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1 7 aula FORMA ESPECIAL: EPOPEIA Meta Conhecer a forma lírica narrativa epopeia. Objetivos Ao final desta aula, você deverá: z ter uma noção básica da história da epopeia; z reconhecer as principais características desta forma lírica.

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3 AULA VII FORMA ESPECIAL: EPOPEIA Aula 7 1 INTRODUÇÃO Nesta aula, você conhecerá a epopeia, uma das formas mais antigas e conhecidas da lírica clássica. A epopeia data das primeiras manifestações literárias ainda na Grécia e Roma antigas. A apropriação da epopeia, ao longo do tempo, tem sido uma constante, seja com aprimoramentos textuais, fazendo com que o rigor antes estabelecido apresente um certo relaxamento, seja com adaptações modernas para outras linguagens, por exemplo, o cinema. A epopeia faz parte, portanto, do imaginário da sociedade ocidental, está presente em nossas vidas desde os tempos imemoriais, e vem se aprimorando ao longo dos tempos. UESC Letras Vernáculas 91

4 Fundamentos de Teoria da Literatura Forma especial: epopeia 2 A NOÇÃO HISTÓRICA DE EPOPEIA a U F CA SAIBA MAIS V R K M Estima-se que Homero tenha vivido entre os séculos 9 e 8 a.c., e o limite estipulado de sua vida vai até 700 a.c. Sua origem também é incerta, mas os estudiosos do poeta consideram provável que ele tenha nascido em Esmirna ou na Ilha de Quios, na Grécia. Devido à insuficiência de provas, alguns chegam a duvidar da existência de Homero. A obra atribuída a ele foi composta e transmitida oralmente. Existem grandes divergências entre estudiosos literários sobre a obra de Homero. Há suposições de que a Odisséia, por exemplo, não tenha sido composta por um único autor, devido à existência de diferenças estilísticas. A epopeia é uma forma lírica de aspecto bastante peculiar, visto que se apresenta como uma longa narrativa poética, de caráter heroico e características gradiloquentes ou monumentais, que traduz um alcance nacional e universal. De outro modo, a epopeia transmite um assunto de grandeza coletiva, geralmente relacionado à própria nação. Deste modo, para apresentar tal assunto, de características tão grandiosas, faz-se necessária uma forma especial, que possa acompanhar e propiciar o melhor aproveitamento do assunto tratado pelo poeta. Nesse sentido, a epopeia é nomeada como uma forma poética fixa, ou seja, tem uma forma que deve ser seguida pelo poeta ao compor seu texto. A epopeia, no Ocidente, tem suas raízes na Era Clássica, através de Grécia e Roma. As principais e notórias epopeias clássicas são: a Ilíada e a Odisséia, de autoria do poeta grego Homero, que reconstituía, com riqueza de detalhes, a civilização grega, e a Eneida, de autoria do poeta romano Virgílio, que narrava o mito da fundação de Roma. A Ilíada narra a Guerra de Troia e é associada a reflexões sobre a vida do homem e sua relação com os deuses. Odisséia conta as aventuras do herói Ulisses, em sua volta para a ilha de Ítaca. Ambas as obras foram compostas em hexâmetros. Além das duas obras, a Antiguidade atribuía a Homero outras obras, como: Tebaida, os Hinos Homéricos, Batracomiomaquia, entre outras. Na Era Cristã, as epopeias que se destacam são: El Cid e a Divina Comédia. A primeira, de autoria desconhecida, conta as aventuras do cavaleiro Rodrigo Díaz de Vivar, chamado de El Cid (do mourisco sidi, senhor ) e de Campeador, conhecido como um nobre guerreiro espanhol que viveu no século XI, época em que a Espanha estava dividida entre reinos rivais de cristãos e mouros (muçulmanos). Já a Divina Comédia, de autoria de Dante Alighieri, originalmente Comedìa, mais tarde batizada de Divina, pelo pintor italiano Giovanni Boccaccio, é 92 Módulo 1 I Volume 4 EAD

