Softwarede Engenharia de Software Julho 2004 (distribuição gratuita) nº15

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1 Engenharia Softwarede Engenharia de Software Julho 2004 (distribuição gratuita) nº15 Integração de Aplicações Empresariais O principal objectivo do EAI é possibilitar (de forma estruturada) a comunicação entre as várias aplicações existentes numa empresa e a Internet/intranet, a fim de automatizar processos e possibilitar melhores serviços ao negócio. A utilização do EAI garante que a integração de aplicações deixa de ser factor de estrangulamento do negócio e que os custos de integração passam a ser controláveis, ou marginalmente decrescentes. p. 10 À Conquista da Europa A ISA Instrumentação e Sistemas de Automação não pode ser considerada apenas uma empresa de software. Também é uma empresa do sector da electrónica. Mais concretamente, desenvolve os protótipos dos seus equipamentos e o software que lhes dá vida. Evidentemente, sempre que já existem no mercado componentes aproveitáveis, são utilizados. A empresa surgiu em 1990 como resultado de um spinoff do Deparetamento de Física da Universidade de Coimbra. Cinco recém-licenciados de cursos ligados às vertentes de informática e electrónica da universidade juntaram-se para a constituição da empresa, acabando por sobreviver apenas quatro à fase actual. Depois de vários anos à procura do sucesso comercial, parece estar agora no bom caminho, dada a aceitação e implantação dos seus produtos em vários países. p. 8 Portais e IS Um portal é uma solução tecnológica aplicada a necessidades funcionais existentes nas organizações. De uma forma sintética, podemos dizer que é o único ponto de acesso à informação relevante, uma ferramenta de utilização interna e externa à organização, um ponto de convergência de vários utilizadores, um integrador de sistemas e bases de dados, extensivo em termos de informação e individualista na apresentação e nível de detalhe. p. 3 tecnolgia, ambição e estratégia

2 2 Portais e Integração índice Tipos de Portais e Critérios de Escolha Coimbra e Mataró Unidas no Conhecimento À Conquista da Europa Integração de Aplicações Empresariais Software AG Consolida Presença no Mercado CRM Conquista Mercados Mais Alargados AMD Mantém a Pressão Serviços de TI Cresceram em 2003 Sobe e Desce no Mercado dos Telefones Móveis Falar de portais é falar de integração. Nesse sentido, o número 15 da newsletter Engenharia de Software coloca o enfoque nestas duas áreas com dois artigos de especialistas nacionais. O primeiro fala dos vários tipos de portais, dos seus objectivos e de alguns critérios que podem orientar os decisores quanto à escolha do portal mais adequado para a sua organização. Este artigo, na sua versão original, é bastante mais extenso do que o publicado nesta edição. Para completar a leitura do mesmo, poderá consultar o site onde será disponibilizado integralmente. O segundo artigo técnico publicado aborda a vertente do EAI (Enterprise Application Integration), ou integração de aplicações empresariais. Como refere o autor do artigo, o principal objectivo do EAI é possibilitar (de forma estruturada) a comunicação entre as várias aplicações existentes numa empresa e a Internet/intranet, a fim de automatizar processos e possibilitar melhores serviços ao negócio. A utilização do EAI garante que a integração de aplicações deixa de ser factor de estrangulamento do negócio e que os custos de integração passam a ser controláveis, ou marginalmente decrescentes. Este artigo também sugere uma mão cheia de boas práticas, baseadas na experiência, para a realização de projectos de EAI viáveis. É curioso notar que, quando se lêm boas práticas de qualquer sector de actividade, ficamos com a nítida impressão de que se trata de algo óbvio. Contudo, é o esquecimento desses aspectos óbvios que está normalmente na base do fracasso dos projectos, acarretanto para as organizações elevados custos em termos humanos, financeiros, de recursos e de tempo. Se considerarmos que vivemos actualmente numa sociedade cada vez mais determinada pela informação, a competitividade das empresas passará inevitavelmente por uma boa estratégia em termos de Portal. Por outro lado, a evolução dos sistemas de informação ao longo dos anos conduziu à actual heterogeneidade de sistemas dentro de uma mesma organização, o que obriga a projectos de integração cuidados. Esta edição inclui ainda duas entrevistas com empresas distintas. Numa delas apresentamos a ISA, uma empresa de Coimbra à conquista da Europa (e não só). Na segunda falamos da estratégia de consolidação da Software AG no mercado português, enquadrada, evidentemente, no contexto da companhia a nível mundial. O editor Leonel Miranda ficha técnica Director: Horácio Pina Prata Editor: Leonel Miranda Colaboradores: Andreas Huber, Edgar Bragança, Fernando Santos, Isabel Ferreira, Jorge Teixeira, Luis Oliveira, Manuel Arcângelo, Mário Carvalho, Paulo Figueiredo, Rui Pereira, Rui Porteiro, Susana Fonte, Andreia Madeira Marketing: Mário Noronha Paginação e Produção: INSAT Consultoria e Serviços Lda. Propriedade: Associação Comercial e Industrial de Coimbra (ACIC) Projecto TIM (Tradição, Inovação e Mudança) Endereço: Projecto TIM; Parque de Feiras e Exposições; Alto da Relvinha; Coimbra Telefone: /440 Fax: /441 Tiragem: exemplares Distribuição Gratuita Apoio:

3 portais Engenharia de Software Julho Tipos de Portais e Critérios de Escolha Um portal é uma solução tecnológica aplicada a necessidades funcionais existentes nas organizações. De uma forma sintética podemos dizer que um portal é, na sua essência, o único ponto de acesso à informação relevante, uma ferramenta de utilização interna e externa à organização, um ponto de convergência de vários utilizadores, um integrador de sistemas e bases de dados, extensivo em termos de informação e individualista na apresentação e nível de detalhe. Pedro Remelhe, consultor de sistemas de informaá o AevoluÁ o dos portais ainda È um processo inacabado. Desde o boom da Internet que a definiá o de portal tem sido refinada, muito por culpa da agregaá o de novos conceitos, novos paradigmas e novas funcionalidades. Podemos dizer que a evoluá o dos portais seguiu os seguintes passos (por ordem temporal): portal Internet, portal Intranet, portal de e-business, portal Colaborativo, portal de Capital CorporativoÖ Se pensarmos numa matriz valor/tempo, È possìvel identificar uma evoluá o ao longo do tempo na cadeia de valor/retorno para as organizaáıes (Figura 1). Esta evoluá o foi possìvel por duas razıes. Por um lado, houve um aumento na capacidade preceptiva/avaliadora das organizaáıes quanto s possibilidades dos sistemas de informaá o (provocado, em grande parte, por necessidades de mercado e de concorríncia), acompanhado por um aumento da capacidade de organizaá o das mesmas. Por outro lado, registou-se uma evoluá o nas capacidades dos sistemas de informa- Á o para darem respostas concretas s necessidades de fornecimento de informaá o. Tipos de portais Durante o processo evolutivo foram identificados alguns portais que podemos agora caracterizar como tipos de portais. O Portal Colaborativo e o Portal de Capital Corporativo s o dois Ûptimos exemplos de tipos de portal. No entanto, devido ao grande n mero de oferta no mercado, torna-se complicado simplificar e caracterizar os diferentes tipos de portal. Figura1. Evolução dos portais ao longo do tempo na cadeia de valor/retorno para as organizações. Esta dificuldade advèm tambèm do facto de se tratar de uma tecnologia ainda relativamente recente que, como tal, ainda n o est muito bem estruturada. Para contornarmos esta complexidade, podemos tentar olhar para os portais como fornecedores de serviáos que devem ter determinado p blico-alvo. Desta forma, podemos olhar para o tipo e quantidade de informaá o disponibilizada e a forma como È disponibilizada. Podemos olhar tambèm para o tipo de utilizadores do portal, podendo diferenci -los conforme o dispositivo que utilizam para o acesso, o tipo de informaá o que procuram e o papel que desempenham no mbito da organizaá o. Podemos dividir os v rios portais em quatro grandes tipos, como mostra a Figura 2: Portais Intranet, Portais Extranet, Portais MÛveis, Mega Portais. Estes quatro tipos de portais subdividem-se em v rios subtipos que, apesar de poderem ser complementares, s o concorrentes na maior parte das situaáıes. Standards dos portais N o existe nenhuma organizaá o que defina os standards de construá o de portais. Cada fornecedor faz assentar o seu portal em determinada tecnologia de base, seja ela a base de dados, o servidor aplicacional, ou outra. Mas apesar de ainda n o haver nenhum consenso abrangente, os fornecedores de portais disponibilizam (uns de forma simples, outros nem por isso) uma forma de integraá o com outras aplicaáıes, utilizando para isso alguns protocolos standards. O XML, o LDAP e o HTTP s o os protocolos mais utilizados e servem para a integraá o com sistemas do mesmo

4 4 portais fornecedor ou de terceiros (desde que tenham capacidade para comunicar utilizando algum destes protocolos). Os fornecedores tambèm costumam disponibilizar v rios tipos de serviáos, dependendo do seu posicionamento no mercado e da qualidade do produto. Qual o portal mais adequado Qualquer decis o de implementar um portal ter que ser direccionada para uma das soluáıes disponìveis. O primeiro passo que qualquer organizaá o ter de dar num projecto desta natureza tem a ver com a escolha do tipo de portal que pretende implementar. A escolha do tipo de portal pode depender de muitas vari veis, nomeadamente o mbito do projecto, o objectivo do portal, o tipo de utilizadores, ou o tipo de informaá o a disponibilizar. Paralelamente, a escolha depender tambèm da tecnologia existente dentro da organizaá o, dos seus objectivos globais, dos testes de benchmarking dos fornecedores e das condiáıes econûmicas das propostas dos fornecedores. De uma forma sintètica, podemos dizer que a escolha do tipo de portal se baseia nas necessidades da organizaá o e nos objectivos que cada portal consegue atingir. Portais Intranet. Os Portais Intranet poder o ser basicamente de trís tipos: Departamentais, Horizontais e de Business Intelligence. Os Departamentais destinamse a albergar e disponibilizar informaá o especìfica de cada departamento, enquanto que os de Business Intelligence est o orientados para o fornecimento de informaá o de apoio decis o. Figura 2. Quatro grandes tipos de portais. Os portais Horizontais podem ter cinco orientaáıes: ColaboraÁ o, Especialistas, Gest o do Conhecimento, Gest o de Conte dos, Gest o Documental. Como se poder depreender pelos nomes, os Portais Horizontais de ColaboraÁ o destinam-se a juntar as pessoas que realizam trabalhos semelhantes ou que necessitam de contactar colegas. Os orientados para os Especialistas, tím como miss o fornecer acesso a pessoas especializadas em determinadas reas. Os destinados Gest o do Conhecimento, procuram dinamizar a informaá o que constitua mais valia para a organizaá o. Os de Gest o de Conte dos fornecem mecanismos autom ticos de publicaá o e aprovaá o. Os de Gest o Documental, disponibilizam mecanismos de circulaá o de documentos dentro da organizaá o. Portais Extranet. Os Portais Extranet poder o ser portais Empresariais Alargados (Extended Enterprise Portals), Portais e-marketplace, ou Portais ASP. Os primeiros destinam-se a estender o conceito de portal intranet para o exterior da organizaá o. Os segundos tím como finalidade suportar trocas comerciais electrûnicas. Os terceiros tím como objectivo fornecer funcionalidades dos portais sem a necessidade e os custos de alojamento. Portais MÛveis. Este tipo abrange os Portais para TelemÛveis (em que as pessoas acedam informaá o a partir de um telefone mûvel) e os Portais para Dispositivos EspecÌficos (em que v rios dispositivos comunicam entre si e interagem com os humanos). Mega Portais. Podem ser Portais GenÈricos ou Portais Verticais. Os primeiros destinam-se a fornecer informaá o genèrica e a atingir um grande n mero de pessoas. Os segundos est o mais orientados para a comunicaá o com um p blico-alvo que se interessa por determinado tema. CritÈrios de escolha Se considerarmos a selecá o da tecnologia/fornecedor, convèm sublinhar que cada organizaá o que avance para a implementaá o de um projecto deste tipo, necessitar da ajuda (em maior ou menor grau) do mercado fornecedor das tecnologias de portal. Desta forma, a escolha da tecnologia poder depender da adopá o de standards, do tipo de sistemas j existentes na organizaá o, da facilidade de interface com outras tecnologias, ou dos conhecimentos tècnicos existentes na organizaá o. Uma das necessidades das organizaáıes tem a ver com a disponibilizaá o de informaá o para o interior e para o exterior delas mesmas. Consequentemente, uma das primeiras tarefas ser a identificaá o da informaá o que dever ser disponibilizada e quais os privilègios de acesso mesma. Esta identificaá o poder ser efectuada com base em algumas reuniıes (por vezes, interdepartamentais). A escolha da informaá o a publicar depender da qualidade da mesma, do objectivo de comunicaá o, do tipo de portal, do p blico-alvo, ou da import ncia da informaá o. TambÈm ser necess rio seleccionar os fornecedores da informa- Á o. Dentro da organizaá o, torna-se necess rio identificar quais os departamentos que devem ser fornecedores de conte dos para o portal. Esta escolha pode depender, mais uma vez, do tipo de portal (interno versus externo, ou genèrico versus tem tico), do tipo de utilizadores (mais tècnicos ou mais funcionais), ou do tipo de informaá o a disponibilizar (mais genèrica ou mais especìfica).

