Estrutura de Controles Internos Para Gerenciar a Atribuição das Classificações de Risco de Crédito 1

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Estrutura de Controles Internos Para Gerenciar a Atribuição das Classificações de Risco de Crédito 1"

Transcrição

1 Estrutura de Controles Internos Para Gerenciar a Atribuição das Classificações de Risco de Crédito 1 Data: 20 de fevereiro de 2016 Versão: 6 Autor: Grupo de Compliance Global 1. Introdução Este documento descreve as atividades de controles internos da Fitch Ratings, Inc. (FRI) e Fitch Ratings Limited (FRL), incluindo as subsidiárias que atribuem ratings de escala internacional através da marca Fitch Ratings (conjuntamente, Fitch). Os Conselhos de Administração de ambas (Conselhos), a FRI e FRL, que são as agências de ratings de crédito mais seniores dentro do Fitch, Group Inc (Grupo Fitch) operam conforme a diretriz de governança e procedimentos que dão suporte a estes Conselhos. Os Conselhos da FRI e da FRL realizam as revisões em nome de todas as companhias do Grupo Fitch. Além disso, quando necessário e de acordo com legislação local aplicável, análises complementares são conduzidas pelo Conselho da subsidiária da Fitch em questão. 2. Supervisão dos Conselhos Além disso, os Conselhos exercem suas obrigações de supervisão na estrutura de controles internos da Fitch. A responsabilidade principal de cada Conselho é supervisionar a administração da FRI ou FRL, dependendo do caso, de acordo com suas respectivas responsabilidades fiduciárias e padrões estabelecidos pela legislação aplicável. Os Conselhos delegaram as responsabilidades pela gestão diária dos negócios da FRL e FRI para uma diretoria sênior com boa reputação e suficiente conhecimento e experiência para assegurar a gestão saúdavel e prudente da FRL e FRI. Particularmente, os Conselhos supervisionam, entre outras: 1. A emissão dos ratings de crédito; 2. A gestão de conflitos de interesses; 3. A gestão de controles internos relacionados com a determinação dos ratings de crédito; e 4. Remuneração e promoções. 1 Este documento é uma tradução livre do texto em inglês. Embora tenham sido envidados esforços na preparação desta tradução, a Fitch não assume qualquer responsabilidade por eventuais erros, ambiguidades ou omissões decorrentesdesta tradução e/ou quaisquer outros danos (sejam diretos, indiretos, casuais, consequentes ou punitivos) que possam surgir em conexão com esta tradução. Em caso de divergência entre a tradução e o texto original em inglês, o texto original deverá prevalecer. Fitch Ratings Estrutura de Contoles Internos 20 de Fevereiro de

2 3. Estrutura da Política Todas as políticas e procedimentos da Fitch, bem como todas as suas atualizações, estão compatíveis com (i) o Código de Conduta da Fitch, que incorpora as melhores práticas globais delineadas nos Fundamentos do Código de Conduta da IOSCO (Organização Internacional de Comissões de Títulos e Valores Mobiliários) para as Agências de Classificação de Risco de Crédito, e (ii) todas as leis, regras e regulamentos aplicáveis às agências de rating nas jurisdições em que a Fitch atua. Durante o período de formulação de políticas, são coletadas informações de todas as áreas relevantes dentro da Fitch, incluindo, quando apropriado, a equipe sênior dos grupos de análise, o Grupo de Políticas de Crédito (CPG), o Departamento Jurídico, o Grupo de Gerenciamento das Operações Globais (GOM), a área de Gestão de Negócios e Relacionamento (BRM) e o Grupo de Compliance Global (GCG). Uma vez finalizadas, as propostas são submetidas para revisão e aprovação de acordo com os procedimentos escritos da Fitch. As políticas da Fitch relativas ao Código de Ética também estão sujeitas a revisão e aprovação pelos Conselhos da FRI e FRL. 4. As Três Linhas de Defesa do Processo de Rating A estrutura de controles internos da Fitch está desenhada para assegurar que os funcionários Fitch cumpram com as políticas e procedimentos da Fitch, incluindo o Código de Ética e o O Manual de Processo de Rating, e consiste em três linhas de defesa, supervisionada, em última instância, pelos Conselhos: 1ª linha: GOM, BRM (veja o item 5 abaixo) e o grupo analítico dentro da Fitch; 2ª Linha: CPG (veja o item 6 abaixo) e GCG (veja item 7 abaixo); As áreas GOM, BRM, CPG e GCG recebem o apoio de estruturas e sistemas do grupo de Tecnologia Global; 3ª Linha: Auditorias externas ou terceiros contratados, conforme a necessidade. 5. Primeira Linha de Defesa A responsabilidade geral por assegurar que as políticas e procedimentos da Fitch sejam seguidos está concentrada nos gestores seniores dos grupos individuais da Fitch. Neste contexto, gestores seniores significam (i) Diretores Seniores Globais de Grupo e (ii) Diretores Globais de Grupo, cada um cobrindo um grupo analítico a (iii) os Diretores Regionais de Grupo que coordenam as áreas geográficas. Gerenciamento das Operações Globais GOM é responsável por desenhar e implementar procedimentos e controles para atender aos requerimentos regulatórios, políticas Fitch e guias de gerenciamento executivo para o processo de rating. O grupo trabalha com membros dos grupos analíticos, GCG, CPG, Recursos Humanos e Tecnologia para identificar riscos e implementar procedimentos e soluções técnicas que apoiem a estrutura de controles da Fitch e analistas, em cumprimento com as políticas e procedimentos Fitch Ratings Estrutura de Contoles Internos 20 de Fevereiro de

