UM ESTUDO DA CONCEPÇÃO TOMASIANA DE AMOR NA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO: AS QUESTÕES 26, 27 E 28 DA SUMA TEOLÓGICA

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1 UM ESTUDO DA CONCEPÇÃO TOMASIANA DE AMOR NA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO: AS QUESTÕES 26, 27 E 28 DA SUMA TEOLÓGICA Resumo SANTIN, Rafael H. UEM Área temática: História da Educação Agência financiadora: CNPq O objetivo deste texto é apresentar 3 questões tomasianas sobre o amor a fim de ressaltar a importância deste estudo para o processo de formação dos professores. Nesse sentido, destacamos a necessidade de aprofundar as leituras das formulações de Tomás de Aquino na disciplina de História da Educação Medieval, com vistas a um aprofundamento na formação teórica dos docentes da educação básica. Deste modo, desenvolvemos nossas ideias com base na metodologia da História Social que nos permite analisar o objeto considerando a totalidade na qual está inserido: a sociedade do Ocidente medieval. As questões 26 (O amor), 27 (A causa do amor) e 28 (Os efeitos do amor) da parte I a II ae da Suma Teológica são dedicadas a investigação sobre a natureza, as causas e os efeitos do amor como paixão da alma. Este sentimento, princípio da ação do homem conforme Tomás de Aquino, está relacionado ao desenvolvimento das faculdades humanas, o intelecto e a vontade. O movimento que caracteriza a atualização destas faculdades envolve a dinâmica do ensino e da aprendizagem. Assim, acreditamos que o estudo destas questões sobre o amor pode contribuir com a formação de professores dispostos a despertar em seus alunos o interesse pelo saber e estimular a leitura e estudo de textos clássicos, para um aprimoramento de seu próprio saber sobre a natureza do homem e da sociedade. Entendemos que estas reflexões se constituem como princípios fundamentais para a prática educativa, cujo objetivo é o conhecimento e a formação humana. Palavras-chave: Tomás de Aquino. História da Educação Medieval. Formação de Professores. Introdução Neste texto temos como objetivo analisar a concepção tomasiana de amor desenvolvida em três questões da primeira seção da segunda parte da Suma Teológica. Tomás de Aquino ( ), teólogo/filósofo dominicano e mestre universitário, é considerado por alguns estudiosos, a exemplo de Nunes (1979), Le Goff (1995) e Oliveira

2 6215 (2005; 2005a), o maior representante escolástico, já que sistematizou a conciliação entre razão e fé, principal paradigma desse movimento. Dentre suas contribuições, destacamos a Suma Teológica, obra escrita para transmitir aos estudantes de seu tempo os ensinamentos da teologia (cf. TORREL, 2004). O tempo em que este pensador viveu, o século XIII, é considerado como o período de apogeu da Idade Média, pois é nele que se observa o desenvolvimento do sistema feudal, o renascimento urbano e comercial e o nascimento da Universidade (cf. LE GOFF, 2005). O entendimento destes acontecimentos permite-nos compreender a importância das formulações de Santo Tomás a respeito do amor, pois acreditamos que sua obra não pode ser estudada sem levar em consideração a totalidade social na qual foi elaborada. Segundo Duby (1995), no século XIII, observou-se que as cidades se tornavam cada vez mais importantes devido, principalmente, a atuação dos artesãos, mercadores e intelectuais. As relações sociais modificaram-se: havia então os interesses mercantis e uma compreensão mais racional 1 do mundo e, por conseguinte, das relações sociais. Passava-se a valorizar, gradativamente, a vida terrena, movimento que caracteriza, inclusive, a arte gótica das catedrais, cuja arquitetura remete às relações entre o divino e o humano (cf. DUBY, 1979). Além disso, foi no século XIII, de acordo com Gilson (1995) e Oliveira (2005), que o pensamento escolástico se desenvolve, principalmente com as contribuições deste teólogo/filósofo. Assim, foi Tomás de Aquino quem instituiu o equilíbrio entre razão e fé, principal paradigma da escolástica e aprimorou o método inerente a esta filosofia que tinha como prática fundamental a disputatio. A disputatio (cf. Pieper, 2000) correspondeu ao espírito da Universidade e seu desenvolvimento contribuiu para o apogeu da filosofia cristã e da educação medieval. Tomás de Aquino participou de alguns debates que se realizaram naquele momento e isso se expressa na forma como elaborou a Suma Teológica. As Questões são redigidas com base nas práticas da disputatio, ou seja, ele obedece a estrutura formal de um debate universitário daquela época. Esta prática tem as seguintes características estruturais: primeiro, fixa-se o problema, depois, elabora-se uma hipótese, em seguida, fazem-se objeções para confirmar a hipótese. Às 1 Racional no sentido de que era preciso dar uma explicação coerente e consistente para os fenômenos observáveis; não bastava mais falar sobre eles, era preciso dar provas de seu funcionamento. Isto era obtido por meio do recurso à dialética, reforçado pela contribuição de Pedro Abelardo, grande mestre do século XII.

