MONITORIZAÇÃO DE FLUXOS DE CAPITAIS PRIVADOS PARA OS PAÍSES EM DESENVOLVIMENTO: CAPACITAÇÃO PARA CÓDIGOS, NORMAS E ANÁLISE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MONITORIZAÇÃO DE FLUXOS DE CAPITAIS PRIVADOS PARA OS PAÍSES EM DESENVOLVIMENTO: CAPACITAÇÃO PARA CÓDIGOS, NORMAS E ANÁLISE"

Transcrição

1 MONITORIZAÇÃO DE FLUXOS DE CAPITAIS PRIVADOS PARA OS PAÍSES EM DESENVOLVIMENTO: CAPACITAÇÃO PARA CÓDIGOS, NORMAS E ANÁLISE RELATÓRIO DA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL PARA AS PARTES INTERESSADAS Dar es Salaam, de Março de 2002 Development Finance International Ltd 4 th Floor, Lector Court, Farringdon Road, London EC1R 3AF, UK Tel: Fax: Correio Electrónico: Web:

2 SUMÁRIO EXECUTIVO DFI, os seus parceiros regionais MEFMI e WAIFEM, e o Banco da Tanzânia organizaram em Dar es Salaam a de Março um workshop internacional para encerrar a fase-piloto do programa Monitorização de Fluxos de Capitais Privados para os Países em. O workshop, que foi muito bem acolhido, contou com a comparência de 76 participantes de 18 países africanos, caraíbas e latino-americanos, e foi facilitado por 12 organismos regionais/internacionais. Os participantes examinaram as conclusões da Fase 1 e os aspectos-chave para a Fase 2, e partilharam melhores práticas internacionais na monitorização e análise de fluxos de capitais privados. As equipas dos países conduziram as discussões e definiram as suas prioridades para os próximos passos em planos de acção. Os ensinamentos da Fase 1 para monitorização são apresentados na Secção 3 abaixo. De acordo com os seus planos de acção, na Fase 2, os países desejam aperfeiçoar mais a monitorização: Continuando a empreender inquéritos sobre todos os stocks e fluxos de capitais privados estrangeiros, incluindo a dívida externa do sector privado, e a integrar estes inquéritos com inquéritos sobre a monitorização da conta corrente e as percepções dos investidores para melhorar as taxas de reacção. Continuando a melhorar o compromisso político face à implementação das recomendações das políticas, cimentando a coordenação com o sector privado e os ministérios estratégicos, e aperfeiçoando instrumentos legais para assegurar a confidencialidade dos dados e fazer cumprir os mandatos de recolha. Alargando as bases de dados das empresas com activos e passivos estrangeiros. Continuando a coordenar com outros inquéritos para evitar a duplicação. Assentando numa taxa de reacção de 82% do sector privado através de feedback analítico abrangente a todas as partes interessadas, e métodos aperfeiçoados de publicidade e trabalho de campo. Aperfeiçoando métodos para a validação de dados, formando o sector privado para entender aspectos técnicos, tranquilizando os investidores quanto à confidencialidade dos dados, e melhorando os dados. Continuando a desenvolver o software para analisar os APE e as percepções dos investidores, e aumentando a formação em CS-DRMS/SIGADE para a dívida do sector privado. Cumprindo e excedendo ainda mais os códigos e as normas internacionais, incluindo o BPM 5, e a cobertura, periodicidade e oportunidade do sistema GDDS. Comparando os dados com os países regionais e da OCDE e com as instituições internacionais. Os ensinamentos extensivos analíticos e de políticas da Fase 1 são apresentados na Secção 4 abaixo. Os países desejam basear-se nestes ensinamentos na Fase 2 através da análise: da volatilidade e da sustentabilidade dos fluxos e stocks de capitais privados, que são muito maiores do que previamente pensado; das implicações e das motivações para uma parcela muito elevada do financiamento da dívida do sector privado com termos altamente variáveis; da extensão e das perspectivas para a equidade de portfólio que não é registada a nível internacional; Relatório do Workshop Internacional 1

3 da diversificação acelerante dos países de origem dos investimentos, especialmente de dentro de África (incluindo o investimento africano registado offshore ou no estrangeiro); da forma como encorajar fluxos para todas as regiões do país receptor através da melhoria das ligações dos transportes, das infra-estruturas, e da mão-de-obra especializada; da forma como diversificar os sectores receptores, especialmente na agricultura e na agro-indústria; das taxas de rentabilidade exigidas ao capital privado estrangeiro. Os ensinamentos fascinantes dos inquéritos sobre as percepções dos investidores já estão a ter um grande impacto nas políticas, incluindo: a intenção de três quartos dos investidores de alargarem o seu investimento; iniciativas mais fortes para aumentar a estabilidade política regional e nacional e combater a criminalidade e a insegurança urbanas e suas causas sociais; o aumento dos mercados regionais/nacionais e do poder de compra popular, através da estabilização das taxas de câmbio e tomando em conta os pontos de vista dos investidores quanto à política fiscal e comercial; o aumento do acesso ao financiamento local, através da diversificação das fontes de financiamento não-bancárias; a melhoria da qualidade das infra-estruturas e a redução do seu custo, e a reforma das leis agrárias escutando ao mesmo tempo os pontos de vista dos pobres; o aumento da formação vocacional para fornecer mão-de-obra especializada, tomando em conta os pontos de vista dos investidores na reforma das leis do trabalho e acelerando a luta contra pandemias; a simplificação dos arranjos institucionais de investimentos e a identificação das causas de corrupção quer para investidores públicos quer para investidores do sector privado. No entanto, os governos também estão a evitar reacções automáticas aos resultados dos inquéritos: Comparando-os com partes interessadas nacionais chave (por exemplo, investidores, sindicatos); Comparando-os com os resultados dos países vizinhos para julgar a objectividade; Analisando-os de forma mais objectiva face a tendências económicas específicas; Comparando-os com rankings de países noutras análises internacionais. Também estão a identificar futuras melhorias a inquéritos sobre as percepções, incluindo uma incidência em aspectos negativos chave em mais pormenor, para identificar reacções rápidas a políticas. Os países também desejam alargar a agenda analítica para a Fase 2 em duas direcções que são cruciais para a avaliação da contribuição de capitais estrangeiros privados para o desenvolvimento através da: concepção de estratégias nacionais abrangentes de financiamento do desenvolvimento, incluindo a sustentabilidade e a volatilidade dos capitais privados. Isto irá ajudar a definir políticas para atrair os fluxos mais sustentáveis e menos voláteis, a prever e combater mudanças na direcção dos fluxos, conceber directivas para assistir o sector privado na mobilização de capitais nos melhores termos, e aperfeiçoar políticas de garantia. Relatório do Workshop Internacional 2

4 avaliação da contribuição de capitais privados para um desenvolvimento sustentável e redução da pobreza, analisando a transferência de tecnologias e competência, encadeamentos retrógrados e à frente, códigos de ética, práticas ambientalistas, e políticas sociais sem duplicar outros esforços nacionais de recolha de informações semelhantes. Na Fase 2, que irá durar 3 anos a partir de Julho de 2002, os países estão determinados a assegurar a sustentabilidade do programa, empoderando as instituições regionais para executarem o programa; assumindo eles próprios a responsabilidade pela execução das recomendações das políticas; assegurando uma propriedade crescente através de reformas institucionais e contribuições mais elevadas de financiamento local; e continuando a partilhar melhores práticas através de produtos de informática, novas metodologias e seminários internacionais; demonstrar eficazmente a sua reivindicação para participar na Fase 2 (19 países e 2 organismos regionais expressaram uma reivindicação forte, mas o financiamento terá que ser racionado de acordo com a propriedade, os progressos e as necessidades do país); reivindicar apoio adaptado às suas necessidades em termos de consolidação do apoio às partes interessadas, compromisso político e estruturas institucionais/legais; metodologia e software; bases de dados dos investidores; formação das partes interessadas; maximização das taxas de reacção; verificação dos dados, análise e redacção de relatórios; e introdução de novas metodologias tudo dependendo cada vez mais da competência nacional. Relatório do Workshop Internacional 3

5 1. Introdução Development Finance International, os seus parceiros regionais MEFMI e WAIFEM, e o Banco da Tanzânia foram anfitriões de um Workshop Internacional em Dar es Salaam a de Março para encerrar a Fase 1 do programa de Monitorização de Fluxos de Capitais Privados para os Países em : Capacitação para Códigos, Normas e Análise. O workshop contou com a comparência de 76 participantes, representantes de 18 países africanos, caraíbas e latino-americanos, 1 e foi facilitado por quadros de DFI, dos doadores financiadores (DFID, Seco e Asdi) e de organismos regionais/internacionais. 2 Este relatório descreve o evento, as suas conclusões metodológicas e analíticas importantes, e os próximos passos e aspectos de políticas para a Fase 2 do programa que está actualmente a ser finalizada pelas partes interessadas. Contém um resumo das circunstâncias e dos planos de acção dos países muito mais pormenorizados para a Fase 2, que foram preparados no workshop, e que estão disponíveis junto das autoridades dos países ou de DFI. 2. Metodologia Os participantes examinaram as conclusões da Fase 1 e os aspectos-chave para a Fase 2, e partilharam melhores práticas internacionais e regionais para monitorização e análise de fluxos de capitais privados. Mantendo a sua propriedade da Fase 1, as equipas dos países (de bancos centrais, gabinetes de estatística, agências de promoção do investimento e ministérios das Finanças) conduziram as apresentações e as discussões com apoio de peritos internacionais e regionais. Os dois primeiros dias discutiram ensinamentos de monitorização e os próximos passos incluindo o alcance de todos os alvos do Sistema Geral de Divulgação de Dados (General Data Dissemination System, GDDS) do FMI, e a cooperação com países vizinhos, países OCDE e organismos internacionais. Os dois dias seguintes cobriram ensinamentos analíticos e caminhos em frente, especialmente a sustentabilidade de capitais privados e a sua contribuição para a redução da pobreza e um desenvolvimento sustentável. As equipas dos países definiram a seguir as suas prioridades para os próximos passos em planos de acção pormenorizados, que serão apresentados aos doadores para financiamento na Fase 2. O workshop constituiu também um fórum para discussão com os países e os parceiros regionais do rascunho de uma proposta para a Fase 2, e entrevistas para apoiar a análise da Fase 1 que está a ser empreendida pelo DFID do Reino Unido. Todos os aspectos do workshop obtiveram uma avaliação muito elevada dos participantes, tendo 98% considerado que este tinha sido muito útil e vital para as suas vidas de trabalho quotidiano. 1 África do Sul, Botsuana, Etiópia, Gâmbia, Gana, Guiana, Jamaica, Lesoto, Malawi, Maurícias, Nigéria, Quénia, Suazilândia, Tanzânia, Trindade e Tobago, Uganda, Zâmbia, e Zimbabué. 2 O BEAC, o CEMLA, o COMESA, o MEFMI, o Secretariado da OCDE e o WAIFEM compareceram à conferência. O Serviço de Pesquisa e Informações sobre Investimentos Éticos (Ethical Investment Research and Information Service), o FMI, a OCDE, a CNUCED e o Banco Mundial forneceram documentos de fundo e apresentações, e o workshop também discutiu um projecto de LSE-CREFSA sobre a conciliação de dados entre 4 países da África Austral. Relatório do Workshop Internacional 4