3 da empresa. GOM também produz relatórios gerenciais para apoiar as equipes analíticas no cumprimento dos vários procedimentos requeridos pelo RPM Manual de Processo de Rating. Além disso, GOM é responsável por definir e implementar as premissas globais para: Desenvolver políticas e procedimentos analíticos; Treinamentos relacionados com políticas e procedimentos e controles internos para a atribuição de ratings; Gestão de documentos e registros; Assegurar qualidade dos processos. Gestão de Negócios e Relacionamento Fitch mantém segregado um grupo de Gestão de Negócios e Relacionamento (BRM), encarregado de desempenhar as atividades de marketing de rating para assegurar que o grupo analítico não seja influenciado por considerações de negócios. Assim, todas as discussões com emissores, arranjadores, patrocinadores, prestadores de serviços ou qualquer outra parte interagindo com a Fitch representando o emissor no que diz respeito a preços, arranjos de pagamento, ou faturamento são administrados pelas áreas de BRM, finanças, e contabilidade, membros do Departamento Jurídico ou qualquer outra pessoa que seja funcionário da Fitch para o desempenho das atividades de faturamento e recebimento de preços. Os funcionário de BRM devem seguir políticas e procedimentos para assegurar o cumprimento da regulamentos anticorrupção e sanções internacionais. 6. Segunda Linha de Defesa Do mesmo modo, as principais funções de controle da Fitch são exercidas de forma global ao invés de local, com equipes baseadas, principalmente, nos escritórios da Fitch de Nova Iorque e Londres, prestando suporte e supervisionando todos os escritórios que fazem parte da estrutura organizacional da Fitch. Além disso, o GCG é apoiado por profissionais de Compliance em Chicago, para atender ao escritório da Fitch Chicago; em São Paulo, para atender às operações da Fitch Brasil; no Japão, para atender às operações do Japão; em Moscou, para atender à Fitch Ratings CIS Limited; e um diretor Regional de Crédito (CPG), baseado em Hong Kong, para apoiar a região de Ásia/Pacífico. O Grupo de Políticas de Crédito O CPG é independente dos grupos analíticos de ratings e inclui diretores do Grupo de Crédito, dos Regionais de Crédito, de Metodologia, de Gerenciamento de Modelos de Análise e de Pesquisa de Mercado de Crédito. Os diretores dos Grupos de Crédito, de Metodologia e de Gerenciamento de Modelos de Análise se reportam ao Diretor de Risco para o Grupo Fitch. O CPG é responsável por assegurar que as metodologias de rating sejam adequadas e aplicadas consistentemente por todos os grupos analíticos. Como tal, o CPG exerce a função de avaliação de risco com relação ao trabalho analítico da Fitch. Para o cumprimento destas responsabilidades, as atividades do CPG são as seguintes, entre outras: Fitch Ratings Estrutura de Contoles Internos 20 de Fevereiro de

4 Agrega os riscos dos ratings, com foco na identificação dos riscos e coordenação entre setores e regiões. Conduz a revisão para avaliação de desempenho e comparabilidade dos ratings. Usa as tendências de mudança de volumes de emissões, inovações de produtos ou mudanças estruturais para despertar, de forma apropriada e construtiva, a consciência sobre potenciais descolamentos das abordagens atuais. Associa as tendências dos ratings aos fundamentos atuais, desenvolvimento macroeconômico e expectativas analiticamente definidas por indústrias e setores. Monitora se os grupos analíticos estão abordando os novos desenvolvimentos com senso de urgência e rigor apropriados. Reporta e faz recomendações em certos casos. Desenvolve e nomeia áreas de pesquisas específicas que podem ser usadas para traçar prioridades ou identificar o próximo desenvolvimento potencial do mercado de crédito. Assegura que análises de sensibilidade e/ou projeções sejam utilizadas em cada grupo, conforme apropriado, para garantir que os ratings sejam prospectivos. Supervisiona a revisão das metodologias analíticas (e modelos relacionados) e o processo de aprovação. Os grupos analíticos são responsáveis por propor metodologias e modelos adequados que suportem os ratings. Os membros do CPG são responsáveis pela revisão e aprovação de metodologias e modelos usados na análise de ratings. O Diretor de Crédito e os diretores de Grupos e Regionais participam de diferentes comitês e discussões para assegurar que questionamentos novos ou em desenvolvimento sejam compartilhados e discutidos em todos os grupos analíticos. Conduz os estudos regulares sobre transição e inadimplência para monitorar o desempenho dos ratings da Fitch ao longo do tempo e através de setores analíticos e áreas geográficas. Utiliza o banco de dados de metodologias e modelos em cumprimento com os requerimentos para revisar tais metodologias e modelos. Revisa as reclamações relacionadas ao processo de crédito. Revisa e implementa políticas e procedimentos para a gestão de exceções. Treinamento Global Academia de Crédito da Fitch O CPG contribui para o desenvolvimento do programa de treinamento Academia de Crédito da Fitch que proporciona uma estrutura formal ao desenvolvimento e avaliação do conhecimento e das habilidades que os analistas necessitam para serem eficazes nas avaliações de crédito. O programa está composto de dois níveis: O primeiro nível do programa introduz conceitos fundamentais sobre crédito, e o segundo nível está composto de dez programas especializados Fitch Ratings Estrutura de Contoles Internos 20 de Fevereiro de

5 destinados a desenvolver o conhecimento e as habilidades apropriadas para cada grupo analítico, setor e região, quando apropriados. 7. O Grupo Global de Compliance O grupo é responsável por avaliar o cumprimento de políticas e procedimentos da Fitch com relação aos ratings atribuídos, utilizando as escalas internacionais de rating da Fitch, incluindo o Código de Conduta e as políticas relacionadas a conflitos de interesse e confidencialidade. O grupo é liderado pelo Diretor Global de Compliance. GCG monitora e avalia, regularmente, o cumprimento de políticas e procedimentos da Fitch, através das funções descritas abaixo, bem como, analisando as informações obtidas da linha de Relatos de Violações da Fitch. Conforme necessário, o GCG acompanha os gestores no endereçamento de problemas identificados. O Diretor Global de Compliance, também, tem responsabilidade por assegurar que revisões apropriadas sejam conduzidas, em resposta a possíveis violações do Código de Ética e demais políticas de conduta da Fitch. As principais responsabilidades das três equipes do GCG são as seguintes: (a) Compliance Regulatório: responsável por manter o registro das agências de risco Fitch, em todas as jurisdições em que a Fitch está registrada e emite ratings de escala internacional (Jurisdições Cobertas). Isto inclui a realização e o arquivamento dos relatórios anuais, semestrais e mensais e, outros, quando necessários. Além disso, a equipe administra todos os exames regulatórios (incluindo reuniões presenciais, coleta de informações e entrega de toda documentação requerida, além de qualquer informação adicional) solicitados pelos reguladores nas Jurisdições Cobertas, quando aplicável. A equipe gerencia todas as respostas da Fitch aos problemas identificados pelos reguladores, acompanha e monitora o cumprimento das recomendações destes reguladores. A equipe se encontra regularmente com os reguladores, nas Jurisdições Cobertas, seja através de reuniões presenciais ou conferências telefônicas. A equipe também é responsável pela exposição regulatória, conforme requerido por cada Jurisdição Coberta. Finalmente, Compliance Regulatório monitora os escritórios da América Latina, Ásia, Europa, Oriente Médio e Africa através de visitas ou confereências telefonicas. Compliance Regulatório é gerenciado por um Chefe de Compliance Regulatório para Europa e Ásia e um Chefe de Compliance Regulatório para Americas. Compliance Regulatório mantém um banco de dados de regulamentações aplicáveis aos ratings em escala internacional. (b) Monitoramento de Conflitos Pessoais: PCM administra o cumprimento dos requisitos do Boletim 13: Política Global de Confidencialidade, de Conflitos de Interesses e de Negociação de Títulos da Fitch (Boletim 13). O Boletim 13 estabelece políticas para minimizar conflitos reais ou potenciais que possam surgir das atividades de negociação de valores mobiliários dos funcionários; atividades externas ou relacionamentos externos; presentes, participação em eventos de negócio ou lazer. PCM utiliza uma plataforma de supervisão de negociação terceirizada para o monitoramento das atividades de investimento dos funcionários, gerenciar a certificação de posição inicial e aplicar o questionário de cumprimento aos novos funcionários, bem como, para a realização da certificação anual de compliance sobre a posição de títulos e valores mobiliários e outras questões de compliance. PCM também é responsável pela administração das exceções e processos de Fitch Ratings Estrutura de Contoles Internos 20 de Fevereiro de