3 6216 admoestações seguem contra-objeções e a estas a elaboração da resposta pelo mestre que respeita as posições defendidas no debate. Por fim, dão-se respostas às objeções 2 (cf. Nunes, 1979). Assim, entendemos que as contribuições teóricas, principalmente as questões sobre as paixões da alma de Tomás de Aquino, estão em harmonia com as características de seu tempo histórico 3, pois remetem a reflexão sobre a natureza e o agir humanos, bem como a necessidade de educar o homem para que não seja conduzido indevidamente pelos sentimentos ou interesses supérfluos. Compreendemos, também, que estas análises contribuem para a formação de professores, pois permitem conhecer melhor o homem e as instituições humanas naquilo que têm de essencial, de permanente: os sentimentos. A paixão do amor segundo tomás de aquino Tomás de Aquino discute, explicitamente, sobre o amor na primeira seção da segunda parte da Suma Teológica (q. 26 à 28), em que afirma ser este uma das paixões da parte concupiscível da alma. Assim, na questão 26 investiga sobre a natureza do amor, quais as suas características principais. Na questão 27 estuda as causas deste sentimento e na questão 28 analisa os efeitos do amor no homem. As paixões, de acordo com o teólogo/filósofo, parecem ser movimentos da alma (cf. TOMÁS DE AQUINO, ST, I a II ae, q. 23, a. 2, c.). Movimento, aqui, significa o desenvolvimento de uma potência em ato, isto é, refere-se à atualização de uma potência. Nesse sentido, as paixões, ou emoções, estão imbricadas no processo de atualização do homem, que é composto por duas potências essenciais: o intelecto e a vontade 4. Portanto, fazem parte da natureza humana. 2 É deste modo que se configuram as questões 26, 27 e 28 da Suma Teológica. Portanto, quando nos referimos à questão, estamos nos reportando à estrutura da disputatio. 3 Tanto o conteúdo quanto seus aspectos formais. Com efeito, a Suma foi um gênero bastante utilizado na época de Tomás de Aquino. Uma Suma é uma obra sistemática sobre um determinado corpo de conhecimento. Ou seja, é uma obra teórica cuja função é tratar sumariamente sobre determinado saber. A Suma Teológica, conforme o mestre afirma na introdução, é uma obra dedicada aos estudantes que ingressavam no curso de Teologia, a fim de que se aproximassem dos problemas fundamentais acerca dos quais iriam refletir e debater no decorrer de sua formação (cf. TOMÁS DE AQUINO, ST, I a, Intr.). 4 O intelecto e a vontade são as duas potências que, segundo Tomás de Aquino, caracterizam o ser humano como tal. As relações entre estas duas faculdades humanas é que possibilita o homem agir conscientemente, usufruindo de seu livre-arbítrio. O intelecto é a parte mediante a qual o homem pode conhecer o mundo e a vontade é a parte pela qual ele age. A vontade é passiva com relação ao intelecto, já que depende dele para identificar seu objeto próprio: o sumo bem. O objeto característico do intelecto para Santo Tomás é a verdade (cf. GILSON, 1995).

