Departamento de Informática e Centro de Investigação em TI da Universidade de Évora Centro de Inteligência Artificial da UNL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Departamento de Informática e Centro de Investigação em TI da Universidade de Évora Centro de Inteligência Artificial da UNL"

Transcrição

1 Sistemas de recuperação de informação em bases de textos Paulo Quaresma Departamento de Informática e Centro de Investigação em TI da Universidade de Évora Centro de Inteligência Artificial da UNL Paulo Quaresma 1

2 Objectivos Analisar e propôr soluções para os principais problemas existentes em sistemas de pesquisa de informação em bases de texto Analisar a abordagem proposta pelo DI-UE Paulo Quaresma 2

3 Programa Introdução e conceitos gerais Bases de textos (BT) Pesquisa de informação em BT Problemas e soluções BT: Informação linguística Sistemas de pesquisa de informação Paulo Quaresma 3

4 Programa Solução proposta Arquitectura modular: agentes Módulos: Gestor de BT Expressões relevantes e thesaurus Classificação, agrupamento e visualização de documentos Gestão de interacções Paulo Quaresma 4

5 Programa Aplicação case studies: Arquivo digital DI/UE PGR - Acesso aos Pareceres da Procuradoria Geral da República Portuguesa Paulo Quaresma 5

6 Bases de textos Objectivo: Representar conjuntos grandes de documentos escritos numa ou mais Línguas, possibilitando uma posterior pesquisa eficiente. Problemas: Representar os documentos Pesquisar os documentos (ou a sua representação) Paulo Quaresma 6

7 Bases de textos Representação de documentos: Ficheiros Bases de dados relacionais Bases de textos (estruturas de dados específicas): Inverted files - Ficheiros invertidos PAT-Trees - Árvores PAT... Paulo Quaresma 7

8 Bases de textos A representação a usar depende das funcionalidades desejadas! Paulo Quaresma 8

9 Bases de textos Exemplos de pesquisas: Quais os documentos em que aparece a palavra canto? Quais os documentos em que aparece a palavra canto ou qualquer outra forma do verbo cantar? Paulo Quaresma 9

10 Bases de textos Exemplos (cont.): Quais os documentos em que aparecem na mesma frase as palavras português e assassinado (ou sinónimos)? Documentos ordenados por relevância em que...? Paulo Quaresma 10

11 Bases de textos Inadequação das bases de dados relacionais tradicionais para satisfazer os requisitos dos sistemas de pesquisa de informação em textos Necessidade de estruturas de dados específicas e necessidade de incorporar conhecimento linguístico! Paulo Quaresma 11

12 Estruturas de dados Ficheiros invertidos inverted files Os documentos são processados e é obtido o conjunto de palavras que os constituem. Cada palavra está associada a um conjunto de ocorrências (documento, offset) dessa palavra nos documentos Paulo Quaresma 12

13 Estruturas de dados Doc1: Documento a indexar Doc2: Outro documento que vai ser indexado Resultado: a - (doc1, 2) documento - (doc1, 1), (doc2, 2) indexar - (doc1, 3) indexado - (doc2, 6) Paulo Quaresma 13

14 Estruturas de dados Organização do conjunto de palavras que constituem os documentos: Conjunto Lista ordenada Tabela de Hash Árvores de pesquisa Paulo Quaresma 14

15 Estruturas de dados Lista Ordenada A Documento Indexado Indexar (doc1, 2) (doc1, 1), (doc2,2) (doc2, 6) (doc1, 3) Paulo Quaresma 15

16 Estruturas de dados Tabela de Hash A (doc1, 2) Indexar (doc1, 3) Documento (doc1, 1), (doc2,2) Indexado (doc2, 6) Paulo Quaresma 16

17 Árvores de pesquisa Cada nó da árvore identifica uma letra e pode ter 26 filhos (letras) Os nós podem representar palavras dos documentos, caso em que têm associado uma lista de ocorrências Exemplo: doc1: a ave voa doc2: as aves voam Paulo Quaresma 17

18 Árvores de pesquisa (doc1,1) A V (doc2,1) S V O (doc1,2) E A (doc1,3) (doc2,2) S M (doc2,3) Paulo Quaresma 18

19 Estruturas de dados Vantagens e desvantagens Listas Ordenadas Tabelas de Hash Árvores de pesquisa Paulo Quaresma 19

20 Bases de textos Problema: presidente da república Solução: Nova lista que liga as palavras de um modo sequencial! Paulo Quaresma 20

21 Árvores de pesquisa (doc1,1) A V (doc2,1) S V O (doc1,2) E A (doc1,3) (doc2,2) S M (doc2,3) Paulo Quaresma 21

22 Bases de textos Problema: Ter em conta informação linguística! Pesquisar voar ou qualquer outra flexão do verbo Solução: Criar vários indíces (várias tabelas ou árvores) para o mesmo conjunto de documentos! Problema: É necessário ter um dicionário (léxico) com esta informação! Paulo Quaresma 22

23 Árvores de pesquisa (doc1,1), (doc2, 1) A V (doc1,2), (doc2,2) V E O A R (doc1,3) (doc2,3) Paulo Quaresma 23

24 Bases de textos Problema: Ter em conta categoria morfosintáctica! Pesquisar canto como substantivo! Solução: Adicionar etiqueta morfo-sintáctica à lista de ocorrências. Problema: É necessário fazer previamente a etiquetagem morfo-sintáctica! Paulo Quaresma 24

25 Árvores de pesquisa (doc1,art,1), (doc2, art, 1) A V (doc1,n, 2), (doc2,n, 2) V E O A R (doc1,v, 3) (doc2,v, 3) Paulo Quaresma 25

26 Bases de textos Problema: Ter em conta sinónimos (thesaurus)! Pesquisar lei ou os seus sinónimos! Solução: Criar um novo índice (lista ou árvore) em que as palavras são transformadas num dos seus sinónimos. Problema: É necessário conhecer previamente os sinónimos das palavras! Paulo Quaresma 26

27 Bases de textos Exemplo: Assumindo que ave e pássaro são sinónimos, vejamos a representação das frases: A ave voa Os pássaros voam Paulo Quaresma 27

28 Árvores de pesquisa (doc1,art,1) A P V O (doc2,art,1) V... O (doc1,n, 2) E O A (doc2, n, 2) R (doc1,v, 3) (doc2,v, 3) Paulo Quaresma 28

29 Árvores de pesquisa (doc1,art,1) A V O (doc2,art,1) (doc1,n, 2), (doc2,n, 2) V E O A R (doc1,v, 3) (doc2,v, 3) Paulo Quaresma 29

30 Bases de textos Problema: Determinadas palavras têm uma frequência muito elevada! Exemplo: artigos, preposições, pronomes. Pesquisar artigo a. Solução: Eliminar algumas palavras da estrutura de indexação (stop-words). Problema: É necessário conhecer previamente esta lista! Paulo Quaresma 30

31 Árvores de pesquisa A V (doc1,n, 2), (doc2,n, 2) V E O A R (doc1,v, 3) (doc2,v, 3) Paulo Quaresma 31

32 Bases de textos Problema: Pesquisa por prefixos e sufixos. Pesquisar voa* ou *ar Solução nas árvores: Encontrar sub-árvores na árvore global Pesquisa por prefixo mais eficiente: sub-árvore tem a mesma raiz que a árvore global Pesquisa por sufixo ineficiente -> árvore de pesquisa inversa! Paulo Quaresma 32

33 Árvores de pesquisa (doc1,1), (doc2, 1) A V (doc1,2), (doc2,2) V E O A Voa* R (doc1,3) (doc2,3) Paulo Quaresma 33

34 Pesquisa em bases de textos Problemas: Léxico Etiquetagem morfo-sintáctica Sinónimos Stop-words Paulo Quaresma 34

35 Pesquisa em bases de textos Exemplos: presidente da república voa ou qualquer outra flexão do verbo voar lei ou um sinónimo Solução: Utilizar estrutura de dados adequada! Necessário aceder aos módulos lexicais, sinónimos, etc. Paulo Quaresma 35

