O mar na obra de Sophia de Mello Breyner Andresen

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1 Masarykova univerzita v Brně Filozofická fakulta Katedra románských jazyků a literatur Portugalský jazyk a literatura O mar na obra de Sophia de Mello Breyner Andresen Magisterská diplomová práce Vypracovala: Bc. Klára Šimečková Vedoucí práce: Mgr. et Mgr. Vlastimil Váně Brno 2009

2 Prohlašuji, že jsem diplomovou práci vypracovala samostatně, pouze s využitím uvedených pramenů a literatury a že tištěná verze práce se shoduje s verzí elektronickou.. 2

3 Zde bych ráda upřímně poděkovala Mgr. et Mgr. Vlastimilu Váňovi za cenné připomínky a vstřícné vedení této magisterské práce. Mé poděkování patří také Mgr. Silvii Špánkové za poskytnutí materiálů o autorce a v neposlední řadě také Mgr. Clara Oliveira, za jazykovou korekturu práce a obětavou pomoc při získávání další jak primární, tak sekundární literatury. 3

4 Índice 1. Introdução Objectivos do trabalho Breve biografia e característica geral da obra de Sophia Breve biografia O mar na vida de Sophia Características gerais da obra Mar inicial Regresso e recomeço Regresso à natureza Regresso grego Navegações Navegação onírica Fundo de mar, labirinto e gruta Ilhas Navegação histórica Infinidade do mar e horizonte Praia lugar da busca da inteireza do Ser Sebastianismo oculto União com o mar Solidão no espaço marinho Mar puro Mar purificador Pureza das praias Mar em oposição à cidade Polvos e medusas: O indivíduo e o espaço urbano Marinheiro real, pescador e pirata: O indivíduo e o espaço marinho Casa à beira-mar Quarto Mar político Imagens, sons e cheiro do mar Imagens do mar Vozes do mar

5 11.3 O cheiro do mar Conclusão Bibliografia

6 Deus ao mar o perigo e o abismo deu, Mas nele é que espelhou o céu. Fernando Pessoa O poeta é, acima de tudo alguém que consegue captar algo do ser das coisas e transformar tal ser numa linguagem tanto mais singular quanto mais capaz de exprimir as suas sensações ou os seus sentimentos em face dessas coisas. Ruy Cinatti 6

7 Homme libre, toujours tu chériras la mer! Charles Baudelaire 1. Introdução Imagino que se Camões tivesse uma princesa preferida, ela seria a Sophia 1, palavras de Margarida Gil 2 pronunciadas sobre uma das maiores poetisas portuguesas do século XX, Sophia de Mello Breyner Andresen que através da poesia procurava edificar um mundo de justiça e verdade, pois, segundo revelou em Arte Poética III, a poesia é uma moral. Para encontrar o ponto de partida da poesia de Sophia, devemos retornar à sua infância, quando, com três anos de idade, uma empregada ensinou-lhe a Nau Catrineta e um pouco mais tarde, quando aprendia de cor os poemas de Camões e de Antero sob a influência do avô, grande apreciador de poesia com quem Sophia declarou ter tido uma relação extraordinária. Estes poemas foram o poço imaginário de onde emergiu uma relação vital com a poesia que Sophia realçou na entrevista com José Carlos Vasconcelos 3. Naquele tempo, Sophia alimentava em si a ideia de que bastaria ficar completamente imóvel e muda para conseguir ouvir um desses poemas que o ar continha em si. 4 Tal visão do surgimento de poemas, mesmo que um pouco alterada, permaneceu na poética de Sophia. A autora menciona em Arte Poética IV a semelhança com Pessoa que declarava: Aconteceu-me um poema. Também o poema de Sophia não obedece a nenhum plano surge, acontece 5, o que tem muito a ver com o facto de ter aprendido os poemas visualmente, porque como criança imaginava os barcos, as ondas do mar e certamente conseguia ver muito para além dos versos ouvidos pois a sua fantasia de menina permitia-lhe visualizar as imagens dos poemas aprendidos. 1 MARTINS, Guilherme d Oliveira, A dignidade do Ser, Jornal de Letras, Julho/Agosto, 2004, p Cineasta e actriz portuguesa. 3 VASCONCELOS, José Carlos de, Sophia: a luz dos versos, Jornal de Letras, Junho, 1991, p ANDRESEN, Sophia de Mello Breyner, Obra poética III, Lisboa, Caminho, 2001, p PEREIRA, Ricardo de ARAÚJO, O poema é uma outra forma de conhecer, Jornal de Letras, Dezembro, 1997, p. 6. 7