6 3. Ensinamentos de Monitorização 3.1. Âmbito Como resultado da Fase 1, os países participantes estão a empreender inquéritos sobre todos os stocks e fluxos de activos e passivos estrangeiros (APE) do sector privado necessários para dados da balança de pagamentos (BdP) ou da posição do investimento internacional (PII). Alguns foram mais longe para captar a dívida externa do sector privado (DESP) empréstimo por empréstimo e melhorar a sua monitorização da conta corrente. A metodologia vai também além dos códigos internacionais, através da recolha de dados por sector receptor mais amplo, e por país de origem. Todos querem cimentar estes empreendimentos na Fase 2. A Fase 1 mostrou o valor de inquéritos simultâneos sobre as percepções dos investidores no aumento do diálogo entre os sectores público e privado e na melhoria da reacção a inquéritos sobre APE. Todos os países irão empreender inquéritos sobre as percepções dos investidores na Fase 2. Vários países irão aperfeiçoar a metodologia / alargar o âmbito para incluir a responsabilidade social das empresas (CSRG). Este é discutivelmente um ensinamento da Fase I, para restabelecer o equilíbrio no diálogo público-privado, i.e. não só como o governo pode melhorar o clima de investimentos, mas também como as empresas podem contribuir para o desenvolvimento nacional e regional em parceria com o governo Instituições e Legislação Em quase todos os países, instituições reforçadas e uma coordenação mais eficaz entre estas em estruturas existentes ou novas, melhoraram a eficiência e a poupança de custos. Isto tem sido essencial ao êxito dos inquéritos. Como resultado, todos têm planos para continuar a melhorar o compromisso político face à implementação das recomendações das políticas, e cimentar a coordenação com o sector privado e os ministérios estratégicos na Fase 2. Através da aplicação de melhores práticas internacionais, a Fase 1 ajudou os países a identificar, rever, fortalecer e publicar Leis e outros instrumentos legais, que asseguram a confidencialidade dos dados recolhidos e fazem cumprir os mandatos de recolha das agências do governo. Estes instrumentos continuarão a ser desenvolvidos na Fase Amostra Na Fase 1, os países compilaram bases de dados muito mais abrangentes e sofisticadas das suas comunidades de investidores. Isto conseguiu-se visando empresas acima dos limiares mínimos de investimento para inquéritos, ao mesmo tempo que se equilibrou o tamanho da amostra com representação por região e sector. Incidiram particularmente em empresas com passivos estrangeiros porque estes são os maiores fluxos e stocks. Os países serviram-se de fontes de informação múltiplas, incluindo agências de promoção do investimento, bancos centrais, gabinetes de estatística, registos das pessoas colectivas, zonas de promoção de exportações e especialistas sectoriais (ministérios sectoriais e entidades coordenadoras do sector privado, por exemplo, câmaras, banqueiros e outras associações). Na Fase 2, irão continuar a aperfeiçoar estas bases de dados, visando empresas com passivos estrangeiros em que os fluxos de capitais externos tenham sido, ou estejam a ser, liberalizados. Também irão continuar a coordenar com outros Relatório do Workshop Internacional 5

7 inquéritos (tais como inquéritos a empresas) para incluir perguntas-filtro, que ajudam a identificar empresas com APE e a evitar qualquer duplicação de esforços Taxa de Resposta A resposta aos inquéritos foi extremamente elevada, atingindo uma média de 71% das empresas com APE, e uma estimativa de 82% dos APE totais, fornecendo uma base fidedigna para análise. Isto reflectiu melhores práticas que irão continuar na Fase 2, incluindo: Sensibilização e continuação do estabelecimento de relações cooperativas entre os sectores público e privado através de workshops, colaboração com associações do sector privado, e cobertura e anúncios na imprensa/nos mass media. Estes testaram a metodologia, forneceram informações sobre os benefícios mútuos do exercício, e informaram o sector privado do mandato legal de recolha de dados. Metodologia de uso fácil e administração e acompanhamento pró-activos de formulários por quadros formados da sede e dos gabinetes regionais, usando manuais de recenseadores abrangentes personalizados, que serviram para fortalecer o entendimento público-privado. Visar o nível apropriado (Director-Geral, Chefe da Contabilidade, ou equivalente). Integração de perguntas de APE e Percepções de Investidores para aumentar a reacção. Coordenação com outros inquéritos ou eventos nacionais, reduzindo as cargas dos respondentes. Prioridade a grandes empresas e sectores/regiões chave, através de mecanismos de acompanhamento e técnicas de gestão eficazes. Relatórios atempados e abrangentes da análise ao sector privado no fim de cada projecto nacional forneceram uma base para a continuação de um nível elevado de respostas no futuro, conforme demonstrado por um feedback positivo por parte do sector privado em eventos de encerramento. Não obstante, os países irão continuar a aperfeiçoar a publicidade e o trabalho de campo na Fase Validação, Melhoria e Software de Dados Para validar os dados recolhidos em inquéritos, os países usaram verificações integradas em formulários e outras fontes incluindo balanços, informações publicadas e os órgãos de comunicação social. Continuarão a alargar o uso de tais fontes na Fase 2. Em comum com os países OCDE, o sector privado tem problemas técnicos em reportar valor comercial, remessas de dividendos e dívida (especialmente interempresas e comerciais) de curto prazo. A Fase 2 continuará a ministrar-lhes formação nestes aspectos. Os relatórios sobre alguns dados não eram suficientes, especialmente sobre receitas, lucros e dividendos retidos. Isto reflecte a desconfiança por parte do sector privado de relatórios às autoridades fiscais. A Fase 2 continuará a tranquilizar os investidores quanto à confidencialidade dos dados apresentados. Para superar erros de declaração, o programa desenvolveu métodos para melhorar os dados usando análise sectorial, empresas de tamanhos semelhantes, dados de outros inquéritos ou bases de dados, e entrevistas a investidores. A Fase 2 continuará a aperfeiçoar estes métodos. Relatório do Workshop Internacional 6

8 A Fase 1 desenvolveu o software Access para registar e analisar os APE e os dados das percepções dos investidores. Os países consideraram isto fácil de usar e fácil de adaptar às necessidades nacionais, mas sugeriram melhorias à documentação e aos resultados na Fase 2. Os países estão a começar a usar o CS-DRMS do Secretariado da Commonwealth e o SIGADE da CNUCED para registar dados da DESP, mas requerem mais apoio e formação nestes sistemas, especialmente no tratamento de empréstimos interempresas e da dívida de curto prazo. Os países entrarão em contacto com o MEFMI, o ComSec e a CNUCED no que respeita a estes aspectos durante a Fase Cumprindo Códigos e Normas Internacionais Todos os países da Fase 1 cumpriram a maior parte das normas do GDDS 3 e excedem muitas: Cobertura: agora todos captam todas as componentes relevantes da BdP (GDDS), e da PII (um prolongamento recomendado do GDDS). Alguns recolhem a DESP empréstimo por empréstimo (indo além do GDDS), e outros estão a considerar isto para a Fase 2 em que a DESP é grande ou o seu vencimento ou a sua composição tem implicações de políticas importantes. Além disso, a pedido dos países, o programa ajudou-os a melhorar a monitorização de rubricas da conta corrente através do empreendimento de inquéritos integrados, reduzindo desse modo a carga do sector privado e conservando recursos escassos. Vários países encontravam-se a um nível mais básico antes do programa, que os ajudou a passar da 4ª para a 5ª Edição do Manual da Balança de Pagamentos (BPM 5) do FMI, conforme requerido nos seus relatórios ao FMI. Periodicidade: todos cumpriram as normas do GDDS de recolha anual, mas tencionam passar a uma recolha mais frequente (um prolongamento recomendado do GDDS ou além do GDDS para a DESP) a médio prazo conforme a necessidade o ditar e os recursos o permitirem. Oportunidade: todos tiveram problemas em cumprir as directivas do GDDS (6 meses após o período de referência), reflectindo o timing e a duração do primeiro censo. Tencionam cumprir as directivas de aprazamento dentro dos próximos 2-3 anos. Transparência/relatórios: os países estão a apresentar dados/análise a todas as partes interessadas, especialmente aos sectores privado e público e à comunidade internacional, com base nas prioridades que estas partes interessadas identificarem para tomadas de decisão. Os países também estão a reportar ao FMI em conformidade com o formato no BPM Comparando Dados com Outros Países e Instituições Internacionais A maior parte dos conjuntos de dados dos países é agora suficientemente fidedigna para efectuar comparações que valem a pena com vizinhos regionais (especialmente países de origem tais como a África do Sul ou o Quénia), e com países OCDE (em publicações nacionais ou de organismos internacionais tais como o BPI e a OCDE). 3 O GDDS fornece um conjunto de directivas voluntárias sobre a qualidade dos dados incluindo a cobertura de rubricas específicas de dados, das quais a BdP constitui uma parte, a frequência da recolha, a oportunidade da publicação, e a qualidade / a transparência dos relatórios. A componente da BdP é muito consistente com a 5ª Edição do Manual da BdP do FMI, o Sistema de Contas Nacionais e outros códigos novos, incluindo o Guia da Dívida Externa. Relatório do Workshop Internacional 7