6 recusa, conteúdo do treinamento de compliance e comunicação aos diretores sobre estas atividades. (c) Compliance Testes e Monitoramento: CTM conduz o programa de testes de compliance através da avaliação das políticas e procedimentos da Fitch e a efetividade dos controles internos implementados com relação aos ratings de crédito internacional e atividades relacionadas. Pelo menos, anualmente, CTM desenvolve o plano de testes de compliance baseado na priorização do universo da metodologia de testes baseada em risco. Geralmente, quando apropriado, as amostras dos testes incluem, pelo menos, uma seleção de cada país em que sejam emitidos ratings internacionais. Na conclusão de cada teste, CTM emite e distribui relatórios escritos que incluem as respostas da administração e as ações corretivas com respeito a cada problema identificado. CTM, então, realiza o acompanhamento das ações corretivas para assegurar que estas sejam corretamente implementadas. CTM conduz revisões especiais a pedido do Diretor Global de Compliance. Estas revisões especiais têm escopo limitado e são conduzidas oportunisticamente em atendimento a determinados problemas identificados. Na conclusão de cada revisão especial, CTM emite e distribui relatórios escritos que incluem as respostas da administração e as ações corretivas com respeito a cada problema identificado. Assim como nos relatórios de testes, CTM é responsável também pela gestão do processo de revisão de s conduzido pela equipe de Compliance. Os funcionários são selecionados para revisão de s com base em certos critérios (incluindo hitórico de violações, solicitação da administração, revisões especiais, área geográfica, cargo e grupo analítico) para detectar potencial violação às políticas e procedimentos da Fitch. Finalmente, CTM é responsável por manter e monitorar os mais variados sistemas de monitoramento das informações de compliance. Estas informações são resumidas e informadas aos gestores seniores e aos Conselhos e discutidas mensalmente com os gestores seniores de Compliance. 8. Estrutura Global de Tecnologia e Sistemas Para Melhoramento dos Controles Internos O Grupo de Tecnologia da Informação da Fitch administra a infraestrutura tecnológica da Fitch globalmente. Gerencia o controle do acesso às pastas, arquivos e aplicações em cumprimento às políticas de confidencialidade e conflitos de interesse. Gerencia a segurança dos dados (como segurança de computadores e redes) em cumprimento às políticas de confidencialidade. Mantém e monitora a infraestrutura incluindo estações de trabalho, redes e bancos de dados necessários às operações regulares. Gerencia e testa a continuidade dos negócios e os planos de recuperação de desastres. Desenvolve e mantém as aplicações customizadas necessárias ao atendimento das atividades básicas de atribuição de ratings, tais como sistemas de fluxo de trabalho, sistemas de análise e supervisão, edição e publicação e sistemas de administração de documentos. Fitch Ratings Estrutura de Contoles Internos 20 de Fevereiro de

Política de Segregação*

Política de Segregação* Boletim: 10 Política de Segregação* Entrada em vigor: 20 de junho de 2013 Versão: 8 Autor: Departamento Jurídico e Compliance I. Fitch Group, Inc. ( Fitch ) através de suas subsidiárias Fitch Ratings,

Leia mais

Comitês do Banco BMG. Comitês Existentes

Comitês do Banco BMG. Comitês Existentes Comitês do Banco BMG Introdução Os Comitês representam coletivamente os interesses do Banco BMG, nos diversos segmentos de sua organização. É política do Banco BMG, manter o controle permanente de seus

Leia mais

Política de Gestão de Negócios e de Relacionamento

Política de Gestão de Negócios e de Relacionamento Boletim n o 4* Política de Gestão de Negócios e de Relacionamento Entrada em Vigor: 15 de junho de 2015 Versão: 13 Autor: Grupo de Gestão de Negócios e de Relacionamento (BRM) I. INTRODUÇÃO A. Princípios

Leia mais

Política de Gerenciamento de Risco Operacional

Política de Gerenciamento de Risco Operacional Política de Gerenciamento de Risco Operacional Departamento Controles Internos e Compliance Fevereiro/2011 Versão 4.0 Conteúdo 1. Introdução... 3 2. Definição de Risco Operacional... 3 3. Estrutura de

Leia mais

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos NOÇÕES DE OHSAS 18001:2007 CONCEITOS ELEMENTARES SISTEMA DE GESTÃO DE SSO OHSAS 18001:2007? FERRAMENTA ELEMENTAR CICLO DE PDCA (OHSAS 18001:2007) 4.6 ANÁLISE CRÍTICA 4.3 PLANEJAMENTO A P C D 4.5 VERIFICAÇÃO

Leia mais

-CAPÍTULO I ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO

-CAPÍTULO I ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO -CAPÍTULO I ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO 1. Sistema Sicoob A Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional abaixo visa dar conformidade ao que dispõe a Resolução n 3.380/2006, do Conselho Monetário

Leia mais

PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA INTERNA. 1 Objetivo Este Procedimento tem como objetivo descrever a rotina aplicável aos procedimentos de auditoria interna

PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA INTERNA. 1 Objetivo Este Procedimento tem como objetivo descrever a rotina aplicável aos procedimentos de auditoria interna 025 1/8 Sumário 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Documentos complementares 4 Definições 5 Procedimento 6. Formulários 7. Anexo A 1 Objetivo Este Procedimento tem como objetivo descrever a rotina aplicável aos

Leia mais

NBA 40 - CONTROLE DE QUALIDADE DAS AUDITORIAS REALIZADAS PELOS TRIBUNAIS DE CONTAS

NBA 40 - CONTROLE DE QUALIDADE DAS AUDITORIAS REALIZADAS PELOS TRIBUNAIS DE CONTAS NBA 40 - CONTROLE DE QUALIDADE DAS AUDITORIAS REALIZADAS PELOS TRIBUNAIS DE CONTAS INTRODUÇÃO (Issai 40 - Introdução) 1. A NBA 40 tem como objetivo ajudar os Tribunais de Contas a elaborar, estabelecer

Leia mais

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL Versão 2015.2 Editada em julho de 2015 SUMÁRIO 1. Objetivo da Política...3 2. Abrangência...3 3. Princípios...3 4. Das Diretrizes Estratégicas...4 5. Da Estrutura

Leia mais

Correntes de Participação e Critérios da Aliança Global Wycliffe [Versão de 9 de maio de 2015]

Correntes de Participação e Critérios da Aliança Global Wycliffe [Versão de 9 de maio de 2015] Correntes de Participação e Critérios da Aliança Global Wycliffe [Versão de 9 de maio de 2015] Introdução As Organizações da Aliança Global Wycliffe desejam expressar a unidade e a diversidade do Corpo

Leia mais

GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL

GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL Definição de Risco Operacional Riscos Operacionais cobrem as instâncias onde a corretora pode sofrer perdas inerentes direta ou indiretamente a processos internos falhos ou

Leia mais

COMITÊ DE RISCO E AUDITORIA INTERNA VIX LOGÍSTICA S/A

COMITÊ DE RISCO E AUDITORIA INTERNA VIX LOGÍSTICA S/A COMITÊ DE RISCO E AUDITORIA INTERNA VIX LOGÍSTICA S/A 1 NATUREZA DO COMITÊ E OBJETIVO GERAL O Comitê de Risco e Auditoria Interna é um órgão acessório ao Conselho de Administração (CAD) e tem como objetivo

Leia mais

O termo compliance é originário do verbo, em inglês, to comply, e significa estar em conformidade com regras, normas e procedimentos.

