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2 Propomos uma visita virtual pa ra aprender mais sobre as espécies endémicas d a bacia do mediterrâneo, no Museu Nacional de História Natural e da Ciência (Portugal ) (e no seu Jardim Botânico), e no Museu de História Natural de Creta (Grécia). Espécies endémicas da Bacia do Medit o caso de Portugal e Creta errâneo:

3 FLORA vestris (Hoffmanns. & syl. ssp is zyg us ym Th : co Ífi nt cie me No Coutinho, 1907 Link, 1809) Nome comum: Tomilho, Sal-da-terra da Península Ibérica te es do Su o. ric ibé o sm mi de En O: IÇÃ DISTRIBU lcários ou margosos ca los so em s, ixo ba tos ma em ce es Cr : HABITAT ESTATUTO DE CONSERVAÇÃO: Pouco preocupante ção de eucaliptos, nta pla a, ur ult ric ag da o çã ica sif en Int S: AMEAÇA maneio tradicional das terras exploração de pedreiras, perda do do do território MEDIDAS PARA CONSERVAÇÃO: Ordenamento adequa

4 FLORA Nome científico: Armeria pseudarmeria (Murray) Mansf. Nome comum: Cravo-romano DISTRIBUIÇÃO: Endemismo português. Centro de Portugal: Cabo da Roca HABITAT: Cresce em rochedos e matos litorais e sub-litorais, em substrato granítico ou basáltico ESTATUTO DE CONSERVAÇÃO: Vulnerável; Anexo II da Diretiva 92/43/CEE, do Conselho de 21 de Maio de 1992 relativa à preservação dos habitats naturais e da fauna e da flora selvagens. AMEAÇAS: Degradação do habitat provocada sobretudo por espécies invasoras e colheita das inflorescências. MEDIDAS PARA CONSERVAÇÃO: Controlo das invasoras e da pressão turística

5 FLORA Nome científico: Plantago almogravensis Franco DISTRIBUIÇÃO: Endemismo português. Sudoeste de Portugal. HABITAT: Cresce em rochas e solos ricos em alumínio. ESTATUTO DE CONSERVAÇÃO: Em vias de extinção; Anexo II da Diretiva 92/43/CEE, do Conselho de 21 de Maio de 1992 relativa à preservação dos habitats naturais e da fauna e da flora selvagens. AMEAÇAS: Degradação do habitat provocada pela urbanização e pressão turística, pelas práticas agrícolas, pelo pisoteio, pelas espécies invasoras e pelo fogo. MEDIDAS PARA CONSERVAÇÃO: Ordenamento adequado do território e vigilância.

6 FAUNA Invertebrados/Aranhas Nome científico: Harpactea stalitoides Ribera, 1993 Nome comum: Aranha-nómada-das-estalactites Loulé e Olhão. de os elh nc co s ao ita str Re O: IÇÃ IBU TR DIS HABITAT: Cavernícola, espécie troglóbia. e esbranquiçado. o ric índ cil n me dó Ab S: ICA ÍST ER CT RA CA erais, ntorno irregular com protuberâncias lat Carapaça comprida e de co m vestígios de olhos. se e ra cla loare am te, ren pa ns tra ito mu Patas compridas e amarelo-pálidas. ESTATUTO DE CONSERVAÇÃO: Inexistente AMEAÇAS: Destruição e perturbação de habitat. at. MEDIDAS PARA CONSERVAÇÃO: Preservação do habit

7 FAUNA Invertebrados Nome científico: Neocallicrania miegii Bolívar, 1873 DISTRIBUIÇÃO: Endemismo ibérico. Montanhas do Sistema Central, desde o norte de Madrid até Portugal (Serra da Estrela, Serra da Gardunha e Serra do Açor). HABITAT: Mato mediterrâneo (Cytisus spp.). CARACTERÍSTICAs: Sabe-se pouco sobre a sua biologia. Alguns comportamentos na época reprodutora: nesta época as fêmeas podem comer os machos, para obter a energia para a produção de ovos, que são postos debaixo de terra. ESTATUTO DE CONSERVAÇÃO: Nenhum AMEAÇAS: Destruição do habitat. MEDIDAS PARA CONSERVAÇÃO: Preservação do habitat.

