Integrando Serviços de Radiologia através de um Portal de Bancos de Dados de Imagens Médicas Distribuído usando CORBA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Integrando Serviços de Radiologia através de um Portal de Bancos de Dados de Imagens Médicas Distribuído usando CORBA"

Transcrição

1 Integrando Serviços de Radiologia através de um Portal de Bancos de Dados de Imagens Médicas Distribuído usando CORBA VON WANGENHEIM, A. ; KRECHEL, Dirk ; BARROS JR, E. M. ; BIASI, H. H. de ; RIBEIRO, L. A. Na área médica, redes de computadores e sistemas de informações têm sido utilizadas com crescente entusiasmo, apesar da exploração de suas possibilidades ainda estar atrás da indústria em geral. A evolução tecnológica vem oferecendo alternativas atrativas para o ambiente hospitalar, possibilitando rapidez, confiabilidade e principalmente redução de custos para o controle de dados médicos. O advento da Internet como um meio de abrangência global para o intercâmbio de dados permite à hospitais e clínicas expandir seu escopo de atuação para além de suas fronteiras físicas. Adicionalmente, a tecnologia de objetos distribuídos oferece um suporte de uma camada integradora entre diferentes e heterogêneos sistemas através da Internet. Desta forma, é possível o compartilhamento de informações e serviços entre diversas organizações de saúde, mesmo que estas utilizem plataformas tecnológicas completamente dispares. Clínicos poderão acessar exames oriundos de diferentes bancos de imagens à partir de uma estação em seu consultório ou até de sua residência. Além disso, abre-se espaço para o surgimento empresas especializadas em fornecer serviços para clínica e hospitais, como por exemplo tarefas de análise e processamento de imagens. Disponibilização de Exames Radiológicos Na área médica, a questão relacionada ao armazenamento e recuperação de informações é uma dos campos em que o uso da informática na medicina tem o potencial de produzir grandes benefícios. Dados médicos são caracterizados pelo grande volume e diversidade. Além disso, atendimento clínico dispensado a um paciente requer um alto nível de detalhamento nas informações. Um único paciente pode possuir uma vasta quantidade de exames e informações que são imprescindíveis para se realizar um tratamento de qualidade. Com isso, tem-se que um centro médico possui uma carga muito grande de dados com a qual tem que armazenar e lidar diariamente. O uso dos tradicionais sistemas de armazenamento manuais, como relatórios e imagens impressos, e que exigem um manuseio direto, dificulta bastante a recuperação das informações. Com isso dados cruciais para o tratamento de um paciente freqüentemente se encontram indisponíveis devido a inacessibilidade da informação. Meios físicos ainda sofrem do problema de deterioração com o transcorrer do tempo, onde este problema é especialmente sério quando se leva em conta que muitas vezes as informações sobre um paciente se fazem necessária muitos anos após ter sido obtida. Todos este fatos tem induzido à utilização de meios digitais de armazenamento em substituição dos tradicionais meios físicos.

2 Sistemas de banco de dados oferecem diversas soluções potenciais para o problema citado acima pois oferece opções de acessos e modificações flexíveis para atender as necessidade de usuários finais especializados. Com isso é possível disponibilizar mais rapidamente informações para auxiliar ao diagnóstico e tratamento, liberando para o profissional da área de saúde mais tempo para o contato direto com o paciente. Fica facilitado também a compilação de estatísticas médicas necessárias para a pesquisa e tomada de medidas preventivas e decisões. O uso da banco de imagens digitais permite manter um longitudinal conjunto de informações sobre uma pessoa, documentando toda sua vida clínica do pré-natal a sua pósmorte. Com isso um médico poderá dispor de todo o histórico da saúde de seu paciente, consequentemente aumentando seus recursos para a construção do diagnóstico e definição do tratamento. Durante um estudo, possivelmente um médico necessite analisar estudos passados de seu paciente, para observar se atual doença já apresentava sinais anteriores que não foram notados, ou então combinar informações sobre diferentes regiões para saber há alguma relação entre diferentes doenças. Entretanto, manter uma completa lista de detalhes clínicos sobre um paciente tem como grande obstáculo o fato de que estas informações encontram-se espalhadas ao longo de inúmeras clínicas e hospitais. Isto deve-se ao fato de que pessoas dificilmente, ao longo de sua vida, utilizaram serviços médicos em mesmo local. Inúmeros fatores contribuem para o deslocamento de uma pessoa ao longo de vários centros de tratamento, entre eles pode-se citar a busca por atendimento especializado. Além disso, é bastante comum na área médica a divisão em centros de tratamentos específicos para cada área de atuação. Observase com grande freqüência, hospitais especializados em cardiologia, oncologia, urologia entre outras modalidade médicas. Todos estes fatores contribuem para que uma pessoa tenha ao longo de sua vida, informações sobre sua saúde distribuídas por diferentes localidades. Problemas surgem quando há a necessidade de combinar estas informações distribuídas. Cada localidade, possui seu próprio sistema de informação e com grande probabilidade estes sistemas são incompatíveis. A construção de um armazenamento de informações sobre pacientes virtual oferece a possibilidade de acesso a dados configurados de maneira distinta entre si e em diferentes localidades. Cada sistema pode, com isso, possuir uma interface exportada, através da qual possa consultar informações armazenadas em outros sistemas. Como Integrar Clínicas? A integração de sistemas computacionais é sempre uma tarefa árdua, pois dois sistemas projetados de maneira independente dificilmente convergirão quanto ao protocolo de mensagens necessárias para comunicação. Felizmente hoje em dia já existem padrões para a comunicação de dados voltados para a área médica. Desta forma, dois sistemas projetados seguindo corretamente as normas especificadas em um padrão suportam o mesmo tipo e formato de dados e portanto, o processo de integração dos mesmos fica facilitado. Os principais padrões disponíveis atualmente são:

3 DICOM Digital Image Communications in Medicine. Padrão desenvolvido pelo Colégio Americano de Radiologia (ACR) e a Associação Nacional dos Fabricantes de Equipamentos Elétricos (NEMA) para possibilitar a comunicação entre equipamentos de imagens médicas digitais ponto-a-ponto e entre equipamentos e sistemas computacionais via rede de comunicação. O DICOM especifica procedimento de alto nível para armazenamento e transmissão de imagens médicas, suportando os modelos de referência para pilhas de protocolos Transmission Control Protocol/Internet Protocol (TCP/IP) e International Standards Organization/Open System Interconnection (ISO/OSI). HL-7 Healh Level Seven é uma organização formada em suam maioria por fornecedores de equipamentos e softwares médicos, consultores e grupos governamentais. o HL-7 desenvolve especificações, utilizadas principalmente padrões para troca de mensagens que possibilitem aplicações intercambiar conjuntos de dados clínicos e administrativos. A parte de sua especificação mais utilizada é o Protocolo de Aplicação para Intercâmbio de Dados Eletrônicos em Ambientes Médicos fornece o layout das mensagens que são transportadas entre duas ou mais aplicações. CORBAMed. Força tarefa da OMG (Object Management Group) voltada para área médica. A OMG uma organização que promove o crescimento de metodologias orientadas a objetos e que possui o CORBA (Common Request Broker Architecture) como seu principal produto. A arquitetura CORBA oferece um middleware totalmente independente de plataforma (hardware, sistema operacional, compilador), que permite que diferentes camadas (cliente e servidor) de aplicações possam interagir entre si mesmo estando elas localizadas em ambientes dispares. Através de interfaces bem definidas é possível que componentes projetados de maneira independente entre si possam interatuar na execução de alguma tarefa utilizando CORBA como camada intermediadora. O CorbaMed é um conjunto de especificação de interfaces de direcionadas para aplicações médicas. Todos as três padronizações citadas acima vem atualmente direcionando a construção de softwares e equipamentos para organizações médicas. Tem-se ainda que sistemas legados podem ser adaptados para atender às presentes especificações. Com isso tornou-se possível construir um modelo para integração de informações de hospitais e clínicas abrangente o bastante para cobrir a maioria dos sistema disponíveis atualmente. À seguir, apresentaremos um modelo de um framework para a integração de bancos de imagens oriundos de diferentes localidades. O Portal O Portal de Teleradiologia, como é chamado o sistema como um todo, baseia-se principalmente nas especificações de interfaces fornecidas pelo CORBAMed, utilizando portanto CORBA como middleware para o intercâmbio de informações e imagens radiológicas. O objetivo deste modelo é possibilitar a integração de um conjunto de servidores de imagens médicas, em conformidade ao padrão DICOM 3.0, onde os mesmos irão compor um único banco de dados lógico que terá seus componentes distribuídos fisicamente em diferentes localidades. Cada nó deste sistema distribuído é autônomo e

4 independente, ou seja um hospital não terá que modificar a maneira de lidar com seus dados e nem sofrerá qualquer espécie de controle externo para participar do modelo proposto. A localização, busca e entrega das imagens distribuídas é feita por intermédio de um servidor dedicado, ao qual chamamos de Portal. O Portal mantêm metadados que descrevem o sistema globalmente, ou seja todas imagens disponíveis para acesso do sistema associadas com o banco de dados de origem e o paciente relacionado. Um cliente para acessar informações ou imagens remotas, acessará primeiramente ao Portal, que mantêm o cadastro de todos os clientes com suas respectivas permissões de acesso. O presente sistema prevê também aspectos da ética médica e do sigilo. Um médico deve ter acesso apenas aos estudos aos quais possua autorização, enquanto que as demais informações ele não deve nem mesmo saber que existem. Caso contrário, pode haver uma violação do direito de privacidade, com uma exposição desnecessária sobre informações à respeito de um paciente. Funcionamento O modelo geral do Portal de Radiologia é dividido em 3 domínios, onde temos: - 1) Cliente de Banco de Imagens. São os clientes que irão utilizar-se do sistema, composta pelas equipes médicas radiologistas. Um médico radiologista, em uma dessas clínicas ou em casa, que necessita ter acesso transparente a esses diversos repositórios de dados de paciente, ou seja, o médico não precisa se preocupar quanto à origem das informações que está solicitando. - 2) Clínicas e Hospitais de acesso. Todas as clínicas e hospitais que disponibilizam seus respectivos banco de imagens para possíveis consultas pelas equipes médicas. - 3) Servidor dedicado. Sistema responsável por gerenciar toda as consultas dos clientes e disponibilização de imagens e informações para os mesmos. O Portal é o kernel de todo o sistema, sendo responsável por todo o serviço de segurança de segurança, transação, disponibilização, etc. Desta forma tem-se que o Portal desempenha o papel de intermediário entre os clientes e os dados remotos.

5 Figura 1. Domínio da Aplicação do Portal de Teleradiologia Toda a comunicação nos modelos é feito via CORBA, o que aproveita todos os serviços oferecidos por esta arquitetura. CORBA fornece uma infraestrutura de suporte para mecanismos de segurança, oferecendo recursos de autenticação, autorização, encriptação, não-repudiação, etc. Outra facilidade provida por CORBA, bastante útil no contexto do Portal de Teleradiologia, é o serviço de notificação, através do qual os banco de imagens

6 distribuídos atualizam os metadados armazenados no Portal, enviando informações sempre que novos pacientes ou estudos são adicionados aos mesmos. Ao receber uma requisição de algum cliente, o Portal executa o processo de sua identificação para certificar-se que o cliente é realmente quem ele diz ser. Caso o cliente possua acesso aos serviços do Portal, será verificado em seguida a disponibilidade dos dados nos servidores de origem. Essa busca utiliza o padrão CORBAMed para identificação de pacientes, Person Identification Service (PIDS). Este serviço é necessário porque pacientes são cadastrados em clinicas e hospitais de maneira diversa (p.e nomes abreviados). Com o auxílio do PIDS os pacientes poderão ser identificados de qualquer forma. Uma vez localizados os bancos de imagens que possuem informações, sobre o paciente de interesse, as quais o cliente possua acesso, o Portal efetuará a conexão com os mesmos e buscará as informações desejadas enviando-as para o cliente. Após isso o cliente disporá de informações do paciente de seu interesse, com seus respectivos estudos, séries e imagens. Com o desenvolvimento do Portal de Teleradiologia é possível incrementar e agilizar o intercâmbio de imagens médicas entre hospitais/clínicas e evitar a redundância de estudos sobre um mesmo paciente. Este sistema fornece um meio automatizado para que um médico possa consultar estudos a respeito de um paciente que porventura estejam localizados em outros hospitais, ao quais este especialista possua acesso. A disponibilização de imagens de maneira remota evita a necessidade da presença do especialista no mesmo local em que os exames estão armazenado, que pode significar uma maior facilidade para a realização dos mesmos, resultando em um aumento da rapidez para o processo como um todo além de uma provável redução dos custos e agilização dos diagnósticos. Fica possibilitando desta maneira o acesso a bancos de imagens remotos, permitindo que grupos de hospitais/clínicas com suas respectivas equipes médicas compartilhem imagens radiológicas e outras informações para o diagnóstico de pacientes. Este trabalho é parte integrante do Projeto Cyclops o qual é desenvolvido principalmente entre a Universidade Federal de Santa Catarina - Brasil e a Universidade de Kaiserslautern - Alemanha e constitui-se numa base para análise inteligente de imagens radiológicas e apoio à decisão. Este trabalho também faz parte da Sala de Laudos Virtual, projeto que vem sendo validado na RMAV-FLN (Rede Metropolitana de Alta Velocidade de Florianópolis). O Cyclops desenvolve Ferramentas e Tecnologia nas Áreas de: Análise e Processamento Inteligente de Imagens - Visão Computacional; Telemedicina - Sistemas RIS/PACS; Diagnóstico Médico através da Análise de Imagens Radiológicas; Processamento Distribuido CORBA; Inteligência Artificial; Gerência de Conhecimento; Realidade Virtual. Referências Bibliográficas National Eletrical Manufactures Association. Digital Imaging and Communications in Medicine (DICOM); Part 1-12.