8 Considerando o que acima foi dito, não nos surpreende que Sophia tenha escrito os seus primeiros versos com apenas doze anos. Alguns dos poemas matinais, escritos a partir da idade de catorze anos, foram incluídos na primeira colectânea publicada em 1944 sob o título Poesia, que como a primeira andorinha apontou para o ilustre futuro poético de Sophia. Já o primeiro livro demarcou o rumo que a poetisa seguiu ao longo da sua criação onde o mar ocupa uma posição de destaque. O mar pode ser considerado como um fenómeno em geral. Inicialmente apresentava uma fonte de mitos, lendas e histórias, não raramente cheias de um terror inexplicável, espaço de onde na Antiguidade Clássica emergiam os deuses e onde, segundo a imaginação dos homens da Idade Média, residiam monstros temíveis. 6 Com a evolução dos conhecimentos humanos o mar foi se convertendo numa origem de riqueza singular graças às viagens ultramarinas. A navegação e todas as profissões a ela ligadas vieram completar a pesca enquanto um importantíssimo meio de subsistência para os povos do litoral. Se nos apercebemos de tal realidade, não nos admira que o mar fosse abençoado por muitos. Por outro lado, também é necessário relevar a face mais obscura da vida daqueles cujo destino fora marcado pelo mar. A solidão e a saudade daqueles que esperavam ansiosamente o retorno dos seus próximos, dos quais muitos jamais encontraram o caminho de volta à terra natal e foram engolidos pelo mar. A ligação dos ilhéus e povos litorais com o mar reflecte-se, como foi anunciado, na vida desta gente que durante longos séculos criaram um relacionamento único e muito forte junto ao mar. Não é um exagero dizer que estes povos viveram do mar, através do mar e para o mar. 7 De mesmo modo leva também o povo português em si a inegável herança das navegações marítimas e da vida unida com o mar, que nele se enraizou e não deixou de influenciar a sua criação artística, evidenciada em obras de autores das mais variadas épocas e estilos. Encontram-se na Literatura Portuguesa muitos versos nos quais aparece o motivo do mar já desde a época medieval, segundo declara a cantiga de amigo Ondas do Mar de Vigo de Martim Codax. A partir daí, as imagens do mar surgem constantemente na literatura portuguesa. Não convém estar a enumerar longas listas de nomes, mas como exemplos podem 6 Observa-se nos mapas da Idade Média que os mares desconhecidos eram demarcados pelos imensos monstros terríveis. 7 žily z moře, mořem a pro moře. JOURDIN, Michel Mollat du: Evropa a moře, Bratislava, Archa, 1994, p (A tradução é minha.) 8

9 servir-nos as obras de Luís Vaz de Camões, Fernando Pessoa ou Raul Brandão, para nomear pelo menos alguns dos mais consideráveis. A esta influência nem Sophia de Mello Breyner escapou. Visto que o mar, a praia e outros elementos ligados ao mar são de uma peculiaridade exclusiva, foram escolhidos como alvo do presente trabalho. 1.1 Objectivos do trabalho O trabalho apresentado tem por objectivo analisar e descrever o mar na obra de Sophia de Mello Breyner, onde as imagens do mar surgem na sua obra durante toda a sua actividade literária e, como a própria autora confessa, o mar é um elemento privilegiado para ela. 8 Por este motivo incluímos no presente trabalho tanto a criação poética como a prosáica e tentaremos descobrir os possíveis paralelismos. Especificando com mais minúcia, à análise estão submetidos os poemas incluídos nos três volumes de Obra Poética (I.- III.), que abrangem as colectâneas Poesia, Dia do Mar, Coral, Tempo Dividido, Mar Novo, Livro sexto, Geografia, Dual, O Nome das Coisas, Navegações e Ilhas. Porém, não omitiremos as colectâneas recentes, nomeadamente, Musa e O Búzio de Cós, e os dois livros de contos, Contos exemplares e Histórias da Terra e do Mar, que também nos oferecem imagens do mar, que aliás nunca completamente desaparecem da obra da autora, mesmo que, nalguns livros, a sua presença se tenha tornado menos abundante, como é o caso de O Cristo Cigano, onde encontramos a alusão ao mar uma única vez. Para abranger a obra da autora na sua totalidade, não pudemos evitar examinar também os contos de fadas escritos por Sophia, nomeadamente A Menina do Mar, cujo nome é bastante explícito no que se refere ao espaço da história. Em nenhum outro conto de fadas o mar exerce um papel tão importante, no entanto, para demonstrar a presença do mar também nos contos não directamente ligados ao espaço marítimo, incluímos mais outros dois livros para crianças A Fada Oriana e A Floresta, que podem ser indicados como os mais célebres. O trabalho está organizado em doze capítulos. Depois da introdução que na sua primeira parte explica a escolha da temática, segue um breve esboço sobre a vida da autora. 8 No mar pode mergulhar-se, pode ir-se para o interior do próprio mar. Uma das coisas boas que o mar tem é a possibilidade de penetrarmos nele, o que não acontece nem com a terra nem com a pedra. LEMOS, Virgílio de, Sophia: Há forças de destruição na minha poesia, Ler/ Livros & Leitores, Verão, 1989, p

