Orçamento da saúde 2012 para onde vai o seu dinheiro?

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Orçamento da saúde 2012 para onde vai o seu dinheiro?"

Transcrição

1 Orçamento da saúde 2012 para onde vai o seu dinheiro? José Carlos Caiado 26 de Outubro de 2011

2 Introdução Elaboração do orçamento da saúde Monitorização e divulgação de informação Melhoria do desempenho do SNS 2

3 Reforçar o protagonismo _ Orçamento da Saúde Com todas as mudanças e desafios que são apresentados ao sector da saúde, as organizações necessitam de ser mais sensíveis às expectativas dos utilizadores, de actuar num mercado mais competitivo e regulado e de melhorar a eficiência na prestação de cuidados. e o dever de informação aos cidadãos _ Apesar dos constrangimentos e restrições orçamentais existentes a identificação e produção de métricas fiáveis sobre o sistema de saúde, continua a ser uma prioridade estratégica. _ A par dos indicadores que monitorizam as dimensões económicofinanceiras e de desempenho objectivo do sistema, é necessário produzir novos indicadores que promovam uma atitude participativa e informada por parte dos principais agentes do sistema. 3

4 Reforçar o protagonismo e o dever de _ Orçamento da Saúde Os desafios com que se deparam os sistemas de saúde ao nível da relação com os utentes, estão relacionados com a necessidade de monitorizar e actuar sobre o nível de expectativas e de percepção da qualidade experimentada. informação aos cidadãos _ Como em saúde existe uma enorme assimetria de informação é necessário reforçar os instrumentos de monitorização da qualidade do processo, uma vez que a qualidade clínica (do resultado) dificilmente é percepcionada de forma objectiva. _ Apesar de por vezes menosprezada, esta componente reputacional dos sistemas de saúde tem um enorme impacto na aceitação das reformas em curso. 4

5 Introdução Elaboração do orçamento da saúde Monitorização e divulgação de informação Melhoria do desempenho do SNS 5

6 O orçamento do SNS para cada ano deverá ser uma tradução quantitativa, dos encargos decorrentes das opções estratégicas definidas, em que, para além dos contributos resultantes das diferentes entidades centrais ao nível do Ministério da Saúde, deveria também Considerar os contributos dos utentes e da sociedade civil em geral. Opções estratégicas 6 Como e onde vão ser gastos os recursos afectos ao SNS Exemplo: Maior aposta nos cuidados primários vs cuidados hospitalares; Maior incentivo em termos de modelo de financiamento aos programas verticais e à gestão integrada da doença; Continuar a incentivar através do modelo de financiamento, a cirurgia de ambulatório, primeiras consultas ou referenciação atempada para a rede de cuidados continuados.

7 O contributo do cidadão/utente para o orçamento do SNS, poderá ser conseguido através: AVALIAÇÃO DA QUALIDADE APERCEBIDA PELOS UTENTES Monitorização periódica da satisfação dos utentes; Que permita uma participação e envolvimento dos utentes; Avaliação comparável entre vários modelos de gestão (PPP,SPA, EPE); 1 Visitas / processo de alta 2 Alimentação 3 Gestão Clínica Programa Integrado de Melhoria da Satisfação dos Utentes 7 4 Recursos Humanos

8 O contributo do cidadão/utente para o orçamento do SNS, poderá ser conseguido através: AVALIAÇÃO DOS NÍVEIS DE CONFORTO E SERVIÇO AO UTENTE Programa de avaliação do nível não clínico de cuidados; Humanização de cuidados, comodidade, limpeza, acolhimento; Apesar de referido em muitos planos estratégicos das unidades de saúde, não existe uma metodologia objectiva que permita avaliar a orientação para o utente das iniciativas de investimento previstos. DE PARA 8

9 Planeamento Estratégico As unidades de saúde elaboram planos estratégicos trianuais, onde são acordados os volumes de actividade, os recursos humanos necessários para executar esse plano de produção, um plano de investimentos e o enquadramento económico. Assim, a versão final do Orçamento do SNS para cada ano deveria comportar os valores previstos de proveitos SNS das unidades de saúde, nos respectivo Planos Estratégicos aprovados, sendo esta a melhor estimativa das necessidades de financiamento do SNS. Neste sentido deveria ser disponibilizado um quadro síntese com os valores 9 previstos de produção e respectiva valorização dos proveitos SNS pelas unidades de saúde. Assim, a equipa responsável pelo orçamento do SNS, deverá garantir que o orçamento para cada ano disponibilize os recursos financeiros assumidos em sede de plano estratégico com cada instituição do SNS, tendo em conta as limitações orçamentais de cada ano. Não aplicar um corte de financiamento igual para todas as instituições.

10 Orçamento da Saúde Demonstração da Origem e Aplicação de Fundos unidade: Milhões ORIGEM DE FUNDOS Saldo de Gerência do SNS 52,3 25,5 27,0 14,6 13,7 265,6 290,5 291,8 266,1 Financiamento Inicial do OE 5162,6 5476, , , , , , , ,7 Transf. dívida subsist. Públicos saúde 150,0 Orçamento Rectificativo do OE 1.010, , ,0 Empréstimo DGT 300,0 600,0 800,0 Receitas de Capital 100,3 1,7 Outras Receitas Cobradas (a) 12,0 19,1 56,1 29,0 202,8 157,9 117,0 103,7 136,8 Total 6.237, , , , , , , , ,3 (a) inclui receitas provenientes dos Jogos Sociais, Convenções Internacionais, etc. 10

11 Demonstração da Origem e Aplicação de Fundos unidade: Milhões APLICAÇÃO DE FUNDOS Administrações Regionais Saúde 2.705,4 2916, , , , , , , ,5 Hospitais SPA 3.177,3 1450, , , , ,2 728,4 457,4 299,8 Hospitais/ULS - EPE 64,9 1239, , , , , , , ,7 Serviços Autónomos 105,5 46,4 90,8 125,2 114,9 126,5 114,1 144,9 159,9 Serviços Psiquiátricos 65,0 63,0 65,2 73,4 66,5 65,3 62,6 46,1 46,9 Outras Despesas (b) 83,6 77,8 107,3 115,6 129,8 93,3 160,5 138,4 107,4 Amortização Adiantamento DGT 300,0 600,5 Total 6.201, , , , , , , , ,2 (b) inclui transferências para IPSS, Convenções Internacionais, Protocolos Subsistemas de Saúde, etc. 11 APLICAÇÃO DE FUNDOS Peso % Administrações Regionais Saúde 43,6% 50,3% 46,5% 43,6% 47,2% 43,8% 45,4% 44,7% 44,0% Hospitais SPA 51,2% 25,0% 28,4% 26,1% 19,1% 13,7% 9,1% 5,4% 3,3% Hospitais/ULS - EPE 1,0% 21,4% 18,2% 19,4% 29,6% 38,8% 41,3% 45,9% 49,3% Serviços Autónomos 1,7% 0,8% 1,1% 1,5% 1,5% 1,6% 1,4% 1,7% 1,7% Serviços Psiquiátricos 1,0% 1,1% 0,8% 0,9% 0,9% 0,8% 0,8% 0,5% 0,5% Outras Despesas (b) 1,3% 1,3% 1,3% 1,4% 1,7% 1,2% 2,0% 1,6% 1,2% Amortização Adiantamento DGT 3,7% 7,1% Total 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100%

12 A versão final do orçamento do SNS, reflecte as opções que foram definidas a nível político e tem em conta as restrições orçamentais impostas para cada ministério: É importante que essas opções políticas fiquem perfeitamente explicitadas em termos numéricos e que o orçamento do SNS contemple o desdobramento necessário de cada uma das parcelas que compõem o respectivo orçamento. Desta forma teremos uma melhor compreensão da sociedade civil sobre as opções que foram tomadas em cada orçamento e que montantes envolve cada uma dessas opções. A forma como o orçamento de estado da saúde é posteriormente distribuído por regiões e através da contratualização para as respectivas unidades de prestação de cuidados deverá ter em linha de conta a produtividade e eficiência de cada unidade, incentivando aquelas que têm melhor desempenho e não o contrário. 12

