DesignView em movimento. Mais de dois milhões de desenhos e modelos, e a crescer rapidamente. Simplificação dos serviços de PI na Grécia

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1 PT DesignView em movimento Mais de dois milhões de desenhos e modelos, e a crescer rapidamente Simplificação dos serviços de PI na Grécia ECTA no centro do sistema europeu de PI

2 Agradecemos os seus comentários! A newsletter EuropeanTMDN News foi lançada há quase um ano e assistimos a um interesse e apoio crescentes por parte dos leitores. Os comentários recebidos, nomeadamente de profissionais de propriedade intelectual e de colegas dos institutos de PI de toda a UE, contribuem para melhorar o seu conteúdo e a sua divulgação. Em nome de toda a equipa editorial obrigado aos profissionais que trabalham para o aperfeiçoamento da Rede Europeia de Marcas, Desenhos e Modelos em toda a UE. Todo o feedback é valioso, pelo que nos congratulamos com quaisquer comentários sobre os conteúdos da newsletter, bem como com sugestões de temas que os leitores gostariam de ver abordados. Os comentários podem ser enviados para: A newsletter EuropeanTMDN News é editada pelo Instituto de Harmonização no Mercado Interno (IHMI) e publicada de quatro em quatro meses em 23 línguas da UE. Dirigida à comunidade da propriedade intelectual na Europa, contém uma análise da ação da Rede Europeia de Marcas, Desenhos e Modelos com vista à partilha de boas práticas, harmonização dos métodos de trabalho e supressão das barreiras no mundo dos negócios. Está disponível em formato PDF em: e Tem por objetivo apoiar a linha de ação 6 do Plano Estratégico do IHMI (Desenvolvimento de uma rede europeia) e as iniciativas-chave 27, 28 e 29. Para pedidos de informação, queira contactar:

3 Índice Artigo de fundo DesignView em movimento Entrevista Simplificação dos serviços de PI na Grécia Iniciativas em rede O crescimento da mediação de PI Ferramentas em foco O futuro é agora Ferramenta Forecasting entra em funcionamento A perspetiva do utilizador ECTA no centro do sistema europeu de PI Projetos de Convergência Nova Comunicação Comum lançada pelos institutos de PI Notícias breves Nos institutos de PI da Europa Calendário de eventos Programa de Convergência Carteira de projetos Fundo de cooperação Carteira de projetos... 23

4 Artigo de fundo O DesignView em movimento Mais de dois milhões de desenhos e modelos, e a crescer rapidamente O DesignView é uma ferramenta em linha que centraliza e harmoniza a informação relativa aos desenhos e modelos registados a nível nacional, internacional e da UE fornecida pelos institutos de PI participantes. Incluindo desenhos e modelos de 18 institutos participantes, o DesignView já é maior ferramenta mundial gratuita de pesquisa de desenhos ou modelos registados. O DesignView é já a maior ferramenta gratuita de pesquisa de desenhos e modelos em todo o mundo. O DesignView foi criado no quadro do Fundo de Cooperação patrocinado pelo IHMI, um projeto de 50 milhões de euros concebido para o desenvolvimento de ferramentas e serviços para e em colaboração com os institutos de propriedade intelectual nacionais e regionais da UE. A ferramenta em linha ficou ativa pela primeira vez em novembro de 2012, com dados sobre desenhos e modelos de oito institutos de PI: Portugal, Benelux, Estónia, Espanha, Grécia-OBI, Bulgária, Eslováquia e o IHMI. Desde então, foi ganhando cada vez mais força. Ao longo do ano de 2013, foram aderindo à ferramenta cada vez mais institutos, expandindo assim a sua amplitude e raio de ação. No início de 2014, o DesignView deu um importante passo em frente, com a integração de cerca de desenhos e modelos da base de dados do INPI (instituto de patentes e marcas) francês. Pouco depois, foram integrados pelo IHMI e pelas equipas do instituto italiano mais de desenhos e modelos, e, simultaneamente, foi desenvolvida toda uma série de novas funções para a ferramenta. O instituto que aderiu mais recentemente foi o de Chipre. O DesignView permite aos utilizadores realizarem pesquisas de desenhos e modelos registados numa plataforma comum, de uma forma única e intuitiva. Fornece informações completas de cada registo - perspetivas diferentes dos produtos, indicações, datas pertinentes, classificação, informações do titular, representante, criador, prioridade de exposição, prioridade de convenção, publicação, inscrições e renovações. 1

