Software. A Tecnologia Comanda o Sonho. da investigação para o mercado. Boas Práticas na SCM. SCM e CMM

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1 Software de Engenharia de Software Agosto 2004 (distribuição gratuita) n.º 16 Boas Práticas na SCM Quando se implementam novas ferramentas de SCM (Software Configuration Management), o enfoque é colocado muitas vezes no aperfeiçoamento de actividades pormenorizadas, continuando inconscientemente com práticas medíocres e genéricas herdadas das funções ou das ferramentas anteriores. O resultado é um conjunto de erros bem executados. Neste artigo apresentamos as boas práticas que disponibilizam o maior retorno e parecem ser violadas com maior frequência do que são respeitadas. A Tecnologia Comanda o Sonho António Gedeão escreveu que o sonho comanda a vida. No caso da Insert Solutions, pode dizer-se que a tecnologia comanda o sonho. Esta empresa de Coimbra apresenta-se como estando vocacionada para a prestação de serviços nas áreas das tecnologias de informação e desenvolvimento de software. Tem como missão maximizar o valor acrescentado da tecnologia, de forma a proporcionar aos clientes um elevado retorno do investimento. Constituída em Fevereiro 2002 por dois alunos e investigadores da Universidade de Coimbra, a ideia que lhe deu forma foi o desenvolvimento de uma plataforma de geração de código. Inicialmente, o objectivo era desenvolver uma plataforma de geração de código para aplicações de base de dados, mas a ideia original acabaria por ser ampliada para uma plataforma de geração de código genérica. p. 8 p. 3 SCM e CMM Como é que as ferramentas de SCM (Software Configuration Management) podem ajudar na melhoria de processos de acordo com o modelo CMM (Capability Maturity Model)? Este artigo aborda o ponto de vista da Rational. No entanto, o leitor poderá extrapolar para outras ferramentas análogas, ou mesmo para o modelo SPICE (Software Process Improvement and Capability determination), também conhecido por norma ISO/IEC p. 12 da investigação para o mercado

2 2 Gestão de índice Configurações Boas Práticas Para a Gestão de Configurações Boas Práticas em Sistemas Aplicacionais A Tecnologia Comanda o Sonho Vantagens da Gestão Unificada das Alterações As Ferramentas de SCM e o Suporte do CMM Importância das TIC no Aumento da Produtividade Redes Mais Seguras Banda Larga em Crescimento Acentuado A temática gestão de configurações já foi tratada noutra edição da newsletter Engenharia de Software mais concretamente, no número três, de Julho de Pela sua riqueza, esta área pode ser abordada de várias formas, pelo que voltamos ao tema cerca de um ano depois. A importância da gestão de configurações também se reflecte a nível do mercado, tendo vindo a registar crescimentos de ano para ano. De acordo com a Gartner, as receitas do segmento de mercado da gestão de configurações e das alterações de software cresceu seis por cento em Na liderança dos fornecedores de soluções para esta área, ainda segundo a Gartner, está a IBM/Rational, com uma quota de mercado de 36 por cento. Relativamente aos artigos publicados nesta edição, começamos pelas boas práticas na gestão de configurações, distribuídas por seis áreas: espaço de trabalho, codeline, ramificações, propagação de alterações, buids e processo. O segundo artigo publicado também se refere a boas práticas, mas desta vez para o controlo dos riscos a nível da confidencialidade, integridade e disponibilidade da informação. A base do artigo é a norma ISO/IEC Os restantes dois artigos técnicos que preenchem as páginas da Engenharia de Software de Agosto de 2004 têm como tema a gestão unificada das alterações (ou UCM Unified Change Management) e o suporte da metodologia CMM (Capability Maturity Model) por parte das ferramentas de gestão de configurações. Este último artigo toma como base de referência as ferramentas da Rational, mas poderá fornecer aos leitores pistas interessantes para enquadrarem esta questão com outras ferramentas e outras metodologias (nomeadamente o SPICE ou ISO/IEC 15504). A entrevista das páginas centrais apresenta uma pequena empresa de Coimbra, constituída há pouco mais de dois anos por dois alunos e investigadores da universidade de Coimbra. Apesar de terem uma actividade mais diversificada, a actividade da Insert Solutions gira em torno da plataforma igen (uma metodologia e um conjunto de aplicações orientadas para a geração de código). O Editor Leonel Miranda ficha técnica Director: Horácio Pina Prata Editor: Leonel Miranda Colaboradores: Andreas Huber, Edgar Bragança, Fernando Santos, Isabel Ferreira, Jorge Teixeira, Luis Oliveira, Manuel Arcângelo, Mário Carvalho, Paulo Figueiredo, Rui Pereira, Rui Porteiro, Susana Fonte, Andreia Madeira Marketing: Mário Noronha Paginação e Produção: INSAT Consultoria e Serviços Lda. Propriedade: Associação Comercial e Industrial de Coimbra (ACIC) Projecto TIM (Tradição, Inovação e Mudança) Endereço: Projecto TIM; Parque de Feiras e Exposições; Alto da Relvinha; Coimbra Telefone: /440 Fax: /441 Tiragem: exemplares Distribuição Gratuita Apoio:

3 b o as prátic as Engenharia de Software Agosto Boas Práticas Para a Gestão de Configurações Quando se implementam novas ferramentas de SCM (Software Configuration Management), o enfoque é colocado muitas vezes no aperfeiçoamento de actividades pormenorizadas, continuando inconscientemente com práticas medíocres e genéricas herdadas das funções ou das ferramentas anteriores. O resultado é um conjunto de erros bem executados. As boas práticas a nível da SCM, tal como noutra qualquer área, parecem sempre óbvias quando as utilizamos. As práticas apresentadas neste artigo têm funcionado bem de acordo com a nossa experiência, mas também reconhecemos que um documento relativamente curto não as pode mencionar todas. Como tal, apresentamos aquelas que disponibilizam o maior retorno e parecem ser violadas com maior frequência do que são respeitadas. Uma ferramenta só é benéfica se a utilizarmos devidamente. Neste artigo consideramos seis áreas genéricas da SCM, bem como algumas boas práticas dentro de cada área (ver quadro). Deixamos alguns termos em inglês para evitar confusões de compreensão. No artigo original (publicado em são explicadas cada uma das boas práticas enunciadas no quadro e no texto. Espaço de trabalho O espaço de trabalho (workspace) é onde os elementos da equipa de desenvolvimento editam os ficheiros fonte, constroem os componentes de software em que estão a trabalhar, e efectuam os testes e o debugging daquilo que criam. A maior parte dos sistemas de SCM têm alguma noção de espaço de trabalho embora lhe possam dar outros nomes, como sandboxes (no caso do Source Integrity) e views (no caso do ClearCase e do Perforce). As alterações aos ficheiros de repositório SCM geridos começam por ser alterações a ficheiros num espaço de trabalho. São cinco as boas práticas propostas para os espaços de trabalho: não partilhe os espaços de trabalho, não trabalhe fora de espaços de trabalho geridos, não utilize vistas instáveis, mantenha-se em sincronia com a codeline, verifique frequentemente. Codeline Neste contexto, a codeline é o conjunto canónico de ficheiros fonte necessário para produzir o software. Normalmente, as codelines são ramificadas e as ramificações evoluem para desvios de codelines que incorporam diferentes releases. Relativamente a este aspecto, sugerimos três boas

4 4 b o as prátic as práticas: atribua uma política a cada codeline, atribua um responsável a cada codeline, mantenha uma linha principal (mainline). Ramificações A ramificação é a criação de codelines alternativas e é a área mais problemática da SCM. Existem ferramentas diferentes de SCM que suportam a ramificação de formas bastante distintas. Por isso mesmo, achámos que as orientações que se seguem poderão ser úteis quando se procede a ramificações (e, às vezes, quando se evitam): ramifique apenas quando necessário, não copie quando quer ramificar, ramifique no caso de políticas incompatíveis, ramifique tarde, ramifique em vez de congelar. Propagação de alterações Quando se têm ramificações de codelines, existe a responsabilidade de propagação das alterações dos ficheiros pelas ramificações. Esta tarefa raramente pode ser considerada trivial, mas existem alguns aspectos que podemos ter em conta para manter este trabalho gerível: efectue as alterações originais no ramo que evoluiu menos desde a ramificação, propague cedo e frequentemente, escolha a pessoa certa para efectuar a integração. Builds Uma build consiste na construção de software utilizável a partir de ficheiros fonte originais. As construções são mais geríveis e menos propensas a problemas quando são observadas algumas boas práticas: não se esqueça que código fonte + ferramentas = produto, verifique todo o código fonte original, separe os objectos de construção do código fonte original, utilize ferramentas de construção comuns, construa frequentemente, mantenha os logs e os outputs de construção. Processo Cada organização/empresa/departamento tem objectivos e requisitos específicos que devem ser reflectidos no processo a implementar. Evidentemente, não presumimos conhecer todas essas especificidades, pelo que vamos restringir-nos a alguns conceitos de processo chave para qualquer implementação de SCM: acompanhe os pacotes de alterações, acompanhe as propagações dos pacotes de alterações, distinga pedidos de alterações de pacotes de alterações, atribua um responsável a tudo (processos, políticas, documentos, produtos, componentes, codelines, ramificações e tarefas do sistema de SCM), utilize documentos vivos. Figura 1. O modelo de linha principal. A figura mostra uma linha principal (designada por main), da qual saem várias linhas de release (ver1, ver2 e ver3) e várias linhas de desenvolvimento (proja, projb e projc). Os especialistas em desenvolvimento trabalham na linha principal ou numa linha de desenvolvimento. As linhas de release estão reservadas para os testes e a resolução de problemas críticos e estão isoladas do tumulto do desenvolvimento. Todas as alterações submetidas às linhas de release e às linhas de desenvolvimento acabam por ser integradas na linha principal. Figura 2. O modelo de promoção. A abordagem adversa à da Figura 1, consiste em promover as codelines por exemplo, para promover uma codeline de desenvolvimento a uma codeline de release e criar um novo ramo de codeline de desenvolvimento. A Figura 2 mostra uma codeline de desenvolvimento promovida a uma codeline de release (ver1) e como ramificação de outra codeline de desenvolvimento (proja). Cada codeline de release começa como uma codeline de desenvolvimento e o desenvolvimento vai avançando de codeline para codeline. O esquema de promoção apresenta dois grandes problemas. Em primeiro lugar, exige que a política de uma codeline se altere, algo que nunca é fácil de comunicar a toda a gente. Em segundo lugar, exige que quem faz desenvolvimento tenha que transferir o seu trabalho em progresso para outra codeline, o que é uma fonte potencial de erros e um desperdício de tempo. Cerca de 90 por cento dos processos de SCM implementam a promoção de codelines para compensar a falta de uma linha principal. O processo é simplificado quando se utiliza um modelo de linha principal. Com uma linha principal, os espaços de trabalho e os ambientes de quem desenvolve mantêm-se estáveis durante o tempo que demora a execução das suas tarefas. Além disso, não existe sobrecarga administrativa adicional, dado que os produtos de software vão evoluindo em termos de maturidade. Baseado no artigo High-level Best Practices in Software Configuration Management, de Laura Wingerd e Christopher Seiwald, da Perforce Software. Áreas de Trabalho (workspaces) onde os especialistas em desenvolvimento constroem, testam e procedem ao debugging. Codelines conjuntos canónicos de ficheiros fonte. Ramificações (branches) variantes/ramificações da codeline. Propagação de alterações alterações de uma codeline para outra. Builds transformação de ficheiros fonte em produtos executáveis. Processo regras para as áreas referidas. Não partilhe os espaços de trabalho. Não trabalhe fora de espaços de trabalho geridos. Não utilize vistas instáveis. Mantenha-se em sincronia com a codeline. Verifique frequentemente. Atribua uma política a cada codeline. Atribua um responsável a cada codeline. Mantenha uma linha principal (mainline). Ramifique apenas quando necessário. Não copie quando quer ramificar. Ramifique no caso de políticas incompatíveis. Ramifique tarde. Ramifique em vez de congelar. Efectue as alterações originais no ramo que evoluiu menos desde a ramificação. Propague cedo e frequentemente. Escolha a pessoa certa para efectuar a integração. Código fonte + ferramentas = produto. Verifique todo o código fonte original. Separe os objectos de construção do código fonte original. Utilize ferramentas de construção comuns. Construa frequentemente. Mantenha os logs e os outputs de construção. Acompanhe os pacotes de alterações. Acompanhe as propagações dos pacotes de alterações. Distinga pedidos de alterações de pacotes de alterações. Atribua um responsável a tudo. Utilize documentos vivos.

