é a prova Saiba como e por que a biometria está ocupando o lugar de senhas, cartões e chaves em bancos, repartições públicas e até danceterias

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1 REVISTA Nº 50 O corpo é a prova Saiba como e por que a biometria está ocupando o lugar de senhas, cartões e chaves em bancos, repartições públicas e até danceterias Com que roupa? Eletrônicos vestíveis transformam a maneira como as empresas se relacionam com clientes Memória Conheça a história do cheque, desde sua chegada ao Brasil à compensação em apenas dois dias

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3 sumário 5 Certificação digital Em artigo, o professor de relações do trabalho da USP José Pastore defende tecnologia para registro de ponto 4 Editorial 5 Artigo 7 Update 9 Social commerce 12 Biometria Dos bancos às academias de ginásticas, sensores biométricos se espalham no dia a dia da população 12 Reportagem de capa 19 Tecnologia pessoal 23 Memória 27 Patrocinadores e expositores 19 Com que roupa? Saiba como aparelhos vestíveis transformam a maneira como as empresas se relacionam com clientes COMISSÃO ORGANIZADORA: PRESIDENTE: Gustavo de Souza Fosse Banco do Brasil. VICE-PRESIDENTE: Keiji Sakai Banco BM&FBovespa. MEMBROS: Adauto Del Fávero HSBC, Armando Corrêa Citibank, Eliane Grotti Borges Caixa Econômica Federal, Jorge Fernando Krug Santos Banrisul, Jorge Luiz Viegas Ramalho Itaú Unibanco, Jorge Vacarini Deutsche Bank, Paulo César Duarte Cherberle Bradesco, Ricardo Shigueaki Nozuma Santander Brasil, Ronei Maranssati Banco do Brasil. DIRETORIA DE EVENTOS: Nair Macedo (diretora), Marcelo Assumpção (gerente de relacionamento), Hilda Nishijima Solera (assessora). DIRETORIA DE COMUNICAÇÃO: William Salasar (diretor), Cleide Sanchez Rodriguez (gerente), Danilo Gregório (assessor). DIRETORIA DE POLÍTICAS DE NEGÓCIOS E OPERAÇÕES: Leandro Vilain João (diretor), Nilton César Gratão (assessor), Vitor Lee Harris (assessor). MARKETING: Silvia Fernanda Mazzola (assessora) Revista Ciab FEBRABAN: EDIÇÃO: Danilo Gregório. PROJETO GRÁFICO E EDITORAÇÃO: Ideia Visual. JORNALISTA RESPONSÁVEL: Cleide Sanchez Rodriguez (MTb ) Esta é uma publicação da Federação Brasileira de Bancos FEBRABAN, Av. Brigadeiro Faria Lima, º andar Torre Norte São Paulo SP Copyright fevereiro. Todos os direitos reservados fevereiro de 2014 revista Ciab FEBRABAN 3

4 editorial Gustavo Fosse Diretor Setorial de Tecnologia e Automação Bancária da FEBRABAN A chave é você Já parou para pensar quantas vezes você esqueceu a senha do cartão? Ou nos prejuízos provocados por roubos de informações pessoais, muitas vezes propiciados pelo descuido da vítima ao anotar o código num papel ou escolher combinações óbvias e facilmente decifráveis, como datas de nascimento e sequências numéricas do tipo 1, 2, 3? Pois cidadãos, empresas e o Estado são vítimas dessa cilada. É por isso que estão descobrindo as benesses da tecnologia biométrica, como mostra nossa reportagem de capa. Os bancos brasileiros são, possivelmente, os mais avançados no mundo na adoção da biometria para o reconhecimento de clientes. As modalidades são variadas - impressões digitais, veias da palma da mão, veias do dedo, íris e voz, por exemplo -, mas o objetivo principal é o mesmo: combater fraudes realizadas com dados roubados. Além de proteção, os clientes ganham comodidade com essa tecnologia, fazendo transações bancárias em menos tempo, sem precisar inserir tantas senhas e códigos secretos, e podendo até sacar dinheiro sem usar cartão. O entusiasmo dos bancos com a biometria nos fez acrescentar esse tema na Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária deste ano. Aproveito para frisar que contamos com o engajamento das equipes de tecnologia de todos os bancos associados para a produção de um levantamento que reflita fielmente os investimentos e a evolução do setor bancário nessa área. Atenção para o prazo de envio das respostas: termina no dia 7 de março! Gastos com big data e pagamentos móveis também entraram na Pesquisa FEBRABAN, dois assuntos que comprovam a vocação dos bancos brasileiros para inovar. Outra evidência dessa característica está na matéria que trata da história do cheque no Brasil (pág. 23), desde seus primórdios até a compensação digital. O sistema atual permite que um cheque depositado em qualquer agência do País seja compensado em até dois dias. Mas não vamos parar nesse ponto. O Ciab 2014 vem logo aí, em junho, trazendo novas luzes e desafios para a tecnologia bancária continuar caminhando para frente. Quer pistas do que vai chamar a atenção? A partir da página 27, veja uma relação de patrocinadores e expositores que vão rechear a próxima edição do evento. Eles representam o que há de mais atual e eficiente em tecnologia e automação para o setor financeiro. Ótima leitura. 4 revista Ciab FEBRABAN fevereiro de 2014

