Relatório de revisão do plano de trabalho e da execução de tarefas da DSFSM do ano de 2015

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Relatório de revisão do plano de trabalho e da execução de tarefas da DSFSM do ano de 2015"

Transcrição

1 澳 門 特 別 行 政 區 政 府 Governo da Região Administrativa Especial de Macau 澳 門 保 安 部 隊 事 務 局 DIRECÇÃO DOS SERVIÇOS DAS FORÇAS DE SEGURANÇA DE MACAU Relatório de revisão do plano de trabalho e da execução de tarefas da DSFSM do ano de 2015 Prefácio: Em 6 de Março de 2013, foram recebidas por esta Direcção dos Serviços das Forças de Segurança de Macau (doravante abreviadamente designada por estes Serviços) as opiniões facultadas pela Comissão de Avaliação da Carta de Qualidade sobre a reapreciação do reconhecimento da Carta de Qualidade destes Serviços, que apontam para o estudo de melhoria em todos os itens da Carta de Qualidade dos mesmos. De harmonia com os requisitos das orientações sobre Pontos essenciais da revisão do plano da Carta de Qualidade, procede-se a uma revisão baseando-se em três níveis - planeamento, preparação e execução e feedback -, a fim de determinar o plano de trabalho e o conteúdo da execução concreta seguintes. 1. Planeamento 1.1 Definição de VMV No decurso do ano de 2015, não se verificou qualquer mudança na função destes Serviços, nem alteração nas exigências feitas aos pontos essenciais de trabalho dos mesmos por parte das linhas de acção governativa e do desenvolvimento social, pelo que por enquanto se mantem inalterado o conteúdo de Visão, Missão e Valores desta DSFSM, sem necessidade de ajustamento. 1.2 Planos e objectivos de trabalho Para conhecer a taxa de execução dos planos e objectivos de trabalho a curto, médio e longo prazo, realizou-se revisão do conteúdo dos indicadores de qualidade de serviço da lista de serviços constante do Mapa 1. Em 2015, a percentagem de execução do objectivo nos itens 1 e 2 foi de 100%, no item 3 foi de 99,82% e no item 4 de 98,91%. Como os dados estatísticos revelam que o desempenho dos serviços corresponde aos indicadores de qualidade de serviço, o plano de trabalho para a próxima fase passa por prosseguir a execução estável de tarefas conforme os procedimentos de trabalho actuais, acompanhada de introdução de medidas de aperfeiçoamento sustentável. 1

2 MAPA 1 Itens de serviço Recepção de consultas, opiniões, queixas e participações apresentadas 1. pelos cidadãos, no âmbito das FSM 2. Atendimento à visita de associação (local) 3. Candidatura ao Curso de Formação de Instruendos (Normal) das Forças de Segurança de Macau 4. Serviço de reparação e de apoio aos equipamentos de informático 2. Preparação e execução, bem como feedback 2.1 Revisão do funcionamento do mecanismo Comunicação interna Cada subunidade reúne-se, pelo menos, uma vez em cada semestre, no intuito de promover uma comunicação de interacção. Os trabalhadores podem submeter as suas opiniões através de encontro ou caixa de opiniões dos funcionários; o pessoal de direcção e chefia pode igualmente encorajar os seus subordinados a dedicar-se activamente ao trabalho por meio de intranet, conversa e reunião; o pessoal de direcção também adopta a mesma maneira para promover intercâmbio com as chefias das subunidades Formação Em Agosto de 2014, foram recolhidas por estes Serviços as opiniões e sugestões dos seus trabalhadores sobre as necessidades de curso de formação. Segundo o resultado do inquérito pertinente e levando-se em conta as necessidades concretas de trabalho desta DSFSM, realizaram-se, após negociação entre estes Serviços, a Direcção dos Serviços de Administração e Função Pública e o Centro de Formação Jurídica e Judiciária, em 2015, os cursos abaixo discriminados: Cursos Período N.º de participantes desta DSFSM Curso de Chinês Funcional 14/4-4/6/ Curso de Regime Jurídico da 5/10-9/11/ Função Pública (Turma 1) Curso de Regime Jurídico da Função Pública (Turma 2) 11/11-18/12/

3 Findos os respectivos cursos, estes Serviços investigaram, por questionário, a eficácia surtida aos trabalhadores que os tiveram frequentado. Os formados conseguiram demonstrar um desempenho aperfeiçoado a nível global, enquanto os notadores e os mesmos tiveram uma apreciação satisfatória em geral acerca dos cursos aludidos Divulgação Os serviços prestados por esta DSFSM têm como destinatários principais os cidadãos e turistas, estando os folhetos informativos daquela Direcção disponíveis no Museu do átrio desse organismo e no Centro de Informações ao Público. No caso de Internet, os cidadãos e turistas podem obter facilmente as informações destes Serviços através de Macao SARG Portal, do guia dos procedimentos administrativos e da webpage da DSFSM. A fim de garantir a actualização oportuna e a unanimidade do conteúdo das informações divulgadas, estes Serviços procedem à gestão e controlo informativo em relação ao conteúdo e canais de divulgação pertinente através do mapa de controlo, algo que permite que, havendo lugar à alteração de conteúdo, seja verificada a sua versão a que pertence, por forma a assegurar a actualização simultânea e a exactidão das informações divulgadas pelas diversas vias relativas. Mediante os mapas de controlo da Afixação de cartazes e dos Lugares de obtenção de folhetos, são registados por estes Serviços os lugares de afixação dos cartazes e os de obtenção e a quantidade em estoque dos folhetos, de modo a garantir a actualização oportuna do conteúdo informativo e dominar a sua situação de estoque. Para além de Macao SARG Portal, da webpage da DSFSM, do guia dos procedimentos administrativos, do anuário de Macau, dos folhetos informativos e panfletos da Carta de Qualidade destes Serviços, existem ainda cartazes de divulgação da Carta de Qualidade desenhados por esta DSFSM como mais um meio de difusão informativa. No intuito de reflectir completamente o conteúdo real dos indicadores de qualidade de serviço, os itens de serviços e os seus indicadores de qualidade constam claramente da informação sobre itens de serviço divulgada ao público. Em cada semestre são publicadas por estes Serviços a situação de recepção e tratamento de queixas, a situação do cumprimento dos compromissos assumidos na Carta de Qualidade, bem como as medidas de melhoramento adoptadas. 3

4 No intuito de intensificar as acções de divulgação da Candidatura ao Curso de Formação de Instruendos das Forças de Segurança de Macau através de cartazes, efectua-se o envio dos cartazes pertinentes às escolas e associações locais, bem como aos serviços governamentais, de modo a assegurar o acesso fácil dos cidadãos ao assunto de candidatura Tratamento de queixas Os meios disponibilizados por estes Serviços para recepção de propostas, queixas e reclamações contam com correio electrónico, telefone, correspondência, faxe, Sistema de consulta, queixa e sugestão em Internet e apresentação presencial. Em 2015, foram recebidas três queixas sobre serviços prestados por esta DSFSM, das quais duas respeitam a procedimentos e uma a trabalhadores. Estes Serviços desenrolaram as devidas investigações, tendo dado respostas aos queixosos dentro do prazo legal de 45 dias e arquivado os processos relativos Recolha de opiniões dos destinatários de serviços As apreciações recolhidas dos cidadãos sobre os quatro itens de servicos desta DSFSM servem para revisão da qualidade de serviço, no sentido de chegar ao objectivo de melhoria contínua. O método aplicado é um inquérito ao grau de satisfação de quantidade definida, pertencente a um inquérito global, adoptando-se questionários de distribuição imediata e de envio por correio electrónico. A proporção das amostras tiradas é de 100%, ou seja, trata-se dum inquérito efectuado a todos os utilizadores dos serviços por nós prestados. Os factores do inquérito incluem nove elementos, a saber: acessibilidade, serviços dos trabalhadores, ambiente e instalações, procedimento interno, resultado dos serviços prestados, informações dos serviços prestados, serviços electrónicos, Carta de Qualidade e serviço global. Adopta-se questionário semi-aberto com uma escala de 5 níveis de respostas e com opção não se aplica. O inquérito ao grau de satisfação destes Serviços faz-se principalmente por meio de questionário, elaborado especificamente para os utilizadores dos serviços prestados por esta DSFSM, que pertencem às determinadas faixas etárias ou associações específicas, pelo que não é necessário proceder-se à estatística e análise sobre a idade, sexo e tipo de emprego dos inquiridos. 4

