Manual das Eleições 2016

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1 Manual das Eleições 2016

2 Manual das Eleições 2016 Supervisão Geral Guilherme de Castro Couto Santos Secretário Executivo PSDB-MG Elaboração de Conteúdos Bruno Augusto Soares Coordenador Financeiro PSDB-MG Reginaldo Nunes Assessor Jurídico PSDB-MG Eveline Oliveira Delegada do PSDB junto ao TRE-MG Edição/Revisão José Edward Lima Magna Alvim Assessoria de Comunicação PSDB-MG Projeto Gráfico Otacílio Neto

3 Apresentação Este Manual das Eleições 2016, produzido pela equipe técnica do PSDB-MG, reúne as principais orientações para a campanha municipal de 2016, tomando por base a atual legislação eleitoral, que teve várias alterações nos últimos anos. Nesta publicação estão contidas as regras sobre convenções partidárias, registro de candidaturas, inelegibilidades e prazos de desincompatibilização, propaganda eleitoral, prestação de contas, orientações sobre Lei da Ficha Limpa e um completo calendário do ano eleitoral. Renovamos, assim, o compromisso da atual Executiva estadual do PSDB de Minas Gerais com todo(a)s o(a)s candidato(a)s do partido que irão disputar as eleições municipais de 2016 em todas as regiões do Estado. Estaremos juntos nessa empreitada democrática, que certamente culminará com a eleição de grande número de prefeito(a)s, vice-prefeito(a)s e vereadore(a)s tucano(a )s. Este será o ponto de partida para a caminhada que levará o nosso partido à vitória também nas eleições de 2018, a favor de Minas e do Brasil. Boa leitura e bom proveito! Um grande abraço, Deputado Federal Domingos Sávio Presidente do PSDB-MG

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5 Sumário Calendário Eleitoral...7 Prazos de Desincompatibilização...13 Convenções Partidárias...21 Convenção para a escolha de candidatos...23 Resolução CEN-PSDB n 003/ Modelo de edital de convocação da convenção municipal...35 Modelo de ata da convenção...36 Registro de Candidaturas...41 Escolha e registro de candidaturas...43 Prestação de Contas...53 Introdução...55 Conta bancária...55 Recibo eleitoral...59 Recursos de campanha...60 Gastos Eleitorais...65 Prestação de Contas...71 Julgamento de Contas...78 Fiscalização...80 Propaganda Eleitoral...87 Propaganda eleitoral...89 Regras sobre a Propaganda Eleitoral...89 Sanção por propaganda antecipada...97 Comícios, reuniões públicas e utilização de aparelhagem de sonorização...97

6 Alto-falantes e carros de som... Propaganda em geral Bens de uso comum Novidades para as eleições Retirada de propaganda irregular Propaganda eleitoral na imprensa Propaganda na internet Propaganda eleitoral no rádio e na televisão Propaganda na véspera da eleição Propaganda no dia da eleição Lei da ficha limpa Lei da Ficha Limpa Crimes passíveis de gerar inelegibilidade pela lei da ficha limpa Obrigações gerais dos diretórios e comissões municipais Obrigações a serem cumpridas PSDB-MG Institucional Comissão Executiva do PSDB-MG (Biênio ) Bancadas PSDB-MG Contatos e Conexões...128

7 Calendário Eleitoral

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9 Confira os principais prazos e datas referentes às eleições municipais de de abril Prazo final para o candidato estar filiado ao partido pelo qual vai disputar as eleições. 4 de maio Data final para o eleitor pedir inscrição ou alterar o título de eleitor, transferir o domicílio, requerer a transição para seção especial para eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida e regularizar sua situação junto à Justiça Eleitoral. 13 de junho a 3 de agosto Período em que são escolhidos os mesários. 30 de junho Fica proibida a exibição, por parte de emissoras de rádio e de televisão, de programas apresentados ou comentados por pré-candidatos, sob pena, no caso de sua escolha na convenção partidária, de imposição da multa e de cancelamento do registro da candidatura do beneficiário. 1º julho Fica proibida a veiculação de propaganda partidária gratuita. Também não será permitido nenhum tipo de propaganda política paga no rádio e na televisão. 5 julho A partir desta data, é permitida a propaganda de pré-candidatos nas convenções partidárias. O uso de rádio, televisão e outdoor ainda não é permitido nessa fase. CALENDÁRIO ELEITORAL 9

10 MANUAL DAS ELEIÇÕES de julho a 5 de agosto Período para realização de convenções partidárias e definição dos candidatos. 3 de agosto Último dia para o eleitor solicitar a segunda via do título fora do seu domicílio eleitoral. 15 de agosto Fim do prazo para partidos políticos e coligações registrarem seus candidatos. 16 de agosto Início do período de propaganda eleitoral. 26 de agosto Começa a propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão. 13 de setembro Prazo-limite para a definição dos gastos de campanha dos candidatos, bem como para a comunicação dos mesmos à Justiça Eleitoral pelos partidos. 15 de setembro Dia em que a Justiça Eleitoral publica o relatório das receitas em dinheiro coletadas pelos partidos políticos para as campanhas eleitorais. 10

11 22 de setembro Prazo final para o eleitor requisitar a segunda via do título de eleitor em seu domicílio eleitoral. 29 de setembro Fim da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão. 30 de setembro Fim do período da exibição de propaganda eleitoral paga. 2 de outubro Data da votação do primeiro turno das eleições. A votação começa às 8h e termina às 17h (horário em que começa a apuração dos votos). 15 de outubro Data para retomada das inserções gratuitas no rádio e na TV, nas cidades onde será realizado segundo turno. 28 de outubro Encerramento da propaganda eleitoral por meio do rádio e TV, tanto do horário eleitoral gratuito quanto do pago. 30 de outubro Dia da votação em segundo turno. A votação começa às 8h e termina às 17h (horário em que começa a apuração dos votos). A íntegra da Resolução /2015, do TSE, que regulamenta o calendário eleitoral das eleições municipais de 2016, pode ser acessada por meio o seguinte link: CALENDÁRIO ELEITORAL 11

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13 Prazos de Desincompatibilização

