Os diálogos de Platão :

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Os diálogos de Platão :"

Transcrição

1 A lenda de Platão, o filósofo grego, foi preservada por pastores egípcios desde o ano 400 a.c. Ela descreve dois diálogos que se referem a uma viagem de Sólon ao Egito, onde ele soube que os sacerdotes egípcios de Sais possuíam registros escritos sobre "uma ilha continental além das Colunas de Hércules chamada Atlântida, o centro de um grande e maravilhoso império" com uma grande população, cidades de telhados de ouro, frota e exércitos poderosos para invasão e conquistas. A Atlântida é descrita como uma civilização avançada, um império de engenheiros e cientistas, tão ou mais avançados tecnologicamente que a nossa civilização. Segundo a lenda, desapareceu há cerca de 12 mil anos em meio a enchentes e terremotos, forçando seus sobreviventes a se refugiarem por todo o mundo. Há séculos exploradores e cientistas buscam em vão esta civilização perdida. A maioria dos pesquisadores concorda com os estudos realizados no século XVII pelo padre Kircher, o qual afirmou que o continente desaparecido situava-se a oeste do estreito de Gibraltar, ou seja, submerso em algum lugar do Atlântico. Os diálogos de Platão : "Do litoral até o centro da ilha estendia-se uma planície, da qual dizem que teria sido a mais bela e melhor de todas. Perto daquela planície, mas, em direção ao centro, a uma distância de cerca de 50 estádios (= cerca de 90 quilômetros), havia uma montanha, de vertentes planas em todos os lados. Naquela montanha residia um homem, primitivamente brotado do solo, de nome Euenor, em companhia de sua mulher, Leucipa; eles tiveram uma só filha, de nome Clito. Quando a moça entrou na idade núbil, os pais faleceram. Posêidon enamorou-se dela e a ela se uniu. Ele separou, em todo o seu redor, a montanha, em cujo topo a moça morava, depois de tê-la firmemente cercado; para tanto, colocou em sua volta faixas pequenas e progressivamente maiores, de mar e de terra, duas de terra e três de água marinha, com a mesma distância entre uma e outra, em todos os pontos; destarte, a montanha, no centro da ilha, tornou-se inacessível às pessoas de fora, visto que, naquela época, ainda não havia navios, nem a navegação. Por sua vez, Posêidon instalou-se na ilha, situada no centro, com toda a facilidade de que dispunha em sua qualidade de deus, fazendo jorar da terra duas nascentes de água, uma fria, outra quente, e brotar do alimentos suficientes e em grande variedade. De filhos, ele gerou, por cinco vezes, irmãos gêmeos, que criou; depois de dividir toda a ilha de Atlântida em dez partes, deu ao primogênito do mais velho casal de gêmeos a morada materna e as terras que a rodeavam, as melhores e mais extensas, e o nomeou rei sobre os demais, que instituiu como arcontes, pois a cada um deles conferiu soberania sobre muitas pessoas e terras. Também deu nomes a todos; ao mais velho e rei atribuiu o nome que é de toda a ilha e do mar, que se chama de Atlântico, visto que o nome do primogênito, então rei, era Atlas. Ao nascido em segundo lugar, após aquele irmão gêmeo, deu o nome de Gadeiro, no vernáculo, e Eumelo, em idioma helênico; constituiu-o soberano das terras

2 situadas na extrema ponta da ilha, em direção das Colunas de Hércules, até as atuais terras de Gadeiro, denominadas segundo aquela região; provavelmente, derivam o seu nome daquele rei. Do segundo par de gêmeos, um chamou de Anferes e o outro de Euaimon; ao terceiro deu o nome de Mneseas, aquele que nasceu primeiro e de Autócton aquele que nasceu depois; com o quarto, deu o nome de Elasipo aquele que nasceu primeiro e de Mestor, ao que nasceu depois; enfim, com o quinto, deu o nome de Azaes ao que nasceu primeiro e de Diapapes, ao que nasceu depois. Esses, bem como seus descendentes, moravam lá, durante muitas gerações, como soberanos de numerosas ilhas no mar e, conforme já foi falado, de vastos territórios e grandes povos, de dentro, abrangendo o seu reino as terras que se estendem até o Egito e a Tirrênia. Atlas era o ancestral de uma estirpe numerosa e nobre e como sempre o filho mais velho transmitiu o reino ao mais velho dos seus descendentes, ela conservou o seu poder durante muitas gerações. Também possuiu riquezas em enorme abundância, superiores às existentes em qualquer outro reino do passado, contemporâneo ou futuro, pois, lá havia de tudo quanto pudesse vir a ser necessário, tanto nas cidades, quanto no resto do país. Muita coisa lhes veio de fora, a título de tributo, no entanto, em sua maior parte a própria ilha lhes garantiu seu sustento. Havia de todos os metais, a serem extraídos da terra, fossem sólidos ou fusíveis, inclusive aqueles tipos que hoje somente são conhecidos pelo nome, mas naquela época não eram um nome apenas, tais como o minério de ferro, obtido de depósitos encontrados em vários pontos da ilha e que, por muitas pessoas, era então o mais apreciado, depois do ouro. Havia grande abundância de tudo quanto a floresta produz para a atividade artesanal, bem como para a alimentação de animais domésticos e selvagens; lá existiu também a espécie dos elefantes, proliferando em grande número. Pois além das extensas pastagens para todos os animais que vivem nos pântanos, nas lagoas, nos lagos, tanto nas montanhas, como nas planícies, havia sustento também para aquela espécie que, por sua natureza, é a maior em tamanho e consome maior quantidade de alimento. Outrossim, a ilha deu e manteve, perfeitamente, tudo quanto a terra produz de aromático, fossem raízes, ervas, árvores, rezinas, flores ou frutos. Produziu, igualmente o fruto doce (banana) e o fruto seco (trigo), que nos serve de alimento, bem como todos os demais para os nossos pratos de comida, que genericamente chamamos de verdura e o fruto que cresce igual a uma árvore e fornece bebida, comida e óleo de unção (coqueiro). Ainda deu as frutas de pomar, de difícil conservação, criadas para nosso divertimento e nossa recreação, mais todas as frutas a serem servidas de sobremesa, para excitar os apetites já saciados de pessoas cansadas de comer. Tudo isto houve em quantidades enormes naquela ilha que, a seu tempo, se estendeu divina, bela e admirável debaixo das luzes de Hélio. Conquanto a terra proporcionasse tudo a seus habitantes, esses ergueram templos e palácios reais e portos e estaleiros e construíram todo o seu país, procedendo da seguinte maneira : Começaram por colocar pontes sobre os círculos de água, envolvendo o centro primitivo, a fim de estabelecer um