5 Artigo de fundo O DesignView inclui igualmente uma opção de pesquisa avançada, que permite aos utilizadores a obtenção de resultados com base em diferentes critérios de pesquisa, como a classe de Locarno, o titular ou a data de depósito. A ferramenta oferece outras funções avançadas úteis, incluindo um sistema de alerta para identificar eventos específicos e relatórios das carteiras dos criadores/titulares, bem como uma função estatística. E, como se não bastasse, os resultados da pesquisa podem ser exportados para PDF ou Excel, ou enviados por correio eletrónico. O DesignView pode também gerar relatórios de pesquisa personalizados, incluindo estatísticas sobre o número de desenhos e modelos por instituto, por classe e por outros critérios. Um excelente recurso por desenho e modelo O DesignView possui uma grande variedade de utilizações, nem todas para fins de registo. Trata-se de um recurso fundamental para o rastreio, pois permite aos utilizadores pesquisarem os desenhos e modelos existentes em toda a UE, bem como verificar a novidade da sua ideia. É fácil de usar, tanto para os profissionais de PI como para os não profissionais. Os criadores profissionais e as PME mais inovadoras podem igualmente usar a ferramenta para consultar as tendências de mercado dos seus produtos numa única base de dados. Os professores e estudantes de desenho industrial podem também aproveitá-la, usando a ferramenta como recurso educativo gratuito. responsáveis pela aplicação da lei podem controlar gratuitamente os desenhos e modelos registados, a qualquer hora do dia ou da noite, a fim de identificarem melhor os produtos contrafeitos. Reunir os dados globais sobre desenhos e modelos Ao longo dos próximos meses, a Áustria, a Hungria, a Irlanda e a Polónia estarão prontas para aderir à ferramenta. Foram assinados vários memorandos de colaboração internacional, com o SIPO (Instituto da Administração Estatal de Indústria e Comércio da República Popular da China), Marrocos, o KIPO (Instituto de Propriedade Intelectual da Coreia), o IMPI (México) e o NIPO (Noruega), ampliando assim ainda mais o alcance e a capacidade de pesquisa da ferramenta. Os criadores profissionais e as PME mais inovadoras podem igualmente usar a ferramenta para consultar as tendências de mercado dos seus produtos numa única base de dados. Além disso, teve início um processo de colaboração no âmbito do projeto PAEC para o desenvolvimento de uma versão do DesignView para os Estados-Membros da ASEAN. Apesar de só existir há dois anos, o DesignView já percorreu um longo caminho. Nos próximos anos, adivinha-se um desafio ainda maior, com mais integrações e uma maior expansão da ferramenta de pesquisa, em linha e gratuita, de desenhos e modelos. O DesignView permite aos utilizadores realizarem pesquisas de desenhos e modelos registados numa plataforma comum, de uma forma única e intuitiva. Os profissionais que realizam pesquisas de mercado também irão considerar os relatórios estatísticos gerados pela ferramenta como um recurso extremamente útil para detetar tendências de mercado, bem como a atividade das empresas em todos os setores, períodos de tempo ou países. O DesignView ajuda também a fechar o ciclo da propriedade intelectual. As autoridades 2

6 Artigo de fundo O DesignView em 7 etapas 1 Entrar em e selecionar DesignView 2 Quando é digitado um termo, surge uma lista de resultados 3 O «modo galeria» permite ver as imagens num ecrã único 4 Os utilizadores podem aperfeiçoar as pesquisas graças à utilização da função pesquisa avançada 5 Cada entrada possui todas as informações pertinentes relativas ao desenho ou modelo registado 6 Os desenhos e modelos podem ser visualizados de perspetivas diferentes 7 A ferramenta gera relatórios personalizados 3

7 Artigo de fundo num relance Mais de 2,4 milhões de desenhos e modelos registados 23 línguas 18 Institutos 24/7 disponibilidade de PI em linha Grátis Perspetivas múltiplas dos desenhos e modelos Os resultados das pesquisas podem ser visualizados em listas ou em modo galeria. Os desenhos e modelos selecionados são mostrados a partir de ângulos diferentes. Pesquisas Avançadas e Alertas Os utilizadores podem realizar pesquisas com 23 parâmetros diferentes. O DesignView possui também um sistema de alerta destinado a acompanhar eventos específicos relativos aos desenhos e modelos selecionados pelos utilizadores registados. Navegação inteligente O DesignView inclui uma interface altamente configurável com separadores que permitem aos utilizadores abrir em simultâneo várias pesquisas de desenhos ou modelos. Plataforma integralmente multilíngue Todos os dados jurídicos pertinentes sobre todos os desenhos e modelos incluídos na plataforma estão disponíveis e podem ser pesquisados em 23 línguas da UE. 4

8 Entrevista Simplificação dos serviços de PI na Grécia Os nossos colegas na Grécia explicam de que forma os e-services (serviços em linha) e a nova legislação têm vindo a mudar o panorama da PI para os utilizadores Instalações da OBI em Atenas O Instituto das Marcas está sediado no edifício do Ministério do Desenvolvimento e da Concorrência, em Atenas Kostas Abatzis, Diretor da secção «Pedidos e Concessões», OBI Panagiota Georgopoulou, Jurista sénior, Instituto das Marcas 5 Atualmente, a Grécia é um país muito interessante em termos de PI. O Instituto das Marcas, dependente da Secretaria-Geral do Comércio da Grécia, e o Instituto helénico da Propriedade Industrial (OBI), responsável pelos desenhos e modelos, estão a desenvolver esforços no sentido de sensibilizar as pequenas e médias empresas para o valor e a importância da PI, bem como a prestar um serviço moderno e centrado no utilizador. O Instituto das Marcas beneficiou de um grande incentivo com a nova lei grega relativa às marcas que entrou em vigor em outubro de Panagiota Georgopoulou, uma jurista sénior do Instituto, explica o que a alteração da lei significou: «implementámos um sistema que era simples e rápido». Até à alteração legislativa, explica, o Comité Administrativo das Marcas reunia-se para examinar os pedidos. Agora, essa responsabilidade foi transferida para os examinadores. A nova lei abre também as portas à apresentação eletrónica de pedidos, ao e-filing e ao negócio eletrónico (ebusiness), o que significa que o Departamento das Marcas tem trabalhado arduamente com o Fundo de Cooperação com vista a implementar ferramentas e serviços. Este árduo trabalho deu origem à introdução do novo sistema de e-filing (depósito em linha das marcas) em 3 de novembro. À medida que Panagiota Georgopoulou apresenta a lista de todos os projetos em que o Instituto participa, emerge uma imagem de profunda e estreita participação. «Todos os dias estou em contacto e colaboro com o Fundo de Cooperação», afirma. O Instituto das Marcas beneficiou de um grande incentivo com a nova lei grega relativa às marcas que entrou em vigor em outubro de No OBI, a cooperação com o IHMI é igualmente forte. Kostas Abatzis, Diretor da secção «Pedidos e Concessões», salienta que «com o Instituto das Marcas, participamos em todos os projetos do IHMI». O DesignView constitui, obviamente, uma ferramenta-chave para os institutos, tendo os dados relativos aos desenhos e modelos sido integrados em 2012.