4 6217 As paixões da alma são classificadas em concupiscíveis e irascíveis. As primeiras são aquelas que permitem o homem a usufruir o bem ou afastar-se do mal sem dificuldades. Porém, quando há algum obstáculo em tais ações as paixões do irascível se manifestam (cf. TOMÁS DE AQUINO, ST, I a II ae, q. 23, a. 2, c.). No primeiro artigo da questão 26, em que discorre sobre a natureza do amor, Santo Tomás procura, a partir da definição das três espécies de apetite (natural, sensitivo e intelectivo), analisar o amor como princípio da ação pela qual o ser busca o que lhe convém como fim a ser alcançado: Ora, em qualquer destes apetites, chama-se amor o princípio do movimento que tende para o fim amado. No apetite natural, o princípio deste movimento é a conaturalidade do que apetece com o objeto para o qual tende, e pode ser chamado amor natural, como a mesma conaturalidade de um corpo pesado em relação ao seu centro se dá pela gravidade, e pode ser chamado amor natural. Do mesmo modo a mútua adequação do apetite sensitivo ou da vontade a um bem, isto é a complacência no bem se chama amor sensitivo, ou intelectivo ou racional. Logo, o amor sensitivo está no apetite sensitivo, como o amor intelectivo no apetite intelectivo. E pertence ao concupiscível porque se refere ao bem absolutamente, não sob o aspecto de árduo, que é objeto do irascível (TOMÁS DE AQUINO, ST, I a II ae, q. 26, a. 1, c.). Como podemos verificar na passagem acima, o autor situa o amor na parte concupiscível da alma a partir da conceituação de apetite intelectivo, isto é, de vontade. Assim, o amor, fazendo parte da vontade, está submetido à relação substancial entre esta potência e a faculdade do intelecto, já que é princípio da ação do indivíduo. Isto nos permite situar a importância deste sentimento para o homem. Acreditamos que a discussão empreendida por Tomás de Aquino sobre o amor está relacionada à educação. Com efeito, no De Magistro, este pensador afirma que o ensino e a aprendizagem são importantes espaços para o amadurecimento das potências humanas. O amor como princípio da ação do homem implica este processo de desenvolvimento já que para agir é preciso consentir 5 e eleger (cf. TOMÁS DE AQUINO, ST, I a II ae, q. 15, a. 3). Portanto, o amor necessita da moderação do pensamento reflexivo. No terceiro artigo da questão 26, esta importância que Tomás de Aquino dá ao amor fica mais evidente, pois o coloca como uma paixão intimamente ligada às relações sociais: 5 Consentir para Santo Tomás significa o que nós hoje chamamos de consciência. Pelo ato de consentir o homem conhece as implicações de sua ação e, a partir disso, está habilitado a escolher o que considera mais conveniente. O debate sobre o consentimento se encontra na questão 15 do v. III da Suma Teológica.