5 2.1.6 Comunicação com os colaboradores A Recepção de consultas, opiniões, queixas e participações apresentadas pelos cidadãos, no âmbito das FSM e a Candidatura ao Curso de Formação de Instruendos das Forças de Segurança de Macau são serviços prestados por esta DSFSM que implicam colaboradores normais. No que concerne à Recepção de consultas, opiniões, queixas e participações apresentadas pelos cidadãos, no âmbito das FSM, é estabelecido o mecanismo de comunicação recíproca entre a DSFSM e os colaboradores envolvidos, incluindo o CPSP, o CB e a ESFSM, para o qual mecanismo são designados elementos de contacto especializados e meios de contacto especiais no intuito de desenvolver uma comunicação de alta eficiência, por forma a tornar mais fluente o trabalho pertinente e elevar a qualidade de serviço. Quanto à Candidatura ao Curso de Formação de Instruendos das Forças de Segurança de Macau, estes Serviços têm como colaborador a Direcção dos Serviços de Identificação. Durante o período de inscrição do curso em questão, é solicitado, primeiramente via telefone e por ofício em seguida, aos Serviços de Identificação que em determinados locais sejam acrescentadas máquinas de serviço de auto-atendimento e prolongado o seu prazo de serviço. Mais, em períodos incertos efectuam-se comunicação e troca de opiniões sobre o serviço relativo entre estes Serviços e os departamentos pertinentes, com vista ao aperfeiçoamento do processo e à prestação de serviço de melhor qualidade. Relativamente ao fluxo de trabalho e arranjos concretos para a realização da prova de avaliação de conhecimentos dos agentes de segurança, efectuam-se debates e estudos contínuos entre esta Direcção e o CPSP, para que possa ser elaborada proposta mais aperfeiçoada, com vista à organização mais eficiente da prova aludida por estes Serviços Serviço de atendimento de qualidade A fim de garantir o conhecimento dos trabalhadores sobre os procedimentos de atendimento, estes Serviços elaboraram fluxograma e instruções de utilização ou orientações de processo afixadas nos lugares de trabalho para consulta dos trabalhadores relativos, realizando-se reuniões internas departamentais para lhes proporcionar informação actualizada e notas a ter cuidado. Com vista ao justo atendimento ao público, cada vez que termine a tarefa de atendimento, o trabalhador por ela responsável tem de submeter um relatório à sua chefia para efeitos de assinatura e confirmação. No decurso da inscrição do Curso de Formação de Instruendos, a chefia pertinente fiscaliza em tempos indeterminados a execução dos seus subordinados na recepção de candidaturas para assegurar que esse procedimento decorra a bom ritmo. No caso de aparecer qualquer circunstância 5

6 acidental, os trabalhadores comunicam-na imediatamente à sua chefia para lidar com o problema pertinente com a maior brevidade possível. No intuito de garantir a continuidade da prestação de serviço, antes do início da apresentação de candidaturas ao Curso de Formação de Instruendos, efectuam-se testes de operação do sistema de inscrição por parte dos trabalhadores dela encarregados. Durante a realização da inscrição, ao local desta encontra-se igualmente presente o pessoal relativo da Divisão de Informática para prestar apoio ao funcionamento normal do sistema e dos equipamentos informáticos. Se se verifique o imprevisto que resulte em avarias no respectivo sistema e equipamentos, os trabalhadores pertinentes vão receber primeiro os documentos apresentados pelos candidatos e emitir aos mesmos o recibo escrito à mão, por forma a assegurar o prosseguimento do acto de inscrição. Por outro lado, o serviço de reparação e de apoio aos equipamentos de informática é disponível durante 24 horas por dia. Para tornar possível o uso dos serviços por nós prestados fora do horário de expediente e sem apresentação presencial, são disponibilizados por estes Serviços o sistema de Queixa e Consulta via Internet, a Inscrição na Internet respeitante ao Curso de Formação de Instruendos e o Pedido on-line do serviço de reparação e de apoio aos equipamentos de informática. Além disso, encontra-se disponível uma linha aberta para pedido de esclarecimentos pelo telefone sobre o Curso de Formação de Instruendos. Estes Serviços elaboraram as Regras para o atendimento ao público no sentido de encorajar os trabalhadores a prestar serviço de atendimento de qualidade. Mais, no decurso da inscrição do Curso de Formação de Instruendos a chefia pertinente anda frequentemente a inteirar-se da situação de inscrição através dos trabalhadores nela envolvidos, advertindo-os dos assuntos a ter cuidado e dando-lhes incentivos. No intuito de os cidadãos poderem apresentar documentos de candidatura fora das horas de expediente, é introduzida por estes Serviços a inscrição na hora de almoço dos dias úteis do período em causa Plano global A DSFSM toma as seguintes medidas para elevar a qualidade do serviço global: Relativamente à Candidatura ao Curso de Formação de Instruendos das Forças de Segurança de Macau, foram acrescentados em diversos lugares leitores de cartão e máquinas de serviço de auto-atendimento para facilitar os cidadãos no tratamento dos trâmites pertinentes, elevando-se assim a eficiência dos serviços. No intuito de atrair mais cidadãos a candidatar-se ao Curso de Formação de Instruendos das Forças de Segurança de Macau, passou da realização de três cursos em dois anos para dois cursos por ano. 6

7 São acrescentadas na página electrónica do Curso de Formação de Instruendos as dúvidas, assuntos sobre as provas de conhecimentos gerais a ter cuidado e seus exemplos para consulta de candidatos, com vista aos melhores preparativos para a sua candidatura. São acrescentados os conselhos a seguir, quer no Sistema de Inscrição na Internet para Candidatura ao Curso de Formação de Instruendos, em matéria de provas e inspecção sanitária, quer no Sistema de Consulta a Lista Classificativa na Internet, para advertir os candidatos dos assuntos sobre as provas e a inspecção sanitária a ter cuidado. É acrescentado o serviço de mensagem sobre os conselhos a seguir, a par de avisar os candidatos das datas, hora, e local (com ligações ao mapa) da realização das provas e inspecção sanitária, advertindo-os sua presença conforme as marcadas. Foi introduzido o serviço de inscrição na Internet via telemóvel, por forma a facilitar a inscrição na Internet por cidadãos. 2.2 Revisão baseando-se no resultado de dados Realizamos uma revisão dos dados obtidos no ano de 2015: Recepção de consultas, opiniões, queixas e participações apresentadas pelos cidadãos, no âmbito das FSM Neste item, 12% dos inquiridos consideraram Muito satisfeito ; 47% dos inquiridos consideraram Satisfeito ; 24% dos inquiridos disseram-se Aceitável/Razoável ; 5% dos inquiridos consideraram Insatisfeito ; 5% dos inquiridos consideraram Muito insatisfeito ; 7% dos inquiridos optaram por Recusa/Não se aplica. O resultado mostra que de entre os graus de satisfação recolhidos, 83% deu uma resposta positiva, enquanto de entre os inquiridos que optaram por Insatisfeito e Muito insatisfeito, a sua maioria não apresentou razões ou opiniões concretas. Somente um inquirido manifestou, Os Serviços das Forças de Segurança devem ter mais comunicação com os cidadãos, com vista a conhecer as suas necessidades, ainda devendo ser estabelecida a Carta de Qualidade, a qual visa facilitar os cidadãos a saber quando é que os pedidos apresentados por eles podem ser deferidos, e quando é que podem concretizar os requisitos dos empregados. Como resposta, a DSFSM implementou uma Carta de Qualidade que reúne um conjunto de compromissos relativos aos 80% dos seus serviços constantes da lista pertinente, divulgando-o ao público por meio de Macao SARG Portal, guia dos procedimentos administrativos, webpages dos Serviços, folhetos e cartazes. 7