5 um poema épico e teológico dividido em três partes: Inferno, Purgatório e Paraíso. O poema chama-se Comédia não por ser engraçado, mas porque termina bem (no Paraíso). Era esse o sentido original da palavra Comédia, em contraste com a Tragédia, que terminava, em princípio, mal para os personagens. Não há registro da data exata em que foi escrita; sabe-se apenas que data do século XIV. No século XVI, no apogeu do estilo Renascentista, teríamos aquela que se tornaria a grande epopeia em língua portuguesa: Os Lusíadas, de Luis de Camões. Assim como as composições anteriores, Os Lusíadas trata de assunto grandiloquente, pois tematiza a fundação mítica de Portugal e do povo português. Portanto, podemos afirmar que a epopeia trata sempre de um assunto grandioso, que identifica toda a coletividade. Interessante notar, também, que a epopeia tem como fio condutor a narrativa de um herói que, na verdade, representa uma coletividade, um povo. As figuras de Ulisses, na Ilíada e Odisséia, representam, por sua vez, o povo grego; a de Virgílio, na Eneida, representa o povo romano; e Vasco da Gama, nos Lusíadas, representa o povo português. A forma clássica, por excelência, da epopeia, é em versos, no entanto, é possível encontrá-la em prosa, de forma discursiva, como ocorrido nas canções de gesta medievais. Nestes casos, prevalece a temática de caráter grandioso e coletivo, mudando-se apenas a forma, que deixa de ser em verso para ser em prosa. Canção de gesta, tradução do francês chanson de geste, designa um tipo de composição de caráter épico, cujo tema diz respeito aos feitos históricos de povos ou heróis, às guerras históricas e aos dramas lendários. O gênero nasceu e desenvolveuse na França medieval, desde o século XI até ao século XIII, quase sempre concentrando a ação nos feitos ilustres de Carlos Magno (século VIII). A estas canções de gesta, deu-se o título de Geste du Roi, subgênero que inclui uma das mais famosas composições, a Chanson de Roland (c.1100). Fonte: www2.fcsh.unl.pt/edtl/verbetes/.../cancao_ gesta.htm. a U F CA SAIBA MAIS V R K M Aula 7 3 A FORMA DA EPOPEIA A epopeia clássica tradicional, em versos, obedece a uma forma fixa, isto significa dizer que o poeta, ao compô-la, seguia certos preceitos, sob o risco de não ser reconhecida como epopeia. Essas leis de execução da epopeia permanecem através dos tempos; no entanto, podemos assinalar certa UESC Letras Vernáculas 93

6 Fundamentos de Teoria da Literatura Forma especial: epopeia liberdade na interpretação dessa execução. As normas que deveriam ser seguidas pelo poeta, resumem-se em cinco tópicos. São eles: 1- Proposição: trata-se da introdução do poema, onde é apresentado o assunto; 2- Invocação: trata-se do chamamento a uma divindade ou ser superior para que o poeta possa executar sua obra; 3- Dedicatória: é a parte em que o poeta oferece seu poema em distinção a alguém; 4- Narração: é a própria aventura do poema, o desenvolvimento do assunto; 5- Remate ou desfecho: é a conclusão ou epílogo, quando o poeta dá fim ao assunto narrado. Para você compreender melhor essa divisão, vamos tratar de aplicá-la a uma epopeia bastante conhecida e mencionada aqui: Os Lusíadas. Neste poema, Camões narra a aventura do herói português Vasco da Gama que, embora um personagem isolado, representa toda a saga coletiva do povo, ou seja, Vasco da Gama representa o povo português na sua integridade. Pois bem, esse poema é dividido, segundo as regras clássicas, em cinco tópicos, como verá a seguir: 1- Proposição: Nesta parte, Camões apresenta o poema e diz o que vai cantar: os feitos portugueses: As armas e os barões assinalados, Que da ocidental praia Lusitana, Por mares nunca de antes navegados, Passaram ainda além da Taprobana, Em perigos e guerras esforçados, Mais do que prometia a força humana, E entre gente remota edificaram Novo Reino, que tanto sublimaram. 94 Módulo 1 I Volume 4 EAD

7 2- Invocação: O poeta invoca (clama), especificamente, as ninfas do Tejo, que são entidades sobrenaturais e imaginativas que habitariam o rio Tejo que banha Lisboa, em Portugal: E vós, Tágides minhas, pois criado Tendes em mim um novo engenho ardente, Se sempre em verso humilde celebrado Foi de mim vosso rio alegremente, Dai-me agora um som alto e sublimado, Um estilo grandíloquo e corrente, Porque de vossas águas, Febo ordene Que não tenham inveja às de Hipoerene. 3- Dedicatória: Neste tópico, o poeta oferece seu poema grandioso ao soberano rei de Portugal, Dom Sebastião, cujo reinado era bastante cultuado pelos portugueses: Vós, poderoso Rei, cujo alto Império O Sol, logo em nascendo, vê primeiro; Vê-o também no meio do Hemisfério, E quando desce o deixa derradeiro; Vós, que esperamos jugo e vitupério Do torpe Ismaelita cavaleiro, Do Turco oriental, e do Gentio, Que inda bebe o licor do santo rio. 4- Narração: Aula 7 O poeta desenvolve as aventuras que se prontificou a contar, no caso específico, as aventuras de Vasco da Gama pelos mares nunca dantes navegados, mostrando a grande coragem e o caráter destemido do herói português que passa por toda sorte de intempéries até sair vencedor: Vasco da Gama, o forte capitão, Que a tamanhas empresas se oferece, De soberbo e de altivo coração, A quem Fortuna sempre favorece, Para se aqui deter não vê razão, Que inabitada a terra lhe parece: Por diante passar determinava; Mas não lhe sucedeu como cuidava. UESC Letras Vernáculas 95

