EDITAL DE CHAMADA PÚBLICA PARA CELEBRAÇÃO DE CONVÊNIOS ANAC Nº 01/2009

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1 EDITAL DE CHAMADA PÚBLICA PARA CELEBRAÇÃO DE CONVÊNIOS ANAC Nº 01/2009 SELEÇÃO PÚBLICA DE PROPOSTAS PARA O PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DA AVIAÇÃO CIVIL ATIVIDADE DE APOIO A AEROCLUBES E ESCOLAS DE AVIAÇÃO CIVIL, ATRAVÉS DO PROJETO DE BOLSAS PARA A FORMAÇÃO DE JOVENS PILOTOS PARA A AVIAÇÃO CIVIL A Lei n o , de 27 de setembro de 2005, criou a Agência Nacional de Aviação Civil e, em seu art. 3 o, define que A ANAC, no exercício de suas competências, deverá observar e implementar orientações, diretrizes e políticas estabelecidas pelo Conselho Nacional de Aviação Civil CONAC. Em 2007, o CONAC emitiu a Resolução n o 11 que, em seu item 1.1.4, estabelece o Incentivo para fortalecimento das ações de formação e capacitação de pessoal, por meio de extensão de programas governamentais de concessão de bolsas de estudo para pagamento da formação prática de voo do aluno. Com o objetivo de atender à referida Resolução e às atribuições que lhe são inerentes, a ANAC torna público, através deste Edital, o Projeto de Bolsas para a Formação de Jovens Pilotos para a Aviação Civil. 1. HISTÓRICO Dado o crescimento acelerado da aviação comercial mundial e, em especial, no Brasil, o propósito do presente Edital é a manutenção da oferta de mão-de-obra qualificada ao mercado nacional, sendo esta uma alternativa adequada e para a qual existem recursos alocados pelo Governo Federal, consignados no Programa de Desenvolvimento da Aviação Civil e na Ação Orçamentária de Apoio a Aeroclubes e Escolas de Aviação Civil, conforme disposto na Lei nº , de 30 de dezembro de 2008 Lei Orçamentária Anual LOA, relativa ao exercício financeiro de O transporte aéreo é, dentre os transportes modais, o que apresenta um maior crescimento, em decorrência da globalização e do desenvolvimento da economia mundial. Com isso, a demanda por recursos humanos capacitados inseridos neste segmento tem evoluído ano a ano, seja impulsionada pelos avanços tecnológicos ou em decorrência do cumprimento de normas e padrões impostos pelos organismos internacionais.

2 Neste sentido, e diante da perspectiva de que o Brasil possa sofrer interrupção na formação de mão-de-obra especializada para operar aeronaves comerciais, cabe à ANAC adotar as medidas necessárias para o atendimento do interesse público e para o desenvolvimento e fomento da aviação civil, como consta no caput do art. 8 o do diploma legal de criação da Agência. O país possui uma ampla estrutura de aeroclubes, disponibilidade de espaço aéreo e centros especializados de treinamento, dotados das mais modernas tecnologias em simulação, com potencial para tornar-se uma referência internacional na formação de recursos humanos para a aviação civil. Tal estrutura visa a oferecer à sociedade brasileira pilotos capazes de ingressar na carreira profissional, contribuindo para a qualidade da sua formação e a continuidade da oferta de pilotos ao mercado interno do país. O Projeto será desenvolvido de modo condizente com os diplomas legais existentes, mais especificamente pelo Decreto n.º 6.170, de 25 de julho de 2007 e pela Portaria Interministerial n.º 127, de 29 de maio de 2008, com apresentação de soluções eficientes e eficazes referentes à formação de pilotos na categoria avião, respeitando- ões 2. OBJETIVO O objetivo do presente Edital é a celebração de convênio com entidades privadas sem fins lucrativos para a formação de pilotos para a aviação civil, mediante o subsídio à instrução prática, realizada por meio de horas de voo em avião e em dispositivos de treinamento de voo ou simulador de voo. 3. OBJETO O objeto deste Edital é estabelecer parâmetros para selecionar e apoiar propostas que terão por objetivo a formação de pilotos para a aviação civil, mediante o subsídio à instrução prática, realizada por meio de horas de voo em avião e em dispositivos de treinamento de voo ou simulador de voo, conforme previsto no Regulamento Brasileiro de Homologação Aeronáutica - RBHA 61 Requisitos para Concessão de Licenças de Pilotos e de Instrutores de Voo, através das seguintes ações: 4. METAS a) Auxílio à formação de Pilotos Privados de avião em aeronaves classe ; e/ou b) Auxílio à formação de Pilotos Comerciais de avião em aeronaves classe com habilitação em voo por instrumentos. As metas serão quantificadas por meio do número de pilotos a serem formados em cada uma das seguintes licenças e habilitações, conforme o Plano de Trabalho apresentado por cada Entidade proponente: - Licença de Piloto Privado de Avião com habilitação em aeronaves classe ; e/ou - Licença de Piloto Comercial de Avião com habilitação em aeronaves classe e voo por instrumentos.