13 As despesas em saúde têm aumentado em todos os países europeus numa taxa mais rápida que o crescimento económico, fazendo com que uma parte crescente do PIB seja atribuído à saúde; Em 2012, em Portugal, estaremos numa situação de recessão económica, pelo que mesmo que se mantivesse a percentagem do PIB afecto à saúde, teríamos uma redução do orçamento do Serviço Nacional de Saúde temos que fazer o mesmo, com menos dinheiro. Para isso é necessário fazer diferente. 13

14 Introdução Elaboração do orçamento da saúde Monitorização divulgação de informação Melhoria do desempenho do SNS 14

15 Para a promoção da eficiência e monitorização do compromisso da gestão das unidades do SNS é fundamental a criação de um quadro estratégico de indicadores de desempenho on-line, que: Disponibilize de forma sistematizada e intuitiva informação para os diferentes níveis de decisão Central (Gabinete Ministro, Administração Central do Sistema de Saúde) e Local (Administrações Regionais de Saúde e Unidades Prestadoras), para a investigação e para o cidadão em geral; Promova a transparência e a competitividade das instituições através da comparação com unidades do mesmo grupo de estrutura e com as unidades mais eficientes da rede, nas diferentes dimensões de análise; Contribua para a definição clara de prioridades de gestão nos diferentes níveis de actuação programas transversais promovidos pelos organismos centrais. 15

16 Produção SNS Acum Acum Var. 06/07 Mensal Var. 06/07 Média Grupo Var. 06/07 Média Grupo Acum Acum Var. 06/07 Var. 06/07 Média Grupo Realizado 2006 Contratualizado 2007 Produção Total Realizado 2006 Previsto 2007 Desvio Valor (Acum Contrato) Anual Desvio Valor (Acum.2007-PD Acum. Mensal) Var. Acum./ Contrato(%) Var. Acum./ PD(%) Monitorização do desempenho global das Unidades de Saúde e disponibilização de informação aos cidadãos Obj. Nacionais e Regionais Orçamento Económico Indicadores de Acesso e Qualidade Análise Financeira Execução contrato programa 6 Objectivos Nacionais Acum Acum Var. 06/07 Linha de actividade assistencial Internamento Total de Doentes Saídos b) d) Total de Dias de Internamento d) f) Total de Dias de Internamento de Doentes Crónicos Mensal Consulta Externa d) Hospital de Dia / Visitas Domiciliárias N.º de Visitas Domiciliárias GDH Médicos de Ambulatório 1. Taxa de Readmissões nos 1.º 5 dias (%) 2. Peso das cirurgias Programadas (%) b) cirurgia Nº ambulatória Total de Consultas no total g) f) 3. Demora Média Nº (dias) Total de b) Consultas Médicas 4. Peso de 1ª b) consultas Nº Primeiras no Consultas total consultas Médicas médicas f) 5. Resultado Líquido Nº Consultas ( ) internas 6. Custo unitário % por Primeiras doente Consultas padrão Médicas tratado no ( ) Total a) b) Consultas Médicas f) 7. Resultado Operacional ( ) N.º de Sessões Objectivos c) Regionais Norte Doente padrão Urgência Médico ETC Nº de atendimentos Taxa de Infecção Hospitalar Centro Nº de episodios f) f) Taxa de crescimento de lista de espera de cirurgia Taxa de crescimento Intervenções da Cirúrgicas lista de espera 1as consultas Programada Convencional d) f) LVT Programada Ambulatória d) f) Variação das primeiras consultas 2007/2006 (4 especialidades) Cirurgia Urgente f) Variação Cirúrgica Programada 2007/2006 (3 especialidades) Peso das cesarianas no total de partos Alentejo Custo Unitário Directo da Consulta Externa b) Custo Unitário Directo da Sessão de Hospital Dia Custo Unitário N.º Directo de GDH da Médicos Urgência de Ambulatório f) Custo Unitário Directo do Internamento ajustado ao ICM b) Algarve Qualidade da codificação dos GDH's % primeiras consultas no total de consultas Jan-07 Anual success factors Principais niveis de acompanhamento Actividade Orçamentada 16

17 A. Desenvolvimento de um Quadro Estratégico de Indicadores de Desempenho Permitindo a monitorização permanente do desempenho Eficiência Económico-Financeira e Operacional Janeiro a Agosto Resultado Desvio em Demora média do Peso das horas económico face relação aos Indicador internamento Taxa de Pessoal clínico por extraordinárias ao total de objectivos de global de ajustada por utilização das cama ajustado por nos custos com receitas eficiência (i) eficiência (ii) complexidade camas complexidade (iii) pessoal Hospital Percentagem Percentagem Número índice Dias Percentagem Efectivos/10 camas Percentagem Média 10 Melhores 6% -4% 123 5,8 90% 13,8 7% Média Geral -6% -13% 103 6,7 80% 18,2 11% S. Sebastião-Feira 13% -3% 139 4,5 77% 19,6 12% IPO-Coimbra 2% -12% 132 6,8 72% 12,9 3% H. Sta Marta 16% 3% 130 6,5 68% 8,9 9% H. D. Barcelos 5% -18% 127 6,5 66% 19,4 11% H. D. Leiria 14% 0% 122 6,2 88% 18,8 10% IPO-Porto -7% -12% 120 7,8 81% 12,1 11% H. D. Bragança -1% -15% 119 6,0 74% 16,1 8% H. D. Vale do Sousa 6% -8% 115 6,4 80% 24,5 11% H. D. Viseu -9% -7% 115 7,3 93% 16,9 9% H. S. Francisco Xavier -13% -16% 114 4,7 94% 23,8 5% H. D. Guimarães -3% -10% 108 6,6 78% 19,4 15% C.H.V.Real e Peso R. -6% -19% 108 6,8 80% 18,1 12% H. D. Aveiro -8% -16% 106 7,2 79% 16,7 13% H. D. Figueira da Foz -14% -13% 104 6,1 63% 16,8 13% H. D. V.N.Famalicão -8% -13% 102 7,0 76% 23,8 9% U. L. S. Matosinhos -6% -18% 100 6,9 82% 27,3 8% H. D. Amarante 9% 2% 100 6,2 88% 20,3 16% H. Sta Cruz -6% -19% 98 8,0 93% 13,1 9% H. D. Almada -1% -11% 97 5,6 94% 22,1 16% IPO- Lisboa -10% -8% 94 7,2 83% 15,0 5% H. D. Portimão -8% -8% 94 6,7 99% 23,7 14% C.H.Cova da Beira -20% -24% 93 7,4 73% 15,2 9% H. D. Santarém -13% -18% 90 6,7 75% 16,8 17% H. Egas Moniz -12% -13% 89 7,3 77% 14,4 9% G.H. Alto Minho -6% -10% 88 7,4 86% 18,3 11% H. D. Barreiro -11% -5% 88 7,5 70% 20,0 12% H. D. Setúbal -14% -18% 87 6,2 81% 19,4 10% C.H. Médio Tejo -26% -13% 86 6,4 80% 19,1 11% H. Pulido Valente -28% -34% 84 7,7 72% 13,7 4% H.S. António -3% -7% 83 6,5 81% 20,7 10% H. D. Beja -13% -31% 73 7,4 81% 17,3 14% das diferentes instituições e a comparação entre si, nos indicadores de desempenho mais relevantes. Transparência e possibilidade de alinhamento pelos melhores desempenhos. B. Institucionalização de um processo de acompanhamento permanente Análise de desempenho e execução orçamental das unidades prestadoras de cuidados de saúde; Medidas a adoptar na generalidade das instituições, para a correcção de desvios; Identificação de novos projectos a lançar e ponto de situação d0s projectos em curso. 17