9 Entrevista A partir do início de 2014, Kostas Abatzis e os seus colegas conseguiram introduzir o e-filing dos desenhos e modelos, outro projeto chave do Fundo de Cooperação, na primeira fase da sua implantação. De facto, o Instituto dos Desenhos e Modelos grego foi um dos institutospiloto no que respeita ao e-filing na Rede Europeia de Marcas, Desenhos e Modelos. Além disso, após a implementação da legislação a nível nacional, o instituto pode vir a ser capaz, em breve, de integrar as estruturas necessárias para avançar com o depósito totalmente eletrónico dos desenhos e modelos. Ambos os institutos dão uma enorme importância à sensibilização para o valor da PI no seio da comunidade empresarial grega. «Com o Instituto das Marcas, participamos em todos os projetos desenvolvidos pelo IHMI» Kostas Abatzis económica na Grécia. Kostas refere que «devido à crise, vemos muita gente na Grécia a tentar apostar na exportação, e o desenho industrial pode ajudar nessa área. Várias iniciativas associadas a produtos como o azeite, as azeitonas e outros produtos agrícolas estão a correr muito bem graças às novas embalagens e a todo o grafismo do produto. O azeite grego sempre foi excelente, mas a maneira como se promove o produto faz toda a diferença. É a marca, é a embalagem e é o produto». O Instituto dos Desenhos e Modelos grego foi um dos institutos-piloto no que respeita ao e-filing (depósito eletrónico) na Rede Europeia de Marcas, Desenhos e Modelos Nota concorda. «Os consumidores são atualmente bombardeados por produtos e serviços», afirma. «Assim, as marcas constituem uma oportunidade para as empresas mostrarem a qualidade dos seus produtos e serviços. As marcas são extremamente importantes, razão pela qual o combate à contrafação é tão necessário. As empresas gregas querem avançar para os mercados internacionais devido à crise, pelo que têm de dispor de um sistema rápido e eficiente. Na Grécia, temos de salientar o valor das marcas para as nossas empresas». Kostas Abatzis salienta que faz parte da agenda do Instituto visitar regularmente uma universidade grega que disponha de um sólido departamento de desenho industrial, a fim de contactar com funcionários e alunos. Outro elemento de destaque no seu trabalho de sensibilização foi a conferência «Desenho ou modelo grego - Desenho ou modelo de qualidade» realizada em Atenas, em «Foi uma excelente iniciativa», frisa Kostas Abatzis. «As pessoas puderam ver o trabalho dos criadores gregos até agora. Foi também possível o diálogo e a colaboração entre criadores dado estarem presentes na mesma sala». Nota e os colegas estão igualmente ocupados com a sensibilização para as marcas. «O que fazemos é informar as empresas sobre as vantagens do registo das marcas», afirma. Juntamente com os seus colegas do OBI, organizaram seminários e fóruns sobre o registo da PI, onde responderam às perguntas sobre as marcas e o respetivo processo de registo. Nota salienta que o Departamento de Marcas também recebe um elevado número de perguntas por parte de pessoas que pretendem informações sobre registo e proteção. Tanto Nota como Kostas concordam que a propriedade intelectual tem um papel a desempenhar na luta contra a crise PI na Grécia Em 1920, foi criado na Grécia um primeiro sistema de proteção da propriedade industrial. A Grécia aderiu à Convenção de Paris em 2 de outubro de 1924 OBI - Instituto da Propriedade Industrial (http://www.obi.gr) Criado em 1 de janeiro de Diretor-Geral: Ioannis K. Zaragas Pedidos relativos a desenhos ou modelos (a partir de outubro de 2014): Instituto das Marcas - Direção da Propriedade Comercial e Industrial, Secretaria-Geral do Comércio (http://gge.gov.gr/) Diretora: Eleni Alexandridou Pedidos relativos a marcas (a partir de outubro de 2014): marcas nacionais / RI ( ) 6

10 Iniciativas em rede O crescimento da mediação de PI O mecanismo alternativo de resolução de litígios começa a ser disponibilizado por mais institutos de PI, economizando custos e tempo aos utilizadores. 7 A mediação, enquanto disciplina, já surgiu há muito mais tempo do que se pode imaginar. As suas raízes têm origem na Grécia antiga e prolongam-se até ao nosso enquadramento jurídico moderno. Na sua forma mais pura, trata-se de um processo através do qual duas ou mais partes em litígio procuram, voluntariamente, chegar a um acordo sobre a resolução do seu litígio com a assistência de um mediador. A mediação é um processo estruturado, confidencial e, como já foi dito, puramente voluntário. A mediação é um processo estruturado, confidencial e, como já foi dito, puramente voluntário. Difere dos procedimentos legais convencionais num aspeto muito importante. Um processo jurídico convencional gira em torno da descrição das posições divergentes das partes e de uma decisão entre elas. Um processo de mediação pretende resolver o litígio, concentrando-se nos interesses das partes - nomeadamente nos seus interesses comerciais - e na conciliação das suas divergências. A mediação, enquanto procedimento baseado nos direitos e não nos interesses, tem sido utilizada há já alguns anos em muitos Estados-Membros e em diferentes contextos, nomeadamente na área do direito da família. No entanto, a diretiva da UE de 2008 relativa à mediação, que teve como objetivo incentivar a resolução de litígios por consenso em matéria civil e comercial, nomeadamente através da utilização da mediação, deu um impulso à disciplina como um todo. Os institutos de PI do Reino Unido e de Portugal possuem ambos fortes tradições de oferta de mediação aos seus utilizadores como alternativa à forma clássica de resolução de litígios. De facto, em 2013 entrou em vigor em Portugal a Lei 29/2013, que «estabelece os princípios gerais aplicáveis à mediação realizada em Portugal, bem como os regimes jurídicos da mediação civil e comercial, dos mediadores e da mediação pública». Desde 24 de outubro de 2011, o IHMI passou a

