Análise da drenagem linfática manual no tratamento do fi bro edema gelóide e na redução de medidas

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1 Análise da drenagem linfática manual no tratamento do fi bro edema gelóide e na redução de medidas Natália Batista Silva 1 Sidilaini Reis Silva 1 Ligia de Souza 2 Resumo: O fibro edema gelóide (FEG), é uma alteração na pele caracterizada por contornos irregulares, definida como uma disfunção metabólica localizada. O objetivo desse estudo foi verificar a efetividade da drenagem linfática manual no tratamento do FEG e na redução de medidas. Participaram do estudo 8 voluntárias, divididas em 2 grupos: grupo controle (GC) e grupo experimental (GE) submetido a drenagem linfática manual (DLM). Foram realizada 8 sessões de DLM. Foram avaliados o grau de FEG e perimetria de região glútea e de coxa. Após o tratamento com DLM, foi possível observar melhora do aspecto da pele das participantes do GE. No GC, não foram observadas mudanças no aspecto da pele. Observou-se redução de medidas de coxa significativas no GE em relação ao GC. Conclui-se que a DLM contribui para a melhora do aspecto do FEG e redução de medidas. Palavras-chave: Fibro Edema Gelóide. Drenagem Linfatica Manual. Fisioterapia Dermato-funcional. 1 Centro Universitário UNIFAFIBE. Graduação em fisioterapia pelo Centro Universitário UNIFAFIBE. 1 Centro Universitário UNIFAFIBE. Graduação em fisioterapia pelo Centro Universitário UNIFAFIBE. 2 Centro Universitário UNIFAFIBE. Doutora em Ciências da Saúde pela escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo USP. 59

2 1. INTRODUÇÃO O fibroedema gelóide (FEG), popularmente conhecido como celulite, é uma afecção que provoca deficiência na circulação sanguínea e linfática e hipotonia muscular freqüente, podendo levar à quase total imobilidade dos membros inferiores, além de dores intensas e problemas emocionais (GUIRRO; GUIRRO, 2002). Essa doença acomete milhões de pessoas no mundo, principalmente mulheres. É uma alteração na pele caracterizada por contornos irregulares, de início na puberdade, definida como uma disfunção metabólica localizada, do tecido subcutâneo e da derme, que provoca alteração na forma corporal feminina, devido ao excesso de tecido adiposo retido no septo fibroso e por projeções deste na derme (MACHADO et al., 2009). É estimado que mulheres, após o período da puberdade apresentem algum grau de FEG (BARBOSA; MELO, 2010). A maior incidência do FEG está localizado na região glútea e posterior de coxa, sendo associada com elevada concentração de tecido adiposo na região afetada (MA- CHADO et al., 2009). O FEG decorre de um processo de reação da substancia fundamental, devido uma alteração do meio interno, secundário a fatores locais e gerais em que as proteínas glicosaminoglicanas sofrem um processo de hiperpolimerização. (ROSSI, VERGNANINI, 2000; GUIRRO; GUIR- RO, 2004). Além disso, o surgimento do FEG associa-se a um mau funcionamento dos adipócitos, que retêm um maior teor de lipídios, os quais estimulam a retenção de líquidos, levando assim ao aumento de volume da célula, gerando compressão dos vasos e comprometendo a circulação sanguínea. O rompimento das fibras de colágeno e elastina, responsáveis pela sustentação da pele, secundário ao aumento das células de gordura, levaria ao inestético aspecto da pele característico deste quadro (FREDE- RICO et al., 2006; KHAN et al., 2010). Segundo Milani et al., (2005), os fatores predisponentes para o surgimento do FEG podem ser hereditariedade, sexo feminino e desequilíbrio hormonal. Dentre os fatores determinantes podemos citar estresse, fumo, 60

