Número 21 24/06/2005. Sumário. Prezados colegas,

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Número 21 24/06/2005. Sumário. Prezados colegas,"

Transcrição

1 Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Boletim da ASPLAM Prezados colegas, Número 21 24/06/2005 Sumário O uso do termo marketing tem se tornado cada vez mais freqüente no dia-a-dia de nossa Universidade, refletindo a importância que essa abordagem passou a ter no modelo de gestão da PUCRS. Nessa linha, foi criada a ASPLAM, com a responsabilidade não só de coordenar as ações de planejamento e de marketing da Instituição, mas igualmente de apoiar a consolidação do posicionamento estratégico da PUCRS entre as principais IES do Brasil. No entanto, no momento em que as IES se voltam para o marketing como importante ferramenta de gestão, e apesar da inegável importância que esse conceito desempenha para as organizações, a sua má compreensão por algumas pessoas muitas vezes acaba afetando os resultados positivos esperados de adequadas ações mercadológicas. E, ao conhecermos mal um conceito, muitas vezes o condenamos. Por exemplo, quando surgiu a televisão, previu-se a extinção do rádio. Os barbeadores elétricos pareciam uma ameaça definitiva às lâminas de barbear. O advento do aparelho de videocassete fez com que muitos vaticinassem o fim dos cinemas. Pois a televisão não se tornou substituto do rádio e os barbeadores não eliminaram as lâminas. Os aparelhos de videocassete, assim como o DVD, também não foram suficientes para dizimar as salas de cinema. Da mesma forma, o marketing não veio para substituir a qualidade. O marketing não é uma ditadura que imponha substituições e regras. O marketing é sim, uma ferramenta a serviço da qualidade. Mas afinal, o que é marketing? Neste número do Boletim da ASPLAM, concentramos nossos esforços para esclarecer esse conceito. Através de artigos produzidos com base em consistente literatura específica da área de Administração, são destacados os aspectos que orientam a adequada compreensão do conceito de marketing e os elementos que reforçam a sua importante contribuição para o sucesso das organizações. Nesta edição, iniciamos com dois artigos publicados na Revista Exame sobre, justamente, a má compreensão do que é marketing. Apresentamos, também, um extrato do artigo de Carlos Alberto Rossi sobre o caráter científico do marketing, em resposta a artigo de Clemente Nóbrega, também na Revista Exame. Na seqüência, Philip Kotler e Karen F.A. Fox discutem sobre o que marketing pode oferecer e sobre as preocupações dos educadores com relação ao marketing em instituições de ensino, orientando para o seu uso correto. Ainda que esses dois últimos autores tracem uma abordagem do contexto norte-americano de educação, é importante que possamos refletir acerca de suas considerações. Apresentamos, também, o segundo texto sobre grandes empreendedores, destacando o trabalho de Maximilian Berlitz. E, como sempre, não poderíamos encerrar sem uma indefectível Pílula de Gestão. Antes de lhe convidarmos à leitura gostaríamos, no entanto, de retificar uma informação de nosso número anterior (nº 20). Quem primeiro coordenou o Curso de Empreendedorismo e Sucessão da FACE foi a professora Cléia Cleonise Visentini, e não o professor André Duhá, como foi publicado. À profª Cléia, nossas desculpas. Marketing: que diabo é isso? Astigmatismo Marketing, arte ou ciência? O que Marketing, afinal, pode oferecer? Preocupações dos educadores a respeito de Marketing Os Grandes Empreendedores II Maximilian Berlitz Pílulas de Gestão: Relatórios objetivos Boa leitura! 1

2 MARKETING: QUE DIABO É ISSO? Conceitos costumam variar de significado ao sabor da corrente de pensamento que os analisa. Poucos conceitos, no entanto, tem tantos e tão distintos predicados quanto o marketing. A multidisciplinaridade que o caracteriza e a multiplicidade de definições tornam o conceito de marketing impreciso. Mas afinal, como aparar essa aresta epistemológica. Qual o escopo de atividades do marketing? Como defini-lo? Peter Drucker, espécie de oráculo da administração de negócios nas últimas cinco décadas, afirmou, no início dos anos 60, que a primeira tarefa de uma empresa é gerar consumidores. Para ele, marketing é tão básico que não pode ser considerado uma função em separado. Marketing é o negócio visto do ponto de vista do seu resultado final, ou seja, do ponto de vista do cliente. O sucesso nos negócios não é determinado pelo produtor, mas pelo consumidor. Essa mudança de foco é fundamental para a compreensão do marketing. Para o marketing, quem define o que será oferecido ao mercado não é o vendedor, mas o próprio mercado. A empresa ausculta o comprador previamente, analisa suas necessidades e desejos e gera um produto de tal forma adequado à demanda que do esforço de vendas restam apenas as vendas o esforço torna-se desnecessário. Nas palavras de Drucker, haverá sempre alguma necessidade de vender. Mas o objetivo do marketing é conhecer e compreender o consumidor tão bem que o produto ou serviço o atendem completamente e, em conseqüência, vendem-se sozinhos. Tudo o que é preciso fazer é tornar disponível o produto ou serviço. Em 1960, Theodore Levitt publicou Marketing Myopia (Miopia de Marketing), um artigo que revolucionou o modo de pensar os negócios. Era a consolidação do moderno conceito de marketing, em um texto cravejado de pérolas. Levitt afirmou, sobre a distinção entre vendas e marketing, pedra fundamental de sua tese: A diferença entre marketing e vendas é mais do que semântica. Vendas têm seu foco nas necessidades do vendedor; marketing, nas do comprador. Vendas preocupam-se com a necessidade do vendedor de converter seu produto em dinheiro; marketing preocupa-se com a idéia de satisfazer as necessidades do consumidor com o produto ou serviço. Por fim, Philip Kotler, que desde a década de 70 vem pensando e escrevendo sobre marketing afirma que ele é o processo de escolha dos mercados em que se deve atuar, dos produtos e serviços a oferecer, dos preços a cobrar, da distribuição a utilizar e das mensagens a enviar. Ou ainda: é o processo pelo qual uma organização desenvolve e ajusta sua oferta às mudanças constantes das necessidades e dos desejos do mercado. Tanto Drucker, um generalista, quanto Levitt e Kotler, especialistas, pensam e escrevem a partir de uma realidade americana. Essa constatação leva naturalmente a uma pergunta: o que é marketing no Brasil? O que praticamos em seu nome no país? Os modelos de organização propostos por Kotler nos ajudam nessa análise. Embora de maneira não linear e com muitas sobreposições, há um sentido de evolução ligando as formas de orientação corporativa. Para cada configuração de mercado haveria uma forma correspondente de organizar-se e de competir. Um equívoco comum no Brasil é entender marketing como sinônimo de propaganda e promoção. Não é raro encontrar o marketing como um setor subordinado ao departamento de vendas, administrando o contato com a agência de propaganda e distribuindo brindes e material promocional. Nesse tipo de organização, também ficam a cargo do marketing funções não específicas que exijam algum bom gosto e que não estejam na jurisdição de nenhum outro departamento. Empresas plenamente voltadas para atender às necessidades do mercado, sintonizadas com os desejos de seus consumidores e ocupadas em cultivar clientes é coisa que ainda está para ser vista no ambiente corporativo brasileiro. Poucas empresas no país têm seu foco no marketing. O grau de competição nas indústrias e o nível de amadurecimento dos consumidores são possivelmente os dois melhores índices para medir o progresso desse movimento. E em mercados que giram em torno dos compradores, criar e reter clientes é fundamental para qualquer empreendimento. O foco no marketing será imprescindível. Quem antes o fizer, obviamente, não estará apenas exorcizando o risco de uma morte súbita: estará colhendo todas as vantagens de chegar ao futuro antes de seus competidores. Artigo publicado por Adriano Silva na Revista Exame, edição de 30/07/97, p