9 Assente na experiência do FMI e da OCDE, proteger a confidencialidade dos dados poderá impossibilitar uma conciliação de dados com qualquer grau de desagregação. Contudo, poderá revelar-se útil comparar dados agregados (como LSE CREFSA fez) ou métodos de compilação (como a DFI e a LSE estão a fazer), e desenvolver capacidades nos países para implementar uma metodologia comparável (como a DFI está a fazer). Também será útil comparar tendências nacionais com tendências regionais e internacionais. Um aspecto importante da Fase 2 do programa da DFI será proporcionar aos países maior acesso aos dados internacionais, e uma metodologia para a compilação destes dados para que possam julgar a sua qualidade e utilidade de suplementarem conjuntos de dados nacionais. 4. Ensinamentos Analíticos e Implicações das Políticas 4.1. Conclusões e Ensinamentos sobre Activos e Passivos Estrangeiros Os fluxos e stocks de capitais privados são na maior parte dos países maiores do que previamente pensado. Embora os relatórios sejam frequentemente insuficientes, as remessas de capitais e dividendos são também muito mais elevadas, contrabalançando uma grande parcela de entradas. A proporção de entradas e saídas acentua o seu actual e potencial impacto na BdP, na taxa de câmbio e na economia no sentido mais lato, especialmente em caso de volatilidade. Mais de três quartos do capital é fornecido pelas próprias empresas, em investimentos de equidade directa estrangeira, ou financiamentos das partes interessadas e inter-empresas. Contudo, quando financiamentos das partes interessadas e inter-empresas são acrescentados a financiamentos de outras fontes, os investidores têm rácios elevados de dívida/equidade. Estes variam entre cerca de um terço para a Tanzânia e quase 90% para a Guiana. As maiores empresas (especialmente em indústrias extractivas) financiam 80-90% dos seus projectos através de financiamentos. Os termos da dívida são altamente variáveis, tendo os financiamentos interempresas termos mais baratos e mais flexíveis dependendo da capacidade de pagar, mas tendo outros empréstimos taxas de juro elevadas (superiores a 10% em média). Níveis elevados de financiamento da dívida devem-se a impostos ou impostos de selo mais favoráveis, e ao desejo de alguns investidores estrangeiros evitarem compromissos de longo prazo de fundos de equidade. Os países precisam de mais análise de motivações e termos da dívida na Fase 2. Todos os países têm passivos de equidade de portfólio, embora os conjuntos de dados internacionais os reportem como zero. Estes são pequenos onde não existem bolsas de valores, ou estão vedadas a não-residentes, ou têm baixa capitalização ou liquidez. Porém, os países não estão a captar transacções por fundos internacionais de equidade de portfólio ou transacções de não-residentes na dívida pública de uma forma integrada, e muitos planeiam liberalizar em breve entradas e saídas de portfólio assim a Fase 2 deve incidir no registo destes fluxos com exactidão. O investimento provém de uma grande variedade de países, incluindo fontes tradicionais (EUA e Europa) assim como novas (Austrália e Canadá). Os países de origem estão estreitamente ligados a sectores especialmente ao sector mineiro e ao do petróleo, mas também reflectem motivações tais como vínculos coloniais, alianças estratégicas e políticas. Relatório do Workshop Internacional 8

10 O investimento intra-regional continua a crescer rapidamente, perfazendo os investidores africanos um terço da população total de investidores. Países de origem chave incluem a África do Sul, o Gana, o Quénia, as Maurícias, e os países do Norte de África. É difícil acompanhar a verdadeira origem/fonte de um investimento i.e. onde se tomou a decisão de investir por oposição ao país onde o investimento foi registado. Embora o último determine a classificação do investimento na BdP, o primeiro deverá orientar a política de promoção do investimento. Existem duas complicações principais: o Os investidores residentes estão a exportar capital, e depois a registar os seus investimentos como sendo provenientes de jurisdições estrangeiras, especialmente das Ilhas Caimãs, Bermudas, e de outros paraísos fiscais. Como resultado, muito investimento estrangeiro é na realidade dinheiro controlado por residentes de países africanos e caraíbas. o Muitas grandes empresas africanas (tais como fábricas de cerveja sulafricanas e anglo-americanas) estão a registar-se no estrangeiro, para que os investimentos pareçam ser provenientes de países OCDE, sendo na realidade provenientes de África. Os países irão acelerar esforços para detectar os verdadeiros países de origem na Fase 2. As regiões receptoras são muito mais diversas do que previsto, mas algumas regiões estão a atrair muito pouco investimento. Os factores que determinam a distribuição regional são a proximidade de cidades grandes (com maiores tamanhos de mercados), transportes para mercados internacionais e regionais, recursos naturais (especialmente minerais), infra-estruturas, e força de trabalho especializada. As equipas sugeriram por conseguinte políticas para diversificar os fluxos regionais. Os sectores receptores também são muito mais diversos do que previsto. Os sectores que recebem a parte de leão do financiamento estrangeiro são o manufactureiro (Malawi, Tanzânia), o mineiro (Guiana, Tanzânia), o das telecomunicações (Uganda), do turismo (Gâmbia, Tanzânia) e o financeiro (Gâmbia). A agricultura está a sofrer de um deficit de investimento devido a riscos elevados, à falta de incentivos de políticas, e a investimentos complementares limitados nas infra-estruturas por parte do governo. Os países estão actualmente a analisar taxas de rentabilidade (incluindo a comparação de taxas de remessas de lucros e dividendos sobre o IDE, e taxas de juro sobre os financiamentos). Irão desagregar esta análise para verificar taxas de rentabilidade para diferentes sectores ou países de origem, permitindo-lhes aperfeiçoar a análise da BdP e a política de promoção do investimento Conclusões e Ensinamentos sobre as Percepções de Investidores Perguntas sobre as percepções dos investidores dos climas de investimento nacionais atraíram reacções muito positivas, estando os investidores muito dispostos a aumentar o investimento futuro. Não obstante, os países retiraram muitos ensinamentos importantes para políticas futuras: A expansão do investimento: entre 50% e 82% dos respondentes planeiam alargar os investimentos devido a uma percepção positiva da estabilidade económica, política e social. O ambiente político/social: a estabilidade política foi a influência mais positiva em decisões de investimentos, mas a criminalidade e a insegurança foram factores negativos fortes. Os governos precisam de iniciativas mais fortes para aumentar a Relatório do Workshop Internacional 9

11 estabilidade política regional e nacional e influenciar os investidores estrangeiros no sentido de analisarem a estabilidade nacional em vez de medirem todos pela mesma bitola. Também precisam de combater a criminalidade e a insegurança urbanas e de tratar das causas sociais da criminalidade. Estabilidade macroeconómica: os investidores elogiaram muito a estabilidade económica, especialmente a redução da inflação, mas criticaram o tamanho pequeno dos mercados, o cumprimento rigoroso da política fiscal, a depreciação da taxa de câmbio e uma liberalização excessiva do comércio. A prioridade deverá ser no alargamento dos mercados regionais/nacionais e do poder de compra popular. O governo deverá também envidar mais esforços no sentido da estabilidade da taxa de câmbio e tomar em linha de conta os pontos de vista dos investidores relativamente à política de liberalização fiscal e do comércio. O acesso insuficiente ao financiamento local foi uma influência negativa, devido a taxas de crédito elevadas, taxas de depósito baixas, crédito de longo prazo insuficiente, e serviços de baixa qualidade. Os governos precisam de continuar esforços para aumentar o acesso ao financiamento local, especialmente através da diversificação das fontes de financiamento não-bancárias, e inserir percepções dos investidores em análises objectivas (e dos credores) das tendências da taxa de juro. Infra-estruturas e serviços: classificadas como deficientes na maioria dos países devido a custos elevados e baixa qualidade, as infra-estruturas das telecomunicações melhoraram no entanto marcadamente devido a um maior acesso à Internet e a redes de telefones celulares. A percepção das leis agrárias variou sendo alguns países considerados satisfatórios e outros a precisar de reformas. Os países identificaram a necessidade de incidir nos tipos de infraestruturas que afectam verdadeiramente o investimento nos sectores ou nas regiões, e encontrar formas de melhorar a qualidade e reduzir o custo, assim como reformar as leis agrárias escutando ao mesmo tempo os pontos de vista dos pobres; Trabalho e saúde: as reacções foram mistas. A falta de mão-de-obra especializada constituiu um forte desincentivo, assim os programas de redução da pobreza têm que aumentar a formação vocacional e a literacia/numeracia para fornecer mãode-obra especializada. A lei do trabalho foi considerada restritiva em alguns países, mas neutra noutros: os governos precisam de equilibrar os pareceres dos investidores face aos da sociedade civil mais ampla (organizações de trabalho, trabalhadores). Na África Oriental e Austral o VIH/SIDA e outras pandemias constituem uma grande influência negativa, exigindo uma aceleração urgente da luta contra estas pandemias; Governação: a burocracia e a corrupção constituíram um grande desincentivo em todos os países. No entanto, agências de promoção do investimento de uma só parada ( one-stop ) foram encorajadas, e os bancos centrais e os gabinetes de estatística gozavam de um modo geral de boa reputação. Os governos precisam de rever os arranjos institucionais e identificar as causas de corrupção quer para investidores do governo quer para investidores do sector privado. As políticas sectoriais reflectiram as conclusões na Secção 4.1 sobre a distribuição sectorial do financiamento estrangeiro: os investidores nos sectores do turismo, mineiro, financeiro, e manufactureiro aprovaram a política sectorial, mas os investidores no sector agrícola foram críticos. Terá que se colocar maior ênfase no investimento na agricultura e na agro-indústria. Relatório do Workshop Internacional 10