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9 FAUNA Invertebrados/Insectos 70 des Staudinger, 18 ioi iph a ph ym on en Co : co Ífi nt cie me No Nome comum: Nêspera-ibérica DISTRIBUIÇÃO: Endemismo ibérico. rte da Península Ibérica, Distribuída pela parte no principalmente nas montanhas. s entre vestres, localizado sil res flo m co s do mi hú os ad Pr : AT BIT HA os 600 a 1400m de altitude. ESTATUTO DE CONSERVAÇÃO: Nenhum ados húmidos pr de ão uiç str de s, õe laç pu po as um alg AMEAÇAS: O isolamento de es florestais. e monoculturas de plantaçõ tas naturais. midos e das flores hú os ad pr s do o çã ote Pr O: ÇÃ VA ER NS MEDIDAS PARA CO

10 FAUNA Invertebrados/Moluscos Nome científico: Unio tumidiformis Castro, 1885 Nome comum: Mexilhão-de-rio; náiade-pequena; náiade-do-sul DISTRIBUIÇÃO: Endemismo ibérico. Ocorre nas bacias dos rios Guadiana, Mira e Sado. HABITAT: Vive em rios com regime torrencial no Inverno e, muitas vezes, reduzidos a poças e pegos no Verão. Vive enterrado em sedimento fino e lamas, em áreas próximas das margens dos rios, muitas vezes associada a raízes da vegetação ripícola. uperior a 5cm CARACTERÍSTICAs: Concha alongada, alta e pequena, raramente s o seu comprimento. de comprimento. Largura da concha não ultrapassa 2,6 vezes Cor muito variável, apresentando frequentemente um padrão de radiais verdes na parte posterior da concha. ESTATUTO DE CONSERVAÇÃO: Incluído nos anexos II e IV da Diretiva Habitats. AMEAÇAS: Distribuição restrita; ameaça dos seus habitats e baixas densidades populacionais. MEDIDAS PARA CONSERVAÇÃO: Manutenção sustentável da qualidade ambiental dos rios onde estas populações vivem e uma manutenção sustentável dos recursos de água.

11 FAUNA Invertebrados/Moluscos Nome científico: Lepatxis azorica Albers, 1852 Nome comum: Caracol DISTRIBUIÇÃO: Ocorre na Ilha de São Miguel Arquipélago dos Açores. HABITAT: Ocorre preferencialmente na floresta primitiva, entre os tufos de Calluna e fetos, mas também muito frequentemente na floresta secundária (Cryptomeria) com cobertura de Hedychium gardneranum. ESTATUTO DE CONSERVAÇÃO: Dada a sua capacidade de adaptação a novos habitats de floresta, não foi proposto estado de conservação (IUCN); s erá sensível, no entanto, fora do coberto florestal. AMEAÇAS: Degradação de habitat devido à destruição da vegetação. MEDIDAS PARA CONSERVAÇÃO: Medidas gerais de conservação, especialmente a implantação de medidas para a recuperação da floresta primitiva.

12 FAUNA Vertebrados/Peixes Nome científico: Neoraja iberica Stehmann, Séret, Costa & Baro, 2008 Nome comum: Raia-pigmeia-ibérica rico. DISTRIBUIÇÃO: Endemismo ibé ía de Cádiz. Ocorre na Ba profundidades entre os m, em fundos de substrato fino. HABITAT: Este peixe vive a ESTATUTO DE CONSERVAÇÃO: Não está avaliado.

13 FAUNA Vertebrados/Peixes Nome científico: Iberochondrostoma almacai Coelho, Mesquita & Collares-Pereira 2005 Nome comum: Boga-de-boca-arqueada-do-Sudoeste DISTRIBUIÇÃO: Endemismo português. Ocorre nas bacias dos rios Mira e Arade e também em pequenos riachos costeiros. HABITAT: Este peixe vive principalmente em pequenos e médios cursos de água da zona mediterrânica, sobrevivendo à seca, no verão, em pequenas poças. ESTATUTO DE CONSERVAÇÃO: Criticamente em Perigo, no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal. AMEAÇAS: Degradação do habitat devido à construção de barragens, detioração da qualidade da água, destruição da vegetação ribeirinha e introdução de espécies exóticas. MEDIDAS PARA CONSERVAÇÃO: Implementação de medidas de restauração de habitas fluviais no âmbito dos planos de Bacia Hidrográfica e da Diretiva Qua dro da Água. Erradicação das fontes de poluição e recuperação do habitat.