5 página ACIC

6 6 opinião Boas Práticas em Sistemas Aplicacionais Com a finalidade de auxiliar qualquer organização na mitigação dos riscos que pendem sobre a informação, foi internacionalmente adoptado como referencial de excelência em matéria de segurança da informação a norma ISO/IEC (Code of Practice for Information Security Management). Esta ferramenta de auxílio permite, entre outros aspectos, apresentar as bases necessárias, e as boas práticas a seguir para o controlo dos riscos pendentes sobre a confidencialidade, a integridade e a disponibilidade da informação. Fernando Fevereiro Mendes, especialista em segurança da informação Sendo de senso comum o conhecimento da necessidade imprescindível de existência de uma camada de segurança que, de forma transversal, percorra toda a aplicação e que aplique controlos específicos em áreas sensíveis previamente identificadas, é crucial ter sempre em mente que o objectivo final é a protecção da informação. De forma sucinta, apresentamos de seguida quatro elementos de elevada importância, em matéria de desenvolvimento de aplicações e sistemas, que são alvo de tratamento por parte da ISO/IEC Recorde-se, no entanto, que são referenciadas pela norma outras matérias a ter em conta para o correcto planeamento de controlos eficazes para protecção da informação. Requisitos de segurança nos sistemas Objectivo Assegurar que os necessários aspectos de segurança se encontram incluídos nos sistemas de informação. A análise e especificação de requisitos de segurança de qualquer sistema ou aplicação a desenvolver são dois elementos cruciais que devem ser tidos em conta desde o início. Qualquer tentativa de colocar segurança à posteriori, no percurso final de um projecto, ou já em fase de produção de um sistema, não é tão eficaz como uma correcta escalpelização inicial das ameaças à informação e dos controlos a implantar. Segurança em sistemas aplicacionais Objectivo Prevenir a perda, modificação ou deficiente utilização de dados de utilizador em sistemas de produção. É crucial avaliar as ameaças à informação que poderão decorrer de uma incorrecta introdução de dados por parte do utilizador comum e das potenciais manipulações da informação aquando do seu processamento pela aplicação. Deverão ser criadas e utilizadas rotinas específicas para mitigar as ameaças à integridade da informação em todo o seu percurso, desde o input até à fase de output. Também deve ser dada uma atenção especial à identificação das áreas/zonas de risco, para o formato dos controlos a implantar para verificações de integridade e para a validação dos dados transitados em comunicações inter-processuais. Controlos criptográficos Objectivo Proteger a confidencialidade, autenticidade ou integridade da informação. É extremamente necessário definir à partida uma política para a utilização de criptografia. Quais os algoritmos reconhecidos internacionalmente que serão adoptados na plataforma; de que forma serão efectuados os procedimentos cruciais de gestão das chaves secretas; quais os mecanismos de controlo a utilizar para a garantia da confidencialidade das chaves de cifra; qual o modelo a utilizar para a criação de assinaturas (inclusive na troca de informação entre processos)? Segurança nos processos de desenvolvimento e suporte Objectivo Manter a segurança de sistemas aplicacionais e sua informação. É crucial que os ambientes de produção e de teste sejam estritamente controlados. Os gestores dos sistemas de produção deverão ser responsáveis pela segurança dos ambientes de projecto e de teste. Estes devem assegurar-se de que todas as alterações propostas para o ambiente de produção são alvo de revisões apropriadas e verificadas quanto ao cumprimento íntegro dos requisitos de segurança estipulados. Devem ser desenvolvidos e implantados processos e procedimentos especiais para o total controlo das alterações produzidas a nível das aplicações; das revisões técnicas de alterações aos próprios sistemas operativos; das restrições a alterações em pacotes aplicacionais de domínio público e da identificação de potenciais introduções malévolas de código troiano e/ou canais obscuros não identificados.