12 Estas conclusões já estão a ser inseridas em discussões sobre o ambiente económico e dos investimentos nos países, e a ter um grande impacto nas políticas, mas os países reconhecem a necessidade na Fase 2 de formalizar a sua discussão e implementação. Porém, os governos também estão a evitar reacções automáticas aos resultados dos inquéritos: Adaptando-os para representarem os pontos de vista de outras partes interessadas (tais como investidores nacionais, sindicatos e outros organismos/organizações da sociedade civil); Comparando-os com os resultados dos países vizinhos para julgar a objectividade; Analisando-os a nível nacional e regional em relação a formas mais objectivas de medir aspectos específicos tais como o acesso ao crédito, tendências de inflação, custos de serviços públicos, etc.; Comparando-os com rankings de países em inquéritos internacionais sobre ambiente económico ou análises da reputação de solvabilidade. Finalmente, os países identificaram futuras melhorias para inquéritos sobre as percepções dos investidores. Estas incluem o uso de um formulário de percepção mais curto que incide em aspectos negativos chave em mais pormenor para ajudar a identificar acções nucleares de políticas rápidas que podem ser tomadas. 5. Próximos Passos na Análise Os países também decidiram alargar a agenda analítica para a Fase 2 em duas direcções que são cruciais para a avaliação da contribuição dos capitais estrangeiros privados para o desenvolvimento Estratégias Nacionais Abrangentes de Financiamento do Os países tencionam incluir na próxima Fase muito mais análise e previsões da sustentabilidade e volatilidade dos capitais privados. Isto irá incluir a análise de taxas de rentabilidade sobre equidade e dívida, períodos de reembolso e remessas de dividendos para equidade, perfis de vencimento e taxas de juro da dívida; juro, moeda e risco de garantia; análise da volatilidade e da variância, e vários rácios de sustentabilidade para os fluxos. Uma análise mais pormenorizada de dados de melhor qualidade irá ajudar a definir políticas para: Atrair os fluxos mais sustentáveis e menos voláteis; Prever e combater mudanças na direcção dos fluxos; Definir directivas para assistir o sector privado na mobilização de capitais nos melhores termos; Aperfeiçoar políticas de garantia. Para facilitar esta análise, os países recolherão alguns dados micro adicionais de investidores através de inquéritos, e receberão mais formação em técnicas analíticas e acesso a informações internacionais. Isto estará combinado com uma análise da sustentabilidade da dívida pública para conceber estratégias nacionais abrangentes de financiamento do desenvolvimento, em conjunto com o programa da Debt Relief International. Relatório do Workshop Internacional 11

13 5.2. Contribuição para um Sustentável e para a Redução da Pobreza Os inquéritos do programa sobre as percepções dos investidores incidem em questões do sector privado sobre a política do governo. Os países desenvolvidos e as iniciativas internacionais estão a acompanhar cada vez mais o comportamento não-financeiro das empresas (Corporate Social Responsibility and Governance) para analisar a contribuição do sector privado para o desenvolvimento nacional, a redução da pobreza e os Alvos de do Milénio. No entanto, os países que recebem financiamento estrangeiro estiveram menos envolvidos em tais iniciativas, e estão por conseguinte ansiosos por analisar áreas com prioridade incluindo a transferência de tecnologias e competência, encadeamentos retrógrados e à frente, códigos de ética, práticas ambientalistas, e políticas sociais. Na Fase 2, os países irão desenvolver uma abordagem sofisticada para conseguir estes dados sem duplicar outros esforços nacionais de recolha destas informações: Acrescentando perguntas muito selectivas a inquéritos sobre as percepções dos investidores; Identificando e acedendo a outras fontes existentes de informações primárias ou secundárias, tais como corpos públicos ou privados, ONGs, organismos de pesquisa internacionais, e os órgãos de comunicação social locais e internacionais. 6. Implicações para a Fase Assegurando a Sustentabilidade Com base em compromissos existentes dos doadores, a Fase 2 irá durar 3 anos a partir de Julho de Os países já estão a avançar rapidamente para assegurar que após este período o programa seja auto-sustentável ao máximo: Através do empoderamento das suas instituições regionais para executarem os programas e reduzirem a dependência de fontes externas, incluindo: - a organização de workshops para formar peritos regionais como formadores; - colocações de quadros e peritos regionais em DFI para aperfeiçoar métodos de monitorização e análise; - a análise de ensinamentos de políticas do programa em fóruns regionais de decisores. Assumindo eles próprios a responsabilidade pela execução do programa através: - de formação ministrada por peritos nacionais a funcionários do sector público/privado nos seus próprios países em todos os conceitos técnicos e instrumentos de implementação do programa; - da organização de eventos de sensibilização para os decisores, o sector privado e os doadores reforçarem a sua consciência e o seu compromisso de longo prazo de tal análise; - do fornecimento de uma análise ainda mais abrangente e atempada ao governo, ao sector privado e à comunidade internacional. Através de uma maior propriedade nacional dos projectos do país: - criando novas estruturas institucionais/revendo as já existentes para melhorar a coordenação, a implementação, o uso de recursos e a execução de ensinamentos de políticas; - concebendo a sua própria metodologia adaptada às necessidades/circunstâncias nacionais; - incorporando o exercício nos programas de trabalho de todas as instituições, e em estruturas nacionais para a recolha coordenada de dados, para evitar o Relatório do Workshop Internacional 12

14 desperdício de recursos e a carga nos respondentes, e assegurar uma divisão de trabalho eficaz; - financiando uma maior parcela de orçamentos através do financiamento local para reduzir a dependência da ajuda, com uma subida das contribuições nacionais em 25% do orçamento por ano. Continuando a partilhar melhores práticas internacionais e inter-regionais através: - da produção de produtos de informática (publicações, boletins informativos, website, uma rede de ensino à distância e troca de informações em tempo real); - de mais desenvolvimento de metodologias de monitorização e analíticas, incluindo a sustentabilidade dos fluxos de capitais privados e a responsabilidade social das empresas; - de workshops internacionais para reportar sobre melhores práticas Respondendo a Reivindicações dos Países de Participação na Fase 2 Quase todos os países que compareceram ao Workshop Internacional solicitaram assistência durante a Fase 2. Além disso, alguns países não-anglófonos expressaram reivindicações através de vários ORs. Até à data as reivindicações dos países incluem: os oito países envolvidos na Fase 1 e projectos relacionados (Gâmbia, Gana, Guiana, Malawi, Tanzânia, Trindade e Tobago, Uganda, Zâmbia); nove países novos que compareceram ao workshop (Botsuana, Etiópia, Jamaica, Lesoto, Maurícias, Nigéria, Quénia, Suazilândia, Zimbabué); dois países não-anglófonos que não puderam comparecer mas expressaram reivindicações através de outros fóruns (Moçambique, Ruanda); o CEMLA e o BEAC para eventos específicos da região para introduzir o Programa. Com base em discussões com os países, os ORs, e os doadores, a Fase 2 irá: Rever as reivindicações dos países no contexto da capacidade e do financiamento do programa. A inclusão na Fase 2 assentará em diferentes factores, dependendo de os países terem participado na Fase 1. Os países existentes mostrariam a necessidade de uma continuação do apoio para assegurar uma transferência sustentável de capacidades, mas aumentariam o seu próprio contributo técnico, administrativo e financeiro, e passariam a uma análise mais sofisticada. Os novos países demonstrariam um forte compromisso político e uma necessidade baseada na extensão e na composição dos fluxos de capitais privados. Por razões práticas, incidir inicialmente sobretudo em países anglófonos. Dependendo do financiamento disponível, o programa irá rever as necessidades de outros países individuais e dos países que expressarem reivindicações em eventos regionais organizados pelo CEMLA e pelo BEAC, para decidir qual a melhor forma de ir ao encontro destas necessidades. Basear o seu programa de trabalho nos planos de acção dos países produzidos neste evento Respondendo a Reivindicações de Adaptação Técnica e de Políticas Os ensinamentos metodológicos e analíticos apresentados acima demonstram que para serem verdadeiramente dirigidas por reivindicações, a natureza e a intensidade do apoio de DFI variarão por país, e serão determinadas pelo grau de progressos em áreas específicas na Fase 1. Relatório do Workshop Internacional 13

15 Os novos países precisariam de apoio mais intensivo na mobilização do apoio e do compromisso político das partes interessadas; na análise das estruturas institucionais e da legislação; na concepção e transferência das metodologias e do software; na compilação das bases de dados dos investidores; na formação das partes interessadas em todas as áreas; no apoio à implementação para maximizar as taxas de resposta; na verificação de dados, análise e redacção de relatórios. Os países existentes irão progredir para além da metodologia actual no sentido de consolidar o apoio às partes interessadas, enquadramentos institucionais/legais e fóruns de políticas/lobbying; introduzir novas metodologias para analisar aspectos mais complexos ou pormenorizados; aperfeiçoar as bases de dados dos investidores, e a formação, a implementação e os métodos de análise, e contar cada vez mais com financiamento/competência nacionais. Para mais informações de fundo sobre o workshop, queira contactar Development Finance International em Relatório do Workshop Internacional 14

Temas: Recomendações: Observações:

Temas: Recomendações: Observações: TI12653 CONFERÊNCIA DA UA DOS MINISTROS DA INDÚSTRIA (CAMI) Recomendações da 18 a Sessão Ordinária da Conferência dos Ministros da Indústria da UA (CAMI 18) a Nível de Altos Funcionários Durban, República

Leia mais

FRÁGEIS E EM SITUAÇÕES DE FRAGILIDADE

FRÁGEIS E EM SITUAÇÕES DE FRAGILIDADE PRINCÍPIOS PARA UMA INTERVENÇÃO INTERNACIONAL EFICAZ EM ESTADOS PRINCÍPIOS - Março 2008 Preâmbulo Uma saída sustentável da pobreza e da insegurança nos Estados mais frágeis do mundo terá de ser conduzida

Leia mais

Reforma institucional do Secretariado da SADC

Reforma institucional do Secretariado da SADC Reforma institucional do Secretariado da SADC Ganhamos este prémio e queremos mostrar que podemos ainda mais construirmos sobre este sucesso para alcançarmos maiores benefícios para a região da SADC e

Leia mais

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE Projecto IMCHE/2/CP2 1 ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE

Leia mais

Conferência da UA dos Ministros da Indústria - 20ª Sessão Ordinária

Conferência da UA dos Ministros da Indústria - 20ª Sessão Ordinária Conferência da UA dos Ministros da Indústria - 20ª Sessão Ordinária Acelerar a Industrialização em África no Âmbito da Agenda de Desenvolvimento Pós-2015 Reunião de Ministros 13-14 Junho de 2013 Pontos:

Leia mais

DIÁLOGO NACIONAL SOBRE EMPREGO EM MOÇAMBIQUE

DIÁLOGO NACIONAL SOBRE EMPREGO EM MOÇAMBIQUE DIÁLOGO NACIONAL SOBRE EMPREGO EM MOÇAMBIQUE CRIAÇÃO DE EMPREGO NUM NOVO CONTEXTO ECONÓMICO 27-28 demarço de 2014, Maputo, Moçambique A conferência de dois dias dedicada ao tema Diálogo Nacional Sobre

