Conta não fecha sem investimento estrangeiro

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1 25p01a.qxd 7/24/ :25 PM Page 1 EXEMPLAR DE ASSINANTE - VENDA PROIBIDA BRASIL FUNDADO EM 1º DE OUTUBRO DE ANO CLXXXV - N QUARTA-FEIRA, 25 DE JULHO DE 2012 AYRES BRITO FALA SOBRE AGENDA DA JUSTIÇA O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Carlos Ayres Brito, em análise sobre os principais temas da ampla agenda do Judiciário, diz que, se o julgador concilia bem pensamento e sentimento, ele tende a ser um bom juiz. B-6 CARLOS HUMBERTO/SCO/STF MAPEAMENTO DAS CRIANÇAS com algum problema de visão vai permitir que elas sejam assistidas continuamente e tenham seus problemas identificados e tratados precocemente. O rastreamento faz parte do projeto Bom Começo. B-8 Marcia PELTIER CEO da TAG Heuer, Jean- Christophe Babin virá prospectar o mercado carioca. A-16 CELULARES ANATEL PODE MULTAR, SE PROIBIÇÃO FOI FURADA. A-5 LOJISTA SALÕES AGREGAM SERVIÇOS PARA ATRAIR CLIENTES. B-12 CIÊNCIA&TECNOLOGIA EM BUSCA DE SUBSTITUTO VIÁVEL PARA O AMIANTO. B-9 OLIMPÍADA 2012 FUTEBOL FEMININO ESTREIA HOJE, CONTRA CAMARÕES. B-11 AZIZ AHMED O blue argentino A-4 BRASIL S/A De falido a credor A-6 ENTRELINHAS Barganha explícita em pedido de vistas A-8 BRASÍLIA/DF Efeito retardado A-10 ASSINATURAS E ATENDIMENTO AO LEITOR FAX: (21) Conta não fecha sem investimento estrangeiro Vai melhorar, diz Pão de Açúcar Governo recua na queda de braço com servidores Após um mês medindo forças com os servidores públicos federais, o governo propôs uma trégua aos sindicalistas. Em reunião com representantes dos grevistas, o ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, sugeriu que o movimento seja interrompido por 15 dias, para que o ponto seja retomado e se apresente uma proposta às demandas. A ideia será levada às bases dos trabalhadores e amanhã haverá nova reunião, no Ministério do Planejamento, dos líderes dos servidores com o secretário de Relações do Trabalho, Sérgio Mendonça. Fontes palacianas garantem que o temor de que o movimento se espalhe para áreas estratégicas tem aumentado e a presidente já admite a possibilidade de apresentar novas propostas nos próximos dias. A-9 Mais dinheiro do FGTS em moradia A habitação popular vai ter mais dinheiro este ano. O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou ontem recursos extras de cerca de R$ 10,7 bilhões para a habitação voltada para a população de baixa renda, BRT com tratamento VIP As vias destinadas aos Bus Rapid Transit (BRTs) terão manutenção diferente da adotada no restante das ruas da cidade, segundo o secretário municipal de Conservação e Serviços Públicos, Carlos Roberto Osório. Em evento do Grupo de Líderes Empresariais do Rio de Janeiro (Lide-Rio), no Copacabana Palace, Osório explicou que foram estabelecidas metas de conservação desafiadoras para manter as vias expressas em bom estado e que estas metas exigem modelo específico de supervisão. A Transoeste, já inaugurada, está neste sistema de tratamento especial. A-11 AYRTON VIGNOLA/AGÊNCIA ESTADO/AE Após a já esperada desaceleração do consumo ter resultado em crescimento menor de vendas do Grupo Pão de Açúcar no segundo trimestre, a companhia previu cenário mais positivo no segundo semestre, com a recuperação ganhando força nos últimos três meses do ano. Temos visão otimista para o segundo semestre, que será melhor, e para o quarto trimestre acreditamos em crescimento maior, afirmou Enéas Pestana, presidente-executivo do grupo, em teleconferência com analistas. O Pão de Açúcar teve, de abril a junho, recuo de 0,2% nas vendas, em termos reais. B-3 além de R$ 2 bilhões de subsídio para a compra da casa própria. Com a decisão, o orçamento do FGTS relativo a 2012, que era de R$ 43,9 bilhões, passará para R$ 56,6 bilhões. Do total, R$ 36,7 bilhões vão para os programas habitacionais e R$ 6,4 Diante da desaceleração da economia chinesa e da crise na Europa, o rombo nas contas externas cresceu 27% em junho, na comparação com igual mês do ano passado. O buraco foi de US$ 4,4 bilhões, o que elevou para US$ 25,3 bilhões o déficit acumulado no primeiro semestre. Nas contas externas entram todos os recursos que o País recebe do estrangeiro e todos os que manda para o exterior, além dos gastos dos brasileiros fora das fronteiras nacionais. Para cobrir a diferença, que está contra o Brasil, o governo conta com a entrada de Investimento Estrangeiro Direto (IED), rubrica sob a qual ficam os aportes no setor produtivo do País, feitos por empresas e pessoas do exterior. O chefe-adjunto do Departamento Econômico do BC, Fernando Rocha, disse ontem que o IED tem sido suficiente para cobrir o déficit das contas externas. Não há motivos para preocupação, ressaltou. De acordo com ele, nos 20 primeiros dias de julho entraram no País US$ 6,3 bilhões em IED. O BC espera chegar a US$ 7 bilhões até o fim do mês, valor que se juntará aos US$ 29,7 bilhões que ingressaram de janeiro a junho. A-2 FABIO COSTA /JCOM/D.A PRESS bilhões são de subsídio. O orçamento do fundo também contempla financiamentos para saneamento e infraestrutura urbana, mas a dotação para estas áreas ficou inalterada, com R$ 5 bilhões para cada um dos programas. A-6 Queda de 8,3% no lucro trimestral do Itaú Unibanco Queda no lucro líquido, redução das previsões para expansão do crédito e novo pico de inadimplência. Assim veio o balanço do Itaú Unibanco no segundo trimestre. O banco reportou lucro líquido de R$ 3,3 bilhões de abril a junho, retração de 8,3% ante igual período de O índice de inadimplência superior a 90 dias chegou a 5%, a quinta alta seguida, maior percentual desde o fim de Na carteira para o varejo, o indicador avançou de 6,7% para 7,3% na passagem do primeiro para o segundo trimestre. Os calotes no segmento de pessoas jurídicas, porém, diminuíram de 3,7% para 3,5% no período. A provisão para perdas com devedores duvidosos baixou, na base sequencial, de R$ 6,03 bilhões para R$ 5,988 bilhões. Esta provisão deverá ficar abaixo de estimativa anterior da instituição nos próximos trimestres. B-4

2 Jornal do Commercio Quarta-feira, 25 de julho de 2012 Economia A-3 FOMENTO R$ 3,7 bi do BNDES para bens de capital em julho» VINICIUS NEDER A Finame, linha de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para bens de capital, deverá fechar este mês com liberações de R$ 3,7 bilhões, contra R$ 3,2 bilhões em junho. A estimativa foi feita pelo presidente do banco de fomento, Luciano Coutinho. "Temos indícios de que a comercialização de bens de capital já começou a se recuperar nas últimas três semanas. Ainda é cedo para dizer se isso vai durar meses, mas são os primeiros indícios de que a atividade econômica vai se recuperar", afirmou Coutinho, após participar do seminário O Brasil e o Mundo em 2022, promovido pelo BNDES como parte da agenda de comemorações de seus 60 anos. Segundo o presidente do BNDES, a recuperação tênue e na margem já é reflexo de medidas tomadas pelo governo, incluindo a redução da Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), que corrige os empréstimos do banco. A TJLP afeta o cálculo do retorno de investimentos. É um dos fatores, mas não é o único. Tivemos uma redução importante na taxa de juros, uma melhoria relativa na taxa de câmbio, várias iniciativas de desoneração de folhas de pagamento que foram complementadas no Congresso e aprovadas pelo menos numa primeira rodada e tivemos a redução nas taxas do PSI (Programa de Sustentação dos Investimentos), listou Coutinho. No entanto, a recuperação precisa se confirmar. Julho é marcado por sazonalidades, como o investimento em máquinas agrícolas. Mesmo que excluamos essa sazonalidade, temos uma melhoria POLÍTICA CAMBIAL» WLADIMIR D ANDRADE E FRANCISCO CARLOS DE ASSIS na média diária de operação efetiva da Finame. Pode ser um indício de um processo de retomada para o segundo semestre. A confirmar", afirmou Coutinho. A Finame inclui máquinas e equipamentos e caminhões e ônibus. As operações são indiretas, repassadas por instituições financeiras credenciadas. Na sua palestra, Coutinho disse que as medidas do governo já adotadas e outras que virão" serão capazes de melhorar a competitividade da indústria brasileira. Sem citar possíveis medidas adicionais, ele destacou que a indústria brasileira perdeu competitividade por causa de três fatores: elevação de custos de matérias-primas, de energia (em parte por causa de tributos) e do trabalho. Confiança Estou confiante de que a série de políticas que já foram adotadas (pelo governo), e serão completadas por outras iniciativas, serão capazes de levar a indústria para outro nível", afirmou o presidente do BNDES. No diagnóstico de Coutinho, o Brasil se tornou precocemente uma economia de alto custo na esteira do boom das cotações de matériasprimas. E isso foi combinado com a apreciação do câmbio, criando estresse na indústria, completou. Para avançar, é preciso enfrentar os três desafios destacados. Na atual conjuntura, a queda nos juros ajuda, diminuindo também a apreciação do câmbio, mas só isso não basta. A competitividade da indústria também exigirá progresso técnico, declarou Coutinho, na palestra proferida em inglês, ressaltando a necessidade de aumentar a produtividade do trabalho e da indústria. Embaixador afirma que debate na OMC é difícil O embaixador do Brasil na Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevedo, disse acreditar que o País não teria sucesso em um eventual processo contencioso que questione medidas macroeconômicas tomadas por outras nações que tenham resultado em perda de competitividade da economia nacional. O assunto foi levantado pelo presidente do Instituto de Analistas Brasileiros de Comércio Internacional (ABCI), Aluisio de Lima Campos, para quem o Brasil deve analisar direitos compensatórios provando que o câmbio funciona como uma espécie de subsídio para produtos importados entrarem em território nacional. De acordo com Azevedo, é muito difícil caracterizar o câmbio como um subsídio. Ele disse que, se o órgão de apelação for acionado para julgar esse argumento, sua postura tende a ser conservadora, com pouca possibilidade de sucesso da causa brasileira. As regras internacionais já definem que nenhum país vai, por meio de ações cambiais, anular as concessões feitas em termos tarifários. Mas a linguagem utilizada pelo órgão para essa regulamentação é muito ampla, disse, exemplificando um questionamento sobre a política de relaxamento monetário aplicada pelos Estados Unidos. Se esse assunto for levado a um contencioso, é muito difícil saber se haverá sucesso na argumentação, afirmou, durante palestra no seminário Os Impactos do Câmbio sobre o Comércio Internacional, na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Não há apetite político hoje para ter decisão na OMC que diga que países não podem ter autonomia para atuar na área cambial. Um novo encontro do grupo de trabalho que discute as distorções provocadas pelo câmbio no comércio internacional será realizado provavelmente em outubro. Azevedo contou que nesta ocasião o Brasil vai tentar desconstruir o argumento de países que resistem em discutir o tema no âmbito da OMC. Os representantes brasileiros vão apresentar estudos que mostram que o câmbio sempre foi assunto de debates no órgão. O câmbio sempre esteve em discussão na OMC de maneira implícita ou explícita, disse. Vamos calar aqueles que insistem em dizer que o tema não é da competência da OMC. Questionamentos A comitiva brasileira vai, ainda, apresentar um panorama das discussões travadas até o momento e levantar questionamentos sobre que pontos precisam ser levados em consideração na edição de medidas para acabar com o desequilíbrio artificial provocado pelo câmbio no comércio internacional. Esses pontos se referem a caracterizar desalinhamentos cambiais, o tamanho da cobertura das ações futuras, o tempo de aplicação das medidas e a implementação automática ou não de sanções, entre outros parâmetros. Para o embaixador, cabe ao Brasil levantar a discussão internamente e lançar propostas à OMC, já que foi o País que levou o tema ao órgão máximo do comércio internacional. PRODUÇÃO Indústria cai de novo e fecha semestre em crise Índice geral passou de 51,6 pontos em maio para 45,5 pontos em junho, em escala que vai de 0 a 100 pontos e na qual números abaixo de 50 indicam contração» CÉLIA FROUFE Aindústria terminou o primeiro semestre em crise e o período já foi considerado perdido para o setor. Após um suspiro de alta em maio, a produção industrial voltou a cair em junho, liderada pelo setor automotivo. Mesmo assim, os estoques permanecem elevados, revelando que a estratégia de crescimento da atividade por meio de estímulos ao consumo dá sinais de esgotamento. Todos os indicadores divulgados ontem pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostraram piora. O índice geral de produção passou de 51,6 pontos em maio para 45,5 pontos no mês passado, em uma escala de 0 a 100 pontos em que números abaixo de 50 indicam contração da atividade. Além disso e do nível dos estoques em 51,5 pontos, também apresentaram piora em junho o uso da capacidade instalada, que atualmente está em 72%, e o índice COMPETITIVIDADE O diretor superintendente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), Fernando Pimentel, disse ontem que as taxas de câmbio adotadas por países concorrentes do Brasil anulam as barreiras de defesa comercial autorizadas pela Organização Mundial do Comércio (OMC). Como consequência, segundo ele, cada vez mais a indústria nacional perde mercado para as empresas internacionais. Pimentel disse BRADESCO AUTO/RE COMPANHIA DE SEGUROS CNPJ n o / NIRE DECLARAÇÃO DE EXTRAVIO Comunicamos o extravio de original da Ata de Reunião da Diretoria realizada em e arquivada na JUCESP sob n o /11-4, em Ministério da Fazenda VALTER CAMPANATO/ABR Fonseca: Não há melhora de emprego, que voltou a cair e agora está em 47,2 pontos. A tendência de deterioração se mantém e os dados são coerentes: não há nenhum indicador mostrando melhora, pontuou o gerente executivo de pesquisa da entidade, Renato AVISO DE ALIENAÇÃO Lei 8666/93 de Edital de Alienação IRB-Brasil Re n.º 002/2012 OBJETO: Alienação de Participações do IRB Brasil Resseguros S/A nos Shoppings Centers Amazonas Shopping, Maceió Shopping e Westplaza Shopping. DATA/HORA: 24/08/2012 às 15:30 horas LOCAL: BM&FBOVESPA - Rua XV de Novembro, nº 275, no Município de São Paulo, Estado de São Paulo. A íntegra do Edital completo está à disposição dos interessados nos sítios e Monique Mendes Coordenadora de Contratação LIGHT S.A. CNPJ/MF Nº / NIRE Nº CAPITAL ABERTO EXTRATO DA ATA DA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA LIGHT S.A. REALIZADA EM 13 DE JULHO DE 2012, LAVRADA SOB A FORMA DE SUMÁRIO, CONFORME FACULTA O 1º DO ART. 130, DA LEI Nº 6.404, DE 15 DE DEZEMBRO DE 1976 ( LEI DAS SOCIEDADES POR AÇÕES ). 1. Data, hora e local: 13 de julho de 2012, às 14h30min, na sede da Light S.A. localizada na Avenida Marechal Floriano, 168, parte, 2º andar, corredor A, Centro, na Cidade do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro ( Companhia ). 2. Presentes: Os Conselheiros efetivos Djalma Bastos de Morais, Presidente da Mesa, Humberto Eustáquio César Mota, Raul Belens Jungmann Pinto, José Carlos Aleluia, Rutelly Marques da Silva, Guilherme Narciso de Lacerda, David Zylbersztajn, Carlos Alberto da Cruz, bem como os conselheiros suplentes em exercício, Carmen Lúcia Claussen Kanter e Marcelo Pedreira Oliveira. Compareceu, também, à reunião, sem, contudo, participar das votações, os conselheiros suplentes César Vaz de Melo Fernandes, Fernando Henrique Schüffner Neto, Márcio Luís Domingues da Silva, Almir José dos Santos e Wilson Borrajo Cid. A advogada Cláudia de Moraes Santos foi convidada para secretariar os trabalhos. Participaram, ainda, o Diretor-Presidente da Companhia, Jerson Kelman, bem como os Diretores João Batista Zolini Carneiro, Paulo Roberto Ribeiro Pinto, Evandro Leite Vasconcelos, Andreia Ribeiro Junqueira e Souza, José Humberto Castro e Fernando Antônio Fagundes Reis. 3. Assuntos Tratados - Deliberações: ACD nº F-014/2012 (Light S.A. e Itaocara Energia Ltda.) - Renovação da Garantia do Contrato de Concessão - Itaocara Energia Ltda. O Conselho, por unanimidade, por recomendação do Comitê de Finanças, aprovou a proposta de renovação da garantia do Contrato de Concessão da Itaocara Energia Ltda., nas seguintes condições: a) Modalidade: Seguro Garantia; b) Seguradora: J Malucelli Seguradora S.A.; c) Afiançado: Itaocara Energia Ltda., qualidade de consorciado com participação de 51% no Consórcio UHE Itaocara, em conjunto com a CEMIG GT, com participação de 49%; d) Beneficiário: ANEEL - Agência Nacional de Energia Elétrica; e) Objeto: Garantir as obrigações assumidas pelo Consórcio UHE Itaocara junto à ANEEL no âmbito do Contrato de Concessão nº 12/2001, Processo nº /00-61; f) Montante: Até R$ ,00 (nove milhões, quinhentos e oitenta e oito mil reais), equivalente a 51% do valor original de R$ ,00 (dezoito milhões e oitocentos mil reais); g) Emissão: Imediata; h) Vencimento: 30/12/2015; i) Custo: 0,36% a.a. sobre o montante objeto do seguro garantia, a ser acrescido de IOF (7,38%) e custo de apólice de R$60,00 (sessenta reais); j) Forma de Pagamento: Antecipado para todo o período de vigência da garantia; e, k) Garantia: Aval Light S.A., de acordo com o ACD nº F-014/2012, de ACD nº E-040/2012 e F-002/2012 (Light S.A. e Light ESCO S.A.) - Hedge Cambial para o Projeto da RJR - Coca-Cola. O Conselho, por unanimidade, por recomendação do Comitê de Finanças, e considerando a Política de Hedge da Companhia aprovada no Conselho de Administração em 2007, aprovou as operações de hedge cambial de dólar e euro, através do instrumento NDF, relativas à compra dos equipamentos importados (motogeradores e chillers de absorção), destinados ao projeto Coca-Cola - RJR, conforme proposto no ACD nº E-040/2012 e F-002/2012, de Encerramento: Nada mais havendo a tratar e inexistindo qualquer outra manifestação, foi encerrada a reunião, da qual foi lavrada a presente ata que, lida e achada conforme, foi assinada por mim, secretária, e por todos os Conselheiros presentes. Declaro que a presente é um extrato da ata lavrada no livro próprio referente à reunião do Conselho de Administração da Light S.A. realizada nesta data. Cláudia de Moraes Santos, Secretária da Mesa. JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. Certifico o deferimento em 19/07/2012, E O REGISTRO SOB O NÚMERO E DATA ABAIXO. LIGHT S.A. Nº , DATA: 19/07/2012. Valéria G. M. Serra, SECRETÁRIA GERAL. Fonseca. "Claramente, a indústria já está em crise, reforçou. O setor de veículos foi o que tomou o maior tombo de produção no período, passando de 44,7 pontos para 36,8 pontos. "Apesar do boom de vendas visto com a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), os estoques não estão diminuindo", considerou Fonseca. Setores O movimento não é específico desse ramo de atividade. Mesmo com a redução generalizada da produção, apenas um terço dos 30 setores avaliados pela CNI conseguiu reduzir o excesso de estoques no último trimestre. No geral, não só a evolução do índice que mede a quantidade de pátios e prateleiras lotadas como também o que calcula o estoque efetivo em relação ao planejado pelos industriais estão acima do desejável. Para a CNI, apesar do aumento dos gastos públicos, da que o setor, mesmo sendo a quinta maior indústria têxtil do mundo, não consegue se manter competitivo frente aos produtos importados. Estamos vendo uma destruição das barreiras de defesa comercial legítimas, afirmou, durante palestra no seminário Os Impactos do Câmbio sobre o Comércio Internacional, na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Neste cenário, o dirigente elogiou a postura do Brasil em levar a questão do câmbio para discussão na OMC. Pimentel afirmou que a balança comercial do setor teve o último superávit registrado em Em 2011, houve déficit de US$ 4,7 bilhões e a previsão para 2012 é de déficit de US$ 5,6 bilhões. O dirigente disse que a taxa de R$ 2/dólar para o câmbio hoje ainda não é confortável. Para isso, afirmou, ela teria que chegar a um patamar entre R$ 2,60 e R$ 2,70. A taxa atual não é confortável, e, sim, melhor que o R$ 1,60 verificado há meses atrás. queda dos juros e da entrada em vigor de medidas do Plano Brasil Maior a política industrial e de comércio exterior do governo Dilma Rousseff, não foi constatada a esperada reação da atividade nos seis primeiros meses do ano. Com este quadro, o temor dos empresários com a queda da demanda e o avanço da inadimplência do setor aumentou substancialmente, principalmente para os executivos de companhias de menor porte, que têm menos acesso ao crédito e não podem se dar ao luxo de manter cheios seus armazéns. Mesmo com a adoção das recentes medidas de estímulo, a demanda ganhou importância no último trimestre, disse Fonseca, citando a sondagem industrial feita com empresas de todo o País entre os dias 2 e 13 de julho. Já o câmbio, que sempre foi sinônimo de dor de cabeça para os executivos, saiu do radar das preocupações, por conta da alta da cotação do dólar nos últimos meses. Câmbio anula defesas, diz Abit Pimentel disse que os benefícios fiscais concedidos no Plano Brasil Maior para a indústria nacional entre eles a desoneração da folha de pagamentos em troca de um percentual de 1% a 2% sobre o faturamento estão na direção certa, mas são insuficientes para compensar a perda de competitividade dos empresários brasileiros por conta de câmbio, infraestrutura precária e alta carga tributária. Foi uma medida importante, mas a encrenca é maior que isso, disse. Vale S.A. (Vale) comunica que Tito Martins está deixando a empresa, onde trabalhava desde 1985, para seguir uma nova etapa em sua bem-sucedida Luciano Siani está sendo nomeado para substituir Tito Martins como Diretor Financeiro com responsabilidades em Relações com Investidores, Serviços Compartilhados, Suprimentos e Projetos de Capital PMO. Siani é formado em engenharia mecânica pela PUC do Rio de Janeiro e possui MBA pela Stern School of Business, da New York University. Na Vale, foi diretor global de planejamento estratégico em , diretor global de recursos humanos em e retornou ao planejamento estratégico em Suas experiências anteriores incluem posição de consultor da McKinsey & Co. em e 12 anos no BNDES, onde exerceu funções executivas nas áreas de Finanças e Mercado de Capitais e fez parte dos Conselhos de Administração da Telemar, Suzano e Valepar. Rio de Janeiro, 23 de julho de 2012 Tito Martins Diretor Executivo de Relações com Investidores LIGHT ESCO PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS S.A. CNPJ/MF / NIRE (Subsidiária Integral da LIGHT S.A.) COMPANHIA DE CAPITAL FECHADO ATA DA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DA LIGHT ESCO PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS S.A., REALIZADA EM 20 DE ABRIL DE 2012, LAVRADA SOB A FORMA DE SUMÁRIO. 1. Data, hora e local: No dia 20 de abril de 2012, às 18 horas, na sede da Companhia, na Av. Marechal Floriano, nº 168, parte, Centro, na Cidade e Estado do Rio de Janeiro. 2. Convocação e Presença: Dispensada a convocação, nos termos do artigo 124, 4º, da Lei nº 6.404/76, face à presença da única acionista da Companhia, representando a totalidade do capital social, LIGHT S.A.. Presente, ainda, o Diretor da Companhia, o Sr. Evandro Leite Vasconcelos. 3. Composição da Mesa: Evandro Leite Vasconcelos, Presidente da Mesa, e Cláudia Moraes Santos, Secretária da Mesa. 4. Ordem do Dia: 4.1. Deliberar sobre orientação de voto em Assembleia Geral Ordinária da EBL Companhia de Eficiência Energética S.A. ( EBL ); 4.2. Deliberar sobre o aumento do capital social da Companhia, no valor total de R$ ,00 (trinta e quatro milhões de reais), sendo R$ ,00 (quatorze milhões de reais), a serem integralizados, em moeda corrente do País, até o final de junho/2012, e R$ ,00 (vinte milhões de reais), a serem integralizados mediante saldo de dividendos adicionais até 31 de dezembro de 2012, e a consequente alteração do artigo 5º, do Estatuto Social da Companhia. 5. Deliberações: 5.1. A acionista única aprovou a lavratura da presente ata na forma de sumário dos fatos ocorridos, como faculta o parágrafo 1º, do artigo 130, da Lei nº 6.404/76; 5.2. Aprovada a orientação de voto dos representantes da Companhia, na Assembleia Geral Ordinária da EBL, no sentido de aprovar: (i) as Demonstrações Financeiras auditadas no ano de 2011; (ii) a Remuneração global anual dos administradores da Companhia; (iii) a Destinação do lucro líquido do exercício de 2011; e, (iv) a Renovação do mandato de Marco Antônio Donatelli, brasileiro, casado, engenheiro eletricista, portador da carteira de identidade expedida pela SSP-SP nº , inscrito no CPF/MF sob o nº , com endereço comercial na Av. Marechal Floriano, nº 168, Centro, Rio de Janeiro, RJ, como membro titular do Conselho de administração da EBL e a indicação de Eduardo Lana de Paula, brasileiro, casado, economista, portador da carteira de identidade nº , expedida pelo IFP/RJ e inscrito no CPF/MF sob o nº , com endereço comercial na Av. Marechal Floriano, nº 168, Centro, Rio de Janeiro, RJ, como seu suplente, pelo período de 2 (dois) anos A acionista única aprovou o aumento do capital social da Companhia no valor total de R$ ,00 (trinta e quatro milhões de reais), mediante emissão de (vinte milhões, quinhentas e vinte e duas mil, setecentas e vinte e seis) ações ordinárias, todas nominativas e sem valor nominal, pelo preço de emissão de R$1,6567, por ação, correspondente ao valor patrimonial da ação apurado no último Balanço levantado em , as quais são subscritas na forma do boletim de subscrição constante do Anexo I, sendo R$ ,00 (quatorze milhões de reais), a serem integralizados, em moeda corrente do País, até o dia 30 de junho de 2012, e R$ ,00 (vinte milhões de reais), a serem integralizados mediante saldo de dividendos adicionais até 31 de dezembro de 2012, passando o capital social da Companhia de R$ ,75 (vinte milhões, quinhentos e oitenta e três mil, setecentos e setenta e oito reais e setenta e cinco centavos), para R$ ,75 (cinquenta e quatro milhões, quinhentos e oitenta e três mil, setecentos e setenta e oito reais e setenta e cinco centavos), totalmente subscrito e parcialmente integralizado, representado por (trinta e dois milhões, novecentas e quarenta e sete mil, duzentas e setenta e duas ações) de ações ordinárias, todas nominativas e sem valor nominal Em virtude da alteração prevista no item 5.3 acima, o artigo 5º do Estatuto Social da Companhia passa a vigorar com a seguinte redação: Artigo 5º - O capital social da sociedade é de R$ ,75 (cinquenta e quatro milhões, quinhentos e oitenta e três mil, setecentos e setenta e setenta e cinco centavos), já totalmente subscrito e parcialmente integralizado no valor correspondente a R$1,6567, por ação, sendo que R$ ,00 (quatorze milhões), serão integralizados em moeda corrente do País, até o final de junho de 2012, e R$ ,00 (vinte milhões de reais) serão integralizados, mediante saldo de dividendos adicionais até 31 de dezembro de 2012, representando, a totalidade do capital social subscrito, (trinta e dois milhões, novecentas e quarenta e sete mil, duzentas e setenta e duas ações) ações ordinárias, todas nominativas e sem valor nominal. 6. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, foi lavrada esta Ata, que segue assinada por mim, Secretária, e pela única acionista, LIGHT S.A. Rio de Janeiro, 20 de abril de Evandro Leite Vasconcelos - Presidente da Mesa. Cláudia Moraes Santos - Secretária da Mesa. Acionista: LIGHT S.A. Evandro Leite Vasconcelos; Paulo Roberto Ribeiro Pinto. JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. Certifico o deferimento em 17/07/2012, e o registro sob o Número e data abaixo. LIGHT ESCO Prestação de Serviços S.A. nº , Data: 18/07/2012. Valéria G. M. Serra - Secretária Geral.

3 A-4 Economia Quarta-feira, 25 de julho de 2012 Jornal do Commercio PMI Setor privado da Alemanha contrai pelo 3 o mês seguido Índice medido pelo Instituto Markit mostra que país já sente os efeitos da crise na Europa e sugere que maior economia do continente pode piorar no 3º trimestre» MICHELLE MARTIN DA AGÊNCIA REUTERS Osetor privado da Alemanha encolheu pelo terceiro mês seguido em julho, sugerindo que a maior economia da Europa pode contrair no terceiro trimestre, após uma provável queda no segundo, à medida que o país sente os efeitos da crise da dívida que está tragando boa parte da Europa. O Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) Composto do Instituto Markit caiu para 47,3 este mês ante 48,1 em junho, de acordo com estimativa preliminar divulgada ontem, abaixo da marca de 50 que separa crescimento de contração, indicando, portanto, uma queda da atividade empresarial. Essa foi a taxa mais rápida de declínio desde o pico da crise financeira em junho de 2009, e vem com novos negócios, tanto no setor industrial como no de serviços, mostrando fraqueza diante dos obstáculos enfrentados no bloco monetário. Os números sugerem que o Produto Interno Bruto (PIB) da Alemanha contraiu 0,1% no segundo trimestre, de acordo com o economista-chefe do Markit, Chris Williamson. Há um quadro muito claro na Alemanha de que as condições estão realmente se deteriorando de forma muito significativa, especialmente na indústria, e isso é um sintoma da continuidade da fraqueza nas demandas doméstica e de exportação, disse Williamson. ESPANHA Governo da Catalunha pedirá ajuda DA REDAÇÃO O governo da região da Catalunha, na Espanha, confirmou ontem que deve pedir ajuda ao fundo criado pela administração central. O porta-voz do governo catalão, Francesc Homs, disse que a região pretende recorrer a todo tipo de linhas de financiamento que facilitem nossa tesouraria. É o que nós estamos fazendo e é nossa obrigação, comentou ele, segundo o jornal El País. Responsável por um quinto da produção econômica do país, a Catalunha é também a região mais endividada da Espanha e tem pagamentos de dívida de 3,4 bilhões de euros no segundo semestre, incluindo 2,76 bilhões de euros em títulos vencendo no final de novembro. ACatalunha é a terceira administração regional do país a pedir resgate ao governo central. (Com agências) China COMARCA DA CAPITAL-RJ. JUÍZO DE DIREITO DA TERCEIRA VARA CÍVEL EDITAL DE 1ª., 2ª. PRAÇA E INTIMAÇÃO, com o prazo de 05 (cinco) dias, extraído dos autos da Ação de Execução proposta por TANIA MELO SAMPAIO contra MOYSES LIBERMAN e Espólio de BESSI LIBERMAN (Processo nº antigo ), na forma abaixo: A DRA. CAMILA NOVAES LOPES, Juíza de Direito da Vara acima, FAZ SABER por este edital, aos interessados e especialmente à MOYSES LIBERMAN, por si, e como Inventariante do Espólio de BESSI LIBERMAN, que no dia , às 16:00 horas, no Átrio do Fórum, à Av. Erasmo Braga, nº térreo (hall dos elevadores) Castelo/RJ., o Leiloeiro Público RODRIGO LOPES PORTELLA, venderá acima da avaliação, ou no dia , no mesmo horário e local, pela melhor oferta, a Loja «A», do Edifício situado na Rua Maxwell, nº 05 Vila Isabel/RJ.- Avaliação: R$ ,34 (setecentos e quarenta e cinco mil, oitocentos e noventa e sete reais e trinta e quatro centavos).- As certidões encontram-se nos autos.- A arrematação far-se-á mediante o pagamento imediato do preço pelo arrematante, ou no prazo de até 15 (quinze) dias mediante caução, acrescida de 5% de comissão ao Leiloeiro; 0,25% de ISS., e custas de Cartório de 1% até o máximo permitido.- Para conhecimento foi expedido este Edital.- Outro na íntegra está afixado no Átrio do Fórum e nos autos acima.- RJ., 09/07/ Eu, Eliane Beyer Faller, Responsável pelo Expediente, o fiz digitar e subscrevo. PMI no maior nível desde fevereiro» NICK EDWARDS DA AGÊNCIA REUTERS GRÉCIA A economia da Alemanha encolheu 0,2% no último ano, antes de ganhar força e salvar a zona do euro da recessão ao crescer 0,5% nos primeiros três meses deste ano, mas o país divulgou uma série de dados decepcionantes em junho, enquanto os dados de julho têm sido mistos. Berlim espera que o crescimento econômico desacelere no segundo trimestre e vê crescimento moderado para o restante do ano, enquanto o Bundesbank, o banco central do país, espera que a economia cresça moderadamente no segundo trimestre, mas afirmou que havia grandes incertezas sobre as perspectivas econômicas. Williamson disse que a pesquisa PMI sugere que é provável que o motor econômico da Europa também tenha contração no terceiro trimestre, uma vez que a crise da zona do euro piora, o que aumenta as incertezas e deixa as empresas mais cautelosas. O índice PMI do setor industrial caiu para 43,3, ante 45 no mês passado. A produção O Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) preliminar da China subiu em julho para o maior nível desde fevereiro, impulsionado por uma retomada da produção e sinais de melhora em novas encomendas de exportação. O PMI preliminar de indústria da China subiu para 49,5 em julho ante 48,2 em junho, chegando perto do nível de 50, que separa expansão de contração. A alta foi provocada por um salto no subíndice de produção para 51,2, a melhor leitura desde outubro de O subíndice de novas encomendas se recuperou para uma máxima de três meses enquanto o de novas encomendas de exportação teve a melhor leitura desde maio, embora o fato de ambos terem permanecido abaixo da marca de 50 sugira que a demanda ainda está fraca. O subíndice de emprego caiu para o menor nível desde março de O PMI preliminar é o primeiro dado chinês significativo no terceiro trimestre do ano e sinaliza que uma melhora sequencial na economia no segundo trimestre pode estar se estendendo, uma vez que as políticas governamentais pró-crescimento ganham força. Ainda assim, o PMI está abaixo da marca de 50 há nove meses seguidos, mostrando a necessidade de que essas políticas continuem. Isso pede mais esforços de afrouxamento para dar suporte ao crescimento e aos empregos, disse Qu Hongbin, economista-chefe do HSBC, patrocinador da pesquisa. Acreditamos que a rápida queda da inflação permita que Pequim faça isso, e uma melhora mais significativa do crescimento é esperada para os próximos meses. O crescimento econômico da China vem desacelerando desde 2010, pois a intensificação da crise da dívida da zona do euro pesa sobre a economia global. O PMI, compilado pelo instituto Markit, mostrou melhora em todo o setor industrial, com cinco subíndices mostrando desaceleração na taxa de declínio e cinco mostrando mudança de direção. industrial foi a mais fraca em pouco mais de três anos, enquanto novas encomendas na indústria manufatureira encolheram no ritmo mais rápido desde abril de O setor de serviços teve um resultado um pouco melhor, com a atividade empresarial encolhendo no ritmo mais rápido desde setembro, com uma leitura de 49,7 comparada com 49,9 no ano passado, caindo abaixo do consenso das estimativas com 30 economistas para uma leitura neutra de 50. Inspetores da troica voltam a Atenas para visita decisiva DINA KYRIAKIDOU DA AGÊNCIA REUTERS O primeiro-ministro da Grécia, Antonis Samaras, afirmou ontem que vai pressionar pela implementação de profundos cortes de gastos e criticou sem citar nomes autoridades estrangeiras por sabotarem os esforços do país para resolver seus problemas. Samaras falou a membros de seu partido no momento em que inspetores da troica trio de credores internacionais que mantêm a Grécia viva retornam a Atenas para relançar seu plano econômico. As autoridades do Fundo Monetário Internacional (FMI), Comissão Europeia e Banco Central Europeu (BCE) têm que decidir se manterão o país vivo com o resgate de 130 bilhões de euros ou se o deixarão quebrar. Samaras afirmou no discurso que algumas autoridades estrangeiras estão fazendo declarações irresponsáveis, prevendo que a Grécia não terá sucesso. Eu digo isso aberta e publicamente: eles prejudicam nossos esforços nacionais. Fazemos tudo o que podemos para colocar o país de novo em ordem e eles fazem tudo o que podem para a gente fracasse, disse. Samaras não explicou a quem exatamente estava se referindo, mas no domingo o ministro da Economia alemão, Philipp Roesler, tinha dito não esperar que a Grécia cumpra as exigências, o que, nas palavras dele, impediria Atenas de receber mais dinheiro. A Grécia está atrasada com as metas acordadas como condições de seu acordo de resgate, principalmente devido a um limbo eleitoral de três meses, já que teve problemas para formar um governo e há resistência às reformas por parte de sindicatos e por causa de interesses especiais. Embora busque renegociar alguns dos termos do resgate, Samaras disse que autoridades gregas têm que demonstrar avanço nos cortes de gastos. Existem certos atrasos no programa acordado deste ano, e temos que rapidamente recuperar isso, disse Samaras. Não vamos nos enganar, ainda existem muitos desperdícios no setor público e isso tem que acabar, acrescentou. Samaras disse que a economia pode encolher mais de 7% em 2012 e que a Grécia levará dois anos para retornar ao crescimento. O desemprego está perto de 24%, disse ele. Autoridades da troica dizem que Atenas não está conseguindo implementar medidas para impulsionar o crescimento, como privatizações, reforma tributária e abertura de mercados. Uma equipe da troica chegou a Atenas na segunda-feira. Os chefes da missão chegarão ainda nesta semana e devem se encontrar amanhã com o ministro das Finanças, Yannis Stournaras. Samaras vai se reunir com os chefes da troica na sexta-feira. Governo anuncia corte e fusão de 21 órgãos públicos O governo grego anunciou ontem que vai fundir ou cortar 21 órgãos estatais para reduzir os gastos públicos solicitados por credores internacionais. A medida foi anunciada no momento em que uma missão da Troica formada pelo Fundo Monetário Internacional, União Europeia e Banco Central Europeu visita o país para verificar o andamento das reformas previstas no acordo de resgate. As entidades que passarão pela reforma empregam um total de trabalhadores e respondem por 40 milhões de euros dos gastos públicos, segundo informações do Ministério de Reforma Administrativa do país. De acordo com o anúncio do ministério, parte dos funcionários dos 21 órgãos será transferida para outros setores públicos e não haverá demissões. Isso mantém a promessa do governo de coalizão, de não demitir nenhum funcionário público, mas pode violar promessas anteriormente feitas à Troica. Confidencial por Aziz Ahmed O blue argentino A cotação do paralelo, na Argentina, já ultrapassa sete pesos por dólar. Além da crise internacional, há falta de moeda forte no país vizinho e, com isso, o "blue" como é chamado o dólar não oficial dispara. O governo Cristina Kirchner dá sua ajuda, através da repressão feita pela Polícia Federal, Receita Federal e pelas restrições à venda no oficial, provocando um clima de ansiedade que só aumenta a procura por "blues". Dados não oficiais indicam que os argentinos têm, no exterior, quase US$ 200 bilhões. Nada que se compare aos brasileiros. Segundo o relatório, ainda não divulgado pela Tax Justice Network (rede de justiça fiscal, em livre tradução), os brasileiros tinham depositado de 1970 até 2010 cerca de US$ 520 bilhões (ou mais de R$ 1 trilhão) nessas contas, nas quais se pode guardar dinheiro em razoável sigilo, sem ter de responder a muitas perguntas nem pagar imposto. Estranho tratamento A Agência Nacional de Saúde, que suspendeu 268 planos de saúde por não cumprirem prazos de atendimento médico, permitiu reajuste de 19,8% nos planos da Qualicorp, responsável, entre outros, pelo da Sul América. Para uma inflação anual de 4,92%, é um salto e tanto. A ética na Fifa A Fifa convocou entrevista coletiva em Zurique, na Suíça, para esta sexta-feira, quando tomarão posse dois novos membros da comissão de ética: o americano Michael Garcia e o alemão Hans-Joachim Eckert. Eles falarão sobre o novo código de ética da entidade e devem lavar um pouco de roupa suja, por motivos conhecidos no Brasil e na Europa, que pressiona para a saída do presidente Joseph Blatter. Deliciosa curiosidade Há 50 mil pizzarias no País. Legais e informais. Metade delas em São Paulo, que vende 800 mil redondas por dia. O povo paulistano é um dos cinco maiores consumidores per capita do mundo. Trégua O governo pediu prazo até o próximo dia 31 para apresentar aos servidores públicos uma proposta de reajuste salarial. Apesar da pressão e do tumulto provocado pelos grevistas na última semana em Brasília, o governo continua adiando uma proposta final sobre o reajuste ao funcionalismo. O Palácio do Planalto tem atuado em duas frentes para tentar diminuir a temperatura política e a tensão com as entidades sindicais, através da ministra do Planejamento, Miriam Belchior (foto), e do ministro Gilberto Carvalho. Para a Olimpíada-2016 De olho na Olimpíada de 2016, a construtora Calper apresenta este mês o seu primeiro projeto hoteleiro a investidores. O Heritage será um hotel design boutique, erguido em terreno de três mil m², de frente para o mar, no Recreio dos Bandeirantes. Terá 279 quartos, seis salas de convenções e três de reunião. Luz forte A Casa de Saúde e Maternidade São Francisco de Paula, em São João de Meriti, terá de indenizar A.S. em R$ 5 mil, por danos morais. O paciente perdeu a visão do olho esquerdo e teve o direito comprometido, necessitando de um transplante, devido a uma queimadura provocada pela luz da incubadora. Na decisão, a 8ª Câmara Cível do TJRJ, por unanimidade, ainda condenou a maternidade a arcar com os pagamentos dos tratamentos estéticos, neurológicos e psicológicos da vitima Diminuir o sal faz bem Diminuir o consumo de alimentos salgados como pão, presunto e outros embutidos pode reduzir os riscos de câncer de estômago. O alerta foi feito pela ONG britânica World Cancer Research Fund (Fundo Mundial de Pesquisas sobre o Câncer, WCRF). EM FAMÍLIA. A presidenta Dilma Rousseff chega hoje a Londres e deve assistir à abertura dos Jogos Olímpicos com a filha, Paula. OLÉ. A embaixada do México e o Instituto Cervantes de Brasília promovem, de 30 vindouro a 4 de agosto, a Semana do México, para mostrar as tradições e expressões culturais do país. BRENO FORTES/CB/D.A PRESS Que mal ele fez ao Estado, à União, às pessoas?" De Andressa Mendonça, mulher de Carlinhos Cachoeira, reafirmando que o marido é um "preso político" Sistema CNC - SESC - SENAC Do Tamanho do Brasil