36 Pesquisa em bases de textos Mais exemplos: presidente perto de república presidente a 2 palavras de distância de república presidente e república na mesma frase. Solução: Utilizar a lista de sequências de palavras existente nas estrutura de dados! Paulo Quaresma 36

37 Pesquisa em bases de textos Mais exemplos: presidente ou Jorge Sampaio militar e bombeiro Solução: Suportar operações booleanas sobre conjuntos de ocorrências. Paulo Quaresma 37

38 Pesquisa em bases de textos militar e bombeiro militar -> (doc1, 5), (doc2, 10) bombeiro -> (doc1, 15), (doc3, 8) Resultado: doc1 Abordagem: Operações sobre conjuntos: reunião, intersecção, diferença Paulo Quaresma 38

39 Pesquisa em bases de textos Exemplos: bombeiros ordenado por relevância dos documentos. Solução: Acrescentar um campo aos índices que meça a relevância: frequência no texto, posição da palavra no texto (título, início, fim), tags XML,... Paulo Quaresma 39

40 Pesquisa em bases de textos Exemplo: militares Resultado: 1024 documentos... Solução: Classificar e agrupar os documentos por tópico Relacionar os documentos entre si Visualizar de um modo gráfico essas relações Paulo Quaresma 40

41 Pesquisa em bases de textos Exemplo: feridos Resultado: 768 documentos, dos quais 52 também são sobre militares. Solução: Noção de contexto de diálogo Representação do modelo do utilizador Modelação do comportamento do sistema: cooperatividade, pró-actividade Paulo Quaresma 41

42 Pesquisa em bases de textos Exemplo: Dos documentos anteriores, quais é que são sobre a guerra na Bósnia? Resultado: 7... Solução: Análise sintáctica, semântica Resolução de anáforas, elipses,... Paulo Quaresma 42

43 Pesquisa em bases de textos Exemplo: E em que documentos é que existe um assassínio de uma pessoa pelo seu vizinho? Solução: Representação semântica do texto Procedimentos de prova sobre a representação semântica Paulo Quaresma 43

44 Pesquisa em bases de textos Exemplo do CLEF'04: Texto: Como morreu Jimi Hendrix? Um patologista defendeu que Jimi Hendrix morreu de asfixia após ter ingerido álcool e uma dose excessiva de barbitúricos. Resposta: De asfixia. Paulo Quaresma 44

45 Pesquisa em bases de textos Exemplo do CLEF'04: Texto: Onde é o hospital Júlio de Matos? Tem sede provisória no Hospital Júlio de Matos, em Lisboa, mais precisamente nos Serviços de Psicoterapia Comportamental (Av. do Brasil, Lisboa). Resposta: Lisboa. Paulo Quaresma 45

46 Pesquisa em bases de textos Quantos desempregados há na Europa? A taxa de desemprego nos países industrializados deverá crescer 0,1 por cento até ao fim do ano, atingindo 8,6 por cento da população activa, ou seja, 33 milhões de pessoas, 23 milhões dos quais na Europa ocidental, sublinha um relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) ontem divulgado em Genebra. Resposta: 23 milhões. Paulo Quaresma 46

47 Pesquisa em bases de textos Exemplo do CLEF'04: Com quem se casou Michael Jackson? A filha de Elvis Presley, Lisa Marie, 26 anos, confirmou o seu casamento há 11 semanas atrás com o cantor Michael Jackson, 35 anos, num comunicado enviado pela MJJ Productions, encarregada na segunda-feira das relações públicas do cantor para os principais media. Resposta: Lisa Marie. Paulo Quaresma 47

48 Pesquisa em bases de textos Novos problemas: Classificação e agrupamento de documentos Inferência de relações entre documentos Visualização gráfica dos agrupamentos Análise sintáctica e semântica das pesquisas e dos textos. Contexto do diálogo e modelo dos utilizadores Comportamento do sistema: cooperativo e próactivo Paulo Quaresma 48

49 Problema 1: Léxico Léxico: Criar uma base de dados lexical Integrá-la no SGBT (sistema gestor de bases de texto) de um modo transparente para o utilizador: Na indexação: palavras são indexadas na sua forma base (canónica) Na pesquisa: palavra é substituída pela sua forma base Paulo Quaresma 49

50 Problema 1: Léxico Base de dados lexical: Palavra Categoria gramatical Informação sobre a flexão (número, género, tempo verbal, modo verbal,...) Palavra base... Ex: corro, v, 1, presente, indicativo,... Paulo Quaresma 50

51 Problema 1: Léxico Base de dados lexical: Relacional Factos Prolog Estrutura de dados específica (tabela de hash,...) Construção a partir de: dicionários já existentes flexão das entradas dos dicionários Paulo Quaresma 51

52 Problema 2: Stop-words Obter lista de palavras a eliminar: Não devem ser indexadas Devem ser eliminadas na pesquisa Lista pode ser obtida a partir de consultas à base lexical: select * from lexico where categoria=prep... Paulo Quaresma 52

53 Problema 3: Etiquetagem Etiquetagem morfo-sintáctica: Associar, a cada palavra dos textos a indexar, a sua categoria morfo-sintáctica: n, v, art,... Permitir a pesquisa, tendo em conta as etiquetas associadas: canto/v canto/n Paulo Quaresma 53

54 Problema 3: Etiquetagem Abordagens: Simbólica: Análise lexical e sintáctica -> gramáticas Não simbólica/estatística: Probabilidades Redes neuronais Algoritmos genéticos... Paulo Quaresma 54

55 Problema 3: Etiquetagem Análise sintáctica frase -> sn, sv. Sn -> art, n. n -> [X], { dic(x, n,...) }. Problemas: Grau de abrangência da gramática (completude) Palavras desconhecidas Paulo Quaresma 55

56 Problema 3: Etiquetagem Possível solução: Analisadores sintácticos parciais Chart parsers Exemplo O Karagounis rematou... sn(o/art Karagounis/desc) sv(rematou/v) Paulo Quaresma 56

57 Problema 3: Etiquetagem Abordagem não simbólica/estatística Probabilidades Prob desta palavra ter a etiqueta X, dado que a seguir está a palavra P Cálculo a priori com base em textos previamente etiquetados. Problemas: Necessidade de ter textos etiquetados e de ter em conta que existirão erros! Paulo Quaresma 57

58 Problema 3: Etiquetagem Rede neuronal Utiliza como input as probabilidades condicionais e como output obtém a etiqueta da palavra P(tag1 w) P(tag2 w) P(tag1) P(tag2) P(tagn w) P(tagn) Paulo Quaresma 58

59 Problema 3: Etiquetagem Rede neuronal Necessidade de treinar a rede Texto previamente etiquetado! Suporta razoavelmente bem textos com palavras desconhecidas. Possibilidade de topologias distintas: considerar uma palavra à frente, uma palavra atrás, duas palavras, uma à frente e outra atrás,... Paulo Quaresma 59

60 Problema 4: Sinónimos Abordagens: Dicionário de sinónimos Dependente da cobertura do dicionário, dependente do domínio dos textos e da sua Língua Extracção automática de sinónimos Independente do domínio e da Língua Erros... Paulo Quaresma 60

61 Problema 4: Sinónimos Extracção automática de sinónimos Análise (parcial) sintáctica dos textos Cálculo de medidas de co-relação entre palavras com as mesma função nos textos e que são usadas com o mesmo tipo de argumentos (verbos, complementos) Exemplo: as palavras lei e decreto são usadas sempre com a mesma função e com os mesmo tipo de argumentos -> candidatas a palavras sinónimas Paulo Quaresma 61

62 Problema 5: Análise sintáctica Léxico e gramática específicos para a Língua (e domínio) dos textos Prever a possibilidade de existência de palavras desconhecidas e de construções gramaticais não previstas Análise sintáctica parcial Etiquetadores morfo-sintácticos Paulo Quaresma 62

63 Problema 5: Análise sintáctica Analisadores sintácticos parciais Chart parsers Ascendentes Descendentes Mistos Paulo Quaresma 63