18 A dificuldade em entender melhor o orçamento do SNS acentuou-se, com a criação dos hospitais empresa, uma vez que : A consideração dos Hospitais Empresa fora do sector das Administrações Públicas tem um impacto imediato na composição da despesa pública. A estrutura de despesa altera-se, passando o pagamento dos actos médicos pelo SNS a ser contabilizado na óptica das contas públicas, como aquisição de serviços aos HEPE. Deixa de haver uma desagregação por natureza de despesa, relativamente a estes hospitais. 18

19 Ou seja: Perímetro de Consolidação da conta do SNS - Abordagens possíveis 1º Nível Serviço Nacional de Saúde 2º Nível Sector Público Administrativo Hospitais SPA Hospitais Psiquiátricos ARS s INSA Instituto Genética Médica Instituto Português do Sangue ACSS Centros de Histocompatibilidade INEM IDT Sector Empresarial Estado Hospitais EPE (Na totalidade) Ou, Sector Empresarial Estado Hospitais EPE (Apenas no montante referente à compra de serviços no âmbito dos contratos programa) 19

20 Introdução Elaboração do orçamento da saúde Monitorização divulgação de informação Melhoria do desempenho do SNS 20

21 As restrições orçamentais que hoje se colocam ao país, obrigam-nos a encontrar novas abordagens para os problemas. É necessário fazer outras coisas e fazer de maneira diferente, é necessário inovar. Actualmente, registam-se diferenças de 20 a 25% no custo por doente tratado nos cuidados de saúde da rede pública. 21

22 É necessário aumentar a produtividade do sector da saúde, através de : Reforço da cirurgia de ambulatório, em alternativa à cirurgia convencional; Optimização da Demora Média no internamento gestão adequada de altas clínicas; Resposta adequada da rede de cuidados continuados, que permita libertar atempadamente camas de doentes agudos nos hospitais; 22 Avaliação mais rigorosa das tecnologias da saúde, capacidade instalada e sua utilização;

23 Avaliação de entrada de dispositivos médicos e definição de protocolos para a sua utilização a nível nacional; Generalização de protocolos clínicos para a abordagem da mesma patologia em instituições distintas, com custos muito díspares, consoante o protocolo utilizado; Número único do utente e possibilidade de aceder ao processo clínico de cada utente independentemente da instituição por onde passou permitiria reduzir significativamente a duplicação de meios complementares de diagnóstico que são realizados. 23

24 Implementar uma contratualização interna com os serviços, que permita alinhar os objectivos globais da instituição com os objectivos de cada serviço e de cada individuo. Avaliação do desempenho dos serviços e reconhecimento do mérito. Não pode haver o mesmo tratamento para aqueles que cumprem os seus objectivos e para os que não cumprem. 24

25 No entanto, O imperativo ao nível dos ganhos de eficiência só é plenamente alcançado com uma estratégia clara ao nível da integração de unidades prestadoras, com vista à melhoria da articulação entre cuidados e consequente optimização da capacidade instalada É necessário avaliar a capacidade duplicada ou não justificada tecnicamente. 25

26 O Serviço Nacional de Saúde necessita: Aumentar a eficiência das instituições Melhorar a transparência da informação produzida e sua disponibilização Liderança e equipas de gestão adequadas Avaliação do desempenho e reconhecimento do mérito Do Conselho de Administração Dos Serviços Individual, dos profissionais 26

27 Em conclusão: A implementação de uma cultura de transparência em termos da publicação regular das contas do Serviço Nacional de Saúde e de cada instituição que integra o SNS é decisiva. Quando são apresentadas as contas públicas, nunca é apresentado um balanço que permita entender e perceber qual é a real situação patrimonial em cada ano, de cada Ministério e do Estado no seu todo. 27

28 Para um conhecimento rigoroso da situação das contas públicas e em particular na saúde, era importante que no final de cada ano fosse apresentado e divulgado um relatório e contas, a exemplo do que acontece com qualquer empresa, que incorporasse uma demonstração de resultados e um balanço e explicitasse os desvios orçamentais verificados face ao que foi previsto. 28

29 Obrigado! 29

Rede de Hospitais Empresa: Mudar para Melhorar a Saúde

Rede de Hospitais Empresa: Mudar para Melhorar a Saúde Hospitais SA Hospitais SA H SA Consigo, Sempre! PERSPECTIVA ACTUAL SOBRE O SECTOR DA SAÚDE EM PORTUGAL O desenvolvimento deste sector no nosso País tem sido pautado por um extenso conjunto de mudanças

Leia mais

Empresarialização dos Hospitais SA

Empresarialização dos Hospitais SA Empresarialização dos Hospitais SA 25.02.2005 AGENDA PROPOSTA PARA A REUNIÃO DE HOJE 1. A empresarialização de hospitais 2. Ponto de partida 3. Síntese das acções realizadas 4. Principais instrumentos

Leia mais

Identificação da empresa

Identificação da empresa Identificação da empresa O Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa, EPE, criado através do Decreto Lei n.º 326/2007 de 28 de Setembro, com início de actividade a 1 de Outubro de 2007, resultou da fusão de

Leia mais

Codificação Clínica nos hospitais: Estudos/Indicadores que alimenta

Codificação Clínica nos hospitais: Estudos/Indicadores que alimenta 7º CONGRESSO NACIONAL DA ASSOCIAÇÃO DOS MÉDICOS AUDITORES E CODIFICADORES CLÍNICOS (AMACC) INOVAÇÃO E CIÊNCIA NA CODIFICAÇÃO CLÍNICA Codificação Clínica nos hospitais: Maria do Céu Valente Centro Hospitalar

Leia mais

Informação de Gestão em Saúde: Desafios da moderna gestão empresarial dos hospitais

Informação de Gestão em Saúde: Desafios da moderna gestão empresarial dos hospitais 1 Informação de Gestão em Saúde: Desafios da moderna gestão empresarial dos hospitais José Carlos Caiado CONVERSAS DE FIM DE TARDE LISBOA, 30 DE MARÇO DE 2007 2 SUMÁRIO Conceitos de Suporte ao Novo Paradigma

Leia mais

6.º Congresso Internacional dos Hospitais. Inovar em Saúde Mito ou realidade?

6.º Congresso Internacional dos Hospitais. Inovar em Saúde Mito ou realidade? 6.º Congresso Internacional dos Hospitais. Inovar em Saúde Mito ou realidade? 23, 24 e 25 novembro 2016 O mundo e os sistemas de saúde e sociais estão em transformação, muito por força das atuais pressões

Leia mais

A REFORMA DOS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS

A REFORMA DOS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS CAD 8 27/9/7 14:28 Page 6 A REFORMA DOS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS LUÍS PISCO COORDENADOR DA MISSÃO PARA OS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS. O Programa do XVII Governo Constitucional (1), na área da saúde,

Leia mais

Sistemas de gestão em confronto no SNS Pág. 1

Sistemas de gestão em confronto no SNS Pág. 1 Sistemas de gestão em confronto no SNS Pág. 1 OS QUATRO SISTEMAS DE GESTÃO ACTUALMENTE EM CONFRONTO NO ÂMBITO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE (SNS) E O PROGRAMA DO PS PARA A SAÚDE RESUMO DESTE ESTUDO Neste momento

Leia mais

Alteração do mecanismo relativo ao limite máximo para a despesa com medicamentos nos acordos com a indústria farmacêutica;

Alteração do mecanismo relativo ao limite máximo para a despesa com medicamentos nos acordos com a indústria farmacêutica; 168 IV.12. Saúde (P012) IV.12.1. Políticas Os objetivos estratégicos e as prioridades do Ministério da Saúde (MS) para o ano de 2015 encontram-se explicitados em detalhe nas Grandes Opções do Plano para

Leia mais

Projecto de Lei nº 68/XII. Lei de Bases da Economia Social

Projecto de Lei nº 68/XII. Lei de Bases da Economia Social Projecto de Lei nº 68/XII Lei de Bases da Economia Social A Economia Social tem raízes profundas e seculares na sociedade portuguesa. Entidades como as misericórdias, as cooperativas, as associações mutualistas,