8 Atendimento à visita de associação Neste item, 63% dos inquiridos consideraram Muito satisfeito ; 26% dos inquiridos manifestaram-se Satisfeito ; 11% dos inquiridos disseram-se Aceitável/Razoável. O resultado é satisfatório e não houve demais opiniões sobre os serviços desta DSFSM. Candidatura ao Curso de Formação de Instruendos das Forças de Segurança de Macau 95,06% dos inquiridos responderam apenas ao questionário (2502 unidades) sem dar qualquer opinião. 6,35% dos inquiridos, isto é, 159 questionários recolhidos, encontram-se acompanhados de opiniões que podem ser classificadas em seis áreas que abaixo se seguem: 1. Acessibilidade Localização remota Estacionamento difícil 2. Ambiente e instalações Devem ser proporcionados mais assentos. Não há cadeiras. Convém criar placas nas portas. Espera-se que haja placas óbvias em frente das portas. 3. Procedimento interno Documentos numerosos 4. Serviços electrónicos Espera-se acrescentar a comunicação via correio electrónico. Acesso difícil a aviso de candidatura É mais conveniente a apresentação de documentos após a inscrição electrónica do que a inscrição anterior em termos de procedimento! 5. Carta de Qualidade Falta de clareza dos indicadores na Internet 6. Serviço global Muito satisfeito com a alta eficiência Em favor do serviço prestado por estes Serviços Cada trabalhador com atitude excelente e alto grau de profissionalização Bem organizado, sem sobressalto, bem como arranjos adequados Espera-se que seja mantido o serviço global de qualidade. Muito bom em termos de eficiência e atitude 8

9 Serviço de reparação e de apoio aos equipamentos de informático No período compreendido entre 1 de Janeiro de 2015 e 31 de Dezembro de 2015, a subunidade pertinente desta DSFSM emitiu 60 questionários alusivos ao inquérito em epígrafe, dos quais 50 foram recolhidos, o que corresponde a uma taxa de resposta de 83,3%. 61,4% dos inquiridos consideraram Muito satisfeito ; 33,8% dos inquiridos consideraram Satisfeito ; 2,1% dos inquiridos disseram-se Aceitável/Razoável ; 2,7% dos inquiridos optaram por Recusa/Não se aplica. O resultado é satisfatório e não houve demais opiniões sobre os serviços desta DSFSM. 3. Exportação Com vista ao objectivo de melhoria contínua, esta DSFSM, com base nos resultados de revisão do planeamento, preparação e execução e feedback, determina o plano de trabalho para a próxima fase, cujo conteúdo de execução concreta é o seguinte: Candidatura ao Curso de Formação de Instruendos das Forças de Segurança de Macau : Seja acrescentada a versão telemóvel da página electrónica do Curso de Formação de Instruendos, de modo a assegurar a navegação mais fácil, via telemóvel, nas informações constantes da página pertinente por cidadãos. Mecanismo de formação Elabora-se o plano de formação para o ano de 2016 com base nas necessidades concretas e sugestões recolhidas em 2015 sobre os cursos de formação pertinentes. 9

Relatório de revisão do plano de trabalho e da execução de tarefas da DSFSM do ano de 2014

Relatório de revisão do plano de trabalho e da execução de tarefas da DSFSM do ano de 2014 澳 門 特 別 行 政 區 政 府 Governo da Região Administrativa Especial de Macau 澳 門 保 安 部 隊 事 務 局 DIRECÇÃO DOS SERVIÇOS DAS FORÇAS DE SEGURANÇA DE MACAU Relatório de revisão do plano de trabalho e da execução de

Leia mais

Janeiro Junho de 2013 Relatório de análise dos resultados do inquérito ao nível de satisfação

Janeiro Junho de 2013 Relatório de análise dos resultados do inquérito ao nível de satisfação Carta de Qualidade (I):Recepção das consultas, opiniões, queixas e participações apresentadas pelos cidadãos, no âmbito das FSM enviados: 50 recolhidos: 7 Percentagem de recolha: 14% 1. Por onde sabia

Leia mais

Direcção dos Serviços das Forças de Segurança de Macau Carta de Qualidade

Direcção dos Serviços das Forças de Segurança de Macau Carta de Qualidade 澳 門 特 別 行 政 區 政 府 Governo da Região Administrativa Especial de Macau 澳 門 保 安 部 隊 事 務 局 DIRECÇÃO DOS SERVIÇOS DAS FORÇAS DE SEGURANÇA DE MACAU Direcção dos Serviços das Forças de Segurança de Macau Carta

Leia mais

Pesquisa sobre o Grau de Satisfação da População relativamente à Carta de Qualidade da Polícia Judiciária de Macau (2013)

Pesquisa sobre o Grau de Satisfação da População relativamente à Carta de Qualidade da Polícia Judiciária de Macau (2013) Pesquisa sobre o Grau de Satisfação da População relativamente à Carta de Qualidade da Polícia Judiciária de Macau (2013) Grupo de Estudo das Relações entre a Polícia e a População Em 2013, foi feita esta

Leia mais

IPIM. Resultado do Inquérito do Grau de Satisfação de 2014

IPIM. Resultado do Inquérito do Grau de Satisfação de 2014 IPIM Resultado do Inquérito do Satisfação de 2014 1. Objectivos do inquérito O Inquérito sobre o grau de satifação do público de Macau incide num dos Programas da Carta de da RAEM, e de acordo com a opinião

Leia mais

Planeamento Geral do Governo Electrónico da Região Administrativa Especial de Macau 2015 2019

Planeamento Geral do Governo Electrónico da Região Administrativa Especial de Macau 2015 2019 Planeamento Geral do Governo Electrónico da Região Administrativa Especial de Macau 2015 2019 Direcção dos Serviços de Administração e Função Pública Outubro de 2015 1 Índice 1. Introdução... 4 2. Objectivos,

Leia mais

Lei Orgânica da Provedoria de Justiça

Lei Orgânica da Provedoria de Justiça Lei Orgânica da Provedoria de Justiça Decreto-Lei n.º 279/93, de 11 de Agosto (alterado pelo Decreto Lei N.º15/98, de 29 de Janeiro) (alterado pelo Decreto-Lei n.º 195/2001, de 27 de Junho) (alterado pelo

Leia mais

TURISMO DE PORTUGAL DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO GERAL DA FORMAÇÃO

TURISMO DE PORTUGAL DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO GERAL DA FORMAÇÃO TURISMO DE PORTUGAL DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO GERAL DA FORMAÇÃO INDICE 1 NOTA PRÉVIA 3 2 LINHAS DE ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA 4 3 PLANO DE FORMAÇÃO 4 4 FREQUÊNCIA DE ACÇÕES DE FORMAÇÃO 6

Leia mais

HISTÓRICO DE REVISÕES REVISÃO DATA SÍNTESE DA REVISÃO

HISTÓRICO DE REVISÕES REVISÃO DATA SÍNTESE DA REVISÃO HISTÓRICO DE REVISÕES REVISÃO DATA SÍNTESE DA REVISÃO ELABORAÇÃO ASSINATURA APROVAÇÃO ASSINATURA ÍNDICE CAPÍTULO 1. POLÍTICA E ESTRATÉGIA/ÂMBITO... 3 1.1 POLÍTICA E ESTRATÉGIA DA ENTIDADE... 3 1.2 OBJECTIVO

Leia mais

Avisos do Banco de Portugal. Aviso nº 2/2007

Avisos do Banco de Portugal. Aviso nº 2/2007 Avisos do Banco de Portugal Aviso nº 2/2007 O Aviso do Banco de Portugal nº 11/2005, de 13 de Julho, procedeu à alteração e sistematização dos requisitos necessários à abertura de contas de depósito bancário,

Leia mais

ASSUNTO: Certificação de Organizações de Formação do pessoal do controlo de tráfego aéreo, prevista na Lei n.º 6/2009, de 29 de Janeiro

ASSUNTO: Certificação de Organizações de Formação do pessoal do controlo de tráfego aéreo, prevista na Lei n.º 6/2009, de 29 de Janeiro INSTITUTO NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL, I.P. C I R C U L A R D E I N F O R M A Ç Ã O A E R O N Á U T I C A PORTUGAL INFORMAÇÃO AERONÁUTICA Aeroporto da Portela / 1749-034 Lisboa Telefone: 21 842 35 02 / Fax:

Leia mais

3 - Local de trabalho Jardim de Infância de Salsas, Concelho de Bragança - Departamento de Educação Social e Cultural, do Município de Bragança.

