Implementação do N4C

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Implementação do N4C"

Transcrição

1 Newsletter N4C Edição 4 Junho 2010 Nesta edição: Implementação do acesso à internet via DTN em: Alasca, EUA Amazonas, Brasil Malásia Mongolia Do N4C e Arctic Action ICT Workshop Bancos de teste para comunidades rurais e condições Arcticas. Tromsø Workshop 28 Janeiro 2010 Eventos programados: Internet Futura: Conferências Dezembro 2010, Ghent, Bélgica Ler mais! ICT 2010 Bruxelas, Bélgica Setembro 2010 Baixar Programa! Tolerant Networks Ltd. Kerry Hartnett e Dr. Stephen Farrell, parceiros N4C, fundaram uma empresa, Tolerant Networks Ltd. e vão oferecer roteadores DTN para aldeias, dispositivos alimentados a energia solar, suporte geral e consultadoria DTN. Mais informação em: com/ é financiada pela iniciativa FIRE do FP7 ICT da Comissão Europeia Photo: Ernst Wingborg Implementação do N4C O projecto de investigação Rede para Comunicação em Comunidades remotas: Arquitectura, bancos de teste e alianças de inovação (N4C) começou em Maio de O objectivo do N4C é desenvolver acesso à internet baseado em DTN, dois bancos de ensaio (Lapónia, Suécia e em Kočevje região montanhosa da Eslovénia) e testar aplicações. Mas o desenvolvimento é apenas uma face da moeda, encontrar modelos para a implementação do serviço é outra. Em Dezembro de 2009 uma primeira questão da exploração do N4C foi apresentada. Esse relatório lida com questões de implementação mas também com o facto de o N4C usar software Open Source e portanto os modelos regentes têm de levar isso em conta. Nesta quarta edição da nossa newsletter (versão pdf) apresentamos a nossa investigação de implementação. Temos conhecimento através da nossa optimização do motor de busca que o N4C atrai muitas atenções em todo o mundo. A equipa do N4C já foi contactada por investigadores do Alasca, Brasil (Amazonas), Malásia e Mongólia. Nós temos o prazer de informar que a primeira companhia do N4C foi criada. Kerry Hartnett e Dr. Stephen Farrell, parceiros N4C, começaram uma empresa, Tolerant Networks Ltd., que vai oferecer roteadores DTN para aldeias, dispositivos alimentados a energia solar e suporte geral e consultoria DTN. Desejamos orgulhosamente à Tolerant Networks Ltd. sucesso e um futuro próspero! Dr. Maria Udén, Gestora do projecto Edição Newsletter N4C 1

2 Implementação do acesso à internet via DTN Exploração do acesso à internet baseado na DTN lida com os problemas do software que utilizada que é chamado Open Source Software (OSS). OSS não pode ser implantado facilmente em comunidades remotas. Uma razão para isso é que os níveis de competências da ICT em tais comunidades está ao, ou abaixo do, nível médio. Outra é que as pessoas nessas áreas já têm mais de que um emprego. Trabalhar numa plataforma OSS leva tempo. Modelos de negócios N4C também têm de levar em conta que o futuro desenvolvimento e manutenção devem ser financiadas por outras fontes que não o licenciamento. Sustentação da internet baseada em DTN e dos bancos de teste encontram o mesmo desafio que a professora Ellinor Ostrom analisou para comuns. A professora Ostrom "demonstrou que propriedade comum pode ser controlada com sucesso por associações de utilizadores". Recebeu o Prémio Nobel da Economia em 2009 e o Prémio Sveriges Riksbank em Ciências Económicas em Memória de Alfred Nobel pela sua análise da sustentação económica, especialmente dos comuns". Na sustentação do N4C tem que se considerar que a execução deve ter um impacto positivo na comunidade local, apoiando e reforçando a cultura e as tradições locais, e que o N4C deve usar design sensível ao género para garantir que toda a comunidade beneficie do projecto. Modelos de implementação N4C Mas, primeiro, como pode o consórcio N4C implantar acesso à internet baseado em DTN tendo em conta que existem muito poucos utilizadores, tanto na Lapónia Sueca e nas montanhas da Eslovénia? De onde vêem os recursos financeiros para a actualização e manutenção da DTN? Para enfrentar este desafio o consórcio N4C trabalha com dois modelos de implantação. Parcerias Público-Privadas (PPP) PPP significa que a responsabilidades (particularmente a financeira) é partilhada entre uma, ou um grupo, de empresas privadas alguma autoridade pública. Para a Lapónia Sueca, N4C planeia usar Parceria Público-Privada (PPP) como principal modelo financeiro para as PME, autoridades municipais e regionais, bem como fornecedores de banda larga e de serviço no município. Este modelo ao mesmo tempo vai ser testado para acesso à internet baseada na DTN e para o banco de testes na Lapónia Sueca. Na Eslovénia, o plano N4C é usar um modelo de negócios onde empresas privadas possuem e correm o acesso à internet baseado em DTN e os bancos de teste. Modelos de sustentação Para gerir o acesso à internet baseado na DTN e os bancos de teste N4C planeia iniciar associações económicas. N4C testou três níveis de implementação para os bancos de teste: Nível 1: Os bancos de teste flutuam como uma plataforma de investigação, ou seja, em nível semelhante ao de hoje. Nível 2: Incluir desenvolvimento do acesso à internet baseado em DTN no nível 1 para dar à população de Sámi, caminhantes e investigadores acesso à Internet. Acima desse nível 2 facilitará infra-estrutura de banco de teste de pequena escala para novos clientes de fora do consórcio inicial. Nível 3: Incluir o desenvolvimento do acesso à internet baseado na DTN para fornecer, tanto para os bancos de teste federados em grande escala como para a população de Sámi e caminhantes, Internet. Este nível será desenvolvido em colaboração com a rede FIRE. Modelos de bancos de teste N4C Nível 1. Plataforma de pesquisa (durante o projecto N4C FP7). Nível 2. Bancos de teste em pequena escala para parceiros e novos clientes. Nível 3. Bancos de teste federados em grande escala em colaboração com a rede FIRE. Edição Newsletter N4C 2

3 Gestão de recursos comuns N4C tem que lidar com duas questões de investigação muito importantes: 1. Pode a infra-estrutura N4C e bancos de teste serem geridos como comuns pelo utilizador? Se sim, como pode ser feito de forma interactiva com o utilizador? 2. Como podem questões de género e culturais serem salvaguardadas? Conselhos de Ostrom acerca da gestão de bens comuns 1. Limites claramente definidos (efectiva exclusão de partes externas sem serviços); 2. Regras relativas à apropriação e provisão de recursos comuns são adaptadas às condições locais; 3. Acordo colectivo de escolha permitem a mais proprietários de recursos participar do processo de decisão; 4. Monitorização eficaz por monitores que fazem parte dos, ou são responsáveis pelos, proprietários; 5. Há uma escala de sanções graduais para os proprietários de recursos que violam as regras da comunidade; 6. Mecanismos de resolução de conflitos são baratos e de fácil acesso; 7. A auto-determinação da comunidade é reconhecida pelas autoridades de nível superior; 8. No caso de maiores recursos comunitários: a organização sob a forma de múltiplas camadas de empresas, com pequenas CPRs locais ao nível de base. Ostrom, Elinor (1990). Governing the Commons: The Evolution of Institutions for Collective Action. Cambridge University Press. ISBN Interesse documentado na DTN em todo o mundo Alasca, USA Amazonas, Brasil Malásia Mongólia Implementação da DTN no Brasil, Amazonas N4C foi representado no EUBR 2009 (setembro 2009) workshop do Instituto Pedro Nunes (IPN). O workshop EUBR foi o resultado de uma colaboração conjunta entre a Comissão Europeia, o Ministério das Relações Exteriores e do Ministro da Ciência e Tecnologia, com o apoio da Universidade de São Paulo e Universidade de Brasília, no contexto do diálogo político entre o Brasil e a União Europeia no domínio da Sociedade da Informação. O objectivo principal do workshop EUBR era promover a colaboração, troca de experiências e pesquisas conjuntas sobre as TIC entre brasileiros e comunidades científicas europeias, sobre "Internet do Futuro", "e-infraestrutura", "Micro-electronica / Microsistemas"e "Embebidos e Controlo ". IPN estabeleceu contacto com investigadores que já estavam envolvidos com a DTN no Brasil (professores Otto Duarte e Alfredo Goldman), ambos demonstrando interesse no conceito N4C e inovação tecnológica. O contacto resultou numa reunião em Outubro de 2009 no Brasil realizada pela Fundação CERTI em parceria com a Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empresas inovadoras no Brasil. CERTI está interessado num teste piloto utilizando as soluções N4C na floresta amazónica. Uma proposta baseada no desenvolvimento tecnológico, com ênfase no impacto ambiental e económico, com forte vertente na e-inclusão serão desenvolvidos no futuro próximo. Edição Newsletter N4C 3