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8 8 e ntrevis t a A Tecnologia Comanda o Sonho António Gedeão escreveu que o sonho comanda a vida. No caso da Insert Solutions, pode dizer-se que a tecnologia comanda o sonho. Esta empresa de Coimbra apresentase como estando vocacionada para a prestação de serviços nas áreas das tecnologias de informação e desenvolvimento de software. Tem como missão maximizar o valor acrescentado da tecnologia, de forma a proporcionar aos clientes um elevado retorno do investimento. Leonel Miranda A Insert Solutions foi constituída em Fevereiro de 2002 por dois alunos e investigadores da Universidade de Coimbra. Ainda enquanto alunos do Departamento de Engenharia Informática da UC, Alcides Marques (actual director geral da Insert Solutions) e Bruno Rino (actual director técnico), tiveram a ideia de desenvolver uma aplicação na área da geração de código. A ideia surgiu no seguimento da experiência que estavam a ter em tarefas enfadonhas de criação de aplicações para base de dados. A ideia foi proposta para estágio de curso em 2000 e aceite. Estavam assim criadas as raízes que viriam a dar origem à Insert Solutions. Inicialmente, o objectivo era desenvolver uma plataforma de geração de código para aplicações de base de dados. Durante o estágio, a ideia original foi ampliada para uma plataforma de geração de código genérica, sendo depois continuada durante o espaço de tempo em que os dois sócios actuais da empresa desempenharam funções de investigadores em geração de código na Universidade de Coimbra. Apesar dos bons resultados obtidos com o protótipo da plataforma, Alcides Marques considera que a mesma não era vendável na altura. Era necessário, portanto, desenvolver o projecto, pelo que foi criada a Insert Solutions. Actualmente, a plataforma de geração de código chama-se igen e ainda não está em fase comercial. Para financiar a investigação e o desenvolvimento a nível da plataforma igen, a empresa spin-off do Departamento de Alcides Marques e Bruno Rino, respectivamente director geral e director técnico da Insert Solutions. Engenharia Informática da Universidade de Coimbra e actualmente instalada na incubadora IPN (Instituto Pedro Nunes), voltou-se para outras frentes. Entre estas últimas destaca-se a prestação de serviços de outsourcing à Critical Software, o desenvolvimento de software à medida e as parcerias com a Primavera Software (fornecedores de software de gestão) e com a Microsoft. Protagonismo da plataforma igen Como se depreende do texto anterior, a actividade da Insert Solutions tem andado em torno da sua plataforma igen. Pode dizer-se que é este o pilar da empresa as restantes actividades destinam-se sobretudo ao financiamento do desenvolvimento da igen. A igen também representa o sonho dos fundadores da empresa, que apostam o seu trabalho e dinheiro no sucesso futuro deste produto. A plataforma igen está actualmente em testes e deverá ser apresentada como versão comercial em finais de Mesmo assim, os responsáveis da Insert Solutions não pretendem comercializá-la durante Durante um período de cerca de um ano, deverá ser melhorada, testada e utilizada apenas internamente para a prestação de serviços de valor acrescentado.

9 e ntrevis t a Engenharia de Software Agosto Actualmente, a igen é uma plataforma genérica de geração de código orientada para a produção de aplicações, sobretudo onde exista algum carácter repetitivo. Por carácter repetitivo entenda-se semelhança em termos de algoritmo e não código igual. Esta plataforma consegue guardar e reutilizar padrões de desenho (design patterns). De acordo com Alcides Marques, existem basicamente dois tipos de soluções para a geração de código: aquelas que geram código baseado em código (as pessoas programam para gerar código) e aquelas que se baseiam em wizards (alguém programou para que outros configurem com a ajuda de wizards). Para o director geral da Insert Solutions, a abordagem da igen não sofre de nenhum dos vícios dessas abordagens. Por um lado, tem templates que são configuráveis de uma forma standardizada e limitada (uma alteração não provoca alteração do código). Por outro lado, a utilização da ferramenta é facilitada por se basear num wizard. A plataforma igen tem várias aplicações que fazem com que exista uma divisão clara de papéis entre o arquitecto que produz as infra-estruturas (templates) e o utilizador da plataforma para desenvolver aplicações. A utilização da igen está pensada para programadores e não para pessoas sem background nessa área. No entanto, Alcides Marques sublinhou que os programadores juniores poderão realizar um trabalho de excelência comparativamente aos seus conhecimentos. A igen está concebida para correr sobre plataforma Windows, mas as aplicações que forem produzidas com base nas suas capacidades de geração de código poderão destinar-se a qualquer outra plataforma. Em termos de posicionamento de mercado, está pensada para dois grandes grupos de destinatários: grandes empresas com departamentos de desenvolvimento de software e software-houses nacionais e internacionais, dado que a plataforma está integralmente em língua inglesa. Outros produtos e serviços Se exceptuarmos um dos mercados alvo da plataforma igen grandes empresas com departamentos de desenvolvimento de software todo o negócio da Insert Solutions Alcides Marques e Bruno Rino está orientado para as PMEs (Pequenas e Médias Empresas). A nível de produtos, comercializa e dá assistência a software de gestão da Primavera Software (com quem estabeleceu uma parceria). Tem ainda uma relação de parceria com a Microsoft. Ficha da enpresa Os serviços propostos pela Insert Solutions vão desde os sistemas de informação à multimédia. No primeiro caso, a prestação de serviços envolve o planeamento de sistemas de informação, incluindo a análise, desenho e implementação de soluções de e-business, CRM (Customer Relationship Management) e Workflow. A vertente multimédia engloba a análise, desenho e implementação de aplicações multimédia, clips e jogos. Há a referir ainda os serviços de consultoria em geração de código e em design patterns. A Insert Solutions também tem uma área de hardware a funcionar de forma autónoma. A estratégia desta empresa de Coimbra privilegia o desenvolvimento de projectos em empresas, uma vez que são financiados pelo cliente até à sua conclusão e podem resultar em produtos concretos comercializáveis junto de outras entidades. Neste momento, a Insert Solutions está envolvida num projecto dessa natureza na área de workflow e gestão documental. A equipa de trabalho da Insert Solutions é constituída por seis pessoas uma ligada ao hardware, duas ao software de gestão Primavera e as restantes três mais orientadas para o desenvolvimento de software. Em determinadas alturas conseguem reforçar a equipa com estagários. Nome: Insert Solutions Sistemas de Informação, Lda. Instalações: Coimbra. Data de criação: Fevereiro de Número de empregados: 6 pessoas. Volume de negócios 2003: euros. Volume de negócios previsto para 2004: euros. Principais clientes: Critical Software, Universidade de Coimbra, Isidovias, Fabriblocos. Produtos: igen (metodologia e conjunto de aplicações destinadas à geração de código, permitindo reduzir o tempo de desenvolvimento e alcançar elevados níveis de qualidade) e Software de Gestão (parceria com a Primavera Software). Serviços: Consultoria em geração de código e design patterns, concepção e desenvolvimento de software; outsourcing e manutenção de infra-estruturas e sistemas, soluções de gestão para PME. Site:

10 10 ucm Vantagens da Gestão Unificada das Alterações A expressão gestão das alterações (ou CM Change Management) refere-se aos processos e ferramentas que são utilizados por uma organização ou por um projecto para planear, executar e acompanhar as alterações relacionadas com um sistema de software. A gestão unificada das alterações (ou UCM Unified Change Management) é um processo de gestão das alterações específico desenvolvido pela Rational, em conjunto com os seus clientes. A UCM apoia as equipas de projectos de software no seu trabalho de gestão da produção e das modificações de ficheiros, directorias, componentes e sistemas. Em termos académicos, os processos de gestão das alterações envolvem duas disciplinas: gestão de configurações de software (ou SCM Software Configuration Management) e acompanhamento dos defeitos e das alterações (ou DCT Defect and Change Tracking). O DCT também é conhecido por gestão dos pedidos de alterações (ou CRM Change Request Management). A SCM lida com processos de controlo de versões, de gestão do espaço de trabalho (workspace), de integração de software, de construções de software, de exploração de software e de versões. O DCT lida com os processos e procedimentos através dos quais são submetidos, avaliados, implementados verificados e concluídos/resolvidos os defeitos, pedidos de melhorias e novas funcionalidades. Um nível mais elevado de abstracção com a UCM Se olharmos para o desenvolvimento de linguagens de software, é óbvio que o nível de abstracção a partir do código máquina aumentou consideravelmente ao longo das últimas décadas. No nível mais baixo, tudo se resume a uns e zeros e os primeiros programadores trabalhavam a este nível. Depressa surgiu a linguagem de assemblagem, que abstraía dos uns e dos zeros para fornecer instruções máquina rudimentares. O passo seguinte foi dado com linguagens como Pascal e C, que já forneciam construções de ordem mais elevada. Actualmente, está-se a perceber o potencial da programação visual. Com a introdução destas abstracções, os especialistas em desenvolvimento podem programar sistemas de software mais complexos, com maior facilidade e mais rapidamente. Está a acontecer algo similar relativamente à evolução das ferramentas de CM. Inicialmente, consistiam apenas num repositório para o armazenamento de versões. Isto quer dizer que os conteúdos de um ficheiro ou de uma directoria eram armazenados e identificados num dado ponto do tempo, podendo depois ser recuperados de acordo com as necessidades. Depois dessa fase, surgiram ferramentas que permitiam aos utilizadores a gestão dos espaços de trabalho: um conjunto de versões específicas de ficheiros e de directorias escolhidas para uma tarefa ou actividade específica. À medida que as abstracções de mais baixo nível como o repositório e o espaço de trabalho se tornam comuns e amplamente aceites, podem ser acrescentadas funções de ordem mais elevada para simplificar o processo de gestão das alterações. É isso que faz a UCM. Consideremos então as três abstracções chave cobertas pela UCM: projectos, baselines de componentes, e actividades. Projectos De uma forma geral, as equipas de desenvolvimento de software estão organizadas em projectos. Por sua vez, esses projectos têm subprojectos. Desta forma, um projecto pode ser muito grande ou muito pequeno. Do ponto de vista da gestão das alterações, a organização por projecto serve três propósitos. Em primeiro lugar,

11 ucm Engenharia de Software Agosto identifica os membros das equipas. Isto é útil para efeitos de segurança e de colaboração, dois aspectos críticos para uma boa gestão das alterações. Em segundo lugar, um projecto limita a abrangência dos ficheiros e das directorias que precisam de ser conhecidos pelas equipas. Ou seja, entre todos os ficheiros e directorias que existem em todos os repositórios utilizados por uma dada companhia, o projecto identifica o subconjunto preciso que um especialista em desenvolvimento a trabalhar no projecto precisa de considerar. Em terceiro lugar, um projecto identifica um ponto de integração comum para o trabalho que está a ser realizado pelos membros da equipa. Tudo isto pode parecer básico, mas a vantagem chave da UCM reside no facto do projecto ser um objecto físico no sistema de CM que remete para um projecto real. Isto permite um grau muito mais elevado de automação e de segurança do que aquele que seria possível se o projecto não seguisse os conceitos das ferramentas de CM. Quando novos especialistas em desenvolvimento se juntam a um projecto UCM, por exemplo, é-lhes fornecido automaticamente um espaço de trabalho pré-configurado com as versões adequadas dos ficheiros e das directorias que necessitam. Componentes e baselines de componentes A segunda abstracção chave na UCM é a noção de componentes e de baselines de componentes. A maior parte dos sistemas de controlo de versões incluem a noção de um repositório que armazena um conjunto de ficheiros e versões desses ficheiros. Algumas ferramentas também organizam esses ficheiros em directorias e guardam as versões das directorias e dos directórios. Quase todos os esforços de desenvolvimento significativos têm um grande número de ficheiros que contêm o código necessário para construir o sistema que está a ser desenvolvido. Os ficheiros estão organizados tipicamente em directorias e essa organização está frequentemente alinhada com a arquitectura de software do sistema. Nos sistemas tradicionais de CM, as directorias chave são tratadas de forma diferente relativamente às outras directorias. No entanto, a UCM introduz o conceito de componente para distinguir e armazenar essas directorias. Um componente UCM é assim simplesmente uma árvore de directório constituída por ficheiros e directorias que têm um directório raiz de componente. Mas porque razão a UCM faz isto? A principal vantagem dos componentes UCM tal como no caso dos projectos reside numa automação melhorada. A melhor forma de compreender isto é considerar a noção de baseline. Uma baseline identifica um conjunto relacionado de versões de ficheiro. Por outras palavras, a baseline selecciona uma versão de cada ficheiro do componente. Todas as ferramentas de controlo de versões afirmam suportar o baselining, mas se olharmos mais de perto, em alguns casos chegaremos à conclusão que apenas suportam o conceito de labeling. O labeling é um processo através do qual seleccionamos um nome e depois o ligamos a uma ou mais versões de ficheiro. Ao ligarmos o mesmo nome a várias versões de ficheiro obtém-se uma pseudo-baseline. O problema deste tipo de abordagem ao baselining tem a ver com facto de não existir semântica implícita no nome de label excepto aquela que está implícita na forma como utilizamos a ferramenta. Podemos olhar para uma label e saber com certeza quais os ficheiros que lhe estão associados. Na realidade, durante o tempo que demoramos a identificar os ficheiros que têm essa label, a mesma pode ser ligada a novos ficheiros, movida para novas versões, ou retirada de um determinado ficheiro. Actividades Provavelmente, o aspecto mais distintivo da UCM tem a ver com o facto de ser um modelo de gestão das alterações baseado em actividades. Isto significa que as alterações a ficheiros são agrupadas de acordo com a razão das mesmas. Suponhamos que estamos a resolver um problema ou a implementar uma melhoria, por exemplo. Sempre que alterarmos um ficheiro, identificamos a razão porque estamos a efectuar essa alteração ao declararmos uma actividade na altura do checkout. Uma actividade poderá assim ser um problema, um pedido de melhoria, ou simplesmente uma descrição de uma linha da alteração que efectuámos, dependendo do grau de rigor necessário para o nosso processo de acompanhamento de alterações e de defeitos. A UCM suporta todos estes tipos de actividades e quaisquer outros que optemos por definir nós mesmos. A principal vantagem da gestão das alterações baseada em actividades reside no facto de nenhum ficheiro poder ser alterado sem uma razão associada. Uma segunda vantagem reside nas alterações serem integradas (ou promovidas) como um todo único e consistente. Pode consultar o artigo completo em