8 Fundamentos de Teoria da Literatura Forma especial: epopeia 5- Remate ou desfecho: Neste trecho, Camões trata de concluir seu poema com a vitória portuguesa pelos mares desconhecidos: VOCÊ SABIA? Mas eu que falo, humilde, baxo e rudo, De vós não conhecido nem sonhado? Da boca dos pequenos sei, contudo, Que o louvor sai às vezes acabado. Tem me falta na vida honesto estudo, Com longa experiência misturado, Nem engenho, que aqui vereis presente, Cousas que juntas se acham raramente. A medida ou métrica diz respeito ao tamanho do verso; já a metrificação, caracteriza a contagem de sílabas que entram num verso. Acontece, porém, que o poeta não conta as sílabas como impera a gramática, que manda considerar duas sílabas, o ditongo crescente e o decrescente. Todo o agrupamento de vogais, cuja pronúncia possa efetuar-se de um só impulso de voz, o poeta pode considerar uma única sílaba, coisa que em gramática não se dá; também não se contam as sílabas que vêm depois da última sílaba tônica do verso; essa é a razão porque se diz que a sílaba gramatical difere da sílaba poética. Veja, por exemplo, o caso abaixo de contagem das sílabas métricas a partir dos versos: Como você pode observar, o poema é construído conforme as regras clássicas, ou seja, seguindo a estrutura previamente estabelecida. Outro aspecto que nos ajuda a compreender a forma da epopeia diz respeito às medidas dos versos, que deviam ser primitivamente em hexâmetro, Tímida espera a bailarina Sílabas gramaticais: Tí /mi /da /es/ pe/ ra/ a /bai /la /ri /na / seis sílabas métricas, até o último verso. Com o decorrer Número de sílabas: 11. do Sílabas métricas: Tí /mi /da es /pe /ra a /bai/ la /ri / na hexâmetro foram substituídos tempo, pelos Número de sílabas: 8. dez Como você pode observar, o número de sílabas métricas e gramaticais não coincidiu. os versos sílabas versos em decassílabos, métricas, que davam um tom mais solene e grandioso ao poema, por sua maior complexidade. Vamos à atividade! 96 Módulo 1 I Volume 4 EAD

9 ATIVIDADE FIGURA 1 - Cena do filme Tróia, dirigida por Wolfgang Peterson, adaptação da Ilíada, epopeia de Homero. Fonte: Aula 7 1. Esta versão cinematográfica da Ilíada, Tróia, dirigida por Wolfgang Petersen, estreou nos cinemas em Apesar de não ser uma fiel transposição do maravilhoso poema de Homero, já que o filme não segue o espírito do poema e nem alcança a profundidade de Homero, trata-se de um excelente espetáculo que vale a pena ser assistido. Assim, você deverá assistir ao filme referido e ler a versão literária, para produzir, em seguida, uma resenha, estabelecendo a comparação das características de semelhança e diferença entre as duas obras, destacando o seu caráter de epopeia. RESUMINDO Você viu, nesta aula, que a epopeia constitui uma forma épica, poético-narrativa, vinculada ao gênero lírico, que guarda características bastante especiais, sobretudo pela sua forma rigorosamente fixa, devendo o poeta seguir regras previamente estabelecidas. Viu também que as grandes epopeias clássicas foram escritas por Homero e Virgílio, ainda na Antiguidade Greco-romana, e que a grande epopeia, já nos tempos da cristandade, foi Os Lusíadas, do poeta português Luis de Camões. UESC Letras Vernáculas 97

10 Fundamentos de Teoria da Literatura Forma especial: epopeia LEITURA RECOMENDADA Para complementar esta aula, recomendo a leitura de ARISTÓTELES, HORÁCIO E LONGINO. Apresentação e introdução de Jaime Bruna. A poética clássica. São Paulo: Cultrix, Na próxima aula... veremos o gênero épico. GONÇALVES, Magaly Trindade; BELLODI, Zina C. Teoria da literatura revisitada. Petrópolis: Vozes, GOMES, Heidi Strecker. Análise de texto: teoria e prática. 10. ed. São Paulo: Atual, MOISÉS, Massaud. A criação literária. São Paulo: Melhoramentos, R E F E R Ê N C I A S SILVA, Vítor Manuel de Aguiar e. Teoria da literatura. 5. ed. Coimbra: Almedina, SOARES, Angélica. Gêneros literários. São Paulo: Ática, Módulo 1 I Volume 4 EAD

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