4 Newsletter Edição 4 Junho 2010 Implementação - Mongólia A 21 de Maio N4C organizou uma pequena workshop na LTU, em Luleå, sobre a possibilidade de implantação de tecnologia DTN na Mongólia. Iniciadora do encontro foi a Sra. Handmaa Karlssson uma antiga cidadã da Mongólia, que agora está interessada em desenvolvimento de aplicações das TIC como um meio de contribuir para o desenvolvimento económico, democratização e desenvolvimento cultural na sua antiga pátria. N4C vai fazer um estudo pré-piloto sobre o que exigiria tornar a DTN tecnologia disponível para os cidadãos das zonas rurais, na Mongólia. Se estiver interessado em contribuir contacte Sra Barbro Fransson Foto: Sra Handmaa Karlsson de visita ao LTU. N4C workshop em Tromsø O workshop "Banco de testes para as Comunidades Rurais e Condições Árticas" aconteceu em Tromsø, na Noruega, em 28 de Janeiro de 2010, nas instalações da NORUT. Este workshop foi um acordo comum entre o projecto N4C e o Conselho Ártico de Desenvolvimento Sustentável do Grupo de Trabalho do Projecto. O principal objectivo do workshop foi combinar análises, impressões e experiências dos participantes, bem como aumentar a conscientização sobre o potencial de uma abordagem pró-activa para a criação de bancos de testes, nas regiões nortenhas. Dr. Maria Udén and Dr. Ivan Burkow deram as boas vindas aos participantes do workshop N4C e a Norut. Sra. Annika Sallstrom apresentou a experiência do Bótnia Living Lab e o Sr. Jan Ove Gjerde, Dyroy Energy A / S, demonstrou o uso que o sector energético pode ter de um banco de testes num município remoto no norte da Noruega. Uma apresentação muito apreciada foi feita com Dr. Ricardo Beck, da Barrow Science Consortium. (Leia mais sobre o potencial de implantação no Alasca, na página 5-6). Dr. Richard Beck da Univercidade de Cincinnati. Edição Newsletter N4C 4

5 Newsletter Issue 4 June 2010 DTN no Alasca Qual é o potencial de implantação da DTN no Alasca? Poderá a tecnologia DTN ser usada no trabalho com a Observações e Sustentabilidade do Árctico? Essas foram algumas das perguntas do Dr. Richard Beck da Universidade de Cincinnati colocadas ao consórcio N4C no workshop do N4C e Artic Action ICT em Tromsø a 28 de janeiro de E as conclusões foram convincentes que também o facto de a equipa de investigação da Universidade de Cincinnati tem considerado o N4C e seu antecessor SNC como seu projeto parente. Mas tudo começou em 2002 quando o senador Stevens dos EUA perguntou a cientistas em Barrow para ajudar com o tele-ensino no norte do Alasca. Universidade de Cincinnati (UC) mencionou os resultados da UC/NASA nos esforços do tele-ensino com comunidades americanas nativas no Minnesota e Wisconsin e o senador Stevens pediu à UC para trabalhar com a NASA sobre as possíveis soluções para o Alasca. A equipa de investigação já identificou sete comunidades de utilizadores base; telemedicina, educação, exploração de hidrocarbonetos, investigação científica, público, o governo local, o governo federal. As necessidades são resumidas numa proposta pendente da NSF para CISE e OPP. Necessidades gerais de comunicações no Árctico são: Melhor largura de banda (variável dependendo da aplicação), tempo real, integrado, baseado em padrões (IP) de dados, comunicações voz e vídeo (extensível e interoperável), redundância (aumento da confiança), Distribuição (aumento da confiança), Mobilidade e Segurança. E parte da área está completamente isolada durante partes do ano. Uma visão, está indicada na avaliação de necessidades, e uma tecnologia de ensaio de pesquisa para fornecer alta (T-1 com T-3 ou 1,5-45 Mbit /segundo) largura de banda para o norte do Alasca e do Árctico a pedido do senador Ted Stevens. Foto: O Arctic Thaw Lakes Project está localizado neste ambiente hostil. O projeto começou com os nativos do Alasca na encosta norte do Alasca, um dos grupos mais isolados e carentes de cidadãos nos EUA. Nativos do Alasca são o que é chamado na Europa e-excluidos significando que eles não têm acesso à banda larga de comunicação. Comunidades da encosta norte do Alasca têm dificuldade de acesso ao resto do Alasca e EUA. Como a Escandinávia norte esta área é também caracterizada pelo mau tempo e as condições oceânicas. Foto: A equipa de investigação tem três quebragelos equipados com unidades Iridium Open Ports para conectividade remota, mas não é rentável para a transferência de dados. Quebra-gelo DTN precisam de uma entrega coordenada de e para a nova unidade de investigação das mudanças do clima global de Barrow com alta largura de banda. O texto neste artigo é baseado em apresentações pelo Dr. Richard Beck e Andrew Rettig e PPTs do workshop em Tromsø em 28 Janeiro de 2010./ Edição Newsletter N4C 5

6 Segundo o Dr. Beck há uma boa conectividade perto de dois grandes centros de pesquisa no norte do Alasca, mas eles também precisam de aplicar a tecnologia para nós DTN isolados seguindo o modelo do projecto SNC/N4C. A razão para isto é que existe a necessidade de Interoperabilidade Escalabilidade Extensibilidade Em última análise, localização da internet fixa e móvel e localização de redes de senso são aprimoradas com conhecimento da DTN. Ou, para colocar as coisas simples: O Dr. Beck e seus colegas querem coordenar alta e baixa largura de banda DTN para investigação no Árctico. Foto: O Dr. Beck pergunta - isso poderia ser a próxima geração de mulas de dados GPSDTN? Foto:E/ou poderiam redes de aeronaves entre Barrow e Fairbanks funcionar como mulas de dados DTN? Os objectivos da equipa de investigação são: Criar sistema de informação de dados Usar padrões Open Geospatial Consortium (OGC) Rede ponto a ponto de informação geográfica Para onde vamos a partir daqui? N4C continuará a colaborar com o Dr. Beck e UC no âmbito do Conselho Árctico, que é um fórum de alto nível intergovernamental. O objectivo do Conselho do Árctico é fornecer um meio para promover a coordenação, cooperação e interacção entre os Estados do Árctico, com a participação das comunidades indígenas do Árctico e outros habitantes do Árctico em questões comuns do Árctico, em especial as questões do desenvolvimento sustentável e protecção ambiental no Árctico. Os Estados-Membros do Conselho do Árctico são: Canadá, Dinamarca (incluindo a Groenlândia e as Ilhas Faroé), Finlândia, Islândia, Noruega, Rússia, Suécia e Estados Unidos da América. Está interessado em saber mais sobre o trabalho da UC e do Dr. Beck no Alasca - entre em contacto: Quer participar em colaboração futura no desenvolvimento da DTN para pesquisa de energia do ambiente Entre em contato com: Edição Newsletter N4C 6