14 FAUNA Vertebrados/Anfíbios Nome científico: Chioglossa lusitanica Bocage, 1864 Nome comum: Salamandra-lusitânica sula Ibérica Galiza, nín Pe da te es ro no no re or Oc O: IÇÃ IBU DISTR a das suas duas l. Um parte das Astúrias e noroeste de Portuga tá restrita ao território es s) rsi ita ev br a nic ita lus. (C ies éc sp be su nhosos próximos nta mo os ciç ma e la tre Es da rra Se na, português a sul do vale do Mondego. midos, sempre perto de pequenos hú ito mu ais loc em e viv ica ân sit -lu dra an HABITAT: A salam ada às regiões montanhosas. oci ass ito mu o iss r po tá Es. da na ige ox m be e ribeiros de água límpida s Vertebrados de Portugal. do o elh rm Ve ro Liv no el ráv lne Vu O: ÇÃ NSERVA ESTATUTO DE CO ioração das galerias ripícolas ter de la pe o ud ret sob a cad vo pro at bit ha AMEAÇAS: Degradação do s das a destes ribeiros. A eucaliptização de muita em zonas de montanha e da qualidade de águ habitat para esta espécie. de rda pe à ou lev m bé tam ís pa do rte no e montanhas do centro para a recuperação dos habitats as did me de ção nta me ple Im O: ÇÃ VA ER MEDIDAS PARA CONS ta ripícola. Controle dos res flo da ção era up rec a e ção ten nu ma a fluviais naturais que garantam nas regiões mais a jusante. efluentes de origem doméstica ou agrícola

15 FAUNA Vertebrados/Répteis Nome científico: Tarentola bischoffi Joger, 1984 Nome comum: Osga-das-Selvagens DISTRIBUIÇÃO: Nas três principais ilhas do arquipélago das Selvagens Selvagem Grande, Selvagem Pequena e Ilhéu de Fora na Região Autónoma da Madeira HABITAT: Esta osga vive em todos os habitats terrestres das ilhas, sendo mais abundante no planalto central da Selvagem Grande ESTATUTO DE CONSERVAÇÃO: Vulnerável no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal. AMEAÇAS: Após a erradicação do coelho e do rato-das-casas, a população da Selvagem Grande tem vindo a recuperar os seus efetivos. Está completamente confinada a uma área protegida de difícil acesso, pelo que as únicas ameaças num futuro próximo estão relacionadas com as alterações climáticas (aridificação das ilhas e/ou subida do nível dos mares, que pode fazer perigar a população do Ilhéu de Fora). MEDIDAS PARA CONSERVAÇÃO: A continuação da proteção efetiva da Reserva Natural das Selvagens e o controle de possíveis futuras introduções nas ilhas garantirá a proteção da população da Selvagem Grande.

16 FAUNA Vertebrados/Aves Nome científico: Anthus berthelotii Bolle, 1862 Nome comum: Corre-caminhos DISTRIBUIÇÃO: Exclusivamente nos arquipélagos da Madeira e das Canárias. Em Portugal, são reconhecidas duas subespécies: Anthus berthlotii mad eirensis que se distribuiu pelas ilhas da Madeira, Porto Santo e Desertas, e Anthus berthlotii berthlotii que ocorre unicamente nas Ilhas Selvagen s. HABITAT: Ocorre em zonas abertas com pouca vegetação ou vegetação rasteira, tanto em zonas de maior altitude como junto ao mar. CARACTERÍSTICAs: A identificação desta ave pode ser feita quase exclusivamente pela sua silhueta e pela forma como se move no solo que, tal como indi ca o nome, corre caminhos. ESTATUTO DE CONSERVAÇÃO: A nível europeu está classificada na categoria Pouco Preocupante. No entanto, a subespécie nominal A. b. berhelott i, que ocorre apenas nas Ilhas Selvagens, está classificada como Vulneráv el no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal.