3 - Local de trabalho Jardim de Infância de Salsas, Concelho de Bragança - Departamento de Educação Social e Cultural, do Município de Bragança. Publique-se no Diário da Republica, O Presidente da Câmara AVISO N.º 9/2011 PROCEDIMENTO CONCURSAL COMUM PARA CONTRATACÃO EM REGIME DE CONTRATO DE TRABALHO EM FUNCÕES PÚBLICAS POR TEMPO DETERMINADO/ TERMO

Leia mais

2.1 Plano do inquérito Frequência do inquérito: Anual; Período do inquérito: De 2 de Janeiro a 28 de Fevereiro de 2014.

2.1 Plano do inquérito Frequência do inquérito: Anual; Período do inquérito: De 2 de Janeiro a 28 de Fevereiro de 2014. Fundo de Pensões Relatório Final do Inquérito do Grau de Satisfação dos Serviços Prestados no âmbito do Regime de Aposentação e Sobrevivência, referente ao ano de 2013 1. Objectivos do Seguindo os conceitos

Leia mais

(a) Data de autorização do Organismo de Investimento Colectivo no Estado-Membro de Origem e data de início da comercialização em Portugal:

(a) Data de autorização do Organismo de Investimento Colectivo no Estado-Membro de Origem e data de início da comercialização em Portugal: CONDIÇÕES PARTICULARES DO DISTRIBUIDOR referente à comercialização em Portugal, pelo Deutsche Bank AG - Sucursal em Portugal de acções da PIONEER FUNDS (a) Data de autorização do Organismo de Investimento

Leia mais

ARTIGO 1.º OBJECTO ARTIGO 2.º DEFINIÇÕES

ARTIGO 1.º OBJECTO ARTIGO 2.º DEFINIÇÕES REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO SISTEMA DE TRATAMENTO, AUDIÇÃO E PARTICIPAÇÃO DOS TOMADORES DE SEGUROS, PESSOAS SEGURAS, BENEFICIÁRIOS E OUTROS INTERESSADOS ARTIGO 1.º OBJECTO O presente regulamento visa

Leia mais

GRIPE A (H1N1) v. Planos de Contingência para Creches, Jardins-de-infância, Escolas e outros Estabelecimentos de Ensino

GRIPE A (H1N1) v. Planos de Contingência para Creches, Jardins-de-infância, Escolas e outros Estabelecimentos de Ensino GRIPE A (H1N1) v Planos de Contingência para Creches, Jardins-de-infância, Escolas e outros Estabelecimentos de Ensino Orientações para a sua elaboração Este documento contém: Metodologia de elaboração

Leia mais

澳 門 金 融 管 理 局 AUTORIDADE MONETÁRIA DE MACAU

澳 門 金 融 管 理 局 AUTORIDADE MONETÁRIA DE MACAU DIRECTIVA CONTRA O BRANQUEAMENTO DE CAPITAIS E O FINANCIAMENTO DO TERRORISMO SOBRE TRANSACÇÕES EM NUMERÁRIO 1. INTRODUÇÃO 1.1 Esta Directiva contra o branqueamento de capitais e o financiamento do terrorismo

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE ALCOBAÇA REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS

CÂMARA MUNICIPAL DE ALCOBAÇA REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS Artigo 1º (OBJECTO E ÂMBITO) O presente regulamento tem por objecto a definição das regras aplicáveis à atribuição de apoios pela Câmara Municipal no exercício

Leia mais

Publique-se no Diário da Republica, O Presidente da Câmara AVISO N.º 11/2011

Publique-se no Diário da Republica, O Presidente da Câmara AVISO N.º 11/2011 Publique-se no Diário da Republica, O Presidente da Câmara AVISO N.º 11/2011 PROCEDIMENTO CONCURSAL COMUM PARA CONTRATACÃO EM REGIME DE CONTRATO DE TRABALHO EM FUNCÕES PÚBLICAS POR TEMPO DETERMINAVEL/TERMO

Leia mais

澳 門 特 別 行 政 區 政 府 Governo da Região Administrativa Especial de Macau 旅 遊 局 Direcção dos Serviços de Turismo A V I S O

澳 門 特 別 行 政 區 政 府 Governo da Região Administrativa Especial de Macau 旅 遊 局 Direcção dos Serviços de Turismo A V I S O A V I S O Faz-se público que, por despacho do Ex. mo Senhor Secretário para os Assuntos Sociais e Cultura, de 31 de Julho de 2013, e nos termos definidos na Lei n. 14/2009 (Regime das carreiras dos trabalhadores

Leia mais

Regulamento Interno. Artigo 1º (Missão)

Regulamento Interno. Artigo 1º (Missão) Regulamento Interno O presente regulamento aplica-se a todos os Cursos de formação concebidos, organizados e desenvolvidos pelo Nucaminho - Núcleo dos Camionistas do Minho, com o objetivo de promover o

Leia mais

Política de Tratamento de Clientes e Terceiros. Nos termos da Norma Regulamentar ISP n.º10/2009-r, de 25 de Junho

Política de Tratamento de Clientes e Terceiros. Nos termos da Norma Regulamentar ISP n.º10/2009-r, de 25 de Junho Política de Tratamento de Clientes e Terceiros Nos termos da Norma Regulamentar ISP n.º10/2009-r, de 25 de Junho 31 de Agosto de 2009 Índice INTRODUÇÃO-----------------------------------------------------------------------------------------------------------2

Leia mais

AVISO (20/GAOA/2015)

AVISO (20/GAOA/2015) AVISO (20/GAOA/2015) Humberto Fernando Leão Pacheco de Brito, Presidente da Câmara Municipal de Paços de Ferreira, submete a consulta pública, para recolha de sugestões, por um período de 30 dias, a contar

Leia mais

Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Coimbra

Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Coimbra Artigo 1.º Âmbito O presente Regulamento fixa as normas gerais relativas a matrículas e inscrições nos cursos do Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Coimbra. Artigo 2.º Definições De

Leia mais

Fundo de Segurança Social Resultado do inquérito relativo ao grau de satisfação do serviço do ano 2014. Média do grau de satisfação 4.

Fundo de Segurança Social Resultado do inquérito relativo ao grau de satisfação do serviço do ano 2014. Média do grau de satisfação 4. Fundo de Segurança Social Resultado do inquérito relativo ao grau de satisfação do serviço do ano 2014 1. Breve apresentação do inquérito De acordo com a disposição relativa a Recolha de opiniões dos destinatários

Leia mais

Porto de Leixões. Capítulo I. Princípios Gerais. Artigo 1.º. (Funções do Provedor)

Porto de Leixões. Capítulo I. Princípios Gerais. Artigo 1.º. (Funções do Provedor) Estatuto do Provedor do Cliente do Transporte Marítimo do Porto de Leixões Capítulo I Princípios Gerais Artigo 1.º (Funções do Provedor) 1. O Provedor do Porto de Leixões, adiante designado como Provedor,

Leia mais

Guia de Apoio ao Formando. Formação à distância

Guia de Apoio ao Formando. Formação à distância Regras&Sugestões- Formação e Consultoria, Lda. Guia de Apoio ao Formando Data de elaboração: abril de 2014 CONTACTOS Regras & Sugestões Formação e Consultoria, Lda. Av. General Vitorino laranjeira, Edifício

Leia mais

Seja bem-vindo à página do Provedor do estudante da Escola Superior de Enfermagem de São José de Cluny.