Leia mais

Avaliação nos hospitais faz aumentar oferta de formação pós-graduada na área da saúde

Avaliação nos hospitais faz aumentar oferta de formação pós-graduada na área da saúde TEMA DE CAPA FORMAÇÃO EM GESTÃO DA SAÚDE Pág: II Área: 26,79 x 37,48 cm² Corte: 1 de 5 Avaliação nos hospitais faz aumentar oferta de formação pós-graduada na área da saúde Em 2010, os administradores

Leia mais

Orçamento de Estado 2015

Orçamento de Estado 2015 Orçamento de Estado 2015 Programa Orçamental da Saúde 03 de novembro de 2014 Orçamento da saúde Evolução do Orçamento do SNS Evolução do Orçamento do SNS Indicador OE 2014 OE 2015 Variação em pp. Despesa

Leia mais

INTERVENÇÃO DE S.EXA. O SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO, DR.BERNARDO TRINDADE, NA SESSÃO DE ABERTURA DO XXXIII CONGRESSO DA APAVT

INTERVENÇÃO DE S.EXA. O SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO, DR.BERNARDO TRINDADE, NA SESSÃO DE ABERTURA DO XXXIII CONGRESSO DA APAVT INTERVENÇÃO DE S.EXA. O SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO, DR.BERNARDO TRINDADE, NA SESSÃO DE ABERTURA DO XXXIII CONGRESSO DA APAVT TURISMO: TENDÊNCIAS E SOLUÇÕES Exmos. Senhores Conferencistas, Antes de

Leia mais

Identificação da empresa

Identificação da empresa Identificação da empresa Missão e Objectivos O Centro Hospitalar Lisboa Norte, E.P.E., estabelecimento de referência do Serviço Nacional de Saúde (SNS), desempenha funções diferenciadas na prestação de

Leia mais

IV Fórum do Sector Segurador e Fundos de Pensões. Lisboa, 15 de Abril de 2009

IV Fórum do Sector Segurador e Fundos de Pensões. Lisboa, 15 de Abril de 2009 IV Fórum do Sector Segurador e Fundos de Pensões Lisboa, 15 de Abril de 2009 Foi com todo o gosto e enorme interesse que aceitei o convite do Diário Económico para estar presente neste IV Fórum do sector

Leia mais

ANO:2011. Objectivos Estratégicos DESIGNAÇÃO OE1 OE2 OE3 OE4 OE5 OE6 OE7 OE8 OE9

ANO:2011. Objectivos Estratégicos DESIGNAÇÃO OE1 OE2 OE3 OE4 OE5 OE6 OE7 OE8 OE9 ANO:211 Ministério da Saúde Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, IP MISSÃO: Contribuir, quer no âmbito laboratorial quer em assistência diferenciada, para ganhos em saúde pública, através da

Leia mais

Barómetro Regional da Qualidade Avaliação da Satisfação dos Utentes dos Serviços de Saúde

Barómetro Regional da Qualidade Avaliação da Satisfação dos Utentes dos Serviços de Saúde Avaliação da Satisfação dos Utentes dos Serviços de Saúde Entidade Promotora Concepção e Realização Enquadramento Avaliação da Satisfação dos Utentes dos Serviços de Saúde Índice RESUMO EXECUTIVO...

Leia mais

PROGRAMA ESPECÍFICO PARA MELHORIA DO ACESSO AO DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DA INFERTILIDADE Documento de Suporte à Contratualização

PROGRAMA ESPECÍFICO PARA MELHORIA DO ACESSO AO DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DA INFERTILIDADE Documento de Suporte à Contratualização 2009 Documento de Suporte à Contratualização do Programa Específico para melhoria do ACSS DGS PROGRAMA ESPECÍFICO PARA MELHORIA DO ACESSO AO DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DA INFERTILIDADE Documento de Suporte

Leia mais

Projectos de I&DT Empresas Individuais

Projectos de I&DT Empresas Individuais 1 Projectos de I&DT Empresas Individuais Sistema de Incentivos à Investigação e Desenvolvimento Tecnológico (SI I&DT) Projectos de I&DT Empresas Dezembro de 2011 2 s Enquadramento Aviso n.º 17/SI/2011

Leia mais

RELATÓRIO ANALITICO DE DESEMPENHO ECONÓMICO- FINANCEIRO. novembro de 2014. RELATÓRIO ANALITICO DE DESEMPENHO ECONÓMICO-FINANCEIRO novembro 2014

RELATÓRIO ANALITICO DE DESEMPENHO ECONÓMICO- FINANCEIRO. novembro de 2014. RELATÓRIO ANALITICO DE DESEMPENHO ECONÓMICO-FINANCEIRO novembro 2014 RELATÓRIO ANALITICO DE DESEMPENHO ECONÓMICO- FINANCEIRO novembro de 2014 1 Índice Introdução... 3 1 Execução Orçamental... 4 1.1 Orçamento Económico - Proveitos e Ganhos... 4 1.1.1 Proveitos Operacionais...

Leia mais

1. Tradicionalmente, a primeira missão do movimento associativo é a de defender os

1. Tradicionalmente, a primeira missão do movimento associativo é a de defender os A IMPORTÂNCIA DO MOVIMENTO ASSOCIATIVO NA DINAMIZAÇÃO DA ACTIVIDADE EMPRESARIAL 1. Tradicionalmente, a primeira missão do movimento associativo é a de defender os interesses das empresas junto do poder

Leia mais

CÓDIGO DE BOAS PRÁTICAS COMERCIAIS

CÓDIGO DE BOAS PRÁTICAS COMERCIAIS CÓDIGO DE BOAS PRÁTICAS COMERCIAIS DIRECTRIZES DA APORMED AOS SEUS ASSOCIADOS SOBRE AS INTERACÇÕES COM OS PROFISSIONAIS DE SAÚDE E O MERCADO DE PRODUTOS DE SAÚDE Documento aprovado na Assembleia-Geral

Leia mais

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Gabinete do Ministro INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Gabinete do Ministro INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Eng.º Mário Lino por ocasião da Sessão REDES DE NOVA GERAÇÃO 2009 Fundação das Comunicações, 7 Janeiro 2009 (Vale

Leia mais

Auditoria Tribunal de Contas

Auditoria Tribunal de Contas Auditoria Tribunal de Contas Situação económico Financeira do SNS 2006 www.acss.min-saude.pt Lisboa, 26 de Novembro de 2007 Auditoria Tribunal de contas nota prévia O Relatório do Tribunal de Contas (RTC)

Leia mais

RELATÓRIO DE MONITORIZAÇÃO DA IMPLEMENTAÇÃO DAS EXPERIÊNCIAS PILOTO DA REDE NACIONAL DE CUIDADOS CONTINUADOS INTEGRADOS (RNCCI)

RELATÓRIO DE MONITORIZAÇÃO DA IMPLEMENTAÇÃO DAS EXPERIÊNCIAS PILOTO DA REDE NACIONAL DE CUIDADOS CONTINUADOS INTEGRADOS (RNCCI) RELATÓRIO DE MONITORIZAÇÃO DA IMPLEMENTAÇÃO DAS EXPERIÊNCIAS PILOTO DA REDE NACIONAL DE CUIDADOS CONTINUADOS INTEGRADOS (RNCCI) INDICE I. APRESENTAÇÃO... 13 II. METODOLOGIA... 17 III. ANÁLISE DA SITUAÇÃO...