12 12 ferrament as As Ferramentas de SCM e o Suporte do CMM Como é que as ferramentas de SCM (Software Configuration Management) podem ajudar na melhoria de processos de acordo com o modelo CMM (Capability Maturity Model)? Este artigo aborda o ponto de vista da Rational. No entanto, o leitor poderá extrapolar para outras ferramentas análogas, ou mesmo para o modelo SPICE (Software Process Improvement and Capability determination), também conhecido por norma ISO/IEC Uma vez que a Rational fornece soluções de desenvolvimento de software, vê-se envolvida em acti-vidades de melhoramento de processos, utilizando para isso o modelo CMM for Software (SW-CMM) do SEI (Software Engineering Institute). Evidentemente, as ferramentas de desenvolvimento de software, por si sós, não são suficientes para garantir bons níveis de maturidade dos processos, mas podem ajudar. As ferramentas da Rational a que se refere este artigo são as de gestão das alterações e de configurações, ou seja, o ClearCase e o ClearQuest. Estas duas ferramentas são utilizadas em conjunto com a gestão unificada das alterações (ou UCM - Unified Change Management). A UCM coloca o enfoque em dois conceitos importantes: actividade e artefacto. Uma actividade é uma porção de trabalho a realizar destinada a provocar avanços no estado do projecto. Uma actividade pode ter origem num assunto levantado numa reunião, num defeito introduzido numa base de dados de defeitos, ou num pedido de melhoria enviado por um cliente. As actividades estão ligadas às funcionalidades e aos requisitos do produto. Um artefacto é um item (normalmente um ficheiro) que deve estar sob controlo de versões. Num nível mais conceptual, os artefactos podem ser requisitos, testes, modelos visuais, código, planos de projecto, etc. Ou seja, podem ser basicamente qualquer item que o projecto precise de gerir e de controlar. Um dos aspectos fortes mais importantes da UCM reside no facto de ligar as actividades utilizadas para planear e acompanhar o progresso dos projectos aos artefactos que estão em constante mudança evolutiva. O que é o CMM O SEI tem estado envolvido no melhoramento de processos de software há cerca de uma década e o seu modelo SW-CMM fornece orientações para a melhoria de processos. Estas orientações incluem informação sobre práticas chave da indústria que devem ser implementadas para ajudarem a garantir o sucesso dos projectos. O modelo CMM prevê cinco níveis de maturidade: Nível 1. As organizações não têm um ambiente estável para o desenvolvimento e manutenção de software. Nível 2. As organizações dispõem de controlos de gestão de software básicos. Nível 3. As organizações utilizam boas práticas de engenharia de software aquando da standardização dos seus processos de software. Nível 4. As organizações especificam objectivos de qualidade quantitativos, tanto para os produtos de software, como para os processos. Nível 5. As organizações concentram a sua atenção na melhoria contínua dos processos.