10 Nele está incluída também uma breve caracterização da época dos inícios literários da autora e, principalmente, está nele explicada a relação da poetisa para com o mar. A sua pretensão é manifestar o mar como influência principal, juntamente em ligação com a sua fascinação pelo mundo homérico onde o mar igualmente desempenha um papel preponderante. A própria análise dos significados e das características do mar começa no terceiro capítulo e continua até ao décimo capítulo. Estes sete capítulos podem ser considerados como os fundamentais de todo o trabalho, juntamente com o décimo primeiro capítulo. Este, apesar de não seguir directamente a linha dos sete capítulos anteriores, também é indispensável para a complexidade da análise, visto que visa descrever a importância das diferentes sensações pelas quais o mar é percebido na criação sophiana. Para uma maior clareza, dividimo-lo em três subcapítulos de acordo com os sentidos em impressões visuais, sonoras, olfactivas e tácteis, juntando os dois últimos num único capítulo por aparecerem com menos frequência do que as duas restantes. Tanto a análise dos significados do mar como das metáforas é acompanhada pelos poemas ou seus extractos, que consideramos mais apropriados para um melhor esclarecimento das nossas observações. Para tornar mais claras as ideias tratadas nos capítulos mais extensos, encerramo-los com breves resumos. O trabalho finaliza com o capítulo décimo segundo, somando as ideias expostas e revelando conclusões. Certamente é possível que no trabalho tenhamos tocado em certos pontos ambíguos cuja interpretação pode diferir daquela por nós apresentada, tendo em conta que a maneira da percepção da Literatura, e principalmente da poesia, pode divergir de uma pessoa para outra. Apesar deste facto, consultando literatura secundária, tentamos minimizar a possível subjectividade do presente trabalho. 10

11 SOPHIA Da lusitana antiga fidalguia Um dizer claro e justo e franco Uma concreta e certa geometria Uma estética do branco Debruado de azul. Sua escrita é nau e singradura E há nela o mar o mapa a maravilha. Sophia lê-se como quem procura A ilha sempre mais ao sul. Manuel Alegre 2. Breve biografia e característica geral da obra de Sophia 2.1 Breve biografia Antes de nos dedicarmos à própria análise, vemos como necessário esboçar alguns aspectos da vida e da obra da autora. Sophia, de origem dinamarquesa por parte do pai, nasceu no Porto no dia 6 de Novembro de 1919 no seio de uma família aristocrática e desde a mais tenra idade fora introduzida no mundo literário, como já foi referido. Frequentou o Colégio do Sagrado Coração de Maria no Porto para a seguir passar a estudar Filologia Clássica em Lisboa durante três anos, curso que, no entanto, nunca chegou a concluir. Em 1944, aos seus vinte cinco anos, publicou, com apoio financeiro do pai, o seu primeiro livro de poemas intitulado simplesmente Poesia. Foram apenas trinta exemplares lançados, porém, bastaram para que fosse reconhecido o seu valor no mundo de poesia. Tal aceitação de certeza encorajou a poetisa para que prosseguisse pelo caminho da poesia iniciado. As imagens que aparecem na primeira colectânea são da natureza, do mar, das praias e dos jardins. Por outro lado, aparecem poemas dedicados aos deuses gregos e o motivo da cidade que surge como oposição da natureza. Dois anos após a sua primeira publicação, Sophia casou com o advogado e jornalista Francisco Sousa Tavares, um oponente activo do regime salazarista e certamente um homem 11