Leia mais

A Comissão promove os Mercados Europeus de Capital de Risco

A Comissão promove os Mercados Europeus de Capital de Risco IP/98/305 Bruxelas, 31 de Março de 1998 A Comissão promove os Mercados Europeus de Capital de Risco A Comissão Europeia lançou uma vasta iniciativa para promover o desenvolvimento de um importante mercado

Leia mais

Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 310 ÍNDICE

Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 310 ÍNDICE Directriz de Revisão/Auditoria 310 CONHECIMENTO DO NEGÓCIO Outubro de 1999 ÍNDICE Parágrafos Introdução 1-7 Obtenção do Conhecimento 8-13 Uso do Conhecimento 14-18 Apêndice Matérias a Considerar no Conhecimento

Leia mais

Xai-Xai, 28 de Agosto de 2009 Rogério P. Ossemane (IESE)

Xai-Xai, 28 de Agosto de 2009 Rogério P. Ossemane (IESE) Xai-Xai, 28 de Agosto de 2009 Rogério P. Ossemane (IESE) Países em recessão oficial (dois trimestres consecutivos) Países em recessão não-oficial (um trimestre) Países com desaceleração econômica de mais

Leia mais

Maputo, 7 de Novembro 2013

Maputo, 7 de Novembro 2013 Maputo, 7 de Novembro 2013 Agenda Este seminário tem por objectivo apresentar o estudo sobre a situação do acesso a finanças rurais e agrícolas em Moçambique 1. Introdução 2. Perfil da População Rural

Leia mais

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE Adoptada pelos Ministros da Saúde e Ministros do Ambiente na Segunda Conferência Interministerial sobre Saúde e

Leia mais

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DO TRABALHO

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DO TRABALHO CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DO TRABALHO (Tradução não oficial 1 ) Recomendação 202 RECOMENDAÇÃO RELATIVA AOS PISOS NACIONAIS DE PROTEÇÃO SOCIAL A Conferência Geral da Organização Internacional do Trabalho,

Leia mais

IMF Survey. África deve crescer mais em meio a mudanças nas tendências mundiais

IMF Survey. África deve crescer mais em meio a mudanças nas tendências mundiais IMF Survey PERSPECTIVAS ECONÓMICAS REGIONAIS África deve crescer mais em meio a mudanças nas tendências mundiais Por Jesus Gonzalez-Garcia e Juan Treviño Departamento da África, FMI 24 de Abril de 2014

Leia mais

www.busanhlf4.org 1 dezembro 2011

www.busanhlf4.org 1 dezembro 2011 PARCERIA DE BUSAN PARA UMA COOPERAÇÃO EFICAZ PARA O DESENVOLVIMENTO QUARTO FÓRUM DE ALTO NÍVEL SOBRE A EFICÁCIA DA AJUDA, BUSAN, REPÚBLICA DA COREIA, 29 DE NOVEMBRO 1º DE DEZEMBRO DE 2011 1. Nós, Chefes

Leia mais

Excelência Senhor presidente da COP 19 Excelências distintos chefes de delegações aqui presentes Minhas senhoras e meus senhores (1)

Excelência Senhor presidente da COP 19 Excelências distintos chefes de delegações aqui presentes Minhas senhoras e meus senhores (1) Excelência Senhor presidente da COP 19 Excelências distintos chefes de delegações aqui presentes Minhas senhoras e meus senhores (1) Permitam que em nome do Governo de Angola e de Sua Excelência Presidente

Leia mais

A importância dos Bancos de Desenvolvimento

A importância dos Bancos de Desenvolvimento MISSÃO PERMANENTE DA REPÚBLICA DE ANGOLA JUNTO AO OFÍCIO DAS NAÇÕES UNIDAS REPRESENTAÇÃO COMERCIAL GENEBRA - SUÍÇA NOTA DE TRABALHO A importância dos Bancos de Desenvolvimento G E NEBRA A OS 5 DE Segundo

Leia mais

Objectivos do Capítulo

Objectivos do Capítulo Objectivos do Capítulo Descrever a função de finanças da Multinacional e mostrar como se enquadra na estrutura organizacional das MNE s Mostrar como as empresas adquirem fundos externos para operações

Leia mais

Resumo do Informe sobre Polí1cas: Promoção da Inclusão Financeira das Mulheres Africanas

Resumo do Informe sobre Polí1cas: Promoção da Inclusão Financeira das Mulheres Africanas Resumo do Informe sobre Polí1cas: Promoção da Inclusão Financeira das Mulheres Africanas Henriqueta Hunguana e Nomsa Daniels New Faces New Voices Luanda, 31 de Outubro de 2013 Informe sobre Polí1cas Promoção

Leia mais

Discurso proferido pelo Sr. Dr. Carlos de Burgo por ocasião da tomada de posse como Governador do Banco de Cabo Verde

Discurso proferido pelo Sr. Dr. Carlos de Burgo por ocasião da tomada de posse como Governador do Banco de Cabo Verde Page 1 of 5 Discurso proferido pelo Sr. Dr. Carlos de Burgo por ocasião da tomada de posse como Governador do Banco de Cabo Verde Senhor Ministro das Finanças e Planeamento, Senhores Representantes do

Leia mais

RELATÓRIO DA BALANÇA DE PAGAMENTOS E DA POSIÇÃO DE INVESTIMENTO INTERNACIONAL, 2011

RELATÓRIO DA BALANÇA DE PAGAMENTOS E DA POSIÇÃO DE INVESTIMENTO INTERNACIONAL, 2011 RELATÓRIO DA BALANÇA DE PAGAMENTOS E DA POSIÇÃO DE INVESTIMENTO INTERNACIONAL, 2011 I. BALANÇA DE PAGAMENTOS A estatística da Balança de Pagamentos regista as transacções económicas ocorridas, durante

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA. Objectivo. Metodologia de Análise Os rácios Financeiros Qualidade dos Indicadores Sinais de Perigo METODOLOGIA DE ANÁLISE

GESTÃO FINANCEIRA. Objectivo. Metodologia de Análise Os rácios Financeiros Qualidade dos Indicadores Sinais de Perigo METODOLOGIA DE ANÁLISE GESTÃO FINANCEIRA MÓDULO III Objectivo Metodologia de Análise Os rácios Financeiros Qualidade dos Indicadores Sinais de Perigo METODOLOGIA DE ANÁLISE ASPECTOS A NÃO ESQUECER o todo não é igual à soma das

Leia mais

Competitividade, Emprego e Investimento. 17 de outubro de 2012

Competitividade, Emprego e Investimento. 17 de outubro de 2012 Competitividade, Emprego e Investimento 17 de outubro de 2012 Introdução O Programa do XIX Governo estabelece a consolidação orçamental como um dos objectivos centrais da presente legislatura; Contudo,

Leia mais

MERCADO ECONÓMICO EM ANGOLA PERSPECTIVA DE EVOLUÇÃO

MERCADO ECONÓMICO EM ANGOLA PERSPECTIVA DE EVOLUÇÃO MERCADO ECONÓMICO EM ANGOLA PERSPECTIVA DE EVOLUÇÃO Mercado Economico em Angola - 2015 Caracterização Geográfica de Angola Caracterização da economia Angolana Medidas para mitigar o efeito da redução do

Leia mais

NOTAS METODOLÓGICAS SOBRE AS ALTERAÇÕES NO BALANÇO DE PAGAMENTOS. Professor Rodrigo Nobre Fernandez

NOTAS METODOLÓGICAS SOBRE AS ALTERAÇÕES NO BALANÇO DE PAGAMENTOS. Professor Rodrigo Nobre Fernandez NOTAS METODOLÓGICAS SOBRE AS ALTERAÇÕES NO BALANÇO DE PAGAMENTOS Professor Rodrigo Nobre Fernandez Pelotas 2015 2 Introdução A partir de 2015, o Banco Central do Brasil divulga as estatísticas de setor

Leia mais

ACORDO DE PLANEAMENTO ESTRATÉGICO PARA O DESENVOLVIMENTO ENTRE O GOVERNO DE TIMOR-LESTE O GOVERNO DA AUSTRÁLIA. Novembro de 2011

ACORDO DE PLANEAMENTO ESTRATÉGICO PARA O DESENVOLVIMENTO ENTRE O GOVERNO DE TIMOR-LESTE O GOVERNO DA AUSTRÁLIA. Novembro de 2011 ACORDO DE PLANEAMENTO ESTRATÉGICO PARA O DESENVOLVIMENTO ENTRE O GOVERNO DE TIMOR-LESTE E O GOVERNO DA AUSTRÁLIA Novembro de 2011 Acordo de planeamento estratégico para o desenvolvimento Timor-Leste Austrália

Leia mais

Organização de Cooperação e de Desenvolvimento Económicos

Organização de Cooperação e de Desenvolvimento Económicos OECD OCDE Organização de Cooperação e de Desenvolvimento Económicos RECOMENDAÇÃO DO CONSELHO RELATIVA ÀS LINHAS DIRECTRIZES QUE REGEM A PROTECÇÃO DOS CONSUMIDORES NO CONTEXTO DO COMÉRCIO ELECTRÓNICO As

Leia mais

Comunicado Oficial Reunião de Ministros e Diretores São Paulo Brasil 8-9 de novembro de 2008

Comunicado Oficial Reunião de Ministros e Diretores São Paulo Brasil 8-9 de novembro de 2008 Comunicado Oficial Reunião de Ministros e Diretores São Paulo Brasil 8-9 de novembro de 2008 1. Nós, os Ministros da Fazenda e Diretores dos Bancos Centrais do G-20, realizamos nossa décima reunião anual

Leia mais

NOVO CODIGO DE INVESTIMENTO

NOVO CODIGO DE INVESTIMENTO NOVO CODIGO DE INVESTIMENTO Lei nº 13/VIII/2012 De 11 de Julho Por mandato do povo, a Assembleia Nacional decreta, nos termos da alínea b) do artigo 175º da Constituição, o seguinte: CAPÍTULO I Considerações

Leia mais

PERSPETIVAS SOCIAIS EMPREGO

PERSPETIVAS SOCIAIS EMPREGO sumário executivo Organização Internacional do Trabalho PERSPETIVAS SOCIAIS E DE EMPREGO NO MUNDO Mudança nas modalidades do emprego 2 015 perspetivas sociais e de emprego no mundo Mudança nas modalidades

Leia mais

UMA VISÃO GERAL SOBRE O PROJECTODA WORLD WIDE WEB FOUNDATION "DIREITOS DAS MULHERES ONLINE" Por: Alsácia Atanásio. Coordenadora do Projecto