3 5 DA SELEÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DOS PROPONENTES São selecionáveis para fins de execução das ações deste Edital, entidades privadas sem fins lucrativos que atendam às características jurídicas exigidas na Lei 7.565/ Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA) para a formação de entidades com a designação de Aeroclube. A definição de Aeroclube consta no art. 97 do CBA, conforme a seguir descrito: Toda sociedade civil com patrimônio e administração próprios, com serviços locais e regionais, cujos objetivos principais são o ensino e a prática da aviação civil, de turismo e desportiva em todas as suas modalidades, podendo cumprir missões de emergência ou de notório interesse da coletividade. 1º Os serviços aéreos prestados por aeroclubes abrangem as atividades de: I - ensino e adestramento de pessoal de voo; II - ensino e adestramento de pessoal da infraestrutura aeronáutica; III - recreio e desportos. 2º Os aeroclubes e as demais entidades afins, uma vez autorizadas a funcionar, são considerados como de utilidade pública. O Regulamento Brasileiro de Homologação Aeronáutica n o 140, de 16 de março de 2006, que trata da Autorização, Organização e Funcionamento de Aeroclubes, define, na seção , que a Entidade só terá seu estatuto aprovado pela ANAC se fizer constar no mesmo que o Aeroclube não tem finalidade lucrativa, nem remunera seus dirigentes, direta ou indiretamente, sendo esta condição necessária para que possa se constituir. Poderão apresentar propostas, para o atendimento do Objetivo deste Edital, Aeroclubes localizados em todo o Território Nacional. 5.1 DA COMPROVAÇÃO DA QUALIFICAÇÃO TÉCNICA E DA CAPACIDADE OPERACIONAL DO PROPONENTE As entidades proponentes deverão observar os critérios contidos na legislação para consecução das ações previstas neste Edital, devendo cumprir os mínimos obrigatórios de horas de voo, previstos no Regulamento Brasileiro de Homologação Aeronáutica RBHA 61, bem como: a. possuir qualificação técnica na forma de cursos homologados e em situação ativa nas categorias de licenças pretendidas, de acordo com o RBHA 141; b. possuir capacidade operacional e instrucional adequadas ao número de alunos bolsistas que se propõe a formar; e c. apresentar os documentos complementares exigidos pelo concedente. 5.2 DAS INSTALAÇÕES Para instrução prática, a entidade deve contar com: a) salas de operações, preparadas especificamente para esse fim; b) sala para o planejamento de voo, com cartas, mapas e demais recursos e documentos exigidos; c) sala de briefing/debriefing, com mesas grandes, em torno das quais possam se sentar alunos e instrutores, inclusive durante a espera que antecede o voo. A sala deve ter quadro negro ou branco e estantes para a guarda de material;