64 Problema 5: Análise sintáctica O João leu o livro. Art pron... N V Art pron N... Paulo Quaresma 64

65 Problema 5: Análise sintáctica O João leu o livro. Art N V Art pron N... Sn Paulo Quaresma 65

66 Problema 5: Análise sintáctica O João leu o livro. Art Art N V N Sn Sn Paulo Quaresma 66

67 Problema 5: Análise sintáctica O João leu o livro. Art Art N V N Sn Sn Frase Sv Paulo Quaresma 67

68 Problema 5: Análise sintáctica O Xxx leu o livro. Art V Art N Sv Sn Paulo Quaresma 68

69 Problema 5: Análise sintáctica Quando analisador falha: Análise por palavra-chave Quero consultar documentos sobre militares. Paulo Quaresma 69

70 Problema 6: Análise semântica Possível de efectuar para domínios concretos e sub-conjuntos de uma determinada Língua Necessidade de ter informação semântica no dicionário. Vários formalismos: DRT - Discourse Representation Theory, possui procedimentos de prova Paulo Quaresma 70

71 Problema 6: Análise semântica O João leu o livro. X Y nome(x, 'João'), livro(y) ler(x,y). Paulo Quaresma 71

72 Problema 6: Análise semântica Documentos onde alguém lê um livro. X Y livro(y) ler(x,y).?- nome(x, Z). Z = 'João'. Paulo Quaresma 72

73 Problema 7: Classificação de documentos Manual Automática Aprendizagem Redes neuronais Algoritmos genéticos Indução de regras Paulo Quaresma 73

74 Problema 7: Classificação de documentos Redes neuronais Palavras Relevantes Tópicos Paulo Quaresma 74

75 Problema 7: Classificação de documentos Indução de regras pal(p1), pal(p2),..., pal(pn) -> class(x) Ex: pal(assassínio) -> class(crime) As regras são induzidas com base num conjunto de treino e avaliadas num outro conjunto também previamente classificado. Paulo Quaresma 75

76 Problema 8: Agrupamento clustering de documentos Algoritmos de clustering Hierárquicos Não hierárquicos Baseados em medidas de distância entre documentos (com base na sua classificação) Paulo Quaresma 76

77 Problema 9: Inferência de relações entre documentos Pré-cálculo de relações por Tópico Citação Autor... Paulo Quaresma 77

78 Problema 9: Inferência de relações entre documentos Representação das relações através Base de dados relacional Estrutura de dados específica (tabela de hash,...) Factos Prolog... Paulo Quaresma 78

79 Problema 10: Visualização de relações entre documentos Grafos VRML Interactividade (associar acções aos nós) Paulo Quaresma 79

80 Problema 11: Contexto da interacção Estrutura de dados que representa o contexto da interacção: Pilha Árvore Grafo Paulo Quaresma 80

81 Problema 11: Contexto da interacção Cada nó da estrutura de dados deve conter a representação (semântica) da pergunta efectuada, após ser feita a sua análise e interpretação militar X Y doc(x), pessoa(y) militar(y) sobre(x,y) Paulo Quaresma 81

82 Problema 11: Contexto da interacção Ex1: Ferido X Y doc(x), pessoa(y) militar(y) sobre(x,y) X Y doc(x), pessoa(y) militar(y), ferido(y) sobre(x,y) Paulo Quaresma 82

83 Problema 11: Contexto da interacção Ex2: Civil X Y doc(x), pessoa(y) militar(y) sobre(x,y) X Y doc(x), pessoa(y) civil(y) sobre(x,y) Paulo Quaresma 83

84 Problema 11: Contexto da interacção Necessário: Análise lexical Análise sintáctica Análise semântica Paulo Quaresma 84

85 Problema 11: Contexto da interacção Necessário verificar se a nova pergunta é uma especificação de uma pergunta anterior ou se é um novo contexto: Contradição semântica Contradição na base de textos (conjunção das perguntas tem como resposta o conjunto vazio) Paulo Quaresma 85

86 Problema 11: Contexto da interacção Contradição semântica Juntar as representações semânticas e avaliar se existe contradição Existem procedimentos para avaliar se uma dada representação semântica é contraditória. Paulo Quaresma 86

87 Problema 11: Contexto da interacção Contradição na base de textos Conjunção (AND) das pesquisas obtém um resultado não vazio. Não é equivalente a ser contraditório! Paulo Quaresma 87

88 Problema 12: Modelo do utilizador Representação das acções dos utilizador Actos de fala Inferências das suas atitudes Intenções (int) Objectivos (goal) Crenças (bel) Paulo Quaresma 88

89 Problema 12: Modelo do utilizador Actos de fala inform(x, Y, P) request(x, Y, A) inform-ref(x, Y, R, P) ack(x)... Paulo Quaresma 89

90 Problema 12: Modelo do utilizador Documentos sobre militares? Análise sintáctica e semântica Interpretação em contexto Acto de fala: request(u, s, inform-ref(s, u, X, [X Y doc(x), militar(y), sobre(x, Y)])) Paulo Quaresma 90

91 Problema 12: Modelo do utilizador Inferência das atitudes dos utilizadores a partir dos seus actos: request(u, S, A) causes bel(s, int(u, A)) inform(u, S, P) causes bel(s, bel(u, P)) Assumem-se utilizadores racionais e bem comportados, isto é, que só informam aquilo que acreditam ser verdadeiro. Paulo Quaresma 91

92 Problema 12: Modelo do utilizador Modelo alternativo (não assumindo o bom comportamento) inform(u, S, P) causes bel(s, int(u, bel(s, bel(u, P)))) request(u, S, A) causes bel(s, int(u, bel(s, int(s, A)))) Paulo Quaresma 92

93 Problema 12: Modelo do utilizador Teoria de atitudes BDI (beliefs, desires, intentions) bel(x,p), bel(x, not_p) -> false int(x, A), not int(x, A) -> false... Paulo Quaresma 93

94 Problema 12: Modelo do utilizador É necessária uma semântica formal e um procedimento de prova para obter as atitudes válidas após um dado acto de fala! Solução possível: programação em lógica Stable model semantics (semântica de modelos estáveis) Well founded semantics (semântica bem fundada) Paulo Quaresma 94

95 Problema 13: Modelo do sistema Representação do comportamento do sistema Cooperatividade Sinceridade Pró-actividade Paulo Quaresma 95

96 Problema 13: Modelo do sistema Sistema cooperativo e crédulo bel(s, int(u, A)) -> int(s, A) bel(s, bel(u, P)) -> bel(s, P) Paulo Quaresma 96

97 Problema 13: Modelo do sistema Sistema menos cooperativo e menos crédulo bel(s, int(u, A)), not int(s, neg A) -> int(s, A) bel(s, bel(u, P)), not bel(s, neg P) -> bel(s, P) Paulo Quaresma 97

98 Problema 13: Modelo do sistema Sistema anti cooperativo e que acredita que o utilizador é mentiroso bel(s, int(u, A)) -> neg int(s, A) bel(s, bel(u, P)) -> neg bel(s, P) ou bel(s, bel(u, P)) -> bel(s, neg P) Paulo Quaresma 98

99 Problema 14: Planeamento Com base nas atitudes inferidas para o sistema é necessário planear as suas acções; Se int(s, inform-ref(s, U, X, P)), desc(x) então exec_sgbt(x, P) causa not_desc(x) Se int(s, inform-ref(s, U, X, P)), not_desc(x) então inform-ref(s, U, X, P) causa neg int(s,inform-ref(s, U, X, P)) Paulo Quaresma 99

100 Problema 14: Planeamento Módulo de planeamento (tema clássico na IA) STRIPS... Abdução... Quais as acções que permitem obter os efeitos desejados? Paulo Quaresma 100

101 Problema 15: Dinâmica (tempo) Os modelos devem conter a representação do tempo Interpretação em contexto Análise introspectiva: saber o qué é válido em cada estado/instante de tempo Paulo Quaresma 101

102 Problema 15: Dinâmica (tempo) Representação do tempo Event Calculus Situation Calculus Programação em lógica dinâmica (DLP) Paulo Quaresma 102

04/03/2013. Gerenciamento de Dados e Informação. Recuperação de Dado X Informação. Histórico

04/03/2013. Gerenciamento de Dados e Informação. Recuperação de Dado X Informação. Histórico Recuperação de Dado X Informação Gerenciamento de Dados e Informação Fernando Fonseca Ana Carolina Robson Fidalgo Comparação (matching) Recuperação de Dados Exata Recuperação de Informação Aproximada Dados