12 de influência marcante na sua vida 9, com quem teve cinco filhos dos quais alguns não negaram os seus genes literários e também conseguiram entrar na consciência literária 10 e que foram o incentivo para que Sophia começasse a inventar os contos de fadas. Os mais famosos livros para crianças A Menina do Mar e A Fada Oriana publicados nos fins dos anos 50, precisamente em 1958, conseguiram colmatar a lacuna que existia na literatura infantil portuguesa, pois, na verdade, o surgimento destas histórias foi causado pela falta de uma literatura infantil decente da qual a autora se tinha apercebido precisamente junto dos seus filhos quando tiveram sarampo. 11 Foram lançadas dezenas de edições dos contos de fadas de Sophia e tornaram-se um verdadeiro culto na literatura infantil, marcando várias gerações. Os dois livros de histórias de fadas mencionados acompanharam mais cinco volumes de contos infantis dos quais a maioria fora publicada durante os anos 60; Noite de Natal em 1959, O Cavaleiro da Dinamarca em 1964, Rapaz de Bronze em 1965, A Floresta em 1968 e por fim A Árvore que saiu em Sophia admitiu não se ter dedicado muito à poesia durante a infância dos seus filhos e revela o seu sentimento quase de uma traição à qual somente escapou ao inventar histórias para crianças. Apesar disso, em finais dos anos 40 e no início dos anos 50, saíram três colectâneas; Dia do Mar (1947), Coral (1950) e Tempo Dividido (1954). Os poemas de Dia do Mar seguem a linha da colectânea anterior, levando em conta que contém também poemas compostos durante a juventude da poetisa e no Coral são de encontrar, fora dos temas mitológicos, também o tema da morte e o tema da busca da união do Ser, um tema bastante recorrente nos poemas de Sophia. A autora prossegue com o Mar Novo, publicado em 1958, uma colectânea que revela certo descontentamento com o mundo e com a situação política em Portugal como podemos ler no poema Este é o tempo. O tema político reaparece entre outros temas, como, por exemplo, o mundo mítico da Grécia Antiga, igualmente nos seus seguintes livros que foram lançados nos 9 Na dedicatória dos Contos Exemplares lêem-se as seguintes palavras: Para o Francisco que me ensinou a coragem e a alegria do combate desigual. 10 Miguel Sousa Tavares, jornalista, contista e romancista, autor de romances O Equador e Rio das Flores; Maria Andresen de Sousa Tavares, professora auxiliar da Faculdade de Letras na Universidade de Lisboa, poetisa, coautora da antologia literária Cadernos de Literatura 11 Mandei comprar alguns livros que tentei ler em voz alta. Mas não suportei a pieguice da linguagem nem a sentimentalidade da mensagem : uma criança é uma criança, não é um pateta. Atirei os livros fora e resolvi inventar. Procurei a memória daquilo que tinha fascinado a minha própria infância. (...) Nas minhas histórias para crianças quase tudo é escrito a partir dos lugares da minha infância. GOMES, António José, O fascínio da infância, Jornal de Letras, Dezembro de 1997, p

13 anos 60 e no começo dos anos 70 e nos quais a presença da Grécia e do tema da viagem tornam-se bastante visíveis. São as colectâneas O Cristo Cigano (1961), Livro Sexto (1962), Geografia (1967) e Dual (1972). A esta época também remonta o surgimento do livro Contos Exemplares, editado no mesmo ano da publicação do Livro Sexto. De notar é o facto de Sophia ter sido uma das fundadoras da Comissão Nacional do Apoio aos Presos Políticos e em 1975 ter sido eleita deputada à Assembleia Constituinte pelo Partido Socialista. No entanto, a sua carreira política não teve longa duração. Sophia preferiu a literatura à qual se dedicou ao longo dos anos até a sua morte em Julho Durante este tempo saíram-lhe mais cinco livros de poesia: O Nome das Coisas (1977), Navegações (1983), Ilhas (1989), Musa (1994) e O Búzio de Cós (1997) e mais um livro de contos designado Histórias da Terra e do Mar (1984). Apesar do seu afastamento do ambiente da política, ela nunca perdeu a sua preocupação com o mundo à sua volta e não hesitou em intervir e expor o seu ponto de vista cada vez que o considerasse necessário. 12 A qualidade da autora justifica, fora das suas obras genuínas entre quais não faltam peças de teatro (O Bojador; O Colar) e ensaios (O Nu na Antiguidade Clássica), igualmente a sua contribuição no campo da tradução literária, visto que se encarregou da tarefa de traduzir O Purgatório de Dante, Hamlet e Muito Barulho por Nada de William Shakespeare como também Medeia de Eurípides, evidências da sua multifacetada instrução literária e cultural em geral. A particularidade da autora no mundo literário comprova igualmente o facto de Sophia ter sido a primeira mulher portuguesa laureada com o prémio Camões em 1999, prémio considerado o mais importante de todos os galardões literários da língua portuguesa. No entanto, recebeu dezenas de homenagens dos quais citamos, por exemplo, Grande Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura para Crianças, obtido em 1992, ou Prémio Rainha Sofia de Poesia Iberoamericana que a poetisa ganhou em 2003 aos 83 anos de idade. 12 Como exemplo mencionemos o seu discordo com o Acordo Ortográfico, que considerava anticultural e redutor. Ver: Jornal de Letras, Junho, 1991, p