UMA VISÃO GERAL SOBRE O PROJECTODA WORLD WIDE WEB FOUNDATION DIREITOS DAS MULHERES ONLINE Por: Alsácia Atanásio. Coordenadora do Projecto UMA VISÃO GERAL SOBRE O PROJECTODA WORLD WIDE WEB FOUNDATION "DIREITOS DAS MULHERES ONLINE" Por: Alsácia Atanásio Coordenadora do Projecto SIITRI, Moçambique Ò o UMA VISÃO GERAL SOBRE O PROJECTO DA WORLD

Leia mais

Fomentando a Transformação Agrícola e do Sistema Alimentar em África

Fomentando a Transformação Agrícola e do Sistema Alimentar em África 23 de Janeiro de 1997 flash... No. 6P Resultados das investigações do Projecto de Segurança Alimentar em Moçambique MAP-Direcção de Economía-Dpto. Estatística * Fomentando a Transformação Agrícola e do

Leia mais

UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, Ethiopia P.O. Box 3243 Téléphone: 251115511092 Fax: 251115510154 Site Internet: www.africa-union.org

UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, Ethiopia P.O. Box 3243 Téléphone: 251115511092 Fax: 251115510154 Site Internet: www.africa-union.org WG11036 AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, Ethiopia P.O. Box 3243 Téléphone: 251115511092 Fax: 251115510154 Site Internet: www.africa-union.org ANÚNCIO E CONVITE PARA APRESENTAÇÃO

Leia mais

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS XXI Encontro de Lisboa entre as Delegações dos Bancos Centrais dos Países de Língua Oficial Portuguesa à Assembleia Anual do FMI/BM Banco de Portugal 19 de Setembro de 2011 Intervenção do Ministro de Estado

Leia mais

Introduzindo o Programa Compreensivo para o Desenvolvimento da Agricultura em África (CAADP) PARCEIROS DE APOIO DO CAADP

Introduzindo o Programa Compreensivo para o Desenvolvimento da Agricultura em África (CAADP) PARCEIROS DE APOIO DO CAADP Introduzindo o Programa Compreensivo para o Desenvolvimento da Agricultura em África (CAADP) PARCEIROS DE APOIO DO CAADP Agricultura e o CAADP: Uma Nova Visão para a África Se quisermos fazer com que a

Leia mais

DIÁLOGO SOCIAL EUROPEU: PROJECTO DE ORIENTAÇÕES MULTISSECTORIAIS PARA O COMBATE DA VIOLÊNCIA E ASSÉDIO DE TERCEIROS RELACIONADOS COM O TRABALHO

DIÁLOGO SOCIAL EUROPEU: PROJECTO DE ORIENTAÇÕES MULTISSECTORIAIS PARA O COMBATE DA VIOLÊNCIA E ASSÉDIO DE TERCEIROS RELACIONADOS COM O TRABALHO DIÁLOGO SOCIAL EUROPEU: PROJECTO DE ORIENTAÇÕES MULTISSECTORIAIS PARA O COMBATE DA VIOLÊNCIA E ASSÉDIO DE TERCEIROS RELACIONADOS COM O TRABALHO EPSU, UNI Europa, ETUCE, HOSPEEM, CEMR, EFEE, EuroCommerce,

Leia mais

O Papel Central das Reformas Estruturais no Programa Economico do Portugal. por Hossein Samiei. Conselheiro, Departamento Europeu do FMI

O Papel Central das Reformas Estruturais no Programa Economico do Portugal. por Hossein Samiei. Conselheiro, Departamento Europeu do FMI O Papel Central das Reformas Estruturais no Programa Economico do Portugal por Hossein Samiei Conselheiro, Departamento Europeu do FMI Conferência Sobre Reformas Estruturais no Contexto do Programa de

Leia mais

INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA

INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA UNIVERSIDADE DA MADEIRA Departamento de Gestão e Economia INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA 2º Semestre 2004/2005 1º CADERNO DE EXERCÍCIOS Introdução 1. INTRODUÇÃO 1. * A macroeconomia lida com: a) A Economia

Leia mais

Finanças Internacionais

Finanças Internacionais Universidade dos Açores Departamento de Economia e Gestão Mestrado em Ciências Empresariais Finanças Internacionais Ponta Delgada, Abril de 2009 Fernando José Rangel da Silva Melo Sumário 1 Gestão Financeira

Leia mais

EUNEDS INTRODUÇÃO FINALIDADE E OBJECTIVOS

EUNEDS INTRODUÇÃO FINALIDADE E OBJECTIVOS EUNEDS INTRODUÇÃO O mandato para desenvolver uma Estratégia para a Educação para o Desenvolvimento Sustentável (EDS) decorre da declaração apresentada pelos ministros do ambiente da CEE/ONU na 5ª Conferência

Leia mais

RELATÓRIO DO RESUMO DA ALMA 1º TRIMESTRE DE 2015

RELATÓRIO DO RESUMO DA ALMA 1º TRIMESTRE DE 2015 RELATÓRIO DO RESUMO DA ALMA 1º TRIMESTRE DE 2015 Introdução A África alcançou um ponto de viragem crítico na sua luta contra a malária este ano à medida que objectivos, estratégias e planos globais e regionais

Leia mais

Dignos Presidentes dos Conselhos de Administração e das Comissões Executivas dos bancos comerciais

Dignos Presidentes dos Conselhos de Administração e das Comissões Executivas dos bancos comerciais Exmo Senhor Presidente da Associação Angolana de Bancos Sr. Amílcar Silva Dignos Presidentes dos Conselhos de Administração e das Comissões Executivas dos bancos comerciais Estimados Bancários Minhas Senhoras

Leia mais

OFFICE OF THE SPECIAL ENVOY OF THE SECRETARY-GENERAL FOR THE GREAT LAKES REGION

OFFICE OF THE SPECIAL ENVOY OF THE SECRETARY-GENERAL FOR THE GREAT LAKES REGION OFFICE OF THE SPECIAL ENVOY OF THE SECRETARY-GENERAL FOR THE GREAT LAKES REGION Comunicado da Conferência de Consulta Regional sobre as Oportunidades de Investimento no Sector Privado da Região dos Grandes

Leia mais

SUSTENTABILIDADE FINANCEIRA, PRESTAÇÃO DE CONTAS E RESPONSABILIDADE

SUSTENTABILIDADE FINANCEIRA, PRESTAÇÃO DE CONTAS E RESPONSABILIDADE V EUROSAI/OLACEFS CONFERENCE SUSTENTABILIDADE FINANCEIRA, PRESTAÇÃO DE CONTAS E RESPONSABILIDADE CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES A V Conferência EUROSAI/OLACEFS reuniu, em Lisboa, nos dias 10 e 11 de Maio de

Leia mais

Parte A: Documentação e Legislação Básicas da Gestão Fiscal

Parte A: Documentação e Legislação Básicas da Gestão Fiscal QUESTIONÁRIO PARA AS AUTORIDADES NACIONAIS TRANSPARÊNCIA NA GESTÃO DAS RECEITA DOS RECURSOS NATURAIS O objetivo deste questionário é colher informações sobre a gestão dos recursos naturais, com ênfase

Leia mais

Relatório e Parecer da Comissão de Execução Orçamental

Relatório e Parecer da Comissão de Execução Orçamental Relatório e Parecer da Comissão de Execução Orçamental Auditoria do Tribunal de Contas à Direcção Geral do Tesouro no âmbito da Contabilidade do Tesouro de 2000 (Relatório n.º 18/2002 2ª Secção) 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

Ricos em Recursos Naturais

Ricos em Recursos Naturais Acção de formação Gestão Crescimento Macroeconómica Económico e os Recursos em Naturais Países Ricos em Recursos Naturais Abril de 2015 Maio 2015 Sumário executivo A Presente palestra visa apresentar de

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE UM CONSULTOR PARA PRESTAR APOIO ÀS ACTIVIDADES ELEITORAIS EM MOÇAMBIQUE

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE UM CONSULTOR PARA PRESTAR APOIO ÀS ACTIVIDADES ELEITORAIS EM MOÇAMBIQUE TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE UM CONSULTOR PARA PRESTAR APOIO ÀS ACTIVIDADES ELEITORAIS EM MOÇAMBIQUE Local de trabalho: Maputo, Moçambique Duração do contrato: Três (3) meses: Novembro 2011

Leia mais

CURSO DE EMPREENDEDORISMO E VALORIZAÇÃO DA INVESTIGAÇÃO

CURSO DE EMPREENDEDORISMO E VALORIZAÇÃO DA INVESTIGAÇÃO c E v I CURSO DE EMPREENDEDORISMO E VALORIZAÇÃO DA INVESTIGAÇÃO MÓDULO: Plano de Negócios Maria José Aguilar Madeira Silva Professora Auxiliar do DGE UBI 1 Objectivos Programa Conteúdo Lista de Questões

Leia mais

POBREZA E DESIGUALDADE: DESAFIOS PARA A EDUCAÇÃO

POBREZA E DESIGUALDADE: DESAFIOS PARA A EDUCAÇÃO POBREZA E DESIGUALDADE: DESAFIOS PARA A EDUCAÇÃO A Declaração do Milénio adoptada em 2000, comprometeu países ricos e pobres a fazerem tudo o que poderem para erradicar a pobreza, promover a dignidade

Leia mais

newsletter Nº 79 AGOSTO / 2013

newsletter Nº 79 AGOSTO / 2013 newsletter Nº 79 AGOSTO / 2013 Assuntos em Destaque Resumo Fiscal/Legal Julho de 2013 2 Capitalização de Gastos com Empréstimos Obtidos 4 Revisores e Auditores 7 LEGISLAÇÃO FISCAL/LEGAL Tribunal Constitucional

Leia mais

RELATÓRIO DA BALANÇA DE PAGAMENTOS E DA POSIÇÃO DO INVESTIMENTO INTERNACIONAL ANO 2010. I. Balança de Pagamentos

RELATÓRIO DA BALANÇA DE PAGAMENTOS E DA POSIÇÃO DO INVESTIMENTO INTERNACIONAL ANO 2010. I. Balança de Pagamentos RELATÓRIO DA BALANÇA DE PAGAMENTOS E DA POSIÇÃO DO INVESTIMENTO INTERNACIONAL ANO 2010 I. Balança de Pagamentos As contas externas mostram de forma resumida as relações económicas entre residentes e nãoresidentes