7 Coulouris, G; Dollimore, J; Kindberg, T. Distributed Systems: Concepts and Design. Addison-Wesley, Object Management Group CORBAMed Task Force - Health Level Seven, Inc - [site oficial] The Cyclops Project - Barros, M. Euclides de Sala de Laudos Virtual: Um Ambiente de Teleradiologia para Diagnóistico Colaborativo via Intenet Dissertação de Mestrado - UFSC - CPGCC Leonardo Andrade Ribeiro Mestrando em Ciência da Computação pela UFSC. Atualmente integrante do Projeto Cyclops UFSC, trabalhando na Área de Telemedicina. Áreas de Interesse: Banco de Dados Heterogênios e não Convencionais, Objetos Distribuídos, programação em Smalltalk. Euclides de Moraes Barros Junior Mestre em Ciência da Computação pela UFSC, orienta trabalhos de Graduação, Especialização e co- Orientador de trabalhos de Mestrado. Atualmente integrante do Projeto Cyclops UFSC, responsável pela Área de Telemedicina. Áreas de Interesse: Redes de Computadores, Objetos Distribuídos, Sistemas Distribuídos, Telemedicina. Herculano De Biasi Mestrando em Ciência da Computação pela UFSC, Especialista em Tecnologias de Desenvolvimento de Sistemas. Professor e orientador de trabalhos na UnC. Atualmente integrante do Projeto Cyclops UFSC, trabalhando na Área de Análise Inteligente de Imagens. Áreas de Interesse: Inteligência Artificial, Processamento de Imagens, Sistemas Distribuídos, programação em Smalltalk. Aldo Von Wangenheim Professor de Informática da UFSC, Doutor em Inteligencia Artificial aplicada à análise de imagens médicas na Universidade de Kaiserslautern, Alemanha. Dirk Krechel Doutorando em Informática da Universidade de Kaiserslautern - Fachbereich Informatik - Kaiserslautern, Germany.

Recuperação de imagens médicas em bases de dados distribuídas

Recuperação de imagens médicas em bases de dados distribuídas Recuperação de imagens médicas em bases de dados distribuídas Vágner Nepumuceno Guimarães Orient.: Paulo Eduardo Ambrósio Introdução O avanço tecnológico vem influenciando cada vez mais na área médica.

Leia mais

Novas Tecnologias para Construção do Prontuário Eletrônico do Paciente

Novas Tecnologias para Construção do Prontuário Eletrônico do Paciente Novas Tecnologias para Construção do Prontuário Eletrônico do Paciente Fabiane Bizinella Nardon 1, Sérgio Furuie 2, Umberto Tachinardi 3 Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina

Leia mais

Gerenciamento de Redes

Gerenciamento de Redes Gerenciamento de Redes As redes de computadores atuais são compostas por uma grande variedade de dispositivos que devem se comunicar e compartilhar recursos. Na maioria dos casos, a eficiência dos serviços

Leia mais

CONECTIVIDADE INOVADORA. MULTI-SITE E MULTI-FORNECEDORES. UMA ÚNICA LISTA DE TRABALHO GLOBAL. Vue Connect. Enterprise IMAGE/ARTWORK AREA

CONECTIVIDADE INOVADORA. MULTI-SITE E MULTI-FORNECEDORES. UMA ÚNICA LISTA DE TRABALHO GLOBAL. Vue Connect. Enterprise IMAGE/ARTWORK AREA Vue Connect Enterprise Workflow MULTI-SITE E MULTI-FORNECEDORES. UMA ÚNICA LISTA DE TRABALHO GLOBAL. Para empresas que possuem diversas unidades, uma ampla gama de instalações, fluxo de trabalho departamental

Leia mais

SIAPDI: um sistema de processamento distribuído de imagens medicas com CORBA

SIAPDI: um sistema de processamento distribuído de imagens medicas com CORBA SIAPDI: um sistema de processamento distribuído de imagens medicas com CORBA Euclides de Moraes Barros Junior, M.Sc - UFSC O SIAPDI O desenvolvimento deste trabalho teve como motivação solucionar os problemas

Leia mais

SIAPDI: UM SISTEMA DE PROCESSAMENTO DISTRIBUÍDO DE IMAGENS MÉDICAS COM CORBA

SIAPDI: UM SISTEMA DE PROCESSAMENTO DISTRIBUÍDO DE IMAGENS MÉDICAS COM CORBA SIAPDI: UM SISTEMA DE PROCESSAMENTO DISTRIBUÍDO DE IMAGENS MÉDICAS COM CORBA Euclides de Moraes Barros Junior Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC CTC Campus Universitário Trindade Caixa Postal,

Leia mais

Sistema Gerenciador de Clínica Médica Automatizando a Clínica Cardiomed Implantação

Sistema Gerenciador de Clínica Médica Automatizando a Clínica Cardiomed Implantação Sistema Gerenciador de Clínica Médica Automatizando a Clínica Cardiomed Implantação Acadêmico: Giuliano Márcio Stolf Orientador: Ricardo Alencar de Azambuja Apresentação Clínica médica SI na área da saúde

Leia mais

PARCEIRO DE CONFIANÇA.

PARCEIRO DE CONFIANÇA. PARCEIRO DE CONFIANÇA. Com mais de 2.500 sites e 10 infraestruturas em nuvem implementadas globalmente, nossa equipe de serviços se dedica a ajudá-lo desde o primeiro dia. Temos amplo conhecimento em uma

Leia mais

IMPLEMENTAÇÃO DAS CAMADAS Inference Machine e Message Service Element PARA UM SERVIDOR DE SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE Workflow HOSPITALAR

IMPLEMENTAÇÃO DAS CAMADAS Inference Machine e Message Service Element PARA UM SERVIDOR DE SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE Workflow HOSPITALAR IMPLEMENTAÇÃO DAS CAMADAS Inference Machine e Message Service Element PARA UM SERVIDOR DE SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE Workflow HOSPITALAR Jeferson J. S. Boesing 1 ; Manassés Ribeiro 2 1.Aluno do Curso

Leia mais

PENSE ALÉM UM FLUXO DE TRABALHO ÚNICO E GLOBAL DENTRO DO SEU ALCANCE. Vue RIS. Radiology

PENSE ALÉM UM FLUXO DE TRABALHO ÚNICO E GLOBAL DENTRO DO SEU ALCANCE. Vue RIS. Radiology Vue RIS Radiology UM FLUXO DE TRABALHO ÚNICO E GLOBAL DENTRO DO SEU ALCANCE Produtividade. Retorno do investimento. Capacidade de comunicar rapidamente informações do paciente. Tudo isso, mais a pressão