11 Iniciativas em rede oferecer também um serviço de mediação: a primeira agência da UE a fazê-lo. Neste caso, o trabalho conjunto entre os Institutos de Propriedade Intelectual da UE tem sido claramente benéfico O serviço de mediação do IHMI tem beneficiado enormemente da ajuda dos colegas do UKIPO, que contribuíram, e continuam a contribuir, com um aconselhamento e ajuda prática preciosos, tanto na fase de preparação para o lançamento do serviço como posteriormente. A boa vontade do UKIPO na partilha de conhecimento e experiência ajudou o serviço de mediação do IHMI ao longo do seu processo de arranque e consolidação, permitindo-lhe oferecer mediação aos seus utilizadores. A verdade é que, para os utilizadores, a mediação constitui uma ferramenta claramente valiosa. A PI está muitas vezes na origem dos litígios transfronteiras, devido à natureza cada vez mais global da propriedade intelectual. O elevado custo dos processos, bem como a sua morosidade, excluem muita gente, sobretudo as pequenas empresas que não dispõem nem de tempo nem de dinheiro para investir numa longa batalha judicial que ninguém pode ter a certeza de ganhar. Em maio de 2014, o IHMI realizou a sua primeira conferência sobre mediação em matéria de PI, que atraiu 40 palestrantes de alto nível de todo o mundo que destacaram a experiência disponível neste domínio. A conferência contou com uma elevada participação, com temas que foram desde as sessões de simulação prática de mediação até às discussões sobre mediação na prática, incluindo animados debates. Além disso, um estudo recente apresentado ao Parlamento Europeu sobre a «reinicialização» da diretiva relativa à mediação sugere que a mediação continua ainda a ser um assunto essencial para os decisores políticos e os peritos em toda a UE. Com a mediação a ganhar terreno em toda a UE, a mediação em matéria de PI parece também destinada a expandir-se A situação da mediação é muito diferente entre os 28 Estados- Membros da UE: a mediação é aceite naturalmente em alguns e relativamente desconhecida noutros. A PI, com a sua tradição de processos de oposição, extinção, anulação ou recurso, não é estranha à mediação. A questão que se coloca para os próximos anos é a de saber até que ponto a mediação irá incorporar-se nos litígios em matéria de propriedade intelectual, e até que ponto irá ser institucionalizada enquanto mecanismo de resolução de litígios a nível tanto da UE como nacional. O processo de mediação do IHMI é gratuito se se realizar na sua sede em Alicante (os escritórios de Bruxelas do IHMI dispõem de uma estrutura própria para a realização da mediação; neste caso, aplica-se uma pequena taxa). O trabalho conjunto entre os Institutos de Propriedade Intelectual da UE tem sido claramente benéfico Com a mediação a ganhar terreno em toda a UE, a mediação em matéria de PI parece também destinada a expandir-se Em apenas três anos, a mediação do IHMI cresceu de 8 mediadores acreditados internacionalmente, que têm de ser membros do pessoal do IHMI, para 25 hoje em dia, estando todos eles aptos a trabalhar em várias línguas da UE. Num contexto de tomada de decisões a quatro níveis (departamento de primeira instância, Câmara de Recurso, Tribunal Geral e Tribunal de Justiça da União Europeia), a mediação através do IHMI faz todo o sentido. 8

12 Ferramentas em foco O futuro é agora - Ferramenta Forecasting entra em funcionamento A ferramenta Forecasting situa-se na intersecção entre a análise e a previsão 9 A ferramenta Forecasting, lançada como parte do Fundo de Cooperação no contexto das ferramentas de TI para os institutos nacionais e regionais de PI, foi concebida para permitir aos institutos que compõem a Rede Europeia de Marcas, Desenhos e Modelos fazerem prognósticos e gerarem análises dos seus próprios futuros depósitos. A ferramenta tem por base a tecnologia de ponta das séries cronológicas, tendo sido desenvolvida através de um grupo de trabalho composto por especialistas em previsão dos institutos de PI de Espanha, Reino Unido, Hungria, Polónia, Dinamarca e Portugal, em colaboração com o Instituto Europeu de Patentes (IEP/EPO). Contudo, o projeto nunca poderia ter sido concluído sem a colaboração de um grupo de peritos em análise avançada e em séries cronológicas da Universidade Politécnica de Madrid. O professor Antonio Hidalgo, do departamento de Administração de Empresas e Estatística daquela Universidade, afirma que a Forecasting contém «uma metodologia de previsão muito inovadora, graças à qual conseguimos melhorar a precisão e a fiabilidade de seus modelos de previsão comparativamente a outros métodos de previsão mais tradicionais». Os sistemas de previsão não constituem uma evolução inteiramente nova no mundo da PI, e o desenvolvimento da Forecasting baseou-se nos programas existentes, incluindo a investigação levada a cabo pelo instituto de PI espanhol entre 2008 e 2011, o que permitiu testar diferentes algoritmos de previsão nas marcas e patentes. A amplitude da capacidade de inserção de dados da Forecasting é muito grande. O historial dos dados de depósito foi analisado através de um método de inteligência artificial, e variáveis como o crescimento do PIB específico do país, ou as taxas de desemprego e do consumo privado, podem igualmente ser inseridas com vista a melhorar o resultado. Podem ainda ser introduzidos dados sobre ações específicas desenvolvidas pelo instituto, reforçando assim a fiabilidade do modelo. Tal significa, na prática, que o pessoal do instituto nacional pode adicionar dados

