Autovaliação em Práticas de Linguagem: uma reflexão sobre o planejamento de textos

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Autovaliação em Práticas de Linguagem: uma reflexão sobre o planejamento de textos"

Transcrição

1 Autovaliação em Práticas de Linguagem: uma reflexão sobre o planejamento de textos Luna Abrano Bocchi Laís Oliveira O estudante autônomo é aquele que sabe em que direção deve avançar, que tem ou está em processo de adquirir ferramentas para fazê-lo (...) A construção progressiva dessa autonomia do estudante requer a atitude decidida do docente de compartilhar com os alunos a responsabilidade da aula e colocar os estudantes em situações de responsabilidade pela sua própria aprendizagem (Escobar, 2004: 37). Introdução Um breve histórico A avaliação tem sido foco de freqüentes reflexões por parte da equipe do 5º ano há alguns anos. A partir da supervisão de Patrícia Sadovsky reorganizamos a avaliação na área de Matemática. A grande questão que nos preocupava era se nossos instrumentos de avaliação estavam possibilitando às nossas crianças que tomassem consciência do próprio processo de aprendizagem, favorecendo a construção da autonomia. Assim revimos nossas provas e orientações de estudos para que essas cumprissem esse papel. No entanto, a avaliação em Práticas de Linguagem ainda necessitava de mudanças para que se destinasse à tomada de consciência por parte dos alunos. Assim, no ano passado, nos dedicamos a pensar nessas questões nessa área do conhecimento, o que culminou no texto para o simpósio Naquela época algumas questões nos afligiam: - Se a aprendizagem não é consequência imediata do ensino, como organizar as situações para que as crianças tomem consciência de sua aprendizagem? Qual o melhor momento para essa avaliação? Como organizar a avaliação de maneira que as crianças percebam o que aprenderam ao longo do tempo e não só naquela situação?

2 - Como favorecer a tomada de consciência nos alunos considerando a subjetividade dessa área do conhecimento? Ensinar Práticas de Linguagem significa ensinar o sujeito a se comunicar com eficiência, usando com pertinência textos orais e escritos. Nesse sentido, as decisões a serem tomadas implicam na interação entre escritores ou falantes e os textos e entre escritores ou falantes e os destinatários. Essa interação traz um grau de especificidade que torna única cada situação de comunicação. Por essa razão, a produção de textos se coloca como subjetiva assim como a avaliação da interlocução que se deseja estabelecer. Não existe, por exemplo, uma única maneira de escrever um artigo sobre determinado assunto, assim como não há uma única maneira de pontuar um texto, isso depende de fatores relacionados à intencionalidade do autor, o gênero escolhido, a construção do relato entre outros. Essas variáveis trazem desafios para o processo de aprendizagem e para a avaliação desse processo, tanto por parte do professor como das crianças. Assim, para avançar nessa reflexão, optamos por analisar o papel da devolutivas dos textos e organizar modificações para que essas se tornassem situações de autoavaliação. Em diferentes momentos do 5º ano, experimentamos muitas formas de devolver o texto aos alunos: notas, tabelas preenchidas pelo professor, comentários, tabelas preenchidas pelas crianças etc. No ano passado, avaliamos que as crianças precisavam participar mais do processo de avaliação e que essas devolutivas, mesmo cada vez maiores e mais detalhadas, não cumpriam seu objetivo, muitas vezes tornando-se um objeto distante das crianças. Mesmo quando propúnhamos instrumentos que exigiam uma maior participação das crianças, como as tabelas preenchidas por elas, o número de critérios era excessivo e faltava aos alunos desenvolver procedimentos de utilização desse instrumento. Muitas vezes o preenchiam de forma mecânica, o que impedia a utilização dele no processo de revisão e contribuía pouco para a autoavaliação. Em muitas situações esses critérios eram levantados pelos próprios alunos e às vezes completados pelo professor, mas apenas isso não garantia a atribuição de sentido a eles.

3 Nossos esforços se concentraram, então, em organizar situações de devolutivas de textos que fossem mais significativas para as crianças, entendendo assim que estaríamos contribuindo para que elas tomassem consciência da própria aprendizagem. Junto com as tabelas de avaliação dos textos, que deviam ser preenchidas pelos alunos, organizamos atividades que os ajudavam identificar os problemas assim como os bons recursos dos textos, tais como: grifar trechos ou escrever textos que comprovassem a avaliação apresentada nas tabelas; pensar em recursos textuais e encontrá-los no texto para justificar a avaliação. Depois da produção do texto para o simpósio, seguimos refletindo a respeito das propostas de autoavaliação. Com ajuda das reflexões organizadas pelo núcleo de Práticas de Linguagem, verificamos que haviam alguns aspectos para revisar. As propostas e atividades que organizamos o ano passado estavam mais voltadas para uma avaliação do texto e favoreciam a revisão. Nossos esforços se concentravam para que os alunos identificassem os problemas e os acertos em determinada produção. Não eram situações de autoavaliação, pois para que assim se constitua é preciso favorecer a consciência em relação aos fazeres do escritor ou do leitor de forma mais ampla, mais generalizável. Apesar disso, outras propostas, que foram colocadas na reflexão do simpósio 2010, aproximavam-se mais da avaliação da aprendizagem e não do texto. É o caso, por exemplo, de pedir para que as crianças comparassem os textos informativos produzidos no primeiro e no segundo trimestre e respondessem a questão: o que aprendi sobre a produção de textos informativos? Nessa situação, embora o texto ainda ocupe lugar de destaque em detrimento do fazer do escritor, a proposta evidencia mais a aprendizagem do sujeito. O objetivo era fazer com que os alunos refletissem a respeito dos conteúdos que estavam estudando ao longo do ano e avançassem em suas possibilidades de autorregulação. Também temos realizado, desde o ano passado, outra proposta que se aproxima da ideia de portifólio: pedir que as crianças organizem em um saquinho todas as atividades relacionadas à produção de um texto e fazer uso

4 desse material nas situações de avaliação. Embora as propostas estivessem organizadas em torno de um único texto e a seleção dos materiais mais na mão da professora do que das crianças, a ideia de organizar o material significativo para aprendizagem estava presente. Conforme afirma Ribas (2010): O uso do portfólio permite criar situações de avaliação autêntica, considerando que estão baseadas em indícios que provém diretamente do ensino e aprendizagem reais, não de atividades desenvolvidas artificialmente. Permite, portanto, avaliar a atuação dos alunos dentro de tarefas complexas e contextualizadas, com sentido para o aluno. (p.19. Tradução livre). Autoavaliação- o foco nos fazeres do escritor Diante de todo esse panorama, organizamos esse ano, uma situação de autoavaliação em práticas de linguagem, cujo foco era o planejamento dos textos. Algumas considerações sobre o planejamento A escolha por estudar o planejamento não foi aleatória e está relacionada ao trabalho desenvolvido em sala de aula. A atividade de escrita envolve várias etapas que o escritor adulto muitas vezes trata como se fossem naturais, mas no ensino é preciso considerá-las e planejar situações para que as crianças se apropriem cada vez mais desses fazeres de escritor. Planejar, escrever e revisar, neste sentido, são atividades presentes no trabalho do Ensino fundamental I e, no 5º ano, não só são atividades que as crianças precisam se debruçar sobre, como também são aspectos que são tematizados com o grupo, assim, as crianças fazem e refletem sobre esse fazer. Quando pensamos nas ações do professor, é necessário considerarmos que não é fácil para as crianças centrar a atenção ao mesmo tempo em diferentes problemas. Ao escrever um texto, elas precisam considerar as ideias que pretendem comunicar, como vão colocar essas ideias em palavras e como vão utilizar o sistema de escrita (Castedo, p. 116), de maneira que, se essas três tarefas são realizadas ao mesmo tempo, a atividade se torna muito mais