Leia mais

No Centro da Transformação de África Estratégia para 2013-2022

No Centro da Transformação de África Estratégia para 2013-2022 Grupo do Banco Africano de Desenvolvimento No Centro da Transformação de África Estratégia para 2013-2022 Sumário Executivo A Estratégia do Banco Africano de Desenvolvimento para 2013-2022 reflecte as

Leia mais

Integração de uma abordagem de género na gestão de recursos hídricos e fundiários Documento de Posição de organizações e redes dos PALOPs

Integração de uma abordagem de género na gestão de recursos hídricos e fundiários Documento de Posição de organizações e redes dos PALOPs Integração de uma abordagem de género na gestão de recursos hídricos e fundiários Documento de Posição de organizações e redes dos PALOPs Isabel Dinis, ACTUAR Lisboa, 3 de Junho de 2010 ACTUAR - ASSOCIAÇÃO

Leia mais

Empreender acções para apoiar o envolvimento activo e significativo do sector comunitário

Empreender acções para apoiar o envolvimento activo e significativo do sector comunitário Empreender acções para apoiar o envolvimento activo e significativo do sector comunitário 1.1. Como pode ser descrito o envolvimento activo e significativo do sector comunitário? O envolvimento do sector

Leia mais

Programa de Estabilidade e Programa Nacional de Reformas. Algumas Medidas de Política Orçamental

Programa de Estabilidade e Programa Nacional de Reformas. Algumas Medidas de Política Orçamental Programa de Estabilidade e Programa Nacional de Reformas Algumas Medidas de Política Orçamental CENÁRIO O ano de 2015 marca um novo ciclo de crescimento económico para Portugal e a Europa. Ante tal cenário,

Leia mais

(Resoluções, recomendações e pareceres) RESOLUÇÕES CONSELHO

(Resoluções, recomendações e pareceres) RESOLUÇÕES CONSELHO 19.12.2007 C 308/1 I (Resoluções, recomendações e pareceres) RESOLUÇÕES CONSELHO RESOLUÇÃO DO CONSELHO de 5 de Dezembro de 2007 sobre o seguimento do Ano Europeu da Igualdade de Oportunidades para Todos

Leia mais

Objectivos de Marketing

Objectivos de Marketing Negócios Internacionais Marketing e Finanças as Objectivos de Marketing Tipos de Marketing; Introduzir técnicas t para avaliar dimensões para determinados países; Enfatizar como as diferenças contextuais

Leia mais

PE-CONS 3619/3/01 REV 3

PE-CONS 3619/3/01 REV 3 PE-CONS 3619/3/01 REV 3 relativa à avaliação dos efeitos de determinados planos e programas no ambiente O PARLAMENTO EUROPEU E O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA, Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade

Leia mais

A Experiência da Iniciativa de Transparência da Indústria Extractiva (ITIE) em Moçambique

A Experiência da Iniciativa de Transparência da Indústria Extractiva (ITIE) em Moçambique www.iese.ac.mz A Experiência da Iniciativa de Transparência da Indústria Extractiva (ITIE) em Moçambique Rogério Ossemane 3ª Conferencia Internacional sobre Monitoria e Advocacia da Governação Maputo,

Leia mais

EXPERIÊNCIA DE MOÇAMBIQUE NA IMPLEMENTAÇÃO DA SEGURANÇA SOCIAL BÁSICA

EXPERIÊNCIA DE MOÇAMBIQUE NA IMPLEMENTAÇÃO DA SEGURANÇA SOCIAL BÁSICA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA MULHER E DA ACÇÃO SOCIAL EXPERIÊNCIA DE MOÇAMBIQUE NA IMPLEMENTAÇÃO DA SEGURANÇA SOCIAL BÁSICA 16 DE OUTUBRO DE 2013 1 CONTEXTO DE MOÇAMBIQUE Cerca de 23 milhões de

Leia mais

Angola: Rumo a um Médio Prazo Macroeconómico

Angola: Rumo a um Médio Prazo Macroeconómico Angola: Rumo a um Médio Prazo Macroeconómico Nicholas Staines IMF Resident Representative 23/25 Largo Albano Machado Luanda, Angola nstaines@imf.org www.imf.org/luanda (244) 937-787-67 Parceria Infra-Estrutura

Leia mais

01 _ Enquadramento macroeconómico

01 _ Enquadramento macroeconómico 01 _ Enquadramento macroeconómico 01 _ Enquadramento macroeconómico O agravamento da crise do crédito hipotecário subprime transformou-se numa crise generalizada de confiança com repercursões nos mercados

Leia mais

RELATÓRIO DO RESUMO DA ALMA 4º TRIMESTRE DE 2014

RELATÓRIO DO RESUMO DA ALMA 4º TRIMESTRE DE 2014 Introdução RELATÓRIO DO RESUMO DA ALMA 4º TRIMESTRE DE 2014 O continente africano tem travado uma longa e árdua guerra contra a malária, em cada pessoa, cada aldeia, cada cidade e cada país. Neste milénio,

Leia mais

Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva

Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva Na parte final da fase 1 do projecto Processo de Avaliação em Contextos Inclusivos foi discutido o conceito processo de avaliação inclusiva e prepararam-se

Leia mais

Prioridades e Recomendações (2011-2014) INOVAÇÃO E PRODUTIVIDADE NA INDÚSTRIA

Prioridades e Recomendações (2011-2014) INOVAÇÃO E PRODUTIVIDADE NA INDÚSTRIA Prioridades e Recomendações (2011-2014) INOVAÇÃO E PRODUTIVIDADE NA INDÚSTRIA Documento de Trabalho SESSÃO TEMÁTICA INOVAÇÃO E PRODUTIVIDADE NA INDÚSTRIA Indicador de importância das prioridades (Resultado

Leia mais

COMPROMISSO PARA O CRESCIMENTO, COMPETITIVIDADE E EMPREGO. Grupo de Trabalho Competitividade e Crescimento

COMPROMISSO PARA O CRESCIMENTO, COMPETITIVIDADE E EMPREGO. Grupo de Trabalho Competitividade e Crescimento COMPROMISSO PARA O CRESCIMENTO, COMPETITIVIDADE E EMPREGO Grupo de Trabalho Competitividade e Crescimento O Programa do XIX Governo estabelece a consolidação orçamental como um dos objectivos cruciais

Leia mais

O presente documento é uma tradução do sumário do prospecto do Plano de Acções para os Empregados do Grupo DHV ("O Prospecto") da exclusiva

O presente documento é uma tradução do sumário do prospecto do Plano de Acções para os Empregados do Grupo DHV (O Prospecto) da exclusiva O presente documento é uma tradução do sumário do prospecto do Plano de Acções para os Empregados do Grupo DHV ("O Prospecto") da exclusiva responsabilidade da DHV Holding B.V. O Prospecto foi aprovado

Leia mais

DOCUMENTO DE POSICIONAMENTO DA IBIS SOBRE A JUVENTUDE

DOCUMENTO DE POSICIONAMENTO DA IBIS SOBRE A JUVENTUDE DOCUMENTO DE POSICIONAMENTO DA IBIS SOBRE A JUVENTUDE A IBIS visa contribuir para o empoderamento dos jovens como cidadãos activos da sociedade, com igual usufruto de direitos, responsabilidades e participação

Leia mais

PROJECTO DESENVOLVENDO NEGÓCIOS SUSTENTÁVEIS

PROJECTO DESENVOLVENDO NEGÓCIOS SUSTENTÁVEIS Projecto do PNUD financiado pela Cooperação Espanhola Ministério da Hotelaria e Turismo República de Angola Angola PROJECTO DESENVOLVENDO NEGÓCIOS SUSTENTÁVEIS SEMINÁRIO PNUD / CNUCED "GESTÃO DE PROJECTOS

Leia mais

Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa (Macau)

Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa (Macau) Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa (Macau) Plano de Acção para a Cooperação Económica e Comercial (2007-2009) 2ª Conferência Ministerial, 2006

Leia mais

Avaliação de Conhecimentos. Macroeconomia

Avaliação de Conhecimentos. Macroeconomia Workshop de Macroeconomia Avaliação de Conhecimentos Específicos sobre Macroeconomia Workshop - Macroeconomia 1. Como as oscilações na bolsa de valores impactam no mercado imobiliário? 2. OquemoveoMercadoImobiliário?

Leia mais

Linhas directrizes que regem a protecção dos consumidores contra as práticas comerciais transfronteiriças fraudulentas e enganosas

Linhas directrizes que regem a protecção dos consumidores contra as práticas comerciais transfronteiriças fraudulentas e enganosas Linhas directrizes que regem a protecção dos consumidores contra as práticas comerciais transfronteiriças fraudulentas e enganosas Originalmente publicadas pela OCDE em Inglês e Francês com os títulos:

Leia mais

Decreto n.º 8/95 Acordo entre a República Portuguesa e a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO)

Decreto n.º 8/95 Acordo entre a República Portuguesa e a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO) Decreto n.º 8/95 Acordo entre a República Portuguesa e a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO) Nos termos da alínea c) do n.º 1 do artigo 200.º da Constituição, o Governo

Leia mais

ANÚNCIO DE VAGA: OFICIAL DE PROGRAMAS DE REDE DE GESTÃO DE CONHECIMENTO, MONITORIZAÇÃO E AVALIAÇÃO - NO.VA/NPCA/15/17

ANÚNCIO DE VAGA: OFICIAL DE PROGRAMAS DE REDE DE GESTÃO DE CONHECIMENTO, MONITORIZAÇÃO E AVALIAÇÃO - NO.VA/NPCA/15/17 ANÚNCIO DE VAGA: OFICIAL DE PROGRAMAS DE REDE DE GESTÃO DE CONHECIMENTO, MONITORIZAÇÃO E AVALIAÇÃO - NO.VA/NPCA/15/17 A União Africana (UA), estabelecida como um órgão Pan-Africano continental e único,

Leia mais

FUNDO MONETÁRIO INTERNACIONAL

FUNDO MONETÁRIO INTERNACIONAL FUNDO MONETÁRIO INTERNACIONAL DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO Comunicado de Imprensa n.º 14/110 Fundo Monetário Internacional PARA DIVULGAÇÃO IMEDIATA 700 19 th Street, NW 19 de Março de 2014 Washington, D.C.