17 AMEAÇAS: A população de corre-caminhos parece atravessar uma tendência de estabilidade e não se conhecem atualmente ameaças substanciais. No que respeita à subespécie A. b. berhelotti, a predação de ovos e cria por murganhos e a destruição do habitat por coelhos constituíram as s ameaças no passado, mas estes mamíferos foram erradicados nas Ilhamaiores já nos anos 2000, pelo que as suas principais ameaças desaparecera s Selvagens m. MEDIDAS PARA CONSERVAÇÃO: A erradicação de predadores em ilhas pode beneficiar as populações de corre-caminhos, como aconteceu nas Ilhas Selvagen é de realçar que em ilhas de grandes dimensões esta irradicação é muis. No entanto, inviável. Por outro lado, o estatuto de conservação favorável da espé tas vezes medidas de conservação urgentes, pelo que a monitorização das popcie não exige corre-caminhos, com o objetivo de detetar uma potencial inversão naulações de populacional da espécie, é atualmente a medida de conservação maitendência s adequada.

18 FAUNA Vertebrados/Mamíferos Nome científico: Microtus cabrerae Thomas, 1906 Nome comum: Rato-de-cabrera DISTRIBUIÇÃO: Endemismo ibérico. Ocorre na Península Ibérica com uma distribuição muito fragmentada. HABITAT: Ocorre preferencialmente em zonas de gramíneas altas sobreirais ou de densa vegetação herbácea, como policulturas, juncais, e azinhais, com um grau de humidade relativamente alto. Vertebrados ESTATUTO DE CONSERVAÇÃO: Vulnerável no Livro vermelho de ies Ameaçadas da UICN. de Portugal e Quase Ameaçada na Lista Vermelha das Espéc AMEAÇAS: Degradação e fragmentação dos seus habitats naturais. ocorre MEDIDAS PARA CONSERVAÇÃO: Proteção das áreas onde a espécientar a área e promoção da ligação entre as várias populações, afim de aume de distribuição atual.

19 FAUNA Vertebrados/Mamíferos Nome científico: Lynx pardinus Temminck, 1827 Nome comum: Lince-ibérico DISTRIBUIÇÃO: Crê-se que o lince está extinto em Portugal, após a regressão que sofreu no final do séc.xx. Atualmente a sua distribuição parece estar confinada a dois redutos em Espanha, Doñana e Andújar-Cardeña. Apesar de haver registos relativamente recentes de presença de animais em território português na Serra da Adiça em 2001(Santos-Reis 2003), considera-se que são indivíduos errantes que surgem junto à fronteira espanhola. HABITAT: Fortemente associado ao bosque mediterrânico com estrato arbustivo bem desenvolvido. ESTATUTO DE CONSERVAÇÃO: Criticamente em perigo no Livro vermelho de Vertebrados de Portugal e na Lista vermelha das espécies ameaçadas da UICN. AMEAÇAS: A degradação da floresta mediterrânica, a fragmentação do habitat, o declínio das populações de coelho(principal fonte de alimentação do lince), a crescente construção de vias rodoviárias e, as alterações climáticas. MEDIDAS PARA CONSERVAÇÃO: Atualmente existe o Centro Nacional de Reprodução do Lince-Ibérico (CNRLI) em Silves que visa a reintrodução em áreas de distribuição histórica, onde o seu habitat permaneça inalterado.

20 FLORA Nome científico: Origanum dictamnus L. DISTRIBUIÇÃO: Endemismo de Creta. HABITAT: Cresce geralmente em desfiladeiros e penhascos de calcário. Características: Planta aromática. ESTATUTO DE CONSERVAÇÃO: Vulnerável no livro vermelho e do apêndice da Convenção de Berna. AMEAÇAS: Recolha excessiva. MEDIDAS PARA CONSERVAÇÃO: A recolha de exemplares do seu habitat natural deve ser proibida e o seu cultivo deve ser encorajado.

