Preparo para Simulação: ações do enfermeiro. Cinthia Greicim Adriana Marques da Silva

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Preparo para Simulação: ações do enfermeiro. Cinthia Greicim Adriana Marques da Silva"

Transcrição

1 Preparo para Simulação: ações do enfermeiro Cinthia Greicim Adriana Marques da Silva

2 Radioterapia ICESP Inauguradoem22/06/2010com2AL; Em janeiro/2011 foi inaugurado o último AL; Chegou dia 20/06/12 a Braquiterapia Estamos no 4º.SS(prédio vertical com 23 andares) Enfermagem: 01 coordenador de enfermagem; 05 Enfermeiros assistenciais e 6 técnicos de enfermagem; Atuação multiprofissional - Psicologia e Odontologia no 4º.SS - Suporte: Serviço Social, Reabilitação, Nutrição.

3 Primeira consulta de enfermagem Primeiras orientações esclarecimentos de dúvidas do paciente e familiares sobre o tratamento proposto - Cuidadoscomapeleehidratação Orientações para a simulação - Local que será irradiado - Agendamento do exame de imagem - Preparo para a simulação Orientações para o tratamento Avaliação de risco assistencial Encaminhamentos à equipe multiprofissional ALÔ Enfermeiro

4 Primeira consulta de enfermagem

5 Avaliação de Risco Diagnósticos de Risco Risco de Queda Risco de Confusão Aguda Risco Nutricional Risco Psicológico Meta Prevenção de Queda Promoção da segurança do paciente Minimizar impacto nutricional Minimizar impacto psicológico Critérios Idade de 65 anos Dificuldade de marcha Déficit sensitivo (visão, tato, audição) Em uso de sedativos Distúrbios neurológicos (crise convulsiva) Urgência urinária e/ou intestinal Confusão mental Alterações metabólicas Anestesia Agressividade pessoal Desequilíbrios eletrolíticos Riscodelesõesoudanos Dor Náusea e vômito Mucosite Dificuldade para mastigar e deglutir Risco de Aspiração Perdadepesoemcurtoperíodo Maisde3episódiosdeevacuaçãolíquidapor3dias Irritabilidade, medo, impaciência, hostilidade que dificulta tratamento ou relacionamento com a equipe Recusa ao tratamento ou falha de adesão ao tratamento proposto Família apresenta dificuldade em responder, colaborar com o tratamento ou auxiliar no enfrentamento da situação Uso de antidepressivo ou drogas psicoativas Antecedente psiquiátrico Enfermeiro /Coren

6 Diagnósticos de Risco Risco Social Risco de Mucosite Risco de Radiodermite Risco de Extravasamento de contraste Meta Minimizar impacto social Prevenção de mucosite Prevenção de Radiodermite Prevenção de extravasamento Avaliação de Risco Critérios Abandono de paciente Necessita de recursos na comunidade Sem residência fixa Local de tratamento Dificuldade em responder e colaborar com o tratamento proposto Hipossalivação Dose e o tipo de radiação Dificuldade em responder e colaborar Local de tratamento com o tratamento proposto Desidratação Apresenta barreira de comunicação e aprendizado Dificuldade de imobilização do cateter Drogascomph<6ou>8 Fragilidade capilar Tempoelevadodeinfusãodadroga Volume inadequado de diluição de droga vesicante Agitação psicomotora e confusão mental Enfermeiro /Coren

7 Primeira consulta de enfermagem Encaminhamentos à equipe multiprofissional Autonomia: - Nutrição - Psicologia - Estomaterapia Encaminhamento do médico: - Fisioterapia: pacientes de mama - Odontologia: pacientes de Cabeça e Pescoço

8 Primeira consulta de enfermagem Local que será irradiado Cabeça e pescoço: trocar cânula de traqueostomia - Estomaterapia agendamento -Enfermagem da RDT ou do CDI após capacitação - Odontologia: laserterpia Mama: - Reabilitação para a Fisioterapia realizar o trabalho de aumento da amplitude do braço - Redução do expansor mamário cirurgião plástico Próstata:(grupo de orientação) - Dieta sem resíduos 1 semana antes e durante o tratamento e Preparo intestinal e bexiga cheia

9 Primeira consulta de enfermagem Agendamento dos exames segundo o tipo de imagem indicada Interface com os setores do Centro de Diagnóstico por Imagem 4º.SS Tomografia de simulação: imagem de referência Ressonância magnética: tumores de SNC PET/CT: tumores de pulmão para reconstrução 4D necessário quando o planejamento considerar ou alergia ao contraste iodado(cabeça e Pescoço).

10 SIMULAÇÃO Tomógrafo dedicado Estação de Trabalho

11 Setor de Ressonância Magnética

12 Setor de Ressonância Magnética

13 PET/CT Tomografia Medicina Nuclear Fusão de imagens

14 Simulação Gerenciamento diário da Agenda de simulação: encaixes - pacientes da internação ou CAIO -pacientes em isolamento contato - pacientes críticos - UTI Entrevista para o exame Sistema XIRIS: Digiform Avaliação da função renal Checagem do preparo Auxílio na colocação dos acessórios e posicionamento

15 Simulação Entrevista para o exame: Sistema XIRIS: Digiform Região do exame:.crânio.face.pescoço.tórax.abdome.pelve. Outro 1) Que doença você está tratando? 2) Tem algum outro problema de saúde? Quais? 3)Jáfezalgumacirurgia?.Não.Sim(escrevaabaixoquais) 4)Fezquimioterapia?.Não.Sim(Últimaem: / / ) 5)Fezradioterapia?.Não.Sim(partedocorpo: ) 6) Toma algum desses remédios: Metformina, Avandamet, Dimefor, Galvusmet, Glifage, Glucoformin, Glucovance, Metformed, Starform? 7) Problemas de saúde: asma, problema nos rins, mieloma múltiplo, feocromocitoma, miastenia, diabetes 8)Fuma?.Não.Sim(qtoscigarros/dia? Háqtosanos? Separou,háqtotempo? ) 9) Se for mulher, há possibilidade de estar grávida?.não.sim

16 Simulação Possui marca-passo? Temalgumaalergia?Qual? Já recebeu contraste iodado? Contraste EV:.Não.Sim. (volume: ml)reforço: ml ContrasteTGI:.Nenhum.Águanasala VO.VOprolongado.Retal INTERCORRÊNCIAS/OBSERVAÇÕES Quadro clínico: Dependência:.Deambulando.Cadeira Rodas.Acamado Colaboração:.Orientado.Confuso.Não responsivo Suspendeu a medicação:.sim.não.não se aplica Jejum:.Sim.Não MSD:.Normal.Edema.Paresia.Linfadenectomia MSE:.Normal.Edema.Paresia.Linfadenectomia Respiratório:.Eupneico.Dispneico.O2( L/min).Ventilação mecânica Idade: anospeso: kg Cr: mg/dl