Leia mais

ACESSIBILIDADE INOVADORA. UMA ÁREA DE TRABALHO ÚNICA. BENEFÍCIOS INCONTÁVEIS PARA O SEU FLUXO DE TRABALHO. Radiology

ACESSIBILIDADE INOVADORA. UMA ÁREA DE TRABALHO ÚNICA. BENEFÍCIOS INCONTÁVEIS PARA O SEU FLUXO DE TRABALHO. Radiology Vue PACS Radiology UMA ÁREA DE TRABALHO ÚNICA. BENEFÍCIOS INCONTÁVEIS PARA O SEU FLUXO DE TRABALHO. Já está aqui: acesso rápido e fácil a todas as ferramentas e aplicações clínicas dos quais os radiologistas

Leia mais

PROJETO NOVAS FRONTEIRAS. Descrição dos processos de gerenciamento da qualidade

PROJETO NOVAS FRONTEIRAS. Descrição dos processos de gerenciamento da qualidade PROJETO NOVAS FRONTEIRAS PLANO DE GERENCIAMENTO DA QUALIDADE QUALITY MANAGEMENT PLAN Preparado por Mara Lúcia Menezes Membro do Time Versão 3 Aprovado por Rodrigo Mendes Lemos Gerente do Projeto 15/11/2010

Leia mais

PACS - Um Conceito Obsoleto?

PACS - Um Conceito Obsoleto? Cyclops LAPIX - INE - UFSC PACS - Um Conceito Obsoleto? Dr rer nat Aldo von Wangenheim Projeto Cyclops Laboratório rio de Telemedicina Hospital Universitário rio Ernani de São Thiago Universidade Federal

Leia mais

Arquitetura dos Sistemas de Informação Distribuídos

Arquitetura dos Sistemas de Informação Distribuídos Arquitetura dos Sistemas de Informação Distribuídos Quando se projeta um sistema cuja utilização é destinada a ser feita em ambientes do mundo real, projeções devem ser feitas para que o sistema possa

Leia mais

Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid)

Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid) Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid) Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência

Leia mais

ü Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação

ü Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação Nome e titulação do Coordenador: Coordenador: Prof. Wender A. Silva - Mestrado em Engenharia Elétrica (Ênfase em Processamento da Informação). Universidade

Leia mais

Padrões Arquiteturais e de Integração - Parte 1

Padrões Arquiteturais e de Integração - Parte 1 1 / 58 - Parte 1 Erick Nilsen Pereira de Souza T017 - Arquitetura e Design de Aplicações Análise e Desenvolvimento de Sistemas Universidade de Fortaleza - UNIFOR 11 de fevereiro de 2015 2 / 58 Agenda Tópicos

Leia mais

CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE

CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE A proposta para o ambiente apresentada neste trabalho é baseada no conjunto de requisitos levantados no capítulo anterior. Este levantamento, sugere uma

Leia mais

A INTERNET 2 NA TELEMEDICINA

A INTERNET 2 NA TELEMEDICINA A INTERNET 2 NA TELEMEDICINA Marco Antonio Gutierrez, Sérgio Shiguemi Furuie, Júlio Figueiredo, Marcos Yamaguti, InCor Instituto do Coração-HC FMUSP, São Paulo, Brasil 1. Introdução A distribuição dos

Leia mais

Especificações da oferta Gerenciamento de dispositivos distribuídos: Gerenciamento de ativos

Especificações da oferta Gerenciamento de dispositivos distribuídos: Gerenciamento de ativos Visão geral do Serviço Especificações da oferta Gerenciamento de dispositivos distribuídos: Gerenciamento de ativos Os Serviços de gerenciamento de dispositivos distribuídos ajudam você a controlar ativos

Leia mais

WMS - Warehouse Management System

WMS - Warehouse Management System Sistema de Gestão Empresarial LUSANA SOUZA NATÁLIA BATUTA MARIA DAS GRAÇAS TATIANE ROCHA GTI V Matutino Prof.: Itair Pereira Sumário 1. INTRODUÇÃO... 2 2. WMS... 2 3. SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO... 2 4. POLÍTICA

Leia mais

agility IMPAX Muito mais do que PACS

agility IMPAX Muito mais do que PACS agility IMPAX Muito mais do que PACS Desempenho Sermos os primeiros da América Latina a usar a solução nos tem possibilitado contribuir com sugestões para torná-lo ainda melhor e mais eficaz. Na prática,

Leia mais

PACS. III Encontro Sul Brasileiro de Engenharia Clínica. Santa Casa de Porto Alegre, RS. 24 de Novembro de 2012

PACS. III Encontro Sul Brasileiro de Engenharia Clínica. Santa Casa de Porto Alegre, RS. 24 de Novembro de 2012 PACS III Encontro Sul Brasileiro de Engenharia Clínica Santa Casa de Porto Alegre, RS 24 de Novembro de 2012 III Encontro Sul Brasileiro de Engenharia Clínica PACS - Agenda Histórico Workflow Modalidades

Leia mais

Produtos ehealth. Desenvolvimento de negócios ehealth Diretoria P&S Verticais

Produtos ehealth. Desenvolvimento de negócios ehealth Diretoria P&S Verticais Produtos ehealth Desenvolvimento de negócios ehealth Diretoria P&S Verticais 1 Participação da Telefônica Vivo nas Instituições de Saúde TIC TIC TIC TIC Telemedicina TIC Telemedicina Desenvolvimento de

Leia mais

Migração de sistemas antigos. Avançando para um futuro competitivo

Migração de sistemas antigos. Avançando para um futuro competitivo Migração de sistemas antigos Avançando para um futuro competitivo A automação e controle é um dos mais importantes investimentos para garantir o sucesso da manufatura de qualquer indústria. Porém, por

Leia mais

9. Quais as características a tecnologia de conexão à Internet denominada ADSL A) Conexão permanente, custo variável, linha telefônica liberada e

9. Quais as características a tecnologia de conexão à Internet denominada ADSL A) Conexão permanente, custo variável, linha telefônica liberada e 9. Quais as características a tecnologia de conexão à Internet denominada ADSL A) Conexão permanente, custo variável, linha telefônica liberada e velocidade maior do que as linhas tradicionais. B) Conexão

Leia mais

UM SISTEMA DE MONITORAMENTO E GERÊNCIA DA REDE CATARINENSE DE TELEMEDICINA

UM SISTEMA DE MONITORAMENTO E GERÊNCIA DA REDE CATARINENSE DE TELEMEDICINA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA E ESTATÍSTICA UM SISTEMA DE MONITORAMENTO E GERÊNCIA DA REDE CATARINENSE DE TELEMEDICINA MIGUEL LEONARDO CHINCHILLA

Leia mais

Thalita Moraes PPGI Novembro 2007

Thalita Moraes PPGI Novembro 2007 Thalita Moraes PPGI Novembro 2007 A capacidade dos portais corporativos em capturar, organizar e compartilhar informação e conhecimento explícito é interessante especialmente para empresas intensivas

Leia mais

SISTEMAS DISTRIBUIDOS

SISTEMAS DISTRIBUIDOS 1 2 Caracterização de Sistemas Distribuídos: Os sistemas distribuídos estão em toda parte. A Internet permite que usuários de todo o mundo acessem seus serviços onde quer que possam estar. Cada organização