7 Experiência ebario, Replicação & Oportunidades Em 15 de Março de 2010 o projecto N4C recebeu a visita do Dr. Alvin W. Yeo, director COERI, UNIMAS, na Malásia. Nas ilhas Kelabit, Bario, Sarawak, na Malásia um projecto é executado com objetivos e abordagens similares às do N4C. O que faz ebario tão especial é que ele lida com a e- inclusão com o objectivo de sustentabilidade (financeira) e para a sociedade (Sustentação dos Recursos Humanos) com maior poder da comunidade, o desenvolvimento de qualidades e uso próactivo da tecnologia. O projecto ebario Um projecto piloto nacional para fazer a ponte da divisão digital Investigação multi-disciplinar Serviço comunitário + pesquisa universitária Bolsas de investigação nacionais e internacionais Parceiros/Colaboradores locais e estrangeiros Suporte inter-organisacional Conceito e aproximação-projecto ebario Investigação/Acção participativa Estudos base A questão é perceber condições de vida, cultura, usos existentes e acessos a fontes de informação e as suas necessidades na entrega da informação. Compromisso participação da comunidade É feito pela formação da Comissão Gestora, onde o envolvimento em todo conjunto do projecto é assegurado, incluindo planeamento, tomada de decisões, implementação e gestão. Introdução de tecnologia Incluiu hardware, software, internet, geração de energia, treino e suporte técnico. O projecto de apoio as iniciativas nacionais de TIC, incluindo e- learning e e-comunidade. (Cont. pag. 8.) Foto: O objectivo do projecto é dar internet a Bario Objectivos Para definir a extensão em que contemporaneidade das TIC pode entregar desenvolvimento socioeconómico sustentável a comunidades rurais remotas. Identificar necessidades e oportunidades no seio das comunidades que são satisfeitas com a utilização inovadora das TIC contemporânea. Foto: Desenvolvimento das TIC também se foca no turismo O texto neste artigo é baseado nas apresentações do Dr. Alvin W. Yeo, director COERI, UNIMAS, Sarawak, Malásia (UNIMAS) a 15 de Março de 2010, no LTU, na Suécia. Para mais informações contacte: Edição Newsletter N4C 7

8 Lições aprendidas com o projecto ebario - Malásia Potencial de implementação O modelo ebario pode ser aplicado a maioria das comunidades remotas na Malásia e na região Ásia- Pacífico e também na Europa. No entanto, o Dr. Alvin diz que é importante concentrar-se nas pessoas, organização, conteúdos e processos e não apenas sobre as tecnologias. Que incluem: Participação comunitária Que o projecto se foque em necessidades relevantes da comunidade Nomear campeões locais Ter equipa multi-disciplinar Parcerias inteligentes, incluindo da Comunidade, Universidade, Governo e Indústria Desenvolvimento sustentável, com formação contínua e planeamento de negócios. Conclusão O projecto ebario alcançou o seu objectivo. TICs contemporâneas proporcionam desenvolvimento social e económico sustentável para comunidades rurais. Chaves do sucesso em Bario são: Aproximações centradas na comunidade Aplicação inovadora de TICs para ir de encontro a necessidades específicas Involvimento de campeões locais Abordagem holística, com o envolvimento multi-partido: da comunidade, da indústria, governo e ONGs. Uso de tecnologias apropriadas: TICs e energia Se quiser mais informação contactar: Conferência r2s em Valência Se quiser ler mais acerca do evento de lançamento das parcerias publico-privadas do futuro da internet, em Valencia, a de Abril e a Assembleia do futuro da internet April. ICT 2010 N4C espera apresentar redes tolerantes a atrasos e corrupções usadas para recolha de dados ambientais de regiões remotas na conferência ICT 2010 em Bruxelas, Bélgica de Setembro de Download aqui e agora DETALHES DO PROJECTO: Rede para Comunicação em Comunidades Remotas é financiado pelo FP7 ICT da Comissão Europeia. Contrato nº Inicio do Projecto: 1 de Maio de Duração: 36 meses. LEIA MAIS ACERCA DO N4C: CONTACTE N4C: Edição Newsletter N4C 8

Rede para Comunicação em Comunidades Remotas N4C

Rede para Comunicação em Comunidades Remotas N4C N4C Newsletter Publicação 1 Novembro 2008 Nesta publicação: Rede para Comunicação em Comunidades Remotas N4C Rede para Comunicação em Comunidades Remotas N4C Redes Tolerantes a Atrasos e a Interrupções

Leia mais

SIARL / Sistema de Administração do recurso Litoral. ajherdeiro@dgterritorio.pt mota.lopes@apambiente.pt

SIARL / Sistema de Administração do recurso Litoral. ajherdeiro@dgterritorio.pt mota.lopes@apambiente.pt SIARL / Sistema de Administração do recurso Litoral Uma Plataforma Colaborativa para apoiar a Gestão do Litoral ajherdeiro@dgterritorio.pt j @ g p mota.lopes@apambiente.pt Lugares comuns de quem lida com

Leia mais

A Estratégia de Lisboa. Plano Tecnológico. e o. Évora, SI@P 17 de Outubro de 2008

A Estratégia de Lisboa. Plano Tecnológico. e o. Évora, SI@P 17 de Outubro de 2008 A Estratégia de Lisboa e o Plano Tecnológico Évora, SI@P 17 de Outubro de 2008 1. Estratégia de Lisboa Estratégia de Lisboa : uma resposta a novos desafios A Globalização e a emergência de novas potências

Leia mais

Plano tecnológico? Ou nem tanto?

Plano tecnológico? Ou nem tanto? Plano tecnológico? Ou nem tanto? WEB: ÉDEN?APOCALIPSE? OU NEM TANTO? Plano Tecnológico Mas, Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, além deste Contrato, o Novo Contrato para a Confiança, o nosso

Leia mais

CLUSTER DE LOGÍSTICA URBANA DE LISBOA E VALE DO TEJO

CLUSTER DE LOGÍSTICA URBANA DE LISBOA E VALE DO TEJO CONVÉNIO CLUSTER DE LOGÍSTICA URBANA DE LISBOA E VALE DO TEJO ÍNDICE FINALIDADE... 2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS... 3 CONSTITUIÇÃO E GOVERNÂNCIA... 4 FINANCIAMENTO... 5 RELATÓRIOS... 5 Ficha de Adesão ao CLUSTER

Leia mais

A União Europeia e o apoio às Empresas. Margarida Marques, Chefe da Representação da Comissão Europeia em Portugal

A União Europeia e o apoio às Empresas. Margarida Marques, Chefe da Representação da Comissão Europeia em Portugal A União Europeia e o apoio às Empresas Margarida Marques, Chefe da Representação da Comissão Europeia em Portugal Abril 2010 Programa-Quadro para a Competitividade e a Inovação (CIP) Programa-Quadro para

Leia mais

a emergência das tecnologias open source no SIG municipal de guimarães

a emergência das tecnologias open source no SIG municipal de guimarães a emergência das tecnologias open source no SIG municipal de guimarães processo de modernização administrativa prestação de um melhor serviço aos cidadãos utilização mais eficiente dos seus recursos no

Leia mais

LINHAS TEMÁTICAS. EDITAL MCT/CNPq 066/2010 ICT 2011 Chamada coordenada UE/ Brasil. Linha temática 1: Microeletrônica/ Microssistemas