Seja bem-vindo à página do Provedor do estudante da Escola Superior de Enfermagem de São José de Cluny. Provedor do Estudante Seja bem-vindo à página do Provedor do estudante da Escola Superior de Enfermagem de São José de Cluny. Ao Provedor do Estudante cabe promover e defender os direitos e interesses

Leia mais

Manual de Certificação

Manual de Certificação Manual de Certificação PARTE I Certificado de Aptidão Profissional Técnico Instalador de Sistemas Solares Térmicos SISTEMA NACIONAL DE CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL ÍNDICE INTRODUÇÃO PARTE I CERTIFICAÇÃO

Leia mais

MUNICÍPIO DO BARREIRO ASSEMBLEIA MUNICIPAL

MUNICÍPIO DO BARREIRO ASSEMBLEIA MUNICIPAL MUNICÍPIO DO BARREIRO ASSEMBLEIA MUNICIPAL EDITAL Nº 11/10 - - - Frederico Fernandes Pereira, Presidente da Assembleia Municipal do Barreiro, torna pública que, por deliberação deste órgão autárquico na

Leia mais

REGULAMENTO. Preâmbulo

REGULAMENTO. Preâmbulo REGULAMENTO Preâmbulo O espírito de iniciativa, a criatividade, a capacidade de detectar e aproveitar oportunidades, de assumir o risco e formar decisões, constituem premissas essenciais para o sucesso

Leia mais

Regulamento da CMVM n.º 9/2007 Comercialização Pública de Contratos Relativos ao Investimento em Bens Corpóreos

Regulamento da CMVM n.º 9/2007 Comercialização Pública de Contratos Relativos ao Investimento em Bens Corpóreos Regulamento da CMVM n.º 9/2007 Comercialização Pública de Contratos Relativos ao Investimento em Bens Corpóreos Ao abrigo do disposto no n.º 5 do artigo 9.º, no n.º 2 do artigo 10.º, nos artigos 11.º e

Leia mais

REGULAMENTO DA ÁREA MÉDICA DOS SERVIÇOS SOCIAIS DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA

REGULAMENTO DA ÁREA MÉDICA DOS SERVIÇOS SOCIAIS DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA REGULAMENTO DA ÁREA MÉDICA DOS SERVIÇOS SOCIAIS DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA Índice Capítulo I Disposições gerais Secção I Noção, âmbito e objectivos Art.º 1 - Noção e âmbito material Art.º 2 - Objectivos

Leia mais

Trabalhos prioritários do ensino não superior e dos assuntos juvenis do ano lectivo de 2015/2016

Trabalhos prioritários do ensino não superior e dos assuntos juvenis do ano lectivo de 2015/2016 Trabalhos prioritários do ensino não superior e dos assuntos juvenis do ano lectivo de 2015/2016 Para que o início das aulas do novo ano lectivo se realize com facilidade, a Direcção dos Serviços de Educação

Leia mais

SERVIÇ OS DO PEDIDO ONLINE DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL

SERVIÇ OS DO PEDIDO ONLINE DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL SERVIÇ OS DO PEDIDO ONLINE DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL Manual de Utilização - Gestão de Utilizador Direcção dos Serviços de Economia do Governo da RAEM SERVIÇ OS DO PEDIDO ONLINE DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL

Leia mais

REGULAMENTO DE PARTICIPAÇÃO EM ACÇÕES PROMOCIONAIS

REGULAMENTO DE PARTICIPAÇÃO EM ACÇÕES PROMOCIONAIS REGULAMENTO DE PARTICIPAÇÃO EM ACÇÕES PROMOCIONAIS IPIM - 1 - REGULAMENTO DE PARTICIPAÇÃO EM ACÇÕES PROMOCIONAIS INTRODUÇÃO No exercício das atribuições que lhe foram cometidas pelo número 2 do artigo

Leia mais

Notas: I - A presente portaria encontra-se atualizada de acordo com os seguintes diplomas:

Notas: I - A presente portaria encontra-se atualizada de acordo com os seguintes diplomas: (Não dispensa a consulta do Diário da República) Notas: I - A presente portaria encontra-se atualizada de acordo com os seguintes diplomas: - Portaria nº 562/2007, de 30 de abril; - Portaria nº 1256/2009,

Leia mais

ENSINO SECUNDÁRI O (11º e 12º ano)

ENSINO SECUNDÁRI O (11º e 12º ano) Governo dos Açores Escola Básica e Secundária de Velas ENSINO SECUNDÁRI O (11º e 12º ano) 2014 NORMAS GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DOS EXAMES FINAIS NACIONAIS/PROVAS DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DO ENSINO

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE APOIO A BOLSAS DE QUALIFICAÇÃO E ESPECIALIZAÇÃO ARTÍSTICA 2016. Preâmbulo

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE APOIO A BOLSAS DE QUALIFICAÇÃO E ESPECIALIZAÇÃO ARTÍSTICA 2016. Preâmbulo REGULAMENTO DO PROGRAMA DE APOIO A BOLSAS DE QUALIFICAÇÃO E ESPECIALIZAÇÃO ARTÍSTICA 2016 Preâmbulo O departamento de Acção Cultural da Fundação GDA, através do programa de Apoio a Bolsas de Qualificação

Leia mais

GUIA PARA ACOLHIMENTO DE PESSOAL DE EMPRESA ERASMUS. Missões de Ensino e Formação no IPV 2010/11

GUIA PARA ACOLHIMENTO DE PESSOAL DE EMPRESA ERASMUS. Missões de Ensino e Formação no IPV 2010/11 GUIA PARA ACOLHIMENTO DE PESSOAL DE EMPRESA ERASMUS Missões de Ensino e Formação no IPV I 2010/11 11 1 GUIA ERASMUS PARA ACOLHIMENTO DE PESSOAL DE EMPRESA 2010/11 -Mis Missões sões de Ensino e Formação

Leia mais

Documento Metodológico

Documento Metodológico Documento Metodológico Registo Predial ( Modelo 287 Mapa de actividade mensal) Código: 502 Versão: 1.0 Introdução O Registo Predial destina-se essencialmente a dar publicidade à situação jurídica dos prédios,

Leia mais

Perguntas Mais Frequentes Sobre

Perguntas Mais Frequentes Sobre Perguntas Mais Frequentes Sobre Neste documento pretende a Coordenação do Programa Nacional de Desfibrilhação Automática Externa (PNDAE) reunir uma selecção das perguntas mais frequentemente colocadas

Leia mais

Acesso à informação, participação do público e acesso à justiça em matéria de ambiente a nível comunitário um Guia Prático

Acesso à informação, participação do público e acesso à justiça em matéria de ambiente a nível comunitário um Guia Prático Acesso à informação, participação do público e acesso à justiça em matéria de ambiente a nível comunitário um Guia Prático O acesso à informação, a participação do público no processo de tomada de decisão

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO. Capítulo I Princípios Gerais. Artigo Primeiro Objecto

REGULAMENTO INTERNO. Capítulo I Princípios Gerais. Artigo Primeiro Objecto REGULAMENTO INTERNO Capítulo I Princípios Gerais Artigo Primeiro Objecto O presente Regulamento define o regime de funcionamento interno do Centro de Formação Ciência Viva reconhecido pelo Ministério da

Leia mais

MUNICÍPIO DE MELGAÇO REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO E SERVIÇOS PRESTADOS NA «PORTA DE LAMAS DE MOURO» www.cm-melgaco.pt

MUNICÍPIO DE MELGAÇO REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO E SERVIÇOS PRESTADOS NA «PORTA DE LAMAS DE MOURO» www.cm-melgaco.pt MUNICÍPIO DE MELGAÇO REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO E SERVIÇOS PRESTADOS NA www.cm-melgaco.pt Índice PREÂMBULO... 3 Artigo 1º Leis Habilitantes... 3 Artigo 2º Competência... 3 Artigo 3º Âmbito de Aplicação...