5 artigo Resistência às inovações Por José Pastore* No campo trabalhista, as inovações costumam enfrentar resistência quando afetam o emprego e os ganhos dos trabalhadores. É natural. As pessoas ficam apreensivas com a perspectiva de ficarem sem trabalho e sem renda devido à entrada de máquinas. No início da Revolução Industrial, os luddistas (em referência a Ned Ludd) promoveram retumbantes protestos contra a entrada do tear a vapor nas fábricas britânicas por medo de uma destruição generalizada dos empregos da Inglaterra - o que nunca aconteceu. Outros movimentos surgiram pela mesma infundada razão ao longo da história. Mas há resistências que nada têm a ver com ameaça ao emprego ou à renda. Esse é o caso da longa polêmica a respeito dos equipamentos para controle de jornada de trabalho no Brasil. O que se busca com esses equipamentos é garantir o cumprimento de jornadas normais de trabalho, remunerando adequadamente quando os empregados fazem horas extras e evitando-se os abusos. Nada mais correto e oportuno. Ocorre que o Ministério do Trabalho e Emprego optou por um sistema único de controle de jornada de trabalho representado pelo Registro Eletrônico do Ponto (REP). Em relação aos sistemas antigos, foi um passo positivo. A marcação manual nos velhos livros de ponto estava sujeita a erros e fraudes. A marcação mecânica nos antigos relógios de ponto sofria do mesmo mal. O REP veio com a promessa de superar esses problemas, assegurando a inviolabilidade Se a certificação digital tem tantas vantagens e obedece às exigências de governos e empresas, por que não serve para registrar a jornada de trabalho? fevereiro de 2014 revista Ciab FEBRABAN 5

6 artigo da marcação do ponto e o fácil acesso aos registros por parte da fiscalização. Sim, porque os trabalhadores marcam o ponto e recebem um recibo em papel das horas de entrada e saída no trabalho e os fiscais obtêm uma cópia de tudo pela simples inserção de um pen drive em cada REP da empresa. Ao lado dessas vantagens, os usuários do sistema começaram detectar algumas desvantagens. Uma delas diz respeito à necessidade de se ter esse equipamento fixado na parede da empresa - o que dificulta a marcação de ponto para empregados que trabalham longe desse local ou que fazem atividades itinerantes nos vários sites da mesma empresa -, sem falar nos que trabalham na lavoura e nas obras de grande porte no interior do Brasil. O uso do REP no trabalho à distância igualmente mostrou-se difícil pelo fato de estar fixado a quilômetros do efetivo local de trabalho. O caso do REP não foi diferente de outras inovações. Assim que introduzidas, surgiram as sugestões de aperfeiçoamento. Os técnicos da ciência da informação propuseram o registro de jornada com base na certificação digital. Esse procedimento é conhecido e largamente utilizado pelas empresas e pelo governo no caso de emissão de notas fiscais, apresentação de declaração de impostos e contribuições, obtenção de certidões de quitação, etc. Não pairam dúvidas quanto à sua segurança e inviolabilidade. Apesar disso, a proposta vem sendo rejeitada por funcionários do Ministério do Trabalho, que levaram as centrais sindicais a considerar a certificação digital como inadequada. Em relação ao REP, a certificação digital traz inúmeras vantagens. A primeira é que a marcação do ponto pode ser feita in loco e à distância por meio de um computador de mesa, um notebook e até de um telefone celular. A segunda é que a segurança é maior do que a do REP, pois os registros eletrônicos são armazenados em lugares diferentes de modo que a eventual perda de um registro não prejudica em nada o trabalhador. A terceira vantagem é que o equipamento com certificação digital pode oferecer ao trabalhador um registro eletrônico do ponto marcado - armazenado em seu computador, notebook ou celular, com acesso instantâneo e seguro. A quarta vantagem é que a fiscalização pode facilmente reunir em um só banco de dados as informações colhidas em vários locais onde foram registradas as jornadas de trabalho. Finalmente há que se destacar que o REP é um artefato de uso exclusivo, e os equipamentos de certificação digital são de usos múltiplos. As empresas utilizam os computadores em inúmeras atividades e praticamente já se tornaram equipamentos universais. Ora, se a certificação digital tem todas essas vantagens e se obedece às exigências de governos e das empresas, por que não serve para marcar o ponto, que é uma tarefa bem mais simples? A proposta apresentada pelos técnicos ao Ministério do Trabalho e Emprego não visa acabar com o REP e com as demais formas de marcação de ponto. Visa apenas aprovar uma alternativa que pode ser usada com mais facilidade por uma imensidão de empresas, garantindo-se sempre a segurança e a inviolabilidade, assim como o livre acesso à fiscalização de modo bem mais amplo do que é o oferecido pelo REP. *José Pastore é professor de Relações do Trabalho da USP 6 revista Ciab FEBRABAN fevereiro de 2014

7 update Gustavo Fosse assume Ciab e CNAB Divulgação Banco do Brasil Gustavo de Souza Fosse é o novo diretor setorial de tecnologia e automação bancária da FEBRABAN. Em janeiro, Fosse assumiu a direção da Comissão de Tecnologia e Automação Bancária (CNAB) e, por tabela, a presidência da Comissão Organizadora do Ciab. Ele ocupa a vaga aberta por Marco Tavares, que deixou o posto em função de seu desligamento do HSBC Bank Brasil. Tomar as rédeas de uma carruagem em pleno movimento não será uma tarefa ingrata para Fosse, que já participava ativamente da competente gestão de Marco Tavares, como diretor setorial adjunto da CNAB. Em 2013, foi vice-presidente do Ciab. Dos seus 27 anos de carreira no Banco do Brasil, 21 foram dedicados à tecnologia da companhia estatal. Hoje, é gerente geral da Unidade de Construção de Soluções de TI da Diretoria de Tecnologia do Banco do Brasil. Graduado em administração de sistemas de informação e pós-graduado nas áreas de governança de TI e consultoria financeira e mercado de capitais, o executivo do BB tem agora a missão de tocar uma agenda com a qual está bem familiarizado: a busca incessante dos bancos por inovação, eficiência operacional, melhores controles, mais segurança nas transações e maior conveniência para os clientes. E, é claro, não vai poupar esforços para levar o Ciab a mais uma edição de sucesso. Fosse: executivo do BB está à frente do Ciab Pesquisa FEBRABAN recebe respostas até março As áreas de tecnologia dos bancos têm até 7 de março para responder à Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária, relativa ao ano de 2013, que retrata a evolução e as tendências do uso de recursos tecnológicos pela rede bancária no Brasil. Realizado há 22 anos, o levantamento consolidou-se como uma das principais referências de investimentos em tecnologia para instituições financeiras, entidades de classe, órgãos do governo, meio acadêmico e imprensa. A FEBRABAN conta com a colaboração de seus associados para a entrega de informações consistentes dentro do prazo. A pesquisa é respondida por meio de uma planilha Excel, sendo necessário o cadastramento de cada banco no endereço https://www. febraban.org.br/cadastropesquisa/?id_pesquisa=34. As respostas devem ser enviadas para o Entre as novidades este ano estão a inclusão de investimentos em big data e mobile payment e de informações sobre biometria. fevereiro de 2014 revista Ciab FEBRABAN 7