Leia mais

(máx. 1.000 caracteres, cerca de ½ página A4, para cada uma das versões)

(máx. 1.000 caracteres, cerca de ½ página A4, para cada uma das versões) ABC - Acess inteligente a Bases de Conhecimento jurídicas Síntese do Projecto (em Português e Inglês): (máx. 1.000 caracteres, cerca de ½ página A4, para cada uma das versões) Na actual sociedade de informação

Leia mais

Realizado por: Luis Miguel das Neves Leal. Orientadora: Engº. Fátima Rodrigues

Realizado por: Luis Miguel das Neves Leal. Orientadora: Engº. Fátima Rodrigues Text Mining Text Mining Realizado por: Luis Miguel das Neves Leal Orientadora: Engº. Fátima Rodrigues Índice Índice de Figuras...III Índice de Tabelas... IV 1. Introdução...1 1.1 Motivação...1 1.2 Objectivo...1

Leia mais

Informação Prova de Equivalência à Frequência

Informação Prova de Equivalência à Frequência Básico Informação Prova de Equivalência à Frequência INGLÊS (LE I) Prova escrita e oral Prova 21 2015 do Ensino Básico 1. Introdução O presente documento visa divulgar as características da prova de exame

Leia mais

Guia do Mestrado em Informática Sistemas e Redes & Ciência de Computadores

Guia do Mestrado em Informática Sistemas e Redes & Ciência de Computadores Guia do Mestrado em Informática Sistemas e Redes & Ciência de Computadores Faculdade de Ciências, Universidade do Porto Faculdade de Ciências da Universidade do Porto 2006-2008 http://www.dcc.fc.up.pt/mi

Leia mais

Níveis de desempenho. Perguntar e fornecer opiniões. Perguntar e responder sobre os diferentes tipos de férias

Níveis de desempenho. Perguntar e fornecer opiniões. Perguntar e responder sobre os diferentes tipos de férias Competências.Adquirir conhecimentos sobre a cultura e civilização Anglo- Americana numa perspectiva intercultural. - Aprofundar o conhecimento da realidade Portuguesa através do confronto com aspectos

Leia mais

NOTA À 2ª EDIÇÃO... VII PREFÁCIO... IX. No Renascimento de uma Nova Era... IX PREÂMBULO... XIII. Organização do livro... xiii. Destinatários...

NOTA À 2ª EDIÇÃO... VII PREFÁCIO... IX. No Renascimento de uma Nova Era... IX PREÂMBULO... XIII. Organização do livro... xiii. Destinatários... NOTA À 2ª EDIÇÃO... VII PREFÁCIO... IX No Renascimento de uma Nova Era... IX Índice PREÂMBULO... XIII Organização do livro... xiii Destinatários... xiv Utilização do livro... xiv Agradecimentos... xiv

Leia mais

PARFOR 2014 CURSO INTENSIVO DE ATUALIZAÇÃO DE PROFESSORES DE PORTUGUÊS LÍNGUA MATERNA FLUP

PARFOR 2014 CURSO INTENSIVO DE ATUALIZAÇÃO DE PROFESSORES DE PORTUGUÊS LÍNGUA MATERNA FLUP PARFOR 2014 CURSO INTENSIVO DE ATUALIZAÇÃO DE PROFESSORES DE PORTUGUÊS LÍNGUA MATERNA FLUP Semântica 28/jan/2014 António Leal a.leal006@gmail.com AGENDA Semântica Frásica: Tempo (considerações gerais)

Leia mais

Linguateca e Processamento de Linguagem Natural na Área da Saúde: Alguns Comentários e Sugestões

Linguateca e Processamento de Linguagem Natural na Área da Saúde: Alguns Comentários e Sugestões Capítulo 7 Linguateca e Processamento de Linguagem Natural na Área da Saúde: Alguns Comentários e Sugestões Liliana Ferreira, António Teixeira e João Paulo da Silva Cunha Luís Costa, Diana Santos e Nuno

Leia mais

Universidade Federal de Santa Catarina. Text Mining. Data Mining INE5644

Universidade Federal de Santa Catarina. Text Mining. Data Mining INE5644 Universidade Federal de Santa Catarina Text Mining Data Mining INE5644 Augusto Fredigo Hack Luis Felipe Nunes Matheus Hoffmann Silva Thiago Thalison Firmino de Lima Florianópolis, 19 de outrubro de 2013

Leia mais

COESÃO COERÊNCIA. É um dos meios que garante a unidade semântica e a organização de um enunciado.

COESÃO COERÊNCIA. É um dos meios que garante a unidade semântica e a organização de um enunciado. 1. COESÃO 1.1. O que é? É um dos meios que garante a unidade semântica e a organização de um enunciado. Dito de forma mais simples: a coesão textual tem a ver com a maneira como se processa a ligação entre

Leia mais

EXCEL. Listas como Bases de Dados

EXCEL. Listas como Bases de Dados Informática II Gestão Comercial e da Produção EXCEL Listas como Bases de Dados (TÓPICOS ABORDADOS NAS AULAS DE INFORMÁTICA II) Curso de Gestão Comercial e da Produção Ano Lectivo 2002/2003 Por: Cristina

Leia mais

POS-Tagging usando Pesquisa Local

POS-Tagging usando Pesquisa Local POS-Tagging usando Pesquisa Local João Laranjinho and Irene Rodrigues and Lígia Ferreira Universidade de Évora Abstract. Neste artigo apresenta-se um sistema de part-of-speech tagging, independente do

Leia mais

Capítulo 1. Linguagens e processadores

Capítulo 1. Linguagens e processadores Capítulo 1. 1. Linguagens 1.1. Definição Definição : Uma linguagem L sobre um alfabeto, também designado com frequência por vocabulário, V, é um conjunto de frases, em que cada frase é uma sequência de

Leia mais

O Cortex e a sua participação no HAREM

O Cortex e a sua participação no HAREM Capítulo 9 O Cortex e a sua participação no HAREM Christian Nunes Aranha Diana Santos e Nuno Cardoso, editores, Reconhecimento de entidades mencionadas em português: Documentação e actas do HAREM, a primeira

Leia mais

PROVA 358. (Dec.- Lei n.º 139/2012, de 5 de julho) 2014/2015 1.ª e 2.ª Fases

PROVA 358. (Dec.- Lei n.º 139/2012, de 5 de julho) 2014/2015 1.ª e 2.ª Fases PROVA 358 INFORMAÇÃO - PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA INGLÊS Formação Específica Anual 12.º Ano (Dec.- Lei n.º 139/2012, de 5 de julho) 2014/2015 1.ª e 2.ª Fases Provas Escrita e Oral Cursos Científico-

Leia mais

Orientanda do Dr. Paulo Miguel Duarte Quaresma (Univ. Évora) e Co-orientanda da Drª Rove Chishman (Unisinos).

Orientanda do Dr. Paulo Miguel Duarte Quaresma (Univ. Évora) e Co-orientanda da Drª Rove Chishman (Unisinos). DIRPI - um processo interdisciplinar e interinstitucional Ana Luísa Leal 1 e Paulo Quaresma 2 Departamento de Informática Universidade de Évora analu@di.uevora.pt, pq@di.uevora.pt Resumo: Este artigo apresenta

Leia mais

Outlook 2003. Nivel 1. Rui Camacho

Outlook 2003. Nivel 1. Rui Camacho Outlook 2003 Nivel 1 Objectivos gerais Enviar e Responder a mensagens de correio electrónico, e gestão de contactos, marcação de compromissos e trabalhar com notas. Objectivos específicos Começar a trabalhar

Leia mais

Grice, o que é dito e o que é comunicado

Grice, o que é dito e o que é comunicado Grice, o que é dito e o que é comunicado Referências: Grice, Paul, Logic and conversation, in Studies in the Way of Words, Cambridge (Mas.), Harvard University Press, 1989, pp 22-40. Grice, Paul, Meaning,

Leia mais

sistemas de informação nas organizações

sistemas de informação nas organizações sistemas de nas organizações introdução introdução aos sistemas de objectivos de aprendizagem avaliar o papel dos sistemas de no ambiente empresarial actual definir um sistema de a partir de uma perspectiva

