Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download ""

Transcrição

1

2

3

4

5

6 Tatiana Reis Nara Oliveira

7 Tatiana Reis Caravana Arcoíris Por La Paz

8 O protagonismo cultural tem encontro marcado na Teia Petrobrás Teia é o encontro, ao vivo, dos Pontos de Cultura espalhados ao longo do mapa brasileiro. Esses Pontos de Cultura são uma das iniciativas mais bem sucedidas do Ministério da Cultura, e têm várias características que podem ser concentradas naquela que, possivelmente, seja a mais singular delas: atuar com autonomia e como protagonistas de ações sócio-culturais de envergadura. São inúmeros em todo o país, não têm sede física, nem programação fixa, e não existem dois iguais: cada um tem vida própria. Recebem projetos das comunidades onde foram instalados, encaminham esses projetos para o Ministério da Cultura e os aprovados recebem uma verba determinada. Ou seja, projetos cuja iniciativa (e avaliação, e execução) nascem da própria comunidade onde existem os Pontos de Cultura. Uma vez por ano, seus representantes se reúnem para um intercâmbio de experiências, para promover uma reflexão ampla e profunda sobre o que está sendo feito pelo país afora, tudo isso acompanhado por uma intensa programação que reúne espetáculos, debates, oficinas, seminários. Eis aí a Teia. Este livro reúne o que de mais expressivo aconteceu no evento realizado em Brasília em Foram 88 atrações vindas dos mais diferentes lugares, mais de 1,5 mil participantes, todos eles representantes de uma arte de raízes profundamente populares e grande excelência. O livro faz um balanço desse grande encontro da diversidade cultural brasileira, e revela iniciativas que não podem nem devem ficar restritas ao seu lugar de origem. A Petrobras, maior empresa brasileira e maior patrocinadora das artes e da cultura em nosso país, é parceira e dedica especial atenção aos Pontos de Cultura e, por conseqüência, à realização das edições anuais da Teia. Da mesma forma que os Pontos de Cultura, nossa empresa também está presente ao longo de todo o mapa brasileiro. Mas está presente, principalmente, na união de esforços dedicados a transformar o país, a contribuir para o seu desenvolvimento e para favorecer a contínua democratização de sua cultura e de suas formas de expressão artísticas que, em última instância, conformam a identidade de todos nós.

9 Espaço de reflexão e convergência entre os Pontos de Cultura SESC O Serviço Social do Comércio identifica-se com as ações do governo federal, por meio do Ministério da Cultura. Eminentemente voltado ao desenvolvimento socioeducativo dos cidadãos, o SESC possui como um de seus principais campos de atuação a Cultura. A promoção de projetos nacionais e regionais e o incentivo às manifestações artísticas oriundas de cada região integram o cotidiano da instituição. Tais iniciativas da entidade convergem para as ações do Ministério, e ainda em âmbito nacional, pois muitos de seus projetos são itinerantes. Os circuitos de artes cênicas, música, artes plásticas e cinema, além do incentivo à leitura, com feiras de livros, a extensa rede de bibliotecas e os concursos nacionais do SESC, estimulam o intercâmbio entre as diversas vertentes da produção cultural brasileira. Localmente o SESC debruça-se de forma ainda mais minuciosa sobre as tendências regionais, fomentando a estrutura necessária para que os produtos culturais vicejem. Ao apoiar a Teia Rede de Cultura do Brasil, o SESC reafirma a parceria desenvolvida com o Ministério e demais instituições dedicadas ao tema, afinidade já ratificada por meio de Protocolo de Intenções assinado em Pois se a Teia, como realização fundamental do Programa Cultura Viva, constitui-se no espaço de reflexão e de convergência dos Pontos de Cultura, de certo o SESC almeja assim fortalecer esses vínculos, ao fornecer apoio e patrocínio. Assim ocorreu nas três edições da Rede de Cultura do Brasil, em São Paulo (2006), Belo Horizonte (2007) e Brasília (2008). Especialmente na Esplanada dos Ministérios, quando o evento esteve sob responsabilidade dos próprios Pontos de Cultura, como expressão máxima de sua relevância. Nos grupos de trabalhos, debates, vivências, plenárias, oficinas, exposições e apresentações o SESC pôde corroborar os propósitos conjuntos, estimulando amplos intercâmbio e aperfeiçoamento de experiências, em prol de uma sociedade culturalmente dinâmica e inclusiva. 2

10 Tassia Camões Tatiana Reis Nara Oliveira

11 Tatiana Reis Nara Oliveira

12 Do Ponto para uma rede de difusão da cultura brasileira SESI O termo arte traz várias denotações. Uma delas diz que arte é uma atividade que supõe a criação de sensações ou de estados de espírito de caráter estético, carregados de vivência pessoal e profunda, podendo suscitar em outrem o desejo de prolongamento ou renovação. São importantes interpretações sob diversas perspectivas. O impacto das mensagens inseridas nos espetáculos nos faz refletir sobre nossa identidade e, por vezes, buscar formas de mudança e renovação. Mesmo em tempos de crise econômica, o Brasil marcha para o desenvolvimento. Particularmente, acredito que sem investimentos em cultura a meta não será atingida em sua plenitude. A meu ver, a arte como um todo possui grande influência e responsabilidade enorme na formação de massa crítica deste País. E não apenas isto. Existe uma vasta parcela de trabalhadores e empregadores envolvidos com os espetáculos, o que não se pode ignorar. Iniciativas como a Teia Brasília 2008 Encontro Nacional dos Pontos de Cultura, são muito importantes, pois, além da preocupação com a disseminação gratuita da Cultura Brasileira, contribuem para movimentar o mercado de trabalho deste segmento. Reunindo os Pontos de Cultura de todo o país, cumpre o papel de reforçar a transmissão de saberes àsociedade. Desta forma, a Teia alia suas diretrizes ao escopo do Sistema SESI, promovendo e oferecendo espetáculos, amostras e exposições gratuitamente a toda comunidade brasiliense. Considero nobre a iniciativa da Teia: Democratizar e divulgar trabalhos de talentosos artistas, numa verdadeira mostra do que a cultura brasileira tem produzido, unindo artistas consagrados a mestres da cultura popular, linguagens populares e eruditas, aproximando o fazer e ser cultural em suas diversas manifestações. Estes são alguns dos fatores que levaram o Conselho Nacional do SESI a ter orgulho e satisfação em apoiar a Teia Brasília Saúdo o sucesso da iniciativa e todos os que, de algum modo, contribuíram para que sua realização se tornasse possível. A máxima contida na obra de Milton Nascimento se concretiza com a ajuda da Teia, afinal todo artista tem de ir aonde o povo está.

13 Cultura e direitos humanos de mãos dadas Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República Ao adotar o slogan Direitos Humanos: Iguais na Diferença, lema da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República durante comemorações dos 60 anos da Declaração Universal, a Teia 2008 referendou o compromisso mútuo entre Cultura e Direitos Humanos. Com os Pontos de Cultura espalhados pelo país, criou-se uma vasta rede não só para produzir diversão, mas para levar arte, romper o silêncio e promover o diálogo nas mais diversas e distantes comunidades. A riqueza multicultural brasileira e as relações sócio-culturais são ferramentas de superação das desigualdades, exigem constante promoção e valorização. E o Ministério da Cultura, por meio dos Pontos de Cultura, tem contribuído de forma decisiva para a afirmação da identidade nacional, o que está diretamente ligado à construção da dignidade e à garantia dos direitos humanos, entre os quais, o próprio direito à cultura. A Declaração Universal dos Direitos Humanos traduz o ideal comum a ser seguido por todos os povos e nações para a conquista da paz. Elaborada depois da tragédia da Segunda Guerra Mundial pela ONU, o documento apresenta todos os direitos inerentes aos seres humanos, independente de nacionalidade, etnia, cor da pele, sexo, idade, orientação sexual, profissão, classe social, condição de saúde física e mental, opinião política, julgamento moral, religião e grau de instrução. O artigo 27 da Declaração Universal diz que toda pessoa tem direito a participar livremente da vida cultural da comunidade, de fruir artes e de participar do processo científico e de seus benefícios. Mais do que um direito, a cultura é um instrumento estratégico para disseminar os direitos humanos. Os Pontos de Cultura e a Teia 2008 em Brasília sintetizam essa simbiose. Viva a Cultura! Viva a cultura dos Direitos Humanos! 6

