EDUCAÇÃO FÍSICA E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: POSSÍVEIS DIÁLOGOS PARA PRÁTICA DO PROFESSOR

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1 1 EDUCAÇÃO FÍSICA E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: POSSÍVEIS DIÁLOGOS PARA PRÁTICA DO PROFESSOR Pollyana de Macedo Villela ESEFFEGO/UEG Suzianne Morais ESEFFEGO/UEG RESUMO O presente trabalho apresenta possíveis diálogos entre a educação física e a Educação Ambiental. Serão analisados o processo de educação ambiental, sua inserção nos Parâmetros curriculares Nacionais e sua importância enquanto tema para a Educação Física. PALAVRAS CHAVE: Educação Física, Educação Ambiental, Escola. INTRODUÇÃO A temática ambiental vem sendo bastante discutida. Fatores ambientais, impactos, degradação e outros problemas ambientais são amplamente discutidos e divulgados nos grandes veículos de informação. Nesse sentido, cresce a preocupação com a formação critica de crianças, jovens e adultos no que se refere a questões de conscientização e educação para o meio ambiente. A questão ambiental é entendida por Domingues (2005) como algo concreto relacionado à preservação da vida e que para isso engloba as variáveis como cultura, trabalho, história e relações sociais, de forma que influenciam e podem ser influenciadas de acordo com o modo de produção da sociedade e interagem diretamente com o meio ambiente. A proposta de educação ambiental no Brasil está relacionada como tema transversal, ou seja, tema esse que deve ser tratado em todas as disciplinas de forma inter e transdiciplinar. Assim sendo, a educação física teria importante papel na formação desses indivíduos. Trabalhar de forma transversal significa buscar a transformação dos conceitos, a explicitação de valores e a inclusão de procedimentos, sempre vinculados à realidade cotidiana da sociedade, de modo que obtenha cidadãos mais participantes. Cada professor, dentro da especificidade de sua área, deve adequar o tratamento dos conteúdos para contemplar o Tema Meio Ambiente, assim como os demais Temas Transversais.( PCNs, Vol p.193).

2 2 Assim, entendemos que a educação física enquanto um componente curricular da escola tem o papel de abordar essa temática de uma forma diferenciada que permita uma educação critica e reflexiva. A relação corpo e meio ambiente é intrínseca e contribui para um importante equilíbrio natural. Os conhecimentos sobre o corpo não devem se pautar apenas em seus aspectos biológicos (anatomia, fisiologia, bioquímica, neurologia, entre outras) claro que estes são fundamentais para o professor de Educação Física possa exercer sue trabalho. Mas o Corpo deve ser compreendido como o elemento essencial de qualquer movimento e, portanto, o ponto central de qualquer integração do Ser humano com o mundo.(lucentini, 2010, p.52) Nesse sentido, acreditamos que deve estabelecer uma conexão entre a educação física e o meio ambiente de forma a proporcionar por meio das interações corpo e ambiente uma aprendizagem significativa das suas diversas relações de forma a preservá-lo e manter seu equilíbrio. O presente artigo tem como objetivo apresentar possíveis diálogos entre a educação física e a educação ambiental partindo do resultado de pesquisas e práticas de professores que abordaram essa temática. A PROBLEMÁTICA AMBIENTAL E A NECESSIDADE DA MUDANÇA DE RUMOS DA SOCIEDADE ATUAL A relação do homem com a natureza é intrínseca e a partir dai que a sociedade se constitui, de forma que para sua sobrevivência o homem transforma e modifica a mesma. Sabemos que a natureza não é infinita e que à medida que o ser humano a transforma, cria novas tecnologias e novas formas de trabalho, gera todo um processo de impactos ambientais que de uma forma ou de outra acabam atingindo de uma forma global toda a sociedade. É nesse sentido que se faz necessário uma conscientização de que o sistema existente gera conseqüências para o meio ambiente e principalmente para o ser humano. Concordamos com Domingues (2005) quando diz que a questão ambiental é entendida como algo concreto relacionado à preservação da vida e que para isso engloba as variáveis como cultura, trabalho, história e relações sociais, de forma que influenciam e