3 ASTIGMATISMO Um cidadão precisou fazer uma bateria de exames clínicos. Só então percebeu que seu plano de saúde não cobria a metade do que era necessário. Ressentido, disse: - O plano dessa empresa é uma bomba. Na hora de vender, pode tudo. Depois, não pode nada. É tudo marketing. Vou cancelar minha participação. Naquele instante, Theodore Levitt, que criou o clássico conceito de miopia de marketing, e Philip Kotler, sentiram o mesmo arrepio gelado lhes descendo a espinha. Não era para menos. A idéia de fechar o negócio a qualquer custo, ludibriando o freguês se for necessário, de forma a, pura e simplesmente, fazer o caixa tilintar, filia-se a uma lógica de vendas orientada para o curto prazo. Não gera clientes, mas compradores de uma compra só. Enfim, é uma idéia que nada tem a ver com a lógica de marketing, exceto pelo fato de ser a sua antítese. Se tudo naquela empresa de planos de saúde fosse marketing, o cidadão estaria satisfeito e a empresa estaria mantendo mais um cliente em carteira. A idéia de marketing como mentira, como maquilagem exuberante que atrai para uma armadilha de vendas, ou pelo menos como uma atividade vazia, desprovida de tutano e seriedade, tem, infelizmente, imperado no Brasil. Muitas pessoas têm a certeza equivocada de que marketing é uma propaganda metida à besta. Costuma-se pensar, ainda, que quanto melhor o marketing maior o hype palavra do inglês que define a promessa que não se cumpre; o exagero que deliberadamente conquista depois de frustrar. Em bom português: empulhação. Para o marketing, entretanto, a propaganda é apenas o meio mais eficiente de comunicar os benefícios de um produto ou serviço a públicos de interesse. É evidente que ações de comunicação visam sempre ressaltar os pontos positivos e omitir o que não interessa mostrar. Assim funciona a propaganda. Não é assim que funciona o marketing, processo que transcende em muito as ações publicitárias. O interesse pelo marketing no Brasil parece estar ancorado naquela visão errônea da profissão como uma salada vistosa que envolve ações de comunicação, promoções criativas e gravatas menos conservadoras. É o marketing compreendido como uma atividade de apoio e vendas, como organização de eventos, como uma ocupação confinada ao meio publicitário. Esse conjunto de percepções confunde o que é periférico com aquilo que é central; o instrumento com a inteligência que o conduz. De todo modo, marketing é, essencialmente, compreender o mercado e tornar eficiente e mutuamente lucrativa a relação entre a oferta de uma empresa e a demanda dos consumidores. Entretanto, por que viemos a enxergar o marketing no Brasil desta forma equivocada? Talvez porque alguns empresários nacionais, há 20 ou 30 anos, tomaram o novo conceito pela sua aparência. Reduziram-no (se é que chegaram a compreendê-lo de fato), esvaziando-o à medida que o adotavam. Desta forma, puderam se dizer a par com as últimas tendências internacionais, sem precisarem operar as inflexões de gerenciamento que a lógica de marketing imporia a seus negócios. O resultado foi uma adaptação do conceito de marketing ao mercado brasileiro, ambiente em que o cliente é tradicionalmente tratado como um insignificante. Importou-se o verniz do marketing mas teve-se o cuidado de deixar de fora sua medula. Cristalizou-se, com os anos, a compreensão do marketing pela perfumaria que a ele se assacou. Chegamos à contradição suprema de um consumidor insatisfeito enunciar isso é puro marketing, usando o nome da doutrina que o toma como causa e a conseqüência de um negócio, para denotar as situações em que se sente enganado, usurpado por mercadores estultos. Marketing, quem diria, sendo apontado como o pivô da insatisfação de consumidores. Ofertas geradas em um processo de marketing autêntico e bem conduzido são necessariamente satisfatórias para os clientes e lucrativas para as organizações. As que não forem, não serão outra coisa por muito mais tempo. No Brasil, de modo geral, imagina-se que a idéia de empresa lucrativa não é compatível com a de consumidores satisfeitos. Acredita-se que ou se tem uma coisa ou se tem a outra. A obviedade não vista é que os dois cenários são indissociáveis, contíguos interdependentes. Artigo publicado por Adriano Silva, na Revista Exame, edição 663, 03/06/98, p

4 MARKETING, ARTE OU CIÊNCIA? Idéias existem para serem apresentadas e debatidas, contudo quando se alimentam do desconhecimento e ainda se empertigam com excessiva liberalidade, tais idéias aproximamse perigosamente do descrédito e da ilegitimidade. A partir desse ponto, quem persegue a verdade e faz dela sua matéria-prima não pode apenas se consternar e silenciar. Precisamos conhecer mais o que é marketing. Se fosse uma área do conhecimento ainda virgem, ou se estivesse dando seus primeiros passos, a lateralidade de opiniões (e até palpites) seria natural e compreensível. Mas, como indicou o professor Shelby Hunt no Journal of the Academy of Marketing Science, marketing é uma disciplina acadêmica, aplicada e profissional. Há um mundo de conhecimento cientifico aplicado em marketing e, o que é mais importante, um mundo que avança a fronteira desse conhecimento (o estadoda-arte) de forma cada vez mais veloz. (...) Pois, voltando a Hunt, ele é o mais reputado professor e pesquisador sobre a epistemologia (teoria da ciência) do marketing. Mas por que marketing é uma disciplina acadêmica? Porque, respaldado em pesquisas de natureza científica, edificou teorias e gerou conhecimento fundamentado em testes empíricos exaustivos e metodologicamente rigorosos. Essa torrente de evidências (científicas) hoje disponível faz do marketing, sim, uma ciência e não apenas uma arte (que também é). O marketing é, também, uma disciplina aplicada porque seus conhecimentos são aplicados no meio empresarial e também em instituições sem fins lucrativos (ex.: IES), aí incluído o Terceiro Setor, sempre visando às trocas e seus benefícios para fornecedores e clientes, sejam empresas e consumidores, hospitais e pacientes, escolas e alunos ou governo e cidadãos. Esses conhecimentos aplicam-se por meio de pesquisas de mercado, treinamento e desenvolvimento de executivos, consultorias especializadas e pelas rotineiras ações de marketing (verdadeiro!) dentro das organizações. Carlos Alberto V. Rossi Doutor em marketing estratégico e comportamento do cliente, consultor de empresas e professor do Programa de Pós- Graduação em Administração da UFRGS. Pense comigo, olhando à sua volta: você não consegue ver empresas, no Brasil, entregando cada vez mais valor a seus clientes? Pense nos bens de consumo. Assistimos diariamente à chegada de novos produtos e novos anúncios que vão ao encontro das necessidades e dos desejos dos consumidores. Mas pense, também, nos bens e serviços industriais: as empresas brasileiras têm desenvolvido competências crescentes no chamado marketing industrial. E pense no marketing dos bancos, no marketing cultural, no marketing esportivo (...) De fato, precisamos conhecer mais sobre marketing. Desconsiderar o conhecimento científico constituído é uma expressão de obscurantismo. Alardear dogmaticamente idéias incipientes, agredindo (por desconhecimento ou pura bazófia) o saber já existente é prática temerária e, infelizmente, autoproclamação de descrédito. Conhecer mais sobre marketing não implica apenas estudarmos mais (a disciplina acadêmica) e elevarmos os edifícios teóricos que já foram erigidos (além de construirmos novos), voltados para as novas necessidades que pessoas, sociedades e instituições nos forem apresentando nos próximos anos. O conhecimento abalizado em marketing passa, inexoravelmente, também pelas suas práticas cotidianas (a disciplina aplicada) e pela formação e especialização de pessoas (a disciplina profissional) voltadas para a permanente otimização dessas práticas. Por tudo isso, definitivamente, não fragmentemos o conhecimento de marketing e não fraturemos o compromisso com a verdade. Extrato de artigo publicado por Carlos Alberto Rossi na Revista Exame, edição de 14/07/99. O QUE MARKETING, AFINAL, PODE OFERECER? Freqüentemente, instituições que compreendem os princípios de marketing atingem seus objetivos com maior eficácia. Em uma sociedade livre, as instituições dependem de trocas voluntárias para realizar seus objetivos. Devem atrair recursos, motivar funcionários e encontrar consumidores. Incentivos próprios podem ajudar a estimular essas trocas. Marketing é a ciência aplicada mais preocupada em administrar trocas de forma eficaz e eficientemente e é relevante às instituições educacionais tanto quanto às empresas que visam ao lucro. 4