14 2.1.1 O mar na vida de Sophia O mar interpenetra toda a obra de Sophia, quer seja na poesia, quer seja nos seus contos, sem exclusão das histórias para crianças. Para percebermos porque esta tão forte atracção pelo mar, devemos expor alguns momentos da infância da autora ligados ao mar. Sophia gozou uma grande parte da sua infância no Campo Alegre, na Praia de Granja e até aí temos de voltar quando procuramos o primeiro encanto da poetisa. Tal facto provam as suas palavras na entrevista que Sophia deu a José Carlos de Vasconcelos e na qual à pergunta Qual foi a sua infância? responde o seguinte: Foi óptima, graças a Deus. Graças ao meu pai e à minha mãe, ao mar, às praias. 13 A sua resposta dá a conhecer a importância do mar e das praias, aos quais Sophia dá surpreendentemente graças logo a seguir aos seus pais. Das praias realça especialmente a Praia da Granja sobre a qual ela diz: A Granja é o sítio do mundo de que eu mais gosto. Há aqui qualquer alimento secreto. 14 Por esta razão Sophia tantas vezes volta à sua meninice e à casa branca na praia, motivo que assiduamente torna a aparecer nos seus poemas e contos e que será, com mais pormenor, tratado mais à frente. O litoral do Norte de Portugal manifesta-se, então, como a primeira viga da poesia ligada ao mar. Das outras regiões não podemos olvidar de mencionar o Algarve, uma região que também marcou a vida da autora, visto que esteve a viver, durante algum tempo, em Lagos, cidade que designa em especial na sua obra. Além das praias atlânticas do norte e das praias algarvias, na obra de Sophia é digna de atenção a presença dos mares e das praias do Mediterrâneo e do Mar Egeu como também as suas ilhas. A sua primeira visita à Grécia, em 1961, transformou-se num outro marco significante para a poesia de Sophia e expondo-se mais evidentemente, no Dual. Alguns dos sítios que Sophia conheceu durante as suas viagens, como, por exemplo, a cidade de Delfos, deram origem a uma parte dos seus poemas. Por esta razão não é de surpreender que Sophia 13 VASCONCELOS, José Carlos de, Sophia: a luz dos versos, Jornal de Letras, 1991, Junho, p ROCHA, Clara: Figuras da Cultura Portuguesa, Sophia de Mello Breyner Andresen [online]. [Acesso em 15 de Janeiro de 2009]. Disponível em <http://www.instituto-camoes.pt/cvc/figuras/smellobreyner.html> 14

15 fale de uma praia velada de bruma e nevoeiro, por um lado, e, por outro, enche os seus versos de uma praia da qual transborda uma desmedida claridade. A sua paixão pelas ilhas gregas e por aquele mar onde Odisseu viveu as suas aventuras é inegável, no entanto, segundo é possível verificar no poema O Búzio de Cós, que faz parte de homónima colectânea, ela nunca chegou a renunciar a costa atlântica. No búzio que diz ter comprado em Cós, numa venda junto ao cais não ouve Nem o marulho de Cós nem o de Egina Mas sim o cântico da longa vasta praia Atlântica e sagrada Onde para sempre minha alma foi criada. 15 Devemos dizer que a sua simpatia e atracção pela Grécia, a sua cultura antiga e mitos lembram os tempos em que Sophia aprendeu a ler e têm muito a ver com o mar. Numa entrevista feita com António Guerreiro ela confessa: aquilo de que sempre mais gostei foi do Verão, da praia e das férias. No ano em que aprendi a ler, passei alguns dias numas termas [ ] Como não tinha nada para ler, pedi à minha mãe que me comprasse um livro [ ] e escolhi um que se chamava Mitologia Grega porque me fascinei com as fotografias de diversas estátuas. Lembravam-me o mar, qualquer coisa da claridade, da respiração do mar e do ritmo das ondas. 16 A seguir, Sophia descreve a sensação que lhe tinha causado A Odisseia, livro que lhe tornou presente o Verão, o mar, a relação com o mundo que queria, adicionando o facto de Homero ser uma referência matriz para ela o que evidenciam os versos repletos de claridade, tanto no sentido de espaço livre, de coisas bem nítidas como na precisão das palavras. 17 Numa outra entrevista, quando questionada por Virgílio de Lemos, Sophia assinala mais uma vez o 15 ANDRESEN, Sophia de Mello Breyner, O Búzio de Cós e outros poemas, Caminho, Lisboa, 2004, p GUERREIRO, António, Os poemas de Sophia, Expresso, Sábado - A Revista Cultura, Julho, 1989, p LEMOS, Virgílio de, Sophia: Há forças de destruição na minha poesia, Ler/ Livros & Leitores. 1989, Verão, p