3 3 podem ser influenciadas de acordo com o modo de produção da sociedade e interagem diretamente com o meio ambiente. Diversos autores abordam as questões relacionadas à crise ambiental, de modo que seus sintomas são perceptíveis a todos. Alguns exemplos das manifestações gerais de crise são citados por Lima (2005) e que são consideradas fundamentais e necessárias para que haja mudança de atitudes e comportamentos em relação ao meio ambiente. Alterações de ordem climática mundial, liberação de gases de efeito estufa, depleção de recursos naturais não-renováveis, impactos ambientais significativos, poluição dos recursos naturais, destruição de ecossistemas vegetais, além da construção de grandes obras de engenharia e indústrias que podem gerar riscos e perigos a população e ao ambiente. Portanto podemos entender que para mudar o quadro atual em que vive a sociedade e os impactos causados por esses processos de transformação, é necessário um pensamento crítico e uma educação voltada para a cidadania, preocupada com as mudanças e diferenças sócio ambientais. Nesse sentido, percebe a educação como um instrumento capaz de responder positivamente a essa problemática ao lado de outros meios políticos, econômicos, legais, éticos, científicos e técnicos (LIMA, 2005, p. 116). Assim, acreditamos que a educação, como processo de formação humana, deve ser um agente transformador, contribuindo para a formação do cidadão crítico, autônomo, reflexivo, sensível e participativo (DARIDO, 2006, p.12). Para Domingues (2001) a Educação Ambiental é um campo de estudos e pesquisas que ganha notoriedade e força a partir do quadro emergencial que vem apresentando o planeta (destruição, exploração, desmatamento, etc), nesse sentido tem-se a necessidade de conscientizar a sociedade acerca de novos valores, habilidades e experiências ambientalmente corretas. a EA seja um processo por meio do qual as pessoas apreendam como funciona o ambiente, como dependemos dele, como o afetamos e como promovemos a sua sustentabilidade (DIAS, 2003 p. 100). Porém essa necessidade não apareceu do nada, ela se constitui a medida em que a percepção dos problemas ambientais foram se tornando prioridade para os governos e países. Assim, alguns eventos nacionais e principalmente mundiais foram cruciais para a conferir credibilidade a educação ambiental e criar políticas e bases para sua consolidação.

4 4 Com base em Dias (2003) podemos citar alguns dos principais eventos sobre meio ambiente que contribuíram para a formação e consolidação do conceito de educação ambiental e principalmente da sua implantação no processo educativo. Em 1972, aconteceu a Conferência das Nações Unidas em Estocolmo, que pode ser considerada um marco inicial de grande interesse para a Educação Ambiental. A Conferencia de Belgrado, aconteceu em 1975, e foi promovido pela UNESCO. Segundo Dias (2003), foi neste encontro que se formularam os princípios e as orientações para o PIEA Programa Internacional de Educação Ambiental. Este encontro culminou na Carta de Belgrado que: Preconizava uma nova ética planetária para promover a erradicação da pobreza, analfabetismo, fome, poluição, exploração e dominação humanas. Censurava o desenvolvimento de uma ação à custa de outra buscando-se um consenso internacional (ALVIM, 2003, p. 47). A Primeira Conferência Intergovernamental sobre a Educação Ambiental (EA) mais conhecida como Conferência de Tibilisi, ocorreu em 1977, constituindo assim um marco histórico,sendo considerada uma referencia internacional para o desenvolvimento das atividades de educação ambiental. (DIAS, 2003). Nesta conferência, a Educação Ambiental foi definida como uma dimensão dada ao conteúdo e a prática da educação, orientada para a resolução dos problemas concretos do meio ambiente, através de um enfoque interdisciplinar e de uma participação ativa[...] (DIAS, 2003, p. 98). Assim sendo foram feitas algumas recomendações que serviriam de base para orientar os países em seu desenvolvimento ambiental. Dez anos se passaram e foi realizado o Congresso Internacional Sobre Educação e Formação Ambientais, em Moscou. O objetivo principal era a discussão das de dificuldades e progressos feitos no campo da educação ambiental e a necessidade de melhorar e criar prioridades em relação ao desenvolvimento. (DIAS, 2003) Concordou-se que a EA deveria, simultaneamente, preocupar-se com a promoção da conscientização, transmissão de informações,desenvolvimento de hábitos e habilidades,promoção de valores, estabelecimento de critérios e padrões, e orientações para a resolução de problemas e tomada de decisões. Portanto deveria objetivar modificações comportamentais nos campos cognitivos e afetivos.(dias, 2003, p. 140). Em 1992, aconteceu a Conferencia das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, conhecida como Rio-92. Alvim (2009) comenta que durante esse