4 d) sala para o treinador/simulador, caso pertinente, que atenda aos requisitos de boa ambientação (temperatura, luminosidade), com espaço adequado para cada equipamento; e) sala dos instrutores de voo, com mobiliário adequado ao arquivamento do material usado para fins de acompanhamento da evolução de cada aluno bolsista durante a instrução de voo; e f) biblioteca técnica Para propiciar aos alunos bolsistas oportunidade de se familiarizar com o avião a ser usado na instrução de voo, as salas devem dispor de cartazes e diagramas que ilustrem, por exemplo, a posição dos comandos instalados na cabine, a disposição do painel de instrumentos, os dados da performance da aeronave, a fraseologia empregada nas comunicações e todo o material operacional que o aluno deve conhecer. A visualização antecipada permitirá ao aluno bolsista um desembaraço mais rápido na identificação desses componentes, quando observados no avião O aeródromo a ser utilizado na instrução de voo deve ser homologado, atendendo às especificações das aeronaves usadas para a instrução. Como estão previstos voos noturnos na instrução prática, no curso específico de Piloto Comercial de Avião, a entidade deve providenciar para que os exercícios sejam realizados em aeródromo devidamente equipado para esse fim Tendo em vista a sedimentação de uma doutrina pautada na segurança, a entidade deve, além dos cuidados citados: a) afixar avisos, sinais de advertência, cartazes educativos; b) realizar palestras, análise crítica de ocorrências relatadas pela imprensa especializada ou não; c) estimular o desenvolvimento de hábitos e atitudes de zelo pelo patrimônio e, sobretudo, de respeito pelas vidas em jogo; e d) envolver harmonicamente a administração do ensino, o corpo docente, o corpo discente e demais membros num trabalho de conscientização preventivo, muito mais do que corretivo, objetivando a boa preparação dos pilotos a serem formados. 5.3 DOS RECURSOS MATERIAIS Para o desenvolvimento dos cursos, a entidade deverá manter um acervo permanentemente atualizado de material instrucional e recursos auxiliares à instrução, constituído, quando aplicável ao curso, de: a) instrumentos e equipamentos específicos de uso individual, como réguas paralelas e comuns, esquadros, transferidores, plotadores, compassos, computadores/ calculadoras de voo e cadernetas de voo; b) recursos específicos de uso coletivo, como fotos, murais, mapas, cartas de navegação, sinóticas, de prognósticos de rotas; livros de bordo, formulários para os planos de voo; c) equipamentos para demonstração prática, como bússolas, altímetros, anemômetros, instrumentos e equipamentos de rádio e o maior número possível dos equipamentos indicados nos planos de matéria. Alguns instrumentos devem ser seccionados, para que os alunos bolsistas possam observar o seu mecanismo interno;

5 d) modelos em miniatura (maquetes), onde os alunos bolsistas possam praticar, por exemplo, a regulagem da bússola; e) biblioteca, cujo funcionamento deve facilitar a consulta do corpo docente e do corpo discente; f) aeronaves de instrução em condições de aeronavegabilidade; e g) treinador básico de voo por instrumentos ou treinador de procedimentos de voo que simule a performance das aeronaves utilizadas na instrução; devendo possuir instrumentos e comandos posicionados de modo semelhante aos daquelas aeronaves e estar equipado com instrumentação suficiente para possibilitar a realização dos exercícios previstos no programa da instrução e com dispositivos que permitam registrar os exercícios efetuados. 5.4 DOS RECURSOS HUMANOS Os cursos desenvolvidos na entidade devem estar sob a responsabilidade de um coordenador, com formação e experiência compatíveis no âmbito da aviação, podendo exercer as funções de instrutor-chefe. O coordenador deve incumbir-se das seguintes atribuições: a) comparecer ou fazer-se representar por membro da equipe de instrução, por ocasião das inspeções realizadas pela ANAC; b) acompanhar o desenvolvimento do currículo e levantar soluções para possíveis dificuldades na instrução de voo; e c) indicar diretrizes e estabelecer procedimentos com vista à avaliação do aluno bolsista O Corpo Técnico Pedagógico deverá possuir elementos que exerçam funções de instrução prática devidamente habilitados pela ANAC, com boa competência e reputação profissional no âmbito da aviação É fator decisivo a competência dos instrutores, em termos de conhecimentos e experiência, para que o curso produza os resultados desejados, ou seja, para que o aluno bolsista conclua o curso bem preparado Somente devem ministrar a instrução no treinador/simulador profissionais com experiência na função e que sejam qualificados para voo por instrumentos Os instrutores de voo deverão: a) atuar em consonância às normas estabelecidas pela coordenação; b) prestar aos alunos bolsistas toda a orientação que se faça necessária; c) sugerir medidas e iniciativas para o aperfeiçoamento da atuação da entidade, visando à melhoria do próprio desempenho e da preparação dos alunos bolsistas; d) cumprir os conteúdos programáticos da instrução de voo sob sua responsabilidade, atendendo à respectiva carga horária e às missões propostas para a instrução de voo; e e) adotar metodologia adequada ao desenvolver exercícios práticos indicados nos manuais de curso da ANAC.