8 update Projeto prevê monitoramento via satélite de áreas seguradas Sistema informatizado vai gerir seguro rural obrigatório Um novo sistema tecnológico, desenvolvido em conjunto pela Federação Brasileira de Bancos FEBRABAN e pelo Instituto Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável do Agronegócio (IBDAgro), será responsável pela gestão compartilhada de contratos de seguro rural, a partir de julho deste ano. É quando entra em vigor, pela Resolução nº 4.235, de 2013, do Banco Central, a obrigatoriedade de contratação de seguro rural para todas as operações de crédito rural, com juros controlados pelo governo, limitadas ao valor de R$ 300 mil. Hoje, a exigência de seguro rural vale apenas para créditos tomados pelo Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e pelo Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp). A resolução incluiu o financiamento da produção agropecuária de áreas do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc). O seguro rural pode ser privado ou obtido pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro), modalidade que é garantida pela União. Pelo sistema público, o mais utilizado, o governo federal cobre até 100% das perdas causadas por pragas, doenças e fenômenos naturais, como secas, geadas e chuvas. Com a ampliação da obrigatoriedade de seguro, espera-se um aumento na demanda por Proagro. A expectativa é que o sistema eletrônico administre cerca de 100 mil contratos de Proagro no primeiro ano de funcionamento, com potencial para chegar a um milhão. A centralização da gestão em uma única câmara vai facilitar o processamento e a apuração de sinistros, diluindo custos operacionais para os bancos e acelerando as indenizações para os produtores rurais. O projeto prevê o monitoramento via satélite de áreas cobertas pelo seguro, com o objetivo de registrar imagens de lavouras dizimadas por fenômenos naturais. O processo também ganhará agilidade com a gestão eletrônica de documentos, como notas fiscais que comprovam o desembolso feito pelo tomador. O maior beneficiado é o produtor rural que, ao perder sua produção em uma seca, por exemplo, tem dificuldade de pagar a dívida e entra num círculo vicioso que é ruim para ele, para o banco e para o País, diz Ademiro Vian, diretor adjunto de negócios da FEBRABAN. 8 revista Ciab FEBRABAN fevereiro de 2014

9 social commerce Não basta estar no Facebook Por Kátia Arima Com diferentes estratégias, as empresas exploram o boca a boca virtual para conquistar consumidores Eu amo, eu indico e, se não gostar, certamente eu reclamo de um serviço ou produto. No Facebook, Twitter, Instagram e outras redes sociais, o consumidor conhece o seu poder de influenciar, ao menos, seu círculo de amigos e familiares. Mas como e quando abordar esse consumidor e convencê-lo a efetuar uma compra? Até que ponto é possível fazer uma oferta sem soar intrusivo? Diante desses e outros questionamentos, as empresas se aventuram pelo social commerce (s-commerce), buscando oportunidades de vendas nas redes sociais. Um fértil terreno que deve movimentar US$ 30 bilhões no mundo até 2015, segundo a consultoria Booz&Co. A construtora Tecnisa tem se surpreendido com os resultados das campanhas no Facebook. No ano passado, o foco da estratégia de lançamento de um empreendimento no bairro Jardim das Perdizes, em São Paulo, foi na rede social. O primeiro contato com o cliente era sempre feito pelo Facebook. Para atrair interessados foram publicados na página da rede social mais de 600 posts e 6 mil anúncios. No Facebook podemos abordar públicos segmentados, como dos palmeirenses, já que o estádio do clube deles fica na região do empreendimento, e dos frequentadores do Bourbon Shopping, que fica perto do imóvel, explica Gustavo Reis, gerente de marketing digital e mídia online da Tecnisa. Segundo ele, os posts relativos ao empreendimento tiveram, em média, 285 comentários e 479 curtidas. E se converteram em vendas: R$ 20 milhões. Esse resultado expressivo aconteceu porque o direcionamento de conteúdo foi para o público correto. Para acertar o alvo, a Netshoes, loja online de artigos esportivos, usa redes sociais como bússola. Analisamos as métricas para descobrir o interesse do público. Foi assim que percebemos que as pessoas queriam bonés da NBA e não só camisetas. Passamos a importar, diz Renato Mendes, gerente de marca e assuntos corporativos da empresa. Na sua página do Facebook, a Netshoes tem uma aba para compra de vale-presente com uma foto personalizada. Porém, a estratégia é usar as redes sociais para construção de marca por meio do conteúdo (branding), atendimento (pré e pós-venda), além de conduzir os consumidores interessados para a loja virtual. Acredito mais no modelo que gera tráfego para o site de e-commerce do que na compra direta pela rede social. O desafio é entender esse tráfego, tudo você tem de testar. Ter ou não ter Nos últimos anos, marcas famosas como a GAP e Banana Republic e J.C. Penney abriram e fecharam suas lojas dentro do Face- fevereiro de 2014 revista Ciab FEBRABAN 9