O termo compliance é originário do verbo, em inglês, to comply, e significa estar em conformidade com regras, normas e procedimentos. POLÍTICA DE COMPLIANCE INTRODUÇÃO O termo compliance é originário do verbo, em inglês, to comply, e significa estar em conformidade com regras, normas e procedimentos. Visto isso, a REAG INVESTIMENTOS

Leia mais

A Resolução CFC n.º 1.329/11 alterou a sigla e a numeração desta Norma de NBC T 12 para NBC TI 01.

A Resolução CFC n.º 1.329/11 alterou a sigla e a numeração desta Norma de NBC T 12 para NBC TI 01. A Resolução CFC n.º 1.329/11 alterou a sigla e a numeração desta Norma de NBC T 12 para NBC TI 01. RESOLUÇÃO CFC Nº 986/03 Aprova a NBC TI 01 Da Auditoria Interna. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE,

Leia mais

ISO 14004:2004. ISO14004 uma diretriz. Os princípios-chave ISO14004. Os princípios-chave

ISO 14004:2004. ISO14004 uma diretriz. Os princípios-chave ISO14004. Os princípios-chave ISO14004 uma diretriz ISO 14004:2004 Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio Prof.Dr.Daniel Bertoli Gonçalves FACENS 1 Seu propósito geral é auxiliar as

Leia mais

Manual do Revisor Oficial de Contas. Projecto de Directriz de Revisão/Auditoria 860

Manual do Revisor Oficial de Contas. Projecto de Directriz de Revisão/Auditoria 860 Índice Projecto de Directriz de Revisão/Auditoria 860 PROJECTO DE DIRECTRIZ DE REVISÃO/AUDITORIA 860 Dezembro de 2008 Relatório Sobre o Sistema de Controlo Interno das Instituições de Crédito e Sociedades

Leia mais

EXTRATO DA POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS

EXTRATO DA POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS 1 OBJETIVO Fornecer as diretrizes para a Gestão de Riscos da Fibria, assim como conceituar, detalhar e documentar as atividades a ela relacionadas. 2 ABRANGÊNCIA Abrange todas as áreas da Fibria que, direta

Leia mais

LISTA DE VERIFICAÇAO DO SISTEMA DE GESTAO DA QUALIDADE

LISTA DE VERIFICAÇAO DO SISTEMA DE GESTAO DA QUALIDADE Questionamento a alta direção: 1. Quais os objetivos e metas da organização? 2. quais os principais Produtos e/ou serviços da organização? 3. Qual o escopo da certificação? 4. qual é a Visão e Missão?

Leia mais

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL Versão Julho de 2015 POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL (Política e procedimentos relacionados à responsabilidade socioambiental da Gávea DTVM nos termos da Resolução BCB no 4.327, de 25 de abril

Leia mais

Fitch Afirma Rating da Unidas; Perspectiva Revisada Para Positiva

Fitch Afirma Rating da Unidas; Perspectiva Revisada Para Positiva Fitch Afirma Rating da Unidas; Perspectiva Revisada Para Positiva 13 Fev 2015 17h00 Fitch Ratings - Rio de Janeiro, 13 de fevereiro de 2015: A Fitch Ratings afirmou, hoje, o Rating Nacional de Longo Prazo

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO - PGR

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO - PGR POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO - PGR DATASUS Maio 2013 Arquivo: Política de Gestão de Riscos Modelo: DOC-PGR Pág.: 1/12 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO...3 1.1. Justificativa...3 1.2. Objetivo...3 1.3. Aplicabilidade...4

Leia mais

POLÍTICA DE CONTINUIDADE DE NEGÓCIOS

POLÍTICA DE CONTINUIDADE DE NEGÓCIOS Classificação das Informações 5/5/2015 Confidencial [ ] Uso Interno [ X ] Uso Público ÍNDICE 1 OBJETIVO... 3 2 ABRANGÊNCIA... 3 3 REFERÊNCIA... 3 4 CONCEITOS... 3 5 DIRETRIZES... 4 6 RESPONSABILIDADES...

Leia mais

2. AMPLITUDE 2.1. Todas as atividades que fazem parte do escopo do SGI desenvolvidas na ABCZ.

2. AMPLITUDE 2.1. Todas as atividades que fazem parte do escopo do SGI desenvolvidas na ABCZ. 1. OBJETIVO Este procedimento estabelece as diretrizes para a realização de auditorias internas no SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO DA ABCZ (SGI) tendo por base todos os requisitos previstos no MANUAL DO SGI

Leia mais

SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A.

SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A. SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A. CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REGIMENTO INTERNO DOS COMITÊS COMITÊ DE AUDITORIA APROVADO PELO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EM 24 DE SETEMBRO DE 2014 SUMÁRIO I INTRODUÇÃO 3 II OBJETO

Leia mais

Introdução. Escritório de projetos

Introdução. Escritório de projetos Introdução O Guia do Conhecimento em Gerenciamento de Projetos (Guia PMBOK ) é uma norma reconhecida para a profissão de gerenciamento de projetos. Um padrão é um documento formal que descreve normas,

Leia mais

NORMA ISO 14004. Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio

NORMA ISO 14004. Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio Página 1 NORMA ISO 14004 Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio (votação 10/02/96. Rev.1) 0. INTRODUÇÃO 0.1 Resumo geral 0.2 Benefícios de se ter um Sistema

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL Última atualização: Agosto/2014 EXCLUSIVO PARA USO INTERNO Produzido pelas área de Risco Operacional Aprovado e revisado pela Diretoria Executiva A reprodução

Leia mais

Prefeitura Municipal de Catanduva Banco Interamericano de Desenvolvimento. Programa de Desenvolvimento Urbano Integrado de Catanduva

Prefeitura Municipal de Catanduva Banco Interamericano de Desenvolvimento. Programa de Desenvolvimento Urbano Integrado de Catanduva Prefeitura Municipal de Catanduva Banco Interamericano de Desenvolvimento Programa de Desenvolvimento Urbano Integrado de Catanduva ESTRUTURA DE ORGANIZACIONAL DO PROGRAMA O esquema organizacional do Programa,

Leia mais

POLÍTICA DE COMPLIANCE

POLÍTICA DE COMPLIANCE Informação Pública 13/05/2016 ÍNDICE 1 OBJETIVO... 3 2 ABRANGÊNCIA... 3 3 REFERÊNCIAS... 3 4 DEFINIÇÕES... 4 5 DIRETRIZES... 4 6 RESPONSABILIDADES... 5 7 DISPOSIÇÕES FINAIS... 7 8 INFORMAÇÕES DE CONTROLE...