3 caminho de acesso ao palácio real. Todavia, logo de início, ergueram o palácio real no local da morada da deusa Clito e de seus antepassados, que passou de descendente a descendente, com cada um esforçando-se para superar seu antecessor no embelezamento do palácio, até torná-lo notável, pela grandiosidade e beleza de suas obras. Abriram um canal, a partir do mar, de 3 pletros (= cerca de 90 metro) de largura, 100 pés (= cerca de 30 metros) de profundidade e 30 estádios (= cerca de 90 quilômetros) de comprimento; este canal estendia-se até o aterro mais avançado e abria uma entrada para a passagem de navios; destarte, possibilitaram a navegação e fizeram entrar os barcos naquele local, como se fosse um estuário. E, da mesma forma, perfuraram também os aterros entre os círculos de água, em direção das pontes, o suficiente para uma embarcação passar de um para outro; essas passagens cobertas eram para as embarcações passarem por baixo, pois, para tanto, os aterros tinham altura suficiente. Todavia, o maior dos círculos de água, no qual penetravam as ondas do mar, tinha a largura de 3 estádios (= 540 metros) e o aterro contíguo era dessa mesma largura; os dois próximos círculos de água tinham a largura de 2 estádios (= 360 metros) e o aterro circundante era dessa mesma largura. O círculo de água envolvendo a ilha situada no centro era da largura de um estádio (= 180 metros), enquanto que a ilha com o palácio real tinha o diâmetro de 5 estádios (= cerca de 900 metros). A exemplo dos círculos de água e da ponte, uma muralha de pedra cercava essa ilha central, de um pletro (= cerca de 30 metros) de largura; em toda a circunferência, essa muralha era guarnecida de torres e havia portas nas pontes, dando para o mar. Ademais, eles escavaram a rocha debaixo da ilha, situada no meio do círculo de água, bem como debaixo das áreas externas e interna dos aterros. As pedras escavadas eram, ora vermelhas, ora pretas, e no interior das escavações instalaram estaleiros duplos, protegidos pela própria rocha. Ergueram edifícios de uma só cor, bem como coloridos, jogando com os diversos tipos de pedras, misturando-as e ressaltando as suas belezas naturais. A muralha ao redor do extremo círculo de água era revestida de ferro, que, para tanto tornaram líquido, igual ao óleo de unção; a muralha interna era banhada de zinco e às muralhas em volta do palácio deram um revestimento feito de minério bruto e brilhando como o fogo. No âmbito da acrópole, o palácio real tinha a seguinte distribuição : no centro estava o templo, consagrado a Posêidon e Clito, a cujo interior o povo não tinha acesso. Esse templo era cercado por grades de ouro e erguido no local onde a geração primitiva dos dez filhos reais foi concebida e dada à luz. Anualmente, para lá eram levados os sacrifícios rituais devidos aos dois ancestrais e provenientes de todas as dez regiões do país. O próprio templo de Posêidon tinha um estádio (= 180 metros) de comprimento, 3 pletros (= 30 metros) de largura e altura proporcional a essas dimensões; e efígie do deus era de aparência algo bárbara. Em toda a sua parte externa, o templo era revestido de zinco, excentuando-se as torres, cujo revestimento era de ouro. No interior do templo, o forro, de marfim, era decorado em ouro, prata e minério bruto; tudo o mais, as paredes,

4 colunas, os pisos, eram revestidos de minério bruto. Lá também ergueram estelas de ouro, representando a deidade, dentro de uma carruagem, guiando seis cavalos alados e tocando com a cabeça no teto. Centenas de nereidas, montadas em golfinhos, cercavam a divindade, pois naquela época as pessoas acreditavam que existisse em tal número. Além destas, havia ainda muitas outras estelas, doadas por cidadãos. Na parte externa do templo, imagens douradas mostravam toda a descendência real, as mulheres e todos aqueles que nasceram da primitiva dezena de reis, bem como cidadãos, moradores da própria cidade e outras pessoas, de fora, seus súditos e vassalos. Também o altar correspondia em suas dimensões e na execução à grandiosidade das obras, em seu conjunto. O palácio real possuía mobiliário e ornamentos, condizentes com a imponência do reino e a pompa do templo. As nascentes, uma de água fria e outra de água quente - que tanto davam água em abundância, quanto, por sua natureza e graças à sua conveniência e excelência, se prestavam otimamente bem para o uso - eram aproveitadas da seguinte maneira : em toda a sua volta construíram casas, fizeram culturas de algodão, bem irrigadas e instalaram reservatórios de água; alguns desses reservatórios ficavam sob o céu aberto, outros em área coberta, servindo para banhos quentes durante o inverno. Havia banhos reservados à família real, aos cidadãos, às mulheres e ainda bebedouros para os cavalos e demais bestas de carga, ficando cada grupo com as suas respectivas instalações. As águas filtradas eram captadas e levadas para o bosque de Posêidon, onde, graças à excelência do solo, havia várias espécies de árvores, de grande beleza e altura; de lá eram levadas por, por canais, até os extremos círculos de água, perto das pontes. Naquele local tanto havia numerosos santuários, consagrados às várias deidades, quanto jardins e ginásios de esportes reservados tanto para homens quanto para cavalos; todas essas obras e instalações encontravam-se sobre os dois aterros, formando uma ilha. No centro do aterro maior, havia, entre outros, uma formidável pista de corrida de cavalos, da largura de um estádio (= 180 metros), acompanhando a muralha circular em toda a sua extensão. De ambos os lados dessa pista ficavam as casas dos lanceiros, conforme o seu número. Os homens de maior confiança eram encarregados da guarda do círculo interno, mais próximo do palácio; outros, cuja fidelidade comprovadamente superava a de todos os demais, ficavam no interior do palácio, onde moravam. Os estaleiros estavam repletos de embarcações, amplamente guarnecidas de todos os equipamentos necessários. A resistência do rei era instalada assim : depois de passar pelos três círculos de água, externos, chegava-se a uma muralha que se erguia do mar, a uma distância de 50 estádios (= cerca de 9 quilômetros) do extremo círculo de água externo; essa muralha evoluía em um círculo e, neste mesmo espaço, envolvia a foz do canal, no mar. Toda essa área era densamente povoada, repleta de casas residenciais, enquanto que a praça de embarque e desembarque e o grande porto mal conseguiam conter o número de navios e mercadores, provenientes de todas as partes, que, com seus gritos, sua balbúrdia e seu constante vaivém, causavam intenso movimento, dia e noite.

5 Destarte, a cidade e o recinto da antiga residência era assim, como outrora foram descritos e ora são relembrados. Agora, cumpre tentar fazer o relato das condições físicas, naturais daquele país e de sua distribuição interna. Em primeiro lugar, toda aquela área descrita como subindo, ímgreme, do mar e atingindo grande altitude. Toda a planície ao redor da cidade, por ela envolvida, teria sido cercada por montanhas, que se estendiam até o mar; essa região plana, de forma oval, cobria uma superfície que, em uma das direções, era de estádios (= cerca de 540 quilômetros) e em direção transversal, subindo do mar, media estádios (= cerca de 360 quilômetros); ficava aberta para o sul, mas, ao norte, era protegida contra os ventos. Na época, as montanhas circundando essa planície eram muito elogiadas, pois em quantidade, proporções e beleza ultrapassavam as atualmente conhecidas e ainda por abrigarem, além de numerosos sítios densamente povoados, rios, lagos e prados, oferecendo pasto a animais selvagens e domésticos, bem como extensas e espessas matas, com as mais variadas espécies de árvores, fornecendo matéria prima para obras de todos os tipos, em geral e em particular. Era então a seguinte a constituição física daquela planície, conforme ficou conservada durante muito tempo, no reinado de muitos reis. O esquema primitivo era um quadrilátero alongado, em grande parte cortado por valas e o que faltava era completado, seguindo o percurso da vala circundante. Quanto à sua profundidade, largura e seu comprimento, embora parecessem inacreditáveis os dados fornecidos, lá deve ter havido, entre outros trabalhos, uma obra de enormes dimensões, feita pela mão do homem. Pois bem, mas cumpre contar o que ouvimos falar a respeito. A vala teria tido um pletro (= cerca de 30 metros) de profundidade, um estádio (= 180 metros) de largura, em toda a sua extensão e, como envolvia a planície inteira, seu comprimento teria sido de estádios (= cerca de quilômetros). Naquela vala eram captados os rios que desciam as vertentes das montanhas e como ela circundava toda a planície e atingia a cidade de ambos os lados, fazia com que suas águas escoassem no mar. Dessa vala gigante, canais retos, geralmente de 30 metros, aproximadamente, de largura, saíam de sua parte superior, adentrando a planície e voltando para o trecho que levava ao mar; a distância entre esses canais era de 100 estádios (= cerca de 18 quilômetros). Desta maneira, transportavam a madeira das montanhas para a cidade, bem como todos os demais produtos da estação, que carregavam em veículos, depois de terem completado o sistema de ligações transversais entre os canais e a cidade. E faziam duas colheitas por ano; no inverno usavam a água de Zeus, no verão a água da qual a terra necessitava e que veio pelos canais. O contingente dos homens aptos para a guerra e que moravam na planície, era determinado na medida em que cada clero apresentava um capitão; cada clero era de dez vezes dez estádios (= cerca de quilômetros) e todos os cleros juntos, somavam sessenta mil; os habitantes das montanhas e do resto do país eram dados como representando uma enorme massa popular; porém, segundo seus povoados e sítios, naqueles cleros, todos eles estavam subordinados aos respectivos capitães. Outrossim, ficou determinado