LINHAS TEMÁTICAS. EDITAL MCT/CNPq 066/2010 ICT 2011 Chamada coordenada UE/ Brasil. Linha temática 1: Microeletrônica/ Microssistemas (Anexo IV) LINHAS TEMÁTICAS EDITAL MCT/CNPq 066/2010 ICT 2011 Chamada coordenada UE/ Brasil Linha temática 1: Microeletrônica/ Microssistemas Metodologia, blocos e ferramentas específicas de projeto que

Leia mais

Termos de Referência para Análise das Plataformas das Organizações da Sociedade Civil que trabalham na gestão de recursos naturais em Moçambique

Termos de Referência para Análise das Plataformas das Organizações da Sociedade Civil que trabalham na gestão de recursos naturais em Moçambique Termos de Referência para Análise das Plataformas das Organizações da Sociedade Civil que trabalham na gestão de recursos naturais em Moçambique I. Introdução Nos últimos anos, uma das principais apostas

Leia mais

Participação Social das Pessoas com Deficiência Inclusão e Acessibilidade Digital

Participação Social das Pessoas com Deficiência Inclusão e Acessibilidade Digital Participação Social das Pessoas com Deficiência Inclusão e Acessibilidade Digital U. Lusófona, 11 Jul 2009 Luis Magalhães UMIC Agência para a Sociedade do Conhecimento Ministério da Ciência, Tecnologia

Leia mais

Declaração da Cimeira Mundial dos Destinos para Todos Montreal, 2014

Declaração da Cimeira Mundial dos Destinos para Todos Montreal, 2014 Um Mundo para Todos Declaração da Cimeira Mundial dos Destinos para Todos Montreal, 2014 Tendo- nos reunido em Montreal, Canadá na Cimeira Mundial dos Destinos para Todos, de 19-22 Outubro de 2014, nós,

Leia mais

Projecto Engenharia 2020 - Tecnologia e Inovação. Grupo de Trabalho Cidades Inteligentes

Projecto Engenharia 2020 - Tecnologia e Inovação. Grupo de Trabalho Cidades Inteligentes Projecto Engenharia 2020 - Tecnologia e Inovação Grupo de Trabalho Cidades Inteligentes Proposta de funcionamento e objectivos do Grupo Trabalho Oportunidades Projectos e propostas LNEC 30 Maio 2013 Grupos

Leia mais

Estratégia de parceria global da IBIS 2012. Estratégia de parceria global da IBIS

Estratégia de parceria global da IBIS 2012. Estratégia de parceria global da IBIS Estratégia de parceria global da IBIS Aprovada pelo conselho da IBIS, Agosto de 2008 1 Introdução A Visão da IBIS 2012 realça a importância de estabelecer parcerias com diferentes tipos de organizações

Leia mais

SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS

SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS Sistema de Incentivos às Empresas O que é? é um dos instrumentos fundamentais das políticas públicas de dinamização económica, designadamente em matéria da promoção da

Leia mais

CidadesDigitais. A construção de um ecossistema de cooperação e inovação

CidadesDigitais. A construção de um ecossistema de cooperação e inovação CidadesDigitais A construção de um ecossistema de cooperação e inovação CidadesDigitais PRINCÍPIOs 1. A inclusão digital deve proporcionar o exercício da cidadania, abrindo possibilidades de promoção cultural,

Leia mais

LIFE-Países Terceiros 2005: a Comissão vai financiar projectos ambientais em países terceiros, num montante superior a 6 milhões de euros

LIFE-Países Terceiros 2005: a Comissão vai financiar projectos ambientais em países terceiros, num montante superior a 6 milhões de euros IP/05/1156 Bruxelas, 19 de Setembro de 2005 LIFE-Países Terceiros 2005: a Comissão vai financiar projectos ambientais em países terceiros, num montante superior a 6 milhões de euros A Comissão Europeia

Leia mais

COMISSÃO. 1. Introdução

COMISSÃO. 1. Introdução COMISSÃO Convite à apresentação de candidaturas para a constituição de uma lista de peritos encarregados de avaliar as propostas recebidas no âmbito do programa eten, projectos de interesse comum no domínio

Leia mais

OCPLP Organização Cooperativista dos Povos de Língua Portuguesa. Proposta de Plano de Atividades e Orçamento 2014-2015

OCPLP Organização Cooperativista dos Povos de Língua Portuguesa. Proposta de Plano de Atividades e Orçamento 2014-2015 Proposta de Plano de Atividades e Orçamento 2014-2015 1 Índice: I Enquadramento II Eixos de Intervenção Estratégica III Proposta de Orçamento IV Candidaturas a Programas de Apoio 2 I Enquadramento Estratégico

Leia mais

Newsflash - Notícias UE sobre Habitação Social

Newsflash - Notícias UE sobre Habitação Social DOCUMENTO ASSUNTO EDIÇÃO AUTOR Newsflash - Notícias UE sobre Habitação Social Setembro 2011 CECODHAS HOUSING EUROPE Secretariado PERIODICIDADE 6/8 publicações/ano TEMAS ABORDADOS A Notícia de abertura

Leia mais

INOVAÇÃO E SOCIEDADE DO CONHECIMENTO

INOVAÇÃO E SOCIEDADE DO CONHECIMENTO INOVAÇÃO E SOCIEDADE DO CONHECIMENTO O contexto da Globalização Actuação Transversal Aposta no reforço dos factores dinâmicos de competitividade Objectivos e Orientações Estratégicas para a Inovação Estruturação

Leia mais

Número 7/junho 2013 O PROGRAMA URBACT II

Número 7/junho 2013 O PROGRAMA URBACT II Número 7/junho 2013 O PROGRAMA URBACT II PARTILHA DE EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGEM SOBRE O DESENVOLVIMENTO URBANO SUSTENTÁVEL O URBACT permite que as cidades europeias trabalhem em conjunto e desenvolvam

Leia mais

Securitas Parceiro da Universidade Fernando Pessoa

Securitas Parceiro da Universidade Fernando Pessoa Securitas Parceiro da Universidade Fernando Pessoa A Securitas é o parceiro de Segurança da Universidade Fernando Pessoa (UFP), no Porto. Uma colaboração que se tem vindo a cimentar ao longo dos 14 anos

Leia mais

21º Congresso Quantificar o Futuro. Venture Lounge 23 e 24 de Novembro - CCL

21º Congresso Quantificar o Futuro. Venture Lounge 23 e 24 de Novembro - CCL 21º Congresso Quantificar o Futuro Venture Lounge 23 e 24 de Novembro - CCL Programa Data Hora Actividade 23/Nov. 11:30 Inauguração Oficial Innovation Lounge Visita efectuada ao Venture Lounge por Sua

Leia mais

ONLINE. www.leiriareg iaodig ital.p t. Serviços on-line para cidadãos e empresas. Nerlei

ONLINE. www.leiriareg iaodig ital.p t. Serviços on-line para cidadãos e empresas. Nerlei www.leiriareg iaodig ital.p t U M ONLINE COM A R E G I Ã O A VIDA Leiria Região Digital Serviços on-line para cidadãos e empresas Nerlei Sumário Parceiros do Leiria Região Digital (LRD) Zona de abrangência

Leia mais

Documento de Referência do Projeto de Cidades Digitais Secretaria de Inclusão Digital Ministério das Comunicações

Documento de Referência do Projeto de Cidades Digitais Secretaria de Inclusão Digital Ministério das Comunicações Documento de Referência do Projeto de Cidades Digitais Secretaria de Inclusão Digital Ministério das Comunicações CIDADES DIGITAIS CONSTRUINDO UM ECOSSISTEMA DE COOPERAÇÃO E INOVAÇÃO Cidades Digitais Princípios