5 Marketing está projetado para produzir quatro benefícios principais: 1. Maior sucesso no atendimento da missão da instituição. Marketing fornece ferramentas para comparar o que a instituição está realmente fazendo em relação à sua missão e metas declaradas. A análise cuidadosa prepara a base para programas dirigidos a problemas reais. Por exemplo, a análise pode indicar que poucas pessoas são atraídas a uma escola em função de sua missão e que os programas oferecidos são bastante limitados. Ao conhecer isto, administradores podem decidir aumentar o interesse público pela missão específica da escola ou continuar a atender menor número de estudantes que acham a missão e programas atuais atraentes. Marketing ajuda a identificar problemas e planejar soluções que ajudarão a instituição a atender sua missão. 2. Melhorar a satisfação dos públicos da instituição. Para serem bem-sucedidas, as instituições devem satisfazer às necessidades dos consumidores de alguma forma. Se falharem ao desenvolver programas satisfatórios a seus públicos - alunos, doadores e outros - a má repercussão, o boca-a-boca resultante e a perda de alunos irão prejudicá-las. Instituições insensíveis às necessidades e desejos dos clientes podem encontrar maior apatia e moral mais baixa. Ultimamente, tais instituições constataram que é difícil atrair novos estudantes e apoio adequado de ex-alunos. Marketing, ao insistir na importância de mensurar e satisfazer necessidades de consumidores, tende a produzir um nível melhor de serviços ao cliente e de satisfação. Philip Kotler Considerado a maior autoridade do mundo em Marketing. Professor titular da Kellogg Graduate School of Management da Northwestern University, consultor sobre estratégia de marketing para grandes empresas internacionais. 3. Melhorar a atração de recursos de marketing. Ao esforçar-se para satisfazer seus clientes, as instituições devem atrair vários recursos, incluindo estudantes, funcionários, voluntários, doadores, subvenções e outros apoios. Marketing fornece uma abordagem disciplinada para melhorar a atração desses recursos necessários. 4. Melhorar a eficiência das atividades de marketing. Marketing enfatiza a administração e coordenação racional do desenvolvimento de programas, preços, comunicações e distribuição. Muitas instituições educacionais tomam estas decisões sem considerar seus inter-relacionamentos, resultando em mais custo no resultado obtido. O que é muito pior: atividades de marketing descoordenadas podem falhar completamente ou dispersar os muitos grupos que a instituição pretendia atrair. Desde que poucas instituições educacionais podem dar-se ao luxo de desperdiçar recursos, os administradores devem atingir eficiência e eficácia máximas nas atividades de marketing. Um conhecimento de marketing pode ajudar nesta tarefa. Karen F. A. Fox Professora associada de Marketing da Universidade de Santa Clara, onde é especialista em marketing de serviços e marketing para instituições de ensino. Extrato do livro Marketing Estratégico Para Instituições de Ensino, de P. Kotler e K. Fox, S. Paulo, Ed. Atlas, 1998 PREOCUPAÇÕES DOS EDUCADORES A RESPEITO DE MARKETING Muitas vezes, especialistas de marketing são acusados de fazer com que pessoas comprem coisas que não desejam ou necessitam, mesmo coisas que não podem se dar ao luxo de possuir. Os consumidores são vistos como vítimas da venda de alta pressão e, às vezes, enganosa. Administradores educacionais, não familiares com marketing, às vezes questionam a utilidade e a adequação de marketing para a educação. Alguns educadores abominam a idéia de marketing, outros estão interessados mas sentem que ele deve ser introduzido com muita cautela. E aí, várias críticas são construídas. Duas críticas principais podem ser identificadas: 1. Marketing é incompatível com a missão educacional. Alguns administradores, conselheiros, professores e ex-alunos acreditam que marketing é para empresas comerciais e que as instituições educacionais devem estar "acima" de marketing. Eles sentem que os valores e técnicas educacionais estão em direção oposta aos valores e técnicas das empresas e que os dois mundos não podem e não devem ficar muito próximos. Em sua visão, o propósito da educação é oferecer conhecimento, habilidades analíticas e hábitos de reflexão e racionalidade, enquanto o propósito de marketing - e dos negócios em geral - é 5

6 ganhar dinheiro. O marketing é visto como "venda pesada" (hard-selling) e que deprecia a educação e as instituições educacionais que o utilizam. Ironicamente, a maiorias das instituições educacionais comprometem-se com marketing mesmo sem perceber. Consideremos uma faculdade particular qualquer (num contexto norte-americano, onde o livro foi escrito). Ela tem um serviço de admissão cujos funcionários visitam colégios e procuram atrair os melhores alunos. O serviço de desenvolvimento da faculdade mantém assiduamente relações saudáveis com ex-alunos em busca de doações. A equipe de relações públicas está ocupada com editores e organizações comunitárias para disseminar notícias e impressões favoráveis sobre a faculdade. O diretor acadêmico dirige programas curriculares e de aconselhamento pessoal e cuida de atividades extracurriculares para aumentar a satisfação dos alunos. A associação de ex-alunos mantém contatos com afiliados e oferece atividades e informações para obter seu apoio. Esses e outros administradores, professores e funcionários têm a responsabilidade de perceber, atender e satisfazer a mercados diferentes, embora se forem perguntados, possam negar que estejam engajados em marketing. 2. Marketing não deve ser necessário. Mesmo quando administradores de instituições educacionais aceitam a utilidade de marketing, podem acreditar que esta função deve ser desnecessária. Administradores, conselheiros e outros sentem freqüentemente que as pessoas devem desejar as experiências e os serviços educacionais que a escola tem a oferecer. Afinal, eles ponderam que as pessoas "sabem o que é bom para elas" e que a educação é boa para as pessoas. Marketing Estratégico Para Instituições de Ensino Philip Kotler e Karen Fox Ed. Atlas São Paulo, 1998 Administradores de escolas mantidas pelo governo ficam chocados quando existem cortes em seus orçamentos e as famílias viram as costas quando são convidadas a dar alguma contribuição financeira. Podem ficar surpresos porque os pais estão tirando seus filhos das escolas públicas e dispostos a pagar para colocá-los em escolas particulares. Administradores de escolas particulares podem ficar surpresos porque os ex-alunos não estão mais ativos nos assuntos da escola e por que as doações têm desaparecido. Uma instituição que compreende seus mercados percebe que as atitudes e preferências das pessoas mudam. Em vez de pressupor que desfrutará sempre o orgulho de um lugar de honra antes conquistado, a instituição deve adotar pesquisa permanente de marketing para continuar a satisfazer a seus mercados, de modo a assegurar seu desenvolvimento. Ainda que o marketing possa sofrer alguma discriminação como ferramenta de auxílio à missão educacional, tanto os docentes, quanto os discentes e suas famílias vivem em um mundo em que são muito bem-vindas as boas políticas de relacionamento das instituições com seus mercados. Nesse contexto, o marketing, corretamente aplicado, pode melhorar o relacionamento da instituição junto aos seus públicos externos como instrumento de apoio à educação e ao ensino de qualidade. Extratos do livro Marketing Estratégico Para Instituições de Ensino, de P. Kotler e K. Fox, S. Paulo, Ed. Atlas, 1998 OS GRANDES EMPREENDEDORES II MAXIMILIAN BERLITZ Um educador incansável que, através de uma oportunidade, modificou o modo de aprender idiomas e fundou uma grande rede de escolas. Descendente de uma longa linha de professores e matemáticos, Maximilian Berlitz cresceu na região de Floresta Negra, na Alemanha. Emigrou para os Estados Unidos em 1872 e chegou preparado para ensinar grego, latim e seis outros idiomas europeus de acordo com o modo rígido tradicional com tradução e gramática. Maximilian Berlitz