5 complexa. Deste modo, cabe ao professor planejar as atividades de tal maneira que as crianças possam se dedicar a um aspecto por vez. De acordo com Mirta, el proceso de escritura de textos compromete actividades que no son sucesivas sino recursivas, se condicionan y contaminan permanentemente (Castedo, pág. 116). Assim, em sala de aula, apesar de o professor dedicar tempo para que as crianças pensem nas diferentes etapas que envolvem a escrita, é preciso ponderar que tais atividade estão interrelacionadas as crianças podem planejar e revisar o planejamento, assim como podem revisar o texto enquanto o escrevem. Aprender a planejar implica em tomadas de decisões importantes que envolvem todo o processo de produção. Antes de tudo, é necessário decidir para quê e para quem se escreverá. Ao elegermos um propósito para a escrita e um tipo de texto poderemos pensar sobre, por exemplo, a adequação de determinadas expressões ou sobre como seria um bom jeito para iniciar a produção. Além disso, é preciso ter o que escrever e ideias sobre como fazêlo. Deste modo, se propomos que as crianças escrevam um texto informativo, é necessário garantir momentos para que primeiro pesquisem sobre o assunto. Para além disso, é necessário que eles conheçam e que tenham lido bastante o tipo de texto que escreverão. Tais aspectos são muito importantes quando consideramos essa primeira etapa de planejamento e serão retomados constantemente ao longo do processo de produção. Definidas tais questões, as crianças partem para o planejamento em si o que elas dirão e de que forma? Fazer o planejamento, no entanto, não é tarefa fácil, especialmente quando não há um modelo certo. Castedo ressalta que no todos los textos se planifican del mismo modo y com la misma intensidad (Castedo, pág.126). Esta característica do planejamento é fundamental - se, por um lado, não há um único jeito de planejar um texto, por outro, é preciso considerar que se o professor deixar as decisões sobre o planejar inteiramente a cargo das crianças, pouco ele estará ajudando. Assim, a equipe de professores tem se debruçado sobre essa questão e, como já mencionado, tem repensado alguns encaminhamentos na série. Ainda temos dúvidas sobre o assunto e, justamente por isso, decidimos avaliar aquilo que as crianças estão

6 entendendo sobre o planejar. O que elas acham que sabem está em consonância com a nossa proposta? O que, afinal, elas identificam como saberes relacionados ao planejar? O que identificam como aprendizagens do 5º ano? Quais atividades encaminhadas em sala de aula foram mais potentes e contribuíram com as aprendizagens? Estas eram algumas questões que tínhamos quando elaboramos uma proposta de autoavaliação sobre o assunto, que será analisada a seguir. A proposta de autoavaliação encaminhada em sala de aula Com o objetivo de identificarmos aquilo que as crianças acham que já sabem sobre planejar um texto, elaboramos uma atividade que foi encaminhada em duas classes de 5º ano. O que você já sabe sobe planejar um texto? Sempre que vocês vão escrever um texto, começamos a trabalhar com o planejamento. O que você acha que já sabe sobre planejar um texto? O que você acha que aprendeu este ano, ao planejar os textos que escreveu (a reescrita da Chapeuzinho Vermelho, o texto informativo de Ciências Sociais e o conto a la Mil e uma noites)? Selecione materiais que você julga que foram importantes para esse aprendizado. As crianças tinham, então, algumas tarefas: precisavam retomar o trabalho desenvolvido com planejamento, identificar aquilo que tinham aprendido e escolher materiais que elas achassem que tinham sido importantes para o aprendizado. Em relação ao último objetivo, esperávamos fazer algo similar a um portfólio, considerando que este é instrumento de avaliação que não fazemos, mas que nos parece interessante. De toda forma, como a avaliação do trimestre já tinha acontecido, esta atividade não influenciaria na avaliação, mas serviria como um aspecto a ser analisado por nós no presente trabalho e, eventualmente, nos indicaria caminhos para uma eventual proposta com os portfólios. Análise dos dados

7 As respostas das crianças nos indicaram algumas questões importantes quando se trata da tarefa de planejar um texto: 1) O que é planejar e para que serve? Planejar é pensar em uma base para seu conto ou texto, pensando o que irá ter dentro dele. Planejar serve para você ter uma base, saber o que fazer e depois mudar e deixar melhor. A gente planeja pondo os procedimentos e as informações principais. As respostas acima evidenciam algumas questões sobre o planejar que julgamos importantes. A segunda citação explicita o caráter flexível das decisões tomadas nesse primeiro momento da produção de um texto. A terceira, por sua vez, inclui não somente as informações principais como também os procedimentos. Entendemos esses procedimentos como recursos que as crianças fazem uso na produção e que já são sinalizados no planejamento, como por exemplo, descrever determinada passagem ou caracterizar um personagem. 2) Não há uma única maneira de planejar Foram recorrentes as respostas em que as crianças diferenciaram o planejamento de um texto informativo de um literário. Essa é uma informação valiosa para a equipe de 5º ano, pois conseguimos perceber que os nossos encaminhamentos vêm evidenciando para as crianças o que já citamos anteriormente: textos diferentes são planejados de maneiras diferentes. Nesse 5º ano eu aprendi que um planejamento muda de tipo dependendo do tipo de texto, por exemplo: texto informativo é bem diferente de um conto como a reescrita da Chapeuzinho Vermelho e também existem vários jeitos de produzir planejamentos como fazer por episódios em que você conta apenas o acontecimento mais importante e depois quando for escrever o texto ou conto detalha mais. (João Vitor, 5º ano A)

8 Planejar um conto é diferente de planejar um texto informativo, um texto informativo é preciso ser mais sério do que um conto porque o texto informativo explica uma coisa real e um conto é uma história que foi inventada e que não é real. (Natasha, 5º ano A) Planejar um texto informativo é bem diferente de planejar um conto, pois um texto informativo é bem mais formal, e organizamos por introdução, desenvolvimento e conclusão. No conto, inventamos conflitos e resoluções no planejamento. (Nina, 5º ano A) A partir da leitura dos exemplos acima, podemos destacar a diferença da linguagem utilizada em um texto informativo e em um literário. As crianças já sabem que alguns termos são adequados em um texto, mas não são em outros e, não só consideram isso quando escrevem, como também quando planejam e revisam. Também são exemplificados alguns recursos discutidos em sala de aula no momento de se planejar um texto. No conto, por exemplo, eles tiveram que pensar em um conflito e na resolução desse conflito, enquanto que no texto informativo, consideraram a estrutura de introdução, desenvolvimento e conclusão. Como fazer o planejamento também foi algo que apareceu nas respostas. Você planeja um texto ou uma história de várias formas: lista, texto, esquema Tem várias estruturas de planejamento. Podemos fazer o planejamento em forma de tabela, esquema, tópicos. Você escreve o que você quer do texto, mas não são as falas e as ações, só o mais importante.

9 A forma do planejamento também difere de acordo com o texto, de maneira que uma lista pode ser mais eficiente quando se pretende escrever um tipo de texto e menos em outro. Em todo caso, esta é uma escolha a ser feita pelo escritor, que pode preferir ou estar mais habituado com um determinado formato. Tratando-se dos alunos de 5 os anos, esta é uma decisão ainda difícil e precisa ser abordada em sala de aula. Quais seriam as vantagens de se planejar considerando os blocos de assunto do texto? Quais seriam as diferenças entre um esquema e uma lista? Incluir detalhes no planejamento é um bom recurso? Como podemos comunicar aquilo que queremos sem escrever algo muito extenso? Estas são questões que aparecem em classe e não dizem respeito ao que é somente certo, mas tratam das possibilidades presentes ao se planejar um texto e de alguns recursos que podem ser melhores do que outros a depender da situação. As respostas abaixo evidenciam que algumas crianças vem tomando consciência, inclusive, desse aprender a planejar : Cada planejamento tem sua estrutura (tópicos, esquema etc). É o planejamento do planejamento.

10 Quando planejamos sempre pensamos o que tem que ter o planejamento: os assuntos, o título, episódios, caracterização dos personagens. Para planejar precisamos saber o que vamos escrever (um conto, um texto informativo)para saber que conteúdos devemos por no planejamento. Então escolhemos o modelo do planejamento para depois preencher com as informações do texto. Conclusão Acreditamos que essa proposta aproximou-se de uma atividade de autoavaliação em práticas de linguagem, na medida em que fez com que os alunos refletissem sobre um dos fazeres do escritor: planejar. Ao retomar os materiais e atividades realizadas, puderam pensar a respeito do seu próprio processo de aprendizagem. Para além disso, a atividade proposta serviu como um bom instrumento de avaliação para regulação do trabalho do professor, na medida em que as respostas dadas apresentam muitos dos objetivos do trabalho com esse fazer do escritor e também nos fazem pensar em aspectos que devem ser mudados. Avaliamos que essa proposta deve ser mantida, mas precisamos fazer alguns ajustes para que ela se torne mais significativa para as crianças. Esse ano, por ser uma primeira experiência e considerando o tempo hábil para realização da atividade, não retomamos a proposta com as crianças e nem a consideramos na atribuição dos conceitos. Entendemos, porém, que essa é uma etapa fundamental do processo para favorecer a tomada de consciência. Bibliografia KAUFMAN, Ana María (org.) Letras y números : alternativas didácticas para jardín de infantes y primer ciclo de la EGB. Buenos Aires : Santillana, ESCOBAR, Cristina. Qué quiere decir un siete? Sobre la reroalimentación en las clases de lengua. Aula de Innovacion Educativa, Barcelona, n.129, p , 2004.