5 6218 Há quatro palavras que, de certo modo, se referem à mesma coisa: amor, dileção, caridade e amizade. Diferem, contudo, em que a amizade, segundo o Filósofo no livro VIII da Ética, é quase um hábito ; enquanto que amor e dileção se fazem compreender a modo de ato ou paixão, ao passo que caridade pode ser entendida de ambos os modos. Essas três palavras exprimem o ato, de diversas maneiras. Assim, o mais geral deles é o amor, pois toda dileção ou caridade é amor, mas não inversamente. A dileção acrescenta ao amor uma eleição precedente, como a própria palavra indica. Por isso, a dileção não está no concupiscível, mas somente na vontade, e apenas na natureza racional. A caridade, por sua vez, acrescenta ao amor uma certa perfeição, na medida em que se tem grande apreço por aquilo que se ama, como a própria palavra o indica (TOMÁS DE AQUINO, ST, I a II ae, q. 26, a. 3, c. Grifos do autor). Como se observa no excerto acima, o amor remete à amizade, à caridade e à dileção, sendo, portanto a base destas disposições humanas. A amizade, conforme a leitura feita por Tomás de Aquino da Ética de Aristóteles, é um hábito. Em outra questão da Suma Teológica o mestre discute a amizade e afirma que esta é uma virtude social essencial para a constituição da sociedade: [...] é necessário que cada um se comporte com relação aos outros de maneira conveniente (TOMÁS DE AQUINO, ST, II a II ae, q. 114, a. 1, c.). Portanto, diferencia-se do amor porque o amor pode referir-se a outras coisas e não somente a outro homem, como é o caso da amizade. Podemos observar que a discussão sobre a amizade implica, também, as relações no seio das instituições como a escola e a Universidade. Acreditamos que o conhecimento, razão de ser destas organizações educativas, dá-se mediante o intercâmbio de saberes entre os indivíduos envolvidos. Nesse sentido, a amizade é uma virtude essencial para a prática educativa, pois na perspectiva do mestre Tomás de Aquino esta não se refere apenas à afeição entre amigos, mas sim à conveniência exigida nas relações sociais de um modo geral. A dileção, conforme o excerto acima, diferencia-se do amor porque exige sempre a eleição, ou seja, uma reflexão sobre a ação, sobre o que deve ser feito. Contudo, dileção é amor à medida que a eleição age sobre o que decorre da deliberação que pode encontrar muitas coisas que agradam o sujeito, isto é, enquanto a deliberação dispõe o que é agradável, pela eleição se escolhe o que mais agrada, o que tem compatibilidade com o apetite intelectivo (cf. TOMÁS DE AQUINO, ST, I a II ae, q. 15, a. 3, ad. 3m.). Nesse sentido é que acreditamos que Tomás de Aquino relaciona amor e dileção. Esta outra disposição, a dileção, também pode ser importante, em nosso entender, para o problema educacional. Com efeito, a dileção implica a eleição, isto é, a escolha daquilo que mais agrada o sujeito. Da forma como compreendemos as formulações de Santo Tomás, a

6 6219 eleição é algo que pressupõe o conhecimento e o desenvolvimento do intelecto, já que depende do consentimento ou consciência. (TOMÁS DE AQUINO, ST, I a II ae, q. 15, a. 3, ad. 3m). O ensino, como afirma o autor no De Magistro (a. 4), serve mais à vida ativa, isto é, àquela na qual os homens realizam suas escolhas na construção da história praticando algo que os diferencia de outros seres deste mundo: o livre-arbítrio. Assim, o ensino está relacionado ao amadurecimento da capacidade reflexiva que, por conseguinte, permite a dileção afeição daquilo que mais agrada segundo a eleição. Assim, verificamos que tanto a amizade quanto a dileção podem estar, de um modo ou de outro, relacionadas com o amadurecimento intelectual do homem. Daí a importância de estudar estas duas virtudes mais sistematicamente. Já a caridade para o mestre é [...] a amizade do homem para com Deus (TOMÁS DE AQUINO, ST, II a II ae, q. 23, a. 5, c.). Esta espécie de amizade, segundo ele, tem como fim a bondade divina e como fundamento a bem-aventurança eterna, que só podem ser atingidos mediante a relação do homem com Deus. Assim, a caridade diferencia-se do amor porque se refere unicamente a Deus, ao passo que o amor pode ser dirigido a Deus e também a