Leia mais

CAPITULO I OBJECTIVOS DO REGULAMENTO

CAPITULO I OBJECTIVOS DO REGULAMENTO Preâmbulo: O SIADAP visa contribuir para a melhoria do desempenho e qualidade de serviço da Administração Pública, para a coerência e harmonia da acção dos serviços, dirigentes e demais trabalhadores e

Leia mais

Anexo A Requisitos técnicos e funcionais, de integração e de nível de serviço para plataforma base

Anexo A Requisitos técnicos e funcionais, de integração e de nível de serviço para plataforma base Anexo A Requisitos técnicos e funcionais, de integração e de nível de serviço para plataforma base Requisitos técnicos e funcionais: 1. Estar estruturada de acordo com os diversos tipos de procedimentos

Leia mais

Instrução DGT nº.1/2013 EMISSÃO DE BILHETES DE TESOURO

Instrução DGT nº.1/2013 EMISSÃO DE BILHETES DE TESOURO Instrução DGT nº.1/2013 EMISSÃO DE BILHETES DE TESOURO Ao abrigo do número 1, do artigo 10º, do Decreto-Lei nº 59/2009 de 14 de Dezembro, que estabelece o regime Jurídico dos Bilhetes do Tesouro (BT),

Leia mais

SERVIÇOS MÍNIMOS BANCÁRIOS Novo regime

SERVIÇOS MÍNIMOS BANCÁRIOS Novo regime SERVIÇOS MÍNIMOS BANCÁRIOS Novo regime Lisboa, 2014 www.bportugal.pt http://clientebancario.bportugal.pt SERVIÇOS MÍNIMOS BANCÁRIOS 3.ª reedição, janeiro de 2016 Banco de Portugal Av. Almirante Reis, 71

Leia mais

Concurso de Design Criação de cartaz REGULAMENTO

Concurso de Design Criação de cartaz REGULAMENTO Concurso de Design Criação de cartaz REGULAMENTO 1. Introdução O presente concurso, destinado à apresentação de projectos de criação de um cartaz original, é uma iniciativa da Associação 25 de Abril (doravante

Leia mais

Política do regulamento de funcionamento do Serviço de Gestão de Reclamações de Clientes e Terceiros

Política do regulamento de funcionamento do Serviço de Gestão de Reclamações de Clientes e Terceiros Política do regulamento de funcionamento do Serviço de Gestão de Reclamações de Clientes e Terceiros Nos termos da Norma Regulamentar nº 10/2009 de 25 de junho. AXA Global Direct Seguros y Reaseguros,

Leia mais

REGIME JURÍDICO DA PUBLICAÇÃO OU DIFUSÃO DE SONDAGENS E INQUÉRITOS DE OPINIÃO. Lei n.º10/2000, de 21 de Junho [ 115 ] Texto integral

REGIME JURÍDICO DA PUBLICAÇÃO OU DIFUSÃO DE SONDAGENS E INQUÉRITOS DE OPINIÃO. Lei n.º10/2000, de 21 de Junho [ 115 ] Texto integral REGIME JURÍDICO DA PUBLICAÇÃO OU DIFUSÃO DE SONDAGENS E INQUÉRITOS DE OPINIÃO Lei n.º10/2000, de 21 de Junho [ 115 ] Texto integral A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo

Leia mais

Programa Municipal de Intervenção Vocacional EU PERTENÇO AO MEU FUTURO 12º ANO. FAQ s - Lista de Questões Frequentes

Programa Municipal de Intervenção Vocacional EU PERTENÇO AO MEU FUTURO 12º ANO. FAQ s - Lista de Questões Frequentes Programa Municipal de Intervenção Vocacional EU PERTENÇO AO MEU FUTURO 12º ANO FAQ s - Lista de Questões Frequentes 1 - Já escolhi o curso superior quero frequentar. Devo ainda assim inscrever-me no Programa

Leia mais

Relatório sobre Actividades Subsidiadas Instruções de Preenchimento

Relatório sobre Actividades Subsidiadas Instruções de Preenchimento Relatório sobre Actividades Subsidiadas Instruções de Preenchimento Observações 1. (1) O Relatório sobre Actividades Subsidiadas é composto por duas partes: Parte A Sumário Geral do Plano Subsidiado; Parte

Leia mais

XVI. CCAC Reforça Supervisão e Incentiva a Cooperação CA Fiscaliza a Aplicação do Erário Público

XVI. CCAC Reforça Supervisão e Incentiva a Cooperação CA Fiscaliza a Aplicação do Erário Público Retrospectiva de 2008 XVI. CCAC Reforça Supervisão e Incentiva a Cooperação CA Fiscaliza a Aplicação do Erário Público Em 2008, o Comissariado contra a Corrupção (CCAC) esforçou-se por reforçar a supervisão

Leia mais

Regulamento de Estágio do Mestrado em Desporto 2009

Regulamento de Estágio do Mestrado em Desporto 2009 Instituto Politécnico de Santarém ESCOLA SUPERIOR DE DESPORTO DE RIO MAIOR MESTRADO EM DESPORTO REGULAMENTO DE ESTÁGIO Este regulamento enquadra-se no âmbito do artigo 21.º do regulamento específico do

Leia mais

DESPACHO/SP/42/2014. Artigo 17.º. Enquadramento jurídico

DESPACHO/SP/42/2014. Artigo 17.º. Enquadramento jurídico DESPACHO/SP/42/2014 Aprovo a seguinte alteração ao Regulamento do Mestrado em Fisioterapia na área de especialização de movimento humano, ministrado na Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Coimbra

Leia mais

FORMULÁRIO DE CANDIDATURA 1. A) ENTIDADE PROMOTORA 1. Identificação Ano a que respeita a candidatura

FORMULÁRIO DE CANDIDATURA 1. A) ENTIDADE PROMOTORA 1. Identificação Ano a que respeita a candidatura FORMULÁRIO DE CANDIDATURA 1 NORMAS DE APOIO ÀS INSTITUIÇÕES SEM FINS LUCRATIVOS DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL E DE SAÚDE DO CONCELHO DE FARO Exmº Sr. Presidente da Câmara Municipal de Faro Solicito que seja

Leia mais

6 INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS

6 INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS 6. INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS 6. Intermediários Financeiros O QUE SÃO INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS? Intermediários financeiros são as empresas prestadoras dos serviços que permitem aos investidores actuar

Leia mais

Manual de Procedimentos POSI-E3

Manual de Procedimentos POSI-E3 Manual de Procedimentos POSI-E3 13 de Abril de 2012 1 Índice 1. INTRODUÇÃO 3 2. COORDENAÇÃO GERAL 5 3. DOCENTES E DISCIPLINAS 7 3.1 INFORMAÇÃO AOS ALUNOS 7 3.2 RELAÇÕES ALUNOS / DOCENTES 8 4.1 ÁREA PEDAGÓGICA

Leia mais

ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO

ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO E DOS EDUCADORES DE INFÂNCIA Considerando a vontade comum do

Leia mais

MANUAL DE CERTIFICAÇÃO DOS LENÇOS DE NAMORADOS DO MINHO

MANUAL DE CERTIFICAÇÃO DOS LENÇOS DE NAMORADOS DO MINHO MANUAL DE CERTIFICAÇÃO DOS LENÇOS DE ADERE-MINHO Edição 1, Revisão 0, de 18 de Dezembro de 2012 Elaborado por: Verificado por: Aprovado por: [Lisa Ramos]/[Técnica de Qualidade] [Teresa Costa]/[Directora

Leia mais

REGULAMENTO DA BOLSA DE AUDITORES

REGULAMENTO DA BOLSA DE AUDITORES Preâmbulo Tendo por objecto a salvaguarda da qualidade das auditorias executadas sobre actividades ou exercício farmacêuticos, a Ordem dos Farmacêuticos veio criar o presente regulamento da Bolsa de Auditores.