14 Nara Oliveira Nara Oliveira

15 Charles Brait Emília Brosig

16 A aranha tece puxando o fio da TEIA a ciência da abelha da aranha e a minha muita gente desconhece... olará viu... muita gente desconhece... João do Vale O Brasil se reconhece e reelege um caminho novo Chico Simões, mamulengueiro Se definirmos um ponto como um lugar no espaço, um Ponto de Cultura só pode ser o encontro de pessoas nesse lugar. E o encontro desses pontos só pode ser uma TEIA. Além disso, toda tentativa de definição reduz o movimento...sabemos que somos, que somamos e abrimos o leque de possibilidades na construção e valorização de diversos saberes e fazeres culturais, que se apresentam como alternativas de sustentabilidade local, sem se descuidarem da relação com o todo a que pertencemos. Nos encontramos em novembro de 2008, em Brasília, para celebrarmos a cultura viva e somarmos mais cultura ao que já somos. Somos a novidade que carrega também a "velhidade" dentro de si, existimos e agimos dentro das contradições inerentes às mudanças de paradigmas que representamos. O etnocentrismo cientificista europeu, embalado pelo capitalismo, mercantilizou as relações, reduzindo o saber à condição de produto. A escola se transformou, por exigência do deus-mercado, em uma fábrica de mão-de-obra. O cenário do planeta é o pior possível: poluição, desequilíbrio socioeconômico, esgarçamento do tecido social, desencanto... Prognósticos científicos apontam para um aquecimento global insustentável, e os alarmistas de plantão anunciam o fim do mundo, enquanto espíritos livres buscam, na mesma velocidade, soluções não

17 convencionais para novos e persistentes problemas. Assumimos nossos erros e vamos aprendendo com eles, a pauta da sustentabilidade ambiental nos une e as diferenças que nos separavam agora nos identificam na diversidade. A democratização dos meios de produção, reprodução e divulgação de conhecimentos glocaliza problemas e soluções. Estamos atentos, somos a TEIA. Quinhentos anos de modernidade não podem suplantar milhares de anos de conhecimentos construídos na relação entre os seres humanos e a natureza. Ao abrirmos os sentidos para culturas tradicionais de resistência, como as culturas afrobrasileiras e as indígenas, vamos descortinando um maravilhoso mundo de conhecimentos e possibilidades sustentáveis de relação com a natureza, de bem-estar social e organização política. Memória e identidade são pautas cada vez mais discutidas e valorizadas; o cotidiano, como previu Paulo Freire, aparece como curso de construção de saberes, de valorização e validação de experiências de vida. O Brasil se reconhece, se identifica, elege e reelege um caminho novo, diverso, complexo, contraditório, brasileiro. A contemporaneidade exige visões cada vez mais transversais, holísticas, globais, que não percam de vista o regional, o comunitário, o local, o particular, o individual. Análises conjunturais precisam levar em conta os mais variados campos do conhecimento humano. Culturas populares resistentes e, historicamente relegadas à periferia da civilização e do progresso, renascem aliadas às Nara Oliveira tecnologias digitais livres que insistem na democratização radical de todo conhecimento, na quebra das patentes e dos monopólios dos podres poderes, anunciando a configuração de um signo revolucionário, sinérgico, que escapa até mesmo às tentativas de auto-definição O que esta em curso tem muitos nomes e não tem nenhum A TEIA dos Pontos de Cultura está em permanente refazer-se, o que ontem foi apenas uma rede de ideias e ideais, hoje é uma necessidade que aponta o caminho de uma política pública horizontalizada e presente em todo o Brasil. É preciso a formação de educadores culturais comunitários capazes de e com disponibilidade para identificar, compreender, fortalecer, dar visibilidade, articular em rede e integrar ações e conhecimentos da comunidade na vida política e vice-versa. Diversos organismos do Estado e da sociedade civil, escolas, comunidades, alunos, professores e agentes culturais reclamam, cada qual com suas especificidades, uma ação nacional coordenada entre esses setores, que atenda a demanda material e humana. Que essa ação faça desse sonho uma realidade, onde cada Ponto de Cultura seja um ponto de encontro entre a comunidade e o saber/fazer, entre educação e cultura, entre sonhos e vida real. 10

18 Emília Brosig Tatiana Reis

19 Fábio Resck

20 RE-PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA Manisfesto pela Cultura TT Catalão, coordenador geral da Secretaria de Cidadania Cultural do MinC Precisamos estetizar a política e criar narrativas simbólicas em aliança com os índices técnicos quando se trata da Cultura. O cortejo da Re-Proclamação da República pela Cultura trabalha sobre o reafirmar valores republicanos em rima rica com magnífica diversidade cultural brasileira e suas inúmeras linguagens em todo o território nacional. A oportunidade surge com a data de encerramento do Terceiro Encontro Nacional dos Pontos de Cultura a Teia, no dia 15 de novembro. Uma data cívica, realmente nacional, em Brasília, sempre ficou no calendário com o 21 de abril, sua inauguração, e o 7 de setembro. Faltava relacionar o 15 de novembro no sentido republicano mais amplo, como um projeto de construção permanente que nos mobiliza em direção a desejada sociedade justa e solidária traduzida em participação democrática e direitos culturais da arte aliada da cidadania. Na árdua tarefa de eliminação dos abismos entre brasis, governos e sociedade se articulam. E é a gestão cultural que tem se revelada a melhor síntese dessa federal identidade: nos governos, a nova marca pela ampla política de editais que amplia a participação e o zelo com recursos públicos; na sociedade, o aperfeiçoamento de canais de participação e maior rigor no acompanhamento de bens e serviços públicos. Tatiana Reis

21 Brasília é nesse sentido, a encruzilhada das contradições nacionais, o próprio Exu Monumental. Está, exatamente, no entroncamento das asas (desejo) e o eixo (base e fio terra) do Plano de Lúcio Costa. A Teia acontece na Rodoviária da cidade como rede e redemoinho de radiações e enredo dos novos atores da Cultura brasileira. Ali se instalam tendas, mostras, shows e debates, dali partem nossos desejos e bases para uma Cultura em Movimento permanente como eixo das mudanças no Brasil. Clamar contra a exclusão pelo despejo, reclamar pelo direito ao desejo, reproclamar pela necessidade vital de não ser objeto, mas sujeito de si e no relacionamento com outro e com o meio: para inventar, pela cultura, o outro lado de quem faz e é a própria história. No espaço livre da Teia, de onde parte o cortejo, a Brasília local e a nacional se encontram. É assim que a cidade (no Planalto Central) se faz o próprio ponto das contradições nacionais. Algo que se instala no coletivo e no indivíduo. Reproclamar e reinstaurar o sentido republicano em repúdio ao controle dos mercados que nos querem consumidores de produtos carimbados pela mesmice fragmentada do "um para cada segmento". Reproclamar quando a expressão estética, a liberdade de opinião e a manifestação libertária da consciência repercutem na afirmação (proclamação do desejo) de uma nova configuração republicana do Brasil (eixo pelo projeto comum de nação). A Cultura traduz essa pluralidade que nos faz singular. A soma que nos faz únicos. Iguais na diferença, não no sentido da identificação padronizada em uma só referência, mas na identidade dos muitos que se realizam enquanto se misturam nessa construção permanente e, comprometidamente, republicana. 14 Nara Oliveira