13 Ferramentas em foco sobre reduções de taxas, por exemplo, ou quaisquer eventuais adendas ao e-filing pelo instituto em causa, ou mesmo mudanças na regulamentação: com efeito, tudo o que possa ser considerado útil para aperfeiçoar a previsão. A Forecasting tem por objetivo atender às necessidades dos institutos de PI nacionais e regionais, bem como apoiar os seus fluxos de trabalho. A ferramenta permite aos membros da Rede Europeia de Marcas, Desenhos e Modelos gerarem estimativas quando efetuam o planeamento orçamental, concebem atividades promocionais ou avaliam o impacto das atividades passadas ou mesmo futuras A ferramenta permite aos membros da Rede Europeia de Marcas, Desenhos e Modelos gerar estimativas quando efetuam o planeamento orçamental, concebem atividades promocionais ou consideram o impacto das atividades passadas ou mesmo futuras Apesar da complexidade da técnica e da prática da análise estatística em profundidade, a Forecasting é uma ferramenta de fácil implementação e utilização. O processo de implementação é realizado através de um front-end feito em Excel, já comum em institutos de PI nacionais e regionais que não requer instalação. A ferramenta é também acompanhada de um manual de fácil leitura e utilização. Desde a conceção até à implementação da ferramenta Forecasting, passaram cinco anos. O resultado final é uma ferramenta que pode ser usada por qualquer pessoa com conhecimentos básicos de marcas e desenhos e modelos. Tendo em conta que a ferramenta realiza todos os cálculos internamente, os utilizadores não precisam de um nível avançado de econometria ou qualquer formação no domínio da estatística. Os criadores da Forecasting estão orgulhosos do seu trabalho. Com os seus algoritmos de inteligência artificial e de aprendizagem automática, a ferramenta representa um enorme salto em frente na forma como a análise avançada de dados é aplicada aos indicadores de previsão de PI. O objetivo da ferramenta era o de colocar um sistema potente e fiável à disposição de todos os institutos de PI nacionais e regionais da União Europeia, para que estes pudessem obter previsões sobre os seus volumes de marcas e desenhos e modelos, da forma mais simples e clara possível. Embora recente, a Forecasting concretizará o seu potencial nos próximos anos em toda a Rede Europeia de Marcas, Desenhos e Modelos. 10

14 A perspetiva do utilizador F. Peter Müller, Presidente da ECTA ECTA no centro do sistema europeu de PI Apoio e aconselhamento em matéria de marcas, desenhos e modelos, e IG da UE 11 Se quiser ter uma ideia da importância do papel desempenhado pela Associação de Marcas das Comunidades Europeias (ECTA) no mundo da PI europeu, só tem de recordar um facto muito simples. «Pense nisso da seguinte forma», afirma F. Peter Müller, presidente da ECTA: «Os nossos membros representam mais de 50 % de todas as Marcas Comunitárias». Na verdade, a ECTA tem a honra de ser mais antiga do que a própria marca comunitária (MC). Quando a primeira MC foi registada em 1996, a ECTA já tinha 14 anos. Os seus membros, segundo F. Peter Müller, «envolveram-se profundamente na fundação do IHMI, comentando a elaboração do regulamento e da diretiva em Desde então, a ECTA tem mantido contactos muito estreitos com o IHMI». Porém, o trabalho da ECTA não se limita a essas atividades. F. Peter Müller, que assumiu a presidência da ECTA em junho deste ano, sucedendo a Domenico de Simone, salienta que a sua competência é essencialmente pan-europeia. «Tentamos ter mais influência a nível nacional através do pacote legislativo [sobre a reforma do sistema europeu das marcas]», afirma. «Temos reuniões regulares com a Comissão Europeia, o Parlamento Europeu e o Conselho Europeu. Na verdade, reunimos com representantes de cerca de 20 países diferentes ao longo dos últimos dois anos, e tentamos ajudá-los através de comentários ao pacote legislativo». «Concentramo-nos na legislação mais favorável a um desenvolvimento económico e equilíbrio social prósperos na União Europeia» De facto, afirma F. Peter Müller, a própria estrutura da ECTA é um espelho exato da do Conselho Europeu. Os membros do conselho da ECTA são oriundos dos 28 Estados-Membros, e sua estrutura de votação retrata exatamente a do Conselho, com mais votos para os países maiores e menos votos para os países médios e mais pequenos».