Leia mais

TI - Política de Segurança da Informação FSB Comunicações

TI - Política de Segurança da Informação FSB Comunicações T TI - Política de Segurança da Informação FSB Comunicações Versão 1.2 24/08/2015 1 1. Introdução A informação é um ativo que possui grande valor para a FSB Comunicações, devendo ser adequadamente utilizada

Leia mais

CAPÍTULO 25 COERÊNCIA REGULATÓRIA

CAPÍTULO 25 COERÊNCIA REGULATÓRIA CAPÍTULO 25 COERÊNCIA REGULATÓRIA Artigo 25.1: Definições Para efeito deste Capítulo: medida regulatória coberta significa a medida regulatória determinada por cada Parte a ser objeto deste Capítulo nos

Leia mais

Todos nossos cursos são preparados por mestres e profissionais reconhecidos no mercado, com larga e comprovada experiência em suas áreas de atuação.

Todos nossos cursos são preparados por mestres e profissionais reconhecidos no mercado, com larga e comprovada experiência em suas áreas de atuação. Curso Formação Efetiva de Analístas de Processos Curso Gerenciamento da Qualidade Curso Como implantar um sistema de Gestão de Qualidade ISO 9001 Formação Profissional em Auditoria de Qualidade 24 horas

Leia mais

Regulamento do Mestrado Profissional em Administração Pública em Rede Nacional

Regulamento do Mestrado Profissional em Administração Pública em Rede Nacional Regulamento do Mestrado Profissional em Administração Pública em Rede Nacional Capítulo I Objetivos Artigo 1º - O Mestrado Profissional em Administração Pública em Rede Nacional (PROFIAP) tem como objetivo

Leia mais

Porque estudar Gestão de Projetos?

Porque estudar Gestão de Projetos? Versão 2000 - Última Revisão 07/08/2006 Porque estudar Gestão de Projetos? Segundo o Standish Group, entidade americana de consultoria empresarial, através de um estudo chamado "Chaos Report", para projetos

Leia mais

Associados Comerciais estabelecidos fora dos Estados Unidos Número da Política: LEGL.POL.102

Associados Comerciais estabelecidos fora dos Estados Unidos Número da Política: LEGL.POL.102 1.0 Finalidade 1.1 A CommScope, Inc. e suas empresas afiliadas ( CommScope ) podem, a qualquer tempo, contratar consultores, agentes de vendas, conselheiros e outros representantes e, frequentemente, estabelecer

Leia mais

CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO (ISO/IEC 27006:2011) - OTS

CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO (ISO/IEC 27006:2011) - OTS CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO (ISO/IEC 276:2011) - OTS NORMA Nº NIT-DICOR-011 APROVADA EM MAR/2013 Nº 01/46 SUMÁRIO

Leia mais

MERCADO DE CAPITAIS. de administração de carteiras de valores mobiliários

MERCADO DE CAPITAIS. de administração de carteiras de valores mobiliários MERCADO DE CAPITAIS 01/04/2015 CVM edita a Instrução nº 558/15, que regula a atividade de administração de carteiras de valores mobiliários A Comissão de Valores Mobiliários ( CVM ) divulgou, em 26 de

Leia mais

Gerenciamento de integração de projeto

Gerenciamento de integração de projeto Objetivos do Conteúdo Gerenciamento de integração de projeto Sergio Scheer / DCC / UFPR TC045 Gerenciamento de Projetos Prover capacitação para: - Identificar os processos de Gerenciamento de Projetos;

Leia mais

POLÍTICA DE INVESTIMENTO RESPONSÁVEL E DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

POLÍTICA DE INVESTIMENTO RESPONSÁVEL E DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL SUL AMÉRICA INVESTIMENTOS DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS S.A POLÍTICA DE INVESTIMENTO RESPONSÁVEL E DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL Índice: 1 OBJETIVO 2 2 CONCEITOS E DEFINIÇÕES 2 3

Leia mais

ANPAD; Um representante da comunidade científica indicado pela Diretoria Artigo 5º ANDIFES. - São atribuições do Comitê Gestor: da

ANPAD; Um representante da comunidade científica indicado pela Diretoria Artigo 5º ANDIFES. - São atribuições do Comitê Gestor: da Regulamento do Curso de Mestrado Profissional Nacional em Administração Pública em Rede (PROFIAP) Artigo Capítulo 1º I - Objetivos administrativa produtividade tem O Mestrado avançada como objetivo Profissional

Leia mais

ISO 9001: SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

ISO 9001: SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE ISO 9001: SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Prof. MARCELO COSTELLA FRANCIELI DALCANTON ISO 9001- INTRODUÇÃO Conjunto de normas e diretrizes internacionais para sistemas de gestão da qualidade; Desenvolve

Leia mais

ECONTEXTO. Auditoria Ambiental e de Regularidade

ECONTEXTO. Auditoria Ambiental e de Regularidade Auditoria Ambiental e de Regularidade Organização Internacional das Entidades Fiscalizadoras Superiores - INTOSAI Grupo de Trabalho sobre Auditoria Ambiental - WGEA ECONTEXTO Este artigo é um resumo do

Leia mais

Auditoria de Segurança e Saúde do Trabalho da SAE/APO sobre Obra Principal, Obras Complementares, Obras do reservatório e Programas Ambientais

Auditoria de Segurança e Saúde do Trabalho da SAE/APO sobre Obra Principal, Obras Complementares, Obras do reservatório e Programas Ambientais 1 / 10 1 OBJETIVO: Este procedimento visa sistematizar a realização de auditorias de Saúde e Segurança do Trabalho por parte da SANTO ANTÔNIO ENERGIA SAE / Gerência de Saúde e Segurança do Trabalho GSST,

Leia mais

Desenvolve Minas. Modelo de Excelência da Gestão

Desenvolve Minas. Modelo de Excelência da Gestão Desenvolve Minas Modelo de Excelência da Gestão O que é o MEG? O Modelo de Excelência da Gestão (MEG) possibilita a avaliação do grau de maturidade da gestão, pontuando processos gerenciais e resultados

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE LIQUIDEZ. 1 ) Introdução

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE LIQUIDEZ. 1 ) Introdução 1 ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE LIQUIDEZ 1 ) Introdução A Diretoria Executiva da Grazziotin Financeira, em atendimento à Resolução CMN 4.090 de maio/2012 implementou sua estrutura de Gerenciamento

Leia mais

Gerenciamento de Projetos. Douglas Farias Cordeiro

Gerenciamento de Projetos. Douglas Farias Cordeiro Gerenciamento de Projetos Douglas Farias Cordeiro Conceito de Organização Uma organização pode ser descrita como um arranjo sistemático, onde esforços individuais são agregados em prol de um resultado

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 4.799, DE 4 DE AGOSTO DE 2003. Dispõe sobre a comunicação de governo do Poder Executivo Federal e dá outras providências.