21 FLORA Nome científico: Tulipa doerfleri Gand. o de Creta DISTRIBUIÇÃO: Endemismdo centro de Creta). (Planaltos HABITAT: Cresce em campos cultivados. s campos CARACTERÍSTICAS: Formam tapetes vermelhos no na altura de floração. el no livro vermelho. áv er ln Vu O: ÇÃ VA ER NS CO DE O UT TAT ES petição com outras espécies. com a o nd nta me au, las íco agr s po cam s do AMEAÇAS: Abandono os terrenos onde ocorre te en lm cia rfi pe su r vra La O: ÇÃ VA ER NS MEDIDAS PARA CO e arrasta os bolbos. a espécie, evitando a lavoura profunda qu

22 FLORA Nome científico: Ebenus cretica L. de Creta. DISTRIBUIÇÃO: Endemismoo ma is comum em Creta, Endemism disperso por toda a ilha. HABITAT: Zonas calcárias. ESTATUTO DE CONSERVAÇÃO: Não ameaçado.

23 FLORA Nome científico: Abies cephalonica Loudon Nome comum: Abeto grego DISTRIBUIÇÃO: Endemismo grego. Disperso na Grécia continental e nas ilhas do mar Jónico. Cresce acima dos 800m de altitude. CARACTERÍSTICAs: Abies cephalonica é a única conífera endémica da Grécia. Os anciãos gregos davam o nome Pitys a esta espécie, dedicando-a a dos pastores. De acordo com a mitologia grega, Pan e Vorias (Vento Pan, o deus do Norte) estavam apaixonados pela ninfa Patys, que escolheu Pan (o menos baru Vorias, para se vingar da ninfa, soprou e ela caiu de uma rocha. Pan desclhento). Pitys quase morta, e transformou-a na sua arvore sagrada, o Abeto. Desdobriu e então, quando o vento do norte sopra a ninfa chora, sendo as suas lágrimas as gotas de resina que caem no outono dos cones do Abeto. ESTATUTO DE CONSERVAÇÃO: Pouco Preocupante, na Lista Vermelha da IUCN. AMEAÇA: Fogos florestais. MEDIDAS PARA CONSERVAÇÃO: Melhores métodos de combate a fogos.

24 FLORA Nome científico: Zelkova abelicea (Lam.) Boiss. DISTRIBUIÇÃO: Restrito a pequenos agrupamentos ou árvores individuais nas zonas montanhosas de Creta. HABITAT: Zonas calcárias com solos profundos ricos em argila e húmus. CARACTERÍSTICAs: Os ramos são muito rijos e são usados para fazer as bengalas dos pastores. ESTATUTO DE CONSERVAÇÃO: Vulnerável no Livro Vermelho. AMEAÇAS: Sobre pastoreio de plântulas da espécie e desflorestação nas árvores adultas. MEDIDAS PARA CONSERVAÇÃO: Vedação das zonas de ocorrência para impedir a pastagem; proibição da sua desflorestação.

25 FAUNA Invertebrados/Insectos s) arcadicus Gistl, bu ra ca eto ha (C s bu ra Ca : co Ífi nt cie Nome DISTRIBUIÇÃO: Endemismo grego. nhas Pindos Grécia central, das monta até às montanhas Olymbos & Veluchi, Montanhas Parnassos até ao sul m altitude. HABITAT: Florestas de coníferas e decíduas, ESTATUTO DE CONSERVAÇÃO: Nenhum ni Dejean, no ba s) ste ru roc (P s bu ra Ca : co Ífi nt Nome cie Nome COMUM: Besouro DISTRIBUIÇÃO: Endemismo de Creta. a de Creta e na ilha Gavdos. Comum por toda a ilh as e montanhas. lin co em as ert ab as áre e tos Ma : AT BIT HA ESTATUTO DE CONSERVAÇÃO: Nenhum

26 FAUNA Invertebrados/Insectos Nome científico: Plebejus (Kretania) psylorita Freyer Nome comum: Borboleta DISTRIBUIÇÃO: Endemismo de Creta. Apenas encontrada nos planaltos de Nida, na Montanha de Psiloritis e em alguns locais da Montanha de Lefka Ori. HABITAT: Matos de altitude e áreas abertas. ESTATUTO DE CONSERVAÇÃO: Nenhum.

