TEXTO PARA DISCUSSÃO Nº 81 UMA ANÁLISE DAS DISPARIDADES DE BEM-ESTAR ENTRE OS ESTADOS DO BRASIL

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1 GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DO PLANEJAMENTO E GESTÃO - SEPLAG INSTITUTO DE PESQUISA E ESTRATÉGIA ECONÔMICA DO CEARÁ - IPECE TEXTO PARA DISCUSSÃO Nº 81 UMA ANÁLISE DAS DISPARIDADES DE BEM-ESTAR ENTRE OS ESTADOS DO BRASIL Chrsano M. Penna 1 Ncolno Tromper Neo 2 Evelne Barbosa 3 Fabríco Lnhares 4 Foraleza-CE Julho/ Chrsano M. Penna - Analsa de Polícas Públcas do Insuo de Pesqusa e Esraéga Econômca do Ceará-IPECE, Douorando em Economa pelo CAEN/UFC. Emal: 2 Ncolno Tromper Neo - Analsa de Polícas Públcas do Insuo de Pesqusa e Esraéga Econômca do Ceará-IPECE, Douor em Economa pelo CAEN/UFC. Emal: 3 Evelne Barbosa Dreora Geral do IPECE. Emal: 4 Fabríco Lnhares - Professor do CAEN/UFC. Emal:

2 Texos para Dscussão do Insuo de Pesqusa e Esraéga Econômca do Ceará (IPECE) GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Cd Ferrera Gomes Governador SECRETARIA DO PLANEJAMENTO E GESTÃO (SEPLAG) Desrée Moa Secreára INSTITUTO DE PESQUISA E ESTRATÉGIA ECONÔMICA DO CEARÁ (IPECE) Evelne Barbosa Slva Carvalho Dreora Geral A Sére exos para Dscussão do Insuo de Pesqusa e Esraéga Econômca do Ceará (IPECE) em como objevo a dvulgação de esudos elaborados ou coordenados por servdores do órgão, que possam conrbur para a dscussão de emas de neresse do Esado. As conclusões, meodologa aplcada ou proposas condas nos exos são de nera responsabldade do(s) auor(es) e não exprmem, necessaramene, o pono de vsa ou o endosso do Insuo de Pesqusa e Esraéga Econômca do Ceará-IPECE, da Secreara de Planejameno e Gesão ou do Governo do Esado do Ceará. O Insuo de Pesqusa e Esraéga Econômca do Ceará é uma auarqua vnculada à Secreara de Planejameno e Gesão do Governo do Esado do Ceará que em como mssão dsponblzar nformações geosocoeconômcas, elaborar esraégas e propor polícas públcas que vablzem o desenvolvmeno do Esado do Ceará. Insuo de Pesqusa e Esraéga Econômca do Ceará (IPECE) End.: Cenro Admnsravo do Esado Governador Vrgílo Távora Av. General Afonso Albuquerque Lma, S/N Edfíco SEPLAN 2º andar Foraleza-CE Telefones: (85) / Fax: (85) ISSN:

3 IPECE/Texo para Dscussão nº Inrodução e Revsão de Leraura A hpóese da convergênca da renda per capa é um resulado dreo dos modelos neoclásscos de crescmeno, dervados a parr do rabalho semnal de Solow (1956). De um modo geral, uma vasa leraura empírca sugere que as economas como um odo não devem convergr para um mesmo nível de renda per capa, mas que economas com caraceríscas esruuras comuns endem a convergr para níves de renda per capa semelhanes. 5 Esudos recenes sobre o processo de convergênca no Brasl, ulzando dversas meodologas, vêm consanemene aponando para a exsênca de clubes de convergênca. Os rabalhos de Andrade e al (2004), em âmbo muncpal, e de Gondm e Barreo (2004), em âmbo muncpal e esadual, ulzam a meodologa baseada na dnâmca das dsrbuções de renda, proposa por Quah (1996). Tas rabalhos sugerem um caráer regonal para os clubes de convergênca denfcados, vso que, o clube de baxa renda é formado predomnanemene pelos muncípos/esados das regões Nore e Nordese, enquano o clube de renda mas elevada é composo prncpalmene pelos muncípos/esados das regões Cenro-Oese, Sul e Sudese. Em conformdade com as resulados, o rabalho de Coelho e Fgueredo (2007) segue a écnca proposa por Johnson e Takeyama (2003) 6 e dá enfoque ao papel das condções ncas no processo de formação de clubes de convergênca dos muncípos brasleros. Ese rabalho sugere que o surgmeno desses clubes se deve, em grande pare, às desgualdades exsenes enre as regões e não denro das regões. O rabalho de Tromper Neo, Lnhares e Caselar (2008), baseado em um panel dnâmco não-lnear, ambém busca compreender de que forma 5 Durlauf e Johnson (2008) é um excelene survey que raa do processo de convergênca. 6 Johnson e Takeyama (2003) buscam deermnar qual forma de convergênca (bea convergênca condconal, bea convergênca ncondconal e clubes de convergênca) melhor descreve a dnâmca da renda dos esados nore-amercanos. Ese esudo é baseado no rabalho ponero de Durlauf e Johnson (1995), que ulzam regresson ree e as varáves renda per capa e axa de alfabezação como deermnanes dos grupos.