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15 Quadro das inelegibilidades e o prazo de sua cessação, à luz do que dispõem os artigos 14, 5º, 6º,7º e 9º da Constituição Federal e o artigo 1º, 1º a 3º, e incisos II a VII Lei Complementar nº 64/90. Desincompatibilização de agentes políticos: Em razão do cargo: Situação (Candidato) Cargo Eletivo Prazo Prefeito Prefeito Reeleição Mesmo Município Prefeito em Município diverso Permitida 6 Meses (Renúncia) Prefeito Vice-Prefeito 6 Meses (Renúncia) Prefeito Qualquer outro cargo 6 Meses (Renúncia) Vice-prefeito Vice-prefeito Vereador Presidente da Câmara Demais Vereadores Secretários Municipais e Órgãos congêneres. Reeleição no mesmo Município Prefeito e Vereador Prefeito Prefeito, viceprefeito, vereador Prefeito, Vice-Prefeito Não há desincompatibilização, desde que não tenha sucedido ou substituído o Prefeito nos 6 Meses anteriores ao pleito. Não há desincompatibilização, desde que não tenha sucedido ou substituído o Prefeito nos 6 Meses anteriores ao pleito. Não precisa se desincompatibilizar. 4 Meses Secretários Municipais e Órgãos congêneres. Vereador 6 Meses Secretários Municipais Prefeito, Vice- Prefeito e Vereador (Município diverso) Não há necessidade de desincompatibilização. PRAZOS DE DESINCOMPATIBILIZAÇÃO 15

16 MANUAL DAS ELEIÇÕES 2016 Quadro de inelegibilidades em função da relação de parentesco, por consanguineidade, com titular do cargo executivo, ou de quem os haja substituído ou sucedido nos 6 meses anteriores ao pleito: Situação (Candidato) Cargo Eletivo Prazo Cônjuge (Titular- Prefeito) Prefeito Inelegível Filho (a) (Titular- Prefeito) Prefeito Inelegível (1º Grau) Irmão (a) (Titular Prefeito) Prefeito Inelegível (2º Grau) Pai ou Mãe (Titular- Prefeito) Prefeito Inelegível (1º Grau) Tio (a) (Titular Prefeito) Prefeito Elegível (3º Grau) Sobrinho (a) (Titular-Prefeito) Primo (a) (Titular- Prefeito) Prefeito Prefeito Elegível (3º Grau) Elegível (4º Grau) Desincompatibilização de agentes públicos (administrativos): Em razão de emprego ou funções públicos: Situação (Candidato) Cargo Eletivo Prazo Membros do Ministério Público e Defensoria Pública. Autoridades Policiais Civis ou Militares. Obs. Aut.Civis- (Delegado) Aut. Militares (De Tenente P/ Cima). Prefeito, Vice- Prefeito e Vereador. Prefeito e Vice-Prefeito. 04 Meses antes do pleito, desde que em exercício na Comarca (Remuneração Integral) 04 Meses antes do pleito, desde que em exercício no Município. Se funcionário de carreira (Delegado) mantêm a remuneração integral. Se comissionado, não. 16

17 Situação (Candidato) Cargo Eletivo Prazo Autoridades Policiais Civis ou Militares. Obs. Aut.Civis- (Delegado), Aut.Militares- (De Tenente P/ Cima) Vereador 06 Meses antes do pleito, desde que em exercício no Município. Se funcionário de carreira, mantêm a remuneração integral. Se comissionado, não. Policiais Civis e Militares (Que não sejam Autoridades) Dirigentes de Autarquias, Fundações Públicas, Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista. Dirigentes de Autarquias, Fundações Públicas, Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista. Servidores Públicos Estatutários ou não dos Órgãos ou Entidades da Administração Direta ou Indireta da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios. Prefeito, Vice- Prefeito, Vereador Prefeito e Vice-Prefeito Vereador Prefeito, Vice-Prefeito e Vereador. 04 Meses antes do pleito, desde que em exercício no Município. Se funcionário de carreira, mantêm a remuneração integral. Se comissionado,não. 04 Meses 06 Meses 3-Meses (Remuneração integral somente P/ servidores efetivos)) - Aplica-se esta regra desde que vinculado o servidor: à repartição, fundação pública ou empresa que opere no território do município. PRAZOS DE DESINCOMPATIBILIZAÇÃO 17

18 MANUAL DAS ELEIÇÕES 2016 Situação (Candidato) Cargo Eletivo Prazo 03 Meses Servidores Titulares de Cargos em Comissão- (de livre Exoneração). Servidores do Fisco Prefeito, Vice-Prefeito e Vereador Prefeito e Vice-Prefeito. Obs. O afastamento darse-á por exoneração, sem direito à percepção de vencimentos. 04 Meses Obs. Não fazem jus ao afastamento remunerado, que beneficia os servidores em geral -Não está sujeito à desincompatibilização o funcionário do Fisco que exerça suas atribuições em município diverso daquele no qual pretenda candidatar-se. Quadro de inelegibilidades em função da relação de parentesco, por afinidade, com titular do cargo executivo, ou de quem os haja substituído ou sucedido nos 6 meses anteriores ao pleito: Situação (Candidato) Cargo Eletivo Prazo Sogro (a) (Titular-Prefeito) Prefeito Inelegível (1º Grau) Nora e Genro (Titular-Prefeito) Prefeito Inelegível (1º Grau) Avós do Cônjuge (Titular-Prefeito) Prefeito Inelegível (2º Grau) Concubina (Titular-Prefeito) Prefeito Inelegível. 18

19 Situação (Candidato) Cargo Eletivo Prazo Cunhado (a) (Titular-Prefeito) Prefeito Inelegível (2º Grau) Obs. Tramita no Senado Federal, projeto de Emenda Constitucional, visando a excluir o parente por afinidade em 2º Grau, de titulares do Executivo, (Cunhado, por exemplo) da vedação constante do Art. l4, 7º da Constituição Federal. Quadro de inelegibilidades em função da relação de parentesco, por adoção, com titular do cargo executivo, ou de quem os haja substituído ou sucedido nos 6 meses anteriores ao pleito: Situação (Candidato) Cargo Eletivo Prazo Parentes até o 2º grau (Titular-Prefeito) Prefeito Inelegível Situações de inelegibilidade por parentesco, de que trata o 7º do art. 14 da Constituição Federal, combinado com os arts a do Código Civil, a seguir transcritos. Observações No caso de parentes candidatos de Vice-Prefeito, não há que se falar em inelegibilidade em razão de parentesco em qualquer grau, seja por consanguineidade, seja por afinidade ou adoção, desde que o titular do cargo executivo de vice não tenha assumido, nos 6 meses anteriores ao pleito, o cargo de prefeito municipal. A mesma situação ocorrente no comentário anterior se dará no caso dos parentes do Presidente da Câmara Municipal, caso este venha a substituir PRAZOS DE DESINCOMPATIBILIZAÇÃO 19