22 Tatiana Reis

23 Nara Oliveira Caravana Arcoiris Por la Paz 6 Tassia Camões

24 Os Pontos de Cultura e a transformação social brasileira Célio Turino, Secretário de Cidadania Cultural do MinC Na Teia 2008, em Brasília, os Pontos de Cultura perceberam com mais clareza sua condição política de agentes transformadores. De agentes que saem do estágio de em si e passam a se perceber como para si. Ela avançou na construção dessa autonomia. A primeira Teia foi uma decisão muito breve. Em pouco mais de um mês decidimos fazer. E foi importante fazer. Ocupamos a Bienal de São Paulo, que representou um marco simbólico nesse processo. É bom lembrar que a Semana de Arte Moderna de 1922 aconteceu na escadaria do Teatro Municipal da capital paulista e adentrou no teatro por alguns dias. Ir pra Bienal de São Paulo tinha esse significado: ocupar o espaço das artes consagradas. E a periferia da produção cultural, não uma periferia geográfica e social, mas estética, de linguagem, ocupou esse espaço. E o processo continua. Na Teia 2007, em Belo Horizonte, fomos para o Palácio das Artes, o principal palco de Minas para manifestações artísticas. Quase não fizemos lá, porque o Palácio não poderia ser usado para a Teia. A minha resposta foi que o povo brasileiro não entra pela porta dos fundos. Não tem aquela história de ter o pé na cozinha, onde os pobres, os escravos não entram pela porta da frente? Nós fazemos o inverso disso.

25 Em Brasília, na Esplanada dos Ministérios, a gestão da Teia foi feita pelos próprios Pontos de Cultura. Em primeiro lugar, isso teve um ganho de afetividade. O próprio acolhimento, com recepção no aeroporto, hospedagem... a Teia foi feita por quem é parte integrante dela. Em segundo, foi feita a construção do entendimento do Ponto de Cultura como um movimento, um movimento social, político, de postura, de construção. Daí a ideia de ganhar asas, e tinha que ganhar asas justamente na Esplanada dos Ministérios, o espaço simbólico do poder. A partir do amadurecimento dos Pontos de Cultura na Teia, eu diria que o programa Cultura Viva tem um componente educador. Tanto para o Estado quanto para a sociedade. O primeiro aspecto é perceber que os limites do Estado são apertados, estreitos. O movimento dos Pontos de cultura até ocupou uma brecha, mas ainda é limite. O Estado não está preparado pra desconcentrar ou estabelecer novas formas de parceria. Mas aí é o povo em processo. A gente vai ocupando brechas, abrindo novas alternativas. Nesses mais de cinco anos de programa, o que se percebe é que caminhar com o povo, com a sociedade é melhor. E essas pessoas precisam ter cada vez mais espaço para sua realização protagonista. Isso pressupõe um estágio civilizatório mais avançado. Nós não estamos construindo uma forma de governar que é reivindicativa ou de assistência às necessidades. Ela até é necessária, e no Brasil as carências são tão grandes que a gente fica feliz quando algumas necessidades são atendidas. Mas o marco do CulturaViva é que a gente saia da construção a partir da carência e passe a pensar política a partir da potência. Nara Oliveira Espero que na minha velhice, tenhamos um padrão de convivência social, um estágio de civilização mais evoluído. Onde exista de fato respeito ao próximo, uma relação de construção de uma prática cotidiana que seja criativa. Eu sou um gestor, um militante, e pretendo ser um intelectual, refletir sobre o assunto. A cultura tem um componente que nenhuma outra área tem. Qual é? Nos últimos duzentos anos, a política, no Brasil e no mundo, foi construída a partir de interesses. São interesses legítimos, muitas vezes. Direito a melhores condições de vida, salários. Ou também interesses de fazendeiros, que querem espoliar...enfim, sempre é uma política construída a partir de interesses. 18

26 As ideologias surgem a partir disso. São interesses transformados em ideias que defendem um determinado grupo. Por que a gente não pode experimentar outra forma de fazer política, alicerçada nos valores? Mario de Andrade tem um texto sobre o desinteresse da arte. E o que motiva alguém a atuar num Ponto de Cultura? Basicamente é um trabalho voluntário que é feita, há uma doação plena. O Ponto de Cultura é um espaço de cultura. Mas é outra política, alicerçada nos valores. Eu diria que estamos fazendo um exercício de busca de uma outra construção política, que integra um outro sentido para a cultura. São três es : ética, estética e economia. Aqui está a chave de uma outra cultura. Quando a gente fala de ética, é compromisso com as pessoas. É compaixão. A estética, em que a gente não pode expressar uma idéia inovadora sem oferecer uma estética inovadora. E a economia, que, ao contrário do que se pensava, não determina a sociedade e a cultura. Eu diria que há uma interação. Ela é produto e vetor das mudanças. Se nós tivermos um outro comportamento em relação à economia, buscando comércio justo, economia solidária, trabalho colaborativo, consumo consciente...tudo isso muda a própria forma de organizar a economia. O melhor é esparramar, espalhar, deixar fazer com liberdade, e as pessoas vão experimentando. Isso já existia, bem antes do programa. O que a gente fez foi tirar um manto de invisibilidade e aproximar. E sem o Estado, a gente não conseguiria acelerar essa junção. É aproveitar essa brecha, meter uma cunha, alargar. Enfim, se empoderem. Tem que tomar o poder, algum dia. Fábio Resck

27 Alexandra Martins Alexandra Martins 10 Tassia Camões Nara Oliveira Nara Oliveira

28 Emília Brosig Nara Oliveira

29 Tassia Camões Nara Oliveira Alexandra Martins

30 De Ponto em Ponto, uma Teia é construída Juca Ferreira, Ministro da Cultura A Teia nasceu para marcar a reflexão do Programa Cultura Viva, avaliar com mostras e debates os caminhos percorridos e traçar novas estratégias. A primeira edição foi em SP-2006, a segunda em BH e a terceira Teia, em 2008, teve em Brasília seu momento mais decisivo: a gestão dos próprios Pontos de Cultura, que assumiram a responsabilidade direta na organização, programação e condução dos temas em conjunto com o Ministério da Cultura, por meio da antiga Secretaria de Programas e Projetos Culturais, hoje Secretaria de Cidadania Cultural. Fazemos história quando nos comprometemos além do discurso. O Cultura Viva revela o crescimento da cidadania no país, especialmente entre artista e comunidade, na prova maior de que o desenvolvimento real só se dá quando a Cultura e o Humano estão na base. Desde o início, afirmamos: O Estado não impõe, o Estado dispõe. E ao potencializar o já existente, comprovamos que crescemos pela renovação permanente das alianças. Alexandra Martins A Teia Brasília consolidou as conquistas e demonstrou, pelo alcance nacional do Programa Cultura Viva, que somos iguais na diferença e que hoje construímos democracia de maneira irreversível em liberdade, confiança e co-responsabilidade.