5 5 evento, diversos documentos foram criados e aprovados como importantes acordos ambientais globais. De acordo com Dias (2003), essa conferência caracteriza a EA por incorporar tanto a dimensão socioeconômica, política, cultural e histórica de forma a compreender a complexidade da natureza e interpretar a interdependência entre os elemento que compõe a mesma de forma a utilizar racionalmente os recursos para seu sustento tanto no presente como no futuro. Todos esses eventos e inúmeros outros que de uma forma ou outra não foram citados tiveram sua parcela de contribuição para que Educação Ambiental se firmasse nos países e constituísse um importante instrumento de preservação do meio. Ao observar o percurso das questões ambientais no Brasil, percebe-se que o debate acerca desse assunto começa no período militar nos anos setenta principalmente pelas pressões internacionais. Já que Loureiro (2004) afirma o movimento ambientalista ganha caráter público e social apenas na década de oitenta. Dias (2003) afirma que o Brasil é o único país na América Latina que tem uma política nacional específica para a Educação Ambiental ou que, apesar das críticas e dificuldades encontradas, pode ser considerada uma grande conquista. No âmbito nacional, o Brasil ganha destaque no que concerne a orientações governamentais especificas sobre as questões ambientais de forma que Thomaz (2006) cita alguns principais documentos brasileiros, como A política nacional de educação ambiental, o Programa Nacional de Educação Ambiental, os Parâmetros Curriculares Nacionais entre outros. Vale ressaltar a importância dos Parâmetros Curriculares para o desenvolvimento da pesquisa, visto que nele encontram subsídios para que a escola trabalhe o tema Meio Ambiente, de forma transversal. Para ALVIM (2009, p.80) a transversalidade é um dos modos de trabalhar o conhecimento que busca um reintegração de aspectos que ficaram isolados uns dos outros, pelo tratamento disciplinar. Nesse sentido busca uma visão mais ampla do conhecimento de forma que permita o aluno relacionar o mesmo com sua realidade. E que segundo a própria autora, deve essa permear toda a prática de ensino exigindo um trabalho contínuo, abrangente e de forma integrada. Os Parâmetros Curriculares Nacionais trazem alguns elementos importantes para trabalhar com o tema Meio ambiente de forma a nortear o trabalho na escola. Deve-se

6 6 entender então sua importância visto que esse tema requer a necessidade da aquisição de conhecimento por parte da escola para que o trabalho com o aluno seja de fato efetivo. Sobre as propostas dos PCNs, Darido et al (2001) faz uma estudo que envolve a educação física e a formação do cidadão aportando a necessidade dos temas transversais estar integrada a proposta político-pedagógica da escola e principalmente na prática do professor possibilitando o desenvolvimento de habilidades, valores e conhecimentos ambientais. Assim: O mesmo referencial capaz de trazer esclarecimentos sobre o relacionamento entre a sociedade e a natureza, traz também contribuições para o entendimento da relevância da Educação Física como parte integrante da escola, para trabalhar com atitudes, com formação de valores, com o ensino e aprendizagem de habilidades e procedimentos, no sentido da construção de comportamentos ambientalmente corretos. (DARIDO et al p.19) Nessa perspectiva de objetivar a importância da Educação Física na contribuição para a formação de indivíduos com o mínimo de consciência ambiental e preocupação para com o meio ambiente, que entendemos a necessidade de um diálogo mais aprofundado das questões ambientais com as diversas práticas corporais exploradas pela educação física. EDUCAÇÃO FÍSICA E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: DIÁLOGOS POSSÍVEIS NA ESCOLA A educação física trabalha com o individuo em sua totalidade, física, mental e social, sendo sua manifestação através do corpo. Possui diferente significados pedagógicos de acordo com os seus diferentes momentos históricos, e que o Coletivo de Autores (1992) afirma ser uma pratica pedagógica que tem como temas formas expressivas de atividades corporais (jogo, esporte, dança, etc). O coletivo de autores analisa a questão dos conteúdos que devem ser abordados pela educação física com o intuito de problematizar a realidade que está sendo vivida pelos alunos de forma a buscar soluções para o mesmo. Acreditamos ser interessante o exemplo que os autores colocaram, que vai de encontro justamente as questões ambientais. O exemplo citado é organizar atividades de lazer em áreas verdes. Esse exercício oferece aos alunos possibilidades de realizar caminhadas recreativas, natação em rios, lagos, ou mar, montanhismo e outros. Dessa forma os desenvolvimento dessas atividades