4 IPECE/Texo para Dscussão nº 81 4 o processo de convergênca se dá enre os esados brasleros defnndo endogenamene clubes de convergênca, de manera smlar a Durlauf e Johnson (1995). Apesar de ulzarem écncas dferenes das de Coelho e Fgueredo (2007), Tromper Neo, Lnhares e Caselar ambém susenam a hpóese de 2 clubes de convergênca dsnos no Brasl. Penna e Lnhares (2009), ulzando como base a meodologa proposa por Phllps e Sul (2007), examnam a exsênca de endêncas de crescmeno comuns e a formação de clubes de convergênca enre os esados do Brasl admndo a possbldade de heerogenedade no processo de desenvolvmeno ecnológco. Assm como nos esudos relaados anerormene, Penna e Lnhares ambém evdencam a formação de dos clubes de convergênca: um prmero formado prncpalmene pelos esados das regões Cenro-Oese, Sudese e Sul e um segundo formado, sobreudo, pelos esados das regões Nore e Nordese. A parr deses esudos, noa-se um possível consenso sobre a exsênca de clubes de convergênca de renda per capa. Levando-se em cona a exsênca de uma relação posva enre rqueza econômca e bem-esar, que é basane obva ao nível ndvdual, e ende ambém a ser verdadera enre economas, ornou-se usual valer-se da renda per capa como créro de avalação do bem-esar de uma dada socedade. Ao se razer esa relação enre renda per capa e bem-esar socal para a análse do processo de convergênca, o processo de formação de clubes de convergênca de renda parece sugerr, num prmero momeno, que ambém esão se formando clubes de convergênca de bem-esar. Enreano, de acordo com Sen (1974), a renda per capa de uma deermnada regão deve ser vsa com cauela, pos se a renda de deermnada regão for dsrbuída de manera desgual, enão o nível médo do rendmeno per capa pode ser uma aproxmação enganosa do bemesar desa regão. Nesa lnha argumenava, Sen sugere que é necessáro consderar não só o prmero, mas ambém o segundo momeno da dsrbução de renda, ou seja, na mensuração do bem-esar socal é mprescndível que se

5 IPECE/Texo para Dscussão nº 81 5 aene não só para a renda per capa per s, mas ambém para a desgualdade ou dspersão de renda enre os ndvíduos. Com efeo, para uma deermnada economa, Sen propôs o segune índce de bem-esar socal: ω μ, g ) = μ (1 α g ), onde ω é uma meda de bem-esar, μ a renda ( per capa, α é um parâmero de aversão a desgualdade e g é o índce de Gn 7. O índce descro prevê que o nível da renda per capa deve ser penalzado de acordo com a manera como a renda é dsrbuída. Noa-se que as elascdades do índce com respeo à μ e g são, respecvamene, 1 e g /( 1 g). Iso sugere que, conforme o coefcene de Gn va declnando a parr de 0.5, maor será a sensbldade dese ndcador em relação à renda. Analsando os casos exremos do coefcene de Gn, consaa-se que para um coefcene gual à undade eremos uma desgualdade exrema, ou seja, oda a renda esara concenrada nas mãos de uma únca pessoa e o resane dos ndvíduos da população seram prvados dos benefícos que poderam usufrur caso a renda fosse dsrbuída de modo gualáro. Desa forma, a renda per capa de uma deermnada regão não sera uma boa aproxmação do bem-esar da sua população. De modo conráro, se o índce de Gn for gual a zero, enão a renda será perfeamene dsrbuída e a renda per capa per s é um excelene ndíco do bem-esar dos ndvíduos que desfruam da mesma. Dversos esudos, ulzando as mas varadas écncas, já foram realzados buscando analsar o processo de convergênca do índce de bem-esar proposo por Sen (1974). Em âmbo nernaconal, Ravalon (2003), Wodon e Yzhak (2005), Ezcurra e Pascual (2005) e Gruen e Klasen (2008), fzeram análses ulzando dados em panel. Ezcurra, Pascual e Rapún (2006) ambém realzaram uma análse do índce de bem-esar para um panel de países da Unão Européa. Em nível regonal, Mas e Goerlch (2004) e Zarco, 7 Usualmene o parâmero de aversão à desgualdade, α, é gualado à undade (aversão absolua a desgualdade). É de se esperar que o índce de Gn, g, possa dar lugar a qualquer função crescene na desgualdade de renda como, por exemplo, o índce de desgualdade de Thel.