31 Nenhuma ousadia institucional de Estado, no campo da Cultura, foi tão longe quanto a criação dos Pontos de Cultura. Quando se esperava paternalismo, veio o protagonismo. Onde se aguardava a tutela, veio a gestão compartilhada. Quem ainda não acreditava no poder de criação do povo brasileiro tanto em suas expressões tradicionais quanto nas novas linguagens contemporâneas com novas mídias teve a resposta cotidiana de pessoas e comunidades. E assim o Programa se construía enquanto tecia suas relações. Aprendia enquanto experimentava. Vivo. Em processo aberto de reflexão e diálogo com marcante participação de seus integrantes. Vivo entre parcerias governamentais e da sociedade. Espelho e reflexo de realidades ainda não visíveis. Canal livre e libertário: muito mais que mero identificador de Pontos isolados, o MinC criou conexões e pontes entre as muitas culturas da diversidade brasileira. Tudo para que arte e cultura acontecessem conjugadas no rumo transformador da sociedade. O Cultura Viva, tendo os Pontos de Cultura na sua ponta de lança, hoje acentua a imensa capacidade de luta e criatividade de grupos e pessoas que resistem, pela arte, beleza e força das idéias e da solidariedade, em regiões sob severas condições precárias e que, mesmo assim, não anula nem impede esses testemunhos brilhantes de cidadania e arte. Sem modelos, a medula do Programa é partir do que já existe em respeito ao que já se faz, para crescer potencializado em rede e circuitos de trocas. Essa escala progressiva de comprometimentos entre sociedade e Estado cria um fato novo na política cultural brasileira por interferir diretamente na qualidade de vida da comunidade. Um Programa que não censura opções estéticas; não restringe manifestações; não impede trocas entre linguagens (unindo ou contrapondo ruptura e tradição); não dá voz, imagem ou gesto apenas ao consagrado; amplia a massa crítica para colaborar na fruição da arte, não só como consumidores ou passivos espectadores, mas como criadores ativos, com impacto em suas relações econômicas, pelo acesso e, também, a informações e ferramentas que os fazem produtores. Criadores de vida e da própria vida. Sujeitos de si e conscientes do meio. Prontos para darem seus pontos de vista em pensares, saberes e fazeres do jeito que podem, do modo que sabem, do ser especial que cada um é. 24

32 Tatiana Reis Tatiana Reis

33 Nara Oliveira Tatiana Reis

34 II FÓRUM NACIONAL DOS PONTOS DE CULTURA A voz dos Pontos na construção de novas políticas culturais Comissão Nacional dos Pontos de Cultura O II Fórum Nacional dos Pontos de Cultura (FNPC), realizado de 12 a 14 de novembro, como acontecimento central da programação da Teia Brasília 2008, foi a etapa nacional de um processo de mobilização e articulação política dos Pontos de Cultura em todo o país. Ao longo do ano, foram realizados 19 encontros e fóruns estaduais, mobilizando cerca de 6 mil participantes nessas etapas preparatórias. Foram inscritos cerca de 600 delegados um representante por Ponto de Cultura conveniado com o MinC em um universo de até então 850 pontos, o que evidencia o interesse e a mobilização que o II FNPC provocou na rede.

35 O que começou como um programa governamental - o Programa Cultura Viva - extrapolou as fronteiras institucionais, e hoje os Pontos de Cultura emergem com a força de um movimento social presente e organizado em todo o país. Nos últimos três anos, este movimento se (re)conheceu, se encontrou e se fortaleceu. Os Pontos de Cultura apontam para o surgimento de novas formas de relação entre o Estado e a sociedade. Reconhecem a necessidade da mobilização organizada da sociedade para um profundo debate com os poderes executivo e legislativo sobre as políticas públicas para a cultura no Brasil. Reivindicam a criação de novos marcos legais em que o Estado, ao invés de impor, dispõe as condições e os meios para o exercício da autonomia, protagonismo e empoderamento social. Vistos em uma perspectiva histórica, os Pontos de Cultura são uma experiência recente, mas que representam uma linha de continuidade com diversos movimentos de construção das identidades e manifestações da diversidade do povo brasileiro. São herdeiros das diversas resistências indígenas e quilombolas de nossa história, da Semana de Arte Moderna de 1922 e da antropofagia modernista de Mário e Oswald de Andrade, dos Centros Populares de Cultura (CPCs) da UNE, dos Círculos de Cultura de Paulo Freire, do Tropicalismo, da resistência cultural à ditadura, das expressões culturais da juventude na periferia das grandes cidades, dos saberes e práticas de tradição oral de griôs e mestres da cultura popular. O Fórum Nacional dos Pontos de Cultura é uma instância permanente de articulação do Movimento Nacional dos Pontos de Cultura. Sua realização observa a autonomia e diversidade das formas de organização desse movimento, através das redes e fóruns estaduais, das redes temáticas, das ações nacionais, das redes articuladas pelos Pontões de Cultura e as demais formas de organização transversal dos Pontos de Cultura em nível local, regional e nacional. Nara Oliveira 28 É a expressão legítima e organizada deste movimento político-cultural em desenvolvimento na rede dos Pontos, que apresenta para o conjunto da sociedade suas pautas políticas, produções artísticas, práticas pedagógicas, manifestações e expressões culturais.

36 O II Fórum Nacional dos Pontos de Cultura reuniu 25 Grupos de Trabalho temáticos, que discutiram temas transversais relacionados às diversas áreas de atuação dos Pontos de Cultura, como: culturas populares e patrimônio imaterial, matriz africana, cultura digital, juventude, artes cênicas, audiovisual, sustentabilidade, articulação em rede etc. TEIA, trocas de saberes, de sabores e experiências, num emaranhado colorido de verdadeira resistência. No resgate e difusão de nossas riquezas e heranças culturais, em prol do desenvolvimento local e empoderamento de seu povo através das Artes! Marly Cuesta Ponto de Cultura Voluntário "Vitória-Régia" Esses grupos de trabalho aprovaram um conjunto de 125 resoluções específicas de suas áreas de atuação e 90 resoluções gerais sobre políticas públicas para a cultura.o II FNPC foi coordenado pela Comissão Nacional dos Pontos de Cultura (CNPC), responsável por sua convocação, inscrições de delegados(as), credenciamento, programação, metodologia, sistematização e divulgação de resoluções. Durante o Fórum foi também foi montada a nova composição da CNPC, que reúne cerca de 50 representantes de Pontos de Cultura, entre representantes estaduais e dos Grupos de Trabalho e áreas temáticas transversais, que serão responsáveis pela articulação do movimento nacional até a realização do III Fórum Nacional dos Pontos de Cultura, que vai se realizar na Teia Em síntese, o conjunto de resoluções aprovadas no II Fórum Nacional dos Pontos de Cultura apontam para as seguintes diretrizes gerais: Garantia da permanência dos Pontos de Cultura como política de Estado, com dotação orçamentária prevista em dispositivo legal, mecanismos públicos de controle e gestão compartilhada com a sociedade civil; Aprovação da PEC 236, que pretende acrescentar a cultura como direito social no Capítulo II, artigo 6 da Constituição Federal; Aprovação da PEC 150, que vincula 2% do Orçamento Federal, 1,5% do Orçamento Estadual e 1% do Orçamento dos Municípios para a Cultura;

FÓRUM MUNDIAL DE DIREITOS HUMANOS. Data: 10 a 13 de Dezembro de 2013 Local: Brasília

FÓRUM MUNDIAL DE DIREITOS HUMANOS. Data: 10 a 13 de Dezembro de 2013 Local: Brasília FÓRUM MUNDIAL DE DIREITOS HUMANOS Data: 10 a 13 de Dezembro de 2013 Local: Brasília Nome do Evento: Fórum Mundial de Direitos Humanos Tema central: Diálogo e Respeito às Diferenças Objetivo: Promover um

Leia mais

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL Eixos Temáticos, Diretrizes e Ações Documento final do II Encontro Nacional de Educação Patrimonial (Ouro Preto - MG, 17 a 21 de julho

Leia mais

Tabela 1 Total da população 2010 Total de homens Total de mulheres Homens % Mulheres % Distrito Federal 2.562.963 1.225.237 1.337.

