AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ESCOLARES E A INFLUÊNCIA DA MÍDIA NO CONSUMO DE ALIMENTOS

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1 AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ESCOLARES E A INFLUÊNCIA DA MÍDIA NO CONSUMO DE ALIMENTOS CARNEIRO, Alessandra Rosa de Araújo ARAÚJO, Ana Cristina Tomaz (UNITRI) RESUMO: Introdução: A Obesidade Infantil é considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) uma epidemia global. Alguns estudos mostram que a televisão influencia nas escolhas alimentares de crianças e adolescentes. Objetivo: avaliar a influencia da mídia nas escolhas alimentares e a correlação com o estado nutricional de crianças e adolescentes, em uma escola particular e uma escola pública da cidade de Uberlândia MG. Metodologia: Foram avaliados 231 escolares por meio de questionário semi estruturado e antropometria. Resultados: 180 crianças são de escola públicas sendo 73 do sexo masculino e 107 sexos femininos e também participaram 51 estudantes de escola particulares sendo 24 do sexo masculino e 27 do sexo feminino. A maioria das crianças tanto de escolas públicas quanto particulares escolhem alimentos comumente presentes em comerciais de TV. Conclusão: a maioria das crianças encontram-se em adequação para os indicadores nutricionais IMC, P/I e A/I e a mídia influencia no consumo de alimentos, principalmente, o consumo de alimentos ricos em gordura e açucares. Palavras chave:obesidade infantil, televisão;nutrição. INTRODUÇÃO A Obesidade Infantil é considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) uma epidemia global, definida como um excesso de gordura corporal relacionado ao aumento da massa gordurosa. Possui etiologia multifatorial cujo desenvolvimento sofre influencia de fatores biológicos, psicológicos, socioeconômicos e ambientais. E é uma doença não transmissível. (Cavalcanti; A.C. Melo, AMCA, 2008). A TV é o meio de comunicação que consegue despertar sensações, emoções e alegrias nas crianças e através dela, podem viver perigosas aventuras, se divertir com os desenhos animados sem sair de casa, o que ocorre é que, com o grande tempo de exposição a esta mídia, as crianças também se encantam com os

2 produtos divulgados nos intervalos dos programas como: salgadinhos, bolachas, refrigerantes, sorvetes e outros produtos que deixam as crianças maravilhadas, e com isso o habito de assistir TV está relacionado diretamente a pedidos de compras e consumo de alimentos que são anunciados. Alguns estudos puderam relatar que a TV, aumenta o risco de obesidade não só por desviar a criança das atividades físicas, mas também por induzir a gestão de alimentos altamente calóricos. (CRIVELARO; L.P 2006) Sendo a obesidade um problema de saúde publica e a obesidade infantil segue o mesmo curso. Faz-se importante investigar a influencia da mídia sobre as escolhas alimentares e as preferências alimentares, determinadas pela mídia, e o estado nutricional. Porém, PRIORE e col. (2004), verificam que adolescentes que ficam sozinhos no período da tarde, não conseguem determinar horários para refeições, e que em função da sensação de isolamento, consomem qualquer alimento para matar a fome ou passar o tempo, sem preocupação com o valor nutricional. O objetivo deste trabalho foi avaliar a influencia da mídia nas escolhas alimentares e a correlação com o estado nutricional de crianças e adolescentes, em uma escola particular e uma escola pública da cidade de Uberlândia Minas Gerais. METODOLOGIA O estudo foi aprovado pelo Comte de Ética em Pesquisa do Centro Universitário do Triangulo - UNITRI. A coleta de dados foi realizada maio de 2011, em uma escola particular e uma escola publica da cidade de Uberlândia, MG. Participaram da pesquisa total de 231 escolares. Sendo que da escola publica 180 alunos com idade média de 11,1 (+ 1,6), 73 do sexo masculino e 107 do sexo feminino. Já da escola particular 51, sendo 24 do sexo feminino e 27 do sexo masculino, com idade média de 10,4 anos (+1,6). Dos 231 escolares, 180 crianças são de escola públicas sendo 73 do sexo masculino e 107 sexos femininos e também participaram 51 estudantes de escola particulares sendo 24 do sexo masculino e 27 do sexo feminino.

3 Resultados Os resultados do estudo foram organizados em media e desvio padrão (DP), em gráficos e tabelas. Tabela 01: Valores médios e de DP para peso e IMC de escolares de escola particular e pública de Uberlândia. Variáveis Escola Pública Escola Particular Médias DP Médias DP Peso (Kg) 45,50 ±11,9 41,06 ±12,3 Altura (m) 1,54 ±0,11 1,48 ±0,12 IMC (Kg/m²) 18,85 ±3,22 18,71 ±3,22 Tabela 02: Classificação do IMC e distribuição em percentagem de escolares de escola pública e particular de Uberlândia. Classificação de IMC Escola Pública (% de alunos) Escola Particular (% de alunos) Baixo Peso 6,11 3,92 Eutrofia 72,22 64,71 Sobrepeso 15,56 21,57 Obesidade 6,11 9,80 Tabela 03: Classificação dos indicadores antropométricos P/I e A/I e a distribuição em percentagem de escolares de escola pública e particular de Uberlândia. Escola Pública (% de alunos) Escola Particular (% de Classificação alunos) P/I A/I P/I A/I Déficit de 3,33% 1,67% 1,96% 1,96% peso Normal 77,22% 73,33% 66,67% 54,90% Acima da média 19,44% 24,44% 31,37% 43,14%

4 Gráfico 01: Influencia da mídia sobre a alimentação de escolares de escola publica e particular. Gráfico 02: Alimentos mais consumidos de escola publica e particular. Gráfico 02: Alimentos mais consumidos de escola particular.