4 Jornal do Commercio Quarta-feira, 25 de julho de 2012 Economia A-5 TELEFONIA Anatel apura venda de chips Agência iniciará investigação que pode levar à cobrança de multa de R$ 200 mil por dia de qualquer uma das três operadoras TIM, Claro e Oi impedidas de comercializar seus produtos em todo o País desde a última segunda-feira» SÍLVIO RIBAS E DECO BANCILLON AAgência Nacional de Telecomunicações (Anatel) avisou ontem que vai abrir processo administrativo para apurar as vendas de chips das operadoras de telefonia móvel TIM, Claro e Oi em unidades da Federação onde estão proibidas desde a última segundafeira. Diante dos flagrantes de furos ao bloqueio anunciado na semana passada por bancas de jornais, farmácias e ambulantes e relatados por consumidores e pela imprensa, o órgão iniciará investigação que pode levar à cobrança de multa de R$ 200 mil por dia por descumprimento da medida cautelar. O superintendente de Serviços Privados da Anatel, Bruno Ramos, ressaltou que, apesar de reconhecer a existência de uma vasta rede complementar às lojas das operadoras, toda a comercialização é de responsabilidade delas. No geral, as empresas acataram a medida cautelar e avisaram corretamente ao público e suas revendas da suspensão. De toda forma, no procedimento administrativo, elas terão a oportunidade de apre- Reunião Crise no setor preocupa a presidente» JULIANA BRAGA A presidente Dilma Rousseff manifestou na manhã de ontem preocupação com a solução da crise da telefonia móvel. Em despacho com o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, Dilma quis saber sobre prazos e como as companhias vão conseguir melhorar o atendimento aos usuários. O ministro espera que em 15 dias as empresas apresentem seus planos e as vendas sejam retomadas. Paulo Bernardo também comentou a ligação que recebeu da direção da Telecom Itália, controladora da TIM, e disse que a questão da telefonia não poderia ser tratada como incidente diplomático. Ela evidentemente está muito interessada e queria saber como vamos sair disso. Falei para a presidente, resumidamente, sentar seus argumentos de defesa, explicou. Ramos acrescentou que o público pode continuar fazendo denúncias de vendas irregulares pelo telefone A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) vinculada ao Ministério da Justiça que não temos a expectativa de que em dez ou 15 dias os problemas estarão solucionados, relatou Paulo Bernardo ao sair de reunião no Palácio do Alvorada. Segundo o ministro, a presidente acredita que o processo foi bem conduzido pela Anatel. Ele disse que neste prazo espera que as operadoras mandem seus planos de reestruturação e, sendo eles consistentes, as vendas serão liberadas. As empresas terão que fazer um compromisso e mostrar que investimentos farão para cumprir esses indicadores durante o próximo período. Até porque, se tivermos de esperar que elas resolvam todos os problemas para começar a vender, isso com certeza vai levar meses, disse. Então, vamos separar o compromisso e o começo de execução do plano. A ideia é autorizar a avaliou positivamente a medida extrema da Anatel em vigor a partir desta semana, mas alertou que a proibição de vender novas linhas só resolve parte dos transtornos enfrentados pelos brasileiros com as operadoras de telefonia. A titular da Senacon, Juliana Moreira, disse que a restrição comercial imposta pelo órgão regulador tem caráter mais simbólico do que prático em função da quantidade e da gravidade dos problemas que o setor de telecomunicações vem apresentando nos últimos anos. venda e continuar acompanhando e fiscalizando, detalhou. Caso não cumpram, disse o ministro, não está descartada a possibilidade de serem proibidas de comercializar novamente. Paulo Bernardo classificou como absolutamente normal o contato feito pela Telecom Itália com ele e com o ministro da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho. A TIM, no Brasil, para todos os efeitos constitucionais e legais, é uma empresa nacional. Tem capital italiano, deve ter capital de outros países, mas é uma empresa brasileira e está sujeita às normas locais, assim como a Oi, a Claro, a Vivo, destacou. Isso não pode ser tratado como um problema diplomático. Na verdade, é um problema com o consumidor brasileiro, e este quer qualidade melhor, completou. "Pelas reclamações que recebemos diariamente, é possível dizer que a decisão da Anatel contemplou uma parte das demandas dos consumidores, mas não podemos achar que todos os gargalos da telefonia estarão resolvidos com essa medida. Temos que ter lucidez (para entender isso)", disse. Para a secretária, a medida serve de alerta às empresas. "A agência está sinalizando ao mercado que é preciso vender aquilo que se pode entregar. Ela só está fazendo valer a Lei de Defesa do Consumidor, que há 20 anos proíbe o não cumprimento dessa prática", argumentou. Apesar disso, Juliana reconheceu que a decisão de punir as três companhias foi um passo difícil dado pelo governo diante do impacto econômico que pode gerar às empresas. As agências reguladoras têm uma dura tarefa: manter o incentivo ao investimento privado, de modo a garantir a universalização e a qualidade dos serviços prestados, buscar o equilíbrio financeiro do setor e, ao mesmo tempo, defender o consumidor. Esse é o tripé delas, e contemplar tudo isso nas suas decisões não é algo fácil, pontuou. Juliana espera ainda que a decisão da Anatel sirva de referência para outros órgãos. Essa medida é importante e simbólica para a defesa do consumidor. Estou torcendo para que seja a primeira de uma série que as agências estão tomando em benefício do consumidor, ressaltou. ABTA Faturamento da TV paga já supera o da TV aberta O faturamento bruto da televisão paga, por assinatura, passou pela primeira vez o da TV aberta. Nos três primeiros meses deste ano, as receitas da primeira, que incluem as assinaturas de clientes, publicidade e serviços agregados, como banda larga, somaram R$ 5,4 bilhões, contra R$ 4,2 bilhões das emissoras abertas, cujo faturamento vem basicamente dos anúncios. Os dados foram divulgados ontem pela Associação Brasileira de TV por Assinatura (ABTA), Projeto Inter-Meios e PTS. Segundo o presidente executivo da ABTA, Alexandre Annenberg, essa é uma tendência que pode se manter ao longo do ano, em razão das taxas de expansão previstas do número de assinantes e das receitas. Antes, as pessoas resistiam em pagar pelos serviços de TV. Com a redução dos preços, o que deve se manter daqui para a frente, os serviços devem seguir avançando, principalmente para a classe C, afirmou. No ano passado, o setor de TV paga registrou faturamento bruto de R$ 16,9 bilhões, ante uma RIO GRANDE DO SUL receita de R$ 18 bilhões das emissoras de televisão com programação aberta. O País terminou o primeiro semestre deste ano com 14,535 milhões de domicílios atendidos pela TV por assinatura. Foram 239,6 mil novas adições líquidas no período, o que significou crescimento de 14% sobre a base instalada no final de 2011, que era de 12,744 milhões de assinantes. O setor de televisão por assinatura poderá atingir um faturamento bruto de até R$ 19 bilhões este ano, segundo estimativa da ABTA, o que representaria incremento de 12,4% na receita sobre o ano passado, de R$ 16,9 bilhões. Em termos de base de assinantes, a projeção da AB- TA é encerrar este ano com 16 milhões (25,5%). Segundo Annenberg, nos próximos anos, em um cenário otimista o que inclui um aumento consistente do Produto Interno Bruto (PIB), avanço na geração de empresa e continuidade da expansão da renda, a receita bruta do setor poderá chegar aos R$ 50 bilhões, até Isso equivaleria a uma base de cerca de 45 milhões de assinantes. Governo não renovará concessão de rodovias O governo do Rio Grande do Sul notificou extrajudicialmente, na manhã de ontem, as empresas concessionárias das rodovias estaduais que não renovará os contratos de concessão, com vencimento no próximo ano. As rodovias gaúchas são exploradas por cinco empresas gestoras em sete polos de pedágios, que passarão a ser geridos em modelo comunitário por uma empresa pública criada para esse fim, a Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR). Na solenidade, o secretário de Infraestrutura e Logística, Beto Albuquerque, destacou que os contratos firmados em 1998 não previam a duplicação das estradas, o que deixou as rodovias gaúchas em pista simples até hoje. Pagamos tarifa para trafegar em autoestrada, mas andamos em rodovias de pista simples, disse. O governador Tarso Genro destacou que a decisão de não prorrogação das concessões não é uma investida contra as empresas, mas um juízo negativo do sistema de concessão de rodovias e dos contratos criados na época, disse o governador. A notificação deve ser contestada pelas empresas, que esperam explorar as estradas até o fim de 2013, considerando o início da cobrança das tarifas e não da assinatura do contrato. As concessões vencem a partir de março do próximo ano. LIGHT ENERGIA S.A. CNPJ/MF Nº / NIRE Nº Subsidiária Integral da LIGHT S.A. COMPANHIA FECHADA ATA DA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DA LIGHT ENERGIA S.A., REALIZADA EM 13 DE JULHO DE 2012, LAVRADA SOB A FORMA DE SUMÁRIO, CONFORME FACULTA O 1º, DO ART. 130, DA LEI Nº 6.404, DE 15 DE DEZEMBRO DE 1976, CONFORME ALTERADA ( LEI DAS SOCIEDADES POR AÇÕES ). 1. Data, hora e local: 13 de julho de 2012, às 18h30min, na sede da Light Energia S.A. localizada na Avenida Marechal Floriano, 168, parte, 2º andar, corredor B, Centro, na cidade do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro ( Companhia ). 2. Presença e Convocação: Compareceu à assembleia a única acionista da Companhia, LIGHT S.A., neste ato representada por seus Diretores Evandro Leite Vasconcelos e Paulo Roberto Ribeiro Pinto, conforme assinaturas apostas na presente ata, tendo sido dispensada a publicação dos avisos de convocação, na forma do disposto no art. 124, 4º, da Lei das Sociedades por Ações. 3. Composição da Mesa: Evandro Leite Vasconcelos, Presidente da Mesa. Escolhida a advogada Cláudia de Moraes Santos para secretariar os trabalhos. 4. Ordem do Dia: Deliberar sobre a 3ª (terceira) emissão de debêntures simples da Companhia, não conversíveis em ações, da espécie quirografária, em série única, no montante total de R$ ,00 (trinta milhões de reais), a qual será objeto de oferta privada de distribuição. 5. Deliberações Adotadas: 5.1. Aprovada a lavratura da presente ata, na forma de sumário dos fatos ocorridos, como faculta o parágrafo 1º, do artigo 130, da Lei das Sociedades por Ações. Por unanimidade, foi dispensada a leitura da ordem do dia e dos respectivos documentos na presente assembleia Foi aprovada, pela única acionista, a realização da 3ª (terceira) emissão de debêntures simples da Companhia, não conversíveis em ações, da espécie quirografária, em série única, perfazendo o montante total de R$ ,00 (trinta milhões de reais), em série única, a qual será objeto de oferta privada de distribuição ( Debêntures, Emissão e Oferta, respectivamente). As Debêntures terão as seguintes características e condições: (i) Número da Emissão: As Debêntures representam a terceira emissão de debêntures da Companhia; (ii) Valor Total da Emissão: o valor total da Emissão será de R$ ,00 (trinta milhões de reais) ( Valor Total da Emissão ); (iii) Data de Emissão: a data de emissão das debêntures será determinada no período entre a presente data e 30 de setembro de 2012 ( Data de Emissão ); (iv) Quantidade de Debêntures: serão emitidas 30 (trinta) Debêntures; (v) Número de Séries: a Emissão será realizada em uma única série; (vi) Valor Nominal: as Debêntures terão valor nominal unitário de R$ ,00 (um milhão de reais) ( Valor Nominal ); (vii) Forma e Comprovação de Titularidade: as Debêntures serão emitidas a titularidade das Debêntures será comprovada pelo extrato de conta de depósito emitido pela instituição prestadora dos serviços de escrituração das Debêntures, e, adicionalmente, com relação às Debêntures que estiverem custodiadas eletronicamente na CETIP S.A. Mercados Organizados ( CETIP ), será expedido por este extrato em nome do debenturista, que servirá de comprovante de titularidade de tais Debêntures; (viii) Conversibilidade: as Debêntures não serão conversíveis em ações de emissão da Companhia; (ix) Espécie: as Debêntures serão da espécie quirografária, nos termos do artigo 58, caput, (x) Prazo e Vencimento: as Debêntures vencerão em 04 de junho de 2026; (xi) Garantia: a Light S.A., sociedade por ações com registro de companhia aberta perante a CVM, com sede na Cidade do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, na Avenida Marechal Floriano 168, parte, 2º andar, Corredor A, inscrita no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica do Ministério da Fazenda sob o n.º / ( Fiadora ), obrigar-se-á, solidariamente com a Companhia, em caráter irrevogável e irretratável, perante responsável por todas as obrigações da Companhia nos termos das Debêntures e da escritura de emissão, renunciando expressamente aos benefícios de ordem, direitos e faculdades de exoneração de qualquer natureza previstos nos artigos 333, parágrafo único, 366, 821, 827, 830, 834, 835, 837, 838 e 839 da Lei n.º , de 10 de janeiro de 2002, conforme alterada (Código Civil), e dos artigos 77 e 595 da Lei n.º 5.869, de 11 de janeiro de 1973, conforme alterada (Código de Processo Civil), pelo pagamento integral de todos e quaisquer valores, principais ou acessórios, incluindo Encargos Moratórios (conforme e/ou pelos debenturistas em decorrência de processos, procedimentos e/ou outras medidas judiciais ou extrajudiciais necessários à salvaguarda de seus direitos e prerrogativas decorrentes das Debêntures e/ ou da escritura de emissão ( Fiança ); (xii) Remuneração: (a) atualização monetária: o Valor Nominal de cada uma das Debêntures não será atualizado; e (b) sobre o saldo devedor do Valor Nominal de cada uma das Debêntures incidirão juros remuneratórios correspondentes a 100% (cem por cento) extra-grupo, expressas na forma percentual ao ano, base 252 (duzentos e cinquenta e dois) dias úteis, calculadas e divulgadas diariamente pela CETIP, no informativo diário disponível em sua página na Internet (http://www.cetip.com.br) ( Taxa DI ), acrescida exponencialmente de sobretaxa equivalente a 1,18% (um inteiro e dezoito centésimos por cento) ao ano, base 252 (duzentos e cinquenta e dois) dias úteis ( Sobretaxa, e, em conjunto com a Taxa DI, Remuneração ), calculados de forma exponencial e cumulativa pro rata temporis por dias úteis decorridos, desde a Data de Emissão ou a data de pagamento de Remuneração imediatamente anterior, conforme o caso, até a data do efetivo pagamento. A Remuneração será paga semestralmente a partir da Data de Emissão, ocorrendo o primeiro pagamento em 04 de dezembro de 2012; (xiii) Prazo de Subscrição: as Debêntures serão subscritas em até 30 (trinta) dias úteis contados da data de assinatura da escritura de emissão; (xiv) Forma e Preço de Integralização: as Debêntures serão integralizadas em até 1 (um) dia útil após comprovação da titularidade das Debêntures pelos debenturistas; (xv) Repactuação Programada: não haverá; (xvi) Pagamento do Valor Nominal: sem prejuízo dos pagamentos em decorrência de resgate antecipado das Debêntures e/ou de vencimento antecipado das obrigações decorrentes das Debêntures, nos termos previstos na escritura de emissão, o Valor Nominal de cada uma das Debêntures será amortizado pela Companhia anualmente em 12 (doze) parcelas consecutivas, nas datas e percentuais detalhados no cronograma de amortização abaixo: Percentual do Valor Nominal a ser Amortizado 04/06/2015 8,33% 04/06/2016 8,33% 04/06/2017 8,34% 04/06/2018 8,33% 04/06/2019 8,33% 04/06/2020 8,34% 04/06/2021 8,33% 04/06/2022 8,33% 04/06/2023 8,34% 04/06/2024 8,33% 04/06/2025 8,33% 04/06/2026 8,34% Data de Amortização (xvii) Resgate Antecipado Facultativo: a partir da comprovação da destinação dos recursos conforme previsto na escritura da emissão e no item (xxi) abaixo (Destinação dos Recursos), as Debêntures poderão ser resgatadas, total ou parcialmente, a qualquer momento, a critério da Companhia, por meio de envio ou de publicação de comunicado aos debenturistas, informando (i) a data do resgate pretendido; (ii) o volume ou o número de Debêntures que serão resgatadas; e (iii) qualquer outra informação relevante aos debenturistas. O valor de resgate não deverá ser inferior a R$ ,00 (quinze milhões de reais) e será equivalente ao Valor Nominal ou ao saldo do Valor Nominal, acrescido da Remuneração e dos Encargos Moratórios, se for o caso, devidos até a data do resgate, e de prêmio sobre o valor de resgate, nos seguintes termos: Período de Resgate Antecipado Prêmio 1,50% (um inteiro e cinquenta centésimos Junho de 2014 até maio de 2016 por cento) 1,25% (um inteiro e vinte e cinco Junho de 2016 até maio de 2018 centésimos por cento) Junho de 2018 até maio de ,00% (um por cento) 0,75% (setenta e cinco centésimos por Junho de 2020 até maio de 2022 cento) Junho de 2022 até maio de ,50% (cinquenta centésimos por cento) Junho de 2024 até o dia anterior à Data de Vencimento 0,25% (vinte e cinco centésimos por cento) (xviii) Local de Pagamento: os pagamentos referentes às Debêntures e a quaisquer outros valores eventualmente devidos pela Companhia e pela Fiadora nos termos previstos na escritura de emissão das Debêntures serão efetuados (i) pela Companhia, com relação às Debêntures que estejam custodiadas eletronicamente na CETIP, por meio da CETIP; ou (ii) pela Companhia, com relação às Debêntures que não estejam custodiadas eletronicamente na CETIP, e/ou pela Fiadora, em qualquer caso, por meio da instituição prestadora dos serviços de escrituração das Debêntures; (xix) Encargos Moratórios: ocorrendo impontualidade no pagamento de qualquer valor devido pela Companhia e pela Fiadora aos debenturistas nos termos da escritura de emissão, adicionalmente ao pagamento da Remuneração, calculada pro rata temporis desde a Data de Emissão ou a data de pagamento de Remuneração imediatamente anterior, conforme o caso, até a data do efetivo pagamento, sobre todos e quaisquer valores em atraso, incidirão, (dois por cento); e (ii) juros de mora de 1% (um por cento) ao mês, calculados pro rata temporis desde a data de inadimplemento até a data do efetivo pagamento ( Encargos Moratórios ); (xx) Vencimento Antecipado: vencidas todas as obrigações constantes da escritura de emissão das Debêntures e exigir o imediato pagamento, pela Companhia e pela Fiadora, do saldo devedor do Valor Nominal das Debêntures em circulação, acrescido da Remuneração, calculada pro rata temporis desde a Data de Emissão ou a data de pagamento de Remuneração imediatamente anterior, conforme o caso, até a data do efetivo pagamento, sem prejuízo, quando for o caso, dos Encargos Moratórios, caso ocorra alguma das seguintes hipóteses de vencimento antecipado: i. inadimplemento, pela Companhia, pela Fiadora e/ou por qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas, no pagamento de dívidas ou em obrigações pecuniárias cujo valor, individual ou agregado, seja igual ou superior a R$ ,00 (cinquenta milhões de reais), ou seu equivalente em outras moedas, não sanado no prazo de 2 (dois) dias úteis contados da data do respectivo inadimplemento; ii. vencimento antecipado de qualquer dívida da Companhia, da Fiadora e/ou de qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas cujo valor, individual ou agregado, seja igual ou superior a R$ ,00 (cinquenta milhões de reais), ou seu equivalente em outras moedas; iii. protesto de títulos contra (ainda que na condição de garantidora) a Companhia, a Fiadora e/ou qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas cujo valor, individual ou agregado, seja igual ou superior a R$ ,00 (cinquenta milhões de reais), ou seu equivalente em outras moedas, exceto se, no prazo de 10 (dez) dias foi cancelado; ou (ii) foram prestadas garantias aceitas pelo juízo competente; ou (iii) foi validamente comprovado pela Companhia e/ou pela Fiadora perante o juízo competente que o protesto foi efetuado por erro ou má-fé de terceiros; iv. inclusão da Companhia ou da Fiadora em qualquer cadastro de proteção ao crédito, que não seja sanada ou declarada ilegítima no prazo de até 15 (quinze) dias, cujo valor, individual ou em conjunto, do fato que resultou em sua inclusão em referido cadastro de proteção ao crédito, seja superior a R$ ,00 (cinquenta milhões de reais); v. descumprimento, pela Companhia ou pela Fiadora, de quaisquer obrigações não pecuniárias previstas na escritura de emissão, não sanada no prazo de até 10 (dez) Dias Úteis contados do recebimento de aviso por escrito acerca do descumprimento que lhe da Fiadora, que resulte(m) ou possa(m) resultar, em conjunto ou isoladamente, em obrigação de pagamento para a respectiva sociedade de valor unitário ou agregado superior a R$ ,00 (cinquenta milhões de reais) para as quais a respectiva sociedade não tenha feito provisão para pagamento, conforme publicado em suas demonstrações de resultado mais recentes; vii. transferência, ou qualquer forma de cessão ou promessa de cessão a terceiros, pela Companhia ou pela Fiadora, das obrigações assumidas na escritura de emissão, sem a prévia anuência dos debenturistas reunidos em assembleia geral de cento) das Debêntures em circulação; viii. (a) liquidação, dissolução ou extinção da Companhia, da Fiadora e/ou de qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas, exceto se a liquidação, dissolução e/ou extinção decorrer de uma operação societária que não constitua um evento de inadimplemento; (b) decretação de falência da Companhia, da Fiadora e/ou de qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas; (c) pedido de autofalência formulado pela Companhia, pela Fiadora e/ou por qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas; (d) pedido de falência da Companhia, da Fiadora e/ou de qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas, formulado por terceiros, não elidido no prazo legal; ou (e) pedido de recuperação judicial ou de recuperação extrajudicial da Companhia, da Fiadora e/ou de qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas, independentemente do deferimento do respectivo pedido; ix. cisão, fusão, incorporação ou incorporação de ações envolvendo a Companhia, a Fiadora e/ou qualquer de suas respectivas controladas, exceto: (a) se a operação tiver sido previamente aprovada por debenturistas representando, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das Debêntures em circulação; ou (b) se tiver sido assegurado aos debenturistas que o desejarem, durante o prazo mínimo de 6 (seis) meses contados da data de publicação das atas dos atos societários relativos à operação, o resgate das Debêntures de que forem titulares, mediante o pagamento do saldo devedor do Valor Nominal, acrescido da Remuneração, calculada pro rata temporis desde a Data de Emissão ou a data de pagamento de Remuneração imediatamente anterior, conforme o caso, até a data do efetivo pagamento; ou (c) pela incorporação, pela Companhia, de qualquer controlada ou de ações de qualquer controlada; ou (d) por qualquer operação envolvendo exclusivamente controladas da Companhia e/ou da Fiadora; ou (e) por qualquer operação envolvendo a Fiadora e/ou suas controladas na qual, após anunciada ou ocorrida tal operação, as rating) atribuídas na Data de Emissão às Debêntures e/ou à Companhia pela de risco; x. alteração e/ou transferência do controle acionário, direto ou indireto, da Companhia e/ou da Fiadora, nos termos do artigo 116 da Lei das Sociedades por Ações, exceto nas hipóteses em que, após (rating debenturistas, representando, no mínimo 75% (setenta e cinco por cento) das Debêntures em circulação; xi. alienação pela Companhia, de ativos permanentes que representem, em um mesmo período de 12 (doze) meses, de forma individual ou agregada, valor igual ou superior a R$ ,00 (cinquenta milhões de reais), ou seu equivalente em outras moedas, exceto se previamente autorizado por debenturistas representando, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das Debêntures em circulação; xii. transformação da Companhia em sociedade limitada, nos termos dos artigos 220 a 222 da Lei das Sociedades por Ações; xiii. redução do capital social da Companhia que não seja realizada para absorção de prejuízos acumulados, exceto se previamente autorizado por debenturistas representando, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das Debêntures em circulação; xiv. pagamento de dividendos, juros sobre capital próprio ou qualquer outra participação no lucro prevista no estatuto social da Companhia que não tenham sido declarados até a data de celebração da escritura de emissão, ressalvado o pagamento do dividendo mínimo obrigatório previsto no artigo 202 da Lei das Sociedades por Ações, caso a Companhia esteja em mora com relação ao pagamento de qualquer obrigação pecuniária relativa às Debêntures; xv. inadimplemento, pela Companhia e/ou pela Fiadora, de qualquer obrigação pecuniária prevista na escritura de emissão; xvi. não utilização, pela Companhia, dos recursos líquidos obtidos com a Emissão estritamente nos termos no item (xxi) abaixo (Destinação dos Recursos); xvii. alteração do objeto social da Companhia e/ou da Fiadora, de forma que (a) a Companhia deixe de atuar na geração e transmissão de energia elétrica; ou (b) a Fiadora deixe de ter como objetivo principal a participação em sociedades que atuem na geração, distribuição e/ou comercialização de energia elétrica; xviii. constituição de qualquer Ônus (assim venda, opção de compra, direito de preferência, encargo, gravame ou ônus, judicial ou extrajudicial, voluntário ou involuntário, ou outro ato que tenha o efeito prático similar a qualquer das expressões acima ( Ônus )) sobre ativos relevantes da Companhia e/ou da Fiadora (exceto se para a prestação de garantias em processos judiciais ou administrativos ou para garantir o cumprimento de contratos de compra de energia elétrica celebrados pela Companhia, bem como para constituição de garantia em contratos de ativos relevantes aqueles cujo valor, individual ou agregado, seja igual ou superior a R$ ,00 (vinte milhões de reais), ou seu equivalente em outras moedas, exceto se previamente autorizado por debenturistas representando, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das Debêntures em circulação; xix. ato de qualquer autoridade governamental com o objetivo de sequestrar, expropriar, nacionalizar, desapropriar ou de qualquer modo adquirir, compulsoriamente, totalidade ou parte substancial dos ativos da Companhia e/ou da Fiadora; xx. comprovação de que qualquer das declarações prestadas pela Companhia e/ou pela Fiadora na escritura de emissão é falsa, inconsistente ou incorreta em qualquer aspecto relevante; xxi. invalidade, nulidade ou inexequibilidade da escritura de emissão; xxii. não manutenção, pela Companhia de seguro para seus ativos operacionais relevantes, conforme as melhores práticas correntes em seus mercados de atuação, não sanado no prazo de 10 (dez) dias contados da data do respectivo inadimplemento; xxiii. realização, pela Companhia e/ou pela Fiadora, de operações fora de seu objeto social ou em desacordo com o seu estatuto social ou contrato social, observadas as disposições estatutárias, legais e regulamentares em vigor; xxiv. realização, pela Companhia e/ou pela Fiadora, de qualquer ato em desacordo com a escritura de emissão, e/ou com qualquer outro documento relacionado à Emissão, em especial os que possam, direta ou indiretamente, comprometer o pontual e integral cumprimento, pela Companhia e/ou pela Fiadora, de qualquer de suas obrigações previstas em tais 2012: (a) igual ou inferior a 3,0 (três inteiros); e (b) deverá ser igual ou superior a 2,5 (dois inteiros e cinco décimos); xxvi. a Companhia deixar de ter suas Companhia; xxviii. intervenção na Companhia pelo poder concedente da concessão outorgada à Companhia, com o objetivo de explorar atividades relacionadas à geração e transmissão de energia, intervenção essa decorrente de fatos relacionados à sua capacidade econômica; ou xxix. rebaixamento do rating da Emissão obtido, para abaixo do conceito BBB-. Caso haja alteração na 1ª (primeira) e 2ª (segunda) emissão de debêntures da Companhia, de forma que passe a ser previsto: (a) que o vencimento deverão ser os mesmos descritos na Emissão) por 2 (dois) trimestres consecutivos ou 4 (quatro) trimestres intercalados; e (b) caso haja nova redação de EBITDA incluindo a referência ao mecanismo para compensação das variações de valores de itens dos custos não gerenciáveis (Parcela A) ocorridas entre reajustes tarifários anuais das distribuidoras de energia (CVA), tais redações passarão a valer para a Emissão como se estivessem ali transcritos. Caso a Fiadora venha a se comprometer, em qualquer outra como se estivessem transcritos na escritura de emissão. (xxi) Destinação dos Recursos: os recursos projetos descritos no plano de negócios da Companhia, a ser anexado à escritura de emissão. A totalidade dos recursos líquidos captados por meio da Emissão deverá ser investida pela Companhia em um prazo máximo de 24 (vinte e quatro) meses, contados a partir da Data de Emissão. A escritura de emissão deverá dispor sobre as demais características da destinação dos recursos e sobre a forma de comprovação pelo 5.3. A única acionista autorizou a Diretoria da Companhia, observadas as disposições legais, a praticar todos e quaisquer atos necessários à efetivação da Emissão e da Oferta, podendo inclusive, mas não se limitando, (i) determinar a Data de Emissão; (ii) celebrar a escritura de emissão das Debêntures e quaisquer outros instrumentos relacionados às Debêntures e eventuais aditamentos a qualquer desses documentos; e (iii) contratar, conforme se faça necessário, os prestadores de serviços inerentes às Debêntures, incluindo o pertinente da CETIP. 6. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, foi lavrada esta ata, que segue assinada por mim, secretária, e pela acionista presente. JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DO RIO DE LIGHT ENERGIA S.A. Nº , DATA: 18/07/2012. Valéria G. M. Serra, SECRETÁRIA GERAL.