16 facto de o mar ser aquilo de que mais gosta e reincide a inseparável ligação do mar com as esculturas gregas 18 que declara o poema Foi no mar que aprendi (O Búzio de Cós): Foi no mar que aprendi o gosto da forma bela Ao olhar sem fim o sucessivo Inchar e desabar da vaga A bela curva luzidia do seu dorso O longo espraiar das mãos da espuma Por isso nos museus da Grécia antiga Olhando estátuas frisos e colunas Sempre me aclaro mais leve e mais viva E respiro melhor como na praia. 19 É interessante a mutualidade que Sophia apresenta, pois esculturas brancas, como as gregas, continuamente emergem nos seus poemas como se levitassem no espaço e ao mesmo tempo pudessem ser percebidos como uma metáfora das ondas, segundo demonstram os versos da primeira estrofe na qual podemos ler uma descrição da onda no seu momento culminar como também no instante da sua queda sobre a praia. Outro exemplo que evidencia tal conexão é seguinte extracto do poema Varandas da mesma colectânea: Sobre as águas se recorta a branca escultura Quasi oriental quasi marinha Da torre aérea e branca E a manhã toda aberta Se torna irisada e divina 20 Sempre me aclaro mais leve e mais viva e respiro melhor como na praia, dá a conhecer o sujeito poético no poema acima citado. A impressão que se aproxima à impressão vivida pela poetisa ao chegar a uma praia que é descrita como uma sensação de embriaguez sobre a qual 18 Eu estava um pouco deprimida e fui para a Pinacoteca para poder admirar uma famosa escultura grega. Passei a manhã inteira. Quando sai tinha a sensação de ter ido à praia, dada aquela proximidade do mar que se encontra nas esculturas helénicas. Estava melhor, mais leve, tinha-me passado todo o cansaço. Idem, p ANDRESEN, Sophia de Mello Breyner, O Búzio de Cós e outros poemas, Caminho, Lisboa, 2004, p Idem, p

17 Sophia acrescenta: Além disso a praia LAVA-ME, RENOVA-ME, RECRIA-ME, fisicamente, moralmente, espiritualmente. 21 Palavras não insignificantes para a percepção da sua poesia marinha que, talvez mais merecidamente de toda a vasta criação literária portuguesa, decora as zonas de repouso no Oceanário de Lisboa, enriquecendo ainda mais a experiência de imersão ao fundo do mar. 2.2 Características gerais da obra Tendo iniciado a publicação das suas obras nos anos 40, Sophia nunca se encaixou em nenhuma escola literária e nas suas entrevistas sempre salientou a sua resistência às escolas literárias e o seu terror delas. 22 Apesar da sua aversão pelas modas literárias, a poetisa publicou alguns dos seus primeiros poemas nos Cadernos de Poesia, cujo lema Poesia é só uma e programa lhe convinham perfeitamente, visto que os Cadernos de Poesia pretendiam, segundo faz entender Jorge de Sena no interior da capa do primeiro fascículo, arquivar a actividade da poesia actual sem dependência de escolas ou grupos literários, estéticas ou doutrinas, fórmulas ou programas. 23 Os seus poemas saíram igualmente na revista Távola Redonda que teve, numa definição muito resumida, a sua preocupação básica em ser um órgão vivo de poesia, um testemunho da poesia do seu tempo 24, como também na revista Árvore, herdeira tanto da Presença e de Cadernos de Poesia como também dos neo-realistas, marcada igualmente pelo existencialismo e que, segundo António Luís Moita, pretendia ser um leque e não uma revista revolucionária 25. Estas colaborações marcaram, na verdade, a vida pessoal da poetisa, pois graças a elas nasceram vários laços de amizade, especialmente com Ruy Cinatti e Jorge Sena. 21 VASCONCELOS, José Carlos de, Sophia: a luz dos versos, Jornal de Letras. 1991, Junho, p Tive sempre horror às modas literárias. Nunca fui neo-realista, nem surrealista, nem concretista, nenhuma dessas coisas. Idem, p BARREIROS, José António, História da Literatura Portuguesa II, Bezerra, 16a ed. Braga, 1997, p OSIECKI, Daniel: Oficina de Poesia II - O Eu - lírico e a figura do poeta: construção e desconstrução em Fernando Pessoa e David Mourão-Ferreira [online]. [Acesso em 14 de Fevereiro de 2009]. Disponível em <http://poesiatavolaredonda.blogspot.com/2007/08/oficina-de-poesia-ii-o-eu-lrico-e.html> 25 GONDA, Cinda: Árvore: Breve história de uma revista [online]. [Acesso em 20 de Março de 2009.] Disponível em <http://www.uefs.br/nep/labirintos/edicoes/02_2008/06_artigo_cinda_gonda.pdf> 17