10 social commerce book, o que desestimulou outras empresas a arriscarem a mesma tática. Há dois anos, acreditava-se que daria certo vender dentro do Facebook. Mas as pessoas não querem que o Facebook vire uma vitrine de produtos, diz Felipe Wassermann, professor do curso Social Commerce da ESPM. Especialistas como Wasserman e Eric Messa, coordenador geral do Núcleo de Inovação em Mídia Digital da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), acreditam que a popularização dos smartphones e das redes de dados de celular impulsionará o social commerce. Mas será preciso fazer uma abordagem diferente com o cliente, mais informal e menos agressiva, diz Messa. Em tempos de redes sociais, o que fará diferença na hora de vender será a reputação de uma marca ou de uma pessoa. A pessoa que vai convencê-lo a comprar não precisa ser famosa, mas uma referência no assunto. Se o produto for um sabão, por exemplo, vou seguir o conselho da minha mãe, que tem reputação para falar sobre isso, explica. Por isso, acredito que o próximo passo é a proliferação de lojas de pessoas. Microempreendedores Esse conceito, de transformar qualquer pessoa em um vendedor nas redes sociais, foi adotado pelo Magazine Luiza, no programa Magazine Luiza e Você. Qualquer usuário do Facebook pode abrir sua miniloja dentro da rede social e oferecer produtos do Magazine Luiza se vender, leva uma comissão. Hoje 170 mil pessoas mantêm suas lojas com produtos do Magazine Compras por impulso no Instagram Com mais de 1 bilhão de usuários, o Facebook é um estrondo. Só no Brasil, tem 76 milhões de inscritos, dos quais 47 milhões dentram diariamente na página. Mas o Instagram, rede social voltada para publicação de fotos por smartphone, vem ganhando espaço, já com 150 milhões de adeptos no mundo. É neste ambiente que aposta a empresa Arco, que oferece uma ferramenta de social commerce voltada para o Instagram. Atualmente, são 200 lojas e 4 mil consumidores cadastrados no sistema. Mas o que leva uma pessoa a comprar assim? Para Luciana Obniski, uma das sócias da Arco, as pessoas gostam da praticidade da ferramenta, que permite comprar com facilidade. O perfil do nosso consumidor é aquele que gosta de resolver a vida de forma prática, é fã de tecnologia e faz tudo pelo celular. Por isso, a Arco buscou oferecer uma ferramenta que permita completar a venda com o menor número de passos possível. Nosso lema é: por uma internet com menos campos obrigatórios ; do contrário, o cliente desiste de comprar. A compra pelas redes sociais é quase sempre por impulso, observa Luciana. A pessoa bate o olho em um produto diferenciado e quer comprar na hora, é uma coisa de momento, diz. E se ele tem o aval dos amigos, melhor ainda. A opinião dos outros importa na hora de comprar, o brasileiro é assim, muito social. 10 revista Ciab FEBRABAN fevereiro de 2014

11 social commerce Luiza no Facebook. Quando projeto foi lançado, em 2013, a expectativa era abrir 10 mil lojas no primeiro ano marca que foi alcançada já no primeiro mês, diz Frederico Trajano, diretor executivo de operações do Magazine Luiza. Segundo o Ibope, antes de comprar, 90% dos consumidores ouvem sugestões de pessoas conhecidas. O brasileiro é social por natureza, está na nossa cultura, por isso é tão grande a adesão nas redes sociais. Mas não são apenas as grandes empresas que conseguem se beneficiar do social commerce. Pelo contrário: os microempresários encontram nas redes sociais uma forma de vender sem fazer grandes investimentos. A ferramenta Facíleme, que permite criar e manter lojas no Facebook, já tem 32 mil usuários. A maioria dos nossos clientes são microempresários do setor de cosmético e vestuário, que gostam da facilidade do sistema, diz Cynthia Akao, CEO da Facíleme, que viu o número de clientes crescer 1.000% no ano passado. A marca de roupas Little White Tee criou sua loja no Facebook com o serviço da Facílime, em julho de 2013, antes mesmo de seu site de e-commerce. Vender pelo Facebook deu um retorno espetacular, o volume de vendas foi bem acima do esperado, diz Márcia Garcia Costa, diretora e estilista da empresa, que conta com 20 funcionários. Na nossa página do Facebook, temos de produzir conteúdo relevante, fazer promoções exclusivas e investir em propaganda paga. Há vários macetes. Custo da lealdade Sim, não basta abrir a loja no Facebook e esperar a clientela. Para vender nas redes sociais, as empresas devem ter uma postura bem diferente da adotada pelo varejo tradicional, diz Raphael Lassance, cofundador da E-Like, outra desenvolvedora de plataforma de social commerce. Divulgação O consumidor que está na sua página do Facebook é mais do que um simples visitante, ele é um fã. Está no grau máximo da escala de lealdade e, por isso, espera condições e ofertas diferenciadas. A rapidez e a eficiência no atendimento são obrigatórias. Como a compra é por impulso, o timing é outro. As marcas que adotaram a ferramenta da E-Like ficam reunidas no Meu Shopping, no Facebook. Lassance orienta seus clientes a não tentarem reproduzir o ambiente de seus sites na loja do Facebook. A loja no Facebook não pode ser redundante, reproduzir o site igualzinho, senão perde apelo. Atualmente, o Meu Shopping tem 27 lojas, de grifes como Forum, Colcci, Richards e Coca-Cola Clothing, que repassam para a E- -Like uma parte de seus lucros com as vendas. A maioria das empresas é da área de vestuário. No Facebook, fica mais fácil vender para grupos de afinidade como esportistas, fotógrafos, corredores, mães. São nichos que criam suas comunidades, diz Lassance. Para ele, o social commerce não depende do sucesso de uma ou outra rede social. Mesmo que o Facebook acabe, é um caminho sem volta. Frederico Trajano, do Magazine Luiza: 170 mil minilojas na rede de Mark Zuckerberg fevereiro de 2014 revista Ciab FEBRABAN 11