5 A-6 Economia Quarta-feira, 25 de julho de 2012 Jornal do Commercio LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE S.A. CNPJ/MF Nº / NIRE Nº Companhia Aberta Subsidiária Integral da LIGHT S.A. ATA DA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE S.A., REALIZADA EM 13 DE JULHO DE 2012, LAVRADA SOB A FORMA DE SUMÁRIO, CONFORME FACULTA O 1º, DO ART. 130, DA LEI Nº 6.404, DE 15 DE DEZEMBRO DE 1976, CONFORME ALTERADA ( LEI DAS SOCIEDADES POR AÇÕES ). 1. Data, hora e local: 13 de julho de 2012, às 18 horas, na sede da Light Serviços de Eletricidade S.A. localizada na Avenida Marechal Floriano, n.º 168, Centro, Rio de Janeiro, RJ ( Companhia ). 2. Presentes: Os Conselheiros efetivos Djalma Bastos de Morais, Presidente da Mesa, Humberto Eustáquio César Mota, Raul Belens Jungmann Pinto, José Carlos Aleluia, Rutelly Marques da Silva, Carlos Alberto da Cruz, bem como os conselheiros suplentes em exercício, Carmen Lúcia Claussen Kanter e Marcelo Pedreira Oliveira. Compareceu, também, à reunião, sem, contudo, participar das votações, os conselheiros suplentes César Vaz de Melo Fernandes, Fernando Henrique Schüffner Neto, Márcio Luís Domingues da Silva e Wilson Borrajo Cid. A advogada Cláudia de Moraes Santos foi convidada para secretariar os trabalhos. Participaram, ainda, o Diretor- Presidente da Companhia, Jerson Kelman, bem como os Diretores João Batista Zolini Carneiro, Paulo Roberto Ribeiro Pinto, Evandro Leite Vasconcelos, Andreia Ribeiro Junqueira e Souza, José Humberto Castro e Fernando Antônio Fagundes Reis. 3. Assuntos Tratados Deliberações Unânimes: 3.1. O Conselho de Administração aprovou a realização da 8ª (oitava) emissão de debêntures simples da Companhia, não conversíveis em ações, da espécie quirografária, em série única, perfazendo o montante total de R$ ,00 (quatrocentos e setenta milhões de reais), a qual será objeto de oferta privada de distribuição ( Debêntures, Emissão e Oferta, respectivamente). As Debêntures terão as seguintes características e condições: (i) Número da Emissão. As Debêntures representam a oitava emissão de debêntures da Companhia; (ii) Valor Total da Emissão: o valor total da Emissão será de R$ ,00 (quatrocentos e setenta milhões de reais) ( Valor Total da Emissão ); (iii) Data de Emissão: a data de emissão das debêntures será determinada no período entre a presente data e 30 de setembro de 2012 ( Data de Emissão ); (iv) Quantidade de Debêntures: serão emitidas 470 (quatrocentas e setenta) Debêntures; (v) Número de Séries: a Emissão será realizada em uma única série; (vi) Valor Nominal: as Debêntures terão valor nominal unitário de R$ ,00 (um milhão de reais) ( Valor Nominal ); (vii) Forma e Comprovação de Titularidade: as Debêntures serão emitidas sob a forma nominativa, escritural, sem emissão de certificados, sendo que, para todos os fins de direito, a titularidade das Debêntures será comprovada pelo extrato de conta de depósito emitido pela instituição prestadora dos serviços de escrituração das Debêntures, e, adicionalmente, com relação às Debêntures que estiverem custodiadas eletronicamente na CETIP S.A. Mercados Organizados ( CETIP ), será expedido por este extrato em nome do debenturista, que servirá de comprovante de titularidade de tais Debêntures; (viii) Conversibilidade: as Debêntures não serão conversíveis em ações de emissão da Companhia; (ix) Espécie: as Debêntures serão da espécie quirografária, nos termos do artigo 58, caput, da Lei das Sociedades por Ações e terão garantia fidejussória, nos termos do item (xi) abaixo (Garantia); (x) Prazo e Vencimento: as Debêntures vencerão em 04 de junho de 2026; (xi) Garantia: a Light S.A., sociedade por ações com registro de companhia aberta perante a CVM, com sede na Cidade do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, na Avenida Marechal Floriano 168, parte, 2º andar, Corredor A, inscrita no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica do Ministério da Fazenda sob o n.º / ( Fiadora ), obrigar-se-á, solidariamente com a Companhia, em caráter irrevogável e irretratável, perante os debenturistas, como avalista, fiadora, principal pagadora e solidariamente (com a Companhia) responsável por todas as obrigações da Companhia nos termos das Debêntures e da escritura de emissão, renunciando expressamente aos benefícios de ordem, direitos e faculdades de exoneração de qualquer natureza previstos nos artigos 333, parágrafo único, 366, 821, 827, 830, 834, 835, 837, 838 e 839 da Lei n.º , de 10 de janeiro de 2002, conforme alterada (Código Civil), e dos artigos 77 e 595 da Lei n.º 5.869, de 11 de janeiro de 1973, conforme alterada (Código de Processo Civil), pelo pagamento integral de todos e quaisquer valores, principais ou acessórios, incluindo Encargos Moratórios (conforme definido abaixo), devidos pela Companhia e pela Fiadora nos termos das Debêntures e da escritura de emissão, bem como todo e qualquer custo ou despesa comprovadamente incorrido pelo agente fiduciário e/ou pelos debenturistas em decorrência de processos, procedimentos e/ou outras medidas judiciais ou extrajudiciais necessários à salvaguarda de seus direitos e prerrogativas decorrentes das Debêntures e/ou da escritura de emissão ( Fiança ); (xii) Remuneração: (a) atualização monetária: o Valor Nominal de cada uma das Debêntures não será atualizado; e (b) sobre o saldo devedor do Valor Nominal de cada uma das Debêntures incidirão juros remuneratórios correspondentes a 100% (cem por cento) da variação acumulada das taxas médias diárias dos DI Depósitos Interfinanceiros de um dia, over extra-grupo, expressas na forma percentual ao ano, base 252 (duzentos e cinquenta e dois) dias úteis, calculadas e divulgadas diariamente pela CETIP, no informativo diário disponível em sua página na Internet (http://www.cetip.com.br) ( Taxa DI ), acrescida exponencialmente de sobretaxa equivalente a 1,18% (um inteiro e dezoito centésimos por cento) ao ano, base 252 (duzentos e cinquenta e dois) dias úteis ( Sobretaxa, e, em conjunto com a Taxa DI, Remuneração ), calculados de forma exponencial e cumulativa pro rata temporis por dias úteis decorridos, desde a Data de Emissão ou a data de pagamento de Remuneração imediatamente anterior, conforme o caso, até a data do efetivo pagamento. A Remuneração será paga semestralmente a partir da Data de Emissão, ocorrendo o primeiro pagamento em 04 de dezembro de 2012; (xiii) Prazo de Subscrição: as Debêntures serão subscritas em até 30 (trinta) dias úteis contados da data de assinatura da escritura de emissão; (xiv) Forma e Preço de Integralização: as Debêntures serão integralizadas em até 1 (um) dia útil após comprovação da titularidade das Debêntures pelos debenturistas; (xv) Repactuação Programada: não haverá; (xvi) Pagamento do Valor Nominal: sem prejuízo dos pagamentos em decorrência de resgate antecipado das Debêntures e/ou de vencimento antecipado das obrigações decorrentes das Debêntures, nos termos previstos na escritura de emissão, o Valor Nominal de cada uma das Debêntures será amortizado pela Companhia anualmente em 12 (doze) parcelas consecutivas, nas datas e percentuais detalhados no cronograma de amortização abaixo: Data de Amortização Percentual do Valor Nominal a ser Amortizado 04/06/2015 8,33% 04/06/2016 8,33% 04/06/2017 8,34% 04/06/2018 8,33% 04/06/2019 8,33% 04/06/2020 8,34% 04/06/2021 8,33% 04/06/2022 8,33% 04/06/2023 8,34% 04/06/2024 8,33% 04/06/2025 8,33% 04/06/2026 8,34% (xvii) Resgate Antecipado Facultativo: a partir da comprovação da destinação dos recursos conforme previsto na escritura da emissão e no item (xxi) abaixo (Destinação dos Recursos), as Debêntures poderão ser resgatadas, total ou parcialmente, a qualquer momento, a critério da Companhia, por meio de envio ou de publicação de comunicado aos debenturistas, informando (i) a data do resgate pretendido; (ii) o volume ou o número de Debêntures que serão resgatadas; e (iii) qualquer outra informação relevante aos debenturistas. O valor de resgate não deverá ser inferior a R$ ,00 (cinquenta milhões de reais) e será equivalente ao Valor Nominal ou ao saldo do Valor Nominal, acrescido da Remuneração e dos Encargos Moratórios, se for o caso, devidos até a data do resgate, e de prêmio sobre o valor de resgate, nos seguintes termos: Período de Resgate Antecipado Prêmio Junho de 2014 até maio de ,50% (um inteiro e cinquenta centésimos por cento) Junho de 2016 até maio de ,25% (um inteiro e vinte e cinco centésimos por cento) Junho de 2018 até maio de ,00% (um por cento) Junho de 2020 até maio de ,75% (setenta e cinco centésimos por cento) Junho de 2022 até maio de ,50% (cinquenta centésimos por cento) Junho de 2024 até o dia anterior à Data de Vencimento 0,25% (vinte e cinco centésimos por cento) (xviii) Local de Pagamento: os pagamentos referentes às Debêntures e a quaisquer outros valores eventualmente devidos pela Companhia e pela Fiadora nos termos previstos na escritura de emissão das Debêntures serão efetuados (i) pela Companhia, com relação às Debêntures que estejam custodiadas eletronicamente na CETIP, por meio da CETIP; ou (ii) pela Companhia, com relação às Debêntures que não estejam custodiadas eletronicamente na CETIP, e/ou pela Fiadora, em qualquer caso, por meio da instituição prestadora dos serviços de escrituração das Debêntures; (xix) Encargos Moratórios: ocorrendo impontualidade no pagamento de qualquer valor devido pela Companhia e pela Fiadora aos debenturistas nos termos da escritura de emissão, adicionalmente ao pagamento da Remuneração, calculada pro rata temporis desde a Data de Emissão ou a data de pagamento de Remuneração imediatamente anterior, conforme o caso, até a data do efetivo pagamento, sobre todos e quaisquer valores em atraso, incidirão, independentemente de aviso, notificação ou interpelação judicial ou extrajudicial, (i) multa moratória de 2% (dois por cento); e (ii) juros de mora de 1% (um por cento) ao mês, calculados pro rata temporis desde a data de inadimplemento até a data do efetivo pagamento ( Encargos Moratórios ); (xx) Vencimento Antecipado: sujeito ao disposto abaixo, o agente fiduciário da Emissão deverá declarar antecipadamente vencidas todas as obrigações constantes da escritura de emissão das Debêntures e exigir o imediato pagamento, pela Companhia e pela Fiadora, do saldo devedor do Valor Nominal das Debêntures em circulação, acrescido da Remuneração, calculada pro rata temporis desde a Data de Emissão ou a data de pagamento de Remuneração imediatamente anterior, conforme o caso, até a data do efetivo pagamento, sem prejuízo, quando for o caso, dos Encargos Moratórios, caso ocorra alguma das seguintes hipóteses de vencimento antecipado: I. inadimplemento, pela Companhia, pela Fiadora e/ou por qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas, no pagamento de dívidas ou em obrigações pecuniárias cujo valor, individual ou agregado, seja igual ou superior a R$ ,00 (cinquenta milhões de reais), ou seu equivalente em outras moedas, não sanado no prazo de 2 (dois) dias úteis contados da data do respectivo inadimplemento; II. vencimento antecipado de qualquer dívida da Companhia, da Fiadora e/ou de qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas cujo valor, individual ou agregado, seja igual ou superior a R$ ,00 (cinquenta milhões de reais), ou seu equivalente em outras moedas; III. protesto de títulos contra (ainda que na condição de garantidora) a Companhia, a Fiadora e/ou qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas cujo valor, individual ou agregado, seja igual ou superior a R$ ,00 (cinquenta milhões de reais), ou seu equivalente em outras moedas, exceto se, no prazo de 10 (dez) dias contados do respectivo protesto, tiver sido validamente comprovado ao agente fiduciário que (i) o protesto foi cancelado; ou (ii) foram prestadas garantias aceitas pelo juízo competente; ou (iii) foi validamente comprovado pela Companhia e/ou pela Fiadora perante o juízo competente que o protesto foi efetuado por erro ou má-fé de terceiros; IV. inclusão da Companhia ou da Fiadora em qualquer cadastro de proteção ao crédito, que não seja sanada ou declarada ilegítima no prazo de até 15 (quinze) dias, cujo valor, individual ou em conjunto, do fato que resultou em sua inclusão em referido cadastro de proteção ao crédito, seja superior a R$ ,00 (cinquenta milhões de reais); V. descumprimento, pela Companhia ou pela Fiadora, de quaisquer obrigações não pecuniárias previstas na escritura de emissão, não sanada no prazo de até 10 (dez) Dias Úteis contados do recebimento de aviso por escrito acerca do descumprimento que lhe for enviado diretamente pelo agente fiduciário e/ou pelos debenturistas, individualmente ou em conjunto; VI. uma ou mais sentenças arbitrais definitivas ou judiciais transitadas em julgado em face da Companhia ou da Fiadora, que resulte(m) ou possa(m) resultar, em conjunto ou isoladamente, em obrigação de pagamento para a respectiva sociedade de valor unitário ou agregado superior a R$ ,00 (cinquenta milhões de reais) para as quais a respectiva sociedade não tenha feito provisão para pagamento, conforme publicado em suas demonstrações de resultado mais recentes; VII. transferência, ou qualquer forma de cessão ou promessa de cessão a terceiros, pela Companhia ou pela Fiadora, das obrigações assumidas na escritura de emissão, sem a prévia anuência dos debenturistas reunidos em assembleia geral de debenturistas especialmente convocada para este fim, representando, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das Debêntures em circulação; VIII. (a) liquidação, dissolução ou extinção da Companhia, da Fiadora e/ou de qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas, exceto se a liquidação, dissolução e/ou extinção decorrer de uma operação societária que não constitua um evento de inadimplemento; (b) decretação de falência da Companhia, da Fiadora e/ou de qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas; (c) pedido de autofalência formulado pela Companhia, pela Fiadora e/ou por qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas; (d) pedido de falência da Companhia, da Fiadora e/ou de qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas, formulado por terceiros, não elidido no prazo legal; ou (e) pedido de recuperação judicial ou de recuperação extrajudicial da Companhia, da Fiadora e/ou de qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas, independentemente do deferimento do respectivo pedido; IX. cisão, fusão, incorporação ou incorporação de ações envolvendo a Companhia, a Fiadora e/ou qualquer de suas respectivas controladas, exceto: (a) se a operação tiver sido previamente aprovada por debenturistas representando, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das Debêntures em circulação; ou (b) se tiver sido assegurado aos debenturistas que o desejarem, durante o prazo mínimo de 6 (seis) meses contados da data de publicação das atas dos atos societários relativos à operação, o resgate das Debêntures de que forem titulares, mediante o pagamento do saldo devedor do Valor Nominal, acrescido da Remuneração, calculada pro rata temporis desde a Data de Emissão ou a data de pagamento de Remuneração imediatamente anterior, conforme o caso, até a data do efetivo pagamento; ou (c) pela incorporação, pela Companhia, de qualquer controlada ou de ações de qualquer controlada; ou (d) por qualquer operação envolvendo exclusivamente controladas da Companhia e/ou da Fiadora; ou (e) por qualquer operação envolvendo a Fiadora e/ou suas controladas na qual, após anunciada ou ocorrida tal operação, as classificações de risco (rating) atribuídas na Data de Emissão às Debêntures e/ou à Companhia pela agência de classificação de risco não sejam objeto de rebaixamento pela referida agência de classificação de risco; X. alteração e/ou transferência do controle acionário, direto ou indireto, da Companhia e/ou da Fiadora, nos termos do artigo 116 da Lei das Sociedades por Ações, exceto nas hipóteses em que, após anunciada ou ocorrida referida alteração e/ou transferência de controle acionário, as classificações de risco (rating) atribuídas na Data de Emissão às Debêntures e/ou à Companhia pela agência de classificação de risco não sejam objeto de rebaixamento pela referida agência de classificação de risco e se aprovado por debenturistas, representando, no mínimo 75% (setenta e cinco por cento) das Debêntures em circulação; XI. alienação pela Companhia, de ativos permanentes que representem, em um mesmo período de 12 (doze) meses, de forma individual ou agregada, valor igual ou superior a R$ ,00 (cinquenta milhões de reais), ou seu equivalente em outras moedas, exceto se previamente autorizado por debenturistas representando, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das Debêntures em circulação; XII. transformação da Companhia em sociedade limitada, nos termos dos artigos 220 a 222 da Lei das Sociedades por Ações; XIII. redução do capital social da Companhia que não seja realizada para absorção de prejuízos acumulados, exceto se previamente autorizado por debenturistas representando, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das Debêntures em circulação; XIV. pagamento de dividendos, juros sobre capital próprio ou qualquer outra participação no lucro prevista no estatuto social da Companhia que não tenham sido declarados até a data de celebração da escritura de emissão, ressalvado o pagamento do dividendo mínimo obrigatório previsto no artigo 202 da Lei das Sociedades por Ações, caso a Companhia esteja em mora com relação ao pagamento de qualquer obrigação pecuniária relativa às Debêntures; XV. inadimplemento, pela Companhia e/ou pela Fiadora, de qualquer obrigação pecuniária prevista na escritura de emissão; XVI. não utilização, pela Companhia, dos recursos líquidos obtidos com a Emissão estritamente nos termos no item (xxi) abaixo (Destinação dos Recursos); XVII. alteração do objeto social da Companhia e/ou da Fiadora, de forma que (a) a Companhia deixe de atuar na distribuição e comercialização de energia elétrica; ou (b) a Fiadora deixe de ter como objetivo principal a participação em sociedades que atuem na geração, distribuição e/ou comercialização de energia elétrica; XVIII. constituição de qualquer Ônus (assim definido como hipoteca, penhor, alienação fiduciária, cessão fiduciária, usufruto, fideicomisso, promessa de venda, opção de compra, direito de preferência, encargo, gravame ou ônus, judicial ou extrajudicial, voluntário ou involuntário, ou outro ato que tenha o efeito prático similar a qualquer das expressões acima ( Ônus )) sobre ativos relevantes da Companhia e/ou da Fiadora (exceto se para a prestação de garantias em processos judiciais ou administrativos ou para garantir o cumprimento de contratos de compra de energia elétrica celebrados pela Companhia, bem como para constituição de garantia em contratos de financiamento junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico - BNDES), considerando-se como ativos relevantes aqueles cujo valor, individual ou agregado, seja igual ou superior a R$ ,00 (vinte milhões de reais), ou seu equivalente em outras moedas, exceto se previamente autorizado por debenturistas representando, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das Debêntures em circulação; XIX. ato de qualquer autoridade governamental com o objetivo de sequestrar, expropriar, nacionalizar, desapropriar ou de qualquer modo adquirir, compulsoriamente, totalidade ou parte substancial dos ativos da Companhia e/ou da Fiadora; XX. comprovação de que qualquer das declarações prestadas pela Companhia e/ou pela Fiadora na escritura de emissão é falsa, inconsistente ou incorreta em qualquer aspecto relevante; XXI. invalidade, nulidade ou inexequibilidade da escritura de emissão; XXII. não manutenção, pela Companhia de seguro para seus ativos operacionais relevantes, conforme as melhores práticas correntes em seus mercados de atuação, não sanado no prazo de 10 (dez) dias contados da data do respectivo inadimplemento; XXIII. realização, pela Companhia e/ou pela Fiadora, de operações fora de seu objeto social ou em desacordo com o seu estatuto social ou contrato social, observadas as disposições estatutárias, legais e regulamentares em vigor; XXIV. realização, pela Companhia e/ou pela Fiadora, de qualquer ato em desacordo com a escritura de emissão, e/ou com qualquer outro documento relacionado à Emissão, em especial os que possam, direta ou indiretamente, comprometer o pontual e integral cumprimento, pela Companhia e/ou pela Fiadora, de qualquer de suas obrigações previstas em tais documentos; XXV. não observância, pela Fiadora, de qualquer dos índices financeiros abaixo, a serem apurados pela Companhia, e verificados pelo agente fiduciário no prazo de até 5 (cinco) dias úteis contados da data de recebimento, pelo agente fiduciário, das informações necessárias para tanto, tendo por base as demonstrações financeiras consolidadas auditadas da Fiadora relativas a cada trimestre do ano civil, a partir, inclusive, das demonstrações financeiras consolidadas da Fiadora relativas a 30 de setembro de 2012: (a) do índice financeiro decorrente do quociente da divisão do Total da Dívida Líquida (conforme definido na escritura de emissão) pelo EBITDA (conforme definido na escritura de emissão), que deverá ser igual ou inferior a 3,0 (três inteiros); e (b) do índice financeiro decorrente do quociente da divisão do EBITDA pela Despesa Ajustada e Consolidada de Juros Brutos (conforme definido na escritura de emissão), que deverá ser igual ou superior a 2,5 (dois inteiros e cinco décimos); XXVI. a Companhia deixar de ter suas demonstrações financeiras auditadas por auditor independente registrado na CVM; XXVII. perda, caducidade, cassação definitiva, encampação ou extinção da concessão de serviço público detida pela Companhia; XXVIII. intervenção na Companhia pelo poder concedente da concessão outorgada à Companhia, com o objetivo de explorar atividades relacionadas à distribuição de energia, intervenção essa decorrente de fatos relacionados à sua capacidade econômica; ou XXIX. rebaixamento do rating da Emissão obtido, para abaixo do conceito BBB-. Caso haja alteração na 5ª (quinta) e 7ª (sétima) emissão de debêntures da Companhia, de forma que passe a ser previsto: (a) que o vencimento antecipado se dará caso não haja observância, pela Fiadora, dos índices financeiros lá descritos (que deverão ser os mesmos descritos na Emissão) por 2 (dois) trimestres consecutivos ou (quatro) trimestres intercalados; e (b) caso haja nova redação de EBITDA incluindo a referência ao mecanismo para compensação das variações de valores de itens dos custos não gerenciáveis (Parcela A) ocorridas entre reajustes tarifários anuais das distribuidoras de energia (CVA), tais redações passarão a valer para a Emissão como se estivessem ali transcritos. Caso a Fiadora venha a se comprometer, em qualquer outra operação ou por qualquer outro meio, a observar índices financeiros mais rigorosos do que os dispostos na escritura de emissão, estes índices financeiros mais rigorosos passarão a ser aplicados às Debêntures como se estivessem transcritos na escritura de emissão. (xxi) Destinação dos Recursos: os recursos líquidos obtidos pela Companhia com a Emissão serão integralmente utilizados para o financiamento dos projetos descritos no plano de negócios da Companhia, a ser anexado à escritura de emissão. A totalidade dos recursos líquidos captados por meio da Emissão deverá ser investida pela Companhia em um prazo máximo de 24 (vinte e quatro) meses, contados a partir da Data de Emissão. A escritura de emissão deverá dispor sobre as demais características da destinação dos recursos e sobre a forma de comprovação pelo agente fiduciário da destinação dos recursos nos termos do referido plano de negócios O Conselho de Administração autorizou a Diretoria da Companhia, observadas as disposições legais, a deliberar e praticar todos e quaisquer atos necessários à efetivação da Emissão e da Oferta, podendo inclusive, mas não se limitando, (i) determinar a Data de Emissão; (ii) celebrar a escritura de emissão das Debêntures e quaisquer outros instrumentos relacionados às Debêntures e eventuais aditamentos a qualquer desses documentos; e (iii) contratar, conforme se faça necessário, os prestadores de serviços inerentes às Debêntures, incluindo o agente fiduciário, a instituição prestadora dos serviços de escrituração e de banco mandatário e o sistema pertinente da CETIP. 4. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, foi lavrada esta ata, que segue assinada por mim, secretária, e por todos os conselheiros presentes. JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. CERTIFICO O DEFERIMENTO EM 19/07/2012, E O REGISTRO SOB O NÚMERO E DATA ABAIXO. LIGHT Serviços de Eletricidade S/A. Nº , DATA: 19/07/2012. Valéria G. M. Serra, SECRETÁRIA GERAL. Vai longe o tempo em que as contas externas do país, tais como as de Espanha, Itália e Grécia hoje, eram aguardadas com ansiedade e, mais ainda, a sua repercussão junto aos investidores estrangeiros. Isso passou. O Banco Central continua a divulgá-las todos os meses, mas já não desperta emoções. O crescimento da economia e a situação da indústria, além da inflação, atraem mais as atenções. O espectro da insolvência mudou de continente e sentou raízes na Europa. De economia problema, sempre se endividando mais do que os superavits da balança comercial conseguiam solver, o Brasil entrou no clube dos emergentes a quem hoje recorre o FMI (Fundo Monetário Internacional), passando os pires para amealhar capital emprestado às antigas potências colonialistas europeias. O mundo gira... Isso é ufanismo, mas quem se lembra da escassez cambial entre os anos 1970 e 2000, período das moratórias enrustidas e da formal no governo de José Sarney, além de quase uma dezena de renegociações de dívida externa e empréstimos condicionados do FMI, o último dos quais em 2002, sente hoje algum alívio. Espanha e Grécia eram aqui. Os mais jovens certamente ignoram que houve um tempo em que só se podia viajar para fora com US$ 500 comprados à taxa oficial (o resto vinha do mercado paralelo, consentido pelo governo) e cartão de crédito emitido no Brasil não tinha validade no exterior. Tais lembranças destacam o quanto o país avançou, e também servem de alerta, pela perspectiva do drama europeu, ao que pode acontecer em no máximo uma década de consumo financiado por dívida, deficits fiscais e cambiais endêmicos e a moeda valorizada (como o euro). A Argentina também pôs em moratória a sua dívida externa no fim de 2001 e pareceu ter aprendido a andar mesmo com o mercado financeiro fechado para seus papéis. E daí? Está outra vez cerceando a venda de dólares, barrando importações e falseando dados econômicos, como a taxa de inflação, que o governo diz ser de 9% ao ano e o mercado estima que passe de 25%. Os governos seguiram usufruindo a riqueza das commodities agrícolas e movendo a economia com gasto fiscal e aumentos nominais de salários. Nenhuma reforma de fundo aconteceu. Assobiar e chupar cana No Brasil, ao contrário da Argentina, elas aconteceram, embora não com a amplitude e a coragem necessárias. Num primeiro ato, subiram-se os impostos e se fizeram privatizações para esgotar o financiamento inflacionário do gasto público. No segundo, iniciou-se o resgate do piso da pirâmide de renda, fortalecendo o mercado interno. O último ato, fechando a trilogia das reformas que levariam o país ao patamar dos desenvolvidos... Bem, não aconteceu. O terceiro ato, dos investimentos em infraestrutura e no aumento da oferta de bens industriais na fronteira da tecnologia, deveria ter acontecido em paralelo ao ajuste fiscal e às políticas sociais. Mas sabe aquela história de assobiar e chupar cana ao mesmo tempo? Ninguém fez. A crise é transformadora O ajuste das contas nacionais, iniciado com a reforma monetária de 1994, corrigido pela maxidesvalorização do real em 1999 e reforçado depois de 2003 com as reservas de divisas acumuladas graças à bolha das commodities, ainda é uma obra por se completar. A oportunidade se apresenta outra vez com a crise global. Ela leva os capitais a procurar locais mais seguros, hoje, e rentáveis entre o médio e o longo prazo, considerando-se que a digestão das dívidas acumuladas na Zona do Euro e nos EUA vai levar quase uma década. É essa a expectativa mais apropriada para o governo conceber o que há a ser feito e não apresentar a crise como desculpa para economizar. Dinheiro não é problema A fotografia das contas externas referentes a junho, apresentadas pelo Banco Central, dão conforto ao país de que a crise externa não é ameaça sensível e imediata, e também reforça a ideia de aditivar o crescimento econômico pela pegada do investimento público. O país teve deficit em conta corrente de US$ 4,4 bilhões em junho, acumulando saldo negativo de US$ 51,8 bilhões em 12 meses. Não é para preocupar: equivale a 2,2% do PIB, estando estabilizado nesse patamar desde O fluxo líquido de investimentos estrangeiros, de US$ 5,8 bilhões no mês e de US$ 63,9 bilhões em 12 meses (2,6% do PIB) tem permitido zerar os deficits com relativa folga. A rolagem de empréstimos privados vincendos também tem se dado com facilidade, representando 202% dos vencimentos. Isto é: a oferta de capitais superou as necessidades, sinalizando que a deterioração lá fora não chegou ao país. A crise se manifesta na balança comercial, cujo superavit no primeiro semestre, de 0,6% do PIB, caiu a quase a metade do de 2011, refletindo queda das commodities e maior entrada de importações industriais. A indústria é hoje o nosso ponto fraco. Problemas estão em casa Obviamente, se um desastre abrupto acontecer no mercado externo, e é o que está pintando na Europa, tudo muda para pior. Mas o governo aí terá de agir conforme o marolão. Sem tal evento, será o que está sendo, e é pouco para o Brasil. Dizemos que a indústria é problema, mas assim é devido à falta de competitividade da produção, lesada, por sua vez, pelo acumulo de diretrizes equivocadas dos governantes como o câmbio apreciado para ajudar a conter a inflação. Uma política fiscal expansionista que fez do investimento público a variável de ajuste, ao incrementar o custeio da máquina federal e as políticas sociais dissociados da expansão da base produtiva e da infraestrutura, incluindo educação, também levou a esse quadro. Não é grave, não como antes, mas foi debilitando a expectativa do crescimento e trouxe de volta a dependência das matérias primas. A disfuncionalidade da gestão do Estado, enfim, é o grande obstáculo. E a solução. Sem resolvê-lo, tudo será pela metade, como tem sido. De falido a credor Brasil S/A por Antônio Machado VÂNIA CRISTINO Ahabitação popular vai ter mais dinheiro este ano. O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou ontem recursos extras da ordem de R$ 10,7 bilhões para a habitação voltada para a população de baixa renda, além de R$ 2 bilhões de subsídio para a compra da casa própria. Com a decisão, o orçamento do FGTS para 2012, que era de R$ 43,9 bilhões, passará para R$ 56,6 bilhões. Do total, R$ 36,7 bilhões vão para os programas habitacionais e R$ 6,4 bilhões são de subsídio. O orçamento do fundo também contempla financiamento para saneamento e infraestrutura urbana, que permanece inalterado. São R$ 5 bilhões para cada um dos programas. Os recursos destinados à compra de certificados de recebíveis, continuam sendo de R$ 2,5 bilhões e o programa Pró-Cotista, que beneficia com juros menores os trabalhadores com conta vinculada que desejam adquirir a casa própria. também continua contando com R$ 1 bilhão. Os conselheiros aprovaram ainda o relatório de gestão do Fundo referente à prestação de contas do exercício De acordo com o relatório, aprovado pela auditoria externa e ratificado pelos conselheiros, o FG- TS investiu, no ano passado, R$ 42 bilhões em habitação popular, R$ 4,8 bilhões em saneamento básico e outros R$ 4 bilhões em infraestrutura urbana. O documento a Caixa ressaltou o papel do Fundo na redução do déficit habitacional, especialmente para a população de baixa renda, beneficiários do programa Minha Casa, Minha Vida. A área de habitação popular recebeu 87% dos recursos do Fundo, o que permitiu a construção de moradias para 490 mil famílias, além da geração de cerca de 2 milhões de empregos na cadeia da construção civil. Em 2011 o FGTS destinou R$ 5,4 bilhões para subsídios. Mais dinheiro do FGTS para moradia popular Conselho Curador aprova aumento do orçamento do Fundo de R$ 43,9 bilhões para R$ 56,6 bilhões, dos quais R$ 36,7 bilhões vão para programas habitacionais HABITAÇÃO Móveis A linha de financiamento Cred Móveis, anunciada em abril pela Caixa Econômica Federal, está longe de decolar. Segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Mobiliário (Abimóvel), o programa financiou R$ 1,5 milhão entre junho e julho, ou 0,075% dos R$ 2 bilhões que a linha dispõe até 2014 para participantes do Minha Casa, Minha Vida. Quem financia o imóvel pelo programa do governo federal pode tomar crédito para comprar móveis com juros de 1% a 2% ao mês, a depender da faixa de renda, com prazo de até 48 meses. A principal função do Cred Móveis é atender à demanda da classe C que forma o público do Minha Casa, Minha Vida, e, ao mesmo tempo, é uma linha que pode ajudar a impulsionar as vendas da indústria moveleira. Essa parcela da população é responsável por 30% das compras de móveis no Brasil, de acordo com Ivo Cansan, presidente da Associação das Indústrias de Móveis do Estado do Rio Grande do Sul (Movergs). Crédito é restrito, critica entidade