11 RIBAS, Tereza. La evaluación en el área lingüística. Textos de Didáctica de la Lengua y de la Literatura, Barcelona, n. 53, p , jan

Disciplina: Alfabetização

Disciplina: Alfabetização Título do artigo: As intervenções didáticas no processo de alfabetização inicial Disciplina: Alfabetização Selecionador: Beatriz Gouveia 1 Categoria: Professor 1 Coordenadora de projetos do Instituto Avisa

Leia mais

Alfabetizar letrando... Letrar alfabetizando: por quê? Como?

Alfabetizar letrando... Letrar alfabetizando: por quê? Como? Alfabetizar letrando... Letrar alfabetizando: por quê? Como? Patrícia Moura Pinho 1 Resumo: O presente texto trata da questão da alfabetização e as discussões teóricas e didáticas acerca da mesma, principalmente

Leia mais

Retomar as avaliações feitas e montar um quadro que reflita o cenário do trabalho com a leitura hoje nas suas escolas.

Retomar as avaliações feitas e montar um quadro que reflita o cenário do trabalho com a leitura hoje nas suas escolas. Projeto EI São José do Rio Preto Assessoria: Debora Rana e Silvana Augusto 2 o encontro: 09 de abril de 2014 *Anotações do Grupo de CPs da tarde Pauta de encontro Olá coordenadoras, mais uma vez estaremos

Leia mais

RELATÓRIO FINAL ALFABETIZAÇÃO 2010

RELATÓRIO FINAL ALFABETIZAÇÃO 2010 RELATÓRIO FINAL ALFABETIZAÇÃO 2010 Débora Rana Introdução Participar da seleção do Prêmio Victor Civita, pela segunda vez, é uma experiência bastante interessante, pois permite estabelecer relações entre

Leia mais

Prática com Projeto em aulas de Matemática: um desafio Antonio Roberto Barbutti arbarbutti@hotmail.com EMEF Padre Francisco Silva

Prática com Projeto em aulas de Matemática: um desafio Antonio Roberto Barbutti arbarbutti@hotmail.com EMEF Padre Francisco Silva Prática com Projeto em aulas de Matemática: um desafio Antonio Roberto Barbutti arbarbutti@hotmail.com EMEF Padre Francisco Silva Resumo: Este trabalho é resultado do curso de formação Gestar II Matemática,

Leia mais

AS ESTRATÉGIAS DE APRENDIZAGEM EM LÍNGUA ESPANHOLA NO ÂMBITO DO CAA - CENTRO DE AUTO-ACESSO

AS ESTRATÉGIAS DE APRENDIZAGEM EM LÍNGUA ESPANHOLA NO ÂMBITO DO CAA - CENTRO DE AUTO-ACESSO AS ESTRATÉGIAS DE APRENDIZAGEM EM LÍNGUA ESPANHOLA NO ÂMBITO DO CAA - CENTRO DE AUTO-ACESSO Gabriela Rodrigues Botelho Prof. Camila Maria Corrêa Rocha (Orientador) RESUMO Este artigo tem por objetivo abordar

Leia mais

EDUCAÇÃO ALGÉBRICA, DIÁLOGOS E APRENDIZAGEM: UM RELATO DO TRABALHO COM UMA PROPOSTA DIDÁTICA 1

EDUCAÇÃO ALGÉBRICA, DIÁLOGOS E APRENDIZAGEM: UM RELATO DO TRABALHO COM UMA PROPOSTA DIDÁTICA 1 EDUCAÇÃO ALGÉBRICA, DIÁLOGOS E APRENDIZAGEM: UM RELATO DO TRABALHO COM UMA PROPOSTA DIDÁTICA 1 Claudemir Monteiro Lima Secretária de Educação do Estado de São Paulo claudemirmonteiro@terra.com.br João

Leia mais

Relações interativas e o processo de produção de textos: relato reflexivo sobre a revisão compartilhada

Relações interativas e o processo de produção de textos: relato reflexivo sobre a revisão compartilhada revista acadêmica de Educação do ISE Vera Cruz ISSN 2236-5729 Relações interativas e o processo de produção de textos: relato reflexivo sobre a revisão compartilhada Interactive relations and the text

Leia mais

O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA

O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA SANTOS *, Josiane Gonçalves SME/CTBA josiane_2104@hotmail.com Resumo Os tempos mudaram, a escola mudou. Refletir sobre a escola na contemporaneidade

Leia mais

Capacitación de docentes en el uso de las nuevas tecnologías. Márcia Campos (marciac@fortalnet.com.br ), Hermínio Borges Neto

Capacitación de docentes en el uso de las nuevas tecnologías. Márcia Campos (marciac@fortalnet.com.br ), Hermínio Borges Neto 1. TÍTULO: QUE RECURSOS PODEM CONTRIBURIR PARA OTIMIZAR A APRENDIZAGEM EM UM AMBIENTE VIRTUAL? 1 2. ÁREA TEMÁTICA Capacitación de docentes en el uso de las nuevas tecnologías 3. AUTORES Márcia Campos (marciac@fortalnet.com.br

Leia mais

UMA EXPERIÊNCIA PSICOPEDAGÓGICA NA FACULDADE DE ENGENHARIA DA PUCRS

UMA EXPERIÊNCIA PSICOPEDAGÓGICA NA FACULDADE DE ENGENHARIA DA PUCRS UMA EXPERIÊNCIA PSICOPEDAGÓGICA NA FACULDADE DE ENGENHARIA DA PUCRS Jorge Ferreira da Silva Filho Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Viegas Ribas Pesquisador e Consultor Psicopedagógico

Leia mais

Conteúdos e situações didáticas da formação

Conteúdos e situações didáticas da formação PARTE II Conteúdos e situações didáticas da formação Conteúdos e situações são didaticamente inseparáveis. Para quem está apropriando-se dele, um conteúdo pode adquirir sentidos muito diferentes, vinculados

Leia mais

Índice. 1. Tipos de Atividades...3 2. O Trabalho com Leitura...4. 2.1. Estratégias de Leitura... 4. Grupo 5.4 - Módulo 7

Índice. 1. Tipos de Atividades...3 2. O Trabalho com Leitura...4. 2.1. Estratégias de Leitura... 4. Grupo 5.4 - Módulo 7 GRUPO 5.4 MÓDULO 7 Índice 1. Tipos de Atividades...3 2. O Trabalho com Leitura...4 2.1. Estratégias de Leitura... 4 2 1. TIPOS DE ATIVIDADES Atividades de sondagem: estão relacionadas às atividades de

Leia mais

Os caminhos para a formação de professores

Os caminhos para a formação de professores Os caminhos para a formação de professores Formar os professores é a principal função do coordenador pedagógico. Veja as melhores estratégias para cumprir essa missão Gustavo Heidrich (gustavo.oliveira@abril.com.br)

Leia mais

PROBLEMATIZANDO ATIVIDADES EXPERIMENTAIS NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES/AS

PROBLEMATIZANDO ATIVIDADES EXPERIMENTAIS NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES/AS IX CONGRESO INTERNACIONAL SOBRE INVESTIGACIÓN EN DIDÁCTICA DE LAS CIENCIAS Girona, 9-12 de septiembre de 2013 COMUNICACIÓN PROBLEMATIZANDO ATIVIDADES EXPERIMENTAIS NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES/AS

Leia mais

PORTFÓLIO COMO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO FORMATIVA: A ANÁLISE DO PROCESSO NO CMEI VALÉRIA VERONESI

PORTFÓLIO COMO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO FORMATIVA: A ANÁLISE DO PROCESSO NO CMEI VALÉRIA VERONESI PORTFÓLIO COMO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO FORMATIVA: A ANÁLISE DO PROCESSO NO CMEI VALÉRIA VERONESI Resumo Rosangela de Sousa Cardoso Stabenow1 - UEL Cassiana Magalhães2 - UEL Grupo de Trabalho - Didática:

Leia mais

O REGISTRO COMO INSTÂNCIA DE FORMAÇÃO DO PROFESSOR

O REGISTRO COMO INSTÂNCIA DE FORMAÇÃO DO PROFESSOR Título do artigo: O REGISTRO COMO INSTÂNCIA DE FORMAÇÃO DO PROFESSOR Área: Educação Infantil Selecionadora: Heloisa Magri 16ª Edição do Prêmio Victor Civita Educador Nota 10 1 O registro do professor tem

Leia mais

Leya Leituras Projeto de Leitura

Leya Leituras Projeto de Leitura Leya Leituras Projeto de Leitura Nome do livro: JAPĨĨ E JAKÃMĨ Uma história de amizade Autor: Yaguarê Yamã Nacionalidade do autor: Brasileira Currículo do autor: Escritor, professor e artista plástico

Leia mais

A escola para todos: uma reflexão necessária

A escola para todos: uma reflexão necessária A escola para todos: uma reflexão necessária Área: Inclusão Selecionador: Maria da Paz de Castro Nunes Pereira Categoria: Professor A escola para todos: uma reflexão necessária A escola é, por excelência,

Leia mais

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO NUMA ESCOLA DO CAMPO

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO NUMA ESCOLA DO CAMPO eliane.enaile@hotmail.com Introdução Nos últimos anos, as reflexões realizadas sobre a alfabetização têm mostrado que a aquisição da escrita é um processo complexo e multifacetado. Nesse processo, considera

Leia mais

UM POUCO ALÉM DA LEITURA INSTRUMENTAL: O ENSINO DA LÍNGUA ESTRANGEIRA(INGLÊS) NO CURSO TÉCNICO INTEGRADO EM EDIFICAÇÕES DO IFG-CÂMPUS JATAÍ

UM POUCO ALÉM DA LEITURA INSTRUMENTAL: O ENSINO DA LÍNGUA ESTRANGEIRA(INGLÊS) NO CURSO TÉCNICO INTEGRADO EM EDIFICAÇÕES DO IFG-CÂMPUS JATAÍ UM POUCO ALÉM DA LEITURA INSTRUMENTAL: O ENSINO DA LÍNGUA ESTRANGEIRA(INGLÊS) NO CURSO TÉCNICO INTEGRADO EM EDIFICAÇÕES DO IFG-CÂMPUS JATAÍ Daniella de Souza Bezerra - daniella@jatai.ifg.edu.br Daniela

Leia mais

Cores, para que te quero?

Cores, para que te quero? Cores, para que te quero? Maria Helena da Silva LEAL Resumo O trabalho foi desenvolvido na Escola Estadual Marilene T. Longhim, com 36 crianças da 2ª série do ensino fundamental, com idades entre 7 e 9

Leia mais

FICHA DE INSCRIÇÃO PRÊMIO PROFESSORES DO BRASIL 2015

FICHA DE INSCRIÇÃO PRÊMIO PROFESSORES DO BRASIL 2015 Bem - vindo ao Prêmio Professores do Brasil! FICHA DE INSCRIÇÃO PRÊMIO PROFESSORES DO BRASIL 2015 O processo de inscrição foi pensado para ajudá-lo a refletir sobre práticas de ensino e aprendizagem desenvolvidas

Leia mais

ENSINO DE GRAMÁTICA OU ANÁLISE LINGUÍSTICA? SERÁ QUE ESSA ESCOLHA É NECESSÁRIA?

ENSINO DE GRAMÁTICA OU ANÁLISE LINGUÍSTICA? SERÁ QUE ESSA ESCOLHA É NECESSÁRIA? 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( x ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA ENSINO DE

Leia mais

A INFLUÊNCIA DE UM MODELO DE FORMAÇÃO CONTINUADA NA TRANSFORMAÇÃO DE CRENÇAS RELACIONADAS À RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS EM MATEMÁTICA

A INFLUÊNCIA DE UM MODELO DE FORMAÇÃO CONTINUADA NA TRANSFORMAÇÃO DE CRENÇAS RELACIONADAS À RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS EM MATEMÁTICA A INFLUÊNCIA DE UM MODELO DE FORMAÇÃO CONTINUADA NA TRANSFORMAÇÃO DE CRENÇAS RELACIONADAS À RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS EM MATEMÁTICA Liane Geyer Poggetti Mathema Formação e Pesquisa liane@sitelogo.com.br Maria

Leia mais

O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NA SALA DE AULA UNIDADE 5 ANO 2

O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NA SALA DE AULA UNIDADE 5 ANO 2 O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NA SALA DE AULA UNIDADE 5 ANO 2 O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NA SALA DE AULA INICIANDO A CONVERSA APROFUNDANDO O TEMA Por que ensinar gêneros textuais na escola? Registro

Leia mais

MATEMÁTICA E MÚSICA: UMA PROPOSTA DE ABORDAGEM NO ENSINO FUNDAMENTAL

MATEMÁTICA E MÚSICA: UMA PROPOSTA DE ABORDAGEM NO ENSINO FUNDAMENTAL MATEMÁTICA E MÚSICA: UMA PROPOSTA DE ABORDAGEM NO ENSINO FUNDAMENTAL Fábio Alexandre Borges 1 Faculdade Estadual de Ciências e Letras de Campo Mourão - FECILCAM Universidade Estadual de Maringá - UEM/PCM

Leia mais

COMO DEVOLVER AO TEXTO O QUE É DO TEXTO? 1. Maria José Nóbrega

COMO DEVOLVER AO TEXTO O QUE É DO TEXTO? 1. Maria José Nóbrega COMO DEVOLVER AO TEXTO O QUE É DO TEXTO? 1 Ou da importância de auxiliar o escritor iniciante a aplicar em atividades mais complexas as regularidades aprendidas a respeito dos padrões da escrita. Maria

Leia mais

A METACOGNIÇÃO COMO EXPERIÊNCIA PEDAGÓGICA: CONHECENDO O PROCESSO DE CRIAÇÃO DE SI MESMO MAGDA FLORIANA DAMIANI

A METACOGNIÇÃO COMO EXPERIÊNCIA PEDAGÓGICA: CONHECENDO O PROCESSO DE CRIAÇÃO DE SI MESMO MAGDA FLORIANA DAMIANI A METACOGNIÇÃO COMO EXPERIÊNCIA PEDAGÓGICA: CONHECENDO O PROCESSO DE CRIAÇÃO DE SI MESMO MAGDA FLORIANA DAMIANI Doutora em Educação magda@ufpel.tche.br Universidade Federal de Pelotas, RS REGINA TRILHO

Leia mais

III ENCONTRO PROGRAMA DE BOLSA AUXÍLIO RESULTADO QUESTIONÁRIO BOLSISTAS

III ENCONTRO PROGRAMA DE BOLSA AUXÍLIO RESULTADO QUESTIONÁRIO BOLSISTAS III ENCONTRO PROGRAMA DE BOLSA AUXÍLIO 1. Há quanto tempo você participa do Programa de bolsa-auxílio do Instituto Girassol? Até 1 ano 3 De 1 a 2 anos 8 De 2 a 3 anos 3 De 2 a 3 anos 21% Até 1 ano 22%

Leia mais

Ensino Fundamental I Regra de Jogo. Gêneros Textuais. Links para os conteúdos sugeridos neste plano estão disponíveis na aba Saiba Mais.

Ensino Fundamental I Regra de Jogo. Gêneros Textuais. Links para os conteúdos sugeridos neste plano estão disponíveis na aba Saiba Mais. Ensino Fundamental I Regra de Jogo. Gêneros Textuais. Competência(s) / Objetivo(s) de Aprendizagem: Reconhecer as características do gênero textual regra de jogo. Analisar e compreender um texto prescritivo..

Leia mais

XI Encontro de Iniciação à Docência

XI Encontro de Iniciação à Docência 4CCHLADLEMPLIC04 OBSERVAÇÃO EM SALA DE AULA E/LE Bruna Mikaele Siquiera (1) María del Pilar Roca (3) Centro de Ciências Humanas, Artes e Letras/ Departamento de Letras Estrangeiras Modernas RESUMO Esse

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA VIVÊNCIA DE UM PROGRAMA.