6 que, em caso de guerra, o capitão tinha de fornecer a sexta parte de uma carruagem de guerra, ou seja, ao todo dez mil, dois cavalos com cavaleiros, um carro puxado por dois cavalos, sem assento, levando um guerreiro, que dele descia, ao entrar em combate e mais de um homem para montar o cavalo, três homens fortemente armados, com dois arqueiros e arremessadores, mais três arremessadores de pedras e lanças, portando armas leves, para cada um dos mencionados em primeiro lugar, bem como quatro barqueiros para a tripulação de navios de guerra. Era esta a organização militar do reino; quanto aos demais nove reinos, com cada um diferente do outro, iria muito longe e levaria muito tempo descrevê-los aqui. Desde o início, a administração civil e os cargos honoríficos eram organizados da seguinte maneira : cada um dos dez reis governava a parte do reino que lhe coube; ele instituía a maioria das leis, punia e matava conforme a sua vontade. Todavia, a soberania e comunidade entre os dez reis eram sujeitas à vontade de Posêidon, conforme rezam a lei e a inscrição, gravadas pelos ancestrais primitivos em uma coluna de minério bruto, que se ergue na ilha, no santuário de Posêidon. Para lá dirigiam-se a cada quinto, alternadamente, cada sexto ano, a fim de ser proporcionado ensejo de participação ao número par e ímpar. Nessas reuniões deliberavam a respeito de assuntos comunicatórios e examinavam, se alguém transgredia a lei, para, em caso positivo, puní-lo. Quando estavam para realizar julgamento, os reis se davam, mutuamente, a seguinte garantia prévia : como, no santuário de Posêidon pastavam livremente touros em número de dez, os reis, após invocação da divindade, rogando para que conseguissem pegar o seu touro, começavam a caçada, usando tão somente paus e cordas, abstendo-se de usar o ferro. O touro que pegavam, era levado para a coluna e ali sacrificado, sobre a inscrição. Além de na coluna terem sido inscritas as leis, lá ainda estava gravado um juramento, pronunciando duras maldições para os reis desobedientes. Depois de terem oferecido em sacrifício todos os membros do touro, conforme o ritual prescrito em suas leis, enchiam um caldeirão e nele colocavam uma gota de sangue coalhado para cada rei presente, enquanto que, ao limparem a coluna em toda a sua volta, jogavam na fogueira os demais restos do animal sacrificado. Em seguida, pegavam cálices de ouro, que enchiam com o líquido do caldeirão, para com ele regarem a fogueira, enquanto juravam passar julgamento, conforme as leis inscritas na coluna e punir a quem tivesse transgredido qualquer dos mandamentos, durante o período do tempo em apreço, bem como jamais no futuro transgredi-los por livre vontade, e de não governar, nem obedecer a outro soberano, se não fossem observadas as leis do pai. Após a cerimônia, durante a qual cada rei prestava juramento para si próprio e seus descendentes, bebia da mistura do caldeirão e depositava o cálice no santuário de Posêidon, eles faziam a sua refeição e ocupavam-se de outras coisas necessárias. Quando descia a noite, envolvendo tudo em seu manto de escuridão e os fogos dos sacrifícios estavam para extinguir-se, os reis presentes vestiam trajes de cor azul-marinha, escura, de extrema e rara beleza. De noite, sentados no chão, envoltos pelo brilho dos fogos de sacrifício, perante os quais haviam acabado de prestar

7 juramento, aguardavam pela extinção de todos os fogos no santuário; em seguida, os reis julgavam-se, mutuamente, quando alguém era acusado de ter transgredido a lei. Ao raiar o dia, inscerviam a sentença em uma lápide de ouro, a qual, junto com seus trajes, era guardada em memória do julgamento. Além dessas, havia muitas outras leis, regendo os deveres reais, cujos objetivos principais eram os de jamais os reis guerrearem entre si, mas sim se prestarem auxílio mútuo, quando, em qualquer um dos reinos, alguém procurasse aniquilar a estirpe real e, a exemplo dos seus ancestrais, sempre tomavam em conjunto todas as resoluções referentes a guerras e outras empresas, ficando em todos os instantes, a supremacia absoluta reservada à nobre estirpe atlântida. Outrossim, nenhum rei teria o poder de vida e morte sobre qualquer um dos seus parentes, a não ser que mais da metade dos dez soberanos concordasse com uma respectiva deliberação. Este poder de tamanha magnificência e substância, que então reinava naquelas terras, foi ali instituído pelo deus, pelas seguintes razões, conforme dizem : durante muitas gerações, enquanto a natureza divina ainda estava ativa no seu coração, os reis obedeceram às leis e demonstraram comportamento amigável para com os seus parentes divinos. Pois eram de índole verdadeiramente magnânima, reunindo a mansidão com a superioridade, conforme o provaram em casos de acidentes, bem como, no trato mútuo e, por causa disto, deram pouco valor a tudo o mais, exceto à capacidade individual e consideraram a existência da grande abundância de ouro e outras riquezas tão somente como se fosse uma carga a levar, sem que, ébrios de excessos devido às suas posses, perdessem o autocontrole e caíssem em erro; mas sim, com toda a sobriedade souberam avaliar justamente que tudo aquilo somente floresceu devido à amizade recíproca, aliada à capacidade individual, porém ficaria arruinado com a ânsia da cobiça e a supervalorização, o que faria com que a amizade caducasse junto com a capacidade. Graças a essa mentalidade e à ação contínua da natureza divina, com eles tudo progrediu e saiu-se bem, conforme acabamos de relatar. Todavia, quando, aos poucos, a sua natureza divina ficou debilitada, por causa da frequente mistura do seu sangue com o sangue de muitos mortais e a natureza humana chegou a neles prevalecer, então começaram a revelar-se incapazer de conviver com as suas riquezas e se tornaram de índole má. Aos olhos de pessoas capazes de entendê-los, eles eram cheios de vícios, pois tiveram a sanha de destruir as mais belas entre as coisas mais valiosas; no entanto, para os outros, incapazes de conceber uma vida dirigida para a verdadeira felicidade, os reis eram tanto mais perfeitos e felizes quanto mais obcecadamente e com maior ânsia injustificada procuraram proveitos e poderes. Contudo, o deus dos deuses, Zeus, que rege segundo as leis eternas e perfeitamente reconheceu o estado lastimável em que se encontrou essa estirpe, outrora tão capaz, resolveu castigá-la e, para tanto, convocou todas as deidades, em sua morada sublime, situada no centro do cosmo, de onde se avista tudo que, no decorrer dos tempos, participou do processo de evolução e quando lá estavam reunidos, ele falou..."

8 O diálogo termina aqui.

De Creta a Micenas. As Origens do Mundo Grego

De Creta a Micenas. As Origens do Mundo Grego De Creta a Micenas As Origens do Mundo Grego 1 O início da História Entre os séculos XX a.c. e XVI a.c., floresceu em Creta, a maior ilha do Mediterrâneo, uma brilhante civilização, que influenciou a desenvolvida

Leia mais

As famílias no Antigo Egipto; As famílias no Império romano.