6 Jornal do Commercio Quarta-feira, 25 de julho de 2012 Economia A-7 LIGHT S.A. CNPJ/MF Nº / NIRE Nº CAPITAL ABERTO ATA DA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA LIGHT S.A., REALIZADA EM 13 DE JULHO DE 2012, LAVRADA SOB A FORMA DE SUMÁ- RIO, CONFORME FACULTA O 1º DO ART. 130, DA LEI Nº 6.404, DE 15 DE DEZEMBRO DE 1976, CONFORME ALTERADA ( LEI DAS SOCIEDADES POR AÇÕES ). 1. Data, hora e local: 13 de julho de 2012, às 13h30min, na sede da Light S.A. localizada na Avenida Marechal Floriano, nº 168, 2º andar, Corredor A, Centro, Rio de Janeiro, RJ ( Companhia ou Fiadora ). 2. Presentes: Os Conselheiros efetivos Djalma Bastos de Morais, Presidente da Mesa, Humberto Eustáquio César Mota, Raul Belens Jungmann Pinto, José Carlos Aleluia, Rutelly Marques da Silva, Guilherme Narciso de Lacerda, David Zylbersztajn, Carlos Alberto da Cruz, bem como os conselheiros suplentes em exercício, Carmen Lúcia Claussen Kanter e Marcelo Pedreira Oliveira. Compareceu, também, à reunião, sem, contudo, participar das votações, os conselheiros suplentes César Vaz de Melo Fernandes, Fernando Henrique Schüffner Neto, Márcio Luís Domingues da Silva, Almir José dos Santos e Wilson Borrajo Cid. A advogada Cláudia de Moraes Santos foi convidada para secretariar os trabalhos. Participaram, ainda, o Diretor- -Presidente da Companhia, Jerson Kelman, bem como os Diretores João Batista Zolini Carneiro, Paulo Roberto Ribeiro Pinto, Evandro Leite Vasconcelos, Andreia Ribeiro Junqueira e Souza, José Humberto Castro e Fernando Antônio Fagundes Reis. 3. Assuntos Tratados - Deliberações Unânimes: 3.1. O Conselho de Administração, por recomendação do Comitê de Finanças, aprovou e orientou que os conselheiros indicados pela Companhia no Conselho de Administração da Light Serviços de Eletricidade S.A. ( Light SESA ou Emissora ) aprovem a realização da 8ª (oitava) emissão de debêntures simples da Light SESA, não conversíveis em ações, da espécie quirografária, em série única, perfazendo o montante total de R$ ,00 (quatrocentos e setenta milhões de reais), a qual será objeto de oferta privada de distribuição ( Debêntures, Emissão e Oferta, respectivamente). As Debêntures terão as seguintes características e condições: (i) Número da Emissão. As Debêntures representam a oitava emissão de debêntures da Light SESA; (ii) Valor Total da Emissão: o valor total da Emissão será de R$ ,00 (quatrocentos e setenta milhões de reais) ( Valor Total da Emissão ); (iii) Data de Emissão: a data de emissão das debêntures será determinada no período entre a presente data e 30 de setembro de 2012 ( Data de Emissão ); (iv) Quantidade de Debêntures: serão emitidas 470 (quatrocentas e setenta) Debêntures; (v) Número de Séries: a Emissão será realizada em uma única série; (vi) Valor Nominal: as Debêntures terão valor nominal unitário de R$ ,00 (um milhão de reais) ( Valor Nominal ); (vii) Forma e Comprovação de Titularidade: as Debêntures serão emitidas sob a forma nominativa, escritural, sem emissão de certificados, sendo que, para todos os fins de direito, a titularidade das Debêntures será comprovada pelo extrato de conta de depósito emitido pela instituição prestadora dos serviços de escrituração das Debêntures, e, adicionalmente, com relação às Debêntures que estiverem custodiadas eletronicamente na CETIP S.A. - Mercados Organizados ( CETIP ), será expedido por este extrato em nome do debenturista, que servirá de comprovante de titularidade de tais Debêntures; (viii) Conversibilidade: as Debêntures não serão conversíveis em ações de emissão da Light SESA; (ix) Espécie: as Debêntures serão da espécie quirografária, nos termos do artigo 58, caput, da Lei das Sociedades por Ações e terão garantia fidejussória, nos termos do item (xi) abaixo (Garantia); (x) Prazo e Vencimento: as Debêntures vencerão em 04 de junho de 2026; (xi) Garantia: será prestada Fiança (conforme definido no item 3.2 abaixo), em favor dos debenturistas, representados pelo agente fiduciário; (xii) Remuneração: (a) atualização monetária: o Valor Nominal de cada uma das Debêntures não será atualizado; e (b) sobre o saldo devedor do Valor Nominal de cada uma das Debêntures incidirão juros remuneratórios correspondentes a 100% (cem por cento) da variação acumulada das taxas médias diárias dos DI -Depósitos Interfinanceiros de um dia, over extra-grupo, expressas na forma percentual ao ano, base 252 (duzentos e cinquenta e dois) dias úteis, calculadas e divulgadas diariamente pela CETIP, no informativo diário disponível em sua página na Internet (http://www. cetip.com.br) ( Taxa DI ), acrescida exponencialmente de sobretaxa equivalente a 1,18% (um inteiro e dezoito centésimos por cento) ao ano, base 252 (duzentos e cinquenta e dois) dias úteis ( Sobretaxa, e, em conjunto com a Taxa DI, Remuneração ), calculados de forma exponencial e cumulativa Pro rata temporis por dias úteis decorridos, desde a Data de Emissão ou a data de pagamento de Remuneração imediatamente anterior, conforme o caso, até a data do efetivo pagamento. A Remuneração será paga semestralmente a partir da Data de Emissão, ocorrendo o primeiro pagamento em 04 de dezembro de 2012; (xiii) Prazo de Subscrição: as Debêntures serão subscritas em até 30 (trinta) dias úteis contados da data de assinatura da escritura de emissão; (xiv) Forma e Preço de Integralização: as Debêntures serão integralizadas em até 1 (um) dia útil após comprovação da titularidade das Debêntures pelos debenturistas; (xv) Repactuação Programada: não haverá; (xvi) Pagamento do Valor Nominal: sem prejuízo dos pagamentos em decorrência de resgate antecipado das Debêntures e/ou de vencimento antecipado das obrigações decorrentes das Debêntures, nos termos previstos na escritura de emissão, o Valor Nominal de cada uma das Debêntures será amortizado pela Light SESA anualmente em 12 (doze) parcelas consecutivas, nas datas e percentuais detalhados no cronograma de amortização abaixo: Data de Amortização Percentual do Valor Nominal a ser Amortizado 04/06/2015 8,33% 04/06/2016 8,33% 04/06/2017 8,34% 04/06/2018 8,33% 04/06/2019 8,33% 04/06/2020 8,34% 04/06/2021 8,33% 04/06/2022 8,33% 04/06/2023 8,34% 04/06/2024 8,33% 04/06/2025 8,33% 04/06/2026 8,34% (xvii) Resgate Antecipado Facultativo: a partir da comprovação da destinação dos recursos conforme previsto na escritura da emissão e no item (xxi) abaixo (Destinação dos Recursos), as Debêntures poderão ser resgatadas, total ou parcialmente, a qualquer momento, a critério da Light SESA, por meio de envio ou de publicação de comunicado aos debenturistas, informando (i) a data do resgate pretendido; (ii) o volume ou o número de Debêntures que serão resgatadas; e (iii) qualquer outra informação relevante aos debenturistas. O valor de resgate não deverá ser inferior a R$ ,00 (cinquenta milhões de reais) e será equivalente ao Valor Nominal ou ao saldo do Valor Nominal, acrescido da Remuneração e dos Encargos Moratórios (conforme definido abaixo), se for o caso, devidos até a data do resgate, e de prêmio sobre o valor de resgate, nos seguintes termos: Período de Resgate Antecipado Prêmio Junho de 2014 até maio de ,50% (um inteiro e cinquenta centésimos por cento) Junho de 2016 até maio de ,25% (um inteiro e vinte e cinco centésimos por cento) Junho de 2018 até maio de ,00% (um por cento) Junho de 2020 até maio de ,75% (setenta e cinco centésimos por cento) Junho de 2022 até maio de ,50% (cinquenta centésimos por cento) Junho de 2024 até o dia anterior à Data de Vencimento 0,25% (vinte e cinco centésimos por cento) (xviii) Local de Pagamento: os pagamentos referentes às Debêntures e a quaisquer outros valores eventualmente devidos pela Light SESA e pela Fiadora nos termos previstos na escritura de emissão das Debêntures serão efetuados (i) pela Light SESA, com relação às Debêntures que estejam custodiadas eletronicamente na CETIP, por meio da CETIP; ou (ii) pela Light SESA, com relação às Debêntures que não estejam custodiadas eletronicamente na CETIP, e/ ou pela Fiadora, em qualquer caso, por meio da instituição prestadora dos serviços de escrituração das Debêntures; (xix) Encargos Moratórios: ocorrendo impontualidade no pagamento de qualquer valor devido pela Light SESA e pela Fiadora aos debenturistas nos termos da escritura de emissão, adicionalmente ao pagamento da Remuneração, calculada pro rata temporis desde a Data de Emissão ou a data de pagamento de Remuneração imediatamente anterior, conforme o caso, até a data do efetivo pagamento, sobre todos e quaisquer valores em atraso, incidirão, independentemente de aviso, notificação ou interpelação judicial ou extrajudicial, (i) multa moratória de 2% (dois por cento); e (ii) juros de mora de 1% (um por cento) ao mês, calculados pro rata temporis desde a data de inadimplemento até a data do efetivo pagamento ( Encargos Moratórios ); (xx) Vencimento Antecipado: sujeito ao disposto abaixo, o agente fiduciário da Emissão deverá declarar antecipadamente vencidas todas as obrigações constantes da escritura de emissão das Debêntures e exigir o imediato pagamento, pela Light SESA e pela Fiadora, do saldo devedor do Valor Nominal das Debêntures em circulação, acrescido da Remuneração, calculada pro rata temporis desde a Data de Emissão ou a data de pagamento de Remuneração imediatamente anterior, conforme o caso, até a data do efetivo pagamento, sem prejuízo, quando for o caso, dos Encargos Moratórios, caso ocorra alguma das seguintes hipóteses de vencimento antecipado: I. inadimplemento, pela Emissora, pela Fiadora e/ou por qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas, no pagamento de dívidas ou em obrigações pecuniárias cujo valor, individual ou agregado, seja igual ou superior a R$ ,00 (cinquenta milhões de reais), ou seu equivalente em outras moedas, não sanado no prazo de 2 (dois) dias úteis contados da data do respectivo inadimplemento; II. vencimento antecipado de qualquer dívida da Emissora, da Fiadora e/ou de qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas cujo valor, individual ou agregado, seja igual ou superior a R$ ,00 (cinquenta milhões de reais), ou seu equivalente em outras moedas; III. protesto de títulos contra (ainda que na condição de garantidora) a Emissora, a Fiadora e/ou qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas cujo valor, individual ou agregado, seja igual ou superior a R$ ,00 (cinquenta milhões de reais), ou seu equivalente em outras moedas, exceto se, no prazo de 10 (dez) dias contados do respectivo protesto, tiver sido validamente comprovado ao agente fiduciário que (i) o protesto foi cancelado; ou (ii) foram prestadas garantias aceitas pelo juízo competente; ou (iii) foi validamente comprovado pela Emissora e/ou pela Fiadora perante o juízo competente que o protesto foi efetuado por erro ou má-fé de terceiros; IV. inclusão da Emissora ou da Fiadora em qualquer cadastro de proteção ao crédito, que não seja sanada ou declarada ilegítima no prazo de até 15 (quinze) dias, cujo valor, individual ou em conjunto, do fato que resultou em sua inclusão em referido cadastro de proteção ao crédito, seja superior a R$ ,00 (cinquenta milhões de reais); V. descumprimento, pela Emissora ou pela Fiadora, de quaisquer obrigações não pecuniárias previstas na escritura de emissão, não sanada no prazo de até 10 (dez) Dias Úteis contados do recebimento de aviso por escrito acerca do descumprimento que lhe for enviado diretamente pelo agente fiduciário e/ou pelos debenturistas, individualmente ou em conjunto; VI. uma ou mais sentenças arbitrais definitivas ou judiciais transitadas em julgado em face da Emissora ou da Fiadora, que resulte(m) ou possa(m) resultar, em conjunto ou isoladamente, em obrigação de pagamento para a respectiva sociedade de valor unitário ou agregado superior a R$ ,00 (cinquenta milhões de reais) para as quais a respectiva sociedade não tenha feito provisão para pagamento, conforme publicado em suas demonstrações de resultado mais recentes; VII. transferência, ou qualquer forma de cessão ou promessa de cessão a terceiros, pela Emissora ou pela Fiadora, das obrigações assumidas na escritura de emissão, sem a prévia anuência dos debenturistas reunidos em assembleia geral de debenturistas especialmente convocada para este fim, representando, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das Debêntures em circulação; VIII. (a) liquidação, dissolução ou extinção da Emissora, da Fiadora e/ou de qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas, exceto se a liquidação, dissolução e/ou extinção decorrer de uma operação societária que não constitua um evento de inadimplemento; (b) decretação de falência da Emissora, da Fiadora e/ou de qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas; (c) pedido de autofalência formulado pela Emissora, pela Fiadora e/ou por qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas; (d) pedido de falência da Emissora, da Fiadora e/ou de qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas, formulado por terceiros, não elidido no prazo legal; ou (e) pedido de recuperação judicial ou de recuperação extrajudicial da Emissora, da Fiadora e/ou de qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas, independentemente do deferimento do respectivo pedido; IX. cisão, fusão, incorporação ou incorporação de ações envolvendo a Emissora, a Fiadora e/ou qualquer de suas respectivas controladas, exceto: (a) se a operação tiver sido previamente aprovada por debenturistas representando, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das Debêntures em circulação; ou (b) se tiver sido assegurado aos debenturistas que o desejarem, durante o prazo mínimo de 6 (seis) meses contados da data de publicação das atas dos atos societários relativos à operação, o resgate das Debêntures de que forem titulares, mediante o pagamento do saldo devedor do Valor Nominal, acrescido da Remuneração, calculada pro rata temporis desde a Data de Emissão ou a data de pagamento de Remuneração imediatamente anterior, conforme o caso, até a data do efetivo pagamento; ou (c) pela incorporação, pela Emissora, de qualquer controlada ou de ações de qualquer controlada; ou (d) por qualquer operação envolvendo exclusivamente controladas da Emissora e/ou da Fiadora; ou (e) por qualquer operação envolvendo a Fiadora e/ou suas controladas na qual, após anunciada ou ocorrida tal operação, as classificações de risco (rating) atribuídas na Data de Emissão às Debêntures e/ou à Emissora pela agência de classificação de risco não sejam objeto de rebaixamento pela referida agência de classificação de risco; X. alteração e/ou transferência do controle acionário, direto ou indireto, da Emissora e/ou da Fiadora, nos termos do artigo 116 da Lei das Sociedades por Ações, exceto nas hipóteses em que, após anunciada ou ocorrida referida alteração e/ou transferência de controle acionário, as classificações de risco (rating) atribuídas na Data de Emissão às Debêntures e/ou à Emissora pela agência de classificação de risco não sejam objeto de rebaixamento pela referida agência de classificação de risco e se aprovado por debenturistas, representando, no mínimo 75% (setenta e cinco por cento) das Debêntures em circulação; XI. alienação pela Emissora, de ativos permanentes que representem, em um mesmo período de 12 (doze) meses, de forma individual ou agregada, valor igual ou superior a R$ ,00 (cinquenta milhões de reais), ou seu equivalente em outras moedas, exceto se previamente autorizado por debenturistas representando, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das Debêntures em circulação; XII. transformação da Emissora em sociedade limitada, nos termos dos artigos 220 a 222 da Lei das Sociedades por Ações; XIII. redução do capital social da Emissora que não seja realizada para absorção de prejuízos acumulados, exceto se previamente autorizado por debenturistas representando, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das Debêntures em circulação; XIV. pagamento de dividendos, juros sobre capital próprio ou qualquer outra participação no lucro prevista no estatuto social da Emissora que não tenham sido declarados até a data de celebração da escritura de emissão, ressalvado o pagamento do dividendo mínimo obrigatório previsto no artigo 202 da Lei das Sociedades por Ações, caso a Emissora esteja em mora com relação ao pagamento de qualquer obrigação pecuniária relativa às Debêntures; XV. Inadimplemento, pela Emissora e/ou pela Fiadora, de qualquer obrigação pecuniária prevista na escritura de emissão; XVI. não utilização, pela Emissora, dos recursos líquidos obtidos com a Emissão estritamente nos termos no item (xxi) abaixo (Destinação dos Recursos); XVII. alteração do objeto social da Emissora e/ou da Fiadora, de forma que (a) a Emissora deixe de atuar na distribuição e comercialização de energia elétrica; ou (b) a Fiadora deixe de ter como objetivo principal a participação em sociedades que atuem na geração, distribuição e/ou comercialização de energia elétrica; XVIII. constituição de qualquer Ônus (assim definido como hipoteca, penhor, alienação fiduciária, cessão fiduciária, usufruto, fideicomisso, promessa de venda, opção de compra, direito de preferência, encargo, gravame ou ônus, judicial ou extrajudicial, voluntário ou involuntário, ou outro ato que tenha o efeito prático similar a qualquer das expressões acima ( Ônus )) sobre ativos relevantes da Emissora e/ou da Fiadora (exceto se para a prestação de garantias em processos judiciais ou administrativos ou para garantir o cumprimento de contratos de compra de energia elétrica celebrados pela Emissora, bem como para constituição de garantia em contratos de financiamento junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico - BNDES), considerando-se como ativos relevantes aqueles cujo valor, individual ou agregado, seja igual ou superior a R$ ,00 (vinte milhões de reais), ou seu equivalente em outras moedas, exceto se previamente autorizado por debenturistas representando, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das Debêntures em circulação; XIX. ato de qualquer autoridade governamental com o objetivo de sequestrar, expropriar, nacionalizar, desapropriar ou de qualquer modo adquirir, compulsoriamente, totalidade ou parte substancial dos ativos da Emissora e/ou da Fiadora; XX. comprovação de que qualquer das declarações prestadas pela Emissora e/ou pela Fiadora na escritura de emissão é falsa, inconsistente ou incorreta em qualquer aspecto relevante; XXI. invalidade, nulidade ou inexequibilidade da escritura de emissão; XXII. não manutenção, pela Emissora de seguro para seus ativos operacionais relevantes, conforme as melhores práticas correntes em seus mercados de atuação, não sanado no prazo de 10 (dez) dias contados da data do respectivo inadimplemento; XXIII. realização, pela Emissora e/ou pela Fiadora, de operações fora de seu objeto social ou em desacordo com o seu estatuto social ou contrato social, observadas as disposições estatutárias, legais e regulamentares em vigor; XXIV. realização, pela Emissora e/ou pela Fiadora, de qualquer ato em desacordo com a escritura de emissão, e/ou com qualquer outro documento relacionado à Emissão, em especial os que possam, direta ou indiretamente, comprometer o pontual e integral cumprimento, pela Emissora e/ou pela Fiadora, de qualquer de suas obrigações previstas em tais documentos; XXV. não observância, pela Fiadora, de qualquer dos índices financeiros abaixo, a serem apurados pela Emissora, e verificados pelo agente fiduciário no prazo de até 5 (cinco) dias úteis contados da data de recebimento, pelo agente fiduciário, das informações necessárias para tanto, tendo por base as demonstrações financeiras consolidadas auditadas da Fiadora relativas a cada trimestre do ano civil, a partir, inclusive, das demonstrações financeiras consolidadas da Fiadora relativas a 30 de setembro de 2012: (a) do índice financeiro decorrente do quociente da divisão do Total da Dívida Líquida (conforme definido na escritura de emissão) pelo EBITDA (conforme definido na escritura de emissão), que deverá ser igual ou inferior a 3,0 (três inteiros); e (b) do índice financeiro decorrente do quociente da divisão do EBITDA pela Despesa Ajustada e Consolidada de Juros Brutos (conforme definido na escritura de emissão), que deverá ser igual ou superior a 2,5 (dois inteiros e cinco décimos); XXVI. a Emissora deixar de ter suas demonstrações financeiras auditadas por auditor independente registrado na CVM; XXVII. perda, caducidade, cassação definitiva, encampação ou extinção da concessão de serviço público detida pela Emissora; XXVIII. intervenção na Emissora pelo poder concedente da concessão outorgada à Emissora, com o objetivo de explorar atividades relacionadas à distribuição de energia, intervenção essa decorrente de fatos relacionados à sua capacidade econômica; ou XXIX. rebaixamento do rating da Emissão obtido, para abaixo do conceito BBB. Caso haja alteração na 5ª (quinta) e 7ª (sétima) emissão de debêntures da Emissora, de forma que passe a ser previsto: (a) que o vencimento antecipado se dará caso não haja observância, pela Fiadora, dos índices financeiros lá descritos (que deverão ser os mesmos descritos na Emissão) por 2 (dois) trimestres consecutivos ou (quatro) trimestres intercalados; e (b) caso haja nova redação de EBITDA incluindo a referência ao mecanismo para compensação das variações de valores de itens dos custos não gerenciáveis (Parcela A) ocorridas entre reajustes tarifários anuais das distribuidoras de energia (CVA), tais redações passarão a valer para a Emissão como se estivessem ali transcritos. Caso a Fiadora venha a se comprometer, em qualquer outra operação ou por qualquer outro meio, a observar índices financeiros mais rigorosos do que os dispostos na escritura de emissão, estes índices financeiros mais rigorosos passarão a ser aplicados às Debêntures como se estivessem transcritos na escritura de emissão. (xxi) Destinação dos Recursos: os recursos líquidos obtidos pela Light SESA com a Emissão serão integralmente utilizados para o financiamento dos projetos descritos no plano de negócios da Light SESA, a ser anexado à escritura de emissão. A totalidade dos recursos líquidos captados por meio da Emissão deverá ser investida pela Light SESA em um prazo máximo de 24 (vinte e quatro) meses, contados a partir da Data de Emissão. A escritura de emissão deverá dispor sobre as demais características da destinação dos recursos e sobre a forma de comprovação pelo agente fiduciário da destinação dos recursos nos termos do referido plano de negócios Autorizar a Companhia, a ser, solidariamente com a Light SESA, em caráter irrevogável e irretratável, perante os debenturistas, avalista, fiadora, principal pagadora e solidariamente (com a Light SESA) responsável por todas as obrigações da Light SESA nos termos das Debêntures e da escritura de emissão, renunciando expressamente aos benefícios de ordem, direitos e faculdades de exoneração de qualquer natureza previstos nos artigos 333, parágrafo único, 366, 821, 827, 830, 834, 835, 837, 838 e 839 da Lei n.º , de 10 de janeiro de 2002, conforme alterada (Código Civil), e dos artigos 77 e 595 da Lei n.º 5.869, de 11 de janeiro de 1973, conforme alterada (Código de Processo Civil), pelo pagamento integral de todos e quaisquer valores, principais ou acessórios, incluindo Encargos Moratórios, devidos pela Light SESA e pela Fiadora nos termos das Debêntures e da escritura de emissão, bem como todo e qualquer custo ou despesa comprovadamente incorrido pelo agente fiduciário e/ou pelos debenturistas em decorrência de processos, procedimentos e/ou outras medidas judiciais ou extrajudiciais necessários à salvaguarda de seus direitos e prerrogativas decorrentes das Debêntures e/ou da escritura de emissão ( Fiança ); 3.3. O Conselho de Administração autorizou a Diretoria da Companhia, observadas as disposições legais, a deliberar e praticar todos e quaisquer atos necessários à efetivação da Fiança, da Emissão e da Oferta, incluindo, sem limitação, a celebração da escritura de emissão das Debêntures e quaisquer outros instrumentos relacionados às Debêntures e eventuais aditamentos a qualquer desses documentos, bem como orientou que os conselheiros indicados pela Companhia no Conselho de Administração da Light SESA autorizem a Diretoria da Light SESA, observadas as disposições legais, a deliberar e praticar todos e quaisquer atos necessários à efetivação da Emissão e da Oferta, podendo inclusive, mas não se limitando, (i) determinar a Data de Emissão; (ii) celebrar a escritura de emissão das Debêntures e quaisquer outros instrumentos relacionados às Debêntures e eventuais aditamentos a qualquer desses documentos; e (iii) contratar, conforme se faça necessário, os prestadores de serviços inerentes às Debêntures, incluindo o agente fiduciário, a instituição prestadora dos serviços de escrituração e de banco mandatário e o sistema pertinente da CETIP. 4. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, foi lavrada esta ata, que segue assinada por mim, secretária, e por todos os conselheiros presentes. JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. CERTIFICO O DEFERIMENTO EM 19/07/2012, E O REGISTRO SOB O NÚMERO E DATA ABAIXO. LIGHT S.A.. Nº , DATA: 19/07/2012. Valéria G. M. Serra, SECRETÁRIA GERAL. LIGHT S.A. CNPJ/MF Nº / NIRE Nº CAPITAL ABERTO ATA DA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA LIGHT S.A., REALIZADA EM 13 DE JULHO DE 2012, LAVRADA SOB A FORMA DE SUMÁRIO, CONFORME FACULTA O 1º, DO ART. 130, DA LEI Nº 6.404, DE 15 DE DEZEMBRO DE 1976, CONFORME ALTERADA ( LEI DAS SOCIE- DADES POR AÇÕES ). 1. Data, hora e local: 13 de julho de 2012, às 14 horas, na sede da Light S.A. localizada na Avenida Marechal Floriano, nº 168, 2º andar, Corredor A, Centro, Rio de Janeiro, RJ ( Companhia ou Fiadora ). 2. Presentes: Os Conselheiros efetivos Djalma Bastos de Morais, Presidente da Mesa, Humberto Eustáquio César Mota, Raul Belens Jungmann Pinto, José Carlos Aleluia, Rutelly Marques da Silva, Guilherme Narciso de Lacerda, David Zylbersztajn, Carlos Alberto da Cruz, bem como os conselheiros suplentes em exercício, Carmen Lúcia Claussen Kanter e Marcelo Pedreira Oliveira. Compareceu, também, à reunião, sem, contudo, participar das votações, os conselheiros suplentes César Vaz de Melo Fernandes, Fernando Henrique Schüffner Neto, Márcio Luís Domingues da Silva, Almir José dos Santos e Wilson Borrajo Cid. A advogada Cláudia de Moraes Santos foi convidada para secretariar os trabalhos. Participaram, ainda, o Diretor-Presidente da Companhia, Jerson Kelman, bem como os Diretores João Batista Zolini Carneiro, Paulo Roberto Ribeiro Pinto, Evandro Leite Vasconcelos, Andreia Ribeiro Junqueira e Souza, José Humberto Castro e Fernando Antônio Fagundes Reis. 3. Assuntos Tratados - Deliberações Unânimes: 3.1. O Conselho de Administração, por recomendação do Comitê de Finanças, aprovou e orientou que os representantes da Companhia em Assembleia Geral Extraordinária da Light Energia S.A. ( Light Energia ou Emissora ) aprovem a realização da 3ª (terceira) emissão de debêntures simples da Light Energia, não conversíveis em ações, da espécie quirografária, em série única, perfazendo o montante total de R$ ,00 (trinta milhões de reais), a qual será objeto de oferta privada de distribuição ( Debêntures, Emissão e Oferta, respectivamente). As Debêntures terão as seguintes características e condições: (i) Número da Emissão: As Debêntures representam a terceira emissão de debêntures da Emissora; (ii) Valor Total da Emissão: o valor total da Emissão será de R$ ,00 (trinta milhões de reais) ( Valor Total da Emissão ); (iii) Data de Emissão: a data de emissão das debêntures será determinada no período entre a presente data e 30 de setembro de 2012 ( Data de Emissão ); (iv) Quantidade de Debêntures: serão emitidas 30 (trinta) Debêntures; (v) Número de Séries: a Emissão será realizada em uma única série; (vi) Valor Nominal: as Debêntures terão valor nominal unitário de R$ ,00 (um milhão de reais) ( Valor Nominal ); (vii) Forma e Comprovação de Titularidade: as Debêntures serão emitidas sob a forma nominativa, escritural, sem emissão de certificados, sendo que, para todos os fins de direito, a titularidade das Debêntures será comprovada pelo extrato de conta de depósito emitido pela instituição prestadora dos serviços de escrituração das Debêntures, e, adicionalmente, com relação às Debêntures que estiverem custodiadas eletronicamente na CETIP S.A. - Mercados Organizados ( CETIP ), será expedido por este extrato em nome do debenturista, que servirá de comprovante de titularidade de tais Debêntures; (viii) Conversibilidade: as Debêntures não serão conversíveis em ações de emissão da Emissora; (ix) Espécie: as Debêntures serão da espécie quirografária, nos termos do artigo 58, caput, da Lei das Sociedades por Ações e terão garantia fidejussória, nos termos do item (xi) abaixo (Garantia); (x) Prazo e Vencimento: as Debêntures vencerão em 04 de junho de 2026; (xi) Garantia: será prestada Fiança (conforme definido no item 3.2 abaixo), em favor dos debenturistas, representados pelo agente fiduciário; (xii) Remuneração: (a) atualização monetária: o Valor Nominal de cada uma das Debêntures não será atualizado; e (b) sobre o saldo devedor do Valor Nominal de cada uma das Debêntures incidirão juros remuneratórios correspondentes a 100% (cem por cento) da variação acumulada das taxas médias diárias dos DI - Depósitos Interfinanceiros de um dia, over extra-grupo, expressas na forma percentual ao ano, base 252 (duzentos e cinquenta e dois) dias úteis, calculadas e divulgadas diariamente pela CETIP, no informativo diário disponível em sua página na Internet (http://www.cetip.com.br) ( Taxa DI ), acrescida exponencialmente de sobretaxa equivalente a 1,18% (um inteiro e dezoito centésimos por cento) ao ano, base 252 (duzentos e cinquenta e dois) dias úteis ( Sobretaxa, e, em conjunto com a Taxa DI, Remuneração ), calculados de forma exponencial e cumulativa pro rata temporis por dias úteis decorridos, desde a Data de Emissão ou a data de pagamento de Remuneração imediatamente anterior, conforme o caso, até a data do efetivo pagamento. A Remuneração será paga semestralmente a partir da Data de Emissão, ocorrendo o primeiro pagamento em 04 de dezembro de 2012; (xiii) Prazo de Subscrição: as Debêntures serão subscritas em até 30 (trinta) dias úteis contados da data de assinatura da escritura de emissão; (xiv) Forma e Preço de Integralização: as Debêntures serão integralizadas em até 1 (um) dia útil após comprovação da titularidade das Debêntures pelos debenturistas; (xv) Repactuação Programada: não haverá; (xvi) Pagamento do Valor Nominal: sem prejuízo dos pagamentos em decorrência de resgate antecipado das Debêntures e/ou de vencimento antecipado das obrigações decorrentes das Debêntures, nos termos previstos na escritura de emissão, o Valor Nominal de cada uma das Debêntures será amortizado pela Emissora anualmente em 12 (doze) parcelas consecutivas, nas datas e percentuais detalhados no cronograma de amortização abaixo: Data de Amortização Percentual do Valor Nominal a ser Amortizado 04/06/2015 8,33% 04/06/2016 8,33% 04/06/2017 8,34% 04/06/2018 8,33% 04/06/2019 8,33% 04/06/2020 8,34% 04/06/2021 8,33% 04/06/2022 8,33% 04/06/2023 8,34% 04/06/2024 8,33% 04/06/2025 8,33% 04/06/2026 8,34% (xvii) Resgate Antecipado Facultativo: a partir da comprovação da destinação dos recursos conforme previsto na escritura da emissão e no item (xxi) abaixo (Destinação dos Recursos), as Debêntures poderão ser resgatadas, total ou parcialmente, a qualquer momento, a critério da Emissora, por meio de envio ou de publicação de comunicado aos debenturistas, informando (i) a data do resgate pretendido; (ii) o volume ou o número de Debêntures que serão resgatadas; e (iii) qualquer outra informação relevante aos debenturistas. O valor de resgate não deverá ser inferior a R$ ,00 (quinze milhões de reais) e será equivalente ao Valor Nominal ou ao saldo do Valor Nominal, acrescido da Remuneração e dos Encargos Moratórios (conforme definido abaixo), se for o caso, devidos até a data do resgate, e de prêmio sobre o valor de resgate, nos seguintes termos: Período de Resgate Antecipado Prêmio Junho de 2014 até maio de ,50% (um inteiro e cinquenta centésimos por cento) Junho de 2016 até maio de ,25% (um inteiro e vinte e cinco centésimos por cento) Junho de 2018 até maio de ,00% (um por cento) Junho de 2020 até maio de ,75% (setenta e cinco centésimos por cento) Junho de 2022 até maio de ,50% (cinquenta centésimos por cento) Junho de 2024 até o dia anterior à Data de Vencimento 0,25% (vinte e cinco centésimos por cento) (xviii) Local de Pagamento: os pagamentos referentes às Debêntures e a quaisquer outros valores eventualmente devidos pela Emissora e pela Fiadora nos termos previstos na escritura de emissão das Debêntures serão efetuados (i) pela Emissora, com relação às Debêntures que estejam custodiadas eletronicamente na CETIP, por meio da CETIP; ou (ii) pela Emissora, com relação às Debêntures que não estejam custodiadas eletronicamente na CETIP, e/ou pela Fiadora, em qualquer caso, por meio da instituição prestadora dos serviços de escrituração das Debêntures; (xix) Encargos Moratórios: ocorrendo impontualidade no pagamento de qualquer valor devido pela Emissora e pela Fiadora aos debenturistas nos termos da escritura de emissão, adicionalmente ao pagamento da Remuneração, calculada pro rata temporis desde a Data de Emissão ou a data de pagamento de Remuneração imediatamente anterior, conforme o caso, até a data do efetivo pagamento, sobre todos e quaisquer valores em atraso, incidirão, independentemente de aviso, notificação ou interpelação judicial ou extrajudicial, (i) multa moratória de 2% (dois por cento); e (ii) juros de mora de 1% (um por cento) ao mês, calculados pro rata temporis desde a data de inadimplemento até a data do efetivo pagamento ( Encargos Moratórios ); (xx) Vencimento Antecipado: sujeito ao disposto abaixo, o agente fiduciário da Emissão deverá declarar antecipadamente vencidas todas as obrigações constantes da escritura de emissão das Debêntures e exigir o imediato pagamento, pela Emissora e pela Fiadora, do saldo devedor do Valor Nominal das Debêntures em circulação, acrescido da Remuneração, calculada pro rata temporis desde a Data de Emissão ou a data de pagamento de Remuneração imediatamente anterior, conforme o caso, até a data do efetivo pagamento, sem prejuízo, quando for o caso, dos Encargos Moratórios, caso ocorra alguma das seguintes hipóteses de vencimento antecipado: I. inadimplemento, pela Emissora, pela Fiadora e/ou por qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas, no pagamento de dívidas ou em obrigações pecuniárias cujo valor, individual ou agregado, seja igual ou superior a R$ ,00 (cinquenta milhões de reais), ou seu equivalente em outras moedas, não sanado no prazo de 2 (dois) dias úteis contados da data do respectivo inadimplemento; II. vencimento antecipado de qualquer dívida da Emissora, da Fiadora e/ou de qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas cujo valor, individual ou agregado, seja igual ou superior a R$ ,00 (cinquenta milhões de reais), ou seu equivalente em outras moedas; III. protesto de títulos contra (ainda que na condição de garantidora) a Emissora, a Fiadora e/ou qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas cujo valor, individual ou agregado, seja igual ou superior a R$ ,00 (cinquenta milhões de reais), ou seu equivalente em outras moedas, exceto se, no prazo de 10 (dez) dias contados do respectivo protesto, tiver sido validamente comprovado ao agente fiduciário que (i) o protesto foi cancelado; ou (ii) foram prestadas garantias aceitas pelo juízo competente; ou (iii) foi validamente comprovado pela Emissora e/ou pela Fiadora perante o juízo competente que o protesto foi efetuado por erro ou má-fé de terceiros; IV. inclusão da Emissora ou da Fiadora em qualquer cadastro de proteção ao crédito, que não seja sanada ou declarada ilegítima no prazo de até 15 (quinze) dias, cujo valor, individual ou em conjunto, do fato que resultou em sua inclusão em referido cadastro de proteção ao crédito, seja superior a R$ ,00 (cinquenta milhões de reais); V. descumprimento, pela Emissora ou pela Fiadora, de quaisquer obrigações não pecuniárias previstas na escritura de emissão, não sanada no prazo de até 10 (dez) Dias Úteis contados do recebimento de aviso por escrito acerca do descumprimento que lhe for enviado diretamente pelo agente fiduciário e/ou pelos debenturistas, individualmente ou em conjunto; VI. uma ou mais sentenças arbitrais definitivas ou judiciais transitadas em julgado em face da Emissora ou da Fiadora, que resulte(m) ou possa(m) resultar, em conjunto ou isoladamente, em obrigação de pagamento para a respectiva sociedade de valor unitário ou agregado superior a R$ ,00 (cinquenta milhões de reais) para as quais a respectiva sociedade não tenha feito provisão para pagamento, conforme publicado em suas demonstrações de resultado mais recentes; VII. transferência, ou qualquer forma de cessão ou promessa de cessão a terceiros, pela Emissora ou pela Fiadora, das obrigações assumidas na escritura de emissão, sem a prévia anuência dos debenturistas reunidos em assembleia geral de debenturistas especialmente convocada para este fim, representando, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das Debêntures em circulação; VIII. (a) liquidação, dissolução ou extinção da Emissora, da Fiadora e/ou de qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas, exceto se a liquidação, dissolução e/ou extinção decorrer de uma operação societária que não constitua um evento de inadimplemento; (b) decretação de falência da Emissora, da Fiadora e/ou de qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas; (c) pedido de autofalência formulado pela Emissora, pela Fiadora e/ou por qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas; (d) pedido de falência da Emissora, da Fiadora e/ou de qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas, formulado por terceiros, não elidido no prazo legal; ou (e) pedido de recuperação judicial ou de recuperação extrajudicial da Companhia, da Fiadora e/ou de qualquer de suas respectivas controladas ou coligadas, independentemente do deferimento do respectivo pedido; IX. cisão, fusão, incorporação ou incorporação de ações envolvendo a Emissora, a Fiadora e/ou qualquer de suas respectivas controladas, exceto: (a) se a operação tiver sido previamente aprovada por debenturistas representando, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das Debêntures em circulação; ou (b) se tiver sido assegurado aos debenturistas que o desejarem, durante o prazo mínimo de 6 (seis) meses contados da data de publicação das atas dos atos societários relativos à operação, o resgate das Debêntures de que forem titulares, mediante o pagamento do saldo devedor do Valor Nominal, acrescido da Remuneração, calculada pro rata temporis desde a Data de Emissão ou a data de pagamento de Remuneração imediatamente anterior, conforme o caso, até a data do efetivo pagamento; ou (c) pela incorporação, pela Emissora, de qualquer controlada ou de ações de qualquer controlada; ou (d) por qualquer operação envolvendo exclusivamente controladas da Emissora e/ou da Fiadora; ou (e) por qualquer operação envolvendo a Fiadora e/ou suas controladas na qual, após anunciada ou ocorrida tal operação, as classificações de risco (rating) atribuídas na Data de Emissão às Debêntures e/ou à Emissora pela agência de classificação de risco não sejam objeto de rebaixamento pela referida agência de classificação de risco; X. alteração e/ou transferência do controle acionário, direto ou indireto, da Emissora e/ou da Fiadora, nos termos do artigo 116 da Lei das Sociedades por Ações, exceto nas hipóteses em que, após anunciada ou ocorrida referida alteração e/ou transferência de controle acionário, as classificações de risco (rating) atribuídas na Data de Emissão às Debêntures e/ou à Emissora pela agência de classificação de risco não sejam objeto de rebaixamento pela referida agência de classificação de risco e se aprovado por debenturistas, representando, no mínimo 75% (setenta e cinco por cento) das Debêntures em circulação; XI. alienação pela Emissora, de ativos permanentes que representem, em um mesmo período de 12 (doze) meses, de forma individual ou agregada, valor igual ou superior a R$ ,00 (cinquenta milhões de reais), ou seu equivalente em outras moedas, exceto se previamente autorizado por debenturistas representando, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das Debêntures em circulação; XII. transformação da Emissora em sociedade limitada, nos termos dos artigos 220 a 222 da Lei das Sociedades por Ações; XIII. redução do capital social da Emissora que não seja realizada para absorção de prejuízos acumulados, exceto se previamente autorizado por debenturistas representando, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das Debêntures em circulação; XIV. pagamento de dividendos, juros sobre capital próprio ou qualquer outra participação no lucro prevista no estatuto social da Emissora que não tenham sido declarados até a data de celebração da escritura de emissão, ressalvado o pagamento do dividendo mínimo obrigatório previsto no artigo 202 da Lei das Sociedades por Ações, caso a Emissora esteja em mora com relação ao pagamento de qualquer obrigação pecuniária relativa às Debêntures; XV. inadimplemento, pela Emissora e/ou pela Fiadora, de qualquer obrigação pecuniária prevista na escritura de emissão; XVI. não utilização, pela Emissora, dos recursos líquidos obtidos com a Emissão estritamente nos termos no item (xxi) abaixo (Destinação dos Recursos); XVII. alteração do objeto social da Emissora e/ou da Fiadora, de forma que (a) a Emissora deixe de atuar na geração e transmissão de energia elétrica; ou (b) a Fiadora deixe de ter como objetivo principal a participação em sociedades que atuem na geração, distribuição e/ou comercialização de energia elétrica; XVIII. constituição de qualquer Ônus (assim definido como hipoteca, penhor, alienação fiduciária, cessão fiduciária, usufruto, fideicomisso, promessa de venda, opção de compra, direito de preferência, encargo, gravame ou ônus, judicial ou extrajudicial, voluntário ou involuntário, ou outro ato que tenha o efeito prático similar a qualquer das expressões acima ( Ônus )) sobre ativos relevantes da Emissora e/ ou da Fiadora (exceto se para a prestação de garantias em processos judiciais ou administrativos ou para garantir o cumprimento de contratos de compra de energia elétrica celebrados pela Emissora, bem como para constituição de garantia em contratos de financiamento junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico - BNDES), considerando-se como ativos relevantes aqueles cujo valor, individual ou agregado, seja igual ou superior a R$ ,00 (vinte milhões de reais), ou seu equivalente em outras moedas, exceto se previamente autorizado por debenturistas representando, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das Debêntures em circulação; XIX. ato de qualquer autoridade governamental com o objetivo de sequestrar, expropriar, nacionalizar, desapropriar ou de qualquer modo adquirir, compulsoriamente, totalidade ou parte substancial dos ativos da Emissora e/ou da Fiadora; XX. comprovação de que qualquer das declarações prestadas pela Emissora e/ou pela Fiadora na escritura de emissão é falsa, inconsistente ou incorreta em qualquer aspecto relevante; XXI. invalidade, nulidade ou inexequibilidade da escritura de emissão; XXII. não manutenção, pela Emissora de seguro para seus ativos operacionais relevantes, conforme as melhores práticas correntes em seus mercados de atuação, não sanado no prazo de 10 (dez) dias contados da data do respectivo inadimplemento; XXIII. realização, pela Emissora e/ou pela Fiadora, de operações fora de seu objeto social ou em desacordo com o seu estatuto social ou contrato social, observadas as disposições estatutárias, legais e regulamentares em vigor; XXIV. realização, pela Emissora e/ou pela Fiadora, de qualquer ato em desacordo com a escritura de emissão, e/ou com qualquer outro documento relacionado à Emissão, em especial os que possam, direta ou indiretamente, comprometer o pontual e integral cumprimento, pela Emissora e/ou pela Fiadora, de qualquer de suas obrigações previstas em tais documentos; XXV. não observância, pela Fiadora, de qualquer dos índices financeiros abaixo, a serem apurados pela Emissora, e verificados pelo agente fiduciário no prazo de até 5 (cinco) dias úteis contados da data de recebimento, pelo agente fiduciário, das informações necessárias para tanto, tendo por base as demonstrações financeiras consolidadas auditadas da Fiadora relativas a cada trimestre do ano civil, a partir, inclusive, das demonstrações financeiras consolidadas da Fiadora relativas a 30 de setembro de 2012: (a) do índice financeiro decorrente do quociente da divisão do Total da Dívida Líquida (conforme definido na escritura de emissão) pelo EBITDA (conforme definido na escritura de emissão), que deverá ser igual ou inferior a 3,0 (três inteiros); e (b) do índice financeiro decorrente do quociente da divisão do EBITDA pela Despesa Ajustada e Consolidada de Juros Brutos (conforme definido na escritura de emissão), que deverá ser igual ou superior a 2,5 (dois inteiros e cinco décimos); XXVI. a Emissora deixar de ter suas demonstrações financeiras auditadas por auditor independente registrado na CVM; XXVII. perda, caducidade, cassação definitiva, encampação ou extinção da concessão de serviço público detida pela Emissora; XXVIII. intervenção na Emissora pelo poder concedente da concessão outorgada à Emissora, com o objetivo de explorar atividades relacionadas à geração e transmissão de energia, intervenção essa decorrente de fatos relacionados à sua capacidade econômica; ou XXIX. rebaixamento do rating da Emissão obtido, para abaixo do conceito BBB-. Caso haja alteração na 1ª (primeira) e 2ª (segunda) emissão de debêntures da Emissora, de forma que passe a ser previsto: (a) que o vencimento antecipado se dará caso não haja observância, pela Fiadora, dos índices financeiros lá descritos (que deverão ser os mesmos descritos na Emissão) por 2 (dois) trimestres consecutivos ou 4 (quatro) trimestres intercalados; e (b) caso haja nova redação de EBITDA incluindo a referência ao mecanismo para compensação das variações de valores de itens dos custos não gerenciáveis (Parcela A) ocorridas entre reajustes tarifários anuais das distribuidoras de energia (CVA), tais redações passarão a valer para a Emissão como se estivessem ali transcritos. Caso a Fiadora venha a se comprometer, em qualquer outra operação ou por qualquer outro meio, a observar índices financeiros mais rigorosos do que os dispostos na escritura de emissão, estes índices financeiros mais rigorosos passarão a ser aplicados às Debêntures como se estivessem transcritos na escritura de emissão. (xxi) Destinação dos Recursos: os recursos líquidos obtidos pela Emissora com a Emissão serão integralmente utilizados para o financiamento dos projetos descritos no plano de negócios da Emissora, a ser anexado à escritura de emissão. A totalidade dos recursos líquidos captados por meio da Emissão deverá ser investida pela Emissora em um prazo máximo de 24 (vinte e quatro) meses, contados a partir da Data de Emissão. A escritura de emissão deverá dispor sobre as demais características da destinação dos recursos e sobre a forma de comprovação pelo agente fiduciário da destinação dos recursos nos termos do referido plano de negócios Autorizar a Companhia, a ser, solidariamente com a Light Energia, em caráter irrevogável e irretratável, perante os debenturistas, avalista, fiadora, principal pagadora e solidariamente (com a Light Energia) responsável por todas as obrigações da Light Energia nos termos das Debêntures e da escritura de emissão, renunciando expressamente aos benefícios de ordem, direitos e faculdades de exoneração de qualquer natureza previstos nos artigos 333, parágrafo único, 366, 821, 827, 830, 834, 835, 837, 838 e 839 da Lei nº , de 10 de janeiro de 2002, conforme alterada (Código Civil), e dos artigos 77 e 595 da Lei nº 5.869, de 11 de janeiro de 1973, conforme alterada (Código de Processo Civil), pelo pagamento integral de todos e quaisquer valores, principais ou acessórios, incluindo Encargos Moratórios, devidos pela Light Energia e pela Fiadora nos termos das Debêntures e da escritura de emissão, bem como todo e qualquer custo ou despesa comprovadamente incorrido pelo agente fiduciário e/ou pelos debenturistas em decorrência de processos, procedimentos e/ou outras medidas judiciais ou extrajudiciais necessários à salvaguarda de seus direitos e prerrogativas decorrentes das Debêntures e/ou da escritura de emissão ( Fiança ); 3.3. O Conselho de Administração autorizou a Diretoria da Companhia, observadas as disposições legais, a deliberar e praticar todos e quaisquer atos necessários à efetivação da Fiança, da Emissão e da Oferta, incluindo, sem limitação, a celebração da escritura de emissão das Debêntures e quaisquer outros instrumentos relacionados às Debêntures e eventuais aditamentos a qualquer desses documentos, bem como orientou que os representantes da Companhia em Assembleia Geral Extraordinária da Light Energia autorizem a Diretoria da Light Energia, observadas as disposições legais, a deliberar e praticar todos e quaisquer atos necessários à efetivação da Emissão e da Oferta, podendo inclusive, mas não se limitando, (i) determinar a Data de Emissão; (ii) celebrar a escritura de emissão das Debêntures e quaisquer outros instrumentos relacionados às Debêntures e eventuais aditamentos a qualquer desses documentos; e (iii) contratar, conforme se faça necessário, os prestadores de serviços inerentes às Debêntures, incluindo o agente fiduciário, a instituição prestadora dos serviços de escrituração e de banco mandatário e o sistema pertinente da CETIP. 4. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, foi lavrada esta ata, que segue assinada por mim, secretária, e por todos os conselheiros presentes. JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. CERTIFICO O DEFERIMENTO EM 19/07/2012, E O REGISTRO SOB O NÚMERO E DATA ABAIXO. LIGHT S.A. Nº , DATA: 19/07/2012. Valéria G. M. Serra, SECRETÁRIA GERAL. As compras dos distribuidores de aço em junho nas siderúrgicas caíram 18% em relação ao mês anterior, para 321,2 mil toneladas, de acordo com dados divulgados ontem pelo Instituto Nacional dos Distribuidores do Aço (Inda). Na comparação com junho de 2011, houve aumento de 11,4% nas compras. Já as vendas da cadeia no mês passado somaram 348,7 mil toneladas, queda de 14,6% em relação a maio e alta de 5% ante igual período do ano passado. Primeiro semestre No primeiro semestre do ano, as compras atingiram 2,155 milhões de toneladas, alta de 1,1% ante igual intervalo de As vendas na primeira metade do ano ficaram em 2,181 milhões de toneladas, alta de 2,8% na mesma comparação. Os estoques em junho fecharam o mês em 2,8 meses, ante 2,5 meses em maio. Em volume, os estoques ficaram em 974,3 mil toneladas no mês passado. Aço: queda nas compras Curta AEB LANÇA AMANHÃ NO RIO O ENAEX 2012 A Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) promove amanhã, no auditório da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o lançamento do Encontro Nacional de Comércio Exterior (Enaex 2012). Com o tema Propostas para um Comércio Exterior Sustentável, o Enaex 2012 será realizado nos dias 27 e 28 de setembro e reunirá especialistas, empresários e representantes do governo para discutir as principais questões relativas ao setor, tais como transportes, logística, financiamento, novos mercados, negociações internacionais, sistema aduaneiro, serviços, inovação, competitividade e sustentabilidade.

7 25p08a.qxd 7/24/2012 9:47 PM Page 1 País A-8 Jornal do Commercio Quarta-feira, 25 de julho de 2012 Editor // luís Edmundo Araújo ELEIÇÕES 2012 Belo Horizonte abre queda de braço dentro do PSD Presidente nacional da legenda e prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab vence disputa com senadora Kátia Abreu e recebe apoio da executiva para intervenção em diretório» CHRISTIANE SAMARCO Opresidente nacional do PSD e prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, derrotou a senadora Katia Abreu (PSD-TO) nesta terça, na executiva nacional do partido, por um placar de 14 a 1. Reunidos em Brasília para tratar de eleições municipais, todos os dirigentes do PSD, à exceção da senadora, apoiaram a intervenção de Kassab no diretório municipal de Belo Horizonte. A despeito do apoio maciço do conjunto da direção, a queda de braço entre o presidente do PSD e sua primeira vice ainda não terminou. Caberá ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) dar a palavra final sobre a legalidade da "operação BH", comandada por Kassab para atender à presidente Dilma Rousseff. A pedido do Palácio do Planalto, o prefeito paulistano desmontou a aliança local com o PSB e o PSDB para apoiar o PT do ex-ministro Patrus Ananias na corrida pela prefeitura da capital mineira. Os dirigentes do partido que referendaram a ação de Kassab nesta terça não foram previamente JUCA VARELLA/FOLHAPRESS Gilberto Kassab: O racha ficou evidente e não há por que negar consultados, embora o estatuto do partido diga que compete à comissão executiva nacional, e não ao presidente da legenda, decretar intervenção. É precisamente este o motivo da revolta da senadora. Participantes da reunião relatam que ela não passou do tom nas críticas ao presidente nem fez qualquer ameaça de deixar a legenda caso contrariada, mas foi "altiva e firme" no registro do seu inconformismo. "Tem coisas que todos temos que obedecer: a Constituição Federal e o estatuto, que é a lei do partido", defendeu Katia, sem contudo sensibilizar os demais dirigentes. O prefeito deu a palavra ao advogado do partido, Admar Gonzaga, que fez a defesa jurídica da ação do presidente. Disse que não houve intervenção porque uma comissão provisória, como a de Belo Horizonte, pode ser dissolvida a qualquer tempo. Em seguida, Kassab argumentou que sua decisão foi política e absolutamente necessária, porque Minas Gerais é uma questão de relevância nacional e que o PSD não podia ficar a reboque do PSDB do senador Aécio Neves (MG). Divergências "Depois que o PSDB foi de toga ao Supremo, defender a posição de que nosso partido não podia ter direito aos recursos do fundo partidário e ao tempo de televisão, não podíamos ficar neutros na briga que se estabeleceu lá. Tínhamos que tomar a posição que tomamos", justificou, destacando que não era possível ver Aécio "dar uma rasteira no PT" e cruzar os braços. "Seria uma ingratidão", acredita o prefeito. "O racha ficou evidente e não há por que negar", admitiu ao final da reunião o secretário geral da legenda, Saulo Queiroz. Ele, porém, está convencido de que, independentemente da decisão final do TSE, que dirá quem tem razão, o gesto de Kassab foi importante e já produziu efeito positivo: "Mostrou que o PSD não é linha auxiliar de Aécio em Minas Gerais". Nas Entrelinhas por Paulo Silva Pinto Barganha explícita em pedido de vistas Os funcionários do Ibama e do ICMBio estão indignados com o senador Renan Calheiros (PMDB-AL). No início deste mês, em reunião da Comissão de Constituição e Justiça, ele pediu vistas a um projeto de lei, já aprovado pela Câmara, que cria mil cargos nos dois órgãos, principalmente de analistas ambientais. Com o pedido, Renan interrompe a tramitação do projeto. E não tem prazo para autorizar que a discussão seja retomada. Renan nem mesmo se preocupou em fingir que sua motivação era técnica. Foi logo entregando que pediu vistas ao projeto porque não gostou da negativa do Ibama sobre a criação de um estaleiro na foz do Rio Coruripe, situado no município alagoano de mesmo nome. Com a decisão, foram suspensos investimentos de R$ 2 bilhões. Na semana passada, pouco depois do início do recesso, Renan foi ao gabinete da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. Levou junto outros dois senadores alagoanos: Fernando Collor (PTB) e Benedito de Lira (PP). A anfitriã ficou de analisar se é possível rever o parecer contrário do Ibama e autorizar o bilionário estaleiro. Cabe agora à ministra escolher onde prefere destruir mais o meio ambiente: na foz do Rio Coruripe ou em todo o Brasil. Afinal, um atraso muito grande na autorização para contratar analistas ambientais poderá resultar na perda de eficiência do Ibama e do ICMBio, inclusive na coerção de crimes ambientais. Os funcionários do Ibama pretendem entrar com uma ação contra Calheiros pelo que consideraram chantagem. Eles podem até procurar a Justiça, como qualquer cidadão, mas é impossível que consigam sucesso. É inimaginável um funcionário do Judiciário entrar no Senado com um documento mandando retomar a tramitação de um projeto. O que prevalece é a independência entre os poderes, prevista na Constituição. Se alguém pode censurar Renan por usar um pedido de vistas como forma explícita de barganha são seus pares. Mas também nesse caso a chance de algo acontecer é zero. Um dia antes de visitar Izabella Teixeira, Renan fez um discurso sobre o episódio em plenário e recebeu apoio não só de seu conterrâneo Lira, mas também do líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB- AM), do líder do PTB, Gim Argello (DF), e dos senadores Vital do Rêgo (PMDB-PB) e Ana Amélia (PP- RS). A principal razão para Re- O senador Renan Calheiros não esconde que está segurando a criação de cargos no Ibama porque quer a aprovação das obras de um estaleiro nan receber tanto apoio é simples. Ele tem muito poder. Faz tempo. É líder do PMDB, partido que tem a maior bancada no Senado, e já ocupou a cadeira que hoje é de José Sarney. Dilma quer que o próximo presidente da Casa seja o ministro das Minas e Energia, Edson Lobão (PMDB- MA). Renan se considera melhor para a função. Reservadamente diz contar com o apoio do ex-presidente Lula. A outra razão para os senadores apoiarem a barganha de Renan também é simples: eles vivem fazendo isso. Apenas costumam ser mais discretos. Um político ajuda alguém ou um grupo por meio de movimentos favoráveis e pelo que deixa de fazer para atrapalhar. Vez ou outra, faz o contrário para mostrar o que pode. No caso do Legislativo, isso é especialmente forte. Um prefeito pode ser obrigado pela Justiça por meio de uma liminar a fazer algo. Ou sofrer uma ação de improbidade administrativa. Os parlamentares só têm de se preocupar para valer com outros parlamentares e com os eleitores. Dedicamse um pouco, certamente, a legitimar suas atitudes. E, no caso do pedido de vistas de Renan, não é diferente. Ele alega que o Ibama autorizou empreendimentos com maior impacto ambiental em outros estados. Diz que Alagoas é vítima de "preconceito". Isso pega bem entre os eleitores. E funciona como argumento diante de seus pares, que também têm eleitores. Na clareza, a mensagem O que diferencia a barganha de Renan das outras é apenas o fato de ser assumida. E aqui, convenhamos, não se trata de exercício de transparência. Faz mais sentido que Renan tenha optado por esse caminho exatamente para relembrar a todos o tamanho de seu poder e sua disposição de exercê-lo. Algo conveniente em tempos de campanha para a mesa diretora. Afinal, todos os senadores vão depender do novo presidente, e muitos fazem questão de deixar claro seu apoio, bem antes da eleição, que será em fevereiro do ano que vem. Para o Planalto, a barganha é mais um sinal de preocupação. Se Renan pode atrapalhar como líder de partido, imagine o que pode fazer como presidente do Senado. Mas ninguém pode dizer que está conhecendo Renan Calheiros só agora.

8 25p09a.qxd 7/24/2012 9:14 PM Page 1 Jornal do Commercio Quarta-feira, 25 de julho de 2012 País A-9 PARALISAÇÃO Governo quer trégua com servidores grevistas Temor de que o movimento se espalhe para áreas estratégicas tem aumentado e a presidente já admite a possibilidade de apresentar novas propostas» JULIANA BRAGA Já há mais de um mês em queda de braço com os servidores públicos federais, o governo propôs uma trégua aos sindicalistas. Em reunião com representantes dos grevistas, o ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, sugeriu ontem que o movimento seja interrompido por 15 dias para que o ponto seja retomado e se apresente uma proposta às demandas. A ideia será levada às bases e amanhã haverá uma nova reunião no Ministério do Planejamento com o secretário de Relações do Trabalho, Sérgio Mendonça. Os grevistas foram recebidos pelo ministro após manifestação em frente ao Palácio do Planalto. Eles chegaram a tentar subir a rampa, mas foram contidos pelos seguranças. Segundo assessoria do ministro, a sugestão de trégua foi apenas uma das ideias apresentadas por Gilberto Carvalho tentando solucionar o impasse que já se arrasta desde 18 de junho, mas que não se trata de uma proposta formal. Ainda assim, fontes palacianas garantem que o temor de que o movimento se espalhe para áreas estratégicas tem aumentado e a presidente já admite a possibilidade de apresentar novas propostas nos próximos dias. Segundo o secretário geral do Sindicato dos Servidores Públicos Federais no DF (Sindsep-DF), Oton Pereira, essa proposta dificilmente seria aprovada pelas bases. Acho difícil essa proposta ser aceita face ao exíguo tempo que tem para fechar o Orçamento, dia 31 de agosto. Se a gente der uma trégua agora de 15 dias, qual vai ser o tempo que a gente vai ter para analisar e enfrentar uma nova greve se a proposta daqui a 15 dias for ruim?, ressaltou Oton. A preocupação é tão grande que, a poucas horas de embarcar rumo à Londres, onde participará de reuniões bilaterais e da abertura dos Jogos Olímpicos, a presidente Dilma Rousseff convocou ministros às pressas para tratar sobre as greves do funcionalismo público. A presidente viu que não conseguirá conter o movimento e terá de rever a negativa de conceder os reajustes demandados. O governo tenta evitar que as paralisações atinjam setores estratégicos como Polícia Federal, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e Receita Federal. Os titulares das pastas convocadas tiveram de apresentar um plano de como estão se preparando para evitar que essas greves tenham impacto no cotidiano. A preocupação é maior nesses setores porque eles podem impactar também na economia. Participaram da reunião no Alvorada os ministros da Agricultura, Mendes Ribeiro, da Saúde, Alexandre Padilha, do Advocacia- Geral da União, Luís Inácio JOSÉ CRUZ/ABR Antes da reunião com representantes do governo, manifestantes tentaram subir a rampa do Planalto Adams, da Justiça, Eduardo Cardozo, o interino da Casa Civil, Beto Ferreira e o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa. O temor de que se espalhe não é infundado. Os policiais federais no Distrito Federal entram em greve hoje, com paralisação a partir das 8h. Eles farão um ato em frente à Sede da Polícia Federal. A categoria pede, além dede um plano de carreira de nível superior para escrivães, papiloscopistas e agentes, a saída imediata do diretor-geral, Leandro Daiello. No Porto de Paranaguá, no Paraná, uma fila de 120 navios aguarda para atracar por causa da operação padrão realizada por funcionários da Anvisa. FEDERAIS Professores estudam uma nova proposta» PAULA FILIZOLA e BARBARA NASCIMENTO Após 70 dias de greve nas universidades federais, o Executivo finalmente cedeu às reivindicações dos professores na expectativa de encerrar o quanto antes a paralisação que atinge 57 das 59 instituições, além de 34 dos 38 institutos tecnológicos federais do País. Na nova proposta, apresentada na tarde de ontem em reunião das entidades sindicais com o secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça, o governo sugeriu índices maiores de reajuste para a categoria Com as modificações anunciadas ontem o plano de carreira dos professores terá aumento no reajuste mínimo, passando de 12% para 25%. Enquanto, o máximo para professores com titulação maior e dedicação exclusiva passaria de 45% para 40%, além dos 4% já concedidos em uma medida provisória editada em maio. Na nova proposta do governo, o salário dos professores titulares, com doutorado e dedicação exclusiva, permanece inalterado. Sendo assim, a remuneração saltaria de R$ 11,8 mil para R$ 17,1 mil, conforme prevê proposta do Executivo. Já o salário inicial dos professores com mestrado e dedicação de 40 horas passará de R$ 3.137,18 para R$ 3.799,70. Os novos percentuais apresentados pelo governo federal terão impacto de R$ 4,2 bilhões na folha de pagamento da União ao final de três anos tempo de implementação do plano. Em mais de uma ocasião, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, havia garantido que o governo não tinha margem fiscal para avançar nos índices de reajuste. Para cumprir o acordo, o aumento será concedido em etapas. Em 2013, a primeira parcela de reajuste aos professores será de 40% do valor total estimado. No segundo e no terceiro ano serão repassados mais 30% ao ano para atingir 100%. Atendendo as reivindicações dos professores e reitores, o aumento seria dado já a partir de março de 2013, e não mais no segundo semestre do ano que vem. Além de manter de 17 para 13 níveis de progressão na carreira do professor universitário, o governo também acatou a sugestão de eliminar de sua proposta a limitação de 12 hora/aula e os critérios de avaliação para docentes evoluírem na carreira. Mesmo repaginada, a proposta não agradou representantes do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes- SN) e Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe). Na avaliação da presidente do Andes- SN, Marinalva Oliveira, a proposta continua não contemplando a restruturação efetiva da carreira docente. Ainda assim, ela disse que a proposta do Executivo será levada para votação nas assembleias universitárias durante o resto da semana. A primeira proposta foi rejeitada por unanimidade. O Ministério do Planejamento concedeu prazo até segunda-feira (30) para as entidades sindicais darem uma resposta. "O governo está seguro de que essa é uma boa proposta. Acreditamos que é definitiva e mostra o investimento do governo federal na educação", defendeu. Segundo ele, o prazo para não pode se estender muito para garantir o rápido retorno das atividades universitárias.