FORMAÇÃO CONTINUADA: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA VIVÊNCIA DE UM PROGRAMA. FORMAÇÃO CONTINUADA: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA VIVÊNCIA DE UM PROGRAMA. Rosângela de Fátima Cavalcante França* Universidade Federal de Mato Grosso do Sul RESUMO Este texto apresenta de forma resumida

Leia mais

Medindo a Produtividade do Desenvolvimento de Aplicativos

Medindo a Produtividade do Desenvolvimento de Aplicativos Medindo a Produtividade do Desenvolvimento de Aplicativos Por Allan J. Albrecht Proc. Joint SHARE/GUIDE/IBM Application Development Symposium (October, 1979), 83-92 IBM Corporation, White Plains, New York

Leia mais

O COORDENADOR PEDAGÓGICO COMO FORMADOR: TRÊS ASPECTOS PARA CONSIDERAR

O COORDENADOR PEDAGÓGICO COMO FORMADOR: TRÊS ASPECTOS PARA CONSIDERAR Título do artigo: O COORDENADOR PEDAGÓGICO COMO FORMADOR: TRÊS ASPECTOS PARA CONSIDERAR Área: Gestão Coordenador Pedagógico Selecionadora: Maria Paula Zurawski 16ª Edição do Prêmio Victor Civita Educador

Leia mais

A LINGUAGEM ESCRITA COMO UMA DAS MÚLTIPLAS

A LINGUAGEM ESCRITA COMO UMA DAS MÚLTIPLAS A LINGUAGEM ESCRITA COMO UMA DAS MÚLTIPLAS LINGUAGENS DA CRIANÇA Professor(a), no tema anterior, A criança de seis anos no ensino fundamental, falamos sobre quem são e como são essas crianças que ingressam

Leia mais

Palavras chaves: Formação de professores. Prática inovadora. Planejamento docente.

Palavras chaves: Formação de professores. Prática inovadora. Planejamento docente. REPENSANDO O PLANEJAMENTO DIDÁTICO PARA UMA PRÁTICA INOVADORA EM UM CURSO DE FORMAÇÃO DOCENTE. Cecilia Gaeta Universidade Federal de São Paulo UNIFESP (professora convidada) Martha Prata-Linhares Universidade

Leia mais

A LEITURA, ESCRITA E JOGOS NO ENSINO DA MATEMÁTICA: o relato de uma experiência na escola pública

A LEITURA, ESCRITA E JOGOS NO ENSINO DA MATEMÁTICA: o relato de uma experiência na escola pública A LEITURA, ESCRITA E JOGOS NO ENSINO DA MATEMÁTICA: o relato de uma experiência na escola pública Luciana Lopes Xavier 1 Odenise Maria Bezerra 2 Resumo O presente trabalho busca relatar uma experiência

Leia mais

EDUCAÇÃO A POTÊNCIA DAS DIFERENÇAS

EDUCAÇÃO A POTÊNCIA DAS DIFERENÇAS EDUCAÇÃO A POTÊNCIA DAS DIFERENÇAS Entrevista Emilia Ferreiro A favor do trabalho colaborativo entre as crianças, a psicolinguista Emilia Ferreiro fala sobre os impactos da tecnologia na linguagem e demonstra,

Leia mais

Palavras-chave: Ambiente de aprendizagem. Sala de aula. Percepção dos acadêmicos.

Palavras-chave: Ambiente de aprendizagem. Sala de aula. Percepção dos acadêmicos. PERCEPÇÃO DE ACADÊMICOS DO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA DA UENP, EM RELAÇÃO AOS ASPECTOS QUE CARACTERIZAM UM AMBIENTE FAVORECEDOR DA APRENDIZAGEM RESUMO Maria Cristina SIMEONI 1 Este resumo

Leia mais

Entrevista com Magda Becker Soares Prof. Universidade Federal de Minas Gerais

Entrevista com Magda Becker Soares Prof. Universidade Federal de Minas Gerais "LETRAR É MAIS QUE ALFABETIZAR" Entrevista com Magda Becker Soares Prof. Universidade Federal de Minas Gerais Nos dias de hoje, em que as sociedades do mundo inteiro estão cada vez mais centradas na escrita,

Leia mais

DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO E DESENVOLVIMENTO MENTAL DO INDIVIDUO

DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO E DESENVOLVIMENTO MENTAL DO INDIVIDUO DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO E DESENVOLVIMENTO MENTAL DO INDIVIDUO Maria Sebastiana Gomes Mota¹ Francisca Elisa de Lima Pereira² Resumo: Este artigo tem como objetivo

Leia mais

REMODELANDO SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS PARA O ENSINO ONLINE

REMODELANDO SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS PARA O ENSINO ONLINE REMODELANDO SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS PARA O ENSINO ONLINE Tiago Sousa Santos (Universidade Federal do Pará) * Myriam Crestian Chaves da Cunha (Universidade Federal do Pará) * Resumo: Tendo por pano de fundo

Leia mais

MODELAGEM MATEMÁTICA: PRINCIPAIS DIFICULDADES DOS PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO 1

MODELAGEM MATEMÁTICA: PRINCIPAIS DIFICULDADES DOS PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO 1 MODELAGEM MATEMÁTICA: PRINCIPAIS DIFICULDADES DOS PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO 1 Resumo Claudenici Aparecida Medeiros da Silva Universidade Federal do Pará Campus de Marabá Pólo de Canaã dos Carajás nici_medeiros@hotmail.com

Leia mais

BLOG COMO FERRAMENTA DE ENSINO. Palavras chaves:educação Matemática,Tecnologia, ensino-aprendizagem

BLOG COMO FERRAMENTA DE ENSINO. Palavras chaves:educação Matemática,Tecnologia, ensino-aprendizagem Desenvolvendo o Pensamento Matemático em Diversos Espaços Educativos 27 a 29 de Novembro UEPB Campina Grande, Paraíba. 2014 BLOG COMO FERRAMENTA DE ENSINO Tecnologias da Informação e Comunicação e Educação

Leia mais

OS SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA. Cleber Luiz da Cunha 1, Tereza de Jesus Ferreira Scheide 2

OS SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA. Cleber Luiz da Cunha 1, Tereza de Jesus Ferreira Scheide 2 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 1029 OS SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA Cleber Luiz da Cunha 1, Tereza de Jesus Ferreira Scheide 2

Leia mais

RELENDO A HISTÓRIA AO LER HISTÓRIAS

RELENDO A HISTÓRIA AO LER HISTÓRIAS RELENDO A HISTÓRIA AO LER HISTÓRIAS BRASÍLIA ECHARDT VIEIRA (CENTRO DE ATIVIDADES COMUNITÁRIAS DE SÃO JOÃO DE MERITI - CAC). Resumo Na Baixada Fluminense, uma professora que não está atuando no magistério,

Leia mais

Mídia e educação: O uso das novas tecnologias em sala de aula.

Mídia e educação: O uso das novas tecnologias em sala de aula. Mídia e educação: O uso das novas tecnologias em sala de aula. Sabrine Denardi de Menezes da Silva Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Farroupilha - Campus São Vicente do Sul RESUMO: A

Leia mais

A MODELAGEM MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONTRIBUIÇÕES DA ABORDAGEM HISTÓRICO-CULTURAL

A MODELAGEM MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONTRIBUIÇÕES DA ABORDAGEM HISTÓRICO-CULTURAL A MODELAGEM MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONTRIBUIÇÕES DA ABORDAGEM HISTÓRICO-CULTURAL Ana Virginia de Almeida Luna Universidade Estadual de Feira de Santana andrluna@uol.com.br Malu da Conceição Oliveira

Leia mais

PSICOPEDAGOGO: QUAL É A SUA FUNÇÃO?