Leia mais

Decreto-Lei n.º 124/2011, de 29 de Dezembro 1 Aprova a Lei Orgânica do Ministério da Saúde

Decreto-Lei n.º 124/2011, de 29 de Dezembro 1 Aprova a Lei Orgânica do Ministério da Saúde Decreto-Lei n.º 124/2011, de 29 de Dezembro 1 Aprova a Lei Orgânica do Ministério da Saúde No âmbito do Compromisso Eficiência, o XIX Governo Constitucional determinou as linhas gerais do Plano de Redução

Leia mais

SISTEMA DE INCENTIVOS À INOVAÇÃO AVISO DE CANDIDATURA FEVEREIRO 2012

SISTEMA DE INCENTIVOS À INOVAÇÃO AVISO DE CANDIDATURA FEVEREIRO 2012 SISTEMA DE INCENTIVOS À INOVAÇÃO AVISO DE CANDIDATURA FEVEREIRO 2012 INOVAÇÃO PRODUTIVA SECTOR TURISMO QREN QUADRO DE REFERÊNCIA ESTRATÉGICO NACIONAL 2007-2013 INFORMAÇÃO SINTETIZADA 1 ÍNDICE PÁGINA OBJECTO

Leia mais

TURISMO DE PORTUGAL DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO GERAL DA FORMAÇÃO

TURISMO DE PORTUGAL DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO GERAL DA FORMAÇÃO TURISMO DE PORTUGAL DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO GERAL DA FORMAÇÃO INDICE 1 NOTA PRÉVIA 3 2 LINHAS DE ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA 4 3 PLANO DE FORMAÇÃO 4 4 FREQUÊNCIA DE ACÇÕES DE FORMAÇÃO 6

Leia mais

Centro Cultural de Belém

Centro Cultural de Belém Audição Pública sobre a proposta de regulamentação do Gás Natural Centro Cultural de Belém Perspectiva dos consumidores A opinião da COGEN Portugal A. Brandão Pinto Presidente da Comissão Executiva ÍNDICE

Leia mais

ANÁLISE DO MERCADO DE REMESSAS PORTUGAL/BRASIL

ANÁLISE DO MERCADO DE REMESSAS PORTUGAL/BRASIL Banco Interamericano de Desenvolvimento Fundo Multilateral de Investimentos Financiado pelo Fundo Português de Cooperação Técnica ANÁLISE DO MERCADO DE REMESSAS PORTUGAL/BRASIL SUMÁRIO EXECUTIVO Equipa

Leia mais

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO VERSÃO 1

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO VERSÃO 1 EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO 11.º Ano de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março) Curso Científico-Humanístico de Ciências Socioeconómicas PROVA 712/12 Págs. Duração da prova: 120

Leia mais

Índice Orçamental ISEG. Dez Princípios de Responsabilidade Orçamental

Índice Orçamental ISEG. Dez Princípios de Responsabilidade Orçamental Índice Orçamental ISEG Dez Princípios de Responsabilidade Orçamental 1 - Transparência, rigor e análise de sensibilidade. 2 - Responsabilidade política. 3 - Saldos orçamentais consistentes com nível sustentável

Leia mais

1.º MÉRITO DO PROJECTO

1.º MÉRITO DO PROJECTO SISTEMA DE APOIO A ENTIDADES DO SISTEMA CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO NACIONAL CRITÉRIOS DE SELECÇÃO O Regulamento do Sistema de Apoio a Entidades do Sistema Científico e Tecnológico Nacional definiu as regras

Leia mais

Federação Portuguesa de Bridge Orçamento Ano 2008 ORÇAMENTO. Federação Portuguesa de Bridge. para o ano 2008 - 1 -

Federação Portuguesa de Bridge Orçamento Ano 2008 ORÇAMENTO. Federação Portuguesa de Bridge. para o ano 2008 - 1 - ORÇAMENTO da Federação Portuguesa de Bridge para o ano 2008 Lisboa, 21 de Outubro de 2007-1 - Orçamento para 2008 A Direcção da Federação Portuguesa de Bridge em cumprimento do disposto na alínea b) do

Leia mais

Acompanhamento e Avaliação dos Hospitais SA em 2003 / 2004

Acompanhamento e Avaliação dos Hospitais SA em 2003 / 2004 Acompanhamento e Avaliação dos Hospitais SA em 2003 / 2004 A Empresarialização dos Hospitais 28.06.2005 Índice 1. Introdução 2. Situação Económica e Financeira em 2003 e 2004 Rede SA 3. Produção Hospitalar

Leia mais

MGIC 2011. Volume I Princípios Gerais. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia

MGIC 2011. Volume I Princípios Gerais. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia MGIC 2011 Volume I Princípios Gerais Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia [Volume I Princípios Gerais] MGIC 2011 Índice 1. Antecedentes e Enquadramento... 3 2. Sistema Integrado de Gestão

Leia mais

Reestruturar o Sector Empresarial do Estado

Reestruturar o Sector Empresarial do Estado PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 458/XI/2.ª Reestruturar o Sector Empresarial do Estado A descrição de carácter económico-financeiro apresentada na próxima secção não deixa dúvidas sobre a absoluta necessidade

Leia mais

Acompanhamento da Situação Económico Financeira do SNS 2006

Acompanhamento da Situação Económico Financeira do SNS 2006 Acompanhamento da Situação Económico Financeira do SNS 2006 Relatório n.º 01/07 ASEFSNS-06 Processo n.º 01/07 ASEFSNS-06 ÍNDICE ÍNDICE DE QUADROS...2 ÍNDICE DE GRÁFICOS...3 RELAÇÃO DE SIGLAS...4 FICHA

Leia mais

Identificação da empresa

Identificação da empresa Identificação da empresa ANA Aeroportos de Portugal, S.A. Missão, Visão e Valores Missão da ANA A ANA - Aeroportos de Portugal, SA tem como missão gerir de forma eficiente as infraestruturas aeroportuárias

Leia mais

PARA ONDE VAI O SEU DINHEIRO?

PARA ONDE VAI O SEU DINHEIRO? PARA ONDE VAI O SEU DINHEIRO? Como preparar um orçamento da saúde que o cidadão contribuinte entenda? Os Medicamentos e o Orçamento José A. Aranda da Silva Auditório da Faculdade de Direito da Universidade

Leia mais

Inovação no Financiamento

Inovação no Financiamento Inovação no Financiamento José Mendes Ribeiro Covilhã,18 de Maio de 2007 UBI_JMR_Maio 2007 Três perguntas simples...... de resposta muito complexa! Quem financia, hoje, a SAÚDE? Onde é gasto o dinheiro?

Leia mais

PROGRAMA OPERACIONAL DE POTENCIAL HUMANO EIXO PRIORITÁRIO 3 GESTÃO E APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL

PROGRAMA OPERACIONAL DE POTENCIAL HUMANO EIXO PRIORITÁRIO 3 GESTÃO E APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL PROGRAMA OPERACIONAL DE POTENCIAL HUMANO EIXO PRIORITÁRIO 3 GESTÃO E APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL TIPOLOGIA DE INTERVENÇÃO 3.1.1 PROGRAMA DE FORMAÇÃO-ACÇÃO PARA PME REGULAMENTO DE CANDIDATURA PARA ENTIDADES

Leia mais

Casa do Direito, Abre essa porta!

Casa do Direito, Abre essa porta! Casa do Direito, Abre essa porta! Apresentação do Projecto Organização Actividades Decreto-lei nº62/2005 de 10 de Outubro Garantir a protecção e o exercício dos direitos do cidadão bem como a observância

Leia mais

Desafios da saúde em Portugal

Desafios da saúde em Portugal www.pwc.pt/saude Desafios da saúde em Portugal 2013 Duas agendas simultâneas: cortes e reformas, com sentido Agenda 16.15h Abertura José Alves, Territory Senior Partner 16.15h 16.55h Apresentação do estudo

Leia mais

Ranking de eficiência energética e hídrica Hospitais do SNS

Ranking de eficiência energética e hídrica Hospitais do SNS Ranking de eficiência energética e hídrica Hospitais do SNS 2012 PEBC Plano Estratégico do Baixo Carbono ECO.AP Programa de Eficiência Energética na Administração Pública 28 de agosto de 2013 www.acss.min-saude.pt

Leia mais

RELATÓRIO E CONTAS 2010 6 ANÁLISE ECONÓMICO - FINANCEIRA

RELATÓRIO E CONTAS 2010 6 ANÁLISE ECONÓMICO - FINANCEIRA 6 ANÁLISE ECONÓMICO - FINANCEIRA 1 ANÁLISE DO BALANÇO O Balanço e o Sistema Contabilístico adequam-se ao previsto no Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias Locais (POCAL), espelhando a situação