6 IPECE/Texo para Dscussão nº 81 6 Pérez e Alaz (2007) analsaram o processo de convergênca dese índce para as províncas espanholas e, Marna (2000) para as províncas Argennas. Denre eses esudos, o que despera maor aenção é o de Mass e Goerlch (2004), pos endo como base as rendas per capas e no índce de Gn das províncas espanholas nos anos de 1955, 1999, 1973 e 1991, eses auores relaam que a penalzação para a desgualdade aludda por Sen (1974) não sera capaz de afear o processo de convergênca de renda na Espanha; ou seja, a formação de clubes de convergênca de renda podera esar mplcando na formação de clubes de convergênca de bem-esar. Apesar da leraura nernaconal já analsar o processo de convergênca de bem-esar, análses do po anda não foram realzadas para o Brasl. Invesgações dese po são exremamene relevanes, pos a consaação de que o processo de formação de clubes de convergênca de renda é acompanhado pela formação de clubes de bem-esar, em ermos de polícas públcas, é um resulado que exge anda mas esforço do Governo Federal, a fm de que se reduzam as dspardades regonas. Ulzando-se da meodologa de Phlps e Sul (2007), ese rabalho busca consaar se o que ocorre para a Espanha ambém ocorre para o Brasl, so é, o presene esudo busca averguar se, mesmo levando em cona o papel da dsrbução de renda, anda exsram evdêncas de que os esados do Sul, Sudese e Cenro-Oese vêm se desacando dos esados do Nore e Nordese. A meodologa aqu empregada perme que o comporameno emporal de cada esado leve em consderação a dsrbução da renda em cada esado, a renda per capa esadual, a heerogenedade não observável enre os esados e uma endênca de longo prazo assocada a odas esas varáves. Na revsão bblográfca fea ao longo da elaboração dese esudo, ambém não foram denfcados esudos que buscassem mensurar o nível de recursos necessáros para que ese possível processo de formação de clubes seja desfeo. Em ermos de polícas de redução de desgualdades, esa medda é de exrema relevânca para se er uma déa do amanho do desafo em que os gesores de polícas esão nserdos.

7 IPECE/Texo para Dscussão nº 81 7 O rabalho fo dvddo da segune manera: após esa nrodução e revsão da leraura, a meodologa aqu empregada é apresenada. Poserormene se descreve de que forma fo monado o panel de dados que fo ulzado para o cômpuo das esmavas. Logo após são apresenados os resulados. Na quna seção buscou-se mensurar o nível de recursos necessáros para que ese possível processo de formação de clubes seja desfeo. Na sexa seção seguem-se os comenáros fnas. Ao fnal do rabalho, como de praxe, são apresenadas as referêncas bblográfcas. 2. Meodologa Seja o índce de bem-esar socal, proposo por Sen (1974) defndo como: ω = μ 1 g ), onde ω é uma meda de bem-esar, μ a renda per ( capa e g é o índce de Gn; enão pode-se formar um panel de dados W, onde = 1,..., N e = 1,..., T denoam as undades cross-secon e o empo, respecvamene. Usualmene, ssemáco, a, e um ransóro, W é decomposo em dos componenes, um g, ou seja, W = a + g (1) Enreano, não há razão pela qual a aleração no processo dnâmco da dsrbução de renda ocorra de forma homogênea enre as undades cross-secon. Cada esado possu seus problemas e oporundades específcos, e so erá nfluenca drea não só sobre a dnâmca de crescmeno, mas ambém sobre a dsrbução da renda de cada um deles, ou seja, é de se esperar que um índce de bem-esar se compore de forma relavamene heerogênea enre esados. A esraéga empírca de Phllps e Sul (2007) fo a de modelar ese panel de modo que os componenes comuns e dossncrácos pudessem ser dsngudos, 8 ou seja, 8 A déa de Phllps e Sul (2007) era a de modelar a renda per capa sob hpóese de progresso ecnológco heerogêneo, enreano, al esraéga nada mas é do que uma manera alernava para se modelar uma heerogenedade não observável. Iso sugere que a análse do processo de convergênca pode ser empregada