Leia mais

SÍNTESE DAS CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES

SÍNTESE DAS CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS, COOPERAÇÃO E COMUNIDADES SÍNTESE DAS CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES INTRODUÇÃO O Iº Encontro dos Órgãos de Comunicação e Informação de Caboverdianos na Diáspora, realizado

Leia mais

DIÁLOGO SOCIAL EUROPEU: PROJECTO DE ORIENTAÇÕES MULTISSECTORIAIS PARA O COMBATE DA VIOLÊNCIA E ASSÉDIO DE TERCEIROS RELACIONADOS COM O TRABALHO

DIÁLOGO SOCIAL EUROPEU: PROJECTO DE ORIENTAÇÕES MULTISSECTORIAIS PARA O COMBATE DA VIOLÊNCIA E ASSÉDIO DE TERCEIROS RELACIONADOS COM O TRABALHO DIÁLOGO SOCIAL EUROPEU: PROJECTO DE ORIENTAÇÕES MULTISSECTORIAIS PARA O COMBATE DA VIOLÊNCIA E ASSÉDIO DE TERCEIROS RELACIONADOS COM O TRABALHO EPSU, UNI Europa, ETUCE, HOSPEEM, CEMR, EFEE, EuroCommerce,

Leia mais

SIARL Sistema de Administração do Recurso Litoral

SIARL Sistema de Administração do Recurso Litoral SIARL Sistema de Administração do Recurso Litoral João HERDEIRO 1, Marisa SILVA 1 e Paulo PATRÍCIO 1 1 Direção-Geral do Território, Portugal (ajherdeiro@dgterritorio.pt; marisas@dgterritorio.pt; ppatricio@dgterritorio.pt)

Leia mais

egovernment & ehealth 2007 O papel fundamental das tecnologias no bem estar do Cidadão

egovernment & ehealth 2007 O papel fundamental das tecnologias no bem estar do Cidadão egovernment & ehealth 2007 O papel fundamental das tecnologias no bem estar do Cidadão 01 02 03 Indra A Nossa Visão do Sector Público A Administração ao serviço do Cidadão Página 2 Quem Quiénes somos somos

Leia mais

Vale Projecto - Simplificado

Vale Projecto - Simplificado IDIT Instituto de Desenvolvimento e Inovação Tecnológica Vale Projecto - Simplificado VALES Empreendedorismo e Inovação Associados Parceiros / Protocolos IDIT Enquadramento Vale Projecto - Simplificado

Leia mais

Sistema de Incentivos à Inovação e I&DT (Sector Automóvel) Quadro de Referência Estratégico Nacional [QREN]

Sistema de Incentivos à Inovação e I&DT (Sector Automóvel) Quadro de Referência Estratégico Nacional [QREN] Sistema de Incentivos à Inovação e I&DT (Sector Automóvel) Quadro de Referência Estratégico Nacional [QREN] Frederico Mendes & Associados Sociedade de Consultores Lda. Frederico Mendes & Associados é uma

Leia mais

Cimeira do Fórum Índia África

Cimeira do Fórum Índia África REPÚBLICA DA GUINÉ-BISSAU Presidência da República Cimeira do Fórum Índia África Intervenção de Sua Excelência Senhor José Mário Vaz Presidente da República Nova Delhi, 29 de Outubro de 2015 Excelência,

Leia mais

UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, Ethiopia P.O. Box 3243 Téléphone: 251115511092 Fax: 251115510154 Site Internet: www.africa-union.org

UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, Ethiopia P.O. Box 3243 Téléphone: 251115511092 Fax: 251115510154 Site Internet: www.africa-union.org WG11036 AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, Ethiopia P.O. Box 3243 Téléphone: 251115511092 Fax: 251115510154 Site Internet: www.africa-union.org ANÚNCIO E CONVITE PARA APRESENTAÇÃO

Leia mais

Case study. II Encontro de Parceiros Sociais Microsoft CAMINHOS PARA A SUSTENTABILIDADE EMPRESA

Case study. II Encontro de Parceiros Sociais Microsoft CAMINHOS PARA A SUSTENTABILIDADE EMPRESA Case study 2009 II Encontro de Parceiros Sociais Microsoft CAMINHOS PARA A SUSTENTABILIDADE EMPRESA Microsoft Corporation fundada em 1975, líder mundial em software, serviços e soluções, que apoiam as

Leia mais

Smart Cities Portugal

Smart Cities Portugal Smart Cities Portugal A rede Smart Cities Portugal tem por objetivo promover o trabalho em rede numa lógica inter-cluster, para o desenvolvimento e produção de soluções urbanas inovadoras para smart cities,

Leia mais

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 25 de Maio de 2007 (04.06) (OR. en) 10037/07 RECH 153 COMPET 165 ENV 292 COSDP 443 TRANS 185

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 25 de Maio de 2007 (04.06) (OR. en) 10037/07 RECH 153 COMPET 165 ENV 292 COSDP 443 TRANS 185 CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA Bruxelas, 25 de Maio de 2007 (04.06) (OR. en) 10037/07 RECH 153 COMPET 165 ENV 292 COSDP 443 TRANS 185 NOTA de: Secretariado-Geral n.º doc. Com.: 9052/07 RECH 115 COMPET 115

Leia mais

Governo Orientado por Serviços

Governo Orientado por Serviços Governo Orientado por Serviços Qual a Sociedade da Informação que Queremos? Uso das tecnologias da informação e da comunicação na administração pública - combinado com mudanças organizacionais e novas

Leia mais

Perfis, Papéis e Competências em Engenharia de Software

Perfis, Papéis e Competências em Engenharia de Software Perfis, Papéis e Competências em Engenharia de Software João Rocha ei02049 Pedro Rodrigues ei03081 Tiago Cavaleiro ei01099 Tiago Teixeira ei04125 Resumo. Este artigo de síntese pretende fornecer uma análise

Leia mais

O nosso compromisso com as empresas de âmbito internacional

O nosso compromisso com as empresas de âmbito internacional O nosso compromisso com as empresas de âmbito internacional UTC Fire & Security EMEA Soluções de segurança adaptadas às necessidades das empresas A UTC Fire & Security EMEA oferece uma vasta gama de soluções

Leia mais

Curso Geral de Gestão. Pós Graduação

Curso Geral de Gestão. Pós Graduação Curso Geral de Gestão Pós Graduação Curso Geral de Gestão Pós Graduação Participamos num processo acelerado de transformações sociais, políticas e tecnológicas que alteram radicalmente o contexto e as

Leia mais

Para informação adicional sobre os diversos países consultar: http://europa.eu.int/information_society/help/links/index_en.htm

Para informação adicional sobre os diversos países consultar: http://europa.eu.int/information_society/help/links/index_en.htm Anexo C: Súmula das principais iniciativas desenvolvidas na Europa na área da Sociedade de Informação e da mobilização do acesso à Internet em banda larga Para informação adicional sobre os diversos países

Leia mais

Paulo César Especialista de Soluções da ATM informática paulo.cesar@atminformatica.pt

Paulo César Especialista de Soluções da ATM informática paulo.cesar@atminformatica.pt Desktop Virtual Paulo César Especialista de Soluções da ATM informática paulo.cesar@atminformatica.pt Tendo em conta que a Virtualização será um dos principais alvos de investimento para o ano 2009 (dados

Leia mais

Relatório da. Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59.