As famílias no Antigo Egipto; As famílias no Império romano. Trabalho realizado por: Luís Bernardo nº 100 8ºC Gonçalo Baptista nº 275 8ºC Luís Guilherme nº 358 8ºC Miguel Joaquim nº 436 8ºC Índice; Introdução; As famílias no Antigo Egipto; As famílias no Império

Leia mais

MESOPOTÂMIA. TERRA ENTRE RIOS Prof. Ive

MESOPOTÂMIA. TERRA ENTRE RIOS Prof. Ive MESOPOTÂMIA TERRA ENTRE RIOS Prof. Ive ASPECTOS FÍSICOS Os dois rios mais importantes são o Tigre e o Eufrates. Localiza-se, predominantemente, no Crescente Fértil, onde hoje está o Iraque. Possui precárias

Leia mais

O EGITO É UMA DÁDIVA DO NILO

O EGITO É UMA DÁDIVA DO NILO CIVILIZAÇÃO EGÍPCIA PARA O HISTORIADOR GREGO HERÓDOTO: O EGITO É UMA DÁDIVA DO NILO DÁDIVA = PRESENTE SIGNIFICADO = Sem as cheias do Nilo, o Egito seria um grande deserto PARA O HISTORIADOR FRANCÊS JEAN

Leia mais

A propagação das ondas marítimas e dos tsunami

A propagação das ondas marítimas e dos tsunami A propagação das ondas marítimas e dos tsunami Prof. Fernando Lang da Silveira Instituto de Física da UFRGS http://textos/ondas_tsunami.pdf Tsunami onda(s) de porto em japonês - é uma palavra que designa

Leia mais

A CIDADE-ESTADO ESTADO GREGA ORIGEM DAS PÓLIS GREGAS Causas geomorfológicas A Grécia apresenta as seguintes características: - Território muito montanhoso; na Antiguidade, as montanhas estavam cobertas

Leia mais

BRASIL: UM PAÍS DE MUITAS ESPÉCIES

BRASIL: UM PAÍS DE MUITAS ESPÉCIES Nome: Data: / / 2015 ENSINO FUNDAMENTAL Visto: Disciplina: Natureza e Cultura Ano: 1º Lista de Exercícios de VC Nota: BRASIL: UM PAÍS DE MUITAS ESPÉCIES QUANDO OS PORTUGUESES CHEGARAM AO BRASIL, COMANDADOS

Leia mais

Momento com Deus Crianças de 10 a 11 anos NOME: DATA: 14/04/2013 AULA 02: O DILÚVIO

Momento com Deus Crianças de 10 a 11 anos NOME: DATA: 14/04/2013 AULA 02: O DILÚVIO Momento com Deus Crianças de 10 a 11 anos NOME: DATA: 14/04/2013 AULA 02: O DILÚVIO Versículo para Decorar: 1 Toda vez que o arco-íris estiver nas nuvens, olharei para ele e me lembrarei da aliança eterna

Leia mais

IATE TAMARIND 7 DIAS E 6 NOITES

IATE TAMARIND 7 DIAS E 6 NOITES 7 DIAS E 6 NOITES Breve introdução CONCEITO O itinerário de 7 dias e 6 noites é para aqueles que desejam explorar uma das regiões mais belas do nosso litoral a bordo de um iate clássico e luxuoso. Boa

Leia mais

GRUPO IV 2 o BIMESTRE PROVA A

GRUPO IV 2 o BIMESTRE PROVA A A GERAÇÃO DO CONHECIMENTO Transformando conhecimentos em valores www.geracaococ.com.br Unidade Portugal Série: 6 o ano (5 a série) Período: MANHÃ Data: 12/5/2010 PROVA GRUPO GRUPO IV 2 o BIMESTRE PROVA

Leia mais

Disciplina:História Professora: Andréa Alexandre

Disciplina:História Professora: Andréa Alexandre Disciplina:História Professora: Andréa Alexandre Cidadania Democracia Filosofia Geometria Teatro Período Pré-Homérico (2800 1100 a. C.) povoamento da Grécia. Período Homérico (1100 800 a. C.) poemas

Leia mais

A polémica sobre o comprimento do rio

A polémica sobre o comprimento do rio A polémica sobre o comprimento do rio Comparada com a nascente do rio Nilo, descoberta no século passado, a do Amazonas demorou muito a ser localizada. Em 1971 a National Geographic Society financiou uma

Leia mais

Nós, da GWA, estamos contentes por esta cartilha ter chegado às suas mãos. Por meio dela, conversaremos com você sobre assuntos muito importantes e

Nós, da GWA, estamos contentes por esta cartilha ter chegado às suas mãos. Por meio dela, conversaremos com você sobre assuntos muito importantes e ,, 3, Nós, da GWA, estamos contentes por esta cartilha ter chegado às suas mãos. Por meio dela, conversaremos com você sobre assuntos muito importantes e muito atuais. Em primeiro lugar, gostaríamos de

Leia mais

Na Mesopotâmia: nossas raízes

Na Mesopotâmia: nossas raízes A U A UL LA Na Mesopotâmia: nossas raízes Você já leu algum horóscopo, desses que são publicados em jornais e revistas? Esse costume de consultar os astros é muito antigo e surgiu na Mesopotâmia - a chamada

Leia mais

O REINO (ISRAEL) É DIVIDIDO Lição 61. 1. Objetivos: Ensinar que enquanto estamos seguindo a Deus, Ele cuida de nós.

O REINO (ISRAEL) É DIVIDIDO Lição 61. 1. Objetivos: Ensinar que enquanto estamos seguindo a Deus, Ele cuida de nós. O REINO (ISRAEL) É DIVIDIDO Lição 61 1 1. Objetivos: Ensinar que enquanto estamos seguindo a Deus, Ele cuida de nós. 2. Lição Bíblica: 1 Reis 11 a 14 (Base bíblica para a história o professor) Versículo

Leia mais

R.: R.: R.: R.: R.: R.: R.:

R.: R.: R.: R.: R.: R.: R.: PROFESSOR: EQUIPE DE HISTÓRIA BANCO DE QUESTÕES - HISTÓRIA - 6º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ============================================================================================== 01- Como o relevo

Leia mais

LENDA DA COBRA GRANDE. Um roteiro de IVI SIBELI ROCHA DE BARROS DAIANE MONTEIRO POLIANA AGUIAR FERREIRA MARIA LUZIA RODRIGUES DA SILVA

LENDA DA COBRA GRANDE. Um roteiro de IVI SIBELI ROCHA DE BARROS DAIANE MONTEIRO POLIANA AGUIAR FERREIRA MARIA LUZIA RODRIGUES DA SILVA LENDA DA COBRA GRANDE Um roteiro de IVI SIBELI ROCHA DE BARROS DAIANE MONTEIRO POLIANA AGUIAR FERREIRA MARIA LUZIA RODRIGUES DA SILVA CRUZEIRO DO SUL, ACRE, 30 DE ABRIL DE 2012. OUTLINE Cena 1 Externa;

Leia mais

Porque Deus mandou construir o tabernáculo?

Porque Deus mandou construir o tabernáculo? Aula 39 Área da Adoração Êxodo 19:5~6 Qual o significado de: vós me sereis reino sacerdotal? Significa que toda a nação, não parte, me sereis reino sacerdotal, povo santo, nação santa. Israel era uma nação

Leia mais

"Ajuntai tesouros no céu" - 2

Ajuntai tesouros no céu - 2 "Ajuntai tesouros no céu" - 2 Jesus nos ensinou a "alinharmos" os nossos valores aos valores de seu Reino, comparando em sua mensagem aquilo que é terreno e passageiro com aquilo que é espiritual e eterno.

Leia mais

A ÁGUA FACTOR DE CIVILIZAÇÃO

A ÁGUA FACTOR DE CIVILIZAÇÃO ÁREA ESCOLA HISTÓRIA 1992/1993 MEMÓRIAS DOS ALUNOS E PROFESSORES DO 7º ANO QUE ESTIVERAM ENVOLVIDOS NO PROJECTO A ÁGUA FACTOR DE CIVILIZAÇÃO INDICE 1 PROJECTO 2 TEXTO MOTIVAÇÃO 3 SOCIEDADES RECOLECTORAS

Leia mais

Locais a Visitar na Vila de Almodôvar

Locais a Visitar na Vila de Almodôvar Locais a Visitar na Vila de Almodôvar Igreja Matriz de Almodôvar A matriz é o monumento mais visitado do Concelho de Almodôvar e é dedicada a Santo Ildefonso, sendo que D. Dinis doou-a à Ordem de Santiago,

Leia mais

BIOMAS TROPICAIS ecossistemas tropicais florestas tropicais e as savanas.

BIOMAS TROPICAIS ecossistemas tropicais florestas tropicais e as savanas. BIOMAS TROPICAIS Os ecossistemas tropicais se encontram entre as latitudes 22 graus Norte e 22 graus Sul. Os ecossistemas predominantes na maioria das áreas tropicais são as florestas tropicais e as savanas.