Leia mais

Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1

Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1 Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1 Aula 4 Introdução aos Sistemas Biométricos 1. Identificação, Autenticação e Controle

Leia mais

Universidade Federal de Goiás Centro de Recursos Computacionais - CERCOMP Divisão de Sistemas. Criação de uma Serviço de Geração de Relatórios

Universidade Federal de Goiás Centro de Recursos Computacionais - CERCOMP Divisão de Sistemas. Criação de uma Serviço de Geração de Relatórios Universidade Federal de Goiás Centro de Recursos Computacionais - CERCOMP Divisão de Sistemas Criação de uma Serviço de Geração de Relatórios Goiânia 12/2011 Versionamento 12/12/2011 Hugo Marciano... 1.0

Leia mais

Tecnologia a serviço da cidadania

Tecnologia a serviço da cidadania Tecnologia a serviço da cidadania Quem somos A Dataprev fornece soluções de Tecnologia da Informação e Comunicação para o aprimoramento e execução de políticas sociais do Estado brasileiro. É a empresa

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos 11 Objetivos Este capítulo apresenta uma introdução aos sistemas distribuídos em geral Arquiteturas de cliente servidor Características das arquiteturas de 2 e 3 camadas Ambiente

Leia mais

EXPERIÊNCIA DE USO DE ARQUITETURA CORPORATIVA NO PROJETO DE RES

EXPERIÊNCIA DE USO DE ARQUITETURA CORPORATIVA NO PROJETO DE RES EXPERIÊNCIA DE USO DE ARQUITETURA CORPORATIVA NO PROJETO DE RES Rigoleta Dutra Mediano Dias 1, Lívia Aparecida de Oliveira Souza 2 1, 2 CASNAV, MARINHA DO BRASIL, MINISTÉRIO DA DEFESA, BRASIL Resumo: Este

Leia mais

Soluções em Software para Medicina Diagnóstica. www.digitalmed.com.br

Soluções em Software para Medicina Diagnóstica. www.digitalmed.com.br Soluções em Software para Medicina Diagnóstica www.digitalmed.com.br NOTA DE AGRADECIMENTO Primeiramente, agradecemos pela sua receptividade em conhecer as nossas soluções, afinal, é sempre uma imensa

Leia mais

TRABALHO #1 Sistemas de Informação Distribuídos: Reflexão sobre a segurança

TRABALHO #1 Sistemas de Informação Distribuídos: Reflexão sobre a segurança DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA INFORMÁTICA FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA Negócio Electrónico, 2006/2007 TRABALHO #1 Sistemas de Informação Distribuídos: Reflexão sobre a segurança

Leia mais

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Roberto Marcello SI Sistemas de gestão A Gestão dos Sistemas Integrados é uma forma organizada e sistemática de buscar a melhoria de resultados.

Leia mais

Sistemas Distribuídos (DCC/UFRJ)

Sistemas Distribuídos (DCC/UFRJ) Sistemas Distribuídos (DCC/UFRJ) Aula 1: 4 de abril de 2016 1 Conceitos básicos sobre sistemas distribuídos 2 Computação distribuída Computação distribuída A computação distribuída envolve o projeto, implementação

Leia mais

Capítulo VI CORBA. Common Object Request Broker Architecture. [Cardoso2008] Programação de Sistemas Distribuídos em Java, Jorge Cardoso, FCA, 2008.

Capítulo VI CORBA. Common Object Request Broker Architecture. [Cardoso2008] Programação de Sistemas Distribuídos em Java, Jorge Cardoso, FCA, 2008. Common Object Request Broker Architecture [Cardoso2008] Programação de Sistemas Distribuídos em Java, Jorge Cardoso, FCA, 2008. From: Fintan Bolton Pure CORBA SAMS, 2001 From: Coulouris, Dollimore and

Leia mais

Aprovação do curso e Autorização da oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC Ferramentas Online. Parte 1 (solicitante)

Aprovação do curso e Autorização da oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC Ferramentas Online. Parte 1 (solicitante) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA Aprovação do curso e Autorização da oferta PROJETO PEDAGÓGICO

Leia mais

1 http://www.google.com

1 http://www.google.com 1 Introdução A computação em grade se caracteriza pelo uso de recursos computacionais distribuídos em várias redes. Os diversos nós contribuem com capacidade de processamento, armazenamento de dados ou

Leia mais

Componentes para Computação Distribuída

Componentes para Computação Distribuída Componentes para Computação Distribuída Conceitos Foi a partir do fenômeno da Internet (WWW), no início dos anos noventa, que a computação distribuída passou a ter relevância definitiva, a ponto de a Internet

Leia mais

Introdução. Disciplina: Suporte Remoto Prof. Etelvira Leite

Introdução. Disciplina: Suporte Remoto Prof. Etelvira Leite Introdução Disciplina: Suporte Remoto Prof. Etelvira Leite Os Benefícios do Trabalho Remoto O mundo assiste hoje à integração e à implementação de novos meios que permitem uma maior rapidez e eficácia

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Carlos Ferraz cagf@cin.ufpe.br Tópicos da Aula Apresentação do curso Introdução Definição de sistemas distribuídos Exemplo Vantagens e desvantagens Convergência digital Desafios Visão

Leia mais

Prof. Marcelo de Sá Barbosa SISTEMAS DISTRIBUIDOS

Prof. Marcelo de Sá Barbosa SISTEMAS DISTRIBUIDOS Prof. Marcelo de Sá Barbosa SISTEMAS DISTRIBUIDOS Objetos distribuídos e invocação remota Introdução Comunicação entre objetos distribuídos Chamada de procedimento remoto Eventos e notificações Objetos

Leia mais

Tecnologias de GED Simone de Abreu

Tecnologias de GED Simone de Abreu Tecnologias de GED Simone de Abreu A rapidez na localização da informação contida no documento é hoje a prioridade das empresas e organizações, já que 95% das informações relevantes para o processo de

Leia mais

CORBA. Common Object Request Broker Architecture. Unicamp. Centro de Computação Rubens Queiroz de Almeida queiroz@unicamp.br

CORBA. Common Object Request Broker Architecture. Unicamp. Centro de Computação Rubens Queiroz de Almeida queiroz@unicamp.br CORBA Common Object Request Broker Architecture Unicamp Centro de Computação Rubens Queiroz de Almeida queiroz@unicamp.br Objetivos Apresentação Tecnologia CORBA Conceitos Básicos e Terminologia Considerações

Leia mais

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE - FANESE CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA em Gestão da Tecnologia da Informação

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE - FANESE CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA em Gestão da Tecnologia da Informação FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE - FANESE CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA em Gestão da Tecnologia da Informação 1 Ruironaldi dos Santos Cruz ARTIGO ARQUITETURA ORIENTADA A SERVIÇO SOA SERVICE

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular SISTEMAS DISTRIBUIDOS Ano Lectivo 2015/2016

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular SISTEMAS DISTRIBUIDOS Ano Lectivo 2015/2016 Programa da Unidade Curricular SISTEMAS DISTRIBUIDOS Ano Lectivo 2015/2016 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (1º Ciclo) 2. Curso Engenharia Informática 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade

Leia mais

Atualmente, as organizações de saúde estão reavaliando seus modelos de negócios tendo em vista as regulamentações governamentais, pressões das fontes

Atualmente, as organizações de saúde estão reavaliando seus modelos de negócios tendo em vista as regulamentações governamentais, pressões das fontes Atualmente, as organizações de saúde estão reavaliando seus modelos de negócios tendo em vista as regulamentações governamentais, pressões das fontes pagadoras e a exigência dos pacientes por serviços

Leia mais

Projeto Demoiselle. Para perguntas e respostas, utilizem a lista de discussões de usuários da comunidade: demoiselle-users@lists.sourceforge.