PSICOPEDAGOGO: QUAL É A SUA FUNÇÃO? PSICOPEDAGOGO: QUAL É A SUA FUNÇÃO? Élida Mara de Jesus Dias (PUC-SP) Resumo Este artigo tem como objetivo analisar a atuação do psicopedagogo frente às dificuldades no processo ensino-aprendizagem na

Leia mais

O USO DE DOCUMENTOS DIVERSIFICADOS NAS SÉRIES INICIAIS PARA RECRIAÇÃO DOS CONHECIMENTOS PRÉVIOS

O USO DE DOCUMENTOS DIVERSIFICADOS NAS SÉRIES INICIAIS PARA RECRIAÇÃO DOS CONHECIMENTOS PRÉVIOS O USO DE DOCUMENTOS DIVERSIFICADOS NAS SÉRIES INICIAIS PARA RECRIAÇÃO DOS CONHECIMENTOS PRÉVIOS Sandra do Rocio Cordeiro de Lima O trabalho apresentado é o relato de uma prática pedagógica desenvolvida

Leia mais

Matemática Ensino Fundamental I

Matemática Ensino Fundamental I FORMAÇÃO DE PROFESSORES Cálculo mental Matemática Ensino Fundamental I A área de Educação da Fundação Vale busca contribuir para a melhoria da educação básica, com foco na promoção de uma prática docente

Leia mais

PESQUISA AÇÃO E FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA PRÁTICA LEITORA EMANCIPADA BLASZKO,Caroline Elizabel - FAFIUV karolblaszko@yahoo.com.br.

PESQUISA AÇÃO E FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA PRÁTICA LEITORA EMANCIPADA BLASZKO,Caroline Elizabel - FAFIUV karolblaszko@yahoo.com.br. PESQUISA AÇÃO E FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA PRÁTICA LEITORA EMANCIPADA BLASZKO,Caroline Elizabel - FAFIUV karolblaszko@yahoo.com.br. Resumo UJIIE, Najela Tavares - FAFIUV najelaujiie@yahoo.com.br. Eixo

Leia mais

Criar perfil de personagens literários na rede

Criar perfil de personagens literários na rede Criar perfil de personagens literários na rede Que tal aliar as leituras literárias da turma ao uso das redes sociais digitais? A proposta desta atividade é que os alunos criem, em rede social, perfis

Leia mais

O JOGO CONTRIBUINDO DE FORMA LÚDICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA

O JOGO CONTRIBUINDO DE FORMA LÚDICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA O JOGO CONTRIBUINDO DE FORMA LÚDICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA Denise Ritter Instituto Federal Farroupilha Campus Júlio de Castilhos deniseritter10@gmail.com Renata da Silva Dessbesel Instituto

Leia mais

A grande farsa da evolução do processo de gestão empresarial

A grande farsa da evolução do processo de gestão empresarial A grande farsa da evolução do processo de gestão empresarial Começo minha reflexão de hoje pensando um pouco na história da Administração, nos princípios de gestão e formas como as empresas hoje são geridas.

Leia mais

MATEMÁTICA: É PRECISO LER, ESCREVER E SE ENVOLVER

MATEMÁTICA: É PRECISO LER, ESCREVER E SE ENVOLVER MATEMÁTICA: É PRECISO LER, ESCREVER E SE ENVOLVER Nilton Cezar Ferreira 1 Por mais de dois séculos já se faz reformas curriculares no Brasil, no entanto nenhuma dessas reformas conseguiu mudar de forma

Leia mais

O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LINGUA ESCRITA: FUNDAMENTADO EM EMILIA FERREIRO E ANA TEBEROSKY.

O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LINGUA ESCRITA: FUNDAMENTADO EM EMILIA FERREIRO E ANA TEBEROSKY. O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LINGUA ESCRITA: FUNDAMENTADO EM EMILIA FERREIRO E ANA TEBEROSKY. Silvana da Silva Nogueira (FECLESC/UECE) Priscila Cavalcante Silva (FECLESC/UECE) Resumo O processo de aquisição

Leia mais

PRÁTICAS, EXPERIÊNCIAS, CULTURA ESCOLAR: QUESTÕES QUE ENVOLVEM A PRÁTICA DOCENTE

PRÁTICAS, EXPERIÊNCIAS, CULTURA ESCOLAR: QUESTÕES QUE ENVOLVEM A PRÁTICA DOCENTE PRÁTICAS, EXPERIÊNCIAS, CULTURA ESCOLAR: QUESTÕES QUE ENVOLVEM A PRÁTICA DOCENTE DAMKE, Anderléia Sotoriva - UFMS anderleia.damke@yahoo.com SIMON, Ingrid FADEP ingrid@fadep.br Resumo Eixo Temático: Formação

Leia mais

A importância do listening para o processo ensino-aprendizagem na disciplina de inglês do ensino fundamental

A importância do listening para o processo ensino-aprendizagem na disciplina de inglês do ensino fundamental A importância do listening para o processo ensinoaprendizagem na disciplina de inglês do ensino fundamental Priscilla Moreira Diniz SEPÚLVEDA 1, Danielle Ferreira de SOUZA 2 1 Acadêmica do curso graduação

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores A PESQUISA COMO ESTRATÉGIA DIDÁTICA Caroline Vieira De Souza Costa Eixo 2 - Projetos e práticas

Leia mais

ENSINO E APRENDIZAGEM DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS, COM A UTILIZAÇÃO DE JOGOS DIDÁTICOS: RELATO DE EXPERIÊNCIA.

ENSINO E APRENDIZAGEM DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS, COM A UTILIZAÇÃO DE JOGOS DIDÁTICOS: RELATO DE EXPERIÊNCIA. ENSINO E APRENDIZAGEM DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS, COM A UTILIZAÇÃO DE JOGOS DIDÁTICOS: RELATO DE EXPERIÊNCIA. Josilene Maria de Almeida 1 ; Rosângela Miranda de Lima 2 ; Maria Sônia Lopes da Silva; Maria Anunciada

Leia mais

INTEGRAÇÃO DA TECNOLOGIA NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR QUE ENSINA MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA 1

INTEGRAÇÃO DA TECNOLOGIA NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR QUE ENSINA MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA 1 INTEGRAÇÃO DA TECNOLOGIA NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR QUE ENSINA MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA 1 Marilena Bittar, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul Sheila Denize Guimarães, Universidade Federal de

Leia mais

UMA BREVE REFLEXÃO SOBRE AS SITUAÇÕES DE ESCRITA EM CONTEXTOS COMUNICATIVOS NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO INICIAL

UMA BREVE REFLEXÃO SOBRE AS SITUAÇÕES DE ESCRITA EM CONTEXTOS COMUNICATIVOS NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO INICIAL Título do artigo: UMA BREVE REFLEXÃO SOBRE AS SITUAÇÕES DE ESCRITA EM CONTEXTOS COMUNICATIVOS NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO INICIAL Disciplina: Alfabetização Selecionadora: Beatriz Gouveia 16ª Edição do

Leia mais

Comunicação Relato de Experiência

Comunicação Relato de Experiência OBSERVANDO AULAS DE MÙSICA NA ESCOLA: AS ORIENTAÇÕES DO PROFESSOR EM PRÁTICAS DE CONJUNTO COM PERCUSSÃO E NO PROCESSO DE CRIAÇÃO MUSICAL UM RELATO DE EXPERIÊNCIA Armando César da Silva ac_guitar@hotmail.com

Leia mais

PROCESSOS REFLEXIVOS SOBRE O APRENDER A ENSINAR MATEMÁTICA: POSSIBILIDADES FORMATIVAS DOS PORTFÓLIOS DE ALUNOS DE PEDAGOGIA

PROCESSOS REFLEXIVOS SOBRE O APRENDER A ENSINAR MATEMÁTICA: POSSIBILIDADES FORMATIVAS DOS PORTFÓLIOS DE ALUNOS DE PEDAGOGIA PROCESSOS REFLEXIVOS SOBRE O APRENDER A ENSINAR MATEMÁTICA: POSSIBILIDADES FORMATIVAS DOS PORTFÓLIOS DE ALUNOS DE PEDAGOGIA Rute Cristina Domingos da Palma, rcdp@terra.com.br, Doutoranda em Educação UNICAMP,

Leia mais

MEDIAÇÃO PEDAGÓGICA EM AULAS DE FÍSICA DO ENSINO MÉDIO: ANALISANDO EPISÓDIOS DE AULAS SOBRE ENERGIA POR MEIO DA ABORDAGEM HISTÓRICO CULTURAL

MEDIAÇÃO PEDAGÓGICA EM AULAS DE FÍSICA DO ENSINO MÉDIO: ANALISANDO EPISÓDIOS DE AULAS SOBRE ENERGIA POR MEIO DA ABORDAGEM HISTÓRICO CULTURAL IX CONGRESO INTERNACIONAL SOBRE INVESTIGACIÓN EN DIDÁCTICA DE LAS CIENCIAS Girona, 9-12 de septiembre de 2013 COMUNICACIÓN MEDIAÇÃO PEDAGÓGICA EM AULAS DE FÍSICA DO ENSINO MÉDIO: ANALISANDO EPISÓDIOS DE