6 5.5 DOS CRITÉRIOS DE SELEÇÃO Além do previsto nos itens anteriores, na análise das propostas apresentadas pelos aeroclubes, também serão levados em consideração os seguintes aspectos: a) histórico de formação de pilotos; b) capacidade instalada (instalações, equipamentos, aeronaves de instrução e infraestrutura); c) número de instrutores disponíveis e sua experiência de voo; 6 DA APRESENTAÇÃO DAS PROPOSTAS 6.1 DO CREDENCIAMENTO As entidades interessadas em estabelecer parceria com a ANAC, nos moldes deste Edital, as quais necessariamente deverão estar credenciadas e cadastradas no Sistema de Gestão de Convênios SICONV, deverão prestar no mínimo as seguintes informações: a) razão social; b) endereço; c) endereço eletrônico; d) número de inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica-CNPJ; e) transcrição do objeto social da entidade atualizado; e f) relação nominal atualizada dos dirigentes da entidade, com endereço, número e órgão expedidor da carteira de identidade e CPF de cada um deles. A apresentação dos documentos acima referidos deverá ser feita por meio do Portal de Convênios (www.convenios.gov.br) e, quando aplicável, deverá seguir os modelos dispostos nos anexos. 6.2 DO CADASTRAMENTO As entidades interessadas deverão apresentar a documentação, relativa à qualificação jurídica, em qualquer unidade cadastradora do SICAF, no Estado onde estiverem localizadas, para efetivar o cadastramento. 6.3 DAS PROPOSTAS Para apresentação das propostas, as entidades deverão acessar o Portal de Convênios SICONV e incluir os seguintes dados da proposta e do plano de trabalho: a) objeto do programa que será executado; b) justificativa (caracterização dos interesses recíprocos, a relação entre a proposta apresentada e os objetivos e diretrizes do programa, indicação do público alvo e os resultados esperados); c) objeto e período de vigência do convênio (prazo de execução), considerando as etapas de seleção e formação do candidato; d) nome do banco e número da agência para a abertura da conta específica; e) valor global ( valor do repasse + valor da contrapartida); f) valor do repasse, com o valor para treinamento complementar; g) valor da contrapartida (financeira e/ou bens e serviços); h) valor do repasse no exercício atual;

7 i) valor do repasse em exercícios futuros, se for o caso; j) participantes (executor e/ou interveniente, quando houver); k) cronograma físico (metas e etapas ou fases); o somatório das metas deve ser igual ao valor global do convênio (valor de repasse + valor da contrapartida); e o somatório das etapas deve totalizar o valor da respectiva meta. l) cronograma de desembolso, com a indicação do responsável pela liberação da parcela (concedente e/ou convenente): m) bens e serviços a serem pagos com recurso do convênio, por natureza da despesa; n) apresentar Projeto Básico Anexo I; o) apresentar declaração da ANAC atestando o atendimento aos requisitos estabelecidos no item 5 deste documento ; e p) informações relativas à capacidade técnica e gerencial do proponente para execução do objeto: qualificação gerencial (experiências anteriores em execução de convênios e qualificação dos componentes da Diretoria); qualificação técnica (histórico de formação, quantidade de horas voadas nos últimos anos, tempo de existência de cursos e de fundação da instituição); qualificação operacional (quantidade de aeronaves disponíveis, quantidade de instrutores e experiência destes horas de instrução, infraestrutura predial e de área de manobras). Na elaboração da documentação de que trata este item deverá ser observado o que segue: As propostas de formação dos alunos bolsistas deverão ser apresentadas pelos proponentes considerando que os candidatos às bolsas de formação deverão, para poder participar do processo, possuir, no mínimo, os quantitativos de horas voadas em avião abaixo discriminados, conforme previsto no Processo Seletivo para os bolsistas: a. Piloto Privado de Avião: 9 (nove) horas, se realizadas em curso homologado pela ANAC ou 14 (quatorze) horas se realizadas fora de curso homologado pela ANAC; b. Piloto Comercial de Avião: 29 (vinte e nove horas), se realizadas em curso homologado ou 79 (setenta e nove) horas se realizadas fora de curso homologado, em ambos os casos após o cheque de Piloto Privado; A proposta deverá contemplar como aplicação dos recursos do convênio, na formação de cada piloto, o quantitativo máximo de: a. Piloto Privado de Avião: 26 (vinte e seis) horas de voo de instrução em avião e 01:30 (uma hora e trinta minutos) de voo de verificação de proficiência técnica ao final do curso (cheque final); b. Piloto Comercial de Avião: 86 (oitenta e seis) horas de voo de instrução, das quais 76 (setenta e seis) em avião e 10 (dez horas) referentes à equivalência da realização do curso de simulador de voo, composto por 25 (vinte e cinco) horas de instrução no equipamento e ainda 01:40 (uma hora e quarenta minutos) de voo de verificação de proficiência técnica em avião, ao final do curso (cheque final) A proposta de formação deverá prever que o aluno bolsista realizará a instrução nas aeronaves disponíveis no aeroclube, obedecendo, preferencialmente, aos seguintes critérios:

8 a) Piloto Privado de Avião: 26 (vinte e seis) horas, em aeronave disponível no Aeroclube, cujo valor da hora seja o menor; b) Piloto Comercial de Avião: 51 (cinquenta e uma) horas, em aeronave disponível no Aeroclube, cujo valor da hora seja o menor; 25 (vinte e cinco) horas, em aeronave disponível no Aeroclube que permita a instrução de voos noturnos e também por instrumentos (IFR), cujo valor da hora de voo seja o menor; 25 (vinte e cinco) horas de instrução em simulador de voo, as quais serão equivalentes a 10 (dez) horas de voo do total da experiência requerida para a obtenção da referida licença; c) Poderá o Aeroclube, com vista a aumentar a sua capacidade de formação de alunos bolsistas através deste Projeto, apresentar proposta diversa do especificado nos itens anteriores, desde que devidamente justificada e condicionada à análise e aprovação da ANAC; d) Poderá o aluno bolsista, por sua livre escolha e com expressa concordância do Aeroclube, optar pela utilização de aeronaves cujo valor da hora de voo seja superior às aeronaves constantes da proposta de formação. Concordando o Aeroclube com a opção do aluno bolsista, ficam os mesmos responsáveis pela diferença de valores decorrente deste acordo, eximindo a ANAC de qualquer responsabilidade gerada por este O prazo de execução física e financeira previsto será de até 12 (doze) meses, contados a partir da celebração do convênio, que poderá ser prorrogado mediante justificativa da entidade a ser analisada pela ANAC, bem como atender à legislação de convênios As propostas deverão contemplar as despesas decorrentes da instrução para formação do piloto e poderão, ainda, ser contempladas despesas administrativas, atendidas cumulativamente as seguintes condições, em conformidade com o parágrafo único do art. 39 da Portaria Interministerial n o 127/2008: a) as despesas deverão estar previstas e detalhadas no plano de trabalho aprovado pela ANAC; b) as despesas deverão ser limitadas ao máximo de 15% do valor do objeto do convênio (o percentual das despesas será definido pela ANAC de acordo com a sua razoabilidade e pertinência); e c) as despesas não tenham sido custeadas com recursos originários de outras fontes, inclusive convênios ou contratos de repasse. Os proponentes deverão disponibilizar aos alunos alojamento coletivo ou individual, para fins de hospedagem, durante o período necessário para sua formação, que contenha no mínimo: banheiro de fácil acesso, cama com colchão, roupa de cama, travesseiro e cobertores adequados ao clima da região onde este se encontrar instalado.