Projeto Demoiselle. Para perguntas e respostas, utilizem a lista de discussões de usuários da comunidade: demoiselle-users@lists.sourceforge. Projeto Demoiselle Para perguntas e respostas, utilizem a lista de discussões de usuários da comunidade: demoiselle-users@lists.sourceforge.net Palestrantes: Antônio Carlos Tiboni Luciana Campos Mota 20/07/2009

Leia mais

LINHAS TEMÁTICAS. EDITAL MCT/CNPq 066/2010 ICT 2011 Chamada coordenada UE/ Brasil. Linha temática 1: Microeletrônica/ Microssistemas

LINHAS TEMÁTICAS. EDITAL MCT/CNPq 066/2010 ICT 2011 Chamada coordenada UE/ Brasil. Linha temática 1: Microeletrônica/ Microssistemas (Anexo IV) LINHAS TEMÁTICAS EDITAL MCT/CNPq 066/2010 ICT 2011 Chamada coordenada UE/ Brasil Linha temática 1: Microeletrônica/ Microssistemas Metodologia, blocos e ferramentas específicas de projeto que

Leia mais

Área: Ensino a Distância. 1. Introdução. 2. A Ferramenta de Co-autoria para EAD

Área: Ensino a Distância. 1. Introdução. 2. A Ferramenta de Co-autoria para EAD 1. Introdução Co-Autoria de Aulas na Rede Metropolitana de Alta Velocidade de Recife Juliana Regueira Basto Diniz Barros, Lorena de Sousa Castro, Carlos André Guimarães Ferraz E-mail: {jrbd,lsc2,cagf}@cin.ufpe.br

Leia mais

Sistemas Operacionais Abertos. Prof. MSc. André Yoshimi Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com

Sistemas Operacionais Abertos. Prof. MSc. André Yoshimi Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Sistemas Operacionais Abertos Prof. MSc. André Yoshimi Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Caracterização de Sistemas Distribuídos Coulouris, Dollimore and Kindberg. Distributed Systems: Concepts and

Leia mais

Figura 1 - Arquitetura multi-camadas do SIE

Figura 1 - Arquitetura multi-camadas do SIE Um estudo sobre os aspectos de desenvolvimento e distribuição do SIE Fernando Pires Barbosa¹, Equipe Técnica do SIE¹ ¹Centro de Processamento de Dados, Universidade Federal de Santa Maria fernando.barbosa@cpd.ufsm.br

Leia mais

A perspectiva e atuação da ANS no desenvolvimento de padrões no Brasil. Jussara M P Rötzsch ANS/DIDES/GGSUS

A perspectiva e atuação da ANS no desenvolvimento de padrões no Brasil. Jussara M P Rötzsch ANS/DIDES/GGSUS A perspectiva e atuação da ANS no desenvolvimento de padrões no Brasil Jussara M P Rötzsch ANS/DIDES/GGSUS Avanços (tecnológico e científico) na Saúde Maior conhecimento sobre os determinantes de saúde

Leia mais

Gerência de Redes. Profa. Márcia Salomão Homci mhomci@hotmail.com

Gerência de Redes. Profa. Márcia Salomão Homci mhomci@hotmail.com Gerência de Redes Profa. Márcia Salomão Homci mhomci@hotmail.com Plano de Aula Histórico Introdução Gerenciamento de Redes: O que é Gerenciamento de Redes? O que deve ser gerenciado Projeto de Gerenciamento

Leia mais

Corporativo. Transformar dados em informações claras e objetivas que. Star Soft. www.starsoft.com.br

Corporativo. Transformar dados em informações claras e objetivas que. Star Soft. www.starsoft.com.br Corporativo Transformar dados em informações claras e objetivas que possibilitem às empresas tomarem decisões em direção ao sucesso. Com essa filosofia a Star Soft Indústria de Software e Soluções vem

Leia mais

Gestão de Armazenamento

Gestão de Armazenamento Gestão de Armazenamento 1. Introdução As organizações estão se deparando com o desafio de gerenciar com eficiência uma quantidade extraordinária de dados comerciais gerados por aplicativos e transações

Leia mais

Modelos Arquiteturais

Modelos Arquiteturais Modelos Arquiteturais Carlos Ferraz cagf@cin.ufpe.br Tópicos da Aula Modelos arquiteturais e-servidor Objetos distribuídos 2 O que é um modelo arquitetural? Estrutura em termos de componentes especificados

Leia mais

XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil

XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil José Monteiro Lysandro Junior Light Serviços de Eletricidade S/A jose.monteiro@light.com.br

Leia mais

Sistema Corporativo de Tele-Medição de Energia Elétrica. Eng. Eduardo Caldas Cardoso ELO Sistemas e Tecnologia eduardo@elotek.com.

Sistema Corporativo de Tele-Medição de Energia Elétrica. Eng. Eduardo Caldas Cardoso ELO Sistemas e Tecnologia eduardo@elotek.com. 21 a 25 de Agosto de 2006 Belo Horizonte - MG Sistema Corporativo de Tele-Medição de Energia Elétrica Eng. Eduardo Caldas Cardoso ELO Sistemas e Tecnologia eduardo@elotek.com.br RESUMO A tele-medição de

Leia mais

Sistemas de Informações Hospitalares Imagens Armazenamentos. Prof.: Edson Wanderley

Sistemas de Informações Hospitalares Imagens Armazenamentos. Prof.: Edson Wanderley Sistemas de Informações Hospitalares Imagens Armazenamentos Prof.: Edson Wanderley O que é um Sistema de Informação Hospitalar É um software que tem a finalidade de gerenciar um ou diversos setores de

Leia mais

19 Congresso de Iniciação Científica CAPACITAÇÃO EM SISTEMA CAD DE GRANDE PORTE E EM SISTEMA PDM

19 Congresso de Iniciação Científica CAPACITAÇÃO EM SISTEMA CAD DE GRANDE PORTE E EM SISTEMA PDM 19 Congresso de Iniciação Científica CAPACITAÇÃO EM SISTEMA CAD DE GRANDE PORTE E EM SISTEMA PDM Autor(es) ANDRE BERTIE PIVETTA Orientador(es) KLAUS SCHÜTZER Apoio Financeiro PIBITI/CNPQ 1. Introdução