Leia mais

A Terra, um planeta único a proteger. Introdução

A Terra, um planeta único a proteger. Introdução A Terra, um planeta único a proteger Introdução A Terra não é apenas o nosso planeta, ela constitui a nossa única possibilidade de vida, ela é a herança para os nossos filhos e netos. A Terra, com a sua

Leia mais

Disciplina:História Professora: Andréa Alexandre

Disciplina:História Professora: Andréa Alexandre Disciplina:História Professora: Andréa Alexandre Montanhas e costas marítimas; Mar Mediterrâneo, Mar Egeo e Mar Jônico. Costa bastante recortada com 80% de montanhas; Grande numero de Ilhas; Formação

Leia mais

A arte na Grécia. Capítulo 3

A arte na Grécia. Capítulo 3 A arte na Grécia Capítulo 3 Por volta do século X a. C, os habitantes da Grécia continental e das ilhas do mar Egeu formavam pequenas comunidades, distantes umas das outras, e falavam diversos dialetos.

Leia mais

2) (PUC-Camp) Uma pessoa encontra-se num ponto A, localizado na base de um prédio, conforme mostra a figura adiante.

2) (PUC-Camp) Uma pessoa encontra-se num ponto A, localizado na base de um prédio, conforme mostra a figura adiante. ATIVIDADES PARA RECUPERAÇÃO PARALELA - MATEMÁTICA PROFESSOR: CLAUZIR PAIVA NASCIMENTO TURMA: 9º ANO REVISÃO 1) (Cesesp-PE) Do alto de uma torre de 50 metros de altura, localizada numa ilha, avista-se a

Leia mais

CIVILIZAÇÕES DA ANTIGUIDADE OCIDENTAL GRÉCIA ROMA

CIVILIZAÇÕES DA ANTIGUIDADE OCIDENTAL GRÉCIA ROMA CIVILIZAÇÕES DA ANTIGUIDADE OCIDENTAL GRÉCIA ROMA Atualmente Grécia = capital ATENAS Idioma = Grego Forma de Governo = República Helênica Península Peni = quase Ínsula = ilha Península é uma porção de

Leia mais

O homem e o meio ambiente

O homem e o meio ambiente A U A UL LA O homem e o meio ambiente Nesta aula, que inicia nosso aprendizado sobre o meio ambiente, vamos prestar atenção às condições ambientais dos lugares que você conhece. Veremos que em alguns bairros

Leia mais

Terra à vista! Nesta aula, utilizaremos os mapas para situar

Terra à vista! Nesta aula, utilizaremos os mapas para situar A U A U L L A Terra à vista! Nesta aula, utilizaremos os mapas para situar o lugar em que vivemos na superfície da Terra. Vamos verificar que os lugares são agrupados em grandes conjuntos chamados de continentes,

Leia mais

OS LEVITAS Dicionário Internacional de Teologia Novo Testamento,

OS LEVITAS Dicionário Internacional de Teologia Novo Testamento, OS LEVITAS Vamos ao um breve estudo sobre os levitas, que há muito tempo, nas igrejas evangélicas e até mesmo nos templos católicos, é um título dado aos instrumentistas e cantores. Biblicamente falando,

Leia mais

O TEMPLO DOS ORIXÁS. Site Oficial: http://www.tfca.com.br E-mail: tfca@tfca.com.br

O TEMPLO DOS ORIXÁS. Site Oficial: http://www.tfca.com.br E-mail: tfca@tfca.com.br O TEMPLO DOS ORIXÁS Quando, na experiência anterior, eu tive a oportunidade de assistir a um culto religioso, fiquei vários dias pensando a que ponto nossa inconsciência modificou o mundo espiritual. Conhecendo

Leia mais

PATAGÔNIA AUSTRAL. Ushuaia, El Calafate e El Chaltén DIA 1: BRASIL/USHUAIA 04/12 DIA 3: USHUAIA 06/12 DIA 2: USHUAIA 05/12 PROGRAMAÇÃO 10 DIAS

PATAGÔNIA AUSTRAL. Ushuaia, El Calafate e El Chaltén DIA 1: BRASIL/USHUAIA 04/12 DIA 3: USHUAIA 06/12 DIA 2: USHUAIA 05/12 PROGRAMAÇÃO 10 DIAS PATAGÔNIA AUSTRAL Ushuaia, El Calafate e El Chaltén PROGRAMAÇÃO 10 DIAS DIA 1: BRASIL/USHUAIA 04/12 Saída do Brasil com destino a Ushuaia. Chegada em Ushuaia. Transfer para o Hotel e check-in. Restante

Leia mais

Astronomia Fundamental

Astronomia Fundamental Astronomia Fundamental Astronomia nas culturas da Tibério B. Vale Contemporâneos dos egípcios e mesopotâmicos Provável colonização: povos mongóis vindos pelo Estreito de Bering (nordeste da Sibéria e Alasca)

Leia mais

Jordânia. Você sabia que... Alguns fatos sobre o meu país. Leia a minha história e descubra... Por que é que todos precisamos de água potável para

Jordânia. Você sabia que... Alguns fatos sobre o meu país. Leia a minha história e descubra... Por que é que todos precisamos de água potável para Jordânia Você sabia que... A água potável e segura é necessária para que se possa assegurar e proteger a vida e a saúde de toda a gente, num modo justo e igualitário. Alguns fatos sobre o meu país No Reino

Leia mais

Complete com as principais características de cada bioma: MATA ATLÂNTICA

Complete com as principais características de cada bioma: MATA ATLÂNTICA Atividade de Ciências 5º ano Nome: ATIVIDADES DE ESTUDO Complete com as principais características de cada bioma: MATA ATLÂNTICA FLORESTA AMAZÔNICA FLORESTA ARAUCÁRIA MANGUEZAL PANTANAL CAATINGA CERRADO

Leia mais

... VEM O FIM, O FIM VEM SOBRE OS QUATRO CANTOS DA TERRA. (Ezequiel 7: 2)

... VEM O FIM, O FIM VEM SOBRE OS QUATRO CANTOS DA TERRA. (Ezequiel 7: 2) ASSIM DIZ O SENHOR... ... VEM O FIM, O FIM VEM SOBRE OS QUATRO CANTOS DA TERRA. (Ezequiel 7: 2)... OS CÉUS PASSARÃO COM GRANDE ESTRONDO, E OS ELEMENTOS ABRASADOS SE DESFARÃO, E A TERRA E AS OBRAS QUE NELA

Leia mais

DEUS JULGA AS NAÇÕES

DEUS JULGA AS NAÇÕES 1 DEUS JULGA AS NAÇÕES Zc 6 1 Tive mais uma visão. Vi dois montes feitos de bronze, e do meio deles estavam saindo quatro carros de guerra. 2 O primeiro carro era puxado por cavalos vermelhos; o segundo,

Leia mais

CULTO AO MARFIM. Instituto de Educação infantil e juvenil Primavera, 2012. Londrina, de. Nome: Ano: Edição XIX MMXII Fase 3 Grupo E.

CULTO AO MARFIM. Instituto de Educação infantil e juvenil Primavera, 2012. Londrina, de. Nome: Ano: Edição XIX MMXII Fase 3 Grupo E. CULTO AO MARFIM Instituto de Educação infantil e juvenil Primavera, 2012. Londrina, de. Nome: Ano: TEMPO Início: Término: Total: Edição XIX MMXII Fase 3 Grupo E Questão 1 No mapa anexo, pinte de cores

Leia mais

7ª CÂMARA: é dividida em duas partes:

7ª CÂMARA: é dividida em duas partes: HISTÓRICO A Gruta de Maquiné foi descoberta em 1825 pelo fazendeiro Joaquim Maria Maquiné, na época proprietário das terras. O berço da Paleontologia Brasileira foi explorada cientificamente pelo sábio

Leia mais

Sociedade das Ciências Antigas. O que é um Iniciado? por Papus

Sociedade das Ciências Antigas. O que é um Iniciado? por Papus Sociedade das Ciências Antigas O que é um Iniciado? por Papus Publicação feita na revista L'Initiation nº 4, de 1973. Uma das causas mais reiteradas da obscuridade aparente dos estudos das Ciências Ocultas

Leia mais

PASSAGEM PELAS RUÍNAS DE NUM

PASSAGEM PELAS RUÍNAS DE NUM PASSAGEM PELAS RUÍNAS DE NUM Aventura para Dragon Age RPG, preferencialmente para um grupo de três personagens de nível 1 ou 2. Autor: Vinicius Moes Brasil, 2012. ANTES DOS PERIGOS Esta aventura foi planejada

Leia mais

Visita ao Castelo de Silves

Visita ao Castelo de Silves Sábado, 5 outubro 2013 museu municipal de n.º 101 faro uma ponte para a comunidade m l a as fe s tó com rias Visita ao Castelo de Silves Olá amiguinhos! O Famílias com Estórias está de volta depois de

Leia mais

MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL

MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL Curso Superior de Tecnologia em Construção de Edifícios MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL Prof. Leandro Candido de Lemos Pinheiro leandro.pinheiro@riogrande.ifrs.edu.br Porque construir? Necessidade de se

Leia mais

ARTE PRÉ-COLOMBIANA: nas artes, a arquitetura e a escultura foram dominantes. A pintura e o desenho foram relativamente apagados.