Leia mais

EDITAL DE RETIFICAÇÃO Nº 01 CONCURSO PÚBLICO - EDITAL Nº 01/2014

EDITAL DE RETIFICAÇÃO Nº 01 CONCURSO PÚBLICO - EDITAL Nº 01/2014 EDITAL DE RETIFICAÇÃO Nº 01 CONCURSO PÚBLICO - EDITAL Nº 01/2014 O Prefeito do município de Motuca, Estado de São Paulo, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela legislação em vigor, torna público

Leia mais

PROCESSO DE SELEÇÃO PARA ALUNOS NOVOS. 2º ao 5º ano do Ensino Fundamental 2016 Unidade Recreio

PROCESSO DE SELEÇÃO PARA ALUNOS NOVOS. 2º ao 5º ano do Ensino Fundamental 2016 Unidade Recreio PROCESSO DE SELEÇÃO PARA ALUNOS NOVOS 2º ao 5º ano do Ensino Fundamental 2016 Unidade Recreio I ORIENTAÇÕES GERAIS a) As famílias que desejarem conhecer a Escola e inscrever seus filhos para o processo

Leia mais

Avaliação Preditiva. Capítulo 9. HCI, Cap. 12, AlanDix. Interactive System Design, Cap. 8, William Newman

Avaliação Preditiva. Capítulo 9. HCI, Cap. 12, AlanDix. Interactive System Design, Cap. 8, William Newman Avaliação Preditiva Capítulo 9 HCI, Cap. 12, AlanDix Interactive System Design, Cap. 8, William Newman Transparências da disciplina de Interfaces Homem-Máquina IST, Mário Rui Gomes e Joaquim Jorge Resumo:

Leia mais

MANUAL DE UTILIZAÇÃO DA PLATAFORMA MOODLE

MANUAL DE UTILIZAÇÃO DA PLATAFORMA MOODLE MANUAL DE UTILIZAÇÃO DA PLATAFORMA MOODLE A EQUIPA DO PTE 2009/2010 Índice 1. Entrar na plataforma Moodle 3 2. Editar o Perfil 3 3. Configurar disciplina 4 3.1. Alterar definições 4 3.2. Inscrever alunos

Leia mais

Alemão (Nível A1) - Nível de Iniciação

Alemão (Nível A1) - Nível de Iniciação Alemão (Nível A1) - Nível de Iniciação Ano letivo 2014-2015 Docente: Paulo Alexandre da Silva Brito Martins SINOPSE Esta disciplina destina-se aos aprendentes de língua alemã como língua estrangeira sem

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO CST ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO 68 A disciplina estuda a área da informática como um todo e os conceitos fundamentais, abrangendo desde a

Leia mais

O resumo Se procurares num dicionário o verbo resumir encontrarás uma definição semelhante a esta: dizer em poucas palavras o que se disse ou escreveu mais extensivamente; condensar. Sendo uma forma de

Leia mais

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA LOGOTIPO MACMILLAN BRASIL Utilização colorido; preto/branco e negativo Professor, nós, da Editora Moderna, temos como propósito uma educação de qualidade, que

Leia mais

Unidade 5 Armazenamento e Indexação

Unidade 5 Armazenamento e Indexação Unidade 5 Armazenamento e Indexação Engenharia de Computação / Engenharia de Produção Banco de Dados Prof. Maria das Graças da Silva Teixeira Material base: Banco de Dados, 2009.2, prof. Otacílio José

Leia mais

Introdução. Capítulo 1

Introdução. Capítulo 1 Capítulo 1 Introdução Em computação, muitos problemas são resolvidos por meio da escrita de um algoritmo que especifica, passo a passo, como resolver um problema. No entanto, não é fácil escrever um programa

Leia mais

Novos Programas de Português para o Ensino Básico Turma C445-J Escola Secundária da Senhora da Hora. Formadora: Dra. Gabriela Castanheira

Novos Programas de Português para o Ensino Básico Turma C445-J Escola Secundária da Senhora da Hora. Formadora: Dra. Gabriela Castanheira Novos Programas de Português para o Ensino Básico Turma C445-J Escola Secundária da Senhora da Hora Formadora: Dra. Gabriela Castanheira SEQUÊNCIA DIDÁCTICA 5º ANO ROTEIRO Ana Maria da Fonseca Rocha Julho

Leia mais

Microsoft Access. Nível I. Pedro Fernandes

Microsoft Access. Nível I. Pedro Fernandes Microsoft Access Nível I Introdução Objectivos Introdução; Criar tabelas; Fazer consultas; Elaborar formulários; Executar relatórios. 2 Introdução aos Sistemas de Gestão de Bases de Dados (SGBD) Desde

Leia mais

1. Linguagens e Códigos; 2. Raciocínio Lógico e Matemática; 3. Leitura e Interpretação de Textos; 4. Atualidades.

1. Linguagens e Códigos; 2. Raciocínio Lógico e Matemática; 3. Leitura e Interpretação de Textos; 4. Atualidades. ANEXO I - PROGRAMA DAS PROVAS DE CONHECIMENTOS GERAIS E DE REDAÇÃO Prova (Todos os Cursos) Trabalhando em consonância com as diretrizes curriculares nacionais, o UNIFEMM entende que as avaliações do processo

Leia mais

PLANO DE CURSO REFERENCIAL LÍNGUA PORTUGUESA/GESTAR 6ª SÉRIE (7º ANO)

PLANO DE CURSO REFERENCIAL LÍNGUA PORTUGUESA/GESTAR 6ª SÉRIE (7º ANO) PLANO DE CURSO REFERENCIAL LÍNGUA PORTUGUESA/GESTAR 6ª SÉRIE (7º ANO) Processo Avaliativo Unidade Didática PRIMEIRA UNIDADE Competências e Habilidades Aperfeiçoar a escuta de textos orais - Reconhecer

Leia mais

PostgreSQL Performance

PostgreSQL Performance PostgreSQL Performance André Restivo Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto February 24, 2012 André Restivo (FEUP) PostgreSQL Performance February 24, 2012 1 / 45 Sumário 1 Armazenamento 2 Índices

Leia mais

Banco de Dados Profa. Dra. Cristina Dutra de Aguiar Ciferri. Banco de Dados Processamento e Otimização de Consultas

Banco de Dados Profa. Dra. Cristina Dutra de Aguiar Ciferri. Banco de Dados Processamento e Otimização de Consultas Processamento e Otimização de Consultas Banco de Dados Motivação Consulta pode ter sua resposta computada por uma variedade de métodos (geralmente) Usuário (programador) sugere uma estratégia para achar

Leia mais

Informações sobre Filmes de Cinema em Cartaz em Linguagem Natural Relatório Final

Informações sobre Filmes de Cinema em Cartaz em Linguagem Natural Relatório Final Mestrado Integrado em Engenharia Informática e Computação Inteligência Artificial 3 o Ano Informações sobre Filmes de Cinema em Cartaz em Linguagem Natural Relatório Final Autores: Carlos Tiago da Rocha

Leia mais

PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DE INGLÊS

PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DE INGLÊS PEF 367 PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DE INGLÊS TIPO DE PROVA DURAÇÃO Teórico/prática 90 Minutos (escrita) +25 Minutos (oral) X Escrita Com tolerância de 30 minutos X Oral X Sem tolerância 11º ANO

Leia mais

Prova Escrita. INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA INGLÊS (LE I) Abril de 2015. Duração: 90 minutos (escrita) e 15 minutos (oral)

Prova Escrita. INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA INGLÊS (LE I) Abril de 2015. Duração: 90 minutos (escrita) e 15 minutos (oral) INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA INGLÊS (LE I) Abril de 2015 Prova 21 2015 3.º Ciclo do Ensino Básico (Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho) Tipo de Prova: Escrita e Oral Duração: 90 minutos

Leia mais

Colégio Liceal de Sta. Mª de Lamas - Ano Letivo de 2013/2014 Matrizes de INGLÊS Módulo 9 - A Comunicação no Mundo Profissional PROVA ESCRITA Duração - 90 minutos 1. Objeto de avaliação A prova tem por