8 IPECE/Texo para Dscussão nº 81 8 W a + g = b, μ, (2),,, a, + g, = μ = μ onde μ é um componene que deermna a rajeóra de esado esaconáro, ou seja, uma rajeóra comum de crescmeno e b, é um elemeno dossncráco que vara no empo capaz de mensurar os efeos ndvduas de ransção. Dese modo, podera se dealzar b, como a rajeóra de ransção ndvdual de, dado o seu deslocameno em orno da rajeóra comum, μ. 9 Neses ermos, sera possível se esar convergênca de longo prazo (quando ) sempre que a heerogenedade não observável se dsspe, quer dzer, sempre que g, g. Inferêncas sobre o comporameno de b, não são possíves sem a mposção de alguma resrção em sua dnâmca, pos o número de parâmeros desconhecdos em alernava para modelar os elemenos de ransção, de um coefcene de ransção relavo, b, é gual ao número de observações. Uma h,, defndo como: b,, vem da consrução onde w, h wˆ,,, = = 1 N 1 N N wˆ = N b 1, = 1, b, (3) ˆ represena o índce de bem-esar socal sem o componene de cclos econômcos. 10 Sendo assm, as curvas raçadas por h, defnem uma rajeóra de ransção relava e, ao mesmo empo, mensuram o quano a economa se desloca em relação à rajeóra de crescmeno comum, μ. Dessa forma, numa varedade de ouros emas como, por exemplo, na análse de convergênca do nível de gás carbônco per capa [Panopoulou e Panelds (2009)], na análse de convergênca do reorno de bolsas [Caporale, Erdogan e Kuzn (2009)] ou na análse de convergênca de bem-esar, como dscudo aqu. 9 É necessáro ressalar que, embora exsa esa heerogenedade enre esados, deermnadas regões anda guardam caraceríscas comuns enre os esados que as compõem. Tas caraceríscas comuns podem ser nfluênca de faores culuras, ecnológcos (como preconzam Phllps e Sul), nsuconas, sóco-econômcos, governamenas e de ouros faores não observáves, daí a suposção do componene comum. 10 Na práca, ao rabalharmos com varáves macroeconômcas eremos que log y, = b,. μ + κ,, onde κ, represena um efeo de cclo de negócos. A remoção do componene de cclos pode ser realzada aravés da ulzação do flro de Whaker-Hodrck-Presco (WHP). Esa abordagem não requer nenhuma especfcação a pror para μ e é basane cômoda, pos requer um únco parâmero de smooh como npu. h,

9 IPECE/Texo para Dscussão nº 81 9 pode dferr enre as economas no curo prazo, mas adme convergênca a longo prazo sempre que h 1 para odo quando. Ressala-se, anda que, se sso ocorrer, a varânca cross-secon de h, converge para zero; ou seja, em se que 2 1 N = N = ( h 1, 2 σ 1) 0 quando. (4) Com base nesa modelagem, Phllps e Sul (2007) desenvolveram uma análse de convergênca baseada no que denomnaram ese log. Os auores propõem a segune forma sem-paramérca para se modelar os coefcenes de ransção, assumndo que os mesmos são endêncas esocáscas lneares e permndo-se heerogenedade enre economas ao longo do empo: b σ ξ, = b, (5) α L( ), + onde L () é uma função slowly varng (SV), crescene e dvergene no nfno; ξ ~.. (0,1), α governa a axa de queda da varação nas undades, d ransversas ao longo do empo e, σ > 0 e 1,. Noando que, L () quando, enão essa formulação assegura que b b para odo α 0, ou seja, sempre haverá convergênca se b, b para odo 0 α e dvergênca caso conráro. Com efeo, êm-se duas condções para convergênca do modelo: ) lm b, = b b = b e α 0 k + k e ) lm b, b b b ou α < 0 k + k, Assm sendo, é possível esabelecer um ese da hpóese nula de convergênca conra hpóeses alernavas de não-convergênca. Tal ese é baseado nas segunes hpóeses: Hpóese nula H : b = b & α 0 (6) 0 Hpóeses alernavas H H A1 A2 : : b = b, & α < 0 b b, para algum & α 0 ou α < 0

10 IPECE/Texo para Dscussão nº Esa abordagem ambém perme esar a formação de clubes de convergênca. Por exemplo, exsndo dos clubes { G 1, G2} ; G 1 + G 2 = N enão a hpóese alernava pode ser descra da segune manera: H A : b b b 1 2 e α 0 e α 0 se se G 1 G 2 (6 ) A regressão para se esar (6) supondo L( ) = log é baseada na segune regressão: H1 log 2log[ L( )] = β 0 + β1 log + u para = T0..., T H,, (7) onde H / H 1 represena a relação de varânca cross-secon enconrada N aravés de H = N = ( h 1 1) e h = wˆ / N = wˆ 1. Sob hpóese nula, os coefcenes de (7) podem ser esados com base num ese unlaeral, robuso a auo-correlação e heerocedascdade. Para um nível de 5%, por exemplo, a hpóese nula de convergênca deve ser rejeada se <-1,65. βˆ 1 Phllps e Sul ambém sugerem que a regressão (7) seja realzada após se descarar uma fração amosral. Após exensvas smulações de Mone Carlo, eses auores sugerem que (7) deva ser regredda após se corar, aproxmadamene, um erço das observações ncas. A fração r = 0. 3 fo enconrada aravés de exensvas smulações de Mone Carlo e os resulados desas smulações sugerem que al fração é a deal em ermos de amanho e poder. A rejeção da hpóese nula de convergênca para odo o panel pode esar ndcando a exsênca de ponos separados de equlíbro ou múlplos esados esaconáros. Quando sso ocorre, pode-se er a dvergênca de alguns membros do panel e/ou a formação de clubes de convergênca. Nese conexo, um algormo que realze a aplcação seqüencal do ese log perme a denfcação de clubes de convergênca sem que se recorra N