3 sedentarismo, maus hábitos alimentares e disfunções hepáticas, e como os fatores condicionantes podemos citar as perturbações circulatórias. Clinicamente é um acometimento cutâneo não inflamatório, apresentando-se doloroso em alguns casos, podendo se manifestar em forma de nódulos ou placas de variadas extensão e localização (MELO et al., 2006). Grau I é percebido apenas pela inspeção da compressão do tecido entre os dedos ou contração da musculatura, assintomática. Grau II a temperatura e a elasticidade da pele encontram-se diminuídas depois da compressão ou contração muscular. Grau III em repouso é evidente o aparecimentos do aspecto casca de laranja e/ ou um acolchoado da pele. Há sensação de dor na palpação, a elasticidade e a temperatura encontram-se diminuídas. Grau IV são as mesmas características do grau III com nódulos mais visíveis, palpáveis e dolorosos. Aderências nos níveis profundos e um aparecimento ondulado obvio da superfície de pele. Alguns recursos são descritos na literatura tratando especificamente o FEG. Entretanto, para uma terapêutica eficaz é necessário a compreensão da fisiopatologia desta afecção e dos efeitos benéficos das técnicas utilizadas (KHAN et al., 2010). No campo da fisioterapia dermato-funcional, a drenagem linfática manual (DLM) é um método fisioterapêutico de massagem altamente especializado, feito com pressões suaves, lentas, intermitentes e relaxantes, que seguem o trajeto do sistema linfático. É bastante utilizado no tratamento de FEG, linfedema, pós-operatórios, entre outros problemas. (GUIRRO; GUIRRO, 2004). Essa técnica tem por objetivo, drenar o excesso de liquido de uma área estagnada, assim, melhorando a circulação linfática, eliminação de resíduos, redução de edemas entre outros (BRANDAO et al, 2010; BORGES, 2006). A DLM na FEG auxilia a evacuação de líquidos ricos em proteínas e toxinas que tornam o tecido cutâneo edemaciado e com aderências teciduais, assim, normalizando o Ph intersticial e favorecendo a nutrição e oxigenação tissular (LEDUC; LEDUC, 2007; BORGES, 2006). 61

4 É um recurso bastante utilizado na prática clínica para tratamento do FEG. Embora estudos não controlados e não randomizados são encontrados apresentando resultados positivos com o uso da drenagem linfática manual para redução do fibro edema gelóide, até o momento, não foram encontrados estudos de grandes dimensões, controlados e randomizados ou revisões sistemáticas da literatura, que comprovem os efeitos obtidos deste recurso terapêutico. Desta maneira, estudos com bom delineamento devem ser elaborados para analisar se a drenagem linfática manual promove redução no grau do FEG. Neste contexto, o objetivo desta pesquisa foi verificar a efetividade da drenagem linfática manual no tratamento do fibro edema gelóide e na redução de medidas em mulheres. 2. METERIAIS E MÉTODOS Este estudo caracteriza-se por um ensaio clínico experimental, randomizado e controlado. De acordo com a resolução 196/96 do Código Nacional de Saúde, este projeto foi encaminhado e aprovado pela Instituição onde foi realizada a pesquisa e pelo Comitê de Ética em Pesquisa (protocolo n.25/2011). Foram convidadas a participar do estudo alunas dos cursos da área da saúde (fisioterapia e nutrição) do Centro Universitário UNIFAFIBE. Estas foram informadas sobre o estudo, objetivos e metodologia. Todas as participantes incluídas no estudo assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. O estudo foi realizado no Centro Universitário UNIFAFIBE, localizado na cidade de Bebedouro/SP. Foram incluídas mulheres com idade entre 18 e 25 anos; fazendo uso de anticoncepcional; não tabagista; etnia branca; sedentárias e nulíparas. Foram excluídas as participantes que apresentassem insuficiência venosa crônica; desconforto com as manobras da DLM; três faltas consecutivas; Índice de Massa Corpórea acima de 35. A amostra do estudo foi aleatoriamente dividida em dois grupos, com quatro participantes em cada. As participantes do Grupo Experi- 62