12 capa Biometria para todos Por Kátia Arima Nos bancos, academias de ginástica, aeroportos, caixas eletrônicos, danceterias, ônibus e no governo, nossas características físicas são usadas para garantir uma identificação rápida e certeira. Definitivamente, a biometria entrou no dia a dia da população Você acorda e, ao entrar na cozinha, sua cafeteira automaticamente prepara um café ao seu gosto. Ao sair de casa, não precisa se preocupar em desligar as luzes e o ar condicionado ou trancar as portas. Na garagem, o carro detecta sua aproximação e abre as portas. Quando chegar ao local de trabalho, nada de crachá para entrar na empresa nem senhas para ativar computador, tablet e afins. Este cenário futurista não é tão fantasioso quanto parece. Com a tecnologia biométrica, que faz o reconhecimento das pessoas por meio de suas características físicas (anatômicas e fisiológicas) ou comportamentais, todas essas facilidades de autenticação e personalização no uso aparelhos eletrônicos farão parte do cotidiano. Recorrer a traços biológicos para identificar pessoas é uma prática conhecida desde as primeiras civilizações: os babilônios deixaram evidências, 500 anos a.c., de que aplicavam impressões digitais em tabuletas de argila para transações comerciais. Essa técnica rudimentar foi substancialmente aprimorada com a evolução da ciência, a partir de modelos estatísticos e computadores cada vez mais potentes. É verdade que ainda precisamos nos esforçar para memorizar senhas, portar vários cartões e carregar um molho de chaves, mas o avanço segue a passos largos. A tecnologia baseada em biometria já está presente em várias atividades corriqueiras, na vida pessoal e profissional e nos serviços prestados por empresas e pelo Estado. Segundo estudo da consultoria Frost & Sullivan, a biometria movimentou US$ 1,48 bilhão em 2012, receita que poderá chegar a 12 revista Ciab FEBRABAN fevereiro de 2014

13 capa US$ 6,15 bilhões em Outras pesquisas preveem um número ainda maior: o Biometric Research Group estima que o mercado alcance a cifra de US$ 16,7 bilhões em cinco anos. Os bancos, sobretudo os brasileiros, reconhecidos por sua grande capacidade de investimento em tecnologia e necessidade de levar segurança e comodidade aos seus clientes, são um dos propulsores da biometria (leia mais na página 16). Mas a população também está cada vez mais aderente a esse mecanismo. Fatigada pelo excesso de senhas necessárias hoje em dia para usufruir serviços básicos, passa a ver a biometria como um facilitador. Em uma pesquisa recente da empresa Unisys, 75% dos entrevistados disseram confiar na biometria para usar serviços financeiros. Os sistemas biométricos estão cada vez mais populares, com tendência à massificação. Não há resistência das pessoas, nem limitações tecnológicas. O maior obstáculo é a coleta e registro dos dados biométricos, diz Marcelo Neves, especialista em segurança e diretor da unidade de Tecnologia, Consultoria e Soluções de Integração (TCIS) da Unisys Brasil. O dedo é a prova Cadastrar até 2018 as impressões digitais de todo o eleitorado brasileiro, cerca de 140 milhões de pessoas, é a meta desafiadora do Tribunal Superior Eleitoral do Brasil (TSE). Até o fim de 213, haviam sido coletadas as impressões digitais de 22 milhões de pessoas, o que representa 16% do total de eleitores, de 790 municípios. Essa mobilização para construir a base biométrica é muito complexa, diz Giuseppe Janino, secretário de tecnologia da informação do Divulgação TSE. Janino afirma que sistema biométrico adotado pelo TSE segue os padrões definidos pelo projeto Registro de Identidade Civil (RIC), do governo federal, que define uma cédula de identificação do cidadão com chip, unificando diversos documentos como CPF e título de eleitor. O projeto RIC, no entanto, está temporariamente suspenso. No processo eleitoral, o benefício da biometria é cristalino. Segundo Janino, o Fadiga de senhas Faça as contas: quantas senhas você precisa memorizar? É uma senha para cada uma das suas várias contas de , algumas para as contas bancárias e cartões, outras para desbloquear dispositivos como tablets, notebooks e celulares. E ainda têm aquelas para os sites e serviços na internet segundo a empresa McAfee, 60% das pessoas visitam de 5 a 20 sites que exigem login e senha. Diante dessa infinidade de números (e letras e símbolos, para ter maior segurança), o que a maioria das pessoas faz? Anota a senha em algum lugar ou adota a mesma para várias funções. Segundo a empresa de segurança Norton, 40% das pessoas não usa senhas complexas ou faz mudanças regulares de senha, como é recomendado pelos especialistas, enquanto estudo da McAffee revela que 63% usam senhas fáceis de lembrar ou repetidas para diferentes serviços. O resultado disso é um cenário favorável a fraudes. Por isso o foco dos criminosos é sempre o usuário, diz Marcelo Neves, especialista em segurança da Unisys. Sensor do iphone 5s: tecnologia chega ao varejo De acordo com a pesquisa da empresa, 75% dos entrevistados aceitam usar a biometria para usar seus serviços financeiros. A resistência já foi superada, pois as pessoas já perceberam que a tecnologia não é invasiva, diz. fevereiro de 2014 revista Ciab FEBRABAN 13