Tabela 1 Total da população 2010 Total de homens Total de mulheres Homens % Mulheres % Distrito Federal 2.562.963 1.225.237 1.337. PROGRAMA TÉMATICO: 6229 EMANCIPAÇÃO DAS MULHERES OBJETIVO GERAL: Ampliar o acesso das mulheres aos seus direitos por meio do desenvolvimento de ações multissetoriais que visem contribuir para uma mudança

Leia mais

PLANO SETORIAL DE DANÇA. DOCUMENTO BASE: Secretaria de Políticas Culturais - SPC Fundação Nacional de Artes FUNARTE Câmaras Setoriais de Dança

PLANO SETORIAL DE DANÇA. DOCUMENTO BASE: Secretaria de Políticas Culturais - SPC Fundação Nacional de Artes FUNARTE Câmaras Setoriais de Dança PLANO SETORIAL DE DANÇA DOCUMENTO BASE: Secretaria de Políticas Culturais - SPC Fundação Nacional de Artes FUNARTE Câmaras Setoriais de Dança MARÇO DE 2009 CAPÍTULO I DO ESTADO FORTALECER A FUNÇÃO DO ESTADO

Leia mais

PROJETO SEMANA CULTURA VIVA 10 ANOS DE CIDADANIA E DIVERSIDADE CULTURAL

PROJETO SEMANA CULTURA VIVA 10 ANOS DE CIDADANIA E DIVERSIDADE CULTURAL MINISTÉRIO DA CULTURA SECRETARIA DA CIDADANIA E DA DIVERSIDADE CULTURAL PROJETO SEMANA CULTURA VIVA 10 ANOS DE CIDADANIA E DIVERSIDADE CULTURAL Brasília, Novembro de 2014. APRESENTAÇÃO A primeira Semana

Leia mais

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PROPOSTA DE AÇÃO Criar um fórum permanente onde representantes dos vários segmentos do poder público e da sociedade civil atuem juntos em busca de uma educação

Leia mais

Contribuição sobre Economia solidária para o Grupo de Alternativas econômicas Latino-Americano da Marcha Mundial das Mulheres Isolda Dantas 1

Contribuição sobre Economia solidária para o Grupo de Alternativas econômicas Latino-Americano da Marcha Mundial das Mulheres Isolda Dantas 1 Contribuição sobre Economia solidária para o Grupo de Alternativas econômicas Latino-Americano da Marcha Mundial das Mulheres Isolda Dantas 1 Economia solidária: Uma ferramenta para construção do feminismo

Leia mais

Cultura Oficina Litoral Sustentável

Cultura Oficina Litoral Sustentável Cultura Oficina Litoral Sustentável 1 ESTRUTURA DA AGENDA REGIONAL E MUNICIPAIS 1. Princípios 2. Eixos 3. Diretrizes 4. Ações 4.1 Natureza das ações (planos, projetos, avaliação) 4.2 Mapeamento de Atores

Leia mais

Por uma pedagogia da juventude

Por uma pedagogia da juventude Por uma pedagogia da juventude Juarez Dayrell * Uma reflexão sobre a questão do projeto de vida no âmbito da juventude e o papel da escola nesse processo, exige primeiramente o esclarecimento do que se

Leia mais

ACS Assessoria de Comunicação Social

ACS Assessoria de Comunicação Social DISCURSO DO MINISTRO DA EDUCAÇÃO, HENRIQUE PAIM Brasília, 3 de fevereiro de 2014 Hoje é um dia muito especial para mim. É um dia marcante em uma trajetória dedicada à gestão pública ao longo de vários

Leia mais

Programa de Diálogo Intercultural para as Relações Étnico-Raciais da UNESCO no Brasil

Programa de Diálogo Intercultural para as Relações Étnico-Raciais da UNESCO no Brasil Programa de Diálogo Intercultural para as Relações Étnico-Raciais da UNESCO no Brasil Bases Fundamentais Convenção para a proteção e promoção da diversidade das expressões culturais Consolida princípios

Leia mais

Informativo Fundos Solidários nº 13

Informativo Fundos Solidários nº 13 Informativo Fundos Solidários nº 13 Em dezembro de 2014, em Recife, Pernambuco, foi realizado o 2º seminário de Educação Popular e Economia Solidária. Na ocasião, discutiu-se sobre temas relevantes para

Leia mais

Realização de rodas de conversa e de troca de conhecimento para intercâmbio do que foi desenvolvido e produzido.

Realização de rodas de conversa e de troca de conhecimento para intercâmbio do que foi desenvolvido e produzido. Realização de rodas de conversa e de troca de conhecimento para intercâmbio do que foi desenvolvido e produzido. Criar novos mecanismos de intercâmbio e fortalecer os programas de intercâmbio já existentes,

Leia mais

Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público. Alexia Melo. Clebin Quirino. Michel Brasil. Gracielle Fonseca. Rafaela Lima.

Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público. Alexia Melo. Clebin Quirino. Michel Brasil. Gracielle Fonseca. Rafaela Lima. Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público Alexia Melo Clebin Quirino Michel Brasil Gracielle Fonseca Rafaela Lima Satiro Saone O projeto Rede Jovem de Cidadania é uma iniciativa da Associação

Leia mais

BOLETIM DO LEGISLATIVO Nº 11, DE 2012

BOLETIM DO LEGISLATIVO Nº 11, DE 2012 BOLETIM DO LEGISLATIVO Nº 11, DE 2012 Educação e Sustentabilidade Tatiana Feitosa de Britto A Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) tem como tema o futuro que queremos,

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim - ES PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Introdução O Programa Municipal de Educação Ambiental estabelece diretrizes, objetivos, potenciais participantes, linhas

Leia mais

BRASIL ARTE CONTEMPORÂNEA. Programa Setorial Integrado de Promoção às Exportações da Arte Contemporânea Brasileira.

BRASIL ARTE CONTEMPORÂNEA. Programa Setorial Integrado de Promoção às Exportações da Arte Contemporânea Brasileira. 1 PROJETO SETORIAL INTEGRADO BRASIL ARTE CONTEMPORÂNEA Programa Setorial Integrado de Promoção às Exportações da Arte Contemporânea Brasileira. 2 Introdução O Ministério da Cultura, sugeriu a Fundação

Leia mais

Que acontece quando se solta uma mola comprimida, quando se liberta um pássaro, quando se abrem as comportas de uma represa? Veremos...

Que acontece quando se solta uma mola comprimida, quando se liberta um pássaro, quando se abrem as comportas de uma represa? Veremos... Que acontece quando se solta uma mola comprimida, quando se liberta um pássaro, quando se abrem as comportas de uma represa? Veremos... Gilberto Gil file:///c:/documents and Settings/normapaula/Meus documentos/norma

Leia mais

Participação Social como Método de Governo. Secretaria-Geral da Presidência da República

Participação Social como Método de Governo. Secretaria-Geral da Presidência da República Participação Social como Método de Governo Secretaria-Geral da Presidência da República ... é importante lembrar que o destino de um país não se resume à ação de seu governo. Ele é o resultado do trabalho

Leia mais

REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor. Brasília, outubro de 2004

REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor. Brasília, outubro de 2004 REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor Brasília, outubro de 2004 FEDERAÇÃO NACIONAL DOS JORNALISTAS FENAJ http://www.fenaj.org.br FÓRUM NACIONAL DOS PROFESSORES DE JORNALISMO - FNPJ

Leia mais

Estimados colegas representantes dos países membros do Fórum das Federações, Embaixadores e delegados

Estimados colegas representantes dos países membros do Fórum das Federações, Embaixadores e delegados PRESIDENCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS SUBCHEFIA DE ASSUNTOS FEDERATIVOS Assunto: DISCURSO DO EXMO. SUBCHEFE DE ASSUNTOS FEDERATIVOS DA SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS DA

Leia mais

Inscrições abertas para edital com foco em crianças e adolescentes

Inscrições abertas para edital com foco em crianças e adolescentes Financiamento e apoio técnico Inscrições abertas para edital com foco em crianças e adolescentes A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR) e o Conselho Nacional dos Direitos

Leia mais

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Introdução A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional afirma que cabe aos estabelecimentos de ensino definir

Leia mais

XVI Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação 22 a 24 de julho de 2015

XVI Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação 22 a 24 de julho de 2015 XVI Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação 22 a 24 de julho de 2015 Modelo 2: resumo expandido de relato de experiência Resumo expandido O Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de São