7 7 fazem com que o aluno se defronte com a devastação ou preservação do meio ambiente, transformação do meio pelo homem, utilização dos recursos naturais entre outros. Essas experiências devem proporcionar a ampliação de referências que levem o aluno a compreender e explicar a necessidade de a população participar da gestão do seu patrimônio ambiental, as relações da questão ecológica com a saúde dos trabalhadores, com o desenvolvimento urbano, a opção tecnologia, etc (Soares et al, 1992, p.63). Portanto pensar educação física e meio ambiente implica pensar na relação homem meio e transformações de forma que, ao citar Bento (1999), Alvim (2009) ressalta que a crise permite pensar pedagogicamente a questão do modelo de homem do desporto, sua relação com a natureza, tanto intrínseca como extrínseca, como a sua corporalidade e que tais relações precisam de estímulos. É neste espaço que se destaca o trabalho de Educação Ambiental nas aulas de Educação física, onde surgem varias oportunidades de vivências e reflexão acerca dos problemas ambientais, permitindo inovações metodológicas (p.9). Olhar o meio ambiente e toda a sua complexidade a partir das aulas de educação física é tarefa extremamente delicada, dada à abrangência e a profundidade das temáticas. Algumas temáticas e suas discussões se sobrepõem, o que, ao invés de ser considerado negativo, pode ser mais um instrumento para o enfrentamento da realidade social (RODRIGUES & DARIDO, 2006). Guimarães et al (2007), em estudos realizados compreende que a Educação Física ao considerar atividades físicas e práticas de esporte em meio natural, além de ter uma relação muito forte com o corpo, cria afinidades com as perspectivas ambientais, de forma a contribuir para a formação crítica do indivíduo. Portanto o professor deve ter bases e conhecimento para aplicá-la. Por se tratar de um tema transversal e bastante abrangente, o meio ambiente pode ser abordado nas aulas de educação física sobre diversas formas, lembrando sempre o objetivo primordial da educação ambiental, que é levar o conhecimento crítico ao aluno para que esse possa transformar de forma positiva o meio, preservando e conservando sempre. Rodrigues & Darido (2006) ressaltam alguns temas interessantes que poderiam ser abordados nas aulas de educação física, como Meio ambiente, temperatura e as aulas de