Leia mais

REGULAMENTO DA ÁREA MÉDICA DOS SERVIÇOS SOCIAIS DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA

REGULAMENTO DA ÁREA MÉDICA DOS SERVIÇOS SOCIAIS DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA REGULAMENTO DA ÁREA MÉDICA DOS SERVIÇOS SOCIAIS DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA Índice Capítulo I Disposições gerais Secção I Noção, âmbito e objectivos Art.º 1 - Noção e âmbito material Art.º 2 - Objectivos

Leia mais

PROMOÇÃO TURISMO 2020 Protocolo de Cooperação. Turismo de Portugal Confederação do Turismo Português

PROMOÇÃO TURISMO 2020 Protocolo de Cooperação. Turismo de Portugal Confederação do Turismo Português PROMOÇÃO TURISMO 2020 Protocolo de Cooperação Turismo de Portugal Confederação do Turismo Português Lisboa, 25 de fevereiro 2015 1 Considerando que: 1. O Turismo é uma atividade estratégica para a economia

Leia mais

Plano de Gestão de Riscos (incluindo os riscos de corrupção e infracções conexas) Índice:

Plano de Gestão de Riscos (incluindo os riscos de corrupção e infracções conexas) Índice: Índice: I. Enquadramento... 2 II. Caracterização do CHTS, EPE... 4 III. Metodologia de Gestão de Risco... 7 IV. Ambiente Interno... 8 V. Identificação dos Riscos... 11 1. Áreas de Risco... 11 2. Avaliação

Leia mais

Ministérios das Finanças e da Economia. Portaria n.º 37/2002 de 10 de Janeiro

Ministérios das Finanças e da Economia. Portaria n.º 37/2002 de 10 de Janeiro Ministérios das Finanças e da Economia Portaria n.º 37/2002 de 10 de Janeiro O Decreto-Lei n.º 70-B/2000, de 5 de Maio, aprovou o enquadramento das medidas de política económica para o desenvolvimento

Leia mais

2009 BIAC Business Roundtable. Responding to the global economic crisis OECD s role in promoting open markets and job creation. 21 de Maio de 2009

2009 BIAC Business Roundtable. Responding to the global economic crisis OECD s role in promoting open markets and job creation. 21 de Maio de 2009 2009 BIAC Business Roundtable Responding to the global economic crisis OECD s role in promoting open markets and job creation 21 de Maio de 2009 Intervenção do Ministro de Estado e das Finanças Fernando

Leia mais

Portaria n.º 1254/2009, de 14/10 - Série I, n.º 199

Portaria n.º 1254/2009, de 14/10 - Série I, n.º 199 Regulamenta o envio, por via electrónica, do requerimento de isenção de impostos, emolumentos e outros encargos legais, previsto no n.º 6 do artigo 60.º do Estatuto dos Benefícios Fiscais, no momento do

Leia mais

Workshop: práticas na preparação, debate e. (Prof. da Faculdade de Direito de Lisboa)

Workshop: práticas na preparação, debate e. (Prof. da Faculdade de Direito de Lisboa) Workshop: Para onde vai o seu dinheiro? Boas práticas na preparação, debate e adopção do "Orçamento da Saúde" Nazaré da Costa Cabral (Prof. da Faculdade de Direito de Lisboa) Como preparar um orçamento

Leia mais

Regulamento da CMVM n.º 1/2010 Governo das Sociedades Cotadas

Regulamento da CMVM n.º 1/2010 Governo das Sociedades Cotadas Não dispensa a consulta do diploma publicado em Diário da República. Regulamento da CMVM n.º 1/2010 Governo das Sociedades Cotadas As alterações normativas recentes, quer a nível interno, quer a nível

Leia mais

Relatório. Grupo de Trabalho para a Avaliação da Situação da Prestação de Cuidados de Saúde Mental e das Necessidades na Área da Saúde Mental

Relatório. Grupo de Trabalho para a Avaliação da Situação da Prestação de Cuidados de Saúde Mental e das Necessidades na Área da Saúde Mental Relatório Relatório Grupo de de Trabalho para a Avaliação da da Situação da da Prestação de de Cuidados de de Saúde Mental e das Necessidades na na Área da da Saúde Mental Grupo de Trabalho para a Avaliação

Leia mais

Eixo Prioritário III Valorização e Qualificação Ambiental e Territorial Equipamentos para a Coesão Local Equipamentos Sociais

Eixo Prioritário III Valorização e Qualificação Ambiental e Territorial Equipamentos para a Coesão Local Equipamentos Sociais Eixo Prioritário III Valorização e Qualificação Ambiental e Territorial Equipamentos para a Coesão Local Equipamentos Sociais Aviso Apresentação de Candidaturas Equipamentos para a Coesão Local Equipamentos

Leia mais

Estudo Integração e Continuidade de Cuidados

Estudo Integração e Continuidade de Cuidados PLANO NACIONAL DE SAÚDE 2011-16 Estudo Integração e Continuidade de Cuidados Autores: Ana Dias (doutoranda da Universidade de Aveiro e Assistente do Departamento de Economia e Gestão e Engenharia Industrial

Leia mais

PARECER N.º 2 / 2012

PARECER N.º 2 / 2012 PARECER N.º 2 / 2012 DOTAÇÃO DE PESSOAL NO SERVIÇO DE PEDIATRIA ONCOLÓGICA 1. A questão colocada Solicitar o parecer da Ordem acerca da dotação de pessoal no serviço de Pediatria Oncológica, dado que não

Leia mais

DIRECTIVA N 01/2009/CM/UEMOA Sobre o Código de Transparência na Gestão das Finanças Públicas NO SEIO DA UEMOA

DIRECTIVA N 01/2009/CM/UEMOA Sobre o Código de Transparência na Gestão das Finanças Públicas NO SEIO DA UEMOA UNIÃO ECONÓMICA E MONETÁRIA OESTE AFRICANA O Conselho de Ministros DIRECTIVA N 01/2009/CM/UEMOA Sobre o Código de Transparência na Gestão das Finanças Públicas NO SEIO DA UEMOA O CONSELHO DE MINISTROS

Leia mais

Seleção das recomendações de Integração e Continuidade de Cuidados

Seleção das recomendações de Integração e Continuidade de Cuidados ANEXO AO ROTEIRO DE INTERVENÇÃO EM ARTICULAÇÃO E CONTINUIDADE DE CUIDADOS ANEXO II Seleção das recomendações de Integração e Continuidade de Cuidados Autores: Ana Dias (doutoranda da Universidade de Aveiro

Leia mais

Programa Nacional de Erradicação da Poliomielite - Plano de Ação Pós-Eliminação

Programa Nacional de Erradicação da Poliomielite - Plano de Ação Pós-Eliminação MODELO 4 - Norte : Região Unidades Hospitalares (15) MÊS NORTE J F M A M J J A S O N D CH Nordeste, EPE CH Trás-os-Montes e Alto Douro, EPE CH Alto Ave, EPE CH Médio Ave, EPE CH Tâmega e Sousa, EPE CH

Leia mais

Valor do sector do Diagnóstico in vitro, em Portugal. Principais conclusões APIFARMA CEMD. Outubro 2014

Valor do sector do Diagnóstico in vitro, em Portugal. Principais conclusões APIFARMA CEMD. Outubro 2014 Valor do sector do Diagnóstico in vitro, em Portugal Principais conclusões APIFARMA CEMD Outubro 2014 1 APIFARMA Valor do Sector do Diagnóstico in Vitro, em Portugal Agenda I Objectivos e metodologia II

Leia mais

Taxas de serviço aos comerciantes na utilização de cartões de pagamento

Taxas de serviço aos comerciantes na utilização de cartões de pagamento Taxas de serviço aos comerciantes na utilização de cartões de pagamento Caso comparativo Portugal vs. Espanha JULHO 2007 Síntese de conclusões Mais de 14% dos cartões de pagamento na Europa dos 15 são

Leia mais

Reitoria. No plano orçamental para 2009 foi definida uma provisão no valor de 300.000 euros para o Programa - Qualidade.