Leia mais

HL7 HL7 BRASIL. Dr. Marivan Santiago Abrahão CHAIR HL7 BRASIL. Painel 4 Padrões para sistemas de Registro Eletrônico de Saúde. 18 - Setembro - 2005 1

HL7 HL7 BRASIL. Dr. Marivan Santiago Abrahão CHAIR HL7 BRASIL. Painel 4 Padrões para sistemas de Registro Eletrônico de Saúde. 18 - Setembro - 2005 1 Painel 4 Padrões para sistemas de Registro Eletrônico de Saúde BRASIL Dr. Marivan Santiago Abrahão CHAIR BRASIL 18 - Setembro - 2005 1 O que é É uma organização voluntária, sem fins lucrativos, voltada

Leia mais

Aranda INVENTORY. Benefícios Estratégicos para sua Organização. (Standard & Plus Edition) Beneficios. Características V.2.0907

Aranda INVENTORY. Benefícios Estratégicos para sua Organização. (Standard & Plus Edition) Beneficios. Características V.2.0907 Uma ferramenta de inventario que automatiza o cadastro de ativos informáticos em detalhe e reporta qualquer troca de hardware ou software mediante a geração de alarmes. Beneficios Informação atualizada

Leia mais

SISTEMA DE SOLUÇÕES PARA GESTÃO DE CLÍNICAS DE DIAGNÓSTICO POR IMAGENS

SISTEMA DE SOLUÇÕES PARA GESTÃO DE CLÍNICAS DE DIAGNÓSTICO POR IMAGENS SISTEMA DE SOLUÇÕES PARA GESTÃO DE CLÍNICAS DE DIAGNÓSTICO POR IMAGENS OBJETIVO DA SOLUÇÃO GERCLIM WEB A solução GERCLIM WEB tem por objetivo tornar as rotinas administrativas e profissionais de sua clínica,

Leia mais

Tipos de Sistemas Distribuídos

Tipos de Sistemas Distribuídos (Sistemas de Informação Distribuída e Pervasivos) Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência

Leia mais

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Cluster, Grid e computação em nuvem Slide 8 Nielsen C. Damasceno Introdução Inicialmente, os ambientes distribuídos eram formados através de um cluster. Com o avanço das tecnologias

Leia mais

CAPÍTULO 3 MIDDLEWARE. Para entender-se o aparecimento da tecnologia middleware é descrita a seguir, e, brevemente, a sua evolução.

CAPÍTULO 3 MIDDLEWARE. Para entender-se o aparecimento da tecnologia middleware é descrita a seguir, e, brevemente, a sua evolução. CAPÍTULO 3 MIDDLEWARE Para entender-se o aparecimento da tecnologia middleware é descrita a seguir, e, brevemente, a sua evolução. 3.1 ARQUITETURA CLIENTE/SERVIDOR Primeiramente, surgiu a arquitetura centralizada

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS. Mede a capacidade de comunicação de computadores e dispositivos. Operam em diferentes plataformas de hardware

LISTA DE EXERCÍCIOS. Mede a capacidade de comunicação de computadores e dispositivos. Operam em diferentes plataformas de hardware 1. A nova infra-estrutura de tecnologia de informação Conectividade Mede a capacidade de comunicação de computadores e dispositivos Sistemas abertos Sistemas de software Operam em diferentes plataformas

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO - PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS CURRÍCULO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO PERFIL

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO - PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS CURRÍCULO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO PERFIL PERFIL 3001 - Válido para os alunos ingressos a partir de 2002.1 Disciplinas Obrigatórias Ciclo Geral Prát IF668 Introdução à Computação 1 2 2 45 MA530 Cálculo para Computação 5 0 5 75 MA531 Álgebra Vetorial

Leia mais

MEDWARE Sistemas Médicos Ltda

MEDWARE Sistemas Médicos Ltda A Empresa MEDWARE Sistemas Médicos Ltda A Medware Sistemas Médicos é uma empresa de desenvolvimento de sistemas voltada para a criação de soluções de informática para a área médica. Criada em meados da

Leia mais

Sistemas de Informação Hospitalar: Presente e Futuro

Sistemas de Informação Hospitalar: Presente e Futuro Sistemas de Informação Hospitalar: Presente e Futuro Halley Johanston Unysis Corporation, EUA Revista Informédica, 1 (2): 5-9, 1993. A utilização da Informática na gestão hospitalar evoluiu, nos últimos

Leia mais

Arquitetura de Sistemas Distribuídos. Introdução a Sistemas Distribuídos

Arquitetura de Sistemas Distribuídos. Introdução a Sistemas Distribuídos Introdução a Sistemas Distribuídos Definição: "Um sistema distribuído é uma coleção de computadores autônomos conectados por uma rede e equipados com um sistema de software distribuído." "Um sistema distribuído

Leia mais

esip- Sistema Integrado de Processo

esip- Sistema Integrado de Processo esip- Sistema Integrado de Processo Geração Distribuição Transmissão www.ecilenergia.com.br Integração dos dispositivos da SE na rede do esip Criação de uma Base de Dados Unificada Otimização no Deslocamento

Leia mais

2 Trabalhos Relacionados

2 Trabalhos Relacionados 2 Trabalhos Relacionados Este capítulo apresenta trabalhos relacionados ao problema da travessia de firewalls/nat por aplicações CORBA, alguns dos quais tiveram grande influência no desenvolvimento desta

Leia mais

Gestão das Tecnologias da Informação em Saúde: Novas Tecnologias e Novos Rumos. Renato M.E. Sabbatini UNICAMP Instituto Edumed

Gestão das Tecnologias da Informação em Saúde: Novas Tecnologias e Novos Rumos. Renato M.E. Sabbatini UNICAMP Instituto Edumed Gestão das Tecnologias da Informação em Saúde: Novas Tecnologias e Novos Rumos Renato M.E. Sabbatini UNICAMP Instituto Edumed Informações em Saúde Clínicas Administrativas Operacionais Financeiras Os Focos

Leia mais

Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso

Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso Considerando que a informação arquivística, produzida, recebida, utilizada e conservada em sistemas informatizados,

Leia mais

AFRE. a. ( ) Instalando um programa gerenciador de carregamento, como o LILO ou o GRUB. a. ( ) Data Werehouse ; Internet ; Linux

AFRE. a. ( ) Instalando um programa gerenciador de carregamento, como o LILO ou o GRUB. a. ( ) Data Werehouse ; Internet ; Linux 1. De que forma é possível alterar a ordem dos dispositivos nos quais o computador procura, ao ser ligado, pelo sistema operacional para ser carregado? a. ( ) Instalando um programa gerenciador de carregamento,

Leia mais

Soluções em Mobilidade

Soluções em Mobilidade Soluções em Mobilidade Soluções em Mobilidade Desafios das empresas no que se refere a mobilidade em TI Acesso aos dados e recursos de TI da empresa estando fora do escritório, em qualquer lugar conectado

Leia mais

Gerência de Redes de Computadores Gerência de Redes de Computadores As redes estão ficando cada vez mais importantes para as empresas Não são mais infra-estrutura dispensável: são de missão crítica, ou

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Competências Analista 1. Administração de recursos de infra-estrutura de tecnologia da informação 2.

