação de ISS por serviço de publicidade em site, não previsto em lei; e) proibição de equiparação e de aplicação analógica a serviços não expressamente tributados pela legislação em vigor. A inicial veio acompanhada de documentos (fls. 40/657).

14 Recebidos os embargos, a embargada apresentou impugnação, defendendo a regularidade da execução fiscal (fls. 663/671). Instada, a embargante requereu o julgamento no estado (fls. 682/683). É o relatório. Fundamento e decido. O julgamento antecipado da lide é de rigor, nos termos dos artigos 330, inciso I e 740, parágrafo único, ambos do Código de Processo Civil, uma vez que se trata de demanda em que se discutem matérias de direito, assentando-se, no mais, em prova documental. Cabe, de início, rejeitar a preliminar de decadência, argüida nos embargos, pois, em se tratando de cobrança de tributo não pago corretamente, ensejando a ocorrência de infração às normas fiscais, o caso dos autos inserem-se em hipótese de lançamento de ofício (e não em autolançamento), de modo que o prazo de decadência passa a correr a partir do primeiro dia do exercício seguinte em que ocorreu o pagamento insuficiente (ou, no caso, o não pagamento) para a quitação do débito. Trata-se de interpretação que melhor se amolda ao espírito do art. 173, inciso I, do CTN, encontrando respaldo jurisprudencial: Nas exações cujo lançamento se faz por homologação, havendo pagamento antecipado, conta-se o prazo decadencial a partit da ocorrência do fato gerador (art. 150, 4º, do CNT). Somente quando não há pagamento antecipado, ou há prova de fraude, dolo ou simulação é que se aplica o disposto no art. 173, I, do CTN (Resp /SP, Rel. Min. Eliana Calmon, DJ ). Sendo assim, o cálculo do prazo de decadência não pode ser realizado na forma pleiteada pela embargante, que deixou de levar em conta o não pagamento do tributo devido e o disposto no art. 173, I do Código Tributário Nacional, ensejando o não reconhecimento desta hipótese excepcional de extinção do crédito cobrado.

15 As demais questões, ainda que colocadas como preliminares, serão apreciadas em conjunto com o mérito da demanda. É o que passo a fazer. Infere-se do relatório que tratam os autos de embargos à execução, nos quais alega a embargante que a embargada cobra valores indevidos decorrentes de ISS não pagos. É de se considerar, porém, que não há qualquer irregularidade nesta execução fiscal. Com efeito, os autos do processo da referida demanda satisfativa revelam que a dívida ativa teve sua inscrição em conformidade ao parágrafo 3º, do artigo 2º da Lei 6.830/80 e que sua respectiva certidão obedece às exigências expostas no parágrafo 5º do artigo 2ª, do mesmo diploma legal. Isto, sem dúvida, possibilita ao magistrado o pleno controle da regularidade do processo e ao executado o exercício do seu direito de defesa. Note-se, nesse mesmo aspecto, que a origem do débito encontra-se devidamente justificada, tendo sido oriundo de auto de infração às disposições tributárias, onde foi proporcionado à embargante o direito de apresentar provas a favor de suas alegações, o que não ocorreu. É o suficiente para se dar como atendido o postulado do devido processo legal, ainda mais por se tratar de processo administrativo, que, como se sabe, no ordenamento constitucional brasileiro, em que também vige o princípio da inafastabilidade da jurisdição (art. 5º, XXXV da CF), não possui o atributo da definitividade, de modo que suas conclusões podem ser impugnadas judicialmente. Por sua vez, melhor sorte não assiste à embargante quando alega a inexigibilidade do tributo cobrado por desenvolvimento e atualização de páginas eletrônicas para terceiro. Trata-se, na verdade, de atividade referente à prestação de assessoria técnica (inclusive manutenção), à organização (mantendo página na Internet), e processamento de dados a cliente adquirente de website na rede mundial de computadores, o que se encontra expressa previsão na Lista de Serviços do ISS.