Leia mais

PROJECTO DE RELATÓRIO

PROJECTO DE RELATÓRIO ASSEMBLEIA PARLAMENTAR PARITÁRIA ACP- UE Comissão de Desenvolvimento Económico, Finanças e Comércio 3.9.2007 PROJECTO DE RELATÓRIO sobre o impacto do investimento directo estrangeiro (IDE) nos Estados

Leia mais

6º Congresso Nacional da Administração Pública

6º Congresso Nacional da Administração Pública 6º Congresso Nacional da Administração Pública João Proença 30/10/08 Desenvolvimento e Competitividade: O Papel da Administração Pública A competitividade é um factor-chave para a melhoria das condições

Leia mais

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, e, nomeadamente, o n. o 1 do seu artigo 175. o,

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, e, nomeadamente, o n. o 1 do seu artigo 175. o, L 197/30 PT Jornal Oficial das Comunidades Europeias 21.7.2001 DIRECTIVA 2001/42/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 27 de Junho de 2001 relativa à avaliação dos efeitos de determinados planos e

Leia mais

MODIFICAÇÕES MAIS RELEVANTES INTRODUZIDAS PELA NOVA LEI DO INVESTIMENTO PRIVADO

MODIFICAÇÕES MAIS RELEVANTES INTRODUZIDAS PELA NOVA LEI DO INVESTIMENTO PRIVADO MODIFICAÇÕES MAIS RELEVANTES INTRODUZIDAS PELA NOVA LEI DO INVESTIMENTO PRIVADO Sofia Vale Agosto de 2015 Foi publicada recentemente a nova Lei do Investimento Privado 1 (doravante A Nova LIP ), que contém

Leia mais

A crise na Zona Euro - Implicações para Cabo Verde e respostas possíveis:

A crise na Zona Euro - Implicações para Cabo Verde e respostas possíveis: A crise na Zona Euro - Implicações para Cabo Verde e respostas possíveis: Uma Mesa-Redonda Sector Público-Privado 7/10/2011 Centro de Políticas e Estratégias, Palácio do Governo, Praia. A crise na Zona

Leia mais

Protecção Social para um Crescimento Inclusivo. Nuno Cunha Nações Unidas

Protecção Social para um Crescimento Inclusivo. Nuno Cunha Nações Unidas Protecção Social para um Crescimento Inclusivo Nuno Cunha Nações Unidas Contexto moçambicano O País tem experienciado um crescimento económico impressionante nos últimos 15 anos Importantes progressos

Leia mais

República de Moçambique. Plano Estratégico do Sistema Estatístico Nacional 2008-2012

República de Moçambique. Plano Estratégico do Sistema Estatístico Nacional 2008-2012 República de Moçambique Plano Estratégico do Sistema Estatístico Nacional 2008-2012 I. ENQUADRAMENTO O presente Plano Estratégico do Sistema Estatístico Nacional é, no quadro geral do planeamento do Governo,

Leia mais

No rescaldo da crise, fase mais difícil parece ultrapassada

No rescaldo da crise, fase mais difícil parece ultrapassada Angola Setembro 2009 No rescaldo da crise, fase mais difícil parece ultrapassada I.- Evolução recente das reservas cambiais 1. O dado mais relevante a assinalar na evolução da conjuntura económica e financeira

Leia mais

VISÃO 20/20 DECLARAÇÃO DE MISSÃO. Um mundo onde todos os cidadãos beneficiam dos seus recursos naturais, hoje e amanhã.

VISÃO 20/20 DECLARAÇÃO DE MISSÃO. Um mundo onde todos os cidadãos beneficiam dos seus recursos naturais, hoje e amanhã. EXTRAIR A VERDADE VISÃO 20/20 Um mundo onde todos os cidadãos beneficiam dos seus recursos naturais, hoje e amanhã. DECLARAÇÃO DE MISSÃO Publique O Que Paga (POQP) é uma rede global de organizações da

Leia mais

MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO FINANCEIRA. Programa Formação PME Manual de Formação para Empresários 1/22

MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO FINANCEIRA. Programa Formação PME Manual de Formação para Empresários 1/22 MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO FINANCEIRA 1/22 INTRODUÇÃO... 3 ANÁLISE DA ACTIVIDADE DA EMPRESA... 4 ESTRUTURA DE CUSTOS... 7 VALOR ACRESCENTADO BRUTO... 7 ANÁLISE DOS FLUXOS DE TESOURARIA... 9 ANÁLISE DOS

Leia mais

CIP Congresso 2015. Lisboa, 9 de Julho de 2015

CIP Congresso 2015. Lisboa, 9 de Julho de 2015 CIP Congresso 2015 Lisboa, 9 de Julho de 2015 Portugal: Competitividade, atractividade e captação de IDE (sumário para apresentação oral em 20 minutos). António Neto da Silva 1. Em Globalização Competitiva

Leia mais

Índice PARTE A ENQUADRAMENTO DA ACTIVIDADE FINANCEIRA NOTA PRÉVIA À 2ª EDIÇÃO 19 PREFÁCIO 21 INTRODUÇÃO 23

Índice PARTE A ENQUADRAMENTO DA ACTIVIDADE FINANCEIRA NOTA PRÉVIA À 2ª EDIÇÃO 19 PREFÁCIO 21 INTRODUÇÃO 23 introdução 7 Índice NOTA PRÉVIA À 2ª EDIÇÃO 19 PREFÁCIO 21 INTRODUÇÃO 23 PARTE A ENQUADRAMENTO DA ACTIVIDADE FINANCEIRA Capítulo 1 INTRODUÇÃO À ACTIVIDADE FINANCEIRA 1. Evolução da actividade bancária

Leia mais

CARTA DAS ONGD EUROPEIAS

CARTA DAS ONGD EUROPEIAS CARTA DAS ONGD EUROPEIAS Princípios Básicos do Desenvolvimento e da Ajuda Humanitária das ONGD da União Europeia O Comité de Liaison das ONG de Desenvolvimento da UE O Comité de Liaison ONGD-UE representa,

Leia mais

PROJETO de Documento síntese

PROJETO de Documento síntese O Provedor de Justiça INSERIR LOGOS DE OUTRAS ORGANIZAÇÔES Alto Comissariado Direitos Humanos das Nações Unidas (ACNUDH) Provedor de Justiça de Portugal Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal

Leia mais

Termos de Referência

Termos de Referência MAPEAMENTO DE PARTES INTERESSADAS (PARCEIROS E DOADORES) Termos de Referência 1. Contexto O Fundo Mundial para a Natureza (WWF) tem vindo a trabalhar em Moçambique desde os meados dos anos 90 em áreas-chave

Leia mais

Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone 517 Fax: 517844

Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone 517 Fax: 517844 SA11715 AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone 517 Fax: 517844 MECANISMO REVISTO DE ACOMPANHAMENTO DA IMPLEMENTAÇÃO, MONITORIZAÇÃO E AVALIAÇÃO DO PLANO

Leia mais

PROPOSTA DE PROJECTO DE ROTEIRO DE ELABORAÇÃO DE ESTRATÉGIA NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DE ESTATÍSTICA

PROPOSTA DE PROJECTO DE ROTEIRO DE ELABORAÇÃO DE ESTRATÉGIA NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DE ESTATÍSTICA SÃO TOMÉ E PRINCIPE PROPOSTA DE PROJECTO DE ROTEIRO DE ELABORAÇÃO DE ESTRATÉGIA NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DE ESTATÍSTICA 1. FINALIDADE Os objectivos da ENDE de São Tomé e Príncipe são reforçar o SEN

Leia mais

ANÚNCIO DE VAGA: OFICIAL DE PROGRAMAS PESCAS NO.VA/NPCA/11/25

ANÚNCIO DE VAGA: OFICIAL DE PROGRAMAS PESCAS NO.VA/NPCA/11/25 ANÚNCIO DE VAGA: OFICIAL DE PROGRAMAS PESCAS NO.VA/NPCA/11/25 A União Africana (UA), estabelecida como órgão singular continental Pan-Africano, procura assegurar a vanguarda do processo da rápida integração

Leia mais

Nordeste FEVEREIRO 2015

Nordeste FEVEREIRO 2015 Banco do Nordeste FEVEREIRO 2015 Banco do Nordeste do Brasil Visão Geral Banco Múltiplo com 62 anos de atuação para o desenvolvimento da região Nordeste, norte de MG e do ES. Ativos Totais R$ 71,0 bilhões

Leia mais

OTOC - Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas

OTOC - Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas Normas contabilísticas e de relato financeiro Norma contabilística e de relato financeiro 1 - Estrutura e conteúdo das demonstrações financeiras Norma contabilística e de relato financeiro 2 - Demonstração

Leia mais

ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL DO IAPMEI NA ÁREA DA INTERNACIONALIZAÇÃO E DA EXPORTAÇÃO

ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL DO IAPMEI NA ÁREA DA INTERNACIONALIZAÇÃO E DA EXPORTAÇÃO ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL DO IAPMEI NA ÁREA DA INTERNACIONALIZAÇÃO E DA EXPORTAÇÃO Como fazemos 1. Através do Serviço de Assistência Empresarial (SAE), constituído por visitas técnicas personalizadas às

Leia mais

CRITÉRIO 3: SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO E GESTÃO DO DESEMPENHO

CRITÉRIO 3: SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO E GESTÃO DO DESEMPENHO CRITÉRIO 3: SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO E GESTÃO DO DESEMPENHO Este capítulo inclui: Visão geral O Ciclo de Gestão do Desempenho: Propósito e Objectivos Provas requeridas para a acreditação Outros aspectos

Leia mais

Mercado de Capitais e Investimento de Longo Prazo

Mercado de Capitais e Investimento de Longo Prazo Mercado de Capitais e Investimento de Longo Prazo Alguns Tópicos Essenciais Dia da Formação Financeira 31 de Outubro de 2012 Abel Sequeira Ferreira, Director Executivo Outubro, 31, 2012 Crescimento Económico

Leia mais

DIRECTIVAS PARA O CONTROLE INTERNO DAS INSTITUIÇÕES DE CRÉDITO AUTORIZADAS

DIRECTIVAS PARA O CONTROLE INTERNO DAS INSTITUIÇÕES DE CRÉDITO AUTORIZADAS Circular No. 169/B/2002-DSB/AMCM (Data: 21/11/2002) DIRECTIVAS PARA O CONTROLE INTERNO DAS INSTITUIÇÕES DE CRÉDITO AUTORIZADAS A Autoridade Monetária de Macau (AMCM), com os poderes conferidos pelo artigo

Leia mais