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Resumo

A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Resumo A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Camila Lacerda Ortigosa Pedagogia/UFU mila.lacerda.g@gmail.com Eixo Temático: Educação Infantil Relato de Experiência Resumo

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO PPP COMO OPORTUNIDADE PARA O ENSINO DE ESTATÍSTICA

A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO PPP COMO OPORTUNIDADE PARA O ENSINO DE ESTATÍSTICA Encontro Nacional de Educação Matemática A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO PPP COMO OPORTUNIDADE PARA O ENSINO DE ESTATÍSTICA Thiarla avier Dal-Cin Zanon Prefeitura Municipal de Castelo/ES Universidade

Leia mais

Como escrever um estudo de caso que é um estudo de caso? Um estudo so é um quebra-cabeça que tem de ser resolvido. A primeira coisa a

Como escrever um estudo de caso que é um estudo de caso? Um estudo so é um quebra-cabeça que tem de ser resolvido. A primeira coisa a Página 1 1 Como escrever um Estudo de Caso O que é um estudo de caso? Um estudo de caso é um quebra-cabeça que tem de ser resolvido. A primeira coisa a lembre-se de escrever um estudo de caso é que o caso

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO JOGO XADREZ NO AMBIENTE ESCOLAR

A IMPORTÂNCIA DO JOGO XADREZ NO AMBIENTE ESCOLAR A IMPORTÂNCIA DO JOGO XADREZ NO AMBIENTE ESCOLAR Introdução OBERJAN ROCHA KOZAN FABIANA LEIFELD RAFAEL TRENTIN SCREMIN FACULDADE SANT ANA, PONTA GROSSA/ PARANÁ/ BRASIL oberjan_15@hotmail.com O objeto de

Leia mais

As Novas Tecnologias e a Educação. Paula Chimenti Instituto Coppead de Administração

As Novas Tecnologias e a Educação. Paula Chimenti Instituto Coppead de Administração As Novas Tecnologias e a Educação Paula Chimenti Instituto Coppead de Administração The intuitive mind is a sacred gift, and the rational mind is a faithful servant. We have created a society that honors

Leia mais

UnP. fazendo e compartilhando a gente aprende mais

UnP. fazendo e compartilhando a gente aprende mais DIRETRIZES DO ALUNO Olá, você está fazendo parte de um projeto de melhoria acadêmicoaction! Neste material você encontrará todas as pedagógica: o Edu Action informações necessárias para entender como esse

Leia mais

Gêneros discursivos no ciclo da alfabetização 1º ao 3º ano do ensino fundamental

Gêneros discursivos no ciclo da alfabetização 1º ao 3º ano do ensino fundamental Gêneros discursivos no ciclo da alfabetização 1º ao 3º ano do ensino fundamental Não se aprende por exercícios, mas por práticas significativas. Essa afirmação fica quase óbvia se pensarmos em como uma

Leia mais

RELATO DE EXPERIÊNCIA DA PRÁTICA DE LEITURA SIMULTÂNEA: FORMANDO COMPORTAMENTO LEITOR

RELATO DE EXPERIÊNCIA DA PRÁTICA DE LEITURA SIMULTÂNEA: FORMANDO COMPORTAMENTO LEITOR RELATO DE EXPERIÊNCIA DA PRÁTICA DE LEITURA SIMULTÂNEA: FORMANDO COMPORTAMENTO LEITOR Cristina Marico Matsubara Prefeitura do Município de São Paulo cr.matsubara@gmail.com Emilio Celso de Oliveira Prefeitura

Leia mais

OS TIPOS DE PLANEJAMENTO NUMA UNIDADE DE ENSINO: UMA REFLEXÃO SOBRE A GESTÃO ESCOLAR E A PRÁTICA DOCENTE

OS TIPOS DE PLANEJAMENTO NUMA UNIDADE DE ENSINO: UMA REFLEXÃO SOBRE A GESTÃO ESCOLAR E A PRÁTICA DOCENTE OS TIPOS DE PLANEJAMENTO NUMA UNIDADE DE ENSINO: UMA REFLEXÃO SOBRE A GESTÃO ESCOLAR E A PRÁTICA DOCENTE David Christian de Oliveira Pereira¹ Josivânia Maria de Almeida² RESUMO: Planejar é preciso. O Planejamento

Leia mais

UMA PROPOSTA DE ATIVIDADE DE MODELAGEM MATEMÁTICA PARA O DESENVOLVIMENTO DE CONTEÚDOS MATEMÁTICOS NO ENSINO FUNDAMENTAL I

UMA PROPOSTA DE ATIVIDADE DE MODELAGEM MATEMÁTICA PARA O DESENVOLVIMENTO DE CONTEÚDOS MATEMÁTICOS NO ENSINO FUNDAMENTAL I UMA PROPOSTA DE ATIVIDADE DE MODELAGEM MATEMÁTICA PARA O DESENVOLVIMENTO DE CONTEÚDOS MATEMÁTICOS NO ENSINO FUNDAMENTAL I Gislaine Ferreira Gomes Universidade Estadual de Londrina gis.fg@ibest.com.br Karina

Leia mais

A aula de leitura através do olhar do futuro professor de língua portuguesa

A aula de leitura através do olhar do futuro professor de língua portuguesa A aula de leitura através do olhar do futuro professor de língua portuguesa Dra. Eulália Vera Lúcia Fraga Leurquin 1 Marina Kataoka Barros 2 Resumo Por meio desta comunicação, desejamos refletir sobre

Leia mais

ENSINO DE LIBRAS PARA ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA POR MEIO DE UMA AÇÃO EXTENSIONISTA

ENSINO DE LIBRAS PARA ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA POR MEIO DE UMA AÇÃO EXTENSIONISTA ENSINO DE LIBRAS PARA ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA POR MEIO DE UMA AÇÃO EXTENSIONISTA Merlânia Lino da Silva (1); Ana Cristina Silva Daxenberger (2) (1) Universidade Federal da Paraíba (CCA), merlaniaareiapb@gmail.com

Leia mais

Ler para estudar. Mirta Torres REALIZAÇÃO PATROCÍNIO

Ler para estudar. Mirta Torres REALIZAÇÃO PATROCÍNIO Ler para estudar Mirta Torres REALIZAÇÃO PATROCÍNIO Ler para estudar Ler e estudar Constituem uma dupla reversível Ler é um dos caminhos de acesso ao saber: lemos e estudamos para saber, para estarmos

Leia mais

APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ORAL DA CRIANÇA COM SÍNDROME DE DOWN NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONCEPÇÕES DE PAIS E PROFESSORES

APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ORAL DA CRIANÇA COM SÍNDROME DE DOWN NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONCEPÇÕES DE PAIS E PROFESSORES APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ORAL DA CRIANÇA COM SÍNDROME DE DOWN NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONCEPÇÕES DE PAIS E PROFESSORES Resumo Gabriela Jeanine Fressato 1 - Universidade Positivo Mariana Gomes de Sá Amaral

Leia mais

A calculadora na construção das regras dos números inteiros

A calculadora na construção das regras dos números inteiros A calculadora na construção das regras dos números inteiros Pedro Franco de Sá Universidade do Estado do Pará/Universidade da Amazônia Brasil pedro.franco.sa@gmail.com Rosângela Cruz da Silva Salgado Programa

Leia mais

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias 10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias OS CICLOS DE FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO HUMANO E A REALIDADE DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA PÚBLICA Suzane Ribeiro Milhomem E-mail:

Leia mais

TEATRO COMO FERRAMENTA PARA ENSINO/APRENDIZAGEM DE LÍNGUA ESPANHOLA: RELATO DE EXPERIÊNCIA 1

TEATRO COMO FERRAMENTA PARA ENSINO/APRENDIZAGEM DE LÍNGUA ESPANHOLA: RELATO DE EXPERIÊNCIA 1 TEATRO COMO FERRAMENTA PARA ENSINO/APRENDIZAGEM DE LÍNGUA ESPANHOLA: RELATO DE EXPERIÊNCIA 1 Kaio César Pinheiro da Silva Raquel Espínola Oliveira de Oliveira Thais Fernandes da Silva Cristina Bongestab

Leia mais

Objetivo. Letras Profa. Dra. Leda Szabo. Prática de Ensino de Língua Portuguesa. Prática de ensino: uma prática social

Objetivo. Letras Profa. Dra. Leda Szabo. Prática de Ensino de Língua Portuguesa. Prática de ensino: uma prática social Letras Profa. Dra. Leda Szabo Prática de Ensino de Língua Portuguesa Objetivo Apresentar um breve panorama do ensino e aprendizagem da língua portuguesa. Abordar o ensino e a aprendizagem da língua portuguesa

Leia mais

COMANDOS DE PRODUÇÃO TEXTUAL: ANÁLISE DOS DADOS DE UMA PESQUISA-AÇÃO

COMANDOS DE PRODUÇÃO TEXTUAL: ANÁLISE DOS DADOS DE UMA PESQUISA-AÇÃO 2686 COMANDOS DE PRODUÇÃO TEXTUAL: ANÁLISE DOS DADOS DE UMA PESQUISA-AÇÃO Contexto da Pesquisa Nagely Beatriz Hütner - ESAP O presente artigo versa sobre o relato de uma pesquisa de mestrado que teve como

Leia mais

RESUMO. Palavras-chaves: Ensino Fundamental e Médio, Laboratório de Ensino de Matemática, Materiais didáticomanipulativos.