Leia mais

Professora Verônica Ferreira PROVA CESGRANRIO 2012 CAIXA ECONÔMICA FEDERAL TÉCNICO BANCÁRIO

Professora Verônica Ferreira PROVA CESGRANRIO 2012 CAIXA ECONÔMICA FEDERAL TÉCNICO BANCÁRIO Professora Verônica Ferreira PROVA CESGRANRIO 2012 CAIXA ECONÔMICA FEDERAL TÉCNICO BANCÁRIO 1 Q236899 Prova: CESGRANRIO - 2012 - Caixa - Técnico Bancário Disciplina: Português Assuntos: 6. Interpretação

Leia mais

Linguagens e Programação Ano Lectivo 2006/2007. Relatório Trabalho Teórico. Linguagem Natural

Linguagens e Programação Ano Lectivo 2006/2007. Relatório Trabalho Teórico. Linguagem Natural Linguagens e Programação Ano Lectivo 2006/2007 Relatório Linguagem Natural Trabalho realizado por: Paulo Jorge Morais Costa - 1000334 Índice 1 Introdução 4 2 Compreender a Linguagem Natural 5 3 Linguagem

Leia mais

Novo Programa de Português do Ensino Básico Roteiro _ SD_ Leitura_ ANO5. Compreensão do Oral LEITURA. Expressão oral. Escrita CEL

Novo Programa de Português do Ensino Básico Roteiro _ SD_ Leitura_ ANO5. Compreensão do Oral LEITURA. Expressão oral. Escrita CEL Compreensão do Oral LEITURA Expressão oral Escrita CEL. 1 Apresentação 1. Nome da Sequência: 2. Contexto/projecto: Intertextualidade do texto adaptado de Peregrinação, de Aquilino Ribeiro, com o original

Leia mais

VISÃO GERAL DOS CONTEÚDOS 3ª CLASSE 4ª CLASSE 5ª CLASSE

VISÃO GERAL DOS CONTEÚDOS 3ª CLASSE 4ª CLASSE 5ª CLASSE VISÃO GERAL DOS CONTEÚDOS 19 Família : - a minha história A família: - tipos de família - membros da família e suas funções - regras de convivência na família - a minha infância A família do meu amigo,

Leia mais

Lógica Computacional. Argumentos válidos e sólidos. Métodos de Demonstração. Demonstrações formais. Regras de Inferência Igualdade

Lógica Computacional. Argumentos válidos e sólidos. Métodos de Demonstração. Demonstrações formais. Regras de Inferência Igualdade Lógica Computacional Argumentos válidos e sólidos Métodos de Demonstração Demonstrações formais Regras de Inferência Igualdade Não-consequências lógicas 6 Março 2013 Lógica Computacional 1 Argumentos Exemplo:

Leia mais

ENIAC. Introdução aos Computadores e à Programação (Noções Básicas)

ENIAC. Introdução aos Computadores e à Programação (Noções Básicas) ENIAC Introdução aos Computadores e à ção (Noções Básicas) Introdução aos Computadores e à ção (Noções Básicas) 1 Introdução aos Computadores e à ção (Noções Básicas) 2 O transistor foi inventado em 1947

Leia mais

b : nas representações gráficas de funções do tipo

b : nas representações gráficas de funções do tipo do as suas escolhas a partir daí. Nesta situação, tendem a identificar as assímptotas verticais, as assímptotas horizontais e a associar as representações analítica e gráfica que têm estas características

Leia mais

Admissão de alunos 2016

Admissão de alunos 2016 Tradição em Excelência Admissão de alunos 2016 CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 8⁰ ANO ENSINO FUNDAMENTAL II CIÊNCIAS 1. ORIGEM DA TERRA 1.1. Origem da vida no Planeta Terra (principais teorias). 1.2. Fósseis,

Leia mais

Descoberta de Conhecimento em Bases de Dados. Classificação

Descoberta de Conhecimento em Bases de Dados. Classificação Universidade Técnica de Lisboa INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO Informática e Sistemas de Informação Aplicados em Economia Descoberta de Conhecimento em Bases de Dados. Classificação Descoberta

Leia mais

PARSER: UM ANALISADOR SINTÁTICO E SEMÂNTICO PARA SENTENÇAS DO PORTUGUÊS

PARSER: UM ANALISADOR SINTÁTICO E SEMÂNTICO PARA SENTENÇAS DO PORTUGUÊS Estudos Lingüísticos XXVI (Anais de Seminários do GEL) Trabalho apresentado no XLIV Seminário do GEL na UNITAU - Taubaté, em 1996 UNICAMP-IEL Campinas (1997), 352-357 PARSER: UM ANALISADOR SINTÁTICO E

Leia mais

Bases de Dados. Bibliografia. 1. Parte I Componente Teórica. Pedro Quaresma

Bases de Dados. Bibliografia. 1. Parte I Componente Teórica. Pedro Quaresma Índice Bases de Dados Pedro Quaresma Departamento de Matemática Universidade de Coimbra 2010/2011 1. Parte I Componente Teórica 1.1 Introdução 1.2 Modelo ER 1.3 Modelo Relacional 1.4 SQL 1.5 Integridade

Leia mais

1.º CEB. Clara Amorim

1.º CEB. Clara Amorim 1.º CEB Metas Curriculares de Português Documento de referência para o ensino e a aprendizagem e para a avaliação interna e externa, de progressiva utilização obrigatória. Contém os conteúdos do programa

Leia mais

REFERENCIAL DO CURSO DE COORDENAÇÃO

REFERENCIAL DO CURSO DE COORDENAÇÃO REFERENCIAL DO CURSO DE COORDENAÇÃO DE Área de Formação 862 Segurança e Higiene no Trabalho Formação Profissional Contínua/de Especialização ÍNDICE 1- ENQUADRAMENTO... 3 2- OBJECTIVO GERAL... 4 3- OBJECTIVOS

Leia mais

Inglês 1ª / 2ª Fase 2014

Inglês 1ª / 2ª Fase 2014 INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA Inglês 1ª / 2ª Fase 2014 Prova 06 2014 6.º Ano de Escolaridade - 2.º Ciclo do Ensino Básico PROVA ESCRITA 50% 1. Objeto de avaliação, caraterísticas e estrutura

Leia mais

português língua não materna (a2) Dezembro de 2013

português língua não materna (a2) Dezembro de 2013 Informação prova final / Exame Final Nacional português língua não materna (a2) Dezembro de 2013 Prova 63/93/739 2014 6.º Ano, 9.º Ano ou 12.º Ano de Escolaridade O presente documento divulga as características

Leia mais

Codificação da informação. Execução do programa. Codificação binária. Representação de inteiros positivos. Representação binária

Codificação da informação. Execução do programa. Codificação binária. Representação de inteiros positivos. Representação binária Execução do a calcula-se determinada solução (output) para determinado problema (input) usando um a que é executado no dados do problema (informação de entrada) a solução (informação resultante) Codificação

Leia mais

INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA INGLÊS LE I (2 anos) 2015

INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA INGLÊS LE I (2 anos) 2015 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA INGLÊS LE I (2 anos) 2015 Prova 06 / 2015 --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software Engenharia de Software Desenho de Software Departamento de Matemática Universidade dos Açores Hélia Guerra helia@uac.pt desenho Desenho (dicionário Priberam on-line) do Lat.! designu s. m., arte de representar

Leia mais

Introdução à Utilização do Corpógrafo

Introdução à Utilização do Corpógrafo Introdução à Utilização do Corpógrafo Um Pequeno Tutorial 1. Introdução O Corpógrafo é uma plataforma destinada à análise e ao trabalho sobre corpora com o objectivo essencial de produzir diversos recursos

Leia mais

Computação Paralela. Desenvolvimento de Aplicações Paralelas João Luís Ferreira Sobral Departamento do Informática Universidade do Minho.