Leia mais

POLÍTICA DE RISCO OPERACIONAL

POLÍTICA DE RISCO OPERACIONAL Classificação das Informações 5/5/2015 Confidencial [ ] Uso Interno [ X ] Uso Público ÍNDICE 1 OBJETIVO... 3 2 ABRANGÊNCIA... 3 3 REFERÊNCIA... 3 4 CONCEITOS... 3 5 DIRETRIZES... 4 6 RESPONSABILIDADES...

Leia mais

QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE PESSOAL EM CORROSÃO E PROTEÇÃO

QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE PESSOAL EM CORROSÃO E PROTEÇÃO ABRACO 00 de 0 OBJETIVO Esta norma estabelece a sistemática adotada pela Associação Brasileira de Corrosão ABRACO para o funcionamento do Sistema Nacional de Qualificação e Certificação em Corrosão e Proteção.

Leia mais

PrimeGlobal PGBR. Uma excelente alternativa em serviços de auditoria, consultoria e Impostos. Diferença PrimeGlobal

PrimeGlobal PGBR. Uma excelente alternativa em serviços de auditoria, consultoria e Impostos. Diferença PrimeGlobal PrimeGlobal PGBR Uma excelente alternativa em serviços de auditoria, consultoria e Impostos Somos uma empresa de auditoria, consultoria e impostos, criada á partir da junção de importantes empresas nacionais,

Leia mais

Pesquisa de Auditoria Interna

Pesquisa de Auditoria Interna Pesquisa de Auditoria Interna - IARCS 1 Pesquisa de Auditoria Interna IARCS kpmg.com/br 2 Pesquisa de Auditoria Interna - IARCS PREFÁCIO A Auditoria Interna tem sido considerada nas companhias como sua

Leia mais

Relatório da Estrutura de Gerenciamento Centralizado de Riscos e de Capital do Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) Ano 2013

Relatório da Estrutura de Gerenciamento Centralizado de Riscos e de Capital do Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) Ano 2013 1/9 Relatório da Estrutura de Gerenciamento Centralizado de Riscos e de Capital do Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) Ano 2013 I Apresentação 1. Aprimorando a harmonização, a integração

Leia mais

4 Metodologia e estratégia de abordagem

4 Metodologia e estratégia de abordagem 50 4 Metodologia e estratégia de abordagem O problema de diagnóstico para melhoria da qualidade percebida pelos clientes é abordado a partir da identificação de diferenças (gaps) significativas entre o

Leia mais

C O B I T Control Objectives for Information and related Technology

C O B I T Control Objectives for Information and related Technology C O B I T Control Objectives for Information and related Technology Goiânia, 05 de Janeiro de 2009. Agenda Evolução da TI Desafios da TI para o negócio O que é governança Escopo da governança Modelos de

Leia mais

Gestão e estratégia de TI Conhecimento do negócio aliado à excelência em serviços de tecnologia

Gestão e estratégia de TI Conhecimento do negócio aliado à excelência em serviços de tecnologia Gestão e estratégia de TI Conhecimento do negócio aliado à excelência em serviços de tecnologia Desafios a serem superados Nos últimos anos, executivos de Tecnologia de Informação (TI) esforçaram-se em

Leia mais

BM&FBOVESPA. Política de Risco Operacional. Diretoria de Controles Internos, Compliance e Risco Corporativo. Última Revisão: março de 2013.

BM&FBOVESPA. Política de Risco Operacional. Diretoria de Controles Internos, Compliance e Risco Corporativo. Última Revisão: março de 2013. BM&FBOVESPA Diretoria de Controles Internos, Compliance e Risco Corporativo Página 1 Última Revisão: março de 2013 Uso interno Índice 1. OBJETIVO... 3 2. ABRANGÊNCIA... 3 3. REFERÊNCIA... 3 4. CONCEITOS...

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA A AUDITORIA DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DO PRODAF

TERMO DE REFERÊNCIA PARA A AUDITORIA DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DO PRODAF TERMO DE REFERÊNCIA PARA A AUDITORIA DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DO PRODAF Introdução 1. O Estado do Piauí celebrou com o Banco Interamericano de Desenvolvimento - BID, em 22 de outubro de 2010, o Contrato

Leia mais

TRANSIÇÃO DAS CERTIFICAÇÕES DOS SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE E SISTEMAS DE GESTÃO AMBIENTAL, PARA AS VERSÕES 2015 DAS NORMAS.

TRANSIÇÃO DAS CERTIFICAÇÕES DOS SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE E SISTEMAS DE GESTÃO AMBIENTAL, PARA AS VERSÕES 2015 DAS NORMAS. TRANSIÇÃO DAS CERTIFICAÇÕES DOS SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE E SISTEMAS DE GESTÃO AMBIENTAL, PARA AS VERSÕES 2015 DAS NORMAS. As novas versões das normas ABNT NBR ISO 9001 e ABNT NBR ISO 14001 foram

Leia mais

O Banco Central do Brasil em 29/06/2006 editou a Resolução 3380, com vista a implementação da Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional.

O Banco Central do Brasil em 29/06/2006 editou a Resolução 3380, com vista a implementação da Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional. 1 POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL 1.1 Introdução O Banco Central do Brasil em 29/06/2006 editou a Resolução 3380, com vista a implementação da Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional.

Leia mais

O que esperar do SVE KIT INFORMATIVO PARTE 1 O QUE ESPERAR DO SVE. Programa Juventude em Acção

O que esperar do SVE KIT INFORMATIVO PARTE 1 O QUE ESPERAR DO SVE. Programa Juventude em Acção O QUE ESPERAR DO SVE Programa Juventude em Acção KIT INFORMATIVO Parte 1 Maio de 2011 Introdução Este documento destina-se a voluntários e promotores envolvidos no SVE. Fornece informações claras a voluntários

Leia mais

Gerenciamento da Integração (PMBoK 5ª ed.)