5 mental (GE) foram submetidas ao tratamento com DLM e acompanhadas quanto à evolução do FEG e a análise das medidas de glúteos e coxas. No Grupo Controle (GC), as participantes foram acompanhadas quanto à evolução do FEG, sem receber qualquer tipo de intervenção terapêutica. As participantes responderam à ficha de avaliação inicial (dados sócio-demográficos e físicos). Todos os procedimentos a partir da avaliação inicial foram realizados com a participante vestindo trajes de banho. Para a avaliação do FEG, foram coletadas imagens fotográficas em vista posterior enfatizando-se a região glútea e posterior de coxa. A máquina foi posicionada a 80 centímetros de distância da participante; e a borda superior da máquina colocada em uma linha perpendicular à prega glútea, ajustando-se à altura de cada participante. As participantes permaneceram em posição ortostática, descalças, com descarga de peso distribuída igualmente entre os membros. Foram realizadas fotos com a musculatura da região glútea relaxada e, em seguida, exercendo contração isométrica destes músculos. Para análise das medidas da região glútea e de coxas, foi realizada a perimetria com uso da fita métrica, onde as voluntárias permaneceram descalças em posição ortostática, com marcações nas seguintes áreas específicas: marcação na região suprapatelar e, em seguida, marcações 10, 20 e 30 cm acima, nos membros inferiores. A perimetria da região glútea foi feita com marcação sobre o trocanter maior do fêmur, onde a participante permaneceu em posição ortostática com membros inferiores unidos. As imagens fotográficas e a perimetria foram realizadas na avaliação inicial, após duas semanas do início do estudo (4 sessões) e ao final da quatro semanas (8 sessões). Para o tratamento de DLM no GE foi seguido o protocolo proposto por Leduc e Leduc (2007). Inicialmente foram realizadas 20 manobras de pressão sobre os linfonodos inguinais direito e esquerdo. Em seguida, foram realizadas manobras de círculo com os dedos e bracelete nas regiões de glúteo e membros inferiores direito e esquerdo (LEDUC, LEDUC, 2007). A sequência das manobras está representada na figura 1, sendo re- 63

6 alizado, inicialmente, os limites apresentados por A, seguidos por B, C, D, E, F, G, H, I e J para a região posterior e os limites A, B, C, D, E, F, G, H e I para a região anterior. Em cada limite foram executadas 6 repetições de cada manobra. A drenagem foi iniciada com a mulher em decúbito dorsal, sendo realizadas as manobras na porção anterior de membros inferiores e, após, pedia para que ela ficasse em decúbito ventral para a realização da técnica na região posterior dos membros inferiores. Figura 1- Limites da DLM, vista posterior e anterior. Para o grupo experimental, foram realizadas oito sessões de tratamento, duas vezes por semana, totalizando quatro semanas. O grupo controle foi apenas acompanhado durante este período. 64

7 Análise estatística A análise dos dados foi precedida pela elaboração de um banco de dados no aplicativo Excel, utilizado para codificação das variáveis em um dicionário de dados e para validação mediante dupla entrada (digitação) dos dados. Realizou-se análise descritiva e comparativa dos dados. Para a análise de redução de medidas foi apresentado a medida realizada em trocanter maior, correspondendo a perimetria do quadril e, para as medidas da coxa, será realizada a média das medidas das marcações suprapatelar, 10, 20 e 30 cm acima, e utilizada na análise estatística uma única medida obtida na coxa direita e esquerda. Foi utilizado o teste t para análise de redução de medidas intragrupos. Para a análise intergrupos foi calculada a diferença média entre a primeira e a segunda avaliação e entre a primeira e a terceira avaliação, sendo, em seguida, utilizado o teste não-paramétrico de Mann-Whitney. Para a análise dos dados, utilizou- se o programa Instat. O nível de significância considerado foi de p<0, RESULTADOS Foram convidadas a participar do estudo 8 mulheres, sendo 4 pertencentes ao grupo experimental e 4 ao grupo controle. Todas as participantes convidadas e que aceitaram participar da pesquisa realizaram as quatro semanas de tratamento, não havendo nenhuma desistência. A idade média das participantes do GE foi de 22,25 anos e no GC a idade média foi de 21. Nenhuma participante era tabagista, gestante ou usava qualquer tipo de medicamento, exceto anticoncepcional, conforme critérios de inclusão da presente pesquisa. Em relação às patologia associadas, uma paciente do GC era diabética, uma do GE e uma do GC tinham colesterol alto. A tabela 1 apresenta os principais resultados relacionados às características e aos hábitos de vida das participantes do estudo. 65