14 capa Meta do TSE é cadastrar todo o eleitorado brasileiro até Ex-ministro do tribunal, Castro Meira (abaixo à dir.) faz seu cadastramento Banco de Imagens TSE objetivo é reduzir a intervenção humana e, assim, aumentar a transparência e segurança. No processo convencional, o mesário checa os documentos de identidade do eleitor, o que abre espaço para que uma pessoa vote no lugar de outra. Com a biometria, isso não será possível. A premissa vale até para o poder público. Para reduzir os casos de falsidade ideológica, câmaras municipais de cidades como São Paulo, Belo Horizonte, Ouro Preto (MG) e Uberlândia (MG) estão adotando sistemas biométricos. Na Câmara Municipal de Belo Horizonte, por exemplo, os 41 vereadores usam o scanner de impressão digital para registrar a presença e nas votações, desde junho de Isso é importante para a credibilidade da Câmara, para que uma pessoa não vote ou registre presença pela outra, diz o vereador Léo Burguês, presidente da Câmara, que teve a iniciativa de instalar o sistema. O controle biométrico foi adotado após denúncias de registro de presença de vereadores por outras pessoas. Por mês, a aluguel dos 48 scanners usados no local custa R$ Licença para dirigir Registrar as digitais também é uma exigência para entrar no processo de obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). No Departamento de Trânsito do Estado de São Paulo (Detran-SP), por exemplo, desde 2011, todos os candidatos passam pelo sistema biométrico. As digitais do candidato são conferidas no exame médico, na avaliação psicológica, nas aulas teóricas e nas aulas práticas de direção veicular. Médicos e psicólogos que avaliam os candidatos também coletam e apresentam suas digitais. A biometria é uma forma de assegurar que um profissional X examinou o candidato Y, em determinado dia e horário. Antes, com formulários de papel, havia maior margem para fraudes, diz Daniel Annenberg, diretor-presidente do Detran-SP. Apesar da tecnologia, há casos de autoescolas que conseguiram burlar o sistema. No início de 2013, proprietários de duas autoescolas foram presos porque usavam dedos de silicone com as digitais dos alunos que não queriam assistir às aulas - e cobravam R$ 3 mil por isso. O Detran-SP fiscaliza as autoescolas e os profissionais credenciados periodicamente, em parceria com a Corregedoria Geral da Administração e a Polícia Civil. Isso resultou no descredenciamento de 40 centros de formação de condutores em 2012, afirma Annenberg. 14 revista Ciab FEBRABAN fevereiro de 2014

15 capa A pulseira que ouve o coração As batidas do seu coração podem ser parâmetro para os sistemas biométricos. A empresa canadense Bionym desenvolveu a Nymi, uma pulseira que faz a autenticação de uma pessoa a partir de seu eletrocardiograma (ECG). A frequência cardíaca se altera com exercícios, por exemplo, mas isso não muda os fatores de identificação que encontramos nas ondas do ECG, diz Kurt Barlett, gerente de marketing da Bionym. A pulseira, que já está em pré-venda na internet por US$ 79, deve ser lançada no primeiro semestre de 2014 e tem potencial de ser mais do que um dispositivo de identificação. Combinada com outras tecnologias como sensor de presença, leitor de movimentos, a biometria pode permitir criar ambientes e dispositivos inteligentes. Imagine, por exemplo, que ao chegar à sua estação de trabalho, o seu computador automaticamente entre no seu perfil de usuário, que estará configurado com seus aplicativos de preferência. A agenda já aponta seus compromissos do dia e os novos s. Nada de digitar todas aquelas senhas complicadas. Será possível comunicar aos equipamentos suas preferências pessoais, comenta. Mas, para que o sistema de iluminação da sua casa detecte sua presença e ligue as luzes automaticamente, por exemplo, não basta ter a pulseira - será necessário o engajamento dos desenvolvedores nesse tipo de projeto. Com o lançamento do nosso programa, recebemos várias ideias futuristas que podem virar realidade rapidamente, diz Barlett. Divulgação Na Universidade da Califórnia Berkeley, os pesquisadores se empenham em estudar o uso de ondas cerebrais como forma de autenticação. Nos testes, o sistema funcionou com 99% de acerto. Nada mau trocar a chave por um simples pensamento. Acessório da Bionym reconhece eletrocardioagrama Mais conveniência Nas catracas das academias de ginástica, das mais modestas às mais sofisticadas, já é comum o aluno ter de escanear a digital para entrar no estabelecimento. Os alunos não querem memorizar números ou carregar carteirinhas, pois sempre esquecem ambos, diz José Cosme Nascimento, da PlannerTI, que implementou o sistema na Fit2U, academia em São Paulo que tem como proprietária a apresentadora de TV Sabrina Sato. Segundo ele, os sistemas biométricos mais simples, para acesso a estabelecimentos, já estão bem popularizados: o software custa de R$ a R$ e o scanner digital tem preço entre R$ 300 e R$ A biometria também auxilia o controle financeiro de pequenas e médias empresas. Na danceteria Sky Room, em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, o cliente registra sua digital na entrada e precisa tocar no scanner na hora de pegar um drink no bar. Isso evita discussões na hora de pagar a conta, pois não tem como o funcionário marcar errado e o cliente confirma seu próprio consumo, diz Francisco de Assis Barbosa Júnior, proprietário da Skyroom. Outras vantagens são a diminuição das filas e o fim do extravio de comandas. A danceteria, que recebe por volta de 7 mil pessoas por semana, tem 26 scanners, espalhados pela área de entrada, nos bares e nos caixas. Barbosa conta que o sistema já falhou duas vezes desde que foi implementado na danceteria. Apesar disso, ele afirma que está satisfeito. Não é uma solução barata, mas vale a pena. Na próxima danceteria que inaugurar, pretendo adotar a biometria também. Ao fevereiro de 2014 revista Ciab FEBRABAN 15