7 Após construir uma carreira bem sucedida como professor particular, Berlitz foi contratado pelo Warner Polytechnic College como professor para lecionar francês e alemão. A instituição, porém, era menos imponente que seu nome, e Berlitz logo se tornou proprietário, diretor, reitor e o único membro do corpo docente, trabalhando assim dia e noite. Precisando de um assistente para ensinar francês, Berlitz contratou um jovem francês que pareceu ser o candidato mais promissor, possivelmente devido ao impecável francês em sua carta de solicitação de emprego. O candidato, Nicholas Joly, chegou e encontrou seu novo empregador doente e febril devido ao excesso de trabalho, uma condição que só piorou quando Berlitz soube que Joly não falava uma palavra de inglês! Desesperado para manter uma escola funcionando com Joly na direção, Berlitz instruiu seu novo assistente a apontar objetos e a representar verbos da melhor forma possível. Ele então se recolheu para repouso a conselho médico. Berlitz emergiu ansioso, seis semanas mais tarde, preparado para enfrentar a ira de seus alunos abandonados. Em vez disso, encontrou-os participando animadamente de trocas de perguntas e respostas com seu professor, com um elegante sotaque francês! A formalidade da sala de aula convencional não mais existia, e mais importante, os alunos tinham progredido mais do que quaisquer outros em seis semanas sob sua própria tutela. Berlitz rapidamente concluiu que sua medida de emergência guardava a semente de uma técnica de ensino inovadora. Substituindo a aprendizagem de memorização por um processo de descoberta que manteve os alunos participantes e interessados, resolveu muitos dos problemas que tinham atormentado o ensino de idiomas no passado. A rede de escolas que fundou está em mais de 400 centros de idiomas espalhados por 60 paises. Seu neto, Charles Berlitz, escreveu uma dezena de livros sobre a magia da comunicação, idiomas e assim ajudou a propagar o trabalho do grande mestre e empreendedor. DICAS PARA RELATÓRIOS OBJETIVOS Como preparar relatórios objetivos. Eis algumas dicas que podem ser bastante úteis: Prepare uma única declaração esclarecendo sobre o que trata o relatório; Identifique dois ou três pontos principais; Destaque cada ponto principal; use estatísticas, exemplos breves ou explicação em uma frase. GARY, Denys J. Communication Briefing Volume XVII nº 1. Alexandria, VA, Expediente Boletim da ASPLAM é uma publicação da Assessoria de Planejamento e Marketing da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Você está recebendo este boletim porque está cadastrado na lista de distribuição de notícias da ASPLAM. Se desejar cancelar o recebimento favor encaminhar para manifestando seu desejo. Visite o site do Plano Estratégico da PUCRS em 7

Unidade IV. Marketing. Profª. Daniela Menezes

Unidade IV. Marketing. Profª. Daniela Menezes Unidade IV Marketing Profª. Daniela Menezes Comunicação (Promoção) Mais do que ter uma ideia e desenvolver um produto com qualidade superior é preciso comunicar a seus clientes que o produto e/ ou serviço

Leia mais

COMO VENDER. A IMAGEM DA SUA ESCOLA Dicas que garantem a visibilidade da sua instituição

COMO VENDER. A IMAGEM DA SUA ESCOLA Dicas que garantem a visibilidade da sua instituição BP COMO VENDER A IMAGEM DA SUA ESCOLA Dicas que garantem a visibilidade da sua instituição PRODUTOS EDUCACIONAIS MULTIVERSO Avenida Batel, 1750 Batel CEP 80420-090 Curitiba/PR Fone: (41) 4062-5554 Editor:

Leia mais

Marketing, que diabo é isso? Sem fronteiras delimitadas, o marketing sofre a crítica de ser pouco científico. Será mesmo?

Marketing, que diabo é isso? Sem fronteiras delimitadas, o marketing sofre a crítica de ser pouco científico. Será mesmo? Marketing, que diabo é isso? Sem fronteiras delimitadas, o marketing sofre a crítica de ser pouco científico. Será mesmo? Disse o engenheiro, com desdém: - Até hoje ninguém conseguiu me explicar o que

Leia mais

A comunicação e o marketing. como ferramentas estratégicas de gestão social

A comunicação e o marketing. como ferramentas estratégicas de gestão social A comunicação e o marketing como ferramentas estratégicas de gestão social Ricardo Voltolini* Transformar causas em marcas fortes que tenham longevidade, personalidade, consistência e sejam uma referência

Leia mais

Curso: Marketing para Engenharia, Arquitetura e Agronomia Ênio Padilha 2006 Módulo 1: Introdução. Marketing, esse famoso Desconhecido!

Curso: Marketing para Engenharia, Arquitetura e Agronomia Ênio Padilha 2006 Módulo 1: Introdução. Marketing, esse famoso Desconhecido! Curso: Marketing para Engenharia, Arquitetura e Agronomia Ênio Padilha 2006 Módulo 1: Introdução. Marketing, esse famoso Desconhecido! 1.1. MIX DE MARKETING Você já deve ter feito o nosso Teste de Conhecimentos

Leia mais

Unidade IV. Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas. Prof a. Daniela Menezes

Unidade IV. Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas. Prof a. Daniela Menezes Unidade IV Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas Prof a. Daniela Menezes Tipos de Mercado Os mercados podem ser divididos em mercado de consumo e mercado organizacional. Mercado de consumo: o consumidor

Leia mais

Inglesar.com.br Aprender Inglês Sem Estudar Gramática

Inglesar.com.br Aprender Inglês Sem Estudar Gramática 1 Sumário Introdução...04 O segredo Revelado...04 Outra maneira de estudar Inglês...05 Parte 1...06 Parte 2...07 Parte 3...08 Por que NÃO estudar Gramática...09 Aprender Gramática Aprender Inglês...09

Leia mais

Orientação ao mercado de trabalho para Jovens. 1ª parte. Projeto Super Mercado de Trabalho 1ª parte Luiz Fernando Marca

Orientação ao mercado de trabalho para Jovens. 1ª parte. Projeto Super Mercado de Trabalho 1ª parte Luiz Fernando Marca Orientação ao mercado de trabalho para Jovens 1ª parte APRESENTAÇÃO Muitos dos jovens que estão perto de terminar o segundo grau estão lidando neste momento com duas questões muito importantes: a formação

Leia mais

São distintos os conteúdos expostos pela comunicação interna e externa:

São distintos os conteúdos expostos pela comunicação interna e externa: 31 6 COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL Um dos principais objetivos da comunicação institucional é o estabelecimento de relações duradouras com os seus públicos. Isso é possível através de ações personalizadas

Leia mais

A Paralisia Decisória.

A Paralisia Decisória. A Paralisia Decisória. Começo este artigo com uma abordagem um pouco irônica, vinda de uma amiga minha, que, inconformada como a humanidade vêm se portando perante a fé em algo superior, soltou a máxima

Leia mais

Um dos objetivos deste tema é orientar as ações sistemáticas na busca satisfazer o consumidor estimulando a demanda e viabilizando o lucro.

Um dos objetivos deste tema é orientar as ações sistemáticas na busca satisfazer o consumidor estimulando a demanda e viabilizando o lucro. PLANO DE MARKETING Andréa Monticelli Um dos objetivos deste tema é orientar as ações sistemáticas na busca satisfazer o consumidor estimulando a demanda e viabilizando o lucro. 1. CONCEITO Marketing é

Leia mais

ENDOMARKETING: Utilização como ferramenta de crescimento organizacional

ENDOMARKETING: Utilização como ferramenta de crescimento organizacional ENDOMARKETING: Utilização como ferramenta de crescimento organizacional Carlos Henrique Cangussu Discente do 3º ano do curso de Administração FITL/AEMS Marcelo da Silva Silvestre Discente do 3º ano do

Leia mais

POLÍTICA EMRPESARIAL DA INT.4

POLÍTICA EMRPESARIAL DA INT.4 POLÍTICA EMRPESARIAL DA INT.4 INTRODUÇÃO Desde que foi fundada em 2001, a ética, a transparência nos processos, a honestidade a imparcialidade e o respeito às pessoas são itens adotados pela interação

Leia mais

1- O que é um Plano de Marketing?