8 Tabela 1- Frequência (n) e porcentagem (%) das características e hábitos de vida das participantes do estudo. GE=Grupo experimental; GC= Grupo controle. 66

9 Em relação ao exame físico inicial do GE, três participantes apresentaram FEG grau II e uma apresentou grau III. No GC, quatro participantes apresentaram FEG grau II. Foi realizado registro fotográfico das participantes dos grupos estudados para análise qualitativa da redução dos graus de FEG após o tratamento. A figura 5 apresenta a região glútea e superior de coxa pré-tratamento de uma paciente do GE submetida à DLM. Nas figuras 6 e 7, a mesma paciente após 4 e 8 sessões de tratamento com DLM, respectivamente. Após o tratamento com drenagem linfática no GE, foi possível observar redução do aspecto de casca de laranja e melhora do aspecto da pele das participantes, por meio de avaliação visual com a musculatura relaxada e contraída. Para o GC, não se observou mudanças no aspecto da pele entre as participantes deste estudo. Musculatura relaxada Musculatura contraída Figura 2 - Pré-tratamento grupo experimental. Musculatura relaxada Musculatura contraída Figura 3 - Após 8 sessões de tratamento grupo experimental 67

10 Em relação a perimetria, os dados pré e pós tratamento nos grupos GE e GC, são apresentados nas tabelas 2, 3 e 4, correspondendo às medidas realizadas em trocanter maior, coxa direita e coxa esquerda, respectivamente. Tabela 2 - Análise estatística da redução de medidas na região de trocanter das pacientes. GE= grupo experimental; GC,=grupo controle; Dif.12,=diferença entre a primeira e a segunda avaliação; Dif.13= diferença entre a primeira e a terceira avaliação. Nível de significância <0,05. Nas colunas encontram-se as análises intragrupo e nas linhas as análises intergrupo. *Análise Intragrupo: teste T. Valor p (1-2): análise intragrupo entre a primeira e segunda avaliação. Valor p (1-3): análise intragrupo entre a primeira e terceira avaliação. **Análise Intergrupo: teste Mann-Whitney. Ao analisar as medidas de trocanter maior verificou-se que não houve redução de medidas entre os GE e GC. O mesmo pode ser observado nas medidas intragrupos, onde, nem GC, nem GE apresentaram redução significativa de dor pré e pós-tratamento. 68

11 Tabela 3 - Análise estatística da redução de medidas em coxa direita. GE= grupo experimental; GC,=grupo controle; Dif.12= diferença entre a primeira e a segunda avaliação; Dif.13= diferença entre a primeira e a terceira avaliação. Nível de significância <0,05. Nas colunas encontram-se as análises intragrupo e nas linhas as análises intergrupo. *Análise Intragrupo: teste T. Valor p (1-2): análise intragrupo entre a primeira e segunda avaliação. Valor p (1-3): análise intragrupo entre a primeira e terceira avaliação. **Análise Intergrupo: teste Mann-Whitney. + Estatisticamente significativo. Na coxa direita observou-se que houve redução significativa das medidas entre os GE e GC, sendo que a redução do GE foi significativamente maior que o GC. Quando realizada a análise intragrupo, apenas o GE mostrou redução significativa das medidas de coxa direita entre a primeira e terceira avaliação, mostrando que a drenagem linfática foi eficaz na redução de medidas desta região. 69