16 Melhor sorte, outrossim, não assiste à executada quando aduz a inexigibilidade do ISS exigido por veiculação de publicidade para terceiros. Como bem alegado pela Fazenda, a atividade prestada por sua adversa não visa à mera divulgação de produtos, mas ao efetivo encaminhamentos de quem navega em suas páginas às próprias lojas dos anunciantes (via links) mantidas na Internet, o que caracteriza o agenciamento também previsto na Lista de Serviços do ISS. Cabe anotar que o fato de se amoldar os serviços prestados pela embargante àqueles previstos na aludida lista de serviços não configura aplicação analógica, vedada pela legalidade tributária, mas mera interpretação extensiva. Ora, interpretar extensivamente é constatar e colher fatos jurígenos já incluídos e abrangidos na norma de forma implícita. O intérprete não cria e não aplica norma positivada para fato distinto. Colhe o que já está objetivado implicitamente na norma. Trata-se, em suma, de verificar, em cada caso, se há conteúdo implícito, sem inovação. Vale ainda ressaltar que o regime de apuração do ISS por estimativa efetuado para a cobrança da Fazenda encontra amparo na Lei Municipal 6989/66, com redação dada pela Lei 9804/84. o Código Tributário Nacional dispõe no art. 149 que a Administração pode efetivar o lançamento de ofício se lei o permitir, inclusive nos casos do art. 148 do mesmo Diploma legal. O procedimento não contraria qualquer princípio constitucional da tributação. Finalmente, assim como a origem do débito, o valor cobrado encontra-se justificado, especialmente no tocante aos juros da mora, o que realmente está de acordo com a realidade jurídica brasileira, bem como ao quantum estipulado a título de multa. Outrossim, cabe lembrar que nada impede que sejam cobrados cumulativamente multa e juros da mora. Na realidade, ambos são instituídos distintos, pois enquanto a multa moratória consiste em penalidade cobrada pelo

17 atraso no pagamento do tributo, os juros da mora visam remuneração do capital ilicitamente retido pelo sujeito passivo da obrigação tributária. Dessa forma, a doutrina tem ensinado que: É ilícita a cumulação da atualização monetária com a multa moratória e com os juros, visto que tais institutos têm natureza diversa... (Manoel Álvares e outros Lei de Execução Fiscal Comentada e Anotada, 2ª edição, p. 45). Os tribunais, tradicionalmente, têm o mesmo entendimento: Nas Execuções Fiscais da Fazenda Nacional, é legítima a cobrança cumulativa de juros da mora e multa moratória (TFR Súmula 44). Pelo mesmo motivo, a correção monetária, que, como se sabe, visa apenas atualizar o débito, pode ser cumulada com juros e multa. Regular, portanto, a cobrança ora impugnada. Ante o exposto, rejeito os embargos e condeno a embargante ao pagamento de todas as custas, despesas processuais e honorários advocatícios, que fixo em 20% sobre o valor do débito cobrado em execução, em substituição. Prossiga-se com a execução, subsistindo a penhora. P.R.I.C. São Paulo, 17 de novembro de ANDRÉ AUGUSTO SALVADOR BEZERRA Juiz de Direito

18 DEPARTAMENTO JUDICIAL PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO ÓRGÃO ESPECIAL VOTO N MANDADO DE SEGURANÇA N Impetrante: Ítalo Cardoso de Araújo Impetrado: Prefeito do Município de São Paulo Mandado de Segurança - Impetração por vereador contra ato praticado pelo Prefeito Municipal - Decreto Municipal n , de 28 de dezembro de 2010, que autorizou a cobrança de nova tarifa de ônibus para o sistema de transporte no Município de São Paulo - Preliminar de ilegitimidade ativa acolhida - Impetração de nítido caráter coletivo - Inadequação da via eleita - Ausência de direito líquido e certo - Denegação da segurança. Trata-se de mandado de segurança impetrado por ítalo Cardoso de Araújo, vereador líder do Partido dos Trabalhadores na Câmara Municipal de São Paulo, contra ato supostamente ilegal praticado pelo Prefeito do Município de São Paulo, consubstanciado na edição do Decreto Municipal n de 28 de dezembro de 2010, que autorizou a cobrança de nova tarifa para o Sistema de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros, por meio de ônibus, na cidade de São Paulo, com a majoração do valor de R$ 2,70 para R$ 3,00. Alega o impetrante, em síntese, que tem o dever de fiscalizar a conduta político-administrativa dos agentes públicos, possuindo legitimidade ativa para propor, em seu nome, a presente Mandado de medida judicial visando coibir a conduta do Prefeito que viola o princípio da legalidade, publicidade e transparência, diante da ausência de justificativa plausível na planilha de custos para elevação da tarifa de ônibus no município de São Paulo.