13 ferrament as Engenharia de Software Agosto Actualmente, a maior parte das organizações de software funcionam no Nível 1 de maturidade. Muitas delas pretendem alcançar os Níveis 4 e 5, mas obtêm grandes benefícios nos Níveis 2 e 3 e ficam-se por aí. O modelo SEI SW-CMM divide os cinco níveis de maturidade em áreas de processo chave (ou KPAs Key Process Areas). Por sua vez, estas últimas são ainda divididas em cinco aspectos comuns: Compromisso (o que tem de ser feito para estabelecer o processo?); Capacidade (quais os pré-requisitos necessários para se ser bem sucedido?); Actividade (quais as funções, actividades e artefactos que são necessários?); Medição (quais as medições e análises que são necessárias para avaliar o progresso?); Verificação (como é que a organização valida a conformidade do processo?). É no contexto destes cinco aspectos comuns que o CMM fornece linhas de orientação para a melhoria dos processos de software para todas as KPAs em cada nível. Apesar do CMM fornecer orientações genéricas e alguns exemplos das funções, actividades e artefactos que podem ser utilizados para implementar as práticas chave, deixa que os detalhes de implementação se adeqúem às necessidades específicas daqueles que procuram aumentar a maturidade dos seus processos de software. Esses detalhes incluem a selecção do conjunto de métodos, técnicas e ferramentas mais adequados a implementar, bem como a sua implementação na altura certa e com as pessoas correctas. Para uma maior familiarização com o modelo SW-CMM, convirá visitar o site do SEI em Suporte do CMM pela UCM e pelas ferramentas da Rational Nível 2 No artigo original (a disponibilizar no site descrevese (em linhas gerais) a forma como das ferramentas Rational ClearCase e Clear- Quest suportam cada KPA do Nível 2, nomeadamente a Gestão de Requisitos, o Planeamento de Projectos de Software, a Supervisão e Acompanhamento de Projectos de Software, a Gestão de Subcontratos de Software, a Garantia da Qualidade de Software e a Gestão de Configurações de Software. Nível 3 A UCM suporta as Práticas Chave do Nível 3 do CMM através da gestão dos artefactos produzidos para um ciclo de vida de software definido. Suporta as KPAs Enfoque do Processo Organizacional, Definição do Processo Organizacional e Programa de Formação porque fornece automação para o processo definido e permite a incorporação das políticas e orientações de SCM enquanto decorre o processo de SCM. Estas ferramentas também suportam as KPAs Gestão de Software Integrada, Engenharia de Produto de Software e Coordenação Intergrupo porque permitem desenvolvimento paralelo e espaços de trabalho pessoais, além de garantirem a integridade do processo SCM. A KPA Análise Conjunta (Peer Review) é suportada porque permitem o acesso fácil aos artefactos de desenvolvimento que estão a ser analisados e reportam o seu estado e progresso. Mais especificamente, um dos pontos fortes do ClearQuest reside na sua capacidade para gerir o impacto das alterações, incluindo o acompanhamento, a medição e o reporting. Esta ferramenta de gestão das alterações permite que uma equipa de projecto, além de recolher os pedidos de alterações, também recolha meta-dados sobre as alterações. Estes meta-dados (por exemplo, magnitude da gravidade e do impacto nos custos), aliados a um modelo bem definido do estado da gestão das alterações, podem conter toda a informação essencial para gerir a eficácia da integração do projecto. Por exemplo, pode ser criada uma métrica de gestão de projecto para recolher o número e a magnitude dos principais impactos adversos não antecipados para o projecto de software, acompanhados ao longo do tempo. Níveis 4 e 5 O ClearQuest fornece um conjunto robusto de métricas de projecto para controlar quantitativamente o desempenho do processo de software (Nível 4) e para analisar os defeitos (Nível 5), a fim de se tomarem medidas específicas que possam ajudar a prevenir a ocorrência de futuros defeitos e a optimizar o processo de desenvolvimento de software. Um dos aspectos fortes desta ferramenta tem a ver com o facto de poder ajudar a recolher meta-dados de pedidos de alterações e depois medir e reportar o estado da alteração. Uma equipa de projecto pode recolher detalhes descritivos sobre um defeito, a origem desse defeito e/ou o seu estado corrente no processo correctivo. Se estiverem a ser utilizadas outras ferramentas da solução Rational Suite, então alguma da informação anterior poderá ser recolhida directamente a partir do repositório da solução integrada de ferramentas. Por exemplo, as unidades que contêm o defeito ou o script de teste em que ocorreu o defeito poderiam ter sido identificados com base no repositório de testes da Rational quando o defeito foi escrito no Test Manager. No caso de se utilizarem outras ferramentas, qualquer membro do projecto que utilize a interface Web do ClearQuest poderá introduzir toda esta informação. Uma vez recolhidos os meta-dados, o ClearQuest fornece as queries, os gráficos e os relatórios para monitorar o estado das actividades de SCM através da utilização desses meta-dados (por exemplo, número e gravidade dos defeitos). Apesar da maior parte das métricas deste tipo não serem disponibilizadas out-of-the-box, o ClearQuest vem com funcionalidades de query, de gráficos e de relatórios fáceis de utilizar para a criação de queries de acompanhamento dos defeitos. Podem ser criados gráficos para detalhar os defeitos em função da sua gravidade, bem como para acompanhar o seu estado durante o processo de correcção.