12 Tabela 4 - Análise estatística da redução de medidas em coxa esquerda. GE= grupo experimental; GC,=grupo controle; Dif.12= diferença entre a primeira e a segunda avaliação; Dif.13= diferença entre a primeira e a terceira avaliação. Nível de significância <0,05. Nas colunas encontram-se as análises intragrupo e nas linhas as análises intergrupo. *Análise Intragrupo: teste T. Valor p (1-2): análise intragrupo entre a primeira e segunda avaliação. Valor p (1-3): análise intragrupo entre a primeira e terceira avaliação. **Análise Intergrupo: teste Mann-Whitney. + Estatisticamente significativo. Referente a coxa esquerda não foi verificada redução significativa das medidas entre GE e GC. Entretanto, no GE, houve maior redução de medidas em relação ao GC. Para a análise intragrupo, o GE apresentou diferença significativa entre a primeira e segunda avaliação, resultado não observado no GC, mostrando que o GE apresentou redução significativamente maior quando comparada ao GC. 70

13 4. DISCUSSÃO A FEG é apresentada por uma modificação na estrutura histológica da pele e por uma alteração no tecido conjuntivo, conseqüentemente induz a uma polimerização exagerada das glicosaminoglicanas, o que resulta no aumento da retenção de água, sódio e potássio, contribuindo na elevação da pressão intersticial e provocando compressão de veias, vasos linfáticos e nervos. Está presente em 80/ 90% da população feminina após a puberdade, em regiões da cintura pélvica, membros inferiores e abdômen (SANTOS et al, 2011). Existem vários fatores predisponentes no aparecimento do FEG. Porém neste estudo foram analisados fatores como o uso das pílulas anticoncepcionais, no qual 100% das pacientes, tanto GE e GC, faz uso. Segundo Dalsasso (2007), a pílula anticoncepcional, por ter em sua constituição hormônio feminino desencadeia as alterações nos adipócitos, promovendo um acúmulo de liquido no interstício, assim, promovendo a FEG. Outra provável etiologia para FEG é o tabagismo. Segundo Weimann (2004, as substâncias do cigarro causam espessamento das paredes dos vasos sanguíneos e prejudicam a circulação já deficiente no FEG. No presente estudo 100% das participantes relataram não fazer uso. Em relação à prática de atividade física verificou-se que 100% das participantes não realizam exercícios. De acordo com Campos (2000), o sedentarismo permite menor solicitação dos músculos, ocasionando um menor consumo de energia das células e conseqüentemente aumento da gordura. A falta de exercício físico diminui a capacidade circulatória, diminuindo a drenagem e a oxidação de toxinas, levando ao FEG. Como fatores determinantes do FEG destacam-se os hábitos alimentares e a ingestão hídrica. Segundo Ribeiro et al. (2001) descreve que uma dieta rica em gordura ou carboidrato e hábitos alimentares como comer muito à noite e pouco durante o dia, aumenta a composição e o armazenamento de gorduras, favorecendo o aparecimento do FEG. Quanto a ingestão hídrica, Weimann (2004), recomenda a ingestão hídrica de 2 litros por dia. O gás carbônico, quando dissolvido na água, 71

14 transforma-se em ácido carbônico. O excesso desta substância na derme e hipoderme provoca a acidificação dos tecidos, onde o ph é normalmente levemente alcalino e essa alteração do ph provoca o endurecimento das fibras protéicas (colágeno e elastina), que perdem sua capacidade de reter líquido, com diminuição da elasticidade da pele e do tecido adiposo, além de induzir alterações de permeabilidade e resistência dos capilares sanguíneos, desencadeando a FEG. Para a verificação de redução de medidas, utilizou-se a perimetria na região glútea e coxa, onde verificou que após 4 sessões de DLM, duas vezes na semana, as participantes do GE apresentaram redução para todas as medidas, apesar da região glútea não apresentar redução significativa. Piccinin et al, (2009) relata em seu estudo que a drenagem linfática manual no membros inferiores feita da prega umbilical até a perna, por 10 sessões, duas vezes por semana, foi benéfica na reabsorção do líquido intersticial e conseqüente reabsorção do edema residual. Foi verificado diminuição do edema de membros inferiores por meio da mensuração da perimetria. Houve diminuição estatisticamente significativa da média das medidas perimétricas entre a primeira e a segunda e terceira avaliação. Constatouse que após 7 dias do início do tratamento com aplicação de duas sessões de DLM diminuição no edema de membros inferiores. Com a continuidade do tratamento a diferença não aumentou; todavia, manteve-se de forma que não houve nova formação de edema. Ou seja, a DLM proporcionou efeitos rápidos e duradouros diante da manutenção do tratamento. Meyer (2008) que avaliou em seu estudo, por meio de ressonância magnética, os efeitos da DLM em três mulheres que apresentavam FEG de grau moderado ou avançado. As pacientes foram submetidas a 20 sessões da técnica em região anterior e posterior da coxa e perna, em dias alternados, três vezes na semana, com duração de 60 minutos cada sessão. Os resultados encontrados demonstraram que a drenagem linfática promoveu a redução de liquido excessivo presente no espaço intersticial, melhorando o processo de fibrose e aparência da pele (MEYER, 2008). No estudo de Brandão (2010), utilizou-se a DLM em 10 pacientes, 72