5 O Gráfico acima ilustra os resultados da avaliação dos alimentos mais consumidos e freqüentemente em exposição na mídia, para os escolares de instituições particulares. 4 Discussão Com base na avaliação antropométrica, verificou-se que a prevalência da obesidade não foi significante como problema nutricional, pois apenas (15,56%) das crianças da amostra da escola pública apresentaram excesso de peso versus que (21,57%) da escola particular apresentaram uma diferença significativa. Tal achado poderia ser explicado pelo fato de crianças de escolas públicas pertencerem á uma classe de baixo poder aquisitivo. Na presente estudo a maioria das crianças apresentam eutróficas segundo o IMC. Segundo, Vasconcelos, 2009, a eutrófia vem sendo reduzida na população de escolares. É importante destacar no estudo a classificação dos indicadores antropométricos P/I e A/I e a distribuição em percentagem de escolares de escola pública e particular de Uberlândia, estes encontram na sua maior em normalidade, em vista de muitos outros trabalhos publicados (ABRANTES, ET al., 2002) nos quais a obesidade encontra-se em destaque. O indicador de peso para altura (P/A) conseguiu avaliar uma harmonia (ARAÚJO, 2007) entre o ganho de peso e o de altura com isso é indicado para uma avaliação das recentes alterações de peso que sempre podem refletir em alterações na composição corporal das crianças. Sendo a televisão um dos meios de comunicação mais utilizado para o entretenimento ela também pode influenciar nas escolhas alimentares de crianças, adultos e idosos. (MIOTTO.A.C 2006) Alguns comerciais veiculados na televisão estimulam o consumo de alimentos, em geral, com altas concentrações de constituintes não saudáveis como gorduras, açucares, e sal, com isso podendo contribuir para a obesidade e/ou hipertensão. Sendo assim além do sedentarismo e da ingestão inadequada de alimentos diante da televisão pode sim adquirir grandes concepções incorretas sobre o que é um alimento saudável. Embora não tenha havido uma associação estatística entre as preferências alimentares com o marketing, foi realmente possível

6 observar a grande influencia das propagandas de alimentos no desejo de consumir, estes alimentos. Na avaliação dos alimentos mais consumidos e freqüentemente em exposição na mídia (TELEVISÃO) para os escolares de instituições públicas os mais consumidos foram Sorvete (11,04%), Chocolate (10,63%), Bolacha recheada (9,02%), Nugetts (7,54%), Refrigerantes (7,40%), Sucos artificiais (6,19%), Salgados tipo Elma Chips (6,73%), Pipocas de Microondas (5,65%) e doces (5,38%). Já para os alunos de escola particular Sorvete e Chocolate (9,23%) em primeiro lugar, seguido de Bebidas lácteas e refrigerantes (7,75%), sanduíches (7,01%), sucos artificiais, pipoca de microondas e macarrão instantâneo (6,64%) e as balas (6,90%). Conclusão Com o presente estudo foi possível concluir que a maioria das crianças encontram em adequação para os indicadores nutricionais IMC, P/I e A/I. A mídia influencia no consumo de alimentos, principalmente, o consumo de alimentos ricos em gordura e açucares tanto de crianças matriculadas em escolas publicas quanto nas privadas. Referencias Bibliográficas: SISVAN. Vigilância alimentar e nutricional: Orientações básicas para a coleta, o processamento, a análise de dados e a informação em serviços de saúde. Brasília, p. (Serie A. Normas e Manuais Técnicos). ALMEIDA, A.P.C.; COSTA, L.C.; GOMES, R.N. Prevalência de obesidade e sobrepeso em estudantes adolescentes de diferentes classes sociais. Simpósio: Obesidade e anemia carências na adolescência. Instituto Danone. Salvador, Bahia, 8-9 de junho de ARAÚJO, A.C.T.; CAMPOS, J.A.D.B.. Alim. Nutr., Araraquara, v.19, n.2, p , abr./jun

7 CARNEIRO. V.G. A influência da mídia na obesidade de crianças e adolescentes UNAERP - Universidade de Ribeirão Preto Campus Guarujá Curso de Educação Física, p. 1-39, CAVALCANTI; A.C. Melo, AMCA, A mídia, comportamento alimentar e obesidade na infância e na adolescência: Artigo de revisão CUPPARI. L. Manual de Nutrição clinica: Nutrição do Adulto, Manole ed.2, OLIVEIRA A.F, A Influência da mídia nos hábitos alimentares de crianças de baixa renda de o Projeto Nutrir, ALMEIDA SS, Nascimento PCBD, Quaioti TCB Quantidade e qualidade de produtos alimentícios anunciados na tv brasileira. Rev.Saúde Pública 2002,36;353-5; PEREIRA, R,M,R Infância, televisão de publicidade: uma metodologia de pesquisa em construção. Rev Saúde Pública 1998; 32,541-9; OLIVEIRA FLC, Escrivão MAMS Obesidade exógena na infância e na Adolescência In: Departamento de Nutrição da Sociedade Brasileira de Pediatria, editor: Documentos da SBP. Rio de Janeiro: SBP: P DEL PRETE G; Obesidade Infantil a influencia: A influencia dos comerciais de televisão sobre os hábitos alimentares (trabalho de conclusão de curso) Ribeirão Preto (SP) USP, 2002; KAZAPI; (Rui Gabriel - Análise da utilização de técnicas de Reconhecimento de Padrões na Antropometria Florianópolis, 2004). CRIVELARO; L. P. A publicidade na TV e sua influencia na obesidade infantil; UNI revista- Vol.1,nº 3: (julho 2006)

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