5 CIC 2004 com Record de Visitantes 400 mil pessoas visitaram a XXVI Feira Comercial e Industrial de Coimbra A edição de 2004 da CIC decorreu de 3 a 11 de Julho com a temática Turismo e Lazer e foi um sucesso, fica a foto-reportagem... Inauguração da CIC 2004 corte da fita Horácio Pina Prata no Discurso Inaugural Governador Civil, Fernando Antunes no Stand das Águas de Coimbra A CIC 2004 ofereceu às crianças muitas diversões Visita dos elementos CEC Conselho Empresarial do Centro Entrega de Prémios do VI Concurso de Vinhos ACIC/Cidade de Coimbra Almoço do Expositor da CIC 2004 Francisco Pegado, em representação da Secretária de Estado do Comércio e Industria entrega a medalha Grande Ouro Presidente da CMC e vereadores num jantar na CIC Carlos Encarnação com a Presidente da CM de S. Vicente Mindelo Desfile de moda na CIC 2004

6 6 evento Coimbra e Mataró Unidas no Conhecimento A comunhão de estratégia entre Coimbra e Mataró levou o Projecto TIM (Tradição, Inovação e Mudança) a encerrar o seu ciclo de seminários Rota do Conhecimento com a partilha de experiências e pontos de vista entre as forças vivas de Coimbra e um representante do projecto de Mataró. Mataró é uma cidade da Catalunha (próxima de Barcelona) que resolveu iniciar o que a própria designa por caminho para a cidade do conhecimento. O objectivo é criar um novo modelo de cidade para o desenvolvimento das pessoas, das empresas, das instituições, das infra-estruturas e das ideias próprias da sociedade do conhecimento e da aplicação das novas tecnologias. Há alguns meses, Coimbra também se posicionou nesse caminho, auto-intitulando-se Cidade do Conhecimento. Além disso, está a criar o Coimbra i Parque Parque de Inovação em Ciência, Tecnologia e Saúde, apresentado como um pólo que deverá actuar como catalizador para o desenvolvimento da cidade. O seminário intitulou-se Empreendedorismo e Inovação Coimbra e Catalunha, e envolveu instituições como a Universidade de Coimbra, a ACIC (Associação Comercial e Industrial de Coimbra) onde se insere o Projecto TIM a Câmara Municipal de Coimbra e o Coimbra Inovação Parque. As comunicações estiveram a cargo de representantes das instituições referidas atrás. Teresa Carla Oliveira, da Universidade de Coimbra, abordou o tema as carreiras e o mundo em mudança nos dias de hoje. Almeida Santos, vice-presidente do Conselho de Administração do Coimbra Inovação Parque, falou da implantação das ciências da saúde no projecto Coimbra Inovação Parque, enquanto que Gil Patrão, vogal do Conselho de Administração do Coimbra Inovação Parque, abordou a implementação das novas tecnologias no mesmo projecto. Os dois oradores restantes foram Jordi Marin, director do TecnoCampus de Mataró, que apresentou o projecto da sua cidade, e Pedro Loupa, director do Adventus Group. O contexto de Mataró A coordenação e a dinamização da ideia de Mataró como cidade do conhecimento estão a cargo da Fundação TecnoCampus. O projecto remonta a 1999, altura em que a câmara municipal da cidade catalã apresentou o PDSIM (Plano Director para a Sociedade da Informação em Mataró), coordenado e dirigido pelo Instituto Municipal de Promoção Económica de Mataró e pela Escola Universitária Politécnica da mesma cidade. Foram então criadas sete comissões de trabalho para reflectir e propor directrizes em âmbitos como a formação e educação, mudança social e cultural, serviços administrativos ao cidadão, infra-estruturas, actividade económica, R+D e indústria das TIC, e meios de comunicação. Com base nestes trabalhos preliminares, foram identificadas sete linhas de trabalho: administração aberta, conexão social, universidade, incubadora de empresas de base tecnológica, serviços às empresas, urbanismo e infra-estruturas. Cada uma destas linhas de trabalho tem vários projectos destinados a materializar os objectivos delineados. No caso da administração aberta, pretendese melhorar a atenção ao cidadão e conseguir uma administração mais próxima através das novas tecnologias. A conexão social tem como objectivo garantir a todos os cidadãos o acesso às novas tecnologias, a fim de evitar novas formas de exclusão social. A nível da universidade, o objectivo é criar um novo modelo de universidade, destinado à criação de valor na região, conjuntamente com as empresas, para que possa ser disponibilizada Jordi Marin, director do TecnoCampus de Mataró uma oferta específica adaptada à nova realidade. A incubadora de empresas de base tecnológica destina-se a desenvolver as novas tecnologias e a fomentar a sua aplicação na criação de novos produtos e serviços. Também pretende criar oportunidades para os empreendedores. Os serviços às empresas traduzem-se na melhoria dos processos para criar novos produtos e serviços através das novas tecnologias, de forma a aumentar a competitividade das mesmas. A vertente do urbanismo, parte do princípio que a nova economia obriga a adaptar as cidades às necessidades das novas actividades dos sectores emergentes, incorporando os elementos da cidade do conhecimento. Finalmente, pretende-se dotar a cidade com as melhores infra-estruturas, de modo a garantir o intercâmbio fluido de informação.