Leia mais

A estratégia nacional para a melhoria da higiene das mãos em 10 perguntas

A estratégia nacional para a melhoria da higiene das mãos em 10 perguntas A estratégia nacional para a melhoria da higiene das mãos em 10 perguntas Patrocinador do Programa Nacional de Prevenção e Controlo da Infecção Associada aos Cuidados de Saúde Índice 1. O que é a estratégia

Leia mais

Ministérios das Finanças e dos Negócios Estrangeiros

Ministérios das Finanças e dos Negócios Estrangeiros Ministérios das Finanças e dos Negócios Estrangeiros Portaria n.º /2010 Contratação temporária para o Ensino Português no Estrangeiro Nos termos do artigo 32.º do Decreto-Lei n.º 165/2006, de 11 de Agosto,

Leia mais

FREGUESIA DE BOAVISTA DOS PINHEIROS Regulamento n.º 02/2010

FREGUESIA DE BOAVISTA DOS PINHEIROS Regulamento n.º 02/2010 FREGUESIA DE BOAVISTA DOS PINHEIROS Regulamento n.º 02/2010 Para os efeitos estipulados no artigo 14.º do Decreto -Lei n.º 305/2009 de 23 de Outubro, torna público que, a Assembleia de Freguesia em reunião

Leia mais

REGULAMENTO DA UNIDADE DE VIGILÂNCIA PEDIÁTRICA da SOCIEDADE PORTUGUESA DE PEDIATRIA PORTUGUESE PAEDIATRIC SURVEILLANCE UNIT (UVP-SPP / PPSU)

REGULAMENTO DA UNIDADE DE VIGILÂNCIA PEDIÁTRICA da SOCIEDADE PORTUGUESA DE PEDIATRIA PORTUGUESE PAEDIATRIC SURVEILLANCE UNIT (UVP-SPP / PPSU) REGULAMENTO DA UNIDADE DE VIGILÂNCIA PEDIÁTRICA da SOCIEDADE PORTUGUESA DE PEDIATRIA PORTUGUESE PAEDIATRIC SURVEILLANCE UNIT (UVP-SPP / PPSU) Para que a Pediatria portuguesa e as nossas crianças portadoras

Leia mais

Política de Tratamento de Clientes e Terceiros. Nos termos da Norma Regulamentar ASF nº 10/2009-R de 25 de junho.

Política de Tratamento de Clientes e Terceiros. Nos termos da Norma Regulamentar ASF nº 10/2009-R de 25 de junho. Política de Tratamento de Clientes e Terceiros Nos termos da Norma Regulamentar ASF nº 10/2009-R de 25 de junho. AXA Global Direct Seguros y Reaseguros, S.A.U. - Sucursal em Portugal 11 fevereiro2015 Índice

Leia mais

I SÉRIE BOLETIM OFICIAL DA REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU SUMÁRIO. Número 24. Segunda-feira, 13 de Junho de 2016

I SÉRIE BOLETIM OFICIAL DA REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU SUMÁRIO. Número 24. Segunda-feira, 13 de Junho de 2016 24 Número 24 I SÉRIE do Boletim Oficial da Região Administrativa Especial de Macau, constituído pelas séries I e II Segunda-feira, 13 de Junho de 2016 BOLETIM OFICIAL DA REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL

Leia mais

2 o AVISO DE ESCLARECIMENTOS E RETIFICAÇÃO DE ERROS OU OMISSÕES NAS PEÇAS DO CONCURSO

2 o AVISO DE ESCLARECIMENTOS E RETIFICAÇÃO DE ERROS OU OMISSÕES NAS PEÇAS DO CONCURSO CONCURSO PÚBLICO PARA CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO PARA O COMPLEXO 2 o AVISO DE ESCLARECIMENTOS E RETIFICAÇÃO DE ERROS OU OMISSÕES NAS PEÇAS DO CONCURSO O Ministério

Leia mais

Normas Regulamentares do Mestrado em Ciências da Educação: área de especialização em Educação Especial

Normas Regulamentares do Mestrado em Ciências da Educação: área de especialização em Educação Especial Normas Regulamentares do Mestrado em Ciências da Educação: área de especialização em Educação Especial Artigo 1.º Da admissão ao ciclo de estudos 1. À matrícula no mestrado em Ciências da Educação: área

Leia mais

PARECER N.º 104/CITE/2014

PARECER N.º 104/CITE/2014 PARECER N.º 104/CITE/2014 Assunto: Parecer relativo a queixa sobre a recusa de autorização de trabalho em regime de horário flexível, pedido pela trabalhadora com responsabilidades familiares ao Laboratório,

Leia mais

Regulamento dos Mestrados

Regulamento dos Mestrados Regulamento dos Mestrados 4.2.14 Conteúdo Enquadramento... 3 1 Organização... 3 1.1 Coordenação... 3 1.2 Programas... 3 1.3 Planos curriculares... 3 1.4 Unidades curriculares... 3 2 Candidatura... 5 2.1

Leia mais

MESTRADO EM PSICOLOGIA SOCIAL E DAS ORGANIZAÇÕES GUIA DE ORGANIZAÇÃO E DE FUNCIONAMENTO DOS ESTÁGIOS

MESTRADO EM PSICOLOGIA SOCIAL E DAS ORGANIZAÇÕES GUIA DE ORGANIZAÇÃO E DE FUNCIONAMENTO DOS ESTÁGIOS INSTI INSTUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESA DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA SOCIAL E DAS ORGANIZAÇÕES MESTRADO EM PSICOLOGIA SOCIAL E DAS ORGANIZAÇÕES GUIA DE ORGANIZAÇÃO E DE FUNCIONAMENTO

Leia mais

HOTELARIA SOLUÇÃO PARA O CONTROLO DA LEGISLAÇÃO. Destinatários. Benefícios

HOTELARIA SOLUÇÃO PARA O CONTROLO DA LEGISLAÇÃO. Destinatários. Benefícios HOTELARIA Destinatários Todas as empresas de Hotelaria e Turismo Empresas certificadas ( ISO 9001 ) Todas as empresas que actuam na fileira do Turismo (Restauração e Bebidas, Habitação Periódica, Animação

Leia mais

Políticas Organizacionais

Políticas Organizacionais Políticas Organizacionais Manual de Políticas da CERCI Elaborado por/data Departamento de Gestão da Qualidade/Março 2013 Aprovado por/data Direção/18.03.2013 Revisto por/data Índice 1. Política e Objetivos

Leia mais

REGULAMENTO DO DOUTORAMENTO EM MEDICINA DENTÁRIA

REGULAMENTO DO DOUTORAMENTO EM MEDICINA DENTÁRIA REGULAMENTO DO DOUTORAMENTO EM MEDICINA DENTÁRIA a) Regras sobre a admissão no ciclo de estudos 1. Habilitações de acesso São admitidos como candidatos à inscrição: a) os titulares de grau de mestre ou

Leia mais

RELATÓRIO INTERCALAR (nº 3, do artigo 23º, da Decisão 2004/904/CE)

RELATÓRIO INTERCALAR (nº 3, do artigo 23º, da Decisão 2004/904/CE) (nº 3, do artigo 23º, da Decisão 2004/904/CE) Comissão Europeia Direcção-Geral da Justiça, da Liberdade e da Segurança Unidade B/4 Fundo Europeu para os Refugiados B-1049 Bruxelas Estado-Membro: PORTUGAL

Leia mais

Envie-nos os seus trabalhos jornalísticos sobre o sector rodoviário, publicados em 2011. Participe entre 1 de Novembro de 2011 e 31 de Janeiro de

Envie-nos os seus trabalhos jornalísticos sobre o sector rodoviário, publicados em 2011. Participe entre 1 de Novembro de 2011 e 31 de Janeiro de Envie-nos os seus trabalhos jornalísticos sobre o sector rodoviário, publicados em 2011. Participe entre 1 de Novembro de 2011 e 31 de Janeiro de 2012. ENQUADRAMENTO 2ºs PRÉMIOS DE JORNALISMO CEPSA ESTRADAS

Leia mais

PROGRAMA DE FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS NA GESTÃO CULTURAL E DAS ARTES. Guia de Candidatura

PROGRAMA DE FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS NA GESTÃO CULTURAL E DAS ARTES. Guia de Candidatura 2015 PROGRAMA DE FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS NA GESTÃO CULTURAL E DAS ARTES Guia de Candidatura 1. Objectivos Os objectivos deste Programa são como auxílio às associações locais de arte e cultura a criarem