1- O que é um Plano de Marketing? 1- O que é um Plano de Marketing? 2.1-1ª etapa: Planejamento Um Plano de Marketing é um documento que detalha as ações necessárias para atingir um ou mais objetivos de marketing, adaptando-se a mudanças

Leia mais

As cinco disciplinas

As cinco disciplinas As cinco disciplinas por Peter Senge HSM Management julho - agosto 1998 O especialista Peter Senge diz em entrevista exclusiva que os programas de aprendizado podem ser a única fonte sustentável de vantagem

Leia mais

MARKETING DESENVOLVIMENTO HUMANO

MARKETING DESENVOLVIMENTO HUMANO MRKETING DESENVOLVIMENTO HUMNO MRKETING rte de conquistar e manter clientes. DESENVOLVIMENTO HUMNO É a ciência e a arte de conquistar e manter clientes e desenvolver relacionamentos lucrativos entre eles.

Leia mais

Introdução 02. A Estratégia Corporativa ESPM Brasil 03. A Definição do Negócio 03. Imagem 03. Objetivos Financeiros 04

Introdução 02. A Estratégia Corporativa ESPM Brasil 03. A Definição do Negócio 03. Imagem 03. Objetivos Financeiros 04 ESTUDO DE CASO A construção do BSC na ESPM do Rio de Janeiro Alexandre Mathias Diretor da ESPM do Rio de Janeiro INDICE Introdução 02 A Estratégia Corporativa ESPM Brasil 03 A Definição do Negócio 03 Imagem

Leia mais

EMPREENDEDORISMO DE. Professor Victor Sotero

EMPREENDEDORISMO DE. Professor Victor Sotero EMPREENDEDORISMO DE NEGÓCIOS COM INFORMÁTICA Professor Victor Sotero 1 OBJETIVOS DA DISCIPLINA Esta disciplina apresenta uma metodologia para formação de empreendedores. Aberta e flexível, baseada em princípios

Leia mais

CompuStream Plano de Negócios COMPUSTREAM CONSULTORIA LTDA.

CompuStream Plano de Negócios COMPUSTREAM CONSULTORIA LTDA. CompuStream Plano de Negócios COMPUSTREAM CONSULTORIA LTDA. A CompuStream, empresa especializada em desenvolvimento de negócios, atua em projetos de investimento em empresas brasileiras que tenham um alto

Leia mais

Por Tiago Bastos 1. 3 Dicas Infalíveis Para Ganhar Dinheiro Online

Por Tiago Bastos 1. 3 Dicas Infalíveis Para Ganhar Dinheiro Online Por Tiago Bastos 1 3 Dicas Infalíveis Para Ganhar Dinheiro Online 3 Dicas Infalíveis Para Ganhar Dinheiro Online Se não pode subir a montanha, torne-se uma. Por Tiago Bastos 2 3 Dicas Infalíveis Para Ganhar

Leia mais

Musculação e Treinamento Personalizado: Marketing Pessoal & Fidelização de Clientes

Musculação e Treinamento Personalizado: Marketing Pessoal & Fidelização de Clientes Musculação e Treinamento Personalizado: Marketing Pessoal & Fidelização de Clientes Copyright 2011 Edvaldo de Farias Prof. Edvaldo de Farias, MSc. material disponível em www.edvaldodefarias.com Minha expectativa

Leia mais

Gestão do Conhecimento. Aplicada ao Marketing

Gestão do Conhecimento. Aplicada ao Marketing Edson Roberto Scharf Gestão do Conhecimento Aplicada ao Marketing Visual Books Sumário Apresentação... 13 1 Marketing: A Empresa Conectada ao Futuro através do Conhecimento... 15 1.1 Conceito Central...15

Leia mais

POR QUE INVESTIR EM MARKETING EDUCACIONAL? AS FERRAMENTAS DO MARKETING AUXILIANDO A ESCOLA A DEFINIR SEU FOCO NO CENÁRIO ATUAL

POR QUE INVESTIR EM MARKETING EDUCACIONAL? AS FERRAMENTAS DO MARKETING AUXILIANDO A ESCOLA A DEFINIR SEU FOCO NO CENÁRIO ATUAL POR QUE INVESTIR EM MARKETING EDUCACIONAL? AS FERRAMENTAS DO MARKETING AUXILIANDO A ESCOLA A DEFINIR SEU FOCO NO CENÁRIO ATUAL VICENTINE, Claudia Doutoranda em Gestão de Marketing, Professora na Faculdade

Leia mais

Como criar. um artigo. em 1h ou menos. Por Natanael Oliveira

Como criar. um artigo. em 1h ou menos. Por Natanael Oliveira Como criar um artigo em 1h ou menos Por Natanael Oliveira 1 Como escrever um artigo em 1h ou menos Primeira parte do Texto: Gancho Inicie o texto com perguntas ou promessas, algo que prenda atenção do

Leia mais

29/03/12. Sun Tzu A Arte da Guerra

29/03/12. Sun Tzu A Arte da Guerra 29/03/12 Com planejamento cuidadoso e detalhado, pode-se vencer; com planejamento descuidado e menos detalhado, não se pode vencer. A derrota é mais do que certa se não se planeja nada! Pela maneira como

Leia mais

ENDOMARKETING COMO FERRAMENTA DE COMUNICAÇÃO COM O PÚBLICO INTERNO

ENDOMARKETING COMO FERRAMENTA DE COMUNICAÇÃO COM O PÚBLICO INTERNO 1 ENDOMARKETING COMO FERRAMENTA DE COMUNICAÇÃO COM O PÚBLICO INTERNO Por Regina Stela Almeida Dias Mendes NOVEMBRO 2004 UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA 2 ENDOMARKETING COMO FERRAMENTA DE COMUNICAÇÃO

Leia mais

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO ANEXO

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO ANEXO PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO ANEXO Plano de Ação Estratégico Estratégias empresariais Anexo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas SEBRAE Unidade de Capacitação Empresarial Estratégias

Leia mais

GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS

GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS SEÇÃO 7 Desenvolvimento de É importante pensar sobre como desenvolver os funcionários a fim de melhorar o trabalho da organização. O desenvolvimento de poderia consistir em ensino, oportunidades para adquirir

Leia mais

Por Tiago Bastos Quer Dinheiro Online? 1

Por Tiago Bastos Quer Dinheiro Online? 1 Por Tiago Bastos Quer Dinheiro Online? 1 Se não pode subir a montanha, torne-se uma. Por Tiago Bastos Quer Dinheiro Online? 2 ISSO ESTÁ ME GERANDO R$7.278,05 - R$10.588,38 POR SEMANA E VOCÊ PODE FAZER

Leia mais

12 Dicas Para Montar Um Negócio De Sucesso

12 Dicas Para Montar Um Negócio De Sucesso Novo Negócio 12 Dicas Para Montar Um Negócio De Sucesso Vinícius Gonçalves Equipe Novo Negócio Espero sinceramente que você leia este PDF até o final, pois aqui tem informações muito importantes e que

Leia mais

XIII ENCONTRO ANUAL DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL TEMA: INOVAÇÕES E INVESTIMENTOS NO ENSINO DE ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL

XIII ENCONTRO ANUAL DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL TEMA: INOVAÇÕES E INVESTIMENTOS NO ENSINO DE ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL XIII ENCONTRO ANUAL DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL TEMA: INOVAÇÕES E INVESTIMENTOS NO ENSINO DE ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL COMUNICAÇÃO SUBTEMA: QUESTÕES DIDÁTICO-PEDAGÓGICAS A MATEMÁTICA

Leia mais

COMO CONTRATAR OS MELHORES REPRESENTANTES DE ATENDIMENTO AO CLIENTE

COMO CONTRATAR OS MELHORES REPRESENTANTES DE ATENDIMENTO AO CLIENTE COMO CONTRATAR OS MELHORES REPRESENTANTES DE ATENDIMENTO AO CLIENTE Por que se importar 3 O melhor representante de atendimento 4 SUMÁRIO Escrevendo um anúncio de vaga de emprego Carta de apresentação

Leia mais

E-book Internet Marketing que Funciona Página 1

E-book Internet Marketing que Funciona Página 1 E-book Internet Marketing que Funciona Página 1 Produção Este E-book é Produzido por: Sérgio Ferreira, administrador do blog: www.trabalhandoonline.net Visite o site e conheça várias outras Dicas GRÁTIS

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Nome da disciplina Evolução do Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação;

Leia mais

Seus resultados nas alturas. Sem cair.