Leia mais

Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4

Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4 Guia do Educador CARO EDUCADOR ORIENTADOR Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 2. PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4 Objetivo GERAL 5 METODOLOGIA 5 A QUEM SE DESTINA? 6 O QUE

Leia mais

introdução Trecho final da Carta da Terra 1. O projeto contou com a colaboração da Rede Nossa São Paulo e Instituto de Fomento à Tecnologia do

introdução Trecho final da Carta da Terra 1. O projeto contou com a colaboração da Rede Nossa São Paulo e Instituto de Fomento à Tecnologia do sumário Introdução 9 Educação e sustentabilidade 12 Afinal, o que é sustentabilidade? 13 Práticas educativas 28 Conexões culturais e saberes populares 36 Almanaque 39 Diálogos com o território 42 Conhecimentos

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

FÓRUM DAS ESTATAIS PELA EDUCAÇÃO Diálogo para a Cidadania e Inclusão

FÓRUM DAS ESTATAIS PELA EDUCAÇÃO Diálogo para a Cidadania e Inclusão FÓRUM DAS ESTATAIS PELA EDUCAÇÃO Diálogo para a Cidadania e Inclusão 1. OBJETIVO DO FÓRUM O Fórum das Estatais pela Educação tem a coordenação geral do Ministro Chefe da Casa Civil, com a coordenação executiva

Leia mais

O Projeto Casa Brasil de inclusão digital e social

O Projeto Casa Brasil de inclusão digital e social II Fórum de Informação em Saúde IV Encontro da Rede BiblioSUS O Projeto Casa Brasil de inclusão digital e social Maria de Fátima Ramos Brandão Outubro/2007 1 Apresentação O Projeto Casa Brasil Modelos

Leia mais

Educação para a Cidadania linhas orientadoras

Educação para a Cidadania linhas orientadoras Educação para a Cidadania linhas orientadoras A prática da cidadania constitui um processo participado, individual e coletivo, que apela à reflexão e à ação sobre os problemas sentidos por cada um e pela

Leia mais

Carta Internacional da Educação Física e do Esporte da UNESCO

Carta Internacional da Educação Física e do Esporte da UNESCO Carta Internacional da Educação Física e do Esporte da UNESCO 21 de novembro de 1978 SHS/2012/PI/H/1 Preâmbulo A Conferência Geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura,

Leia mais

INTRODUÇÃO. Sobre o Sou da Paz: Sobre os Festivais Esportivos:

INTRODUÇÃO. Sobre o Sou da Paz: Sobre os Festivais Esportivos: 1 INTRODUÇÃO Sobre o Sou da Paz: O Sou da Paz é uma organização que há mais de 10 anos trabalha para a prevenção da violência e promoção da cultura de paz no Brasil, atuando nas seguintes áreas complementares:

Leia mais

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental e dá outras providências. A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: FAÇO SABER

Leia mais

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Maria do Socorro Pimentel da Silva 1 Leandro Mendes Rocha 2 No Brasil, assim como em outros países das Américas, as minorias étnicas viveram

Leia mais

FUNK CONSCIENTIZA. VAI 1 - música

FUNK CONSCIENTIZA. VAI 1 - música PROGRAMA PARA A VALORIZAÇÃO DE INICIATIVAS CULTURAIS VAI SECRETARIA MUNICIPAL DA CULTURA São Paulo, fevereiro de 2010 FUNK CONSCIENTIZA VAI 1 - música Proponente Nome RG: CPF: Endereço Fone: E-mail: DADOS

Leia mais

e construção do conhecimento em educação popular e o processo de participação em ações coletivas, tendo a cidadania como objetivo principal.

e construção do conhecimento em educação popular e o processo de participação em ações coletivas, tendo a cidadania como objetivo principal. Educação Não-Formal Todos os cidadãos estão em permanente processo de reflexão e aprendizado. Este ocorre durante toda a vida, pois a aquisição de conhecimento não acontece somente nas escolas e universidades,

Leia mais

DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS

DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS 1 DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES E OBJETIVO DO MOVIMENTO 2 Artigo 1º O Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade/Nós

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Ensino Médio Etec Etec: Professor Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Área de conhecimento: Ciências Humanas e Suas Tecnologias Componente Curricular:

Leia mais

INED PROJETO EDUCATIVO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO MAIA

INED PROJETO EDUCATIVO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO MAIA INED INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO PROJETO EDUCATIVO MAIA PROJETO EDUCATIVO I. Apresentação do INED O Instituto de Educação e Desenvolvimento (INED) é uma escola secundária a funcionar desde

Leia mais

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS EDUCAÇÃO BÁSICA ENSINO SUPERIOR EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL EDUCAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DO SISTEMA DE JUSTIÇA E SEGURANÇA EDUCAÇÃO E MÍDIA Comitê Nacional de Educação

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL CENTRO DE ENSINO ATENAS MARANHENSE FACULDADE ATENAS MARANHESE DIRETORIA ACADÊMICA NÚCLEO DE ASSESSORAMENTO E DE DESENVOLVIMENTO PEDAGÓGICO - NADEP PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL SÃO

Leia mais

Mais Cultura nas Escolas

Mais Cultura nas Escolas Mais Cultura nas Escolas O que é o Programa Mais Cultura nas Escolas? Projeto Andarilha das Letras, Circulação Literária/ FUNARTE É o encontro de projetos pedagógicos de escolas da rede pública com experiências

Leia mais

Voluntariado nas Organizações de Terceiro Setor Marisa Seoane Rio Resende *

Voluntariado nas Organizações de Terceiro Setor Marisa Seoane Rio Resende * Voluntariado nas Organizações de Terceiro Setor Marisa Seoane Rio Resende * Voluntariado é a expressão da participação da sociedade na vida pública mais significativa da atualidade. Os movimentos de participação

Leia mais

Guia para Boas Práticas

Guia para Boas Práticas Responsabilidade Social Guia para Boas Práticas O destino certo para seu imposto Leis de Incentivo Fiscal As Leis de Incentivo Fiscal são fruto da renúncia fiscal das autoridades públicas federais, estaduais

Leia mais

Documento base sobre Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário. O que é e para quem é o Comércio Justo e Solidário?

Documento base sobre Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário. O que é e para quem é o Comércio Justo e Solidário? Documento base sobre Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário Este é um documento que objetiva apresentar a proposta do Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário, sua importância, benefícios

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 Institui o Programa Mais Educação, que visa fomentar a educação integral de crianças, adolescentes e jovens, por meio do apoio a atividades

Leia mais

Documento referencial: uma contribuição para o debate

Documento referencial: uma contribuição para o debate Documento referencial: uma contribuição para o debate desenvolvimento integração sustentável participação fronteiriça cidadã 1. Propósito do documento O presente documento busca estabelecer as bases para

Leia mais

DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS DA JUVENTUDE SOCIALISTA AÇORES

DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS DA JUVENTUDE SOCIALISTA AÇORES DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS DA JUVENTUDE SOCIALISTA AÇORES 1. A Juventude Socialista Açores é a organização política dos jovens açorianos ou residentes na Região Autónoma dos Açores que nela militam, que

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 21 Discurso na cerimónia de instalação

Leia mais

Mobilização e Participação Social no

Mobilização e Participação Social no SECRETARIA-GERAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME Mobilização e Participação Social no Plano Brasil Sem Miséria 2012 SUMÁRIO Introdução... 3 Participação

Leia mais

Carta-Compromisso pela. Garantia do Direito à Educação de Qualidade. Uma convocação aos futuros governantes e parlamentares do Brasil

Carta-Compromisso pela. Garantia do Direito à Educação de Qualidade. Uma convocação aos futuros governantes e parlamentares do Brasil 1 Carta-Compromisso pela Garantia do Direito à Educação de Qualidade Uma convocação aos futuros governantes e parlamentares do Brasil Para consagrar o Estado Democrático de Direito, implantado pela Constituição