15 A perspetiva do utilizador Os candidatos ao conselho são propostos a nível nacional pelos membros da ECTA nos países em causa, mas aprovados e eleitos por todos os membros UE da ECTA, tendo como consequência uma qualidade supranacional da organização, sem a preponderância de qualquer Estado-Membro nos procedimentos. Os mesmos princípios de igualdade refletem-se na sua regra de que o presidente e os dois vice-presidentes (atualmente Ruta Olmane da Letónia e Sozos-Christos Theoudoulu de Chipre), devem ser de nacionalidades diferentes. Pelas palavras de F. Peter Müller, a ECTA, com cerca de 1500 membros, a maioria dos quais oriundos da atividade privada e da indústria, «não é um típico grupo de interesses. Concentramo-nos na legislação mais favorável a um desenvolvimento económico e equilíbrio social prósperos na UE, além de tentarmos encontrar o melhor equilíbrio entre os titulares de PI e outros participantes no mercado da UE, incluindo os interesses dos consumidores ou os interesses da concorrência, tomando em consideração todas as questões relacionadas com o novo enquadramento das marcas, nomeadamente a globalização dos mercados, a explosão da internet e as mudanças na economia mundial». A riqueza do conhecimento especializado no seio da ECTA significa que esta constitui um parceiro vital para os programas da Rede Europeia de Marcas, Desenhos e Modelos. «A ideia de base da ETMDN e todo o trabalho nela desenvolvido - no âmbito do Programa de Convergência e do Fundo de Cooperação - são excelentes. Apreciamos profundamente o esforço realizado com vista a harmonizar os diferentes procedimentos», afirmou F. Peter Müller. No entanto, apesar do seu nome e do seu nível de envolvimento no IHMI (através, nomeadamente, do extremamente ativo comité misto ECTA-IHMI sob a liderança de Andreas Renck), a participação da ECTA não se limita ao nível supranacional da PI. interesses exclusivamente nacionais. «Se os direitos regionais, como as MC, forem demasiado fáceis de obter, então o registo de MC ficaria sobrelotado de marcas, muitas das quais com uma importância apenas nacional, ou mesmo local, dificultando assim a concorrência em muitas partes da UE», salienta. A ECTA defende que deve haver sempre uma opção económica e razoável por direitos nacionais e marcas nacionais. «Sempre dissemos, tanto a nível europeu como do IHMI, que queremos o sistema triplo: marcas comunitárias, marcas nacionais e sistema de Madrid» Em termos práticos, F. Peter Müller elogia os progressos técnicos proporcionados pela ETMDN sob a liderança do IHMI; em particular o desenvolvimento de bases de dados pesquisáveis, gratuitas e constantemente atualizadas, como o TMview e o DesignView. «Ter acesso a todas as bases de dados e fácil acesso às pesquisas é ótimo, e muito apreciado», afirma, «pois corresponde: a) ao que o requerente pagou; e b) ao que o concorrente deve saber. De acordo com o atual presidente António Campinos», acrescentou, «o IHMI estabeleceu padrões em muitos aspetos e constitui, seguramente, uma referência global para os institutos de PI». A ECTA não é apenas um elemento no panorama da PI na UE, faz parte do tecido do próprio sistema de PI da UE. F. Peter Müller, proveniente da empresa de PI Müller, Schnupfner e Associado, do instituto de Munique, salienta os laços estreitos e dinâmicos entre a ECTA, o IHMI e o sistema de nível nacional da UE. A conferência anual de 2014 da ECTA teve lugar em Alicante, no vigésimo aniversário do IHMI, representando o «cruzamento» das questões relativas à PI da UE durante uma semana muito agradável, em que os profissionais de PI, com a excelente colaboração do IHMI, se reuniram para uma sessão que constituiu uma verdadeira celebração da PI na UE. Com uma participação ativa, um foco pan-europeu e uma liderança viva e empenhada, o futuro da ECTA é prometedor. O seu envolvimento com os três níveis do sistema, passado, presente e futuro, significa que vai continuar a desempenhar o seu papel no reforço da PI na União Europeia. «Sempre dissemos, tanto a nível europeu como do IHMI, que queremos o sistema triplo: marcas comunitárias, marcas nacionais e sistema de Madrid». F. Peter Muller sublinha que a ECTA se congratula com os esforços de harmonização que se destinam a simplificar os procedimentos e a reduzir custos, mantendo no entanto os direitos nacionais. «Consideramos que estes direitos são particularmente importantes para as PME e para as «delegações regionais» de grandes corporações», explica, e acrescenta que esses tipos de empresas podem ter 12

16 Projetos de convergência Nova Comunicação Comum lançada pelos institutos de PI A prática comum acordada centra-se no impacto das componentes com caráter distintivo fraco ou inexistente das marcas no exame do risco de confusão (motivos relativos) Em 4 de outubro, os 25 institutos da UE e 3 institutos não-ue que aplicam a prática publicaram nos seus respetivos sítios Web uma comunicação com os pormenores da nova prática comum. Na altura em que se iniciou o projeto, houve uma divergência entre os institutos nacionais, o BOIP e o IHMI a respeito das diferentes interpretações sobre a avaliação e as consequências de se lidar com componentes de marcas de caráter distintivo fraco ou inexistente na apreciação dos motivos relativos de recusa (risco de confusão). Concretamente, havia práticas e interpretações diferentes quanto à importância que devia ser conferida - se alguma - ao facto de uma marca anterior e outra posterior, abrangendo produtos e/ou serviços idênticos, coincidirem numa componente com fraco ou inexistente caráter distintivo. Estas práticas e interpretações diferentes levaram a resultados diferentes na avaliação do risco de confusão, mesmo que os factos do processo fossem os mesmos (as marcas e os produtos e serviços em causa). Essas diferenças geraram imprevisibilidade e insegurança jurídica no exame dos motivos relativos. Assim, os institutos sentiram a necessidade de harmonização e consideraram que uma prática comum seria benéfica para os utilizadores e para eles próprios. No contexto do Programa de Convergência (projeto PC5), os institutos analisaram atentamente a questão e chegaram a acordo sobre as componentes de marcas de caráter distintivo fraco ou inexistente para efeitos de avaliação do risco de confusão, presumindo que o produto e/ou os serviços são idênticos. A prática comum é definida e descrita em pormenor no documento «Princípios da Prática Comum». Essencialmente, a prática comum consiste em quatro objetivos: Objetivo 1 Definir quais as marcas sujeitas a avaliação do caráter distintivo: a marca anterior (e/ou partes dela) e/ou a marca posterior (e/ou partes dela) Ao avaliar o risco de confusão: É avaliado o caráter distintivo da marca anterior como um todo, tendo em consideração que tem de ser reconhecido um certo grau de caráter distintivo. É também avaliado o caráter distintivo de todas as componentes da marca anterior e da marca posterior, dando prioridade às componentes coincidentes. 13