9 A-10 País Quarta-feira, 25 de julho de 2012 Jornal do Commercio MENSALÃO Julgamento do STF não influenciará eleições Especialistas apostam que o julgamento terá como maior impacto para o jogo eleitoral o nivelamento por baixo dos partidos envolvidos nas maracutaias» ALESSANDRA MELLO Aguardado com expectativa pelo Partido dos Trabalhadores e mais ainda pelos seus adversários, o julgamento do mensalão pelo Supremo Tribunal Federal (STF) não deve influenciar as eleições deste ano. Pelo menos essa é a análise de cientistas políticos ouvidos pela reportagem. É que, nas disputas municipais, o que mais interessa ao eleitor não são temas nacionais e sim quem tem propostas mais convincentes para melhorar a vida do cidadão. Mesmo assim, os analistas são unânimes em afirmar que independente do desfecho do mensalão para desgosto dos envolvidos já entrou para a história da política brasileira, do Partido dos Trabalhadores e do imaginário da população. Para Malcom Camargos, cientsita político e professor da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC- MG), o maior efeito do mensalão foi "tornar o PT um partido igual aos outros". "Até então, o partido carregava a bandeira da ética e o discurso de que era diferente dos outros no modo de fazer política. Com o mensalão a imagem mudou. Isso é negativo, pois, para a população, do ponto de vista simbólico, fica a impressão de que todas as legendas são iguais nas práticas. O que no fim acaba sendo uma verdade", comenta Camargos. Do ponto de vista eleitoral, para ele, o efeito é pequeno. "Como todos são iguais ninguém pode levantar a bandeira da ética. O eleitor vai escolher aquele que ele acha que pode ajudar a melhorar a sua vida". Política de cooptação Um marco para os juristas» ISABELLA SOUTO Mais que julgar o maior escândalo político da história recente do País o suposto esquema de propina a parlamentares em troca de votos a favor de projetos de interesse do Palácio do Planalto, os 11 ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) terão que se desdobrar para mostrar aos brasileiros, entidades da sociedade civil, juristas e mídia a adoção única e exclusiva de critérios técnicos para absolver ou condenar os 38 réus do processo. A Procuradoria-Geral da República denunciou políticos, empresários e banqueiros, cujas participações no esquema são detalhadas em 50 mil páginas. Juristas admitem uma grande expectativa em relação à decisão da mais alta instância do Judiciário brasileiro, mas divergem sobre a postura que será adotada no plenário. A maior discussão entre eles se dá em relação a uma possível pressão política sobre os ministros: apenas três deles não foram indicados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ou pela presidente Dilma Rousseff (PT) Celso de Melo, Marco Aurélio Mello e Gilmar Mendes. Alguns deles ainda foram advogados de partidos políticos antes de chegar ao Supremo. Para o presidente em exercício da TODOS OS CRIMES DO MENSALÃO Formação de quadrilha Associação de três ou mais pessoas para a realização de crime. Pena de um a três anos de prisão. Lavagem de dinheiro Dissimular ou ocultar a origem, movimentação ou propriedade de bens e valores. Punida com três a 12 anos de prisão e multa. Corrupção passiva Solicitar ou receber, direta ou indiretamente, vantagem indevida ou promessa de tal vantagem. Pena de dois a 12 anos de prisão e multa. Evasão de divisas Transferência de recursos para o exterior sem autorização federal. Pena de dois a seis anos de prisão e multa. Corrupção ativa Oferecer ou prometer vantagem indevida a funcionário público para que ele pratique, omita ou retarde ato funcional. Pena de dois a 12 anos de prisão e multa. Gestão fraudulenta de instituição financeira Atos ilícitos praticados por responsáveis pela gestão empresarial de bancos. Pena de três a 12 anos de prisão e multa. Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Raduan Miguel Filho, não há dúvida de que os ministros vão se apegar a questões técnicas e provas incluídas nos autos e não se intimidarão por pressão de qualquer lado. "Talvez seja difícil para a população entender condenações diferentes que acontecerão no mesmo processo, mas é por causa das peculiaridades de cada caso", avalia. O presidente da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), Cesar Mattar Júnior, ressalta que este será um julgamento emblemático para a sociedade. "Não esperamos que inocentes sejam punidos nem que culpados sejam inocentados, mas que seja Processo muda rotina do Supremo»DIEGO ABREU O processo do mensalão mudou a rotina do Supremo Tribunal Federal (STF) antes mesmo de o julgamento começar. Desde o recebimento da denúncia, em 2007, mais de 600 testemunhas foram ouvidas por juízes designados para tomar depoimentos durante a fase de oitivas. Joaquim Barbosa, o relator do caso, entregou seu relatório no fim do ano passado. O primeiro semestre de 2012 foi de muita pressão interna e externa no Supremo para que o julgamento fosse rapidamente iniciado. Tanto que o presidente da Corte, Carlos Ayres Britto, convocou reuniões administrativas para debater o cronograma do mensalão antes mesmo de o revisor, Ricardo Lewandowski, concluir seu voto. Britto queria julgamentos diários até o fim da análise. Prevaleceu, porém, a sugestão de Joaquim, que preferiu apenas três sessões semanais após a fase de sustentações orais. Em plenário, os ministros dedicaram tempo das sessões promovidas nos últimos semestres para resolver questões de ordem relativas à ação penal nº 470 (o mensalão). Em maio, por exemplo, aumentou de uma para cinco horas o prazo para que o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, sustente as acusações contra os 38 réus. O julgamento paralisará a apreciação das principais ações do tribunal, uma vez que as sessões plenárias serão reservadas exclusivamente para o mensalão. Somente a 1ª e a 2ª Turmas do Supremo funcionarão normalmente, uma vez por semana, para a análise de outros processos. Agora, o julgamento será iniciado com a expectativa de durar mais de um mês. Algumas tentativas de manobra das defesas podem atrasar ainda mais o desfecho de um dos principais julgamentos da história do Supremo. Outro fator que poderá adiar o término da análise é o cálculo da dosimetria da pena em caso de condenações. Entre os sete crimes apontados pela acusação, cinco estarão prescritos caso os ministros apliquem a pena mínima no julgamento. No entanto, se as penas forem maiores, não há qualquer risco de prescreverem. Conforme o Código Penal, o chamado "prazo prescricional" varia de acordo com o tamanho da pena. Às vésperas do julgamento, ainda não se sabe se o processo será apreciado diante de um plenário completo Para o analista político e consultor de comunicação Gaudêncio Torquato, o mensalão representa um modo de fazer política no Brasil. "É um evento que, de certa forma, denota a política do país de cooptação de parlamentares para votar a favor do governo, tendo por trás a distribuição de favores de toda a natureza. Essa compra de apoio é uma das mazelas da nossa cultura que, no caso do mensalão, ganhou uma expressão mais escandalosa porque envolveu figuras de alto coturno do governo federal, como ministros e parlamentares poderosos. Também ganhou destaque por ter no centro dela o Partido dos Trabalhadores, legenda que sempre defendeu junto a sociedade o conceito de ética na política", analisa o consultor político, Gaudêncio Torquato. Torquato não arrisca um prognósticos sobre o resultado do julgamento pelo STF, mas, independente do que acontecer, alguém vai sair insatisfeito. "Condenando ou absolvendo o mensalão ficará gravado na história política como um dos maiores julgamentos do Supremo, seja pelo número volumoso de páginas do processo, um dos maiores da história da corte, seja pelo escândalo provocado pelo caso", garante. Para o sociólogo Marcos Coimbra, o caso é um episódio "traumático" com características que a população avalia como sendo permanentes da nosso cultura política. "Como arrecadação ilegal de recursos e toma lá da cá entre Legislativo e Executivo". Segundo ele, o mensalão é um fato marcante pois expôs a vulnerabilidade do sistema político brasileiro. "Mas não foi o começo nem o fim dessas práticas", sentencia. O negativo, para ele, é a idéia de que sempre existe um ilícito sendo praticado na política. "E com uma certa razão". Apesar desse descrédito, de acordo com Coimbra, o mensalão não tem poder de influenciar no resultado das eleições, como esperam partidos que polarizam com o PT. "Fatores externos à política da cidade influenciam quase nada nessas eleições. Isso faz parte do amadurecimento do eleitorado que diferencia os diferentes assuntos. Ninguém votará em quem acredita ser mau prefeito só porque o partido desse candidato nunca participou de um ato ilícito. Até porque, se for usar esse critério, todos serão excluídos". feita justiça. E prefiro acreditar que os ministros não deixarão esse julgamento comprometer a sua história", argumenta. Baseado nas acusações e provas apresentadas pela PGR, na avaliação dele a maioria dos réus deverá ser condenada a única dúvida é sobre a dosagem e aplicação da pena. Isso porque, em cada caso, deverão ser avaliados o conjunto de crimes, atenuantes e agravantes. Ex-juiz e ex-promotor de Justiça, o jurista e professor de direito penal Luiz Flávio acredita que haverá um forte controle sobre a atuação dos ministros. "É impossível que esse julgamento seja somente técnico. A sociedade já politizou o caso e todo mundo tem uma opinião a respeito. É preciso que eles tenham argumentos razoáveis para evitar a desmoralização e também que se deixem levar pela pressão popular e da mídia", opina. Mauro César Bullara Arjona, professor de direito penal da PUC de São Paulo, não crê em prisão para os condenados. "Nos últimos anos vem-se adotando a corrente de que prisão é para crimes muito graves, como o homicídio, ou com penas muito longas", argumenta. Outro problema em relação ao caso, segundo ele, é o risco de prescrição de alguns crimes em razão do longo tempo de espera para o julgamento. com 11 ministros. A participação do ministro Cezar Peluso ainda não está confirmada. Ele se aposentará compulsoriamente até 3 de setembro, quando completará 70 anos, mas pode pedir para antecipar seu voto, caso o julgamento se estenda até setembro. Ele ainda não sabe se votará. José Antonio Dias Toffoli também não decidiu se julgará o mensalão. Ele foi advogado do PT e assessor da Casa Civil durante a gestão de José Dirceu. A tendência é de que ele esteja sim em plenário no julgamento. Na hipótese de um desses dois ministros não votarem, surgirá o risco de um eventual empate em cinco votos. Nesse cenário, os réus seriam beneficiados, pois em matérias penais prevalece o in dubio pro reo, o que significa que, na dúvida, a decisão é favorável ao réu. Brasília-DF por Luíz Carlos Azedo Efeito retardado O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB), candidato à reeleição, marcha para a vitória no primeiro turno. Tem uma vantagem de 44% sobre o segundo colocado na disputa, o deputado estadual Marcelo Freixo (PSol), com 10%. O surpreendente na campanha eleitoral é o desempenho do deputado Rodrigo Maia (DEM), com 6%, pouco à frente do tucano Otávio Leite, que soma 4% apenas, segundo a pesquisa Datafolha do fim de semana. Há muito não se via tanto favoritismo numa eleição carioca, embora todos saibam que os eleitores da antiga Guanabara gostam de promover surpresas nas eleições. Camaleônico, o ex-tucano Eduardo Paes lidera uma coligação de 20 partidos, tem o apoio do governador Sérgio Cabral (PMDB), que aparece pouco em sua campanha, e da presidente Dilma Rousseff. Conseguiu remover aquele que seria o maior obstáculo na campanha, o deputado federal Alexandre Molon (PT), graças ao apoio do expresidente Luiz Inácio Lula da Silva. Onde está o efeito retardado? Exatamente nesse apoio de Lula ao peemedebista. Ontem, o ex-prefeito Cesar Maia se lamuriava de não ter pedido desculpas ao ex-presidente por causa das cinco vaias sequenciais que ele recebeu no Maracanã lotado, na abertura dos Jogos Pan-Americanos de O ex-ministro do Esporte Orlando Silva atribuiu o episódio ao então prefeito da oposição. A partir daí, Maia caiu em desgraça no Palácio do Planalto e passou a apanhar de Lula, que endossou a baldeação de Paes do PSDB para o PMDB. Agora, o exprefeito chora as pitangas no seu ex-blog. Não decola Teoricamente, a aliança de Cesar Maia com o ex-governador Anthony Garotinho (PR) deveria alavancar a candidatura da chapa formada pelos filhos dos dois caciques. Rodrigo Maia e Clarissa Garotinho (PR), porém, não decolam. O "já ganhou" em torno de Eduardo Paes parece ter abduzido os pastores que supostamente formariam um exército eleitoral contra o atual prefeito. Esquerda Marcelo Freixo, com amplo apoio de artistas e intelectuais de esquerda do Rio de Janeiro, é o opositor mais robusto à reeleição de Eduardo Paes. Porém, sua base de apoio está confinada à classe média do Grajaú ao Leblon. Se romper esses limites em direção aos subúrbios e à Barra da Tijuca, pode ser que cresça no vácuo deixado por Maia e Leite, que já dominaram essas regiões. Divisão O prefeito de Porto Alegre, José Fortunati (PDT), candidato à reeleição, com 38% das intenções de voto contra 30% da deputada federal Manuela D Ávila (PCdoB), fatura a divisão da esquerda na capital gaúcha. Adão Villaverde, candidato petista apoiado pelo governador Tarso Genro (PT), está em terceiro lugar, com 3%. Roberto Robaina (Psol) aparece com 2%. Segundo a pesquisa Datafolha, a disputa deve ir para o segundo turno. Ultimato O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, deu mais 15 dias de prazo para que a solução dos problemas com as operadoras TIM, Claro e Oi esteja encaminhada. Só então a venda das linhas de telefonia celular e de internet será retomada. "Nesse prazo é possível ter um plano e compromissos públicos que sinalizem para a solução do problema", explica. É a crise A arrecadação federal caiu. No mês passado, a União arrecadou R$ 81,107 bilhões, com queda em relação a junho de 2011 de 6,55% Medalhas O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, esbanja otimismo em relação aos Jogos Olímpicos de Londres. Acredita que os atletas brasileiros conquistarão um total de 20 medalhas, entre ouros, pratas e bronzes. A estimativa oficial do Comitê Olímpico Brasileiro é de apenas 15. Matemática Estudantes do ensino médio de sete países participam da 2ª Olimpíada de Matemática da Comunidade dos Países da Língua Portuguesa, que começou ontem no Auditório do Instituto de Matemática da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Celulares Presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara, Eduardo Azeredo (PSDB-MG) mandou mensagem de apoio ao presidente da Anatel, João Resende, pela suspensão da venda de chips da TIM, da OI e da Claro. Resende vai debater o assunto na comissão, na segunda semana de agosto. Ministra A presidenta Dilma Rousseff nomeou a desembargadora Assusete Magalhães para o cargo de ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A decisão fui publicada ontem no Diário Oficial da União.

10 Rio de Janeiro Quarta-feira, Editor // Vinicius Medeiros 25 de julho de 2012 Jornal do Commercio A-11 COM LICENÇA, POR FAVOR Celso Franco Drama shakespeareano para os cariocas Não pretendia me manifestar sobre o polêmico projeto da demolição de parte do elevado que se constitui na Avenida Perimetral, que mereceu o nome de Juscelino Kubitschek. As opiniões são diversas, tanto contra (a maioria), como a favor. A justificativa do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, no seu pleno direito de decidir o que considera ser melhor para cidade, é de que, a obra é feia. Neste ponto está seguindo a frase de Vinicius de Moraes, em um de seus poemas: As feias que me desculpem, mas, beleza é fundamental. Mas, não é bem assim. É preciso que se diga a verdade ao público, sempre tolo, como já dizia Napoleão As multidões são tolas, confessando o verdadeiro motivo. É previsto no projeto Porto Maravilha, que merece os aplausos de todos, no espaço sobre o túnel que irá substituir o trecho demolido, a construção de um conjunto de prédios, de gabarito, se não me engano, de 50 andares, estes sim de conveniência discutível, face ao projeto de urbanização como um todo. É incontestável que a arrecadação da prefeitura irá se beneficiar, e muito, com esta medida mas, por que não dizer a verdade? Seria até bem mais fácil justificar a medida polêmica. Venho tratar deste assunto por que o brilhante engenheiro e administrador público Emilio Ibrahim, que me honra com sua amizade, veio a público defender a obra que construiu, Tratamento paisagístico não resolve por não criar o espaço para as edificações previstas, que se integrariam ao projeto maior, o de revitalização da área do porto. entre tantas outras, quando exercendo a função de Secretário de Obras do Estado da Guanabara. Defende ingenuamente, com eu também, um tratamento paisagístico para a obra. Tratamento paisagístico não resolve por não criar o espaço para as edificações previstas, que se integrariam ao projeto maior, o de revitalização da área do porto. Deveríamos entregar a alguém suficientemente competente, até escolhido por concurso, para criar um conjunto mais agradável, digamos assim, para a imponente Avenida Perimetral, como magnífica obra de engenharia que é. Ficaria linda amenizada com trabalhos de jardinagem, unindo flores e vegetação. Estaríamos copiando o que fez Copenhague, com o seu cais, desde sua construção em Langlínea, criando um parque ajardinado, em toda a sua extensão, adornado com a estátua da sereia de Hans Christian Anderson, num de seus extremos. E, por se citar Copenhague, capital da Dinamarca, vamos recorrer a um personagem do bardo inglês, Willian Shakespeare, quando escreveu Hamlet, um drama com a história de um príncipe dinamarquês, com a sua famosa frase To be or not to be, that is the question.no caso em discussão seria, adaptando a famosa expressão, Demolir ou não demolir, eis a questão. Como esta coluna deve tratar de trânsito, e o tema em questão é a utilidade, beleza ou a feiúra da obra, vou transcrever o que consta do modesto opúsculo sobre a vida pública do engenheiro Emílio Ibrahim, a mim ofertado por ele, quando de sua publicação. Ao tratar da construção da Perimetral, assim se exprime, justificando-a nestes dois aspectos, agora enfocados, no caso trânsito e beleza. A sua construção obedeceu a dois objetivos bem definidos: criar alternativas de tráfego para as vias existentes, já congestionadas e sem condições de serem ampliadas, e, sobretudo, permitir a ligação das Zonas Sul e Norte sem que os veículos passem pelo centro urbano da cidade, o que retrata os mesmos princípios adotados pelas grandes metrópoles do mundo moderno. Quanto à presença da obra em local histórico da cidade, é oportuno citar o depoimento do nosso saudoso arquiteto, urbanista maior, Lúcio Costa: O prolongamento do elevado da Perimetral dará ensejo a que se descortinem as fachadas leste e norte do imponente Mosteiro de São Bento com seu famoso botaréu. Eis, portanto, a questão final, não Shakespeareana, mas carioquíssima: Quem tem razão: Emílio Ibrahim e Lúcio Costa ou Eduardo Paes? ERRATA: no coluna passada, publicada no dia 11 de julho, o Conselho Estadual de Trânsito (Cetran) foi chamado, de forma incorreta, de Centro de Educação Transdisciplinar. LIDE-RIO Vias de BRTs terão manutenção especial Segundo o secretário Carlos Roberto Osório, foi criada uma coordenadoria especial para cuidar destas áreas. Consertos de buracos serão feitos em um dia» FÁBIO TEIXEIRA TECNOLOGIA DA REDAÇÃO No Lide-Rio, Andréia Repsold, Carlos Roberto Osório e Carlos Fernando de Carvalho As faixas exclusivas em que transitam os ônibus do sistema Bus Rapid Transit (BRTs) terão manutenção diferenciada em relação às demais ruas da cidade, afirmou, ontem, durante evento do Grupo de Líderes Empresariais do Rio de Janeiro (Lide-Rio), no Copacabana Palace, o secretário municipal de Conservação e Serviços Públicos, Carlos Roberto Osório. Segundo ele, foram estabelecidas metas de conservação desafiadoras para manter as vias expressas em bom estado, e que estas exigem um modelo específico de supervisão. Criamos na secretaria uma coordenadoria de vias especiais, cujo primeiro trabalho é a Transoeste. Esta via terá um prefeito, um engenheiro da nossa equipe, que será o responsável direto pela conservação, explicou Osório. Ao contrário das ruas normais, em que a meta é consertar um buraco em até sete dias, as vias do BRT Transoestre (já inaugurada), Transcarioca, Transolímpica e Transbrasil terão o problema resolvido em apenas um dia. No caso de iluminação defeituosa, o prazo estabelecido é de 12 horas. Osório afirma que o problema destas vias especiais não é de obras malfeitas, mas sim de desgaste prematuro causado por acidentes. O principal problema são os carros que batem na pilastra, no meio fio. Mesmo com elas em bom estado, é necessário manutenção constante. De acordo com o secretário, seria problemático deixar as pistas do BRT sob o sistema de manutenção comum do município. Além de conservação reforçada para as vias do BRT, o secretário espera poder punir com mais rigor as concessionárias de serviços públicos que destroem o asfalto recémcolocado para fazer consertos em suas respectivas redes. Elas fazem muitos remendos e nossas multas não coçam o bolso delas, disse. De acordo com Osório, são cerca de 3 mil intervenções por mês na cidade e a multa máxima permitida por lei é de R$ 3 mil. Só alcançamos este número em casos excepcionais. Em geral, a multa é de R$ 200. Segundo Osório, a secretaria de Conservação está trabalhando em conjunto com a secretaria de Fazenda e com a procuradoria do município para enviar à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) um projeto de lei estabelecendo punições mais severas. O secretário ressalva, porém, que não se trata de um problema da atual administração das concessionárias. Isso é um problema que se criou nas últimas décadas, quando elas pararam de investir para gerar caixa. Expansão Evento na ACRJ debate atuação de pequenas e médias na internet ACIDENTE» FÁBIO GRELLET Um avião de pequeno porte caiu no mar na praia da Reserva, Zona Oeste do Rio de Janeiro, às 16h10 de ontem. A aeronave transportava três pessoas o piloto e dois passageiros, que foram resgatados sem ferimentos por bombeiros do Grupamento de Operações Aéreas (GOA). Os bombeiros já sobrevoavam a região por conta de outro salvamento e se depararam com o acidente, na altura do As empresas do setor comercial precisam se adaptar às novas plataformas digitais, afirma o consultor e instrutor de Marketing Digital do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Rio de Janeiro (Sebrae/RJ), Rafael Leonardo. Durante evento na Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ), o especialista defendeu a importância das ferramentas da internet para pequenos e médios empresários promoverem seus negócios. Hoje, tanto o pequeno empresário, quanto qualquer empresa, devem ter um site na internet para se comunicar com os consumidores, disse. Para Leonardo, é importante que o empreendedor identifique a plataforma de marketing digital mais indicada para seu negócio. O especialista destacou que, hoje, é possível acessar a internet a partir de diversos aparelhos móveis, dando à rede uma importância maior como ferramenta de interação com clientes. Existem várias ferramentas de marketing digital que a internet nos oferece. Elas podem ser acessadas por meio de um telefone celular, um tablet ou um computador comum. O gerente de Tecnologia de Avaliação de Petróleo da Petrobras e presidente do Conselho Empresarial de Inovação e Tecnologia da ACRJ, Fernando Baratelli Junior, aponta que é fundamental para a pequena empresa do setor de varejo dominar a aplicação de ferramentas de comunicação e de pesquisa para identificar os reais desejos dos clientes e, assim, poder se manter no mercado. A parceria do Sebrae com a ACRJ, operacionalizada pelos Conselhos Empresariais de Inovação Tecnológica e Comércio de Bens e Serviços, é bastante importante, porque busca dar ferramentas de inovação para as pequenas empresas do comércio varejista. Varejo O presidente do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro (CDL-Rio), do Sindicato dos Lojistas do Comércio no município do Rio (Sindilojas) e do Conselho Empresarial de Comércio de Bens e Serviços da ACRJ, Aldo Gonçalves, lembra que a ACRJ tem como missão não apenas representar o comércio, mas também criar condições favoráveis a um ambiente propício aos negócios. O Rio de Janeiro passa por um círculo virtuoso. Temos vários eventos sequenciais que garantem uma prosperidade para os grandes, pequenos e micro negócios aqui em nossa cidade. O que precisamos é preparar o comércio, agregando ferramentas que possibilitem uma maior preparação, disse Gonçalves. Avião de pequeno porte cai no mar Posto 8. O trio foi içado até o helicóptero do GOA e levado até a empresa de engenharia Lasa, dona da aeronave. O avião havia partido do aeroporto de Jacarepaguá, também na Zona Oeste, rumo à Região dos Lagos. FABIO COSTA/JCOM/D. A PRESS A presidente do Lide-Rio, Andréia Repsold, apresentou durante o evento duas divisões da instituição, o Lide Inovação e o Lide Interior. Segundo a executiva, elas ajudarão os empresários cariocas a aproveitar melhor oportunidades específicas nestas duas áreas. O Rio de Janeiro precisa muito disso. Inovação é sempre necessária. Já no interior do estado estão surgindo nove polos de investimento e isso é não se pode perder. Além do secretário e da presidente do Lide-Rio, compuseram a mesa principal do evento o diretor presidente da construtora Carvalho Hosken, Carlos Fernando de Carvalho; a secretária municipal de Educação, Cláudia Costin; o presidente do Grupo Facility, César Franco; o gerente de planejamento e comunicação da Souza Cruz,_Fernando Bomfiglio, que representou o presidente da empresa, Andrea Martini; o vice-presidente da One Health, Mario Sérgio Ribeiro; e a diretora do Projeto Olímpico da Embratel, Roselis Giampietro. TRÂNSITO Japoneses vão ajudar na criação do ITS DA REDAÇÃO Especialistas japoneses do grupo Nippon Koei vão passar quase um ano no Rio de Janeiro para desenvolver diretrizes para o desenvolvimento do Sistema de Transportes Inteligente (ITS, na sigla em inglês), que será capaz de informar à população, em tempo real, a situação da mobilidade no Grande Rio. Trata-se do primeiro plano diretor de tecnologia da informação a ser criado para a área de transportes do Rio e deve ficar pronto até maio de Os engenheiros do grupo japonês estão na Secretaria de Transportes para fazer o trabalho de coleta e armazenamento de dados sobre o trânsito no Grande Rio e nos modais de transporte. O líder da missão japonesa, Hideo Tsuji, disse que o foco inicial é a análise do trânsito e a rede de transporte. Nosso objetivo é conhecer como funciona o sistema de trânsito do Rio e do Brasil, para definir que tipo de arquitetura de sistema seria mais viável, disse Tsuji. O ITS permite alertar motoristas, via GPS, celular ou painéis eletrônicos sobre possíveis áreas de alagamento, colisões, obras, engarrafamentos, entre outros. Todo o projeto é custeado pela Agência de Cooperação Internacional do Japão e desenvolvido em parceria com a União, governo fluminense e a prefeitura.

11 A-12 Rio de Janeiro Quarta-feira, 25 de julho de 2012 Jornal do Commercio AMBIENTE Rotas turísticas de helicópteros serão alteradas DA AGÊNCIA BRASIL O secretário estadual do Ambiente do Rio de Janeiro, Carlos Minc, firmou ontem Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Instituto Chico Mendes (ICMBio) e a empresa de táxi-aéreo Helisul que permite alterações em rotas de voos panorâmicos turísticos pela Zona Sul da capital fluminense. A medida visa a reduzir o impacto sonoro produzido pelas aeronaves que circundam, durante o voo, os principais pontos turísticos da região, como o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar. Com o acordo, três rotas serão extintas e seis, alteradas. Quesitos como altitude, horário e raio de distância entre o helicóptero e o ponto turístico também sofrerão alterações. Com isso, a altitude para o sobrevoo, que antes era 500 pés (151 metros), passa a ser mil pés (302 metros). O sobrevoo, que era feito em horário livre, terá que ser realizado das 9h até o pôr do sol. O raio de visualização do entorno do Cristo Redentor foi ampliado para 600 metros, o que anteriormente era 100 metros. A rota que circunda o Pão de Açúcar foi extinta. De acordo com Minc, a expectativa da secretaria é que essas medidas possam diminuir em 60% o impacto sonoro causado pelos helicópteros. Queremos preservar o turismo, o emprego, mas também os tímpanos das pessoas, a saúde auditiva da população. Minc disse que o acordo também vai se estender para outras empresas de táxis-aéreos. SEGURANÇA DEBATE Autos de resistência caem no primeiro semestre Para candidatos, pesquisa ainda é prematura Houve 214 vítimas, contra 372 em igual período de Os dados representam o menor índice deste indicador, no acumulado de janeiro a junho, desde 2001 DA REDAÇÃO número de autos de resistência mortes em confronto com a polícia teve queda de 42,5% no primeiro semestre de 2012, em relação ao mesmo período do ano passado. No total, foram 214 vítimas este ano, contra 372 em Os números, divulgados pela Secretaria Estadual de Segurança, representam o menor índice deste indicador no acumulado de janeiro a junho desde Houve redução também no índice referente à junho, quando foram registrados 20 vítimas no mesmo mês do ano passado foram 62. Trata-se do menor número para o mês desde o início da série histórica analisada pela secretaria, em O indicador de letalidade violenta, que engloba casos de homicídio doloso, latrocínio, auto de resistência e lesão corporal seguida de morte, voltou a cair. No acumulado do primeiro semestre, foram registrados casos, contra em 2011, redução de 11,4%, menor índice para o período desde No mês de junho desde ano, foram 350 mortes contra 389 em Estamos nos empenhando desde o lançamento do Sistema de Metas para reduzir os índices de criminalidade, principalmente, a letalidade violenta, o que inclui o auto de resistência. Essa é uma mudança de perfil da polícia que, atualmente, privilegia a prevenção em vez do combate, afirmou o superintendente de Projetos Estratégi- O Maior efetivo policial Bope vai reforçar segurança no Alemão» MARCELO GOMES O Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar (PM) vai reforçar por tempo indeterminado o policiamento no Complexo do Alemão, Zona Norte do Rio de Janeiro, onde, na noite de segunda-feira, traficantes mataram a soldado Fabiana Aparecida de Souza, de 30 anos, a cerca de 200 metros da sede da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Nova Brasília. Ontem, dezenas de homens do Bope e do Batalhão de Choque percorreram as vielas à procura dos criminosos. Até o fim da tarde, três suspeitos foram detidos. Os bandidos também metralharam a nova sede da UPP, inaugurada em 9 de julho, mesmo dia em que o Exército saiu dos complexos da Penha e do Alemão. Pelo menos 12 tiros atingiram o prédio. Uma viatura também teve vidros estilhaçados. Testemunhas disseram que os dois ataques ocorreram simultaneamente, por volta das 21 horas, e tiveram cos da Secretaria de Segurança, coronel Alexandre de Souza. Queda nos roubos Já o indicador de roubo de rua teve queda de 11,5% nos primeiros seis meses de 2012, quando comparado com o mesmo período de Ao todo, foram registros este ano, contra em Todos os indicadores que compõem roubo de rua apresentaram queda, como roubo a transeunte (-8,9%), roubo de aparelho celular (-23,1%) a participação de 12 criminosos. "Estatisticamente temos pouquíssimas ações de uso de fuzil em UPPs contra os policiais. Neste momento,o colete era o adequado para este tipo de serviço, disse o coronel Rogério Seabra, do Comando de Polícia Pacificadora (CPP). Enquanto o Exército atuou nos complexos, 800 homens faziam o policiamento da região por turno, segundo o Comando Militar do Leste. Com a PM, o efetivo total aumentou, mas a quantidade de homens por turno caiu pela metade, segundo o CPP. Questionado se o número de policiais por turno seria aumentado, Seabra irritou-se: "O efetivo da polícia é muito maior que o do Exército.Você talvez não esteja amparado com os dados específicos. A nossa ação em UPPs é muito maior do que na cidade como um todo. A relação de policiais por habitante é maior". Em nota, o governador Sérgio Cabral, que está em Londres, declarou que "a política de pacificação,representada pela UPP,não tem volta, e será cada vez mais consolidada a ampliada". e roubo em coletivo (-23%). O roubo de veículo, que vinha apresentando aumentos mensais desde o ano passado, registrou a segunda queda em relação aos meses anteriores, pulando de em abril para em maio, e chegando a ocorrências em junho. No entanto, o indicador continua alto em relação ao ano passado. De janeiro a junho, foram registradas ocorrências, alta de 27,4% em relação aos no mesmo período de Os batalhões da Polícia Militar das Áreas de Segurança Pública (Aisp) que registraram maiores números de roubo de veículos estão entre os principais contemplados com o aumento de efetivo proporcionado pelo uso do Regime Adicional de Serviço (RAS). Neste mês, PMs passaram a reforçar o policiamento diário das ruas, trabalhando nos períodos de folga. Esse reforço poderá contribuir para uma redução nos roubos de veículos nas áreas desses batalhões.» CONSTANÇA REZENDE Para os candidatos a prefeitura do Rio de Janeiro, que participaram ontem do debate promovido pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alta Reciclabilidade (Abralatas), os resultados da primeira pesquisa de intenção de voto do Instituto Datafolha, divulgados no último final de semana, refletem o desconhecimento de suas campanhas por parte da população. Na pesquisa, que ouviu 927 eleitores, o prefeito Eduardo Paes (PMDB), candidato à reeleição, lidera a disputa, com 54% das intenções de voto. Marcelo Freixo (PSOL), que tem 10% e aparece tecnicamente empatado com Rodrigo Maia (DEM), citado por 6%, disse que, apesar de considerar seu resultado positivo, vê uma possibilidade de crescimento com a intensificação de sua campanha. No entanto, para isso, segundo Freixo, é preciso que mais pessoas tenham conhecimento de sua candidatura. Dizem que meus eleitores estão entre as pessoas de alto poder aquisitivo, mas atribuo isso a maior acesso à informação, disse Freixo, que espera mais aproximação dos evangélicos. Maia, que criticou a desigualdade das campanhas e a metodologia da pesquisa, disse que a falta de divulgação dos candidatos, gerou uma distorção brutal nos resultados. Otavio Leite (PSDB), que possui 4% das menções, também considerou o resultado prematuro. Muitas pessoas ainda não sabem que sou candidato, disse. Aspásia Camargo (PV ), que atingiu 1% das intenções de voto, igual a Antonio Carlos (PCO), Cyro Garcia (PSTU) e Fernando Siqueira (PPL), afirmou que o número de pessoas ouvidas pela pesquisa é pequeno e incapaz de demonstrar a complexidade da cidade. Siqueira acusou a mídia de excluí-lo dos debates na televisão, porque seu partido não possui representes na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. Cyro Garcia disse que o percentual alcançado por ele, para início de campanha, mostra que tem chances de crescer. Os candidatos também apresentaram suas propostas para o tratamento de resíduos sólidos. Aspásia defendeu a retirada de impostos da cadeia produtiva de materiais reciclados. Para ela, apesar de serem acusados de vender por preços mais caros, no final, o custo pela eliminação de lixo sai mais barato para a população. Garcia, por sua vez, criticou o sistema atual de estímulo do consumo, que gera mais lixo, e disse que criaria uma empresa municipal de coleta de resíduos sólidos, assim como Siqueira. Maia disse que é preciso mudar a ideia de que lixo é despesa. Devemos olhar a reciclagem como um investimento, afirmou. Leite afirmou que realizaria parcerias com cooperativas de catadores de resíduos e viabilizaria galpões que não são utilizados para a atividade de reciclagem. Já defendeu a redução da burocracia para a abertura das cooperativas e prometeu assistência social e direitos trabalhistas aos catadores. TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL/RJ AVISO DE LICITAÇÃO Pregão Presencial por SRP nº 14/2012 Data: 06/08/2012 às 13:00 horas. Endereço: Av. Presidente Wilson, nº 194, Térreo - Centro - Rio de Janeiro - RJ Objeto: Aquisição de bancadas para reparo e inseminação de urnas eletrônicas. Valor do edital: R$ 7,95 Edital disponível no sítio

12 São Paulo Quarta-feira, 25 de julho de 2012 Jornal do Commercio A-13 Cláudio Humberto Com Teresa Barros e Tiago de Vasconcelos Governo só pagou 13% da verba contra desastres O governo federal liberou por meio de Medidas Provisórias mais de R$ 1,7 bilhão em créditos extraordinários para combater seca e enchentes, mas até agora só pagou R$ 235,8 milhões, o que corresponde a 13% do valor total. Segundo levantamento feito pela liderança do PSDB na Câmara, o valor empenhado também é mínimo: R$ 402,8 milhões. O restante fica à disposição do governo para gastar como bem entender. Pra inglês ver Aprovada no último dia 10, a MP 566 garante R$ 281 mil a agricultores que perderam na safra com a seca. O valor sequer foi empenhado. Não sai do papel A mesma medida liberou R$ 424,6 mil para atendimento a vítimas da seca. Nem um quarto da verba foi liberado: até agora, só R$ 94,9 mil. PODER SEM PUDOR ELEIÇOES 2012 Russomanno nega pacto com Serra e ataca PT Candidatos admitiram que em conversa ocorrida na sexta-feira ficou acertada a disposição de que não haverá agressão recíproca entre ambos» BRUNO BOGHOSSIAN, JULIA DUAILIBI e RICARDO CHAPOLA DA AGENCIA ESTADO Os candidatos a prefeito de São Paulo Celso Russomanno (PRB) e José Serra (PSDB) confirmaram nesta terça o encontro entre o tucano e o coordenador da campanha do ex-deputado, Marcos Pereira. Embora não tenham usado a expressão pacto, ambos admitiram que a conversa ocorrida na sexta-feira, revelada nesta terça pelo jornal O Estado de S. Paulo, demonstra a disposição de que não haverá agressão recíproca entre eles. Nesta terça, o candidato do PRB elevou o tom das críticas ao adversário do PT, o ex-ministro Fernando Haddad. Serra e Russomanno têm despontado nas duas primeiras posições das pesquisas de intenção de voto realizadas desde que o ex-governador tucano resolveu disputar a Prefeitura pela quarta vez em sua carreira política. No último levantamento Datafolha, divulgado no sábado, os dois apareceram em empate técnico: Serra obteve 30% e Russomanno, 26% (a margem de erro é de três pontos porcentuais). Russomanno admitiu na manhã de terça que o coordenador de sua campanha esteve com Serra na casa do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD), mas negou um acordo de cavalheiros com o tucano. Houve esse encontro de fato, mas não existe um pacto entre nós. Não existe pacto nenhum, afirmou, durante uma feira livre em Cangaíba, na Zona Leste. Segundo o ex-deputado, Serra teria perguntado se o candidato do PRB poderia apoiá-lo num eventual segundo turno, se não conseguir se manter na vice-liderança da corrida eleitoral - o tucano negou o pedido e disse que isso seria até deselegante. O ex-deputado tem dito em público que pretende fazer uma campanha propositiva, sem ataques aos adversários. No entanto, nesta terça à tarde, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Russomanno elevou o tom de suas declarações. E o alvo escolhido foi o candidato do PT e os projetos da gestão Haddad no Ministério da Educação (MEC), como o Enem e o kit anti-homofobia. Eu sou contra a forma como ele foi feito, disse Russomanno, em relação ao projeto para combater a homofobia nas escolas que, após pressão de setores religiosos, foi abortado pelo MEC. Não é dessa forma que você vai construir a sexualidade das pessoas. Deveria haver uma aula nas escolas sobre a sexualidade das pessoas, para haver prevenção. Ao falar sobre o Enem e qualidade do ensino, Russomanno defendeu que as escolas municipais tenham período integral, mas a adoção dessa política não pode ser feita da noite para o dia. Seria uma loucura. Os professores não estão preparados e nós não temos estrutura para isso. O Haddad, especialista em educação, foi falar isso para os professores e foi vaiado. Ao participar nesta terça de uma caminhada em Parelheiros, reduto petista no extremo Sul de São Paulo, Serra confirmou o encontro com Pereira em uma reunião de cortesia. Não se falou sobre um pacto de não agressão. Naturalmente, está implícito: se você conversa com alguém, não há disposição de agressões recíprocas, explicou o tucano. Apesar de seus aliados admitirem em conversas reservadas que preferem enfrentar Russomanno no segundo turno - e não Haddad -, Serra desconversou. "Eu não vou dizer com quem eu me sentiria mais ou menos confortável (no segundo turno). Eu vou me sentir confortável se ganhar a eleição, afirmou. Serra não precisa de muletas Cobras à espreita Jânio Quadros nunca teve muito apreço por jornalistas. Considerava-os como serpentes. No final dos anos 80, prefeito paulistano, ele foi à casa do deputado estadual Fauze Carlos (PTB) para se encontrar com o presidente nacional do partido, Paiva Muniz. Deparou-se com dois jornalistas, que, claro, logo pediram uma conversa rápida. - Ah, são só dois?... Os repórteres se animaram, mas só até ele completar, às gargalhadas: -...e não dá para um comer o outro, e ficar um só? Pura enganação A MP 569, que garante R$ 688 mil a emergências, só teve R$ 140 mil pagos.já os R$381 mil liberados pela MP 572 nem foram empenhados. Povo é que sofre Também não foi empenhado um centavo dos R$ 238 mil para manter a Educação Infantil em municípios atingidos pela seca. Nariz empinado A chefe de gabinete do chanceler Patriota arranja inimigos por onde passa: Fátima Ishitani escolhe quem receber. E são raríssimos. Capítulo aéreo O Ministério da Justiça instaurou processos contra a TAM e a Gol, para apurar possíveis irregularidades na venda de passagens. A Gol se manifestará nos autos do processo. A TAM, só quando notificada. Contradição Para o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) um agente da Polícia Federal dizer que o procurador Demóstenes Torres não tinha relações com o jogo contradiz todo o processo investigado na CPMI. Caça-fantasmas O Ministério Público Federal abriu inquérito para investigar denúncia de batalhão de fantasmas no Dnocs, de obras contra as secas. Eles, que têm água, só apareceriam para assinar o ponto e receber o salário. Refresco nos outros O Chile, do presidente de direita Sebastián Piñeira, cobrou mais informações de Cuba sobre a morte do dissidente Oswaldo Payá, num acidente de carro. Lá, igual ao Brasil, também teve ditadura. Neste momento o STF passa a ser julgado pela opinião pública Ministra Eliana Calmon, do CNJ, sobre as expectativas para o julgamento do mensalão» GUILHERME WALTENBERG DA AGENCIA ESTADO O coordenador de mobilização da campanha de José Serra (PSDB) à Prefeitura de São Paulo, deputado Walter Feldman, garantiu nesta terça-feira, que o tucano não precisa de muletas nessas eleições, numa referência à participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na campanha do seu afilhado político, o petista Fernando Haddad. Para Feldman, Serra é uma personalidade em si. É o candidato que nós apresentaremos e não precisará de nenhum tipo de apoio ou muleta para se colocar perante o eleitorado, argumentou o tucano. Na entrevista, Feldman ressaltou a experiência de Serra como administrador público como uma das principais qualidades do tucano para gerir uma metrópole da dimensão de São Paulo. Questionado sobre qual será a novidade que Serra trará ao eleitorado em uma campanha na qual vários candidatos se apoiam no mote do novo e pregam mudanças, o deputado recorreu ao ex-presidente Fernando Collor de Mello e ao ex-prefeito da Capital paulista Celso Pitta para dizer que o novo também pode ser um desastre. São figuras que apareceram como sendo da renovação e na verdade tinham práticas muito mais antigas e velhas do que aqueles que já tinham uma experiência acumulada. É uma mistificação de que o novo pode Haddad: Pacto de não agressão é com todos»bruno LUPION DA AGENCIA ESTADO O candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, afirmou nesta terça que tem um pacto de não agressão com todos os outros candidatos. A declaração foi uma resposta à reunião ocorrida entre o candidato tucano, José Serra, com o coordenador da campanha do candidato do PRB. Celso Russomanno, ocorrida na sexta-feira. Serra esteve com Marcos Pereira, que, além de coordenador de campanha, é presidente nacional do partido de Russomano. Eles discutiram o cenário eleitoral e combinaram que não haveria agressões entre as duas candidaturas no primeiro turno da sucessão paulistana. Haddad descartou a possibilidade de mudanças de rumo da campanha em função do resultado da última pesquisa Datafolha, divulgada no sábado. O levantamento registrou estagnação do petista nos 7% de intenção de voto. Na sua análise, a população só entrará em contato com as propostas e os currículos dos candidatos após o início da cobertura televisiva das eleições e do horário eleitoral O eleitor já conhece os problemas da cidade e fez o seu balanço. Vamos entrar agora na fase propositiva. Fernando Haddad Candidato do PT à Prefeitura de São Paulo gratuito - o primeiro debate na TV ocorre na próxima semana, pela Rede Bandeirantes, e o horário eleitoral começa daqui a um mês. O eleitor já conhece os problemas da cidade e fez o seu balanço. Vamos entrar agora na fase propositiva. Haddad fez nesta terça uma caminhada pela região do Hospital das Clínicas, Zona Oeste da capital, acompanhado da sua candidata a vice, Nádia Campeão (PC do B), e do vereador Jamil Murad (PC do B), e criticou a administração Kassab em relação à saúde pública. A saúde era a principal bandeira dessa gestão e se tornou o pior legado. ser melhor. O novo, às vezes, pode ser passado, pode ser um equívoco. E emendou: O Serra é incomparável do ponto de vista da experiência acumulada e da contribuição que já deu ao Brasil, ao Estado e à cidade de São Paulo. Indagado se a rejeição de Serra, da ordem de 37% apontada na última pesquisa Datafolha, preocupa a campanha, o coordenador de mobilização defendeu que essa rejeição é temporária e atribuiu a sua dimensão às críticas dos adversários. Os adversários têm usado muito essa ideia de (Serra) ter sido prefeito e ter saído (para concorrer ao governo do Estado em 2006). Nós estamos convencidos de que isso foi muito bom pra São Paulo. O Serra governador foi de longe o governador que mais investiu na cidade (de São Paulo). O Serra foi na verdade prefeito e governador junto, argumentou. Apesar de centrar suas críticas no candidato petista, Fernando Haddad, e no PT, Feldman afirmou que ainda é cedo para dizer que existe uma polarização entre PSDB e PT neste pleito. É muito cedo, os candidatos estão se colocando, estamos trabalhando para levar o Serra ao segundo turno, comentou. O trabalho da campanha do PSDB, segundo Feldman, é de garantir a ida de Serra ao segundo turno e quem sabe surpreender no primeiro. Quem vai ser o adversário, vamos deixar o eleitor decidir, afirmou. ERB-Energias Renováveis do Brasil S.A. CNPJ/MF nº / NIRE: Edital de Convocação de Assembléia Geral Ordinária - Ficam convocados os Srs. Acionistas da ERB - Energias Renováveis do Brasil S.A. na forma prevista no art. 124 da Lei 6.404/76 e no art. 10, 2º, do Estatuto Social, para comparecerem na AGO que será realizada na data de 25/07/2012, as 11h30, na sede social da Cia., situada na Av. Sto. Amaro, 48, conjs. 31 e 32, bairro Vila Nova Conceição, SP/SP, a fim de deliberarem sobre a seguinte ordem do dia: I. Examinar, discutir e votar as demonstrações financeiras referentes ao exercício social encerrado em ; II. Deliberar sobre a destinação do resultado apurado no exercício encerrado em ; III. Deliberar sobre a reeleição dos membros do Cons. de Administração e seus respectivos Suplentes. SP, 25/07/2012. Carlos Augusto Oliveira Gamboa - Presidente do Conselho de Administração. (23, 24 e 25/07/2012) HAUSCENTER S.A. Cia. Aberta - CNPJ/MF / NIRE ATA DA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DATA, HORA E LOCAL: No dia 06 de agosto de 2004, às 10:00 horas, na à Av. das Nações Unidas nº 12551, 1º andar, na cidade de São Paulo/ SP. MESA DIRIGENTE: Gilberto Bousquet Bomeny, Presidente e Adria na Bomeny Freire, Secretária. PRESENÇAS: A totalidade dos membros do Conselho de Administração. DELIBERAÇÕES TOMADAS: 1) Em conformidade com a Instrução CVM 308 de 14/05/1999 e em observância às disposições estatutárias, os Senhores Conselheiros aprovaram por unanimidade a mudança dos Auditores Independentes da Compa nhia. Para o exercício das funções foi contratada a Empresa TUFANI, REIS & SOARES AUDITORES INDEPENDENTES, com sede na cidade de São Paulo/SP, à Av. Brigadeiro Luís Antônio, 2482, 5º andar, CNPJ / e Registro CVM nº ) Deliberado, em de corrência de instrumento firmado, que os serviços contemplarão também a auditoria das Demonstrações Contábeis iniciadas em 01/04/04 e encerradas em 30/06/04. ENCERRAMENTO: Nada mais havendo a presente ata foi lida, aprovada e assinada pelos presentes. São Paulo, 06 de agosto de (aa) Gilberto Bousquet Bomeny, Presidente; Adriana Bomeny Freire, Secretária; Gilberto Bousquet Bomeny; Adriana Bomeny Freire; e Bruno de Mello Bomeny - Conselheiros. ARQUIVAMENTO: JUCESP n /04-0 em 15/09/04. Pedro Ivo Biancardi Barboza - Secretário Geral. HAUSCENTER S.A. Cia. Aberta - CNPJ/MF / NIRE ATA DA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DATA, HORA E LOCAL: No dia 10 de maio de 2011, às 15:00 horas, na sede social à Rua Luigi Galvani nº 42, 13º andar, Cj. 131, na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo. MESA DIRIGENTE: Gilberto Bousquet Bomeny Presidente; e Adriana Bomeny Freire, Secretária. PRESENÇAS: A totalidade dos membros do Conselho de Administração. DE LIBERAÇÕES TOMADAS: 1) Em virtude da fusão da empresa de auditoria que auditava a Hauscenter, os membros do Conselho de Adminis tração, por unanimidade, aprovaram e ratificaram o nome da empresa BDO RCS Auditores Independentes S.S., CNPJ / , Registro CVM , Registro CRC - 2SP013846/O-1, Responsável - Francisco de Paula dos Reis Junior - CPF , Registro CRC 1SP139268/O-6, com endereço à Rua Com. Miguel Calfat, 109, 1º andar, São Paulo/SP, CEP ) Ficou acertado ainda que: a) Os serviços levaram-se em conta o exercício social iniciado em 01/01/11 e, consequentemente o ITR - Informações Trimestrais da CVM, relativas ao Primeiro Trimestre de 2011; b) Não houve alteração do auditor responsável pelos serviços. ENCERRAMENTO: Nada mais havendo a presente ata foi lida, aprovada e assinada pelos presentes. São Paulo, 10 de Maio de (aa) Gilberto Bousquet Bomeny, Presidente; Adriana Bo meny Freire, Secretária; Gilberto Bousquet Bomeny; Adriana Bomeny Freire; e Bruno de Mello Bomeny - Conselheiros. ARQUIVAMENTO: JUCESP nº /11-9. Kátia Regina B. de Godoy - Secretária Geral. HAUSCENTER S.A. Cia. Aberta - CNPJ/MF / NIRE ATA DA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DATA, HORÁRIO E LOCAL: No dia 28 de abril de 2006, às 11:00 horas, na Rua Luigi Galvani nº 42, 13º andar, Cj. 131, na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo. MESA DIRIGENTE: Gilberto Bousquet Bomeny, Presidente; e Adriana Bomeny Freire, Secretária. PRESENÇAS: Pre sentes a totalidade dos membros do Conselho de Administração. DELI BERAÇÕES TOMADAS: 1)Aprovada a eleição dos membros da Direto ria para o triênio 2006/2008, com termo final coincidindo com a Assem bleia Geral Ordinária a ser realizada em 2009, ficando a mesma assim composta: Diretora: Adriana Bomeny Freire, brasileira, casada, empresária, residente e domiciliada na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, com endereço comercial Rua Luigi Galvani nº 42, 13º andar, CPF nº e RG nº /SSP-SP; e Diretor: Roberto Moreira Porto, brasileiro, casado, administrador de empresas, residente e domiciliado na cidade de Santana de Parnaíba, Estado de São Paulo, à Alameda Maringá nº 271, Alphaville 12, CPF nº e RG nº /SSP-SP, que exercerá cumulativamente, o cargo de Dire tor de Relações com Investidores. Deliberado ainda que permanecerão vagos para serem preenchidos oportunamente 3 (três) cargos da Di retoria. 2) Os Diretores eleitos aceitaram o cargo e ato contínuo tomaram posse assinando o competente termo, declarando ainda para todos fins e efeitos legais que não estão incursos em nenhum dos crimes previstos em lei que os impeçam de exercer atividades mercantis, nos termos do Parágrafo 4º do Artigo 147 da Lei 6404/76 e da Instrução CVM nº 367/ 02. ENCERRAMENTO: Nada mais havendo a tratar a presente ata foi lida e aprovada pelos presentes. São Paulo, 28 de Abril de (aa) Gil berto Bousquet Bomeny, Presidente; Adriana Bomeny Freire, Secretária; Gilberto Bousquet Bomeny; Adriana Bomeny Freire; e Bruno de Mello Bomeny - Conselheiros. ARQUIVAMENTO: JUCESP nº /06-4 em 02/06/06. Cristiane da Silva F. Corrêa - Secretária Geral.