16 capa todo, foram gastos R$ 130 mil com o sistema biométrico, além do custo mensal de R$ para manutenção. Checagem no ônibus Outra área impactada pelo progresso da biometria é a do transporte público. Em Salvador, na Bahia, a tecnologia está sendo testada nos ônibus urbanos para averiguar se os cartões com desconto na passagem estão sendo utilizados pelos próprios donos. Atualmente a fraude fica em torno de 30% das utilizações, nossa expectativa é reduzir esse percentual significativamente, diz Cláudio Malamut, coordenador do projeto de identificação biométrica do Salvador Card, o sistema de bilhetagem eletrônica da capital baiana. O teste está sendo feito com 600 pessoas, que devem usar a digital para passar na catraca de 70 ônibus. A impressão digital é previamente coletada nos postos de atendimento. A expectativa é que o sistema passe a valer já no primeiro trimestre de 2014, quando outros ônibus vão receber os leitores biométricos e Sinônimo de segurança e conveniência Nos próximos anos, a biometria terá se consolidado no acesso a serviços bancários em todo o País. A previsão é de Gilson Girardi, membro efetivo da Comissão de Tecnologia e Automação Bancária da FEBRABAN (CNAB). Hoje, para uma boa parte dos clientes, já é comum usar o dedo ou a palma da mão para liberar etapas de transações em caixas eletrônicos, em vez de digitar códigos e letras de acesso. A tendência é que a biometria elimine, um dia, até a necessidade de memorizar senhas. A segurança com que ocorrem as transações financeiras é uma questão prioritária para os bancos e não para de evoluir. A biometria derruba as chances de um fraudador utilizar as credenciais de um cliente para realizar operações financeiras no sistema bancário. Afinal, é muito mais fácil roubar informações pessoais e senhas do que simular características biológicas de alguém. As vantagens da biometria, entretanto, não se limitam ao combate a fraudes. A tecnologia também aumenta a conveniência para os clientes, que conseguem realizar transações mais rapidamente e não precisam se preocupar em lembrar de mais um código para liberar serviços bancários. Não à toa, a Caixa Econômica Federal priorizou os programas sociais no cadastramento de seu sistema biométrico, iniciando esse processo com beneficiários do Bolsa Família e do INSS. A biometria é um instrumento facilitador para um idoso, por exemplo, que corre o risco de deixar de receber um benefício momentaneamente só por ter esquecido a senha do cartão. Atualmente, a Caixa tem 4 milhões de clientes cadastrados no seu projeto de biometria, 13 mil terminais de autoatendimento equipados com essa tecnologia e mais 6 mil previstos até o fim de Para este ano, é aguardada também a chegada do mecanismo aos canais lotéricos. Até o fim 2016, todo o parque de ATMs da Caixa deverá contar com sensores biométricos. No Itaú Unibanco, o plano é levar a bio- 16 revista Ciab FEBRABAN fevereiro de 2014

17 capa todos os beneficiários do sistema terão de cadastrar suas digitais. Em Fortaleza, Belo Horizonte e mais 33 municípios, o sistema de transporte público adotou a biometria facial da Empresa1. A tecnologia é usada para evita fraudes, fazendo a comparação da foto do usuário titular de benefício (Bilhete Único, meia passagem ou isenção) com imagens capturadas dentro do ônibus no momento da utilização do desconto. A biometria facial não depende do contato físico do usuário e tem impacto no tempo de Rachmaninoff/Wikimedia Commons metria a todos os canais eletrônicos até o fim deste de fevereiro deste ano. De acordo com a instituição, a maioria da clientela já registrou suas impressões digitais no sistema, e a meta é transformar isso em totalidade ainda em Uma novidade bem recebida pelos usuários foi a possibilidade de realizar saques sem cartão para quem está cadastrado no programa de biometria: a cada segundo ocorre uma operação do tipo no Itaú, segundo o banco. As impressões digitais não são a única forma de autenticar clientes no setor bancário. O Bradesco utiliza as veias da mão e dotou 100% de seus ATMs com essa funcionalidade. O banco informa que, em dezembro de 2013, máquinas de autoatendimento da Rede 24 horas também contavam com esse tipo de sensor, e o número de contas ativas inseridas no sistema de biometria era de Entre os projetos em estudo, está o aumento das opções de operações sem cartão - hoje restritas aos saques -, como extratos, pagamentos e transferências. A diversidade de modelos de biometria também aparece no Banco do Brasil. Ao longo deste ano, serão instalados em espaços conceito do BB terminais de autoatendimento futuristas, que capturam a íris e a voz, além da impressão digital. Hoje, predomina no banco a coleta de impressões digitais. Mais de 60 mil clientes já se registraram no sistema, e 800 ATMs de seu parque são dotados de dispositivos biométricos. A meta é, em até sete anos, elevar esses dois números a 100% de suas bases. O Santander informa que concluiu a fase piloto de seu projeto de identificação biométrica e iniciou a implantação do sistema na rede de atendimento, com a previsão de contar com a tecnologia em todas as agências até o fim de A instituição acrescenta que a modalidade adotada é a leitura de impressões digitais, a mesma utilizada por órgãos do governo federal. Os clientes serão convidados a se cadastrarem no sistema à medida que as agências estiveram prontas para operar a tecnologia. (Danilo Gregório) Sensores de impressão digital são uma das formas mais conhecidas de biometria fevereiro de 2014 revista Ciab FEBRABAN 17

18 capa embarque, diz Christine Rosenburg, gerente de marketing da Empresa1. A biometria facial está ficando mais comum porque as câmeras estão ficando mais baratas e presentes. Há câmeras nos celulares e as pessoas estão cada vez mais confortáveis ao serem fotografadas, diz Anne Robins, diretora de pesquisas da consultoria Gartner. Segundo ela, as tecnologias biométricas baseadas na face, impressões digitais, íris e voz já estão em um estágio maduro. A biometria pela impressão digital é a mais comum e bastante usada pelo governo; a biometria por voz ganhou espaço na autenticação de usuários em call centers. Impulso do varejo Um passo importante será dado quando dispositivos de reconhecimento biométrico se tornarem acessórios comuns dos usuários finais. O scanner de digitais do iphone 5s, o ID-Touch, integrante da geração mais recente de smartphones da Apple, é um sinal de que o mercado evoluiu para o lado do consumidor. A adoção da biometria nos smartphones mostra que caminho em direção a este tipo de tecnologia é irreversível, diz Marcelo Neves, da Unisys. Para Anne Robins, diretora de pesquisas do Gartner, isso permitirá que milhões de pessoas se familiarizem com o uso de scanner de impressão digital, o que naturalmente facilitará a adoção da biometria em outras aplicações. A Apple, porém, restringiu o uso do scanner de digitais a poucas funções como o desbloqueio do aparelho e a compra no itunes. Isso limita a utilidade do scanner, já que ninguém pode usá-lo para suas próprias aplicações. Esperamos que os outros fabricantes de celulares tenham uma estratégia diferente no uso do leitor biométrico, diz Anne. De fato, para que a biometria possa facilitar o processo de autenticação dos smartphones, uso de aplicativos e e-commerce, a indústria já está unindo forças. Empresas como PayPal, Google, Mastercard e Lenovo formaram a Fido Alliance, em busca de um padrão técnico para os sensores biométricos. O grupo está definindo regras para diversos tipos de equipamentos biométricos como de impressão digital, íris, voz, reconhecimento facial, com o objetivo de massificar o uso da biometria para mobile banking, e-commerce e outros serviços online pelo celular. Em meio a tanta coleta de dados biométricos, discussões éticas são inevitáveis. A empresa Amscreen desenvolveu uma tecnologia que usa a biometria facial para identificar o gênero e a idade aproximada de uma pessoa. Este sistema está sendo usado em postos de gasolina da empresa britânica Tesco para exibir publicidade direcionada de acordo com o perfil da pessoa que está na frente da câmera. Nos planos da empresa, a publicidade direcionada, com ajuda da biometria, será adotada na sua rede de supermercados. As entidades que defendem a privacidade do consumidor já começaram a exigir que as pessoas sejam informadas do uso da tecnologia no local, para que seus hábitos não sejam monitorados sem seu consentimento. Por parte do usuário, o interesse existe, comprovou o estudo da Ericsson, realizado com 100 mil pessoas, em 40 países: 52% dos entrevistados disseram que desejam usar a biometria por impressão digital para desbloquear o celular (no Brasil, esse percentual sobe para 79%) e 48% afirmaram interesse no reconhecimento pela íris. As pessoas ainda se preocupam com a segurança e privacidade quando o assunto é biometria. A verdade é que, com o uso dos sistemas biométricos para conferir sua identidade corretamente, você de fato pode proteger sua segurança e privacidade, diz a Anne Robins, do Gartner. n 18 revista Ciab FEBRABAN fevereiro de 2014