20 MANUAL DAS ELEIÇÕES 2016 ou suceder o prefeito no período agudo eleitoral (seis meses antes do pleito) ainda que por um único dia, tornar-se-ão inelegíveis o cônjuge, bem como os parentes por consanguineidade ou por afinidade até o 2º grau daquele. Convém ainda salientar que tanto o cônjuge ou concubina, como os parentes até o 2º grau dos chefes do executivo serão inelegíveis no território de jurisdição destes (municípios onde sejam prefeitos), conforme dispõe o artigo l4, parágrafo 7º da Constituição Federal. Art. 14, 7º da Constituição Federal: São inelegíveis, no território de jurisdição do titular, o cônjuge e os parentes consanguíneos ou afins, até o segundo grau ou por adoção, do residente da República, de Governador de Estado ou Território, do Distrito Federal, de Prefeito ou de quem os haja substituído dentro dos seis meses anteriores ao pleito, salvo se já titular de mandato eletivo e candidato à reeleição. Quadro e informações organizadas pelo advogado Reginaldo Nunes OAB-MG nº

21 Convenções Partidárias

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23 Convenção para a escolha de candidatos A escolha de candidatos pelos partidos e a deliberação sobre coligações deverão ser feitas no período de 20 de julho a 5 de agosto de 2016, obedecidas as normas estabelecidas no estatuto partidário, lavrando-se a respectiva ata e a lista de presença em livro aberto e rubricado pela Justiça Eleitoral (Lei nº 9.504/17, arts. 7º e 8º). O art. 8º da Resolução TSE nº , de , disciplina: 1º - A ata da convenção, digitada e assinada em duas vias, será encaminhada ao Juízo Eleitoral, em vinte e quatro horas após a convenção, para: I - publicação em cartório (art. 8º da Lei nº 9.504/17); e II - arquivamento em cartório, para integrar os autos de registro de candidatura, nos termos do parágrafo único do art º - O livro de que trata o caput poderá ser requerido pelo Juiz Eleitoral para conferência da veracidade das atas apresentadas. 3º - Em caso de omissão do estatuto sobre normas para escolha e substituição dos candidatos e para a formação de coligações, caberá ao órgão de direção nacional do partido político estabelecê-las, publicando-as no Diário Oficial da União até 5 de abril de 2016 e encaminhando-as ao TSE antes da realização das convenções (Lei nº 9.504/17, art. 7º, 1º; e Lei nº 9.096/15, art. 10). O edital de convocação deverá atender o disposto no art. 32 do Estatuto Partidário, sob pena de nulidade, aos seguintes requisitos: 1. Publicação do edital na imprensa local, quando existente, e afixação na sede do Partido e Câmara Municipal ou no Fórum local ou no Cartório Eleitoral; 2. observar o prazo de antecedência mínima de 3 (três) dias da data fixada para a Convenção Municipal para publicação do CONVENÇÕES PARTIDÁRIAS 23

24 MANUAL DAS ELEIÇÕES 2016 Edital de Convocação. (Leia com atenção os art. 32 e 96 do Estatuto do PSDB). Os partidos poderão utilizar, gratuitamente, prédios públicos, apenas e tão-somente, para a realização das convenções partidárias, desde que comuniquem por escrito ao responsável pelo estabelecimento público, com antecedência mínima de 72 (setenta e duas) horas, a intenção de realizar a sua convenção, responsabilizandose por eventuais danos causados ao patrimônio público em questão. Terá preferência de uso do prédio público, o partido que fizer o protocolo do pedido de cessão de uso gratuito em primeiro lugar. Compete à convenção municipal deliberar sobre os seguintes assuntos: 1. celebração ou não de coligações; 2. definir os cargos que o partido irá disputar/concorrer; 3. escolher os candidatos às eleições majoritárias e/ou proporcionais; 4. sortear os números com o qual cada um dos candidatos irá concorrer; 5. escolher um representante ou três delegados perante o Juízo Eleitoral (Ver Incisos II, III e IV, do 3º, do art. 6º, da Lei 9.504/97). Os candidatos ao cargo de Prefeito e Vice-Prefeito, concorrem com o número do Partido a que pertencer o candidato a Prefeito - cabeça de chapa; O candidato ao cargo de Vereador concorre com o número de seu partido acrescido de mais 3 (três) algarismos (45 _). (A ADIN , suspendeu a eficácia do 1º, do art. 8º da Lei 9.504/97, que assegurava aos detentores de mandado o registro de candidatura para o mesmo cargo, ou seja, não existe candidatura nata, todos os pré-candidatos deverão submeter os seus nomes à aprovação ou não da Convenção Municipal) 24

25 O 1º, do art. 36, da Lei 9.504/97, permite ao postulante de cargo eletivo, na quinzena anterior à convenção, a realização de propaganda intrapartidária com vista à indicação de seu nome, vedado o uso de rádio, televisão e outdoor. Número de candidatos a serem indicados pelos partidos e coligações (inovação introduzida pela Lei /2015, no art. 10 da Lei 9.504/97); e percentual mínimo de candidaturas por cada sexo: 1. Para Prefeito e Vice-Prefeito: cada partido ou coligação pode lançar apenas 1 (um) candidato a Prefeito e um candidato a Vice-Prefeito em chapa única; 2. Para Vereador: nos municípios com menos de eleitores -, cada partido que concorrer individualmente, poderá lançar até 150% (centro e cinqüenta por cento) do número de vagas/cadeiras em disputa ou, no caso de coligação, poderá lançar até 200% (duzentos por cento), o dobro do número de cadeiras em disputa; 3. Para Vereador, nos municípios com mais de eleitores: cada partido ou coligação poderá lançar até 150% (cento e cinqüenta por cento), do número de vagas/cadeiras em disputa; No cálculo do número total de candidatos a serem apresentados pelo Partido ou Coligação, a fração resultante será sempre desprezada, se inferior a meio; e igualada a um, se igual ou superior; Em relação às cotas de gênero, cada Partido ou Coligação deverá preencher o mínimo de 30% (trinta por cento) e no máximo de 70% (setenta por cento) do número de vagas apresentadas ao registro, para candidaturas de cada sexo. Toda fração resultante do cálculo do percentual mínimo de 30% (trinta por cento) será sempre igualada a um e, desprezada, no cálculo do percentual máximo de 70% (setenta por cento). Os referidos percentuais serão apurados tendo como referência o número de candidatos efetivamente indicados, pelo Partido ou Coligação, para registro; CONVENÇÕES PARTIDÁRIAS 25