Seus resultados nas alturas. Sem cair. Seus resultados nas alturas. Sem cair. Apresentação da Agência SOBRE a agência A Grão Comunicação Empresarial é uma agência de consultoria e marketing com um formato diferenciado e inovador. Dispondo de

Leia mais

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS CURSO TECNOLOGIA EM GESTÃO COMERCIAL Série do Curso: 4ª SÉRIE Nome da Disciplina: PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO A atividade prática supervisionada (ATPS) é um método de ensinoaprendizagem

Leia mais

Curso Empreendedorismo Corporativo

Curso Empreendedorismo Corporativo Curso Empreendedorismo Corporativo Todos os fatores relevantes atuais mostram que a estamos em um ambiente cada vez mais competitivo, assim as pessoas e principalmente as organizações devem descobrir maneiras

Leia mais

Considerando que a pesquisa mercadológica é uma ferramenta de orientação para as decisões das empresas, assinale a opção correta.

Considerando que a pesquisa mercadológica é uma ferramenta de orientação para as decisões das empresas, assinale a opção correta. ESPE/Un SERE plicação: 2014 Nas questões a seguir, marque, para cada uma, a única opção correta, de acordo com o respectivo comando. Para as devidas marcações, use a Folha de Respostas, único documento

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Evolução de Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução

Leia mais

A nova versão da ISO 9001:2015 - Sistemas de gestão da qualidade - Requisitos

A nova versão da ISO 9001:2015 - Sistemas de gestão da qualidade - Requisitos A nova versão da ISO 9001:2015 - Sistemas de gestão da qualidade - Requisitos Criada pela International Organization for Standardization (ISO), a ISO 9001 é uma série de normas sobre gestão da qualidade

Leia mais

PESQUISA DE MARKETING

PESQUISA DE MARKETING PESQUISA DE MARKETING CONCEITOS É a busca de informação, a investigação do fenômeno que ocorre no processo de transferência de bens ao consumidor Trata da coleta de qualquer tipo de dados que possam ser

Leia mais

MARKETING SOCIALMENTE RESPONSÁVEL

MARKETING SOCIALMENTE RESPONSÁVEL MARKETING SOCIALMENTE RESPONSÁVEL Disciplina: Responsabilidade Social e Ambiental Prof. Rômulo de Freitas Guilherme O que é Marketing? Market + ing = O mercado em movimento. Segundo Kotler (1998) Marketing

Leia mais

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 901491 - EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução da teoria organizacional

Leia mais

CRM - gestão eficiente do relacionamento com os clientes

CRM - gestão eficiente do relacionamento com os clientes CRM - gestão eficiente do relacionamento com os clientes Mais que implantação, o desafio é mudar a cultura da empresa para documentar todas as interações com o cliente e transformar essas informações em

Leia mais

PROCESSOS PODEROSOS DE NEGÓCIO. ideiaconsultoria.com.br 43 3322 2110 comercial@ideiaconsultoria.com.br

PROCESSOS PODEROSOS DE NEGÓCIO. ideiaconsultoria.com.br 43 3322 2110 comercial@ideiaconsultoria.com.br PROCESSOS PODEROSOS DE NEGÓCIO ideiaconsultoria.com.br 43 3322 2110 comercial@ideiaconsultoria.com.br POR QUE ESCREVEMOS ESTE E-BOOK? Nosso objetivo com este e-book é mostrar como a Gestão de Processos

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO GERENCIAL: UM ESTUDO DE CASO EM UMA PEQUENA EMPRESA DO SETOR AGRONEGÓCIO NO MUNICÍPIO DE BAMBUÍ/MG.

A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO GERENCIAL: UM ESTUDO DE CASO EM UMA PEQUENA EMPRESA DO SETOR AGRONEGÓCIO NO MUNICÍPIO DE BAMBUÍ/MG. Bambuí/MG - 2008 A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO GERENCIAL: UM ESTUDO DE CASO EM UMA PEQUENA EMPRESA DO SETOR AGRONEGÓCIO NO MUNICÍPIO DE BAMBUÍ/MG. Ana Cristina Teixeira AMARAL (1); Wemerton Luis EVANGELISTA

Leia mais

Estar presente quando seu cliente está buscando seus serviços e produtos é fundamental.

Estar presente quando seu cliente está buscando seus serviços e produtos é fundamental. Estar presente quando seu cliente está buscando seus serviços e produtos é fundamental. Atualmente o meio mais imediato e eficaz, desde que bem configurado e com acompanhamento constante, são as campanhas

Leia mais

EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO

EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO MÓDULO 3 - A organização O conceito fundamental para a administração é o de ORGANIZAÇÃO, uma vez que toda a aplicação administrativa vai ocorrer numa organização e

Leia mais

Marco Antonio P. Gonçalves. Planejamento Estratégico na Advocacia + Workshop. 22 de Setembro, 2012

Marco Antonio P. Gonçalves. Planejamento Estratégico na Advocacia + Workshop. 22 de Setembro, 2012 Marco Antonio P. Gonçalves Planejamento Estratégico na Advocacia + Workshop 22 de Setembro, 2012 Marco Antonio P. Gonçalves Administrador especializado em estratégias de marketing e desenvolvimento de

Leia mais

Modelo para elaboração do Plano de Negócios

Modelo para elaboração do Plano de Negócios Modelo para elaboração do Plano de Negócios 1- SUMÁRIO EXECUTIVO -Apesar de este tópico aparecer em primeiro lugar no Plano de Negócio, deverá ser escrito por último, pois constitui um resumo geral do

Leia mais

Gestão da Organização Terceiro Setor

Gestão da Organização Terceiro Setor Gestão da Organização Terceiro Setor Administração de Organizações sem Fins Lucrativos/Peter f. Drucker Profª. Mestrando Elaine Araújo elainearaujo.administradora@hotmail.com As organizações do terceiro

Leia mais

Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido

Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido Apoiar a empregabilidade pela melhora da qualidade do ensino profissionalizante UK Skills Seminar Series 2014 15 British Council UK Skills Seminar

Leia mais

Introdução Ao Marketing

Introdução Ao Marketing Introdução Ao Marketing O que é Marketing? Isso não é Marketing Muitas pessoas pensam em marketing apenas como vendas e propaganda e isso não causa nenhuma surpresa; Entretanto, vendas e propaganda constituem

Leia mais

CURSO FERRAMENTAS DE GESTÃO IN COMPANY

CURSO FERRAMENTAS DE GESTÃO IN COMPANY CURSO FERRAMENTAS DE GESTÃO IN COMPANY Instrumental e modular, o Ferramentas de Gestão é uma oportunidade de aperfeiçoamento para quem busca conteúdo de qualidade ao gerenciar ações sociais de empresas

Leia mais

Passo 1 - Faça um diagnóstico da comunicação

Passo 1 - Faça um diagnóstico da comunicação Manual Como elaborar uma estratégia de comunicação Índice Introdução Passo 1 - Faça um diagnóstico da comunicação. Passo 2 - Defina os alvos da comunicação Passo 3 - Estabeleça os objetivos da comunicação

Leia mais

POL 004 Rev. A POP, Código de Conduta

POL 004 Rev. A POP, Código de Conduta Página 1 de 7 A LDR é uma empresa de equipamentos médicos comprometida com o desenvolvimento, marketing, distribuição e venda de implantes vertebrais para implantação em seres humanos no tratamento de

Leia mais

Pesquisa Semesp 2009. Índice de Imagem e Reputação

Pesquisa Semesp 2009. Índice de Imagem e Reputação Pesquisa Semesp 2009 Índice de Imagem e Reputação Uma ferramenta estratégica para a qualidade de mercado Desvendar qual é a real percepção de seus públicos estratégicos com relação à atuação das instituições

Leia mais

DVD TRAINING WORKSHOP

DVD TRAINING WORKSHOP DVD TRAINING WORKSHOP BOX - NEGOCIANDO PARA GANHAR Estilo: Negociação Formato: 5 DVD s com aproximadamente 150 min de duração Investimento: R$399,00 + frete Principais tópicos: Como ouvir melhor tudo pode