17 Simulação Avaliaçãodafunçãorenal:exameinferiora3meses - Creatinina até: 1,40 mg/dl (há a possibilidade de hidratação SF 250mlanteseapósoexame) - Clearence de creatinina: administração segura se acima 30 ml/min/1,73 m2 de superfície corporal; contra-indicada se abaixo desse valor.. Homens: 85 a 125 ml/min/1,73 m2 de superfície corporal. Mulheres: 75 a 115 ml/min/1,73 m2 de superfície corporal. - Questionário de Screening Choyke Checagem do preparo: específico e geral (jejum se indicação de contraste); Reforço nas orientações de Tamoxifeno para Mama

18 Durante a Simulação Atuação da enfermagem Auxílio na colocação dos acessórios e posicionamento com no conforto e segurança do paciente. Preenchimento da bomba injetora de contraste com duplo check Cuidadoscomosadispositivoseacessórios: Garantia a continuidade do funcionamento de bomba de infusão contínua; bomba de analgesia; Não tracionamento de cateteres venosos, sondas, soros, entre outros; Aspiração de traqueostomia antes do exame Realização de curativos necessários Pacientes de média e alta complexidade

19 Durante a Simulação Enfermeiro Administração do contraste: - Extravasamento - Indicador da CQH - Reação adversa: kit padronizado - Notificação dos eventos adversos - Seguimentonodiaseguinteepormais2vezes

20 Consulta de enfermagem pós Simulação Orientações específicas ao tratamento: - Nº aplicações, horário - Orientação sobreas ações de manejo dos efeitos adversos agora de forma mais direcionada - Identificação de outras necessidades, além das descritas na Avaliação de Risco - Rotinadotratamentoedosetor Confirmação do tratamento concomitante QRDT Agendamento das revisões semanais: médicas, de enfermagem e odontologia Reforço das consultas da equipe multiprofissional

21 Pós -Consulta de enfermagem Planilha de concomitância QRDT ENFERMEIRO DA RDT RGHC NOME Região de tratamento Data Checkfilm início Data início da Confirmação RDT do Início Data prevista término RDT Prescrição/ protocolo da QT Data da consulta - Oncologia Confirmação de presc. Pela RDT Enf. RDT - Simulação Cora Coralina pavilhão auricular neo malig de pele 01/jun 02/jun 02/06/ /jul CDDP não agendada Adriana Dante Pelve 10/jun 13/jun 5FU e Leucovorin ENEFERMEIRO E RECEPÇÃO DA QT 19/05 e 16/06 Adriana Data programada D1- QT Confirmação do Início Enfermeiro da QT Recebimento Sequencia QT 02/06/2011 -Andrea Rabelo Inicio OK Marques 13,14,15,16 e 17/06/ Mônica Esteves Inicio OK Marques Agendado para 02/06 -paciente ciente Agendado para 13/06 -paciente ciente Não há

22 Pós -Consulta de enfermagem Planilha de Fluxo Gerenciado Prontuário GILAC Paciente GILAC Data exames de imagem RECEPÇÃO Início de RDT ENF RDT Data Término da RDT ENF RDT Data Término Data ideal para de confecção do kit Neoadjuvância cirúrgico Dante 25/07 01/08/11 08/09/11 08/09/11 17/11/11 Kit realizado em GILAC Data Avaliação anestésica GILAC Data limite para SO SO prevista GILAC SO realizada SITUAÇÃO Observação TODOS 29/09/11 03/10/11 08/12/11 24/02/12 24/02/12 REALIZADA regressão completa

23 ICESP -Radioterapia

24 Teto Estrelado : Humanização Planejamento

25

DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM EM RADIOTERAPIA

DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM EM RADIOTERAPIA DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM EM RADIOTERAPIA Janaina Pereira dos Santos Enfermeira do Centro de Radioterapia do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo Especialista em Pediatria e Neonatologia Especialização

Leia mais

NOTIFICAÇÕES DE EVENTOS ADVERSOS VIA SISTEMA

NOTIFICAÇÕES DE EVENTOS ADVERSOS VIA SISTEMA GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO GERÊNCIA DE UNIDADES DE INTERNAÇÃO Comissão de Gerenciamento de Risco NOTIFICAÇÕES DE EVENTOS ADVERSOS VIA SISTEMA 2012 Luciane Lindenmeyer,

Leia mais

Nursing Activities Score

Nursing Activities Score Guia de Orientação para a Aplicação Prática do Nursing Activities Score Etapa 1 Padronização dos Cuidados de Enfermagem, nas seguintes categorias: Monitorização e Controles; Procedimentos de Higiene; Suporte

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA RESPOSTA TÉCNICA COREN/SC Nº 47/CT/2015 Assunto: Administração de Radiofármaco Palavras chaves: Oncologia; Radiofármaco; Punção Venosa. I Solicitação recebida pelo Coren/SC: A punção venosa para aplicação

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENFERMAGEM RELATÓRIO DE CONCLUSÃO DE ESTÁGIO CURRICULAR III SERVIÇOS HOSPITALARES

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENFERMAGEM RELATÓRIO DE CONCLUSÃO DE ESTÁGIO CURRICULAR III SERVIÇOS HOSPITALARES 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENFERMAGEM RELATÓRIO DE CONCLUSÃO DE ESTÁGIO CURRICULAR III SERVIÇOS HOSPITALARES MARIÁ BARBALHO NARDI Orientadora: Prof.ª Drª Isabel Cristina Echer

Leia mais

Curso de Aperfeiçoamento em Medicina Oral e Odontologia Hospitalar

Curso de Aperfeiçoamento em Medicina Oral e Odontologia Hospitalar MINISTÉRIO DA SAÚDE HOSPITAL FEDERAL DOS SERVIDORES DO ESTADO SERVIÇO DE ODONTOLOGIA Curso de Aperfeiçoamento em Medicina Oral e Odontologia Hospitalar JUSTIFICATIVA A Promoção de saúde só será completa

Leia mais

Critérios de Contratação de Pessoas e Serviços no Mercado da Saúde. GV Saúde 21/10/2009

Critérios de Contratação de Pessoas e Serviços no Mercado da Saúde. GV Saúde 21/10/2009 Critérios de Contratação de Pessoas e Serviços no Mercado da Saúde GV Saúde 21/10/2009 ICESP FFM OSS -SES Projeto ICESP: Dez-2007 Planejamento e Execução: 4 meses Inauguração: 05-Maio-2008 Vinculo HCFMUSP/convênio

Leia mais

VII Quality Day Gestão da Segurança & Gestão por Times Nova Visão para o Modelo Assistencial

VII Quality Day Gestão da Segurança & Gestão por Times Nova Visão para o Modelo Assistencial VII Quality Day Gestão da Segurança & Gestão por Times Nova Visão para o Modelo Assistencial Time Informação e Comunicação Dr Rafael Munerato de Almeida Diretor Médico Técnico Objetivo do Time: Aprimorar