11 IPECE/Texo para Dscussão nº às usuas caraceríscas observáves que condconem o devdo agrupameno dese clube. 11 O algormo é descro a segur: 1) Ordenam-se as economas de acordo com o índce de bem-esar socal do período fnal; 2) Seleconam-se as k prmeras economas com maor índce de bemesar, formando um sub-grupo G k para algum 2 k < N. Esma-se a regressão log e calcula-se a esaísca de convergênca = G ) para k ( k ese sub-grupo. Escolhe-se um grupo formado por k economas al que K seja maxmzado sobre k de acordo com a condção: k = arg max{ } sujeo a k k mn{ } > 1, Se a condção mn{ } > 1, 65 não for válda para k = 2, enão k k o esado com maor bem-esar é excluído da amosra e um novo sub-grupo, G j = {2,..., } para 3 j < N, é formado. Repee-se ese passo formando-se a 2 j esaísca = G ). Se a condção mn{ } > 1, 65 não for válda para odos j ( 2 j os pares seqüencas de economas, conclu-se que o panel não apresena clubes de convergênca. 3) Adcona-se uma economa por vez ao grupo prmáro com k k membros e esma-se a regressão log novamene; sempre se nclu uma nova economa ao clube de convergênca se a esaísca for maor do que o créro de fxação, c. Quando T for pequeno ( T 30), o créro de fxação, c, pode ser zero para assegurar uma seleção conservadora; se T for grande, c pode r assnócamene para o valor críco de 5%, ou seja, - 1,65. Repee-se esse procedmeno para odas as economas remanescenes e forma-se o prmero sub-grupo de convergênca a parr do grupo prmáro G suplemenado pelas economas que aendem ao créro de fxação. k 4) Forma-se um segundo grupo com as economas para o qual a regra de fxação falha no passo 3; esma-se a regressão log e se verfca se ˆ > 1,65, que reraa o nível de sgnfcânca do ese para a convergênca. β 11 Observe que em rabalhos anerores os clubes de convergênca sempre eram seleconados com base em algum créro como, por exemplo, educação, desgualdade, ec. 12 A condção mn{ } > 1, 65 reraa o nível de sgnfcânca da análse, 5%. k

12 IPECE/Texo para Dscussão nº Se esa condção for aendda conclu-se que exsem dos grupos de convergênca dsnos: o grupo prmáro G e o segundo grupo. De modo k conráro, se a condção não for aendda, repee-se do passo 1 ao passo 3 para verfcar se ese segundo grupo pode ser subdvddo em um número maor de clubes de convergênca. Não exsndo um conjuno composo por k 2 economas no passo 2 com > 1, 65, conclu-se que as economas k remanescenes não podem ser subdvddas em subgrupos e, porano, as economas não convergem para um paamar comum. 3. Dados Os procedmenos descros acma devem ser aplcados a um panel de dados do índce de bem-esar de Sen (1974). Para ano, são necessáras as séres esaduas do índce de desgualdade de Gn e da renda real per capa. O índce de desgualdade pode ser obdo faclmene no IPEADATA para os anos de 1981 a 2008, sendo os valores nos anos de censo (1991, 1994 e 2000) preenchdos com médas enre os anos anerores e poserores.13 Também são necessáras as rendas per capa das 26 undades da federação [o Dsro Federal não fo ncluído na análse devdo ao possível vés sugerdo em Penna e Lnhares (2009), além do que, a nclusão do mesmo podera dsorcer a comparação enre o processo de convergênca da renda per capa e o processo de convergênca do bem-esar socal]. Embora a renda famlar per capa ambém seja uma varável que possa ser ulzada, opou-se por ulzar, assm como na análse do processo de convergênca de renda per capa, os PIBs per capa sugerdos em Azzon (1997); A razão para a escolha de al varável é smples: poso que se eseja aplcando a mesma meodologa ulzada para análse de convergênca da renda per capa realzada por Penna e Lnhares (2009), ao 13 Em ermos de robusez, os resulados não se aleram para o preenchmeno com as médas dos 3, dos 2 e dos prmeros anos ao redor dos mssng values.