18 Devemos ao menos, ainda que brevemente, esclarecer a situação no campo literário português na época dos princípios literários de Sophia, porque foi um período de um cruzamento de tendências muito heterogéneas. Naquele tempo ainda ressoava, por um lado, a segunda fase do modernismo português no qual os presencistas, guiados por José Régio e João Gaspar Simões, seguiam o rumo de evitação de qualquer reacção política e, pelo contrário, convergiam para o interior do homem, apreciavam a sua riqueza e processos íntimos. Por outro lado, a partir cerca de meados dos anos 30, surgiram vozes do neorealismo, cuja poesia tornou-se mais engajada e voltada para o aspecto social do homem. Porém, os anos 40 foram também o período de surgimento de surrealismo e, ao longo dos anos 50, emergiram ainda outros estilos como, por exemplo, o experimentalismo ou o concretismo. Não é o alvo deste trabalho descrever detalhadamente a situação literária dos anos 40 e 50 em Portugal, dado que Leona Šlajchrtová apresenta uma síntese bastante pormenorizada no seu trabalho A Poética dos Elementos na Obra Poética de Sophia de Mello Breyner Andresen. 26 Com esta curta delineação somente quisemos ligeiramente esboçar as circunstâncias nas quais Sophia se iniciou e prosseguiu a sua criação para realçar a importância do distanciamento de Sophia das modas e escolas literárias e justificar a sua indicação de poeta não alinhado, tal como Eugénio de Andrade ou Cabral do Nascimento. O essencial nos versos de Sophia é a perseguição do real segundo a própria autora revela: Sempre a poesia foi para mim uma perseguição do real. Um poema foi sempre um círculo traçado à roda duma coisa, um círculo onde o pássaro do real fica preso. 27 Por esta razão o poema pode falar de uma maçã vermelha, de uma ânfora de barro ou do perfume duma flor. São coisas singelas, no entanto, reais, e por isso exactamente aquelas através das quais a poetisa procura atingir uma relação justa, pois quem procura uma relação justa com a pedra, com a árvore, com o rio, é necessariamente levado, pelo espírito de verdade que o anima, a procurar uma relação justa com o Homem. 28 A poesia torna-se deste modo a sua explicação com o universo, a sua convivência com as coisas, a sua participação no real, o seu encontro com as vozes e com as imagens Ver: ŠLAJCHRTOVÁ, Leona, Poetika živlů v básnickém díle Sophie de Mello Breyner Andresen, Diplomová práce, Ústav románských studií FFUK, Praha, MARTINS, Guilherme D OLIVEIRA, A dignidade do ser, Jornal de Letras, Julho/Agosto, 2004, p ANDRESEN, Sophia de Mello Breyner: Arte Poética III [online]. [Acesso em 12 de Janeiro de 2009]. Disponível em <http://espan.edu.pt/biblioteca/historico/bau200708_sophia_poeticaiii.htm> 29 ANDRESEN, Sophia de Mello Breyner,Obra Poética III, Caminho, Lisboa, 1991, p