Leia mais

Relatório de Conclusão do Estágio Curricular III Serviços Hospitalares

Relatório de Conclusão do Estágio Curricular III Serviços Hospitalares 1 Universidade Federal do Rio Grande do Sul Escola de Enfermagem THAÍLA TANCCINI Relatório de Conclusão do Estágio Curricular III Serviços Hospitalares Porto Alegre 2011 2 THAÍLA TANCCINI Relatório de

Leia mais

RESPONSÁVEIS EDITORIAL. Selma Furtado Magalhães. Cleide Maria Carneiro da Ibiapaba. Camila Alves Machado. Joseana Taumaturgo Magalhães Falcão

RESPONSÁVEIS EDITORIAL. Selma Furtado Magalhães. Cleide Maria Carneiro da Ibiapaba. Camila Alves Machado. Joseana Taumaturgo Magalhães Falcão 1 RESPONSÁVEIS Selma Furtado Magalhães Cleide Maria Carneiro da Ibiapaba Camila Alves Machado Joseana Taumaturgo Magalhães Falcão EDITORIAL Hospital Geral Dr. Waldemar Alcântara Revisão: Setembro de 2012

Leia mais

GESTÃO DOS SERVIÇOS DE PRONTO SOCORRO

GESTÃO DOS SERVIÇOS DE PRONTO SOCORRO Encontro Nacional UNIMED de Recursos e Serviços Próprios e Jornadas Nacionais UNIMED de Enfermagem e Farmácia Hospitalar GESTÃO DOS SERVIÇOS DE PRONTO SOCORRO Instituto Central do Hospital das Clínicas

Leia mais

Processo Seletivo 2016.2 GABARITO DEFINITIVO

Processo Seletivo 2016.2 GABARITO DEFINITIVO CARGO: TÉCNICO EM ENFERMAGEM - CENTRO CIRÚRGICO - CME 1) 04 16) 01 26) 03 2) 02 17) 02 27) 02 3) 01 18) 01 28) 05 4) 05 19) 04 29) 05 5) 04 20) 05 30) 01 6) 02 21) 04 31) 01 7) 01 22) 02 32) 03 8) 01 23)

Leia mais

AULA 1: ORGANIZAÇÃO E PLANEJAMENTO NA EMERGÊNCIA

AULA 1: ORGANIZAÇÃO E PLANEJAMENTO NA EMERGÊNCIA AULA 1: ORGANIZAÇÃO E PLANEJAMENTO NA EMERGÊNCIA 1- INTRODUÇÃO Quando uma pessoa sofre agravo agudo à saúde, deve ser acolhido em serviço do SUS mais próximo de sua ocorrência, seja numa Unidade de Saúde

Leia mais

CASA DE SAÚDE SÃO LUCAS

CASA DE SAÚDE SÃO LUCAS CASA DE SAÚDE SÃO LUCAS RELATÓRIO DAS ATIVIDADES REALIZADAS PELA EQUIPE DO NÚCLEO HOSPITALAR DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA JANEIRO A JUNHO DE 2015 Monaliza Vanessa de Brito Gondim Moura Medeiros Patrícia

Leia mais

Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo Departamento de Cirurgia Disciplina de Cirurgia de Cabeça e Pescoço

Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo Departamento de Cirurgia Disciplina de Cirurgia de Cabeça e Pescoço Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo Departamento de Cirurgia Disciplina de Cirurgia de Cabeça e Pescoço D I R E T R I Z E S 2 0 07 Antonio Jose Gonçalves A Disciplina de Cirurgia de

Leia mais

Metas Internacionais de Segurança do paciente

Metas Internacionais de Segurança do paciente Metas Internacionais de Segurança do paciente 2011 Missão Defender a saúde da comunidade e contribuir para o aprimoramento do Sistema Único de Saúde Visão Ser reconhecido nacionalmente pela excelência

Leia mais

Diretrizes Assistenciais. Protocolo de Conduta da Assistência Médico- Hospitalar - Pulmão

Diretrizes Assistenciais. Protocolo de Conduta da Assistência Médico- Hospitalar - Pulmão Diretrizes Assistenciais Protocolo Conduta da Assistência Médico- Hospitalar - Pulmão Versão eletrônica atualizada em Julho - 2012 Protocolo Conduta da Assistência Médico-Hospitalar Objetivos: - manuseio

Leia mais

INTRODUÇÃO (WHO, 2007)

INTRODUÇÃO (WHO, 2007) INTRODUÇÃO No Brasil e no mundo estamos vivenciando transições demográfica e epidemiológica, com o crescente aumento da população idosa, resultando na elevação de morbidade e mortalidade por doenças crônicas.

Leia mais

USO DO HIPERDIA NA ATENÇÃO BÁSICA. Dr. EDSON AGUILAR PEREZ

USO DO HIPERDIA NA ATENÇÃO BÁSICA. Dr. EDSON AGUILAR PEREZ Dr. EDSON AGUILAR PEREZ QUADRO ATUAL HIPERTENSÃO ARTERIAL E DIABETES MELLITUS DOENÇAS CRÔNICAS NÃO-TRANSMISSÍVEIS APRESENTANDO A MAIOR MAGNITUDE ELEVADO NÚMERO DE CONSULTAS DE ROTINA, DE EMERGÊNCIA E URGÊNCIA

Leia mais

MANUAL DA COMISSÃO DE ONCOLOGIA

MANUAL DA COMISSÃO DE ONCOLOGIA MANUAL DA COMISSÃO DE ONCOLOGIA CENTRAL MUNICIPAL DE REGULAÇÃO Secretaria Municipal de Saúde 2014 SUMÁRIO PÁGINA 1. COMISSÃO ONCOLOGIA 03 2. CONSULTA COM ONCOLOGISTA (Criança) 03 3. CONSULTA COM ONCOLOGISTA

Leia mais

Equipe de Promoção, Prevenção e Educação para a Saúde.

Equipe de Promoção, Prevenção e Educação para a Saúde. Título: Voluntário Psicólogo Atividades: Realizar atendimento psicológico às pessoas que estão em situação de Qualificações: Ser graduado em Psicologia e possuir a formação técnica, não ter nenhum impedimento

Leia mais

ESTRUTURA FUNCIONAL INCOR HCFMUSP

ESTRUTURA FUNCIONAL INCOR HCFMUSP ESTRUTURA FUNCIONAL INCOR HCFMUSP CONSELHO DIRETOR DIRETORIA EXECUTIVA Comissões (*) Assessoria Coordenação e supervisão do conhecimento Divisão de Cardiologia Clínica Coordenação Administrativa do ao

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO TÍTULO: ADMISSÃO DE ENFERMAGEM DO BENEFICIÁRIO NO CENTRO DE TERAPIA INTENSIVA ADULTO

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO TÍTULO: ADMISSÃO DE ENFERMAGEM DO BENEFICIÁRIO NO CENTRO DE TERAPIA INTENSIVA ADULTO 1. Introdução Admissão ou ato de admitir significa receber o beneficiário no Centro de Terapia Intensiva (CTI). Para a equipe de enfermagem esse é o momento de atender às demandas assistenciais; coletar