Computação Paralela. Desenvolvimento de Aplicações Paralelas João Luís Ferreira Sobral Departamento do Informática Universidade do Minho. Computação Paralela Desenvolvimento de Aplicações Paralelas João Luís Ferreira Sobral Departamento do Informática Universidade do Minho Outubro 2005 Desenvolvimento de Aplicações Paralelas Uma Metodologia

Leia mais

INFORMAÇÃO- EXAME EXAME DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA INGLÊS 3º CICLO DO ENSINO BÁSICO 2012

INFORMAÇÃO- EXAME EXAME DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA INGLÊS 3º CICLO DO ENSINO BÁSICO 2012 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE PINHEIRO ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA INFORMAÇÃO- EXAME EXAME DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA INGLÊS 3º CICLO DO ENSINO BÁSICO 2012 1. INTRODUÇÃO O presente documento visa divulgar

Leia mais

Informação Prova de Equivalência à Frequência

Informação Prova de Equivalência à Frequência Ano letivo 2014/2015 Ensino Secundário - 1ª e 2ª Fase Disciplina de ESPANHOL (INICIAÇÃO BIENAL) - 375 Informação Prova de Equivalência à Frequência 1. Introdução O presente documento visa divulgar as características

Leia mais

Além da correção ortográfica nos editores de textos livres

Além da correção ortográfica nos editores de textos livres Além da correção ortográfica nos editores de textos livres William D. Colen M. Silva (colen@users.sourceforge.net) Eng. Computação pela Escola Politécnica da USP (2006) Mestrando Ciência da Computação

Leia mais

Informação-Prova de Equivalência à Frequência COMPONENTE ESCRITA

Informação-Prova de Equivalência à Frequência COMPONENTE ESCRITA Agrupamento de Escolas do Viso Porto Prova de Equivalência à Frequência Espanhol (LE II) Prova 15 3º- Ciclo do Ensino Básico Informação-Prova de Equivalência à Frequência Tipo de Prova: Escrita e Oral

Leia mais

Cadeira de Tecnologias de Informação. Conceitos fundamentais de sistemas e tecnologias de informação e de gestão do conhecimento.

Cadeira de Tecnologias de Informação. Conceitos fundamentais de sistemas e tecnologias de informação e de gestão do conhecimento. Cadeira de Tecnologias de Informação Ano lectivo 2007/08 Conceitos fundamentais de sistemas e tecnologias de informação e de gestão do conhecimento. Prof. Mário Caldeira Profª Ana Lucas Dr. Fernando Naves

Leia mais

Departamento de Engenharia Informática DISTRIBUTED PROBLEM SOLVING

Departamento de Engenharia Informática DISTRIBUTED PROBLEM SOLVING Departamento de Engenharia Informática DISTRIBUTED PROBLEM SOLVING 1000833 Henrique de Meireles Morais Maio de 2008 Disciplina: Sistemas Baseados em Agentes Professor: António Pinto de Sousa e Silva Mestrado

Leia mais

PROVA 367. (Dec.- Lei n.º 139/2012, de 5 de julho) 2014/2015 1.ª e 2.ª Fases

PROVA 367. (Dec.- Lei n.º 139/2012, de 5 de julho) 2014/2015 1.ª e 2.ª Fases PROVA 367 INFORMAÇÃO - PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA INGLÊS- continuação 10.º e 11.º Anos (Dec.- Lei n.º 139/2012, de 5 de julho) 2014/2015 1.ª e 2.ª Fases Provas Escrita e Oral Cursos Científico-

Leia mais

Introdução à Utilização do Corpógrafo

Introdução à Utilização do Corpógrafo Introdução à Utilização do Corpógrafo Um Pequeno Tutorial O Corpógrafo é financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, co-financiada pelo POSI, através do projecto POSI/PLP/43931/2001 (Linguateca).

Leia mais

Utilização de Técnicas de Recuperação da Informação na Construção de uma Ferramenta de Busca em Documentos do Arquivo Público de Biguaçu

Utilização de Técnicas de Recuperação da Informação na Construção de uma Ferramenta de Busca em Documentos do Arquivo Público de Biguaçu Utilização de Técnicas de Recuperação da Informação na Construção de uma Ferramenta de Busca em Documentos do Arquivo Público de Biguaçu Alessandro Mueller alessandro@univali.br UNIVALI Luiz Gonzaga Ferreira

Leia mais

Conteúdo Programático

Conteúdo Programático Conteúdo Programático Conhecimentos Básicos Português Básico Gramática Sobre o curso: Ele é direcionado a todo aluno que pretende construir uma base sólida de conhecimentos fundamentais para resolver as

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DR. SOLANO DE ABREU PLANIFICAÇÃO ANUAL INGLÊS. MÓDULOS 1,2,3 e 4 ACTIVIDADES ESTRATÉGIAS. - Exercícios de:

ESCOLA SECUNDÁRIA DR. SOLANO DE ABREU PLANIFICAÇÃO ANUAL INGLÊS. MÓDULOS 1,2,3 e 4 ACTIVIDADES ESTRATÉGIAS. - Exercícios de: Página1 ESCOLA SECUNDÁRIA DR. SOLANO DE ABREU PLANIFICAÇÃO ANUAL ENSINO SECUNDÁRIO PROFISSIONAL Cursos: Comunicação, Marketing, Relações Públicas e Publicidade; Gestão e Programação de Sistemas Informáticos;

Leia mais

Paginas em Branco: O sistema possui a possibilidade de configuração, que remove automaticamente as páginas em branco.

Paginas em Branco: O sistema possui a possibilidade de configuração, que remove automaticamente as páginas em branco. GERENCIAMENTO ARQUIVÍSTICA DE DOCUMENTOS. Disponibiliza rotinas para armazenar e gerenciar (incluindo, alterando, excluindo e pesquisando) a documentação física e eletrônica (digitalizada, importada de

Leia mais

EMENTÁRIO DO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

EMENTÁRIO DO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 1/5 ANEXO II RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 31/2005 EMENTÁRIO DO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO I SEMESTRE Algoritmos e Estruturas de Dados I Fundamentos da Computação Fundamentos Matemáticos para a Computação

Leia mais

Manual. Formações Modulares Certificadas. A Relha Cooperativa de Serviços CRL. Formador/a: Ricardo Cabral. Data: 05/2013. N.

Manual. Formações Modulares Certificadas. A Relha Cooperativa de Serviços CRL. Formador/a: Ricardo Cabral. Data: 05/2013. N. Manual Formador/a: Ricardo Cabral Data: 05/2013 Formações Modulares Certificadas Área de Formação: Ciências Informáticas UFCD: 0755 Funcionalidades Avançadas N.º Horas: 25 A Relha Cooperativa de Serviços

Leia mais

PLANIFICAÇÃO MODULAR

PLANIFICAÇÃO MODULAR Direção Regional de Educação Centro AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MIRA ESCOLA SECUNDÁRIA/3º DR.ª M.ª CÂNDIDA ENSINO PROFISSIONAL DE NÍVEL SECUNDÁRIO POR MÓDULOS Curso Profissional em funcionamento no âmbito

Leia mais

pfilipe@isel.pt, Tel: +351.1.8317211 2 Instituto Superior Técnico, Av. Rovisco Pais, 1049-001 Lisboa, Portugal

pfilipe@isel.pt, Tel: +351.1.8317211 2 Instituto Superior Técnico, Av. Rovisco Pais, 1049-001 Lisboa, Portugal Algoritmo de Tradução de Interrogações Lógicas para SQL Porfírio P. Filipe 1, Nuno J. Mamede 2 1 Inst. Sup. de Eng. de Lisboa, R. Conselheiro Emídio Navarro, 1949-014 Lisboa, Portugal pfilipe@isel.pt,

Leia mais

1. INTRODUÇÃO 2. OBJETO DE AVALIAÇÃO

1. INTRODUÇÃO 2. OBJETO DE AVALIAÇÃO INFORMAÇÃO-Prova de Equivalência à Frequência 2º Ciclo do Ensino Básico Despacho Normativo nº 6-A/2015 de 5 de março Disciplina: INGLÊS Código: 06 Tipo de Prova: ESCRITA E ORAL (Língua Estrangeira I, Nível

Leia mais

Tutores Inteligentes versus outras Abordagens de Ensino. Representação do Conhecimento nos Tutores Inteligentes