17 Objetivo 2 Determinar os critérios de avaliação do caráter distintivo da marca (e/ou partes dela) Para avaliar o caráter distintivo das marcas por motivos relativos, aplicam-se os mesmos critérios usados para determinar o caráter distintivo por motivos absolutos. Todavia, no caso de motivos relativos, esses critérios são usados não só para determinar se é atingido um limiar mínimo de caráter distintivo, mas também para considerar os diferentes graus desse caráter. Objetivo 3 Determinar o impacto no risco de confusão quando as componentes comuns possuem um caráter pouco distintivo Quando as marcas possuem em comum um elemento pouco distintivo, a avaliação do risco de confusão incidirá sobre o impacto das componentes não-coincidentes na impressão de conjunto das marcas, tendo em conta as semelhanças/ diferenças e o caráter distintivo das componentes não-coincidentes. A coincidência de um elemento de caráter pouco distintivo não conduzirá, em princípio, por si só, a um risco de confusão. No entanto, pode haver risco de confusão se: as restantes componentes possuírem um caráter distintivo mais fraco (ou igualmente fraco) ou possuírem um impacto visual insignificante e a impressão de conjunto das marcas for semelhante ou a impressão de conjunto das marcas for muito semelhante ou idêntica. Exemplos Sem risco de confusão MORELUX vs. INLUX (Classe 44: Tratamentos de beleza) Risco de confusão COSMEGLOW vs. COSMESHOW (Classe 3: Cosméticos) VS VS (Classe 9: Cartões de crédito) (Classe 43: Serviços relacionados com alojamento privado de férias) Objetivo 4 Determinar o impacto no risco de confusão quando as componentes comuns não possuem um caráter distintivo Quando as marcas possuem em comum uma componente sem caráter distintivo, a avaliação do risco de confusão incidirá sobre o impacto das componentes não-coincidentes na impressão de conjunto das marcas, tendo em conta as semelhanças/diferenças e o caráter distintivo das componentes não-coincidentes. Uma coincidência apenas das componentes sem caráter distintivo não gera risco de confusão. Quando as marcas contêm também outros elementos figurativos e/ou nominativos semelhantes, haverá risco de confusão se a impressão de conjunto das marcas for muito semelhante ou idêntica. Exemplos Sem risco de confusão BUILDGRO vs. BUILDFLUX (Classe 19: Materiais de construção, Classe 37: Serviços de construção) Risco de confusão TRADENERGY vs. TRACENERGY (Classe 9: Coletores de energia solar para a produção de eletricidade) VS VS (Classe 36: Serviços financeiros) (Classe 9: Coletores de energia solar para a produção de eletricidade) EXECUÇÃO Esta prática comum será implementada no prazo de 3 meses a contar da data de publicação da comunicação. Os institutos que a aplicam podem optar por publicar informações adicionais nos seus sítios Web. Lista dos institutos que aplicam a prática comum: AT, BG, BX, CY, CZ, DE, DK, EE, ES, FR, GR, HR, HU, IE, IS, LT, LV, MT, NO, IHMI, PL, PT, RO, SE, SI, SK, TR, UK Para mais informações consultar o documento «Princípios da nova prática comum» em: https://www.tmdn.org/network/documents/10181/897c811d-65ca-4779-b91d-636c71de2ec9 14

18 NOTÍCIAS Breves Nova vaga de implementação de projetos do Fundo de Cooperação em toda a UE Um certo número de institutos de PI introduziu com êxito, nos últimos três meses, algumas das ferramentas mais complexas e transformadoras do Fundo de Cooperação. A Grécia e a Letónia implementaram com sucesso o e-filing (depósito eletrónico) das marcas, enquanto os institutos nacionais de PI da Lituâna, Roménia e Malta o fizeram para o e-filing dos desenhos e modelos. Os novos sistemas fazem parte do Pacote de Software do Fundo, que visa modernizar as capacidades e os procedimentos de TI. Significa isto que esses institutos possuem agora um sistema totalmente novo de «front office», que oferece uma experiência de depósito eletrónico total aos seus utilizadores. Entretanto, o instituto de PI austríaco avançou com a CESTO - Common Examiner Support Tool (ferramenta de apoio comum para examinadores). A CESTO permite aos examinadores realizarem pesquisas automatizadas em várias bases de dados, ajudando-os assim na recolha de todas as informações pertinentes para o exame dos motivos absolutos. O INPI francês aderiu à ferramenta de verificação da qualidade em setembro, a ferramenta em linha que permite aos utilizadores verificarem num único local o desempenho e os serviços prestados pelos 23 institutos de PI participantes. As execuções foram garantidas por peritos dos institutos nacionais, em conjunto com as equipas do Fundo de Cooperação. Receção do PAEC III em Genebra Pelo segundo ano consecutivo, António Campinos, presidente do IHMI, organizou um cocktail de receção às delegações dos países membros da ASEAN presentes nas reuniões das assembleias da OMPI realizadas em Genebra, em 24 de setembro de Durante o cocktail, o presidente Campinos reiterou o compromisso do IHMI em manter uma cooperação contínua e frisou a grande importância da sua relação com a ASEAN. Foi feita uma menção especial ao TMview da ASEAN, a nova ferramenta em linha da ASEAN para informações sobre marcas lançada oficialmente em Singapura, em 26 de agosto de 2014, e que contém mais de 2,2 milhões de pedidos e registos de marcas com efeitos nos países participantes da ASEAN, a qual oferece a possibilidade aos utilizadores de explorarem a panorâmica geral das marcas na região da ASEAN de uma forma eficaz e fácil de usar. 15 Reuniões de ligação sobre marcas, desenhos e modelos A 12.ª reunião de ligação sobre marcas e a 13.ª reunião de ligação sobre desenhos e modelos entre o Instituto de Harmonização no Mercado Interno e peritos dos institutos nacionais e regionais de PI teve lugar em 7-8 e outubro, respetivamente, na sede do IHMI em Alicante. Os delegados serão informados das atualizações dos projetos do Programa de Convergência (harmonização da classificação anterior dos produtos e serviços; motivos absolutos - marcas figurativas; motivos relativos - risco de confusão; projetos de convergência sobre desenhos e modelos). Serão também feitas apresentações sobre uma série de outros temas, incluindo o Fundo de Cooperação e os projetos de colaboração internacional. Todos os institutos de propriedade intelectual nacionais e regionais da UE estão presentes nas reuniões, juntamente com representantes de países não membros da UE, da Comissão Europeia e da OMPI. Estão também presentes no evento representantes de quatro associações de utilizadores.