13 Opinião A-14 Jornal do Commercio Quarta-feira, 25 de julho de 2012 Editor // Luís Edmundo Araújo Son Salvador FUNDADO POR PIERRE PLANCHER EM 1 0 DE OUTUBRO DE 1827 FUNDADOR DOS DIÁRIOS ASSOCIADOS: ASSIS CHATEAUBRIAND GRÁFICA EDITORA JORNAL DO COMÉRCIO MAURICIO DINEPI Diretor-Presidente ALFREDO RAYMUNDO FILHO Vice-Presidente Executivo SOLON DE LUCENA Vice-Presidente Institucional EDITORIAL Caminhos da recuperação Antecipando informações sobre dados de crédito, a serem divulgados nesta quinta-feira, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, em discurso ao ensejo da apresentação de cédulas da nova família do real, manifestou confiança nas perspectivas da economia brasileira, citando até números do mercado para mostrar que analistas também esperam que o País ganhará velocidade nos próximos trimestres, ainda que admitisse que o ritmo pleno só será alcançado no ano que vem, estimando igualmente, como o fez, que após atingir o ritmo anual de 4% no final deste ano, a economia deva atingir a velocidade de expansão de 4,5% ao longo do primeiro semestre de Para ele, o objetivo governamental de levar os brasileiros a reorganizarem as contas, inclusive para gastar mais, começa a funcionar: As taxas de juros aos tomadores finais e os spreads bancários também estão em queda, o que representa melhores condições de financiamento e refinanciamento para famílias e empresas. Por outro lado, e a seu ver, esse movimento, combinado à queda da inflação, que contribui para elevar o ganho real dos salários, permite uma reorganização dos balanços das famílias e, com isso, já há sinais de redução da inadimplência. O presidente do BC espera, ademais, uma expansão moderada do crédito no ano, assinalando ainda que a melhora no orçamento das famílias venha a abrir espaço para mais contratações de empréstimos e se apresenta como mais um fator de sustentação do consumo. Além de manifestar-se confiante no crescimento, o presidente do BC mostra tranquilidade com os preços, comentando, a propósito, em entrevista a correspondentes estrangeiros nesta segunda-feira, que a convergência da inflação para a meta de 4,5% ainda é possível em 2012, acrescentando que a projeção oficial para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2013, de 5%, não restringe a política monetária, o que é interpretado pelo mercado como um sinal de que o juro básico da economia (Selic) continuará em queda em agosto. Apesar, entretanto, da visão otimista aí exposta, não há como deixar de registrar que a própria pesquisa Focus, divulgada na segundafeira pelo Banco Central, reflete, por exemplo, que a previsão de analistas para o desempenho da indústria, em 2012, piorou pela oitava semana seguida e passou de 0,09% para queda da produção de 0,04%. Acresce que, para o conjunto da economia, analistas estimam expansão do Produto Interno Bruto (PIB) de 1,9% no ano, abaixo dos 2,5% esperados pelo BC e dos 3% pela Fazenda. Outro indicador que não pode ser subestimado é o do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, mostrando, como mostrou, que em junho foram criados, no País, novos postos de trabalho, um resultado 44% inferior ao registrado em junho do ano passado ( empregos). Na indústria de transformação, o ritmo de criação de empregos caiu 48,7%, entre o primeiro semestre de 2011 e o de 2012, vindo em seguida a agricultura (contratações 42,5% menores), a extração mineral (19,75%) e o setor de serviços (17,74%). Diante de tal cenário lembra, porém, o economista Carlos Thadeu de Freitas, da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), ser importante entendermos que o Brasil caminha para uma reestruturação no segundo semestre, quando a queda de juros e outros incentivos do governo (como a redução do IPI) devem fazer efeito. Ìmporta, por isso mesmo, em meio a fatores conjunturais adversos, interligados em boa parte às turbulências da economia internacional, não perdermos de vista, como assinalou o presidente do BC, dados positivos que sinalizam, em grau maior ou menor,a desejada retomada do ritmo de desenvolvimento nacional. Impõe-se prevenir para não remediar O Brasil começou alguns processos de privatização antes de criar as agências reguladoras. Sem controle, com enorme mercado a explorar, as empresas traçaram as próprias regras, sempre generosas com o capital em detrimento do consumidor. O advento das agências não significou alívio para os clientes. Ao contrário. Apesar dos gritos e esperneios, os novos órgãos ignoraram a razão por que foram criados. Mantiveram-se surdos e cegos diante dos justos protestos dos usuários. Não é sem razão que telefônicas, planos de saúde, companhias aéreas e bancos se revezam na disputa pelo primeiro lugar no ranking dos campeões de reclamações. Mês após mês, ano após ano, os Procons divulgam o balanço dos maus-tratos impostos aos usuários. Nas telecomunicações, o telefones se calam e a internet se desconecta. Na saúde, faltam médicos, faltam leitos, faltam UTIs. No setor financeiro, juros e tarifas explodem. Na aviação, as companhias aéreas abusam do overbooking, cancelam e atrasam voos com regularidade assustadora sem dar satisfação aos passageiros. Os aeroportos se assemelham a rodoviárias de cidades populosas cujos prefeitos desistiram de olhar para o cidadão. Não há assentos suficientes, nem banheiros, nem lanchonetes, nem esteiras, nem fingers. As filas assustam e as informações tardam. Quando vêm, não primam pela correção. Em suma: é o retrato do Brasil imprevidente. O Brasil que dormiu em berço esplêndido e, dormindo, não viu o tempo passar nem as mudanças na sociedade. A população urbana cresceu e, com ela, a renda. A demanda acompanhou o ritmo ascendente, mas a oferta se manteve. Surpreende que, apesar da grita popular, só agora os responsáveis decidiram agir. Leitores GREVES Constituição paternalista A Constituição de 1988, chamada de Constituição Cidadã pelo deputado Ulysses Guimarães, deveria chamar-se, a meu ver, Constituição Paternalista, tendo em vista que é pródiga em dar direitos aos cidadãos, sem a contrapartida dos deveres a serem respeitados. O direito à greve por exemplo, deveria existir somente para os trabalhadores regidos pela CLT, que põem em risco os empregos ao pararem de trabalhar; não aos funcionários públicos, que, além de serem estáveis, têm direito à aposentadoria integral. Se não estão satisfeitos com os salários que recebem, deveriam ir à luta, trabalhando na iniciativa privada e reclamando com os patrões, porém, dentro do regime celetista, sem as garantias que o emprego público garante. A greve feita por trabalhador privado, em princípio, atinge tão somente o proprietário da empresa, ao passo que a greve no serviço público prejudica a população em geral, como essa efetuada pelas universidades, que já dura mais de dois meses. PAULO MORAES RIO DE JANEIRO - RJ HÁ 150 ANOS FAMILIAR A primeira reunião familiar da atual diretoria do Congresso Almeida Garret, nos salões da Phil Euterpe, nesta corte do Rio de Janeiro, terá lugar no próximo dia 2 de agosto. As propostas para convites de famílias deverão ser dirigidas ao abaixo assinado, na sala de ensaios, até o dia 29 do corrente mês. Os Srs. sócios queiram procurar seus cartões em mão do Sr. tesoureiro. O primeiro secretário, Teixeira. TRANSFERÊNCIA O Sr. administrador do Correio da Corte manda tornar público que a saída do paquete francês Saintonge fica transferida para o dia 26 do corrente mês. A correspondência para o Rio da Prata e Mato Grosso será recebida até às 6h30 da manhã do dia da partida da referida embarcação. Que todos fiquem cientes. Correio da Corte, 24 de julho de J. F. Chrysostomo de Mello. MADEIRAS A. de Moraes Silva participa a todos que fará leilão de várias madeiras que compõem o Circo Aerostático situado à Rua Nova do Conde, número 83, nesta corte do Rio de Janeiro. O leilão será hoje, dia 25, às 10 horas em ponto, no mesmo endereço acima e pede-se que os interessados em participar cheguem antes do início da venda, para que não atrapalhem as ações. HÁ 100 ANOS Memória HOTÉIS NO RIO Preços mais do que exorbitantes No período da Rio+20 falou-se muito no preço altíssimo cobrado pelos hotéis da cidade, delegações cancelaram a vinda para a conferência porque teriam que arcar com custos muito elevados para os integrantes do evento. O governo chamou, inclusive, associações que representam o setor para o diálogo a fim de que abaixassem os preços. Passada a conferência, o que se vê são os mesmos preços altos que afugentaram delegações, além de turistas, sendo cobrados. No Hotel Royal, de Copacabana, por exemplo, uma diária em quarto para casal está a "bagatela" de R$ 1,1 mil, quando o hóspede chega toma logo um susto! O recepcionista então aplica um "desconto" e o valor cai para R$ 550, o que, a meu ver, continua altíssimo! No ano passado, em visita de negócios ao Rio, paguei R$ 280 pelo mesmo serviço. É desta forma que o Rio pretende receber os turistas e delegações que irão à cidade na Olimpíada e na Copa? Se nem em baixa temporada os preços estão normais, imaginem neste período! MARCIA DOS SANTOS SÃO PAULO - SP SEGURANÇA Descaso de policiais é inquestionável O descaso dos policiais militares com a segurança do cidadão brasiliense é inquestionável. A Operação Tartaruga deflagrada pela categoria é algo absurdo. Os policiais militares e civis do DF são os mais bem remunerados do país. Os balanços da Secretaria de Segurança indicam que a criminalidade avança de forma desmedida no Distrito Federal. São horrorosos os números sobre violência sexual contra crianças e adolescentes, sequestro relâmpago, tentativas de homicídio e latrocínio. Roubos e furtos engrossam a lista. Embora os policiais militares e civis sejam os mais bem remunerados do país, a sensação de insegurança existente permite supor que os contingentes, há muito, atuam no mesmo compasso do quelônio aquático. A alegação de que o governo atual não cumpriu as promessas de campanha não justifica mais uma operação que vitima a sociedade. A legislação é farta de mecanismos que podem colocar o chefe do Executivo contra a parede. Não é correto fazer da população munição para atingir o mandatário do DF. JOAQUIM GOMES SILVEIRA BRASÍLIA - DF CURSO DE ALEMÃO Está definitivamente confirmada a ida a Berlim, na próxima primavera, do Rei George V e da Rainha Mary, da Inglaterra, para passar uma temporada com o imperador alemão. Outro fato confirmado é a disposição do Príncipe de Gales de frequentar, já em 1913, um curso de alemão em Londres. Com tais notícias, acredita-se que as relações entre as duas nações estão muito amenas. REGATAS O Rei D. Affonso, da Espanha, seguiu para Santander a bordo do iate Giralda, onde chegou ás 15 horas de ontem. O monarca interessou-se logo em prestigiar as regatas que estão ocorrendo naquela cidade e foi muito bem recebido pelo povo local, demonstrando seu grande prestígio também naquela região de seu reino. O rei passará apenas alguns dias em Santander e logo regressará a Madri. CONFIANÇA O deputado socialista italiano Podrecca dirigiu ontem um amplo manifesto aos seus habituais eleitores em Roma e disse que está sendo alvo de perseguições políticas nos últimos tempos. Apesar de preocupado e triste com os acontecimentos, o parlamentar disse que prosseguirá com suas lutas e pediu que não retirem a confiança que sempre lhe têm devotado desde que começou na política. HÁ 50 ANOS ATUALIZAÇÃO O ministro da Agricultura, Renato Costa Lima, em entrevista coletiva concedida ontem, acentuou a necessidade de atualizar a política nacional de ocupação das terras férteis e ainda virgens que existem, principalmente nas Regiões Norte e no oeste do País. O objetivo desta política, adiantou o ministro, será evitar desequilíbrios e injustiças, melhorando a estrutura agrária. O JORNAL DO COMMERCIO PUBLICAVA NA EDIÇÃO DE 25 DE JULHO COESA Desejo conservar o Exército como uma instituição coesa, disciplinada e longe das paixões políticas. O objetivo é do ministro da Guerra, General Nelson de Melo. O ministro enfatizou que sua norma de conduta não mudaria nos próximos tempos e já é do conhecimento de todos, inclusive da imprensa. O general espera que os militares conservem seu espírito público e devoção à Pátria, acima dos problemas da política. SUBVERSÃO O reitor da Universidade do Paraná, Flávio Lacerda, deixou claro ontem, em Curitiba, que os professores e dirigentes das instituições de ensino superior do País são contrários à participação dos estudantes nos conselhos universitários de administração. Não acredito na concessão de um terço de representação aos estudantes universitários, mas se isto ocorrer, estará livre o caminho para a tomado do poder pela aliança operária-estudantil-camponesa chefiada pelos comunistas da União Nacional dos Estudantes (UNE). Isto seria subversão, alertou o reitor. DESMENTIDO A Petrobras desmentiu ontem oficialmente que tenha contribuído para o financiamento do XXV Congresso nacional dos Estudantes, organizado pela UNE e que está ocorrendo no Hotel Quitandinha, em Petrópolis. A empresa destacou que não foi financiadora do evento, ao contrário do que disse o ex-presidente da UNE, Aldo Arantes. Por outro lado, o governador do Rio Grande do Sul, Leonel Brizola, não desmentiu que estaria entre os que contribuíram para cobrir os gastos com hospedagem. JOSÉ PINHEIRO JÚNIOR

14 Senado Federal põe fim à guerra dos portos» LIRISMAR CAMPELO ESPECIALISTA EM DIREITO ADMINISTRATIVO DO VIEIRA E PESSANHA ADVOGADOS ASSOCIADOS Os estados continuarão a poder estabelecer tarifa diferenciada quando a mercadoria estrangeira não tiver similar ou congênere nacional. A Resolução do Senado Federal nº 13 entrará em vigor em 1º de janeiro de 2.013, determinando que, a partir de tal dia, obrigatoriamente a alíquota do ICMS, nas operações interestaduais com bens e mercadorias importados do exterior, será de 4%. Esta norma jurídica tem por finalidade dar fim ao que foi denominado como guerra dos portos, que consiste na prática atualmente observada pelos estados de promoverem incentivo fiscal, por meio de redução de alíquota do ICMS nas operações interestaduais com produtos vindos de outros países, a fim de aumentar a utilização de seus portos. Tal medida é extremamente benéfica ao nosso país, pois termina com uma das causas de estremecimento do pacto federativo. Lembremos que os estados, por fazerem parte do mesmo país, não devem competir entre si como se fossem nações estrangeiras, mas devem sempre atuar irmanados para o desenvolvimento de todo o território nacional. A guerra dos portos acarreta a seguinte contradição: ao ser estabelecida uma alíquota menor de ICMS, em comparação aos outros estados, para uma mercadoria de país estrangeiro, o país que está exportando o produto é beneficiado por tal situação, enquanto um estado-irmão é prejudicado. Representantes de alguns estados no Senado Federal, que conferiram generosos incentivos fiscais para a entrada em seus portos de bens estrangeiros, já estão reclamando, e apresentaram emendas à Resolução nº 13, a fim de que estas unidades de federação venham a ter um tempo maior para se adaptarem à nova norma jurídica. Essas reclamações são desprovidas de razão. A disputa entre os estados nunca deveria ter existido, no que se refere ao ICMS, e não deve haver em quaisquer outras situações, uma vez que, de acordo com a Constituição de nosso país, a união indissolúvel dos municípios, do Distrito Federal e, sobretudo, dos estados, é que forma a República Federativa do Brasil. Divergências entre as partes somente servem para desestabilizar e minar a harmonia do todo. Por outro lado, das casas legislativas, o Senado é aquela que representa a igualdade entre os estados, uma vez que a sua composição advém da eleição do mesmo número (três) de parlamentares para cada unidade da Federação. Daí decorre o fato de a Constituição considerar tal assembleia a apropriada para decidir questões que possam decorrer de eventual disputa econômica entre os mesmos, uma vez que estabelece que resolução do Senado Federal, de iniciativa do Presidente da República ou de um terço dos Senadores, aprovada pela maioria absoluta de seus membros, é que estabelecerá as alíquotas aplicáveis às operações e prestações, interestaduais e de exportação. Os estados continuarão a poder estabelecer tarifa diferenciada quando a mercadoria estrangeira não tiver similar ou congênere nacional. Ou seja, em caso de o produto importado não ser produzido no Brasil, será possível estabelecer alíquota distinta da determinada pela Resolução nº 13. Com isto é possível aos entes da Federação estabelecer estímulos para entrada de bens que não sejam produzidos no Brasil e sejam necessários para a nossa economia. A exclusão da alíquota uniforme de 4 (quatro por cento) de ICMS também se refere às operações que destinem gás natural importado do exterior a outros estados, bem como aos bens destinados à produção da Zona Franca de Manaus, os que compõem o setor de tecnologia da informação e automação, os da indústria de equipamentos para TV Digital e de componentes eletrônicos semicondutores, objetos do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Semicondutores Padis e do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da indústria de Equipamentos para a TV Digital PATVD. Em boa hora veio a Resolução nº 13 do Senado Federal, que extinguirá uma disputa que poderia vir a se configurar como muito predatória aos interesses de nosso país, que deve primar pelo entendimento e colaboração entre os estados-membros.» LUIZ OSWALDO NORRIS ARANHA Muito se fala das crises econômicas e financeiras: a européia, a norteamericana, a japonesa e agora o início da chinesa. Cada uma tem sua própria origem e evolução, sendo que desembocaram na crise global. De início, no Brasil foi dito que aqui só chegariam marolinhas e o País não seria afetado. Agora, diante do pífio desempenho da Economia, culpam-se os tsunamis externos. Sem dúvidas a situação internacional, com destaque para as Nações mais ricas, afeta a todos, mas os emergentes, com mais espaço para crescer, vêm sofrendo bem menos. O Brasil, que se ufana de seu futuro e arrota grandes avanços, tem, no entanto, seu PIB crescendo menos do que a média mundial, do que alguns países ricos e de outros latinos americanos. A perspectiva do Brasil é inegável e sua grandeza quantitativa o coloca entre as maiores potências mundiais. O que então está acontecendo? É obra de pouca sorte ou da opção de caminhos menos frutíferos? Ao que parece e não decorre apenas da política econômica deste governo muitos erros foram e ainda vêm sendo cometidos e cabe corrigir o curso. Mais recentemente foi adotado o formato dos pacotes, instrumentos diversas vezes usados no passado, com pequenos sucessos temporários e com graves distorções duradouras com elevado custo para a população. Tentou-se assim combater a inflação e as taxas cresceram em espiral. Os mais recentes trouxeram benefícios fiscais para determinados setores, gerando desigualdades. Duas linhas haviam sido trilhadas: o fortalecimento do Balanço de Capitais (foco externo) com a exportação de commodities e a entrada de capitais especulativos; e o incentivo ao consumo interno, desonerando-se as importações e facilitando o crédito. Ambas se esgotaram. Com o agravamento da crise internacional, a demanda por insumos básicos diminuiu e seus preços se reduziram. A inadimplência cresceu e os Bancos, para evitar o risco da insolvência, passaram a selecionar melhor os devedores e as garantias. Tornou-se necessário limitar a entrada de alguns bens importados e os produzidos no Brasil já não eram tão atraentes. Enfraqueceu-se a indústria nacional e seus produtos perderam competitividade, nos mercados interno e externo.» BAYARD DO COUTTO BOITEUX COORDENADOR DO CURSO DE TURISMO DA UNIVERCIDADE E PRESIDENTE DO SITE CONSULTORIA EM TURISMO Visitar Dubai é uma experiência única. É entender que o Islamismo, primeiro, pode muito bem conviver com a modernidade e permitir uma experiência cultural, aos turistas que visitam o mais importante Emirado Árabe, da região. Tenho visitado Dubai, com certa assiduidade, não só pela curiosidade mas pelo ineditismo do potencial natural, cultural e das novidades, que ali vão acontecendo. É claro, que parte do desenvolvimento se deve aos esforços dos imigrantes da India, do Paquistão, de Bangladesh, que trabalham jornadas com salários acanhados, embora superiores a de seus países. No entanto, vejo uma evolução muito grande na prestação de serviço e na adequação as novas tendências do novo consumidor turístico.» JAIRO MARTINS SUPERINTENDENTE-GERAL DA FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE (FNQ) Nas últimas décadas, o Brasil vem acumulando conquistas políticas, sociais e econômicas, saindo da condição de subdesenvolvido para o grupo dos emergentes. Ao dominar a superinflação e conquistar a estabilidade da moeda, o país iniciou a preparação do alicerce para que iniciasse sua trajetória para o crescimento. Enquanto países, até pouco tempo vistos como prósperos, mergulham num estado de incerteza em relação ao futuro, a economia brasileira demonstra que adquiriu solidez, tornando-se um grande valor para a sociedade. Para poder aproveitar o bom momento econômico e dar continuidade a esse crescimento, o Brasil precisa se desvencilhar dos antigos entraves, que atrapalham a competitividade, a eficiência e o desenvolvimento do país. Um dos principais gargalos diz respeito ao sistema educacional brasileiro, que não tem conseguido se adequar aos novos desafios e constantes mudanças no âmbito dos negócios, a fim de prover profissionais qualificados e capazes de atender as necessidades do mercado. Em função desse cenário, as empresas já atuam globalmente para encontrar e tentar reter o melhor talento. Uma pesquisa realizada pela FNQ com executivos brasileiros, a partir da reprodução da McKinsey Global Survey 2010, mostra que a melhoria na educação, a produtividade do trabalho e a gestão de talentos estão entre as principais forças de transformações que podem influenciar nos resultados das organizações. Quando comparadas à importância para os negócios e às ações efetivas, 94% dos entrevistados confirmam a preocupação com essas questões, enquanto 80% adotam medidas ativas para minimizar essa lacuna. Outro estudo realizado pela PricewaterhouseCoopers - PwC Brasil em 2011 revela que a contratação de executivos com o perfil desejado para atender aos objetivos estratégicos é o mais difícil entre os diferentes níveis hierárquicos. Encontrar profissionais técnicos especializados tem sido outro desafio para a gestão de pessoas, o que leva muitas organizações a buscar alternativas Jornal do Commercio Quarta-feira, 25 de julho de 2012 Opinião A-15 A crise brasileira O Brasil, que se ufana de seu futuro e arrota grandes avanços, tem, no entanto, seu PIB crescendo menos do que a média mundial, do que alguns países ricos e de outros latinos americanos Faço referência ao fato de Dubai estar se estruturando para o visitante, que o faz por conta própria, começando pelo metro, que atende os principais locais de interesse turístico e que começa no aeroporto. É rápido, limpo, eficiente e ainda tem uma primeira classe, com vagão exclusivo com recepcionista bilíngue. Os hotéis também foram se multiplicando e possuem tarifas para todos os segmentos, o que demostra uma vontade de trabalhar não só com turistas de alto poder aquisitivo mas democratizar o sonho dos que almejam uma experiência. Uma referência que não pode ser esquecida é a companhia de bandeira: a Emirates. Com um staff composto por mais de 40 nacionalidades, tem a marca da excelência e da inovação, inclusive nas aeronaves mais modernas, com wifi,bar,spa,para citar alguns exemplos. Talvez tenha sido justamente o conjunto de nacionalidades que ali se fixou, de A recente queda da taxa de juros reduziu os encargos da dívida pública e procurou incentivar os investimentos, ao lado do aumento do caixa do BNDES. No entanto, em função das barreiras que vieram a ser instituídas, a entrada de capitais externos perdeu parte do atrativo, apesar das poucas alternativas existentes no panorama mundial. A carga tributária continuou elevadíssima. As medidas não trouxeram o resultado que se esperava, pois os empresários aumentaram a sua insegurança diante das mudanças nos caminhos, sem um norte bem definido. Não há perspectiva de recuperação com os instrumentos existentes e a tendência é de estagnação. Além da falta de planejamento estratégico, cabe verificar as falhas da política econômica. A produtividade industrial não cresceu no Brasil. Isto se deve a diversos fatores relevantes. Em primeiro lugar a necessidade de reformas estruturais que, diante dos conchavos políticos, vêm sendo adiadas. A enorme e crescente carga tributária. A alta taxa de juros (ainda muito elevada, apesar da recente redução da SELIC). A diminuta poupança interna. A oneração dos salários com encargos sociais inadequados. A infraestrutura de transporte insuficiente e onerosa. Baixos investimentos em ciência e tecnologia. Burocracia paralisante. O País está retornando ao período colonial, exportando os produtos primários e importando os sofisticados, além da tecnologia. Sociedade semi-paralisada, dedicando-se ao comércio e ao setor de serviços em geral. O que aconteceu? Com os ventos externos favoráveis, o Brasil deixou de fazer sua lição de casa, pensando que estava no Paraíso. No passado, no pós-guerra, as reservas financeiras acumuladas foram gastas futilmente e o processo de industrialização que havia se iniciado com a criação da Companhia Siderúrgica Nacional praticamente estagnou durante o Governo do General Dutra. Foi necessário eleger Juscelino Kubitschek para retomar a instalação de novas indústrias. Agora se subestimou a importância desse setor e o mercado consumidor brasileiro foi novamente entregue aos produtos importados. O País hoje se encontra em crise. Houve melhoria no campo social, porém esta não será sustentável se não houver crescimento econômico. Dubai: religião, turismo e globalização crédulos religiosos diferentes, o grande diferencial do país, que foi buscando novidades, como parques temáticos com esqui, shoppings com espetáculos de som,luzes e dança das águas, além de um comércio local, rico em tradições. É bonito ver as pessoas rezarem nos shoppings nos horários previstos e a reprodução do que há de mais glamoroso, no mundo, como o Fauchon ou ainda as lojas com roupas que acabam de ser lançadas e já são consumidas. A globalização nos traz dúvidas, que podem inclusive começar com uma pseudo clonagem de aspectos positivos do mundo inteiro mas nos adverte, de forma sensata que no mundo atual, tudo funciona com uma rapidez enorme e que vão se destacar,os que acompanharem tal crescimento sustentável, como faz a pequena mas rica e sensata Dubai, que entendeu que o turismo é a chave da melhoria de qualidade da população anfitriã. O impacto da educação na competitividade das empresas para suprir suas necessidades de qualificação profissional e ganhar competitividade. Assim, o mundo corporativo passa a ser um dos melhores ambientes para formar capital humano, com a implantação de práticas inovadoras e a criação de programas próprios de capacitação, treinamento e desenvolvimento de talentos e novas lideranças. Mesmo saindo da sua vocação primária, de prover produtos e serviços competitivos, as empresas se juntam aos governos e às escolas, na busca de uma solução para suprir esta lacuna educacional, compreendendo a importância de sua atuação em prol de grandes temas essenciais ao desenvolvimento do Brasil. Cooperar e compartilhar boas práticas e iniciativas de quem já vem exercendo seu papel na formação de profissionais desponta, enfim, como um dos caminhos mais eficazes para mobilizar as demais organizações, incentivá-las a adotar ações gerenciais efetivas e comprovar que o conhecimento profissional pode contribuir para o crescimento e para a inovação corporativa, garantindo a continuidade da expansão econômica brasileira. RIO DE JANEIRO Rua do Livramento, CEP Rio de Janeiro - RJ Telefone geral: (21) SÃO PAULO Avenida Moema, andar - Conjs 122 e 123 Planalto Paulista - São Paulo - SP - CEP (11) BRASÍLIA SCN Qd. 2 Bl. D Edifício Liberty Mall Torre A salas 410/412 - CEP Tel.: (61) MINAS GERAIS Rua Tenente Brito Melo, 1223 Cj 604 Barro Preto - Belo Horizonte Tel: (31) CEP REDAÇÃO EDITORA-EXECUTIVA JÔ GALAZI EDITOR ESPECIAL MARIO RUSSO Economia JORGE CHAVES MARIO RUSSO PEDRO ARGEMIRO País LUÍS EDMUNDO ARAÚJO Mundo/Esportes/Especiais VINICIUS PALERMO Rio de Janeiro VINICIUS MEDEIROS São Paulo MÁRIO RUSSO Opinião LUÍS EDMUNDO ARAÚJO Mercados KATIA LUANE SERVIÇOS NOTICIOSOS Agências Estado, Folhapress, Brasil, France Presse, Bloomberg e Reuters Empresas MARTHA IMENES Direito & Justiça LUÍS EDMUNDO ARAÚJO JC&CIA VINICIUS MEDEIROS Caderno Artes MÁRIO RUSSO Artes Gráficas RICARDO GOMES DEPARTAMENTO COMERCIAL RIO (21) Diretor Comercial JAIRO PARAGUASSÚ SÃO PAULO Gerente Comercial WALDEMAR GOCKOS FILHO (11) Gerente Comercial ROZANA MARQUES BRASÍLIA Gerente Comercial MARCELO DE LUCENA (61) MINAS GERAIS MÍDIA BRASIL COMUNICAÇÃO LTDA. 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15 A-16 Jornal do Commercio Quarta-feira, 25 de julho de 2012 Marcia O desejo vence o medo, atropela inconvenientes e aplana dificuldades. Mateo Alemán PELTIER COM MARCIA BAHIA ( INTERINA ), CRISTIANE RODRIGUES E MARCIA ARBACHE FOTOS DE PAULO JABUR/DIVULGAÇÃO No balcão da padaria A padaria vem ganhando espaço como opção de alimentação fora do lar nas principais capitais brasileiras. A conclusão é do estudo da GS&MD Gouvêa de Souza que mostra elevação de 36% para 61%, entre 2010 e 2012, do percentual de entrevistados que dão preferência a esse local. Foram ouvidas 1016 pessoas em Recife, Rio, São Paulo e Porto Alegre, sendo 58% da classe C, 39% da classe B e 3% da classe A. A preferida Outra novidade se refere ao sistema delivery e à forma pela qual o pedido é feito. Houve um crescimento significativo nas compras de comida via canais digitais, diz Luiz Goes, sócio da consultoria. Em dois anos, a compra por site saltou de 1% para 14% e, pelo celular, de 40% para 61%. A entrega em domícilio é usada por 71% dos consumidores. Entre os cariocas, a taxa cai para 64%. A pizza reina absoluta no cardápio. Henriqueta Heilborn com a anfitriã Andreia Repsold, diretora geral do Lide-Rio, recebe o palestrante Carlos Roberto Osório, secretário de Conservação e Serviços Públicos, e Márcia Cintra em tarde de almoço concorrido, no Copacabana Palace Carlos Felipe Carvalho, da construtora Carvalho Hosken, confraterniza com Maurício Dinepi, diretor-presidente do Jornal do Commercio, no encontro de líderes empresariais Dia intenso Há sete anos sem acontecer no Rio, ressurge, neste sábado, o Golf & Polo Day, reunindo no Itanhangá mil convidados para o maior evento nacional de polo. No torneio de alto handicap participarão campeões como o carioca João Paulo Ganon, Pedro Zacarias e Caio Siquini. O dia, que começa com disputas às 7h, se completa com brunch assinado pelo chef Luiz Inaco, exposição de carros Maserati, desfile da coleção verão da Cavalera e, a partir das 19h30, shows com músicos e DJs. Haverá, também, um lounge do Shopping Leblon e exposição do artista plástico Sami Akl. Como os astros franceses A incansável dra. Rosa Célia está convocando os amigos para mais uma ação do bem, visando arrecadar fundos para o futuro hospital Pro Criança Cardíaca, que agora já tem nome: Jutta Batista, em homenagem à mãe de Eike Batista. Desta vez a parceria é com o Sofitel na realização da noite Food & Arts 2012, dia 8 de agosto. O ponto alto será um leilão de três ensaios fotográficos feitos pela equipe do glamouroso estúdio Harcourt, praticamente uma instituição parisiense, que desde 1934 faz fotos estilosas, em preto e branco, de personalidades da cultura e do cinema. Samba rock Bandas e cantores brasileiros já começaram a receber convite da Mocidade Independente de Padre Miguel para o desfile de Como o enredo discorre sobre o Rock In Rio, a rainha de bateria será uma popstar. Na lista para ocupar o posto que foi de Antonia Fontenelle estão a jovem atriz Lua Blanco, protagonista da novela Rebelde, a roqueira baiana Pitty e a paulista Syang. DIVULGAÇÃO Anna Maria Tornaghi com os sócios da ArtRio, Elisângela Valadares e Luiz Calainho, no lançamento da webradio no Teatro Municipal FOTOS DE ANA COLLA/DIVULGAÇÃO Retrato em p&b Já foram clicados pelos filtros eternizadores do estúdio nomes como Catherine Deneuve, Brigitte Bardot, Isabelle Hupert, Alain Delon, Edith Piaf, Zinédine Zidane, Salvador Dali e nossa Glória Pires. Um única foto na rue JeanGoujon não sai por menos de 1,9 mil euros. A outra grande atração da noite também será em preto e branco: o menu do jantar, assinado pelos talentosos chefs Roland Villard e Flávia Quaresma. Os convites custam R$ 400. Mercado móvel Chega ao mercado o primeiro seguro vendido pelo celular. Parceria entre a corretora Willis Brasil e o grupo Generali, as apólices se destinam a clientes de planos pré-pagos da operadora TIM das classes C e D, não atendidos pelos canais tradicionais de vendas de seguros. Um torpedo é suficiente para contratar o seguro de acidentes pessoais com valor mensal de R$ 1,50. O artista francês Fabien Rigobert com Ana Cecília e Carlos Augusto Lacerda no vernissage de Predicament/Situações Difíceis, no Oi Futuro Flamengo Lygia Marina de Moraes, diretora da Casa de Cultura Laura Alvim, e o cineasta Walter Lima Jr. na sessão vip do filme dele, A Canção Brasileira MPB de Câmara, em Ipanema L I V R E A Associação Brasileira de Recursos Humanos reabre, hoje, seu núcleo regional de Macaé. Gérard Larragoiti já está recuperado depois de tratamento para neuropatia com fisioterapia e personal trainer. O deputado Eduardo Azeredo recebe dia 7 de agosto, na Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara, que preside, o presidente da Anatel João Resende, para debater as falhas da telefonia celular no país. Os profissionais de contabilidade têm até o dia 31 para inscrever trabalhos ao Prêmio Geraldo de La Rocque. Na mesma data, encerram-se as inscrições do Prêmio Contador Américo Matheus A artista plástica Adriana Barreto com Emílio Kalil, secretário municipal de Cultura, na abertura da mostra Agora Sim O Que Pode Um Corpo Da hora Jean-Christophe Babin, CEO da TAG Heuer, desembarca no Rio na próxima segunda-feira. Vem prospectar o mercado de luxo carioca, já de olho na expansão da marca, cuja primeira loja no país será aberta, entre outubro e novembro, em São Paulo. A inauguração contará com a presença de um dos embaixadores da grife, ainda não revelado. São nomes de peso como Leonardo DiCaprio, Lewis Hamilton, Cameron Díaz e Maria Sharapova. Atualmente, as peças são vendidas pela H. Stern. Outra chance O ex-líder comunitário da Rocinha Alberto Maia da Silva, condenado a 309 anos e cinco meses de prisão por ter participado do incêndio ao ônibus da linha 350, que matou cinco pessoas e feriu 16 em 2005, entrou com pedido de revisão criminal. Os desembargadores da seção criminal do Tribunal de Justiça irão agora decidir se Alberto irá ou não a novo julgamento. Na época, ele disse ter agido sob coação de Lorde, chefe do tráfico na comunidade. A C E S S O Florentino, destinado aos estudantes. Sabores da Emília Romana inspiram a terceira edição dos Grandes Jantares Italianos do Restaurante Vieira Souto, hoje, às 21h. O chef Jessé Valentim assina o menu. Especialista em melanoma e alterações da pigmentação, Jean Bolognia, da Universidade de Yale (EUA), participa do congresso comemorativo do centenário da Sociedade Brasileira de Diabetes, de 1º a 4 de setembro, no Riocentro. Depois de seis meses com casa cheia na capital paulista, o musical A Dama e o Vagabundo, adaptado pela carioca Maria Fernanda Gurgel, encerra temporada domingo.