ARTE PRÉ-COLOMBIANA: nas artes, a arquitetura e a escultura foram dominantes. A pintura e o desenho foram relativamente apagados. ARTE PRÉ-COLOMBIANA: nas artes, a arquitetura e a escultura foram dominantes. A pintura e o desenho foram relativamente apagados. Três principais civilizações: Maias; Astecas; Incas. Civilização Maia:

Leia mais

Panorama dos pré-socráticos ao helenismo

Panorama dos pré-socráticos ao helenismo Panorama dos pré-socráticos ao helenismo Heidi Strecker* A filosofia é um saber específico e tem uma história que já dura mais de 2.500 anos. A filosofia nasceu na Grécia antiga - costumamos dizer - com

Leia mais

qwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwerty uiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasd fghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzx cvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmq

qwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwerty uiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasd fghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzx cvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmq qwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwerty uiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasd fghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzx cvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmq Introdução a análise Histórica Feudalismo Fernando Del pozzo hjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxc

Leia mais

Introdução a mitologia Africana para sala de aula

Introdução a mitologia Africana para sala de aula Introdução a mitologia Africana para sala de aula Curso de extensão Universidade Castelo Branco Prof. Dr. Arthur Vianna (PUCSP) Escola de formação de Professores Curso de História Objetivo Proporcionar

Leia mais

Articles of PPOW :: PEOPLE POWER

Articles of PPOW :: PEOPLE POWER Articles of PPOW :: PEOPLE POWER Quinta dos Murças, uma nova era do Esporão 2011-10-13 07:10:24 Luiz Gastão Bolonhez O conglomerado Esporão, sucesso absoluto no Alentejo, lança vinhos de seu novo empreendimento,

Leia mais

Non Nobis Domine, Non Nobis, Sed Nomini Tuo ad Gloriam! ( Não por nós Senhor, não por nós, mas para a glória de Teu nome! )

Non Nobis Domine, Non Nobis, Sed Nomini Tuo ad Gloriam! ( Não por nós Senhor, não por nós, mas para a glória de Teu nome! ) TEMPLÁRIOS Non Nobis Domine, Non Nobis, Sed Nomini Tuo ad Gloriam! ( Não por nós Senhor, não por nós, mas para a glória de Teu nome! ) No ano 1071 os turcos mulçumanos tomaram Jerusalém. Na Europa, a Igreja

Leia mais

Outra grande civilização da Antiguidade oriental, em que o Estado possui grande poder e controle sobre tudo foi a Mesopotâmia.

Outra grande civilização da Antiguidade oriental, em que o Estado possui grande poder e controle sobre tudo foi a Mesopotâmia. Mesopotâmia Antiga Outra grande civilização da Antiguidade oriental, em que o Estado possui grande poder e controle sobre tudo foi a Mesopotâmia. Diferente do Egito, a Mesopotâmia nunca se preocupou com

Leia mais

CATÁLOGO. APRESENTAÇÕES: IMAGEMS: Coruja:

CATÁLOGO. APRESENTAÇÕES: IMAGEMS: Coruja: CATÁLOGO ÁREA: Introdução à Filosofia. TEMA: Por que a Coruja é o símbolo da Filosofia? HISTÓRIA DA FILOSOFIA: Antiga, moderna e contemporânea. INTERDISCIPLINARIDADE: Artes DURAÇÃO: 1 aula de 50 AUTORIA:

Leia mais

A Porta Dourada aguarda o verdadeiro Messias

A Porta Dourada aguarda o verdadeiro Messias A Porta Dourada aguarda o verdadeiro Messias A muralha de Jerusalém tem o comprimento pouco mais de 4 km, altura média de 12 metros e espessura aproximada de 2,5 metros. Domo da Rocha Porta Dourada Mas

Leia mais

Introdução. Localização

Introdução. Localização Introdução A civilização grega surgiu entre os mares Egeu, Jônico e Mediterrâneo, por volta de 2000 AC. Formou-se após a migração de tribos nómadas de origem indo-europeia, como, por exemplo, aqueus, jônios,

Leia mais

A PRÉ-HISTÓRIA. Período que vai do aparecimento dos seres humanos à invenção da escrita.

A PRÉ-HISTÓRIA. Período que vai do aparecimento dos seres humanos à invenção da escrita. A PRÉ-HISTÓRIA Período que vai do aparecimento dos seres humanos à invenção da escrita. PERÍODO PALEOLÍTICO OU IDADE DA PEDRA LASCADA No começo de sua trajetória, o homem usou sobretudo a pedra (além do

Leia mais

47º Problema de Euclides

47º Problema de Euclides 47º Problema de Euclides Como esquadrejar seu esquadro 1 O 47º Problema de Euclides, também chamado de 47ª Proposição de Euclides, assim como o Teorema de Pitágoras é representado por 3 quadrados. Para

Leia mais

CURSO DE HISTÓRIA GRÉCIA ANTIGA. Professor Sebastião Abiceu 6º ano Colégio Marista São José Montes Claros - MG

CURSO DE HISTÓRIA GRÉCIA ANTIGA. Professor Sebastião Abiceu 6º ano Colégio Marista São José Montes Claros - MG CURSO DE HISTÓRIA GRÉCIA ANTIGA Professor Sebastião Abiceu 6º ano Colégio Marista São José Montes Claros - MG LOCALIZAÇÃO E POVOAMENTO A Grécia antiga localizava-se em sua maior parte do sudeste da Europa

Leia mais

CAPÍTULO 06 - MESOPOTÂMIA. A palavra Mesopotâmia vem do grego e significa entre rios.

CAPÍTULO 06 - MESOPOTÂMIA. A palavra Mesopotâmia vem do grego e significa entre rios. CAPÍTULO 06 - MESOPOTÂMIA A palavra Mesopotâmia vem do grego e significa entre rios. INTRODUÇÃO É uma faixa de terra cortada por dois grandes rios: o Tigre e o Eufrates; Fica situada entre a Europa, a

Leia mais

Antiguidade século IV. Arte Bizantina

Antiguidade século IV. Arte Bizantina Antiguidade século IV Arte Bizantina Na Antiguidade, além da arte Egípcia e Grega, também encontram-se a Romana, Paleocristã e Bizantina... Enquanto os romanos desenvolviam uma arte colossal e espalhavam

Leia mais

Amares Caniçada Júnias - Régua Pinhão Foz Côa - Amarante

Amares Caniçada Júnias - Régua Pinhão Foz Côa - Amarante Amares Caniçada Júnias - Régua Pinhão Foz Côa - Amarante INTRODUÇÃO Algumas maravilhas de Portugal! Uma viagem ao interior de Portugal. A sua genuinidade, as suas tradições. Uma viagem por duas regiões

Leia mais

LIÇÃO 3 Outros Exemplos de Crescimento

LIÇÃO 3 Outros Exemplos de Crescimento LIÇÃO 3 Outros Exemplos de Crescimento O principal exemplo de maturidade cristã na Bíblia é Jesus Cristo, o nosso irmão mais velho. Ele assumiu a forma de servo e obedeceu ao Pai totalmente. Ele humilhou-se

Leia mais

DESCRITIVO DE PASSEIOS

DESCRITIVO DE PASSEIOS DESCRITIVO DE PASSEIOS BEACH PARK Localizada 25 km de Fortaleza, está a praia de Porto das Dunas, onde fica o Complexo Turístico do Beach park, composto do maior parque aquático da América Latina, com