19 Ao criar, Sophia proclama a necessidade de partir de um caos inicial ou Kaos, segundo lhe chamavam os Gregos, que obtém em si, ao contrário do mal, uma força de recriação, uma fonte de energia que possibilita uma ordenação dos elementos enleados do real. 30 O caos, ostentando o seio de todas as coisas que estão por vir, torna-se o antecessor ou acompanhante da experiência do acto da criação, pois nada de novo pode surgir sem que o homem imerja voluntariamente no caos e dele extraia o novo. 31 Nos seguintes capítulos veremos que esta imersão no caos não é considerada somente no acto da criação. Uma das principais fontes de inspiração de Sophia é a natureza, realçada, por um lado, pela sua multiformidade e, por outro, pela sua perfeição e beleza. É o espaço onde o sujeito poético procura a inteireza e a união, espaço aberto que oferece a liberdade do corpo e do espírito, onde se realiza o interminável jogo dos quatro elementos. É a natureza como a celebrou a arte grega visto que a poesia de Sophia está repleta de referências ao mundo mítico aonde a poetisa parece de vez em quando fugir para nele tentar encontrar a perfeição, a justiça, a pureza da alma e, deste modo, afastar-se do mundo verdadeiro descrito como lugar de imperfeição. Porém, esta fuga não deve ser percebida literalmente, visto que os dois mundos estão em íntimo contacto. Dito por outras palavras, o divino entra no quotidiano nos versos de Sophia que podemos ler, por exemplo, no poema Fúrias onde as Fúrias são transformadas em pequenos acidentes do dia-a-dia. 32 A considerável influência que Sophia sofreu da cultura da Grécia Antiga, seja durante o tempo dos seus estudos, seja durante as suas viagens pelo Mediterrâneo, causa que nos seus versos apareçam Orfeu e Eurydice, Dionísos, Endemyion, Electra, Ariadne, Antínoo, ou as Parcas, entre outros. Também as localidades designadas, por exemplo, Creta e a cidade Cnossos, Delfos ou Ítaca patenteiam o seu encantamento por estes lugares como representantes de um mundo original ao qual tende regressar. Daí também a sua essencial ocupação com os valores da cultura clássica, com a Justiça e Verdade, valores parcialmente perdidos no depravado mundo moderno. 30 CEIA, Carlos, O Estranho Caminho de Delfos, Uma Leitura de Poesia de Sophia de Mello Breyner Andersen, Vega e Autor, Lisboa, 2003, pp EDINGER, Edward, F., Věčná dramata, Skrytý smysl řecké mytologie, Emitos a Nakladatelství Tomáše Janečka, Brno, 2007, p. 21. (A tradução é minha.) 32 As Fúrias eram de as guardiãs das leis da natureza e da ordem das coisas, no sentido físico e moral, o que as levava a punir todos os que ultrapassavam seus direitos em prejuízo dos outros, tanto entre os deuses quanto entre os homens. Mais tarde tornaram-se vingadoras do crime. Ver: BRANDÃO, Junito, Mitologia Grega, Vol. 1, Editora Vozes, Petrópolis, 1986, p

20 Porém, Sophia, sendo cristã, não suprime o Cristianismo e dirige-se igualmente a Deus nos seus poemas, criando um entrelaçamento de duas linhas diferentes sem uma afectar a outra, ambas como um contraponto da injustiça e opressão com quais se descontenta e contra as quais se revolta nos versos de empenhamento social e político que sobressaem mais perceptivelmente no Livro Sexto, apesar de se encontrarem já em colectâneas anteriores. A preocupação com os valores da vida humana e uma eterna demanda da justiça são constantes que constituam a essência da criação literária de Sophia. No que diz respeito à poesia, notável é a precisão de escolha das palavras nos quais visivelmente predominam os substantivos, de preferência concretos, que não abundam de atributos desnecessários, visto que Sophia não tenta atingir uma originalidade lexical na sua poesia. Ela, opostamente, intenta chegar a uma aliança entre as coisas, os seres e o mundo pois se um poeta diz obscuro, amplo, barco, pedra é porque estas palavras nomeiam a sua visão do mundo, a sua ligação com as coisas. Não foram palavras escolhidas esteticamente pela sua beleza, foram escolhidas pela sua realidade, pela sua necessidade, pelo seu poder poético de estabelecer uma aliança. 33 A palavra é o elemento de construção básico utilizado para redescobrir a inteireza do homem no mundo. Ela reata o elo do mundo dividido ao criar uma outra realidade; ela vive ao ser pronunciada; é descoberta quando os homens estão atentos para o que está a sua volta; materializa-se no texto com obstinado rigor; e é livre até do poeta. Resumindo, a palavra é elo, vida, consciência, precisão, liberdade. 34 Por este motivo é também digno de chamar atenção à certa escassez da pontuação que ainda durante várias edições da obra tinha sido continuamente alterada pela poetisa, pois num verso que por si anuncia uma unidade, uma vírgula podia causar uma perturbação. 35 Não devemos deixar de referir também o aspecto formal dos versos da autora, que é bastante heterogéneo, visto que na sua obra aparecem canções ( Canção II ), sonetos ( Em todos os jardins, Soneto de Eurydice, Corpo, Soneto, Kassandra, Catilina ) ao lado de formas herdadas da Antiguidade grega que a poetisa certamente conheceu durante os seus 33 Idem, p OLIVEIRA, Rita de: A Poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen [online]. [Acesso em 14 de Fevereiro de 2009]. Disponível em <http://www.abralic.org.br/enc2007/anais/14/363.pdf> 35 O verso é uma linha, uma unidade. um ponto ou uma vírgula, no fim da linha, parecem uma franja. VASCONCELOS, José Carlos de, Sophia: a luz dos versos, Jornal de Letras. 1991, Junho, p

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