Relatório da. Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59. Relatório da Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59 Resumo Novembro de 2009 Avaliação intercalar da execução do Plano de

Leia mais

IV FÓRUM MINISTERIAL UNIÃO EUROPEIA AMÉRICA LATINA E CARAÍBAS SOBRE A SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO

IV FÓRUM MINISTERIAL UNIÃO EUROPEIA AMÉRICA LATINA E CARAÍBAS SOBRE A SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO IV FÓRUM MINISTERIAL UNIÃO EUROPEIA AMÉRICA LATINA E CARAÍBAS SOBRE A SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO Uma Aliança para a Coesão Social através da Inclusão Digital Lisboa, 28-29 de Abril de 2006 DECLARAÇÃO DE LISBOA

Leia mais

::ENQUADRAMENTO ::ENQUADRAMENTO::

::ENQUADRAMENTO ::ENQUADRAMENTO:: ::ENQUADRAMENTO:: :: ENQUADRAMENTO :: O actual ambiente de negócios caracteriza-se por rápidas mudanças que envolvem a esfera politica, económica, social e cultural das sociedades. A capacidade de se adaptar

Leia mais

D.4 RELATÓRIO FINAL, VERSÃO REVISTA CORRIGIDA

D.4 RELATÓRIO FINAL, VERSÃO REVISTA CORRIGIDA 1. RESUMO Existe um amplo reconhecimento da importância do desenvolvimento profissional contínuo (DPC) e da aprendizagem ao longo da vida (ALV) dos profissionais de saúde. O DPC e a ALV ajudam a assegurar

Leia mais

UMA ASSOCIAÇÃO GLOBAL PARA ALIANÇAS ESTRATÉGICAS

UMA ASSOCIAÇÃO GLOBAL PARA ALIANÇAS ESTRATÉGICAS UMA ASSOCIAÇÃO GLOBAL PARA ALIANÇAS ESTRATÉGICAS UMA ASSOCIAÇÃO GLOBAL PARA ALIANÇAS ESTRATÉGICAS Presente em mais de 80 países e com mais de 280 escritórios em todos os Continentes, a MGI é uma das maiores

Leia mais

Caminhos para as cidades digitais no Brasil. Campinas, 26 de março de 2009

Caminhos para as cidades digitais no Brasil. Campinas, 26 de março de 2009 Caminhos para as cidades digitais no Brasil Campinas, 26 de março de 2009 Atualmente, faz-se necessário o exame de meios que estimulem a difusão de cidades digitais sustentáveis pelo país, porque, além

Leia mais

Leiria Região Digital

Leiria Região Digital U M A R E G I Ã O ONLINE COM A VIDA Leiria Região Digital Resultados 15 de Julho de 2008 Nerlei 1 Agenda Parceiros do Leiria Região Digital (LRD) Zona de abrangência Objectivos do LRD Resultados do projecto

Leia mais

Intervenção do Secretário Executivo da. Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) Embaixador Murade Murargy

Intervenção do Secretário Executivo da. Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) Embaixador Murade Murargy Conferência 1º Fórum União de Exportadores CPLP CPLP: Comunidade de povos abrangente auto-sustentável Lisboa, 26 e 27 de junho de 2015 Sessão de Encerramento 27 de junho de 2015 Intervenção do Secretário

Leia mais

Apresentação da empresa

Apresentação da empresa Apresentação da empresa A SOFTIMPULSE é uma nova empresa de tecnologias de informática criada para dar resposta ao desenvolvimento da sua empresa. A SOFTIMPULSE integra soluções revolucionárias e tecnologicamente

Leia mais

COMUNICADO FINAL. XXIXª Comissão Bilateral Permanente Washington 5 de Maio de 2011

COMUNICADO FINAL. XXIXª Comissão Bilateral Permanente Washington 5 de Maio de 2011 COMUNICADO FINAL XXIXª Comissão Bilateral Permanente Washington 5 de Maio de 2011 Na 29ª reunião da Comissão Bilateral Permanente Portugal-EUA, que se realizou em Washington, a 5 de Maio de 2011, Portugal

Leia mais

INTERVENÇÃO PRECOCE NA INFÂNCIA (IPI) ORIENTAÇÕES PARA AS POLÍTICAS

INTERVENÇÃO PRECOCE NA INFÂNCIA (IPI) ORIENTAÇÕES PARA AS POLÍTICAS INTERVENÇÃO PRECOCE NA INFÂNCIA (IPI) ORIENTAÇÕES PARA AS POLÍTICAS Introdução O presente documento pretende apresentar uma visão geral das principais conclusões e recomendações do estudo da European Agency

Leia mais

Plano estratégico da ADRA Portugal. Siglas 2. Identidade 3 Visão 3 Missão 3. Princípios e Valores 4

Plano estratégico da ADRA Portugal. Siglas 2. Identidade 3 Visão 3 Missão 3. Princípios e Valores 4 Conteúdos: Siglas 2 Identidade 3 Visão 3 Missão 3 Princípios e Valores 4 Objetivos Gerais Meta 1: Responsabilidade Social e Ação Social 6 Meta 2: Cooperação e Ação Humanitária 7 Meta 3: Educação para o

Leia mais

Porto, 6 de Maio de 2010

Porto, 6 de Maio de 2010 A Responsabilidade Social na Internacionalização Porto, 6 de Maio de 2010 Indíce 1. AICEP Modelo de Negócio e Objectivos 2. International Business Intelligence Unit 3. Empresas e Responsabilidade Social

Leia mais

Ministério das Comunicações

Ministério das Comunicações Ministério das Comunicações Secretaria de Inclusão Digital 1º Fórum Regional de Cidades Digitais Foz do Rio Itajaí Itajaí, 26 de março de 2015 _cidades digitais construindo um ecossistema de inovação e

Leia mais

As trabalham directamente com as questões de saúde ambiental e podem disponibilizar formação, materiais e outros tipos de apoio.

As trabalham directamente com as questões de saúde ambiental e podem disponibilizar formação, materiais e outros tipos de apoio. Apresentamos aqui uma selecção de organizações, materiais impressos e recursos da internet que podem fornecer alguma informação útil sobre saúde ambiental. Listámos as organizações e os materiais que são

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 20.3.2006 COM(2006) 129 final COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO CONSELHO, AO PARLAMENTO EUROPEU, AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU E AO COMITÉ DAS REGIÕES Pôr fim

Leia mais

Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO

Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO Aviso para apresentação de candidaturas Nº 04/SI/2012 Índice Condições de Elegibilidade do Promotor... 3 Condições

Leia mais

PROJECTO DE RELATÓRIO

PROJECTO DE RELATÓRIO PARLAMENTO EUROPEU 2009-2014 Comissão da Indústria, da Investigação e da Energia 24.2.2010 2009/2224(INI) PROJECTO DE RELATÓRIO sobre a Internet das coisas (2009/2224(INI)) Comissão da Indústria, da Investigação

Leia mais

briefing para a comunicação social Lisboa 15/10/2015

briefing para a comunicação social Lisboa 15/10/2015 briefing para a comunicação social Lisboa 15/10/2015 ICT 2015 INOVAR: ênfase na inovação e criatividade CONECTAR: pessoas: ênfase nos cidadãos TRANSFORMAR: indústria e empresas: ênfase na economia digital

Leia mais

Desenvolvimentos da Estratégia Europeia para a Deficiência

Desenvolvimentos da Estratégia Europeia para a Deficiência Desenvolvimentos da Estratégia Europeia para a Deficiência Sofia Lourenço Unidade "Direitos das pessoas com deficiência" Comissão Europeia 2 Dezembro 2014 Palácio da Cidadela de Cascais Políticas Europeias

Leia mais

As Novas Fronteiras da Soberania

As Novas Fronteiras da Soberania As Novas Fronteiras da Soberania 7 de Outubro de 2011 Um Novo Contexto Estratégico de Soberania A Soberania tem que assentar cada vez mais num Novo Contrato de Confiança entre o Estado e o Cidadão, formalizado

Leia mais

ANEXO COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU, AO CONSELHO, AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU E AO COMITÉ DAS REGIÕES