7 PUB Rational IBM

8 8 entrevista À Conquista da Europa A ISA Instrumentação e Sistemas de Automação não pode ser considerada apenas uma empresa de software. Também é uma empresa do sector da electrónica. Mais concretamente, desenvolve os protótipos dos seus equipamentos e o software que lhes dá vida. Evidentemente, sempre que já existem no mercado componentes aproveitáveis, são utilizados. Leonel Miranda AISA surgiu em 1990 como resultado de um spin-off do Deparetamento de Física da Universidade de Coimbra. Cinco recém-licenciados de cursos ligados às vertentes de informática e electrónica da universidade juntaram-se para a constituição da empresa. Posteriormente, ficaram apenas quatro. No início da sua actividade, a ISA começou a trabalhar na área de monitorização e controlo ambiental. Em termos concretos, começou a desenvolver sistemas de monitorização da qualidade do ar. Apesar desta área ainda estar presente na actividade actual da empresa, lançou-se para outros mercados a fim de garantir a sua viabilidade económica. No entanto, a diversificação seguiu sempre um princípio de base: desenvolver sistemas de recolha de informação, transmissão remota dessa informação e tratamento/apresentação da mesma através da Internet. O primeiro passo na diversificação foi dado para a monitorização dos recursos hídricos. No entanto, esta área também não produziu os resultados esperados em termos de rentabilidade. A ISA enveredou então pelo desenvolvimento de sistemas de controlo de estações de tratamento de águas, incluindo águas residuais. Actualmente, a empresa tem os seus sistemas implementados em cerca de duas dezenas de ETARs, localizadas sobretudo na região centro do país. A ISA desenvolveu ainda sistemas para a área da domótica, orientados para a detecção de intrusões, incêndios, inundações, fugas de gás, etc. Contudo, estes sistemas também não obtiveram grande sucesso comercial. Segundo as palavras de José Basílio Simões, director geral da ISA, ainda era demasiado cedo em termos de mercado. José Basílio Simões, director geral da ISA. Do esforço de diversificação à liderança europeia Por volta de 1996, o esforço de diversificação deu finalmente os seus frutos. A ISA iniciou nesse ano uma nova área de actividade, que representa actualmente cerca de três quartos do seu volume de negócios e que acabaria por lançá-la no mercado internacional. Estamos a falar concretamente da área de sistemas de monitorização de reservatórios de gás. Este sistema mede o nível de gás nos reservatórios, transmite os dados para uma unidade remota localizada junto do depósito de gás e esta última retransmite-os (via GSM) para um computador central. A partir daqui, os dados podem ser tratados para a geração de relatórios acessíveis via Internet. O primeiro cliente deste sistema foi a Digal, uma empresa independente de distribuição de gás canalizado. Seguidamente, conquistou o interesse de nomes como a BP, Shell, Repsol, Primagaz, SHV Gás, etc. Através da BP Portugal e da Shell, a empresa de Coimbra conseguiu chegar à BP Espanha em 1999 e à Butagaz (Shell em França) em Estava dado assim o primeiro passo na internacionalização da ISA. Os dados recolhidos pelos sistemas de monitorização de reservatórios de gás são tratados centralmente pela ISA em Coimbra e disponibilizados via Internet ao cliente. Este modelo tem sido aplicado em Portugal, Espanha e França, e está a ser replicado para outros mercados, nomeadamente a Suíça, Polónia e Israel. A Itália, a Turquia e o Brasil também estão nos horizontes da empresa, estando mesmo a ser preparada a constituição da ISA Brasil. Os dados tratados são depois utilizados pelas pessoas encarregadas de definir as rotas dos camiões de distribuição de gás. Em termos de vantagens para o cliente, isto traduzse na redução dos custos de logística. Ou seja, um camião não precisa de visitar um

9 entrevista Engenharia de Software Julho cliente de gás quando o tanque deste ainda tem uma quantidade considerável de combustível. Com os sistemas de monitorização é possível saber com precisão o nível de gás dos tanques, evitando a imprecisão inerente aos tradicionais cálculos baseados em médias de consumo. No caso concreto do cliente francês da ISA, José Basílio Simões referiunos que conseguiu reduzir o número de viagens em mais de 30 por cento. Ainda segundo José Basílio Simões, a ISA é actualmente líder europeia nesta área, sendo a empresa com maior número de sistemas implementados. Mesmo assim, o director geral da empresa considera que se trata de projectos relativamente pequenos, sobretudo se considerarmos o potencial de mercado. De acordo com as estimativas que nos forneceu, existem 12 milhões de tanques de gás na Europa. Actualmente, a ISA dispõe de cerca de 550 unidades em França, cerca de 1000 sistemas em Espanha e mais cerca de 1000 em Portugal, sendo que, com os contratos já assinados, estes números irão crescer mais de 50% até final do corrente ano. A estratégia da empresa de Coimbra consiste em entrar nas quatro ou cinco grandes multinacionais do sector do gás que estão presentes numa grande quantidade de países e, a partir daí, aproveitar a boleia para entrar em novos mercados. Por outro lado, o sistema de monitorização de reservatórios de gás poderá abrir as portas do mercado internacional para outras soluções da ISA. O director geral da ISA sublinhou ainda a possibilidade de adaptar este sistema de controlo a outras áreas de actividade que utilizam reservatórios, nomeadamente reservatórios de produtos químicos, de ar líquido, de cerveja, de vinho, etc. Soluções propostas A ISA está presente em quatro áreas de actividade: monitorização ambiental, telemetria de gás, vigilância e domótica, e telemetria e automação industrial. A nível da monitorização ambiental, propõe dois produtos: o Telemet e o Atmis. O primeiro é um sistema integrado de telemetria, controlo e gestão de alarmes, desenvolvido especificamente para permitir a operação remota de estações de tratamento de águas residuais. Quanto ao Atmis, destina-se à aquisição e processamento de dados da José Basílio Simões. qualidade do ar. Foi desenvolvido para a gestão de redes meteorológicas e de qualidade do ar em cooperação com as Direcções Regionais do Ambiente. O negócio da telemetria de gás representa actualmente 70 a 75 por cento do volume de negócios da ISA e é servido por dois produtos. O +Gás destina-se à monitorização e administração de infra-estruturas de gás. Foi desenvolvido para fornecer informação relativa a reservatórios de gás GPL e ajudar na administração de redes de reservatórios, infra-estrutura final e logística de fornecimento. O +GásAMR destina-se à monitorização e administração de contadores de gás e foi desenvolvido para efectuar a leitura remota automática dos mesmos. A área da vigilância e domótica é a que conta com maior número de produtos (um total Ficha da Empresa de quatro). O SM Alert é uma unidade de gestão de alarmes e de controlo remoto a partir do telemóvel, utilizando SMSs. O insere-se nos chamados produtos de televigilância digital, permitindo o controlo remoto através de imagem (câmaras de vigilância). Quanto ao SitHab, é um sistema inteligente de baixo custo e fácil de instalar orientado para a gestão integrada de edifícios e habitações. Nesta área é proposto ainda o SmartUPS, destinado a monitorizar e controlar PCs que têm de funcionar 24 sobre 24 horas, garantindo que o seu shutdown e restart sejam sempre efectuados correctamente. Na vertente da telemetria e automação industrial, a ISA propõe o Telemet (sistema de controlo e gestão de alarmes) e o ATMISLogger (recolha, armazenamento e processamento de dados. Nome: ISA Instrumentação e Sistemas de Automação Instalações: Coimbra Data de criação: 1990 Número de empregados: Cerca de 20 pessoas (8 ligadas ao desenvolvimento) Volume de negócios 2003: euros Volume de negócios previsto para 2004: euros Principais clientes: Shell, BP e Repsol (todas em Portugal, Espanha e França), SHVGás / Primagaz (em Espanha e França), Digal, Gascan e Galp Gás em Portugal. Soluções: Monitorização Ambiental (Telemet e Atmis); Telemetria de Gás (+Gás e +Gás AMR); Vigilância e Domótica (SM Alert, SitHab e SmartUPS); Telemetria e Automação Industrial (Telemet e ATMISLoggers). Site:

10 10 integração Integração de Aplicações Empresariais É hoje compreendido e aceite por todos que a indústria das tecnologias de informação possui uma enorme capacidade de inovação tecnológica, consubstanciada em inúmeros produtos e soluções que se sucedem a um ritmo impressionante. Tais produtos têm possibilitado usos de negócio potenciadores de enormes vantagens competitivas para as empresas que deles usufruem, criando no mercado uma forte pressão do lado da procura. Este facto tem possibilitado, por um lado, o forte crescimento da indústria e, por outro, um forte efeito indutor no desenvolvimento de mais inovação tecnológica. Luis Nobre, administrador da Sinfic Oefeito de duplo feedback tem possibilitado, nos últimos 50 anos, o desenvolvimento de uma espiral positiva entre negócio e inovação tecnológica, ou seja, um verdadeiro círculo virtuoso. A verdade é que esta enorme capacidade de inovação tem possibilitado às organizações gerir cada vez mais complexidade com menos recursos e adoptar modelos organizacionais mais flexíveis e a uma escala tendencialmente global. Este contexto conduziu-nos à situação actual, em que qualquer organização de média dimensão possui vários sistemas de informação (fruto de sucessivas vagas de inovação) suportados em várias plataformas técnicas. No seu conjunto, constituem-se como ambientes técnicos de elevada complexidade, onde o esforço de integração de sistemas é intenso, consumidor de muitos recursos e, de tal forma crucial e importante, que acaba muitas vezes por se constituir como travão da mudança. Internet e e-business A complexidade das infra-estruturas actuais de SI/TI, o advento da Internet e os desafios do e-business provocaram no mercado um efeito combinado que se revelou explosivo, uma vez que as expectativas criadas pelos potenciais benefícios foram tão elevadas que se assistiu a uma autêntica corrida do ouro. Falou-se mesmo numa nova economia. A Internet tem, de facto, inúmeras vantagens, embora também sejam acompanhadas por um conjunto interessante de desafios, merecendo especial relevo o problema da integração. As respostas têm que ser tendencialmente em tempo real. Ou seja, é necessário adequar ou planear as arquitecturas de SI/TI de modo a que seja possível um esforço de integração transversal às várias aplicações e com capacidade de resposta em tempo real. A Internet obriga a comprimir o factor tempo, tornando o esforço de integração de sistemas, tradicionalmente resolvido ao nível dos dados e em processos batch, num esforço tendencialmente realizado em tempo real e orientado para servir processos de negócio intra-aplicações. Um novo domínio de solução Na nossa opinião, a resposta a estes desafios não pode ser solucionada no domínio das soluções actuais. Os desafios da Internet e do e-business obrigarão a uma nova forma de planeamento, concepção e resolução do problema da arquitectura de integração de sistemas. Se existissem dúvidas sobre a inevitabilidade desta grande mudança e do esforço a que ela vai obrigar, bastaria tão somente procurar perceber as razões pelas quais a Microsoft operou uma verdadeira revolução em toda a sua arquitectura técnica. Repare-se, de igual