outras coisas como aos bens materiais. Assim, considerando a importância do amor para o desenvolvimento das relações sociais e também do próprio homem enquanto criação divina, podemos verificar o quão relevante parecia ser a discussão desta paixão no século XIII, em que a sociedade se modificava bastante, principalmente com o renascimento das cidades e do comércio cujos protagonistas eram os mercadores, os artesãos, os bispos, os mestres, os estudantes e o dinheiro. Naquele contexto, segundo Duby (1994), as relações entre os homens se tornavam mais vulneráveis ao vício, no sentido de se basearem em interesses mais imediatos como a riqueza e luxo. Segundo este historiador contemporâneo, a cidade era considerada por muitos religiosos como palco do pecado devido, principalmente, ao dinheiro. Daí a importância do texto de Tomás de Aquino em que colocava na ordem do dia o fundamento das relações sociais: o amor. Esta discussão sobre o amor como base das relações sociais se desenvolve no terceiro artigo da questão 27 sobre a semelhança como causa do amor:

7 6220 O primeiro modo de semelhança, portanto, causa o amor de amizade ou de benevolência, pois pelo fato de que duas pessoas são semelhantes, tendo a mesma forma, são por elas de certo modo unificadas. Desse modo dois homens são um na espécie de humanidade e dois brancos na brancura. Daí que o afeto de um tende para o outro como uma só coisa consigo e lhe quer o bem como a si mesmo. O segundo modo de semelhança causa o amor de concupiscência ou a amizade do útil ou deleitável. Isso porque tudo o que existe em potência, enquanto tal, tem o apetite de seu ato, e se possui sentido e conhecimento se deleita em sua consecução (TOMÁS DE AQUINO, ST, I a II ae, q. 27, a. 3, c.). Fica claro na passagem acima a ideia de Tomás de Aquino sobre a relação de causalidade entre semelhança e amor. Além disso, podemos observar de que forma a semelhança causa o amor, tanto o amor de amizade, causado pela semelhança entre dois seres que tem o mesmo em ato 6, quanto o amor de concupiscência, causado pela semelhança existente entre um homem que tem em potência o que o outro tem em ato. Esta discussão também parece estar relacionada às questões cotidianas da sociedade em que viveu o autor, já que as relações entre os habitantes da cidade podiam ser entendidas mediante as suas observações. Com efeito, os homens são semelhantes em sua forma e, por isso, suscetíveis de serem amigos, pois ambos têm o mesmo em ato. Já na relação entre mestre e aluno nas Universidades, por exemplo, existe um outro elemento que os fazem semelhantes de um outro modo: o professor detém o conhecimento em ato enquanto o aluno possui a potência do saber. Nas relações comerciais, vendedor e comprador mantêm semelhança de concupiscência, já que um possui o que o outro deseja para si (o vendedor tem o produto que o comprador deseja e este tem o dinheiro, ou objeto, que aquele deseja). Com esta leitura podemos perceber o comprometimento de Tomás de Aquino com os problemas cotidianos de seu tempo histórico, motivo pelo qual é considerado um clássico do pensamento medieval. Deste modo, a leitura e o estudo de suas obras auxiliam na construção do conhecimento sobre a natureza humana, fundamental àqueles que pretendem ensinar. Além disso, Santo Tomás também ressaltava a necessidade do ensino e da aprendizagem ao analisar o amor, pois o intelecto, faculdade responsável pelo conhecimento e 6 Acreditamos que, na perspectiva do mestre Tomás de Aquino, dizer que um e outro têm o mesmo em ato significa que ambos são iguais no sentido de que partilham da mesma realidade. Por exemplo: dois homens são iguais em sua natureza, isto é, são compostos de matéria e forma e de duas potências essenciais, o intelecto e a vontade. Deste ponto de vista, acreditamos que quando afirmamos somos iguais perante a lei, queremos dizer que os homens sob a jurisdição desta lei têm os mesmos direitos e os mesmos deveres, independentemente das diferenças e aspirações individuais. Por isso, entendemos que o amor na visão do autor é o fundamento das relações sociais, pois causa o amor de amizade, aquele que ocorre somente entre os seres humanos.