Leia mais

Marketing cria ou satisfaz necessidades e desejos??? Argumente

Marketing cria ou satisfaz necessidades e desejos??? Argumente AULA 2 Marketing Marketing cria ou satisfaz necessidades e desejos??? Argumente Para Peter Drucker, um dos principais pensadores da administração: O objetivo do marketing é tornar a venda supérflua. É

Leia mais

GESTÃO NO DESIGN DE INTERIORES: O Designer, Métodos e Práticas Interdisciplinares I. Professora: Bárbara Ribeiro

GESTÃO NO DESIGN DE INTERIORES: O Designer, Métodos e Práticas Interdisciplinares I. Professora: Bárbara Ribeiro GESTÃO NO DESIGN DE INTERIORES: O Designer, Métodos e Práticas Interdisciplinares I Professora: Bárbara Ribeiro B-RIBEIRO.COM Aula 06: 08-Junho GESTÃO BRANDING, MARKETING, PLANO DE NEGÓCIOS OBJETIVO VIABILIZAR

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIOS 1 Jane do Socorro do Rosário Ventura 2

PLANO DE NEGÓCIOS 1 Jane do Socorro do Rosário Ventura 2 1 PLANO DE NEGÓCIOS 1 Jane do Socorro do Rosário Ventura 2 RESUMO O Plano de Negócios é parte fundamental do processo empreendedor, visto que os empreendedores precisam saber planejar suas ações e delinear

Leia mais

fazem bem e dão lucro

fazem bem e dão lucro Melhores práticas de fazem bem e dão lucro Banco Real dá exemplo na área ambiental e ganha reconhecimento internacional Reunidos em Londres, em junho deste ano, economistas e jornalistas especializados

Leia mais

SESSÃO 2: Explorando Profissões

SESSÃO 2: Explorando Profissões SESSÃO 2: Explorando Profissões CURRÍCULO DE PROGRAMA Muitas meninas adolescentes (e adultos também) dizem que não tem ideia do que querem fazer com o resto de suas vidas. Embora que algumas meninas sonham

Leia mais

ESTRUTURAS ORGANIZACIONAIS MODELOS

ESTRUTURAS ORGANIZACIONAIS MODELOS ESTRUTURAS ORGANIZACIONAIS MODELOS Djair Picchiai Revisado em 05/04/2010 1 MODELOS DE ESTRUTURAS ORGANIZACIONAIS As organizações têm sido estruturadas de acordo com as funções exercidas pelos seus respectivos

Leia mais

A IMAGEM DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR E A QUALIDADE DO ENSINO DE GRADUAÇÃO: A PERCEPÇÃO DOS ACADÊMICOS DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

A IMAGEM DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR E A QUALIDADE DO ENSINO DE GRADUAÇÃO: A PERCEPÇÃO DOS ACADÊMICOS DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO A IMAGEM DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR E A QUALIDADE DO ENSINO DE GRADUAÇÃO: A PERCEPÇÃO DOS ACADÊMICOS DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Adriane Bayerl Neves 1 Cleber Fagundes Ramos 2 RESUMO A presente

Leia mais

inovação Os novos paradigmas das organizações Kudryashka / Photoxpress

inovação Os novos paradigmas das organizações Kudryashka / Photoxpress inovação Os novos paradigmas das organizações Kudryashka / Photoxpress 90 Revista Linha Revista Direta Linha - Especial Direta - Especial 15 anos 15 anos A mudança é uma constante. A origem da tecnologia

Leia mais

INTRODUÇÃO. O trabalho terá a seguinte org2anização: Introdução: apresentação do tema, situação problema, hipótese, e a metodologia utilizada.

INTRODUÇÃO. O trabalho terá a seguinte org2anização: Introdução: apresentação do tema, situação problema, hipótese, e a metodologia utilizada. INTRODUÇÃO Todas as empresas, com ou sem fins lucrativos, estabelecem um preço para seus produtos. Mas como estabelecer este preço? Quais os fatores que influenciam no estabelecimento do preço?. De forma

Leia mais

FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES: UM FATOR DETERMINANTE PARA O SUCESSO DE UMA ORGANIZAÇÃO AUTOMOTIVA

FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES: UM FATOR DETERMINANTE PARA O SUCESSO DE UMA ORGANIZAÇÃO AUTOMOTIVA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES: UM FATOR DETERMINANTE PARA O SUCESSO DE UMA ORGANIZAÇÃO AUTOMOTIVA Márcia Esperidião 1, Renato Nogueira Perez Avila 2, Patrícia Pâmela Martins 3. RESUMO Este artigo tem como finalidade,

Leia mais

Módulo 1. Introdução à Disciplina

Módulo 1. Introdução à Disciplina Módulo 1. Introdução à Disciplina Você conhece o Marketing ele está à sua volta em todos os locais. Você vê os resultados do Marketing na grande quantidade de produtos disponíveis no shopping center, nos

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CONFEDERAÇÃO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL TRABALHO DE AVALIAÇÃO MARKETING PARA A QUALIDADE

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CONFEDERAÇÃO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL TRABALHO DE AVALIAÇÃO MARKETING PARA A QUALIDADE UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CONFEDERAÇÃO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL TRABALHO DE AVALIAÇÃO MARKETING PARA A QUALIDADE CURITIBA ABRIL - 2000 ODILIO SEPULCRI TRABALHO DE AVALIAÇÃO MARKETING PARA

Leia mais

0 21 anos: Fase do amadurecimento biológico 21 42 anos: Fase do amadurecimento psicológico mais de 42 anos: Fase do amadurecimento espiritual

0 21 anos: Fase do amadurecimento biológico 21 42 anos: Fase do amadurecimento psicológico mais de 42 anos: Fase do amadurecimento espiritual Por: Rosana Rodrigues Quando comecei a escrever esse artigo, inevitavelmente fiz uma viagem ao meu passado. Lembrei-me do meu processo de escolha de carreira e me dei conta de que minha trajetória foi

Leia mais

As 6 Práticas Essenciais de Marketing para Clínicas de Exames

As 6 Práticas Essenciais de Marketing para Clínicas de Exames As 6 Práticas Essenciais de Marketing para Clínicas de Exames Introdução Fique atento aos padrões do CFM ÍNDICE As 6 práticas essenciais de marketing para clínicas de exames Aposte em uma consultoria de

Leia mais

5 PASSOS PARA SE TORNAR UM CORRETOR DE IMÓVEIS. gerenciador e site imobiliário

5 PASSOS PARA SE TORNAR UM CORRETOR DE IMÓVEIS. gerenciador e site imobiliário 5 PASSOS PARA SE TORNAR UM CORRETOR DE IMÓVEIS gerenciador e site imobiliário Introdução 4 Primeiro passo: você como corretor! 7 Segundo passo: defina seu nicho! 11 Terceiro passo: crie seu portfólio de

Leia mais

2 Karla Santiago Silva

2 Karla Santiago Silva Marketing:Administrando Desafios e Gerando Necessidades Karla Santiago Silva Índice 1 Marketing e A Nova Ordem de Mercado 1 2 Marketing, gerador de necessidades 3 3 Mas afinal de contas qual é o papel

Leia mais

Empresas descobrem a importância da educação no trabalho e abrem as portas para pedagogos

Empresas descobrem a importância da educação no trabalho e abrem as portas para pedagogos Empresas descobrem a importância da educação no trabalho e abrem as portas para pedagogos Já passou a época em que o pedagogo ocupava-se somente da educação infantil. A pedagogia hoje dispõe de uma vasta

Leia mais

RESUMO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE EVENTOS

RESUMO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE EVENTOS RESUMO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE EVENTOS SALVADOR 2012 1 CONTEXTUALIZAÇÃO Em 1999, a UNIJORGE iniciou suas atividades na cidade de Salvador, com a denominação de Faculdades Diplomata. O contexto

Leia mais

Apresentação da FAMA

Apresentação da FAMA Pós-Graduação Lato Sensu CURSO DE ESPECIIALIIZAÇÃO 444 horras/aulla 1 Apresentação da FAMA A FAMA nasceu como conseqüência do espírito inovador e criador que há mais de 5 anos aflorou numa família de empreendedores