Leia mais

A segurança do paciente como um valor para os hospitais privados: a experiência dos hospitais da ANAHP. Laura Schiesari Diretora Técnica

A segurança do paciente como um valor para os hospitais privados: a experiência dos hospitais da ANAHP. Laura Schiesari Diretora Técnica A segurança do paciente como um valor para os hospitais privados: a experiência dos hospitais da ANAHP Laura Schiesari Diretora Técnica AGENDA I. A ANAHP II. Melhores Práticas Assistenciais III. Monitoramento

Leia mais

COMO DEFINIR E APLICAR A POLÍTICA DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM

COMO DEFINIR E APLICAR A POLÍTICA DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM COMO DEFINIR E APLICAR A POLÍTICA DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM Julho/ 2011 Definição de Política: Como Definir e Aplicar a Política da Assistência de Enfermagem - Conjunto dos fenômenos e das práticas

Leia mais

Radioterapia. Orientações aos pacientes. 2ª Reimpressão

Radioterapia. Orientações aos pacientes. 2ª Reimpressão Radioterapia Orientações aos pacientes 2ª Reimpressão 1 2010 Instituto Nacional de Câncer / Ministério da Saúde. Todos os direitos reservados. É permitida a reprodução total ou parcial desta obra, desde

Leia mais

Gerenciamento de riscos e a infecção hospitalar: primos-irmãos?

Gerenciamento de riscos e a infecção hospitalar: primos-irmãos? Gerenciamento de riscos e a infecção hospitalar: primos-irmãos? Juliana P Machado Gerente de Enfermagem HSF Doutoranda EERP- USP Esp. em Gestão de Negócios Saúde Membro REBRAENSP Segurança do Paciente...

Leia mais

PLANO DE SEDAÇÃO POR ANESTESISTAS NORMA Nº 641

PLANO DE SEDAÇÃO POR ANESTESISTAS NORMA Nº 641 Página: 1/10 1- OBJETIVO 1.1- Estabelecer as regras para a prática de sedação na instituição visando redução do risco e aumento da segurança aos pacientes do Sistema de Saúde Mãe de Deus. 1.2- Fornecer

Leia mais

Comitê Gestor dos Programas de Qualificação dos Prestadores de Serviços COGEP

Comitê Gestor dos Programas de Qualificação dos Prestadores de Serviços COGEP Comitê Gestor dos Programas de Qualificação dos Prestadores de Serviços COGEP GT Indicadores de SADT 1ª Reunião Subgrupo Oncologia 22 de janeiro de 2013 GERPS/GGISE/DIDES/ANS Agenda Regras Gerais de Adesão

Leia mais

Atitude. (Enciclopédia Barsa 1997)

Atitude. (Enciclopédia Barsa 1997) Atitude Conceito genérico, com diferentes interpretações em psicologia, que busca explicar grande parte da conduta social frente às situações e experiências. (Enciclopédia Barsa 1997) (Autor Desconhecido)

Leia mais

CHEK LIST CIRURGIA SEGURA SALVA VIDAS/ LATERALIDADE

CHEK LIST CIRURGIA SEGURA SALVA VIDAS/ LATERALIDADE 1 de 6 335547222 5 RESULTADO ESPERADO: 335547222 Ajudar a garantir que as equipes cirúrgicas sigam de forma consistente algumas medidas de segurança críticas. Espera-se que dessa forma os riscos mais comuns

Leia mais

HFMEA TIME DE FLUXO TAUBATÉ.xls O = Ocorrência pode ser 1 = baixa, 4 e 7 = média e 10= alta

HFMEA TIME DE FLUXO TAUBATÉ.xls O = Ocorrência pode ser 1 = baixa, 4 e 7 = média e 10= alta Etapa Tipo de falha Efeito da falha Consequência Controle e detecção S O D Risco Ação Responsável Medida implantada S O D Risco Não há 10 7 10 700 10 7 10 700 2 protocolo de 2 protocolo de prevenção de

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec Etec: Professor Massuyuki kawano Código: 136 Município: Tupã Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação profissional: Técnico em Enfermagem Qualificação:

Leia mais

HIDROCLOROTIAZIDA Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A. Comprimido Simples 50mg

HIDROCLOROTIAZIDA Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A. Comprimido Simples 50mg HIDROCLOROTIAZIDA Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A. Comprimido Simples 50mg I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO: HIDROCLOROTIAZIDA Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999 APRESENTAÇÃO Comprimido

Leia mais

PROTOCOLO DE FIXAÇÃO SEGURA HOSPITAL FÊMINA

PROTOCOLO DE FIXAÇÃO SEGURA HOSPITAL FÊMINA PROTOCOLO DE FIXAÇÃO SEGURA HOSPITAL FÊMINA Porto Alegre 2014 1 INTRODUÇÃO A prática da terapia intravenosa ocupa segundo estudos 70% do tempo da enfermagem durante sua jornada de trabalho, sem levar em

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENFERMAGEM. Raissa Ribeiro Saraiva de Carvalho

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENFERMAGEM. Raissa Ribeiro Saraiva de Carvalho 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENFERMAGEM Raissa Ribeiro Saraiva de Carvalho UNIDADE DE INTERNAÇÃO PSIQUIÁTRICA DO HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE: relatório de estágio curricular

Leia mais

ANEXO III CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

ANEXO III CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ANEXO III CONTEÚDO PROGRAMÁTICO CONTEÚDO COMUM PARA TODAS AS CATEGORIAS PROFISSIONAIS SAÚDE PÚBLICA E SAÚDE COLETIVA SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE SUS 1. História do sistema de saúde no Brasil; 2. A saúde na

Leia mais

CONTENÇÃO MECÂNICA. Divisão de Enfermagem do IPq Enf Juliana Inhauser Riceti Acioli Barboza Email: juliana.inhauser@hc.fm.usp.br

CONTENÇÃO MECÂNICA. Divisão de Enfermagem do IPq Enf Juliana Inhauser Riceti Acioli Barboza Email: juliana.inhauser@hc.fm.usp.br CONTENÇÃO MECÂNICA Divisão de Enfermagem do IPq Enf Juliana Inhauser Riceti Acioli Barboza Email: juliana.inhauser@hc.fm.usp.br GRUPO DE ESTUDOS DE ENFERMAGEM EM SEGURANÇA E INDICADORES DO PACIENTE CONTENÇÃO

Leia mais

VIII CURSO DE APRIMORAMENTO EM ODONTOLOGIA HOSPITALAR

VIII CURSO DE APRIMORAMENTO EM ODONTOLOGIA HOSPITALAR VIII CURSO DE APRIMORAMENTO EM Objetivo do Curso: Fornecer, ao CD interessado nesta nova área de atuação, conhecimento da Área Odontológica, Médica e outras, com enfoque prático inclusive, para atuação