Leia mais

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável Sustentabilidade Socioambiental Resistência à pobreza Desenvolvimento Saúde/Segurança alimentar Saneamento básico Educação Habitação Lazer Trabalho/

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Histórico de elaboração Julho 2014 Motivações Boa prática de gestão Orientação para objetivos da Direção Executiva Adaptação à mudança de cenários na sociedade

Leia mais

Articulação da Participação Social e Processos Formativos Voltados ao Desenvolvimento Rural

Articulação da Participação Social e Processos Formativos Voltados ao Desenvolvimento Rural Universidade Federal da Paraíba - UFPB / Centro de Ciências Agrárias - CCA / Campus II Areia, Paraíba - 27 a 30 de outubro de 2014. Articulação da Participação Social e Processos Formativos Voltados ao

Leia mais

Este Fórum Local da Agenda 21 se propõe a escutar, mobilizar e representar a sociedade local, para construirmos em conjunto uma visão compartilhada

Este Fórum Local da Agenda 21 se propõe a escutar, mobilizar e representar a sociedade local, para construirmos em conjunto uma visão compartilhada Fórum da Agenda 21 de Guapimirim Aprender a APRENDER e a FAZER. Aprender a CONVIVER, e Aprender a SER Cidadãos Participativos, Éticos e Solidários Este Fórum Local da Agenda 21 se propõe a escutar, mobilizar

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Grupos de trabalho: formação Objetivo: elaborar atividades e

Leia mais

CULTURA AFRO CULTURA AFRO

CULTURA AFRO CULTURA AFRO CULTURA AFRO ESCOPO Apresentamos o projeto Cultura Afro com o compromisso de oferecer aos alunos do ensino fundamental um panorama completo e diversificado sobre a cultura afro em nosso país. Levamos em

Leia mais

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO Instituto Federal Farroupilha Câmpus Santa Rosa ledomanski@gmail.com Introdução Ler no contexto mundial globalizado

Leia mais

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO Introdução Escopo A Carta de Bangkok identifica ações, compromissos e promessas necessários para abordar os determinantes da saúde em

Leia mais

PLANO DE EDUCAÇÃO DA CIDADE DE SÃO PAULO: processo, participação e desafios. Seminário dos/as Trabalhadores/as da Educação Sindsep 24/09/2015

PLANO DE EDUCAÇÃO DA CIDADE DE SÃO PAULO: processo, participação e desafios. Seminário dos/as Trabalhadores/as da Educação Sindsep 24/09/2015 PLANO DE EDUCAÇÃO DA CIDADE DE SÃO PAULO: processo, participação e desafios Seminário dos/as Trabalhadores/as da Educação Sindsep 24/09/2015 Ação Educativa Organização não governamental fundada por um

Leia mais

PROTEÇÃO INTEGRAL EM REDES SOCIAIS

PROTEÇÃO INTEGRAL EM REDES SOCIAIS PROTEÇÃO INTEGRAL EM REDES SOCIAIS ENCONTRO DE GRUPOS REGIONAIS DE ARTICULAÇÃO- ABRIGOS - SÃO PAULO O QUE É UMA REDE DE PROTEÇÃO SOCIAL? sistemas organizacionais capazes de reunir indivíduos e instituições,

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR:

ESTRUTURA CURRICULAR: ESTRUTURA CURRICULAR: Definição dos Componentes Curriculares Os componentes curriculares do Eixo 1 Conhecimentos Científico-culturais articula conhecimentos específicos da área de história que norteiam

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local

RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local 1 Por: Evandro Prestes Guerreiro 1 A questão da Responsabilidade Social se tornou o ponto de partida para o estabelecimento

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 15 Discurso em almoço oferecido ao

Leia mais

Discurso do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na cerimônia de transmissão de cargo

Discurso do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na cerimônia de transmissão de cargo Discurso do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na cerimônia de transmissão de cargo Brasília, 02 de janeiro de 2015. Ministra Miriam Belchior, demais autoridades, parentes e amigos aqui presentes.

Leia mais

Rompendo os muros escolares: ética, cidadania e comunidade 1

Rompendo os muros escolares: ética, cidadania e comunidade 1 PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade Rompendo os muros escolares: ética, cidadania e comunidade 1 Ulisses F. Araújo 2 A construção de um ambiente ético que ultrapasse

Leia mais

Sumário. I. Apresentação do Manual. II. A Prevenção de Acidentes com Crianças. III. Programa CRIANÇA SEGURA Pedestre

Sumário. I. Apresentação do Manual. II. A Prevenção de Acidentes com Crianças. III. Programa CRIANÇA SEGURA Pedestre Sumário I. Apresentação do Manual II. A Prevenção de Acidentes com Crianças III. Programa CRIANÇA SEGURA Pedestre IV. Como a Educação pode contribuir para a Prevenção de Acidentes no Trânsito V. Dados

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO Fundação Instituída nos termos da Lei nº 5.152, de 21/10/1966 São Luís - Maranhão.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO Fundação Instituída nos termos da Lei nº 5.152, de 21/10/1966 São Luís - Maranhão. 1 de 5 Turismo e Hotelaria no contexto das cidades criativas Natalino Salgado Filho A Universidade Federal do Maranhão teve o privilégio de abrigar nesta semana o I Seminário Patrimônio Cultural & Cidades

Leia mais

CINEMA NOSSO. Ação educacional pela democratização e convergência do audiovisual

CINEMA NOSSO. Ação educacional pela democratização e convergência do audiovisual CINEMA NOSSO escola audiovisual Ação educacional pela democratização e convergência do audiovisual Nossa História Em Agosto de 2000, um grupo de duzentos jovens de áreas populares cariocas foi reunido

Leia mais

1. Apresentação. 2. Pontos Fixos de Comercialização Solidária

1. Apresentação. 2. Pontos Fixos de Comercialização Solidária Edital de Seleção de Pontos Fixos de Comercialização Solidária Candidatos para Participar da Rede Brasileira de Comercialização Solidária - Rede Comsol (Edital - Ubee/Ims N. 01/2014) 1. Apresentação A

Leia mais

Relatório Devolutivo 22 a 23/09/2014 Cascavel - PR

Relatório Devolutivo 22 a 23/09/2014 Cascavel - PR Projeto Rede Cidadania e Qualidade de Vida FIOCRUZ / MinC Relatório Devolutivo 22 a 23/09/2014 - PR Programa CEU - Centro de Artes e Esportes Unificados Projeto Rede Cidadania e Qualidade de Vida Ativação

Leia mais

Relatório da Plenária Estadual de Economia Solidária

Relatório da Plenária Estadual de Economia Solidária Relatório da Plenária Estadual de Economia Solidária Nome da Atividade V Plenária Estadual de Economia Solidária de Goiás Data 28 a 30 de agosto de 2012 Local Rua 70, 661- Setor Central -Sede da CUT Goiás

Leia mais

Propriedade intelectual e políticas de comunicação

Propriedade intelectual e políticas de comunicação 1 Fórum Para entender os eixos focais Propriedade intelectual e políticas de comunicação Graça Caldas O texto do prof. Rebouças oferece uma importante revisão histórica sobre os conceitos que permeiam

Leia mais

DELIBERAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA N 01/2014

DELIBERAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA N 01/2014 CONSELHO ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE MINAS GERAIS DELIBERAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA N 01/2014 A Diretoria Executiva do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente

Leia mais

Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org

Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org Este documento faz parte do Repositório Institucional do Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org CLIPPING FSM 2009 AMAZÔNIA Jornal: CARTA MAIOR Data: 29/01/09 http://www.cartamaior.com.br/templates/materiamostrar.cfm?materia_id=15538