Reitoria. No plano orçamental para 2009 foi definida uma provisão no valor de 300.000 euros para o Programa - Qualidade. Reitoria Circular RT-05/2009 Programa Qualidade 2009 Apesar dos constrangimentos financeiros impostos pelo orçamento atribuído para 2009, é importante garantir que são apoiadas as experiências e os projectos

Leia mais

RELATÓRIO INTERCALAR (nº 3, do artigo 23º, da Decisão 2004/904/CE)

RELATÓRIO INTERCALAR (nº 3, do artigo 23º, da Decisão 2004/904/CE) (nº 3, do artigo 23º, da Decisão 2004/904/CE) Comissão Europeia Direcção-Geral da Justiça, da Liberdade e da Segurança Unidade B/4 Fundo Europeu para os Refugiados B-1049 Bruxelas Estado-Membro: PORTUGAL

Leia mais

Princípios de Bom Governo

Princípios de Bom Governo Princípios de Bom Governo Regulamentos internos e externos a que a empresa está sujeita O Decreto - Lei 67/2011 de 2 de Junho cria com a natureza de entidade pública empresarial, a Unidade Local de Saúde

Leia mais

Contratualização em Medicina

Contratualização em Medicina Um Outro Olhar sobre o Hospital Contratualização em Medicina Carlos Dias UAG Medicina H. S. João Unidade Autónoma de Gestão Estrutura de gestão intermédia, responsável pela gestão e acompanhamento dos

Leia mais

www.economiaemercado.sapo.ao Agosto 2015

www.economiaemercado.sapo.ao Agosto 2015 54 CAPA www.economiaemercado.sapo.ao Agosto 2015 CAPA 55 ENTREVISTA COM PAULO VARELA, PRESDIDENTE DA CÂMARA DE COMÉRCIO E INDÚSTRIA PORTUGAL ANGOLA O ANGOLA DEVE APOSTAR NO CAPITAL HUMANO PARA DIVERSIFICAR

Leia mais

Auditoria de Resultados. Hospital Distrital de Santarém, EPE. Relatório n.º 21/06 2ªS Processo nº 32/05-Audit. Tribunal de Contas

Auditoria de Resultados. Hospital Distrital de Santarém, EPE. Relatório n.º 21/06 2ªS Processo nº 32/05-Audit. Tribunal de Contas Auditoria de Resultados Hospital Distrital de Santarém, EPE Relatório n.º 21/06 2ªS Processo nº 32/05-Audit ÍNDICE FICHA TÉCNICA........... 2 GLOSSÁRIO............3 RELAÇÃO DE SIGLAS.........6 I. SUMÁRIO

Leia mais

EIXO PRIORITÁRIO VI ASSISTÊNCIA TÉCNICA

EIXO PRIORITÁRIO VI ASSISTÊNCIA TÉCNICA EIXO PRIORITÁRIO VI ASSISTÊNCIA TÉCNICA Convite Público à Apresentação de Candidatura no Domínio da Assistência Técnica aos Organismos Intermédios Eixo Prioritário VI - Assistência Técnica Convite para

Leia mais

Sistema de Apoio às Ações Coletivas (SIAC)

Sistema de Apoio às Ações Coletivas (SIAC) Eixo Prioritário I Competitividade, Inovação e Conhecimento Sistema de Apoio às Ações Coletivas (SIAC) Impulso Jovem Aviso de Abertura de Convite Público para Apresentação de Candidaturas Sistema de Apoio

Leia mais

ASSUNTO: Processo de Auto-avaliação da Adequação do Capital Interno (ICAAP)

ASSUNTO: Processo de Auto-avaliação da Adequação do Capital Interno (ICAAP) Manual de Instruções do Banco de Portugal Instrução nº 15/2007 ASSUNTO: Processo de Auto-avaliação da Adequação do Capital Interno (ICAAP) A avaliação e a determinação com rigor do nível de capital interno

Leia mais

CONSELHO SUPERIOR DE ESTATÍSTICA

CONSELHO SUPERIOR DE ESTATÍSTICA DOCT/1078/CSE/DS 14 a DECISÃO DA SECÇÃO PERMANENTE S DEMOGRÁFICAS E SOCIAIS RELATIVA AO RELATÓRIO APRESENTADO PELO GRUPO DE TRABALHO SOBRE ESTATÍSTICAS DA PROTECÇÃO SOCIAL Considerando que constitui uma

Leia mais

CONCLUSÕES DO CONSELHO. de 27 de Novembro de 2003. sobre o contributo da política industrial para a competitividade Europeia (2003/C 317/02)

CONCLUSÕES DO CONSELHO. de 27 de Novembro de 2003. sobre o contributo da política industrial para a competitividade Europeia (2003/C 317/02) CONCLUSÕES DO CONSELHO de 27 de Novembro de 2003 sobre o contributo da política industrial para a competitividade Europeia (2003/C 317/02) O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA I. EM RELAÇÃO A QUESTÕES HORIZONTAIS:

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS Despacho Nº4724/2005 Sob proposta do Gestor do Programa Operacional Sociedade do Conhecimento e nos termos da alínea a) do n.º 1 do artigo 29º do Decreto-Lei n.º 54-A/2000,

Leia mais

Sistema Colaborativo de Monitorização (PremoGeoU) Mockups da Solução de I&D em Desenvolvimento

Sistema Colaborativo de Monitorização (PremoGeoU) Mockups da Solução de I&D em Desenvolvimento Turismo de Saúde Agenda Enquadramento Sector da Saúde Turismo de Saúde Directrizes sobre ehealth Plataforma Tice.Healthy Sistema Colaborativo de Monitorização (PremoGeoU) Mockups da Solução de I&D em Desenvolvimento

Leia mais

INQUÉRITO ÀS ENTIDADES GESTORAS NORMA ISO 24510 1 OBJECTIVO DO INQUÉRITO 2 CONSTITUIÇÃO DO INQUÉRITO RELATÓRIO FINAL

INQUÉRITO ÀS ENTIDADES GESTORAS NORMA ISO 24510 1 OBJECTIVO DO INQUÉRITO 2 CONSTITUIÇÃO DO INQUÉRITO RELATÓRIO FINAL INQUÉRITO ÀS ENTIDADES GESTORAS NORMA ISO 24510 RELATÓRIO FINAL 1 OBJECTIVO DO INQUÉRITO A publicação das normas ISO 24500 (ISO 24510, ISO 24511 e ISO 24512), que constituem o primeiro conjunto de normas

Leia mais

INUAF Instituto Superior Dom Afonso III

INUAF Instituto Superior Dom Afonso III AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE COLABORADORES EM FUNÇÕES NÃO DOCENTES QUADRO DE REFERÊNCIA 1. APRESENTAÇÃO DA UNIDADE ORGÂNICA O Instituto Superior Dom Afonso III, adiante designado por INUAF, é um estabelecimento

Leia mais

NOVIDADES LEGISLATIVAS E REGULAMENTARES MAIS SIGNIFICATIVAS

NOVIDADES LEGISLATIVAS E REGULAMENTARES MAIS SIGNIFICATIVAS DESTAQUES DE 27 A 31 DE MAIO NOVIDADES LEGISLATIVAS E REGULAMENTARES MAIS SIGNIFICATIVAS ACTIVIDADE PARLAMENTAR E PROCESSO LEGISLATIVO ÚLTIMAS INICIATIVAS Proposta de Lei 151/XII Procede à primeira alteração

Leia mais

Informação de Custos dos Cuidados de Saúde. Serviço Nacional de Saúde

Informação de Custos dos Cuidados de Saúde. Serviço Nacional de Saúde Informação de Custos dos Cuidados de Saúde Serviço Nacional de Saúde A Informação de custos dos Cuidados de Saúde é uma iniciativa que se pretende que venha a ter abrangência nacional, enquadrada no Programa