Leia mais

GUIA DO PACIENTE DE RADIOTERAPIA

GUIA DO PACIENTE DE RADIOTERAPIA GUIA DO PACIENTE DE RADIOTERAPIA GUIA DO PACIENTE Você está iniciando o seu tratamento e acompanhamento conosco. Com o objetivo de esclarecer algumas dúvidas, elaboramos este guia com as informações sobre

Leia mais

TRATAM ENTO M ULTIDISCIPLINAR DO ENF. RIVALDO LIRA

TRATAM ENTO M ULTIDISCIPLINAR DO ENF. RIVALDO LIRA TRATAM ENTO M ULTIDISCIPLINAR DO ENF. RIVALDO LIRA Papeldo enferm eiro Administrar o serviço de enfermagem; Consultas de Enfermagem; Administração da QT (ambulatorial e internado); Punção de acessos para

Leia mais

GERENCIAMENTO DE PROTOCOLOS A IMPORTÂNCIA DA INTERDISCIPLINARIDADE EM SAÚDE

GERENCIAMENTO DE PROTOCOLOS A IMPORTÂNCIA DA INTERDISCIPLINARIDADE EM SAÚDE GERENCIAMENTO DE PROTOCOLOS A IMPORTÂNCIA DA INTERDISCIPLINARIDADE EM SAÚDE ÁREA DE ABRANGÊNCIA INFRA-ESTRUTURA E SERVIÇOS UNIDADES DE INTERNAÇÃO UNIDADES DE INTERNAÇÃO... 144 leitos Maternidade VITA...

Leia mais

Recomendações sobre administração de contrastes em TC e RM

Recomendações sobre administração de contrastes em TC e RM Serviço de Imagem Médica Diretor de Serviço: Prof. Filipe Caseiro- Alves Recomendações sobre administração de contrastes em TC e RM Versão 2014 Recomendações sobre administração de contrastes em TC e RM

Leia mais

Experiências de Formação de Nutricionistas para o Sistema Único de Saúde

Experiências de Formação de Nutricionistas para o Sistema Único de Saúde Experiências de Formação de Nutricionistas para o Sistema Único de Saúde NOTA PEDAGÓGICA - CASO 1: A EDUCAÇÃO INTERPROFISSIONAL PARA O DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS PARA O TRABALHO EM EQUIPE E PARA A

Leia mais

Cruz Azul de São Paulo

Cruz Azul de São Paulo Cruz Azul de São Paulo RUZ AZUL DE SÃO PAULO GERENCIAMENTO DE RISCO Ações preventivas, corretivas, análises e gerenciamento! Patrícia Mara Molina Gerente da Qualidade Cruz Azul de São Paulo RUZ AZUL DE

Leia mais

Proposta de Estágio em anestesia para grande cirurgia oncológica no Serviço Anestesia Clínica do IPO, Porto

Proposta de Estágio em anestesia para grande cirurgia oncológica no Serviço Anestesia Clínica do IPO, Porto O Serviço de Anestesia Clínica propõe a organização de estágio em anestesia para grande cirurgia oncológica, no âmbito dos estágios opcionais do Internato de Especialidade. O estágio engloba as seguintes

Leia mais

GERENCIAMENTO DOS RISCOS. ASSISTENCIAIS - Neocenter

GERENCIAMENTO DOS RISCOS. ASSISTENCIAIS - Neocenter GERENCIAMENTO DOS RISCOS ASSISTENCIAIS - Neocenter Gerenciamento de riscos n Objetivos Ter uma base mais sólida e segura para tomada de decisão; Identificar melhor as oportunidades e ameaças; Tirar proveito

Leia mais

Orientações sobre procedimentos em Medicina Nuclear. Oncologia

Orientações sobre procedimentos em Medicina Nuclear. Oncologia Orientações sobre procedimentos em Medicina Nuclear Oncologia Este documento foi elaborado conforme orientações da Sociedade Brasileira de Biologia e Medicina Nuclear, visando aproximar ainda mais nossa

Leia mais

PLANO DE CURSO. Pré-requisito: Nenhum

PLANO DE CURSO. Pré-requisito: Nenhum CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 Componente Curricular: ENFERMAGEM EM ONCOLOGIA Código: ENF- 218 CH Total: 60 Horas Pré-requisito:

Leia mais

Procedimento Operacional Padrão

Procedimento Operacional Padrão Luiz Antônio Pertili Rodrigues de Resende Procedimento Operacional Padrão POP/Unidade de Oncologia/001/2015 Atendimento Radioterapia Versão 1.0 Ser Serviço de Radioterapia Procedimento Operacional Padrão

Leia mais

Consulta de Enfermagem para Pessoas com Hipertensão Arterial Sistêmica. Ms. Enf. Sandra R. S. Ferreira

Consulta de Enfermagem para Pessoas com Hipertensão Arterial Sistêmica. Ms. Enf. Sandra R. S. Ferreira Consulta de Enfermagem para Pessoas com Hipertensão Arterial Sistêmica Ms. Enf. Sandra R. S. Ferreira O QUE É HIPERTENSÃO ARTERIAL? Condição clínica multifatorial caracterizada por níveis elevados e sustentados

Leia mais

GLIFAGE XR cloridrato de metformina Merck S/A Comprimidos de ação prolongada 500 mg / 750 mg / 1 g

GLIFAGE XR cloridrato de metformina Merck S/A Comprimidos de ação prolongada 500 mg / 750 mg / 1 g GLIFAGE XR cloridrato de metformina Merck S/A Comprimidos de ação prolongada 500 mg / 750 mg / 1 g Glifage XR cloridrato de metformina APRESENTAÇÕES Glifage XR 500 mg: embalagens contendo 30 comprimidos

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP. Enfermagem UTI Neonatal - HCC

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP. Enfermagem UTI Neonatal - HCC PROCESSO: Cuidados com RN graves e/ou instáveis PROCEDIMENTO Manuseio Mínimo com Recém-nascido (RN) Grave ou Instável (CUIDADOS 1) Responsável pela execução: Equipe multiprofissional da UTI Neonatal Data

Leia mais

Seção 2: Atenção ao Paciente Subseções: Terapia Dialítica, Assistência Antineoplásica e Hemoterápica. Flávia Soveral Miranda Fabíola Raymundo

Seção 2: Atenção ao Paciente Subseções: Terapia Dialítica, Assistência Antineoplásica e Hemoterápica. Flávia Soveral Miranda Fabíola Raymundo Seção 2: Atenção ao Paciente Subseções: Terapia Dialítica, Assistência Antineoplásica e Hemoterápica Flávia Soveral Miranda Fabíola Raymundo Requisitos comuns a todos as subseções Planeja as atividades,

Leia mais

Tecnologia da Informação: Integração entre a área Clínica e Produção

Tecnologia da Informação: Integração entre a área Clínica e Produção Tecnologia da Informação: Integração entre a área Clínica e Produção 1 Serviço de Nutrição Produção Nutrição Clínica Ambulatório 2 Produção Auto-gestão: Pacientes Colaboradores Médicos Eventos Terceiro:

Leia mais

ANEXO A DO CONTRATO GESTÃO DAS UNIDADES DE SAÚDE PELA ORGANIZAÇÃO SOCIAL COORDENAÇÃO OPERACIONAL DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIAS EMERGÊNCIA PRESENTE

ANEXO A DO CONTRATO GESTÃO DAS UNIDADES DE SAÚDE PELA ORGANIZAÇÃO SOCIAL COORDENAÇÃO OPERACIONAL DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIAS EMERGÊNCIA PRESENTE ANEXO A DO CONTRATO GESTÃO DAS UNIDADES DE SAÚDE PELA ORGANIZAÇÃO SOCIAL COORDENAÇÃO OPERACIONAL DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIAS EMERGÊNCIA PRESENTE A. UNIDADES DA COORDENAÇÃO OPERACIONAL DE ATENDIMENTO

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRO-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE DE PERNAMBUCO SECRETARIA DE SAÚDE DO RECIFE

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRO-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE DE PERNAMBUCO SECRETARIA DE SAÚDE DO RECIFE UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRO-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE DE PERNAMBUCO SECRETARIA DE SAÚDE DO RECIFE CONVOCATÓRIA DE SUBMISSÃO DE SUBPROJETOS EM RESPOSTA AO

Leia mais

SISTEMAS RENAL E URINÁRIO. Enf. Juliana de S. Alencar HC/UFTM Dezembro de 2011

SISTEMAS RENAL E URINÁRIO. Enf. Juliana de S. Alencar HC/UFTM Dezembro de 2011 SISTEMAS RENAL E URINÁRIO Enf. Juliana de S. Alencar HC/UFTM Dezembro de 2011 CONSIDERAÇÕES GERAIS É de extrema importância para a vida a função adequada dos sistemas renal e urinário. A principal função

Leia mais

Indicador de qualidade assistencial de enfermagem em tomografia computadorizada e implantação de melhorias.

Indicador de qualidade assistencial de enfermagem em tomografia computadorizada e implantação de melhorias. Indicador de qualidade assistencial de enfermagem em tomografia computadorizada e implantação de melhorias. AUTOR: * Claro RNO, Enfermeira, Especialista em Enfermagem em Radiologia - EEUSP, Instituto de

Leia mais

UNIDADE DE EMERGÊNCIA HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DE RIBEIRÃO PRETO DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

UNIDADE DE EMERGÊNCIA HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DE RIBEIRÃO PRETO DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO UNIDADE DE EMERGÊNCIA HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DE RIBEIRÃO PRETO DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO OTIMIZAÇÃO DA PRESCRIÇÃO ELETRÔNICA, BASEADA NO ESTUDO AVALIATIVO, DESENVOLVIDO PELA

Leia mais

Check-list Procedimentos de Segurança

Check-list Procedimentos de Segurança 1. CULTURA DE SEGURANÇA 1.1 1.2 1.3 1.4 A organização possui um elemento responsável pelas questões da segurança do doente A organização promove o trabalho em equipa multidisciplinar na implementação de

Leia mais

ESCOLA DE ENFERMAGEM COMISSÃO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM ATIVIDADE ESTÁGIO CURRICULAR II TACIANA MADRUGA SCHNORNBERGER

ESCOLA DE ENFERMAGEM COMISSÃO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM ATIVIDADE ESTÁGIO CURRICULAR II TACIANA MADRUGA SCHNORNBERGER ESCOLA DE ENFERMAGEM COMISSÃO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM ATIVIDADE ESTÁGIO CURRICULAR II TACIANA MADRUGA SCHNORNBERGER RELATÓRIO DE CONCLUSÃO DE ESTÁGIO CURRICULAR II: Serviços da Rede Básica Porto Alegre

Leia mais

ANEXO A do Contrato de Gestão nº /2013 G E S T Ã O D A U N I D A D E D E P R O N T O A T E N D I M E N T O. UPA Senador Camará

ANEXO A do Contrato de Gestão nº /2013 G E S T Ã O D A U N I D A D E D E P R O N T O A T E N D I M E N T O. UPA Senador Camará ANEXO A do Contrato de Gestão nº /2013 G E S T Ã O D A U N I D A D E D E P R O N T O A T E N D I M E N T O UPA Senador Camará A. GESTÃO DAS UNIDADES DE PRONTO ATENDIMENTO (UPA) Do conjunto de equipamentos

Leia mais

PROVA OBJETIVA. 17 O psicólogo que atua em uma instituição pode fazer. 18 O autocontrole e a disciplina são os elementos que determinam

PROVA OBJETIVA. 17 O psicólogo que atua em uma instituição pode fazer. 18 O autocontrole e a disciplina são os elementos que determinam SESFUBMULT_P_06N8977 De acordo com o comando a que cada um dos itens a seguir se refira, marque, na folha de respostas, para cada item: o campo designado com o código C, caso julgue o item CERTO; ou o

Leia mais

APRESENTAÇÃO DIRETORIA

APRESENTAÇÃO DIRETORIA APRESENTAÇÃO Com mais de 50 anos de dedicação á SAÚDE, o Hospital São Marcos se tornou referência no assunto. Aliamos a vanguarda tecnológica com a tradição do maior e melhor corpo de profissionais do

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENFERMAGEM SAMANTHA CORREA VASQUES

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENFERMAGEM SAMANTHA CORREA VASQUES 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENFERMAGEM SAMANTHA CORREA VASQUES RELATÓRIO ESTÁGIO CURRICULAR III- SERVIÇOS DA REDE HOSPITALAR: UNIDADE DE RECUPERAÇÃO PÓS ANESTÉSICA PORTO ALEGRE

Leia mais

PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA

PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA DATA: 1 a 3 de SETEMBRO LOCAL: HOTEL GOLDEN TULIP / VITÓRIA-ES Realização: Tema: O Envolvimento Interdisciplinar na Qualidade de Assistência e na Segurança do Paciente COMISSÃO ORGANIZADORA

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - CETEC. Ensino Técnico

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - CETEC. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC Professor Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de TÉCNICO

Leia mais

ENFERMAGEM CIRÚRGICA

ENFERMAGEM CIRÚRGICA FATORES DE RISCO CIRÚRGICO 07/05/2015 ENFERMAGEM CIRÚRGICA Profa. MsC. Valéria Aguiar Relacionados ao cliente Faixa etária Estado nutricional Relacionados à cirurgia e anestesia Patologia Relacionado ao

Leia mais

PAD Coren/DIPRE nº 622 /2013 PARECER TÉCNICO nº 004/2013

PAD Coren/DIPRE nº 622 /2013 PARECER TÉCNICO nº 004/2013 PAD Coren/DIPRE nº 622 /2013 PARECER TÉCNICO nº 004/2013 Obrigatoriedade de montagem de ventiladores mecânicos exclusivamente por enfermeiros em UTIs, composta por equipe multidisciplinar, inclusive profissional