26 MANUAL DAS ELEIÇÕES 2016 Se as convenções não indicarem o número máximo de candidatos permitidos no art. 10, 5º, da Lei 9.504/97, os órgãos de direção dos respectivos partidos poderão preencher as vagas remanescentes até 30 (trinta) dias antes do pleito, ou seja, até 02/09/2016. Importante! O Diretório Nacional do PSDB, em cumprimento ao disposto no art. 7º, da Lei 9.504/97, com o objetivo de estabelecer normas para a escolha e substituição dos candidatos e a formação de coligações para as eleições de 2 de outubro de 2016, baixou a Resolução CEN-PSDB nº 003/2016, de , cuja íntegra segue abaixo transcrita, para conhecimento e leitura atenta dos dirigentes partidários: Resolução CEN-PSDB n 003/2016 A Comissão Executiva Nacional do Partido da Social Democracia Brasileira - PSDB, no uso da competência que lhe confere o art. 65 c/c o art. 61 do Estatuto, e na forma do que dispõe o 1º, do art. 7, da Lei n 9.504/97, com o objetivo de estabelecer normas para a escolha e substituição dos candidatos e a formação de coligações para as eleições de 02 de outubro de 2016, resolve expedir as seguintes normas: CAPÍTULO I Do lançamento de candidaturas, escolha de candidatos e celebração de coligações Art. 1º. O lançamento de candidaturas e a celebração de coligações para as eleições majoritárias e proporcionais nos municípios deve garantir a difusão da doutrina e princípios partidários, refletir a imagem da sua unidade nacional, resguardar seus objetivos estratégicos e aliados em nível nacional. 26

27 Art. 2º. A composição de chapa às eleições majoritária e proporcional no município, seja com candidatura exclusiva de filiados, ou em celebração de coligações, ficam submetidas a aprovação da Comissão Executiva Nacional, da Comissão Executiva Estadual ou da Comissão Provisória Estadual correspondente, sendo que o seu anúncio e formalização depende da respectiva anuência, observados os seguintes critérios: I. Nos municípios com mais de eleitores e que naqueles contemplados com a propaganda eleitoral gratuita de televisão, a Comissão Executiva Nacional deve ser consultada para análise e aprovação; II. Nos demais municípios, a análise e aprovação compete à Comissão Executiva Estadual ou Comissão Provisória Estadual correspondente. Art. 3º. A Comissão Executiva Nacional, a Comissão Executiva Estadual ou a Comissão Provisória Estadual podem, a qualquer tempo, orientar e intervir na escolha de candidatos e na celebração de coligação, podendo, até mesmo, proibir o lançamento de candidatura no município, para atender a seus interesses estratégicos. Art. 4º. Se a convenção municipal desobedecer as decisões e diretrizes da Comissão Executiva Nacional, da Comissão Executiva Estadual ou da Comissão Provisória Estadual, conforme o disposto nos artigos anteriores, pode ter todos os seus atos anulados ( 2º e 3º do art. 7º, da Lei 9.504/97). CAPÍTULO II Das normas para a escolha de candidatos e formação de coligações em nível municipal Art. 5º. As Convenções Municipais destinadas à escolha dos candidatos a Prefeito, Vice-Prefeito, Vereador e formação de coligações serão realizadas no período de 20 de julho a 05 de agosto de 2016, mediante convocação das Comissões Executivas Municipais ou Comissões Provisórias Municipais, em data por elas fixadas, observado o que estabelece o art. 153 c/c o art. 20, do Estatuto do PSDB, e as disposições da Lei n 9.504/97. CONVENÇÕES PARTIDÁRIAS 27

28 MANUAL DAS ELEIÇÕES 2016 Art. 6. As convenções municipais serão constituídas nos termos do art. 96 do Estatuto: I. dos membros do Diretório Municipal; II. dos Vereadores, dos Deputados Estaduais e Federais e Senadores com domicílio eleitoral no município; III. dos membros do Diretório Estadual ou da Comissão Provisória Estadual com domicílio eleitoral no município; IV. dos Delegados do Município à Convenção Estadual. Parágrafo Único. Nos municípios com mais de quinhentos mil eleitores, integram a Convenção Municipal os Delegados dos Diretórios Zonais, na conformidade do que dispõe o 3º, do art. 78 e art. 114, do Estatuto. Art. 7. As convenções nos municípios onde não houver Diretório Municipal organizado serão convocadas pela Comissão Provisória Municipal designada pela Comissão Executiva Estadual ou Comissão Provisória Estadual, nos termos do art. 44, do Estatuto do PSDB, e constituídas: I. dos membros da Comissão Provisória Municipal designada; II. dos representantes, membros e delegados a que se referem os incisos II, III e IV, do art. 5º desta resolução. Art. 8º. A convenção municipal será realizada na comarca do pleito, em local designado no Edital, por deliberação da Comissão Executiva Municipal ou Comissão Provisória Municipal, em qualquer dia da semana, observadas, na sua convocação, as disposições do art. 32, do Estatuto. Art. 9. A convenção municipal instala-se com a presença de qualquer número de convencionais, mas as deliberações somente podem ser tomadas com a presença de pelo menos 30% (trinta por cento) dos convencionais com direito a voto, nos termos do 2º, do art. 33, do Estatuto. 1. A convenção municipal é presidida pelo presidente do Comissão Executiva Municipal ou Comissão Provisória Municipal. 28

29 2. As deliberações sobre escolha de candidatos e formação de coligações são tomadas por voto direto e secreto, proibidos o voto por procuração e o voto cumulativo, observado o que dispõem os 1 e 2, do art. 31, do Estatuto do PSDB. Art. 10. As deliberações e os nomes dos pré-candidatos constarão da ata da convenção, digitada e assinada em duas vias, lavrada no livro próprio, aberto e rubricado pela Justiça Eleitoral, podendo ser utilizado o livro existente e já formalizado, devendo a ata ser subscrita pelo presidente da Comissão Executiva Municipal ou da Comissão Provisória Municipal, pelo secretário-geral e pelos convencionais que desejarem, a qual será encaminhada ao Juízo Eleitoral da Comarca, em 24h (vinte e quatro horas) após a convenção, para publicação em cartório, observado o que dispõe o art. 8, da Lei n 9.504/97, a e Resolução TSE nº /2016 e o art. 36, 3 e 4 do Estatuto, bem como arquivamento em cartório, para integrar os autos de registro de candidatura. 1º. A ata da convenção de que trata o caput deve, ainda, ser publicada no mesmo prazo na página na internet do órgão municipal ou do órgão estadual correspondente. 2º. As presenças dos convencionais são registradas em lista auxiliar de presenças, que será autenticada e encerrada pelo presidente da Convenção. Art. 11. A inscrição de candidatos à eleição majoritária e de chapas à eleição proporcional, pode ser feita pela Comissão Executiva Municipal ou Comissão Provisória Municipal ou por grupo de 20% (vinte por cento) dos convencionais, até às 18 horas do 5º (quinto) dia anterior à Convenção. 1. Nenhum convencional pode subscrever mais de uma chapa, sob pena de ficarem anuladas todas as assinaturas, bem como nenhum candidato pode concorrer ao mesmo cargo em chapas diferentes. 2. A inscrição de candidatos e de chapas é instruída com declarações individuais ou coletivas de consentimento dos candidatos e pode indicar o subscritor que, como fiscal, pode acompanhar a votação, apuração e proclamação dos resultados. CONVENÇÕES PARTIDÁRIAS 29