11 integração Engenharia de Software Julho modo, que todos os outros fabricantes já estão tranquilamente à espera com as suas arquitecturas J2EE. Actualmente, existe no mercado (a valores verdadeiramente acessíveis) um conjunto de standards e de ferramentas que permitem vencer esse desafio de forma adequada. Ou seja, garantem às empresas projectos com ROIs adequados ao risco assumido. Estamos a falar concretamente de avanços importantíssimos, tais como os novos enquadramentos metodológicos na engenharia de software, de que são exemplo os frameworks da Rational/IBM, a linguagem UML, as linguagens OO e, particularmente, no âmbito das arquitecturas distribuídas, os modelos J2EE e.net. Acrescem ainda standards como o XML, o SOAP, o WSDL, ou os directórios UDDI e LDAP. Todas estas inovações possibilitam hoje um novo modelo computacional, uma nova arquitectura de SI/TI baseada em sistemas distribuídos (incluindo dispositivos móveis). É este o palco onde se assiste actualmente à maior batalha da indústria o confronto entre os modelos de arquitectura J2EE e.net, que convergem (aparentemente apenas) na ideia de utilização dos Web Services como forma universal de implementação das novas arquitecturas de sistemas distribuídos. Frameworks EAI Acreditamos que a ideia de montarmos um framework EAI (Enterprise Application Integration) para as organizações é incontornável, mas também cada vez mais acessível à maioria das organizações. De igual modo, acreditamos que será impossível pensar-se hoje em modelos de EAI que não sejam estruturados em serviços (SOA Service Oriented Architectures). Ou seja, estruturados em (Web) Services, que poderão viver na Intranet da organização ou na imensidão da Internet através da sua publicação em Directórios UDDI. Isto também nos permite a utilização de (Web) Services remotos, sejam eles de parceiros, de clientes ou de colaboradores. Se adicionarmos a tudo isto os avanços que se perspectivam no âmbito das telecomunicações e do alargamento da Internet a uma miríade de dispositivos móveis, então temos que considerar seriamente que a actual vaga de inovação tecnológica irá fazer muito mais do que facilitar a vida actual. Isto porque irá permitir a sua forte transformação, possibilitando às actuais arquitecturas de SI/TI a integração com um novo mundo de possibilidades e usos de negócio. Recomendações No âmbito da utilização de frameworks EAI, a Sinfic recomenda a utilização de um conjunto de seis boas práticas transversais, baseadas na sua experiência e que, no seu entender, possibilitam a realização de projectos de EAI viáveis: 1. Criar e gerir a semântica do negócio da organização; 2. Uniformizar e gerir a arquitectura técnica da infra-estrutura de TI; 3. Unificar e harmonizar o esforço de desenvolvimento e o aumento da capacidade de gestão do risco dos projectos SI/TI; 4. Garantir a adesão aos novos standards (UML, OOAD, Web-oriented, Model Driven Development, Pattern Development, XML, SOAP, UDDI, LDAP ); 5. Orientar os SI/TI ao serviço de processos de negócio (considerar atentamente os standards emergentes em BPM), tendencialmente em tempo real; 6. Não evitar a Internet; definir uma estratégia para a webização do negócio, procurando projectos de retorno rápido; 7. Ser pragmático, não se esquecendo nunca que os elefantes têm que ser comidos fatia a fatia (preferencialmente seguindo um plano), ou seja, processo a processo, caminhando na direcção de uma SOA - Service Oriented Architecture. Estas boas práticas são consolidadas na oferta da Sinfic por um conjunto de serviços, agrupados em cinco grandes grupos: Diagnóstico e Análise da Organização (AS- IS); Definição da Visão & Âmbito da nova Arquitectura de Integração (TO-BE); Implementação da Infra-estrutura Técnica de Suporte ao Esforço de EAI; Definição, Consolidação e Gestão da Semântica da Organização;Implementação de Projectos EAI para Suporte a Processos de Negócio. Conclusões A inevitável tendência para a entropia e o caos, que constatamos nas actuais arquitecturas de SI/TI, criou a necessidade de desenvolver arquitecturas de integração de aplicações empresariais que garantam o controlo e gestão da sua evolução. São estes níveis de exigência e de pressão sobre as actuais arquitecturas de SI/TI, bem como o advento de uma nova vaga tecnológica proporcionada pela Internet, que fizeram surgir o conceito de EAI. O principal objectivo do EAI é assim possibilitar (de forma estruturada) a comunicação entre as várias aplicações existentes numa empresa e a Internet/intranet, a fim de automatizar processos e possibilitar melhores serviços ao negócio. A utilização do EAI garante que a integração de aplicações deixa de ser factor de estrangulamento do negócio e que os custos de integração passam a ser controláveis, ou marginalmente decrescentes. A corrida ao ouro da Internet já acabou e, agora que a bolha rebentou, é mais que tempo de arregaçarmos as mangas e, a preços razoáveis (até para uma PME), desenvolvermos verdadeiros projectos e- business, que se traduzam em ganhos de eficiência operacional e com ROI claro.

12 12 empresa Software AG Consolida Presença no Mercado Depois de ter transmitido ao mercado uma imagem de empresa de tecnologia, a Software AG pretende agora embrulhar essa tecnologia com uma orientação de negócio. Para isso, estruturou a sua estratégia comercial em torno de duas linhas de produtos e propõe várias soluções orientadas para mercados específicos. No caso concreto de Portugal, a companhia iniciou o seu relançamento em 2003 e pretende consolidá-lo em Leonel Miranda ASoftware AG é uma multinacional de origem alemã fundada há cerca de 35 anos (em 1969). O ponto de partida da companhia foi a base de dados hierárquica Adabas (lançada comercialmente em 1971), que deu (e continua a dar) uma grande notoriedade à empresa. Esta base de dados e a linguagem de quarta geração Natural (lançada em 1979) marcaram a vida da empresa durante as décadas de 70 e 80. Como sublinhou Francisco Mouzinho, marketing e business development manager na Software AG Portugal, a multinacional alemã foi sempre uma empresa baseada sobretudo em tecnologia, descurando um pouco as componentes de marketing e de negócio. Na década de 90, a companhia voltou-se muito para a tecnologia XML, depois de ter estado envolvida directamente na sua definição. Deste então para cá, intitula-se a si mesma como the XML company. O XML é frequentemente apresentado como a língua franca da Web e dos Web Services, segundo as palavras de Francisco Mouzinho. Desta forma, trata-se de um standard que permite a integração e a comunicação entre aplicações e soluções diferentes. Esta linha estratégica da Software AG baseada no XML viria a dar origem a novos desenvolvimentos tecnológicos, nomeadamente o EntireX e o Tamino. O primeiro envolve uma série de produtos destinados a facilitar a integração de sistemas nas organizações, enquanto que o segundo é um servidor XML nativo. No final da década de 90, Software AG iniciou uma nova orientação estratégica. Francisco Mouzinho, marketing e business development manager na Software AG Portugal. Apesar de continuar a ser uma empresa de tecnologia, começou a dar grande importância também à componente de negócio. Mudança estratégica No nosso país, a Software AG iniciou directamente a sua actividade em Depois de um período inicial de grande sucesso, a companhia caiu um pouco no esquecimento durante os últimos anos, descurando a componente de marketing e cometendo alguns erros de mercado. Curiosamente, o percurso da empresa em Espanha foi completamente distinto, onde continua a deter uma posição destacada no mundo das novas tecnologias da informação. Como exemplo, podemos referir que a Software AG Espanha tem mais de 900 empregados, enquanto que em Portugal não vai além de 25. Com a entrada do novo milénio, a Software AG internacional levou a cabo uma segunda reformulação estratégica. Na década de 90 tinha adoptado a tecnologia XML. Em 2002 achou que era altura de reforçar a sua base tecnológica com o desenvolvimento de soluções que integrassem a tecnologia de base que já detinha. O mercado costuma