ANEXO COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU, AO CONSELHO, AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU E AO COMITÉ DAS REGIÕES COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 2.12. COM() 614 final ANNEX 1 ANEXO da COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU, AO CONSELHO, AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU E AO COMITÉ DAS REGIÕES Fechar o ciclo

Leia mais

GRANDES OPÇÕES DO PLANO E ORÇAMENTO 2011 DA CIM ALTO MINHO RELATÓRIO DE PROGRESSO 31 MARÇO 2011

GRANDES OPÇÕES DO PLANO E ORÇAMENTO 2011 DA CIM ALTO MINHO RELATÓRIO DE PROGRESSO 31 MARÇO 2011 GRANDES OPÇÕES DO PLANO E ORÇAMENTO 2011 DA CIM ALTO MINHO RELATÓRIO DE PROGRESSO 31 MARÇO 2011 Versão Preliminar Este relatório tem por objectivo da conta do que de mais relevante foi realizado no cumprimento

Leia mais

A organização nacional do sector da água: pontos fortes e pontos fracos. um contributo português para o desenvolvimento do sector da Água

A organização nacional do sector da água: pontos fortes e pontos fracos. um contributo português para o desenvolvimento do sector da Água A organização nacional do sector da água: pontos fortes e pontos fracos. um contributo português para o desenvolvimento do sector da Água no Mundo Como pode a PPA contribuir para uma melhor consolidação.

Leia mais

Victor Ferreira Plataforma Construção Sustentável Entidade Gestora do Cluster Habitat Sustentável

Victor Ferreira Plataforma Construção Sustentável Entidade Gestora do Cluster Habitat Sustentável 2ª CONFERÊNCIA PASSIVHAUS PORTUGAL 2014 29 de Novembro de 2014 Aveiro - Centro Cultural e de Congressos Victor Ferreira Plataforma Construção Sustentável Entidade Gestora do Cluster Habitat Sustentável

Leia mais

Gestão de Conhecimento - Estudos de caso -

Gestão de Conhecimento - Estudos de caso - Gestão de Conhecimento - Estudos de caso - Irina Saur-Amaral Aveiro, 28 de Abril de 2006 Estudos de caso 1. MKS (consultoria TIC Índia): importância da cultura de conhecimento 2. Siemens AG: implementação

Leia mais

O PÓS-GUERRA E A CRIAÇÃO DA 1ª COMUNIDADE

O PÓS-GUERRA E A CRIAÇÃO DA 1ª COMUNIDADE O PÓS-GUERRA E A CRIAÇÃO DA 1ª COMUNIDADE Durante muito tempo os países da Europa andaram em guerra. A segunda Guerra Mundial destruiu grande parte do Continente Europeu. Para evitar futuras guerras, seria

Leia mais

Competitividade e Inovação

Competitividade e Inovação Competitividade e Inovação Evento SIAP 8 de Outubro de 2010 Um mundo em profunda mudança Vivemos um momento de transformação global que não podemos ignorar. Nos últimos anos crise nos mercados financeiros,

Leia mais

WORKSHOP MANUAL DE INSTRUÇÕES PARA CASAS POUCO BANAIS ÍNDICE

WORKSHOP MANUAL DE INSTRUÇÕES PARA CASAS POUCO BANAIS ÍNDICE WORKSHOP MANUAL DE INSTRUÇÕES PARA CASAS POUCO BANAIS organização e coordenação: Apoio: Participação: Local: ÍNDICE 1. WORKSHOP 1.1. Apresentação 1.2. Estrutura 1.3. Objectivos 1.4. Participantes 1.5.

Leia mais

Evolução Nacional da Sociedade da Informação e Comparações Internacionais

Evolução Nacional da Sociedade da Informação e Comparações Internacionais Evolução Nacional da Sociedade da Informação e Comparações Internacionais Forum para a Sociedade da Informação Aveiro, 10 Mar 2006 Luis Magalhães Presidente da UMIC Agência para a Sociedade do Conhecimento,

Leia mais

Promoção da energia fotovoltaica (PV) através da otimização da monitorização. Newsletter 3

Promoção da energia fotovoltaica (PV) através da otimização da monitorização. Newsletter 3 Promoção da energia fotovoltaica (PV) através da otimização da monitorização Newsletter 3 Setembro 2014 Introdução O Projeto Promoção da energia fotovoltaica (PV) através da otimização da monitorização

Leia mais

O Futuro dos Programas Europeus de Ciência e Inovação Maria da Graça a Carvalho

O Futuro dos Programas Europeus de Ciência e Inovação Maria da Graça a Carvalho O Futuro dos Programas Europeus de Ciência e Inovação Maria da Graça a Carvalho Workshop sobre Políticas de Investigação no Ensino Superior Universidade da Beira Interior 2 Junho 2011 Índice Estratégia

Leia mais

Seul Declaração da Sociedade Civil e do Trabalho. A Conferência Ministerial da OCDE Sobre o futuro da economia da Internet Seul, Coréia 16 junho 2008

Seul Declaração da Sociedade Civil e do Trabalho. A Conferência Ministerial da OCDE Sobre o futuro da economia da Internet Seul, Coréia 16 junho 2008 Seul Declaração da Sociedade Civil e do Trabalho A Conferência Ministerial da OCDE Sobre o futuro da economia da Internet Seul, Coréia 16 junho 2008 Esta reunião de organizações da sociedade civil e do

Leia mais

ILM e as Arquitecturas Empresariais por Pedro Sousa

ILM e as Arquitecturas Empresariais por Pedro Sousa ILM e as Arquitecturas Empresariais por Pedro Sousa Neste artigo clarifica-se os objectivos do ILM (Information Life Cycle Management) e mostra-se como estes estão dependentes da realização e manutenção

Leia mais

Smart Cities em Portugal: Uma realidade emergente

Smart Cities em Portugal: Uma realidade emergente Smart Cities em Portugal: Uma realidade emergente Agenda Digital Local Formação Smart Cities 29 de Outubro de 2013 estrutura da apresentação Conceito de Smart City para além da tecnologia Smart Cities

Leia mais

Gestores mundiais mais confiantes na recuperação económica

Gestores mundiais mais confiantes na recuperação económica 27 de Janeiro, 2010 13ª edição Anual do CEO Survey da PricewaterhouseCoopers em Davos Gestores mundiais mais confiantes na recuperação económica Cerca de 40% dos CEOs prevê aumentar o número de colaboradores

Leia mais

Programa comunitário para a sociedade digital COMISSÃO EUROPEIA DG INFSO/F3

Programa comunitário para a sociedade digital COMISSÃO EUROPEIA DG INFSO/F3 Programa comunitário para a sociedade digital COMISSÃO EUROPEIA DG INFSO/F3 Agenda 1- Objectivos das TEN-Telecom 2- Domínios de interesse público 3- Fases do projecto e financiamento 4- Condições de participação

Leia mais

Projecto de Governo Electrónico e de Infra-estruturas de Comunicação

Projecto de Governo Electrónico e de Infra-estruturas de Comunicação Projecto de Governo Electrónico e de Infra-estruturas de Comunicação (Mozambique egovernment and Communication Infrastructure Project) (MEGCIP) 5º Fórum Lusófono das Comunicações Painel 4: Infra-estruturas

Leia mais

1. Objectivos do Observatório da Inclusão Financeira

1. Objectivos do Observatório da Inclusão Financeira Inclusão Financeira Inclusão Financeira Ao longo da última década, Angola tem dado importantes passos na construção dos pilares que hoje sustentam o caminho do desenvolvimento económico, melhoria das