27 FAUNA Vertebrados/Répteis ttstein, We sis ten cre s rci da Po : co Ífi nt cie me No ρα Nome comum: Lagartixa-de-Creta, κρητική κολισαύ DISTRIBUIÇÃO: Endémica de Creta Chrysi, Elaphonisi). e das suas ilhas (ex. Dia, ocidental. Na ilha de Creta está só presente na zona nde percentagem de rochas. gra m co s ca se as tiv us arb s na Zo : AT BIT HA ade das 8-12horas vid ati de os pic m co, dia o te ran du iva At CARACTERÍSTICAS: podes vários. e das 16-18horas. Alimenta-se de artró espécies ameaçadas de o elh rm Ve ro Liv no el áv er ln Vu O: ESTATUTO DE CONSERVAÇÃtribuição geográfica restrita. da Grécia devido à sua dis AMEAÇAS: Destruição de habitat. da espécie em Creta. o içã bu tri dis da os tud Es O: ÇÃ VA ER NS MEDIDAS PARA CO s locais da rede nais e internacionais, nomeadamente no Implementação de leis nacio NATURA2000.

28 FAUNA Vertebrados/Répteis Nome científico: Macrovipera schweizeri Werner, Nome comum: Víbora-Milos, Οχιά της Μήλου DISTRIBUIÇÃO: Restrito às ilhas Milos, Kimolos, Polyaigos e Sifnos. HABITAT: Abundante em zonas de vegetação alta e com pequenos riachos. CARACTERÍSTICAs: A sua dieta é à base de roedores e aves migradoras. Os juvenis alimentam-se basicamente de invertebrados e lagartos. ESTATUTO DE CONSERVAÇÃO: Em perigo, no Livro Vermelho de espécies ameaçadas da Grécia, devido à sua distribuição restrita e declínio das populações. AMEAÇAS: A maior ameaça é a perda e degradação do Habitat, devido às minas a céu aberto, incêndios e alteração do uso das terras. As populações diminuem também devido a captura ilegal, atropelamento, ou seja, a uma elevada pressão humana. MEDIDAS PARA CONSERVAÇÃO: Desenvolvimento de projetos de proteção e manutenção nos locais NATURA2000. Aumentar a vigilância sob a captura ilegal.

29 FAUNA Vertebrados/Mamíferos Nome científico: Felis silvestris cretensis Haltenorth, Nome comum: Gato-selvagem-de-Creta; Κρητικού αγριόγατου DISTRIBUIÇÃO: Subespécie endémica de Creta. sma tanto pela CARACTERísticas: Esta espécie é considerada uma criatura fanta ssões, lendas e tradições a população bem como pelos cientistas. Existem muitas discu ligadas a este animal, mas as provas de existência do gato-selvagem-de-creta são escassas. No início de abril de 1996, dois estudantes de uma missão italiana em colaboração com Museu de Historia Natural de Creta, conseguiram ver e capturar um exemplar vivo. (Ver imagens à frente) ESTATUTO DE CONSERVAÇÃO: Listado no Livro Vermelho das espécies ameaçadas da Grécia. AMEAÇAS: Fragmentação do habitat (construção de estradas, entre outros); hibridização com o gato semisselvagem. MEDIDAS PARA CONSERVAÇÃO: Preservação do habitat.

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31 FAUNA Vertebrados/Mamíferos Nome científico: Capra aegagrus cretica. Nome comum: Cabra-selvagem-de-Creta. existam DISTRIBUIÇÃO: Subespécie endémica de Creta. Na natureza, estima-se que as. cerca de 700 indivíduos, que vivem no NW de Creta, nas Montanhas Branc ação, afloramentos HABITAT: Regiões montanhosas em particular com zonas de veget, Cupressus sempervirens.) rochosos com cavernas e florestas de coníferas (Pinus brutia da Ásia, CARACTERísticas: A cabra-selvagem-de-creta foi introduzida a partir s domésticas. há algumas centenas de anos e mais tarde cruzadas com as cabra No entanto manteve as suas características. O seu nome comum é Agrimi, mas algumas pessoas chamam-lhe Kri-kri. elho de animais ESTATUTO DE CONSERVAÇÃO: Em perigo segundo o Livro Verm (Anexo II & III) ameaçados em Grécia. É protegida pela convenção de Berna e a diretiva habitat (92/43/1992 EEC, Anexo II). AMEAÇAS: Cruzamentos cruzados e competição pelo habitat com as cabras ferais, endogamia, doenças, caça e incêndios. gia e taxonomia. MEDIDAS PARA CONSERVAÇÃO: Novos estudos sobre a sua ecolohibrid ação e organizar Planos específicos de gestão devem considerar o problema de a reintrodução de cabras selvagens em Creta. Ações de sensibilização.