13 empresa Engenharia de Software Julho responder mais facilmente a soluções do que a tecnologia. A par desta nova orientação estratégica em termos de mercado, a companhia alterou também a sua estrutura organizacional. Em vez da centralização de todo o reporting directamente na casa mão, passou a estar organizada por regiões, o que facilita o aproveitamento de sinergias por parte de filiais geograficamente próximas ou com afinidades de mercado. No nosso país, a alteração estratégica internacional foi complementada por uma nova direcção, que procurou incutir maior dinamismo à subsidiária aumentando o número de empregados, investindo em formação e procurando melhorar a abordagem ao mercado. O ano de 2003 foi considerado assim, por Francisco Mouzinho, como uma espécie de ano zero (após a reestruturação) da Software AG Portugal. Linhas de produto e estrutura organizacional Em termos estratégicos, a Software AG colocou o enfoque em duas linhas de produtos de base que, segundo a própria, procuram responder aos problemas de negócio actuais e futuros. Essas duas linhas de negócio foram designadas por Enterprise Transaction Systems e XML Business Integration. O negócio Enterprise Transaction Systems inclui as tecnologias Adabas (base de dados) e Natural (ferramentas de desenvolvimento), procurando disponibilizar ao mercado bases de dados de elevado desempenho e a possibilidade de modernização dos sistemas empresariais. De acordo com a informação oficial da Software AG, isto é conseguido através da optimização e da extensão dos sistemas críticos com tecnologias que melhoram o desempenho e abrem as aplicações a novos ambientes nomeadamente às aplicações Web e de e-business. Por sua vez, o negócio XML Business Integration combina as tecnologias de servidor XML (Tamino) com as de integração (EntireX) para criar uma única solução. O objectivo é permitir que os utilizadores integrem as suas aplicações e dados existentes em novos processos de negócio. As empresas passam assim a dispor de formas eficientes de simplificar a manutenção das aplicações, de reduzir os custos de processamento, de rentabilizar os investimentos efectuados e de reaproveitar a informação. A Software AG está organizada em quatro regiões e marca presença em 59 países. Em 2003, o volume de negócios da multinacional alemã foi de 422 milhões de euros. A imagem mostra o peso de cada região nesse volume de negócios. Dentro do negócio da integração XML existe a área XML Industry Solutions, que propõe soluções orientadas para determinados mercados verticais. Essas soluções destinam-se a vertentes como a segurança dos Web Services, os conteúdos empresariais, a gestão de conteúdos Web, a gestão de activos multimédia, etc. No que se refere à nova estrutura organizacional da Software AG, foram definidas quatro regiões: Américas, Europa Central e de Leste, Europa do Sul e Ocidente (com escritórios principais em Espanha), Europa do Norte e Ásia/Pacífico/África do Sul/ Japão (ver figura). Ficha da Empresa Aposta na formação Uma das áreas da Software AG Portugal que conseguiu manter um crescimento sustentado ao longo do tempo foi a área da formação designada até recentemente por Academia XML. Durante os seus cerca de três anos de existência, esta academia ministrou cursos de introdução ao XML, desenvolvimento de aplicações com XML, etc. A grande vantagem destes cursos, segundo Francisco Mouzinho, reside no facto de serem imparciais. Ou seja, em vez de ser a Software AG a ministrá-los, estabeleceu parcerias com universidades e são professores dessas instituições que dão a formação. Esta vantagem de imparcialidade colocou, no entanto, algumas limitações em termos de expansão dos cursos propostos ao mercado, uma vez que os currículos e a formação são da responsabilidade de pessoas externas à Software AG. Para aumentar a oferta de formação, a Software AG Portugal criou o Instituto Software AG lançado há um mês. A Academia XML mantém-se como uma componente do Instituto, mas este último disponibiliza vários outros cur-sos que extravasam a vertente do XML, pro-curando responder às solicitações do mercado português em termos de formação. Nome: Software AG Portugal Instalações: Lisboa Data de criação: 1986 (constituição da subsidiária portuguesa); 1969 (constituição da empresa original na Alemanha). Número de empregados: cerca de 25 em Portugal Volume de negócios 2003: cerca de um milhão de euros (subsidiária portuguesa); 422 milhões de euros (multinacional em todo o mundo). Volume de negócios previsto para 2004: Crescimento de dois dígitos face aos resultados de Principais clientes: EPAL, Delta Cafés, Fundação Elídio Pinho, Instituto Ricardo Jorge, Allianz, Auto-Estradas do Atlântico, entre outros. Site:

14 14 notícias AMD Mantém a Pressão CRM Conquista Mercados Mais Alargados A gestão da relação com o cliente (ou CRM) tem vindo a assumir contornos mais latos e a sair do contexto das empresas. Como exemplo concreto, podemos referir o caso das Astúrias (Espanha). Esta região conta com cerca de um milhão de habitantes e possui competências a nível da saúde, educação, infra-estruturas, etc. Para melhorar a satisfação dos cidadãos (prestando melhores serviços), a região iniciou em finais de 2001 um projecto de CRM, cujo investimento global acabou por rondar os seis milhões de euros. Um dos aspectos interessantes do projecto foi a óptica da disponibilização de informação. Em vez de se basear no ponto de vista da oferta (como acontece frequentemente a nível da administração pública), procurou seguir o ponto de vista da procura. No entanto, isto exige a necessidade de conhecer bastante bem os cidadãos e as suas pretenções/necessidades. De igual modo, optou-se pela implementação de uma solução multicanal. Neste projecto das Astúrias, o conceito de cidadão também foi considerado de forma ampla, englobando as pessoas, as empresas, outras administrações públicas e empregados públicos. Outro aspecto que convém referir é a evolução do sistema ao longo do tempo, começando pela disponibilização de índole mais geral e passando depois para uma maior particularização da relação com os cidadãos (numa perspectiva multicanal), até chegar a uma fase com capacidades de interactividade e transacção. Neste processo, a organização deixou de estar orientada a procedimentos para se orientar ao serviço. A ACIF-CCIM (Associação Comercial e Industrial do Funchal Câmara do Comércio e Indústria da Madeira também tem em curso um projecto CRM para desenvolver o turismo no arquipélago. O objectivo desta solução de CRM em regime de ASP consiste em fidelizar os clientes através de marketing relacional. Desta forma, os agentes turísticos da região autónoma (hotéis e agências de viagens) não precisam de suportar todo o investimento em soluções próprias. O investimento total previsto ronda os quatro milhões de euros. Apesar da hegemonia da Intel no mercado dos processadores, a AMD anunciou uma nova linha designada por Sempron para PCs de consumo de entrada de gama. Os primeiros processadores desta nova gama deverão ser lançados durante o segundo semestre deste ano e o seu objectivo é disponibilizar bons desempenhos para actividades como o download de música e imagens, bem como para aplicações de correio electrónico, navegação Web e processamento de texto. Ainda para este ano de 2004, está previsto o lançamento de uma versão móvel do Sempron. As linhas Athlon continuarão a constar do catálogo da AMD. Serviços de TI Cresceram em 2003 O mercado mundial de serviços de TI cresceu 6,2 por cento em 2003 (relativamente ao ano anterior), atingindo os 569 mil milhões de dólares. Estes dados foram divulgados pela Gartner. Na liderança deste mercado está a IBM, com um volume de negócios de milhões de dólares, o que representa uma quota de mercado de 7,5 por cento. Seguemse a alguma distância a EDS (com uma quota de mercado de 3,7 por cento em 2003), a Fujitsu (com 2,8 por cento), a Computer Sciences e a Hewlett-Packard (cada uma com 2,2 por cento) e a Accenture (com 2,1%). Os restantes fornecedores de serviços têm quotas de mercado inferiores a 1,5 por cento. NO que se refere às diferentes regiões, a Gartner sublinha que o mercado dos serviços de TI só cresceu 1,1 por cento na América do Norte, enquanto que na Europa Ocidental aumentou 11,8 por cento. O mercado EMEA caiu 4,8 por cento.

15 Sobe e Desce no Mercado dos Telefones Móveis Os dados da Gartner relativos ao primeiro trimestre de 2004 denotam um decréscimo de quota de mercado por parte do líder do sector (a Nokia) e uma subida dos concorrentes. A quota de mercado da Nokia no trimestre referido baixou 5,7 por cento, contrastando com os ganhos de quota de mercado (ainda que ligeiros) no mesmo período por parte da Motorola (+ 1,7 por cento), da Samsung (+ 1,7 por cento), da Siemens (+ 0,4 por cento), da Sony Ericsson (+ 0,9 por cento), da LG (+ 0,4) e dos restantes fabricantes (+ 0,6 por cento). O ranking de fabricantes de telemóveis publicado pela Gartner em Junho de 2004, relativo ao primeiro trimestre deste ano, está organizado da seguinte forma: Nokia (com uma quota de mercado de 28,9 por cento), Motorola (16,4 por cento), Samsung (12,5 por cento), Siemens (8 por cento), Sony Ericsson (5,6 por cento), LG (5,3 por cento), outros (23,3 por cento). Apesar destas oscilações de quota de mercado, o sector, no seu todo, registou uma taxa de crescimento de 34 por cento, o que corresponde a um total de 153 milhões de unidades vendidas. Ainda segundo estimativas da Gartner, o mercado mundial de telemóveis deverá atingir 600 milhões de unidades vendidas durante todo o ano de Apesar da perda de quota de mercado, a Nokia aumentou as vendas em cerca de cinco milhões de unidades no primeiro trimestre de 2004, relativamente a igual período de A perda de quota da Nokia terá sido influenciada sobretudo pela quebra das suas vendas na Europa Ocidental e na América do Norte. Só na Europa, a Nokia terá perdido 10 por cento de quota de mercado para os seus concorrentes Nome Cargo Empresa Morada Código Postal Telefone NIF Curso Análise e Gestão de Requisitos Utiliza ferramentas de análise de requisitos Faz a traceabilidade de alterações de requisitos Usa ferramentas de gestão de alterações de requisitos Tem um procedimento formalizado Gestão de Configurações e Alterações Usa ferramentas de gestão de configurações Faz versionamento de aplicações Faz controle de alterações Não faz Modelação Visual Usa ferramentas de modelação visual Utiliza ou conhece o Rational Rose Usa UML Não faz modelação visual Teste de Software Engenharia de Software Faz sempre testes manuais Usa ferramentas para automação de testes Faz plano de testes Concebe casos de uso de testes Services Oriented Architecture Conhece e usa sistematicamente Conhece e está a começar a usar Conhece, mas não usa Não conhece Para receber mensalmente a newsletter (distribuição gratuita), preencha o questionário acima e envie-o para: Projecto TIM; Parque de Feiras e Exposições; Alto da Relvinha; Coimbra. Também poderá digitalizá-lo e enviá-lo para o endereço ou imprimi-lo e enviá-lo através do fax (+351) Localidade Documentação de Sistemas Usa ferramentas de geração automática de documentação Usa só o Microsoft Word Normalmente não produz documentação Utiliza a Norma ANSI IEEE 1063 Standard for software user documentation Standards de Interoperabilidade Conhece e usa sistematicamente Conhece e está a começar a usar Conhece, mas não usa Não conhece Dos seguintes items, qual(is) os que toma como referência CMM (Capability Maturity Model) e/ou CMMI (Capability Maturity Model Integration) ISO SPICE (Software Process Improvement and Capability Determination) ISO 9126 ou ISO (Qualidade dos Produtos de Software) ISO (Information Technology Software Life Cycle Processes) ISO (Avaliação de produtos de Software) Trillium tradição, inovação e mudança

16

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