Leia mais

Segurança e Escalabilidade em WebLab no Domínio de Redes de Computadores

Segurança e Escalabilidade em WebLab no Domínio de Redes de Computadores Segurança e Escalabilidade em WebLab no Domínio de Redes de Computadores Autor: Daniel Vieira de Souza 1, Orientador: Luís Fernando Faina 1 1 Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação Universidade

Leia mais

Aplicações de GED. Aplicações de GED. Document imaging. Document imaging

Aplicações de GED. Aplicações de GED. Document imaging. Document imaging Aplicações de GED Processamento, arquivamento e recuperação de documentos (Document Imaging) Gerenciamento de documentos (Document Management) Sistema de Gerenciamento de documentos técnicos (engineering

Leia mais

TOPLAB VERSÃO WEB 3.0 Solução completa para o gerenciamento de laboratórios de análises clínicas Interface web

TOPLAB VERSÃO WEB 3.0 Solução completa para o gerenciamento de laboratórios de análises clínicas Interface web Página 01 TOPLAB VERSÃO WEB 3.0 Solução completa para o gerenciamento de laboratórios de análises clínicas Interface web Página 02 Plataforma O TOPLAB foi projetado para funcionar na web, nasceu 'respirando

Leia mais

O Conversor Serial Ethernet MUX-10

O Conversor Serial Ethernet MUX-10 O Conversor Serial Ethernet MUX-10 M. B. Pereira, E. Araujo, ENAUTEC e F. Santana, COELBA Resumo - O Conversor Serial Ethernet MUX-10 é um protótipo destinado a interconectar equipamentos baseados em porta

Leia mais

Eduardo Bezerra. Editora Campus/Elsevier

Eduardo Bezerra. Editora Campus/Elsevier Princípios de Análise e Projeto de Sistemas com UML 2ª edição Eduardo Bezerra Editora Campus/Elsevier Capítulo 11 Arquitetura do sistema Nada que é visto, é visto de uma vez e por completo. --EUCLIDES

Leia mais

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009 Dispõe sobre o Planejamento Estratégico de TIC no âmbito do Poder Judiciário e dá outras providências. ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário Planejamento

Leia mais

ARQUITETURA TRADICIONAL

ARQUITETURA TRADICIONAL INTRODUÇÃO Atualmente no universo corporativo, a necessidade constante de gestores de tomar decisões cruciais para os bons negócios das empresas, faz da informação seu bem mais precioso. Nos dias de hoje,

Leia mais

PROJETO E IMPLANTAÇÃO DE INTRANETS

PROJETO E IMPLANTAÇÃO DE INTRANETS PROJETO E IMPLANTAÇÃO DE INTRANETS Aulas : Terças e Quintas Horário: AB Noite [18:30 20:20hs] PROJETO E IMPLANTAÇÃO DE INTRANETS 1 Conteúdo O que Rede? Conceito; Como Surgiu? Objetivo; Evolução Tipos de

Leia mais

O Gerenciamento de Documentos Analógico/Digital

O Gerenciamento de Documentos Analógico/Digital Tipos de GED: Document imaging Document management Document Imaging / Document Management O Gerenciamento de Documentos Analógico/Digital Mundo analógico Criação Revisão Processamento Arquivo Mundo digital

Leia mais

Medware Clínicas Sistema de Gerenciamento de Clínicas e Consultórios

Medware Clínicas Sistema de Gerenciamento de Clínicas e Consultórios Medware Clínicas Sistema de Gerenciamento de Clínicas e Consultórios A Empresa MEDWARE Sistemas Médicos Ltda A Medware Sistemas Médicos é uma empresa de desenvolvimento de sistemas voltada para a criação

Leia mais

Nexcode Systems, todos os direitos reservados. Documento versão 15.1.1 1

Nexcode Systems, todos os direitos reservados. Documento versão 15.1.1 1 Nexcode Systems, todos os direitos reservados. Documento versão 15.1.1 1 1 - INTRODUÇÃO NEXCODE NOTE, também conhecido como NEXNOTE, é um conjunto de soluções de software desenvolvidas sob a plataforma

Leia mais

Guaiaquil tira proveito da IoE para oferecer à população os benefícios da telemedicina e do governo eletrônico

Guaiaquil tira proveito da IoE para oferecer à população os benefícios da telemedicina e do governo eletrônico Guaiaquil tira proveito da IoE para oferecer à população os benefícios da telemedicina e do governo eletrônico RESUMO EXECUTIVO Objetivo Melhorar a vida dos moradores e ajudálos a serem bem-sucedidos na

Leia mais

EXIN Cloud Computing Fundamentos

EXIN Cloud Computing Fundamentos Exame Simulado EXIN Cloud Computing Fundamentos Edição Maio 2013 Copyright 2013 EXIN Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta publicação pode ser publicado, reproduzido, copiado ou armazenada

Leia mais

Arquitetura de Redes: Camadas de Protocolos (Parte I) Prof. Eduardo

Arquitetura de Redes: Camadas de Protocolos (Parte I) Prof. Eduardo Arquitetura de Redes: Camadas de Protocolos (Parte I) Prof. Eduardo Introdução O que é Protocolo? - Para que os pacotes de dados trafeguem de uma origem até um destino, através de uma rede, é importante

Leia mais

VELOCIDADE DE TRANSMISSÃO DE DADOS UTILIZANDO VPNs

VELOCIDADE DE TRANSMISSÃO DE DADOS UTILIZANDO VPNs VELOCIDADE DE TRANSMISSÃO DE DADOS UTILIZANDO VPNs Rogers Rodrigues Garcia 1, Júlio César Pereira¹ ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavai PR Brasil rogersgarcia@live.com, juliocesarp@unipar.br Resumo:

Leia mais

HOSPITAL DE CLÍNICAS DR. RADAMÉS NARDINI

HOSPITAL DE CLÍNICAS DR. RADAMÉS NARDINI HOSPITAL DE CLÍNICAS DR. RADAMÉS NARDINI PROJETO REVELAÇÃO DE IMAGEM DIAGNÓSTICA DIGITALIZADA ECIMARA DOS SANTOS SILVA Email: e.santos@hospitalnardini.org.br Telefone: (11) 4547-6906 Cel. (11) 98697-6908

Leia mais

Projeto de Sistemas Distribuídos. Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com

Projeto de Sistemas Distribuídos. Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com Projeto de Sistemas Distribuídos Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com Exemplos de SD Quais podem ser? Ex. de SD: Internet Internet é um conjunto de redes de computadores, de muitos tipos diferentes,

Leia mais