19 tecnologia pessoal Seu corpo será um dispositivo conectado Por que o fenômeno dos wearable devices pode mudar o modo como as empresas - e os bancos - se relacionam com seus consumidores Por Felipe Falleti Ao entrar em um shopping center, os óculos conectados identificam as ofertas ao seu redor. Um olhar mais atento ao pôster de um filme em cartaz fará o dispositivo oferecer a opção de comprar, por meio de um comando de voz, ingressos para a próxima sessão. Em uma loja de eletrônicos, os óculos lembrarão o usuário que ele precisa de pilhas novas para o controle remoto da TV de casa e vão alertá-lo para a taxa de juros cobrada pelo varejo para aquele ar condicionado. Situações como essas são imaginadas por quem aposta no potencial de interatividade dos chamados wearable devices (em português, dispositivos vestíveis ). O surgimento de artigos de moda computadorizados e ligados à internet abriu um novo nicho para desenvolvedores e empresas interessadas em inovar no relacionamento com consumidores. Mais do que dizer seu saldo ou lembrar o limite de compras disponível no cartão de crédito, aplicativos para dispositivos vestíveis, como o Google Glass, deverão favorecer uma relação mais contextual entre o cliente e sua instituição financeira, afirma Leonardo Copello, cofundador da utouchlabs, startup especializada no desenvolvimento de aplicativos móveis. Por contextual, Copello define as operações digitais em que o software analisa o comportamento do usuário ao longo de milhares de operações, seu estilo de consumo e o local onde está. Um exemplo de computação contextual é o recurso Google Now, já oferecido em smartphones. O app identifica, pelo horário e loca- fevereiro de 2014 revista Ciab FEBRABAN 19

20 tecnologia pessoal lização geográfica do usuário, que aquele deve ser o momento em que ele volta para casa do trabalho e, aí, mostra as condições do trânsito. Ou ainda, armazena a compra de uma passagem para um destino litorâneo e, na véspera da viagem, oferece informações como a previsão do tempo na praia de destino. Acessório informante Na avaliação de Copello, esse tipo de recurso será recorrente com a popularização de roupas e acessórios, como o Google Glass ou relógios e pulseiras inteligentes. No caso dos bancos, a mudança será disruptiva: a instituição financeira oferecerá aconselhamento em tempo real ao seu cliente, ora lembrando que ele já gastou demais naquele mês, ora revelando que há disponível uma linha de crédito mais econômica, por exemplo, do que o financiamento de um aparelho de ar condicionado em dez vezes diretamente na loja de varejo. Atualmente, os bancos não têm dados para oferecer esse tipo de informação ao usuário. No entanto, se o app do banco estiver instalado em uma pulseira ou óculos conectados e for possível juntar informações como movimentação financeira, crédito disponível, localização geográfica e comportamento de compras, uma revolução no relacionamento banco-cliente deverá ocorrer, afirma Copello. Atualmente, os apps bancários disponíveis para esse tipo de aparelho ainda são bastante singelos. O Bradesco, por exemplo, foi o primeiro banco nacional a anunciar a criação de um app para o Google Glass. Por meio da aplicação, os óculos identificam a posição geográfica do usuário e são capazes de informar onde estão as agências mais próximas ou os caixas automáticos em funcionamento. Nosso app também permite identificar, por meio de geolocalização, o hospital ou clínica médica mais próximos do cliente do Bradesco Saúde, afirma Em franca expansão Dispositivos vestíveis vão movimentar, em 2014, US$ 1.5 bilhão no mundo. A maior parte deste faturamento virá de equipamentos esportivos com sensores, pulseiras que monitoram o sono e relógios com acesso à internet. Os principais mercados são os Estados Unidos e a Europa. Em 2018, a projeção é de US$ 19 bilhões de faturamento. Neste ano, serão vendidos 100 milhões de dispositivos vestíveis no mundo. Este volume deve triplicar até 2016 Até 2018, 60% dos dispositivos vendidos estarão concentrados na área médica (dispositivos para monitorar o sono, a alimentação, índices de glicose, queima calórica, etc.). Outro segmento com grande impacto é o de fitness e esportes: calçados e pulseiras que medem esforço, deslocamento, batimento cardíaco, por exemplo, e mandam as informações para a nuvem. 20 revista Ciab FEBRABAN fevereiro de 2014 Fonte: IDC e Juniper Research

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