Leia mais

CURSO GESTÃO DA MOBILIDADE E DESLOCAÇÕES

CURSO GESTÃO DA MOBILIDADE E DESLOCAÇÕES CURSO GESTÃO DA MOBILIDADE E DESLOCAÇÕES NAS EMPRESAS PLANEAR PARA A REDUÇÃO DE CUSTOS E OPTIMIZAÇÃO DE SOLUÇÕES 19 e 20 Fevereiro 2013 Auditório dos CTT- Correios de Portugal Lisboa Horário Laboral: 09h30

Leia mais

Oportunidades de Financiamento no âmbito do tema ICT: Programa de Trabalho 2013. Elisabete Pires Ponto de Contacto Nacional do tema ICT

Oportunidades de Financiamento no âmbito do tema ICT: Programa de Trabalho 2013. Elisabete Pires Ponto de Contacto Nacional do tema ICT Oportunidades de Financiamento no âmbito do tema ICT: Programa de Trabalho 2013 Elisabete Pires Ponto de Contacto Nacional do tema ICT Gabinete de Promoção do 7º Programa-Quadro de IDT Fundação da Ciência

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA

TERMOS DE REFERÊNCIA TERMOS DE REFERÊNCIA REALIZAÇÃO DE UM ESTUDO DE MERCADO PARA IDENTIFICAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE POSSÍVEIS ACTIVIDADES GERADORAS DE RENDIMENTO NOS MUNICIPIOS DE KUITO E ANDULO, PROVINCIA DE BIÉ, ANGOLA

Leia mais

ACEF/1112/02397 Relatório preliminar da CAE

ACEF/1112/02397 Relatório preliminar da CAE ACEF/1112/02397 Relatório preliminar da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade Do Minho A.1.a. Identificação

Leia mais

REDES COMUNITÁRIAS. Casos Internacionais. Stokcab Municipios de Estocolmo. MetroWeb Municipios de Milão

REDES COMUNITÁRIAS. Casos Internacionais. Stokcab Municipios de Estocolmo. MetroWeb Municipios de Milão REDES COMUNITÁRIAS Casos Internacionais Stokcab Municipios de Estocolmo MetroWeb Municipios de Milão BorderLight.net Municipios da Suécia / Cidade de Uppsala Utopia.net Municipios do Estado do Utah 0 O

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 14.6.2007 COM(2007) 332 final COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU, AO CONSELHO, AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU E AO COMITÉ DAS REGIÕES Envelhecer

Leia mais

EFIÊNCIA DOS RECURSOS E ESTRATÉGIA ENERGIA E CLIMA

EFIÊNCIA DOS RECURSOS E ESTRATÉGIA ENERGIA E CLIMA INTRODUÇÃO Gostaria de começar por agradecer o amável convite para participar neste debate e felicitar os organizadores pela importância desta iniciativa. Na minha apresentação irei falar brevemente da

Leia mais

Wide Scope. Soluções de Optimização

Wide Scope. Soluções de Optimização Wide Scope Soluções de Optimização 2 Wide Scope Scheduler sequenciamento e optimização da produção A oportunidade para passar a agir, em vez de reagir. Maximizar a capacidade produtiva dos recursos quando

Leia mais

Portugueses lideram desenvolvimento de novo conceito para carroçarias de autocarros

Portugueses lideram desenvolvimento de novo conceito para carroçarias de autocarros Página Web 1 de 6 As Ciências A Revista Fóruns Dossiers Podcast Classificados Contactos Guia do Ensino Superior Guia Prático Ministros da Competitividade aprovam orçamento para Instituto Europeu de Tecnologia

Leia mais

Inquérito mede o pulso à saúde em linha na Europa e receita uma maior utilização das TIC pela classe médica

Inquérito mede o pulso à saúde em linha na Europa e receita uma maior utilização das TIC pela classe médica IP/08/641 Bruxelas, 25 de Abril de 2008 Inquérito mede o pulso à saúde em linha na Europa e receita uma maior utilização das TIC pela classe médica A Comissão Europeia publicou hoje as conclusões de um

Leia mais

INCENTIVOS ÀS EMPRESAS NO ÂMBITO DO QREN ABERTURA DE CONCURSOS

INCENTIVOS ÀS EMPRESAS NO ÂMBITO DO QREN ABERTURA DE CONCURSOS INCENTIVOS ÀS EMPRESAS NO ÂMBITO DO QREN ABERTURA DE CONCURSOS SISTEMA DE INCENTIVOS À INOVAÇÃO (SI INOVAÇÃO) - INOVAÇÃO PRODUTIVA Objectivos e Prioridades O presente concurso destina-se a apoiar investimentos

Leia mais

O novo quadro institucional dos assuntos do Mar em Portugal

O novo quadro institucional dos assuntos do Mar em Portugal O novo quadro institucional dos assuntos do Mar em Portugal 19 de Abril de 2012 (5.ª feira), 17h00 CONVITE O Presidente da Sociedade de Geografia de Lisboa (SGL) tem a honra de convidar V. Ex.ª e sua Exma.

Leia mais

TRANSPORT LEARNING Cursos de formação para municípios e agências de energia

TRANSPORT LEARNING Cursos de formação para municípios e agências de energia TRANSPORT LEARNING Cursos de formação para municípios e agências de energia istockphoto Conteúdo Caro leitor, Sobre o projecto... 2 Criando uma base de conhecimento para as regiões de convergência da Europa...

Leia mais

POLÍTICA DE COESÃO 2014-2020

POLÍTICA DE COESÃO 2014-2020 DESENVOLVIMENTO URBANO SUSTENTÁVEL INTEGRADO POLÍTICA DE COESÃO 2014-2020 As novas regras e legislação para os investimentos futuros da política de coesão da UE durante o período de programação 2014-2020

Leia mais

A Cidade Cognitiva. Antonio Pires Santos 1

A Cidade Cognitiva. Antonio Pires Santos 1 A Cidade Cognitiva Antonio Pires Santos 1 1 Vivemos num planeta mais inteligente INSTRUMENTADO INTERCONECTADO INTELIGENTE Sensores e outros instrumentos digitais estão a ser incorporados em cada objeto,

Leia mais

IX Colóquio Os Direitos Humanos na Ordem do Dia: Jovens e Desenvolvimento - Desafio Global. Grupo Parlamentar Português sobre População e

IX Colóquio Os Direitos Humanos na Ordem do Dia: Jovens e Desenvolvimento - Desafio Global. Grupo Parlamentar Português sobre População e IX Colóquio Os Direitos Humanos na Ordem do Dia: Jovens e Desenvolvimento - Desafio Global Grupo Parlamentar Português sobre População e Cumprimentos: Desenvolvimento Assembleia da República 18 de Novembro

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU. Documento de sessão 30.11.2007 B6-0000/2007 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO

PARLAMENTO EUROPEU. Documento de sessão 30.11.2007 B6-0000/2007 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO PARLAMENTO EUROPEU 2004 Documento de sessão 2009 30.11.2007 B6-0000/2007 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO apresentada na sequência da pergunta com pedido de resposta oral B6-0000/2007 nos termos do nº 5 do artigo

Leia mais

2a Conferência Anual Latino-Americana de Gestão do Espectro Dias 20 & 21 de outubro de 2015 Rio de janeiro, Brasil

2a Conferência Anual Latino-Americana de Gestão do Espectro Dias 20 & 21 de outubro de 2015 Rio de janeiro, Brasil Favor notar: Esta é uma versão preliminar do programa e os palestrantes ainda não serão abordados exceto quando explicitamente indicado. 2a Conferência Anual Latino-Americana de Gestão do Espectro Dias

Leia mais

REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017

REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017 REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017 Adão Augusto, Consultor 12-02-2015 1. Contextualização. Os projectos sociais fazem parte de um sistema complexo de relações que envolvem

Leia mais