Leia mais

BARCO À VISTA! por Paulo Pinheiro*

BARCO À VISTA! por Paulo Pinheiro* BARCO À VISTA! por Paulo Pinheiro* Sentiu uma descarga de adrenalina grande quando notou o barco encalhado. Olhou ao redor, céu azul, praia, mar e mata, tudo calmo e deserto, e um barco na outra ponta

Leia mais

Objetos projetados por Leonardo Da Vinci para ser usados em guerras e, a maioria, serviria de inspiração mais tarde para nossos objetos atuais de

Objetos projetados por Leonardo Da Vinci para ser usados em guerras e, a maioria, serviria de inspiração mais tarde para nossos objetos atuais de A arte da guerra Biografia O grande Leonardo da Vinci, talvez o maior artista do Renascimento, era um personagem exercia atividade em várias áreas: pintor, arquiteto, cientista, matemático, poeta, músico

Leia mais

ARTE NO EGITO ANTIGO

ARTE NO EGITO ANTIGO ARTE NO EGITO ANTIGO Ao longo do rio Nilo e principalmente na região norte - o Delta - ; e na região sul dos rios Eufrates e Tigre, desenvolveram-se as primeiras civilizações. No Egito desenvolveu-se um

Leia mais

Biomas Brasileiros. Profa. Elisa Serena Gandolfo Martins Fevereiro/2015

Biomas Brasileiros. Profa. Elisa Serena Gandolfo Martins Fevereiro/2015 Biomas Brasileiros Profa. Elisa Serena Gandolfo Martins Fevereiro/2015 Bioma Bioma é um conjunto de diferentes ecossistemas, que possuem certo nível de homogeneidade. O termo "Bioma" (bios, vida, e oma,

Leia mais

AUTORES E ILUSTRADORES: GIOVANNA CHICARINO ROSA JOÃO VICTOR CAPUTO E SILVA

AUTORES E ILUSTRADORES: GIOVANNA CHICARINO ROSA JOÃO VICTOR CAPUTO E SILVA AUTORES E ILUSTRADORES: GIOVANNA CHICARINO ROSA JOÃO VICTOR CAPUTO E SILVA 1ºA - 2011 APRESENTAÇÃO AO LONGO DESTE SEMESTRE AS CRIANÇAS DO 1º ANO REALIZARAM EM DUPLA UM TRABALHO DE PRODUÇÃO DE TEXTOS A

Leia mais

A primeira razão pela qual Jesus chamou os discípulos foi para que estivessem consigo para que tivesses comunhão com Ele.

A primeira razão pela qual Jesus chamou os discípulos foi para que estivessem consigo para que tivesses comunhão com Ele. 1 Marcos 3:13 «E (Jesus) subiu ao Monte e chamou para si os que ele quis; e vieram a ele. E nomeou doze para que estivessem com ele e os mandasse a pregar, e para que tivessem o poder de curar as enfermidades

Leia mais

LIVRO INFANTIL PARA COLORIR

LIVRO INFANTIL PARA COLORIR LIVRO INFANTIL PARA COLORIR Este livro foi formulado de tal maneira que os pais podem interagir e ensinar seus filhos a Palavra de Deus. Colorindo uma página por dia, e preenchendo as frases que acompanham

Leia mais

TEMPOS DE SOLIDÃO (3) DEUS PROVA AS MOTIVAÇÕES DO NOSSO CORAÇÃO Deuteronômio 8:1-3

TEMPOS DE SOLIDÃO (3) DEUS PROVA AS MOTIVAÇÕES DO NOSSO CORAÇÃO Deuteronômio 8:1-3 TEMPOS DE SOLIDÃO (3) DEUS PROVA AS MOTIVAÇÕES DO NOSSO CORAÇÃO Deuteronômio 8:1-3 Há um questionamento que devemos fazer como cristãos: Por que estou procurando andar com Jesus? O que eu questiono é sobre

Leia mais

BRASIL. Edição especial para distribuição gratuita pela Internet, através da Virtualbooks, com autorização do Autor.

BRASIL. Edição especial para distribuição gratuita pela Internet, através da Virtualbooks, com autorização do Autor. 1 BRASIL Fernando Ribeiro Alves Edição especial para distribuição gratuita pela Internet, através da Virtualbooks, com autorização do Autor. O Autor gostaria imensamente de receber um e-mail de você com

Leia mais

AFRODITE. Afrodite: deusagregada beleza, do amor e da procriação. Possuía um cinturão, onde estavam todos os seus atrativos, que, certa vez, a

AFRODITE. Afrodite: deusagregada beleza, do amor e da procriação. Possuía um cinturão, onde estavam todos os seus atrativos, que, certa vez, a DEUSES AFRODITE Afrodite: deusagregada beleza, do amor e da procriação. Possuía um cinturão, onde estavam todos os seus atrativos, que, certa vez, a deusa Hera, durante a Guerra de Tróia, pediu emprestado

Leia mais

Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Bacias Hidrográficas Brasileiras. Prof. Claudimar Fontinele

Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Bacias Hidrográficas Brasileiras. Prof. Claudimar Fontinele Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Bacias Hidrográficas Brasileiras Prof. Claudimar Fontinele BACIA HIDROGRÁFICA Bacia Hidrográfica é a área drenada por um rio principal

Leia mais

INTRODUÇÃO A ENGENHARIA

INTRODUÇÃO A ENGENHARIA Agenda O Império Romano; Engenharia moderna x Engenharia antiga; Os marcos da Engenharia moderna; Grandes mudanças na Idade Média O Renascimento A Reforma Protestante As descobertas A América Pré-Colombiana

Leia mais

Para onde vou Senhor?

Para onde vou Senhor? Para onde vou Senhor? Ex 40:33-38 "Levantou também o pátio ao redor do tabernáculo e do altar e pendurou a coberta da porta do pátio. Assim, Moisés acabou a obra. Então a nuvem cobriu a tenda da congregação,

Leia mais

Um pouco mais de história

Um pouco mais de história Um pouco mais de história Narrativa bíblica De acordo com João, este milagre ocorreu perto da "Porta das Ovelhas", perto de uma fonte ou "piscina" que é chamada de Betesda em aramaico. Ali costumava juntar

Leia mais

SANUK Live Aboard. Ilha Grande, Angra dos Reis - RJ

SANUK Live Aboard. Ilha Grande, Angra dos Reis - RJ SANUK Live Aboard APRESENTAÇÃO SANUK Live Aboard Ilha Grande, Angra dos Reis - RJ Localizada a 180 Km de distância da cidade do Rio de Janeiro, Ilha Grande é nacionalmente conhecida pelas suas belas praias,

Leia mais

Carta do Chefe índio Seattle ao Grande Chefe de Washington, Franklin Pierce, em 1854, em resposta à proposta do Governo norte-americano de comprar grande parte das terras da sua tribo Duwamish, oferecendo

Leia mais

A JORNADA DA ABUNDÂNCIA

A JORNADA DA ABUNDÂNCIA A JORNADA DA ABUNDÂNCIA O xamanismo é uma filosofia de vida muito antiga e ancestral, que visa o reencontro do homem com os ensinamentos e fluxo da natureza, com seu próprio mundo interior, com sua sabedoria

Leia mais

01- O que é tempo atmosférico? R.: 02- O que é clima? R.:

01- O que é tempo atmosférico? R.: 02- O que é clima? R.: PROFESSOR: EQUIPE DE GEOGRAFIA BANCO DE QUESTÕES - GEOGRAFIA - 6º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ============================================================================================= TEMPO ATMOSFÉRICO

Leia mais

DICAS DO PROFESSOR. História 7º Ano

DICAS DO PROFESSOR. História 7º Ano DICAS DO PROFESSOR História 7º Ano A REFORMA PROTESTANTE AS PRINCIPAIS CRÍTICAS DE LUTERO Vida desregrada; Opulência; Luxo do alto clero; Venda de cargos; Venda de relíquias sagradas; Venda de indulgências.

Leia mais

Oi amigos. A maioria de vocês já me conhece, eu sou o Kiko, o amigo do futuro, e vou apresentar a vocês o Tibum, que é o amigo da água.