19 NOTÍCIAS Breves O IHMI na Conferência Anual da MARQUES Uma delegação do IHMI participou na conferência anual da MARQUES realizada em Copenhaga de 23 a 26 de setembro. A MARQUES é uma associação europeia que representa os interesses dos titulares de marcas e um membro da rede do grupo de utilizadores do IHMI. Foram atualizados os delegados no âmbito do trabalho do IHMI e do trabalho do Observatório Europeu das Infrações aos Direitos de Propriedade Intelectual. A conferência deste ano - a 28.ª - tem como tema «Marcas tradicionais num mercado digital», e inclui debates sobre questões como, por exemplo, os novos modelos comerciais na internet, os sítios Web de venda de produtos contrafeitos e os limites do mercado digital. O IHMI montou igualmente um stand na conferência destinado a divulgar informações sobre as ferramentas de PI e as atividades da ETMDN. Expansão internacional para as ferramentas de PI Com a adesão dos novos institutos de PI ao TMclass, ao TMview e ao DesignView, as ferramentas começam a constituir uma referência verdadeiramente global que torna a informação sobre marcas, desenhos e modelos acessível a qualquer utilizador no mundo. Os institutos de PI do Canadá, da Noruega, da Islândia e do Montenegro aderiram recentemente ao TMclass e a Tunísia faz agora parte do TMview. Por outro lado, a colaboração com outros institutos de propriedade intelectual mantém-se, no âmbito do Programa de Cooperação Internacional do IHMI. O IHMI assinou acordos de cooperação bilaterais sobre o DesignView com os Institutos de PI da Coreia, do México, de Marrocos e da Noruega. Foi igualmente assinado um acordo com a Islândia sobre o TMview. As últimas adesões ao TMClass perfazem um total de 41 Institutos de PI, incluindo o IHMI e a OMPI, permitindo aos seus utilizadores pesquisar e traduzir termos de classificação de e para qualquer uma das 31 línguas disponíveis. O TMview conta agora com 24,5 milhões de marcas com base em 36 institutos de PI, e a interface do utilizador está disponível em 28 línguas. Lançada a base de dados sobre Obras Órfãs O Instituto de Harmonização no Mercado Interno (IHMI), por intermédio do Observatório, lançou uma nova base de dados em linha de «obras órfãs» de toda a UE. A criação da base de dados foi confiada ao Instituto pela diretiva da UE sobre obras órfãs, que entrou em vigor no final de 2012 e estabelece regras comuns para a digitalização e a exibição em linha de obras órfãs já publicadas na UE. As obras órfãs são todas aquelas obras - como livros, filmes, artigos de jornal e outro material criativo - protegidas por direitos de autor mas de cujos titulares se desconhece o paradeiro. Ora, sem a permissão do autor ou dos seus herdeiros, ninguém pode digitalizar ou divulgar essas obras. Estima-se que haja milhões de obras órfãs em bibliotecas, museus, arquivos das emissoras públicas e outras instituições públicas na UE. A base de dados vai recolher informação sobre as obras órfãs identificadas pelas instituições culturais após pesquisas diligentes e constituirá uma ferramenta útil para apoiar a digitalização dessas obras e assim incentivar a divulgação do património cultural europeu. A base de dados está disponível em https://oami.europa. eu/orphanworks/ 16

20 Nos Institutos de PI da Europa Grécia implementa e-filing das marcas GRÉCIA O Instituto das Marcas grego introduziu recentemente o e-filing (depósito eletrónico) de marcas, uma ferramenta desenvolvida no âmbito do Fundo de Cooperação em colaboração com o IHMI. O novo sistema de e-filing representa um enorme passo em frente na forma como as marcas são processadas e registadas. Disponibiliza um processo de registo em linha que torna mais fáceis, mais rápidos e mais acessíveis os pedidos de marca, beneficiando todos os utilizadores do sistema de marcas grego. Finlândia agora parte da Base de Dados Harmonizada FINLÂNDIA O Instituto de Patentes e Registos finlandês (PRH) aderiu em setembro à base de dados harmonizada comum de produtos e serviços para a classificação das marcas. Como resultado, as traduções finlandesas da Base de Dados Harmonizada estão disponíveis aos utilizadores através da ferramenta TMclass. As traduções suecas na Base de Dados Harmonizada também serão aceites pelo PRH. E-Day sexta-feira, 19 de setembro IRLANDA Com efeitos a partir de 19 de setembro de 2014, o Instituto irlandês de patentes está a aceitar o pagamento de todas as taxas exclusivamente por meios eletrónicos. Esta medida veio apoiar uma iniciativa do Governo irlandês intitulada «e-day», que visa impulsionar um aumento significativo do uso dos pagamentos eletrónicos na economia irlandesa, gerando assim maior competitividade e eficiência. De acordo com a agenda de reformas do governo, o instituto de patentes oferece agora uma série de alternativas eletrónicas de pagamento. 17

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