Leia mais

PROJETO TERRA CHÃO - DANÇA E ARTE

PROJETO TERRA CHÃO - DANÇA E ARTE PROJETO TERRA CHÃO - DANÇA E ARTE 1. JUSTIFICATIVA A região do Baixo Tocantins apresenta-se na área cultural e artística, é um grande celeiro de talentos, que vem enraizado culturalmente em nosso povo,

Leia mais

O PAPEL DAS ORGANIZAÇÕES SOCIAIS VOLTADAS PARA A DEFESA DE DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NA EDUCAÇÃO

O PAPEL DAS ORGANIZAÇÕES SOCIAIS VOLTADAS PARA A DEFESA DE DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NA EDUCAÇÃO O PAPEL DAS ORGANIZAÇÕES SOCIAIS VOLTADAS PARA A DEFESA DE DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NA EDUCAÇÃO Soraya Hissa Hojrom de Siqueira Diretora da Superintendência de Modalidades e Temáticas

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO VIÇOSA/ALAGOAS PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGCIO

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO VIÇOSA/ALAGOAS PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGCIO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO VIÇOSA/ALAGOAS PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGCIO Texto:Ângela Maria Ribeiro Holanda ribeiroholanda@gmail.com ribeiroholanda@hotmail.com A educação é projeto, e, mais do que isto,

Leia mais

A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA

A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA - APRESENTAÇÃO 1- COMO SURGIU A IDÉIA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA? 2- O QUE SIGNIFICA INCLUSÃO ESCOLAR? 3- QUAIS AS LEIS QUE GARANTEM A EDUCAÇÃO INCLUSIVA? 4- O QUE É UMA ESCOLA

Leia mais

Política cultural: Brasil; SP; São Paulo

Política cultural: Brasil; SP; São Paulo Política cultural: Brasil; SP; São Paulo Antônio Eleilson Leite eleilsonleite@hotmail.com São Paulo, maio, 2014 Política cultural Nacional As três dimensões da cultura: simbólica, cidadã e econômica Fortalecimento

Leia mais

Em recente balanço feito nas negociações tidas em 2009, constatamos

Em recente balanço feito nas negociações tidas em 2009, constatamos DESAFIOS E PERSPECTIVAS PARA O DIÁLOGO SOCIAL NO BRASIL: O MODELO SINDICAL BRASILEIRO E A REFORMA SINDICAL Zilmara Davi de Alencar * Em recente balanço feito nas negociações tidas em 2009, constatamos

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe é um órgão colegiado, de cunho decisório, presente no interior da organização escolar, responsável pelo processo de avaliação do desempenho pedagógico do aluno.

Leia mais

Trilha 4 Diversidade e Conteúdo Matriz GERAL de sistematização

Trilha 4 Diversidade e Conteúdo Matriz GERAL de sistematização Trilha 4 Diversidade e Conteúdo Matriz GERAL de sistematização coordenador: Lisandro Zambenedetti Granville relatores: Francele Cocco e Lucas Farinella Pretti A) Questões-chave SUSTENTABILIDADE DE PRODUTORES

Leia mais

Concepções e qualidade da Educação Superior a Distância : a experiência da Universidade Aberta do Brasil- UAB.

Concepções e qualidade da Educação Superior a Distância : a experiência da Universidade Aberta do Brasil- UAB. Concepções e qualidade da Educação Superior a Distância : a experiência da Universidade Aberta do Brasil- UAB. Profa. Dra. Nara Maria Pimentel Diretora de Ensino de Graduação da UnB Presidente do Fórum

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 17 Discurso no encerramento do Fórum

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 65 Discurso na solenidade do Dia

Leia mais

Abrasa - Ponto de Cultura, Internacional Brasileiros na Áustria.

Abrasa - Ponto de Cultura, Internacional Brasileiros na Áustria. 1 Abrasa - Ponto de Cultura, Internacional Brasileiros na Áustria. Quem somos: A Abrasa Associação Brasileiro-Afro-Brasileira para o Desenvolvimento da Dança, Cultura Educação e Arte, é uma Instituição

Leia mais

Politica Nacional de Humanizacao , ~ PNH. 1ª edição 1ª reimpressão. Brasília DF 2013

Politica Nacional de Humanizacao , ~ PNH. 1ª edição 1ª reimpressão. Brasília DF 2013 ,, ~ Politica Nacional de Humanizacao PNH 1ª edição 1ª reimpressão Brasília DF 2013 ,, O que e a Politica Nacional de ~ Humanizacao?, Lançada em 2003, a Política Nacional de Humanização (PNH) busca pôr

Leia mais

Ensino/aprendizagem circense: projeto transversal de política social

Ensino/aprendizagem circense: projeto transversal de política social ENSINO/APRENDIZAGEM CIRCENSE: PROJETO TRANSVERSAL DE POLÍTICA SOCIAL Erminia Silva Centro de Formação Profissional em Artes Circenses CEFAC Teatralidade circense, circo como educação permanente, história

Leia mais

Programa Viver é Melhor. Categoria do projeto: I Projetos em andamento (projetos em execução atualmente)

Programa Viver é Melhor. Categoria do projeto: I Projetos em andamento (projetos em execução atualmente) Programa Viver é Melhor Mostra Local de: Londrina Categoria do projeto: I Projetos em andamento (projetos em execução atualmente) Nome da Instituição/Empresa: Legião da Boa Vontade (LBV) Cidade: Londrina/PR

Leia mais

PROAC PROGRAMA DE AÇÃO CULTURAL

PROAC PROGRAMA DE AÇÃO CULTURAL PROAC PROGRAMA DE AÇÃO CULTURAL Permite o apoio financeiro a projetos culturais credenciados pela Secretaria de Cultura de São Paulo, alcançando todo o estado. Segundo a Secretaria, o Proac visa a: Apoiar

Leia mais

Com relação aos Compromissos Nacionais

Com relação aos Compromissos Nacionais Plano de Ação México Com relação aos Compromissos Nacionais 1. Nos último anos, o Ministério da Cultura do Brasil (MinC) vem debatendo com especial ênfase o impacto econômico propiciado pela música na

Leia mais

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1.374, DE 08 DE ABRIL DE 2003. Publicado no Diário Oficial nº 1.425. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental e adota outras providências. O Governador do Estado do Tocantins Faço

Leia mais

DISCURSO DE POSSE DA VICE-REITORA DA UNEB, ADRIANA DOS SANTOS MARMORI LIMA

DISCURSO DE POSSE DA VICE-REITORA DA UNEB, ADRIANA DOS SANTOS MARMORI LIMA DISCURSO DE POSSE DA VICE-REITORA DA UNEB, ADRIANA DOS SANTOS MARMORI LIMA Familiares, amigos, técnicos administrativos, estudantes, professores, grupo gestor da UNEB, autoridades civis, militares, políticas

Leia mais

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA Shirlei de Souza Correa - UNIVALI 1 Resumo: No contexto educacional pode-se considerar a gestão escolar como recente, advinda das necessidades

Leia mais

POLÍTICAS DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS APRESENTAÇÃO

POLÍTICAS DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS APRESENTAÇÃO POLÍTICAS DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS APRESENTAÇÃO A universidade vivencia, em seu cotidiano, situações de alto grau de complexidade que descortinam possibilidades, mas também limitações para suas

Leia mais

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Roteiro 1. Contexto 2. Por que é preciso desenvolvimento de capacidades no setor

Leia mais

1 de 9 ESPELHO DE EMENDAS DE ACRÉSCIMO DE META

1 de 9 ESPELHO DE EMENDAS DE ACRÉSCIMO DE META S AO PLN0002 / 2006 - LDO Página: 2355 de 2392 1 de 9 ESPELHO DE S DE AUTOR DA 27 Valorizar a diversidade das expressões culturais nacionais e regionais 1141 Cultura, Educação e Cidadania 5104 Instalação

Leia mais