Gerenciamento da Integração (PMBoK 5ª ed.) Gerenciamento da Integração (PMBoK 5ª ed.) O PMBoK diz que: O gerenciamento da integração do projeto inclui os processos e as atividades necessárias para identificar, definir, combinar, unificar e coordenar

Leia mais

DIRETRIZES E PARÂMETROS DE AVALIAÇÃO DE PROPOSTAS DE CURSOS NOVOS DE MESTRADO PROFISSIONAL

DIRETRIZES E PARÂMETROS DE AVALIAÇÃO DE PROPOSTAS DE CURSOS NOVOS DE MESTRADO PROFISSIONAL DIRETRIZES E PARÂMETROS DE AVALIAÇÃO DE PROPOSTAS DE CURSOS NOVOS DE MESTRADO PROFISSIONAL I) Apresentação Este documento descreve as diretrizes e parâmetros de avaliação de mestrado profissional em Administração,

Leia mais

MERCER 360 PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS

MERCER 360 PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS MERCER 360 PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS Ponto de Vista da Mercer A avaliação 360 é um elemento vital para o desenvolvimento da liderança e planejamento de talentos Identifica pontos fortes e áreas de desenvolvimento

Leia mais

29/05/2012. Gestão de Projetos. Luciano Gonçalves de Carvalho FATEC. Agenda. Gerenciamento de Integração do Projeto Exercícios Referências FATEC

29/05/2012. Gestão de Projetos. Luciano Gonçalves de Carvalho FATEC. Agenda. Gerenciamento de Integração do Projeto Exercícios Referências FATEC Gestão de Projetos 1 Agenda Gerenciamento de Integração do Projeto Exercícios Referências 2 1 GERENCIAMENTO DA INTEGRAÇÃO DO PROJETO 3 Gerenciamento da Integração do Projeto Fonte: EPRoj@JrM 4 2 Gerenciamento

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL Setembro 2013 2 1 INTRODUÇÃO Este documento resume as informações relativas à estrutura de gerenciamento do risco operacional do BR Partners Banco de Investimentos

Leia mais

ANEXO 10 TDR AUDITORES

ANEXO 10 TDR AUDITORES ANEXO 10 TDR AUDITORES PROJETO DE SUSTENTABILIDADE HÍDRICA DE PERNAMBUCO PSHPE (N. DO EMPRÉSTIMO) TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA PARA AUDITORIA DO XX ANO DO PROJETO DE

Leia mais

Por que sua organização deve implementar a ABR - Auditoria Baseada em Riscos

Por que sua organização deve implementar a ABR - Auditoria Baseada em Riscos Março de 2010 UM NOVO PARADIGMA PARA AS AUDITORIAS INTERNAS Por que sua organização deve implementar a ABR - Auditoria Baseada em Riscos por Francesco De Cicco 1 O foco do trabalho dos auditores internos

Leia mais

IECEx DOCUMENTO OPERACIONAL

IECEx DOCUMENTO OPERACIONAL IECEx OD 314-2 Edição 1.0 2013-07 IECEx DOCUMENTO OPERACIONAL Sistema de Certificação da IEC em relação às normas sobre atmosferas explosivas (Sistema IECEx) IEC System for Certification to Standards relating

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL PAPÉIS E RESPONSABILIDADES

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL PAPÉIS E RESPONSABILIDADES ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL O Conglomerado Prudencial Safra SAFRA, de acordo com as melhores práticas de mercado e integral atendimento à regulamentação, implementou a sua Estrutura

Leia mais

Relatório de Gerenciamento de Riscos (Pilar lll)

Relatório de Gerenciamento de Riscos (Pilar lll) Relatório de Gerenciamento de Riscos (Pilar lll) Índice Introdução... 3 Estrutura de Gerenciamento de Riscos... 3 Informações Qualitativas... 4 Risco de Crédito... 4 Risco de Mercado... 5 Risco de Liquidez...

Leia mais

4º Trimestre 2013 1 / 15

4º Trimestre 2013 1 / 15 Divulgação das informações de Gestão de Riscos, Patrimônio de Referência Exigido e Adequação do Patrimônio de Referência. (Circular BACEN nº 3.477/2009) 4º Trimestre 2013 Relatório aprovado na reunião

Leia mais

Política de Combate a Suborno e Corrupção. Revisão Data Itens Alterados Elaboradores Aprovadores

Política de Combate a Suborno e Corrupção. Revisão Data Itens Alterados Elaboradores Aprovadores Revisão Data Itens Alterados Elaboradores Aprovadores 00 12/02/2015 Original Natalia Simões Araujo (Coordenadora Funções Corporativas e Compliance) Antonio Ferreira Martins (Vice- Presidente Jurídico e

Leia mais

NORMA NBR ISO 9001:2008

NORMA NBR ISO 9001:2008 NORMA NBR ISO 9001:2008 Introdução 0.1 Generalidades Convém que a adoção de um sistema de gestão da qualidade seja uma decisão estratégica de uma organização. O projeto e a implementação de um sistema

Leia mais

PORTARIA Nº 2.050, DE 22 DE ABRIL DE 2016.

PORTARIA Nº 2.050, DE 22 DE ABRIL DE 2016. PORTARIA Nº 2.050, DE 22 DE ABRIL DE 2016. Inclui o Anexo 10 da Portaria nº 4.772/2008, a qual institui a Política de Segurança da Informação no âmbito do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região. A

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CONSELHO DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CONSELHO DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CONSELHO DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 18/2014/CONEPE Aprova criação do Programa de Pós-Graduação em Administração

Leia mais

Ambiente de Controles Internos

Ambiente de Controles Internos Ambiente de Controles Internos Agosto/2012 Gerência de Gestão de Riscos, Compliance e Controles Internos Gestão de Controle Interno Responsabilidades GESTÃO DE RISCOS AUDITORIA INTERNA Mapeamento dos Riscos

Leia mais

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos carlos@oficinadapesquisa.com.br www.oficinadapesquisa.com.br Organizações Nenhuma organização existe

Leia mais

Política Gestão de Configuração e Mudança

Política Gestão de Configuração e Mudança Política Gestão de Configuração Histórico de Alteração Data Versão Descrição Autor 20/08/2011 1 Versão Inicial Danilo Costa Versão 1 Pág. 2 de 7 Índice 1. POLÍTICA 4 1.1 Aplicabilidade 4 2. CONCEITUAÇÃO

Leia mais

Administração de Pessoas

Administração de Pessoas Administração de Pessoas MÓDULO 5: ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS 5.1 Conceito de ARH Sem as pessoas e sem as organizações não haveria ARH (Administração de Recursos Humanos). A administração de pessoas

Leia mais

PORTARIA CADE Nº 88, DE 12 DE ABRIL DE 2016.

PORTARIA CADE Nº 88, DE 12 DE ABRIL DE 2016. Boletim de Serviço Eletrônico em 13/04/2016 Ministério da Justiça MJ Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE SEPN 515 Conjunto D, Lote 4 Ed. Carlos Taurisano, 1º andar Bairro Asa Norte, Brasília/DF,

Leia mais

www.pwc.pt Auditoria nos termos do Regulamento da Qualidade de Serviço Relatório resumo EDP Serviço Universal, S.A.

www.pwc.pt Auditoria nos termos do Regulamento da Qualidade de Serviço Relatório resumo EDP Serviço Universal, S.A. www.pwc.pt Auditoria nos termos do Regulamento da Qualidade de Serviço Relatório resumo EDP Serviço Universal, S.A. Janeiro 2014 Enquadramento A promoção da melhoria contínua da qualidade de serviço no