9 6.3.6 Ficarão a cargo da ANAC as providências administrativas necessárias e a coordenação da seleção dos candidatos à bolsa, cabendo ao Aeroclube a responsabilidade pela aplicação de exame de proficiência técnica conforme estará previsto no Edital do Processo Seletivo. 7 DOS RECURSOS ORÇAMENTÁRIOS E FINANCEIROS 7.1 DOS RECURSOS A SEREM TRANSFERIDOS PELA ANAC: A ANAC disponibilizará inicialmente o montante de R$ ,00 ( três milhões de reais ) para o estabelecimento das parcerias de que trata este Edital, cujos recursos são originários do Programa de Trabalho (Apoio a Aeroclubes e Escolas de Aviação Civil) B Os recursos serão liberados conforme previsto nos respectivos Convênios a serem celebrados. O proponente deverá alocar em sua proposta um quantitativo de 5% sobre o valor total da despesa de instrução, de modo que fique claramente especificado o valor total do repasse (despesas de instrução + valor de 5%), para cobrir os custos de missões complementares de treinamento. Para a utilização deste recurso, a entidade deverá comprovar a necessidade do uso, através de um dossiê de treinamento do aluno bolsista, solicitando previamente a autorização à ANAC. Os treinamentos complementares que não sejam devidamente autorizados deverão correr às expensas do aluno bolsista. 7.2 DOS RECURSOS DA CONTRAPARTIDA: As propostas contemplarão o aporte de recursos de contrapartida pela entidade proponente, o que poderá ser feito através de serviços economicamente mensuráveis, observados os percentuais e condições constantes na Lei n o , de 14 de agosto de 2008 (Lei Federal Anual de Diretrizes Orçamentárias - LDO), tendo como limites mínimo e máximo: a) 2% a 4%, para Aeroclubes situados em Municípios com até (cinqüenta mil) habitantes; b) 4% a 8%, para Aeroclubes situados em Municípios com mais de (cinqüenta mil) habitantes, localizados nas áreas prioritárias definidas no âmbito da Política Nacional de Desenvolvimento Regional, nas áreas da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste SUDENE e da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia SUDAM e na Região Centro-Oeste; e c) 8% a 40%, para Aeroclubes situados nos demais Municípios. 8. DOS PRAZOS Somente serão analisadas as propostas das entidades habilitadas e qualificadas tecnicamente, nos termos dispostos no item 5 deste Edital, que forem apresentadas até 45 (quarenta e cinco) dias após a data de sua publicação no site da ANAC (www.anac.gov.br) e no Portal de Convênios do Governo Federal (www.convenios.gov.br). O não cumprimento dos prazos pela entidade acarretará a sua eliminação da participação na Chamada Pública ou desclassificação da sua proposta.

10 9 DAS VEDAÇÕES Em cumprimento ao que determina a Portaria Interministerial nº 127/2008 alterada pela Portaria Interministerial nº 342/2008, é vedada a celebração de convênios: a) com entidades privadas sem fins lucrativos que tenham como dirigente agente político de Poder ou do Ministério Público, tanto quanto dirigente de órgão ou entidade da administração pública, de qualquer esfera governamental, ou respectivo cônjuge ou companheiro, bem como parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o segundo grau; b) com órgão ou entidade, de direito público ou privado, que esteja em mora, inadimplente com outros convênios ou contratos de repasse celebrados com órgãos ou entidades da Administração Pública Federal, ou irregular em qualquer das exigências da Portaria Interministerial nº 127/2008 e deste Edital; c) com pessoas físicas ou entidades privadas com fins lucrativos; e d) com entidades públicas ou privadas cujo objeto social não se relacione às características do programa ou que não disponham de condições técnicas para executar o convênio. 10 ACOMPANHAMENTO E FISCALIZAÇÃO A ANAC, por meio da Superintendência de Estudos, Pesquisas e Capacitação, fará o acompanhamento, a assessoria e a fiscalização do processo, respeitando as diretrizes estabelecidas na Política Nacional de Aviação Civil e, por conseguinte, as estabelecidas pelo grupo interministerial do CONAC e pelas disposições do Decreto n.º 6.170, de 25 de julho de 2007, e pela Portaria Interministerial n.º 127, de 29 de maio de A ANAC realizará, a seu critério e independente de prévio aviso, quantas visitas forem necessárias em cada uma das entidades proponentes, para a verificação das informações prestadas e, posteriormente à celebração dos Convênios originários deste programa, para a fiscalização de sua execução e o acompanhamento da formação dos alunos bolsistas. 11 ANEXOS O Anexo I Projeto Básico faz parte deste Edital. Brasília, 20 de agosto de Solange Paiva Vieira Diretora-Presidente

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