Leia mais

Portugal e a Política de Coesão 2007-2013

Portugal e a Política de Coesão 2007-2013 MINISTÉRIO DO AMBIENTE, DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL Portugal e a Política de Coesão 2007-2013 2013 Rui Nuno Baleiras Secretário de Estado do Desenvolvimento Regional Centro

Leia mais

GARANTIR A SUSTENTABILIDADE DO FINANCIAMENTO DO SNS

GARANTIR A SUSTENTABILIDADE DO FINANCIAMENTO DO SNS GARANTIR A SUSTENTABILIDADE DO FINANCIAMENTO DO SNS 20 Medidas alternativas que visam garantir a sustentabilidade do financiamento do SNS Análise do Relatório final da Comissão para a sustentabilidade

Leia mais

Comissão Parlamentar de Saúde. Audição da Ordem dos Farmacêuticos

Comissão Parlamentar de Saúde. Audição da Ordem dos Farmacêuticos Comissão Parlamentar de Saúde Audição da Ordem dos Farmacêuticos Sessão de 17 de Janeiro de 2012 Intervenção inicial do Bastonário Carlos Maurício Barbosa Senhora Presidente da Comissão Parlamentar de

Leia mais

A política do medicamento: passado, presente e futuro

A política do medicamento: passado, presente e futuro A política do medicamento: passado, presente e futuro Barcelos, 27 de março de 2015 Ricardo Ramos (Direção de Avaliação Económica e Observação do Mercado) INFARMED - Autoridade Nacional do Medicamento

Leia mais

INOVAÇÃO e I&DT Lisboa

INOVAÇÃO e I&DT Lisboa INOVAÇÃO e I&DT Lisboa Prioridades, Impactos, Próximo Quadro MIGUEL CRUZ Aumentar a capacidade competitiva no mercado internacional Reforçar as competências estratégicas Apoiar as PME no reforço das suas

Leia mais

Portaria 560/2004, de 26 de Maio

Portaria 560/2004, de 26 de Maio Portaria 560/2004, de 26 de Maio Aprova o Regulamento Específico da Medida «Apoio à Internacionalização da Economia A Resolução do Conselho de Ministros n.º 103/2002, de 17 de Junho, publicada em 26 de

Leia mais

Candidatura 2010 ENERGIA. Utilização racional de energia e eficiência energético - ambiental em equipamentos colectivos IPSS e ADUP

Candidatura 2010 ENERGIA. Utilização racional de energia e eficiência energético - ambiental em equipamentos colectivos IPSS e ADUP Candidatura 2010 ENERGIA Utilização racional de energia e eficiência energético - ambiental em equipamentos colectivos IPSS e ADUP ÍNDICE: 1. ENQUADRAMENTO 2. EIXO 2 APOIO AS ENERGIAS RENOVÁVEIS 3. OBJECTIVOS

Leia mais

Programa de Unidades Curriculares Opcionais

Programa de Unidades Curriculares Opcionais Programa de Unidades Curriculares Opcionais Para assegurar que todos os alunos tenham acesso a UC que permitam perfazer as exigências em créditos (ECTS) de UC Opcionais dos respectivos Planos de Estudo,

Leia mais

Princípios de Bom Governo

Princípios de Bom Governo Princípios de Bom Governo Regulamentos internos e externos a que a empresa está sujeita O Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio, E. P. E. rege-se pela legislação e demais normativos aplicáveis às Entidades

Leia mais

SÍNTESE a SÍNTESE. Janet Murdock NOVEMBRO 2009. Understanding conflict. Building peace.

SÍNTESE a SÍNTESE. Janet Murdock NOVEMBRO 2009. Understanding conflict. Building peace. SÍNTESE a Governação de Recursos Naturais em São Tomé e Príncipe: Um Estudo de Caso sobre a Supervisão e Transparência das Receitas Petrolíferas SÍNTESE Janet Murdock NOVEMBRO 2009 Understanding conflict.

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres

Leia mais

FORMULÁRIO PROGRAMA DE APOIO A PROJECTOS NO PAÍS

FORMULÁRIO PROGRAMA DE APOIO A PROJECTOS NO PAÍS Comissão para as Alterações Climáticas Comité Executivo Fundo Português de Carbono FORMULÁRIO PROGRAMA DE APOIO A PROJECTOS NO PAÍS CANDIDATURA DE PROGRAMA [de acordo com o Anexo do Regulamento] Resumo

Leia mais

Minhas Senhoras e meus senhores

Minhas Senhoras e meus senhores Cerimónia de entrega de Certificados de Qualidade ISO 9001 Centro Hospitalar de Entre o Douro e Vouga 30 de junho de 2015 Senhor Presidente da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira Dr. Emídio Sousa

Leia mais

ESTATÍSTICAS DA FUNDAÇÃO PARA A CIÊNCIA E A TECNOLOGIA (FCT)

ESTATÍSTICAS DA FUNDAÇÃO PARA A CIÊNCIA E A TECNOLOGIA (FCT) ESTATÍSTICAS DA FUNDAÇÃO PARA A CIÊNCIA E A TECNOLOGIA (FCT) INSTITUIÇÕES DE I&D Este documento sintetiza a informação estatística sobre as Instituições de I&D financiadas pela FCT, focando essencialmente

Leia mais

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º Âmbito de aplicação do regulamento O presente regulamento estabelece as condições de acesso e as regras gerais de atribuição de co-financiamento comunitário do Fundo

Leia mais

INVESTIR EM I&D - PLANO DE ACÇÃO PARA PORTUGAL ATÉ 2010 CIÊNCIA E INOVAÇÃO -PLANO PLANO DE ACÇÃO PARA PORTUGAL ATÉ 2010 - NOVA TIPOLOGIA DE PROJECTOS

INVESTIR EM I&D - PLANO DE ACÇÃO PARA PORTUGAL ATÉ 2010 CIÊNCIA E INOVAÇÃO -PLANO PLANO DE ACÇÃO PARA PORTUGAL ATÉ 2010 - NOVA TIPOLOGIA DE PROJECTOS CIÊNCIA E INOVAÇÃO -PLANO PLANO DE ACÇÃO PARA PORTUGAL ATÉ 2010 - NOVA TIPOLOGIA DE PROJECTOS 1 ENQUADRAMENTO - I - Os objectivos delineados na Estratégia de Lisboa e as conclusões do Conselho de Barcelona,

Leia mais

Política de Cidades Parcerias para a Regeneração Urbana

Política de Cidades Parcerias para a Regeneração Urbana Política de Cidades Parcerias para a Regeneração Urbana Aviso de Abertura de Concurso para Apresentação de Candidaturas de Programas de Acção PRU/2/2008 Grandes Centros Política de Cidades - Parcerias

Leia mais

REGULAMENTO programa de apoio às pessoas colectivas de direito privado sem fins lucrativos do município de santa maria da feira

REGULAMENTO programa de apoio às pessoas colectivas de direito privado sem fins lucrativos do município de santa maria da feira REGULAMENTO programa de apoio às pessoas colectivas de direito privado sem fins lucrativos do município de santa maria da feira PG 02 NOTA JUSTIFICATIVA O presente regulamento promove a qualificação das

Leia mais

ACTUALIZAÇÃO ANUAL DO PROGRAMA DE ESTABILIDADE E CRESCIMENTO: PRINCIPAIS LINHAS DE ORIENTAÇÃO. 11 de Março de 2011

ACTUALIZAÇÃO ANUAL DO PROGRAMA DE ESTABILIDADE E CRESCIMENTO: PRINCIPAIS LINHAS DE ORIENTAÇÃO. 11 de Março de 2011 Ministério das Finanças e da Administração Pública ACTUALIZAÇÃO ANUAL DO PROGRAMA DE ESTABILIDADE E CRESCIMENTO: PRINCIPAIS LINHAS DE ORIENTAÇÃO 11 de Março de 2011 Enquadramento No actual quadro de incerteza

Leia mais