14 14 notícias Considerando o crescimento agregado da produtividade no trabalho e a contribuição das TIC entre 1996 e 2002, o estudo refere que a contribuição foi mais elevada em dois países: os Estados Unidos e a Irlanda. No período em análise, a contribuição das TIC para o aumento de produtividade nos dois países foi de 1,90 pontos percentuais. Pelo contrário, em países como a Espanha, a França, a Alemanha, ou a Itália, essa contribuição foi, respectivamente, de 0,14, 0,18, 0,67 e 0,36 pontos percentuais. O Reino Unido, a Finlândia e a Suécia aproveitaram bastante melhor as TIC para o aumento da sua produtividade, com taxas de contribuição entre 1,21 e 1,40 pontos percentuais. Importância das TIC no Aumento da Produtividade É comum ouvir-se dizer que uma das grandes vantagens das TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação) reside no aumento de produtividade. No entanto, um estudo da Economist Intelligence Unit (EIU) desmistifica essa ideia e sugere que, em muitos casos, os investimentos em TIC até podem não provocar qualquer aumento de produtividade. Além disso, a Redes Mais Seguras sua contribuição para o aumento de produtividade (quando existe) varia muito de país para país. Os Estados Unidos conseguem aproveitar melhor as TIC para aumentarem a sua produtividade do que a generalidade dos países europeus. Os fabricantes das áreas das redes e da segurança estão em rota de convergência para proporem ao mercado soluções de rede mais seguras, geríveis e baratas. Os analistas da Canalys apontam como evidência desta afirmação as parcerias entre a Nokia e a Check Point, ou entre a Cisco e a Trend Micros, bem como a compra da NetScreen pela Juniper, da Riverhead pela Cisco, ou da Riverstone Technology pela HP ProCurve. Esta resposta baseia-se muito nas reacções defensivas do mercado aos sucessivos ataques com vírus e vermes, ao aumento de sofisticação nas violações das redes e ao aumento do trabalho móvel e remoto.ainda de acordo com os dados da Canalys, o mercado EMEA (Europa, Médio Oriente e África) de segurança empresarial era liderado pela Cisco no primeiro trimestre de 2004, com uma quota de mercado de 25 por cento. Seguiam-se, por ordem decrescente, a Symantec (quota de mercado de 17,9 por cento), a Trend Micro (7,7 por cento), a Check Point (7,4 por cento) e a Nokia (6,7 por cento). Das conclusões retiradas pelo estudo, destaca-se a ideia de que a ligação entre as TIC e o crescimento económico é forte nos países mais desenvolvidos. Isto acontece porque a utilização das TIC só começa a produzir efeitos na economia dos países depois de ter atingido um certo nível de utilização (massa crítica). Por outro lado, convém sublinhar que foram identificadas ligações entre as TIC e o crescimento do PIB per capita em 26 dos países analisados. Desses países, os que têm maiores taxas de linhas de telefone fixo, de telefones móveis, de PCs e de acesso à Internet, são os que tiram maiores benefícios económicos dos investimentos em TIC. Na realidade, não é o investimento que faz a diferença, mas antes a forma como é aplicado. Por exemplo, um terço das companhias entrevistadas para o estudo da EIU afirmaram que 50 por cento (ou mais) dos seus projectos de TIC não conseguiram cumprir os seus objectivos iniciais. Um dos entraves reside na dificuldade em efectuar mudanças organizacionais e de processos no âmbito dos investimentos realizados. A dificuldade da Europa em acompanhar os Estados Unidos nesta matéria tem muito a ver com a dimensão das suas empresas mais de 95 por cento são PMEs o que dificulta o acesso ao capital e limita as capacidades técnicas e de gestão face às grandes organizações. No entanto, o estudo também aponta caminhos: aposta nas competências, na inovação, na concorrência, na difusão das TIC no sector público e na investigação e desenvolvimento.

15 Banda Larga em Crescimento Acentuado Nome Software de Os acessos de banda larga aumentaram consideravelmente em Portugal e também deverão aumentar muito em todo o mundo durante os próximos anos. Começando pelo nosso país, a Anacom (Autoridade Nacional de Comunicações) informou que, no final do primeiro trimestre deste ano, existiam no nosso país mais de 565 mil acessos à Internet em banda larga (ADSL e cabo), o que representa um crescimento de 83 por cento relativamente aos 309 mil existentes no final de igual período de Cargo Empresa Morada Código Postal Telefone NIF Curso Análise e Gestão de Requisitos Localidade 6 Documentação de Sistemas Os acessos ADSL foram os que registaram maior crescimento, tendo quase triplicado no espaço de um ano, passando de pouco mais de 76 mil em Março do ano passado para quase 226 mil no mesmo mês deste ano. Isto significa um crescimento de 196 por cento e cerca de 40 por cento no total dos acessos de banda larga. Os acessos por cabo aumentaram 45,6 por cento no mesmo período, passando para 339 mil. Apesar destes valores animadores, os acessos em banda larga (cabo e ADSL) não vão além dos sete por cento em Portugal. Os restantes 93 por cento ainda são acessos dial-up, que cresceram 34,8 por cento desde o primeiro trimestre do ano passado para igual período deste ano. Os acessos dedicados têm pouca expressão não iam além dos 3110 no final do primeiro trimestre deste ano e registaram um ecréscido de cerca de 5,7 por cento relativamente ao mesmo período de A nível mundial, o Yankee Group prevê que os subscritores de tecnologia de banda larga deverão atingir os 325 milhões em 2008, face aos 100 milhões que existiam em finais de A maior parte desses subscritores (cerca de 200 milhões) utilizarão serviços DSL. No final de 2004, os subscritores com acessos baseados em tecnologias DSL não deverá ir além dos 85 milhões. Na Região Ásia/Pacífico, a tecnologia DSL será dominante, ao contrário das previsões para a América do Norte (onde o cabo continuará a liderar) Utiliza ferramentas de análise de requisitos Faz a traceabilidade de alterações de requisitos Usa ferramentas de gestão de alterações de requisitos Tem um procedimento formalizado Gestão de Configurações e Alterações Usa ferramentas de gestão de configurações Faz versionamento de aplicações Faz controle de alterações Não faz Modelação Visual Usa ferramentas de modelação visual Utiliza ou conhece o Rational Rose Usa UML Não faz modelação visual Teste de Software Faz sempre testes manuais Usa ferramentas para automação de testes Faz plano de testes Concebe casos de uso de testes Services Oriented Architecture Conhece e usa sistematicamente Conhece e está a começar a usar Conhece, mas não usa Não conhece Para receber mensalmente a newsletter (distribuição gratuita), preencha o questionário acima e envie-o para: Projecto TIM; Parque de Feiras e Exposições; Alto da Relvinha; Coimbra. Também poderá digitalizálo e enviá-lo para o endereço com, ou imprimi-lo e enviá-lo através do fax (+351) Usa ferramentas de geração automática de documentação Usa só o Microsoft Word Normalmente não produz documentação Utiliza a Norma ANSI IEEE 1063 Standard for software user documentation Standards de Interoperabilidade Conhece e usa sistematicamente Conhece e está a começar a usar Conhece, mas não usa Não conhece Dos seguintes items, qual(is) os que toma como referência CMM (Capability Maturity Model) e/ou CMMI (Capability Maturity Model Integration) ISO SPICE (Software Process Improvement and Capability Determination) ISO 9126 ou ISO (Qualidade dos Produtos de Software) ISO (Information Technology Software Life Cycle Processes) ISO (Avaliação de produtos de Software) Trillium

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