13 IPECE/Texo para Dscussão nº se ulzar as varáves se era uma melhor base de comparação enre as análses de renda per capa e bem-esar socal. Na referda base de dados não há dados para a renda per capa para os Esados do Acre, Amapá, Mao Grosso do Sul, Rorama e Rondôna para anos anerores a O Esado do Tocanns fo fundado apenas em 1988, assm sendo, não há dados nem para a renda per capa nem para dsrbução de renda. É possível ncorporar esas undades federavas à análse da mesma manera que fo feo na análse de convergênca de renda per capa14, qual seja, ) nverer a cronologa dos dados denro do período em análse; ) realzar uma prevsão dnâmca e; ) preencher a sére nverendo novamene a cronologa dos ponos prevsos. Apesar de exsrem écncas mas avançadas para a exensão desas varáves, é de se esperar que os procedmenos aqu ulzados não devam ncorrer em séros problemas, uma vez que os dados gerados para o período aneror 1985 são flrados e devem apenas conrbur para a formulação do coefcene de ransção relavo. Além dsso, Phllps e Sul (2007) recomendam que os prmeros anos da amosra sejam descarados para amenzar o efeo das observações ncas; segundo esa sugesão, o efeo dos dados gerados para ese período ncal se orna rrelevane ao se esar a hpóese de convergênca. 4. Resulados Aplcando se o ese log para o panel de dados do índce de bemesar de Sen obeve-se uma esaísca ˆ = ; como o valor é menor do que -1.65, ese resulado sugere que não há convergênca global de bem-esar socal, porém, abre-se espaço para a dvergênca de alguma undade ou para a possível formação de clubes de convergênca. Ao se aplcar o algormo descro anerormene, os resulados sugerem que vêm β 14 O coefcene de Gn para o esado dos Tocanns no período aneror a 1988 fo preenchdo ulzando-se o créro lnear.

14 IPECE/Texo para Dscussão nº se formando dos clubes de convergênca de bem-esar. 15 Os esados que compõem cada um dos clubes e as esaíscas de ese assocadas à regressão (7) são descras a segur: TABELA 1: CLUBES DE CONVERGENCIA DE BEM-ESTAR IDENTIFICADOS 16 GRUPO 1 Parâmero βˆ βˆ Espíro Sano, Goás, Mao Grosso, Paraná, Ro de Janero, Ro Grande do Sul, Sana Caarna, São Paulo, Tocanns. β β GRUPO 2 Parâmero βˆ βˆ Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Baha, Ceará, Maranhão, Mnas Geras, Mao grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Pauí, Ro Grande do Nore, Rondôna, Rorama e Sergpe Fone: Elaboração dos Auores β β Ao comparar ese resulado, que leva em consderação o bem-esar socal, com as análses de convergênca de renda per capa realzadas em esudos anerores, consaa-se que os membros que formam os clubes de bem-esar socal são pracamene os mesmos que formam os clubes de renda per capa. Ou seja, a segregação regonal, já relaada em esudos que ulzaram a renda per capa, permanece ocorrendo quando uma análse de bem-esar socal é fea. A únca exceção é o caso do Mao Grosso do Sul, que nas análses de convergênca de renda faza pare do grupo mas desenvolvdo e, que aqu se desloca para o grupo do Nore e Nordese. Ese deslocameno pode esar relaconado a dos faores: à própra penalzação da renda, nrínseca ao 15 No presene esudo, o core de um erço das observações ncas (os 9 prmeros anos), conforme sugerdo por Phllps e Sul, propcou regressões com dmensão empo gual a 18. Esa dmensão é relavamene pequena e os resulados apresenados requerem alguma robusez: Os resulados se manêm para cores dos 8 ou 7 prmeros anos das séres; corando uma fração um pouco maor (os 10 prmeros anos), os resulados aponam para os mesmos clubes enconrados na análse da convergênca de renda per capa. Oura alernava é, ao nvés de realzar os procedmenos nas séres em nível, aplcar o algormo nos log dos índces de bem-esar; fazendo so, a dspersão enre as séres é reduzda e as observações ncas êm um menor efeo sobre a regressão. Com logs, os resulados se manêm para cores das 4, das 5 e das 6 observações ncas. Iso sugere que nossos resulados parecem ser robusos no que se raa da dmensão empo. 16 Regressão base: log ( H ) 1 H 2log[ L( )] = β 0 + β1 log + u

15 IPECE/Texo para Dscussão nº índce, e devdo ao baxo desempenho dnâmco da renda per capa dese esado, se comparado aos demas esados do clube de renda per capa mas elevada. A dsposção geográfca dos esados perencenes aos clubes de convergênca de Bem-Esar é apresenada a segur e comparada com a dsrbução geográfca dos esados perencenes aos clubes de convergênca de renda per capa, enconrados por Penna e Lnhares (2009). A dnâmca de ransção relava dos esados para suas respecvas posções de seady-sae, dados seus grupo é apresenada no apêndce. MAPA 1: DISPOSIÇÃO GEOGRÁFICA RENDA PER CAPITA VS BEM-ESTAR SOCIAL Noa: clubes com renda per capa / bem-esar socal mas elevado em branco, clubes com renda per capa / bem-esar socal nferores em cnza. Fone: Penna e Lnhares (2009) e Elaboração dos Auores Uma quesão de neresse aos gesores de polícas públcas relaconase ao quão grande é a dferença enre as posções de esado esaconáro deses clubes. Phllps e Sul sugerem que a rajeóra de esado esaconáro dos clubes pode ser aproxmada pela méda das séres flradas. A rajeóra de longo prazo, ou de esado esaconáro, dos respecvos clubes de convergênca é descra a segur em ermos de bem-esar socal (BES) e de renda per capa (RPC):