19 Assim, afirma que houve um aumento de 11,11% no valor da tarifa de ônibus, sendo a planilha elaborada pela São Paulo Transportes S. A. totalmente inflacionada, provocando a elevação da tarifa um desequilíbrio na equação econômico-financeira do contrato administrativo, com ganho exorbitante aos contratados (concessionários), sem benefício algum à população. Finalmente, pleiteia liminar e definitiva concessão da segurança para suspensão dos efeitos do Decreto Municipal n , de 28 de dezembro de 2010, visando manter o valor da tarifa anterior de R$ 2,70 (fls. 02/21). Indeferida a liminar (fls. 260/263), vieram as informações da autoridade impetrada sustentando ilegitimidade ativa, inadequação da via eleita, ausência de interesse processual e, consequentemente, denegação da segurança (fls. 270/303). A Douta Procuradoria Geral de Justiça opinou pela denegação da segurança, pela carência de ação, tanto pela ilegitimidade ativa do impetrante, quanto pela inadequação da via eleita (fls. 335/349). E o relatório. Consoante o disposto no art. 5o, LXIX, da CF, "Conceder-se-á mandado de segurança para proteger direito líquido e certo, não amparado por habeas corpus ou habeas data, quando o responsável pela ilegalidade ou abuso de poder for autoridade pública ou agente de pessoa jurídica no exercício de atribuições do Poder Público ". O próprio titular do direito é o legitimado para a impetração e, no caso, o vereador não possui legitimidade ativa para o ajuizamento da presente ação mandamental, de nítido caráter coletivo, eis que não se cogita, na espécie, de interesse individual, mas sim de defesa de direitos coletivos. O mandado de segurança coletivo tem por objeto a defesa de interesses coletivos (relativos a uma realidade coletiva): os direitos coletivos em sentido estrito, interesses individuais homogêneos e os interesses difusos, sendo a legitimidade ativa extraordinária, em substituição processual, conferida apenas

20 aos partidos políticos com representação no Congresso Nacional e organização sindical, entidade de classe ou associação, o que não é a situação dos autos. O impetrante justifica a propositura da ação mandamental sob fundamento do dever de fiscalização da conduta política administrativa do Prefeito, imputando ilegal o aumento da tarifa de ônibus no município de São Paulo, veiculado pelo Decreto Municipal n /2010, não se enquadrando, todavia, dentro das hipóteses de cabimento do mandado de segurança coletivo, nos termos do art. 5o, LXX, da CF. Exatamente no sentido da ilegitimidade ativa ad causam de vereador questionando suposta ilegalidade de decisão proferida pelo Prefeito Municipal sobre reajuste de preço público de inspeção veicular, este C. Órgão Especial assim já decidiu no MS , Relator Desembargador ARTUR MARQUES. Não obstante a reconhecida ilegitimidade ativa, também se reconhece a inadequação da via mandamental, pois a matéria demanda dilação probatória, a rediscussão de critérios técnicos utilizados para majoração da tarifa de ônibus de R$ 2,70 para R$ 3,00 (combustível, preço dos pneus, rodagem, redução de frota, depreciação, pessoal, subsídios ao sistema e operação dos terminais), tudo a exigir, sem dúvida alguma, prova pericial, como muito ponderou a douta Procuradoria Geral de Justiça (fls. 335/349). Assim, por direito líquido e certo, exige-se que a pretensão se apresente induvidosa, com todos os requisitos para o seu pronto reconhecimento no momento da impetração. Destarte, julga-se extinto, sem apreciação do mérito, o mandado de segurança, diante da ilegitimidade ativa ad causam e inadequação da via eleita, ficando denegada a ordem nos termos do art.6, 5, da Lei /09. Sem custas e honorários. DAVID HADDAD Relator

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