30 MANUAL DAS ELEIÇÕES 2016 Art. 12. Até às 20h (vinte horas) do 5º (quinto) dia anterior à Convenção, a Comissão Executiva Municipal ou a Comissão Provisória Municipal encaminha, obrigatoriamente, à Comissão Executiva Nacional, à Comissão Executiva Estadual ou à Comissão Provisória Estadual, conforme o caso, análise da conjuntura política no município e situação das potenciais alianças com outros partidos e candidatos às eleições majoritária e proporcional. 1º. Para a Comissão Executiva Nacional, a comunicação deve ser feita por meio de correspondência eletrônica, , para o endereço 2º. Para a Comissão Executiva Estadual ou Comissão Provisória Estadual, a comunicação deve ser feita por meio de correspondência eletrônica, , para endereço fornecido pelo órgão estadual, ou por ofício protocolizado na sede estadual. 3º. Da comunicação feita pela Comissão Executiva Municipal ou Comissão Provisória Municipal devem constar as seguintes informações: I. No caso de lançamento de candidaturas: nome completo do candidato, nome de como concorrerá às eleições, endereço completo do candidato, endereço eletrônico ( ) e telefone para contato; II. No caso de proposta de coligações: partidos integrantes da coligação, nome e partido do candidato a prefeito da coligação, bem como nome e partido do candidato a vice-prefeito da coligação. 4º. Cumpridas as exigências e os prazos fixados, a Comissão Executiva Nacional, a Comissão Executiva Estadual ou a Comissão Provisória Estadual aprecia e decide sobre o lançamento de candidaturas e propostas de coligações, bem como comunica sua decisão ao órgão municipal até às 12h (doze horas) do dia anterior ao da Convenção. 30

31 5º. O órgão municipal que cumprir os prazos definidos nos parágrafos anteriores e não receber resposta da Comissão Executiva Nacional, da Comissão Executiva Estadual ou da Comissão Provisória Estadual, está autorizado a realizar sua Convenção. 6º. O órgão municipal que não encaminhar a comunicação estabelecida no caput deste artigo ou realizar a Convenção sem atender as diretrizes e ponderações da Comissão Executiva Nacional, da Comissão Executiva Estadual ou da Comissão Provisória Estadual, pode ter sua Convenção Municipal anulada, mediante ato do seu Presidente, até às 19h (dezenove horas) do dia º. Se da anulação decorrer a necessidade de escolha de novos candidatos, o pedido de registro deve ser apresentado à Justiça Eleitoral nos termos da Lei nº 9.504/97 e Resolução TSE nº /2016, competindo ao Presidente da Comissão Executiva Nacional, da Comissão Executiva Estadual ou da Comissão Provisória Estadual, conforme o caso, indicar o representante legal para fazer o referido registro. Art. 13. Se houver mais de um candidato ao mesmo cargo ou mais de uma chapa para a eleição proporcional, o presidente da convenção mandará numerar as indicações e as chapas, observada a ordem decrescente do número de seus subscritores; a seguir, procederá à leitura dos nomes inscritos, observada a ordem numérica que tiver recebido as indicações ou chapas. 1. Cada convencional vota somente em um candidato a Prefeito e Vice-Prefeito, se for o caso. 2. Havendo mais de uma chapa, cada convencional vota em um dos nomes integrantes da chapa para os cargos proporcionais, sendo o seu voto computado para o candidato indicado e para a chapa, para os fins de cálculo da proporcionalidade. Art. 14. Havendo mais de uma chapa inscrita para os cargos proporcionais, é considerada eleita, em toda a sua composição, a chapa que alcançar mais de 80% (oitenta por cento) dos votos válidos apurados, excluídos os votos nulos e brancos. CONVENÇÕES PARTIDÁRIAS 31

32 MANUAL DAS ELEIÇÕES Se houver uma só chapa, é considerada eleita em toda a sua composição, desde que alcance 20% (vinte por cento), pelo menos, da votação válida apurada. 2. Não atingindo qualquer das chapas concorrentes o percentual de que trata o caput deste artigo, os lugares a preencher serão divididos proporcionalmente, mediante cálculo dos quocientes da convenção e das chapas, entre as que tenham recebido, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos votos dos convencionais. 3. Obtém-se o quociente da convenção, dividindo-se o total de votos válidos dados a todas as chapas pelo número de lugares a preencher; obtém-se o quociente de chapa, dividindo-se o número de votos válidos atribuídos a cada chapa pelo quociente da convenção. 4. No cálculo dos quocientes, despreza-se a fração se igual ou inferior a meio, e considera-se equivalente a um, se superior. Art. 15. Estarão escolhidos de cada chapa tantos candidatos quantos o seu quociente indicar, observada a ordem de votação nominal e, se necessário para completar o número, a ordem de colocação na chapa. Parágrafo Único. Os lugares que não forem distribuídos com a aplicação dos quocientes das chapas serão atribuídos mediante a observância das seguintes normas: I. Dividir-se-á o número de votos válidos atribuídos a cada chapa pelo número de lugares por ela obtido, mais um, cabendo à chapa que apresentar a maior média um dos lugares a preencher; II. Repetir-se-á a operação para a distribuição de cada um dos lugares. Art. 16. Considerar-se-ão escolhidos os candidatos a Prefeito, Vice-Prefeito e a Vereador aqueles que obtiverem a maioria de votos dos presentes à Convenção, em votação direta e secreta. Art. 17. As propostas de coligação podem ser apresentadas pela Comissão Executiva Municipal ou Comissão Provisória Municipal ou por 30% (trinta 32