RESUMO. Palavras-chaves: Ensino Fundamental e Médio, Laboratório de Ensino de Matemática, Materiais didáticomanipulativos. UTILIZANDO O LEM PARA REVER OS CONTEÚDOS DO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIENCIA COM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO Educação Matemática nos Anos Finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio GT 10 RESUMO Este trabalho

Leia mais

TROCANDO OS FILHOS DE ESCOLA: UM PEQUENO GUIA PARA OS PAIS

TROCANDO OS FILHOS DE ESCOLA: UM PEQUENO GUIA PARA OS PAIS TROCANDO OS FILHOS DE ESCOLA: UM PEQUENO GUIA PARA OS PAIS Marisa Meira Assim como não existe a escola ideal para todas as crianças, também em muitos casos será preciso trocar de escola. Apresentamos abaixo

Leia mais

Núcleo de Informática Aplicada à Educação Universidade Estadual de Campinas

Núcleo de Informática Aplicada à Educação Universidade Estadual de Campinas Núcleo de Informática Aplicada à Educação Universidade Estadual de Campinas Resumo Este trabalho descreve uma pesquisa piloto realizada em 1987 para analisar as condições para criação de Ambiente Logo

Leia mais

ATIVIDADES INVESTIGATIVAS NO ENSINO DE MATEMÁTICA: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA

ATIVIDADES INVESTIGATIVAS NO ENSINO DE MATEMÁTICA: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA ATIVIDADES INVESTIGATIVAS NO ENSINO DE MATEMÁTICA: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA GT 01 - Educação Matemática no Ensino Fundamental: Anos Iniciais e Anos Finais Maria Gorete Nascimento Brum - UNIFRA- mgnb@ibest.com.br

Leia mais

SUGESTÕES / ORIENTAÇÕES GERAIS PARA O ORIENTADOR PEDAGÓGICO ACOMPANHAR A RECUPERAÇÃO PARALELA DESENVOLVIDA NA UNIDADE ESCOLAR

SUGESTÕES / ORIENTAÇÕES GERAIS PARA O ORIENTADOR PEDAGÓGICO ACOMPANHAR A RECUPERAÇÃO PARALELA DESENVOLVIDA NA UNIDADE ESCOLAR SUGESTÕES / ORIENTAÇÕES GERAIS PARA O ORIENTADOR PEDAGÓGICO ACOMPANHAR A RECUPERAÇÃO PARALELA DESENVOLVIDA NA UNIDADE ESCOLAR Considerando a importância e a complexidade da atuação do orientador pedagógico

Leia mais

AS VIVÊNCIAS DURANTE A FORMAÇÃO DE PROFESSORES: UM PROCESSO DE APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA

AS VIVÊNCIAS DURANTE A FORMAÇÃO DE PROFESSORES: UM PROCESSO DE APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA AS VIVÊNCIAS DURANTE A FORMAÇÃO DE PROFESSORES: UM PROCESSO DE APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA GT 01 Educação matemática no ensino fundamental: anos iniciais e anos finais. Anderson de Almeida Antunes, Universidade

Leia mais

Diferentes metodologias de ensino para o ensino de Reações Químicas em aulas de Ciências do Ensino Fundamental

Diferentes metodologias de ensino para o ensino de Reações Químicas em aulas de Ciências do Ensino Fundamental Diferentes metodologias de ensino para o ensino de Reações Químicas em aulas de Ciências do Ensino Fundamental Mayara M. L. de Souza 1* (PG), Lisandra C. do Amaral (PQ) 2,Concetta Ferraro (PQ) 3 *mayara.souza@acad.pucrs.br

Leia mais

Trabalhando com o lúdico: motivação nas aulas de língua estrangeira para crianças. Temática: Aquisição de linguagem, variação e ensino: um balanço

Trabalhando com o lúdico: motivação nas aulas de língua estrangeira para crianças. Temática: Aquisição de linguagem, variação e ensino: um balanço Trabalhando com o lúdico: motivação nas aulas de língua estrangeira para crianças Deise Anne Terra Melgar (UNIPAMPA)¹ Vanessa David Acosta (UNIPAMPA)² Orientadora: Cristina Pureza Duarte Boéssio Temática:

Leia mais

ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO NA GESTÃO ESCOLAR: OBSERVAÇÕES, PARTICIPAÇÕES E INTERVENÇÕES PEDAGÓGICAS

ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO NA GESTÃO ESCOLAR: OBSERVAÇÕES, PARTICIPAÇÕES E INTERVENÇÕES PEDAGÓGICAS ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO NA GESTÃO ESCOLAR: OBSERVAÇÕES, PARTICIPAÇÕES E INTERVENÇÕES PEDAGÓGICAS RESUMO Eliane Barbosa Éllen Patrícia Alves Castilho Deyse Cristina Brandão Este trabalho refere-se

Leia mais

O PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA: FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA UMA PRÁTICA DIDÁTICO-PEDAGÓGICA INOVADORA

O PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA: FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA UMA PRÁTICA DIDÁTICO-PEDAGÓGICA INOVADORA 1 O PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA: FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA UMA PRÁTICA DIDÁTICO-PEDAGÓGICA INOVADORA CEZÁRIO, Maria Angélica mangelicacezario@gmail.com 1 RESUMO O escopo desse texto

Leia mais

RESUMO. Palavras-chave: Estratégias matemáticas, operações fundamentais, educação matemática.

RESUMO. Palavras-chave: Estratégias matemáticas, operações fundamentais, educação matemática. ESTRATÉGIAS FORMAIS E INFORMAIS DE OPERAÇÕES MATEMÁTICAS UTILIZADAS POR CRIANÇAS NO TRABALHO E NA ESCOLA Alan Gonçalves Lacerda & Marinalva Silva Oliveira Universidade Federal do Amapá NEC- alan-lacerda@uol.com.br

Leia mais

SEÇÃO ENTREVISTA A INICIAÇÃO CIENTÍFICA E A PUBLICAÇÃO NA GRADUAÇÃO COMO MEIOS DE QUALIDADE NA FORMAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR JOSÉ ROBERTO RUS PEREZ

SEÇÃO ENTREVISTA A INICIAÇÃO CIENTÍFICA E A PUBLICAÇÃO NA GRADUAÇÃO COMO MEIOS DE QUALIDADE NA FORMAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR JOSÉ ROBERTO RUS PEREZ Revista Eventos Pedagógicos v.5, n.4 (13. ed.), número regular, p. 115-121, nov./dez. 2014 SEÇÃO ENTREVISTA A INICIAÇÃO CIENTÍFICA E A PUBLICAÇÃO NA GRADUAÇÃO COMO MEIOS DE QUALIDADE NA FORMAÇÃO DE ENSINO

Leia mais

O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS

O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS Daiana Rodrigues dos Santos Prado¹; Francine de Paulo Martins² Estudante do Curso de Pedagogia; e-mail:

Leia mais

05/12/2006. Discurso do Presidente da República

05/12/2006. Discurso do Presidente da República , Luiz Inácio Lula da Silva, no encerramento da 20ª Reunião Ordinária do Pleno Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Palácio do Planalto, 05 de dezembro de 2006 Eu acho que não cabe discurso aqui,

Leia mais