Leia mais

COMUNICAÇÃO NA LINHA ASSISTENCIAL

COMUNICAÇÃO NA LINHA ASSISTENCIAL COMUNICAÇÃO NA LINHA ASSISTENCIAL Ministério da Saúde QUALIHOSP 2011 São Paulo, abril de 2011 A Secretaria de Atenção à Saúde/MS e a Construção das Redes de Atenção à Saúde (RAS) As Redes de Atenção à

Leia mais

Projeto Hospitais de Excelência /Ministério da Saúde / Programa de Desenvolvimento e Apoio àgestão Hospital Samaritano

Projeto Hospitais de Excelência /Ministério da Saúde / Programa de Desenvolvimento e Apoio àgestão Hospital Samaritano Análise do processo de implementação de políticas na área hospitalar do Ministério da Saúde: contratualização de hospitais de ensino e filantrópicos no Brasil Projeto Hospitais de Excelência /Ministério

Leia mais

FORMAS DE ENVIO DOS CURRÍCULOS

FORMAS DE ENVIO DOS CURRÍCULOS FORMAS DE ENVIO DOS CURRÍCULOS Seguem abaixo formas de envio dos Currículos, para os candidatos aprovados para a Entrevista (2ª Fase). A lista com número de inscrição, nome e nota de todos os candidatos

Leia mais

Boehringer Ingelheim do Brasil Química e Farmacêutica Ltda. Comprimidos Revestidos 10 mg e 25 mg

Boehringer Ingelheim do Brasil Química e Farmacêutica Ltda. Comprimidos Revestidos 10 mg e 25 mg JARDIANCE (empagliflozina) Boehringer Ingelheim do Brasil Química e Farmacêutica Ltda. Comprimidos Revestidos 10 mg e 25 mg Jardiance empagliflozina APRESENTAÇÕES Comprimidos revestidos de 10 mg ou 25

Leia mais

Ficha de Controle das Alterações dos Pés de Pacientes Diabéticos. Texto Explicativo:

Ficha de Controle das Alterações dos Pés de Pacientes Diabéticos. Texto Explicativo: Texto Explicativo: A ficha da sala de curativo deve ser preenchida enquanto se faz a anamnese e o exame físico do paciente na sala de curativos. Se possível, deverão estar presentes e preenchendo-a em

Leia mais

SEPSE GRAVE/CHOQUE SÉPTICO

SEPSE GRAVE/CHOQUE SÉPTICO PROTOCOLOS GERENCIADOS Hospital Israelita Albert Einstein SEPSE GRAVE/CHOQUE SÉPTICO Implementação do Protocolo: 1º de ABRIL de 2006 Versão eletrônica atualizada em Novembro 2008 SBIB Hospital Albert Einstein

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO PARECER COREN-SP CAT Nº 023/2010 Assunto: Alta hospitalar 1. Do fato Solicitado parecer por estudante de enfermagem sobre os aspectos legais da atuação do Enfermeiro no planejamento da alta hospitalar.

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA nº 7-2010/PR

PORTARIA NORMATIVA nº 7-2010/PR PORTARIA NORMATIVA nº 7-2010/PR Implementa alteração no serviço de Assistência Hospitalar Domiciliar - AHD, no âmbito do Programa IPASGO Domiciliar e revoga PN 004-2009/PR. O Presidente do Instituto de

Leia mais

Enfermagem em Oncologia e Cuidados Paliativos

Enfermagem em Oncologia e Cuidados Paliativos Prof. Rivaldo Assuntos Enfermagem em Oncologia e Cuidados Paliativos Administração e Gerenciamento de Enfermagem Enfermagem na Atenção à Saúde da Mulher e da Criança Enfermagem nas Doenças Transmissíveis

Leia mais

HOSPITAL REGIONAL DE DIVINOLÂNDIA CONDERG-CONSÓRCIO DE DESENVOLVIMENTO DA REGIÃO DE GOVERNO DE SÃO JOÃO DA BOA VISTA

HOSPITAL REGIONAL DE DIVINOLÂNDIA CONDERG-CONSÓRCIO DE DESENVOLVIMENTO DA REGIÃO DE GOVERNO DE SÃO JOÃO DA BOA VISTA 1. Apresentação A Comissão de Controle de Infecção Hospitalar - CCIH, formada por Membros Executores e Consultores, tem como objetivo, elaborar e implementar o programa anual de controle de infecções,

Leia mais

BENALET. cloridrato de difenidramina, cloreto de amônio, citrato de sódio. Benalet em embalagens múltiplas contendo 25 envelopes com 4 pastilhas cada.

BENALET. cloridrato de difenidramina, cloreto de amônio, citrato de sódio. Benalet em embalagens múltiplas contendo 25 envelopes com 4 pastilhas cada. BENALET cloridrato de difenidramina, cloreto de amônio, citrato de sódio PARTE I IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO Nome: Benalet Nome genérico: cloridrato de difenidramina, cloreto de amônio, citrato de sódio.

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO PARA A CARREIRA DE TÉCNICO-ADMINISTRATIVO EM EDUCAÇÃO EDITAL N.º 195, DE 26 DE JULHO DE 2011 ANEXO I

CONCURSO PÚBLICO PARA A CARREIRA DE TÉCNICO-ADMINISTRATIVO EM EDUCAÇÃO EDITAL N.º 195, DE 26 DE JULHO DE 2011 ANEXO I SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONCURSO PÚBLICO PARA A CARREIRA DE TÉCNICO-ADMINISTRATIVO EM EDUCAÇÃO EDITAL N.º 195, DE 26 DE JULHO DE 2011 ANEXO I REQUISITOS BÁSICOS PARA INVESTIDURA

Leia mais

ANEXO 1. Aprovação no Comitê de Ética em Pesquisa (CEP-UNIFESP)

ANEXO 1. Aprovação no Comitê de Ética em Pesquisa (CEP-UNIFESP) 94 95 96 97 ANEXO 1 Aprovação no Comitê de Ética em Pesquisa (CEP-UNIFESP) 98 99 Anexo 2 Termo de consentimento livre e esclarecido Consentimento informado para realização de Estudo Eletrofisiológico e

Leia mais

PIE Data: 01/10/2010 Revisão:

PIE Data: 01/10/2010 Revisão: UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO Diretoria de Enfermagem Plano De Intervenções De Enfermagem BANHO DIARIO E CUIDADOS AO CLIENTE INTERNADO 1-Conceito: É a higienização corporal diária do cliente

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO RIO GRANDE DO SUL Autarquia Federal Lei nº 5.905/73

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO RIO GRANDE DO SUL Autarquia Federal Lei nº 5.905/73 PARECER CTLN Nº 01/2014 Porto Alegre, 02 de maio de 2014. "Requerimento de informação de responsabilidade da troca da sonda suprapúbica". I RELATÓRIO Trata-se de solicitação de Parecer da enfermeira Elenise