33 por cento) dos convencionais, e dependem da aprovação da maioria de votos dos membros da Convenção, observadas as normas estabelecidas nos arts. 1º a 4º e 12 desta Resolução, e do art. 6, da Lei n 9.504/97. Art. 18. A Convenção Municipal pode fixar, no caso de aprovação de coligações proporcionais, quantos candidatos deseja registrar, dentro do limite máximo estabelecido no art. 10, da Lei n 9.504/97, antes de proceder à votação da sua relação de candidatos. Art. 19. Cabe à Comissão Executiva Municipal ou Comissão Provisória Municipal a decisão, pela maioria absoluta de seus membros, quanto à substituição de candidatos às eleições majoritárias e proporcionais que forem considerados inelegíveis, que renunciarem ou falecerem após o termo final do prazo de registro ou, ainda, que tiverem seu registro indeferido ou cancelado, conforme o disposto no art. 13, da Lei nº 9.504/97 e no art. 153, 2, do Estatuto do PSDB. CAPÍTULO III Das disposições gerais Art. 20. O Presidente da Comissão Executiva Nacional, da Comissão Executiva Estadual ou da Comissão Provisória Estadual, conforme o caso, pode, a seu critério, designar um representante para acompanhar o processo convencional, ao qual pode ser atribuída competência para tomada de decisões em nome da Comissão Executiva correspondente, para efeitos de cumprimento desta norma, inclusive os estabelecidos no seu art. 2º. Art. 21. No município que tenha propaganda eleitoral gratuita na televisão, os candidatos a Prefeito, Vice-Prefeito e Vereador pelo PSDB estão obrigados a integrar em sua propaganda eleitoral material publicitário enviado pela Comissão Executiva Nacional do PSDB. Art. 22. Não respondem solidariamente, em qualquer hipótese, por dívidas decorrentes das contratações de prestadores de serviços nas campanhas eleitorais, responsabilizações civis, trabalhistas, criminais ou de qualquer outra natureza, a Comissão Executiva Nacional, a Comissão Executiva Estadual ou a Comissão Provisória Estadual. CONVENÇÕES PARTIDÁRIAS 33

34 MANUAL DAS ELEIÇÕES 2016 Art. 23. Em nenhuma hipótese candidatos, Comissão Executiva Municipal e Comissão Provisória Municipal podem autorizar, reconhecer ou emitir documento fiscal referente a qualquer tipo de gasto de natureza eleitoral em nome da Comissão Executiva Nacional, da Comissão Executiva Estadual ou da Comissão Provisória Estadual. Art. 24. Os casos omissos ou duvidosos na presente Resolução serão decididos pelo Presidente da Comissão Executiva Nacional e a publicados na página do Partido na internet (www.psdb.org.br). Art. 25. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 22 de março de 2016 Senador AÉCIO NEVES - Presidente Nacional do PSDB Deputado SILVIO TORRES - Secretário Geral Nacional do PSDB 34

35 Modelo de edital de convocação da convenção municipal EDITAL DE CONVENÇÃO (Modelo Sugerido) Nos termos da legislação em vigor, e na conformidade dos Artigos 32 e 96 do Estatuto do PSDB, ficam convocados por este Edital para a Convenção Municipal, os membros do Diretório Municipal ou Comissão Provisória Municipal, os Vereadores, Deputados Estaduais e Federais, Senadores, Governador e membros do Diretório Estadual do PSDB, com domicílio eleitoral neste Município e o(s) Delegados do Município à Convenção Estadual ( apenas no caso de Diretório Municipal), a participarem da Convenção Municipal que será realizada no dia /Julho OU Agosto/2016, com início às / horas e encerramento às /horas, no(a), localizado(a) na Rua/Av., nesta Cidade com a seguinte ORDEM DO DIA: 1-Deliberar sobre propostas de coligação; 2-Escolha de candidatos a Prefeito e Vice-Prefeito e Vereadores; 3-Sorteio dos números com que concorrerão os candidatos. Os suplentes do Diretório Municipal e dos Delegados do Município à Convenção Estadual terão direito a voto a partir das /horas. Cidade ( ), de Julho OU Agosto de (Nome do Presidente) Presidente do Diretório Municipal do PSDB OU Comissão Provisória CONVENÇÕES PARTIDÁRIAS 35

36 MANUAL DAS ELEIÇÕES 2016 Os convencionais são, de acordo com o art. 96 do Estatuto Partidário, os membros do diretório municipal, os vereadores, deputados federais e estaduais, senadores com domicilio eleitoral no município, os membros do diretório estadual com domicilio eleitoral no município e os delegados do município a Convenção Estadual. Nos municípios onde o partido esta organizado como Comissão Provisória, a convenção é constituída pelos membros da referida comissão e os vereadores, deputados federais e estaduais, senadores com domicilio eleitoral no município, os membros do diretório estadual com domicilio eleitoral no município. É importante ressaltar que o Livro de Atas que será utilizado nesta convenção tem que estar obrigatoriamente assinado pelo Juiz Eleitoral. Caso o Livro de Atas de seu diretório/comissão provisória não esteja devidamente assinado, providencie a assinatura do Juiz Eleitoral ANTES da Convenção Partidária. A seguir, apresentaremos o modelo sugerido da Ata a ser lavrada. Modelo de ata da convenção Ata da convenção partidária para indicação de candidatos e celebração de coligações às eleições municipais de (Modelo Sugerido) Aos... do mês de junho de 2016, à Av/Rua..., nº..., na cidade de..., sob a presidência do Sr.... e tendo como secretário o Sr...., reuniu-se a Convenção Municipal do PSDB de..., com o objetivo de definir os procedimentos de participação do Partido nas Eleições Municipais de 2016, conforme Edital de Convocação já publicado, nos termos do Art. 32 do Estatuto Partidário. Foi informado aos presentes que fora registrada, junto à Comissão Executiva Municipal ou Comissão Provisória Municipal, as seguintes propostas: 36

37 1 - Indicação do nome do filiado Sr...., para Candidato a Prefeito e do Sr...., para Vice-Prefeito; OU 1 - Indicação do nome do filiado Sr...., para Candidato a Prefeito e do Sr...., Vice-Prefeito, em Coligação com os Partidos:...,...,... e...; OU 1 - Indicação do nome do filiado Sr...., como Candidato a Prefeito, em Coligação com os partidos...,...,...e..., um dos quais indicará o candidato à Vice-Prefeito; OU 1 - Indicação do nome do filiado Sr...., como Candidato a Vice-Prefeito, em Coligação os Partidos...,...,...e..., um dos quais indicará o Candidato a Prefeito; OU 1 - Celebração de Coligação para as Eleições Majoritárias com os seguintes Partidos:...,...,...e..., os quais deverão indicar os Candidatos à Prefeito e Vice-Prefeito. 2 - Coligação para as Eleições Proporcionais com os seguintes Partidos:...,...,...e..., com os Candidatos relacionados abaixo: Candidatos a Vereador pelo PSDB e respectivo número: 3)-... (e assim por diante até o número convencionado entre os partidos). Candidatas a Vereadoras pelo PSDB e respectivo número: 1)- 2)- 1)- 2)- 3)-... (e assim por diante até o número convencionado entre os partidos). CONVENÇÕES PARTIDÁRIAS 37