Leia mais

Unidade IV MERCADOLOGIA. Profº. Roberto Almeida

Unidade IV MERCADOLOGIA. Profº. Roberto Almeida Unidade IV MERCADOLOGIA Profº. Roberto Almeida Conteúdo Aula 4: Marketing de Relacionamento A Evolução do Marketing E-marketing A Internet como ferramenta As novas regras de Mercado A Nova Era da Economia

Leia mais

COMUNICAÇÃO DE MARKETING

COMUNICAÇÃO DE MARKETING COMUNICAÇÃO DE MARKETING COMUNICAÇÃO INTEGRADA DE MARKETING Meio através do qual a empresa informa, persuadi e lembra os consumidores sobre o seu produto, serviço e marcas que comercializa. Funções: Informação

Leia mais

CENTRO PAULA SOUZA TÉCNICO EM MARKETING A HISTÓRIA DO MARKETING ALEXANDRE MARTINS Nº03 PIRASSUNUNGA

CENTRO PAULA SOUZA TÉCNICO EM MARKETING A HISTÓRIA DO MARKETING ALEXANDRE MARTINS Nº03 PIRASSUNUNGA CENTRO PAULA SOUZA TÉCNICO EM MARKETING A HISTÓRIA DO MARKETING ALEXANDRE MARTINS Nº03 PIRASSUNUNGA MARÇO DE 2011 ALEXANDRE MARTINS Nº03 A HISTÓRIA DO MARKETING Trabalho desenvolvido em atendimento aos

Leia mais

CONQUISTAR E MANTER CLIENTES

CONQUISTAR E MANTER CLIENTES 1 CONQUISTAR E MANTER CLIENTES Historicamente, o marketing se concentrou na atração de novos clientes. O pessoal de vendas era mais recompensado por achar um novo cliente do que por prestar muita atenção

Leia mais

Liderança com foco em resultados

Liderança com foco em resultados Liderança com foco em resultados Como produzir mais, em menos tempo e com maior qualidade de vida. Introdução O subtítulo deste texto parece mais uma daquelas promessas de milagres. Independentemente de

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA Capítulo 2 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 2.1 2003 by Prentice Hall OBJETIVOS Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? Como os sistemas de informação apóiam

Leia mais

Coleção ajuda no sucesso profissional

Coleção ajuda no sucesso profissional COLEÇÃO Unic Josafá Vilarouca Renata Tomasetti (11) 5051-6639 josafa@unicbuilding.com.br renata@unicbuilding.com.br Coleção ajuda no sucesso profissional Série lançada pela Publifolha possui 36 títulos,

Leia mais

PROGRAMA DE APRENDIZAGEM MBA E PÓS-GRADUAÇÃO

PROGRAMA DE APRENDIZAGEM MBA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE APRENDIZAGEM MBA E PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL MBA e Pós-Graduação Cursos inovadores e alinhados às tendências globais Nossos cursos seguem modelos globais e inovadores de educação. Os professores

Leia mais

INSIGHTS DO MAIOR EVENTO MUNDIAL SOBRE TREINAMENTO & DESENVOLVIMENTO PARA O FRANCHISING & VAREJO BRASILEIRO

INSIGHTS DO MAIOR EVENTO MUNDIAL SOBRE TREINAMENTO & DESENVOLVIMENTO PARA O FRANCHISING & VAREJO BRASILEIRO INSIGHTS DO MAIOR EVENTO MUNDIAL SOBRE TREINAMENTO & DESENVOLVIMENTO PARA O FRANCHISING & VAREJO BRASILEIRO De 17 a 20 de maio de 2015 aconteceu em Orlando (Flórida-EUA) o maior congresso mundial de Treinamento

Leia mais

FTAD FORMAÇÃO TÉCNICA EM ADMINISTRAÇÃO MÓDULO DE MARKETING. Professor: Arlindo Neto

FTAD FORMAÇÃO TÉCNICA EM ADMINISTRAÇÃO MÓDULO DE MARKETING. Professor: Arlindo Neto FTAD FORMAÇÃO TÉCNICA EM ADMINISTRAÇÃO MÓDULO DE MARKETING Professor: Arlindo Neto Competências a serem trabalhadas GESTÃO DE MARKETING PUBLICIDADE E PROPAGANDA GESTÃO COMERCIAL FTAD FORMAÇÃO TÉCNICA EM

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA II

ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA II ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA II Atividades Gerenciais de MKT Produto Testar Novos Produtos; Modificar Atuais; Eliminar; Política de Marcas; Criar Satisfação e Valor; Embalagem. 2 1 Atividades Gerenciais

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 MISSÃO DO CURSO

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 MISSÃO DO CURSO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: 4001 Publicidade e Propaganda MISSÃO DO CURSO O curso de Publicidade e Propaganda do Centro Universitário Estácio Radial de São Paulo tem como missão formar

Leia mais

Você Gostaria Que Eu Lhe Desse Um Plano, Para ATRAIR 3 Ou 4 Vezes Mais Clientes Para O Seu Negócio, De Graça?

Você Gostaria Que Eu Lhe Desse Um Plano, Para ATRAIR 3 Ou 4 Vezes Mais Clientes Para O Seu Negócio, De Graça? Você Gostaria Que Eu Lhe Desse Um Plano, Para ATRAIR 3 Ou 4 Vezes Mais Clientes Para O Seu Negócio, De Graça? Caro amigo (a) Se sua empresa está sofrendo com a falta de clientes dispostos a comprar os

Leia mais

SOBRE GESTÃO * A Definição de Gestão

SOBRE GESTÃO * A Definição de Gestão SOBRE GESTÃO * A Definição de Gestão Chegar a acordo sobre definições de qualquer tipo pode ser uma tarefa de pôr os cabelos em pé, e um desperdício de tempo. Normalmente requer compromissos por parte

Leia mais

1º SEMESTRE 2º SEMESTRE

1º SEMESTRE 2º SEMESTRE 1º SEMESTRE 7ECO003 ECONOMIA DE EMPRESAS I Organização econômica e problemas econômicos. Demanda, oferta e elasticidade. Teoria do consumidor. Teoria da produção e da firma, estruturas e regulamento de

Leia mais

MARKETING DE RELACIONAMENTO

MARKETING DE RELACIONAMENTO MARKETING DE RELACIONAMENTO 1 O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO Competitividade Perenidade Sobrevivência Evolução Orienta na implantação e no desenvolvimento de seu negócio de forma estratégica

Leia mais

Ementário do Curso de Administração Grade 2008-1 1 Administração da Produção I Fase: Carga Horária: Créditos: Ementa:

Ementário do Curso de Administração Grade 2008-1 1 Administração da Produção I Fase: Carga Horária: Créditos: Ementa: 1 da Produção I Ementário do Curso de Introdução à administração da produção; estratégias para definição do sistema de produção; estratégias para o planejamento do arranjo físico; técnicas de organização,

Leia mais

101 DICAS DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS

101 DICAS DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS 101 DICAS DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS 1979 por Howard E. Fisher. 1. Prepare suas propostas de acordo com a personalidade, interesses e exigências do doador potencial. 2. Indique os benefícios da doação para

Leia mais

Primeiro Email#1: Rota Problema Solução

Primeiro Email#1: Rota Problema Solução Esta segunda sequência respeita a estrutura da sequência do Eben que analisamos.o template é adequado aos profissionais que podem (e querem) trabalhar com os três mosqueteiros, ou seja, apresentar uma

Leia mais

A importância de personalizar a sua loja virtual

A importância de personalizar a sua loja virtual A importância de personalizar a sua loja virtual Ter uma loja virtual de sucesso é o sonho de muitos empresários que avançam por esse nicho econômico. Porém, como as lojas virtuais são mais baratas e mais

Leia mais

Gestão de Negócios. Unidade III FUNDAMENTOS DE MARKETING

Gestão de Negócios. Unidade III FUNDAMENTOS DE MARKETING Gestão de Negócios Unidade III FUNDAMENTOS DE MARKETING 3.1- CONCEITOS DE MARKETING Para a American Marketing Association: Marketing é uma função organizacional e um Marketing é uma função organizacional

Leia mais