16 IPECE/Texo para Dscussão nº GRÁFICO 1: TRAJETÓRIA DE LONGO PRAZO DOS CLUBES G1 BES G1 RPC G2 BES G2 RPC Fone: Elaboração dos Auores Ao analsar as dnâmcas de longo prazo da renda, o gráfco 1 parece dar supore à Kon (1998), que ulza o índce de Wllamson para analsar a convergênca/dvergênca regonal, e sugere que para o período de , houve uma endênca à convergênca em relação à méda naconal e, no período segune, exsu dvergênca. 17 Os resulados desa comparação revelam que as rajeóras de longo prazo do bem-esar socal dos grupos passaram a dvergr consanemene a parr de 87. O dferencal de bem-esar enre grupos, em 1981, era de aproxmadamene R$ 1.750,00; em 2007 esse dferencal passou para R$ 4.110, Ou seja, se raando de bem-esar socal, a dferença enre as posções de esado esaconáro dos clubes aumenou em, aproxmadamene, 2.35 vezes. No mesmo período, com relação a renda per capa, esa dferença é um pouco menor, aproxmadamene 1.92 vezes. 17 Kon (1998) sugere que: No prmero período, as polícas econômcas voladas à conenção do crescmeno acelerado da nflação (que enda a uma hpernflação) conrbuíram para a queda do dnamsmo da Indúsra de Transformação, que se concenra em regões mas avançadas, possblando cero grau de descenralzação da geração do produo. O crescmeno da dvergênca no período segune pode ser arbuído a odo um processo de aberura às mporações e aceleração do desenvolvmeno ecnológco, que eve mpacos mas nensos nas regões pólo mas doadas de nfra-esruura e de economas de aglomeração. 18 Dados em Reas de 2007.

17 IPECE/Texo para Dscussão nº É necessáro chamar a aenção dos gesores de polícas públcas nese sendo: como se esá ncorporando a desgualdade de renda a analse, sera de se esperar que a recene melhora nos índces de desgualdade observados nos esados do Nore-Nordese reduzsse, pelo menos em pare, as dspardades em ermos de bem-esar socal. Enreano, esa queda na concenração de renda observada nos úlmos anos parece não er sdo capaz de converer o comporameno das rajeóras de longo prazo dos clubes. 5. Recursos Necessáros para Equparação Aé aqu, a análse sugere que o processo de formação de clubes de convergênca de renda é acompanhado pela formação de clubes de bemesar. Os resulados ambém sugerem que a dspardade enre os clubes ende a se agravar, pos há evdêncas de que as rajeóras de longo prazo dos clubes vêm dvergndo ao longo do empo. No que dz respeo a polícas focadas na redução da desgualdade, ese resulado parece elevar anda mas o esforço a ser despenddo pelo Governo Federal. O Governo pode recorrer a rês alernavas: a prmera é dexar a mão nvsível de Adam Smh auar por compleo, ou seja, opar por não nervr ou anda, segundo Rawls (2001), nervr de modo que se garana apenas um mínmo de segurança econômca para as pessoas; esa opção provavelmene agravara as desgualdades regonas já exsenes. 19 Uma segunda alernava sera condzene com o ularsmo de Suar Mll. A eora ularsa consdera váldo sacrfcar o bem-esar de uma mnora a fm de aumenar o bem-esar geral. Esa possbldade de sacrfíco se basea na déa de compensação: a redução do bem-esar de uns sera compensada pelo aumeno do bem-esar dos ouros; se o saldo desa compensação for posvo, a ação políca pode ser consderada efcaz, 19 Baer e Mles (1999), analsando os esados dos EUA, aesam que Whle neoclasscal models of growh and wages pos ha marke forces evenually cause convergence, he evdence for he souh ndcaes ha marke forces alone dd no work o equalze ncomes n hs case.