15 em 10 sessões de duração de 60 minutos cada, a terapia adotada foi a de Leduc, aplicada em todo corpo da paciente. Não houve diferença significante entre no grau de FEG, porem mostrou ser coadjuvante no tratamento de FEG, proporcionando melhora visual no aspecto da pele e aumentando a auto-estima das pacientes de forma significativa. Em relação à verificação da FEG e sua evolução, segundo Santos et al. (2011) é importante realizar o acompanhamento padronizado, por meio de fotografia para verificar a eficácia antes, durante e depois do tratamento, comparando-as e permitindo a avaliação da evolução. Esta deve ser obtida em condições padronizadas de iluminação, fundo e posição da câmera e das participantes, tanto na foto anterior quanto na posterior ao tratamento, a fim de garantir maior confiabilidade dos resultados, corroborando a metodologia utilizada no presente estudo, no qual as imagens fotográficas foram tiradas pré, durante e após o tratamento para futura visualização e comparação dos resultados. Galvão (2005) utilizou este método para avaliação da eficácia da drenagem linfática sobre o FEG de mulheres. Foram obtidas fotos pré e após tratamento, sob condições padronizadas de iluminação, fotógrafo, máquina fotográfica utilizada e posição do paciente. Após a análise das fotos obtidas, foi constatado que não houve melhora significativa no quadro após o tratamento. Todavia, Brandão et al. (2010) observaram redução visual significativa no aspecto da pele e no grau de FEG após 10 sessões de drenagem linfática. Sugere-se que a melhora visual, para estes autores deva-se à remoção do excesso de líquido presente no interstício proporcionado pela DLM (VAIRO et al., 2009). Corroborando Brandão et al. (2010), resultados visuais positivos foram obtidos neste estudo. A dificuldade em avaliar o FEG é uma das principais dificuldades em pesquisas científicas voltadas ao tratamento deste acometimento cutâneo. Além disso, é caracterizada como uma doença multifatorial que pode ser influenciada por fatores hormonais e circulatórios que alteram o equilíbrio das glicosaminoglicanas e das proteoglinas da substância fundamental amorfa (ROSSI, VERGNANINI, 2000). Entretanto, de modo geral, o GE que foi submetido à DLM apresentou redução do FEG na 73

16 região glútea e posterior de coxa corroborando outros estudos (GUIRRO & GUIRRO, 2004) que afirmam que a massagem de DLM é eficaz no tratamento do FEG. Acredita-se que se associado a este tratamento houvesse a prática de atividade física, reeducação e/ou controle alimentar por meio de uma dieta apropriada, bem como a utilização de outros recursos como a endermologia, o resultado seria mais imediato no tratamento dessa doença. Sendo assim, sugere-se a realização de novos estudos na área. 5. CONCLUSÃO Conclui-se que a drenagem linfática manual é eficaz no tratamento do fibro edema gelóide e na redução de medidas em mulheres. REFERÊNCIAS BARBOSA, M., MELO, C. A. Influência da vacuoterapia nos graus de classificação da celulite e dor. IFisionline, v.1, n.2, p.19-32, BORGES, F. Dermato-funcional: modalidades terapêuticas nas dinfunções estéticas. São Paulo: Phorte, BRANDÃO, D. S. M et al. Avaliação da técnica de drenagem linfática manual no tratamento do fibro edema geloide em mulheres/ Evaluation of manual lymphatic drainage technique in the treatment of Cellulite in women.conscientiae saúde (Impr.); v.9, n.4, DALSASSO, J. C. Fibro edema gelóide: um estudo comparativo dos efeitos terapêuticos, utilizando ultra-som e endermologiadermovac, em mulheres não praticantes de exercícios físicos. Tubarão, SC, Monografia (Graduação). Curso de Ciências Biológicas e da Saúde, Universidade Estadual do Oeste do Paraná. 74