8 6221 pela moderação da vontade é uma potência humana que o capacita a agir conscientemente, necessitando assim que se torne ato mediante o movimento de conhecer: Ora, no ato de ensinar encontramos uma dupla matéria, o que se verifica até gramaticalmente pelo fato de que ensinar rege um duplo acusativo: ensina-se uma matéria a própria realidade de que trata o ensino e ensina-se segunda matéria alguém, a quem o conhecimento é transmitido. Em função da primeira matéria, o ato de ensinar é próprio da vida contemplativa; em função da segunda, da ativa, pois sua última matéria, na qual se atinge o fim proposto, é matéria da vida ativa. Daí que pertença mais à vida ativa do que à contemplativa, se bem que de algum modo pertença também à vida contemplativa, como dissemos (TOMÁS DE AQUINO, Sobre o ensino, a. 4, c.). Esta passagem, do De Magistro de Tomás de Aquino, é elucidativa do valor que o autor atribui ao ensino e à aprendizagem como espaços em que o homem pode tornar-se efetivamente homem, no sentido de que nele desenvolve suas faculdades substanciais: o intelecto e a vontade. Além disso, podemos perceber qual o fim deste processo de formação humana para o teólogo/filósofo: a vida ativa. Ou seja, está relacionado com o cotidiano, com a construção histórica da sociedade. O conhecimento também é importante para o amor não somente do ponto de vista do movimento intelectivo, mas também do sentimento que se tem com relação ao saber. No segundo artigo da questão 27, Santo Tomás investiga se o conhecimento pode ser causa do amor: RESPONDO. O bem é causa do amor como objeto, como já foi dito. Ora, o bem não é objeto do apetite senão quando apreendido. Logo, o amor requer uma apreensão do bem que se ama. Por isso, diz o Filósofo, no livro X da Ética, que a visão corporal é o princípio do amor sensitivo. De modo semelhante, a contemplação espiritual da beleza ou da bondade é o princípio do amor espiritual. Desse modo, o conhecimento é causa do amor pela mesma razão pela qual o é o bem, que não pode ser amado se não for conhecido (TOMÁS DE AQUINO, ST, I a II ae, q. 27, a. 2, c.). Na passagem acima, o autor constata que o saber é, sim, causa do amor, no sentido de que necessita da apreensão do bem que se ama por parte do intelecto. Nesse sentido, consideramos fundamental que se ensine às crianças e jovens que a sabedoria e a justiça, por exemplo, se constituem fins em si mesmos, pois são virtudes que conduzem o homem a atualização de suas potências. Assim, o amor pelo conhecimento, que a nosso ver é princípio

9 6222 essencial do ato de aprender, é algo que também se ensina. Daí a importância do estudo destas questões tomasianas sobre o amor para a formação de professores. É nesse sentido também que entendemos o fato do autor ter discutido a natureza, as causas e os efeitos do amor. Acreditamos que, sendo a Suma Teológica uma obra pedagógica, cujo intuito era de ensinar os princípios fundamentais da teologia (cf. TORREL, 2004), as questões sobre o amor são desenvolvidas para que os leitores tenham consciência das origens e das consequências do ato humano, visto que o amor é o princípio da ação do homem no mundo: Como acima foi dito, o amor significa certa adequação da potência apetitiva a um bem. Mas nada que se adequa a uma coisa que lhe convém, sofre lesão por isso, mas se for possível, sai mais aperfeiçoado e melhorado. Ao contrário, quem se adequa a algo que não lhe convém fica ferido e pior. Ora, o amor do bem conveniente aperfeiçoa e melhora o amante, e o amor do bem que não convém ao amante fere-o e torna-o pior. Daí que o homem se aperfeiçoe e melhore principalmente