18 IPECE/Texo para Dscussão nº assm sendo, o objevo das polícas públcas ularsas devera ser o de maxmzar a soma do bem-esar de odos os membros da socedade, ou seja, o deal ularsa sera o de equalzar a renda per capa ou o bem-esar socal de odos os esados. A ercera opção é condzene com as ações polícas que parecem esar sendo mplemenadas, ou seja, o Governo não opa por nenhum dos exremos, e sm por uma ponderação deses. Ao se pensar em redução das dspardades, enreano, a alernava de maxmzar a soma do bem-esar de odos os membros da socedade, é uma que parece chamar mas a aenção. Trazendo um pouco de Economa do Bem-Esar para a dscussão em paua, se os esados mas pobres convergrem para o nível de bem-esar socal do esado mas rco sem que ese seja penalzado, enão esa equparação de bem-esar socal sera um resulado efcene de Pareo especalmene preenddo. Tendo como pono de parda o índce de Sen (1974), é possível se recorrer a uma generalzação do índce ncalmene proposo, w = μ 1 α g ), de modo que se fxe α = 1, como de cosume, e se ( roque o parâmero unáro por um parâmero s [ 1, s] ; ou seja, w = μ s g ). ( Seja w = μ ( s g ) o bem-esar socal assocado ao ómo de Pareo, enão, sera possível realzar um grd search sobre os s s fxando-se os s de modo que, s = ( w / μ ). Desa forma, o bem-esar socal do esado equparado ao bem-esar do esado em melhores condções (hsorcamene o Esado de São Paulo) pode ser defndo da segune manera: w SP = w = μ ( s g ). Enão, dado o coefcene de Gn, a dferença enre os níves de bem-esar preenddo e correne pode ser defnda como: w w = μ ( s 1). Noe-se que, como s 1, enão s ndca o percenual adconal de renda per capa necessára para que o esado anja o paamar ómo, w. Ese paamar pode ser mensurado em ermos de renda per capa, ndependenemene da manera segundo a qual a renda é dsrbuída.

19 IPECE/Texo para Dscussão nº Para se denfcar os s s necessáro realzar um grd search no nervalo [, s] que garanam a convergênca global é 1 para cada um dos 25 esados (São Paulo sera o benchmark). Para ano, sera necessáro rodar o algormo proposo por Phllps e Sul para uma combnação de C d ( s 1)( n 1) n séres, onde d represena o número de casas decmas mulplcado por 10 que se preende ulzar, s = ( w / μ ) é o lme superor defndo anerormene e n é o número de esados levados em consderação na análse. Dadas as combnações possíves, é precso seleconar os s s de acordo com algum créro, por exemplo, de acordo com a maor velocdade de convergênca, 20 ou seja, s Max ˆ β ( s ) s. > Iso mpõe a análse um = 1 ˆ s β1 cuso compuaconal relavamene elevado. Esa proposa não leva em consderação a dmensão emporal. Aqu, os s s seram seleconados desconsderando os ponos no empo, ou seja, eríamos s = s,. Do conráro, ao se levar em cona a dmensão emporal, o cuso compuaconal sera anda mas elevado. Embora haja ese cuso, dada a esruura do ese descra em (4), espera-se que a solução do problema apresenado seja o resulado rval onde odos os esados se equparem ao Esado de São Paulo no pono fnal da amosra, ou seja, os s s denfcados seram s = s,. Assm sendo, em posse da população esadual, é possível se calcular o monane de recursos adconas necessáro ao esado de modo que o mesmo anja o índce de bem-esar socal preenddo, so é, w = w SP. Fazendo so para odos os esados e, como esas grandezas são dreamene comparáves, orna-se possível calcular os percenuas da renda oal requerda, de modo que cada esado anja o bem-esar socal do esado em melhores condções. O cômpuo deses exercícos é apresenado na abela 2, a segur, para o ano de Como São Paulo é o benchmark, não faz sendo apresenar o mesmo. 20 É possível demonsrar que quano maor o valor de 1 maor será a velocdade de convergênca para o esado esaconáro. β na regressão log( H 1 H ) 2log[ L( )] = 0 + β1 log + u β,

20 IPECE/Texo para Dscussão nº Na prmera coluna é apresenado o aumeno porcenual na renda per capa esadual requerdo para que o esado anja o mesmo nível de bem-esar de São Paulo. Por exemplo, o Esado do Pauí requer que sua renda per capa aumene 206,52% para que seu nível de bem-esar socal se equpare ao de São Paulo. Na segunda coluna é apresenado o nível de renda necessáro para que os esados alcancem São Paulo. 21 O Esado que requer a maor renda para que so ocorra é o Esado da Baha, é necessáro um apore de recursos da ordem de, aproxmadamene, R$ 124 blhões. Noe que, embora a renda per capa do Pauí precse crescer 206,52%, sso quer dzer, quase cnco vezes mas do que a do Esado de Mnas, o apore necessáro de recursos para que o Esado de Mnas anja o benchmark é de, aproxmadamene, 3,5 vezes o valor de recursos necessáros para que o Pauí o faça. Obvamene, so decorre do amanho da população: a população de Mnas é, pelo menos, ses vezes maor do que a população do Pauí, daí a necessdade de um apore maor de recursos. 21 Ese cômpuo leva em cona a renda per capa aual, μ (em mlhares de Reas de 2007), assm com o amanho da população esadual, L : RN = ( s 1). μ. L

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