32 Pode ser observado no Museu de História Natural de Creta

33 FAUNA Vertebrados/Mamíferos Nome científico: Crocidura zimmermanni Wettstein, Nome comum: Musaranho-de-dentes-brancos-de-Creta. DISTRIBUIÇÃO: Endemismo de Creta, onde foi encontrado nas montanhas principais a uma altitude superior a 1200m. HABITAT: Pequenos planaltos. CARACTERÍSTICAs: O seu tempo é dividido entre a caça e dormir. Mais ativo à tarde e ao por do sol. ESTATUTO DE CONSERVAÇÃO: Em perigo no Livro Vermelho de animais ameaçados grego. AMEAÇAS: Fragmentação e declínio da área de ocorrência. As alterações climáticas podem ser outra ameaça, pois potencia a sobrevivência da espécie intro duzida Crocidura suaveolens. MEDIDAS PARA CONSERVAÇÃO: Estudos sobre a distribuição(das populações) e dinâmica das três populações nas três montanhas de Creta.

34 FAUNA Vertebrados/Mamíferos Nome científico: Monachus monachus Hermann, Nome comum: Foca-monge-do-mediterrâneo. DISTRIBUIÇÃO: Amplamente distribuída em todo o litoral grego. Podem ser encontradas subpopulações na Sporades do Norte, Kimolos, Gyaros e Karpathos. Ilhas Desertas e da Madeira em Portugal. HABITAT: Passa a maior parte da sua vida na água, usando só habitats terrestres para descansar e para o nascimento de crias. CARACTERÍSTICAS: A população estimada para a Grécia é de 179 indivíduos adultos, representando 39.77% a 51.14% do tamanho da população do mundo. Na Ilha da Madeira é de 25 indivíduos. ESTATUTO DE CONSERVAÇÃO: Criticamente em perigo no Livro de vermelho dos animais ameaçados da Grécia e de Portugal. Esta espécie é protegida por lei nos dois países, diretivas europeias e convenções internacionais.

35 AMEAÇAS: Deterioração e perda de habitat devido ao desenvolvimento da ocupação humana no litoral; caça e morte acidental devido a rede decréscimo da alimentação disponível devido à sobrepesca; doenças.s de pesca; MEDIDAS PARA CONSERVAÇÃO: Estabelecer áreas marinhas protegidas, salvar e reabilitar jovens órfãos. Educação ambiental junto das populaç ões. Pode ser observado no Museu de História Natural de Creta

36 Este roteiro teve como tema as espécies endémicas de Portugal (Península Ibérica) e de Creta, ou seja espécies que ocorrem e tiveram a sua origem nestas regiões. Para além destas espécies podemos também observar no MUHNAC e no seu Jardim Botânico outras espécies nativas, ou seja, espécies que ocorrem naturalmente nestas regiões. Veja alguns exemplos nas diferentes exposições: ista l a r u t a N e d o ã ç e l Co ENDÉMICA NATIVA Lynx pardinus Lutra lutra Chioglossa lusitanica Merops apiaster Hieraetus pennatus Iberolacerta monticola Rana perezi VEja o MAPA

37 Iberolacerta monticola Rana perezi Chioglossa lusitanica Merops apiaster Hieraetus pennatus Lynx pardinus Lutra lutra

38 Jardim Botânico ENDÉMICA Thymus zygis ssp. sylvestris NATIVA Taxus baccata L. Ilex aquifolium L. Quercus faginea Lam. Rosmarinus officinalis L. Viburnum tinus L VEja o MAPA

39 Ilex aquifolium L. Rosmarinus officinalis L. Thymus zygis ssp. sylvestris Rosmarinus officin alis L. Quercus faginea Lam. Taxus bacca ta L.

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