17 DÂNGELO, J. G; FANTTINI. Anatomia humana sistêmica e segmentar: Para estudante de medicina. 2.ed. São Paulo: Livraria Atheneu, p. Ciências da Saúde, v.36, n. 2, p , Mai./Ago. 2 FREDERICO, M. R et al. Tratamento de celulite (paniculopatia Edemato Fibroesclerótica) utilizando fonoforese com substância acoplante à base de hera, centella asiática e castanha da índia. Fisioterapia Serv.1, n.1, p.6-10, GALVÃO, M. M. M. Drenagem linfática manual e ultrasom no tratamento do fibro edema gelóide em região glútea um estudo de caso. Faculdade Assis Gurgacz, Cascavel: GUIRRO, E. C., GUIRRO, R. R. Fisioterapia dermato-funcional: fundamentos, recursos e patologias. 3. ed. São Paulo: Manole, KHAN M. H., VICTOR F., RAO B., SADICK N.S. Treatment of cellulite: Part I. Pathophysiology. J Am Acad Dermatol; v.62, n.3, p , LEDUC, A., LEDUC, O. Drenagem linfática: teoria e prática. 3ª ed. Barueri, SP: Manole, MACHADO, A. F. P., TOCANI, R. E., SCTWARTZ, J., LIEBANO, R. E., RAMOS, J. L. A., FRARE, T. Incidência de fibro edema geloide em mulheres caucasianas jovens. Santo André, v.34, n. 2, p.80-6, MARQUES, A. P., PACCIN, M. S. Pesquisa em fisioterapia: A prática baseada em evidências e modelos de estudo. Fisioterapia e pesquisa, v.11, n.1, p.43-48, MELO, V. C., MARTINS, R. B., LAURIA, M. C., MOURA, R. L., MEDEIROS, A. G., SOUZA, I. A., VETMAN, J. F., BARBOZA, G. S., SÁ, T. M., SANTA- NA, A. A., BORGES, F. S., FEDERICO, M. R., GOMES, S. V. C. Tratamento de celulite(paniculopatia Edemato Fibroescleróica) utilizando fonoforese com substância acoplante á base de hera, centella asiática e castanha da índia. Universidade Estácio de Sá (UNESA), Rio de Janeiro (RJ), MEYER, P. F., LISBOA, F. L,, ALVES, M. C. R., AVELINO, M. B., Desenvolvimento e aplicação de um protocolo de avaliação fisioterapêutica em pacientes com fibro edema gelóide. Fisioterapia em Movimento, v.18, n.1, p ,

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19 Title: Analysis of manual lymph drainage in the treatment of cellulitis and in the reduction measures. Authors: Natália Batista Silva; Sidilaini Reis Silva; Ligia de Souza. ABSTRACT: The cellulitis is a change in the skin characterized by irregular contours, defined as a localized metabolic dysfunction. The aim of this study was to verify the effectiveness of manual lymph drainage (MLD) in the treatment of cellulitis and reduction measures. The study included eight volunteers, divided into two groups: control group (CG) and experimental group (EG) underwent manual lymphatic drainage (MLD). Were performed eight sessions of MLD. The degree of cellulite was assessed, taken photos and made the perimeter of the gluteus and thigh. After treatment with MLD, we observed improvement in skin appearance of the participants in the GE. In GC, there was no change in skin appearance. There was a greater reduction in GE s thigh in the CG. We conclude that the MLD contributes to the improvement of the appearance of EGF and reduction measures. Keywords: Cellulitis. Manual lymph drainage. Dermato-functional physical therapy. 77

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