8 8 Educação Física; Educação Física, lazer e meio ambiente; Espaços disponíveis para as aulas de EF; Saúde e meio ambiente e esportes de aventura e meio ambiente. Para além desses conteúdos, Alvim (2006) também discute outros importantes, como, o desporto e o Ambiente, de forma que deve ser praticado em meio natural sem ocasionar impactos, sendo necessário refletir o papel do desporto na sociedade, visto que somente ele não consegue resolver tais questões sozinho, mas que pode sim ter sua parcela de contribuição. Outro tema abordado é o corpo e o ambiente, é importante que os alunos tenham a compreensão de corpo, primeiramente, para em seguida entender suas relações com a sociedade e com meio, as mudanças e transformações que esse sofre e causa. De forma que: Trabalhar as questões relativas ao meio ambiente e a cultura corporal exige um entendimento das relações sociais em que vivemos, da cultura construída por essas relações. E a valorização da cultura local, através da valorização das manifestações da cultura corporal para compreensão, construção e reificação de uma autêntica cultura especifica da comunidade (DOMINGUES, 2005, p. 164). Portanto percebe-se que a construção da imagem corporal e o trabalho feito pela educação física voltado para a cultura corporal pode influenciar, se trabalhado de maneira correta, na percepção ambiental dos alunos. CONSIDERAÇÕES FINAIS Diante de tais questões, podemos perceber que a Educação Física pode e deve dialogar com a Educação Ambiental, através de diversos temas e atividades e que cabe ao professor ter interesse, criatividade e buscar os conhecimentos, como afirma os PCNs, para que sua prática pedagógica tenha fundamentos e resultados significativos nas aulas. No entanto existe uma grande dificuldade para que essa realidade seja concreta pois o professor não tem base para trabalhar esse tema na escola, só os PCNs, não dão subsídios suficientes para o trabalho pedagógico. Outro ponto a ser lembrado, é que na sua formação, a maioria, senão a totalidade, dos professores de educação física não tem contato com a educação ambiental e sequer com alguém tema relacionado assim, dificultando sua realização na prática em sala de aula. E por fim, há também a falta de interesse em buscar

9 9 novos conhecimentos, fazer cursos de especialização e pos graduação, assim, sua pratica fica reduzida apenas aos conteúdos aprendidos e não há abertura para novas perspectivas de aplicar a educação física na escola. Nesse sentido, o grande desafio é justamente cultivar a importância e necessidade de o profissional de educação física ter o mínimo de conhecimento possível para aplicar os conteúdos transversais de forma a permitir a transmissão de conhecimento, para isso é necessário que sua formação de o mínimo de subsídios básicos para esse tipo de trabalho. REFERÊNCIAS ALVIM, Marley P. B. Educação Física e Educação Ambiental: uma relação possível e imprescindível: estudo realizado na região do Vale do Rio Doce, Minas Gerais, Brasil. Porto: p. Tese (Doutorada em Ciências do Desporto) Faculdade de Desporto, Universidade do Porto, Porto, Portugal. BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais : terceiro e quarto ciclos: apresentação dos temas transversais. Brasília : MEC/SEF, Disponível em: Acesso em: 26/04/2011. COLETIVO DE AUTORES. Metodologia do Ensino da Educação Física. São Paulo: Cortez Editora, DARIDO, Suraya. Cristina. et al. A Educação Física, a formação do cidadão e os Parâmetros Curriculares Nacionais. In: Revista Paulista de Educação Física. São Paulo: v.15, n 1, p.17-32, Disponível em: Acesso em: 28/04/2011. DIAS, Genebaldo Freire. Educação Ambiental Princípios e Práticas.8ª. São Paulo: Gaia, DOMINGUES, Soraya Corrêa. Cultura corporal de Meio Ambiente na Formação de Professores. Salvador: p. Dissertação (Programa de Pós-Graduação Mestrado em Educação) Faculdade de Educação, Universidade Federal da Bahia. Salvador Bahia. GUIMARÃES, Simone S. M. et al. Educação Física no Ensino Médio e as discussões sobre Meio Ambiente. Um encontro Necessário. Revista Brasileira de Ciências do Esporte, Campinas, nº 28, p , maio 2003.

10 10 LIMA, Gustavo Ferreira da Costa. Crise Ambiental, Educação e Cidadania. In: LOUREIRO, Carlos Frederico Bernardo et al (orgs). Educação Ambiental: Repensando o espaço da cidadania. 3ª. São Paulo: Cortez, p LOUREIRO, Carlos Frederico B. Trajetória e fundamentos das Educação Ambiental. São Paulo: Cortez, LUCENTINI, Leandro. A Temática Ambiental como Proposta para Aulas de Educação Física na 4ª série do Ensino Fundamental. Piracicaba: p. Dissertação. (Graduação em Educação Física, na área de concentração Corporeidade, Pedagogia do Movimento e Lazer) - Universidade Metodista de Piracicaba. São Paulo. RODRIGUES, Luís Enrique; DARIDO, Suraya Criostina. Educação Física escolar e Meio ambiente, reflexões e aplicações pedagógicas. In Efdeportes/revista digital Disponível em: < Acesso em: 28/09/20010.

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