38 MANUAL DAS ELEIÇÕES 2016 OU 2) - Lançamento de chapa completa de Candidatos a Vereadores com os candidatos relacionados abaixo: Candidatos a Vereador pelo PSDB e respectivo número: 1)- 2)- 3)- Candidatas a Vereadora pelo PSDB e respectivo número: 1)- 2)- 3)-... e assim por diante até o limite legal ou até o número que o Partido quer lançar, observado o 3º, do Art. 10, da Lei 9.504/97, que diz: (...) cada partido ou coligação preencherá o mínimo de 30% (trinta por cento) e o máximo de 70% (setenta por cento) para candidaturas de cada sexo. 3 - Delegação de Poderes à Comissão Executiva Municipal para tomar as providências que se façam necessárias para a participação do Partido nas Eleições, podendo para isso completar chapas, substituir candidatos e tomar outras medidas que se fizerem necessárias. Tendo os presentes se mostrado esclarecidos sobre os pontos a serem votados, foram recolhidas as assinaturas de presenças no livro próprio, devidamente visado/rubricado pela Justiça Eleitoral, e chamados, nominalmente, para exercerem seu voto, secreto e direto. Ao fim da votação, foram convidados os filiados... e..., para atuarem como escrutinadores. Abrindo a urna e contando as cédulas, verificou-se que o número de cédulas era coincidente com o número de votantes e o resultado da apuração foi de... Sim à proposta 1 (entre as possibilidades de número 1 elencadas acima),... Sim à proposta 2 (entre as possibilidades de número 2 elencadas acima) e,... Sim à proposta 3, (caso haja votos contrários às propostas acima, mencionar o número de votos Não a cada proposta), sendo assim aprovado: (repete o texto da opção escolhida para cada uma das propostas). 38

39 O Presidente esclareceu aos convencionais, acerca da definição legal dos valores máximos de gastos por cargo eletivo em cada eleição (majoritária e proporcional), ficando estabelecido o valor de R$...para candidato a Prefeito e Vice-Prefeito e de R$...para Candidato a Vereador. O Presidente lembrou aos candidatos que a data de registro das candidaturas encerra-se no dia 15/08/2016 às 19 horas e da urgência de todos providenciarem a documentação necessária para o referido registro e alertou que a campanha eleitoral só pode ir para as ruas a partir do dia 16/08/2016, sendo a propaganda feita anterior a este dia autuada com pesadas multas. Desejou a todos muito sucesso e se colocou à disposição juntamente com a Comissão Executiva para trabalhar para a vitória do Partido nas eleições. Tendo cumprido a pauta, o Presidente suspendeu a Convenção para lavratura desta ata que, lida e aprovada, vai assinada por mim, secretário, e pelo Presidente. Presidente Secretário CONVENÇÕES PARTIDÁRIAS 39

40

41 Registro de Candidaturas

42

43 Escolha e registro de candidaturas Os partidos e coligações solicitarão à Justiça Eleitoral o registro de seus candidatos até as dezenove horas do dia 15 de agosto de Para que tudo ocorra bem, é importante providenciar a documentação com antecedência. Observem abaixo os artigos mais relevantes da Resolução do TSE n , de , que regulamenta a Lei 9.504/97 e tratam das providencias para o registro de candidaturas. Chamamos a atenção dos Dirigentes do PSDB para a necessidade e importância da leitura de todos os artigos da referida Resolução, (cuja íntegra está disponível no sitio do TSE normas-e-documentacoes-eleicoes-2016). Resolução TSE n , de Registro de candidaturas (...) Art. 22. O pedido de registro deverá ser gerado obrigatoriamente em meio digital e impresso pelo Sistema de Candidaturas Módulo Externo (CANDex), desenvolvido pelo TSE, observados os arts. 23 a 27. 1º O Sistema CANDex poderá ser obtido nos sítios eletrônicos dos tribunais eleitorais. 2º Os formulários de requerimento gerados pelo Sistema CANDex são: I. Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (DRAP); II. Requerimento de Registro de Candidatura (RRC); e III. Requerimento de Registro de Candidatura Individual (RRCI). Art. 23. O pedido de registro será subscrito: I. no caso de partido isolado, pelo presidente do diretório municipal, ou da respectiva comissão diretora provisória, ou por delegado municipal devidamente registrado no SGIP, ou por representante autorizado; REGISTRO DE CANDIDATURAS 43

44 MANUAL DAS ELEIÇÕES 2016 II. na hipótese de coligação, pelos presidentes dos partidos políticos coligados, ou por seus delegados, ou pela maioria dos membros dos respectivos órgãos executivos de direção, ou por representante, ou delegado da coligação designados na forma do inciso I do art. 7º (Lei nº 9.504/17, art. 6º, 3º, inciso II). Parágrafo único. Os subscritores do pedido de registro deverão informar, no Sistema CANDex, os números de seu título eleitoral e CPF. Art. 24. O formulário DRAP deve ser preenchido com as seguintes informações: I. nome e sigla do partido político; II. na hipótese de coligação, o nome desta e as siglas dos partidos políticos que a compõem; III. data da(s) convenção(ões); IV. cargos pleiteados; V. na hipótese de coligação, nome de seu representante e de seus delegados (Lei nº 9.504/17, art. 6º, 3º, inciso IV, alínea a); VI. endereço completo, endereço eletrônico, telefones e telefone de facsímile (Lei nº 9.504/17, art. 96-A); VII. lista dos nomes, números e cargos pleiteados pelos candidatos; Art. 25. A via impressa do formulário DRAP deve ser assinada nos termos do art. 23 e entregue ao Juízo Eleitoral competente, no momento do pedido de registro, com a cópia da ata da convenção, digitada, assinada e acompanhada da lista de presença dos convencionais com as respectivas assinaturas (Lei nº 9.504/17, arts. 8º, caput, e art. 11, 1, inciso I). Parágrafo único. As atas das convenções, acompanhadas das respectivas listas de presenças, previamente entregues nos termos do 1º do art. 8º, comporão, junto ao formulário DRAP, o processo principal. Art. 26. O formulário RRC conterá as seguintes informações: 44