Leia mais

Anexo: Informação Relativa à Gestão de Reclamações... 5

Anexo: Informação Relativa à Gestão de Reclamações... 5 REGULAMENTO DA POLÍTICA DE TRATAMENTO DA COMPAÑIA ESPAÑOLA DE SEGUROS Y REASEGUROS DE CRÉDITO Y CAUCIÓN, S.A., SUCURSAL EM PORTUGAL, NO QUADRO DO SEU RELACIONAMENTO COM OS TOMADORES DE SEGUROS, SEGURADOS

Leia mais

AVALIAÇÃO INTERNA DO AGRUPAMENTO. Agrupamento de Escolas nº2 de Beja - Mário Beirão

AVALIAÇÃO INTERNA DO AGRUPAMENTO. Agrupamento de Escolas nº2 de Beja - Mário Beirão AVALIAÇÃO INTERNA DO AGRUPAMENTO Agrupamento de Escolas nº2 de Beja - Mário Beirão Índice Introdução Objectivos Metodologia de Trabalho Áreas de Trabalho/ Conclusões Estruturas Formais Estruturas FísicasF

Leia mais

PROJECTO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE VENDA DE LOTES DE TERRENO PARA AS NOVAS ZONAS E LOTEAMENTOS INDUSTRIAIS. Nota justificativa

PROJECTO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE VENDA DE LOTES DE TERRENO PARA AS NOVAS ZONAS E LOTEAMENTOS INDUSTRIAIS. Nota justificativa PROJECTO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE VENDA DE LOTES DE TERRENO PARA AS NOVAS ZONAS E LOTEAMENTOS INDUSTRIAIS Nota justificativa A criação de novas Zonas e loteamentos Industriais tem como principal finalidade

Leia mais

SECÇÃO III Serviços de segurança, higiene e saúde no trabalho SUBSECÇÃO I Disposições gerais

SECÇÃO III Serviços de segurança, higiene e saúde no trabalho SUBSECÇÃO I Disposições gerais A Lei n.º 7/2009, de 12 de Fevereiro, revê o Código do Trabalho, mas mantém em vigor disposições assinaladas do anterior Código do Trabalho de 2003, e da sua regulamentação, até que seja publicado diploma

Leia mais

Regulamento Geral de Avaliação da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

Regulamento Geral de Avaliação da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa Regulamento Geral de Avaliação da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa PREÂMBULO O actual Regulamento Geral de Avaliação (RGA) foi formulado, no essencial, em 2009 e reformulado em 2010. Teve

Leia mais

I. Norma Geral de Segurança da Informação para Uso do Portal

I. Norma Geral de Segurança da Informação para Uso do Portal O B J E CT I V O Estabelecer critérios para acesso e publicação de informações no Portal do Governo, Portal do Cidadão e Portal dos Ministérios, utilizando recursos e serviços do Portal Administrativo.

Leia mais

Observação das aulas Algumas indicações para observar as aulas

Observação das aulas Algumas indicações para observar as aulas Observação das aulas Algumas indicações para observar as aulas OBJECTVOS: Avaliar a capacidade do/a professor(a) de integrar esta abordagem nas actividades quotidianas. sso implicará igualmente uma descrição

Leia mais

ANEXO III REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

ANEXO III REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO ANEXO III REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO Artigo 1.º Âmbito 1 - O presente regulamento de avaliação de desempenho aplica-se a todos os docentes que se encontrem integrados na carreira. 2 - A avaliação

Leia mais

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES DESPACHO Encontra-se previsto no Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC) para 2010 o projecto da responsabilidade do Instituto da Mobilidade e dos Transportes

Leia mais

Programa Do Procedimento por Negociação, com publicação prévia de Anúncio

Programa Do Procedimento por Negociação, com publicação prévia de Anúncio Programa Do Procedimento por Negociação, com publicação prévia de Anúncio para celebração de contrato de cedência de utilização de diversos espaços, em edifícios municipais, para instalação e exploração

Leia mais

As modalidades de contrato de trabalho admissíveis na administração local são: Contrato de trabalho com termo resolutivo: certo ou incerto;

As modalidades de contrato de trabalho admissíveis na administração local são: Contrato de trabalho com termo resolutivo: certo ou incerto; 10. PESSOAL A Lei n.º 12-A/2008, de 27 de Fevereiro, veio estabelecer os regimes de vinculação, de carreiras e de remunerações dos trabalhadores que exercem funções públicas. A relação jurídica de emprego

Leia mais

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES AVISO

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES AVISO MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES AVISO Concurso interno de acesso geral para a categoria de especialista de informática de grau 2, nível 1 da carreira de especialista de informática,

Leia mais

8500-(38) Diário da República, 1. a série N. o 242 19 de Dezembro de 2006 MINISTÉRIO DA JUSTIÇA

8500-(38) Diário da República, 1. a série N. o 242 19 de Dezembro de 2006 MINISTÉRIO DA JUSTIÇA 8500-(38) Diário da República, 1. a série N. o 242 19 de Dezembro de 2006 MINISTÉRIO DA JUSTIÇA Portaria n. o 1416-A/2006 de 19 de Dezembro O Decreto-Lei n. o 76-A/2006, de 29 de Março, aprovou um vasto

Leia mais

Princípio da Solidariedade: Responsabilidade de todos os cidadãos na concretização das finalidades do voluntariado;

Princípio da Solidariedade: Responsabilidade de todos os cidadãos na concretização das finalidades do voluntariado; 1. DEFINIÇÃO DE VOLUNTARIADO é o conjunto de acções de interesse social e comunitário, realizadas de forma desinteressada por pessoas, no âmbito de projectos, programas e outras formas de intervenção ao

Leia mais

Direcção-Geral da Saúde Circular Normativa

Direcção-Geral da Saúde Circular Normativa Assunto: Medidas preventivas de comportamentos agressivos/violentos de doentes - contenção física Nº: 08/DSPSM/DSPCS DATA: 25/05/07 Para: Contacto na DGS: ARS, Hospitais do SNS, Serviços Locais e Regionais

Leia mais

JUNTA DE FREGUESIA DE BAGUIM DO MONTE

JUNTA DE FREGUESIA DE BAGUIM DO MONTE Introdução O presente regulamento pretende ser um instrumento regulador da actividade da Biblioteca da Junta de Freguesia de Baguim do Monte. O principal objectivo é salvaguardar o interesse comum de todos

Leia mais

REGULAMENTO DO CONCURSO PARA ARRENDAMENTO DE IMÓVEIS

REGULAMENTO DO CONCURSO PARA ARRENDAMENTO DE IMÓVEIS REGULAMENTO DO CONCURSO PARA ARRENDAMENTO DE IMÓVEIS CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1.º Objeto O presente Regulamento estabelece as normas pelas quais o Instituto de Gestão Financeira da Segurança

Leia mais

Gestão dos Processos de Interrupção e Restabelecimento do Fornecimento a Clientes Finais

Gestão dos Processos de Interrupção e Restabelecimento do Fornecimento a Clientes Finais Gestão dos Processos de Interrupção e Restabelecimento do Fornecimento a s Finais Os processos de interrupção e restabelecimento do de energia elétrica a clientes finais têm por base o contrato de uso

Leia mais

Instituto Politécnico de Lisboa Escola Superior de Música de Lisboa MESTRADO EM ENSINO DA MÚSICA REGULAMENTO SECÇÃO I DA ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DO CURSO

Instituto Politécnico de Lisboa Escola Superior de Música de Lisboa MESTRADO EM ENSINO DA MÚSICA REGULAMENTO SECÇÃO I DA ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DO CURSO Instituto Politécnico de Lisboa Escola Superior de Música de Lisboa MESTRADO EM ENSINO DA MÚSICA REGULAMENTO SECÇÃO I DA ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DO CURSO Artigo 1º Objecto 1 O presente regulamento aplica-se

Leia mais

2012-Cursos do Departamento de Formação Profissional

2012-Cursos do Departamento de Formação Profissional 2012-Cursos do Departamento de Profissional 11 Breve Apresentação do Departamento de Profissional O Departamento de Profissional, uma subunidade da Direcção dos Serviços para os Assuntos Laborais, tem

Leia mais