Oi amigos. A maioria de vocês já me conhece, eu sou o Kiko, o amigo do futuro, e vou apresentar a vocês o Tibum, que é o amigo da água. Oi amigos. A maioria de vocês já me conhece, eu sou o Kiko, o amigo do futuro, e vou apresentar a vocês o Tibum, que é o amigo da água. 01 Água no corpo humano: cérebro 75% sangue 81% músculos 75% coração

Leia mais

ALEXA X NDR D E, E O G RANDE D

ALEXA X NDR D E, E O G RANDE D ALEXANDRE, O GRANDE A Macedônia é um país nos Balcãs, leste da Europa, que faz fronteira com a Grécia, Sérvia,Albânia e Bulgária. Foi anexada à Iugoslávia e no século XX, tornou-se independente LOCALIZAÇÃO

Leia mais

Professor Sebastião Abiceu Colégio Marista São José Montes Claros MG 6º ano

Professor Sebastião Abiceu Colégio Marista São José Montes Claros MG 6º ano Professor Sebastião Abiceu Colégio Marista São José Montes Claros MG 6º ano A Bíblia, na parte denominada Antigo Testamento (Torá), é o principal documento da história dos hebreus. Foi escrita ao longo

Leia mais

A Vida do Rei Asa - Bisneto de Salomão

A Vida do Rei Asa - Bisneto de Salomão A Vida do Rei Asa - Bisneto de Salomão 1 Reis 15:9-15 No ano vinte do reinado de Jeroboão em Israel, Asa se tornou rei de Judá 10 e governou quarenta e um anos em Jerusalém. A sua avó foi Maacá, filha

Leia mais

TEMA F.1 O IMPÉRIO PORTUGUÊS E A CONCORRÊNCIA INTERNACIONAL

TEMA F.1 O IMPÉRIO PORTUGUÊS E A CONCORRÊNCIA INTERNACIONAL TEMA F.1 O IMPÉRIO PORTUGUÊS E A CONCORRÊNCIA INTERNACIONAL A partir de meados do séc. XVI, o Império Português do Oriente entrou em crise. Que fatores contribuíram para essa crise? Recuperação das rotas

Leia mais

Conteúdo: Navegadores e comerciantes Sociedade e costumes APRENDER A APRENDER DINÂMICA LOCAL INTERATIVA I FORTALECENDO SABERES CONTEÚDO E HABILIDADES

Conteúdo: Navegadores e comerciantes Sociedade e costumes APRENDER A APRENDER DINÂMICA LOCAL INTERATIVA I FORTALECENDO SABERES CONTEÚDO E HABILIDADES A Conteúdo: Navegadores e comerciantes Sociedade e costumes A Habilidades: Compreender a organização política e administrativa da sociedade fenícia Identificar alguns elementos próprios da cultura fenícia

Leia mais

DESPREZO PELA IGREJA PROJETO NEEMIAS 2 EFÉSIOS 3.20-21

DESPREZO PELA IGREJA PROJETO NEEMIAS 2 EFÉSIOS 3.20-21 CELEBRANDO A GRAÇA EFÉSIOS 3.20-21 20 Àquele que é capaz de fazer infinitamente mais do que tudo o que pedimos ou pensamos, de acordo com o seu poder que atua em nós, 21 a ele seja a glória na igreja e

Leia mais

O Baptismo Bíblico (Mateus 3:13-17)

O Baptismo Bíblico (Mateus 3:13-17) O Baptismo Bíblico (Mateus 3:13-17) Tivemos esta manhã a alegria de testemunhar vários baptismos bíblicos. Existem outras coisas e outras cerimónias às quais se dá o nome de baptismo. Existe até uma seita,

Leia mais

Os nossos prémios Ao longo dos anos, para além de comentários como os do Robert Parker, temos assistido à distinção e premiação dos nossos vinhos.

Os nossos prémios Ao longo dos anos, para além de comentários como os do Robert Parker, temos assistido à distinção e premiação dos nossos vinhos. Quem Somos A nova geração de uma família tradicional Portuguesa que sempre nutriu uma enorme paixão pelo vinho. Foi na Quinta do Cruzeiro Mangualde, Dão - que nasceu essa paixão. Foi também na Quinta do

Leia mais

Detecção Precisa de Relâmpagos, Perto e Longe

Detecção Precisa de Relâmpagos, Perto e Longe Detecção Precisa de Relâmpagos, Perto e Longe / A Rede de Detecção de Relâmpagos Total GLD360 da Vaisala detecta atividades meteorológicas no mundo inteiro A rede em que você pode confiar! A Rede de Detecção

Leia mais

Rota dos 3 Castelos. 2.ºAbrantes. 3.º Belver. 1.ºAlmourol. Monte da Várzea Almourol. 38 km. Almourol Abrantes. 20 Km. Abrantes Belver.

Rota dos 3 Castelos. 2.ºAbrantes. 3.º Belver. 1.ºAlmourol. Monte da Várzea Almourol. 38 km. Almourol Abrantes. 20 Km. Abrantes Belver. 2.ºAbrantes 1.ºAlmourol 3.º Belver Monte da Várzea Almourol 38 km Rota dos 3 Castelos Almourol Abrantes 20 Km Abrantes Belver 30 Km Belver Monte da Várzea 11 Km Partida: Casa Branca, Monte da Várzea 2

Leia mais

VIAGEM À TAILÂNDIA TRIÂNGULO DOURADO

VIAGEM À TAILÂNDIA TRIÂNGULO DOURADO VIAGEM À TAILÂNDIA TRIÂNGULO DOURADO 27 JULHO A 5 AGOSTO DE 2016 GRUPO ALENTEJO LUGARES LIMITADOS RESERVE JÁ O SEU LUGAR DIA 27/7 (Qua.)- LISBOA / DUBAI / BANGKOK Comparência em hora a indicar no aeroporto

Leia mais

BIOMAS DO BRASIL. Ecologia Geral

BIOMAS DO BRASIL. Ecologia Geral BIOMAS DO BRASIL Ecologia Geral Biomas do Brasil segundo classificação do IBGE Segundo a classificação do IBGE, são seis os biomas do Brasil: Mata Atlântica Cerrado Amazônia Caatinga Pantanal Pampa O

Leia mais

As vestes sacerdotais

As vestes sacerdotais Temos aqui a ordenança: Tu pois ordenarás aos filhos de Israel que te tragam azeite puro de oliveiras, batido para o candelabro, para fazer arder as lâmpadas continuamente (Ex 27.20). A palavra ordena

Leia mais

AGEU: EQUILÍBRIO FINANCEIRO ESPIRITUAL

AGEU: EQUILÍBRIO FINANCEIRO ESPIRITUAL 1 AGEU: EQUILÍBRIO FINANCEIRO ESPIRITUAL 2 Assim fala o SENHOR dos Exércitos: Este povo diz: Não veio ainda o tempo, o tempo em que a Casa do SENHOR deve ser edificada. 3 Veio, pois, a palavra do SENHOR,

Leia mais

Unidade. 6 Coleção IAB de Ciências / 3º ANO

Unidade. 6 Coleção IAB de Ciências / 3º ANO I Unidade 6 Coleção IAB de Ciências / 3º ANO UNIDADE I: A VIDA EM NOSSO PLANETA Introdução A ciência se faz com observação da natureza, perguntas e busca de respostas. Você já observou como o Planeta Terra

Leia mais

CARTA DA TERRA Adaptação Juvenil

CARTA DA TERRA Adaptação Juvenil CARTA DA TERRA Adaptação Juvenil I TRODUÇÃO Vivemos um tempo muito importante e é nossa responsabilidade preservar a Terra. Todos os povos e todas as culturas do mundo formam uma única e grande família.

Leia mais

Alguém ora pedindo a bênção de Deus para este culto.

Alguém ora pedindo a bênção de Deus para este culto. ESCOLHA DOIS LEITORES. FAÇA CÓPIAS DO PROGRAMA PARA OS PRESENTES ACOMPANHAREM. AS MÚSICAS ESCOLHIDAS PODEM SER TOCADAS SUAVEMENTE ENQUANTO CADA TEXTO É LIDO. Alguém ora pedindo a bênção de Deus para este

Leia mais