pelo amor de Deus, e se fira e se degrada pelo amor do pecado, conforme o livro de Oséias: Tornaram-se abominação como as coisas que amaram (TOMÁS DE AQUINO, ST, I a II ae, q. 28, c.). Ao discutir se o amor é benéfico ou não ao amante no quinto artigo da questão 28, como podemos observar na passagem acima, Tomás de Aquino se preocupa em advertir seus interlocutores sobre as consequências do amor com retidão e do amor desenvolvido indevidamente. Com efeito, afirma que o amor depende da deliberação do que convém amar. Se algo que realmente convém for amado, como a justiça, o amor torna o ser melhor. Se, ao contrário, o objeto amado não for conveniente, como a iniqüidade, torna o ser pior. Assim, é importante, na concepção tomasiana de amor, a reflexão constante sobre o que é conveniente fazer e não nos deixarmos conduzir pelas emoções. Considerações finais Como pudemos verificar com a leitura das questões 26, 27 e 28 da parte I a II ae da Suma Teológica, Tomás de Aquino analisa a categoria de amor de modo a elucidar sua fundamental importância para a natureza humana. Assim, investiga sobre as características, as causas e as consequências desta paixão da alma, demonstrando ao leitor que as ações humanas comportam uma série de desdobramentos sobre os quais devemos refletir, a fim de agirmos retamente para o bem coletivo.

10 6223 Além disso, observamos que o amor é um sentimento que está relacionado ao ato de ensinar e aprender, visto que é importante o sentimento que o educando desenvolve diante do saber. Neste processo o professor tem uma função importante, já que ele possui em ato o que o aluno possui em potência: o conhecimento. Assim, cabe ao professor transmitir ao seu aluno o apreço pelo movimento de aprendizagem de modo que este entenda que o conhecimento é um fim, não um meio, pois implica o desenvolvimento das faculdades humanas essenciais. Nesse sentido, acreditamos que a leitura e análise, no âmbito da disciplina de História da Educação, das questões tomasianas são necessárias para a formação do professor, na medida em que permitem um entendimento de como os medievais concebiam o processo de ensino e aprendizagem, relacionando-o com sua forma característica de compreender o homem e as relações sociais. Do mesmo modo, temos que pensar uma educação para a contemporaneidade que seja compatível com os interesses e valores da atual sociedade, sem perder de vista que o homem é um ser dotado de razão e de sentimento. REFERÊNCIAS ARISTÓTELES. Ética a Nicômacos. Brasília: Editora Universidade de Brasília, DUBY, G. No tempo das catedrais. Editorial Estampa: Lisboa, DUBY, G. Ressurgência. In:. As três ordens ou o Imaginário do Feudalismo. 2. ed. Lisboa: Editorial Estampa, LE GOFF, J. Os intelectuais na Idade Média. São Paulo: Editora Brasiliense, LE GOFF, J. A civilização do ocidente medieval. Bauru: Edusc, NUNES, R. Capítulo IX A escolástica. In:. História da Educação na Idade Média. São Paulo: Edusp, 1979, p OLIVEIRA, T. Escolástica. São Paulo/Porto: Editora Mandruvá, PIEPER, J. Abertura para o todo: a chance da Universidade. Mirandum, São Paulo, jan./jun Disponível em: <http://www.hottopos.com.br/mirand9/abertu.htm>. Acesso em: 15 jul TOMÁS DE AQUINO. Suma Teológica. São Paulo: Loyola, v. III. TOMÁS DE AQUINO. Suma Teológica. São Paulo: Loyola, v. V. TOMÁS DE AQUINO. Suma Teológica. São Paulo: Loyola, v. VI.

11 6224 TOMÁS DE AQUINO. Sobre o ensino (De Magistro), os sete pecados capitais. São Paulo: Martins Fontes, TORREL, J.-P. Iniciação a Santo Tomás de Aquino: sua pessoa e sua obra. São Paulo: Loyola, 2004.

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