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA PARECER COREN/SC Nº 020/CT/2013 Assunto: Solicitação de parecer técnico sobre a solicitação de mamografia de rastreamento por Enfermeiro nas instituições de saúde. I - Do Fato Trata-se de expediente encaminhado

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO. PARECER COREN-SP 030/2012 CT PRCI n 101.067/2012 Tickets n s 278.587 e 303.064

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO. PARECER COREN-SP 030/2012 CT PRCI n 101.067/2012 Tickets n s 278.587 e 303.064 PARECER COREN-SP 030/2012 CT PRCI n 101.067/2012 Tickets n s 278.587 e 303.064 Ementa: Atuação da equipe de Enfermagem na realização do exame de ressonância nuclear magnética (RNM). 1. Do fato No ticket

Leia mais

Núcleo de Atenção Integral à Saúde Unimed São José dos Campos

Núcleo de Atenção Integral à Saúde Unimed São José dos Campos Núcleo de Atenção Integral à Saúde Unimed São José dos Campos Núcleo de Atenção Integral à Saúde da Unimed SJC O Núcleo de Ação Integral à Saúde (NAIS) é o setor responsável pela promoção da saúde e prevenção

Leia mais

PLANO DE SEGURANÇA DO PACIENTE NORMA Nº 648

PLANO DE SEGURANÇA DO PACIENTE NORMA Nº 648 Página: 1/4 1- OBJETIVO Definir estratégias para garantir a segurança do paciente, visando minimizar os riscos durante os processos associados aos cuidados de saúde através da implementação de boas práticas

Leia mais

Toxicidade tardia da terapia adjuvante: o que não posso esquecer. Maria de Fátima Dias Gaui CETHO

Toxicidade tardia da terapia adjuvante: o que não posso esquecer. Maria de Fátima Dias Gaui CETHO Toxicidade tardia da terapia adjuvante: o que não posso esquecer Maria de Fátima Dias Gaui CETHO Introdução Cerca de 11.7 milhões de sobreviventes de câncer nos EUA em 2007. Destes 2.6 milhões ou 22% são

Leia mais

USO DO CATETER CENTRAL DE INSERÇÃO PERIFÉRICA (CCIP) EM ATENÇÃO DOMICILIAR

USO DO CATETER CENTRAL DE INSERÇÃO PERIFÉRICA (CCIP) EM ATENÇÃO DOMICILIAR USO DO CATETER CENTRAL DE INSERÇÃO PERIFÉRICA (CCIP) EM ATENÇÃO DOMICILIAR BRITO, G. A.Carvalho GOMES, M. Ribeiro Silva MONTAGNER, J. Atenção Domiciliar Unimed Campinas ADUC Introdução A terapia venosa

Leia mais

DIGESPRID (bromoprida)

DIGESPRID (bromoprida) DIGESPRID (bromoprida) Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A. Cápsula 10mg I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO: DIGESPRID bromoprida APRESENTAÇÃO: Embalagem contendo 20 cápsulas. VIA DE ADMINISTRAÇÃO:

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico ETEC Monsenhor Antonio Magliano Código: 088 Município: Garça Eixo Tecnológico: Saúde Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de Técnico em Enfermagem

Leia mais

Orientações aos pacientes sobre radioterapia

Orientações aos pacientes sobre radioterapia Orientações aos pacientes sobre radioterapia SUMÁRIO Prezado paciente....................... 03 O que é radioterapia?..................... 04 Quais os benefícios da Radioterapia?.............. 04 Como

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL NA PRÁTICA ASSISTENCIAL Patrícia Bezerra da Silva. São Paulo, 14 de abril de 2016

RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL NA PRÁTICA ASSISTENCIAL Patrícia Bezerra da Silva. São Paulo, 14 de abril de 2016 RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL NA PRÁTICA ASSISTENCIAL Patrícia Bezerra da Silva São Paulo, 14 de abril de 2016 HOSPITAL DR. MIGUEL SOEIRO Missão Oferecer aos nossos clientes as melhores soluções em saúde;

Leia mais

Avaliação do Risco de Via Aérea Difícil: Atuação do Enfermeiro no Intraoperatório

Avaliação do Risco de Via Aérea Difícil: Atuação do Enfermeiro no Intraoperatório Avaliação do Risco de Via Aérea Difícil: Atuação do Enfermeiro no Intraoperatório 1 Enf. Wagner de Aguiar Júnior Unidade de Apoio Técnico ao Anestesista Instituto Central - HCFMUSP Importância do Manejo

Leia mais

A Experiência do HESAP na Implementação do Protocolo TEV: Desafios e Estratégias

A Experiência do HESAP na Implementação do Protocolo TEV: Desafios e Estratégias CULTURA A Experiência do HESAP na Implementação do Protocolo TEV: Desafios e Estratégias 01/10/2014 Drª Monica Pinheiro Enfª Karina Tomassini HOSPITAL ESTADUAL DE SAPOPEMBA Liderança Superintendente Maria

Leia mais

FUNDAÇÃO ADIB JATENE GERÊNCIA DE GESTÃO DE PESSOAS RECRUTAMENTO E SELEÇÃO DE PESSOAL EDITAL DE ABERTURA PROCESSO SELETIVO 004/2016 ENFERMEIRO (A)

FUNDAÇÃO ADIB JATENE GERÊNCIA DE GESTÃO DE PESSOAS RECRUTAMENTO E SELEÇÃO DE PESSOAL EDITAL DE ABERTURA PROCESSO SELETIVO 004/2016 ENFERMEIRO (A) FUNDAÇÃO ADIB JATENE GERÊNCIA DE GESTÃO DE PESSOAS RECRUTAMENTO E SELEÇÃO DE PESSOAL EDITAL DE ABERTURA PROCESSO SELETIVO 004/2016 ENFERMEIRO (A) ATUAÇÃO: UNIDADE DE ORGANIZAÇÃO DE PROCURA DE ÓRGÃOS E

Leia mais

Manual de Orientação para Pacientes em Radioterapia

Manual de Orientação para Pacientes em Radioterapia Manual de Orientação para Pacientes em Radioterapia Índice Você sabe o que é Radioterapia? Onde é feito o tratamento? Qual será a sua rotina na radioterapia? O que é planejamento? Quando o tratamento

Leia mais

ROTEIRO E ESCLARECIMENTOS PARA SUBMISSÃO DE PROJETO DE PESQUISA COM ANIMAIS A COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS DA UNIFRA

ROTEIRO E ESCLARECIMENTOS PARA SUBMISSÃO DE PROJETO DE PESQUISA COM ANIMAIS A COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS DA UNIFRA ROTEIRO E ESCLARECIMENTOS PARA SUBMISSÃO DE PROJETO DE PESQUISA COM ANIMAIS A COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS DA UNIFRA Antes de preencher o formulário para submissão de projeto de pesquisa em animais,

Leia mais