45 I. autorização do candidato (Código Eleitoral, art. 94, 1º, inciso II; e Lei nº 9.504/17, art. 11, 1º, inciso II); II. endereço completo, endereço eletrônico, telefones e telefone de fac-símile nos quais o candidato poderá eventualmente receber intimações, notificações e comunicados da Justiça Eleitoral; III. dados pessoais: título de eleitor, nome completo, data de nascimento, unidade da Federação e município de nascimento, nacionalidade, sexo, cor ou raça, estado civil, ocupação, número da carteira de identidade com o órgão expedidor e a unidade da Federação, número de registro no Cadastro de Pessoa Física (CPF), endereço completo e números de telefone; IV. dados do candidato: partido político, cargo pleiteado, número do candidato, nome para constar da urna eletrônica, se é candidato à reeleição, qual cargo eletivo ocupa e a quais eleições já concorreu. Parágrafo único. O RRC ou RRCI, assim como a declaração de bens do candidato de que trata o inciso I do art. 27, pode ser subscrito por procurador constituído por instrumento particular, com poder específico para o ato (Acórdão no REspe nº ). Art. 27. O formulário de RRC será apresentado com os seguintes documentos: I. declaração atual de bens, preenchida no Sistema CANDex e assinada pelo candidato (Lei nº 9.504/17, art. 11, 1º, inciso IV); II. certidões criminais fornecidas (Lei nº 9.504/17, art. 11, 1º, inciso VII): a. pela Justiça Federal de 1º e 2º graus da circunscrição na qual o candidato tenha o seu domicílio eleitoral; b. pela Justiça Estadual de 1º e 2º graus da circunscrição na qual o candidato tenha o seu domicílio eleitoral; c. pelos Tribunais competentes, quando os candidatos gozarem de foro especial. REGISTRO DE CANDIDATURAS 45

46 MANUAL DAS ELEIÇÕES 2016 III. fotografia recente do candidato, inclusive dos candidatos a vice-prefeito, obrigatoriamente em formato digital e anexada ao CANDex, preferencialmente em preto e branco, observado o seguinte (Lei nº 9.504/17, art. 11, 1º, inciso VIII): a. dimensões: 161 x 225 pixels (L x A), sem moldura; b. profundidade de cor: 8bpp em escala de cinza; c. cor de fundo: uniforme, preferencialmente branca; d. características: frontal (busto), trajes adequados para fotografia oficial e sem adornos, especialmente aqueles que tenham conotação de propaganda eleitoral ou que induzam ou dificultem o reconhecimento pelo eleitor. IV. comprovante de escolaridade; V. prova de desincompatibilização, quando for o caso; VI. propostas defendidas pelos candidatos a prefeito (Lei nº 9.504/17, art. 11, 1º, inciso IX); e VII. cópia de documento oficial de identificação. 1º Os requisitos legais referentes à filiação partidária, domicílio e quitação eleitoral e à inexistência de crimes eleitorais serão aferidos com base nas informações constantes dos bancos de dados da Justiça Eleitoral, sendo dispensada a apresentação de documentos comprobatórios pelos requerentes (Lei nº 9.504/17, art. 11, 1º, incisos III, V, VI e VII). 2º A quitação eleitoral de que trata o 1º abrangerá exclusivamente a plenitude do gozo dos direitos políticos, o regular exercício do voto, o atendimento a convocações da Justiça Eleitoral para auxiliar os trabalhos relativos ao pleito, a inexistência de multas aplicadas em caráter definitivo pela Justiça Eleitoral e não remitidas e a apresentação de contas de campanha eleitoral (Lei nº 9.504/17, art. 11, 7º). 46

47 3º Para fins de expedição da certidão de quitação eleitoral, serão considerados quites aqueles que (Lei nº 9.504/17, art. 11, 8º, incisos I e II): I. condenados ao pagamento de multa, tenham, até a data de formalização do seu pedido de registro de candidatura, comprovado o pagamento ou o cumprimento regular do parcelamento da dívida; II. pagarem a multa que lhes couber individualmente, excluindose qualquer modalidade de responsabilidade solidária, mesmo quando imposta concomitantemente a outros candidatos e em razão do mesmo fato. 4º A Justiça Eleitoral observará, no parcelamento da dívida a que se refere o 3º, as regras de parcelamento previstas na legislação tributária federal (Lei nº 9.504/17, art. 11, 11). 5º A Justiça Eleitoral disponibilizará aos partidos políticos, na respectiva circunscrição, até 5 de junho de 2016, a relação de todos os devedores de multa eleitoral, a qual embasará a expedição das certidões de quitação eleitoral (Lei nº 9.504/17, art. 11, 9º). 6º Fica facultada aos Tribunais Eleitorais a celebração de convênios para o fornecimento de certidões de que trata o inciso II do caput. 7º Quando as certidões criminais a que se refere o inciso II do caput forem positivas, o RRC também deverá ser instruído com as respectivas certidões de objeto e pé atualizadas de cada um dos processos indicados. 8º No caso de as certidões a que se refere o inciso II do caput serem positivas em decorrência de homonímia e não se referirem ao candidato, este poderá apresentar declaração de homonímia a fim de afastar as ocorrências verificadas (Lei nº 7.115/1983; e Decreto /1981). REGISTRO DE CANDIDATURAS 47

48 MANUAL DAS ELEIÇÕES º As certidões e as propostas de governo deverão ser apresentadas em uma via impressa e em outra digitalizada e anexada ao CANDex. 10. Se a fotografia de que trata o inciso III do caput não estiver nos moldes exigidos, o Juiz Eleitoral determinará a apresentação de outra, e, caso não seja suprida a falha, o registro deverá ser indeferido. 11. A ausência do comprovante de escolaridade a que se refere o inciso IV do caput poderá ser suprida por declaração de próprio punho, podendo a exigência de alfabetização do candidato ser comprovada por outros meios, desde que individual e reservadamente. 12. As condições de elegibilidade e as causas de inelegibilidade devem ser aferidas no momento da formalização do pedido de registro da candidatura, ressalvadas as alterações, fáticas ou jurídicas, supervenientes ao registro que afastem a inelegibilidade (Lei nº 9.504/17, art. 11, 10). 13. As ressalvas previstas no 12 também se aplicam às hipóteses em que seja afastada a ausência de condições de elegibilidade. Art. 28. Na hipótese de o partido político ou a coligação não requerer o registro de seus candidatos, estes poderão fazê-lo no prazo máximo de quarenta e oito horas seguintes à publicação da lista dos candidatos pelo Juízo Eleitoral competente para receber e processar os pedidos de registro, apresentando o formulário RRCI, na forma prevista no art. 22, com as informações e documentos previstos nos arts. 26 e 27 (Lei nº 9.504/17, art. 11, 4º). 1º Caso o partido político ou a coligação não tenha apresentado o formulário DRAP, o respectivo representante da agremiação será intimado, pelo Juízo Eleitoral competente, para fazê-lo no prazo de setenta e duas horas. 2º Apresentado o DRAP do respectivo partido ou coligação, nos termos do 1º, será formado o processo principal de acordo com o inciso I do art

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