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA AGÊNCIA DE FOMENTO DE GOIÁS S/A GOIÁSFOMENTO

CÓDIGO DE ÉTICA AGÊNCIA DE FOMENTO DE GOIÁS S/A GOIÁSFOMENTO CÓDIGO DE ÉTICA DA AGÊNCIA DE FOMENTO DE GOIÁS S/A GOIÁSFOMENTO 0 ÍNDICE 1 - INTRODUÇÃO... 2 2 - ABRANGÊNCIA... 2 3 - PRINCÍPIOS GERAIS... 2 4 - INTEGRIDADE PROFISSIONAL E PESSOAL... 3 5 - RELAÇÕES COM

Leia mais

Gerenciamento de Riscos Pilar 3

Gerenciamento de Riscos Pilar 3 Gerenciamento de Riscos Pilar 3 4º Trimestre de 2014 ÍNDICE I - INTRODUÇÃO 3 II OBJETIVO 3 III PERFIL CORPORATIVO 3 IV GOVERNANÇA CORPORATIVA 4 V RISCO DE CRÉDITO 4 VI RISCO DE MERCADO 5 VII RISCO DE LIQUIDEZ

Leia mais

São Paulo, 04 de setembro de 2008. Bom dia, Senhoras e Senhores:

São Paulo, 04 de setembro de 2008. Bom dia, Senhoras e Senhores: Discurso do diretor de Fiscalização do Banco Central do Brasil, Alvir Alberto Hoffmann, no II Seminário de Boa Governança do Sistema Financeiro Nacional São Paulo, 04 de setembro de 2008 Bom dia, Senhoras

Leia mais

Data Versão Descrição Autor

Data Versão Descrição Autor Sistema de Controle de Pedidos SISCOP Versão 1.0 Termo de Abertura Versão 2.0 Histórico de Revisão Data Versão Descrição Autor 16/08/2010 2.0 Desenvolvimento do Termo de Abertura Adriano Marra Brasília,

Leia mais

GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS FINANCEIRAS SCHAHIN

GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS FINANCEIRAS SCHAHIN GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS FINANCEIRAS SCHAHIN 1. Gerenciamento de Riscos Gerenciamento de Riscos no Banco Schahin S.A. é o processo onde: - São identificados os riscos existentes e potenciais de uma

Leia mais

Auditoria da função de gestão de riscos operacionais* 1 de Agosto 2007. *connectedthinking

Auditoria da função de gestão de riscos operacionais* 1 de Agosto 2007. *connectedthinking Auditoria da função de gestão de riscos operacionais* 1 de Agosto 2007 *connectedthinking Conteúdo Introdução Parte I - Auditoria específica (complementar) na área de risco operacional Parte II - Contexto

Leia mais

ESTRUTURA COMPLETA GERENCIAMENTO OPERACIONAL

ESTRUTURA COMPLETA GERENCIAMENTO OPERACIONAL ESTRUTURA COMPLETA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL O Conselho de Administração é o responsável pela Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional das cooperativas do Sicoob, a qual é composta da

Leia mais

I - DA FINALIDADE II - DA CONCEITUAÇÃO

I - DA FINALIDADE II - DA CONCEITUAÇÃO I - DA FINALIDADE 1. Este Normativo de Pessoal tem por finalidade estabelecer, definir e disciplinar os procedimentos para criação, extinção, remuneração, designação, contratação, substituição, dispensa

Leia mais

Código Revisão Data Emissão Aprovação PPG 1.0 18/02/2016 HS - RC RCA SUMÁRIO

Código Revisão Data Emissão Aprovação PPG 1.0 18/02/2016 HS - RC RCA SUMÁRIO Código Revisão Data Emissão Aprovação PPG 1.0 18/02/2016 HS - RC RCA Título: Política de Controles Internos Riscos Corporativos SUMÁRIO 1. OBJETIVO... 2 2. PRINCÍPIOS... 2 3. ABRANGÊNCIA... 2 4. DEFINIÇÕES...

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA INDIVIDUAL EM GESTÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA

TERMO DE REFERÊNCIA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA INDIVIDUAL EM GESTÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA TERMO DE REFERÊNCIA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA INDIVIDUAL EM GESTÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA I. CONTEXTO A Saúde da Família (SF), estratégia priorizada pelo Ministério da Saúde para organização,

Leia mais

PORTARIA CNMP-PRESI Nº 241, DE 15 DE AGOSTO DE 2013.

PORTARIA CNMP-PRESI Nº 241, DE 15 DE AGOSTO DE 2013. PORTARIA CNMP-PRESI Nº 241, DE 15 DE AGOSTO DE 2013. Aprova o Regimento Interno da Auditoria Interna do Conselho Nacional do Ministério Público. O PRESIDENTE DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO,

Leia mais

Programa de Atividades de Monitoria

Programa de Atividades de Monitoria Programa de Atividades de Monitoria CAPÍTULO I DA NATUREZA E OBJETIVOS DA MONITORIA Art. 1º A atividade de monitoria é desenvolvida por discentes para aprimoramento do processo de ensino e aprendizagem,

Leia mais

POLÍTICA A. OBJETIVO... 2 B. ABRANGÊNCIA... 2 C. VIGÊNCIA... 2 D. DISPOSIÇÕES GERAIS... 2 1. DEFINIÇÕES... 2 2. INTRODUÇÃO... 3 3. GOVERNANÇA...

POLÍTICA A. OBJETIVO... 2 B. ABRANGÊNCIA... 2 C. VIGÊNCIA... 2 D. DISPOSIÇÕES GERAIS... 2 1. DEFINIÇÕES... 2 2. INTRODUÇÃO... 3 3. GOVERNANÇA... A. OBJETIVO... 2 B. ABRANGÊNCIA... 2 C. VIGÊNCIA... 2 D. DISPOSIÇÕES GERAIS... 2 1. DEFINIÇÕES... 2 2. INTRODUÇÃO... 3 3. GOVERNANÇA... 4 4. RELACIONAMENTO E ENGAJAMENTO COM PARTES INTERESSADAS... 4 5.

Leia mais

Manual de Instruções Gerais (MIG) Risco Operacional

Manual de Instruções Gerais (MIG) Risco Operacional 1/74 Título 1 Apresentação... 3 Título 2 Gerenciamento do Risco Operacional... 4 1 Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional 4 1 Considerações Gerais... 4 2 Estrutura Organizacional... 5 3 Responsabilidades...

Leia mais

Manual de Risco Operacional

Manual de Risco Operacional Manual de Risco Operacional Atualizado em maio/2014 Índice 1. Definição 3 2. Política e Premissas 4 3. Estrutura de Gestão de Risco Operacional 5 3a. Competências 6 3b. Modelo de Gestão do Risco Operacional

Leia mais

AUDITORIA CONTÁBIL. as normas são para controlar a qualidade do. os procedimentos de auditoria descrevem as

AUDITORIA CONTÁBIL. as normas são para controlar a qualidade do. os procedimentos de auditoria descrevem as Normas de Auditoria as normas são para controlar a qualidade do exame e do relatório; os procedimentos de auditoria descrevem as tarefas realmente cumpridas pelo auditor, na realização do exame. 2 CONCEITO

Leia mais