Tutores Inteligentes versus outras Abordagens de Ensino. Representação do Conhecimento nos Tutores Inteligentes Tutores Inteligentes Sistemas Periciais 2003/04 DEI-ISEP ISEP Organização I. Sistemas de Ensino Baseados em Computador II. III. IV. Tutores Inteligentes versus outras Abordagens de Ensino Representação

Leia mais

Reconhecimento de Padrões

Reconhecimento de Padrões Engenharia Informática (ramos de Gestão e Industrial) Departamento de Sistemas e Informação Reconhecimento de Padrões Projecto Final 2004/2005 Realizado por: Prof. João Ascenso. Departamento de Sistemas

Leia mais

Curso Técnico Superior Profissional em Desenvolvimento Web

Curso Técnico Superior Profissional em Desenvolvimento Web Curso Técnico Superior Profissional em Desenvolvimento Web PROVA DE AVALIAÇÃO DE CAPACIDADE REFERENCIAL DE CONHECIMENTOS E APTIDÕES Áreas relevantes para o curso de acordo com o n.º 4 do art.º 11.º do

Leia mais

INFORMAÇÃO - PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA FRANCÊS

INFORMAÇÃO - PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA FRANCÊS INFORMAÇÃO - PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA FRANCÊS 2015 3.º CICLO DO ENSINO BÁSICO (Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho)» INTRODUÇÃO O presente documento visa divulgar as características da prova

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CST SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DISCIPLINA: Algoritmo e Programação I A disciplina aborda o estudo de algoritmos, envolvendo os conceitos fundamentais: variáveis, tipos de dados, constantes,

Leia mais

Prova Escrita + Oral de Inglês

Prova Escrita + Oral de Inglês Informação-Prova de Equivalência à Frequência Prova Escrita + Oral de Inglês Prova 367 2015 11º Ano de Escolaridade Duração da Prova: 90 minutos (sem tolerância); Oral: 25 minutos Decreto-Lei n.º 139/2012,

Leia mais

Ementário das Disciplinas

Ementário das Disciplinas Ementário das Disciplinas As ementas das disciplinas estão agrupadas em semestres para uma melhor visualização da organização da matriz curricular. As referências bibliográficas serão especificadas no

Leia mais

Processo Seletivo 2016 Conteúdo Programático - 1º ano do Ensino Fundamental

Processo Seletivo 2016 Conteúdo Programático - 1º ano do Ensino Fundamental Conteúdo Programático - 1º ano do Ensino Fundamental Avaliação do Desenvolvimento e Desempenho da Criança nos aspectos cognitivo, afetivo, socialização e psicomotor, através de atividades compatíveis com

Leia mais

Tecnologia da Linguagem Humana

Tecnologia da Linguagem Humana Tecnologia da Linguagem Humana e o processamento computacional da língua portuguesa António Branco 1 1. Que é a tecnologia da linguagem? 2. Como está 3. Como avançar 2 Tecnologia da linguagem Da forma

Leia mais

INFORMAÇÃO - PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA INGLÊS

INFORMAÇÃO - PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA INGLÊS INFORMAÇÃO - PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA INGLÊS 201 3.º CICLO DO ENSINO BÁSICO (Decreto-Lei n.º 139/2012, de de julho)» INTRODUÇÃO O presente documento visa divulgar as características da prova

Leia mais

Introdução. Aulas. ltodi.est.ips.pt/es. Detalhes administrativos Definição de engenharia de software Contexto Relação com outras áreas e disciplinas

Introdução. Aulas. ltodi.est.ips.pt/es. Detalhes administrativos Definição de engenharia de software Contexto Relação com outras áreas e disciplinas Sumário Introdução Joaquim Filipe João Ascenso Engenharia de Software 2005/06 EST, Setúbal Detalhes administrativos Definição de engenharia de software Contexto Relação com outras áreas e disciplinas 2

Leia mais

Pós-Graduação em Sistemas e Tecnologias de Informação para as organizações

Pós-Graduação em Sistemas e Tecnologias de Informação para as organizações Curso de Pós-Graduação em Sistemas e Tecnologias de Informação para as organizações Instituto Superior de Economia e Gestão Universidade Técnica de Lisboa 2 A globalização da Sociedade da Informação em

Leia mais

Alemão (Nível A2) - Nível de Elementar

Alemão (Nível A2) - Nível de Elementar Alemão (Nível A2) - Nível de Elementar Ano letivo 2014/2015 Docente: Paulo Alexandre da Silva Brito Martins SINOPSE Esta disciplina destina-se aos aprendentes de língua alemã como língua estrangeira que

Leia mais

DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM. Compreender para intervir

DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM. Compreender para intervir DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM Compreender para intervir Lisboa 2012 DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM Compreender para intervir O conceito de Dificuldades de Aprendizagem tem sofrido nos últimos anos grandes

Leia mais

Plano de Estudo e de Desenvolvimento do Currículo

Plano de Estudo e de Desenvolvimento do Currículo DGEste - Direção de Serviços da Região Norte AGRUPAMENTO DE ESCOLAS LEONARDO COIMBRA FILHO, PORTO Código 152213 4.º ANO Ano Letivo 2014/2015 Aulas Previstas/Ano de Escolaridade Plano de Estudo e de Desenvolvimento

Leia mais

UFCD 786. Instalação e configuração de sistemas de bases de dados

UFCD 786. Instalação e configuração de sistemas de bases de dados UFCD 786 Instalação e configuração de sistemas de bases de dados 1 Noção de Base de Dados De uma forma genérica uma base de dados é um conjunto de dados (BD) Exemplos de BD s: Uma agenda de moradas Uma

Leia mais

Recuperação de Informação em Bases de Texto. Aula 10

Recuperação de Informação em Bases de Texto. Aula 10 Aula 10 1 Agrupamento/ clustering de documentos: Agrupar os documentos em classes/grupos, de acordo com a sua semelhança Aprendizagem não supervisionada Sem conjunto de treino/exemplos 2 3 Agrupamento/

Leia mais

PROVA ESCRITA. As informações sobre a prova apresentadas neste documento não dispensam a consulta da legislação referida e do Programa da disciplina.

PROVA ESCRITA. As informações sobre a prova apresentadas neste documento não dispensam a consulta da legislação referida e do Programa da disciplina. INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA ESPANHOL (LE II) Abril de 2015 Prova 15 2015 3.º Ciclo do Ensino Básico (Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho) Tipo de Prova: Escrita e Oral Duração: 90

Leia mais

Sessão de Esclarecimento. Curso de Webdesign

Sessão de Esclarecimento. Curso de Webdesign Sessão de Esclarecimento Curso de Webdesign Alguns factos: A industria de serviços de Webdesign representa um mercado de $24B apenas nos EUA. Todos os meses são publicados cerca de 16M novos websites.

Leia mais

Um compilador é um programa que lê um programa escrito numa dada linguagem, a linguagem objecto (fonte), e a traduz num programa equivalente

Um compilador é um programa que lê um programa escrito numa dada linguagem, a linguagem objecto (fonte), e a traduz num programa equivalente Capítulo 1 Introdução Um compilador é um que lê um escrito numa dada linguagem, a linguagem objecto (fonte), e a traduz num equivalente numa outra linguagem, a linguagem destino Como parte importante neste

Leia mais

Exercícios de Lógica para Programação

Exercícios de Lógica para Programação Exercícios de Lógica para Programação Ana Cardoso-Cachopo Maio de 2014 CONTEÚDO 1 Conteúdo 1 Argumentos e Validade 5 2 Lógica Proposicional Sistema de Dedução Natural 17 3 Lógica Proposicional Tabelas

Leia mais

Letras. Objetivo. Aspectos das Conexões Sintáticas. Prof a. Dr a. Leda Szabo

Letras. Objetivo. Aspectos das Conexões Sintáticas. Prof a. Dr a. Leda Szabo Letras Prof a. Dr a. Leda Szabo Aspectos das Conexões Sintáticas Objetivo Diferenciar o objeto de estudo da análise de base sintática do objeto de estudo da análise do discurso. Compreender a diferença

Leia mais

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO 11.º/12.º Anos de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março) PROVA 703/8 Págs. Duração da prova: 120 minutos 2007 2.ª FASE PROVA PRÁTICA DE APLICAÇÕES INFORMÁTICAS

Leia mais