16 25p01b.qxd 7/24/ :05 PM Page 1 Beleza Salões e spas estão agregando novos serviços para atrair mais clientes. Mais do que uma boa ação de marketing, a iniciativa ajuda a elevar as receitas sem ampliar em demasia os custos. O Espaço Contemporâneo, de Joel Buratti (foto), apostou em um bar decorado para chamar a atenção da clientela. B-12 De olho na garotada Banco de dados único será capaz de gerar um mapa das crianças com algum problema de visão, permitindo que ela seja assistida continuamente e tenha seu problema corrigido. B-8 AÇÕES Seudinheiro Editora // Katia Luane Quarta-feira, 25 de julho de 2012 Jornal do Commercio B-1 Em três dias, queda de 4,89% Cenário externo voltou a pressionar o principal índice da Bovespa. Zona do euro e enfraquecimento da economia americana ditaram o ritmo dos principais mercados do mundo. O Ibovespa também sentiu o impacto da desvalorização de quase 5% das ações da Vale DA REDAÇÃO ABovespa chegou a ensaiar movimento de recuperação na primeira parte do pregão de ontem, mas voltou a acompanhar o mau humor generalizado dos mercados globais e registrou o terceiro dia consecutivo de queda, de 0,75%, com o Ibovespa principal índice da bolsa doméstico nos ,63 pontos. Mais uma vez Espanha e Grécia alimentaram as tensões nas bolsas em função de dúvidas sobre as condições de solvência dos dois países. Para completar o quadro desfavorável desta terça-feira, a economia americana voltou a dar sinais de enfraquecimento, com o nível das atividades manufatureiras apresentando ritmo mais lento desde 2010, de 51,8, pelo Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês). Nas últimas três sessões, o Ibovespa já perdeu quase 5% (4,89%). No mês, a desvalorização já chega aos 3,16%, e no ano, aos 7,25% ante os 9,42% de valorização anual do dólar. Para o gestor de investimento da corretora H.H. Picchioni, Paulo Amantéa, os investidores têm impedido a bolsa de romper o importante suporte dos 52 mil pontos porque temem que, se isso ocorrer, o índice recue até aos 47 mil pontos. Por outro lado, Amantéa lembra que está muito difícil a Bovespa superar os 57,7 mil pontos, nível considerado teto pelo mercado. O investidor está se preparando para uma forte queda que, quando acontecer, será de forma rápida aos 47 mil pontos, previu. Vale Outra forte influência sobre o principal índice da bolsa, ontem, foi a forte queda das ações da Vale - de quease 5% em consequência do quadro econômico da China, que afeta diretamente o setor de commodities e pela queda de alguns metais no mercado externo. Alguns analistas também atribuíram a desvalorizaçao das ações da mineradora à saída do seu diretor financeiro, Tito Martins executivo bem aceito pélo mercado. Outra corrente não acredita que haja mudança substancial na gestão da mineradora. Este o caso dos abalistas do Barclays para so quais, apesar de surpreendente, a saída do executivo que assumirá a diretora da Votorantim Mienração não deve alterar os rumos da companhia. Para o profissionais, o substituto de Martins, Luciano Siani, também possui um grande conhecimento na área de mineração, atuando na companhia desde Os analistas Pedro Grimaldi, Leonardo Correa e Luiz Fornari, que assinam o relatório do banco, acreditam que os investidores devem levar essa transição de um modo natural, apesar de representar uma perda significativa para a companhia. Sendo assim, no momento, o foco principal dos investidores continuará sendo no crescimento econômico chinês e não nas alterações da gerência da companhia. Desse modo, Grimaldi, Correa e Fornari mantém a recomendação overweight (desempenho acima da média do mercado) para as ações da companhia, mas esperam que os ativos continuem pressionados pelo movimento de correção no curto prazo dos preços de minério de ferro e com a deterioração das expectativas de crescimento chinês. Ao final do dia, Vale ON despencou 4,88%, a R$ 35,84, e Vale PNA se desvalorizou em 4,69%, a R$ 35,15. Petrobras também caiu, mas em menor proporção. A ação ON cedeu 0,77%, a R$ 19,30, e a PN, recuou 0,9%, a R$ 18,79. LLX Entre as ações que mais subiram, o destaque voltou a ser LLX ON, que cravou 8,11% de valorização, a R$ 2,80. O papel voltou a ser influenciado pelos rumores de que a empresa, braço de logística do grupo EBX, do milionário Eike Batista, estaria em processo de fefchamento de capital. As duas empresas devem sair da Bovespa, de acordo com expectativas do mercado. Ainda não se sabe, porém, se a operação resulta da decisão do grupo ou se as companhias estão sendo vendidas. Em comunicado a empresa negou que esteja encerrando suas operações em bolsa. (Com agências) Mais Vale na página B-4 Vale ajuda pressionar Ibovespa» ANNA BEATRIZ THIEME Em linha com o mau humor do mercado internacional, que ainda digere notícias negativas vindas da zona do euro e da China, o Ibovespa principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo não conseguiu segurar a alta ensaiada no início do pregão desta terça-feira e acabou encerrando o dia acumulando mais juma queda. Internamente, também pesou sobre o índice a queda de quase 5% nos papéis da Vale, que possuem forte participação na composição do índice. Não é de hoje que os papéis da Vale sofrem por vários fatores, afirmou o analista de investimentos da Omar Camargo Felipe Rocha. Rocha lembra, por exemplo, que ainda pesa sobre o desempenho dos ativos da mineradora a sinalização dada, no início da semana, por um assessor do banco central chinês, de que a segunda maior economia do mundo crescerá menos neste trimestre. Somado a isso há, ainda, a recente queda nos preços do minério de ferro, além do impasse relativo ao pagamento de royalties da mineração, que ainda não tem definição quanto ao valor. Outro fator que ainda ajudou a dividir a opinião dos investidores foi o anúncio da saída do diretor financeiro da companhia, Tito Martins. Era um executivo que já estava na companhia há muito tempo e que tinha comunicação muito boa com o mercado, que acabou recebendo a notícia com surpresa, afirmou o analista. Todo este pacote, somado ao cenário pessimista da economia mundial, levou os papéis da companhia à queda durante a semana, acrescentou. Rocha classifica, contudo, a reação do mercado como exagerada. A Vale divulga, hoje, os resultados relativos ao segundo trimestre do ano. De janeiro a março, a empresa obteve lucro líquido de R$ 6,7 bilhões, resultado 40,5% menor que o ganho de R$ 11,3 bilhões de igual período de O desempenho foi impactado, principalmente, pelo forte volume de chuvas no Brasil no período. As expectativas, porém, são boas para o segundo trimestre do ano, de acordo com analistas. É possível que os números sejam bons, embora já estejam precificados pelo mercado, ressaltou Rocha. Segundo ele, o que o mercado aguarda mesmo com ansiedade é a teleconferência com executivos da companhia, que será realizada na tarde desta quarta-feira. O mercado já está olhando bem mais à frente do que para o balanço em si. Preocupam mais as perspectivas que serão apresentadas pela companhia para este trimestre, diante de um cenário tão volátil lá fora, complementou o analista, que recomenda a compra para os papéis da mineradora. Já na ponta compradora, a LLX voltou a liderar os ganhos da sessão pelo segundo dia consecutivo, ainda repercutindo rumores de um possível fechamento de capital. O papel ON do braço de logística do Grupo EBX saltou 8,11%, a R$ 2,80, seguido pela ação ordinária da TIM, que avançou 4,81%, ao R$ 8,72, diante dos esforços da operadora para reverter a decisão da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), relativa à suspensão da venda de chips da companhia. Outros papéis que se destacaram durante a sessão foram os do Itaú Unibanco, após a divulgação de resultados relativos ao segundo trimestre do ano. O maior banco privado do País reportou lucro 8,3% menor neste trimestre na comparação com igual período de 2011, ao registrar ganho de R$ 3,3 bilhões. A notícia, contudo, não chegou a contagiar negativamente investidores. As ações preferenciais da instituição financeira subiram 3,39%, a R$ 30,19. Os ativos PN da Itaúsa, holding que detém forte participação no capital do banco, acompanharam o movimento de alta e marcaram a terceira maior alta do dia, ao subirem 3,94% e fecharem o dia a R$ 8,97. Rocha explica que o resultado veio em linha com o esperado, o que motivou os ganhos na sessão. Segundo ele, durante teleconferência para divulgação dos números do primeiro trimestre, o banco já havia sinalizado que esperava números mais fracos para o restante do ano. O mercado acabou reagindo bem à esta comunicação antecipada, feita pela instituição. O lucro recuou, mas a expectativa foi em linha com o resultado apresentado, suficiente para explicar os ganhos na sessão, ressaltou. BOLSAS PELO MUNDO EUA DA REDAÇÃO Espanha derruba índices A possibilidade de a Espanha pedir resgate integral e os indicadores industriais fracos ao redor do mundo inclusive nos Estados Unidos, onde o crescimento foi o mais lento desde 2010 pressionaram os principais índices acionários norte-americanos durante todo o dia de ontem. A notícia, divulgada no final do dia, de que a alta cúpula do Federal Reserve (Fed, banco central americano) mostra impaciência com o ritmo da lento da economia americana e o alto nível de desemprego no país, reforçou a interpretação de que o Fed fará algo para estimular a atividade e a contratação. Este sentimento contribuiu para amortecer as perdas. No final da sessão, o Dow Jones, apresentou queda de 0,82%, enquanto o Nasdaq recuou 0,94% e o S&P 500 cedeu 0,9%. EUROPA A Europa, onde as tensões só aumentam, a confirmação de que a Catalunha será a terceira região espanhola a recorrer ao resgate para honrar suas dívidas de curto prazo, jogou o índice Ibex 35, da Bolsa de Madri, para baixo, em queda de 3,578% - a maior desvalorização desde abril de Em Londres, o FTSE -100 perdeu 0,63%, enquanto em Frankfurt o DAX perdeu 0,45%, e em Paris, o CAC-40 recuou 0,87%. ÁSIA Os mercados asiáticos encerram o dia sem direção. Na Bolsa de Hong Kong, que teve a sessão da manhã cancelada devido à forte chuva e ventos provocados por um tufão que atingiu a cidade, Hang Seng recuou 0,8%. Já as bolsas chinesas encerraram em alta, após atingir na véspera a pior pontuação de A melhoria na atividade industrial nacional, com a alta do CPI em julho, aliviou os temores de um pouso forçado para a economia doméstica. O Xangai Composto subiu 0,2% e o Shenzhen Composto ganhou 0,8%, aos 893,61 pontos. Entre as imobiliárias, China Vanke avançou 1,3%, Gemdale adicionou 2,7% e Shanghai Xinmei disparou 3,5%.

17 Mercados B-2 Jornal do Commercio Quarta-feira, 25 de julho de 2012 Editora // Katia Luane CÂMBIO Economia global puxa dólar Moeda americana já acumula valorização de 9,42% no ano e de 1,69% no mês. A piora no sentimento de aversão ao risco, em função das desconfianças em relação à Espanha e à Grécia, continuará pressionando as cotações. EUA também preocupam Odólar avançou mais um pouco nesta terça-feira, encerrando os negócios em alta de 0,1%, cotado a R$ 2,043 para compra e a R$ 2,044 para venda. Esta é a maior cotação de fechamento em quase um mês, ultrapassada somente pelo valor de R$ 2,076, registrado no dia 28 de junho. A pressão de alta é externa e resulta de mais uma onda de piora no sentimento de aversão ao risco detonada pelas desconfianças em relação à solvência da Espanha e da Grécia. Colaborou para o clima negativo, ontem, a leitura feita pelos investidores dos números referentes à economia norte-americana. O pico do nervosismo internacional ocorreu no início da tarde e levou o dólar à máxima de R$ 2,051 (+0,59%). O movimento foi uma resposta à informação de que a delegação de representantes da União Europeia (UE) e do Fundo Monetário Internacional (FMI) troica, em visita à Grécia para avaliar as reformas do país, não encontrará boa situação. Os comentários, ainda extraoficiais, são de que o governo grego precisará de mais reestruturação de sua dívida. Com relação à Espanha é crescente entre os investidores a percepção de que a ajuda aos bancos não será suficiente para o país se equilibrar e que um socorro financeiro mais amplo se tornará inevitável. Essa avaliação surgiu com as notícias de dificuldades nos governos regionais que pipocaram nos últimos dias, somadas à piora nas estimativas do próprio Banco da Espanha sobre o desempenho da economia. Segundo a instituição, o Produto Interno Bruto (PIB) espanhol do segundo trimestre deste ano deve apresentar contração de 0,4% sobre o período anterior e de 1% ante o intervalo de abril a junho de O governo da Espanha soltou, ontem, comunicado supostamente acordado com França e Itália, pedindo aceleração no processo de implementação das medidas de socorro aos países em dificuldade, acertado pela União Europeia (UE) no final de junho. No entanto, a França e a Itália alegam que não tinham conhecimento sobre uma posição oficial em relação ao tema. Para completar o quadro externo de preocupações, o conjunto dos dados macroeconômicos divulgados nos Estados Unidos recebeu leitura negativa. Na divulgação preliminar, o índice de atividade dos gerente de compras (PMI, na sigla em inglês) dos EUA em julho caiu para 51,8, de 52,5. O Fed de Richmond informou que seu índice de atividade industrial regional despencou de -1 em junho para -17 em julho, o menor nível em mais de três anos. Internamente, o fluxo positivo pelo segmento comercial impediu que o dólar ganhasse ainda mais fôlego de alta, segundo operadores. Além disso, as oscilações continuam limitadas pela convicção de que a atual equipe econômica é intervencionista e atuará no câmbio por meio de leilões ou de mudanças de regras, sempre que achar conveniente. Nesse sentido, o mercado aguarda para os próximos dias anúncio de operações de rolagem dos swaps cambiais que vencem na virada do mês. O euro renovou, ontem, sua mínima em dois anos ante o dólar, em uma sessão em que investidores buscaram ativos de risco mais baixo em meio a temores de que a Espanha venha a precisar de um resgate financeiro abrangente e que a Grécia não atinja metas impostas por seus credores. Foi a quinta sessão consecutiva de queda do euro ante o dólar. A moeda única europeia também patinou no câmbio doméstico, fechando com recuo de 0,08%, a R$ 2,468 para compra e a R$ 2,469 para venda. JUROS Taxas sobem com liquidez baixa DA AGÊNCIA ESATDO As taxas dos contratos futuros de juros fecharam em alta, ontem, em dia marcado pela baixa liquidez e pela manutenção do pessimismo em relação à Europa. Após ficarem próximos da estabilidade durante a manhã, as taxas dos DIs subiram um pouco mais no período da tarde, em especial nos vencimentos mais longos. Os movimentos, porém, foram contidos e a curva a termo segue firme na aposta de um corte de 0,5 ponto percentual da Selic na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), no fim de agosto. Para o encontro de outubro, os investidores se dividem entre manutenção e corte adicional de 0,25 ponto percentual. Ao final da sessão regular da BM&F, a taxa dos contratos futuros de juros com vencimento em janeiro de 2013 indicava estabilidade em relação ao ajuste, 7,38%. A taxa do DI para janeiro de 2014 estava em 7,73%, na máxima, ante 7,68% do ajuste anterior. Na ponta mais longa, o DI para janeiro de 2017 tinha taxa de 8,97%, ante 8,86%, e o DI para janeiro de 2021 marcava 9,61%, na máxima, ante 9,48%. Chama a atenção justamente a liquidez reduzida na sessão. Na segunda-feira, por exemplo, foram negociados contratos do DI para janeiro de 2013 e outros contratos do DI para janeiro de contra e desta terça-feira, respectivamente, sem considerar a sessão estendida. Um operador afirmou que um grande player ficou de fora do mercado, ontem, o que reduziu os negócios na renda fixa. Outro profissional ressaltou que a ausência de novidades domésticas que fizessem preço nos DIs deixou os investidores parados, mantendo posições. O mercado está sem dinheiro novo. Hoje (ontem) é dia de ficar fazendo negócios com base no que acontece lá for a, disse o economista-chefe da TOV Corretora, Pedro Paulo Silveira. O clima pessimista segue no exterior, com os investidores de olho na zona do euro. De acordo com o jornal espanhol El Economista, a Espanha considera a possibilidade de pedir pacote de resgate total, o que evitaria um colapso financeiro iminente. Já o primeiro ministro da Grécia, Antonis Samaras, afirmou que o país pode ter contração de 7% em 2012 e que a recuperação da economia é esperada para Este cenário de crise, que traz um viés de baixa para as taxas dos DIs no Brasil, foi contrabalançado pelo Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) preliminar da China, que subiu para 49,5 em julho, ante 48,2 em junho. O resultado alivia em parte as preocupações com a desaceleração da segunda maior economia do mundo. No Brasil, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) informou que o percentual de famílias com dívidas subiu de 57,3% no mês passado para 57,6% neste mês. Porém, o percentual é inferior ao de julho do ano passado, quando estava em 63,5%. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) informou que a produção industrial voltou a cair em junho. O indicador da entidade marcou 45,5 pontos no mês passado, ante 51,6 pontos em maio. COMMODITIES Petróleo fecha em alta de 0,41% e ouro cai 0,1% Os contratos futuros de petróleo negociados na New York Mercantile Exchange (Nymex) fecharam, ontem, em alta moderada, após as fortes perdas de segunda-feira, desencadeadas pelos renovados temores com a crise na zona do euro. Nesta terça-feira, os investidores preferiram se focar em indicadores positivos sobre a atividade manufatureira na China, que subiu para o maior nível desde fevereiro. O contrato do petróleo WTI para setembro subiu US$ 0,36 (0,41%), fechando a US$ 88,50 o barril. Na plataforma ICE, o petróleo do tipo Brent avançou US$ 0,16 (0,15%), fechando a US$ 103,42 o barril. O HSBC divulgou que o índice de atividade dos gerentes de compra (PMI, na sigla em inglês) do setor manufatureiro da China subiu para 49,5 na leitura preliminar de julho, de 48,2 em junho. Apesar da melhora, o indicador continuou abaixo de 50, o que mostra contração da atividade do país asiático segundo maior consumidor de petróleo do mundo, atrás apenas dos EUA. Mas o ânimo com a China foi contido pelos receios com a Europa, em especial Espanha e Grécia. O governo espanhol divulgou comunicado pedindo a implementação imediata da série de acordos de amplo alcance fechados no fim de junho pela cúpula da União Europeia. Além disso, o governo da Catalunha confirmou que pedirá ajuda à administração central. Já no caso dos gregos, fontes afirmam que autoridades da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional (FMI) que visitam o país encontraram dados que indicam que a Grécia não cumprirá as metas de redução de dívida. Alguns participantes do mercado têm uma visão pessimista, em meio à desaceleração no crescimento econômico global. Enquanto outros são mais otimistas, prevendo que o petróleo deve ter um respiro e aguardar por sinais mais claros. A commodity deve ter direção melhor hoje, quando saem os dados semanais de estoques nos EUA. Analistas esperam queda de 800 mil barris na semana passada, enquanto a taxa de utilização da capacidade das refinarias deve cair 0,2 pontos percentuais. No sentido contrário, os contratos futuros de ouro fecharam em ligeira queda na Comex como consequência direta das preocupações com a zona do euro.o contrato do ouro para entrega em agosto recuou US$ 1,20 (0,1%), fechando a US$ 1.576,20 a onça-troy, após oscilar entre perdas e ganhos durante boa parte da sessão. Outro fator que pesa sobre o ouro é o fato de o Federal Reserve (Fed, banco central americano) não ter dado nenhum indício de que adotará nova medida de estímulo à economia na sua reunião de política monetária de agosto. Se isso acontecesse, seria bom para o ouro, comprado como proteção contra a potencial desvalorização do dólar. ASSINATURA EXECUTIVA (2ª A 6ª) Pagamento Semestral Anual À Vista R$ 222,00 R$ 444,00 2 Vezes R$ 111,00 R$ 222,00 3 Vezes R$ 74,00 R$ 148,00 4 Vezes R$ 55,50 R$ 111,00 5 Vezes R$ 44,40 R$ 88,80 6 Vezes R$ 74,00 7 Vezes R$ 63,43 8 Vezes R$ 55,50 9 Vezes R$ 49,33 10 Vezes R$ 44,40 11 Vezes R$ 40,36 ASSINATURA IMPRESSA Pagamento Mensal À Vista R$ 38,00 ASSINATURA DIGITAL Pagamento Semestral Anual À Vista R$ 164,00 R$ 328,00 2 Vezes R$ 82,00 R$ 164,00 3 Vezes R$ 54,67 R$ 109,33 4 Vezes R$ 41,00 R$ 82,00 5 Vezes R$ 32,80 R$ 65,60 6 Vezes R$ 54,67 7 Vezes R$ 46,86 8 Vezes R$ 41,00 9 Vezes R$ 36,44 10 Vezes R$ 32,80 11 Vezes R$ 29,82 Pagamento Mensal À Vista R$ 28,00 PREÇO DO EXEMPLAR EM BANCA: R$ 2,00 (RJ, SP e DF) CENTRAL DE ATENDIMENTO E VENDAS:

18 Empresas Quarta-feira, Editora // Martha Imenes 25 de julho de 2012 Jornal do Commercio B-3 NEOENERGIA Sócios vão manter estrutura DA AGÊNCIA REUTERS A Neoenergia informou ontem que os sócios na empresa Previ, Banco do Brasil e a espanhola Iberdrola resolveram manter a atual estrutura acionária da companhia após um período em que analisaram alternativas estratégicas para os investimentos. Os acionistas decidiram por manter a atual estrutura acionária com o intuito de assegurar a manutenção da parceria em bases sólidas e economicamente favoráveis a todos os envolvidos, não havendo, portanto, perspectiva de retirada de sócio ou modificação significativa da estrutura societária atual, informou a Neoenergia em comunicado à Comissão de Valores Mobiliários, mencionando trecho de carta dos acionistas. A Neoenergia é controladora das distribuidoras de energia Celpe (PE), Cosern (RN) e Coelba (BA), também atua no segmento de transmissão e comercialização de energia e tem participação nas usinas hidrelétricas Belo Monte e Teles Pires. No final da semana passada, o presidente da Iberdrola, Ignácio Sánchez Galán, disse que a empresa espanhola, que tem 39% de participação na Neoenergia, nunca pensou em sair do capital da empresa no Brasil ou vender participação na companhia. Os comentários foram feitos depois que, em maio, a empresa espanhola informou que estava analisando alternativas estratégicas diferentes para o capital da Neoenergia. VAREJO Pão de Açúcar espera segundo semestre melhor Desaceleração no consumo impacta vendas no período, com alta de 4,7%, abaixo dos 9,1% do 2 o trimestre de Proximidade do Dia dos Pais mostra retomada nas lojas DA AGÊNCIA REUTERS Desempenho Ganho sobe 7,9% no 2 o DA REDAÇÃO trimestre O Grupo Pão de Açúcar encerrou o segundo trimestre com lucro líquido de R$ 159 milhões, praticamente em linha com o esperado pelo mercado e um salto sobre o ganho de R$ 91 milhões de igual período do ano anterior. O resultado exclui receita bruta de R$ 98 milhões da área de empreendimentos imobiliários. A maior rede de varejo do País apurou um lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) de R$ 692 milhões, expansão de 7,9% sobre o obtido no segundo trimestre de A geração de caixa ficou praticamente em linha com os R$ 707,2 milhões esperados pelo mercado, segundo pesquisa da Reuters com oito analistas. A margem no período ficou praticamente estável, passando de 5,7% para 5,8%, excluindo resultados da divisão GPA Malls & Properties, que administra os ativos imobiliários da rede de varejo e que fechou contratos de permuta de terrenos com Cyrela e Pitangueiras Desenvolvimento Imobiliário. Em termos consolidados, incluindo os ativos imobiliários, a rede teve lucro líquido de R$ 255 milhões no trimestre passado ante ganho de R$ 91 milhões de abril a junho de A companhia apurou receita líquida de vendas consolidada de R$ 12,037 bilhões no segundo trimestre, crescimento de 6,8% no comparativo anual e ligeiramente abaixo do esperado por analistas, de faturamento de R$ 12,122 bilhões. O crescimento da receita bruta de vendas no conceito mesmas lojas da área de alimentos do grupo foi de 4,7% no trimestre, mas, em termos reais, houve recuo de 0,2% no período. Após a já esperada desaceleração do consumo ter resultado em crescimento menor de vendas do Grupo Pão de Açúcar no segundo trimestre, a companhia previu um cenário mais positivo no segundo semestre, com a recuperação ganhando força nos últimos três meses do ano. Temos visão otimista para o segundo semestre, que será melhor, e para o quarto trimestre acreditamos em crescimento maior, afirmou o presidenteexecutivo do grupo, Enéas Pestana, em teleconferência ontem com analistas. De abril a junho, a rede viu suas vendas pelo conceito mesmas lojas que considera aquelas em operação há pelo menos 12 meses crescerem 4,7%, quase metade do salto de 9,1% apurado um ano antes, com a maior desaceleração na área de alimentos, cujo aumento das vendas por esse conceito diminuiu de 10% para 4,8% em um ano. Mais que a frágil conjuntura macroeconômica, que vem impactando o desempenho das empresas ligadas ao consumo, Pestana citou uma crise de confiança no consumidor, ocasionada por notícias ruins relacionadas à crise econômica na Europa e à inadimplência no Brasil. Para o executivo, o atual trimestre, que conta com as vendas para o Dia dos Pais, já trouxe indícios de retomada das vendas, com fluxo de clientes muito bom tanto nas lojas físicas quanto no comércio eletrônico. Segundo ele, os meses de agosto e setembro devem ser favorecidos por maior número de sábados, na comparação anual. Somada ao desaquecimento da demanda, a comemoração da Páscoa este ano no início de abril também impactou o desempenho do segundo trimestre, com os consumidores antecipando as compras para o final de março. No final de maio, o vice-presidente executivo do Pão de Açúcar, Hugo Bethlem, dissera que a companhia encerraria o segundo trimestre com crescimento de vendas abaixo do esperado. Por uma razão inexplicável, foi um abril para esquecer, disse então. Ainda assim, Pestana assinalou ontem que o grupo mantém as estimativas traçadas para o ano, descartando qualquer revisão nas projeções, que incluem R$ 1,8 bilhão em investimentos e vendas brutas acima de R$ 57,2 bilhões. O controle societário da companhia mudou de mãos recentemente, seguindo um acordo firmado anos antes, pelo qual o grupo francês Casino tornou-se o acionista majoritário, no lugar do empresário Abílio Diniz, que segue como presidente do Conselho de Administração da companhia. De olho no potencial do mercado imobiliário e considerando a escassez de terrenos adequados para construção de novos empreendimentos no País, Pestana afirmou que a companhia deve impulsionar as operações da GPA Malls & Properties, que administra os ativos imobiliários do grupo. Vamos buscar oportunidades e explorar o ativo imobiliário do grupo para trazer receitas recorrentes a partir de agora, disse. TESTE OGX confirma gás na Bacia do Parnaíba DA AGÊNCIA REUTERS A OGX Maranhão concluiu o teste de formação na Bacia do Parnaíba, na acumulação de Bom Jesus, onde houve vazão de gás natural, segundo informou a companhia ontem. Tais resultados sustentam o futuro desenvolvimento da acumulação de Bom Jesus, permitindo a continuidade da perfuração de mais poços de delimitação nessa área, disse a companhia em nota. O poço OGX-88 é o primeiro poço de delimitação perfurado na acumulação de Bom Jesus e está a 1,4 quilômetro do poço descobridor da acumulação. O teste é um importante passo para um melhor conhecimento do reservatório e para o desenvolvimento de futuros projetos de produção na região. O teste indicou gás seco, similares aos testes prévios no Campo de Gavião Real, que está em fase avançada de desenvolvimento da produção, segundo a OGX. "O resultado apresentado nesse teste nos deixa ainda mais confiantes com o potencial da Bacia do Parnaíba, que além desse promissor prospecto conta também com o campo de Gavião Real, já declarado comercial, e cuja produção e geração de caixa se iniciará já em 2013", disse o novo diretor presidente da OGX, Luiz Carneiro, em nota. A OGX Maranhão é uma sociedade formada entre OGX, com 66,6%, e MPX Energia, com 33,3%. A OGX Maranhão é a operadora e detém 70% de participação neste bloco, enquanto a Petra Energia detém os 30% restantes.» Indicadores econômicos // 24 de julho de 2012 Ibovespa Queda de 0,75% Principais ações VALE PNA -4,69% PETROBRAS PN -0,9% ITAÚ UNIBANCO PN 3,39% BRADESCO PN 0,89% BM&F BOVESPA ON 1,7% GERDAU PN -1,79% USIMINAS PNA -1,58% CIA SIDERÚRGICA NACIONAL ON -0,82% PETROBRAS ON -0,77% VALE ON -4,88% Maiores altas LLX LOGÍSTICA ON 8,11% TIM PARTICIPAÇÕES ON 4,81% ITAUSA PN 3,94% ITAÚ UNIBANCO PN 3,39% DURATEX ON 2,75% LOCALIZA RENT A CAR ON 2,3% BMFBOVESPA ON 1,7% BRASKEM PNA 1,42% DIAGNÓSTICO DA AMÉRICA ON 1,07% BRADESCO PN 0,89% Maiores baixas BRADESPAR PN -5,59% VALE ON -4,88% VALE PNA -4,69% GOL PN -3,66% USIMINAS ON -3,38% B2W VAREJO ON -3,29% ELETROPAULO PN -3,03% OGX PETRÓLEO ON -2,86% VANGUARDA AGRO ON -2,78% FIBRIA CELULOSE ON -2,16% O MERCADO Imposto de Renda Dow Jones Queda de 0,82% Dólar comercial Compra R$ 2,043 Venda R$ 2,044 Alta de 0,1% Compra Dólar Ptax R$ 2,0413 R$ 2,0418 Dólar Turismo R$ 2,013 R$ 2,167 Compra Euro Comercial R$ 2,468 R$ 2,469 Turismo R$ 2,437 R$ 2,617 Reajuste do Aluguel Maio/12 Venda Venda Base de Cálculo (R$) Alíquota (%) Deduzir (R$) Junho/12 IGP-M (FGV) 1,0426 1,0514 IGP-DI (FGV) 1,048 1,0566 IPCA (IBGE) 1,0499 1,0492 INPC (IBGE) 1,0486 1,0491 Até 1.637,11 - Isento De 1.637,12 até 2.453,50 7,5 122,78 De 2.453,51 até 3.271, ,80 De 3.271,39 até 4.087,65 22,5 552,15 Acima de 4.087,65 27,5 756,53 Deduções: R$ 164,56 por dependente; pensão alimentícia integral; contribuição ao INSS. Aposentado com 65 anos ou mais tem direito a uma dedução extra de R$ 1.566,61 no benefício recebido da previdência. 30 dias 7,76% ao ano Salário de contribuição HOT MONEY Ao mês: 1,05% OVER Ao ano: 7,89% Juros Título da Dívida Externa Global ,40 Centavos de Dólar INSS Poupança Correção CDB Dia Índice Estável 62 dias 7,61% ao ano CAPITAL DE GIRO Ao ano: 11,08% CDI Ao ano: 7,85% UFIR-RJ/2012 R$ 2,2752 Contribuinte individual e facultativos R$ % Valor mínimo 622,00* 11 ou 20 Valor máximo De 622,01 a 3.916,20 20 *Quem optar pela alíquota de 11% só pode se aposentar por idade Segurados de empregos, inclusive domésticos e trabalhadores avulsos Salário de contribuições (R$) Alíquotas (%) Até 1.174,86 8% de 1.174,87 até 1.958,10 9% de 1.958,11 até 3.916,20 11% Com aplicação Até 3/5/12 A partir de 4/5/12 24/Jul/12. 0,5% 0,4828% 25/Jul. 0,5226% 0,5054% 26/Jul. 0,5161% 0,4989% 27/Jul. 0,5% 0,4828% 28/Jul. 0,5% 0,4828% 29/Jul 0,5145% 0,4973% 30/Jul. 0,5145% 0,4973% 1º/Ago. 0,5145% 0,4973% 2/Ago. 0,5488% 0,5316% 3/Ago. 0,5049% 0,4877% 4/Ago. 0,5562% 0,539% 5/Ago. 0,5% 0,4828% 6/Ago. 0,5% 0,4828% 7/Ago. 0,5% 0,4828% 8/Ago. 0,5034% 0,4862% 9/Ago. 0,5172% 0,5% 10/Ago. 0,5213% 0,5041% 11/Ago. 0,5144% 0,4972% 12/Ago. 0,5% 0,4551% 13/Ago. 0,5% 0,4551% 14/Ago. 0,5% 0,4551% 15/Ago. 0,5% 0,4551% 16/Ago. 0,5177% 0,4728% 17/Ago. 0,5016% 0,4567% 18/Ago. 0,5009% 0,456% 19/Ago. 0,5% 0,4551% 20/Ago. 0,5% 0,4551% 21/Ago.. 0,5% 0,4551% 22/Ago.. 0,5% 0,4551% 23/Ago. 0,5216% 0,4767% Obs.: De acordo com norma do Banco Central, os rendimentos dos dias 29, 30 e 31 correspondem ao dia 1º do mês subsequente. Fonte: Banco Central do Brasil. TBF Taxa Básica Financeira 24/Jun./12 0,6382% 25/Jun. 0,6726% 26/Jun. 0,6661% 27/Jun. 0,6431% 28/Jun. 0,641% 29/Jun. 0,6405% 30/Jun. 0,6745% 1º/Jul. 0,6745% 2/Jul. 0,7089% 3/Jul. 0,6549% 4/Jul 0,7163% 5/Jul. 0,6486% 6/Jul. 0,6292% 7/Jul. 0,6237% 8/Jul. 0,6534% 9/Jul. 0,6772% 10/Jul. 0,6813% 11/Jul. 0,6744% 12/Jul. 0,6321% 13/Jul. 0,6001% 14/Jul. 0,6048% 15/Jul. 0,6337% 16/Jul. 0,6677% 17/Jul. 0,6516% 18/Jul. 0,6509% 19/Jul. 0,6349% 20/Jul. 0,6127% 21/Jul. 0,6174% 22/Jul. 0,6469% 23/Jul. 0,6816% Inflação Valores em % Mês INPC INCC IGP-DI IGP-M IPCA IBGE (IGP-DI/FGV) FGV FGV IBGE FEV/11 0,54 0,28 0,96 1 0,8 MAR/11 0,66 0,43 0,61 0,62 0,79 ABRIL/11 0,72 1,06 0,50 0,45 0,77 MAI/11 0,57 2,94 0,01 0,43 0,47 JUN/11 0,22 0,37-0,13-0,18 0,15 JUL/11 0 0,45-0,05-0,12 0,16 AGO/11 0,42 0,13 0,61 0,44 0,37 SET/11 0,45 0,14 0,75 0,65 0,53 OUT/11 0,32 0,23 0,40 0,53 0,43 NOV/11 0,32 0,72 0,43 0,5 0,52 DEZ/11 0,51 0,11-0,16-0,12 0,5 JAN/12 0,51 0,89 0,3 0,25 0,56 FEV/12 0,39 0,3 0,07-0,06 0,45 MAR/12 0,18 0,51 0,56 0,43 0,21 ABR/12 0,64 0,75 1,02 0,85 0,64 MAI/12 0,55 1,88 0,91 1,02 0,36 JUN/12 0,26 0,73 0,69 0,66 0,08 NO ANO 2,56 5,16 3,59 3,19 2,32 12 MESES 4,91 7,04 5,66 5,14 4,92 Salário Mínimo e UPC Salário Família Salário até R$ 608,80 R$ 31,22 Salário de R$ 608,81 a R$ 915,05 R$ 22,00 Taxa Selic Mês Sal./Mínimo UPC Vigência Valores JUN/11 545,00 17,45 JUL/11 545,00 17,45 AGO/11 545,00 17,45 SET/11 545,00 17,45 OUT/11 545,00 17,45 NOV/11 545,00 17,45 DEZ./11 545,00 17,45 JAN./12 622,00 17,45 FEV./12 622,00 17,45 MAR./12 622,00 17,45 ABR./12 622,00 17,45 MAI./12 622,00 17,45 JUN/12 622,00 17,45 JUL./12 622,00 17,45 Valores em R$ 20/10/10 10,75% 8/12/10 10,75% 19/1/11 11,25% 2/3/11 11,75% 20/4/11 12% 08/6/11 12,25% 20/7/11 12,5% 31/8/11 12% 19/10/11 11,5% 30/11/11 11% 18/1/12 10,5% 7/3/12 9,75% 18/4/12 9% 31/5/12 8,5% 11/7/12 8% TJLP Outubro a dezembro/2011 Janeiro a março/2012 Abril a Junho/2012 Julho a setembro/2012 6% ao ano 6% ao ano 6% ao ano 5,5% ao ano

19 B-4 Empresas Quarta-feira, 25 de julho de 2012 Jornal do Commercio SIDERURGIA Votorantim confirma Tito Martins O Grupo Votorantim confirmou ontem a contratação de Tito Martins, ex-diretor financeiro da Vale, para o cargo de diretor-superintendente da Votorantim Metais. A Vale anunciou a saída de seu executivo na noite de segunda-feira. Ontem, as ações PNA (sem direito a voto) da mineradora caíram 4,69% com a notícia. De acordo com comunicado da Votorantim, Tito chegará à empresa em agosto, em um programa de transição com João Bosco Silva, atual ocupante do cargo. O executivo assumirá o posto de fato em outubro. A Votorantim afirmou que essa contratação tem como um dos principais objetivos a aceleração do crescimento da Votorantim na área de mineração e a otimização dos ativos da empresa nas áreas de alumínio, zinco e níquel. Estamos confiantes que sua experiência irá agregar valor às nossas operações integradas de mineração e metalurgia, aprimorando a escala necessária para ocuparmos um papel cada vez mais global, disse, em nota, o presidente da holding, Raul Calfat. Tito estava desde 1985 na Vale e chegou a comandar as operações no Canadá. O executivo assumiu o cargo de diretor financeiro em novembro do ano passado, após reestruturação da diretoria da mineradora promovida pelo presidente Murilo Ferreira, que assumiu a Vale em maio de Em seu lugar ficará Luciano Siani. APPLE Receita vem abaixo do esperado DA REDAÇÃO A receita trimestral da Apple ficou aquém das expectativas do mercado, com o desempenho de novos ipads insuficientes para compensar vendas de iphones abaixo do esperado, o que chegou a fazer as ações da companhia recuarem 5%. A empresa divulgou lucro líquido de US$ 8,82 bilhões (US$ 9,32 por ação) no seu terceiro trimestre fiscal, encerrado em 30 de junho. O resultado mostra uma alta de 21% em relação ao lucro de igual período do ano passado, de US$ 7,31 bilhões (US$ 7,79 por ação). A receita trimestral da maior empresa de tecnologia dos Estados Unidos em valor de mercado cresceu para US$ 35 bilhões, inferior à estimativa média de analistas, de US$ 37,22 bilhões, de acordo com a Thomson Reuters I/B/E/S. A margem bruta no trimestre subiu de 41,7% para 42,8%, mas também abaixo do previsto por analistas, de 43,68%. A Apple vendeu 26 milhões de iphones no trimestre passado, alta de 28% na comparação com intervalo equivalente do ano passado, mas abaixo da previsão de 28 milhões a 29 milhões de unidades, com os consumidores no aguardo do lançamento da mais recente versão do smartphone, que começará a ser vendido no final do ano. No trimestre até março, a empresa havia vendido 35,1 milhões de iphones. As vendas do tablet ipad cresceram 84%, para 17 milhões de unidades, enquanto as dos computadores Macintosh avançaram 2%, para 4 milhões de unidades. Já as vendas do tocador de música ipod recuaram 10%, para 6,8 milhões de unidades. MONTADORA GM suspende trabalho em São José dos Campos Empresa concede licença remunerada aos 7,2 mil trabalhadores e se reúne hoje com governo e Sindicato dos Metalúrgicos DA AGÊNCIA REUTERS AGeneral Motors decidiu suspender as atividades no complexo fabril em São José dos Campos (SP) enquanto negocia com o sindicato local sobre o destino de uma linha de produção de veículos que estão sendo substituídos por novos modelos montados em outras unidades. A montadora concedeu licença remunerada aos cerca de 7,2 mil trabalhadores da instalação, com objetivo de proteger a integridade física dos colaboradores enquanto continuam as discussões com os representantes sindicais em relação à viabilidade de uma das fábricas do complexo, afirmou a GM em comunicado ao mercado. Apesar disso, o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos acusou a montadora norte-americana de prática de locaute, quando a empresa impede a entrada de trabalhadores em suas instalações, proibida pela legislação brasileira. Segundo o sindicato, os trabalhadores foram surpreendidos com a decisão da empresa de impedir a entrada na fábrica. Até mesmo os funcionários terceirizados foram proibidos de ter acesso à empresa, informou a entidade. A GM disse em nota à imprensa que a decisão de fechar a instalação foi tomada depois que considerou as fortes evidências, nas últimas horas e dias, de mobilizações internas no complexo e entende que o momento atual é delicado e prefere não expor seus empregados a eventuais incitações e provocações comuns. Apesar disso, o sindicato informou que em nenhum momento houve intimidação da entidade para com os trabalhadores e que a atitude da GM em fechar a unidade reforça a expectativa de grande número de demissões na linha conhecida como MVA. Modelos produzidos O complexo da GM em São José dos Campos abriga oito fábricas que além de motores, transmissões e outros componentes abriga a linha MVA, responsável pelos modelos Corsa Hatchback, Meriva e Classic. Estes modelos estão sendo substituídos por outros veículos, como a perua Spin, fabricada em São Caetano do Sul, na região metropolitana de SP. Em 2008, houve o último acordo da montadora com o sindicato para a produção de um novo veículo em São José dos Campos, a nova versão da picape S10, que é montada em uma linha diferente do complexo. Este mês, a linha MVA encerrou a produção da Zafira. Além disso, a produção do Corsa, que operava em dois turnos, passou recentemente a apenas um turno. Segundo o sindicato, o fechamento da MVA poderá resultar na demissão de funcionários, cifra que a GM não confirma. A atitude deles (GM) hoje só reforça a expectativa de demissão em massa, informou representante da entidade. A GM tem reunião marcada hoje com sindicato e integrantes do governo. Procurada, a empresa não informou se a paralisação do complexo poderia ser ampliada para hoje. Os trabalhadores do complexo promoveram greve de 24 horas na segunda-feira da semana passada, em protesto contra o possível corte de pessoal na MVA. No dia seguinte, representantes do sindicato se reuniram com o ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, que se comprometeu a levar a questão à presidente Dilma Rousseff para evitar eventuais cortes de empregos na montadora. Além da acusação de locaute, o sindicato acusa a GM de descumprir acordo com o governo de manutenção de empregos em troca de redução no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A montadora diz que não descumpriu o acordo firmado no final de maio e válido até o final de agosto, pois está contratando trabalhadores em outras fábricas no País, como em São Caetano do Sul, Gravataí (RS) e Joinville (SC). JSL vai gerenciar logística da fábrica da MAN em Resende DA AGÊNCIA REUTERS» CÍNTIA BRINGHENTI ESPECIAL PARA A AGÊNCIA ESTADO A fabricante chinesa de veículos Hafei Motor Company e a brasileira CN Auto assinaram contrato de licença e transferência de tecnologia para a produção de automóveis da nova linha de modelos Towner, em Linhares (ES). Será a primeira fábrica autorizada pela Hafei Motor na América do Sul, que também tem unidades na Malásia, no Vietnã e no Irã. O investimento é de R$ 250 milhões na primeira fase, com recursos próprios e do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES), por meio do Banco do Nordeste. O empreendimento será construído em quatro etapas, gerando 1,2 mil empregos na fase final, prevista para ser operar em Somente em 2011 nós exportamos 20 mil veículos para o Brasil. Essa parceria com a CN Auto vai abrir uma nova página Vamos ser o único operador logístico dentro da MAN. Seremos responsáveis por receber todas as peças que entram na planta, fazer todo o controle de armazenagem e abastecimento da linha de produção. Fernando Simões Presidente da JSL A operadora de logística JSL fechou contrato com a montadora de caminhões e ônibus MAN para operar a logística interna da fábrica da empresa alemã em Resende (RJ). O valor global do contrato é de US$ 350 milhões e tem prazo de 60 meses. De acordo com o presidente da JSL, Fernando Simões, esse é o maior contrato da companhia este ano, e faz com que os acordos fechados somente em 2012 ano ultrapassem R$ 1 bilhão. O contrato com a MAN compreende quatro operações integradas: gestão do centro logístico, logística interna da fábrica, operação de SKD (planejamento e gestão de partes semimontadas) e de CKD (planejamento e gestão de autopeças e acessórios). Vamos ser o único operador logístico dentro da MAN. Seremos responsáveis por receber todas as peças que entram na planta, fazer todo o controle de armazenagem e abastecimento da linha de produção, afirmou Simões. Segundo o presidente, a JSL também será responsável por receber as peças importadas que chegam à MAN principalmente pelo porto do Rio de Janeiro. Para tudo que ela exportar, iremos fazer as embalagens e despachar, completou. A JSL na indústria automobilística. Toda a linha de produção atual será remodelada, de forma a atender às exigências do Brasil, afirmou o presidente da Hafei Motor, Liu Zhengjun. Segundo ele, a fabricação interna vai reduzir os gastos da empresa com o pagamento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Planejamento absorverá cerca de 850 pessoas e investirá R$ 15 milhões em equipamentos (160 ativos, principalmente empilhadeiras e paleteiras), não envolvendo a aquisição de veículos. A MAN é controlada pela Volkswagen e, no Brasil, possui mais de um terço do mercado de caminhões. Segundo o site da MAN Latin America, a capacidade total de produção em Resende é de 80 mil veículos por ano. Hafei se associa à CN Auto O empreendimento está sendo planejado desde novembro de 2011, quando foi assinado um protocolo de intenções entre a CN Auto e o governo do estado. A ideia era anunciar o início das obras no começo de 2012, mas o novo regime automotivo que aumentou as exigências de localização da fabricação adiou os planos da empresa. As obras da fábrica da CN Auto, previstas para começar em janeiro de 2013, ainda dependem de licença ambiental. Cinco modelos da nova linha da Towner três tipos de picapes e dois de minivan deverão começar a ser produzidos a partir de No setor automobilístico você não tem como instalar uma fábrica sem o respaldo de uma tecnologia de fora. Por isso, nós escolhemos o grupo Hafei, que é um dos maiores grupos chineses no setor, com mais de 30 anos de experiência, disse o diretor-geral da CN Auto, Ricardo Strunz. No Brasil, o Porto de Vitória é o principal canal de entrada de produtos importados pela CN Auto desde Essa foi a razão da escolha de fazer o investimento no estado. O Espírito Santo está próximo aos principais mercados consumidores do País, como Rio e São Paulo, e Linhares está interligada a portos e rodovias e faz parte da Sudene (Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste), o que facilita a obtenção de linhas de crédito para a indústria, explicou Strunz. 2 O TRIMESTRE Itaú Unibanco reporta queda de 8,3% no lucro DA AGÊNCIA REUTERS USINA DA AGÊNCIA REUTERS A Biosev, empresa do setor de açúcar e etanol no Brasil subsidiária da Louis Dreyfus Commodities Bioenergia International, firmou um contrato de empréstimo de US$ 210 milhões com um sindicato de bancos. O contrato foi fechado em 13 de julho, antes de a Biosev suspender na semana passada, por tempo indeterminado, sua oferta pública inicial de ações no País, com a qual poderia levantar até mais de US$ 1 bilhão. A segunda maior processadora de cana-de-açúcar do Brasil contratou empréstimo em duas etapas. A primeira de US$ 126 milhões, amortizáveis em sete parcelas, com vencimento final em 31 de janeiro de 2015, e a segunda de US$ 84 milhões referente a O Itaú Unibanco reportou ontem lucro líquido de R$ 3,3 bilhões de abril a junho, queda de 8,3% ante igual período de Em bases recorrentes, o lucro foi de R$ 3,585 bilhões, em linha com o esperado pelo mercado, e 8,1% maior do que o de um ano antes. A carteira de empréstimos total evoluiu 14,8%, para R$ 413,39 bilhões, com destaque para os financiamentos a grandes empresas, que deram um salto de 22,1%. Diferente do habitual, lucro e crédito não foram o foco do mercado, que preferiu notícias sobre controle dos calotes. Nesse quesito, o índice de inadimplência superior a 90 dias chegou a 5,%, a quinta alta seguida, e o maior percentual desde o fim de Na carteira para o varejo, o índice avançou de 6,7% para 7,3% na passagem do primeiro para o segundo trimestre, enquanto os calotes na pessoa jurídica recuaram de 3,7% para 3,5% no período. O banco deu sinais, porém, de que o cenário pode estar melhorando, uma vez que sua provisão para perdas com devedores duvidosos (PDD), que caiu na base sequencial, passando de R$ 6,03 bilhões para R$ 5,988 bilhões. Além disso, a instituição previu queda de R$ 500 milhões nessa conta para o terceiro trimestre ante o que esperava anteriormente, para a faixa entre R$ 6 bilhões a R$ 6,5 bilhões. No último quarto do ano, o Itaú Unibanco prevê que o PDD encolha ainda mais, para entre R$ 5,7 bilhões e R$ 6,2 bilhões. O que estamos vendo agora é uma boa notícia em relação ao que tínhamos previsto, disse o diretor de controladoria do Itaú Unibanco, Rogério Calderón, em teleconferência com jornalistas. O banco também diminuiu a previsão de alta em 2012 das despesas administrativas, da faixa de 4,5% a 8%, para a de 3,5% a 6,5%. Para o índice de eficiência, que recuou em 2,8 pontos percentuais no comparativo anual, a 45% no trimestre, a previsão é de que a melhora siga entre dois e três pontos percentuais no acumulado do ano. O Itaú previu ainda avanço das receitas de prestação de serviços e resultado com seguros, previdência e capitalização de 10% a 12% este ano. Carteira de crédito Esse pacote, na visão de analistas, mais que compensou a redução na previsão para o crescimento da carteira de crédito no ano, da faixa de 14% a 17% para algo em torno de 10%. Adicionalmente, o movimento foi visto como um sinal de que o banco vai se concentrar em operações de menor risco. A carteira de veículos, cujo mercado apurou forte alta na inadimplência no início do ano, recuou 5,9% no comparativo anual e deve decrescer em R$ 2 bilhões no fechado de 2012, estimou o banco. "Vemos a iniciativa do Itaú de reduzir o crescimento e reduzir a exposição a segmentos de maior risco como apropriada, dado o atual cenário, escreveu o analista de bancos do Barclays, Fabio Zagatti, em relatório. O Itaú Unibanco encerrou o trimestre passado com ativos totais de R$ 888,809 bilhões, crescimento de 11,9% sobre o total registrado um ano antes. A temporada de balanços no setor segue amanhã com os resultados do Santander Brasil. Biosev fecha empréstimo de US$ 210 milhões Curtas uma parcela rotativa, com vencimento final em 31 de janeiro de 2015, sendo que o prazo de repagamento de cada desembolso é de no máximo de um ano. Segundo o diretor financeiro da Biosev, Serge Stepanov, a parcela amortizável de referido contrato de empréstimo não aumentará o endividamento da Biosev, na medida em que será utilizada para substituir dívidas de curto prazo com taxas médias de juros superiores, melhorando, dessa forma, o custo médio do endividamento. Os bancos envolvidos na operação são Crédit Agricole Corporate and Investment Bank, London Branch, Natixis, ABN AMRO Bank N.V., ING Bank N.V., Standard Chartered Bank e Israel Discount Bank of New York. LUCRO DA VOLVO RECUA MENOS NO 2º TRIMESTRE A Volvo, segunda maior fabricante de caminhões do mundo, teve queda no lucro no segundo trimestre menor do que se esperava e manteve a previsão para os dois principais mercados da companhia, apesar do desaquecimento da economia global e rápido impacto sobre as encomendas. O lucro operacional caiu para 7,34 bilhões de coroas suecas (US$ 1,05 bilhão), ante 7,65 bilhões de coroas suecas um ano antes. GANHO DA DUPONT DIMINUI 3% DE ABRIL A JUNHO A fabricante de produtos químicos DuPont teve queda de 3% no lucro no segundo trimestre, quando custos mais altos minimizaram o salto na receita. O ganho líquido foi de US$ 1,18 bilhão, ou US$ 1,25 por ação, ante US$ 1,22 bilhão, ou US$ 1,29 por ação um ano antes. Sem considerar itens extraordinários, a companhia lucrou US$ 1,48 por ação. A receita subiu para US$ 11,28 bilhões, ante US$ 10,49 bilhões. AT&T TEM LUCRO DE US$ 3,9 BI, COM ALTA DE 8,7% A AT&T reportou lucro líquido de US$ 3,9 bilhões no segundo trimestre, 8,7% maior que os US$ 3,59 bilhões registrados em igual período do ano passado. O ganho por ação ficou em US$ 0,66, ante US$ 0,60 um ano antes. A receita teve ligeira alta de 0,3% na mesma comparação, para US$ 31,58 bilhões. A empresa conquistou 320 mil clientes no período.

20 ABBOTT (ABTT MB) DRI: Burkhard Ziegenhorn Informações sobre a demonstração financeira do 2º trimestre de 2012 Enviou o seguinte comunicado: O Deutsche Bank S.A. Banco Alemão, na qualidade de depositário e emissor do programa de BDR Nível I não patrocinado da empresa Abbott Laboratories, vem por meio do presente documento comunicar que encontra-se à disposição no link abaixo, informações sobre a demonstração financeira do 2º trimestre de AGRENCO (AGEN) DRI: Edgard Mansur Salomão Comunicado Enviou o seguinte comunicado: A AGRENCO Limited Companhia, código Bovespa AGEN11, com a intenção de manter o mercado informado acerca do andamento de suas atividades, buscando a retomada da produção de suas plantas, e, ainda, visando estar em dia com todas as exigências da CVM, comunica aos seus acionistas e ao mercado em geral o que segue: 1 Nesta segunda feira, dia 23 de julho de 2012, houve o início do transporte das toneladas de milho que serão lavadas e secas na Usina de Caarapó, como noticiado em nosso último comunicado, porém, o pagamento do serviço já vem sendo feito. 2 Ainda, na mesma data, a equipe da Grant Thornton, iniciou, nas dependências da Companhia, o seu trabalho de auditoria, com promessa de entrega dos relatórios finais na próxima sexta feira, dia 27 de julho de 2012, data em que estará pronta a ser enviada à CVM. 3 Finalmente, a Companhia informa a renovação de suas apólices de seguro, dando continuidade a sua política de, o quanto antes, retomar suas atividades produtivas. Em caso de remanescerem dúvidas após a leitura do mesmo, estaremos à disposição através do São Paulo, 23 de julho de ALIPERT (APTI) DRI: Caetano Aliperti Data de pagamento de dividendo Enviou o seguinte fato relevante: Em atendimento à Instrução CVM 358/2002, art. 2º, inciso XVI, o DRI da Cia., Sr. Caetano Aliperti informa aos acionistas e mercado em geral, que de conformidade com a deliberação da AGO de 26/04/2012, os dividendos aprovados, R$ ,86 para ações ordinárias, correspondendo a R$ 20, por ação e R$ ,14 para ações preferenciais, correspondendo a R$ 22, por ação, terão início de pagamento em 24/07/2012, e de conformidade com artigo 205 da lei 6404/76 serão pagos pelo prestador de serviços de escrituração de ações Itaú Unibanco SA. São Paulo, 12 de julho de BANRISUL (BRSR N1) DRI: João Emílio Gazzana Conversão de Ações Enviou o seguinte Comunicado ao Mercado: O Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. Banrisul, considerando a faculdade de conversão de ações PNA de sua emissão em ações ON ou em ações PNB, ambas de sua emissão, comunica para conhecimento e divulgação que, após a conversão de (três mil e trezentas) ações preferenciais classe A em ações preferenciais classe B, ocorreu modificação na composição do Capital Social da Empresa, conforme a seguir: Capital Social na data da última modificação, em 17/07/2012. Ações Ordinárias: Ações Preferenciais A: Ações Preferenciais B: Total Capital Social após a Conversão de hoje, 23/07/2012. Ações Ordinárias: Ações Preferenciais A: Ações Preferenciais B: Total Porto Alegre, 23 de julho de BHG (BHGR-NM) DRI: Ricardo Levy Comunicado A empresa enviou o seguinte: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro confirma mais uma vez a validade e eficácia da aquisição do Hotel Rio Palace, no Rio de Janeiro - RJ, pelo Grupo BHG A BHG S.A. - Brazil Hospitality Group ( BHG ou Companhia ), em linha com as melhores práticas de governança corporativa, comunica aos seus acionistas e ao mercado em geral que em 11 de julho de 2012 a 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro confirmou mais uma vez a validade e a eficácia da aquisição do Hotel Rio Palace ( Hotel ) pelo Grupo BHG. O Grupo BHG, por meio da Melongena Empreendimentos 1 Ltda., firmou, em 17 de agosto de 2011, escritura definitiva de compra e venda do Hotel com a Veplan Hotéis e Turismo S.A. ( Veplan ). A escritura definitiva de compra e venda foi lavrada após a homologação do Instrumento Particular de Promessa de Compra e Venda celebrado entre a BHG e a Veplan em 26 de agosto de 2010 e aditado em 2 de setembro de 2010 ( Promessa de Compra e Venda ), conforme decisão unânime da 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, proferida em 6 de julho de Entretanto, a 6ª Vara Empresarial da Comarca do Rio de Janeiro, em decisão de primeira instância, veio a reconhecer suposto direito de preferência da Nova Riotel Empreendimentos Hoteleiros Ltda. ( Nova Riotel ) para a aquisição do Hotel na qualidade de locatária, mesmo tendo a aquisição pela BHG sido realizada em âmbito de processo judicial. O Grupo BHG interpôs, em 9 de janeiro de 2012, novo agravo de instrumento perante a 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, que decidiu, em 23 de maio de 2012, reformar a decisão de primeira instância para rejeitar o suposto direito de preferência da Nova Riotel e confirmar, portanto, a validade e a eficácia da aquisição do Hotel pelo Grupo BHG. A 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, por unanimidade, deu razão ao Grupo BHG em todos os quesitos e confirmou a eficácia da aquisição do Hotel pela BHG. A Nova Riotel opôs, em 5 de junho de 2012, embargos de declaração, apontando supostas omissões, obscuridades e contradições na referida decisão favorável à BHG. Em 11 de julho de 2012, a 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro julgou os embargos de declaração, acolhendo o recurso tão somente para a inserção de esclarecimentos adicionais, sem modificação do resultado do acórdão anterior, de modo que a validade e a eficácia da aquisição do Hotel pelo Grupo BHG permanece confirmada. O acórdão referente ao julgamento dos embargos de declaração foi publicado em 20 de julho de O Rio Palace é um dos principais hotéis da cidade e possui área construída total de m², 388 apartamentos, dez salas de eventos para até pessoas e 13 salas de reunião no business center dois restaurantes, bar, academia de ginástica e estacionamento no subsolo. O Hotel possui, ainda, localização privilegiada no Rio de Janeiro, sendo situado em uma de suas principais vias, com fácil acesso ao Aeroporto Santos Dumont, ao centro da cidade e próximo das mais belas praias da cidade. A aquisição do Hotel está de acordo com a estratégia do Grupo BHG em adquirir hotéis que possibilitem aumento na eficiência operacional e ganhos de escala e que sejam localizados em cidades com grande potencial de crescimento no turismo de negócios ou receptivo. Rio de Janeiro, 23 de julho de 2012 BR MALLS PAR (BRML-NM) DRI: Leandro Rocha Franco Lopes Deliberações de RCA A íntegra da RCA realizada em 13/07/2012 que delibera sobre a segunda emissão, pela Companhia, de 250 notas promissórias comerciais, encontra-se a disposição no site da BM&FBOVESPA (www.bmfbovespa.com.br), em Empresas Listadas/ Informações Relevantes. CELUL IRANI (RANI) DRI: Odivan Carlos Cargnin Pagamento de dividendo Na RCA de 20/07/2012 foi deliberado: 3. DELIBERAÇÕES: Após análise e debates sobre o conteúdo, o Conselho, aprovou, por unanimidade: 3.1. Nos termos do Artigo 29, parágrafo único, do Estatuto Social da Companhia, pagar dividendos intermediários à conta de Reserva de Lucros existentes no último balanço anual levantado em 31 de dezembro de 2011, no montante total de R$ ,58 (quatorze milhões, duzentos e sessenta e seis mil, quinhentos e quinze reais e cinquenta e oito centavos), correspondente a R$ 0, por ação ordinária e preferencial aos acionistas detentores de ações em As ações serão negociadas exdividendos a partir de (inclusive) e o pagamento aos acionistas será realizado até 31 de agosto de 2012; 3.2. Autorizar a Diretoria a tomar todas as providências necessárias para o pagamento dos referidos dividendos. Porto Alegre, 20 de julho de Norma: a partir de 24/07/2012 ações escriturais ex-dividendo. CELUL IRANI (RANI) DRI: Odivan Carlos Cargnin Distribuição de dividendos (Aviso aos Acionistas) Enviou o seguinte Aviso aos Acionistas: Comunicamos aos senhores acionistas que, a partir de 08 de agosto de 2012, iniciaremos a distribuição do dividendo intermediário aprovado pelo Conselho de Administração, em reunião realizada em 20 de julho de 2012, nos termos do Artigo 29, parágrafo único, do Estatuto Social, obedecendo às seguintes condições: 1. Dividendos intermediários à razão de R$ 0,090223, para as ações ordinárias e preferenciais, considerando o número de ações em que se divide o capital da Companhia. Os dividendos intermediários serão colocados à disposição dos acionistas, isentos de IRRF, conforme o artigo 10 da Lei n 9.249/ Conforme aprovado, a partir de 24 de julho de 2012 (inclusive), as ações serão negociadas ex-dividendos. 3. Instruções quanto ao crédito dos dividendos: 3.1. Os acionistas terão seus créditos disponíveis de acordo com sua conta corrente e domicílio bancário fornecido ao Itaú Unibanco S.A. - Instituição depositária das ações, a partir da data de início de distribuição deste direito Aos acionistas, cujo cadastro não contenha a inscrição do número do CPF/CNPJ ou indicação de Banco/Agência/Conta Corrente, os dividendos somente serão creditados a partir do 3º dia útil, contado da data de atualização cadastral nos arquivos eletrônicos do Itaú Unibanco S.A., que poderá ser efetuada através de qualquer agência, que disponha de atendimento aos acionistas, ou através de correspondência dirigida à UNIDADE DE AÇÕES E DEBÊNTURES - Av. Engenheiro Armando de Arruda Pereira, º andar - Jabaquara - CEP São Paulo (SP) Os acionistas usuários das custódias fiduciárias terão seus dividendos creditados, conforme procedimentos adotados pelas Bolsas de Valores. Porto Alegre, 24 de julho de Norma: a partir de 24/07/2012 ações escriturais ex-dividendo. CITIGROUP (CTGP MB) DR: Juliana Scarcelli de Agostino Material à disposição O Citibank Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A., na qualidade de depositário e emissor do programa de BDR Nível I não patrocinado da empresa Citigroup Inc, vem por meio do presente documento comunicar que encontra-se à disposição no link abaixo um novo comunicado utilizando o formato Form 424B2 - Prospectus [Rule 424(b)(2)]. CITIGROUP (CTGP -MB) DR: Juliana Scarcelli de Agostino Form 8-K - Current report O Citibank Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A., na qualidade de depositário e emissor do programa de BDR Nível I não patrocinado da empresa Citigroup Inc, vem por meio do presente documento comunicar que encontra-se à disposição no link abaixo um novo comunicado utilizando o formato Form 8-K - Current report. DAYCOVAL (DAYC N2) DRI: Ricardo Gelbaum Alienação de participação acionária Enviou o seguinte Comunicado ao Mercado: São Paulo, 23 de julho de 2012 o Banco Daycoval S.A. (BMFBovespa: DAYC4 / ADR Nível 1: BDYVY), ( Daycoval ), informa ter recebido em 20 de julho de 2012, o seguinte comunicado do seu acionista Credit Suisse Próprio Fundo de Investimento Multimercado: Em atenção ao disposto no artigo 12 da Instrução CVM nº. 358/02, informamos as seguintes alienações de ações preferenciais de emissão do Banco Daycoval S.A. (respectivamente, Ações e Companhia ) pelo Alienante (abaixo qualificado): O Alienante, que possuía em um total de Ações (equivalentes a, aproximadamente, 10,19% do total de Ações), alienou, em , Ações ( Alienação A ), com o que passou a deter Ações (equivalentes a aproximadamente 5,06% do total de Ações) tal alienação representou um decréscimo de 5% na participação do Alienante no total de Ações; e O Alienante, que possuía em um montante de Ações (equivalentes a aproximadamente 5,06% do total de Ações), alienou, em , Ações (equivalentes a, aproximadamente, 0,48% do total de Ações) ( Alienação B e, em conjunto com a Alienação A, as Alienações ), passando a deter Ações (equivalentes a aproximadamente 4,58% do total de Ações) e, portanto, perpassando a marca dos 5% do total das Ações. I. nome e qualificação do Alienante: Credit Suisse Próprio Fundo de Investimento Multimercado, fundo de investimento inscrito no CNPJ sob o n / ( Alienante ), administrado pelo Banco de Investimentos Credit Suisse (Brasil) S.A., com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Brigadeiro Faria Lima, 3064, 12º, 13º a 14º andares (parte), inscrito no CNPJ/MF sob o nº / ( CS ). II. objetivo da participação e quantidade visada, contendo, se for o caso, declaração do Alienante de que as Alienações não objetivam alterar a composição do controle ou a estrutura administrativa da Companhia: As Alienações relacionam-se a operações de proteção (hedge) de obrigações assumidas pelo Alienante em contratos de derivativos (swap) e, desta forma, não objetivam alterar a composição do controle ou a estrutura administrativa da Companhia. III. número de ações, bônus de subscrição, bem como de direitos de subscrição de ações e de opções de compra de ações, por espécie e classe, já detidos, direta ou indiretamente, pelo Alienante ou pessoa a ele ligada: O Alienante tem conhecimento de que, tanto em quanto em , o Credit Suisse Próprio Fundo de Investimento de Ações, fundo de investimento inscrito no CNPJ sob o n / , administrado pelo CS, possuía Ações (equivalentes a, aproximadamente, 0,01% do total de Ações). Exceto pelo acima referido, o Alienante não tem conhecimento de que pessoas a ele ligadas possuam, neste momento, ações, bônus de subscrição, direitos de subscrição e/ou opções de compra de ações de emissão da Companhia. IV. número de debêntures conversíveis em ações, já detidas, direta ou indiretamente, pelo Alienante ou pessoas a ele ligadas, explicitando a quantidade de ações objeto da possível conversão, por espécie e classe: O Alienante não possui e não tem conhecimento de que pessoas a ele ligadas possuam debêntures conversíveis em ações de emissão da Companhia. 2 V. indicação de qualquer acordo ou contrato regulando o exercício do direito de voto ou a compra e venda de valores mobiliários de emissão da Companhia: O Alienante não faz parte de qualquer acordo nesse sentido. DELL (DELL MB) DRI: DR: Juliana Scarcelli de Agostino Material à disposição O Citibank Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A., na qualidade de depositário e emissor do programa de BDR Nível I não patrocinado da empresa DELL, Inc, vem por meio do presente documento comunicar que encontra-se à disposição no link abaixo um novo comunicado utilizando o formato Form S-8 - Securities to be offered to employees in employee benefit plans.http://www.sec.gov/archives/edgar/data/826083/ / index.htm DELL (DELL - MB) DR: Juliana Scarcelli de Agostino Form 8-K Current report O Citibank Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A., na qualidade de depositário e emissor do programa de BDR Nível I não patrocinado da empresa DELL, Inc, vem por meio do presente documento comunicar que encontra-se à disposição no link abaixo um novo comunicado utilizando o formato Form 8-K - Current report. chives/edgar/data/826083/ / index.htm ENERGISA (ENGI) DRI: Mauricio Perez Botelho Material à disposição (Prospecto definitivo e Anúncio de Início de Distribuição Pública) Encontram-se à disposição no site da BM&FBOVESPA (www.bmfbovespa.com.br), em Empresas Listadas / Informações Relevantes, o Prospecto Definitivo e o Anúncio de Início de Distribuição Pública, sob o Regime de Garantia Firme de Colocação, de Debêntures Simples, Não Conversíveis em Ações, da Espécie Quirografária, em Duas Séries, da 5ª Emissão da Energisa S.A.. FINANSINOS (FNCN) DRI: Roberto Cardoso Início de pagamento Enviou o seguinte Aviso aos Acionistas: Comunicamos aos acionistas que, a partir de , ad referendum da Assembléia Geral Ordinária, estaremos procedendo ao pagamento de Juros sobre o Capital Próprio, conforme previsto no artigo 9º da Lei nº 9249/95, relativos ao 1º semestre de 2012 no valor de R$ 0,40 por ação (R$ 0,3400 líquido de I.R.Fonte). O pagamento será feito em nossa sede, no horário bancário. FII CENESP (CNES - MB) DR: Rodrigo Costa Mennocchi Distribuição de rendimento A Brazilian Mortgages Companhia Hipotecária, na qualidade de administradora do FII BM CENESP, informou que em 30/07/2012 dará inicio ao pagamento do rendimento, referente ao mês de junho/2012, no valor de R$ 0, por cota, aos titulares de cotas em 23/07/2012. Declarou ainda que o Fundo enquadra-se no inciso III do Art. 3º da Lei alterada. Norma: a partir de 24/07/2012, cotas ex-rendimento. GER PARANAP (GEPA) DRI: Angela Aparecida Seixas Restituição de capital Enviou o seguinte Fato Relevante: FATO RELEVANTE Redução de Capital Duke Energy International, Geração Paranapanema S.A., sociedade por ações, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica ( CNPJ ) sob o nº / , com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida das Nações Unidas, nº , Torre Norte, 30º andar, CEP ( Companhia ), na forma e para os fins da Instrução CVM nº 358/02, vem tornar público, a seus acionistas e ao mercado em geral, em complemento aos Fatos Relevantes publicados nos dias e , que se encerrou ontem (dia ) o prazo de 60 (sessenta) dias previsto no art. 174 da Lei das S.A. para oposição de credores em relação à redução do capital social da Companhia ( Redução de Capital ) objeto da Assembleia Geral Extraordinária de Acionistas de ( AGE ). Visto que não houve qualquer manifestação de credores contrários à referida Redução do Capital social, a Companhia informa que a ata da AGE foi arquivada e registrada na Junta Comercial do Estado de São Paulo ( JUCESP ), sob o nº /12-5, em sessão do dia , cuja cópia encontra-se arquivada no sistema IPE mantido pela Comissão de Valores Mobiliários ( CVM ) (www.cvm.gov.br) e na Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros ( BM&FBOVESPA S.A. ) (www.bmfbovespa.com.br). A Companhia esclarece ainda que, em decorrência da Redução de Capital, terão direito ao recebimento da restituição de capital todos os detentores de ações ordinárias ou preferenciais da Companhia na data-base de , inclusive, sendo que as ações de emissão da Companhia passarão a ser negociadas ex-direito redução de capital em O pagamento da restituição de capital será efetuado a tais acionistas, no valor de R$3, por ação ordinária ou preferencial, em moeda corrente nacional até o dia , em data a ser divulgada por meio de Aviso aos Acionistas. São Paulo, 24 de julho de Norma: a partir de 24/07/2012 ações escriturais ex-restituição de capital. GOOGLE (GOOG-MB) DR: Burkhard Ziegenhorn Informações sobre as demonstrações financeiras do 2º trimestre de 2012 O Deutsche Bank S.A. Banco Alemão, na qualidade de depositário e emissor do programa de BDR Nível I não patrocinado da empresa Google INC., vem por meio do presente documento comunicar que encontra-se à disposição no link abaixo, informações sobre as demonstrações financeiras do 2º trimestre de HALLIBURTON (HALI MB) DR: Juliana Scarcelli de Agostino Distribuição de dividendos DADOS DO PROGRAMA EMPRESA: Halliburton CODIGO ISIN DO ATIVO OBJETO DO PROGRAMA DO BDR: US CODIGO ISIN (BRASIL): BRHALIBDR004 CODIGO NEGOCIAÇÃO BDR: HALI11B INICIO DO PROGRAMA: 07-fev-12 PROPORÇÃO BDR / LASTRO: 1:1 EMISSOR DO BDR: Citibank DTVM S/A RESPONSÁVEL: Juliana Scarcelli de Agostino TELEFONE DE CONTATO: DADOS DO EVENTO TIPO DO EVENTO: Dividendos VALOR DO EVENTO POR BDR (BRUTO) [USD]: 0,09000 IMPOSTO DE RENDA EUA - 30% [USD]: 0,02700 VALOR DO EVENTO POR BDR (LÍQUIDO DE I.R.) [USD]: 0,06300 VALOR DO EVENTO POR BDR (LÍQUIDO DE I.R.) [BRL]: 0, IOF CÂMBIO - 0,38% [BRL]: 0, VALOR DO EVENTO POR BDR (LÍQUIDO DE IOF) [BRL]: 0, FEE DIVIDENDOS - 5% SOBRE O VALOR LÍQUIDO [BRL]: 0, VALOR DO EVENTO POR BDR (LÍQUIDO FINAL) [BRL]: 0, DATA DA CONVERSÃO (US$ / R$): 23-jul-12 TAXA DE CÂMBIO: 2,02270 REFERÊNCIA: TIPO DE TRIBUTAÇÃO: 30% pelo Imposto de Renda dos EUA DATA DA APROVAÇÃO DO EVENTO: 20-jul-12 DATA EX (EX DATE): 31-ago-12 RECORD DATE: 05-set-12 FORMA DE PAGAMENTO (A VISTA OU PARCELADO): À Vista NÚMERO DE PARCELAS: 1 DATA PREVISTA PARA PAGAMENTO NO EXTERIOR: 26-set-12 DATA PREVISTA PARA PAGAMENTO NO BRASIL: 02-out-12 IMPORTANTE O valor acima informado em reais é um valor estimado, calculado de acordo com a PTAX 800 de compra do dia anterior à data do anúncio do evento. O valor oficial a ser pago aos detentores de BDRs será informado em seguida, após confirmação do recebimento do pagamento pelo Custodiante do ativo objeto do BDR e a efetiva conversão da moeda estrangeira para o real.anúncio OFICIAL DO COMUNICADO POR MEIO DO LINK ABAIXO:http://www.halliburton.com/public/news/pubsdata/press_release/2012/Q3_2012_Dividend.pdf Norma: a partir de 31/08/2012, BDRs Não Patrocinados do Nível 1 ex-dividendo.ndividendos ITAUSA (ITSA N1) DRI: Henri Penchas Retificação de negociação das próprias ações para tesouraria Representou os seguintes Comunicados ao Comercado: Negociação das Próprias Ações para Tesouraria Mês: maio de Em consonância com as melhores práticas de Governança Corporativa, em 1º de setembro de 2005 a Itaúsa Investimentos Itaú S.A. (Itaúsa) divulgou voluntariamente as suas Regras Operacionais de Negociação das Próprias Ações para Tesouraria ( Regras ). 2. Nos termos do item das Regras estipulou-se a divulgação mensal dos volumes negociados, preços mínimo, médio e máximo praticados pela Itaúsa em suas transações com suas próprias ações realizadas em bolsas de valores. 3. Informamos aos agentes do mercado de capitais que, durante o mês de maio de 2012, a Itaúsa não negociou com suas próprias ações para tesouraria. 4. Lembramos que as informações históricas estão disponíveis no site de Relações com Investidores da organização (www.itausa.com.br). São Paulo-SP, 1º de junho de Negociação das Próprias Ações para Tesouraria Mês: junho de Em consonância com as melhores práticas de Governança Corporativa, em 1º de setembro de 2005 a Itaúsa Investimentos Itaú S.A. (Itaúsa) divulgou voluntariamente as suas Regras Operacionais de Negociação das Próprias Ações para Tesouraria ( Regras ). 2. Nos termos do item das Regras estipulou-se a divulgação mensal dos volumes negociados, preços mínimo, médio e máximo praticados pela Itaúsa em suas transações com suas próprias ações realizadas em bolsas de valores. 3. Informamos aos agentes do mercado de capitais que, durante o mês de junho de 2012, a Itaúsa não negociou com suas próprias ações para tesouraria. 4. Lembramos que as informações históricas estão disponíveis no site de Relações com Investidores da organização (www.itausa.com.br). São Paulo-SP, 3 de julho de ITAUUNIBANCO (ITUB-N1) DRI: Alfredo Egydio Setubal Convites Os convites para o Ciclo APIMEC 2012, encontram-se à disposição no site da BM&FBOVESPA (www.bmfbovespa.com.br), em Empresas Listadas/Informações Relevantes. ITAUUNIBANCO (ITUB-N1) DRI: Alfredo Egydio Setubal Comunicado O comunicado com as informações consolidadas dos exercícios findos em 30 de junho de 2012 e 2011 encontra-se à disposição no site da BM&FBOVESPA (www.bmfbovespa.com.br), em Empresas Listadas/ Informações Relevantes. ITAUUNIBANCO (ITUB N1) DRI: Alfredo Egydio Setubal Convite para teleconferência - Resultados do 2º trimestre de 2012 Enviou o seguinte comunicado: Acompanhe ao vivo a Teleconferência: Resultados do 2º trimestre de 2012 Com analistas, investidores e demais interessados no Itaú Unibanco Holding S.A. (BM&FBovespa: ITUB4 e ITUB3; NYSE: ITUB e BCBA: ITUB4). Para acompanhar o evento pela internet acesse Acompanhe também pelo twitter Data: 25 de julho de 2012 Senha de acesso: Itaú Unibanco Português: 09h30 (Horário de Brasília) 08h30 (Horário de Nova Iorque)(55-11) Inglês: 11h00 (Horário de Brasília) 10h00 (Horário de Nova Iorque)(1-866) (toll free dos EUA)(55-11) (participantes no Brasil)(1-412) (outros países)apresentaçãoalfredo Egydio SetubalVice-Presidente Executivo e Diretor de Relações com Investidores Sérgio Ribeiro da Costa Werlang Vice-Presidente Executivo de Controles de Riscos e Financeiro Caio Ibrahim David CFO (Chief Financial Officer) Rogério Calderón Diretor de Controladoria Corporativa e Relações com Investidores Alexsandro Broedel Lopes Diretor de Controle Financeiro Gustavo Henrique Penha Tavares Diretor Itaú BBA As teleconferências serão transmitidas ao vivo e arquivadas em formato de áudio no mesmo site. O replay das teleconferências estará disponível pelo telefone (55-11) até o dia 01 de agosto de Senhas: # (em português) e # (em inglês). Na manhã do dia da teleconferência, os slides da apresentação estarão disponíveis para visualização e download. Caso V.Sa. tenha alguma dúvida, por favor, entre em contato com o Sr. Luciano Bottini Filho da FIRB - Financial Investor Relations Brasil, no telefone (55 11) ou ITAUUNIBANCO (ITUB-N1) DRI: Alfredo Egydio Setubal Demonstrações Financeiras em Inglês de 30/06/2012 As Demonstrações Financeiras em Inglês referentes ao período findo em 30/06/2012 encontram-se à disposição no site da BM&FBOVESPA (www.bmfbovespa.com.br), em Empresas Listadas/Informações Relevantes. ITAUUNIBANCO (ITUB-N1) DRI: Alfredo Egydio Setubal Relatório de Análise Gerencial O Relatório de Análise Gerencial do período findo em 30/06/2012 encontra-se à disposição no site da BM&FBOVESPA (www.bmfbovespa.com.br), em Empresas Listadas / Informações Relevantes. ITAUUNIBANCO (ITUB N1) DRI: Alfredo Egydio Setubal Distribuição de juros sobre o capital próprio complementares Enviou o seguinte Fato Relevante: Comunicamos aos Senhores Acionistas que o Conselho de Administração do ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A., reunido em , deliberou: a) declarar juros sobre o capital próprio complementares aos dividendos pagos mensalmente durante o primeiro semestre e imputados ao valor do dividendo obrigatório de 2012, no valor de R$ 0,2774 por ação, com retenção de 15% de imposto de renda na fonte, resultando em juros líquidos de R$ 0,2358 por ação, excetuados dessa retenção os acionistas pessoas jurídicas comprovadamente imunes ou isentos; b) pagar esses juros complementares em , tendo como base de cálculo a posição acionária final do dia 1º Norma: a partir de 02/08/2012 ações escriturais ex-juros complementares. ITAUUNIBANCO (ITUB-N1) DRI: Alfredo Egydio Setubal Relatório de Análise Gerencial - Reapresentação A reapresentação do Relatório de Análise Gerencial do período findo em 30/06/2012 encontra-se à disposição no site da BM&FBOVESPA (www.bmfbovespa.com.br), em Empresas Listadas / Informações Relevantes. JSL (JSLG NM) DRI: Denys Marc Ferrez Comunicado Enviou comunicado, no qual consta: JSL é selecionada para operar 100% da logística interna da MAN Latin America, em sua fábrica de Resende RJ Mogi das Cruzes, 24 de julho de 2012 A JSL (BM&FBOVESPA: JSLG3), empresa com o mais amplo portfólio de serviços logísticos do Brasil e líder em seu segmento em termos de receita líquida, comunica ao mercado em geral que foi contratada pela MAN Latin America para operar 100% da logística interna da fábrica de caminhões e ônibus localizada em Resende RJ, considerada uma das fábricas mais modernas do mundo, pioneira no modelo de gestão no formato de consórcio modular¹. O valor global do contrato é estimado em R$ 350 milhões, para o prazo de 60 meses². O contrato compreende 4 operações integradas: 1 Gestão do Centro Logístico: gestão da armazenagem de autopeças, compreendendo o seu recebimento, sequenciamento para o abastecimento das linhas de produção e o transporte para a fábrica; 2 Logística interna da fábrica: abrange desde o recebimento das peças e conjuntos, até o abastecimento da linha de montagem. Nesta etapa, a JSL também será a responsável pelo planejamento logístico, visando à melhoria contínua do processo; 3 Operação de SKD³ (Semimontados): consiste no planejamento do processo e gestão das partes semimontadas, incluindo seu recebimento, manuseio, conferência, armazenagem, embalagem e carregamento dos contêineres para exportação; 4 Operação de CKD4 (Completamente desmontados): consiste no planejamento do processo e gestão de autopeças e acessórios, incluindo seu recebimento, manuseio, conferência, armazenagem, embalagem e carregamento dos contêineres para exportação. Para esta operação que soma-se aos novos contratos fechados entre janeiro a maio de 2012, no valor global de R$ 913 milhões a JSL absorverá cerca de 850 pessoas e investirá apenas R$ 15 milhões em equipamentos (160 ativos, sendo primordialmente empilhadeiras e paleteiras), basicamente não envolvendo a aquisição de veículos, o que, dada a importância do contrato, demonstra a capacidade da Companhia em desenvolver operações asset light, uma vez que esta operação é focada principalmente na gestão e inteligência de todo o processo, utilizando ferramentas de simulação virtual para a otimização do quadro de funcionários necessário para a operação e para a melhoria contínua dos processos que envolvem o planejamento logístico, garantindo a integração logística entre todas as etapas do processo produtivo de forma a assegurar a eficiência e a produtividade da sequência de montagem até o produto final. Essa nova contratação soma-se às operações já existentes, das quais somos parte do inbound de autopeças e efetuamos 100% do transporte de peças para importação e exportação, demonstrando a capacidade da JSL em entender as necessidades dos seus clientes e expandir continuamente a sua oferta de serviços (cross-selling), como é o caso da MAN, que é cliente da Companhia desde Este contrato reflete a agilidade da JSL em ampliar a sua plataforma de serviços, abrindo novas oportunidades junto aos demais clientes. ¹ Conceito de produção, no qual fornecedores são localizados junto ao fabricante, sendo parte do processo de produção e responsáveis pela montagem completa de conjuntos² Contrato de 36 meses, com opção de renovação por mais 24 meses ³ SKD (Semi-Knocked Down) 4 CKD (Completely Knocked Down) Sobre a Companhia: A JSL (BM&FBOVESPA: JSLG3) é a empresa com o mais amplo portfólio de serviços logísticos do Brasil e líder em seu segmento em termos de receita líquida. Com mais de 50 anos de experiência neste setor, a Companhia atua em todo o território brasileiro e opera em toda a cadeia do processo produtivo, desde o transporte de carga até a completa terceirização das cadeias logísticas. Algumas das afirmações aqui contidas se baseiam nas hipóteses e perspectivas atuais da administração da Companhia que poderiam ocasionar variações materiais entre os resultados, performance e eventos futuros. Os resultados reais, desempenho e eventos podem diferir significativamente daqueles expressos ou implicados por essas afirmações, como um resultado de diversos fatores, tais como condições gerais e econômicas no Brasil e outros países; níveis de taxa de juros, inflação e de câmbio; mudanças em leis e regulamentos; e fatores competitivos gerais (em bases global, regional ou nacional). Nota: A íntegra do comunicado encontra-se a disposição no site da BM&FBOVESPA (www.bmfbovespa.com.br), em Empresas Listadas/ Informações Relevantes. MAGNESITA SA (MAGG - NM) DRI: Flávio Rezende Barbosa Redução de Participação Acionária Relevante Enviou o seguinte Comunicado ao Mercado: A Magnesita Refratários S.A. (Novo Mercado: MAGG3) ( Companhia ), atendendo ao disposto no artigo 12, parágrafo 4º, da Instrução CVM 358/02, informa aos seus acionistas e ao mercado em geral que recebeu a correspondência anexa datada de 20/07/2012 da acionista Fama Investimentos Ltda., comunicando que, através de operações realizadas em bolsa de valores por conta de seus fundos de investimento e carteira por ela gerida, alienaram ações ordinárias da Companhia passando a deter um total consolidado de ações ordinárias, representando 4,75% das ações ordinárias de emissão da Companhia. Encontra-se em anexo a declaração da Redução de Participação Acionária Relevante enviada pela Fama Investimentos Ltda. Para informações adicionais, entre em contrato com a Área de Relações com Investidores da Magnesita Refratários S.A. São Paulo, 20 de julho de 2012 À MAGNESITA REFRATÁRIOS S.A. Praça Louis Ensch, 240 CEP: Contagem MG At.: Flavio Rezende Barbosa Tel: (11) Prezados Senhores, A FAMA Investimentos Ltda., sociedade inscrita no CNPJ/MF sob o nº / , com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Samuel Morse nº 74, conjunto 173, 17º andar, CEP , vem, nos termos da Instrução CVM n.º 358/2002, alterada pela Instrução CVM nº 449/07, solicitar a V.Sas. que divulguem à CVM e, se for o caso, às bolsas de valores ou às entidades do mercado de balcão organizado em que as ações da Companhia sejam admitidas à negociação, o seguinte Comunicado ao Mercado : COMUNICADO AO MERCADO A FAMA Investimentos Ltda., sociedade inscrita no CNPJ/MF sob o nº / , com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Samuel Morse nº 74, conjunto 173, 17º andar, CEP , nos termos da Instrução CVM n.º 358/2002, alterada pela Instrução CVM nº 449/07, vem informar que os fundos de investimento e carteiras por ela geridos alienaram ações ordinárias de emissão da MAGNESITA REFRATARIOS S.A. ( Companhia ), em negociações realizadas no pregão da Bolsa de Valores de São Paulo BM&FBOVESPA, passando nesta data a deter um total consolidado de ações ordinárias. A participação consolidada dos fundos de investimento e carteiras geridos pela FAMA Investimentos representa atualmente 4.75% das ações ordinárias de emissão da Companhia. A FAMA Investimentos comunica, ainda, que não detém bônus de subscrição, direitos de subscrição de ações, opções de compra de ações e debêntures conversíveis em ações de emissão da Companhia. São Paulo, 20 de julho de Permanecemos à disposição para quaisquer esclarecimentos que se façam necessários, no telefone: (11) Entrar em contato com Fabio Alperowitch. FAMA INVESTIMENTOS LTDA. Gestora Fonte: Bovespa Jornal do Commercio Quarta-feira, 25 de julho de 2012 Empresas B-5 FATOS RELEVANTES

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